— chained souls (EVENTO / ENCERRAMENTO)

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— chained souls (EVENTO / ENCERRAMENTO)

Mensagem por Apolo em Ter 06 Mar 2018, 13:28


Chained Souls
Encerramento Interno

O ataque de Éris foi planejado, rápido e certeiro.

Uma luta sendo travada entre o dragão protetor do velocino — Peleus — e diversos invasores havia sido flagrada por um sentinela. De repente, todos estavam em alerta. Quíron, com a ajuda de espíritos da natureza e outros semideuses, formava equipes de patrulha, busca e defesa. O acampamento se mobilizava para a invasão, e tentava reagir o mais rápido possível.

Como nas outras investidas da deusa da discórdia, no entanto, os inimigos vinham de dentro.

Grupos eram destituídos ao se afastarem demais do núcleo de concentração meio-sangue; monstros que surgiam de dentro das barreiras criavam um cerco aos semideuses que, cada vez mais, os colocava em posição de rendição. O caos tinha se instalado na casa dos semideuses, e Quíron se arrependeu de ter enviado seus mais poderosos aliados para deter uma ameaça distante quando, na verdade, tinha sido desde o começo o plano de Éris separar e conquistar.

Estavam indefesos, todos sabiam disso.

Depois de tanto tempo sem combater, o centauro ancestral finalmente liderou seu próprio grupo de assalto e, com cascos e flechas, defendeu seu lar com toda a força que lhe era permitida em um combate contra um poderoso filho de Zeus. Numa questão de segundos, a batalha se alastrou por todos os setores do acampamento. Diversas estruturas estavam em chamas; em fogo normal, grego ou infernal. Furacões e raios desestabilizavam a principal frente de batalha e causava uma destruição que, para a maioria dos semideuses, era surreal.

O lar de tantas crianças e adolescentes, de repente, se tornou sangue, lama e fogo. Tanto campistas quanto monstros morriam aos montes. Com a floresta em chamas, dríades e sátiros pereciam tentando salvar à si mesmos por descuidos e desespero. Diversos cadáveres, mortos de tantas formas diferentes e brutais, já poderiam ser vistos antes mesmo de a batalha ter seu fim determinante.

A esperança abandonou as crianças quando o pinheiro de Thalia finalmente morreu. Destruindo, junto consigo, a barreira mágica que protegia o acampamento do açoite dos céus e do tempo.


Enquanto a cúpula semi-transparente de energia se desmaterializava aos pedaços, uma tempestade de magnitude surreal enfim projetou uma sombra que afundou o acampamento em escuridão, iluminado apenas por chamas e os eventuais relâmpagos que permitiam alguns vislumbres de luz. Uma chuva torrencial acometeu a todos enquanto Quíron, em uma nova organização, gritava ordens.

Aqueles que olharam para o norte viram a única e exclusiva ajuda que os deuses iriam oferecer naquele momento. Um centímano; um humanoide alto como uma montanha, com uma centena de braços e dezenas de rostos. Junto com ele, um tsunami que dizimara os monstros e semideuses programados a atacar pelo mar. Uma faísca de esperança e horror, porque seus passos sozinhos eram capazes de esmagar grupos inteiros de meios-sangues, causando terremotos que poderiam ser sentidos até pelos fazendeiros de Long Island, a quilômetros de distância, que não faziam a menor ideia do que estava acontecendo.

O centímano atacou o exército de Éris com seus diversos punhos, numa batalha que não parecia ter um fim. Os céus se fecharam, e chuvas de raio desceram sobre a criatura e metade dos dois exércitos — incinerando tudo e todos, sem discriminação. Embora Briares tenha sobrevivido e lutado por muito mais tempo, quando a poeira baixou, o que restava do acampamento não passava de ruínas em fogo ardente.

Éris era vencedora.

Quíron, em rendição, chamava todos os semideuses que haviam sobrevivido para uma fuga às pressas. Diversos centauros, passando por cima de seu orgulho, deixavam que campistas feridos ou em boa condição montassem em seus lombos, e partiam em direção ao Clube da Luta em trotes mancos e desesperados na esperança de barganhar com ladrões, assassinos e mentirosos por um refúgio.

Às pessoas que permanecerem no acampamento? Caso não fosse um aliado da deusa da discórdia, restava apenas o destino que os arautos lhe dariam. Uma morte tortuosa ou uma diversão temporária. Prisioneiros, caso fossem importantes, e alimento para os cães infernais, caso não. Éris andaria pelo cenário devastado enquanto observava as ruínas, finalmente saboreando uma vitória concreta. Olhando para o céu e invocando a covardia de Zeus ao não interferir mesmo vendo vários de seus filhos mortos, não conseguiu evitar gritar, em ameaça, uma bravata:

— Olimpo será o próximo!

Informações
instruções, diretrizes e regras

• Todos os personagens que se encontrarem no acampamento durante a invasão de Éris são livres para participar da atividade de encerramento, incluindo aqueles que não se inscreveram nos grupos do evento;

• Esta postagem segue o modelo One-Post (OP). Você deve narrar todos os acontecimentos, inclusive os descritos no texto de ambientação acima, em uma única postagem. Ao final, todos vocês serão avaliados de acordo com o sistema de avaliação do fórum, podendo alcançar uma recompensa máxima de 200xp;


  • Para que você receba a recompensa em xp, é necessário que o personagem participe ativamente da invasão. Essa "participação" independe de qual lado da guerra seu personagem está, mas abrange apenas o que acontece dentro do acampamento — dessa forma, caso queira alguma recompensa para o seu personagem, você precisará narrar ele atacando/ se defendendo/ lutando/ curando/ ajudando ou contribuindo, em algum aspecto, tanto a defesa do camp (caso seja um campista) quanto ao ataque do camp (caso seja um aliado de Éris);

  • Personagens que participaram dos grupos internos podem narrar os acontecimentos posteriores à invasão mesmo que tenham saído do acampamento, já que estiveram presentes o tempo todo no cenário enquanto os acontecimentos acima se desenrolavam. No entanto, para que a recompensa seja dada, será necessário narrar dificuldades/ lutas/ obstáculos de igual dificuldade e que renda algum tipo de aprendizado para o personagem, caso contrário não passaria de uma simples interação.

• NPC's e monstros podem e devem ser utilizados para criar uma atmosfera mais orgânica na interpretação individual de cada um — sejam coerentes;

• Flood não é permitido. Só serão consideradas postagens com mais de 5 linhas em fonte arial ou times tamanho 12 com margem normal, no Word. Templates e tables são aceitos, mas o tamanho da postagem será verificado para ver se o conteúdo se adequa ao disposto;

• A atividade de encerramento ficará aberta para postagem até às 23:59 do dia 13/03, segundo o horário de Brasília. Textos postados após o prazo serão ignorados;

• A avaliação virá contida em um único post após a finalização do prazo (até 10 dias depois). Em casos de não avaliação de um ou mais indivíduos, favor contatar os organizadores do evento (Ares, Éris, Éolo, Hades, Afrodite e Esquecimento);

• O encerramento é atemporal, o que significa que vocês podem participar de outras missões/ atividades enquanto aguarda a postagem da avaliação.
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Re: — chained souls (EVENTO / ENCERRAMENTO)

Mensagem por Matt Royce em Qua 07 Mar 2018, 23:52


Chained Souls

everything has changed - epilogue


Eu só conseguia pensar no que tinha acontecido. Ainda não parecia real! Eu mal tinha voltado ao acampamento e ele já estava destruído. Não posso negar, parecia que minha volta tinha sido um prelúdio para o apocalipse. Ao menos consegui meu objetivo: Silvia estava salva. Não que ela tenha ajudado na tarefa, já que quase fugiu de mim para ficar lá, no meio das ruínas e do exército rebelde, só porque ainda tinha muita gente ali que precisava de seus cuidados.

Eles que se danassem! Tinham atacado o acampamento e matado vários dos nossos. Os pelos dos meus braços ainda fediam a queimado depois daquela tempestade de raios. Nunca me senti tão perto da morte, mas, por incrível que pareça, consegui cumprir o que havia tomado por missão missão pessoal. Estava bem machucado também, devo admitir, afinal lutei contra cães infernais e dracaenae, mas não era nada que realmente pudesse me tirar a paz. Teve gente muito mais machucada que eu...

Ainda era difícil acreditar que estávamos sob os cuidados de um Quíron abalado por batalhas pesadas e ferido procurando abrigo. Depois de milênios sob a proteção dos deuses em um lugar especial, depois de termos tanta certeza de que sempre teríamos um lugar para nos proteger, estávamos expostos. Era um verdadeiro pesadelo. Acampávamos em áreas afastadas, perto da natureza pelos sátiros e dríades e pela nossa segurança, por mais que não houvesse qualquer garantia de vida do jeito que estávamos. Só a concentração absurda de semideuses por metro quadrado já representava intenso perigo.

— Deixe-me tratar seus ferimentos — disse Silvia, arrancando-me de meus pensamentos e me surpreendendo.

— Não quer me deixar sangrar até morrer? Aposto que tem mais gente pra você tratar.

— Primeiro: nenhum dos seus ferimentos resultará em uma hemorragia. Segundo: Will está me ajudando com vários dos demais, já demos conta dos casos mais graves. Terceiro: você salvou meu unicórnio. Eu te devo uma.

— Não quero que me deva. Sei que não acredita, Silvia, e não te culpo, mas eu voltei por você. Para cuidar de você. Eu nunca quis fazer parte dessa loucura, mas, desde que você apareceu na minha vida, ainda que eu tenha fingido minha própria morte, não consigo me afastar.

— Por que fingiu? Por que me deixou acreditar que eu tinha perdido a única família que ainda me restava?

— Porque eu sou um babaca egoísta que teve medo do que sentiu. Eu descobri sozinho o que era esse mundo e decidi sozinho que não queria ser parte dele. Você era muito pequena quando eu saí de casa e não foi difícil que você me esquecesse... Bem, você sabe o que aconteceu. Mas eu não me esqueci de você. Só... tinha me esquecido de como era ser um irmão mais velho. E não era uma tarefa fácil de cumprir sendo um semideus.

Ela começou a tratar dos cortes em meu braço, mas eu a impedi assim que ela terminou de higienizá-los apenas. Eu não queria infecções, mas sentia que precisava passar por aquelas dores. Eu merecia o castigo de ter os ferimentos curados pelo tempo e não pelos poderes mágicos da minha irmã. Ela me encarou com o desejo claro de me fuzilar, mas não discutiu comigo. Um relinchar, porém, chamou-lhe a atenção e ela voltou o olhar na direção de Tompero, seu unicórnio, e Salvatore, o outro mais jovem que eu tinha salvado e que agora era meu.

— Ele fica encarando você. Acho que ainda não decidiu se você é digno de confiança ou não.

— Vou conquistá-lo. Eu o salvei, afinal.

— Não é uma troca de favores, Matt.

— Não foi o que eu quis dizer. Eu... Eu poderia tê-lo deixado lá. Poderia ter salvado minha própria pele e os outros dois, já que tinha prometido ao Fortune. Mas eu quis salvá-lo. Gostei de salvá-lo.

Silvia me encarou por alguns segundos e se levantou, afastando-se em seguida. Imediatamente vi-me mergulhado nas constantes lembranças do ataque novamente. Raios, tsunamis, um centímano revoltado, a floresta queimada, o domo protetivo se desfazendo. as memórias vinham fora de ordem, mas eu sabia bem demais o quanto uma completava a outra. Tremia só de lembrar dos momentos de escuridão, meu maior medo, filho de Íris que sou. Não tinha ideia do que viria a seguir, só esperava que as coisas se resolvessem logo, mesmo que, a cada dia só parecesse que os deuses viravam ainda mais as costas para nós.

~*~

.:: narração :: falas :: pensamentos :: falas de outros ::.
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Re: — chained souls (EVENTO / ENCERRAMENTO)

Mensagem por Jung J. Eurim em Qui 08 Mar 2018, 02:24


Enquanto alongava-se para sua corrida diária, a indefinida não olhava para o Acampamento Meio-Sangue como se fosse sua última vez o vendo. Era uma calmaria antecedente ao caos que apenas a ignorância concedia, e Jung estava imersa em ignorância. Não havia experimentado a real vida de um semideus, e suas expectativas nem se comparavam ao o que estava por vir.

Saiu do chalé de Hermes já em disparada, seu rabo de cavalo quicando no ar conforme pisava. O vento deixava o ambiente em volta quase inaudível, e a única exceção era o canto das cigarras. Acabava sendo uma boa sensação, muito diferente das que sentia na metrópole de onde viera, onde só ouvia o ronco dos carros e pessoas que pareciam estar sempre atrasadas para algo. Você me cortou! O sinal estava amarelo! Ela preferia as cigarras.

Mas as cigarras não cantaram por muito tempo. Em um instante, enquanto a indefinida passava por perto da Casa Grande, o canto parou. Veio logo em seguida o som alto de uma trombeta, e o cessar das pernas de Jung. Sua respiração estava pesada, as batidas de seu coração pareciam estar saindo por suas orelhas.

— Estamos sendo atacados! — um semideus gritou para o outro, desde o Pinheiro de Thalia até chegar a todo canto do acampamento, como um telefone sem fio.

Jung não sabia se tratava-se de uma partida de caça a bandeira que não havia sido informada ou algo do tipo. Mas tinha algo no tom que o semideus usou que transmitia muita seriedade, algo entre pânico e determinação. Procurou ao seu redor por sinais de confronto, e percebeu um movimento incomum lá no horizonte, na colina onde ficava a entrada do acampamento.  Procurou também por sinais de desespero, pois esse costuma vir de mãos dadas com más notícias. E também encontrou esse, por toda sua volta. Semideuses armados corriam pela indefinida em uma velocidade muito maior que ela usava para se exercitar, gritando ordens e transmitindo informações. De fato, o acampamento estava sendo atacado.

Voltou a correr, dessa vez de volta para onde começou a partir, a trilha dos chalés. Precisava pegar sua faca, sua mochila e verificar se havia alguém em perigo. Adentrou o chalé de Hermes, que já estava macabramente vazio e bagunçado. Lá encheu sua mochila apenas com o que conseguiu achar de primeira vista, e pegou sua faca que escondia debaixo do travesseiro. Apertou o cabo da arma na palma da sua mão direita, e viu que essa estava tremendo, tal como o resto de seu corpo. Agachou-se e respirou fundo por dez segundo, pedindo aos deuses para que não tivesse um ataque de pânico em um momento tão infortúnio como aquele. E seja pelos deuses ou por pura sorte, acabou não tendo. Levantou-se mantendo a respiração profunda, porém não tremendo mais.

Lá fora as coisas não estavam melhores que o chalé de Hermes. Ouvia barulho de metal encontrando metal, e flechas cortando o vento impiedosamente. Por reflexo, agachou-se, e caminhou de forma rápida para fora da trilha, da forma mais sorrateira que conseguiu. Já estava passando pelo chalé de Zeus, quando ouviu um grito rouco cada vez mais próximo. Era um homem emanando fúria, já devia estar pelos seus vinte e cinco anos e era muito grande se comparado a Jung, mas não maior que o machado que carregava com as duas mãos. Um frio correu pela espinha da semideusa, ele estava ali para matar ela.

— Abaixa, Jung! — uma voz familiar ordenou.

A indefinida só não se abaixou como se atirou ao chão. Uma saraivada de flechas voaram por cima de sua cabeça, tão rápido que quase não as viu. Essas cravaram-se por todo o corpo do semideus que estava na sua frente, que assim como a jovem não sabia dos tiros que estavam por vir. A cena era horrenda, como São Sebastião executado, mas sem nenhum simbolismo ou honra. Apenas uma vida esvaindo junto de uma poça de sangue.

Em um pulo a semideusa levantou-se, e encontrou atrás de si um grupo que já vira antes. Miguel acompanhado de dois gêmeos. Todos filhos de Apolo, todos muito diferentes das figuras felizes que cantavam a poucos dias atrás. Agora o trio parecia mortal, na forma mais literal. Todos portavam arcos e aljavas, e já tinham uma flecha preparada na corda da arma. Não havia sorrisos, apenas olhares de desgosto para o cadáver que jazia na frente de Jung.

— Obrigada. — Ela queria chorar, queria reclamar das expressões azedas que eles concediam ao defunto, queria abraçar eles também. Mas não. Manteve tudo o que sentia preso na garganta, e de forma quase que robótica, agradeceu por a salvarem.

Eles não responderam com um "de nada". Em vez disso instruíram a jovem a acompanhar os seus movimentos, e não fazer nada além do que mandassem. Soaram como militares, e ela entendeu que era exatamente como deviam soar naquele momento. O trio formou-se em volta de Jung, cercando e protegendo a novata. Assim, nessa mesma formação, eles começaram a marchar, e a indefinida seguiu o apressado ritmo dos três, aproveitando sua privilegiada posição para assistir o desastre acontecendo.

Já de longe era possível ver uma fumaça preta subindo de onde antes estavam. Os chalés já nem deviam existir mais, julgando pela quantidade de fumaça que atravessa o céu nublado. O som de flechas sendo disparadas era contínuo, e as vezes os quatro semideuses sujavam os sapatos de sangue passando por cima de um resto mortal, e também sujavam de coisas mais peculiares, quando passavam por cima de um monstro.

Mas não só foi protegida, também atentou o trio para outros semideuses indefesos, que logo se juntaram a formação. No final, acabou que mais quatro vidas foram salvas.

Quando uma tempestade começou a desabar sobre o que restava do acampamento tudo ficou escuro. Nesse momento Jung chorou feito um bebê, de soluços até gritos abafados por sua mão, que cobria sua boca aberta de terror. Seu oásis havia tornado-se seu pesadelo.

Correu, cambaleou e desviou pelos episódios seguintes, e o ponto alto foi sem dúvidas os terremotos. Viu lugares que passava todo dia se transforarem em lama, e no geral, viu o ambiente que lhe falaram ser seguro ser transformado em uma zona de guerra.

Como um zumbi correu de um lado para o outro, seguindo vozes de liderança. Sentiu-se como uma carga inútil, sendo mantida viva apenas por uma ética e boa vontade. Odiava se sentir assim, um empecilho no meio de tantos outros. Se aquela era sua nova vida ela devia se adaptar a ela. E quando foi levada para fora daquele lugar por um centauro, seus olhos só refletiam o fogo que consumia impiedosamente o que restava. Naquele instante se decidiu: participaria da próxima batalha, estaria na vanguarda, sendo uma daquelas que gritavam ordens. Não seria um fardo mais, seria uma guerreira. Era seu destino, e pela primeira vez, estava claro.

informações:
O trio de filhos de Apolo a Jung conheceu na organização de uma competição de música, eu citei eles na missão que ela ocorreu. Espero que tenham gostado dessa bela bagunça s2
armas:
Filhos de Apolo:

{Bright} / Arco longo [Arco feito de bronze sagrado, de cor dourada,  com detalhes em seu decorrer pintados em branco. Elegante, aparenta a mesma graça que seus portadores, feitos na medida para os filhos de Apolo. No nível 20 transforma-se na metade de um pingente em forma de sol, que encaixa-se com Perfection] {Bronze sagrado} (Nível Mínimo: 1) [Recebimento: Presente de Reclamação de Apolo]

{Perfection} / Aljava [Aljava de couro trabalhado, com engastes de bronze sagrado. Contém flechas infinitas - são comuns, de olmo e bronze sagrado, mas de acabamento fino. No nível 20 transforma-se na metade do pingente em forma de sol que encaixa-se com Bright] {Couro e bronze sagrado; olmo e bronze sagrado} (Nível Mínimo: 1) [Recebimento: Presente de Reclamação de Apolo]

Jung: ♦️ Faca [Sua lâmina bronzeada mede cerca de 24 cm, e seu cabo tem o mesmo comprimento padrão. É bastante afiada e é perfeita para ataque ágeis e rápidos. O bom desta arma é sua eficiência tanto para mãos hábeis quanto para manuseios mais inexperientes, pois é uma arma curta, fácil de esconder e ao mesmo tempo fácil de manusear. Seu punho é feito de aço, mas uma camada de couro escuro cobre o aço para que o usuário possa segurá-la firmemente. Na parte inferior da lâmina, próxima ao cabo, há entalhado as siglas do Acampamento "CHB"; uma propriedade que só os meio-sangues e criaturas místicas podem ter e usar (ajuda um pouco na destreza)] {Bronze, aço e couro} (Nível mínimo: 1) {Nenhum elemento} [Recebimento: Administração; item inscrição padrão do fórum]
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Re: — chained souls (EVENTO / ENCERRAMENTO)

Mensagem por Annelise Cross em Sex 09 Mar 2018, 11:17

chained souls
Primeiro fogo, depois água e então eletricidade. Para a semideusa, era mais fácil dizer no momento o que não doía, mas não era como se conseguisse pensar com tanta clareza. Após ver sua única amiga dentro do acampamento morrer em agonia pela fúria vinda dos céus e assistir seus companheiros de batalha fugir, parou de raciocinar como a garota suave e ponderada de sempre. Apoderou-se de si o instinto primal que todo animal possui. Estava em risco e faria o que fosse preciso para sobreviver.

Ignorou a dor emocional e tentou tomar posse de seu próprio corpo. “De pé, vamos”, disse uma voz encorajadora e irreconhecível em sua cabeça. Lembrou-se de um truque aprendido há muito com irmãos e tocou levemente as costas, aliviando a dor corporal, e ergueu-se com esforço. Depois de breve análise, correu o mais rápido que pôde — movimento tão familiar aos covardes — para o centro do acampamento. Com a espada surpreendentemente ainda em punho, só sabia que precisava chegar a uma enfermaria e conseguir ajuda. Sim, ainda era descarada o suficiente para pedir ajuda mesmo não tendo feito o mínimo pelo lugar.

Estava indo razoavelmente bem até que os tremores de terra tiraram-lhe o equilíbrio e a jogaram novamente no chão. Contudo, dessa vez era pior. Em sua direção vinha um semideus desconhecido e ameaçador que não usava as cores do acampamento. Era seu fim, estava certa disso. Mesmo assim, decidiu que pelo menos em morte haveria de ter um momento digno: sentou-se propriamente, ergueu sua arma para tentar parar o avanço da lança de seu provável executor e esperou pelo impacto que não veio.

Foi rápido. Num momento o rapaz estava pronto para atravessar-lhe e no outro estava nocauteado no chão por obra de um coice dos cascos de um centauro alvo. — Está esperando o quê? Suba! — Pronunciou-se a criatura antes mesmo que tivesse tempo para agradecer. Foi puxada para cima por um solavanco de seus braços e com bastante custo subiu no lombo do homem-cavalo que começou seu galope.

Notando toda a movimentação, ou melhor, fuga, dos campistas aliados, não conseguiu conter a curiosidade: — Para onde estamos todos indo? No mesmo instante, reparou uma leve mudança na “aura” do centauro. Tristeza. E só então percebeu de fato a gravidade da situação. Olhou ao seu redor e percebeu que não havia mais barreira mágica, tudo estava sendo destruído das mais diversas formas. Aquele era o fim do Acampamento Meio-Sangue, o único lugar seguro no mundo para semideuses. Teve vontade de chorar, mas seria patético demais, não era hora nem lugar para aquilo.

— Clube da Luta, já deve ter ouvido falar. — Pronunciou-se quando já se juntavam à massa de centauros que se reuniam para partir; Annelise inclusive reconheceu Quíron dentre eles, dando ordens. Foi nesse momento que mais uma campista foi adicionada em sua montaria visivelmente contrariada. Partiram rapidamente e conforme afastaram-se, os efeitos de seu poder passavam e suas dores se intensificaram. A semideusa desconhecida que deu o sinal ao  salvador sobre o estado da filha de Hipnos. Cross tentou argumentar, mas sentiu a rota ser alterada. — Há uma enfermaria mais perto. Caso queira, depois pode seguir ao Clube.

Foram deixadas às portas de um hospital em New York. Sim, as duas, pois, como a cria do sono percebeu depois, a asiática bonita que lhe acompanhava também sofreu diversos e severos danos. Não conseguiu deixar de pensar em outra pessoa que não teve a mesma sorte de ambas — Jackie — e incontáveis outros que partiriam para o submundo sem nem ao menos uma mortalha digna e que nunca saberia o nome. Enquanto adentravam o estabelecimento, já havia decidido que faria tudo o que fosse possível para que aquela fosse a última vez em que ela precisasse ser salva.

extras:
itens:
♦️ Faca [Sua lâmina bronzeada mede cerca de 24 cm, e seu cabo tem o mesmo comprimento padrão. É bastante afiada e é perfeita para ataque ágeis e rápidos. O bom desta arma é sua eficiência tanto para mãos hábeis quanto para manuseios mais inexperientes, pois é uma arma curta, fácil de esconder e ao mesmo tempo fácil de manusear. Seu punho é feito de aço, mas uma camada de couro escuro cobre o aço para que o usuário possa segurá-la firmemente. Na parte inferior da lâmina, próxima ao cabo, há entalhado as siglas do Acampamento "CHB"; uma propriedade que só os meio-sangues e criaturas místicas podem ter e usar (ajuda um pouco na destreza)] {Bronze, aço e couro} (Nível mínimo: 1) {Nenhum elemento} [Recebimento: Administração; item inscrição padrão do fórum]

{Lullaby} / Espada [Mede cerca de 80 cm, com 65 em sua lâmina. É feita de bronze sagrado; bastante afiada. Seu punho é coberto, com uma guarda de mão trabalhada não apenas no sentido decorativo. Tem dois gumes e há uma escrita entalhada na lâmina no fuller dela: "Bom sono". No nível 20, torna-se fones de ouvido, desse que são acolchoados, que não são feitos para serem conectados a eletrônicos, mas para minimizarem o som para dormir; nessa forma, contudo, não afeta poderes sonoros ou coisa assim.] {Bronze sagrado e couro branco} (Nível Mínimo: 1) [Recebimento: Presente de Reclamação de Hipnos]

O item "Sand bag", citado no evento, muito provavelmente foi perdido em meio a água.
poder utilizado:
♦️ Nível 5

Toque entorpecente - Seu toque adquire a capacidade de entorpecimento da Morfina, e você pode tanto usá-lo a favor de um aliado ou contra um inimigo. Quando usado em um aliado reduz em 50% as penalidades (não os danos) de ferimentos contínuos por 3 rodadas. Contra inimigos, provoca dormência e paralisia no membro afetado [ não no corpo inteiro], por 3 rodadas. Inimigos com 5 lvl acima tem a paralisia reduzida a um turno. Com 10 lvl acima não são afetados. Essa habilidade não afeta os órgãos do adversário,de forma que não é possível fazer o pulmão, rim ou coração do oponente pararem de funcionar. Essa habilidade pode ser usada uma vez a cada cinco rodadas, e necessita de contato físico para que funcione. Cada oponente pode ser afetado uma vez por combate.[Novo]


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Re: — chained souls (EVENTO / ENCERRAMENTO)

Mensagem por Violet Flàmberet em Sab 10 Mar 2018, 11:26



baby, i don't need dollars bills to have fun tonight

i love cheap thrills

destroços do refeitório, acampamento meio-sangue — ataque de éris
Gritando ordens, de arco na mão, Violet parecia quase uma amazona.

De cabelos presos em um rabo de cavalo, ela não poderia ser considerada uma combatente experiente, mas, por seu comportamento, ninguém diria o contrário. Quando as primeiras forças de Éris atacaram, tiveram o azar de pegá-la em duas condições específicas: em primeiro lugar, Violet estava treinando, e o suor parecia quase lhe dar outra personalidade, pelo tanto que mudava quando lutava; e, nesse treino, ela estava perdendo, o que lhe deixava particularmente de mau humor. Portanto, entre a surpresa de receber um ataque e a postura de guerreira, só havia umas palavras bem pouco ortodoxas, e isso é um eufemismo para xingamentos de montão dirigidos a Cravo [ou Chad, dependendo de sua intimidade], que foi ajudar na fronteira.

Mas é um porco inútil, imbecil, ela reclamava ao girar com a clava, pronta para acertar uma harpia que havia se rebelado no meio da confusão. Se fizesse seu trabalho direito no Pinheiro, continuava na DR com Cravo, aproximando-se da híbrida, não teria entrado essa galera, e ergueu a arma acima da cabeça para dar um fim à adversária.

No entanto, nesse breve intervalo de tempo em que a harpia percebeu que não lhe restava muita esperança, emitiu um grito estranho, chamando a atenção de um grupo de outras de sua espécie que voavam não muito distante dali.

Ah, que incrível, queixou-se mais, preocupando-se mais com essas irritaçõezinhas do que com a guerra que se desenvolvia ao seu redor.

Deixou Opprimere ali no meio do monte de pó dourado mesmo e já sacou o arco das costas, armando uma flecha na linha. Cerrando minimamente os olhos para ter uma melhor visão, acertou-as quatro vezes, embora tivesse disparados seis. Errou a primeira, mas acertou a asa de outra, que caiu em espiral; uma foi explodida assim que a flecha atravessou seu crânio; conseguiu alvejar uma das criaturas em algum ponto do abdômen e em algo parecido com o ombro na anatomia delas.

E a última acabou errando porque elas bateram suas asas em conjunto quando já estavam próximas do piso, desequilibrando a semideusa.

A mais próxima de si virou alvo de suas facas de arremesso, mas, como não tinha tanta prática com elas, serviu mais para mantê-la afastada e distraída. Enquanto as jogava, recuava para perto da clava, que uma delas tentou pegar; acabou, porém, morta depois de três golpes no peito, forçando a flecha já cravada ali mais para dentro de seu organismo.

Então, Violet teve suas costas apertadas pelas garras da primeira, ainda viva, cujo corpo havia sobrevivido às flechas e facas. Seus dentes trincaram por conta da dor, e ela não pensou duas vezes antes de agarrar uma das patas e puxá-la por cima de si, abaixando-se para dar mais impulso ao golpe, com o objetivo de jogar a harpia por cima de si em direção ao chão. Esquecendo-se de suas armas, apenas metralhou-a com seus punhos fortificados e, assim, desfigurou a face da inimiga caída, antes de acertá-la com tanta força e raiva no queixo que deslocou seu pescoço. Com um estalo, percebeu que cortara a ligação da coluna vertebral com a cabeça, já imóvel.

Escutou, por trás, um outro grunhido semelhante e, ao virar-se, percebeu que era a harpia que caíra em espiral. Sua asa esquerda estava visivelmente danificada, meio fechada, como se tentasse protegê-la, mas nada que impedisse-a de lutar. Com um rugido leonino, Violet tomou a iniciativa do combate, já que a aberração vacilou, e correu em direção a ela, pondo o ombro à frente para derrubá-la com suficiente impacto. Não obteve sucesso, mas, desequilibrada, a harpia virou alvo fácil para alguma flecha disparada da esquerda, de algum aliado do acampamento.

Com um misto de surpresa, alívio e irritação, a filha de Héracles encontrou Cravo ao seguir a direção da flecha.

— Estamos perdendo — contou como se não fosse óbvio. — Quíron pensa em fugir pro Clube da Luta.

O nome bateu nela com mais força que um soco no estômago, porque significava uma coisa: estava na hora de Violet voltar para casa.

extras:
[¹] Cravo/Chad é um NPC comum a Violet, como se pode ver nessa missão, nessa outra e nessa também.

[²] Sobre a alcunha atribuída ao filho de Ares, só devo explicar que ela não é aleatória, embora não se possa dizer que é proposital. Apesar de, em on, ser a forma como a Violet vê o garoto - com uns trejeitos meio espanhóis, latinos, por assim dizer -, ela tem um significado por trás disso: espanhol e espartano; a referência é, contudo, pequena em off, apenas somando um lembrete de que Ares (o pai de "Cravo", que também possui uma semelhança fonética com Cratos, outro deus ligado a Ares) era o deus patrono de Esparta. Não obstante, deve-se atentar para os nomes: Violet (Violeta) e Cravo (Cravo) são nomes florais, o que será algo recorrente na trama dela, pelo que tenho imaginado.

[³] Violet, originalmente, conheceu o Clube da Luta antes do Acampamento, por isso é dito que "vai voltar pra casa", no final. Isso ainda será explorado em futuras DIYs.

Violet Flàmberet:
+ {Opprimere} / Clava [Clava de bronze sagrado. É uma arma maciça, de aparência intimidante, mas filetes dourados envolvem partes dela, deixando-a com o aspecto menos rústico. Transforma-se em um relógio no nível 20] {Bronze sagrado} (Nível Mínimo: 1) {Não Controla Nenhum Elemento} [Recebimento: Presente de Reclamação de Héracles]

+ {Surestrike} / Arco [Arco de bronze sagrado. Seus entalhes lembram escamas, em referência ao trabalho de Héracles com a Hidra] {Bronze sagrado} (Nível Mínimo: 1) {Não Controla Nenhum Elemento} [Recebimento: Presente de Reclamação de Héracles]

+ {Acutus} / Aljava [Aljava com flechas de bronze sagrado. Comuns, pórem ilimitadas.] {Nenhum Material} (Nível Mínimo: 1) {Não Controla Nenhum Elemento} [Recebimento: Presente de Reclamação de Héracles]

+ Facas de arremesso [Conjunto com 5 facas pequenas de arremesso, de bronze sagrado. Não possuem poderes. São menores que facas comuns (15cm apenas), e possuem a ponta mais afiada do que o gume, além de um formato diferenciado para serem balanceadas. São contidas em um estojo de veludo.][Missão Peace, avaliada e att por ~Eos]


(passivo, 1) Perícia com clavas - Filhos de Héracles possuem a familiaridade com as clavas que, apesar de serem consideradas armas rústicas, requerem o uso de força, podendo ser destrutivas em mãos certas. Essa perícia não implica em golpes perfeitos nem em aprendizado automático - ainda há falhas e a habilidade é progressiva, de acordo com o nível. Contudo, o filho de Héracles terá mais facilidade de aprender e executar manobras com estes itens em detrimento de outros, além de apresentar um manejo melhor se comparado a um semideus de nível igual sem a perícia. [Modificado]

(passivo, 1) Força ampliada I - Desde seu nascimento, filhos de Héracles apresentam uma força superior se comparados a outros humanos ou mesmo semideuses. Neste nível, sua força é ampliada 10%, permanentemente, o que afeta tanto em combate quanto fora (com relação à sua capacidade de carga, por exemplo). Apenas filhos de Hefesto, Ares e Centauros se aproximam de seu potencial. [Antigo "Força sobre-humana"]

(passivo, 5) Perícia em arquearia - Filhos de Héracles possuem a familiaridade com os arcos - em especial arcos longos - já que apesar de sua força, essa arma também era comumentemente usada por seu pai. Não são tão bons quanto filhos de Apolo, mas ainda manejam melhor que boa parte dos semideuses. Essa perícia não implica em golpes perfeitos nem em aprendizado automático - ainda há falhas e a habilidade é progressiva, de acordo com o nível. Contudo, o filho de Héracles terá mais facilidade de aprender e executar manobras com estes itens em detrimento de outros, além de apresentar um manejo melhor se comparado a um semideus de nível igual sem a perícia. [Modificado]

(passivo, 7) Sentidos aguçados I: Visão - Ainda que não seja capaz de ver no escuro, a partir desse nível a visão dos filhos de Héracles se desenvolve. Como um lutador e rodeado de perigos, era natural que tivesse que se manter atento ao seu redor. Seus filhos enxergam o equivalente ao dobro em termos de distância e acuidade do que um humano normal ou semideus sem esta habilidade. [Novo]

(passivo, 8) Firmeza - Seu porte e força dificultam que você seja movido. Quando alvo de um poder de carga ou que o faça se deslocar contra a sua vontade, você só se moverá metade do deslocamento requerido, caso a fonte do poder seja de até 10 níveis acima do seu. [Novo]

(passivo, 10) Pele nemeana I: Héracles é conhecido pelos seus inúmeros combates desarmados, combates estes que sempre deixam cicatrizes e afetam a sensibilidade de sua pele. Apesar de ainda não muito experientes, seus filhos também têm uma pele feita para a batalha devido os treinamentos físicos, adquirindo permanentemente uma defesa de 10% (não se aplica a esquiva). [Modificado]

(ativo, 1) Fortificar punhos - a arma prioritária dos filhos de Héracles é sua força - e seus punhos. Com este poder, estes semideuses conseguem provocar dano normalmente contra as criaturas mitológicas quando luta com os punhos, como se estes estivessem revestidos de bronze sagrado. Note que não provoca dano adicional (um soco contra uma parede com esse poder ainda vai causar mais dano ao semideus que à parede) mas, no caso de monstros, vai agir como o material específico. Não muda a natureza do dano (que ainda será contusivo) nem a resistência dos punhos. Ação livre. Duração de 3 turnos, gasto baixo. [Novo]

(ativo, 2) Sequênca impactante - Héracles possui maestria em combate, quase tanto quanto Ares, e esta habilidade oferece uma pequena parcela de vantagem para seus filhos no que se refere a isso. Poder de buff considerado ação livre (ou seja, pode ser realizado junto com outro ataque) que aumenta o dano provocado pelo filho de Héracles a cada golpe, por 3 turnos. O primeiro golpe é normal mas, se acertar, rende uma bonificação de chance de acerto e dano no próximo turno de 15%; caso o segundo golpe acerte a bonificação para o terceiro turno aumenta para 30% e, no terceiro golpe, a bonificação para o turno s eguinte é de 45%, encerrando a progressão. Caso falhe em algum turno é mantida a progressão anterior (por exemplo, caso não acerte o segundo golpe, o terceiro turno mantém a bonificação de 15% apenas). Só é válido se todos os golpes focarem em um único oponente. 1 vez por combate. [Novo]

(ativo, 5) Rugido Nemeano I - O leão de Neméia não era famoso apenas pela sua força e pele, mas também por um rugido devastador. Invocando a força do animal - derrotado por seu pai - os filhos de Héracles emitem um rugido que amedronta as criaturas ao redor em uma área de 25m (e que sejam capazes de ouvir), fazendo com que percam 25% de seu ataque por 3 turnos. Resistências sonoras não se aplicam, mas resistência a medo sim, de acordo com o nível da criatura afetada. Não provoca dano de HP. Esta versão do rugido pode ser utilizada uma vez por combate. [Modificado]

(ativo, 6) Metralhadora de punhos - Héracles sempre foi considerado um deus atlético, com agilidade e um grande poder físico bruto. Juntando ambas as vertentes, principalmente a agilidade, os filhos do deus conseguem dar três socos na mesma velocidade com que daria apenas um. Os socos necessitam serem em pontos próximos e no mesmo alvo, caso contrário o golpe não surtirá efeito. Além disso, caso o alvo consiga defender o primeiro, a sequência se quebra. Por outro lado, ao acertar, o alvo sofre o dano dos 3 golpes. 1 vez por combate. [Modificado]

(ativo, 7) Encontrão - Héracles muitas vezes utilizava seu corpo como arma, dando investidas velozes em seus inimigos e os dominando ao ter os oponentes levados ao chão. Os filhos do deus conseguem fazer o mesmo com seus corpos, se atirando contra seus adversários com o dobro da velocidade de um humano comum. A investida é forte, causando dano contusivo sobre o atingido, que por sua vez pode ser deslocado por até três metros de distância caso seja de tamanho ou nível menor que o semideus. [Novo]

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Re: — chained souls (EVENTO / ENCERRAMENTO)

Mensagem por Noelle van Houten em Dom 11 Mar 2018, 02:06



she's a mess of a gorgeous chaos

O pandemônio havia se estabelecido em instantes.

Não podia acreditar que mais uma vez — e tão cedo — sua atual morada cairia em escombros. Se teria uma maldição em sua existência, então havia enfim a entendido.

A semideusa retornava da floresta interna do Acampamento quando viu o grande Peleu lutando nas bordas da colina. O desenrolar do conflito fora tão imediato quanto sua reação de espanto, intensificada assim que o domo da barreira protetora quebrou em mil pedaços de escudo mágico, agora inútil. Ordenou imediatamente para que seu aprendiz, um jovem campista praticamente recém-chegado, contornasse os estábulos e tentasse sair dali o mais rápido possível.

Não teve tempo de olhar para trás e certificar-se de que sua orientação fora cumprida. Retirou seu anel das mãos enquanto corria para o grande portão de entrada, transformando o pequeno adorno em uma grande espada prateada, herança de sua progenitora. Talvez esta seja a única coisa boa que Despina fizera pela garota, mas antes mesmo de sentir gratidão, lembrou-se de que cada um dos seus meios-irmãos portava uma igual, tornando assim seu presente nada mais que um simples armamento ordinário.

Sem a proteção no céu, a neve caía pelo Acampamento pela primeira vez em muito tempo. Em poucos instantes a cena foi gravada na mente de Lavínia, uma grande obra desarmônica de caos e batalha, onde o branco do solo era matizado com o sangue dos semideuses, deixando rastros de vida onde antes havia um local de paz.

Seus pés travaram pouco antes de atingir o pinheiro onde a alma de Thalia ficara aprisionada por anos. Parou no instante em que um grandioso raio atingiu a árvore, queimando-a de cima para baixo e desintegrando tudo que antes servira de inspiração para muitos heróis. O ataque partira de um muito provável filho de Zeus, que não estava muito longe de Cavendish; este, para a surpresa da garota, vestia-se com as cores alaranjadas do uniforme que muito conhecia. Um broche em seu peito indicava o símbolo de um grupo que conhecia bem: os arautos.

O garoto, que parecia ser em torno de cinco anos mais velho que a meio-sangue, voltou seu poder contra ela assim que a viu se aproximar, em um ato de reflexo. Lavínia não teve tempo de pensar em teletransportar-se ou bloquear o lampejo, sendo atingida pela descarga elétrica e caindo no chão com o impacto.

O fato de o Acampamento estar agora sem proteção climática favoreceu a semideusa, já que o frio era a parte mais forte de si mesma. A dor do poder que lhe atingira estava reduzida, o que proporcionou uma chance para se levantar e lutar. O filho de Zeus era um dos principais causadores de toda a destruição que acontecia por lá, mostrando-se forte e um desafio grande para a mentalista. Usou seus poderes para confundir a mente do adversário e, deste modo, obter tempo suficiente para recolher sua espada que havia sido arremessada ao chão. Segurou-a forte no cabo, comandando com a mente a sua habilidade especial: em um segundo, a lâmina prateada começou a aumentar seu tamanho, fazendo com que o metal ficasse com quase dois metros de comprimento.

O semideus avançou tão logo quanto ela havia se preparado para o combate. Com uma espada de metal negro desferiu uma série de golpes precisos e sincronizados, dos quais a garota não estava acostumada. Seus oponentes eram geralmente inferiores a ela em batalha, mas este se mostrava muito mais avançado. O tilintar das lâminas era abafado pelo barulho do caos ao redor, que agora era apreciado com fogo e cadáveres espalhados abundantemente.

Por pouco seu rosto não fora atingido em cheio pelo fio de corte da arma inimiga, mas teve um filete de sangue que agora escorria na diagonal de sua bochecha. Não estava ficando para trás, entretanto, pois o filho de Zeus também derramara sangue no chão frio da colina. Lavínia fazia mais um movimento, cortando o ar com Winter na horizontal e ferindo agora profundamente o adversário na altura da barriga. Antes que pudesse fazer um ataque em sequência, entretanto, foi surpreendida por mais uma descarga elétrica e caiu pela segunda vez. Por estar tão próxima do meio-sangue, não conseguira levantar desta vez.

Teve sua garganta apertada pelo pé do semideus, em uma tentativa de estrangulá-la. Saberia que não era assim que morreria, já que o sorriso no rosto do garoto e sua lâmina em posição vertical antecipavam o golpe fatal que levaria. Fechou os olhos e deixou o tempo desacelerar, sentindo o ar faltar em seus pulmões. Passara quatro anos no Acampamento Meio-Sangue, saíra para missões e toda vez retornava para seu lar. Havia se tornado monitora de chalé e defendera o local de acolhimento de seus meios-irmãos diversas vezes. Sentiu as lágrimas mornas escorrendo pela lateral dos olhos, misturando-se com o líquido vermelho que agora se espalhara pelo rosto. Era o fim de um ciclo importante em sua vida, mas não o fim dela como um todo.

Abriu sua consciência para que pudesse focar no adversário. Era livre para comunicar-se com ele, mas em vez de palavras usou de um intenso ruído para que desestabilizasse seu corpo e mente. O filho de Zeus tirou o pé do pescoço da mentalista e soltou a espada assim que o barulho ensurdecedor lhe atingiu, e sem muito tempo para desviar corretamente, foi ferida pela ponta da espada em uma das pernas.

Apesar da dor que sentia, ainda reduzida em suas proporções devido ao clima, teve que juntar as forças para que pudesse dar fim àquela luta. Segurou firme em sua espada novamente e golpeou com todo o esforço possível o corpo do adversário, desta vez atingindo-o no peito. O sangue jorrou e se estendeu pelo chão, logo abaixo de onde o corpo agora sem vida do pérfido permanecia. Lavínia olhou para trás e percebeu a derrota de seu time. Não havia o que fazer além de juntar-se à Éris ou então fugir.

E foi assim, com sangue em suas mãos e desejo de vingança em seu peito, que deixou as ruínas do Acampamento para trás.



Observações:
Arsenal:


❖ Faca [Sua lâmina bronzeada mede cerca de 24 cm e seu cabo tem o mesmo comprimento padrão. É bastante afiada e é perfeita para ataque ágeis e rápidos, sendo recoberta com dularuna. A arma é eficiente tanto para mãos hábeis quanto para manuseios mais inexperientes, pois é uma arma curta, fácil de esconder e ao mesmo tempo fácil de manusear. Seu punho é feito de aço, mas uma camada de couro o recobre para que o usuário possa segurá-lo firmemente. Na parte inferior da lâmina, próxima ao cabo, há entalhado as siglas do Acampamento "CHB"; uma propriedade que só os meio-sangues e criaturas místicas podem ter e usar (ajuda um pouco na destreza). A lâmina da arma é sempre gelada, bonificando qualquer ataque do elemento gelo que a utilize como canalizador em 10%, além de possuir modificações especiais que aumentam o seu dano em 15%, tanto contra inimigos quanto contra armaduras, além de possuir mais resistência que as facas comuns, dificilmente sendo quebrada.] {Bronze, Aço, Couro e Dularuna} (Nível mínimo: 25) {Nenhum elemento} [Administração; item inscrição padrão do fórum. Modificado por Harry S. Sieghart] ~na cintura, lado esquerdo

❖ {Coldbreeze} / Arco longo [Arco longo feito de madeira de álamo branca e metal prateado, apesar de ser bronze sagrado. Possui vários entalhes e formas curvilíneas, além de ter o nome de Lavínia gravado em uma pequena parte superior. Transforma-se em uma pulseira branca do mesmo material do arco, com o mesmo entalhe do nome ao redor. Possui adaptações especiais feitas pelo ferreiro com o objetivo de aumentar o dano causado, recebendo bonificação de 15% no dano contra inimigos e armaduras. O bônus é somado com o das flechas, caso exista. Assim que é puxada do braço, toma proporções maiores e volta a ser novamente o arco longo, dependendo da vontade da dona para transmutar-se na forma de adorno.] {Álamo e Bronze sagrado} (Nível Mínimo: 15) {Não Controla Nenhum Elemento} [Presente de Reclamação de Despina, modificado por Harry S. Sieghart] ~como pulseira

❖ {Fast} / Aljava [Aljava de couro branco com entalhes prateados. Contém flechas infinitas - são comuns, de álamo e bronze sagrado, mas de acabamento fino, com penas brancas e bem equilibradas. As flechas possuem adaptações especiais feitas pelo ferreiro com o objetivo de aumentar o dano causado, recebendo bonificação de 15% no dano contra inimigos e armaduras. Transforma-se em uma bolsa mediana comum, branca, para usar transversalmente aos ombros, com espaço para outros pequenos itens durante a transmutação. Volta a ser uma aljava assim que é retirada do corpo da semideusa.] {Couro e bronze sagrado} (Nível Mínimo: 15) {Não Controla Nenhum Elemento} [Presente de Reclamação de Despina, modificado por Harry S. Sieghart] ~como uma bolsa

❖ {Winter} Espada longa [Espada de 90 cm, com a lâmina medindo cerca de 75 cm. A lâmina é prateada e seu cabo é esbranquiçado, feito de álamo e revestido de seda, com entalhes prata. Sobre a lâmina há um escrito "O Inverno está chegando" — significa o poderio da espada. Transforma-se em um anel com a mesma inscrição no nível 20.] {Álamo, seda e bronze sagrado} (Nível Mínimo: 1) {Não Controla Nenhum Elemento} [Recebimento: Presente de Reclamação de Despina] ~como anel

Poder: Poder do Item (Nível 25) Frostbite: Usando este poder, a arma cresce com gelo, mesmo em temperaturas quentes. Ampliando-se para a mão do semideus, aumenta a aderência, impedindo-o de ser desarmado, além de ampliar também o alcance da lâmina, que passa a ter 180 cm, como uma lança. Três vezes por missão, dois turnos por ativação.

❖ Colar de elemental [Colar feito de couro entrelaçado e pingente de pedra argilosa com o estranho formato de um humanoide. Duas vezes por missão, o usuário consegue lançar de sua mão um jato linear de lama com alcance de 9m. Além do dano por impacto, o alvo ao ser acertado é lançado a até vinte metros de distância, tendo suas roupas enrijecidas e pesadas, o que atrapalha sua movimentação em 50% durante três rodadas, não sendo um valor cumulativo. Para que possa fazer o disparo, é necessário que o usuário não esteja portando nenhuma arma ou item com a mão que será utilizada. Para fins de resistência, o poder do item é equivalente ao nível 22. (Nível mínimo: 22) {Material: couro e argila} [Ganho como recompensa pelo evento "O levante"] ~na bolsa

❖ Elixir da Vida (titânico): Recupera 100HP.[Comprado na loja] ~na bolsa

❖ {Devon Pride} / Diadema [O antigo diadema que pertencia a Georgiana Cavendish é um adorno de ouro branco com uma pedra de Opala no centro. Fora de uso é apenas uma joia comum, mas assim que entra em contato com um semideus da família herdeira (exclusivamente), torna-se um item poderoso: uma vez por evento ou missão o possuidor pode acionar a aura do objeto, que intensifica os poderes de manipulação mental do meio-sangue em 50% quando contra um adversário mais fraco e 25% se este for de mesmo nível ou até 10 níveis acima. Fora da margem, não funciona. Encaixa perfeitamente em Lavínia e por conter suas propriedades mágicas não cai ou é retirado com muita facilidade, além de fazer a pedra central emitir um leve brilho quando acionado.] (Nível mínimo: 25) {Ouro Branco e Opala} (Elemento: Manipulação Mental) [Recompensa ganha em DIY, avaliada por Selene e att por Asclépio.] ~na cabeça

❖ Anima Bracelet. [Um bracelete de prata com o desenho de borboleta em ouro. Esse bracelete pode ser ativado com o desejo mental do usuário e transforma-se em uma corrente que pode medir 10m. Essa corrente é feita de prata e ouro sagrado, bastante resiste a tal ponto de ser semi-indestrutível. Ela obedecerá aos comandos mentais do mentalista com perfeição, independente do nível que ele esteja.] [Materiais: Ouro Sagrado e Prata Sagrada] (Nível mínimo 1) {Elemento: Psíquico} [Recebimento: presente por ser mentalista] ~no braço

❖ Yin Yang. [Uma espada de punho prateado e com um desenho bem talhado de uma borboleta em azul. Sua lâmina é de uma beleza diferenciada, pela divisão do cume central, metade dela possui um material negro e a outra metade é feito de prata sagrada. Seu corte é duplo e sua ponta afinada, uma espada bastante resistente. Ela possui uma habilidade de ativar um segundo modo em que a espada original se divide em duas, uma de lâmina totalmente preta e outra de prata sagrada. Nesse segundo formato a sua resistência diminui um pouco, porém seu corte fica extremo, podendo cortar metais pesados e causar efeitos sobre armas sagradas. Essa espada vem em uma bainha preta com entalhes azuis em borboletas, ela se adapta ao corpo do mentalista podendo ser usada do modo que este desejar carregar a espada.] [Materiais: Prata Sagrada e Material Negro] (Nível Mínimo: 1) {Elemento: Psíquico} [Recebimento: Presente por ser mentalista] ~na bainha

❖ {(S)Laughter} / Granadas Mágicas [Um conjunto de seis esferas sorridentes e coloridas, presas em um cinto de couro encantado. Duas de suas granadas possuem um efeito impactante, arremessando objetos e seres medianos (de até 60kg) em até 4 metros para trás; duas funcionam como granadas de luz, reduzindo a visão dos afetados na área em 50% por dois turnos; e as duas últimas possuem um efeito sonoro, que reduz os reflexos dos afetados em 25%, além de causar dano sonoro. As granadas ressurgem no cinto após serem utilizadas, mas precisam de tempo para isso. Os usos por evento são limitados para três - No máximo duas de um tipo -, e o raio das ativações é de 5m². Para fins de resistência, os efeitos são, respectivamente, impactante/físico, visual e sonoro.] [Nível mínimo: 25] [Bronze sagrado, engrenagens e magia] [Recompensa pela missão "Circus of Insanity", avaliada por Éris e atualizada por Quíron] ~na cintura

❖ {Devon Desire} / Colar [A fina corrente é feita de ouro branco, sustentando um pequeno pingente de opala em forma de gota. O presente foi dado por Hedonê (filha de Psiquê e daemon do prazer), e abençoado por ela. O objeto trás consigo um poder de resistência a manipulações sentimentais (que provoquem desejo, medo, raiva, etc); A eficácia do item é de 50% de resistência quando contra um oponente de mesmo nível, caindo 5% a cada nível de diferença para mais e aumentando em 5% a cada nível de diferença para menos. Só pode ser usado contra um tipo de sentimento por missão ou evento, não valendo para outros que venham a ser usados posteriormente. O item pode ser ativado ao desejo do usuário, funcionando por até três turnos.] (Nível mínimo: 40) {Ouro Branco e Opala} (Não controla nenhum elemento) [Recompensa adquirida em DIY, avaliada por Apolo e atualizada por Hades.] ~no pescoço
Poderes Passivos:

Nível 7
{Cura invernal} Locais frios (abaixo de 0ºC) deixam esses semideuses mais saudáveis e mais à vontade, podendo curar pequenos danos. Até 2hp por rodada, no máximo 25 HP por uma noite de sono neste local. Não se aplica a condições criadas pelo próprio semideus ou outros irmãos. [Modificado]

Nível 8
{Arrepios} A presença invernal dos filhos de Despina afeta as criaturas mais fracas ao redor. Semideuses, monstros e humanos comuns que são mais fracos que o semideus perdem a iniciativa no combate, em caso de ataques diretos. Válido apenas para o primeiro movimento na batalha. Não impede o semideus de ser atacado de surpresa nem afeta estatísticas do alvo. É um efeito de medo, e resistências se aplicam. [Novo]

Level 10
{Fortalecimento térmico} Em locais frios (abaixo de 0ºC) esses semideuses se fortalecem, tendo mais facilidade em usar suas habilidades. Quanto mais frio e gélido for o local em que se encontra, menor será o custo de MP. De 5% de redução na temperatura mínima, aumentando a bonificação em 5% a cada 20ºC abaixo da 0, até um máximo de 25%. [Modificado]

Nível 13
{Sobrevivência} O gelo e o frio são selvagens e inclementes. Assim como toda força da natureza, é difícil lidar com eles. Aprender isso deixou esses semideuses mais aptos a lidar com a natureza em geral. Em locais com neve - desde que proveniente de uma fonte externa, eles podem detectar rastros mais facilmente, bem como as direções (se não houver nada externo que dificulte, como magia, poderes ou encantamentos) sabendo se orientar apesar do ambiente inóspito. [Novo]

Nível 15
{Caçador das neves I} A visão desses semideuses não é alterada por condições adversas de temperatura, desde que naturais - fortes ventanias e nevascas em nada alteram sua capacidade de visão em termos de acuidade ou distância. Caso sejam usados poderes para isso, se eles forem de nível igual ou menor terão seus efeitos reduzidos em 50%.

Nível 16
{Predador ártico} A velocidade de movimento do semideus não é reduzida pela neve ou gelo - na verdade, ele se movimenta melhor nesses ambientes, dobrando seu deslocamento normal. Não permite ataques extras, é apenas para fins de locomoção. Não afeta outros meios, como uso de montarias ou veículos. [Modificado]

Level 17
{Respiração alvejada} Pela deusa preferir viver em locais altos e de baixa pressão, sendo estes ainda por cima frios, seus filhos tem uma respiração privilegiada, podendo respirar sem grandes problemas em locais de ar rarefeito, ou onde a pressão do ar seja mais baixa, dentro dos limites humanos, aguentando ao menos o triplo que uma pessoa comum ou semideus sem tais habilidades. Isso não se aplica a poderes ou situações de sufocamento ou afogamento, visto que são condições diferentes.

Nível 18
{Caçador das neves II} No frio o vento produz sons mais altos que o normal, sua audição porém é melhor do que isso, podendo escutar coisas a distância mais facilmente. Sua audição tem o triplo do alcance que a de um humano normal. Isso facilita - mas não garante - a percepção da aproximação de inimigos. Em caso de oponentes com passos silenciosos, pode não fazer efeito, dependendo de quem tem o nível mais alto.[Modificado]

Nível 20
{Ritmo lento} Sua temperatura é mais gelada e sua circulação mais lenta que o comum. Por causa disso, filhos de Despina não sofrem de hemorragias, exceto em casos muito graves - como poderes de uma fonte de ao menos 10 níveis superior. Danos que provocariam hemorragias - como golpes críticos - são reduzidos em 10%. [Novo]

Nível 21
{Pisando em gelo} O filho de Despina tem um equilíbrio melhor do que o normal devido à sua convivência com esse ambiente. Superfícies lisas não representam tantos perigos para eles, e mesmos situações normais de perda de equilíbrio são facilmente superadas - efeitos desse tipo são sempre reduzidos em 50%, independente do nível - eles são afetados normalmente por danos diretos, como um golpe ou habilidade que os empurre, mas o efeito de um terremoto, por exemplo, seria reduzido.[Modificado]

Nível 33
{Proteção natural} A pele do semideus é adaptada para resistir às condições inóspitas do inverno, mas acaba favorecendo também em outras situaões. Nesse nível, considera-se que sua defesa natural foi permanentemente incrementada em 10% pela resistência de seu organismo. [Novo]

Nível 37
{Hipoalgia} O frio é entorpecente. Ainda que isso possa ser prejudicial, no caso desses semideuses seu controle corporal é adaptado para fazer desta uma situação vantajosa. Assim, ainda que não percam a capacidade motora, recebem os benefícios desse entorpecimento na forma da hipoalgia - diminuição da sensibilidade à dor. Não há redução no dano provocado (portanto, eles ainda perdem HP normalmente) mas efeitos e penalidades referentes à dor constante são reduzidos em 50%. [Novo]

Nível 43
{Fortitude aprimorada} Estes semideuses estão preparados para climas frios e suas intempéries. Seus corpos são mais resistentes, fazendo com que sofram menos efeito de cansaço. Atividades extenuantes não os afetam tanto quanto a outras pessoas, e a MP delas sempre será reduzida em 50% para atividades físicas e custo comum. Contudo, isso não se aplica a uso de poderes ou habilidades, sejam provenientes do próprio semideus ou efeito de um poder sobre eles. [Novo]

Nível 45
{Mente fria} Os filhos de Despina possuem a mente tão fria quanto o corpo, possuindo um controle mental invejável. Poderes de leitura mental têm seus efeitos reduzidos sobre eles, e oponentes com níveis mais baixos não conseguem ler suas mentes. Oponentes com até 5 níveis acima oferecem 50% de resistência, captando apenas pensamentos superficiais (a cargo do narrador/ avaliador), e acima disso os afeta normalmente.[Modificado]


◉ Nível 2. Memória fotográfica: Tudo o que você ver ou ler ficará gravado em sua memória por anos, serve tanto para imagens para textos.

◉ Nível 4. Resistência Mental: Sua mente é resistente a manipulações ou invasões. Isso não se aplica a outro mentalista, porém se o inimigo for mais fraco encontrará muita dificuldade, assim como o que for mais forte terá de se concentrar mais para conseguir o efeito mental sobre um mentalista.

◉ Nível 10. Empatia: Você sabe exatamente o que o outro está sentindo em termos de emoções.

◉ Nível 20. Telepatia Avançada: Controle total, podendo escolher a hora que vai escutar os pensamentos ou não e também se comunicando livremente através dos pensamentos.

◉ Nível 30. Controle da probabilidade: capacidade de alterar a probabilidade, causando acontecimentos estranhos ou impedindo acontecimentos normais. Isto inclui aumentar a sorte ou azar de alguém.
poderes ativos:

◉ Nível 3. Confusão: Faço o inimigo ficar confuso em tempo e espaço, fazendo-o perguntar-se por um tempo onde está e quando. Dura apenas dois turnos.

 
Lavínia Cavendish // Filha de Despina // Mentalista de Psiquê
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Re: — chained souls (EVENTO / ENCERRAMENTO)

Mensagem por Nikolas Erichsen em Seg 12 Mar 2018, 17:04


Remembering Dusk

A viagem no táxi cinzento não foi muito tranquila.

Apertados um em cima do outro, no banco traseiro e com Peter se debatendo na tentativa de se livrar do grupo e voltar para a batalha do acampamento, Elliot se sentiu mal. Viu através do retrovisor o massacre acontecendo enquanto o táxi passava por ele num borrão em alta velocidade. Fez questão de pedir à Jeff, que segurava o menor, que tapasse seus olhos durante o começo do percurso.

Mesmo ali, Cumming se preocupava.

Sabia que, mesmo que pudessem vê-lo, o táxi era rápido demais para ser interceptado e, para alguns, poderia parecer apenas mais um borrão de fumaça mesclando-se ao caos. Estavam amedrontados, sem teto, feridos e cansados. Seguros? Por ora.

Quando saíssem, estariam à mercê de um outro perigo; uma criatura tão antiga quanto Elliot.

"Eu não te sinto há muito tempo", quis dizer para ele. Mas não poderia. Como poderia? Depois de tudo o que passaram, os outros já tinham muito com o que se preocupar. Odiaria dar motivos para suspeitarem que ainda havia mais um.

[...]

— Procurem abrigo e fiquem próximos! Eu irei procurar a entrada para o clube. — Elliot suspirou, depois de descer da carruagem junto com alguns dos outros semideuses. Olhou para o céu; o tempo continuava fechado, derramando-se em forma de água sobre o filho de Tânatos e encharcando seu corpo. Mesmo não sendo tão afetado pelo frio quanto outros semideuses, Cumming já sentia seus ossos tremerem. [P1]

As irmãs tinham deixado o grupo — a maioria dele — numa viela de um bairro extremamente violento da cidade de New York. Sabia que o lugar que queria encontrar estava por ali, segundo fragmentos de uma memória parcialmente quebrada. Era de se esperar que a rua estivesse vazia com o clima agressivo, mas na perspectiva de alguém que quase não se lembrava da última vez em que viu o mundo exterior, tanta solidão chegava a ser assustadora.

Mesmo que fosse uma falsa solidão.

Elliot correu até se distanciar do grupo e do alcance dos poderes de Jeff, dobrando num beco aleatório ao mesmo tempo em que transformava seu pingente em uma foice real. Respirava pesadamente, apreensivo, enquanto olhava para os lados, o céu, o chão e as paredes. Parecia esquizofrênico. Sentia que alguma coisa iria pular de uma sombra, ou que sua própria sombra fosse atacar a qualquer momento.

E sabia que iria.

"Ele" respirou em sua nuca durante toda a viagem, eriçando-lhe os pelos do antebraço. Mas Elliot não o via, nem era capaz de tocá-lo. Sabia quem era — o que era —, e se sentia cada vez mais apreensivo ao saber que ele estava esperando se afastar do grupo como uma ovelha que se desgarra do rebanho.

Como não podia envolver os outros em seus problemas, jogaria seu jogo. Eles eram exclusivamente seus para resolver.

— Estou sozinho! — Disse para o céu, como se esperasse uma resposta vinda de lá. — Já pode vir me pegar agora!

Por alguns segundos, a chuva açoitando o asfalto foi o único som que Elliot ouviu.

"Quase não me lembrava mais do gosto de seu sangue, Matthew" Disse a sombra, em uma língua que, por algum motivo, Elliot entendera. Reconheceu o nome de uma de suas vidas passadas, a que havia lutado durante a Segunda Guerra Mundial. "Se lembra de mim?"

Elliot segurou sua foice com firmeza. Ao olhar para o lado, uma forma humanoide e composta exclusivamente de borrões negros pareceu se materializar, atravessando a parede. Mesmo que fosse impossível distinguir profundidade e volume, era fácil identificar um sorriso sádico em seu rosto, de orelha à orelha. Aquela sombra era a única, dentre as várias que Elliot conhecera, capaz de formular expressões.

— Não poderia esquecer... — Disse, evitando demonstrar a raiva que cresceu em seu interior. Aquele era o assassino de sua família e de todos que amava. Ainda que sua memória não se recordasse, seu corpo sim — em forma de diversas cicatrizes. Era como um demônio, porque gostava de matar. E Elliot não poderia perdoar alguém que o fizera sofrer tanto. — Você matou todo mundo. Eu estou sozinho. E a culpa é sua.

O sorriso da criatura se alargou.

"E já passou da hora de terminar o trabalho." E num grito agudo, o ser etéreo pulou contra o corpo de Elliot.

O filho de Tânatos descreveu um arco com sua foice, interceptando a criatura e fazendo-a gritar de dor. Pulou para trás, sentindo os seus músculos fraquejarem com o cansaço, mas não caiu. Quando olhou para seu ombro, percebeu um arranhão.

Odiava sombras. Era extremamente difícil de prever seus golpes.

"Você está mais rápido. Ótimo." A criatura sorriu, e apontou seus braços em direção à Elliot. Tentáculos surgiram de seu corpo, e envolveram o filho de Tânatos numa velocidade impossível. Cumming sentiu sua mão afrouxar, e a foice cair no chão. Gemeu ao sentir seu corpo ser comprimido, cada músculo do braço estourando.

De repente, sentiu sua energia sendo sugada. Seu corpo ficou mais cansado, e sua pele começou a ressecar. O rosto da criatura se aproximou cada vez mais do rosto de Elliot, como se fosse lhe beijar. Cumming era um especialista em mortos-vivos; sabia que se morresse daquela forma, se tornaria um fantasma como aquele que lhe atacava.

Mas Elliot não iria morrer, muito menos se tornar um escravo.

— Não... Hoje não! — Elliot cerrou os punhos. O chão tremeu, e um braço esquelético saiu da terra, apanhando a foice de Elliot e jogando-o para ele. No segundo seguinte, mais quatro esqueletos surgiram do chão através de uma fenda, jogando-se na sombra e mordendo seu corpo. [A1]

Elliot sentiu os tentáculos sumirem, e caiu sobre os joelhos numa poça d'água.

Olhou para cima: cinco esqueletos mordendo blocos de escuridão e fazendo a criatura gritar. Elliot respirou fundo, com determinação, e levantou-se. Desferiu um golpe rápido e certeiro, de baixo para cima e em vertical, na sombra. Depositou sua energia na lâmina negra, e viu-a se tornar ainda mais negra, brilhando — agora, capaz de ferir gravemente fantasmas. [E1]

O golpe atingiu em cheio a criatura e alguns de seus esqueletos, dividindo-a em dois. Os gritos, de repente, se encerraram. Suas invocações se desmontaram em uma pilha enquanto a sombra desaparecia, mas sem deixar de lado seu sorriso sádico.

[...]

Demorou apenas alguns minutos até que Elliot sentisse um arrepio familiar [P2]. Naquele momento, soube que tinha encontrado a entrada para o clube: um bar trancado, mas com uma passagem subterrânea que levava ao esquema de esgotos debaixo da cidade. Olhou para o bar, marcado para demolição no final do mês, e suspirou. Já tinha visitado aquele lugar em uma época em que ainda funcionava.

Resolveu ignorar isso, e voltou a andar. Na chuva, e ferido, reencontrou o grupo que havia deixado para trás.

— Me desculpem pela demora. Mas eu achei. — Disse, olhando-os com uma fagulha de esperança. Finalmente e depois de tudo, iria deixá-los em um lugar seguro. — Vamos conhecer o Clube da Luta.



Observações Importantes:
Só quero lembrar o avaliador que:

Personagens que participaram dos grupos internos podem narrar os acontecimentos posteriores à invasão mesmo que tenham saído do acampamento, já que estiveram presentes o tempo todo no cenário enquanto os acontecimentos acima se desenrolavam. No entanto, para que a recompensa seja dada, será necessário narrar dificuldades/ lutas/ obstáculos de igual dificuldade e que renda algum tipo de aprendizado para o personagem, caso contrário não passaria de uma simples interação.

O Elliot participou. E o grupo dele todinho entrou no táxi das irmãs cinzentas, e foram deixados em NY pra procurar o clube da luta. Enfim, essa narração é posterior aos acontecimentos da narrada, e a dificuldade em si tem a ver com a trama do meu personagem (lê a maldição dele lá embaixo). Espero que tenha uma boa leitura <3
Poderes Utilizados:
Maldição:
Maldição de Hades: Para que Thanatos fosse punido por infligir as leis da morte, muitos anos antes dos tempos atuais, Hades amaldiçoou uma de suas proles meio-mortais ao sofrimento eterno. Em troca da imortalidade de sua alma, que sempre acaba achando um hospedeiro em uma nova encarnação, Elliot é eternamente perseguido por seres feitos de sombras que periodicamente aparecem para ele e o arrastam até o Mundo Inferior (sempre matando seus entes queridos antes disso), onde ele terá de sobreviver em prol do entretenimento do deus dos mortos. Para efeitos de regra, a imortalidade de Elliot é interpretativa, uma vez que ele envelhece normalmente e ainda pode perecer como qualquer outro player. No entanto, devido essa maldição, sombras podem "aparecer" em missões ou através de intervenções, a critério do narrador, para adicionar uma dificuldade extra e enriquecer a trama de Elliot. Apesar de reencarnar, Elliot quase sempre retém memórias de suas vidas anteriores, o que amplifica a sensação de que ele está sendo torturado por algo divino, não vivendo muito mais do que 20 anos em cada vida. [Recebimento pela DIY "Fim", avaliada e atualizada por Deméter.]
Passivos:
[P1] Nível 43 - Álgido - Filhos de Thanatos tem seu organismo modificado de forma a tornar-se resistentes a efeitos de frio (mas não a poderes de dano direto) de modo que suportam 5x mais nessas condições do que um humano comum, retardando efeitos como hipotermia e similares. [Novo]

[P2] Nível 28
Sentir passagem - Thanatos é o guardião das passagens do submundo, mesmo as mais ocultas. Seus filhos também conseguem sentir a proximidade de passagens, mas não apenas para o mundo inferior: passagens secretas e caminhos ocultos também são captados, exceto se alterados magicamente por uma fonte de nível superior. Note que é apenas o sentido de que há algo no local, mas não revela mecanismos de abertura e afins. Por exemplo: ao passar por uma estante que oculta uma passagem, o semideus sente um calafrio que indica que algo está oculto. Contudo, ainda assim ele não sabe em que local exato do espaço ou como fazer a passagem se abrir, necessitando interagir e descobrir em on de forma comum. É um sentido sempre ativo, e o semideus deve lembrar ao narrador de seu poder quando achar que pode descobrir algo no cenário.[Novo]
Ativos:
[A1] Nível 3 - Invocação mortuária I - Neste nível o filho de Thanatos poderá invocar um único esqueleto de NP 1, de acordo com o bestiário. O monstro surgirá do solo, se montando neste turno, e estará apto para atacar no turno seguinte. Ele terá as características básicas, sem armaduras e com itens simples: 1 escudo pequeno de madeira e 1 espada ou maça de bronze sagrado, sem nenhuma habilidade. O esqueleto fica ativo por 5 turnos após sua "construção" ou até ser destruído, virando pó após esse período. Aumenta a quantia de esquelos em 1 a cada 10 níveis posteriores à aquisição do poder, até o máximo de 5 no nível 43. Apenas 1 invocação ativa por vez (de qualquer nível) por combate. [Modificado, antigo "Invocação de esqueletos I"]
Equipamento:
— {Death} / Foice [Foice da Morte; mede cerca de 2 m. O cabo é feito de bronze sagrado, assim como sua lâmina. Ao desejo de seu dono, a partir do nível 20, ela se transforma em um pingente de foice] {Bronze Sagrado} (Nível Mínimo: 1) [Recebimento: Presente de Reclamação de Thanatos] (EM FORMA DE PINGENTE, PESCOÇO)

  • [E1] Nível 50: Lâmina das almas - A lâmina da foice brilha, dando um aspecto negro ainda maior sobre a arma. Ao estar sobre esse efeito, a arma consegue desferir golpes até mesmo em alvos que estejam intangíveis. O efeito possui duração de duas rodadas, podendo ser usado duas vezes por missão.

— {Sullem} / Anel [Anel feito de Ferro Estígio com uma grande Safira Negra incrustada em seu centro, representando uma caveira. Quando o usuário estiver com seu status de vida pela metade, uma aura negra o envolve. Faz com que a áurea recupere 20% do HP uma vez por missão] {Ferro Estígio e Safira} (Nível Mínimo: 1) [Recebimento: Presente de Reclamação de Thanatos] (DEDO ANELAR)

— {Merciless} / Adaga [Adaga de bronze sagrado que possui 25 centímetros. Seu efeito especial é, quando ativado em um ataque no round, envolver a lâmina com energia elétrica, fazendo com que o dano causado pela arma naquele round seja aumentado em 20%. Só age por um round/turno. O efeito da arma pode ser usado duas vezes por missão.] { Bronze Sagrado } {Controle Sobre Eletricidade} {Nível Mínimo: 15} [Recebimento: Poseidon pela missão “A Futura Caçadora”] (NO CINTO)

— {Höllen} / Broche [Este broche com o símbolo de Ares foi perdido durante a luta de Elliot com um renegado do Acampamento. Diante do poderoso combate e da situação a qual foi exposto, o pequeno item adquiriu uma habilidade obscura: quando seu portador estiver perto da morte (aproximadamente 10m de distância de alguém recém morto), o item lhe dará um bônus de 10% em seus poderes durante dois turnos, apenas uma vez por missão ou evento. Caso o poder tenha efeito constante, o bônus não seguirá por mais tempo do que o descrito.] {Prata} (Nível mínimo: 20) {Não controla nenhum elemento} [Recebimento pela missão "Assassinato Misterioso", avaliada por Lavínia Cavendish e atualizada por Phobos.] (NA CAMISETA DO CAMP)

— Elixir da vida titânico. (NA ALGIBEIRA)

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Re: — chained souls (EVENTO / ENCERRAMENTO)

Mensagem por Damon R. Grint em Seg 12 Mar 2018, 22:31

O caos podia ser visto de longe. O primeiro detalhe que Damon percebera era a chuva torrencial que caía sobre o Acampamento Meio-Sangue. Antes, quando o lugar ainda não estava acabado em ruínas, sangue e gritos de angústia e de guerra, um clima bom e agradável era presente no lugar. Nada de chuva ou tempestades.

Para onde Damon olhava havia rastros de guerra. Como filho de Ares ele deveria ficar contente ou até satisfeito com tanta movimentação de batalha, mas acontecera totalmente o contrário. Ali era seu lar, sua casa. Não importava quantas vezes quase morrera naquele lugar. Foi ali que ele se redescobriu, foi ali que seu pai o reclamara.

Com a lança de mogno revestida em bronze numa mão e seu escudo circular, que tinha um javali estampado, na outra, Damon avançou sobre o território caótico. Cada passo que dava era um duelo que se envolvia. Primeiro ele transformou uma harpia em pó, mas não antes da mulher-galinha arranhá-lo na maçã do rosto. O corte não foi muito superficial, o que causou um sangramento. Da outra vez nocauteou o filho de algum deus menor. Sentia-se culpado em nocautear alguém do Acampamento, porém ele escolhera seu lado. Essa era a guerra.

O filho da guerra correu para onde os chalés se encontravam e, como sempre, estavam alinhados em formato da letra grega Ômega. Mas havia algo de diferente: tudo se encontrava destruído. Nem o chalé de Zeus havia escapado da depredação feita pelo exército da deusa da discórdia, Éris. Sentiu a raiva subir quando viu o chalé de seu pai, Ares, com o arame farpado caído, a cabeça de javali empalhada estava caída no chão, distante do Chalé 5, e o vermelho da estrutura não era mais tinta. Era sangue. Sem contar que o chalé ardia com um fogo verde. Fogo grego.

Aquilo foi a gota d’água. Abriu caminho pelo campo de batalha e decidiu que defenderia a entrada do Acampamento. O que na verdade era inútil, pois o ataque vinha de dois lados: dentro e fora. Pelo canto do olho observou Peleus – o dragão protetor – lutar contra alguns dos invasores. Ele rugia e atacava com suas garras e seu sopro cáustico sobre os demais monstros, enquanto alguns arqueiros lançavam flechas de bronze em direção à massa de criaturas que insistia em invadir o campo.

Harpias. Dracaenaes. Escorpídeos. Aranhas. Haviam centenas de criaturas debandando sobre o Acampamento Meio-Sangue. Ao seu redor, tudo queimava, fosse em fogo normal, grego ou infernal – mesmo com a chuva o fogaréu continuava. E o que mais o incomodou foi ver que dezenas de semideuses lutavam contra si. Uns tentando defender o que era seu por direito, outros por um novo tempo, um novo domínio sobre a Terra: o reinado de Éris.

Enquanto corria em direção a entrada do Acampamento, Damon encontrara Richard, um filho de Apolo. Mesmo com a diferença entre os chalés, os dois sempre se deram bem ali. Ele tinha cabelo castanho claro e olhos cor do céu. Havia um ferimento acima do seu olho que sangrava muito. O filho do deus do sol tinha uma espada embainhada e nas mãos carregava um arco, nas costas ele levava uma aljava de flechas.

“Quíron está recuando!” Ofegou Richard. “Disse que era para irmos para o Clube da Luta.”

Damon assentiu, mas não respondeu com palavras. Estava concentrado em uma luta contra uma Dracaenae. Ela surgira em meio ao caos e fumaça. Carregava uma lança nas mãos e um escudo circular na outra. Estava coberta de armadura, porém sua cauda de serpente estava sem proteção alguma. A criatura era ágil e feroz e tinha uma perícia com a tal lança que invejou o filho de Ares.

A Dracaenae dava estocadas rápidas e ágeis, porém Damon era tão ágil e rápido quanto. As hastes das lanças se encontraram diversas vezes e em algumas dessas colisões de armas, o filho da guerra jurou que pôde ver faíscas. O monstro tentou fincar a ponta da lança no semideus, que colocou o escudo circular de metal na frente do ataque. Aquela intervenção deve ter ocasionado alguma pressão no punho da Dracaenae, pois ela rangeu os dentes e demonstrou esforço e descontentamento.

“Deixe-me acabar com você logo, semideusss!” Sibilou a mulher-serpente. “Esssta guerra já esstá ganha! Não vê? Érisss venceu.”

O filho de Apolo, Richard, que estava de costas para Damon, agora lutava contra uma Hárpia gorda e maior que o normal com sua espada, pois seu estoque de flechas havia chegado ao fim.

“Esta guerra pode até ter sido ganha já.” Arfou o filho de Ares, dando uma nova estocada na Dracaenae. Ela colocou o escudo na frente e o meio-sangue sentiu a dor no pulso causada pelo impacto de sua arma contra o escudo. “Mas você verá o reinado de Éris diretamente do Tártaro!”

Damon chegou à conclusão de que Ares deve ter ajudado, ele não sabia ao certo. Poderia até ser um poder herdado de seu pai. Mas ele sentiu uma fúria invadir seu organismo, sua alma. O semideus precisava vencer aquele duelo. Atacava sem deixar brechas para a Dracaenae, tanto que ele podia ver uma mistura de esforço e desespero no rosto da criatura que se defendia e se esquivava. Por um tempo, não vinha ataques de sua oponente. Damon estava tão focado naquele combate que nem percebera que seu amigo Richard havia se afastado com a Harpia e lutava contra a criatura a alguns metros de distância dele.

Sua respiração estava arfando. Será que esse troço nunca vai abrir uma brecha? Indagou Damon em pensamento, enquanto cerrava os dentes. Mal sabia que quem abriria uma fresta para o ataque da oponente seria ele. Por um descuido, sua lança foi arremessada a alguns metros de distância. A Dracaenae se aproveitou do momento e desferiu um golpe com a haste da lança na costela do semideus. Sua respiração falhou. Uma dor insuportável invadiu seu corpo e ele caiu no chão, sujando seu rosto de lama.

A criatura riu da desgraça do filho da guerra. Virou-o de abdômen para cima e arrancou o escudo de seu braço. Queria que ele visse sua morte. A mulher com cauda de serpente subiu em cima de Damon e ele pôde sentir sua escama gélida. Não era possível que morresse ali. Ele era o filho do deus da guerra, não cairia tão facilmente. Não era de sua natureza e nem da de seu pai render-se assim.

A costela ainda doía. Sua mão agarrava a cauda serpentina da Dracaenae tentando afastá-la de cima dele, até que seus dedos passaram pela faca que estava embainhada em sua cintura. Não era o seu fim. Ainda havia esperança.
Ele desembainhou a faca sem a criatura perceber.

“Diga ssuass últimass palavrass, criatura de Aresss.” Sibilou a Draecanae, que, segurando a lança com as duas mãos, preparava-se para fincar sua ponta no corpo de Damon.

O semideus segurou firme o cabo da faca.

“Espero que receba boas vindas no Tártaro.” E enterrou a lâmina na cauda escamosa da Dracaenae.

Por apenas alguns segundos, a expressão da criatura mudou de satisfação para terror e então ela explodiu numa nuvem dourada.

Damon agarrou sua lança que estava jogada, seu escudo e olhou na direção de Richard. O amigo passava uma situação bem apertada com a Harpia de quase dois metros de largura. O filho de ares mirou sua lança bem no meio das omoplatas do monstro e arremessou sua lança. A Harpia transformou-se numa chuva de pó dourado e a arma de Damon caiu no chão antes de acertar o filho de Apolo.

Era difícil seguir em frente e deixar o Acampamento à mercê dos invasores, mas o que eles poderiam fazer? Até o filho da guerra sabe a diferença entre loucura e ser herói e, naquele momento, ficar ali era sinal de que sua mente não estava nada saudável.

Os dois semideuses comeram um pouco de Ambrosia – que para Damon tinha gosto de bolo de festa de aniversário com glacê – e rumaram para fora do lugar. Seu destino era Nova York e depois de lá eles seguiriam viagem para o Clube da Luta que Quíron havia falado.

Can't you see we livin' in a war zone?


ADENDO:

- Em um diálogo a Dracaenae chama Damon de "Criatura de Ares" porque reconhece o javali (símbolo do deus) no escudo do rapaz.
- Richard é um NPC
ARSENAL:

Faca [Sua lâmina bronzeada mede cerca de 24 cm, e seu cabo tem o mesmo comprimento padrão. É bastante afiada e é perfeita para ataque ágeis e rápidos. O bom desta arma é sua eficiência tanto para mãos hábeis quanto para manuseios mais inexperientes, pois é uma arma curta, fácil de esconder e ao mesmo tempo fácil de manusear. Seu punho é feito de aço, mas uma camada de couro escuro cobre o aço para que o usuário possa segurá-la firmemente. Na parte inferior da lâmina, próxima ao cabo, há entalhado as siglas do Acampamento "CHB"; uma propriedade que só os meio-sangues e criaturas místicas podem ter e usar (ajuda um pouco na destreza)] {Bronze, aço e couro} (Nível mínimo: 1) {Nenhum elemento} [Recebimento: Administração; item inscrição padrão do fórum]

{Wrath} / Lança de artilharia [Lança longa, de 2m de comprimento. O cabo é feito de mogno, recoberto em bronze sagrado, sendo resistente porém mais leve que uma lança comum. A ponta é de bronze sagrado. Em toda sua extensão pontos avermelhados podem ser vistos: são engastes em rubi, decorando o cabo.] {Bronze sagrado, mogno e rubi} (Nível Mínimo: 1) {Não controla Nenhum Elemento} [Recebimento: Presente de Reclamação de Ares]

{Stunt} / Escudo [Escudo circular feito de metal com uma cabeça de javali esculpida em seu centro. Banhado em bronze, este fica em um tom avermelhado quando usado em batalha, representando sua segunda camada de bronze sagrado. Transforma-se em uma braçadeira de spikes no nível 20.] {Bronze sagrado (Nível Mínimo: 1) {Não controla Nenhum Elemento} [Recebimento: Presente de Reclamação de Ares]
PODER UTILIZADO:

Fúria [Nível 01]
Ares nunca foi famoso pela calma ou paciência e, quando em batalha, deixa-se levar pelo espírito de combate. O mesmo ocorre com seus filhos. Ao ativar este poder, o semideus entra em um estado parcial de fúria - ele ainda pode diferenciar amigos de inimigos, e sua mente fica focada em combate, de modo que poderes mentais contra eles são reduzidos em 10%. Contudo, isso faz com que poderes que exijam calma e concentração ou mesmo foco detalhado não possam ser ativados/ utilizados. Por outro lado, lhes fornece uma bonificação de dano de 25%, desde que em ataques corporais (seja com ou sem armas) por três rodadas (considerando apenas dano base, não proveniente de poderes, elementos e afins que a arma possua). Não modifica a chance de acerto, contudo. 1 vez por combate. [Modificado, antigo "Agressividade e selvageria]
DAMON R. GRINT
I GAVE MYSELF
TO LIVE WITH TO FACE TO
DIE



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Re: — chained souls (EVENTO / ENCERRAMENTO)

Mensagem por Jeff Smith em Ter 13 Mar 2018, 23:36



Chained Souls - The end


Durante todo o caminho minha mente entrou em um looping de memórias. Tudo o que eu passei no acampamento rodava em minha mente, como o filme mais longo da história. Contudo, não era um filme bom, pois o final desse filme era a destruição do acampamento. Os raios caindo, os campos de força protegendo meus amigos e a mim. Não prestei atenção no caminho, nem mesmo prestei atenção no local que fomos parar. Tudo aconteceu muito rápido. Chegamos, descemos e as irmãs cinzentas foram embora.

Olhei para o lugar em que estávamos e senti que alguma coisa estava errada. Eu não saberia dizer o que era, só sabia que eu precisava sair daquele lugar. Sem dizer nada para os outros que estavam comigo, ativei meu teleporte, indo para o lugar que eu deveria estar fugindo: o Acampamento Meio Sangue.

Depois que a luz azulada se dissipou, me vi de volta a praia do acampamento. Curiosamente quase no mesmo lugar em que eu estava quando o maremoto me atingiu. Eu não sabia exatamente o que estava fazendo ali. A qualquer momento algum aliado de Éris poderia me encontrar e me matar.

Ao mesmo tempo em que eu sabia que tinha que sumir dali o mais rápido possível, algo me segurava. Era uma sensação estranha, como se eu não tivesse terminado minha missão naquele lugar. Contudo, eu não saberia dizer qual missão era essa, pois tudo o que eu fiz durante o ataque fora me defender de coisas que estavam além do meu controle.

Decidi entrar na floresta. Peter havia visto um grupo de semideuses andando por lá. Talvez algum ainda estivesse vivo e precisando de ajuda. Puxando minha espada e ativando meu escudo, comecei a andar.

Fazia meu caminho com extremo cuidado, atento a qualquer barulho. Depois de tudo o que aconteceu, a floresta estava silenciosa demais. Era normal escutar alguma dríade andando pelo lugar, ou então o rosnado de algum monstro. Agora, porém, apenas o silêncio era escutado. Era o pior som que eu poderia escutar naquele momento, pois eu conseguia ouvir os lamentos das pessoas que haviam morrido ao defender o acampamento. Eu realmente agradeci aos deuses quando um barulho me fez sair do meu estupor mental.

Era um pedido de socorro. Tão fraco que quase não escutei. Olhei ao meu redor, procurando a fonte do pedido. Quando encontrei a pessoa que estava emitindo o pedido, meu coração falhou algumas batidas.

Um garoto e uma garota estavam encostados em uma árvore. O garoto estava amparando a garota, que estava com a perna machucada, vertendo sangue em uma velocidade alarmante. Sem perder tempo, fui até os dois e coloquei minha mão no busto da jovem, emitindo uma luz azulada e transformando minha energia em vitalidade para a garota.

Enquanto eu fazia a transferência de energias, os olhos da garota encontraram os meus. Olhos heterocromáticos, uma característica marcante dos filhos de Afrodite. Porém, quanto mais eu prestava atenção naqueles olhos, mais o rosto de Catherine vinha à minha mente. Eu não havia recebido notícias dela desde a invasão. Não sabia se ela estava viva ou se havia perecido. Meus olhos se encheram de lágrimas, porém eu os fechei fortemente, retendo meu choro. Eu precisava ser forte, porque aquele casal precisava de um guerreiro naquele momento, e não de um garoto preocupado com sua tutora.

Assim que o processo acabou, a perna da jovem não estava completamente curada, mas era o suficiente para que o sangramento parasse. Então olhei para o garoto, que estava com uma expressão estranha no rosto, como se ainda não tivesse percebido a gravidade da situação.

— Nós temos que sair daqui. O inimigo pode nos ver a qualquer momento. — Minha voz era apenas um sussurro, pois eu temia que algo pudesse nos atacar. — Eu vou tirá-los daqui. Só preciso de um tempo para me recuperar e então posso nos teleportar até o Clube da Luta.

— Tudo bem. Mas por hora, acho melhor ficarmos aqui. Luna não conseguirá andar por muito tempo. — Quando o garoto falou, um leve zumbido invadiu minha mente. Porém eu não associei a nada alarmante. Apenas concordei com o garoto e avisei que iria vigiar o perímetro enquanto esperava meu poder retornar.

Puxei minha espada da bainha presa às minhas costas e ativei meu escudo. Meus olhos expandiram minha visão, conseguindo visualizar mais coisas que o normal. Mas o que realmente me assustou foi meu colar gelar meu peito. Rapidamente observei todo o meu entorno e a única coisa que encontrei foi o garoto olhando para mim, com uma expressão calma demais para a situação. Ele já não estava mais amparando Luna e sim estava de pé ao seu lado.

— Algum problema? — Perguntei, enquanto lentamente me preparava para uma possível batalha.

— Sim. Você ainda está vivo. Éris foi bem clara: destruir os que ajudam os deuses. — O garoto apontou sua mão em minha direção e um arco de raios saiu dela, atingindo meu peito e me fazendo voar para longe.

O ar foi expelido de forma brusca dos meus pulmões no momento em que eu caí no chão. Minha vista embaçou, e eu via tudo fora de foco. Porém conseguia ouvir claramente a risada do, aparentemente, filho de Zeus.

— Você realmente é um filho de Atena? Não está parecendo, já que foi burro demais para voltar aqui. — Ótimo, mais um filho de Zeus me atacando. As coisas não poderiam ficar melhores.

— Um espião de Éris. — Minha voz saiu atropelada, como consequência do ataque que sofri. — Imagino que tenha mentido para Luna, dizendo que era um filho de Zeus legal, que queria proteger o acampamento e tudo o mais.

— Parabéns, Capitão Óbvio. — A risada que saiu da boca do arauto era carregada de desprezo. — Aquela tola caiu fácil no meu papo. Mas afinal, filhos daquela vaca da Afrodite são fracos. Não merecem nada mais do que a morte.

— Conheço uma filha de Afrodite que te mataria em segundos. Reze para nunca a encontrar. — E com isso, joguei meu escudo em direção ao filho de Zeus, que conseguiu se desviar parcialmente, não tomando o golpe em sua integridade, mas ainda assim recebendo o impacto em seu ombro.

O escudo voltou para minha mão, na hora certa, pois a fúria acometeu o garoto, que soltou mais um arco de raios em minha direção, mas dessa vez eu estava preparado. Usando meu escudo, absorvi todo o poder jogado em minha direção e o refleti para meu atacante. Eu sabia que isso o beneficiaria mais do que a mim, mas era o suficiente para criar minha distração.

Com um pouco de concentração, quatro copias minhas surgiram, o rodeando. Ele ficou rodeando em seu próprio eixo, procurando o verdadeiro eu. No momento perfeito, estendi minha mão em sua direção, e uma rede azul se materializou, indo em direção ao filho de Zeus, o prendendo como um inseto preso em uma teia de aranha.

Lentamente, andei até ele. Quando cheguei a sua frente, peguei seu rosto e o segurei firme.

— Eu não vou te matar, pois eu não sou assim. Mas torça para que nossos caminhos nunca se cruzem novamente. — E então o larguei ali, ainda preso pela minha rede de energia.

Corri até Luna. Ela estava desmaiada, mas ainda viva. Então, usando minhas últimas forças, usei meu teleporte até o clube da luta. Deixei-a com um sujeito mal encarado e, depois de me certificar que ela iria ficar bem, saí andando pelas ruas de Nova York, em direção a casa da única pessoa que poderia me receber. Meu pai, John Smith.

ARMAS:
{Strategy} / Escudo [Escudo médio de bronze sagrado. Possui uma pequena coruja entalhada em seu centro. O escudo tem uma superfície muito lisa, denotando um exímio trabalho de forja, sem imperfeições. No nível 20 transforma-se em um bracelete com entalhes similares ao do item.] {Bronze Sagrado} (Nível Mínimo:1) {Não Controla Nenhum Elemento} [Recebimento: Presente de Reclamação de Atena]

Anima Bracelet. [Um bracelete de prata com o desenho de borboleta em ouro. Esse bracelete pode ser ativado com o desejo mental do usuário e transforma-se em uma corrente que pode medir 10m. Essa corrente é feita de prata e ouro sagrado, bastante resiste a tal ponto de ser semi-indestrutível. Ela obedecerá aos comandos mentais do mentalista com perfeição, independente do nível que ele esteja.] [Materiais: Ouro Sagrado e Prata Sagrada] (Nível mínimo 1) {Elemento: Psíquico} [Recebimento: presente por ser mentalista]

Yin Yang. [Uma espada de punho prateado e com um desenho bem talhado de uma borboleta em azul. Sua lâmina é de uma beleza diferenciada, pela divisão do cume central, metade dela possui um material negro e a outra metade é feito de prata sagrada. Seu corte é duplo e sua ponta afinada, uma espada bastante resistente. Ela possui uma habilidade de ativar um segundo modo em que a espada original se divide em duas, uma de lâmina totalmente preta e outra de prata sagrada. Nesse segundo formato a sua resistência diminui um pouco, porém seu corte fica extremo, podendo cortar metais pesados e causar efeitos sobre armas sagradas. Essa espada vem em uma bainha preta com entalhes azuis em borboletas, ela se adapta ao corpo do mentalista podendo ser usada do modo que este desejar carregar a espada.] [Materiais: Prata Sagrada e Material Negro] (Nível Mínimo: 1) {Elemento: Psíquico} [Recebimento: Presente por ser mentalista]

{Protection} / Amuleto [Feito de pedra d'água, o amuleto encantado é quadrado, com pontas arredondadas e gravado com uma runa antiga cujo significado é "proteção". Quando o usuário está em perigo, sua temperatura diminui, dando a impressão de estar molhado, a fim de avisar o dono.] (Nível mínimo: 3) {Elementos controlados: magia} [Recebimento pela missão "O Mundo de Semideuses", avaliada e atualizada por Hécate.]

PODERES:
ATENA:
Passivos

Nível 1

Inteligência natural - Filhos de Atena possuem a mente rápida, capaz de elaborar planos com facilidade mesmo em situações em que se encontram em desvantagem. Quando seus ataques envolvem uma estratégia (indo além dos golpes diretos, e com a linha de pensamento explicada, dentro do que é coerente) seus ataques ganham uma chance de acerto 10% maior (mas não afeta dano nem a capacidade do alvo de se defender). Não se aplica à estratégia em equipe. [Modificado]

Nível 2

Perícia defensiva - Os filhos de Atena conseguem usar broquéis e escudos com mais familiaridade, intuindo até que ponto eles podem efetivamente protegê-lo e até usando-os em manobras simples (mas não de forma sobrenatural - isso depende de certos poderes ativos). A perícia não fornece ao semideus a capacidade de empunhar o item se ele não possuir condições (por exemplo, mesmo tendo a perícia alguém usando uma arma que exige as duas mãos não vai conseguir empunhar um escudo). [Modificado]

Nível 3

Combatente ágil - Filhos de Atena tendem a ser mais esguios e velozes do que fortes, em termos físicos. Isso faz com que tenham mais chances de acerto em combates corporais com armas de curta distância. Sua agilidade usando armas corpo a corpo é ampliada em 10% durante as batalhas. [Modificado, antigo "Agilidade"]

Nível 5

Visão de Batalha - Assim como a coruja parece ter uma visão mais ampla do que ocorre ao seu redor, os filhos da deusa, em batalha, poderão desfrutar de uma visão mais ampla, de até 270º, permitindo assim melhores ataques ou defesas. Ainda existem pontos cegos, contudo, e só afeta os semideuses em combate.

Nível 16

Sabedoria - A sabedoria mais do que o conhecimento reflete a habilidade de aplicar ele de forma efetiva. Está vinculada à consciência e a atenção do personagem em relação ao mundo. A sabedoria vai além da inteligência e, por isso, é apenas agora que tal habilidade é adquirida. Os filhos de Atena agora tornam-se capazes de avaliar melhor sua situação, adquirindo uma espécie de bom senso: quando confrontados em uma situação de escolha, com base nas informações que possuem, são capazes de decidir o caminho menos danoso. O resultado final, contudo, ainda pode ser modificado, uma vez que a base dessa decisão é o conhecimento do próprio personagem, que nem sempre é completo. Cabe ao narrador definir até que ponto o conhecimento do semideus influencia, e ser justo ao indicar sua melhor opção - que não necessariamente será bem sucedida. Não se aplica a situações comuns de combate. [Modificado]

Nível 17

Sentir motivação - Você é capaz de descobrir se alguém está blefando, mentindo, discernir mensagens ocultas em diálogos ou perceber se uma criatura está sendo influenciada por encantamentos. Contudo, ainda que seja capaz de notar tais mudanças, não consegue descobrir necessariamente o que está oculto - ou seja, sente a mentira, mas nem por isso obtem a informação verdadeira. Alguns poderes podem bloquear seus sentidos quanto a isso, e poderes e encantamentos muito mais fortes que estejam agindo sobre outras pessoas podem não ser detectados pelo nível (10 ou mais de diferença).

Nível 19

Sentidos ampliados: Visão e Audição - Assim como as corujas, o filho de Atena terá sua visão e audição otimizadas, tendo sua acuidade e alcance ampliados em 50%, de forma que se tornam mais perceptivos ao que ocorre à sua volta.

Nível 23

Reflexos de Batalha - Seus reflexos estão agora mais apurados do que nunca, e sua experiência em combate torna-o naturalmente mais esquivo, como uma segunda natureza. Sua esquiva e reflexos são ampliadas em 10%. [Modificado]

Ativos

Nível 4

Escudo Bumerangue - O filho de Atena poderá usar seu escudo como bumerangue, lançando-o contra o adversário e fazendo com que ele volte para suas mãos. O alcance é de até 15m em linha reta. O escudo retorna no turno seguinte, impossibilitanto seu uso no período. O escudo retorna se acertar o alvo, for bloqueado ou encontrar um obstáculo ou alcançar a distância máxima do poder. Não afeta escudos de corpo. Broquéis podem ser utilizados, mas devem ser soltos antes do uso. [Modificado]

Nível 8

Enredar - Atena também é a deusa dos ofícios manuais, conhecida principalmente pela tecelagem, campo em que Aracne ousou desafiá-la. Ao ativar este poder, o filho de Atena torna-se capaz de lançar uma espécie de rede de energia em seu inimigo, dificultando seus movimentos. Inimigos com pelo menos dois níveis de diferença, ficam presos na rede. De nível igual ou inferior ficam presos, não podendo se movimentar ou usar poderes de teleporte e similares (intangibilidades ainda são efetivas se estiverem ativas antes de serem enredados), se acertados, mas ainda podem atacar e se defender sem sair do lugar. Inimigos de nível mais alto apenas perdem  metade da locomoção e ficam com a limitação de teleporte. A penalidade cai conforme a diferença de nível (1 turno a cada 10 níveis acima) mas será sempre no mínimo de 1 turno, independente das condições e habilidades do alvo. Dura 3 rodadas. Alcance em linha reta de 10m. Atinge apenas um oponente por vez. [NOVO]

PSIQUÊ:
Passivos


◉ Nível 2. Memória fotográfica: Tudo o que você ver ou ler ficará gravado em sua memória por anos, serve tanto para imagens para textos.

◉ Nível 7. Detector de Mentiras: Sabe exatamente quando uma pessoa está mentindo ou não, é como se sua mente se agitasse na presença da mentira.

◉ Nível 10. Empatia: Você sabe exatamente o que o outro está sentindo em termos de emoções.

◉ Nível 20. Telepatia Avançada: Controle total, podendo escolher a hora que vai escutar os pensamentos ou não e também se comunicando livremente através dos pensamentos.

◉ Nível 18. Motivador: Palavras de incentivo sempre dão certo quando são propagadas por você, podendo animar ou desanimar alguém, o motivando ou desmotivando a fazer algo.

◉ Nível 25. Linguística. Capacidade de se comunicar com qualquer idioma, humano, animal ou extraterrestre. Isto significa que a pessoa pode ler códigos escritos em outros alfabetos, entender o que pessoas falam em outras línguas, e até mesmo decifrar textos escritos em código, criptografados.

Ativos

◉ Nível 14. Ilusionismo intermediário: Consegue causar ilusões bem definidas, no máximo 5, de você mesmo ou de um objeto ou de um animal. Dura apenas seis turnos.

◉ Nível 28. Mestre do teletransporte: Pode teletransportar-se para qualquer lugar e distância.


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Re: — chained souls (EVENTO / ENCERRAMENTO)

Mensagem por Afrodite em Sab 17 Mar 2018, 12:19


Chained Souls
Encerramento Interno – Avaliação

Sobre a avaliação: os pontos de experiência estarão divididos em quatro categorias (coerência, CEF, objetividade e ortografia), onde na pontuação destas será aplicada um multiplicador de duas vezes, levando à pontuação máxima possível no evento de 200 pontos de experiência.

Sobre itens, riscos e reavaliações: caso o player não atinja o rendimento mínimo de -% (- XP), será declarado morto segundo o sistema de dificuldades vigente no fórum. Por ser uma atividade extra, salientamos que não haverão descontos de status ou mortes (mas só dessa vez, ok?). Para que seja adquirido a premiação de item (ou a sugestão de recompensa do player), deverá ser atingido o rendimento mínimo de 75% (150 XP). Caso seja desejo do player, poderá ser solicitada uma reavaliação, contanto que a justificativa dada seja julgada plausível. Prioritariamente, a avaliação será refeita pelo narrador primário (Afrodite ou Hades).



Senti que sua narração faltou ação por parte de Matt. Para mim, isso foi mais um post de interação ou algo do tipo. Apenas foi narrado o que aconteceu; que o Acampamento perdeu a batalha, que estavam todos desamparados etc.. Como dito nas orientações, era necessário narrar algum tipo de dificuldade, e a única que consegui identificar em seu texto foi a discussão/conversa com Silvia e, talvez, os ferimentos. Gostei, porém, do desenvolvimento deste diálogo, e acredito que conseguiu descrever bem o efeito da batalha sobre Matt.
    Coerência: 95/100
    Coesão, estrutura e fluidez: 45/50
    Objetividade e adequação à proposta: 15/30
    Ortografia e organização: 20/20
    Total: 175/200
      RECOMPENSA FINAL: 175xp + item.

Jung, você já sabe que gosto do seu estilo de escrita. Ele flui fácil, sem nenhum problema, e é possível envolver-se em seu texto sem problemas. Só gostaria de chamar sua atenção para duas coisas; o uso de minúsculas e maiúsculas após o travessão de uma fala (use maiúsculas se a fala acabou com uma pontuação) e - pessoalmente -, achei que seu texto poderia ter um pouco mais de descrições, mais algumas situações (por exemplo, descrever um dos quatro "salvamentos" feitos por seu grupo).
    Coerência: 95/100
    Coesão, estrutura e fluidez: 50/50
    Objetividade e adequação à proposta: 25/30
    Ortografia e organização: 20/20
    Total: 190/200
      RECOMPENSA FINAL: 190xp + item.

Não tenho nada se não elogios pelo seu texto. Surpreendi-me com sua escrita, e como conseguiu envolver-me do começo ao fim. O único errinho que encontrei foi a falta do travessão ao "fechar" sua fala em "(...) [i— Para onde estamos todos indo? No mesmo instante,][/i] (...)". Fora isso, meus parabéns!
    Coerência: 100/100
    Coesão, estrutura e fluidez: 50/50
    Objetividade e adequação à proposta: 30/30
    Ortografia e organização: 19/20
    Total: 199/200
      RECOMPENSA FINAL: 199xp + item.

Cara. Sua escrita é impecável, não tenho a reclamar dela. Não encontrei nenhum erro de português, embora queria "reclamar" da maneira que escreve suas falas; procure usar aspas ("") ou travessão (—) para separá-las do resto do post, se não fica um pouco confuso para o leitor distinguir fala da narração. E apesar de ter gostado de sua escrita, e o modo como envolve o leitor, o texto foi basicamente a narração da luta. Nem o modo como o garota saiu do acampamento foi descrito. Algo fácil de melhorar, tenho certeza.
    Coerência: 100/100
    Coesão, estrutura e fluidez: 50/50
    Objetividade e adequação à proposta: 25/30
    Ortografia e organização: 19/20
    Total: 194/200
      RECOMPENSA FINAL: 194xp + item.

Você tem uma escrita boa e tenho certeza que sabe disso. Agora eu sei disso também, e meio que é única coisa que eu tenho pra falar (-q). Não teve erros, fez tudo certinho, parabéns.
    Coerência: 100/100
    Coesão, estrutura e fluidez: 50/50
    Objetividade e adequação à proposta: 25/30
    Ortografia e organização: 20/20
    Total: 200/200
      RECOMPENSA FINAL: 200xp + item.

Parabéns. Cumpriu o que foi pedido, inseriu a trama do personagem e fez tudo muito bem. Só tenho elogios mesmo e eh isto. q
    Coerência: 100/100
    Coesão, estrutura e fluidez: 50/50
    Objetividade e adequação à proposta: 25/30
    Ortografia e organização: 20/20
    Total: 200/200
      RECOMPENSA FINAL: 200xp + item.

Um erro de acentuação, um de pontuação e alguns de colocação pronominal, que não são tão cobrados. Atente-se às regras do uso da crase e se lembre que, quando um advérbio ou uma locução adverbial for deslocado (ou seja, estiver no começo ou no meio da frase), deve ser separado por vírgulas. Apenas isso e tenho certeza que você consegue chegar no 100/100. Parabéns, foi uma boa narração.
    Coerência: 100/100
    Coesão, estrutura e fluidez: 50/50
    Objetividade e adequação à proposta: 25/30
    Ortografia e organização: 18/20
    Total: 193/200
      RECOMPENSA FINAL: 193xp + item.

Não tenho muito a comentar. Sua narração prendeu-me, mas senti que o começo de seu texto ficou um pouco confuso, não possibilitou que o leitor se orientasse. Além disso, senti que o texto ficou um pouco corrido, principalmente o final.
    Coerência: 97/100
    Coesão, estrutura e fluidez: 49/50
    Objetividade e adequação à proposta: 25/30
    Ortografia e organização: 20/20
    Total: 191/200
      RECOMPENSA FINAL: 191xp + item.



Com isso, as avaliações estão encerradas. Aqueles que obtiveram rendimento, receberão o seguinte item:

— {Run} / Par de Tênis [Tênis preto com detalhes brancos, que parecem tênis normais. Entretanto, quando em uso, o item oferece uma facilidade maior em se esquivar de golpes e ataques diretamente feitos ao usuário (ou seja, se ele por acidente estiver na linha de tiro, o efeito não conta). Pode-se quantificar a vantagem em 15%, sendo a palavra final do narrador.] {Tecido} (Nível mínimo: 15) {Nenhum elemento} [Recebimento: encerramento interno do evento Chained Souls, avaliado por Afrodite e Hades e atualizado por ___.]


Aguardando atualização.
Afrodite
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Re: — chained souls (EVENTO / ENCERRAMENTO)

Mensagem por Éris em Sab 17 Mar 2018, 12:39


atualizado

Éris
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Re: — chained souls (EVENTO / ENCERRAMENTO)

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