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Mensagem por 139-ExStaff em Sab 04 Ago 2018, 01:17


Encerramento Dragonborn - 3

Para quem abandonou o evento de forma justificada, ficando vivo mas recebendo a maldição, ou morreu por não postagem justificada 2x, a penalidade seria a maldição e/ou morte, a depender do caso. Para o encerramento, receberão um desconto de 50% dos status originais da inscrição caso façam o encerramento.

Aqui, a proposta é uma OP com rendimento de 75% para sobrevivência e "recompensa". A OP deve abordar os pontos do evento de forma condensada, a partir do ponto do abandono (ou seja, de obrigatório: descobrimento de dragões, viagem até um - com algum obstáculo, contato com dragão, missão conjunta ou combate, resultando no ganho de confiança e futura cura, ou na busca por meios que levem a outra luta, resultando na morte/ derrota do dragão - note que pontos abordados no evento não precisam ser repetidos, apenas indicados). O rendimento de XP será limitado a 100 XP e 50 dracmas para personagens vivos, com retirada da maldição. Para quem morreu por não postagem, a recompensa é o retorno à vida e a XP desse encerramento. Abaixo desse rendimento, o personagem pode morrer definitivamente ou pela primeira vez. Missão OP.

Personagens com maldição pelo abandono: Catherine Burkhardt (Status final: 475 HP/ 475 MP)

Personagens com morte por 2 não postagens justificadas: Jessamine H. Julie (Status atual: 507 HP/ 507 MP),
Logan Montecarlo (tatus atual: 632 HP/ 632 MP) , Melanie Gauthier (Status atual: 362 HP/ 298 MP).

— Prazo: meia noite entre os dias 03/09/18 e 04/09/18, horário de Brasília

— Não haverá aumento de prazos sob nenhuma justificativa.

— Caso o jogador não deseje realizar o encerramento, deve informar neste tópico, recebendo as punições cabíveis ao seu caso (maldição, morte, ou ambos).

— Para personagens que ainda não foram avaliados no evento original, o prazo começará a contar a partir da data em que receberem a avaliação.

— Evite observações como "considerar todos os poderes até o nível X". Quando usar uma habilidade, cite-a e diga se é passiva, ativa ou especial (caso não o faça, o uso da habilidade será ignorado);

— Templates (com barrinha, fonte muito pequena ou que seja muito estreito) ou cores que dificultem a leitura são proibidos;

— Evento original:aqui.



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Re: Grupo 3

Mensagem por Logan Montecarlo em Ter 14 Ago 2018, 08:36


cartas em uma garrafa perdida no oceano:
das palavras que escrevi às ruínas, por gabriel

    antes dos seus colegas, Logan, talvez até antes dos deuses. [porque, afinal, o Alasca é uma terra além deles, não? bom, pelo menos dos gregos, porque os inuítes, sim, pareciam bem presentes] ouso até dizer que, antes de todos os que presenciaram a queda de Alcatraz, Logan, você sabia sobre os dragões, pois já os conhecia desde que você foi atacado por um desses monstros.


das palavras que escrevi à morte, por Tânatos

    Mas daí à sua decisão de, literalmente, subir o mundo inferior já me parecia bem estúpida. Por isso, confesso que me choquei ao perceber seus passos pela escada que, no final das contas, nem era uma escada, como você descobriu na última parte do percurso. Agarrar-se à pedra como você fez e ainda por cima moldá-la quando necessário já demonstrava a tal teimosia supracitada. Entre negar a morte e praticamente escalar o Submundo, existem diferenças notáveis. Talvez a principal delas seja: nunca soube de alguém que cavou a própria saída. Tal perseverança — e, sim, imagino que isso seja um elogio — é rara de se conhecer, e posso me presumir por tê-la presenciado.


das palavras que escrevi à besta, por Um Dragão Forasteiro

    Por isso, trago esse pergaminho. Em minhas condições normais, eu seria capaz de traduzi-lo, mas receio que, aos poucos, toda leitura me deixa cansado. Escritas se tornam turvas, e as páginas estão em geral esfumaçadas. Qualquer forma de conhecimento por mim buscada, é renegada pela natureza animalesca dessa enfermidade.


"Segundo as lendas antigas, como tudo, a era dos dragões obedece ao movimento circular. Entre ciclos de ruína e glória, quando os humanos e demônios eram submetidos aos dragões, das regiões mais remotas do coração de ambas as raças maiz frágeis, surgiu o desejo de subjugar as feras que as dominavam — e, com ele, um pacto.

Da versatilidade do sangue humano e da crueldade das linhagens demoníacas, foi criada uma doença híbrida de mágica e viral, responsável por enfraquecer as faculdades mentais das feras, tornando o combate entre as facções mais justo.

Minhas pesquisas mostram que a enfermidade afeta, principalmente, a capacidade de memória e movimentação, alojando-se no cérebro e espalhando-se pela medula, já que..."


— OBLIVION.


das palavras que escrevi a mim, por Logan Montecarlo

    Também não sei qual a extensão da doença agora, mas eu começaria pela cabeça. Considerando que você ainda não se tornou bestial, nem perdeu a capacidade de movimentação, é de se imaginar que a medula ainda não tenha sido afetada. Isso significa um estágio mais primário do contágio; e, como toda enfermidade, seria mais fácil tratá-la agora.


palavras que escrevi ao próximo

Logan,

Desejo que, quando esta carta te alcance, você esteja em melhores condições.

Sei das dificuldades que enfrestaste, dos percalços que superaste e dos desafios que confrontaste — com sucesso, é necessário dizer, sem esquecer das vezes em que também falhaste, mas, mesmo assim, aprendiste. Talvez com mais propriedade do que momentaneamente imaginas, acredite-me quando digo: de tudo isso, eu sei.

Das ruínas, peço que não se esqueça da verdade. Ao abrir o peito, é com sentimentalismo que elas se mostraram vulneráveis ao mundo. Poucas vezes tanta coragem foi vista assim: frágil mas determinada, crua mas florida, indireta mas incisiva.

[nota do autor: de minha parte, palavras mais sinceras nunca escrevi.]

Da morte, é importante lembrar-se do peso que uma mera troca de palavras pode exercer. Sabemos que, em relação à linguagem, existem segredos mil desconhecidos; um deles, porém, nós descobrimos. Disso, é preciso sentir orgulho.

Da besta, Logan, ainda não sei como explicá-lo, mas creio que, por si só, a confiança de um dragão não é dada a um qualquer. Assim, se minhas palavras não chegam a enaltecer suficientemente o fato, aproveite-o por si só.

E, de ti, bom... Talvez de ti tu quem devesse falar. Conheces melhor a própria história do que ninguém, não?, embora eu particularmente me coloque em vantagem nessa competição.

Porque sei de suas descobertas sobre a enfermidade, concordo com sua decisão de começar pela cabeça, preservando a medula, uma vez que o híbrido de prata e bronze não demonstrava sinais mais avançados do contágio. Porque sei de seus truques de amnésia, entendo como minaste a doença, destruindo-a de uma maneira estranha, como se quisesse fazer o organismo do dragão esquecê-la para produzir algum tipo de efeito placebo induzido, se é que isso, minimamente, chegava a fazer sentido caso fosse assim descrito. Porque sei de seu laço com Psiquê e de sua relação com Oblivion, compreendo como sua alma e mente foram fortes o suficiente para suportar a operação delicada de invadir as memórias de um dragão — e imagino que sua mãe, Perséfone, deusa também responsável pela força interior, tenha te ajudado, porque talvez assim fosse destinado a ti. [E só a ti?]

Qualquer outra justificativa me parece incompleta, rasa, com furos de enredo demasiados vazios.

A mim, pelo menos, parece difícil acreditar que conseguiste, por fim, curar um dragão,

    que, sobrevivendo ao labirinto de sua mente, chegaste ao vírus,

      que, após o desgaste energético e físico, ainda recebeste o mais próximo de um sorriso que as bestas anciãs podem dar


e que, mesmo assim, acabaste morto.

Bom, "morto". Não é bem como se estivesse totalmente vivo, para começo de conversa.

[nota do autor: soava quase irônica essa conversação ao considerar a linha tênue que separava a condição de alma fatiada da de morto propriamente dita.]

[Já dizia Tânatos, sabiamente, que escapaste do Mundo Inferior, mas não da morte. Aparentemente, um raio cai duas vezes no mesmo lugar, se tal raio se chama Logan Montecarlo, não?]

Mesmo escapando, você vai manter a cicatriz.

Cada pedaço que chegue a costurar, Logan, vai ficar marcado para sempre, porque a reconstrução de uma alma não é o serviço de uma manufatura; é uma máquina de costura caseira. Cada retalho de sua colcha vai ser lembrado, incrustado em sua essência e marcado a ferro e sangue.

Retornando ao Mundo Inferior, porque sei que você volta, já que seu orgulho não permite dar essa vitória para Hades, você vai atrás de todos os pedaços de sua alma, mas encontrá-los vai se provar mais fácil que mantê-los.

Sei disso, Logan, porque tenho a mesma cicatriz. E, por consequência, a mesma história — e as mesmas memórias e outras que acumulei com o passar dos anos seguintes.

Que seu caminho te traga a mim ou a um melhor caos,
porque, aos dados lançados pelas Moiras, todos estamos suscetíveis,

um Logan que já viveu.

apêndice:
de logan, é necessário lembrar que sua alma foi dividida em pedaços, após a suposta morte (causada pelo mesmo dragão do link abaixo). apesar de isso ser, futuramente, melhor desenvolvido em DIYs (já tenho uma pronta, inclusive, se não me engano), as observações originais do evento Dragonborn explicam muito, e a leitura tanto delas quanto dos posts facilitaria a compreensão; não entendi muito bem se tal leitura por parte dos avaliadores é obrigatória, já que nós, players, teríamos que apenas abordar os pontos faltantes, mas, caso não seja, estou à disposição para quaisquer esclarecimentos mais profundos. no final das contas, como já está tudo lá no evento, não tenho como fugir disso e não faz sentido repetir exaustivamente aqui.

do primeiro turno, também chamado palavras que escrevi às ruínas, Logan soube pelos dragões porque ele mesmo, como é dito nessa DIY, no "Chapter Two", já havia sido atacado por um deles.

do segundo turno, também chamado palavras que escrevi à morte, Logan (ou melhor: um pedaço de sua alma) chega à superfície após escalar o Mundo Inferior, utilizando uma saída no chamado "Monte Cerberus", no Alaska, que realmente existe; aqui, a relação entre o nome e a mitologia grega foi a conexão buscada para que um pedaço de sua alma, o de um espírito vingativo, fosse atrás do dragão que o "matou", por assim dizer, no ataque da DIY acima descrito.

do terceiro turno, também chamado palavras que escrevi à besta, o espírito vingativo de Logan é acalmado pelo dragão, que lhe dá um pergaminho, de onde supostamente poderia descobrir a cura.

do quarto turno, também chamado palavras que escrevi a mim, Logan não consegue traduzir o documento pela energia requerida e dificuldade relacionada ao idioma, mas acaba por usar da Clariciência [para então, ativo de nível 27] dos mentalistas como forma de recolher mais informações, já iniciando a cura.

do quinto turno, também chamado palavras que escrevi ao próximo, Logan termina a cura no dragão, embora muito desgastado (o que, interpretativamente, explicaria a "fraqueza" ou a "morte" devido à não postagem), necessitando regressar ao Mundo Inferior para não perder a ligação à vida, que, nesse estágio, devido ao tempo passado na superfície, já estaria bem débil e frágil.

de poderes e armas, aqui, por ser a parte final, não houve nenhum que devesse receber menção específica, mas, por ser o último turno do evento original, coloquei nos spoilers abaixo tanto os equipamentos anteriormente levados, quanto alguns poderes relevantes para a compreensão de certas partes recordadas aqui, até porque os poderes e equipamentos dos mentalistas mudaram, então coloquei os antigos [presentes no evento original], mas entendo caso seja necessária a mudança/adaptação. não sei como vão fazer em relação a cálculo de mp ou coisa assim, mas coloco-me à vontade para resolver qualquer mal entendido.

arsenal:
— {Flowerblade} / Espada [Uma espada que mede cerca de 70 cm, sendo que sua lâmina é em torno de 60 cm. Sua lâmina é de bronze sagrado e fica em um tom diferente conforme a estação do ano, e o pomo tem a forma de uma rosa desabrochando. Seu guarda-mão tem um formato de quatro pétalas laterais divididas igualmente, e no centro há um brasão em forma de flor, adaptável ao gosto do meio-sangue. Ao matar alguém, toda a sua estrutura torna-se negra e gélida, relembrando ao filho de Perséfone o sofrimento que uma morte pode causar. ] {Bronze sagrado} (Nível Mínimo: 1) {Não Controla Nenhum Elemento} [Recebimento: Presente de Reclamação de Perséfone]

— {Flowershield} / Escudo [Um escudo pequeno e circular (cerca de 30 cm de altura e largura); é feito de aço e é bastante resistente. Em seu centro há entalhado um brasão de flor adaptável ao gosto do semideus. No nível 20, torna-se uma fitinha dessas que são amarradas nos pulsos ou nos tornozelos.] {Aço} (Nível Mínimo: 1) {Não Controla Nenhum Elemento} [Recebimento: Presente de Reclamação de Perséfone]

— {Fênix de Ka-Ha-Si} / Amuleto Místico Inuíte. [É um colar que possui um pingente de gelo que nunca derrete, cujo formato é o de uma fênix de asas abertas. Conquistada pelo semideus no Alasca, após um teste feito pelo Mestre dos Ursos. Bonifica aspectos físicos (força, agilidade, velocidade, etc; +15%) quando exposto à condições frias (temperaturas abaixo de 10ºC). Em casos extremos, quando o proprietário estiver com menos que a metade de seu total de HP, o amuleto pode desenvolver propriedades curadoras, em cerca de 10% do HP total. Os poderes totais da joia ainda não foram descobertos. Sua ativação dura por três rodadas, uma vez por missão.] {Zero Absoluto - Nunca derrete.} (Nível Mínimo: 15) {Elementos que controla: Nenhum} [Recebimento: DIY ~ Alaska II, por Hécate](Att por Hécate).

— Anima Bracelet. [Um bracelete de prata com o desenho de borboleta em ouro. Esse bracelete pode ser ativado com o desejo mental do usuário e transforma-se em uma corrente que pode medir 10m. Essa corrente é feita de prata e ouro sagrado, bastante resiste a tal ponto de ser semi-indestrutível. Ela obedecerá aos comandos mentais do mentalista com perfeição, independente do nível que ele esteja.] [Materiais: Ouro Sagrado e Prata Sagrada] (Nível mínimo 1) {Elemento: Psíquico} [Recebimento: presente por ser mentalista]

— {Óbolo de Caronte} / Isqueiro [É um isqueiro pequeno, um zippo, tingido branco prateado, opaco, ligeiramente frio em contato com a mão, feito de ferro estígio. Nele, estão aprisionadas as águas do Flegetonte, o rio das chamas inextinguíveis, o que faz o isqueiro sempre ter carga. O nome é uma referência ao óbolo de Caronte, que é um termo alusivo para uma moeda colocada em ou sobre a boca de um defunto antes de seu sepultamento. Em um sentido mais amplo, o de viático, o óbolo é o "sustento para jornada". Foi dado a Logan por Caronte, em uma rara demonstração de piedade, antes do barqueiro abandoná-lo nos portões do Hades.] {Materiais utilizados: ferro estígio} {Elementos controlados: chamas do Flegetonte} (Nível Mínimo: 60) [Recebimento pela Do It Yourself "BlackOut", avaliada e atualizada por Hécate.]

— {Oblivion} / Livro [Esse livro foi dado aos hiperbóreos por um forasteiro, um dia antes de Trotsy, o Conselheiro, passá-lo a Logan. Era destinado que fosse seu: o forasteiro dissera que um seguidor de Psiquê viria buscar. Encadernado de forma simples com alguma espécie de couro preto, o livro é feito de Papiro do Lete, que permite que tudo aquilo que seja escrito em si seja apagado imediatamente, isto é, continua um livro em branco, sempre, independente de quanto seja escrito; o conteúdo, contudo, permanece no livro. A escrita pode ser feita de maneira convencional ou de forma mágica, simplesmente fluindo os pensamentos para o papel através do toque. O conhecimento disposto nele é incalculável: existem relatos no livro antes mesmo da escrita ter sido inventada pelos egípcios. Entretanto, apenas o possuidor dele consegue acessar as informações ali contidas; e, mesmo assim, não sempre. Conhecer não significa poder usar; ler sobre o funcionamento de um barco é diferente de saber pilotar um barco; o mesmo é válido para feitiços, rituais e formas de magia em geral; embora seja capaz de lê-los, não é capaz de lançá-los ou coisa parecida. Todo aquele que não for seu possuidor encontrará apenas páginas em branco; os que forçarem alguma forma de penetração no diário sofreram danos mentais (na prática, ficam incapazes de realizar uma ação ofensiva durante dois turnos). O novo possuidor só pode ser escolhido voluntariamente pelo antigo ou quando conquistado de forma nobre, ou seja, não pode ser roubado ou tomado a força. Em termos práticos, o possuidor do livro pode pesquisar uma informação, segredo, história, enfim, alguma coisa relativa a conhecimento, uma vez por batalha — não é exigido tempo para a pesquisa, uma vez que a informação "pula" para a mente do portador, mas é necessário que toque nas páginas de papiro. Aparece e desaparece conforme vontade do portador. Fora de uso relativo aos objetivos da missão, pode ser escrito ou lido, como forma de "lazer".] {Papiro do Lete} (Nível Mínimo: 50) {Memórias, Conhecimento, Teletransporte} [Recebimento: DIY "Alaska I - Igloo", avaliada por Deméter e atualizada por ~Eos.]
poderes:
(perséfone, passivo de nível 11) {encontrar a saída do mundo inferior pelo monte cerberus} — Encontrar: Perséfone, para os gregos, tinha várias habilidades, dentre elas a de encontrar objetos perdidos. Seus filhos herdam essas características, um pouco estendidas: para eles, é um tipo de intuição que informa sobre o que está oculto, seja um objeto, um cofre, runas, uma porta, etc., sendo válido apenas para objetos e coisas inanimadas.

(psiquê, passivo de nível 4) {força mental para não sucumbir à mente ancestral do dragão} — Resistência Mental: Sua mente é resistente a manipulações ou invasões. Isso não se aplica a outro mentalista, porém se o inimigo for mais fraco encontrará muita dificuldade, assim como o que for mais forte terá de se concentrar mais para conseguir o efeito mental sobre um mentalista.

(psiquê, passivo de nível 20) {comunicação e experiência telepática} — Telepatia Avançada: Controle total, podendo escolher a hora que vai escutar os pensamentos ou não e também se comunicando livremente através dos pensamentos.

(psiquê, passivo de nível 25) {tradução do pergaminho} — Linguística. Capacidade de se comunicar com qualquer idioma, humano, animal ou extraterrestre. Isto significa que a pessoa pode ler códigos escritos em outros alfabetos, entender o que pessoas falam em outras línguas, e até mesmo decifrar textos escritos em código, criptografados.

(psiquê, passivo de nível 40) {entender o pergaminho e a enfermidade} — Aptidão intuitiva. Capacidade de analisar sistemas complexos e entender intuitivamente como funcionam sem conhecimento aprofundado ou treino. No caso de sistemas que ele já compreende, é capaz de detectar e identificar falhas no mecanismo com uma rápida inspeção. Sistemas que ele nunca viu antes requerem um maior tempo de estudo aparentemente, mas ele é capaz de compreendê-los com muito mais velocidade que uma pessoa normal e com menos equipamento tecnológico.

(perséfone, ativo de nível 1) {pendurar-se na pedra durante a escalada} — Constrição I: O filho de Perséfone invoca raízes que brotam do chão. A princípio, elas enlaçam um inimigo até a cintura, impedindo-o de se movimentar por três rodadas.

(perséfone, ativo de nível 8) {criar sombras sólidas para se segurar} — Umbracinese I: Pelos filhos de Perséfone serem adaptados ao Submundo, conseguem controlar simplesmente as sombras. Podem, por exemplo, criar projéteis ou objetos simples de sombras, que darão dano físico embora seja considerado um ataque elemental não-mágico. O bom senso deve ser sempre utilizado, embora a criatividade do utilizador também entre em pauta.

(perséfone, ativo de nível 14) {criar espaços para escalar} — Geocinese I: Pelos filhos de Perséfone serem adaptados ao Submundo, conseguem controlar simplesmente a terra e as pedras. Podem, por exemplo, criar projéteis ou objetos simples, que darão dano físico embora seja considerado um ataque elemental não-mágico. O bom senso deve ser sempre utilizado, embora a criatividade do utilizador também entre em pauta.

(psiquê, ativo de nível 27) {auxiliar na tradução} — Clariciência: Capacidade de ver o passado dos animais, lugares e objetos inanimados através do contato fisico, as visões ocorrem como uma experiência fora do corpo, como uma memória superficial ou uma visão na forma astral.

(psiquê, ativo de nível 45) {atacar a enfermidade} — Amnésia avançada: Consegue agora apagar uma lembrança específica em um determinado tempo e esta nunca mais voltar.
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Re: Grupo 3

Mensagem por Organização PJBR em Qui 23 Ago 2018, 23:11

Como comentei anteriormente, o formato meio que complicou um pouco na hora da avaliação, mas de uma maneira ou de outra, os pontos foram cumpridos. Eu achei o estilo exageradamente formal (ainda mais considerando que seria do próprio personagem - ou uma parte dele - para ele mesmo) - entenderia essa formalidade na carta de Thanatos, ou até na do dragão, ou como forma de diferenciar os estilos entre as cartas (mas só a do Thanatos é tão formal assim, a do dragão poderia ter explorado mais isso, dada a questão de personalidade). Pareceu um tanto destoante essa questão - supõe-se que, sendo de uma parte da alma para si, mais do que nunca haveria uma espécie de reconhecimento, proximidade, mas a sensação passada é exatamente contrária, parece a mais distante - fica confuso, já que não fica claro se esse distanciamento é intencional. Além disso, alguns pontos não separam bem se o narrador é essa parte da alma de Logan ou o off (as notas, no caso - se elas são do próprio remetente, não faz sentido separar como "nota do autor" quando dentro do corpo da carta - poderia só ser inserida como parte da escrita, da forma realizada, parecem as observações de alguém exterior a tudo) . O formato também não ajuda nessa questão de entendimento para quem está de fora - diferente da narrativa, que em geral apresenta todos os aspectos para o leitor, as cartas suprimem muita coisa, por serem mais pessoais - a estrutura e a idéia original são legais, mas não refletem a melhor escolha para esse tipo de evento (cairiam melhor nas DIY, onde certas coisas podem ser suprimidas ou ficarem subentendidas  justamente pelo teor pessoal - por mais que tenham notas explicativas, acaba ficando a impressão que o texto não explorou tudo que poderia da proposta).

Coerência - 41
Coesão - 22
Ortografia e Org. - 10
Adequação e Obj - 10

Rendimento total: 83 de 100

Do desconto de MP: Pede-se a relação com os tópicos postados e tal - então, nem cabe descontar pela citação ao que foi feito nos ouros turnos - isso fica no evento. Será descontado 200 de Mp pelo poder dessa postagem, que seria o do turno final. Sem perda adicional de HP.

Resultado final: 83 XP, 632 HP, 432 MP - personagem vivo, com 83% do rendimento.

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