Ficha de Reclamação para Deuses Menores

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Ficha de Reclamação para Deuses Menores

Mensagem por Organização PJBR em Qua 12 Set 2018, 12:58

Relembrando a primeira mensagem :


Ficha de Reclamação


Este tópico foi criado para que o player possa ingressar na sua vida como semideus filho de um deus menor.  Avaliamos na ficha os mesmos critérios que no restante do fórum, mas fichas comuns exigem uma margem menor de qualidade, porém ainda será observada a coesão, coerência, organização, ortografia e objetividade. Abaixo, a lista de deuses menores disponíveis em ordem alfabética, com as devidas observações.





   
   
 
 
   
   
 
 
   
   
 
 
   
   
 

   
   
 
 

   
 
 
   
   


   
   


   
   


   
   


   
   


   
   


   
   


   
   



   


   
   


   
   

DeusesAvaliação
DeimosComum
DespinaRigorosa
ÉoloComum
EosComum
ÉrisRigorosa
HécateRigorosa
HéraclesComum
HipnosComum
ÍrisComum
MacáriaRigorosa
MelinoeRigorosa
NêmesisRigorosa
PhobosComum
PerséfoneRigorosa
SeleneComum
TânatosComum




Recompensa de reclamação


As fichas de reclamação valem, além da aprovação no grupo almejado, um rendimento de experiência de no máximo 100 xp para o jogador. O rendimento deve ser de acordo com a avaliação e só será bonificado caso o semideus tenha sido reclamado, portanto fichas rejeitadas não rendem nenhuma experiência.


Item de reclamação


Não existem mais itens de reclamação por progenitor, sendo o único presente a adaga a seguir:

{Half Blood} / Adaga Comum [Adaga simples feita de bronze sagrado, curta e de duplo corte. A lâmina possui 8cm de largura, afinando-se ligeiramente até o comprimento, que chega a 20cm. Não possui guarda de mão e o cabo é de madeira revestido com couro, para uma empunhadura mais confortável; acompanha bainha de couro simples.] {Madeira, couro e bronze sagrado} (Nível mínimo: 1) {Não controla nenhum elemento} [Recebimento: Item de Reclamação]


A ficha


A ficha é composta de algumas perguntas e o campo para o perfil físico e psicológico e a história do personagem e é a mesma seja para semideuses ou criaturas.

Plágio não será tolerado e, ao ser detectado, acarretará um ban inicial de 3 dias + aviso, e reincidência acarretará em ban permanente. Plágio acarreta banimento por IP.

Aceitamos apenas histórias originais - então, ao usar um personagem criado para outro fórum não só não será reclamado como corre o risco de ser punido por plágio, caso não comprove autoria em 24h. Mesmo com a comprovação, a ficha não será aceita.

Fichas com nomes inadequados não serão avaliadas a menos que avisem já ter realizado o pedido de mudança através de uma observação na ficha. As regras de nickname constam nas regras gerais no fórum.

A promoção da ficha acabou e a história passa a ser obrigatória a partir daqui. Boa sorte a todos.

Aviso! Acerca dos chalés dos deuses primordiais e menores, eles não existem, pois a história se passa em meados de 2008, durante a Guerra de Cronos. Apenas os chalés dos doze olimpianos estão disponíveis.


TEMPLATE PADRÃO:
Não serão aceitas fichas fora desde modelo

Código:
<center>
<a href="goo.gl/6qY3Sg"><div class="frankt1">FICHA DE RECLAMAÇÃO</div></a><div class="frank1"></div><div class="franktextim">[b]— Por qual deus deseja ser reclamado/ qual criatura deseja ser e por quê?[/b]

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[b]— Perfil do Personagem (Características Físicas e Características Psicológicas - preferencialmente separadas):[/b]

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[b]— História do Personagem:[/b]

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</div><div class="frank2"></div> <div class="frankt2">Percy Jackson RPG BR</div></center>


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Re: Ficha de Reclamação para Deuses Menores

Mensagem por 147-ExStaff em Seg 08 Out 2018, 10:08




Avaliação



Pandora Wylie


    QUE FICHA. De longe, uma das fichas mais simples e mais incríveis que li. Estou curiosa pelo desenvolvimento da personagem (e entendo sua dor pela fake). Parabéns!


Aceita como filha de Macária;
Pontuação: 100 de 100 xp's possíveis;
Item de reclamação padrão.


Ethan Miller


    Eu amei! Estou curiosa para o lado que você vai escolher! Gostaria de ler mais sobre sua história, mas vejo que terei de esperar. Parabéns e bem-vindo, semideus


Aceito como filho de Nêmesis;
Pontuação: 100 de 100 xp's possíveis;
Item de reclamação padrão.



ATUALIZANDO



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Re: Ficha de Reclamação para Deuses Menores

Mensagem por Vincent V. Valentine em Qua 10 Out 2018, 12:36


FICHA DE RECLAMAÇÃO
— Por qual deus deseja ser reclamado/ qual criatura deseja ser e por quê? Éolo. Desde sua infância percebeu que havia algo incomum a sua volta. Em tempo de muita ventania seu estado emocional se abrandava e ao sair na rua parecia que não era tão afetado por tal ocorrido, como se fizesse parte de tal elemento. Nunca soube explicar de fato, sua mãe por outro lado sabia bem o motivo de tal benção concedida pelos ventos, mas nunca foi capaz de explicar, até o momento certo.

— Perfil do Personagem (Características Físicas e Características Psicológicas - preferencialmente separadas):

Características Físicas: Seu tom de pele é bastante claro, não chegando ao tom pálido. Seus cabelos por outro lado possuem um tom negro, om um corte curto e bem ajeitado assim como seus olhos. Ambos se assemelham ao céu nas noites mais escuras, como se o universo estivesse neles. Seu porte por outro lado não é avantajado, pelo contrário. Possui um porte médio bem distribuído em seus 1,70 e 65 Kg, tendo sues músculos definidos.

Características Psicológicas: Como sempre, um menino muito bem educado, gentil e um pouco bem humorado. Possui um pouco de dificuldade em se socializar logo de inicio, pois sua introversão dificulta um pouco, mas isso não quer dizer que com o tempo não se torne um pouco mais amigável. Dono de uma serenidade fora do comum, quase sempre se mantem com uma expressão calma. Leva as coisas muito a sério, pois aprendeu as responsabilidades da vida com sua mãe. Há também seu lado um pouco mais irritado, sim ele também se irrita, embora seja com coisas mais sérias. Isso o afeta de forma que age agressivamente contra quem lhe irritou, mas apenas caso não consiga sair de perto ou não consiga se acalmar.

— História do Personagem:

O vento invadia meu quarto com seu assobio baixo porém audível o bastante para me acordar. Era estranho, mas aquela era minha forma de despertar desde que me conheço por gente, sempre me perguntei o porquê, era como se os ventos tivessem a necessidade de me felicitar toda a manhã. Enfim, meus olhos se abriam pouco a pouco, se acostumavam com a claridade que invadia o comodo pela janela entre aberta até enfim me erguer da cama. Ainda sonolento ergui colocando meus chinelos e seguindo até meu banheiro me arrumei após um bom banho. Logo a voz de minha doce mãe ecoou pelo quarto, como sempre eu estava atrasado. Eram meus dezoito anos, por incrível que pareça havia sobrevivido até ali, sabem muito bem o que dizem sobre os semideuses que chegam aos dezesseis anos. Sim, isso mesmo, eu já tive a oportunidade de conhecer mais sobre minha história, apesar de não tê-la por completo, meu pai ainda era desconhecido, até mesmo para minha mãe. Tudo se resumia a um Deus e tudo mais, mas era um pouco complicado de acreditar eu sei. Enfim.

Em meio a cozinha com a mesa do café da manhã completamente arrumado minha mãe lavava parte da louça que havia deixado na noite passada, pois é meu cansaço repentino me obrigou a não fazer meus serviços. Digo repentino pois nunca tinha sentido algo parecido, era uma sensação bem estranha para falar a verdade, era como se algo estivesse praticamente saindo de mim, mas vai saber. Minha mãe sabia, tinha feito uma expressão de preocupação mas se limitou a cuidar de mim. Achei estranho de fato, mas não perguntei nada. Agora, com seus olhares atentos a mim e um pouco de preocupação em sua face tomamos nossa refeição da manhã. Já havia passado da hora, o ônibus da escola já tinha passado e eu teria que correr para não perder a segunda aula, era meu último ano na escola. -Bem mãe, melhor eu ir antes que eu me atrase ainda mais. Dei-lhe um beijo em seu rosto, avistei seu sorriso e parti. Tudo devia ser normal naquele dia, devia.

Percorrendo a mais de dois quarteiros de onde eu morava escutava alguns barulhos estranhos como uma pata de cavalo batendo no chão, um pequeno uivo, mas não haviam animais naquele arredor. Os ventos daquele dia estavam mais agitados, me envolviam de forma protetora como se algo de ruim me acontecesse, mas em minha mente se passava muitas coisas naquelas semanas, aquilo podia ser apenas mais uma delas. Então segui em frente. O barulho já me incomodava, estavam ficando mais altos e próximos, mas meus olhos buscavam por respostas ao meu redor e nada viam. Encontrava-me em um beco, um tipo de atalho para minha escola, então seria impossível não enxergar nada naquele lugar, mas enfim. Alguns passos mais a frente e um cheiro forte de enxofre exalou pelo caminho me deixando enjoado. "Mas o que é isso?" Não havia esgoto, comida podre ou algo estragado o bastante para liberar aquele cheiro, mas com ele veio mais uma vez o uivo e garras arranhando latas de lixo as derrubando no chão. Consegui enfim perceber de onde vinha, também se não visse as latas caindo a uns dois metros de mim certamente eu precisaria de óculos. Mas enfim, paralisei naquele instante, não sabia o que de fato estava ocorrendo até uma sombra se formar e tomar forma em um cachorro negro de médio porte. Parecia um animal qualquer se não fossem pelos vívidos olhos avermelhados que se assemelhavam a cor de sangue. "Mas que porcaria é essa? Estava espantado, isso era óbvios pois estava estampado em minha cara, mas o que faria?

No meio do desespero se encontra a solução, naquele momento entendi a frase que me era dita pela minha avó que falecera a um ano atrás. Estava tremendo é verdade, mas sentia algo crescendo em mim, algo inexplicável. O animal em si partiu, veio com toda a sua ferocidade animalesca em busca de minha carne, e assim percebi que as palavras de minha mãe sobre a tal história contada sobre meu pai não era tão ridícula assim. Cada músculo do meu corpo levado pela adrenalina do momento se movimentou involuntariamente com o mais puro reflexo permitindo que o cão passasse direto por mim. Era estranho eu sei, logo eu, um garoto que não fazia nenhum esporte a não ser um pouco de musculação para melhorar minha força, logo eu tinha aquele reflexo de gato. O pequeno monstro por sua vez caiu com suas quatro patas sobre o chão se voltando para mim, ainda mais irritadiço com seus dentes afiados, saliva escorrendo e seu bafo, sim vinha dele aquele forte cheiro de enxofre. Ali percebi que seria meu fim, certamente não aguentaria ficar me esquivando por muito tempo e não adiantaria correr pelo visto. Mas sempre há momentos em que a sorte vem lhe ajudar. Aquele som de patas de cavalo batendo no chão? Bem, aquilo também foi impressionante para mim.

O vento me cobria com seu manto no instante em que o cachorro veio me atacar, me jogou para o lado com força impedindo-me de ser atingido pelo animal mas ainda sim me levando em seus braços evitando de me ferir. Agora aquele segundo barulho? Bem, do nada aparece um jovem, não tendo mais do que seus dezoito anos me ajudar. Pelo menos era o que parecia. Se colocara a minha frente, entre o animal e minha vida ali era o inicio de uma amizade pensei. Suas pernas eram diferentes, pareciam pernas de bode ou algo parecido, eram elas que faziam aquele barulho pensei. Não dava para ver seu rosto, apenas seus movimentos rápidos com os braços trazendo de seu bolso um instrumento. Sua música logo ecoava pela viela e de forma rápida adormecia o animal, mas até quando? Era hora de partir de forma rápida dizia o garoto, ele estava me seguindo desde minha casa. Incrivelmente estava com uma grande mochila, mas aquela era minha? Sim, ele havia passado em minha casa, estava ali para me levar. Era difícil de entender. Seus olhos se voltaram para o alto de minha cabeça, via alguma coisa que lhe fazia sorrir. -Bem meu amigo, bem vindo ao mundo dos semideuses, filho de Éolo. Era espantoso, toda aquela história sobre deuses e semideuses, mas não era hora de explicações mas sim de fugir. Pelo que parecia minha mãe já estava a par de tudo, tinha escrito uma carta que o garoto me dera em meio ao caminho para o tal acampamento meio-sangue. E lá fomos.

Demoramos um pouco para chegar de fato, mas lá tudo foi explicado. Descobri que durante os meus longos anos de vida meu pai, Éolo o Deus dos ventos, havia colocado uma habilidade em mim que impediam os monstros de me sentir, até aquele dia em que me senti mal, fazia sentido embora fosse tudo muito louco. Na carta de minha mãe ela dizia aquele lugar seria bom para mim, melhor do que minha própria casa, mas seria mesmo? Encontrei outros assim como eu, Demorei sim um bom tempo para me enturmar, hoje tenho os meus vinte anos e converso com poucos, mas ainda sim não encontrei dificuldades e nem inimizades por ali. Vejo que meu corpo está bem mais forte, minha mente bem mais calma, meus poderes vieram a tona e agora em combate eu me saio muito bem. Agora o que virá no futuro, bem isso é difícil de dizer.

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Re: Ficha de Reclamação para Deuses Menores

Mensagem por Eos em Qua 10 Out 2018, 13:36




Avaliação — Vincent V. Valentine


Olá Vicent! Bem, sua ficha teve alguns errinhos o que causou o desconto de alguns pontos como o uso excessivo de "enfim" e "mas enfim". Realmente, é quase um vício e eu já me preparava em todo texto para vê-lo escrito novamente. O uso do traço (-) em vez do travessão (—) nas falas é algo que você deve ficar atento, pois realmente se é descontado bastante isso em missões. A falta do uso da vírgula antes das conjunções é um ponto que deve se atentar. Algo que me incomodou bastante foi o seu possível ataque, afinal, uma hora o animal estava lá e do nada sua narração se voltou totalmente para o sátiro deixando o monstro para lá como se fosse nada demais. Enfim, parabéns pela ficha e seja bem vindo de volta, filho de Éolo!


Resultados


Aceito como filho de Éolo;
Pontuação: 96 de 100 xp's possíveis;
Item de reclamação padrão.



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Re: Ficha de Reclamação para Deuses Menores

Mensagem por Pennélope Vyolet Mitch em Qua 10 Out 2018, 21:16


FICHA DE RECLAMAÇÃO
— Por qual deus deseja ser reclamado/ qual criatura deseja ser e por quê?

Tânatos / Thanatos. Por ser a divindade relacionada diretamente a morte e por conter mitos tão interessantes e pouco explorados, acredito que será o melhor para o desenvolvimento da trama da personagem, inclusive para auxílio de futuras maldições que Penn venha a adquirir.

— Perfil do Personagem (Características Físicas e Características Psicológicas - preferencialmente separadas):

Características Físicas: Apesar de ser originária da Dinamarca a jovem Penn pouco tem traços que remetem ao povo do país. Sua pele é bastante clara ficando marcada e com cicatrizes facilmente, o que responde a presença de algumas espalhadas pelos pulsos, coxas, abdômen e seios, os olhos são esverdeados de um tom quase acinzentado, aparentemente gelados mas sempre possuindo um brilho incomum. A boca é pequena e delicada, dona de um rosado natural e atraente, enquanto o corpo é esbelto e repleto de curvas atraentes que contrastam bem com seu 1.70 cm de altura e os 78kg.

Faz o tipo de garota que está sempre trajando short seja jeans ou de tecidos leves, blusas soltas e que a permitem se movimentar livremente. Raramente usa calças, afinal, acredita que elas prendem seus movimentos e evitam que ela seja tão flexível quanto deseja ser. Nos pés tem sempre um par de all star clássico - branco e preto - nada muito extravagante, apenas o necessário. O cabelo de tom castanho e de tamanho médio longo costumeiramente é preso em um coque ou rabo de cavalo, ambos deixam alguns fios da franja soltos que caem sobre a lateral do rosto, emoldurando-o.

Características Psicológicas: “A garota monstruosa que assassinou o pai sem motivo nenhum, louca por ter inventado uma história de abuso que jamais acontecerá apenas para destruir a família e principalmente a mãe.” São estes os comentários que corriam nos corredores da clínica durante toda a estadia da menina. Ao contrário dos boatos, Vyolet trata-se de uma criança presa no corpo de uma adolescente, ainda é tão doce quanto antes, gentil, sorridente e amigável com quem quer que se aproxime, tornando-a um tanto inocente. Nega-se a crer que o mundo é cruel, apesar de ter passado por tantos momentos e situações apavorantes.

É comum ver Pennélope por sua segurança em risco para salvar outros, agindo como um suporte. Porém ainda é bastante focada e obcecada em seus objetivos, quando os traça não a nada no mundo que a desvie dele. Estrategista, autocrítica e estudiosa evita sempre errar seus movimentos, calculando-os muito bem para somente então realizá-los, graças a isso tende a desenvolver uma precisão entre acontecimento x reação. Sua sinceridade pode também ser confundida com agressividade ou grosseria, afinal, não guarda para si o que pensa, seja lá o que for ou como possa lhe atingir ela dirá, ou seja, zero responsabilidade emocional.



— História do Personagem:


Silêncio. Escuridão.

Nada era visto, os únicos sons ouvidos partiam dos grilos espalhados no campo e Harpias que patrulhavam as redondezas do acampamento. As estrelas eram ocultadas e ignoradas pelo brilho dourado excessivo e majestoso emitido pela lua cheia, a brisa ia e vinha baixando a temperatura e consequentemente aliviando o calor que fazia naquela noite.

Uma silhueta esbelta apresentava-se em frente a entrada da cabana. A cabeça pendia para o alto, os olhos presos ao céu, os cabelos presos em uma trança lateral e aparentemente sujo demais para que pudesse ficar livre. O traje resumia-se em uma blusa alaranjada com o cavalo alado símbolo do AMS e um short folgado - um típico pijama. No colo a lâmina brilhava, não que àquela semideusa possuísse alguma arma, mas ela havia roubado ela de alguém que conhecera.

O punhal fora apertado pela mão alva e delicada, o braço oposto fora estendido enquanto a ponta do armamento deslizou pela pele, abrindo um corte e fazendo com que sangue escorresse. Um gemido rompeu os lábios naturalmente rosadas, os dentes cravaram no beiço inferior num ato que visava impedir o grito de dor. As pálpebras baixaram-se, a lágrima escorreu sem hesitação e o corpo tombou, imergindo em lembranças a tanto tempo ignoradas.


FLASHBACK ON


— Ele mereceu… Eu sei que ele mereceu...— o sussurro ecoava pelo quarto embebido na escuridão. O timbre suave e quase infantil denotava medo e insegurança pelo que o futuro lhe reservaria. O corpo balançava sutilmente para frente e para trás, um balançar quase robótico que pouco produzia ruídos, as mãos presas entre os fios longos e negros os dedos os puxava com força, também apertando e arranhando o couro cabeludo.

A movimentação produzia apenas um som, como se o vai e vem do humanóide fosse feito sobre uma poça pegajosa, e de fato era. A frente havia algo estendido, mais exatamente um cadáver ainda quente, o crime havia sido cometido a pouco. O tilintar das chaves ao toque do trinco fez com que a assassina estacasse, as pupilas se dilataram apavorada, a tremedeira lhe acometeu tão rápido quanto um raio e ela apenas esperou.

Os passos aproximavam-se pouco a pouco. A voz feminina cantarolava algo, parecia relaxada, tranquila demais para o que veria em breve. — Penn, Kill, estão aí dentro? — ela gritou, buscava ansiosa por sua filha e seu esposo, era estranho que ambos não estivessem pela sala como de costume. — Penn, está no banho? — novamente a voz ecoou. A criminosa ouviu o som da porta ao lado do quarto sendo aberta, a mulher havia entrado no banheiro.

O ruído do andar no corredor retornou, o nervosismo cresceu explosivamente. A maçaneta girou, a porta fora empurrada e aberta. Os lábios que antes traziam um sorriso animado, agora demonstrava horror. O quarto antes infantil que acolhia tão docemente a criança, agora tinha o carpete e a parede manchados de sangue. — Mamãe, o papai tentou me tocar… — a voz saiu suave, como se a imagem não fossem assombrosa.

Os lábios e bochechas machados pela cor rubra característica do sangue assustaram ainda mais a maior. As pequenas mãozinhas seguravam a arma do crime: Um cutelo. — O Q-QUE VOCÊ-Ê FEZ? — a adulta gaguejava, os olhos arregalados, o pedaço de bolo de chocolate que tinha em mãos foi diretamente ao chão. Espantada. A situação a sua frente era mais do que inusitada, sua filha que sempre fora tão doce e gentil agora estava em uma cena de assassinato. A pequenina levantou-se, caminhou chorosa até a progenitora, fitando-a com o olhar marejado.

— Mamãe, eu não fiz por mal, ele mereceu, não é?! Eu pulei nele e rasguei seu pescoço… Ninguém pode tocar meu corpinho, a senhora me disse… — a esta altura dos acontecimentos até a fala da garota falhava. A cabeça virava fitando a genitora e os restos mortais banhados na poça de sangue, sua mente estava confusa, acreditava ter agido corretamente mas agora? Agora ela sentia-se suja, imunda pelo que fizera.

A memória retornou para o momento em que tudo começou. Pennélope havia chegado da escola, seu genitor estava na cozinha preparando o jantar, mal a viu e já a mandou para o banho, sem hesitação a ordem foi acatada. Enquanto a criança brincava na banheira o homem adentrou o recinto tinha apenas uma toalha presa em sua cintura, os olhos brilhavam com a imagem da outra sem roupas imersa parcialmente na água.

Inicialmente ele apenas ajoelhou-se e brincou com a pequena Mitch, em seguida a mão deslizou entre as pernas dela que assustada se levantou e correu para o quarto. Lá, já debaixo das cobertas e encolhida, o pai voltou a procurá-la, desta vez com mais avidez e “fome”. Foi então que ela reagiu e avançou. A mordida no pescoço deixou-o desestabilizado o suficiente para que a menina tivesse tempo de ir a cozinha buscar a arma.

As cenas seguintes eram dignas de um filme de psicopata. Ainda com o pedófilo vivo e agonizando - afinal, a raiva da menina permitiu que a mordida arrancasse um pequeno pedaço da carne - Pennélope deu início aos golpes, não sabia onde devia acertar, apenas o fazia querendo ver o homem morto.


FLASHBACK OFF


As lágrimas rolavam incessantemente, não apenas pela dor provinda do ferimento no braço esquerdo, mas também pela memória recém revivida. Vyolet podia ouvir sua mãe chamando-a de monstro, ainda a via ligando para a clínica psiquiátrica, lembrava-se do timbre assustado e de como ela se manteve distante mesmo quando a criança berrava por ajuda e implorava pelo perdão.

Ela só tinha nove anos quando tudo ocorreu, estava apenas se defendendo do que hoje ela sabia que era alguém horrível. Porém a recordação da mãe, o pavor nos olhos, a dor e nojo no timbre faziam com que a adolescente se odiasse e se visse como um ser monstruoso.

O ambiente aos poucos era tomado por uma névoa sutil que envolvia também o corpo da garota. Sobre sua cabeça pairava uma foice, símbolo do deus dos ceifeiros e mortos Tânatos, de alguma forma depois de muito tempo ele havia enfim admitido que aquela era sua cria.

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Re: Ficha de Reclamação para Deuses Menores

Mensagem por Eos em Qua 10 Out 2018, 22:36




Avaliação —  Pennélope Vyolet Mitch



Olha Pen, eu queria muito fazer um comentário "grande" da sua ficha, mas as palavras sumiram, sério. Que ficha maravilhosa! Eu realmente não tenho muito o que dizer, estou apenas sentindo ela e a vibe. Parabéns pela reclamação!


Resultados

Aceita como filha de Thanatos;
Pontuação: 100 de 100 xp's possíveis;
Item de reclamação padrão.




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Re: Ficha de Reclamação para Deuses Menores

Mensagem por Harriet A. Moonwraith em Qui 11 Out 2018, 08:18


FICHA DE RECLAMAÇÃO
— Por qual deus deseja ser reclamado/ qual criatura deseja ser e por quê?

 Gostaria de ser reclamada por Hécate, uma vez que a personalidade da minha personagem volta-se bastante para a magia e portanto casará bastante com ela.

— Perfil do Personagem (Características Físicas e Características Psicológicas - preferencialmente separadas):

 As suas características mais chamativas são os seus olhos castanhos enigmáticos e seus longos cabelos loiríssimos. Sendo uma menina preocupada com a sua aparência, embora não seja uma filha de Afrodite, sempre está retocando a sua maquiagem quando possível. Tem uma preferência voltada para roupas mais estilosas, dentro das tendências das passarelas. Sustenta uma postura esguia, ágil e magra, que pode ser de grande ajuda em qualquer aventura.

 É uma pessoa serena e quase nada abala a sua paz interior. Essa calmaria vem junto da sua introspecção, que dificulta consideravelmente suas relações sociais com pessoas desconhecidas e só se sente confortável após construir um grau maior de intimidade com o indivíduo. Gosta de ser atualizada em todos os assuntos e por isso, odeia locais remotos. Por saber de tudo, acaba discursando com propriedade e isso a faz ter uma impressão ruim, sendo taxada de metida na maioria das vezes. Nasceu com uma personalidade diplomática e mediadora, mas devido à sua timidez, acaba fazendo isso numa maneira muito mais profissional que por livre e espontânea vontade. Muito lhe interessa o conhecimento de feitiços e encantamentos, instigada por um sentimento maior, que sempre a empurrava grimórios e pergaminhos antigos para adquirir tal maestria.

— História do Personagem:

 Não presenciei mortes e nem eventos que drasticamente mudassem a minha vida da água para o vinho, mas sempre fui considerada um prodígio - aquele que nasce uma vez a cada cem mil pessoas. Para dizer a verdade, nem acho que sou isso tudo, só acho que tenho uma facilidade maior que as outras pessoas. Nunca fui de estudar, mas sempre parecia que as coisas se iluminavam em sua cabeça num passe de mágica quando eu precisava.

Tinha uma vida tranquila, harmoniosa, sem problemas financeiros. Estudei na melhor escola da região desde a minha infância, tive tudo o que tinha vontade, mas mesmo assim me faltava algo. Via problemas acontecerem diante de mim, mas não podia fazer absolutamente nada. Me sentia e me sinto fraca cada vez que não consigo me mover diante disso.

 Sempre adorei ler sobre a história do mundo, resolver enigmas, pôr ideias no papel, mas o conhecimento arcano sempre me interessou. É um sentimento muito estranho, que adormece na maioria do tempo e desperta vorazmente quando há um grimório na minha frente. Parece que me sinto em casa, num aconchego que jamais sentiria normalmente. Parecia que eu estava viajando há anos...


 Prova finalizada, era hora de voltar às minhas leituras mais prazerosas. Os ventos batiam violentamente à janela semiaberta, em conjunto com a forte chuva que caía sobre a cidade naqueles dias, forçando-me a fechá-la rapidamente. — Droga! — Resmunguei alto, chamando atenção de meus colegas de aula, chamando todas as atenções à mim. Ignorei, mais preocupada com as minhas páginas ensopadas que com a reação daquela gente.

 O contato da água com as páginas antigas não apenas borrou a tinta já envelhecida, mas a fez reagir como química. Não, química não, algo mais místico e menos científico. Talvez já estivesse destinado que aquilo acontecesse desde sempre. Perguntei-me o porque daquilo acontecer, partindo do princípio de que não conhecia os meus poderes na altura. Eu não me recordava muito bem como aquele livreto havia chegado em minhas mãos, mas apenas o li e reli várias vezes durante minha curta vida e ao folheá-lo, o conhecimento proferido ecoava em minha mente na voz de uma anciã que para mim era extremamente real. Não sabia se era coisa da minha cabeça, mas sempre questionava-me se talvez ela poderia realmente existir.
 
Aparentemente apenas eu via a reação mágica acontecer, pois os outros adolescentes não haviam percebido nada, o que foi ótimo para prestar uma maior atenção aquilo e evitar constrangimentos. Algo como um portal manifestou-se e embora pequeno, sugou-me por completo e agora eu não passava de apenas lembranças para aquele mundo que estava acostumada a frequentar.

Aquela era a reivindicação de Hécate e eu agora era reconhecida como mais uma de suas filhas que havia se descobrido feiticeira. Arrastada para o acampamento passando pelo portal, era recepcionada por um rapaz com uma ave majestosa nos ombros, um tanto imponente. — Filha de Hécate, seja bem vinda! Venha, as cerimônias começarão logo. — Anunciou. Estava bem confusa, mas acreditei que era melhor segui-lo para entender mais sobre aqueles últimos eventos.
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Re: Ficha de Reclamação para Deuses Menores

Mensagem por Eos em Qui 11 Out 2018, 11:14




Avaliação  — Harriet A. Moonwraith



Harriet, olá! Sua escrita é boa, encontrei alguns poucos erros apenas em relação a ele, como a mistura da primeira pessoa e da terceira ainda na mesma frase ou repetição como citado a baixo:

@Harriet A. Moonwraith escreveu:Resmunguei alto, chamando atenção de meus colegas de aula, chamando todas as atenções à mim.

O que mais me incomodou foi algumas incoerências encontradas, fora o quase nada de história que você de fato apresentou. Basicamente eu a vi se enaltecendo de várias formas diferentes.

Desenvolva mais a história e os acontecimentos, conte sobre sua personagem e o que já aconteceu em sua vida. Da onde surgiu esse interesse tão intenso? Veio de algum lugar. Ela tem familia? Como consegue os grimórios? Não são itens de fácil acesso. E não se esqueça do momento da reclamação. O simbolo aparecendo sob a cabeça do semideus é um fator obrigatório e que, sozinho, pode reprovar uma ficha.

Boa sorte na próxima!


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Re: Ficha de Reclamação para Deuses Menores

Mensagem por Kissa Donnely em Sab 13 Out 2018, 01:29


FICHA DE RECLAMAÇÃO
— Por qual deus deseja ser reclamado/ qual criatura deseja ser e por quê?

Eos, porque é ela que me inspira mesmo e vocês sabem disso. A personalidade e os poderes vão se encaixar perfeitamente na trama que eu pretendo desenvolver.

— Perfil do Personagem (Características Físicas e Características Psicológicas - preferencialmente separadas):

Físicas: Se precisasse resumir Kissa em uma palavra apenas seria delicada. Seu corpo é pequeno e sem muitos atributos extravagantes, mas perfeito para os movimentos fluídos e suaves que aprendeu desde pequena. Os cabelos ruivos traziam quase sempre mexas descoloridas que a destacavam quando os mantinha presos em um coque. Seus olhos claros, azuis como o céu sem nuvens, chamam a atenção e sempre se acompanham um sorriso amável nos lábios.

Psicológicas: Amada por ambos os pais, Kissa sempre transbordou esse sentimento para os demais a sua volta. Empática e sempre disposta ao melhor dos outros, evita problemas a todo custo, a não ser que algum amigo esteja em perigo. Então conhecem um lado da garota que vira uma “gatinha com garras” ao proteger seus “filhotes”. Não duvide que ela possa abdicar de uma briga apenas para evitar maiores desentendimentos.

— História do Personagem:

O balé é seu amor e o violino sua vida. Desde pequena a jovem era estimulada a seguir seus sonhos e eles a levavam para lugares inimagináveis. Suas mães mortais sempre a acompanhavam em seus espetáculos na escolinha e foi em um deles que sua terceira mãe decidiu revelar sua verdadeira descendência.

Era um dia especial para a pequenina. Seria o dia em que finalmente faria uma apresentação solo para todas as mães em um especial para aquelas mulheres fortes e carinhosas. Kissa havia pedido muito para que pudesse apresentar e todos os responsáveis concordaram. A ruivinha dedicou-se por semanas para que tudo saísse perfeito e desse orgulho a todos.

Na hora da apresentação a garotinha se sentia nervosa, mas ao ver as duas mulheres mais importantes da sua vida juntam na primeira fileira o sentimento foi logo substituído por orgulho. Sua música ditava os sentimentos que sentia e nem mesmo sabia por em palavras, já que nenhum som humano poderia ser capaz de captar aquela magia que a música era capaz de transmitir.

Quando finalmente terminou sua apresentação, inclinou-se para frente para agradecer os muitos aplausos que ganhou e assim que levantou uma mulher loira lhe sorria. Logo um calor lhe encheu o peito e diante de muitas exclamações de surpresa, seu corpo começou a brilhar e sobre a sua cabeça duas chaves douradas cruzadas piscaram algumas vezes antes de desaparecer.

A pequena não entendeu aquilo, mas logo voltou sua atenção para suas mães, abrindo os braços e fazendo outra reverência, agradecida. Quando endireitou a coluna novamente, a mulher loira não estava mais lá, porém a sensação boa continuava e dali em diante, a garotinha saberia que sua vida não seria mais apenas a dança, escola e o violino.

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Re: Ficha de Reclamação para Deuses Menores

Mensagem por Éris em Sab 13 Out 2018, 01:52




Avaliação  — Alice Grimmer



Alice, primeiramente devo dizer que estou impressionada com sua escolha de avatar, há muito tempo não vejo alguém usando a Lindsay. Mas vamos para a sua ficha, começando pelas descrições físicas e psicológicas: Elas não estão ruins. São custas, diretas e práticas, porém sinto que falta desenvolvimento, não da para saber muito sobre a personagem com o que você descreveu, não consigo "senti-la" como "real".
Quanto a sua história eu amei o fato de ser criada por duas mães. O contexto da apresentação é bastante interessante, porém além da repetição de palavras no mesmo parágrafo, sinto também que poderia ter feito mais. Você tem uma base maravilhosa, poderia ter dito qual musica tocou, ter dado mais detalhes sobre sua criação ou até mesmo sobre o decorrer da apresentação. Você tem potencial, o explore.


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Re: Ficha de Reclamação para Deuses Menores

Mensagem por Judah Cohen em Sab 13 Out 2018, 01:57


FICHA DE RECLAMAÇÃO
— Por qual deus deseja ser reclamado/ qual criatura deseja ser e por quê?

Nêmesis, pois todo o conceito de retribuição e vingança é levado a sério pelo personagem, sendo uma das principais forças motrizes em sua vida. A deusa representa tudo aquilo pelo qual Judah luta, ainda que muitas vezes a sua percepção de "justiça" não seja muito ortodoxa. Judah vive sobre o código de que "acredita em justiça, não em leis".

— Perfil do Personagem (Características Físicas e Características Psicológicas - preferencialmente separadas):

Físicas: Com 1,81 e cerca de 73 kg, Judah possui um corpo relativamente magro, apesar dos músculos adquiridos ao longo dos anos de treinamento em artes marciais ensinados pelo seu tutor, um amigo de seu falecido pai. Possui pele clara e cabelos longos e negros assim como os olhos profundos e tristes. Carrega uma expressão bondosa no rosto, como a de quem vai sorrir a qualquer momento.

Psicológicas: Piadas são como remédios para Judah, porém poucos sabem que todas essas gracinhas ditas por ele escondem muitas feridas que ainda não cicatrizaram. Apesar de todas as desgraças que ocorreram ao longo da sua vida, Judah acredita que deve ser grato pelas pessoas que ama, principalmente seu tutor e seus dois irmãos de criação, e procura ser o mais gentil possível com todos. Por mais que apresente atitudes pessimistas na maior parte do tempo, no fundo o garoto ainda acredita no ideal de justiça e honra, em parte pela educação nipônica que recebeu desde que seu pai morrera.


— História do Personagem:

Esquiva, defende, ataca. Anos de treinamento fizeram com que essas ações se tornassem tão naturais quanto a respirar. Deve ser o poder do hábito, pelo que dizem. E se tem uma coisa com a qual eu estou habituado, essa coisa é lutar.

O suor escorria pela minha têmpora enquanto eu tentava me desviar dos golpes de Kesuke, o homem que ficou responsável por me criar desde a morte de meu pai. Desde então, ele vem me ensinando o "Caminho das Mãos Vazias", ou como nós ocidentais conhecemos: karatê-do. Desde os meus seis anos, fui submetido a mesma disciplina e rigor aos quais os filhos de Kesuke foram, o que de certa forma fez com que eu me sentisse parte da família bem rápido.

— Sua mente não está no lugar, Judah. — Disse meu sensei, enquanto desferia um soco em direção ao meu peito. — Nunca vai conseguir vencer um oponente dessa forma.

— Em todos esses anos você nunca deu uma de Sr. Miyagi. — Respondi, enquanto defendia o golpe com a mão esquerda. — Quer realmente começar agora?

Antes que eu pudesse pensar em contra-atacar, em um movimento rápido, o homem acertou uma rasteira nas minhas pernas, e tudo o que eu consegui fazer foi cair no chão como uma fruta podre, o que era algo bem mais frequente do que eu considerava ser saudável.

— Você e Takezo são mais parecidos do que eu gostaria. — Kesuke suspirou e estendeu sua mão para me ajudar a levantar.

— A diferença é que ele consegue chutar minha bunda tão fácil quanto você. — Peguei a mão dele, me recompondo da queda e voltando a ficar de pé. O cumprimentei curvando meu tronco, de frente para ele, que retribuiu o gesto. A luta havia terminado. — Sabe, eu sinto falta dele... E da Sayuri.

Ambos os filhos biológicos de Kesuke já haviam ido para a faculdade no ano passado, deixando apenas nós dois na nossa casa no Queens. Sr. Yamada havia sido parceiro de meu pai, Simon Cohen, na polícia de Nova York, mas pediu sua exoneração depois da morte dele em um tiroteio. Desde então Kesuke tem se dedicado ao pequeno antiquário que funcionava no primeiro andar da casa. Seus cabelos timidamente grisalhos e as rugas que começavam a aparecer ao redor dos seus olhos indicavam que ele já tinha visto muitas coisas que eu nem mesmo podia imaginar.

— Ah, eu também... Foi difícil ver os dois partirem igual a mãe. — Ele comentou, com pesar, mas logo mudou de tom. — Pelo menos eu sei que eles vão voltar, certo? — Disse, com um sorriso amarelo.

Bom, era óbvio que "mães" eram um assunto desconfortável em nossas vidas. Pouco se falava sobre a mãe de Takezo e Sayuri, nada se falava sobre a minha. E para mim, isso não era problema algum. Quem estava ali, comigo, era quem deveria estar.

— Bem, tenho que ir agora. — Eu disse, tentando desvencilhar do assunto, enquanto tirava o kimono. — Te vejo no jantar, certo?

— Claro, Claro. Jantar. — Ele respondeu, distante em seus pensamentos.

Enquanto eu saía pela porta do pequeno cômodo do lugar que utilizávamos como dojo, Kesuke disse algo que eu nunca mais esqueceria.

— Judah... O sol nasce para todos. Bons e maus, justos e injustos. Mas o que será mostrado em você quando as trevas da noite se dissiparem?

— Érrr... — Eu realmente não sabia o que responder. Ele não era do tipo de pessoa que fazia essas perguntas filosóficas clichês em orientais. — Você está definitivamente proibido de ver Karate Kid. Pra sempre.

Ele apenas sorriu e balançou a cabeça, como se tentasse afastar algum tipo de pensamento ruim.

Se eu soubesse o que viria depois, jamais teria respondido com dessa maneira.

[...]

— Você só pode estar de sacanagem comigo. — Kevin gritava, enquanto That's What You Get do Paramore tocava no rádio do carro dele. — Esse álbum é bem melhor do que o anterior. Você é surdo, com certeza.

— E você é maluco. All We Know Is Falling é uma obra prima, não tem como superar. Não viaja. — Eu respondi, convicto. — Bom, essa é a minha deixa. Valeu pela carona cara, a gente se vê.

Meu colega de classe acenou do banco do motorista e continuou sua viagem até o fim da rua. Ele havia se mudado para uma casa da vizinhança pouco antes do começo do ano letivo, e como ele estudava na mesma escola que eu e me oferecia carona, acabamos ficando amigos.

Ao passar pela entrada do antiquário de Kesuke, percebi que a placa de "Fechado" do estabelecimento não condizia com a porta, que estava destrancada. Não demorou muito até eu constatar que ela havia sido arrombada, uma vez que a maçaneta estava retorcida. Todos os pelos do meu corpo se arrepiaram. Algo estava errado.

Andei devagar em meio as cômodas e criados-mudos da loja de velharias em direção a escada que levava até onde realmente ficava a minha casa, mas antes de começar a subir os degraus que dariam na sala, agarrei o bastão de baseball que estrategicamente ficava debaixo do balcão. Devidamente armado, me direcionei cuidadosamente até a sala, só para me deparar com a pior cena que eu poderia ver.

Lá estava Kesuke, envolto em uma poça de sangue que havia se formado no carpete do cômodo, com um corte em "X" no seu tronco. Todo meu corpo travou e eu soltei o bastão, sem saber o que fazer. Ele ainda estava vivo, já que tossia e se engasgava com o próprio sangue. Quando pude recuperar o controle do meu corpo, corri em sua direção, ajoelhando e colocando a sua cabeça em minhas coxas.

— Kesuke... — Minha voz mal saía, em meio aos soluços do choro. — O que aconteceu?

— Eles... Me... Acharam... — Havia uma longa pausa entre suas palavras, como se apenas dizê-las fosse doloroso demais. — Foi assim... Com o seu pai... Você precisa... Ir para o Acampamento...

Fiz um sinal para que ele ficasse quieto, mas ele ignorou. Aquelas eram suas últimas palavras, e ele queria usá-las o máximo que pudesse.

— Vão achar Takezo e Sayuri... Assim como já te acharam... — Ele olhou para a entrada da sala, atrás de mim, então me virei e para minha surpresa lá estava Kevin. — Eles vão levar vocês ao Acampamento... Vão...

— Merda... — Disse Kevin, abandonando a postura tranquila que sempre adotava — A gente tem que sair daqui, e rápido.

— A gente tem que levar ele para um hospital! — Eu protestei, olhando em volta o quanto de sangue meu mestre já havia perdido. — Me ajuda a levantar...

— Não. É assim que tem que ser... — Kesuke, agora quase sussurrando, falou para mim. Sua calmaria mesmo diante da morte era quase contagiante. —Vai... Termina aqui... E começa aqui...

E depois disso, as palavras do mestre cessaram junto com a sua respiração. Para sempre.

— Não... NÃO! — Eu o abracei. O abracei tanto quanto eu podia naquele momento. Aquele homem havia me ensinado tudo o que eu sabia sobre a vida, mas não havia me ensinado tudo o que ele sabia sobre a mesma. Eu ainda tinha muito o que aprender com ele. Não era pra aquela ser a hora de Kesuke Yamata. Aquilo era injusto. — Terás a vingança e a tua alma descansará em honra junto aos teus ancestrais. Isso é o que eu lhe prometo. — Essas palavras saíam naturalmente da minha boca, mesmo que eu nunca tivesse pensado em dizê-las. Tudo estava tão estranho que quase não percebi o símbolo rubro que brilhava acima da minha cabeça, na forma do que parecia ser uma roda de carroça quebrada.

Kevin se aproximou e colocou a mão em meu ombro, em um gesto de condolência.

— Judah, eu sinto muito mas nós temos que ir. Ele não foi morto por um monstro, pelo menos não um comum... Eu teria sentido. Se não formos agora, as coisas podem ficar piores.

Eu claramente tinha estranhado o uso da palavra "monstro" na frase, mas tudo estava tão errado naquela hora que eu nem me importei com isso.

— E pra onde você vai me levar? Kesuke estava falando de um Acampamento quando você chegou.

— Acampamento Meio-Sangue. Lá é onde você vai aprender a sobreviver, filho de Nêmesis. — Kevin me respondeu, respeitoso. — Mas nós temos que ir. Agora.


bagulhos:
Bom, a trama do Judah vai ser desenvolvida a partir daí. O que rolou com o pai dele, do que o Kesuke tava falando e quem matou ele, a relação dele com os irmãos de criação... Tudo vai ser explorado e explicado em DIY e etc. Eh tois.
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Re: Ficha de Reclamação para Deuses Menores

Mensagem por Dionísio em Sab 13 Out 2018, 19:14




Avaliação  — Judah Cohen



Estou muito enganado, ou alguém assiste vários animes/lê muitos mangás. Gostei muito da história, é envolvente e seu personagem me fez querer ler mais sobre ele. Não tenho do que reclamar. Seja muito bem vindo, novo filho de Nêmesis! E que a justiça seja feita.

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Aceito como filho de Nêmesis;
Recompensa: 100xp;
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AGUARDANDO ATUALIZAÇÃO






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Re: Ficha de Reclamação para Deuses Menores

Mensagem por 146-ExStaff em Dom 14 Out 2018, 09:43



Atualizado
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Re: Ficha de Reclamação para Deuses Menores

Mensagem por Isaac Stronghold em Ter 16 Out 2018, 11:10


FICHA DE RECLAMAÇÃO
— Por qual deus deseja ser reclamado/ qual criatura deseja ser e por quê?

Héracles. Pois é imprescindível que o maior herói da história possua um representante que o honre justamente.

— Perfil do Personagem (Características Físicas e Características Psicológicas - preferencialmente separadas):

Características Psicológicas:

Isaac é um jovem extrovertido e sociável, detentor de um carisma singular. Capaz de apresentar, de acordo com as circunstâncias, uma disposição hiperativa arrebatadora, assim como a serenidade digna de monges tibetanos. Possui um grande ego e costuma agir com teimosia, e embora estas características tenham suas desvantagens acabam contribuindo para a indomável força de vontade do filho de Héracles. Com um senso de dever constante, é maduro para a idade e tende a assumir a liderança em qualquer atividade que desenvolva em grupo, não temendo as consequências e responsabilidades que caem sobre seus ombros como consequência. Detém uma noção poderosa de justiça sempre em mente e embora mostre-se com certa arrogância, não costuma tolerar que os mais fracos sejam ridicularizados. Tem grande afeição por esportes, tendo praticado vários, se interessando também pela arte da estratégia, sendo grande admirador dos grandes conquistadores como Alexandre, O Grande e Napoleão Bonaparte. Além disso costuma expressar-se com um bom humor difícil de ser alterado, com doses moderadas de ironia que lhe atribuem certo charme. Herdou a bravura e o ímpeto de seu pai, a proatividade da mãe e o amor pelas mulheres de seu conhecido avô, Zeus. É um galanteador irremediável que se diverte com as próprias empreitadas e vê a vida com bons olhos.

Características Físicas:

Isaac é um jovem caucasiano de alta estatura, mensurando cerca de um metro e noventa centímetros. Detentor de uma estrutura física avantajada e atlética, comumente aparenta ter mais idade, transmitindo certa imponência singular. Seus olhos são de um azul intenso, contrastando com as mechas castanhas do cabelo curto. Embora pareça um tanto intimidador quando mantém um semblante sério, é gentil e sorri com frequência, um sorriso caloroso que transmite confiança. Acostumado com a vida no rancho, é normalmente visto usando roupas simples, camisetas e calças antigas, não se importando muito com a moda vigente.


— História do Personagem:

Isaac nascera no Colorado, estado americano conhecido por suas montanhas rochosas. Crescera em um rancho com a mãe e o avô, aprendendo desde a mais tenra idade o valor que o trabalho concede à vida. Como era comum em pequenas cidades, tinha contato com vários de seus parentes, inclusive com seus três tios que inegavelmente, junto com o avô, representaram a figura paterna para o rapaz. Seu avô, Beau, era um retrato do estereótipo do veterano de guerra. Tendo servido na Guerra do Vietnã, apresentava postura rígida e disciplinada, que passou para o neto com diligência. Sua mãe, Sienna, formara-se médica, servindo o exército americano nas ocupações iraquianas. Sempre fora uma mulher de muita força e convicção, fazendo com que o filho a tomasse como exemplo e a admirasse sinceramente.

Isaac cresceu com poucos mas bons amigos, trabalhando no rancho vigorosamente. Sua pequena cidade era tranquila por quase todo o ano, recebendo turistas apenas em eventos especiais, e mesmo assim eram poucos. Conforme crescia, mesmo que nunca tivesse lhe faltado nada e que se visse satisfeito com a própria vida, ainda tinha em sua cabeça certas questões sobre o pai. Sua mãe nunca lhe contara muito sobre ele, sabia apenas que era um homem forte, que tinha passado por muitos desafios ao longo da vida, mas isso não lhe bastava. Finalmente, no aniversário de dezesseis anos de Isaac, notando o desenvolvimento das habilidades do filho e temendo atenção indesejada, Sienna decidiu contar-lhe tudo sobre a sua ascendência divina. A princípio o garoto se espantou, achou engraçado e não pôde levar à sério, mas não demorou para perceber que a mãe não brincava. Isaac conhecia bem a mitologia grega, sempre fora um grande admirador de estratégias militares, tendo estudado muitos dos conflitos gregos da antiguidade.

Ao saber que toda aquela mitologia era real, e não apenas isso, que ele agora fazia parte dela, sendo filho de uma das figuras mais icônicas da história, Héracles, não pôde evitar o sentimento de orgulho. Com tudo esclarecido, tomando conhecimento também do Acampamento Meio-Sangue, Isaac mostrou entusiasmo para conhecer de uma vez o lugar que abrigava aqueles como ele, ansiando a entrada naquele mundo que para ele ainda parecia fantasioso. Felizmente a sua viagem ao acampamento deu-se sem grandes problemas, sendo a parte mais difícil deixar aqueles que sempre estiveram ao seu lado para trás. Sentia-se mal por não mais estar presente para ajudar a sua família, mas boa parte de seus familiares sabia de sua condição e o incentivou a prosseguir.
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Re: Ficha de Reclamação para Deuses Menores

Mensagem por 147-ExStaff em Ter 16 Out 2018, 13:59


Isaac Stronghold



    Então Isaac. Eu vou pegar leve com você porque acredito que você seja novo por aqui. Sua ficha não tem nada de extraordinário; na verdade, quase não tem o suficiente para que você seja aprovado. Você escreve bem, um pouco corrido talvez, tem uma boa construção textual e um vocabulário razoável, mas acaba por ser um pouquinho superficial demais. Eu vou te aprovar acreditando que você tenha potencial - e vontade - de melhorar, mas tenha mais empenho ao narrar. Acrescente detalhes, não tenha medo de preencher quinze páginas no Word! Deixe sua criatividade fluir.
      Bem vindo, semideus!


Resultado

Aceito como filho de Herácles
70 de 100 pontos de experiência possíveis;
Item de reclamação padrão.

AGUARDANDO ATUALIZAÇÃO



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Re: Ficha de Reclamação para Deuses Menores

Mensagem por 147-ExStaff em Qua 17 Out 2018, 13:20



Atualizado
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Re: Ficha de Reclamação para Deuses Menores

Mensagem por Ethan Slowan em Dom 21 Out 2018, 13:36


FICHA DE RECLAMAÇÃO
— Por qual deus deseja ser reclamado e por quê?

Perséfone. O fato de a deusa possuir tanto um lado sombrio quanto um lado mais otimista, que variam de acordo com as estações, faz com que seja a melhor progenitora possível para Ethan, devido à personalidade do rapaz. Além disso, é uma deusa que eu sempre admirei, e acho que vai ser legal narrar um filho dela.

— Perfil do Personagem:

Físicas: Assim como uma rosa negra, um dos principais símbolos de sua mãe, Slowan tem uma beleza proveniente da aura misteriosa que o envolve, cativando qualquer um que o observe e desafiando a descobrir mais sobre o rapaz. O contraste entre a pele pálida e os fios negros de cabelo apenas aumenta esse tom misterioso, assim como seu olhar, cuja cor varia entre tons esverdeados e acinzentados. Tem estatura mediana, sendo apenas um pouco mais baixo que os outros de sua idade, e porte levemente atlético, com alguns músculos bem definidos. Tem diversas tatuagens espalhadas pelo corpo, cada uma com seu respectivo significado e marcando uma fase específica de sua vida.

Psicológicas: O psicológico de Ethan também assemelha-se a uma rosa: possui alguns espinhos que repelem grande parte daqueles que tentam estabelecer algum tipo de relação com o garoto, mas aquele que não se afasta devido aos tais espinhos depara-se com uma pessoa amável, capaz de fazer de tudo para proteger quem ama. Prefere estar cercado por alguns poucos amigos em quem realmente confia a estar na presença de dezenas de pessoas que nem mesmo sabem seu nome, o que faz com que ele evite lugares muito cheios. Está com fone de ouvido na maior parte do tempo e valoriza mais a companhia de um livro do que a de uma pessoa que não respeite seu silêncio. Tem a consciência de que tudo na vida é passageiro, e isso o mantém confiante mesmo em situações extremamente desagradáveis. Tem autoestima elevada e sabe aproveitar os bons momentos que a vida proporciona, mesmo que esteja sozinho.

— História do Personagem:

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Re: Ficha de Reclamação para Deuses Menores

Mensagem por Hades em Dom 21 Out 2018, 19:18




Avaliação — Ethan Slowan


Oi, Ethan. Isso não é bem uma avaliação. Falta na sua ficha o ponto mais importante: história do personagem. Realmente, vejo que o post principal do tópico trazia informações erradas/ultrapassadas. O fórum estreou com uma promoção em que os jogadores não eram obrigados a criar a história do personagem na ficha de reclamação. Mesmo assim, a promoção era válida até o dia 07/10/2018, apenas. Já pedi para um administrador editar o tópico. Peço perdão pelo mal-entendido.

Resultado

Reprovado como filho de Perséfone.




Não Necessita Atualização






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Re: Ficha de Reclamação para Deuses Menores

Mensagem por Harriet C. Fitzgerald em Sex 26 Out 2018, 17:21


FICHA DE RECLAMAÇÃO
— Por qual deus deseja ser reclamado/ qual criatura deseja ser e por quê?

Depois de algumas tentativas frustradas para prole de Atena tentei fazer algo diferente, então busquei um deus que pudesse suprir o que buscava para Harriet tanto nos termos físicos quanto psicológicos. Hécate foi a que se encaixou melhor dentre todas opções.

— Perfil do Personagem (Características Físicas e Características Psicológicas - preferencialmente separadas):

Traços Físicos: Harriet é uma adolescente assim como a maioria das garotas da sua idade, mas ainda sim possuí suas peculiaridades. Seus olhos cor de âmbar são a janela para sua alma e espírito, é lá onde vive toda sua essência e desejos, por cima de seus profundos lumes suas sobrancelhas levemente arqueadas lhe dão um ar de egocentrismo e superioridade - o que não condiz com a realidade -, seus lábios aparentam terem sidos desenhados com toda a delicadeza do mundo. Por fim, seus traços carregam uma suavidade que tornam-a uma figura delicada e frágil, o que lhe incomoda ao ver a maioria das pessoas vê-la como indefesa.

Sua postura na maior parte do tempo é confiante, andar ereto e cabeça erguida são aspectos adotados pela garota para que externamente possa transparecer uma pessoa mais forte do que realmente é.

Traços Psicológicos: Harriet é uma personalidade ativista e de espírito livre. Geralmente é a garota que topa qualquer tipo de aventura e a menos interessada na emoção pura e no prazer do momento do que está a desfrutar das conexões sociais e emocionais que faz com os outros. Encantadora, independente, enérgica e compassiva

Mais do que apenas uma pessoa sociável – agradável, porém, Harriet é moldada por sua natureza visionária, permitindo que ela leia entre as linhas com curiosidade e energia. Ela tende a ver a vida como um enigma grande e complexo onde tudo está conectado – mas ao contrário dos outros que tendem a ver esse enigma como uma série de maquinações sistêmicas, Harriet vê através de um prisma de emoção, compaixão e misticismo, e esta sempre procurando por um significado mais profundo.

— História do Personagem:

Quarta-Feira, Residência dos Fitzgerald.

“Sei que não sou uma garota comum. Quer dizer, é claro que faço coisas comuns. Tomo sorvete. Vou ao cinema. Leio livros. Essas coisas fazem de mim uma pessoa comum. Mas sei que pessoas comuns não são capazes de atrair tantos problemas na vida quanto eu. Sei que pessoas comuns não atraem olhares tortos e comentários mal-intencionados aonde quer que vão. Se eu tivesse o direito a um desejo, um único desejo, pediria para ser igual a todos os outros adolescentes. Ou então pediria para que minhas ações fossem boas o suficiente que as pessoas me vissem e pudessem me notar ao invés de olhar para o outro lado fingindo não me enxergar. Sabe o que eu acho? Que ninguém além de mim me enxerga dessa forma. Mas agora meio que já me acostumei com minha condição, sei fingir que não sei que todos me consideram um problema.”

— Harriet, ainda acordada?! — Uma voz um tanto quando rouca ecoou pelo cômodo. Entre o pequeno vão da porta a figura de um homem de pele enrugada já muito maltratada pelos anos e de barba espessa e grisalha adentrava ao quarto. Os olhos acinzentados recaiam sobre a garota de longos cabelos castanhos que se encontrava sentada frente a uma escrivaninha da qual tinha como fonte de luz apenas uma luminária velha. O relógio mais ao canto marcava o horário: 03:44.

— Você sabe, eu funciono muito melhor a noite, sempre foi meu período favorito — comentou em meio a um riso nasalado — Você consegue ouvir? — Indagou a jovem, o indicador da destra apontava ao teto como se solicitasse quietude — O silêncio? Ele me diz tantas coisas que não consigo compreender. — A mão do mais velho repousou sobre o topo da cabeça de Harriet, ela odiava quando ele fazia isto, desde criança esse ato representava o meio do qual seu pai utilizava para lidar com momentos como aquele. Momentos em que a filha lhe fazia se lembrar da única noite com sua mãe. Seus passos firmes no carpete lhe levaram de volta a porta e do mesmo jeito que havia entrado, saiu.

Quinta-Feira, EF Academy High School
   
— Alô! Alô! Terra chamando Harriet — Insistia Liv estalando o dedo várias vezes frente a face da morena — Que droga de roupas são essas? Até parece que não sabe que nas quartas usamos rosa. — Se tratava de Olívia, ou Liv para os íntimos. Uma garota loira de olhos verdes e roupas extravagantes, o completo oposto de Harriet, mas apesar das diferenças eram melhores amigas desde que se lembravam — Já te disse que não vamos ser uma réplica de Regina George e suas amigas, Liv. — O sorriso convicto surgiu ao fechar o armário, o que pareceu desestimular a parceira que cruzou os braços emburrada — Se não chamarmos atenção nunca seremos convidadas para o baile, ir para o baile sem um par é muita humilhação. — o drama realizado por parte da amiga era digno de aplausos e sempre foram o suficiente para arrancar um riso ou outro — Quem disse que precisamos disso? Somos independentes e nada populares, dois lobos sobrevivendo dia após dia, rawr.  

Cada qual seguiu seu caminho, tinham aulas diferentes e passavam boa parte do tempo ali dentro longe uma da outra. Apenas se encontravam durante o intervalo, mas isso não era um problema. Girando sobre os próprios calcanhares alçou uma caminhada através do corredor, o andar era firme e a cabeça mantinha-se erguida se prontificando para devolver cada encarada, e o fez, contudo não do modo que pensou que fosse acontecer. Os olhos que se encontraram junto aos seus eram azuis como se estivessem constantemente sendo banhados pelo oceano, os cabelos escuros como o carvão e o sorriso torto o tornavam terno. Se tratava de Theo. Aquela era uma recepção muito diferente do que estava acostumada.

Limitou-se a devolver o ato com um sorriso, apenas por educação. Naquela manhã havia prometido ao pai que voltaria a escola e no mínimo se esforçaria, mas não valia a pena perder um tempo precioso numa sala de aula com pessoas que não se importavam, e por isso estava sentada na arquibancada. A leve brisa jogava os fios de cabelo contra o rosto que instantaneamente eram remanejados. Em mãos um livro, fora Olívia eram seus únicos amigos, confidentes fieis que sempre estavam ali para ela. Sempre.

Vários dias depois, EF Academy High School

Quanto tempo havia se passado desde então? Duas, três semanas?! Era a semana do baile e a despojada Harriet tinha prometido que ajudaria Liv a cooperar na preparação do baile. Era cômico o desespero de Olívia para se tornar uma figura célebre e todos seus esforços para ser notada — Você acha que os garotos brigam no vestiário para decidir quem vai me convidar para o baile? — Perguntou fazendo diversas posses como uma modelo frene a uma câmera e remexendo suas madeixas douradas — Não olha agora, mas Theo encarando a gente já faz um tempo. — A impaciente e cheia de energia Liv estava certa. Os olhos castanhos ergueram-se e novamente encontraram-no, o garoto do corretor. Ele estava alguns metros a frente ao pé de uma escada auxiliando outro menino e pendurar uma faixa. Os orbes azuis se fixaram na dupla, um sorriso brotou em seus lábios e um aceno fora oferecido. Aquilo definitivamente não era normal, as garotas se entreolharam com estranheza.

— Ele acenou para você? Para mim?! Não, com certeza foi para você... Vai falar com ele, anda... — Antes de poder contestar Harriet se viu sendo empurrada em direção ao rapaz, não havia o que ser feito, aquela cena estava sendo assistida pelo jovem que aparentou achar graça. Já não tinha mais volta. O olhar baixo e as mãos entrelaçadas deixavam clara a vergonha que estava sentido — Hey. Me desculpe minha amiga, ela é meio, você sabe... Louca — tentou explicar — Mas, de toda forma eu sou Harriet. — Ainda sem saber como se portar desviava o olhar vez ou outra, sentia suas bochechas esquentarem e tinha a certeza de que elas já haviam adquirido uma coloração rubra — Eu sou Theo. Sei quem você é — disse ele com um sorriso tão brilhante que podia sentir os olhos arderem — Escuta, sei que pode parecer estranho, mas eu venho tomando coragem para isso já faz um tempo — sua mão repousou na nuca —Então lá vai. Quer ir ao baile comigo? — Hesitante a moça sentiu seu coração acelerar, não conseguia entender como um simples convite lhe causasse tanto nervosismo — Ahn, claro!

Dia do Baile, EF Academy High School

A música, as pessoas, as bebidas. Cada elemento ali compunha um ambiente de festa do qual a grande maioria dos estudantes estavam ansiosos para usufruir, Harriet não era um deles, pelo menos não até alguns dias atrás. Os fios castanhos, como sempre iam soltos estendendo-se até pouco mais do que seus ombros, os lábios vinham preenchidos por uma coloração mais forte que o comum o costume, estavam vermelhos, e por fim seu vestido negro apesar de básico caia bem ao seu corpo. Em meio a seus dedos um copo carregava uma bebida qualquer que vez ou outra era beberricada pela garota que impacientemente olhava ao redor — Hey, você veio mesmo. — Theo apareceu subitamente, o que causou um leve susto na pequena que não conseguiu esconder tal reação. — Desculpe, não queria te assustar.

Theo estava elegante. Ele usava um smooke, os cabelos escuros iam detalhadamente penteados num único sentido e seus olhos eram como um pêndulo, hipnotizantes, era quase impossível não os encarar e não desejar aprofundar-se por completo naquele pequeno céu — Não, tudo bem. — disse ela com uma voz suave. O envolvimento da dupla parecia correr naturalmente, não existia entre eles qualquer desconforto ou incomodo. Do outro lado do salão, a excêntrica Olívia havia conseguido alguém para acompanhá-la naquela noite e se divertia tanto que nem mesmo desviava o olhar de seu par. — Eu fiquei tão feliz por ter aceitado que tenho uma surpresa para você, vem comigo? — O dono daqueles intensos olhos sequer esperou uma positiva por parte da garota e se colocou a andar para fora do salão, sem muitas opções Harriet apenas o seguiu um tanto curiosa para o desenrolar daquela noite. No meio do caminho olhou para Liv, lá atrás. Ela parecia feliz, sorria e dançava como se estivesse esperando por aquilo a tempos, e estava de fato.

Ao voltar o olhar para frente Theo havia desaparecido, provavelmente já do lado de fora. “Okay Harriet, tenha calma, muita calma, respire.” Pensou ela, absorta nas inúmeras coisas que poderiam ser aquela dita surpresa. Quando finalmente o alcançou Theo estava próximo as arquibancadas, frente ao campo de futebol de onde os holofotes iluminavam todo o ambiente. O rapaz estava de costas, suas mãos se afundavam nos bolsos de sua roupa e o olhar mantinha-se fixo na grama. Estranhamente um som era emitido de sua garganta, como se segurasse para não soltar um rosnado ou algo do tipo. Harriet estava nervosa. — Eu gosto do seu cheiro — disse ele — Que sorte a minha, não é?! — Suas palavras aos ouvidos da Fitzgerald eram confusas, se era algum tipo de tentativa de elogia-la, definitivamente estava dando errado. — Eu não estou te entendendo, Theo. — Enunciou com a voz já não mais tão segura.

— Seria uma pequena questão de tempo até sentir seu cheiro e encontrá-la — A menina de fato não sabia do que Theo falava, tudo que conseguia pensar era que talvez não tivesse usado desodorante o suficiente antes de sair de casa. Bem que seu pai havia lhe dito. — Seu tempo acabou. — sibilou. Ao revelar sua face as coisas tomaram outras proporções, seus olhos antes azuis deram lugar a duas pequenas esferas vermelhas e brilhantes e os dentes brancos tornaram-se presas amarelas. Tudo que pode fazer fora correr ou quem sabe acordar daquele pesadelo. Queria gritar, mas a voz parecia presa em sua garganta. Theo, ou o que quer que fosse investiu contra a figura feminina que num ato de sorte conseguira sair do caminho do que provavelmente seria sua morte. Seu antebraço havia sido atingido e um corte atravessava toda sua extensão, o sangue escorria por toda sua pele tingindo-a de um carmesim intenso.

— Ela está aqui! — gritou um sujeito a vários metros de Harriet e o ser monstruoso que a alvejava. Harriet desejava alcança-lo, mas sentia que não teria tempo e nem mesmo agilidade para chegar até este. O monstro em seu encalço logo a alcançaria e como diz o ditado: um raio nunca cai duas vezes no mesmo lugar. A criatura tinha uma clara intenção assassina nos olhos. As pernas da garota ficaram bambas e seu corpo desabou ao chão. — Hey, pegue — O homem que antes parecia tão longe agora estava próximo e lançava ao ar uma pequena adaga de bronze na direção de Harriet. Não sabia explicar como, mas, ao ver o brilho da lâmina seguir em sua vertente apenas estendeu a mão para que pudesse apanhar o objeto. Um terror e medo tomaram conta de seu corpo que automaticamente fez o que deveria: havia desferido um corte contra o inimigo. O fio havia percorrido por seu peito e cortado sua carne como se fosse feita de papel. Um ato que nunca pensou ser capaz de fazer.

As lágrimas no frágil rosto expressavam todo o medo que havia sentido. Por cima de seu vestido uma areia dourada lhe cobria. Não tinha sangue, apenas o pó que a criatura havia se tornado. As coisas apenas tornavam-se mais estranhas quando ao topo da cabeça de Harriet um símbolo luminoso surgira trazendo a forma de um corvo. — Que bom que chagamos a tempo. Mandou bem, semi-deusa.

[...]


Percy Jackson RPG BR



Harriet C. Fitzgerald
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Re: Ficha de Reclamação para Deuses Menores

Mensagem por Éris em Sex 26 Out 2018, 18:11




Avaliação


Harriet C. Fitzgerald

Cá estou eu te avaliando novamente, Harriet. Assim como para filhos de Atena, as fichas para crias de Hécate requerem uma avaliação rígida, e assim a farei.

Gostei que tenha mudado tanta a descrição física quanto psicológica da personagem, agora ela parece mais real e menos robótica ou princesinha. Inclusive, assemelha-se muito com o genitor escolhido. Apesar de alguns erros de pontuação e coerência, ainda está muito bom.

O primeiro erro de pontuação que me incomodou foi na frase abaixo, como os afazeres estão em formato que caberia em uma lista, no lugar dos pontos finais deveriam ter sido colocados vírgulas.

Harriet escreveu:“Quer dizer, é claro que faço coisas comuns. Tomo sorvete. Vou ao cinema. Leio livros. Essas coisas fazem de mim uma pessoa comum.”

Vejo claramente que não seguiu os conselhos que dei na última avaliação. A repetição maçante de palavras ainda está - MUITO - presente. É triste saber que ignorou o que lhe disse. Lembra-se que indiquei que revisse sua história depois de algum tempo que tivesse terminado a mesma? Sua mente estaria mais fria, menos no automático, as repetições teriam sido evitadas em, no mínimo, 80%.

No trecho abaixo podemos ver dois erros bem ruins: Primeiro a redundância. Você já havia citado a Liv no primeiro momento, apenas não descreveu quem ela seria, logo após você repete o apelido e explica. Caberia melhor se tivesse dito “a garota era Olívia, uma loira de olhos verdes e roupas extravagantes [...]” e assim seguisse a narrativa. O segundo erro é referente a pontuação pré travessão, lembre-se que quando termina uma frase deve ser colocado o ponto final.

Harriet escreveu:“— Alô! Alô! Terra chamando Harriet — Insistia Liv estalando o dedo várias vezes frente a face da morena — Que droga de roupas são essas? Até parece que não sabe que nas quartas usamos rosa. — Se tratava de Olívia, ou Liv para os íntimos. Uma garota loira de olhos verdes e roupas extravagantes, o completo oposto de Harriet, mas apesar das diferenças eram melhores amigas desde que se lembravam.”

Os erros a seguir são basicamente os já citado acima. Porém, apesar deles é evidente a evolução na narração de uma ficha para outra, o que me leva a lhe parabenizar. Como foi acordado entre mim e outro adm, tenho argumentos suficientes tanto para aprova-la quanto para reprova-la. Portanto escolhi que você está sim apta a receber a aprovação, mas eu vou ficar de olho e vou cobrar melhoras a cada nova narração, correto?! Não se esqueça das dicas que lhe dei e não as ignore novamente.



Resultado


Aprovada como filha de Hécate;
0xp pela história

ATUALIZADO

Éris
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Re: Ficha de Reclamação para Deuses Menores

Mensagem por Merlin M. Werstonem em Sab 27 Out 2018, 08:28


FICHA DE RECLAMAÇÃO
— Por qual deus deseja ser reclamado/ qual criatura deseja ser e por quê?

O progenitor escolhido desta vez será Éris… Você deve estar se perguntando o motivo dessa escolha tão fora da minha zona de conforto, pois veja bem, nós somos feitos de momentos, somos seres totalmente instáveis e em  um momento ou outro isso teria de acontecer. Goodbye Ares e Hécate, foi um prazer honra-los com personagens tão característicos, mas agora são novos tempos e dar vida para a pequena Merlin é a prioridade, sendo assim, Éris será uma mãe “ideal”para alguém com tantos problemas psicológicos como ela.

— Perfil do Personagem (Características Físicas e Características Psicológicas - preferencialmente separadas):

Fisicamente falando… Merlin seria alguém bem comum que não se destacaria em meio a multidão, isso se, os seus cabelos brancos não a tornasse o alvo certeiro de qualquer olhar curioso. Um metro e sessenta e cinco de altura de estatura mediana recoberto de pele tão clara quantos as madeixas levam qualquer ser vivo questionar se a garota se tratava de um humano ou qualquer outro ser. Talvez um vampiro, quem sabe?!
Olhos claros como o dia que seriam capazes de apaixonar qualquer um se não passassem a maior parte do tempo com um tom amargo de deboche e cansaço… Ah, deveria eu falar sobre as cicatrizes? Bom, por enquanto, melhor não.

Existe algumas outras coisas que deveriam observar nessa garota, como por exemplo, a forma que suas sobrancelhas se arqueam e o sorriso sádico que se forma em seus lábios quando tem sucesso em algo, ou na forma em que se movimenta, nos gestos que faz quando balança a cabeça deixando os cabelos penderem do lado esquerdo deixando a serpente que tem tatuada a mostra no pescoço…Pois é, além da serpente que começa no pescoço e desce até o quadril, Merlin é dona de mais três rabiscos aleatórios.

Agora em termos psicológicos… Ninguém é capaz de dizer de fato o que se passa pela cabeça de alguém com ela, tão pouco são capazes de descobrir quais serão sua próximas ações, por onde ela irá escapar ou como uma garota de rosto tão amigável seria capaz de levar alguém a cometer uma atrocidade. Pois bem, Merlin é uma louca.
Dizem que um ser não se torna louco e que na verdade a insanidade sempre esteve nele, adormecida esperando para ser acordada, porém, Merlin nunca tivera tal característica hibernada. Desde muito nova os traços de insanidade tomaram conta da doce menina que adorava brincar de arrancar  as cabeças das bonecas imaginado os coleguinhas do colégio, ou nas vezes que convencia o seu pai a se encrencar com alguém por seu puro prazer.

A bipolaridade é algo frequente para essa garota. Em um momento Melin pode estar rindo histericamente e criando situações constrangedoras com qualquer um e em outro se tornar alguém silenciosa, fria e totalmente calculista que planeja um ataque contra você. Tenha muito cuidado, por mais insana que seja, vez ou outra a sensatez lhe possuí e nesse momento é capaz dela acabar gostando de você, afinal, bem lá no fundo temos um coração de verdade batendo dentro de seu corpo.

Aaah algo importante que estava esquecendo de dizer: Pássaros!

— História do Personagem:

Merlin, você precisa se vestir, terá visita na próxima hora — A senhora Jhonsson me encarava com roupas limpas nas mãos. Junto delas um kit de higiene básica que certamente seria do mais barato possível, afinal de contas, por qual razão o governo gastaria dinheiro fornecendo suprimentos de qualidade para a clínica psiquiátrica estadual? Todos ali tinham preocupações maiores do que se o sabonete iria deixar a pele ressecada ou se o shampoo quebraria os fios de cabelo como se fossem palha. — Não me obrigue a levá-la a força, você sabe que ele quer vê-la a muito tempo.

Não acha engraçado Senhora Jhonsson, que meu pai tenha resolvido dar as caras finalmente? Não adianta vir com aquele papo de que ele tentou diversas vezes… — Meus lábios se contorceram em um sorriso sádico enquanto a ponta de meu indicador deslizava escrevendo o nome do Werstonem pela superfície da penteadeira de mogno maciço tão pesado quanto uma pedra de meia tonelada. Em minha cabeça via a feição de vitória do homem quando a ambulância fora me buscar no colégio, seus lábios vermelhos estavam tensionados e seus olhos carregados de luxúria, como se estivesse se deliciando com minha situação. Subitamente meu punho se fechou sobre a penteadeira desferindo um golpe que ecoou alto fazendo com que a mulher que me encarava desse um passo para trás. — Talvez ele tenha descido me trazer um bolo de aniversário para variar, afinal de contas, é o meu aniversário… Ou fora ontem? Não importa.

O riso tomara conta de mim por um breve momento até de finalmente erguer-me da cadeira dando alguns passos em direção a senhora de cabelos negros que ainda se mantinha recuada. A cada instante, podia sentir que Lasley Jhonsson ficava ainda mais desconfortável com a minha aproximação, fazendo com que meus lábios se abrissem novamente em mais um sorriso, dessa vez brincalhão.

Se tem medo do seu trabalho deveria pedir as contas, Lasley… — Meus dedos mergulharam de encontro as mãos dela pegando finalmente tanto as roupas quanto os objetos de higiene. Por instantes me mantive parada diante dela lhe encarando arduamente; De fato, era divertido. — Não se preocupe, gosto de você, mas merece umas férias.

Sem dizer palavra sequer, a mulher entregou-me o material e suspirou, era nítido que estava sendo tomada pelo alívio pela primeira vez desde que entrara no quarto para “me ver”.
Apesar das situações traumáticas em que o ser com pouco mais de um metro e setenta e idade suficiente para ser minha mãe, havia me colocado, ainda gostava dela… Aliás, uma das poucas pessoas que realmente tinha algum sentimento verdadeiro, mas ainda assim, sempre seria divertido vê-la temendo algo.

Caminhei pelo quarto alcançando a porta de metal que se encontrava fechada. Meus olhos então alcançaram novamente Lasley que finalmente voltara a se mover de fato e que em segundos já estava ao meu lado dando os comandos para que a porta fosse aberta normalmente pelo lado de fora.

Você realmente tem medo de mim não é? — Cruzei meus braços apertando os coisas que tinha em mãos contra o corpo. Suspirei por um segundo formando um biquinho de decepção nos lábios — É uma pena…

Não tenho medo de você, Merlin... É apenas receio.— Ela apontou para a pequena cicatriz próximo ao seu olho direito.

Sem que pudesse haver qualquer outro diálogo entre nós, a porta fora aberta e dois homens já se encontravam parados lado a lado me aguardando. O riso escapou por entre os dentes novamente. Era engraçado saber que aqueles dois estavam ali para me conter, o nivel de divertimento aumentava ainda mais por saber que se quisesse nem mesmo eles seriam capazes de me parar.
Dei um passo para o lado permitindo a passagem da senhora Jhonsson que como já se era de imaginar, partiu em disparada para seja lá qual outro quarto ou lugar do hospital. Observei aqueles dois por alguns minutos antes de me colocar a caminho do vestiário.

Vocês dois me lembram um cara. Não que eu conheça muitos, afinal, aqui não existem muitas opções... — Mordi meus lábios jogando os cabelos de lado antes de avançar alguns passos a frente me erguendo na ponta dos pés aproximando do rosto de um deles. — Será que você também mataria por mim assim como ele fez? Ou será que eu teria que me divertir como você mesmo?

Meus olhos brilhavam, meu rosto denunciava minhas intenções sádicas enquanto minha mente já processava as possibilidades. — Seria divertido.
Por um segundo me descuidei. Em resposta á minha atitude, o homem musculoso de cabelos escuros a quem me direcionava acabara por me golpear no estômago. Cambaleei dando um passo para trás me escorando na parede do corredor. Respirei fundo duas vezes antes de erguer a cabeça novamente com o mesmo sorriso que anteriormente estampava nos lábios

Já vi que vai se fazer de difícil, mas tudo bem, brincamos disso outra hora… — balancei a toalha branca de banho que segurava mostrando-a para eles — Tenho um banho pra tomar, um pai para matar e uma fuga para planejar... Quer dizer, tudo isso na minha cabeça.

Você é piradinha mesmo né menina? — O outro homem trincou os dentes fechando o punho também pronto para me golpear também assim como o seu companheiro havia feito, mas mudara de ideia com a movimentação que começara pelo corredor. Pelo menos estava livre de mais um soco ao menos naquele momento.

Caminhei pelo corredor até alcançar a porta do vestiário com os dois rapazes no meu encalço. Quem visse diria que estávamos brincando de “siga o mestre”, mas na verdade, a sensação que tinha era de que um momento ou outro ambos se fundiriam a minha sombra. O suspiro mais alto que poderia dar escapou quando me virei bruscamente para eles escorada no batente enquanto pendurava a toalha no ombro esquerdo.

Se me dão licença, agora vou me limpar então já podem ir embora… — Abri um largo sorriso enquanto os dois homens se encaravam voltando a me olhar logo depois. Meus olhos se reviraram automaticamente quando estendi as mãos mostrando os itens do kit de higiene. — Não tenho nenhuma gilete... Dessa vez pelo menos.

Eles deram de ombros e me deixaram sozinha, finalmente poderia pensar sobre Manson. Fazia pouco mais de dois anos desde que ele, meu próprio pai, havia me internado e definitivamente, minhas lembranças não eram das melhores.

Durante o banho escaldante minha cabeça processava todos os acontecimentos que haviam passado durante os dois anos no hospital, no pedido de internação que Manson havia assinado sem que eu soubesse, na ambulância chegando em frente ao colégio e no como a risada e olhares alheios me incomodaram naquele dia. Tudo isso apenas por que eu havia convencido o garoto do terceiro ano que ele estaria melhor se arrancasse a tatuagem que havia feito escondido dos pais, mas afinal de contas, que culpa tenho eu se ele resolveu arrancar a própria pele?! Tudo bem, eu posso ter sugerido isso… Melhor, eu fiz parte do serviço, mas isso não justificaria meu progenitor me internar em um manicômio não é?
Suspirei quando a água do chuveiro fora cortada, aquele era o sinal de que meu tempo ali havia acabado e que deveria me apressar para a próxima parada naquele dia longo.

uma hora depois

Diga-me, você me trouxe bolinhos de chuva ou uma bomba? — Meus olhos encaravam o homem de cabelos loiros que se encontrava sentado na mesa no lado oposto ao meu. Ele me observava em silêncio desde que havia chegado a pouco mais de dez minutos, tudo que se permitia fazer era coçar a barba mal feita que eu finalmente fui entender, depois dos meus quinze anos, que era deixada daquele jeito por puro charme, afinal, “as mulheres adoravam aquilo”. Subitamente soquei a mesa que tremeu com o impacto. — Não vai falar nada, Manson? Veio aqui apenas para olhar para mim? Se foi pra isso, pelo menos me avise para que cole os meus olhos, não sou obrigada a encarar essa sua cara.

Você precisa aprender a ser mais controlada, Merlin. Vai ter outro colapso nervoso se continuar desse jeito. - O homem diante de mim tinha um sorriso falso estampado no canto dos lábios. Conseguia sentir a falsidade fluir por suas palavras e a sua real falta de interesse sobre meu estado. Ele se ergueu da cadeira e caminhou até a janela da pequena sala que era vigiada a todo instante pelas câmeras de segurança. Por um momento, conseguia me visualizar perfeitamente voando nas costas dele e partindo seu pescoço, porém, meus planos para ele eram um tanto melhores que apenas isso. Meus dedos continuavam se apertando contra a palma da mão fechada. — Só vim ver como você estava, já faz tempo que…

Já faz tempo desde que me trancou aqui não é? Mas veja bem, pelo menos aqui eu não preciso estar com você todo dia nem mesmo com as suas garotas do bordel… Qual delas é a minha mãe mesmo? — No instante seguinte Manson voltou sua atenção novamente a mim. Seus olhos agora queimavam e conseguia sentir o  ódio que seu corpo exalava. Eu havia cutucado a fera. — Ah, acho que nem você sabe não é? Como já disse uma vez, ela me deixou na sala e foi embora.

Você não faz a mínima ideia do que está falando, sua mãe era incrível. — Manson caminho até mim e deferiu um tapa contra meu rosto fazendo com que minha pele queimasse e a marca de seus dedos ficasse estampada em minha bochecha. Naquele instante fechei meus olhos respirando fundo, sentia que iria explodir, porém, ainda não era o momento certo. — Eu senti sua falta, por isso acabei vindo, mas já estou indo embora.

Meu riso se fez enquanto ainda mantinha a cabeça baixa. Quem pudesse me escutar diria que havia acabado de sair de um filme de terror, porém, mal saberia que o filme estava apenas começando.
Apoiei os dois braços sobre a mesa os cruzando. Lentamente minha cabeça se ergueu e meus olhos fuzilaram o mais velho.

Alguém que nunca conheci pra mim não existe, não passa de um lixo como você... — Manson trancava o maxilar em uma mordida torta como se estivesse se controlando. Diferente dele, meu surto estava começando a aflorar. Sem dizer nenhuma palavra, ele caminhou até próximo a porta indicando que iria partir. — Eu não sairia sem a minha permissão, pelo menos não tem amor por Lucy. Senta agora.

Subitamente o loiro se virou, mais uma vez vi ódio em seus olhos e senti prazer com isso. Ele dera dois passos para trás e então voltara a se sentar na cadeira defronte comigo, esticou seus braços sobre a mesa assim como os meus, porém, mantinha os punhos fechados. Se deixar levar pela chantagem fora seu maior erro.

Um suspiro escapou pelos meus lábios seguido do sorriso sádico que se formara no canto do mesmo — Vai começar a festa.


Ah você ainda é um homem bastante obediente não é mesmo, papai? — O riso explodiu mais uma vez no mesmo instante em que subi na mesa e me arrastei sentando sobre a beirada da mesa diante dele. Minhas pernas pendiam balançando com a cadeira do mais velho entre elas. — Pois agora vamos começar um jogo que eu gosto de chamar de “Tire a Merlin do manicômio e ela não vai te entregar para polícia nem matar sua namorada”, é um bom jogo não acha?

De que porra você está falando garota??? Você não se atreveria a fazer isso com seu próprio p...

Quer testar? — Sorri maliciosamente levando um dos pés descalços até o peito coberto pela camisa de Manson. Pude sentir seu coração bater de forma acelerada me deixando ainda mais animada com a situação que iria se desenrolar. Abaixei a cabeça um pouco aproximando meus lábios da orelha esquerda do loiro. — Você gostava tanto de me tocar, se lembra? Uma pena que as leis não sejam ao seu favor e que agora eu tenho idade suficiente pra entender... Como vai ser?

Você é uma grande vadia. — Manson se ergueu da cadeira me empurrando na mesa. Mais uma vez consegui ver em seus olhos aquela grande explosão de sentimentos que lhe invadia. O medo se destacava dentre todos eles sendo seguido pela raiva. Se fosse possível um sentimento se tornar algo físico, certamente um monstro teria surgido dele.

O sorriso não saia dos meus lábios enquanto observava o maior andar de um lado para o outro tentando achar uma solução para o “problema” que eu havia acabado de criar.  — Havia me esquecido o como gostava de fazer isso.

Por um momento ele parou, encostou a cabeça na parede e pude ouvi-lo resmungar consigo mesmo. Eu bem conhecia aquela atitude. Normalmente aquilo acontecia quando lhe pedia algo não muito “comum” e como sempre, ele não conseguia me negar.

Tic tac, tic tac, seu tempo de escolha está acabando “papai”...— Levantei da mesa  caminhando até ele,enfim me apertei entre a parede e seu corpo. — Não deixe sua filhinha esperando.

Que porra Merlin! — Ele agarrou meu maxilar com uma das mãos enquanto apertava minha cabeça contra a parede. Me mantinha neutra apenas esperando as palavras que tão ansiava em escutar. Minha liberdade. — Vou te tirar daqui e aí irá sumir da minha vida, você me escutou?

Minha risada pairou pelo ar quando ele me soltara. Batia palmas expressando minha felicidade com a decisão enquanto Manson abria a porta da sala saindo primeiro que eu, ficando parado do lado de fora me aguardando. Antes de sair da sala respirei fundo, seria a última vez que teria contato com aquele ar pesado que fedia a urina e remédio.

Caminhamos lado a lado durante alguns minutos.
Segundo andar. Primeiro andar. Finalmente o térreo, seguindo para a diretoria do hospital. Durante todo o caminho apenas conseguia imaginar as coisas que poderia fazer assim que estivesse livre e em como iria me livrar de Manson.
A senhora Jhonsson estava no escritório a nossa espera.


duas horas depois


O senhor tem mesmo certeza de que quer tirá-la do tratamento senhor Werstonem? Merlin estava se saindo muito bem nos testes... - A senhora Jhonson reafirmava sua pergunta várias vezes enquanto entregava a papelada para Manson que apenas lhe dera um sorriso forçado.

Entendo sua preocupação senhora Jhonsson, mas está na hora da Merlin voltar para casa. Acredito que ela já tenha passado tempo suficiente por aqui. — Rapidamente o genitor me dera uma olhada de canto enquanto ainda mantinha a pose de bom pai para a mulher diante de si.

Por um momento, Lasley me analisara da cabeça aos pés como se buscasse por qualquer indício de que a minha estadia no local fosse ainda necessária... Pobre mulher, deveria estar agradecendo que em alguns instantes estaria liberta de uma de suas pacientes mais difíceis de tratar. Por mais que eu gostasse da senhora Jhonsson, no fundo sabia que acabaria lhe jogando da janela no segundo andar caso passasse mais alguns meses ali.
Durante a análise, mantive meu rosto neutro, meus pés estavam parados sem indicar  nenhum sinal de ansiedade... — Parabéns Merlin, está se saindo muito bem. — Minha postura sentada na cadeira era firme, digna de alguém que “mantinha o controle de tudo”, obviamente se pudesse, os risos teriam tomando conta de mim com tal comparação. O mais velho me dera uma última encarada e em seus olhos via o receio de suas atitudes.
Subitamente a mulher pigarreou tomando a atenção de Manson novamente para sim. Finalmente estava acabando.

Pois bem, o senhor como responsável dela deve saber do que estará cuidado novamente daqui para frente e  ciente dos riscos ... — A senhora Jhonsson se levantou de trás de sua mesa recolhendo toda a papelada que minutos antes Manson havia assinado, em seguida se dirigiu até o grande armário de metal que se encontrava encostado na parede atrás dela com recuo de quase um metro e meio de distância da mesa.

Eu conhecia bem aquele armário. Ela girou a chave no cadeado que se abriu caindo no chão. La de dentro tirou meus pertences um por um: Meu diário que na verdade não passava de várias anotações aleatórias; meu smartphone e fones de ouvido e por último minha caneta favorita… Bom, não era uma simples caneta, mas ninguém precisava realmente saber que  havia uma lâmina retrátil no lugar da ponteira. Agarrei meus pertences como se a minha vida dependesse deles enquanto Manson apertava a mão de Lasley pela última vez. Por um momento, pensei que aquilo tudo não passava de um trote que ambos estavam me passando e então assim como uma flor, murchei.

Você pode mudar Merlin... — A maior me abraçou de uma maneira que nunca havia feito antes e pela primeira vez não fui capaz de discernir seus sentimentos enquanto sussurrava em meu ouvido. — Você pode ser uma grande mulher se puder mudar.

Obrigada por cuidar de mim... — Um sorriso torto surgiu no canto de meus lábios quando a mulher se afastara de mim abrindo a porta de sua sala logo em seguida.

Eu estava livre novamente.


quatro horas depois

Vestia o capuz do moletom preto e o par de fones de ouvido gritavam um rock qualquer em minha orelha. Minha mente viajava para longe enquanto Manson dirigia pela estrada que agora nem eu mesma era capaz de reconhecer, mas tudo bem, eu realmente não me importava com isso, já estava fora da prisão que me continha.
Meus dedos deslizavam pela tela do smartphone visualizando as últimas mensagens, fotos e afins que havia recebido tentando imaginar se alguém teria sentindo a minha falta durante os últimos dois anos — Ah Merlin, não se faça de sonsa. — Possivelmente, ninguém se importava com a minha existência e seria um favor para a sociedade se eu sumisse de vez.

A caminhonete balançava bastante enquanto Manson desviava da estrada de asfalto tomando um caminho de terra que de fato tinha quase certeza não fazer parte de nossa rota para casa, afinal, não poderia ter mudado tanto assim.

Para onde estamos indo? Se bem lembro esse não é o caminho de casa... — Tirei os fones de ouvido encarando o mais velho enquanto o mesmo dirigia com uma atenção que normalmente não lhe pertencia. — Será que pode me responder?

Não vamos para cara Merlin, você não faz mais parte da minha vida. — O homem me dera uma olhadela enquanto um sorriso se formava no canto de seus lábios. — Você vai ser livre e eu também.

A caminhonete rodou mais alguns minutos até alcançar um bosque denso de árvores altas. Suspirei já imaginando o que estaria por vir.
O silêncio pairou por alguns minutos. Naquele momento minha cabeça já imaginava todas as possibilidades: Ele poderia me bater, abusar, abandonar... Matar.

Mason tirou o cinto de segurança e sacou da cintura o revólver. — Droga, como foi que não vi isso?! — Em instante aquela arma já se encontrava apontada para a minha cabeça.
Por mais estranho que possa parecer, meu coração se mantinha tranquilo e não conseguia expressar qualquer sentimento esperado em situações como aquela, tudo que sentia era a sensação de que as coisas se tornariam divertidas.

Desce... — Ele me encarava com ódio como já era de costume. Apenas virei meu rosto para ele fazendo com que a arma ficasse apontada para o centro da testa e sorri de canto fazendo com que o maior tivesse um ataque e gritasse — Desce da porra do carro Merlin!
Apenas sorri descendo do carro deixando o celular e o caderno em cima do banco, Manson desceu logo em seguida e em momento nenhum deixara de apontar o revólver para mim. Ele fizera que caminhássemos cerca de vinte minutos adentrando no bosque até que alcançamos uma clareira. Meus pés começavam a doer.

Você é uma aberração que destruiu a minha vida! — Eu estava parada no centro da clareiras enquanto ele mantinha a arma apontada para mim e urrava entre os dentes. Podia sentir toda a sua ira sendo expressada. — Você me tomou anos da minha vida, eu tentei fazer de você uma pessoa boa, eu jurei meu amor a você pq me lembrava sua mãe, era pra sermos felizes juntos, mas você é incontrolável!

Eu me tornei o que sou por sua culpa Manson, por culpa da vadia da minha mãe que nunca deu as caras... — A risada escapou enquanto caminhei indo para mais perto da arma. — Nós dois somos pessoas ruins. Você me usava e eu me aproveitava da sua fraqueza pra saciar os meus desejos estranho... O errado foi você de nunca me dizer não, “Papai”...

Mais uma vez minha risada ecoou pela clareira. Manson chorava. Meu corpo era tomado por um prazer que não conseguir explicar enquanto observava aquele homem me mandar calar a boca enquanto se desmoronava.

Mas você pode acabar com isso, é só atirar... — Encostei a testa na arma e segurei com uma das mãos por cima da dele fazendo com que a pistola abaixasse até a altura da minha boca. O sorriso sádico ainda me tomava os lábios.

Ele engoliu seco e engatilhou a arma enquanto me encarava. Assim fora por alguns minutos até que finalmente o homem soltou o revólver no chão chorando.

Me perdoa, eu não posso...

Você só me decepciona, Manson. — Me aproximei dele lhe abraçando. Fora a deixa para que pudesse fincar a falsa caneta em seu pescoço três vezes fazendo o sangue jorrar e manchar minhas roupas enquanto seu corpo caia no chão — Devia ter me matado.

Ele se mantinha caído agonizando, eu não sentia nada além de satisfação enquanto me abaixava recolhendo a arma. Segundos depois algo acontecera. Em cima de minha cabeça uma luz brilhante se fizera como magia.

Mas que porra é essa?! — Dentro da luz girava uma maçã com uma cobra se enrolando em volta. Ali estava marcado o começo de uma nova fase.

Percy Jackson RPG BR



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Merlin M. Werstonem
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