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— el día de los muertos (MOPCED / SOOKRAM, Behati)

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— el día de los muertos (MOPCED / SOOKRAM, Behati)

Mensagem por Phobos em Qui 19 Out 2017, 21:22


el día de los muertos

Vivendo em Las Vegas, Behati não tinha muita noção do que acontecia mundo afora — todo seu conhecimento vinha de conversas cortadas que captava aqui e ali, quando não estava muito ocupada curtindo a cidade do jogo e da luz. Foi numa noite tranquila em Nevada, contudo, que o sonho veio. Inicialmente, não entendeu muito bem o que estava acontecendo. Haviam formas dançando a sua frente, embaçadas, e de repente pôde ouvir música. Era numa língua que não conhecia muito bem, mas, se prestasse atenção, saberia reconhecer: espanhol.

As formas deram lugar a caveiras. Esqueletos coloridos, decorados como as maquiagens características do festival mexicano, dançavam ao som da música animada, chacoalhavam instrumentos musicais para lá e para cá. E então tudo parou. Ao redor do pescoço da semideusa havia uma faca, e Behati sentiu os ossos segurarem seu tronco com força. Em sua orelha, uma voz grave e doentia sussurrou: você vai ter problemas, garotinha...


pontos obrigatórios


• Faça uma introdução de acordo com os fatos narrados acima;

• Você decide ignorar o sonho ao acordar no quarto de hotel. Narre um dia normal para Behati, dando ênfase às atividades que achar pertinentes. No entanto, durante essa rotina, você deve ouvir cochichos sobre algo envolvendo México. Um acidente, homens de negócio querendo fazer investimentos... Não importa o foco da conversa, sempre haverá um ponto em comum, que é o país;

• Após ouvir repetidamente o nome do local, você decide viajar para lá. Dentro do avião, no entanto, você terá visões estranhas de canto de olho: as mesmas caveiras de seu sonho se fazem presentes aqui e ali, e quando o piloto fala pelo auto-falante, você escuta uma voz aguda e cantada recitar a mesma música que os esqueletos dançavam. Quando finalmente pousar em terras mexicanas, você vai notar uma visão estranha: por todo aeroporto há figuras que parecem humanas, porém fantasmagóricas, todas olhando numa direção em comum no céu. Ao verificar, você não enxerga nada;

• Finalize seu post pedindo um táxi para um hotel. Inicialmente normal, o motorista de repente começa a mudar: ficar pálido, magro, e magro, até que se torna uma das caveiras de seu sonho e com a mesma voz aguda e cantada de mariate do avião, lhe convida para uma viagem.


player


Behati Sookram
Nível 61;
Vida: 700/700;
Energia: 700/700;
— Avaliação parcial: none;


regras e informações


Clima: 20ºC;
Localização: Las Vegas, Estados Unidos – Cidade do México, México;
Primeiro turno.

— Você tem 20 dias para postar. Ao fazê-lo, me mande uma MP, para que a resposta seja agilizada;
— Itens e poderes em spoiler ou code no final no post. No caso dos poderes, preferencialmente organizados por nível e tipo;
— Evite observações como "considerar todos os poderes até o nível X". Quando usar uma habilidade, cite-a e diga se é passiva, ativa ou especial (caso não o faça, o uso da habilidade será ignorado);
— Templates (com barrinha, fonte muito pequena ou que seja muito estreito) ou cores que dificultem a leitura são proibidos;
— Dúvidas, problemas? Precisa de um prazo maior? Me mande uma MP.





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Re: — el día de los muertos (MOPCED / SOOKRAM, Behati)

Mensagem por Behati Sookram em Qui 26 Out 2017, 03:35



DESPACITO!

Behati estava na sacada do primeiro andar de um prédio. Não tinha certeza de como fora parar ali, mas ignorou essa dúvida quando se deu conta da barulheira que na rua existia. Incontáveis figuras se mexiam freneticamente, algumas parecendo sincronizadas com outras.

O olhar da semideusa corria para todos os lados. Inutilmente, tentou se mover. Impossível. Resmungou, inconformada com o que estava acontecendo. Mais uma vez, encarou a bagunça na rua. Sua visão enturvecida somente atrapalhava.

De abrupto, então, o constante silêncio que Behati não havia reparado ter reinado nos últimos segundos, minutos? foi destruído. Suas mãos subiram até as orelhas, a fim de reduzir o intenso barulho que também vinha das ruas: pessoas gritando e conversando e uma música estranhamente alegre.

Quando reabriu os olhos, recuperada do susto, notou que as figuras embaçadas haviam tomado forma. Com os olhos semicerrados ao se apoiar no parapeito, ela pôde conferir que realmente estava vendo caveiras. Caveiras com maquiagem de caveiras. Mesmo depois de coçar os olhos, continuou a ver a mesma coisa. Desatou a rir.

Tudo aquilo parecia um desfile. A multidão de caveiras, umas com vestidos de cores vibrantes e outras de terno e cartola, a contínua melodia que, agora, ela reconhecia como mexicana. O idioma não era tão feio quanto se lembrava. E identificá-lo, com todas as evidências do festival em sua frente, não foi tão difícil. Parecia bem divertido. Talvez ficasse por ali durante o resto dia, apenas como espectadora.

Mas a cena mudou. O sorriso em seu rosto desapareceu assim que tudo que sua visão contemplava paralisou. Estivera tão absorta na festa metros abaixo que se esquecera do resto.

Behati buscou ar profundamente quando sentiu um toque firme no tronco, empregando uma força desnecessária para imobilizá-la. Antes que pudesse agir, outro toque - desta vez gelado e afiado - surgiu em seu pescoço. Não precisava ver que havia uma faca ali. Os olhos esbugalhados revelavam seu desespero.

Era uma caveira? Tinha quase certeza que sim. Ou o toque fora tão intenso a ponto dos ossos da pessoa terem parecido mais rígidos e salientes? Sua curiosidade gritava para que, de alguma maneira, ela se virasse para tirar a dúvida. No entanto, não tinha audácia o suficiente.

Sua mente esvaziou quando uma voz grave soou no pé do seu ouvido esquerdo, como se o ser estivesse com a boca ali ao falar. A loucura era evidente. Behati sentiu o tronco contrair à medida em que um arrepio subiu-lhe pela espinha.

E acabou.

Os olhos castanhos da jovem se abriram. A primeira coisa à vista foi o cara que conhecera em um bar aleatório da cidade. Seus cabelos grisalhos roubaram outro sorriso dela. Sorriso esse que se desfez assim que a lembrança da faca em seu pescoço martelou em sua mente.

“Você vai ter problemas, garotinha”. A frase ribombou em seus pensamentos sem pausa assim que se lembrou. Seria uma ameaça? Talvez sim. Havia uma faca em seu pescoço. Mas em sonho. Acordada, ela já não enxergava a cena passada com os mesmos olhos preocupados de quando a vivera. Decidiu deixar pra lá. Por enquanto.

Sendo o mais cautelosa possível, Behati se levantou e começou a procura por suas roupas. O quarto do hotel, apesar de mediano, parecia gigante perante a zona que estava. O trepa-trepa com o homem foi maravilhoso.

Vez ou outra olhava para a cama. Ele continuava apagado. Enfim vestida, ela vasculhou os bolsos do terno do homem e, ao encontrar sua carteira, pegou emprestado alguns dólares e seu American Express.

Paquerou-se no espelho por alguns minutos. Outro sorriso desabrochou em seus lábios assim que teve uma ideia. A aliança dourada no dedo anelar esquerdo foi motivo suficiente para Behati decidir que sim, aquele cara merecia isso.

Mais uma olhada. Ainda dormindo. Então, ela atirou todas as roupas dele pela janela. Com sorte, ele recuperaria alguma peça. Os sapatos, que ainda estavam no quarto, seriam entregues ao primeiro mendigo que aparecesse, juntamente com as chaves do quarto.

Ela fez a pêssega ao passar pela recepção, fingindo discutir com alguém pelo telefone, e saiu do hotel. Desfez-se do resto das coisas do homem casado como havia planejado, e seguiu numa caminhada sem rumo.

Cruzou os braços assim que passou por uma loja de eletrodomésticos, na qual, em sua vitrine, várias televisões mostravam a mesma notícia sobre o furacão que ameaçava se aproximar do México a partir do Caribe. Seu sonho de repente piscou em sua mente. Balançou a cabeça para afastar a lembrança.

Depois de algum tempo, parou diante de uma galeria que gostava de frequentar. Arrumou a cabeleira num coque no topo da cabeça, como sempre, e acendeu um cigarro. Escorada na parede enquanto fumava, escutou dois homens de negócios mais velhos conversando. O assunto era, por incrível que parecesse, o México. O país havia avançado em algum ramo da tecnologia.

Behati respirou fundo. Acabando o cigarro, adentrou a galera e seguiu diretamente para sua cafeteria preferida. Assim que se sentou com o cappuccino, teve o desprazer de, pela tv, assistir a outra reportagem sobre o maldito país. Desta vez, o apresentador também retratava o estado do Novo México, com a maior concentração de hispânicos em todo EUA.

A matéria não serviu para nada além de relembrar à semideusa seu último sonho. Ela bufou, mandando alguns palavrões pro ar, e queimou a língua ao dar um gole grande no café antes de ir embora.

— Que porra é essa, velho? Estados Unidos agora vive em função do México? — perguntou, puta da vida, para um casal na mesa ao lado. O semblante dos dois felizmente foi o suficiente para Behati sorrir e desestressar um pouquinho.

Ao lado da cafeteria havia uma loja da Guess. Depois, da Prada e da C&A. O American Express serviu maravilhosamente bem. Depois de muitas horas, ela parou para comer.

A pouco centímetros de si, na mesa vizinha, duas amigas fofocavam. Behati adorava ouvir a conversa alheia, mas não quando ela se tratava do México. Olhou descrente para as meninas, encarando-as sem vergonha.

— Pois não? — uma delas disse após alguns segundos, incomodada.

— Pois não o que, filha da puta? — respondeu, estressada. Não aguentava mais o mesmo tema para conversas e notícias. — Vão se foderem.

Ao dar uma última mordida em seu lanche, Behati o jogou contra a menina que havia se dirigido a ela. Elas pareciam em choque pelo silêncio e ausência de reação. Então, recolheu suas compras e, ao passar pela dupla, deixou um pum alto e fedido escapar. Seguiu para fora da galeria sem pressa.

Foram acesos três cigarros consecutivos. Estava nervosa, ansiosa, revoltada. Precisava dar uns tiros. Mas seu traficante havia sido preso na semana anterior. Será que a cocaína mexicana era boa? Pensou seriamente sobre o assunto durante uns poucos segundos.

— INFERNO! — surtou, descrente de que até ela, agora, pensava sobre o México. Então, saiu batendo os pés em direção ao seu apartamento alugado a poucos quarteirões dali.

[...]

— Está decidido. — disse para si mesma, terminando de arrumar a mala na manhã seguinte. — Eu vou pra essa puta que pariu.

Por algum estranho motivo, a vontade de escapar dos Estados Unidos para o México aflorou no coraçãozinho de pedra de Behati. Ainda que estivesse incomodada com o quão bizarro o dia anterior foi, sentia, como uma boa semideusa, que algo a esperava lá. Não tardou, então, a ir para o aeroporto.

Até estar, enfim, na aeronave, ela revirou os olhos umas outras quatro vezes. México, México, México, México. Não percebeu que talvez fosse porque estivesse voando para lá.

Quando as instruções para a decolagem foram iniciadas, Behati já estava roncando. Tinha se esforçado um pouquinho para absorver o que havia acontecido, sem contar na dispersão da segurança do aeroporto para que conseguisse embarcar com algumas armas. Então, dormiu.

Uma repentina turbulência a fez despertar. E então percebeu que estava no meio do céu. Sua careta claramente sugeriria pânico.

Suas bochechas inflaram de imediato, já que a comida da noite anterior quisera tomar um ar. Ela fugiu para o banheiro, então, trombando e fazendo com que a aeromoça que estava no caminho caísse sobre alguns idosos.

Após liberar todo o vômito, inclusive um pouco na parede, Behati suspirou, controlando a respiração. Coçou os olhos com as costas das mãos, livrando-o das lágrimas de sofrimento. Definitivamente odiava aviões. Se a viagem de volta para casa fosse muito demorada para ser feita de carro, a possibilidade de se estabelecer na Cidade do México parecia quase considerável.

Relativamente recuperada, ela ajeitou uma carreirinha sobre a tampa da privada, mas em vão. A turbulência voltou, fazendo a semideusa ir contra a parede gorfada do banheiro. Diversos palavrões escaparam por sua boca, demonstrando parte do que sentia.

As coisas se acalmaram de repente, e a voz do piloto surgiu pelos alto-falantes. No entanto, diferentemente do esperado, sua voz estridente e melancólica cantarolou uma música já conhecida. Buscando na mente, lembrou-se dela: era o ritmo que os esqueletos fantasiados de esqueletos dançavam em seu sonho.

— Behati. — disse, olhando para o próprio reflexo no espelho. — Fala sério, garota. Acorda. Presta atenção. — e iniciou uma sequência de tapinhas em suas bochechas, buscando voltar à realidade. Infelizmente, ela já estava na realidade.

Fez um biquinho, correndo as mãos pelos cabelos para diminuir o fuá que a rápida turbulência causara. Destravou a porta, tirou a calcinha do rego e ergueu as tetas antes de sair. Caminhou como se nada tivesse acontecido, tentando evitar olhares alheios.

Porém, foi impossível. De soslaio, viu algumas caveirinhas à direita. Ao direcionar o olhar à elas, pareciam, subitamente, estarem à esquerda. Piscou diversas vezes, tentando se focar em concluir a viagem sem mais confusão. E então se sentou, afivelando o cinto em seguida.

As horas restantes foram um tanto quanto irritantes. Não que o último dia tenha sido agradável. Somente acreditou que, indo para onde todos, TODOS disseram, algo faria sentido. Mas tudo parecia piorar. Era um porre ser semideus. Anotou na mente que retornaria ao acampamento para oferecer à mãe uma tonelada de merda e gorfo, feita por si mesma.

[...]

Por sorte, os pertences de Behati estavam na cabine, então assim que o avião pousou, ela encaminhou-se o mais rápido possível para a saída. Contudo, a falta de atenção impossibilitou a sua fuga.

Quando parou mais uma vez no free shop, ela bufou. A partir dali, seguiria as placas como uma pessoa normal que estava feliz por estar no México.

— Amém. —  disse ao finalmente chegar no imenso saguão de entrada. O mundaréu de pessoas ali presentes não era tão normal quanto tentou imitar. Pelo contrário. Elas pareciam trêmulas, fantasmagóricas. Behati sorriu. Tinha certa proximidade com esse tipo de coisa, por isso não teve pressa em caminhar, observando principalmente as vitrines das lojas que haviam ali.

— ¿Qué? — fez uma pausa dramática, levando a mão diante da boca ao reparar que as pessoas olhavam para um ponto fixo no alto. Ao constar que não tinha nada a ser olhado, relaxou um pouco, dando sequência à música de Shakira. — Pregúntale a nana tú quieras. Vida, te juro nananana es así!

O resto foi basicamente emitindo o som, exceto a parte dos mojitos, enquanto saía do aeroporto. Ergueu a mão, tentando chamar um táxi, e deu mais alguns gritos ao falhar. Por sorte, um senhorzinho abençoado se prontificou em atendê-la, embora não manifestasse nada mais que um sorriso.

Behati se sentou no banco de trás, juntamente com as suas coisas, e deu o endereço do hotel ao taxista. Ainda tinha de pensar em como o pagaria. Abusou demais do American Express do fulaninho que ela se lembrou chamar Riven ao ler o nome no cartão.

— Hã… moço? — chamou-o, incomodada com a mesmice da música latina que tocava no rádio. — Você pode mudar a rádio? — tentou empregar simpatia na voz. Sem sucesso.

Ela insistiu mais um pouquinho, mas lançou outro palavrão diante do fracasso. Então, o homem que parecia absolutamente focado na direção teve um espasmo. Pelo espelho, a filha de Perséfone o viu empalidecer enquanto sua pele ressecava… até o momento em que ele era literalmente um esqueleto. Um esqueleto maquiado, inclusive, como ela viu em seu sonho.

Julgando-o alegre - embora fosse difícil analisar a expressão de uma caveira -, o taxista esquelético começou a cantar. Behati emitiu um grito agudo, desacreditando que o homem tinha a mesma voz que o piloto do avião. Estava surtando enquanto ele dizia algo que ela não fez questão alguma de entender.

Gotas de suor escorriam pelas suas bochechas. Toda sua espinha parecia formigar, causando uma sensação terrível. O que estava acontecendo? Seria uma parte 2 daquele sonho esquisito? Ou só mais uma bad trip?

Deixaria de usar cocaína. Definitivamente.

Pschhhh:
Arsenal:
• {Sestras} / Hidden Blades  [Par de braceletes feito de couro e tingido de preto. Quando for movimentado com força para baixo as lâminas saem e ficam presas nos braceletes, podendo ser usadas no punho mesmo. Caso a semideusa queira ela pode retirar as lâminas e as usar como adagas. Sua bainha é feita de prata e as lâminas de bronze sagrado. Devido a essência das trevas a usuária ganha resistência de 15% de qualquer ataque que tenha interferência do elemento das trevas/sombras. Ao desejo da dona caso as lâminas cortem o alvo ela reduz a cura do inimigo em 15% durante 3 turnos e o efeito só pode ser causado uma vez por missão] (Prata, bronze sagrado e couro) (Nível minimo 15)[Elemento controlado: Trevas] [Aprimorado pela forja Double Rainbow - BY CT] ~ nos pulsos

• Espadas da Campe [Espadas gêmeas que possuem uma grande quantidade de veneno em suas lâminas. A guarda de mão é ligada ao pomo, criando uma pequena proteção, sua cor é vermelha assim como a empunhadura. A lâmina possui alguns desenhos e escritos que dão um elemento mágico de que caso as espadas sejam roubadas, o ladrão ficará possuído por sua original portadora. As costas das lâminas são levemente curvadas e seu corte bastante afiado] {Aço e prata} {Nível Mínimo: 20} {Elemento: Veneno} {Recebimento: ganho em missão; adaptado por Psiquê}  ~ escondidas na mala

• {Flor Guardiã}/ Armadura [Por proteger os quatro filhos perdidos de Perséfone, Zafrina ganhou esta armadura diretamente da Rainha do Mundo Inferior. É uma armadura completa, negra, feita de titânio, o que caracteriza leveza e resistência, com entalhes de flores por toda a sua extensão. Ela exala um aroma que, mesclado ao odor de semideus, inibe tal substância, proporcionando um disfarce ótimo. Se transforma num colar de prata com pingente de rosa negra.] {Titânio} (Nível Mínimo: 10) {Não Controla Nenhum Elemento} [Recebimento: Trama - Children of Persephone]~ no pescoço

• {Pétambrosia} [Um pequeno frasco pendurado numa fina corrente de ouro, com néctar dentro. Uma vez por evento a semideusa poderá usá-lo para recuperar 30 de HP e MP.] {Ouro} (Nível mínimo: 10) {Não Controla Nenhum Elemento} [Recebimento: Zeus, pela missão "Néctar e ambrosia"]~ na bolsa
Habilidades:
Passivas:
— Beleza Inata [01]: Perséfone é uma antiga rival de Afrodite, por conta de ambas serem dotadas que especial beleza. Assim, tanto quanto os filhos da deusa do amor, os meio-sangues de Perséfone são comumente descritos como lindos, embora isso ainda não tenha uma grande serventia em batalha.

— Aura Floral I [02]: Crê-se que os filhos de Perséfone possuem um cheiro agradável, como se estivessem em constante contato com as flores. Na realidade, há uma aura sucinta ao redor dos corpos destes, embora esta possa ser contida para fins diversos.

— Beleza Invejável [04]: Dizem que a beleza aprimora-se com o passar do tempo, como um diamante que necessita ser bem lapidado. Os filhos de Perséfone, agora, subirão um degrau na escala de beleza externa, fazendo mortais (exceto semideuses) hesitarem ao ataca-lo; na prática, estes os acham inocentes e até mesmo inofensivos, ou seja, não o atacam na primeira rodada do embate.

— Olhar Infernal [05]: Por Perséfone viver metade do ano no Submundo, seus filhos conseguirão enxergar perfeitamente em ambientes escuros ou com pouca luz. Afora isto, conseguirá ver seres do Submundo, por exemplo, o Cérbero e espíritos, que aparecem meio desfocados em condições normais (não inclui deuses ou semideuses).

— Persuasão [13]: Perséfone era famosa por intervir nos julgamentos, convencendo Hades a amenizar suas penas. Seus filhos herdam tal habilidade. Isso faz com que argumentem bem, prendendo a atenção dos interlocutores, que considerarão seus argumentos com mais facilidade. Poderes que visam a sedução também são ampliados em 20%. Aliado à beleza das crias de Perséfone, é um componente fatal para a sedução.

— Percepção Fantasmagórica [17]: Por ter nascido no submundo, Perséfone sabe sentir a presença de um fantasma já que foi cercada por vários pelos poucos dias que viveu lá; e essa habilidade é passada aos seus filhos. Não é tão bom quanto um filho de Melinoe, mas com pouco esforço pode se comunicar com eles, que em geral tendem a ser amistosos, ainda que não seja uma regra. Contudo, não pode invocá-los ou controlá-los.

— Aura da Sorte [18]: Narciso, flor designada como seu símbolo, além da renovação, também significa boa sorte, e seus filhos são cercados por esta aura. A partir desse nível, qualquer atividade do filho de Perséfone tem uma chance aumentada em 10% de ser bem sucedida (em jogos de azar, essa chance sobe para 50%).

— Perfume embriagador [22]: Filhos de Perséfone sempre exalam um perfume floral, cujo aroma será percebido pelas pessoas ao seu redor de acordo com suas preferências. Esse perfume encanta a aliados, aumentando o poder de sedução do filho de Perséfone, mas contra inimigos atrapalha nas batalhas: ele é venenoso, e – com a exposição acima de 2 rodadas – o inimigo fica atordoado, perdendo 10% de suas capacidades de batalha, como força de ataque e reflexos.

— Epíteto V [26]: Além de Koré, Perséfone era conhecida por outros nomes, sendo uma das deusas com mais alcunhas da mitologia grega. Muitos desses passarão a formar características dos filhos dela, porém serão liberados com o passar dos níveis. O quinto epíteto é Epaine (temível), cujo efeito é de criar uma aura ao redor dos filhos de Perséfone. Essa aura não pode ser vista, mas tem a singular habilidade de afastar os indivíduos em geral, pois eles sentirão medo do semideus; pode ser suprimido se for conveniente.
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Re: — el día de los muertos (MOPCED / SOOKRAM, Behati)

Mensagem por Phobos em Qua 06 Dez 2017, 20:20


el día de los muertos

Do lado de fora do táxi, o mundo ganhou novas cores: não haviam mais pessoas, estas paralisadas no meio da ação que cometiam. Ao invés disso, toda a movimentação na cidade era dada por caveiras coloridas, e música de mariates tomou conta do ambiente. O motorista do táxi ria como maníaco, e do lado de fora as caveiras vandalizavam as lojas, quebrando vidraças e roubando itens.


pontos obrigatórios


• Faça uma introdução de acordo com os fatos narrados acima;
• Narre os sentimentos e ações de sua personagem com detalhes e clareza. Desenvolva bem os pontos principais, sem ter medo de explorar os tópicos que surgirem durante a narração;
• Não se esqueça que é a uma narrada. Explore o ambiente e não fique parado esperando uma reação do cenário;


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Behati Sookram
Nível 61;
Vida: 700/700;
Energia: 700/700;


regras e informações


Clima: 20ºC;
Localização: Cidade do México, México;
Horário: 20h00;
Segundo turno.

oi, me abre:
A cada turno, 10 minutos serão adicionados ao tempo da missão. A pedido do player,
missão foi transformada em narrada para melhor prosseguimento.

— Você tem 5 dias para postar. Ao fazê-lo, me mande uma MP, para que a resposta seja agilizada;
— Itens e poderes em spoiler ou code no final no post. No caso dos poderes, preferencialmente organizados por nível e tipo;
— Evite observações como "considerar todos os poderes até o nível X". Quando usar uma habilidade, cite-a e diga se é passiva, ativa ou especial (caso não o faça, o uso da habilidade será ignorado);
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Re: — el día de los muertos (MOPCED / SOOKRAM, Behati)

Mensagem por Behati Sookram em Qua 06 Dez 2017, 20:48



DESPACITO!

Misericórdia. Me dá licença, viu. — Behati falou, alargando as narinas ao bufar, irritadíssima. O táxi havia parado em um semáforo e foi assim que ela fugiu dele e da risada escandalosa e desnecessária do motorista. Seu rosto delicado se contraiu numa careta mista de raiva e susto diante do baque causado pela mala na rua, puxada de qualquer jeito do banco de trás do carro.

Um sorrisinho despontou nos seus lábios quando seus olhos captaram o exterior do táxi. A cidade mexicana estava um caos. E também esquisita com todos aqueles corpos imóveis em diferentes posições, como em meio a uma corrida e um tropeção de um velho na calçada oposta. Girando em seu próprio eixo, a filha de Perséfone constatou que tudo, absolutamente tudo, ao seu redor estava anormal. Não que ser uma semideusa fosse normal. Mas era um grau mais avançado.

Despreocupada, Behati optou por caminhar no meio da avenida, costurando por entre os carros. Vez ou outra parava, respirava fundo e coçava os olhos. Nada mudava. A interminável música mariate como som ambiente já a fazia reagir de uma maneira nova: sua cabeça acompanhava a melodia balançando suavemente de um lado para o outro. Ao mesmo tempo, algumas silhuetas de repente fizeram-se presentes.

Sangue do cordeiro. — falou, parando de andar mais uma vez. A poucos metros de si um pequeno grupo de esqueletos saía de uma loja cuja vidraça estava destruída. Um ruído à sua direita roubou-lhe a atenção. Uma dupla de caveiras mais imbecis que filhos de Hermes se estapeavam, aparentemente disputando para ver a que ficaria com mais inteira no final. Seus olhos, por instinto, se reviraram. — O que é... — sua indagação foi interrompida quando outra vitrine fora estourada. Por precaução, ela se encolheu no meio dos carros.

Pouco tempo se passou até que Sookram desistisse de ficar parada. Respirou fundo e saiu em direção à primeira loja que havia sido saqueada, fingindo que as rodinhas da sua mala fossem super silenciosas. Sua boca entreabriu num sorriso satisfeito quando alguns poucos pontos reluzentes surgiam dentro do estabelecimento. Joias. Não pensou duas vezes em invadir, seguindo o exemplo dos esqueletos, e começar a enfiar algumas pulseiras e colares na mala, gargalhando vitoriosamente. — OS HUMILHADOS SERÃO EXALTADOS!


Pschhhh:
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• {Sestras} / Hidden Blades  [Par de braceletes feito de couro e tingido de preto. Quando for movimentado com força para baixo as lâminas saem e ficam presas nos braceletes, podendo ser usadas no punho mesmo. Caso a semideusa queira ela pode retirar as lâminas e as usar como adagas. Sua bainha é feita de prata e as lâminas de bronze sagrado. Devido a essência das trevas a usuária ganha resistência de 15% de qualquer ataque que tenha interferência do elemento das trevas/sombras. Ao desejo da dona caso as lâminas cortem o alvo ela reduz a cura do inimigo em 15% durante 3 turnos e o efeito só pode ser causado uma vez por missão] (Prata, bronze sagrado e couro) (Nível minimo 15)[Elemento controlado: Trevas] [Aprimorado pela forja Double Rainbow - BY CT] ~ nos pulsos

• Espadas da Campe [Espadas gêmeas que possuem uma grande quantidade de veneno em suas lâminas. A guarda de mão é ligada ao pomo, criando uma pequena proteção, sua cor é vermelha assim como a empunhadura. A lâmina possui alguns desenhos e escritos que dão um elemento mágico de que caso as espadas sejam roubadas, o ladrão ficará possuído por sua original portadora. As costas das lâminas são levemente curvadas e seu corte bastante afiado] {Aço e prata} {Nível Mínimo: 20} {Elemento: Veneno} {Recebimento: ganho em missão; adaptado por Psiquê}  ~ escondidas na mala

• {Flor Guardiã}/ Armadura [Por proteger os quatro filhos perdidos de Perséfone, Zafrina ganhou esta armadura diretamente da Rainha do Mundo Inferior. É uma armadura completa, negra, feita de titânio, o que caracteriza leveza e resistência, com entalhes de flores por toda a sua extensão. Ela exala um aroma que, mesclado ao odor de semideus, inibe tal substância, proporcionando um disfarce ótimo. Se transforma num colar de prata com pingente de rosa negra.] {Titânio} (Nível Mínimo: 10) {Não Controla Nenhum Elemento} [Recebimento: Trama - Children of Persephone]~ no pescoço

• {Pétambrosia} [Um pequeno frasco pendurado numa fina corrente de ouro, com néctar dentro. Uma vez por evento a semideusa poderá usá-lo para recuperar 30 de HP e MP.] {Ouro} (Nível mínimo: 10) {Não Controla Nenhum Elemento} [Recebimento: Zeus, pela missão "Néctar e ambrosia"]~ na bolsa
Habilidades:
Passivas:
— Beleza Inata [01]: Perséfone é uma antiga rival de Afrodite, por conta de ambas serem dotadas que especial beleza. Assim, tanto quanto os filhos da deusa do amor, os meio-sangues de Perséfone são comumente descritos como lindos, embora isso ainda não tenha uma grande serventia em batalha.

— Aura Floral I [02]: Crê-se que os filhos de Perséfone possuem um cheiro agradável, como se estivessem em constante contato com as flores. Na realidade, há uma aura sucinta ao redor dos corpos destes, embora esta possa ser contida para fins diversos.

— Beleza Invejável [04]: Dizem que a beleza aprimora-se com o passar do tempo, como um diamante que necessita ser bem lapidado. Os filhos de Perséfone, agora, subirão um degrau na escala de beleza externa, fazendo mortais (exceto semideuses) hesitarem ao ataca-lo; na prática, estes os acham inocentes e até mesmo inofensivos, ou seja, não o atacam na primeira rodada do embate.

— Olhar Infernal [05]: Por Perséfone viver metade do ano no Submundo, seus filhos conseguirão enxergar perfeitamente em ambientes escuros ou com pouca luz. Afora isto, conseguirá ver seres do Submundo, por exemplo, o Cérbero e espíritos, que aparecem meio desfocados em condições normais (não inclui deuses ou semideuses).

— Persuasão [13]: Perséfone era famosa por intervir nos julgamentos, convencendo Hades a amenizar suas penas. Seus filhos herdam tal habilidade. Isso faz com que argumentem bem, prendendo a atenção dos interlocutores, que considerarão seus argumentos com mais facilidade. Poderes que visam a sedução também são ampliados em 20%. Aliado à beleza das crias de Perséfone, é um componente fatal para a sedução.

— Percepção Fantasmagórica [17]: Por ter nascido no submundo, Perséfone sabe sentir a presença de um fantasma já que foi cercada por vários pelos poucos dias que viveu lá; e essa habilidade é passada aos seus filhos. Não é tão bom quanto um filho de Melinoe, mas com pouco esforço pode se comunicar com eles, que em geral tendem a ser amistosos, ainda que não seja uma regra. Contudo, não pode invocá-los ou controlá-los.

— Aura da Sorte [18]: Narciso, flor designada como seu símbolo, além da renovação, também significa boa sorte, e seus filhos são cercados por esta aura. A partir desse nível, qualquer atividade do filho de Perséfone tem uma chance aumentada em 10% de ser bem sucedida (em jogos de azar, essa chance sobe para 50%).

— Perfume embriagador [22]: Filhos de Perséfone sempre exalam um perfume floral, cujo aroma será percebido pelas pessoas ao seu redor de acordo com suas preferências. Esse perfume encanta a aliados, aumentando o poder de sedução do filho de Perséfone, mas contra inimigos atrapalha nas batalhas: ele é venenoso, e – com a exposição acima de 2 rodadas – o inimigo fica atordoado, perdendo 10% de suas capacidades de batalha, como força de ataque e reflexos.

— Epíteto V [26]: Além de Koré, Perséfone era conhecida por outros nomes, sendo uma das deusas com mais alcunhas da mitologia grega. Muitos desses passarão a formar características dos filhos dela, porém serão liberados com o passar dos níveis. O quinto epíteto é Epaine (temível), cujo efeito é de criar uma aura ao redor dos filhos de Perséfone. Essa aura não pode ser vista, mas tem a singular habilidade de afastar os indivíduos em geral, pois eles sentirão medo do semideus; pode ser suprimido se for conveniente.
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Re: — el día de los muertos (MOPCED / SOOKRAM, Behati)

Mensagem por Phobos em Dom 10 Dez 2017, 20:14


el día de los muertos

Enquanto Behati se aproveitava da situação para roubar a mesma joalheria que alguns dos esqueletos, não percebeu a movimentação de algumas das caveiras coloridas: agora enfeitadas e tendo sua festa particular o suficiente, as criaturas mudaram seu comportamento, andando na direção que os carros andavam antes. De repente, um barulho de passos, como de uma multidão, surgia ao fundo, acompanhado do aumento do volume da música de mariates.

Ao olhar para a direção que as caveiras andavam, Behati perceberia uma coisa: havia uma multidão de esqueletos, liderados pela banda de mariates, avançando rapidamente pela avenida.


pontos obrigatórios


• Faça uma introdução de acordo com os fatos narrados acima;
• Narre os sentimentos e ações de sua personagem com detalhes e clareza. Desenvolva bem os pontos principais, sem ter medo de explorar os tópicos que surgirem durante a narração;
• Não se esqueça que é a uma narrada. Explore o ambiente e não fique parado esperando uma reação do cenário;


player


Behati Sookram
Nível 61;
Vida: 700/700;
Energia: 700/700;


regras e informações


Clima: 20ºC;
Localização: Cidade do México, México;
Horário: 20h10;
Terceiro turno.

oi, me abre:
A cada turno, 10 minutos serão adicionados ao tempo da missão. A pedido do player,
missão foi transformada em narrada para melhor prosseguimento.

— Você tem 5 dias para postar. Ao fazê-lo, me mande uma MP, para que a resposta seja agilizada;
— Itens e poderes em spoiler ou code no final no post. No caso dos poderes, preferencialmente organizados por nível e tipo;
— Evite observações como "considerar todos os poderes até o nível X". Quando usar uma habilidade, cite-a e diga se é passiva, ativa ou especial (caso não o faça, o uso da habilidade será ignorado);
— Templates (com barrinha, fonte muito pequena ou que seja muito estreito) ou cores que dificultem a leitura são proibidos;
— Dúvidas, problemas? Precisa de um prazo maior? Me mande uma MP.





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Re: — el día de los muertos (MOPCED / SOOKRAM, Behati)

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