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{No Tomorrow} — RP fechada entre Catherine e Alec

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{No Tomorrow} — RP fechada entre Catherine e Alec

Mensagem por Alec Lochees em Sex 06 Abr 2018, 01:24

no tomorrow
Worn out places
Worn out faces

Vira-latas latiram, correram, derrubaram o lixo e ganiram. E em seguida veio o silêncio... Aquele silêncio que se instala madrugada afora, sombrio e repleto de segredos; perturbador e inquietante, mas também melancólico e triste; silêncio de começo de inverno; silêncio frio, saudosista e misterioso.

Para fazer companhia ao silêncio, duas almas vagantes e corrompidas (em proporções diferentes, claro): a filha de Afrodite, cuja fé ainda persistia nos deuses; e o filho de Zeus, cuja fé em qualquer coisa morrera com o tempo. Apenas os três naquela madrugada chuvosa e mórbida. E, dependendo do que o destino lhes guardava, no fim talvez restassem apenas dois.

* * *

• RP fechada.
• Passa-se numa rua deserta e suja do Queens.
• Condições climáticas: céu nublado, chuva fraca e noite de Lua nova.
• Horário: 02h42.
• Movimentação: Apenas os semideuses e alguns vira-latas.

Condições atuais:

Catherine Burkhardt: 690/830 HP, 600/830 MP.
Alec Lochees: 1090/1090 HP, 45/1090 MP.

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Re: {No Tomorrow} — RP fechada entre Catherine e Alec

Mensagem por Alec Lochees em Sex 06 Abr 2018, 02:05


no expression


A chuva caía lentamente, cobrindo todo o bairro com sua melancolia triste. Ninguém andava àquela hora na rua, exceto eu. Meus passos eram tortos e trôpegos, acreditava, e estava cada vez mais difícil andar em linha reta. Culpa do álcool. Depois de tanto beber, já não sentia mais frio ou qualquer outra coisa, como se houvesse tomado anestesia geral. Nos últimos dias aquele hábito tornara-se uma constante indispensável, e eu mergulhava cada vez mais fundo no vício proporcionado pela bebida.

Decadência, meus amigos. Uma hora ou outra chegava para todos.

Olhei para a luz de um poste pelo qual passei, e ela dançou na frente dos meus olhos. Fiquei zonzo, tropecei no meio-fio da calçada e caí numa poça d'água, deixando-me além de molhado sujo de lama. A garrafa de vodca escapou das minhas mãos, mas tratei de recuperá-la o mais rápido possível. Felizmente não se quebrou no asfalto. Levei-a à boca, traguei um gole generoso e deixei que o líquido queimasse minha garganta. A queimação do álcool era a única coisa que de alguma forma fazia eu me sentir vivo. Não completamente, mas um pouco. Lutei contra a ânsia de vomitar.

Sem qualquer condição de me pôr novamente de pé, escorei-me no muro de um prédio e fiquei sentado. A chuva tratou de limpar a sujeira e levar consigo também minha dignidade, mas não levou o cheiro ébrio impregnado em mim. O que eu havia me tornado? Para a minha sorte, minhas ideias estavam embaralhadas e desconexas demais para conseguir refletir no momento. Culpa, dor, arrependimento: Tudo desaparecia, restando apenas o humor embriagado e entorpecido.

Os milagres do álcool...

itens:
{Escarnavil} / Anel de ossos [Trata-se de um anel feito inteiramente de osso de um esqueleto de basilisco, que se prolonga do início até a ponta do dedo indicador. Possui a forma de uma serpente. Foi encontrado no cadáver de um semideus morto por Alec. Uma vez por missão, ao tocá-lo no terreno, uma rachadura se abre até que tenha o tamanho suficiente para que um basilisco escarnavil saia, invocado do Tártaro. O basilisco possui o porte de um grande carro, tendo 3 pares de pata, uma escama grossa e resistente e um olhar paralisante. O basilisco auxiliará o portador do anel em um combate mas, apesar disso, não distingue amigos e inimigos do portador. Caso o próprio invocador esteja no campo de visão do escarnavil, também correrá o risco de ser atacado, visto que o poder do anel se trata de uma prisão e o animal é puramente instintivo. O basilisco possui as condições de um monstro com NM 30, sendo um nível fixo, não podendo ser aumentado. Verificar as características e poderes da espécie no bestiário. A presença da criatura perdura por 3 turnos após a invocação, retornando ao Tártaro depois disso — isso, é claro, em caso de não sofrer uma derrota antes disso. Não recebe ordens. 1x missão.]{Osso}(Nível mínimo: 99){Não controla nenhum elemento}[Recebimento: MNIDC "Amontoados", avaliada por Christopher Mason e atualizada por Ares]

{Mjölnir} / Martelo de Guerra [Forjado em bronze celestial e contendo tiras de couro de Quimera por toda a extensão da empunhadura, além de uma alça que também é feita em couro ao final. O martelo dado por Hefesto ao seu filho possui a propriedade de jamais errar um alvo ou voar para longe das mãos de seu dono, voltando diretamente para elas sempre que lançado contra algum inimigo. Contudo, foi uma arma forjada para os deuses e, estando nas mãos de um semideus, suas propriedades acabaram um pouco enfraquecidas — embora a mira continue excepcional, uma pequena defasagem pode ser notada, fazendo com que a mira, mesmo de extrema precisão, possa falhar e errar o alvo. Ainda devido ao fato de ter sido originalmente projetada para deuses, a arma é extremamente pesada, muito mais do que qualquer arma normal, o que faz com que sua manipulação seja extremamente cansativa — deve ser usada com ambas as mãos. Caso seja roubada de seu dono, a arma se torna ainda mais pesada, de forma que apenas alguém com a força de um deus seja capaz de erguê-la, seja em sua forma de martelo ou na forma de bracelete que assume quando não está sendo usada em combate.] {Bronze celestial} (Nível mínimo: 40) {Não controla nenhum elemento} [Recebimento: Missão; comprado de Camden Navarre]

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Re: {No Tomorrow} — RP fechada entre Catherine e Alec

Mensagem por Catherine Burkhardt em Sex 06 Abr 2018, 14:43


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Catherine não gostava de perder.

A esse ponto em sua vida, depois de tantas perdas – seu pai, suas memórias, sua inocência e até mesmo, embora geralmente voluntariamente, sua escolha – a mentalista esperava que já teria se acostumado com isso. Que perder se tornaria algo tão natural que ela não mais se incomodaria. Ela havia se enganado. Pois a derrota em Alcatraz ainda era vívida e avassaladora em sua mente. Sua estadia prolongada no Clube da Luta se tornara mais um lembrete do destino cruel do acampamento e de sua falha. Mais uma falha em seu histórico.

Sentindo-se sufocada no clube, cercada de toda a negatividade dos semideuses sobreviventes e confusão dos recém-chegados, a negra deixou o local, em busca de uma distração, de qualquer coisa que desviasse seus pensamentos para os motivos crescentes de seu ódio por Éris. Por isso, depois de passar horas em um bar e perder a conta de quantas bocas haviam beijado a sua, ela vagava por uma rua deserta no meio da madrugada, enquanto a chuva caía suave, mas constante por todo Queens.

Catherine estava alcoolizada, isso era um fato, mas não o bastante para esquecer os seus problemas ou para perder qualquer um de seus sentidos. No entanto, estava intoxicada o suficiente para se teletransportar com segurança. Ela assistira Harry Potter e não correria o risco de deixar um de seus membros pra trás numa aparatação mal executada.

Com exceção de alguns cachorros, que se silenciaram momentos antes, a noite estava tão vazia e devota de vida que ao ver uma sombra encostada contra o muro de um prédio, sem nenhuma proteção da chuva assim como ela, seu cérebro não registrou que era um ser humano.

Então, ela viu a garrafa de vodka e um sorriso doloroso surgiu em seu rosto. “Mas um na merda, olha só”, pensou consigo mesma, inconscientemente se aproximando do rapaz. Um rapaz muito atraente, por sinal. Mesmo a distância, a filha de Afrodite notou a aura conturbada dele, numa mistura de sentimentos negativos, em sua maioria voltados para si mesmo, que Catherine conhecia com perfeição. Mas a mente entorpecida dele estava silenciosa demais para que ela identificasse qualquer pensamento imediato. Por alguma razão, talvez por pena, compaixão ou simplesmente por ele ser extremamente bonito, a inglesa se viu pairando sobre ele, a alguns passos de distância, estreitando os olhos para focar sua vista nele através dos pingos de água em seus cílios que atrapalhavam sua visão.

— Você não parece ser um mendigo, mas está agindo como um. Devo me preocupar com sua integridade física e/ou sanidade?
Equipamentos:
— {Pride} / Jaqueta [Uma jaqueta em estilo aviador na cor marrom. A primeira vista, parede apenas uma peça de vestuário comum, sendo que seu efeito especial é revelado quando seu usuário sofre algum ataque: o couro da jaqueta imita uma pele de dragão, sendo 50% mais resistente a ataques perfuro-cortantes que qualquer liga metálica comum, sem propriedades mágicas/especiais. Adicionalmente, dentro da jaqueta há dois bolsos, cada um com capacidade para carregar um item pequeno. Por imitar pele draconiana, a jaqueta também oferece resistência bônus de 30% a ataques de fogo e de calor.] {Couro, outros tecidos} (Nível mínimo: 35) {Nenhum elemento} [Recebimento: evento Chained Souls, avaliado e atualizado por Éris.]

— {Bloodlust} / Maça Estrela de bronze sagrado [A mais temida de todas as maças, sua cabeça contém vários espinhos de aço, agravando assim os ferimentos inimigos e perfurando armaduras mais fracas. Combina o dano impactante e perfurante com grande eficácia. Modificada para aumentar o dano por impacto em 25% e para se tornar mais leve, podendo ser utilizada com uma ou duas mãos sem dificuldade, seu cabo é de madeira resistente. Quando não está sendo utilizada, transforma-se em uma pulseira de ouro com um pingente de uma adaga embainhada em sangue.] {Madeira e bronze sagrado} (Nível mínimo: 23) {Sem elementos} [Comprado de Afonzo Alighieri, modificado por Kalled C. Almeida e atualizado por Ares]



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Re: {No Tomorrow} — RP fechada entre Catherine e Alec

Mensagem por Catherine Burkhardt em Dom 15 Abr 2018, 20:09

RP pausada à pedido dos players
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Re: {No Tomorrow} — RP fechada entre Catherine e Alec

Mensagem por Alec Lochees em Ter 17 Abr 2018, 23:20


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Apesar de o álcool ser um santo remédio nos momentos de aperto, era uma faca de dois gumes: Tanto podia fazer esquecer quanto podia fazer lembrar. E eu lembrei, com uma misto de tristeza e autopiedade, de tudo aquilo que já havia feito em vida. Todas as pessoas que fiz sofrer, todas as mortes que passaram pelas minhas mãos, todas as vezes em que uma pessoa querida se fora. Estava entorpecido, com os pensamentos nublados, mas nem isso era capaz de me livrar da sensação fria que carregava no peito.

Quem é você, Alec Lochees?, perguntei a mim mesmo entre um gole e outro da bebida. Mas a pergunta não durou muito, pois a minha atenção se voltou para alguém que se aproximava. Abri um sorriso cansado mas sincero, fitando a minha nova companhia.

— Também perdido? — perguntei ao vira-lata, que se aproximou e me cheirou. Afaguei-lhe a orelha, e ele aceitou o convite para se sentar ao meu lado. Assim como eu, estava todo molhado. — É, eu sei — respondi ao seu olhar. — A vida é uma merda mesmo.

A companhia do cachorro era agradável, e deixei que ficasse. Para ser sincero, eu me identificava com aqueles seres: abandonados à própria sorte, sem rumo e sem propósito (a não ser sobreviver). Se os semideuses tivessem raça, eu certamente seria o vira-lata desgraçado que revira o lixo e faz bagunça. E talvez fosse esta a minha única qualidade: Bagunçar as coisas. Como eu fazia isso bem...

Não reparei quando a garota chegou mais perto. Fosse por estar bêbado, fosse por estar me tornando desleixado, não importava. Só a vi quando já estava a uma distância suficiente para me matar. E eu não ligaria que ela o fizesse, mas infelizmente eu era um vaso difícil de quebrar.

— Não pareço com um mendigo? — questionei de volta, sem empregar nenhuma emoção no tom de voz. — Pois eu poderia discordar de muitas formas... Na verdade, acho que você está errada, pois eu sou exatamente um mendigo no momento. E um mendigo que não quer ser incomodado.

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{Mjölnir} / Martelo de Guerra [Forjado em bronze celestial e contendo tiras de couro de Quimera por toda a extensão da empunhadura, além de uma alça que também é feita em couro ao final. O martelo dado por Hefesto ao seu filho possui a propriedade de jamais errar um alvo ou voar para longe das mãos de seu dono, voltando diretamente para elas sempre que lançado contra algum inimigo. Contudo, foi uma arma forjada para os deuses e, estando nas mãos de um semideus, suas propriedades acabaram um pouco enfraquecidas — embora a mira continue excepcional, uma pequena defasagem pode ser notada, fazendo com que a mira, mesmo de extrema precisão, possa falhar e errar o alvo. Ainda devido ao fato de ter sido originalmente projetada para deuses, a arma é extremamente pesada, muito mais do que qualquer arma normal, o que faz com que sua manipulação seja extremamente cansativa — deve ser usada com ambas as mãos. Caso seja roubada de seu dono, a arma se torna ainda mais pesada, de forma que apenas alguém com a força de um deus seja capaz de erguê-la, seja em sua forma de martelo ou na forma de bracelete que assume quando não está sendo usada em combate.] {Bronze celestial} (Nível mínimo: 40) {Não controla nenhum elemento} [Recebimento: Missão; comprado de Camden Navarre]

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Re: {No Tomorrow} — RP fechada entre Catherine e Alec

Mensagem por Catherine Burkhardt em Ter 17 Abr 2018, 23:55


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Catherine não se incomodou com a hostilidade da resposta do homem. Talvez o álcool em corpo a estivesse entorpecendo demais para realmente entender que estava sendo dispensada ou seus sentidos turvos começavam a mesclar as emoções dele com as suas o bastante para que achasse que seu desejo que persistir na interação viesse dele.

Seja lá qual fora a causa, antes mesmo que pudesse pensar no que fazia, a inglesa encostou-se à parede, ao lado do desconhecido, deixando que a estrutura atrás dela sustentasse o peso de seu corpo.

— E eu não queria estar vagando pelo Queens a essa hora, me esfregando nessa parede imunda, mas aparentemente esse é o melhor que a noite tem para me oferecer. — Retrucou, sua voz levemente arrastada realçando ainda mais seu sotaque.

Ela estreitou os olhos, encarando-o de cima para baixo. Pelo o que captava das emoções dele, miserável seria uma palavra adequada para descrever seu estado. Um miserável que carregava muito pesar, muitos arrependimentos, assombrado pelo seu passado com uma intensidade imensa. A filha de Afrodite se perguntou se ele era um veterano. Ou se, por coincidência, as Parcas colocaram um semideus em seu caminho. Por ora, deixou o assunto quieto.

Focou em enfiar a mão no bolso interno de sua jaqueta e, depois de tatear cegamente por um tempo, retirar um pequeno coldre com uma exclamação triunfante. Inclinando a parte inferior de seu corpo para frente e, assim, manter seu equilíbrio ao pressionar suas costas contra a parede, abriu o coldre com mais dificuldade do que deveria. Deu um longo gole, sentindo o ardor do líquido enquanto sua vodca queimava deliciosamente sua boca e garganta.

— Perguntaria se você está bem, mas está bem na cara que você está na merda. E, obviamente, você não quer falar nada. Então vou falar de minha noite, que parecia estar indo bem, até dar errado. — Falou a mentalista, sem parar para respirar, seus olhos encarando um ponto a sua frente, um pouco alheia a presença intimidante do rapaz. — Eu recebi um convite pra uma festa importante aqui no Queens e como não tinha nada pra fazer, decidi ir. Recebi várias cantadas, dancei beijei, bebi de graça – essa parte é minha culpa. E aí, chega esse garoto que mal parece ter idade suficiente para beber e começa a dar em cima de mim. — A narrativa começou rápida, jogando as palavras com algumas gesticulações energéticas, como se não tivessem relevância, mas fossem necessárias para a história. E então, seu tom ficou mais sombrio e sua expressão endureceu. — E eu não consegui fazer nada, a não ser encará-lo. Por que seu rosto me lembrava de um de meus irmãos. Meio-irmão, na verdade. Normalmente isso não me pararia. Mas, dessa vez, sim. — Catherine fez uma pausa, deu mais um gole em seu coldre e finalizou: — Por que quando eu olhava para ele, eu via o corpo queimado e destroçado de meu irmão. Não foi uma visão muito excitante.

Finalmente, voltou a olhar para o homem no chão. Fazendo uma expressão de confusão, sua visão focou no animal sentando ao lado do desconhecido, tão molhado e tão triste quanto os dois humanos que lhe faziam companhia.

— Quando foi que esse cão chegou aqui? — Murmurou, mais alto do que pretendia, franzindo a testa em desconfiança.
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Re: {No Tomorrow} — RP fechada entre Catherine e Alec

Mensagem por Alec Lochees em Qui 19 Abr 2018, 21:58


no expression


Afaguei o pelo molhado e fedorento do vira-lata, deixando que as palavras da mulher inundassem o silêncio da madrugada. Não teci nenhum comentário por um tempo, permanecendo calado e taciturno, com a vodca a tiracolo para molhar a boca vez ou outra. Ignorei também o olhar de pena que ela me direcionara, deixando-a pensar o que quisesse a meu respeito. Não importava. Nada importava.

Segundo Bukowski, beber era como uma forma de suicídio em que você pode voltar à vida e começar tudo de novo no dia seguinte. E eu concordava com esse pensamento, só não sabia se queria mesmo voltar à realidade. A sobriedade era responsável por trazer tudo à tona, todos os problemas, todas as consequências da miserável vida de semideus. Não valia a pena. Eu só queria aproveitar o momento e desfrutar da paz trazida pela bebida.

Mas ela estava atrapalhando.

Respirei fundo e me pus de pé, segurando a garrafa de vidro pelo gargalo. A chuva não parava de cair, fria e cruel, lavando-me e grudando as roupas na pele. Olhei para a desconhecida fixamente, e meu semblante agora passava de sofrido a sombrio, uma vaga lembrança do meu eu arauto. Faziam apenas meses desde que deixara Éris, mas pareciam anos.

— Não sei quem é você e, para ser sincero, não tenho muito interesse em saber. Seu irmão morreu? — perguntei retórica e ironicamente. — Acostume-se. Mais vão morrer. Todos vão. A vida é uma merda, desça do seu parquinho de diversões e lide com isso.

Deixei-a absorver as palavras enquanto dava um passo em sua direção. Agora, estávamos perigosamente perto — tanto que ela podia sentir o cheiro de álcool através da minha respiração. Com a mão livre, segurei-lhe o ombro e, com a outra, levantei a garrafa ao lado de seu rosto.

Falar abertamente com um estranho pode ser ingenuidade — sussurrei num tom ameaçador, segurando-a no lugar para que não se afastasse. — Mas deixar que ele chegue perto o bastante para te machucar? Isso é burrice.

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Re: {No Tomorrow} — RP fechada entre Catherine e Alec

Mensagem por Catherine Burkhardt em Sex 20 Abr 2018, 02:15


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O silêncio que se seguiu após a fala de Catherine não a incomodou. Afinal, o mundo nunca era silencioso quando se possuía poderes telepáticos. Agora que fora retirado de seu estupor, a mente do homem revelava seus pensamentos sombrios, sua insatisfação com a vida, e aquilo dizia mais do que qualquer coisa que ele pudesse expressar verbalmente.

Então, ele se ergueu. A chuva que caía sobre os dois já havia o encharcado por completo e a filha de Afrodite pôde ver os músculos definidos de seu corpo onde o tecido molhado grudara-se à pele. Suas roupas não estavam muito melhores, embora não fizessem uma real diferença; já usava roupas curtas demais para o clima frio do estado americano. Seu curto short jeans colara ainda mais em suas coxas, a jaqueta aberta, com o coldre de volta para o bolso interno, exibia o abdômen definido exposto e o top vermelho que cobria seus seios. Em seus pés, longas botas negras paravam quase em seus joelhos.

O desconhecido se aproximou e Catherine tremeu; apenas uma parte foi resultado do frio e medo não foi um fator considerado. Ela sentia-se intimidada, claro, pois a proximidade lhe fizera reparar que havia algo sobrenatural nele, uma força divina que exalava poder. Mas não medo. O último pensamento que cruzou a mente dele antes que ele falasse foi percebido, e, de repente, aquela interação se transformara em algo diferente. Pois aquele era um semideus. E, muito provavelmente, haviam lutado em lados diferentes daquela guerra.

A mentalista o ouviu, porém sua mente, rudemente desperta em alerta, o analisava atentamente. Seus sentidos avaliavam a postura e movimentação dele, mas ela permaneceu imóvel, aparentemente relaxada. No instante que a mão dele foi esticada, Catherine entrou em ação. Uma de suas mãos segurou o pulso que agarrava a garrafa e a outra foi para o pescoço dele, logo abaixo da mandíbula, seu aperto forte o bastante para mostrar sua seriedade, mas não para causar real dano.

Com os rostos a centímetros um do outro, concluiu que ele era mais belo do que achara e havia algo na expressão carregada de dor que era estranhamente atrativa. Talvez fosse a bebida, talvez fosse o perigo da situação; a verdade era que a razão por trás do pulso acelerado dela era excitação.

— Palavras só podem ser usadas contra alguém se ele se esconde da verdade que elas carregam. Eu sofri, chorei e fiquei de luto. Mas persisti. — Retrucou a inglesa, um sorriso largo e provocativo surgindo em seus lábios, embora seu olhar fosse firme, e sua fragrância natural tornou-se mais perceptível e sedutora para o rapaz.

Devido à posição de seu corpo, a distância entre as partes inferiores deles era ainda mais reduzida. Bastou um leve inclinar para que o tocasse, praticamente encostando seus corpos. Era uma ação imprudente, mas embora a ameaça fosse verdadeira, não detectara uma real intenção com o ato. A negra estava desafiando sua sorte, ativamente usando sua sedução nele, e, para piorar, viu-se desejando que a noite não acabasse em conflito.

— Acha que me assusta? Já enfrentei coisas piores. Acha que vai me machucar, que estou indefesa? Eu posso feri-lo sem fazer nenhum movimento. — Suas palavras poderiam ser desafiadoras, mas o tom que utilizava carregava algo a mais. Sua voz estava baixa e aveludada, sua pronúncia cuidadosa, sensual. — E quanto a você, ex-arauto? Você manda eu me acostumar com a morte, mas desistiu da vida. Está jogado numa rua qualquer, bêbado, se lamentando e se flagelando pelo passado... Pessoas como nós não servem para o papel de vítima. — A mão que segurava o pulso dele empurrou o braço, afastando a garrafa da cabeça dela, mas sem soltá-lo. Os olhos heterocromáticos da filha de Afrodite foram até os lábios dele, permaneceram ali por alguns segundos e voltaram para encará-lo com intensidade. — Seja o agressor ou seja o salvador. Mas não me faça perder tempo com ameaças vazias.

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Re: {No Tomorrow} — RP fechada entre Catherine e Alec

Mensagem por Alec Lochees em Sex 20 Abr 2018, 03:29


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A risada saiu rouca e sem humor, mas foi sincera. Não esperava encontrar uma semideusa àquela hora, naquele lugar, durante o tempo de perigo que a raça meio-sangue vivia. Era no mínimo corajosa — e estúpida —, principalmente por me confrontar sem me conhecer.  Se ela soubesse de metade do que eu era capaz de fazer, talvez já houvesse fugido. Mas semideuses como ela despertavam a minha curiosidade... Sempre muito rebeldes e sedentos pelo perigo. Uma pena que morriam com grande facilidade.

Deixei que ela me agarrasse pelo pescoço, não reagindo à investida imediatamente. Tinha meios de atacá-la sem mover um músculo, sim, mas resisti e continuei imóvel. Uma parte da minha mente — aquela que sucumbira muitos anos atrás, levando-me a atos cruéis e inescrupulosos — sussurrou no meu ouvido uma dezena de meios com os quais podia torturá-la. Ignorei-a. Estava tentando me afastar de mortes, embora às vezes exigisse uma força de vontade desgraçada.

Analisei-a dos pés à cabeça, a roupa justa e molhada, o tom de voz impregnado com uma sensualidade poderosa. Senti-me atraído, é óbvio, mas era experiente o suficiente para saber que se tratava de persuasão. Em vida, matei semideuses, monstros e uma sorte de criaturas não nomeadas; conversei com deuses menores, olimpianos e primordiais; toquei a minha própria morte e a neguei.

Sabia quando alguém tentava me manipular.

— Se eu fosse você, pararia de vasculhar minha mente — falei calmamente, mas havia uma ameaça sutil nas palavras. — Pode acabar encontrando algo que te dê pesadelos.

O sorriso que abri dessa vez não tinha a intenção de intimidar, mas atrair. Acompanhei seu olhar, que estava direcionado à minha boca, e imitei o gesto, mas não fiz menção de me aproximar mais. Gostava de provocar e brincar. Deslizei a mão que estava em seu ombro, percorrendo lentamente seu braço e repousando-a em sua cintura. Meus dedos brincaram em sua pele molhada, indo parar em sua lombar.

A princípio, podia parecer que se tratava de uma provocação, e também era, no entanto tinha a intenção de checar suas armas. Não havia nenhuma à mostra, o que significava duas coisas: objetos magicamente modificados e poderes mentais. Mesmo bêbado, miserável e morto por dentro, não perdia velhos hábitos. Um guerreiro jamais esquece de como se maneja uma espada. Ainda segurando-a pela cintura, não mais agressivamente, agora mais como um amante possessivo, fiz-me ouvir:

— Não fale como se me conhecesse, garota. Outros como você morreram quando destruí seu acampamento — falei aquilo como se não significasse nada para mim. — Por que não me mostra todas essas suas habilidades? Adoraria vê-las.

Passei a ponta da língua no lábio superior, desafiando-a e esperando pela ação que justificava suas palavras.

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{Escarnavil} / Anel de ossos [Trata-se de um anel feito inteiramente de osso de um esqueleto de basilisco, que se prolonga do início até a ponta do dedo indicador. Possui a forma de uma serpente. Foi encontrado no cadáver de um semideus morto por Alec. Uma vez por missão, ao tocá-lo no terreno, uma rachadura se abre até que tenha o tamanho suficiente para que um basilisco escarnavil saia, invocado do Tártaro. O basilisco possui o porte de um grande carro, tendo 3 pares de pata, uma escama grossa e resistente e um olhar paralisante. O basilisco auxiliará o portador do anel em um combate mas, apesar disso, não distingue amigos e inimigos do portador. Caso o próprio invocador esteja no campo de visão do escarnavil, também correrá o risco de ser atacado, visto que o poder do anel se trata de uma prisão e o animal é puramente instintivo. O basilisco possui as condições de um monstro com NM 30, sendo um nível fixo, não podendo ser aumentado. Verificar as características e poderes da espécie no bestiário. A presença da criatura perdura por 3 turnos após a invocação, retornando ao Tártaro depois disso — isso, é claro, em caso de não sofrer uma derrota antes disso. Não recebe ordens. 1x missão.]{Osso}(Nível mínimo: 99){Não controla nenhum elemento}[Recebimento: MNIDC "Amontoados", avaliada por Christopher Mason e atualizada por Ares]

{Mjölnir} / Martelo de Guerra [Forjado em bronze celestial e contendo tiras de couro de Quimera por toda a extensão da empunhadura, além de uma alça que também é feita em couro ao final. O martelo dado por Hefesto ao seu filho possui a propriedade de jamais errar um alvo ou voar para longe das mãos de seu dono, voltando diretamente para elas sempre que lançado contra algum inimigo. Contudo, foi uma arma forjada para os deuses e, estando nas mãos de um semideus, suas propriedades acabaram um pouco enfraquecidas — embora a mira continue excepcional, uma pequena defasagem pode ser notada, fazendo com que a mira, mesmo de extrema precisão, possa falhar e errar o alvo. Ainda devido ao fato de ter sido originalmente projetada para deuses, a arma é extremamente pesada, muito mais do que qualquer arma normal, o que faz com que sua manipulação seja extremamente cansativa — deve ser usada com ambas as mãos. Caso seja roubada de seu dono, a arma se torna ainda mais pesada, de forma que apenas alguém com a força de um deus seja capaz de erguê-la, seja em sua forma de martelo ou na forma de bracelete que assume quando não está sendo usada em combate.] {Bronze celestial} (Nível mínimo: 40) {Não controla nenhum elemento} [Recebimento: Missão; comprado de Camden Navarre]

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Re: {No Tomorrow} — RP fechada entre Catherine e Alec

Mensagem por Catherine Burkhardt em Sab 21 Abr 2018, 00:59


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Catherine deveria estar assustada. Deveria estar intimidada. Deveria ir embora, deixar aquele semideus ali e não olhar para trás. Pois até mesmo enquanto eles mediam forças, ouvia os pensamentos mórbidos e homicidas dele, especialmente os direcionados à mentalista.

Todavia, também testemunhava a maneira ativa que ele rejeitava tais linhas de pensamento, que buscava sair daquela vida, ser diferente. E aquilo despertou sua curiosidade. E, correndo o risco de ser taxada de masoquista, instigou seu desejo. A fala dele foi respondida com uma leve gargalhada. Sim, poderia se arrepender do que veria, mas preferiria saber do que simplesmente aceitar a palavra dele. Podia estar sendo estúpida ao prolongar aquela interação, mas não daria confiança a alguém que acabara de conhecer.

A pele sob o toque do desconhecido arrepiou-se e ardeu e o olhar dela escureceu-se ainda mais de desejo. Seus olhos multicoloridos percorriam o corpo dele numa mistura de luxúria e análise em busca de ameaças, mas não encontrou nenhum indício visível de arma, o que não lhe surpreendeu nem um pouco. O braço ao redor de sua cintura a segurava com força, mas o objetivo agora era outro: o ato passara a ser sexual e calor espalhou-se por seu corpo frio e molhado, despertando seus sentidos ainda mais.

O bastante para que a fala dele a fizesse hesitar por alguns segundos. Pois a maneira como ele declarou que destruiu o acampamento carregava um significado muito maior do que ajudar na invasão. Um flash de uma conversa com seu aprendiz passou por sua mente, de um filho de Zeus que devastara o acampamento com a potência de seus raios, e Catherine questionou suas ações seguintes. Tinha certeza de que, uma vez sóbria, viria a se arrepender de suas ações. Mas naquele momento, não se importou.

— Como quiser. Você irá descobrir que meus poderes podem ser usados de formas bastante prazerosas. — Murmurou sensualmente, erguendo uma de suas sobrancelhas, ao mesmo tempo em que se concentrava nas emoções dele.

Encontrou o desejo crescente dele, agarrou-se àquela emoção e, com a ajuda de sua progenitora, amplificou a luxúria dele o máximo que pôde. Com o aperto dele, a inglesa não encontrou dificuldade alguma em envolver suas pernas ao redor do tronco dele, colocando seu peso inteiro contra a parede e colocando seus corpos ainda mais.

— Meses atrás nós seríamos inimigos. Posso dizer isso com mais segurança que muitos, mas não acho que é isso que você quer. Mais um inimigo. Ou mesmo redenção por seu passado. Então o que você quer, semideus? — A mão no pescoço dele deslizou até segurar a mandíbula dele, puxando seu rosto para frente, sentindo a vodca em sua respiração entrar em suas narinas com força total, os olhos fixos nos dele e a ponta de seu polegar acariciando o lábio inferior do homem.

Poder:
Empatia II (Nível 25)
Sem ser algo perfeito ou completo, relacionado apenas às emoções afetivas ou desarmônicas. Você pode manipular os sentimentos de outras pessoas em termos de intensidade. Por exemplo, a ira de um adversário para com você poderá ser manipulada e amenizada, assim como o amor entre duas pessoas. Isso não dura por muito tempo, mas é por tempo o suficiente para que você possa agir, e não anula completamente nem transforma em outro sentimento. Além disso, sua atitude pode interferir na mudança seja de forma benéfica ou não. Enquanto manipula isso, deve se concentrar, não podendo fazer qualquer outra ação. Contudo, agora se torna mais fácil, e a intensidade é maior, podendo usar o poder mais vezes. Duração: 3 rodadas, 2 vezes por missão.
Equipamentos:
— {Pride} / Jaqueta [Uma jaqueta em estilo aviador na cor marrom. A primeira vista, parede apenas uma peça de vestuário comum, sendo que seu efeito especial é revelado quando seu usuário sofre algum ataque: o couro da jaqueta imita uma pele de dragão, sendo 50% mais resistente a ataques perfuro-cortantes que qualquer liga metálica comum, sem propriedades mágicas/especiais. Adicionalmente, dentro da jaqueta há dois bolsos, cada um com capacidade para carregar um item pequeno. Por imitar pele draconiana, a jaqueta também oferece resistência bônus de 30% a ataques de fogo e de calor.] {Couro, outros tecidos} (Nível mínimo: 35) {Nenhum elemento} [Recebimento: evento Chained Souls, avaliado e atualizado por Éris.]

— {Bloodlust} / Maça Estrela de bronze sagrado [A mais temida de todas as maças, sua cabeça contém vários espinhos de aço, agravando assim os ferimentos inimigos e perfurando armaduras mais fracas. Combina o dano impactante e perfurante com grande eficácia. Modificada para aumentar o dano por impacto em 25% e para se tornar mais leve, podendo ser utilizada com uma ou duas mãos sem dificuldade, seu cabo é de madeira resistente. Quando não está sendo utilizada, transforma-se em uma pulseira de ouro com um pingente de uma adaga embainhada em sangue.] {Madeira e bronze sagrado} (Nível mínimo: 23) {Sem elementos} [Comprado de Afonzo Alighieri, modificado por Kalled C. Almeida e atualizado por Ares]



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Re: {No Tomorrow} — RP fechada entre Catherine e Alec

Mensagem por Alec Lochees em Sab 21 Abr 2018, 20:45


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Pude perceber a hesitação em seus olhos. Sabia que ela era uma telepata e vasculhava minhas lembranças, mas não me importei. A maior prejudicada seria ela se esbarrasse em alguma visão forte demais para sua cabecinha ingênua. Minha mente era um poço de memórias obscuras e mórbidas, e um visitante despreparado podia não gostar das coisas que veria. Problema dela, eu havia avisado.

Ante o meu desafio, ela agiu de forma imprevisível. Não esperava por uma reação como aquela, cujo intuito era me seduzir. E, de certa forma, deu certo, porque começou a borbulhar em mim uma vontade irrefreável. Meus olhos percorreram as curvas da morena com mais atenção, com mais desejo. Nem mesmo a chuva ou o álcool foram capazes de anestesiar aquela emoção. Para ser sincero, nem mesmo eu queria freá-la. Nunca fui um homem de me conter.

Eu queria fodê-la. Ali mesmo, sob a chuva, encostado na parede suja do prédio.

Quando me dei conta, minhas mãos já agarravam suas coxas e as apertavam, sustentando seu peso. Dei um passo à frente e a empurrei mais contra a parede, deixando-nos próximos o suficiente para ouvirmos o coração um do outro. Minha mão esquerda subiu, deslizando por sua pele molhada, e lhe apertei o pescoço e empurrei seu rosto para cima. Com a língua, lambi desde sua clavícula até a ponta da orelha.

O que te faz pensar que não somos inimigos agora? — sussurrei a pergunta em tom sombrio. — Eu posso te foder de muitos jeitos possíveis, e você não gostaria da maioria deles — ameacei, dando uma risada rouca em seguida. Meus lábios continuaram em seu ouvido. — Não pense que sabe quem eu sou só por ler alguns pensamentos ou me seduzir. Não está lidando com seus amigos de acampamento.

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Re: {No Tomorrow} — RP fechada entre Catherine e Alec

Mensagem por Catherine Burkhardt em Sab 21 Abr 2018, 22:46


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As mãos dele agarraram as coxas de Catherine e logo se encontrava pressionada contra a parede, seus seios colados contra o peitoral dele. Dessa vez, com o movimento repentino e firme dele, um suspiro prazeroso escapou seus lábios e um sorriso de satisfação surgiu em sua boca.

Por um tempo, esqueceu-se que aquela situação não era apropriada. Estavam numa rua qualquer, no meio de uma forte chuva, praticamente transando. E a inglesa nem ao menos tinha certeza se o homem queria matá-la ou não. Tudo o que sabia sobre ele era que havia servido à Éris durante a queda do acampamento, estava sendo atormentado por seu passado e, no momento, queria muito fodê-la. Nem ao menos sabia qual era seu nome. A língua dele traçou um caminho até a orelha dela. As pernas ao redor da cintura dele se contraíram, os pressionando o bastante para que seus sexos cobertos pudessem se encontrar. A filha de Afrodite lutou para manter sua linha de pensamento.

Suas duas mãos encontraram a nuca do semideus e seus dedos se entrelaçaram no curto cabelo da região, enquanto a mão em seu pescoço era mais excitante do que deveria, considerando quão ruim a situação poderia ficar em questão de segundos. Ainda assim, Catherine não resistiu.

— É isso que você deseja, semideus? Foder sua inimiga aqui, nesse beco sujo e escuro e depois ir embora? Já passou por sua cabeça que isso pode ser exatamente o que eu quero que faça? — Sua voz estava ligeiramente rouca de desejo, mas continuava firme. — Diga-me quem você é, diga-me o que quer. Diga-me o que quer que nos tornemos um para o outro. — Pois cabia a ele decidir: inimigos ou relutantes aliados, oponentes ou amantes. O posicionamento da mentalista já era claro o bastante.

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Re: {No Tomorrow} — RP fechada entre Catherine e Alec

Mensagem por Alec Lochees Ontem à(s) 22:35


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Transar com uma garota desconhecida numa rua do Queens não seria nem de longe o pior que já havia feito. Na verdade, talvez fosse o melhor. Mas, à medida que meus pensamentos clareavam e o álcool dava espaço a um raciocínio menos impulsivo, comecei a questionar minhas ações. A idade e o peso das consequências do passado caíam sobre os ombros, e eu já não era um adolescente inconsequente. Ou não deveria ser. Sendo assim, lutei contra a vontade de comê-la e larguei-a lentamente, desvencilhando-me de seu toque.

Você está mesmo virando um bom samaritano, pensei comigo mesmo.

— Não quero nada de você, garota. Não nos conhecemos, e para sua segurança é melhor continuar assim — falei com desdém. Olhei para a garrafa de vodca que rolara para longe, soltando um suspiro de lamentação. Seria difícil achar um lugar aberto para comprar outra. Então, uma ideia me acometeu, e voltei a encarar a semideusa. — Pensando melhor, você pode me dar algo... Uma informação.

Ficara sabendo algumas semanas atrás sobre um lugar que acolhia todo tipo de semideus. Inclusive, se minha fonte não estivesse mentindo, fora para lá que Quíron fugira após o ataque ao Acampamento Meio-Sangue. Aquilo despertou a minha curiosidade, mas não cheguei a iniciar uma busca. Agora, no entanto, estava se tornando uma ideia bem possível. Não que eu quisesse uma casa ou algo do tipo, tratava-se apenas de assuntos inacabados.

— Clube da Luta. Se me disser onde fica, eu lhe dou o meu nome — prometi.

Esperava que ela estivesse interessada em mim o suficiente para me dizer o endereço do "clube". E, ainda que não estivesse, havia uma infinidade de meios para tirar uma informação de alguém.

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