Arenas Gerais

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Arenas Gerais

Mensagem por Organização PJBR em Qui 16 Ago 2018, 00:18

Relembrando a primeira mensagem :

Arenas



Descrição


As arenas na realidade são um grande espaço aberto, centro de uma construção que lembra o coliseu. Dividida em áreas, contém gaiolas com monstros, bonecos de treinos e suportes com armas e armaduras espalhados pelo lugar.


Orientações


• Condições climáticas: Definida pelo player;
• Horário: Definido pelo player;
• Local: Arena do Acampamento Meio-Sangue;
• Tipo de Treino: Armas à distância, Armas e combate corporal, combate à monstros - o player define, devendo deixar claro no início da postagem;
• Sem mortes ou perdas de itens;
• O não cumprimento das regras aqui descritas poderá acarretar em punições diversas;
• Se tiverem alguma dúvida, podem perguntar a qualquer deus estagiário por Mensagem Privada (MP);
• Não há mínimo nem máximo de linhas ou palavras exceto pelas já especificados nas regras gerais, mas espera-se um post bem descrito;
• Quaisquer poderes ou equipamentos utilizados por vocês devem vir em quote ou spoiler, de preferência separando poderes ativos de passivos;
• Sem máximo nem mínimo de equipamentos, desde que seja possível levá-los;
• Pode-se utilizar equipamentos genéricos - itens como os da sala de armas, desde que narre que os pegou e devolveu no arsenal da Arena
• Esse tópico é monitorado e avaliado pelos deuses em geral e pelos monitores.


Informações de Jogo


Premiação máxima: 100 XP
→ Não há descontos de HP/ MP nem risco de morte.
→ NPCs até podem ser utilizados, mas lembrando que a postagem deve focar no personagem.
→ Flood não é permitido. Só serão consideradas postagens com mais de 5 linhas em fonte arial ou times tamanho 12 com margem normal, no Word. Templates e tables são aceitos, mas o tamanho da postagem será verificado para ver se o conteúdo está adequado ao disposto.
→ A postagem aqui só é permitida semanalmente, isto é, você só pode realizar um post por semana no "Arena". Desrespeitar isso causa anulação da postagem na primeira tentativa. Reincidências podem ter punições mais graves.


Horários


• Matutino:

— 08:00 às 09:00 — Treino de Armas brancas de longa distância;
— 09:00 às 10:00 — Treino de Armas Brancas de curta distância;
— 10:00 às 11:00 — Treino de Combate aos monstros.

• Diurno:

— 14:00 às 15:00 — Treino de Combate aos monstros;
— 15:00 às 16:00 — Treino de Armas Brancas de curta distância;
— 16:00 às 17:00 — Treino de Armas brancas de longa distância.

• Noturno:

— 19:00 às 20:00 — Treino de Armas Brancas de curta distância;
— 20:00 às 21:00 — Treino de Combate aos Monstros;
— 21:00 às 22:00 — Treino de Armas brancas de longa distância.





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Re: Arenas Gerais

Mensagem por Dammyen H. Lewth em Sex 12 Out 2018, 22:25


Weapon review
studies of anachronism


O
tilintar dos metais durante aquela prática era definitivamente agoniante aos ouvidos. Convencido a observar o treino de armas curtas pelos habitantes do chalé de Hermes, Dammyen apenas aguardava a finalização daquela troca desnecessária de agressões com armas de corte.

Lewth era definitivamente contra aquele tipo de treinamento. Apesar de ter descoberto que a vida de um semideus é cheia de bizarrices como monstros saindo de esgotos e pulando igual macacos das árvores, tinha em mente que a violência dominaria a mente de qualquer um ali no início de um combate. Como objeção, sempre fazia questão de treinar apenas o seu corpo por forma de flexões, abdominais, barras e qualquer outro tipo que não envolvesse armas. O caso era a necessidade de treinar com algo que jamais manuseara: uma corrente.

Descobrira num momento casual de barras que a pulseira que ganhara de Psiquê ao virar um dos protegidos dela transmutava numa corrente epensa — coisa que até agora não tinha entendido o motivo, mas resignara depois de cansar de pensar. O importante era que Dammyen tinha uma noção básica com armas de corte porque sabia usar uma faca, mas não tinha muita noção de como usar uma corrente na forma de arma.

O relógio batera um horário que o filho de Hades não sabia, mas ao final do que aparentava ser o treino, uma filha de Hermes subira para a arquibancada, rindo. ”Sua vez, ranzinza das manhãs.” foram as palavras e levando a mão até a testa, massageou um pouco acima da sobrancelha.

— Odeio esse apelido, mas vamos aí — a pulseira no lado direito começara a brilhar. Aos poucos, a arma expandia-se enquanto Lewth segurava uma pequena parte.

Com os dois pés no chão de terra batida, a corrente já tinha alcançado seu tamanho máximo. Pela envergadura do filho de Hades, ele chutava que a corrente possuísse uns 3 metros, talvez mais. Não importava de momento, visto que queria aprender a manejar o básico para que, em caso de necessidade, conseguisse utilizar de forma eficaz.

— [i]Começando, o manuseio de uma corrente e de um chicote não são as coisas mais similares do mundo, mas tem mecânicas parecidas. — Um cara aleatório iniciara, talvez ele fosse o instrutor. — Ambas as armas precisam de força física para o melhor desempenho, mas as semelhanças acabam aqui. Os chicotes, por serem mais leves e maleáveis, tem superioridade no quesito de velocidade, mas as correntes tem melhor rendimento no caso da força bruta. De início, eu quero que imaginem as armas como uma extensão de seus corpos e tentem acertar os bonecos. — Ele fizera um círculo com o dedo indicador. O treinamento de armas brancas que tem um alcance grande precisava de espaço para que um doido caubói não batesse em ninguém.

Rindo por pena da piada horrorosa que pensara, buscou um dos alvos. A distância que tomara dava chance da corrente atingir e talvez até mesmo constringir se não tivesse errado no cálculo de dois metros. Por conta dos treinos de basquete, imaginava mais ou menos a forma que a corrente se movimentaria caso fizesse um ato específico. Erguendo o braço um pouco acima da cabeça, desceu-o com velocidade. A corrente respondera positivamente ao comando, fazendo um movimento de onda similar ao treino de cordas.

— Ok, você funciona igualzinho.

Damm então começara a recolher uma parte da corrente, enrolando-a no braço direito. A ideia era tornar uma parte da arma similar a uma pedra amarrada com uma linha, sendo o braço do semideus um pseudo-carretel de linha. Ao ver que enrolara demais, soltara mais alguns elos, iniciando um movimento circular com a mão direita. Lentamente o metal começava a pegar velocidade e o movimento mecânico necessário para manter era mínimo. Logo, conduzira o braço levemente para a lateral do corpo, aumentando um pouco a força no giro. Num segundo momento, soltara a corrente que segurava firmemente e os elos começaram a correr por sua mão.

Ao perceber que só haviam mais duas voltas da corrente em seu braço, Dammyen segurara-a, cessando o movimento de expansão. Sentindo certa segurança, resolvera arriscar, mantendo a mão firme e movimentando rapidamente os pés, iniciando uma pequena rotação em torno de seu próprio eixo. Como a corrente encontrava-se no ar e com certa força acumulada, respondera de forma positiva ao movimento dando uma volta junto com Lewth. Como o garoto tinha avançado dois ou três passos com esse giro, a corrente fora diretamente na lateral do boneco. Se fosse uma estrutura humana, aquilo talvez teria quebrado uma costela.

Batera no pedaço de corrente que permanecia atrelada ao seu braço, fazendo-a retornar lentamente ao formato da pulseira. Lewth lentamente caminhava para fora da arena quando ouviu o chamado do maluco da introdução.

Vai pra onde, queridão? Não acabamos ainda.

— Vocês não acabaram, eu sim. Aparentemente eu sei usar esse negócio, mas meu ombro tá doendo. — Dammyen rira. — Sou um jogador de basquete: se o ombro dói, a gente para. Até mais.

Com os pares de treino atônitos, o mentalista seguira para a enfermaria. Estava realmente doendo.
Poderes:
Passivos:
Nível 01: Perícia com correntes [Novo]
Mentalistas desenvolvem habilidades com correntes, aprendendo a manuseá-las mais facilmente e conseguindo realizar movimentos com uma certa habilidade. Note que é uma habilidade progressiva e indica apenas uma habilidade melhor se comparado a outros usuários que não possuam tal coisa, mas não dá certeza sobre suas ações ou acertos. (Mentalista)
Item:

{Yin-Yang} / Corrente [Feita em bronze sagrado, possui 3 metros de extensão ao total. Leve e de cor clara, de um prata quase azulado, seu formato deixa claro ter sido um trabalho fino de forja.] (Nível Mínimo: 1) {Sem controle de elementos} [Recebido ao ingressar no grupo dos Mentalistas de Psiquê]




history has made from experiences

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Re: Arenas Gerais

Mensagem por Dionísio em Sab 13 Out 2018, 18:55


Avaliação



Noelle van Houten


    Olá, princesa do Olimpo! Parabéns, seu treino está muito bem escrito e, por maior que tenha me parecido quando olhei a primeira vez, ele fluiu com muita facilidade. Sua organização de parágrafos é muito boa. Sua narrativa, não creio ser necessário comentar, é ótima. Notei apenas dois erros, cito-os abaixo.

@Noelle van Houten escreveu: “(...) mais ágil que o garoto magrela com quem fazia dupla antes.” — trata-se de um de nossos vícios de linguagem provenientes da fala diária. A concordância seria “garoto magrelo”.

“— Aos novatos, sejam bem vindos!” — Bem simples, bem-vindos ainda possui hífen.

Recompensa: 99xp


Dammyen H. Lewth


    Bem, Damm. Seu treino foi o primeiro que eu vi sobre correntes e, particularmente, gostei muito. Quase penso que aprendi a manusear uma corrente contigo, nesse momento. De forma similar ao treino da Noelle, o seu fluiu bem, sua separação de parágrafos está boa e sua narrativa também é ótima. Para diferenciar, encontrei um erro a mais em sua narrativa (não que eu estivesse buscando um a mais).

@Dammyen H. Lewth escreveu: “Descobrira num momento casual de barras que a pulseira que ganhara de Psiquê ao virar um dos protegidos dela transmutava numa corrente epensa (...)” — suponho que seja “extensa” que quis dizer.

“Como objeção, sempre fazia questão de treinar apenas o seu corpo por forma de flexões, abdominais, barras e qualquer outro tipo que não envolvesse armas.” — “em” caberia melhor aqui.

“Os chicotes, por serem mais leves e maleáveis, tem superioridade no quesito de velocidade, mas as correntes tem melhor rendimento no caso da força bruta.” — plural, portanto vai acento circunflexo.

Recompensa: 98xp;


AGUARDANDO ATUALIZAÇÃO




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Re: Arenas Gerais

Mensagem por Hera em Dom 14 Out 2018, 09:37



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Re: Arenas Gerais

Mensagem por Judah Cohen em Seg 15 Out 2018, 19:27



time to bleed
These days I tend to see red
Ao pisar na arena do Acampamento, uma onda de calor pareceu percorrer todo o meu corpo. Ainda não tinha ido ao lugar desde que tinha chegado na colônia de férias e base militar dos bastardos olimpianos, mas agora que estava ali, me sentia tão a vontade que quase me xinguei por não ter feito uma visita antes.

Muitos poderiam me chamar de louco por me sentir familiarizado com um local onde haviam feras mitológicas presas em jaulas, autômatos em forma de bonecos de treino e um monte de adolescentes empunhando espadas e todo o tipo de arma letal, mas lá estava eu, fazendo alongamentos antes de começar alguma atividade no local como alguém prestes a caminhar por algum parque.

Até o tempo estava favorável, já que não fazia calor (mesmo estando perto de meio-dia) e os ventos que sopravam no Acampamento não eram gelados como no inverno. Devo dizer que um clima tão equilibrado assim é quase um paraíso para um filho de Nêmesis.

Terminei de me alongar a tempo de me juntar ao grupo de combate corporal. Contando comigo, éramos um total de 6, todos garotos mais ou menos com a mesma faixa etária, além do instrutor, um rapaz musculoso e de pele bronzeada, com um corte militar e um olhar de desinteresse constante. Provavelmente era uma cria de Apolo.

— Muito bem, moças. Mostrem o que sabem. Formem duplas, treinem seus golpes, não se matem. — Bradou o rapaz, com uma expressão semelhante como a de quem toca no resto de comida ao lavar a louça. — Se precisarem de mim, estarei alimentando os monstros.

— Klaus, posso ficar com o novato? — Uma voz perguntou, e então senti uma mão pousar sobre meu ombro.

— Ahn... Claro, Louis. — O instrutor fez um gesto com a mão para que prosseguíssemos, enquanto caminhava em direção as jaulas. — Faça como quiser.

Olhei para o lado para identificar de quem era a mão. Um garoto que aparentava ser uns 2 anos mais velho e uns bom centímetros mais alto sorria com os dentes dolorosamente brancos para mim. Sua cabeça era minuciosamente raspada, contrastando com a barba por fazer com o tom entre loiro e ruivo. Os olhos eram de um azul absurdamente assustador, combinando com o olhar louco.

— Então... — Começou o meu companheiro de treino, me afastando das outras duplas para termos espaço. — Sabe lutar, Jude? — O sorriso do careca ficou mais largo, como se estivéssemos prontos para brincar de pega-pega. — Seu nome é Jude, certo? Eu sou o Louis Wieland, filho de Herácles.

— É Judah. Judah Cohen. — Respondi, ignorando a informação sobre de quem eu era filho. Eu já havia percebido que filhos dos chamados "deuses menores" não recebiam um tratamento muito cordial, e apesar de Herácles também ser um, eu não sabia o que esperar de Louis. — E sim, eu sei uma coisa ou outra.

Não menti. Passei boa parte da minha vida treinando o estilo de karatê passado de geração em geração pela família de meu tutor, junto com os meus irmãos adotivos. Eu já havia me metido em brigas suficientes pra me autoproclamar um lutador.

— Ótimo. — Os olhos azuis de Louis brilharam. Analisando agora o físico do rapaz, não me parecia muito inteligente lutar contra ele, mesmo sendo apenas um treinamento. O cara parecia ter nascido em uma academia. Vestindo a camisa da acampamento com uma leve adaptação (as mangas estavam rasgadas), parecia que os músculos dele tinham músculos. — Me mostra o que você tem, novato.

O filho de Herácles finalmente se posicionou para a luta, com os braços dobrados e a mão esquerda mais distante do queixo do que a mão direita, com uma postura parecida com a de um lutador de boxe. Fiz o mesmo, porém com as pernas mais afastadas, estando a esquerda na dianteira. Estávamos a uma distância de um pouco mais de dois metros um do outro, e por um momento parecia que todo o barulho a nossa volta havia cessado. Só havia nós dois e a nossa vontade de vencer.

Eu fiz o primeiro movimento, começando com um chute lateral na altura da cabeça do careca. Seria um ataque bastante efetivo, se ele não tivesse bloqueado facilmente com o braço. Tive a sensação de ter chutado uma pilastra de concreto, enquanto Louis não demonstrava nenhum sinal de dor ou sequer incômodo. Merda, isso vai ser difícil, pensei.

Depois de uma série de golpes, giros, recuos e avanços, eu estava começando a ficar cansado. Nenhuma investida que eu realizava surtia efeito, visto que os braços e pernas do filho de Herácles pareciam serem feitos de aço. Se eu quisesse ter alguma chance de ganhar, deveria achar uma abertura.

Tentei utilizar um velho truque que havia aprendido. Fiz uma finta com a perna esquerda, fingindo que iria acertar um chute na panturrilha do rapaz, quando na verdade estava mirando novamente na sua cabeça. Como esperado, ele defendeu sem problemas. Não perdi tempo e emendei um soco com a mão direita ao fim do chute, mirando no peito do bombadão, uma vez que eu julgava que sua guarda estava baixa. E aí que eu percebi que tinha feito uma grande merda.

Meu erro foi achar que, só porque Louis era grandalhão, não seria rápido. Eu quase não vi quando, em um movimento extremamente preciso, ele agarrou meu punho e me puxou, enquanto virava seu corpo em uma posição perpendicular em relação aonde eu estava. A única coisa que eu senti depois disso foi o ar saindo violentamente dos meus pulmões devido ao joelho de Louis ter beijado meu estômago. Com o corpo ainda curvado para frente e as mãos na barriga por causa da dor, senti o punho do meu adversário encontrar o lado esquerdo do meu rosto.

Nocaute. Sem sombra de dúvida, o Lex Luthor adolescente bombado tinha me vencido por nocaute. Eu não tive nenhuma chance contra a locomotiva de músculos que havia passado em cima de mim. Caí no chão enquanto sentia o sangue escorrer do meu nariz e a minha visão adquirindo um tom de vermelho. Nem na minha pior surra eu tinha ficado nesse estado.

— Talvez... — Louis parou do meu lado, e eu só conseguia olhar para os seus Nikes levantando poeira do chão da arena. — Bem talvez, você consiga lutar com os retardados do mundo mortal, novato. Mas aqui a história é diferente. — Ele virou seu corpo, indo em direção a saída da arena, enquanto assoviava o refrão de "Hey Jude", dos Beatles. — Aqui a gente não brinca.

Não consegui levantar pelos 10 minutos seguintes. Um dos campistas que estava treinando com a sua dupla me ajudou a levantar e me levou até a enfermaria. Klaus, o instrutor, estava ocupado demais jogando pedaços de carne crua para um cão infernal enjaulado para se dar conta do que havia acontecido em seu treinamento.

— Bom, você levou uma surra do Wieland. — O meu ajudador quebrou o silêncio no caminho, tentando acabar com o clima constrangedor. — Isso é quase um sinal de boas vindas.

— Ah, ótimo. Vou me lembrar de mandar flores para ele agradecendo pela recepção calorosa.

bagulhos:
O único passivo utilizado foi pelo Louis, que é:

Força ampliada I - Desde seu nascimento, filhos de Héracles apresentam uma força superior se comparados a outros humanos ou mesmo semideuses. Neste nível, sua força é ampliada 10%, permanentemente, o que afeta tanto em combate quanto fora (com relação à sua capacidade de carga, por exemplo). Apenas filhos de Hefesto, Ares e Centauros se aproximam de seu potencial. [Antigo "Força sobre-humana"]

Acho que fora isso, n tem nada demais n

YOU SHOULD HAVE KILLED ME WHEN YOU HAD THE CHANCE.

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Re: Arenas Gerais

Mensagem por Éris em Ter 16 Out 2018, 23:42


AVALIAÇÃO - JUDAH COHEN



Pontos de experiência: 80 de 100 possíveis

    Ao todo é um treino bom. A narração apesar de se apresentar em primeira pessoa - uma característica que particularmente não gosto -, é bem fluída, com detalhamento apenas do que é extremamente necessário, o que pra mim é uma faca de dois gumes. Assim como você encurta o tamanho do texto, você corre o risco de deixa-lo pobre, e confesso que esperei bastante por isso, mas não encontrei em uma quantidade que me deixasse incomodada e/ou irritada. Pelo contrário, existe um número minimo que posso ignorar facilmente. Ainda sim, acho que a luta correu muito rápido, foi tudo muito "cheguei, encontrei um grupo, o instrutor mandou que lutassemos, apanhei e acabou".  Podia ter mais, muito mais. Apesar disto está entre as melhores narrações que li neste fórum, parabéns.




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Re: Arenas Gerais

Mensagem por Dionísio em Qua 17 Out 2018, 23:08



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Re: Arenas Gerais

Mensagem por Drake Collins em Qui 18 Out 2018, 22:03

Os primeiros raios solares incidiam sobre o acampamento, esquentando pouco a pouco o ar gélido deixado pela noite passada. Drake acordara cedo após uma noite inquieta, sua chegada àquele lugar era recente e definitivamente ainda não havia se habituado completamente. De toda forma, mesmo que ainda estivesse em meio ao processo de adaptação àquele novo mundo, não se permitia ser aturdido, demonstrando grande iniciativa e vigor em todas as atividades realizadas diariamente no refúgio de semideuses.

No dia em que fora reclamado por seu pai, Zeus, mostrara certa desenvoltura com a espada, nada espetacular, mas certamente acima de suas expectativas. Desenvolveu desde então certo fascínio pela arma, passando a desejar refinar as suas habilidades com a lâmina. Sendo assim, se dirigiu com antecedência à arena, no horário referente ao treino que lhe possibilitaria fazer uso da arma de sua preferência. Pelo caminho observara as peculiaridades do Acampamento Meio-Sangue, ainda se surpreendendo com pequenos detalhes e descobrindo novas áreas que não notara até então.

Sua mente perdeu-se entre seus pensamentos, alcançando a área de treinos sem se dar conta da passagem do tempo. O espaço era enorme, aparelhado com tudo o que os campistas poderiam necessitar para que realizassem as suas atividades sem grandes problemas. Outros semideuses já se encontravam no local, treinando sozinhos com espadas e facas que cortavam o ar com velocidade e precisão, com bonecos castigados com golpes potentes, ou mesmo entre si, testando suas habilidades com oponentes à altura. Drake deixou escapar um sorriso de canto, cerrando os punhos com a súbita empolgação que tomou conta de seu corpo.

Voltou sua atenção para o arsenal, uma área mais afastada do centro onde podia encontrar armas variadas. Tomou para si uma espada comum, que manejou breve e naturalmente, testando seu peso e equilíbrio. Ainda não sabia bem julgar a qualidade de uma arma, mas decidiu guiar-se pelos seus instintos. Os olhos azuis, intensos e elétricos, percorreram a arena enquanto o rapaz caminhava até a sua área central. Buscava um oponente, alguém que pudesse revidar. Tinha plena noção de sua inexperiência, mas o seu orgulho e ímpeto não permitiam um começo vagaroso.

Você parece precisar de um parceiro. — Uma voz suave, porém confiante assaltou-lhe repentinamente. Vinha de suas costas, fazendo Drake se virar para visualizar a sua fonte. Era um rapaz de estatura mediana, olhos castanhos e cabelo preto, caindo-lhe até os ombros. Sorria com certa malícia, erguendo a espada na direção do filho de Zeus. — Você está certo. Chamo-me Drake. — Mirou a arma do rapaz apontada para si e cerrou o punho sobre a empunhadura de sua espada. — Sei quem você é, um filho de Zeus costuma chamar a atenção. Eu sou Flint, filho de Hermes. Bem, eu não gosto de enrolações. — Assim que terminou a frase, sorriu largamente, investindo contra o filho de Zeus. O golpe fora desferido verticalmente, de cima para baixo, visando o tronco do oponente. De forma prudente Drake a ansiedade de Drake para iniciar o treino deixara a sua mente em estado de alerta, permitindo que reagisse sem afobação, pensando com clareza ao realizar um movimento defensivo, pondo sua espada à frente do próprio corpo, aparando o golpe do filho de Hermes, gerando um som característico do choque metálico.

Os olhos de Drake alcançaram as íris castanhas de Flint, retribuindo a determinação na mesma intensidade. Com um movimento rápido e forte o filho de Zeus empurrou seu adversário para trás, atacando-o logo em seguida com uma estocada na região abdominal. O golpe fora bloqueado pelo defensor, que acertou a lâmina do oponente de cima para baixo, fazendo com que o semideus filho do rei do Olimpo ficasse com sua guarda momentaneamente aberta, rendendo-lhe um chute no tórax que o jogou para trás, quase o derrubando.

Drake levou uma das mãos ao peito enquanto tentava normalizar a sua respiração, prejudicada pelo impacto, mas não teve muito tempo para isso. Flint voltou a investir com a lâmina sempre veloz e precisa, iniciando uma troca de golpes intensa. O filho de Zeus defendia-se bem, mas era claro para qualquer observador de fora que a vantagem era do filho do rei ladino. Certamente era um campista mais experiente, e embora fosse mais baixo que Drake, aparentava mais idade. Mesmo com dificuldade para manter o nível do combate, o campista recém-chegado sentia-se bem em meio aos golpes trocados, sentindo o suor tomar seu corpo e o som dos choques das lâminas cada vez mais freqüentes e próximos.

Com uma teimosia quase patológica, o filho de Zeus recusava-se a ceder à superioridade de experiência de Flint, resistindo até o final do treino. Ambos estavam exaustos, mas Drake sentia-se especialmente orgulhoso. Conseguira resistir, mas percebera que precisaria treinar cada vez mais, caso desejasse alcançar um patamar que não permitisse concorrência à altura. — Bom o suficiente para um novato. — A voz de Flint trazia uma pontada de ressentimento, Drake sabia que o fato de ter suportado até o final havia deixado-o irritado. — ´ Vamos decidir isso na próxima vez. — Ao longo de sua vida o filho do rei dos deuses sempre fora competitivo, mas agora, no acampamento, parecia ter esta característica amplificada. Seria o melhor em tudo, este era o seu objetivo.

Observações:
Minha ficha para filho de Zeus já foi aceita, faltando apenas a atualização.
Poderes Passivos:
[1] Pericia com espadas - O filho de Zeus é familiarizado com espadas, sejam curtas ou longas desde que sejam de uma única mão. Eles possuem facilidade no aprendizado de manobras marciais utilizando tal arma, e se comparados a outros personagens sem tal perícia seus movimentos são mais graciosos e precisos. É algo evolutivo, e com o tempo sua habilidade é ampliada, desde que continuem praticando. Não significa um conhecimento imediato nem golpes perfeitos, apenas um melhor manejo de tal arma em detrimento a outras. [Idealizado por Sadie Bronwen]
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Re: Arenas Gerais

Mensagem por Dionísio em Qui 18 Out 2018, 23:04


AVALIAÇÃO - DRAKE COLLINS



Pontos de experiência: 90 de 100 possíveis

    Olá Drake! Bem-vindo ao fórum, filho de Zeus. Gostei bastante de seu primeiro treino, deixou bastante claro a personalidade orgulhosa característica de seu personagem, como pude ler em sua ficha de reclamação. Ele não está livre de erros, alguns deles podendo ser corrigidos com uma releitura, tais como alguns caracteres aleatórios no meio do texto, ou sentenças iniciadas e interrompidas por outras. Ainda assim, foi bem. Minha única sugestão, e caracteriza-se como sugestão pois não é obrigatório, é a utilização de um template legal e limpo, pois melhora a aparência e a organização. Pode pedir ajuda no chat ou através de MP! Parabéns!




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Re: Arenas Gerais

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