Ficha de Reclamação para Deuses Menores

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Ficha de Reclamação para Deuses Menores

Mensagem por Organização PJBR em Qua 12 Set 2018, 12:58

Relembrando a primeira mensagem :


Ficha de Reclamação


Este tópico foi criado para que o player possa ingressar na sua vida como semideus filho de um deus menor.  Avaliamos na ficha os mesmos critérios que no restante do fórum, mas fichas comuns exigem uma margem menor de qualidade, porém ainda será observada a coesão, coerência, organização, ortografia e objetividade. Abaixo, a lista de deuses menores disponíveis em ordem alfabética, com as devidas observações.





   
   
 
 
   
   
 
 
   
   
 
 
   
   
 

   
   
 
 

   
 
 
   
   


   
   


   
   


   
   


   
   


   
   


   
   


   
   



   


   
   


   
   

DeusesAvaliação
DeimosComum
DespinaRigorosa
ÉoloComum
EosComum
ÉrisRigorosa
HécateRigorosa
HéraclesComum
HipnosComum
ÍrisComum
MacáriaRigorosa
MelinoeRigorosa
NêmesisRigorosa
PhobosComum
PerséfoneRigorosa
SeleneComum
TânatosComum




Recompensa de reclamação


As fichas de reclamação valem, além da aprovação no grupo almejado, um rendimento de experiência de no máximo 100 xp para o jogador. O rendimento deve ser de acordo com a avaliação e só será bonificado caso o semideus tenha sido reclamado, portanto fichas rejeitadas não rendem nenhuma experiência.


Item de reclamação


Não existem mais itens de reclamação por progenitor, sendo o único presente a adaga a seguir:

{Half Blood} / Adaga Comum [Adaga simples feita de bronze sagrado, curta e de duplo corte. A lâmina possui 8cm de largura, afinando-se ligeiramente até o comprimento, que chega a 20cm. Não possui guarda de mão e o cabo é de madeira revestido com couro, para uma empunhadura mais confortável; acompanha bainha de couro simples.] {Madeira, couro e bronze sagrado} (Nível mínimo: 1) {Não controla nenhum elemento} [Recebimento: Item de Reclamação]


A ficha


A ficha é composta de algumas perguntas e o campo para o perfil físico e psicológico e a história do personagem e é a mesma seja para semideuses ou criaturas.

Plágio não será tolerado e, ao ser detectado, acarretará um ban inicial de 3 dias + aviso, e reincidência acarretará em ban permanente. Plágio acarreta banimento por IP.

Aceitamos apenas histórias originais - então, ao usar um personagem criado para outro fórum não só não será reclamado como corre o risco de ser punido por plágio, caso não comprove autoria em 24h. Mesmo com a comprovação, a ficha não será aceita.

Fichas com nomes inadequados não serão avaliadas a menos que avisem já ter realizado o pedido de mudança através de uma observação na ficha. As regras de nickname constam nas regras gerais no fórum.

A promoção da ficha acabou e a história passa a ser obrigatória a partir daqui. Boa sorte a todos.

Aviso! Acerca dos chalés dos deuses primordiais e menores, eles não existem, pois a história se passa em meados de 2008, durante a Guerra de Cronos. Apenas os chalés dos doze olimpianos estão disponíveis.


TEMPLATE PADRÃO:
Não serão aceitas fichas fora desde modelo

Código:
<center>
<a href="goo.gl/6qY3Sg"><div class="frankt1">FICHA DE RECLAMAÇÃO</div></a><div class="frank1"></div><div class="franktextim">[b]— Por qual deus deseja ser reclamado/ qual criatura deseja ser e por quê?[/b]

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[b]— Perfil do Personagem (Características Físicas e Características Psicológicas - preferencialmente separadas):[/b]

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[b]— História do Personagem:[/b]

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</div><div class="frank2"></div> <div class="frankt2">Percy Jackson RPG BR</div></center>


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Re: Ficha de Reclamação para Deuses Menores

Mensagem por Hades em Sab 27 Out 2018, 19:39




Avaliação — Merlin M. Werstonem


Boa noite, Merlin. Achei bastante interessante a sua ficha. Realmente, Merlin não parece sentir remorso pelas coisas horríveis que ela faz. A relação com o pai também foi algo que me fez continuar interessado na narração. Você soube desenvolver esses pontos muito bem.

Quanto aos critérios de avaliação, decidi descontar alguns pontos em ortografia. Tenho a impressão de que uma revisão no texto teria dado um jeito nos erros. Por exemplo, situações nas quais os nomes dos personagens mudaram para "Melin" e "Mason", ou momentos em que "decidido" se transformou em "descido" e outros erros semelhantes. Um ponto menos importante, mas que eu gostaria de discutir, é a estrutura do post. Alguns parágrafos são divididos por espaço, enquanto outros não são. Também acho que isso teria sido corrigido com uma revisão do texto.

Por último, me questiono sobre a influência que Merlin teria sobre o pai e a namorada. Se ela estava internada numa instituição, de que forma seria capaz de machucá-los. E se era capaz de machucá-los, por que precisaria do pai para escapar da instituição? Não estariam os dois mais seguros com Merlin detida na clínica psiquiátrica? São questões que não ficaram muito claras e que poderiam ter sido desenvolvidas no texto.

Dito isso e pesando os fatos, não vejo motivos para não aprová-la. Fique de olho no que eu apontei durante a avaliação, para seguir melhorando. Espero grandes coisas de você. Parabéns, semideusa.  


Resultado

Aceita como filha de Éris;
Recompensa: 90 xp;
Item de reclamação padrão.




Atualizado






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Re: Ficha de Reclamação para Deuses Menores

Mensagem por Bud H. Weiser em Seg 29 Out 2018, 00:41


FICHA DE RECLAMAÇÃO
— Por qual deus deseja ser reclamado/ qual criatura deseja ser e por quê?

Tânatos, o Deus da morte. Bud é um garoto solitário e sombrio. A morte sempre o atraiu – ou ele sempre atraiu a morte?

— Perfil do Personagem (Características Físicas e Características Psicológicas - preferencialmente separadas):

Fisicamente... bonito, corpo atlético e... ar sombrio. Ele não era como os outros. Chamava atenção das pessoas, não só pela beleza e seu porte físico, mas por sua aura tenebrosa que não permitia aproximação, somente dos rapazes mais briguentos e corajosos e das garotas com gostos mais diferenciados. Tem um metro e oitenta de altura, olhos azulados e cabelos morenos. Seu odor, às vezes, fica forte demais, e o cheiro se assemelha a formol, pele necrosada e... morte. Mas não se preocupem, esse odor só se manifesta em situações que o semideus considera como perigosas.

Psicologicamente... dono de uma serenidade que chega a ser incômoda aos outros, Bud é um garoto desapegado de bens materiais e pessoas, o que lhe dá uma característica popularmente chamada de “um homem frio” e, até mesmo, “insensível”. De fato, seu emocional dificilmente se abala, até mesmo a morte é incapaz de atormentar sua mente. Mais fácil ele atormentar a morte. Não procura causar dor e sofrimento a ninguém, porém acredita que tem o poder de julgar quando alguém deve ou não morrer.


— História do Personagem:
Legenda:
@Bud H. Weiser
@Darla H. Weiser
@Culbert
@Humanoide Monstruoso



New York – MA, 11 de setembro de 1998

— Olá, tudo bem? Prazer, somos seus novos vizinhos, viemos lhe dar as boas-vindas, não é, filho? — cutucou o braço do garoto.
— Sim, mamãe — respondeu com evidente desinteresse.

A mãe do menino lançou um sorriso constrangido para a nova vizinha, que devolveu o gesto de forma mais genuína e os convidou para entrar. Era uma senhora que aparentava ter seus setenta anos de idade, cabelos inteiramente brancos e presos por um laço que formava um coque, seu rosto possuía muitas rugas e marcas, tinha um olhar cansado e aquele típico cheiro de gente antiga. Vestia uma camisa florida e por baixo uma blusa preta, sua saia era rosa salmão e terminava nos tornozelos e em seus pés um par de sandálias.

Ao entrarem na residência, ele observou as paredes que possuíam um leve tom rosado, o piso inteiramente de madeira e alguns quadros, quase todos de flores e plantas, pendurados tentando dar um pouco de vida a aquele ambiente. No centro da sala, viu um sofá cinzento para duas pessoas, uma mesinha de centro marrom e uma poltrona azul clara, todos sobre um tapete rosa escuro levemente felpudo. Não havia uma televisão, então o que prendeu a atenção da criança foi um pequeno aquário com um peixe amarelo em cima de uma cômoda no canto do aposento. Ao encostar a mão no recipiente quase o derrubou. — Bud!!! — Sua mãe desesperadamente deu um tapa em seu braço e o trouxe para perto — Ai, por favor, desculpa! Esse menino mexe em tudo!

A idosa riu da cena presenciada e mostrou muita compreensão ao dizer que estava tudo bem. Anunciou que iria até a cozinha buscar um chá e três xícaras. A mãe lançou um olhar de repreensão a sua cria e o puxou para que sentassem no sofá. Quando a velhinha voltou, trazia em sua mão direita um bule que emitia um cheiro muito agradável de camomila e em sua mão esquerda três pequenas chávenas seguras pelas asas. Sentou-se na poltrona azulada e colocou os frascos na mesa, servindo a bebida em seguida.

— A propósito, muito prazer, meu nome é Senhora Culbert.
— Muito prazer! — disse a mulher — Meu nome é Darla Weiser e esse é meu filho, Bud.
— Oi, Bud! — proferiu docemente a velha — Você é um rapaz muito bonito, sabia?
— Obrigado. — respondeu com desânimo.

A conversa pouco interessava ao pequeno, que permaneceu quieto pela maior parte do tempo, somente reagindo a perguntas que eram diretamente direcionadas e com respostas curtas e apáticas. Atentou-se somente ao final da prosa, pois aquela senhora ofereceu ficar de babá durante a tarde, período em que a mãe estaria trabalhando em seu novo emprego que começaria na próxima semana. Ali daria início a uma história de amizade entre os dois.

Três anos depois...
New York – MA, 11 de setembro de 2001

Era uma terça-feira ensolarada. Weiser esperava ansioso pelo timbre que propaga do alarme escolar para poder voltar à sua moradia. Não suportava estar ali, sentado em uma cadeira, rodeado de pessoas que não eram importantes e ouvindo uma senhora que se intitulava mestra pronunciar frases complexas, mas com nenhum entusiasmo ou esforço para que fossem ouvidas. Quando o sino finalmente tocou, Bud pegou sua mochila pela alça, a colocou em seu ombro e se deslocou até o corredor. Pegou seus pertences de dentro do armário e, enfim, se retirou do colégio.

Já a caminho de casa, o garoto estranhou o pouco movimento nas ruas de uma cidade que parecia estar sempre agitada. Não haviam pessoas circulando, estava tudo calmo demais. Sirenes de bombeiro ecoaram, chamando a atenção dele. Percebeu um grande rastro de fumaça preta no céu e decidiu ver o que estava acontecendo. Quanto mais se aproximava, maior era sua percepção do caos que sucedia. A gritaria de policiais, bombeiros e paramédicos, a choradeira do público extremamente chocado e apavorado, repórteres e fotógrafos correndo de um lado para o outro, o calor que provinha de dois prédios desmoronados e ainda em brasas. O fim do mundo nunca pareceu tão próximo.

O local vivia um drama. O medo, a angústia e a tristeza eram perceptíveis. Parentes das vítimas mostravam todo o seu desespero, chorando lastimavelmente, discutindo e brigando com policiais e médicos querendo informações sobre seus entes. Bud tinha uma sensibilidade muito intensa quando o assunto era morte. A presença de cadáveres era facilmente detectada. Calculava um número aproximado de mil e quinhentas pessoas que chegaram a óbito. Sabia que quem estava dentro do edifício não havia escapado com vida. Outros, extremamente feridos, também não se livrariam de seu destino. Repentinamente, uma mão segurou com brutalidade seu punho, depois o outro foi apanhado da mesma forma. Em instantes, estavam algemados. Virou-se, espantado, querendo quem o prendia e o motivo, não antes que um murro o atingisse na cabeça.

— Temos um suspeito — disse um policial fardado inteiramente de preto e com seu rosto coberto por uma máscara de gás — vou levá-lo à viatura — e começou a arrastá-lo até o camburão.
— Que história é essa de suspeito? — esbravejou — O você está fazendo?!

Tentava de todas as maneiras se desvencilhar do oficial, no entanto seus esforços foram inúteis e acabou sendo trancado no compartimento traseiro do veículo. Ajoelhou-se com dificuldade devido seus braços estarem imobilizados e rastejou até a janela que permitia ver o motorista.

— Para onde está me levando?! Eu não fiz nada, acabei de sair da escola!
— Você tem o direito de permanecer calado — retrucou o vigilante, já com a voz ligeiramente alterada, parecia mais grave.

Sem mais o que fazer, se acomodou em um assento na lateral da cabine. Buscou manter a calma e encontrar alguma solução, tomar alguma atitude que possibilitasse uma escapatória, porém nada parecia factível. De repente, o carro pareceu bater em alguma coisa muito rígida, fazendo um grande estrondo e parando imediatamente, o que provocou um impacto tão forte que fez o guarda voar pelo para-brisa e Weiser chocar-se contra a parede e cair no chão. Mais um estrépito, dessa vez na porta do camburão, que se abriu. Ele ergueu os olhos e notou um semblante reconhecível, parecia ser sua vizinha, a Senhora Culbert. Ela subiu a bordo, pegou o garoto atordoado e o sobrepôs em seu ombro, em seguida desceu rapidamente.

A pancada havia deixado Bud desnorteado, todavia conseguia entender o que estava ocorrendo – ou quase. A idosa corria acelerada demais para alguém de sua idade, e o ruído de seus passos mais pareciam com os galopes de um cavalo em alta velocidade. Uma freada súbita quase fez com que Weiser despencasse novamente, mas foi seguro pelos braços da companheira. Um rugido medonho fez-se ouvir. Todo desajeitado naquela posição, o adolescente se apoiou no outro ombro da senhora para poder ver o ser que emitiu o barulho. A frente deles, estava uma criatura aparentemente humanoide, mas com características monstruosas. Quase três metros de altura, braços e pernas musculosas e peludas assim como todo o corpo, roupas rasgadas e a mesma máscara do policial que voou do carro instantes atrás.

— Sempre achei que o Hulk era verde — comentou.

Mais um urro e agora uma patada que jogou longe Bud Weiser e Senhora Culbert. Rolaram no chão após a queda, a idosa levantou-se primeiro e ajudou o jovem a se pôr em pé. Ele flexionou o cotovelo e notou um ralado feio na região, também sentiu uma gota de sangue escorrendo de seu joelho direito. O carro que antes estava preso, agora se via estraçalhado e a sua frente toda amassada. Naquele lugar não tinha ninguém para presenciar aquela aberração e ajuda-lo em uma fuga ou até mesmo combate. O monstro chegou até eles em um único salto. A distância era bem considerável, já que ele pulou de uma calçada a outra. Quando aterrissou, a velhinha aplicou um coice em seu estômago tão forte que o derrubou. “Uau” pensou o rapaz, abismado. O bicho se ergueu e deu outro golpe, agora somente na “super vovó” que de novo foi lançada a uma grande lonjura. Sem pensar direito, o garoto desferiu um soco no abdômen do ogro. — Aaaaii! — berrou de dor, e agora ele quem recebeu o ataque, sendo jogado na direção contrária de sua babá.

Mais uma queda, mais ferimentos. Além disso, vivia talvez a situação mais horripilante ao longo de seus nove anos de idade. O chão tremeu com o pouso do ser medonho ao seu lado. Uma nova pancada na cabeça e ficou tudo escuro.

Um ano depois...
Acampamento Meio-sangue, 11 de setembro de 2002

— Nem acredito que já se passou um ano. — disse Bud — Naquele dia descobri que minha babá de 75 anos, na verdade, era minha protetora — Weiser e Culbit riram juntos.
— Pois é. Você era muito bobo, me pegou vasculhando o lixo de sua casa várias vezes e nunca desconfiou de nada.
— Ei! Eu achava que você estava juntando as latas para vender, não para comer.

“Toc toc!” fez a porta da entrada do chalé doze. Era o líder dos filhos de Hermes e indefinidos, que apressou o semideus para que se dirigisse ao treinamento na arena o quanto antes. Saiu logo depois. Olharam um para o outro, reviraram os olhos e riram juntos mais uma vez. Ele ligeiramente pegou sua faca e trajou uma blusa mais grossa para se proteger de espadas e adagas. Agachou-se para amarrar seu coturno quando ouviu alguém malhando a porta novamente. — Calma!! Já to indo! — se levantou e correu até a entrada. Quando abriu, viu que ali não tinha ninguém, entretanto se deparou com uma caixa preta enlaçada por uma fita de tom cinza escuro. Levou o presente para dentro, sentou em sua cama e desatou o nó para retirar a tampa. Quando contemplou o objeto que estava dentro, um silêncio constrangedor tomou conta do ambiente. Culbert, sem saber o que dizer ou fazer, apenas encarou o menino. Ele, depois de alguns instantes, fixou seu olhar nela — Tenho que ir.

Três anos depois...
Em algum lugar do mundo, 11 de setembro de 2005

— Enfim nos encontramos... você escapou da morte milhares de vezes, mas agora não terá outra saída. — Sacou seu armamento e fitou o inimigo. Até escorria saliva de sua boca com o desejo de matar. E essa cobiça estava muito próxima de se concretizar — Enfim terei um aniversário legal.

Continua...


Considerações:

— Foi apresentada uma pequena linha do tempo de Bud Hernandés Weiser;
— Bud ainda era uma criança nos anos 1998, 2001 e 2002, portanto ainda não tinha sua personalidade totalmente definida, apenas alguns lampejos;
— Não houve utilização de itens e poderes, até porque Bud desconhecia de suas habilidades, progenitor e etc;
— Algumas questões ficaram vagas propositalmente (como foi parar no acampamento, o que tinha dentro da caixa de presente e quem ele iria matar em 2005). Essas questões serão apresentadas futuramente em outras oportunidades caso a reclamação seja aprovada;
— Obrigado pela leitura, avaliação, correções, elogios, críticas e etc. Com certeza serão muito construtivas.

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Re: Ficha de Reclamação para Deuses Menores

Mensagem por Hades em Ter 30 Out 2018, 21:14




Avaliação — Bud H. Weiser


Boa noite, Bud. Incomoda-me muito ter que reprovar a ficha. Está muito boa. A leitura foi tão natural, que só percebi no último ponto final que lhe falta o momento da reclamação. A reclamação acontece quando o símbolo do pai ou mãe divino aparece acima da cabeça do personagem. Como essa é, especificamente, uma ficha de reclamação, não seria certo aprová-lo sem esse ponto importante.

Fora isso, não tenho o que reclamar da ficha. Alguns poucos erros que, eu entendo, fogem à revisão.

Como eu disse no início da avaliação, a leitura foi muito natural, leve. O parabenizo por isso. Não é sempre que uma ficha consegue esse feito. Sem mais a dizer, torço para que você reposte a ficha com a alteração que eu solicitei e espero ler mais sobre o Bud em breve.

Resultado

Reprovado como filho de Tânatos.




Atualizado






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Re: Ficha de Reclamação para Deuses Menores

Mensagem por Bud H. Weiser em Qua 31 Out 2018, 16:14


FICHA DE RECLAMAÇÃO
— Por qual deus deseja ser reclamado/ qual criatura deseja ser e por quê?

Tânatos, o Deus da morte. Bud é um garoto solitário e sombrio. A morte sempre o atraiu – ou ele sempre atraiu a morte?

— Perfil do Personagem (Características Físicas e Características Psicológicas - preferencialmente separadas):

Fisicamente... bonito, corpo atlético e... ar sombrio. Ele não era como os outros. Chamava atenção das pessoas, não só pela beleza e seu porte físico, mas por sua aura tenebrosa que não permitia aproximação, somente dos rapazes mais briguentos e corajosos e das garotas com gostos mais diferenciados. Tem um metro e oitenta de altura, olhos azulados e cabelos morenos. Seu odor, às vezes, fica forte demais, e o cheiro se assemelha a formol, pele necrosada e... morte. Mas não se preocupem, esse odor só se manifesta em situações que o semideus considera como perigosas.

Psicologicamente... dono de uma serenidade que chega a ser incômoda aos outros, Bud é um garoto desapegado de bens materiais e pessoas, o que lhe dá uma característica popularmente chamada de “um homem frio” e, até mesmo, “insensível”. De fato, seu emocional dificilmente se abala, até mesmo a morte é incapaz de atormentar sua mente. Mais fácil ele atormentar a morte. Não procura causar dor e sofrimento a ninguém, porém acredita que tem o poder de julgar quando alguém deve ou não morrer.


— História do Personagem:
Legenda:
@Bud H. Weiser
@Darla H. Weiser
@Culbert
@Humanoide Monstruoso



New York – MA, 11 de setembro de 1998

— Olá, tudo bem? Prazer, somos seus novos vizinhos, viemos lhe dar as boas-vindas, não é, filho? — cutucou o braço do garoto.
— Sim, mamãe — respondeu com evidente desinteresse.

A mãe do menino lançou um sorriso constrangido para a nova vizinha, que devolveu o gesto de forma mais genuína e os convidou para entrar. Era uma senhora que aparentava ter seus setenta anos de idade, cabelos inteiramente brancos e presos por um laço que formava um coque, seu rosto possuía muitas rugas e marcas, tinha um olhar cansado e aquele típico cheiro de gente antiga. Vestia uma camisa florida e por baixo uma blusa preta, sua saia era rosa salmão e terminava nos tornozelos. Em seus pés, um par de sandálias.

Ao entrarem na residência, ele observou as paredes que detinham um leve tom rosado, o piso inteiramente de madeira e alguns quadros, quase todos de flores e plantas, pendurados tentando dar um pouco de vida a aquele ambiente. No centro da sala, avistou um sofá cinzento para duas pessoas, uma mesinha de centro marrom e uma poltrona azul clara, todos esse móveis sobre um tapete rosa escuro e levemente felpudo. Não havia uma televisão, então o que prendeu a atenção da criança foi um pequeno aquário com um peixe amarelo em cima de uma cômoda no canto do aposento. Ao encostar a mão no recipiente quase o derrubou. — Bud!!! — Sua mãe desesperadamente deu um tapa em seu braço e o trouxe para perto — Ai, por favor, desculpa! Esse menino mexe em tudo!

A idosa riu da cena presenciada e mostrou muita compreensão ao dizer que estava tudo bem. Anunciou que iria até a cozinha buscar um chá e três xícaras. A mãe lançou um olhar de repreensão a sua cria e a puxou para que sentassem no sofá. Quando a velhinha retornou, trazia em sua mão direita um bule que exalava um cheiro muito agradável de camomila e em sua mão esquerda três pequenas chávenas sendo seguras pelas asas. Sentou-se na poltrona azulada e colocou os frascos na mesa, servindo a bebida em seguida.

— A propósito, muito prazer, meu nome é Senhora Culbert.
— Muito prazer! — disse a mulher — Meu nome é Darla Weiser e esse é meu filho, Bud.
— Oi, Bud! — proferiu docemente a velha — Você é um rapaz muito bonito, sabia?
— Obrigado. — respondeu com desânimo.

A conversa pouco interessava ao pequeno, que permaneceu quieto pela maior parte do tempo, somente reagindo a perguntas que eram diretamente direcionadas, com respostas curtas e apáticas. Atentou-se somente ao final da prosa, pois aquela senhora se ofereceu para ficar de babá dele durante a tarde, período em que a mãe estaria trabalhando em seu novo emprego que começaria na próxima semana. Ali daria início a uma história de amizade entre os dois.

Três anos depois...
New York – MA, 11 de setembro de 2001

Era uma terça-feira de manhã ensolarada. Weiser esperava ansioso pelo timbre que propagava do alarme escolar para poder voltar à sua moradia. Não suportava estar ali, sentado em uma cadeira, rodeado de pessoas que não eram importantes e ouvindo uma senhora que se intitulava mestra pronunciar frases complexas com nenhum entusiasmo e esforço para que fossem ouvidas. Quando o sino finalmente tocou, Bud pegou sua mochila pela alça, a colocou em seu ombro e foi até o corredor. Pegou seus pertences de dentro do armário e, enfim, se retirou do colégio.

Já a caminho de casa, o garoto estranhou o pouco movimento nas ruas de uma cidade que parecia estar sempre agitada. Não haviam pessoas circulando, estava tudo calmo demais. Sirenes de bombeiro ecoaram, chamando sua atenção. Percebeu um grande rastro de fumaça preta no céu e decidiu ver o que estava acontecendo. Quanto mais se aproximava, maior era sua percepção do caos que sucedia. A gritaria de policiais, bombeiros e paramédicos, a choradeira do público extremamente chocado e apavorado, repórteres e fotógrafos correndo de um lado para o outro e o calor que provinha de dois prédios desmoronados e ainda em brasas. O fim do mundo nunca pareceu tão próximo.

O local vivenciava um drama. O medo, a angústia e a tristeza eram perceptíveis. Parentes das vítimas mostravam todo o seu desespero, chorando lastimavelmente, discutindo e brigando com policiais e médicos querendo informações sobre seus entes. Bud tinha uma sensibilidade muito intensa quando o assunto era morte. A presença de cadáveres era facilmente detectada. Calculava um número aproximado de mil e quinhentas pessoas que chegaram a óbito. Sabia que quem estava dentro do edifício não havia escapado com vida. Outros, extremamente feridos, também não se livrariam de seu destino. Repentinamente, uma mão segurou com brutalidade seu punho e depois o outro foi apanhado da mesma forma. Em segundos, estavam algemados. Virou-se, espantado, querendo saber quem o prendia e o motivo, não antes que um murro o atingisse na cabeça.

— Temos um suspeito — disse um policial fardado inteiramente de preto e com seu rosto coberto por uma máscara de gás — vou levá-lo à viatura — e começou a arrastá-lo até ao camburão.
— Que história é essa de suspeito? — esbravejou — O você está fazendo?!

Tentava de todas as maneiras se desvencilhar do oficial, no entanto seus esforços foram inúteis e acabou sendo trancado no compartimento traseiro do veículo. Ajoelhou-se com dificuldade devido seus braços estarem imobilizados e rastejou até a janela que permitia ver o motorista.

— Para onde está me levando?! Eu não fiz nada, acabei de sair da escola!
— Você tem o direito de permanecer calado — retrucou o vigilante, já com a voz ligeiramente alterada, parecia mais grave.

Sem mais o que fazer, se acomodou em um assento na lateral da cabine. Buscou manter a calma e encontrar alguma solução, tomar alguma atitude que possibilitasse uma escapatória, porém nada parecia factível. De repente, o carro pareceu bater em alguma coisa muito rígida, fazendo um grande estrondo e parando imediatamente, o que provocou um impacto tão forte que fez o guarda voar pelo para-brisa e Weiser chocar-se contra a parede e cair no chão. Mais um estrépito, dessa vez na porta do camburão, que se abriu. Ele ergueu os olhos e notou um semblante reconhecível, parecia ser sua vizinha, a Senhora Culbert. Ela subiu a bordo, pegou o garoto atordoado e o sobrepôs em seu ombro, em seguida desceu rapidamente.

A pancada havia deixado Bud desnorteado, todavia conseguia entender o que estava ocorrendo – ou quase. A idosa corria acelerada demais para alguém da sua idade e o ruído de seus passos mais pareciam com os galopes de um cavalo em alta velocidade. Uma freada súbita quase fez com que Weiser despencasse novamente, mas foi seguro pelos braços da companheira. Um rugido medonho fez-se ouvir. Todo desajeitado naquela posição, o adolescente se apoiou no outro ombro da senhora para poder ver o ser que emitiu o barulho. A frente deles, apresentava-se uma criatura aparentemente humanoide, todavia com características monstruosas. Quase três metros de altura, braços e pernas musculosas e peludas, assim como todo o corpo, roupas rasgadas e a mesma máscara do policial que voou do carro momentos atrás.

— Sempre achei que o Hulk era verde — comentou.

Mais um urro e agora uma patada que jogou longe Bud Weiser e Senhora Culbert. Rolaram no chão após a queda. A idosa levantou-se primeiro e ajudou o jovem a se pôr em pé. Ele flexionou o cotovelo e notou um ralado feio na região. também sentiu uma gota de sangue escorrendo de seu joelho direito. O carro que antes estava preso, agora se via estraçalhado e a sua frente toda amassada. Naquele lugar não tinha ninguém para presenciar aquela aberração e ajudá-lo em uma fuga ou até mesmo combate. O monstro chegou até eles em um único salto. A distância era bem considerável, já que ele pulou de uma calçada a outra. Quando aterrissou, a velhinha aplicou um coice em seu estômago tão forte que o derrubou. “Uau” pensou o rapaz, abismado ao perceber que sua babá tinha cascos ao invés de pés. O bicho se ergueu e deu outro golpe, agora somente na “super vovó”, que de novo foi lançada a uma grande lonjura. Sem pensar direito, o garoto desferiu um soco no abdômen do ogro. — Aaaaii! — berrou de dor, e em seguida foi ele quem recebeu o ataque, sendo jogado na outra direção.

Mais uma queda, mais ferimentos. Além disso, vivia talvez a situação mais horripilante ao longo de seus nove anos de idade. O chão tremeu com o pouso do ser medonho ao seu lado. Uma nova pancada na cabeça e tudo ficou escuro.

Um ano depois...
Acampamento Meio-sangue, 11 de setembro de 2002

— Nem acredito que já se passou um ano. — disse Bud — Naquele dia descobri que minha babá de 75 anos, na verdade, era minha protetora — Weiser e Culbit riram juntos.
— Pois é. Você era muito bobo, me pegou vasculhando o lixo de sua casa várias vezes e nunca desconfiou de nada.
— Ei! Eu achava que você estava juntando as latas para vender, não para comer.

“Toc toc!” fez a porta da entrada do chalé doze. Era o líder dos filhos de Hermes e indefinidos, que apressou o semideus para que se dirigisse ao treinamento na arena o quanto antes. Saiu logo depois. Olharam um para o outro, reviraram os olhos e riram juntos mais uma vez. Ele ligeiramente pegou sua faca e trajou uma blusa mais grossa para se proteger de espadas e adagas. Agachou-se para amarrar seu coturno quando ouviu alguém malhando a porta novamente. — Calma!! Já to indo! — se levantou e correu até a abertura. Quando a escancarou, constatou que não tinha ninguém ali, entretanto se deparou com uma caixa preta enlaçada por uma fita de tom cinza escuro. Levou o presente para dentro, sentou em sua cama e desatou o nó para retirar a tampa. Quando contemplou o objeto que estava dentro, um silêncio constrangedor tomou conta do ambiente. Culbert, sem saber o que dizer ou fazer, apenas encarou o menino. Ele, depois de alguns ensejos, levou seu olhar nela — Tenho que ir.

Já esteva deixando o chalé quando sua protetora o puxou pelo braço. — Bud! Espere! — Se virou para ela, seu olhar permanecia zangado e suas íris pareciam até flamejar de tanta raiva, quando na verdade estavam inteiramente negras. Observou que os olhos dourados de Culbert direcionavam-se para cima. Era notório seu espanto, despertando a curiosidade do rapaz, que inclinou a cabeça para trás querendo enxergar o que - ou quem - causava tanta perplexidade. Sobre ele, uma esfera negra e nebulosa se formava. Parecia estar se deformando - ou se formando. Em alguns instantes, sua configuração se assemelhava a uma foice negra e reluzente. Voltaram a se encarar, com a mesma feição de assombro. — Você sabe o que isso significa? — ela questionou. Pensativo, Weiser atrasou alguns segundos para refutar: — Sim... — caminhou com passos reimosos até a saída — sou o filho da morte... — interrompeu seu deslocamento, ainda de costas para sua amiga — e daqui pra frente, eu decido quem continua vivo ou não.

Três anos depois...
Em algum lugar do mundo, 11 de setembro de 2005

— Enfim nos encontramos... você escapou da morte milhares de vezes, mas agora não terá outra saída. — Sacou seu armamento e fitou o inimigo. A saliva escorria de sua boca com o desejo de matar. E essa cobiça estava muito próxima de se concretizar. — Enfim terei um aniversário legal.

Continua...


Considerações:

— Foi apresentada uma pequena linha do tempo de Bud Hernandés Weiser;
— Bud ainda era uma criança nos anos 1998, 2001 e 2002, portanto ainda não tinha sua personalidade totalmente definida, apenas alguns lampejos;
— Não houve utilização de itens e poderes, até porque Bud desconhecia de suas habilidades, progenitor e etc;
— Algumas questões ficaram vagas propositalmente (como foi parar no acampamento, o que tinha dentro da caixa de presente e quem ele iria matar em 2005). Essas questões serão apresentadas futuramente em outras oportunidades caso a reclamação seja aprovada;
— Obrigado pela leitura, avaliação, correções, elogios, críticas e etc. Com certeza serão muito construtivas.
— Desculpe por não ter deixado claro sobre a reclamação de Bud. Senão me engano, na época que eu jogava, não poderia dar certeza da reclamação (mas acho que estou enganado sobre isso). Agora está explicado como ele foi reclamado e aproveitei para fazer algumas correções (se ainda conter erros, poderia por favor me enviar uma mp os apontando? Pois faz tempo que não escrevo).

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Re: Ficha de Reclamação para Deuses Menores

Mensagem por Mikhail Bjergsen em Sex 02 Nov 2018, 15:07


Ficha de reclamação
— Por qual deus deseja ser reclamado/ qual criatura deseja ser e por quê?
Nêmesis. A trama a ser desenvolvida do personagem melhor explicará esta decisão, mas pode-se dizer que Mikhail tem débitos do passado a pagar.

— Perfil do Personagem:
Sociopatia:
substantivo feminino
Psiquiatria. Transtorno de personalidade caracterizado pelo comportamento antissocial, muitas vezes criminoso, e pela falta de consciência social.

São as palavras que descrevem, elas que dão adjetivos e significados a algo ou alguém. No caso de Mikhail, por mais contraditório que isto seja, o que mais fala por ele é o silêncio. Alguns o veem com curiosidade, outros, com cautela. Seu jeito fechado e impassível o torna enigmático, alguém difícil de se entender. Por trás daquele olhar frio, o que será que ele está pensando?

Mas não se precipite, pois silêncio não é sinônimo de fragilidade. Afinal, se algo é frágil, tem tendência a quebrar ou danificar facilmente. E ele já está quebrado há muito tempo — como um brinquedo que vem com defeito de fábrica, intrínseco. Isso somado às experiências sofridas e as moléstias que sofreu desde muito cedo fez com que moldasse uma personalidade doentia e subversiva.

Engana-se quem diz que o tempo cura qualquer ferida. O tempo é um ótimo remédio, mas há feridas que nem mesmo ele pode curar. E Mikhail é cheio delas.

Dotado de um porte físico magro mas atlético — fruto de atividades físicas intensas —, não chega a ser considerado musculoso, tampouco é muito alto, atingindo uma estatura mediana para os padrões masculinos. Loiro, caucasiano e com olhos da cor do âmbar, poderia ser até considerado bonito, não fosse pela cicatriz pálida que vai de sua bochecha até o pescoço. Essa marca gera estranheza e aversão em pessoas de estômago fraco.


— História do Personagem:
O cigarro queimou seu último fio de tabaco, restando apenas a guimba. Joguei-a para longe e cuspi no chão.

— Para onde vamos agora?

Minerva estava deitada sobre o capô do carro com as mãos sobre o rosto para escondê-lo do sol. Resmungou uma resposta baixa que não consegui ouvir.

Retirei a blusa que estava usando. Agora era só um trapo, já que fora completamente rasgada por um monstro horas atrás e estava manchada de sangue seco. Usei-a para secar o suor do rosto e a larguei na beira da estrada deserta.

Meu nome é Mikhail Bjergsen e sou um semideus — filho de um mortal com uma deusa. Isso é tudo que sei. Aparentemente, minhas memórias foram apagadas sem data de devolução.

Tudo começou um ano atrás, quando acordei jogado em uma caçamba de lixo em Leesburg, pequena cidade do estado da Virgínia. Um isqueiro e a fotografia de uma mulher eram todos os pertences que estavam comigo. Sem rumo e sem memórias, passei a mendigar comida e abrigo, mas não demorou muito para que o primeiro ataque acontecesse.

De alguma forma, eu já havia sido reclamado — momento em que Nêmesis reconhecera nosso parentesco — antes da perda das lembranças. Mas é claro que não sabia disso e teria morrido facilmente para aquela dracaena se não fosse por Minerva. Ela apareceu em meio a uma explosão, matou o monstro e me salvou. Era de se esperar que eu ficasse com medo e surpreso, mas assisti a tudo com muita naturalidade, como se já houvesse passado por situações como aquela diversas vezes antes. Pensar nisso fez minha cabeça doer.

Posteriormente, eu e Minerva nos tornamos “cúmplices de sobrevivência”, como ela gosta de chamar. E com seu auxílio e um pouco de magia — afinal, ela era filha de Hécate, deusa que rege a feitiçaria no mundo —, descobri meu nome e consegui lembrar de alguns lapsos do meu passado. Desde então, lançamo-nos Estados Unidos adentro buscando respostas para o meu passado, caçando monstros — atividade na qual me saí muito bem — e procurando por seu irmão desaparecido.

Ah, e vez ou outra ficávamos bêbados. Eu também era bom nisso.

Agora, eu e ela estávamos seguindo uma nova pista do paradeiro de seu irmão mais novo.


— Então, Minney? Vai dizer para onde vamos?

— Já falei para não me chamar assim.

Ri e caminhei até o carro para pegar uma nova blusa no porta-malas. Só tinha peças floridas e com cores exóticas, e tive de vestir uma daquelas a contragosto. Péssima hora em que a deixei fazer as compras.

— Não tinha nada melhor? — questionei, referindo-me às roupas.

Minerva deu de ombros e pulou para o chão. Esticou o corpo, estalou o pescoço e prendeu o cabelo num coque frouxo.

— Existe um lugar para pessoas como nós — começou a falar.

— Jovens rebeldes e viciados em drogas? — cortei.

Ela me direcionou um olhar mortal. Odiava ser interrompida, e eu sabia disso, então o fazia de propósito. Prosseguiu:

— Semideuses. Serve para protegê-los e treiná-los.

— Porra, sério?

— Sim. Fica em Nova Iorque.

Ela não parecia muito animada tocando naquele assunto, e eu sentia que estava escondendo algo.

— Por que não falou desse lugar antes?

— Apesar de recolher meios-sangues, não são todos. Somente filhos de olimpianos e deuses maiores são bem-vindos — havia certo rancor em suas palavras. — Nós, filhos de deuses menores, não temos lugar.

— Você já passou por lá e não foi muito bom, suponho.

Não precisou que ela consentisse para eu saber que estava certo. Contudo, percebendo o desconforto que aquela história causava nela, decidi não insistir. Apenas entrei no carro e me sentei no banco de passageiro.

— Foda-se o que seja esse lugar, se seu irmão estiver lá nós o levamos — dei duas batidinhas no volante. — Vai ficar parada aí ou prefere que eu dirija?

Ela sorriu e pulou para o assento ao meu lado.

— Você dirigindo? Nem fodendo — pisou no acelerador e deixou para trás uma fumaça de poeira e dióxido de carbono.

Mal eu sabia que estava indo de encontro a um dos lugares que faziam parte do meu passado.

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Re: Ficha de Reclamação para Deuses Menores

Mensagem por Hades em Dom 04 Nov 2018, 22:19




Avaliação — Bud H. Weiser


Boa noite de novo, Bud. Lembro de já ter dito na última avaliação que gostei muito da ficha. Não vou me alongar muito nisso. Você conseguiu corrigir o problema que eu havia apontado, além dos que eu não havia apontado (que orgulho). Parabéns, meu querido.


Resultado

Aceito como filho de Tânatos;
Recompensa: 100 xp;
Item de reclamação padrão.



Avaliação — Mikhail Bjergsen


Olá, Mikhail. Sendo Nêmesis uma deusa que exige avaliação rigorosa, não tenho muita confiança de que sua história esteja adequada. Eu estaria mais tranquilo se ao menos o momento da reclamação fosse melhor desenvolvido. Entendo, no entanto, que seu personagem não tem lembranças para preencher essas lacunas na sua história.

Tenho percebido que muitos jogadores decidem usar de problemas psicológicos em suas narrações. Nenhum problema quanto a isso, é claro. Mas tenho pensado se devo interferir, já que conheço um pouco sobre o assunto. Como você cita explicitamente um transtorno de personalidade antissocial, espero ver mais características de um sociopata nas futuras narrações. O comportamento impulsivo, a desconsideração/violação dos direitos das outras pessoas, a dificuldade em se ajustar às normas sociais... Isso, é claro, se o personagem for mesmo um sociopata. Acredito que, pelo pouco que eu li na ficha, você seja capaz de desenvolver o transtorno melhor.

Bom, nos critérios de avaliação do fórum, acho que é justo que eu desconte alguns pontos referentes a adequação à proposta. Mas você conseguiu se sair bem nos outros critérios, de forma que pretendo aceitá-lo como filho de Nêmesis. Parabéns. Espero ler mais sobre o personagem em breve.


Resultado

Aceito como filho de Nêmesis;
Recompensa: 95 xp;
Item de reclamação padrão.



Atualizado






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Re: Ficha de Reclamação para Deuses Menores

Mensagem por Ultimos Daywolf em Sab 10 Nov 2018, 10:49


FICHA DE RECLAMAÇÃO
— Por qual deus deseja ser reclamado/ qual criatura deseja ser e por quê?

Héstia, não só pela personalidade e história da deusa, que eu admiro muito - apesar de que identifico bem com a personalidade. Eu acredito que melhor se aproxima daquilo que idealizo para o meu personagem.

— Perfil do Personagem (Características Físicas e Características Psicológicas - preferencialmente separadas):

O jovem possui sua tonalidade natural de cabelos castanhos, cacheados sutilmente e de forma rebelde em sua cabeça.
Seus olhos acompanham a cor dos cabelos, e seu rosto, de pele pálida, é facilmente preenchido por sardas na bochecha quando acontece de o garoto ser exposto ao sol. Sua fisionomia não é atlética, e sua aparência um pouco acima do peso esconde seus músculos que são naturalmente desenvolvidos como o esperado de um semideus.

Em relação às crianças comuns, o rapaz é um jovem calmo, inteligente, sorridente e tranquilo. Dificilmente faz alguma coisa para se destacar ou chamar atenção; é tímido em relação à holofotes, e quando está de baixo deste, é por estar ajudando alguém. Ele é muito simpático com novas amizades, e tenta buscar entender o lado positivo das pessoas, o que também o torna um tanto ingênuo. Ultimos também não gosta de conflitos, e geralmente faz de tudo para evitá-los - O último caso acontece quando o conflito vem até àqueles que ele ama, isso o torna bastante protetor e possivelmente agressivo.

Em combates, o rapaz prefere assumir posturas defensivas, com contra ataques singulares e decisivos, mas seja contra qualquer oponente for, ele sempre busca evitar fatalidades.

— História do Personagem:


Origem:


Tudo começa cerca de vinte anos atrás, décimo segundo dia de inverno. Durante uma nevasca.

No norte dos Estados Unidos da América uma família cansada vivia em paz. Longe do tumulto da civilização lá fora, uma mãe repousava com seus filhos, jovens porém adultos frente uma lareira. Eles não tinham muito, mas eram uma família unida e feliz. Descansar após o dia de trabalho daquela forma era quase que uma tradição, qual desde pequenos eles seguiam.

Lanna, a filha mais velha, sonhava todos os dias com sua própria família. Não que ela não fosse grata àquela que ela tinha, mas ela sabia que um dia a doença de sua mãe a levaria embora e seu irmão sairia de casa, e ela estaria sozinha. Não era o medo de estar sozinha que ela sentia, mas seu gosto por aquele conforto era tamanho que ela queria mantê-lo para sempre. Ela queria filhos, e enquanto se dedicava em seu trabalho quase sempre era interrompida por homens que demonstravam interesse em fazê-la membro de sua família, mas ela nunca gostou de nenhum.

O tempo foi passando até que finalmente sua mãe veio a falecer, e ela chorou por longos sete dias praticamente sem parar. Sem forças por estar dias sem comer, a mulher não tinha mais passado os dias frente a lareira. Não era mais a mesma coisa, não sozinha.

Porém, no sétimo dia uma visita espetacular a surpreendeu. Seu irmão havia passado para a visitar. Eles conversaram e ele a ajudou a se recuperar. A mulher conseguiu melhorar, até que um dia, mesmo sem seu irmão, ela se viu disposta a acender a chama.

No momento que as chamas acenderam não demorou nada para o fogo alcançar seu tamanho máximo. Surpresa por tamanha energia nas chamas a mulher não notou de imediato a jovem que estava sentada em seu sofá, a observando, enquanto ela tentava revirar as brasas para deixar o fogo menos vigoroso.

Apesar de apenas após outro susto, Héstia conseguiu explicar para a mulher seus motivos. Ela havia desenvolvido interesse pela família pelas suas tradições e apego aos membros. E quando eles pararam de acender o fogo aos invernos ela começou a procurar os motivos. Após dias de visitas à margem das chamas Héstia precisava voltar para o Olimpo e para seus afazeres, e novamente Lanna se viu abalada. Porém, Héstia estava preparada e anunciou que sabia de um meio de mantê-la unidas.

Ela pediu para que, em segredo, a mulher fosse depositar nas brasas, durante nove meses, um pouco de seu sangue enquanto mantinha a tradição, no último dia ela daria a luz a uma criança que manteria o sangue de ambas unido para sempre.

O começo

Meu nascimento não foi algo muito fácil. Minha mãe, Lanna, estava grávida pela sua primeira vez, justamente de uma criança enorme e saudável - quase consigo imaginar a dor. Minha mãe disse que eu nasci quietinho, sem chorar, tomei uns tapas e ainda assim eu só sabia encarar os médicos e as enfermeiras, até que eles foram me dar um banho. E ai o choro do menino, até então sem nome, ecoou por toda a ala hospitalar.

Minha mãe havia tido bastante tempo para decidir entre suas opções de nome, e no fim preferiu me chamar de Ultimos talvez o parto tenho traumatizado ela um pouco. E ai vieram os exames, e nesses primeiros momentos os médicos acharam que eu estava sempre com febre, pois minha temperatura interna era sutilmente maior que o comum.

Como não era um período muito movimentado no hospital, e eu acabei me tornando popular entre os enfermeiros, minha mãe dizia que arranquei boas risadas de quem me segurava, ainda bebê - Deve ser um alivio ver uma criança que não é barulhenta. Eu era era tão quietinho e fofinho que todos sentiam uma enorme vontade de "abraçar". Eu sinto saudade de quando a minha mãe me contava essas histórias.

Pela histórias que eu conheço, três meses depois de meu nascimento mamãe fora visitada por Héstia novamente. Até então, foi a primeira vez que ela me abraçou, e logo me segurou em seu colo, e após dar um beijo na minha testa ela explicou que o filho delas não deveria mais viver por ali. Mamãe diz que Héstia se sentia culpada, mas ainda assim não estava arrependida, mesmo com o mínimo contato que eu teria com ela, ela gostava de mim e a segurança era prioridade. Héstia então pediu para que Lanna fosse morar no Alaska, afirmando que em meio ao isolamento da civilização a criança estaria mais segura e poderia viver com ela por mais tempo. Eu acho que não deveria estragar que no final foi lá que eu vivi a maior parte da minha vida.

"Com seus poderes, a deusa conseguiu atravessar o espaço, usou-se de teleporte para levar Lanna até onde ela estaria mais segura. A deusa nunca abandonaria seu filho, mas precisava escondê-lo por agora. Lá eles foram felizes. Eventualmente a deusa encontrava tempo para visitá-los, e o menino sempre terminava o dia dormindo frente a lareira em seu colo."

Mas nada que é bom dura para sempre, e aos poucos monstros começaram a atormentar a gente por lá, e mesmo com as orientações de Héstia, mamãe se viu forçada muitas vezes a pegar caminhos alternativos e longos para casa - eu ficava preocupado - Descobri depois que ela teve até mesmo que fugir de cães infernais perdidos. Apesar de que eu era o alvo, o meu cheiro estava sempre nela.

Infelizmente mamãe sabia tanto quanto a minha deusa-mãe que eu precisava partir para outro lugar, longe dela, até que pudesse lidar com os monstros sozinho.

Mesmo ao onze anos eu não entendia muito a situação, mas aceitei as palavras de minha mãe com maturidade. E assim, eu acho que a minha história começa.


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Re: Ficha de Reclamação para Deuses Menores

Mensagem por Hades em Sab 10 Nov 2018, 19:28




Avaliação — Ultimos Daywolf


Boa noite, Ultimos. Isso não é bem uma avaliação. O grupo dos filhos de Héstia não existe mais no fórum, de forma que não são mais aceitas fichas para filhos dessa deusa. Peço que escolha algum dos deuses das listas disponíveis nos tópicos de reclamação e reposte sua ficha com as alterações adequadas.




Não necessita atualização






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Re: Ficha de Reclamação para Deuses Menores

Mensagem por Adrien Vasseur em Ter 13 Nov 2018, 03:16


FICHA DE RECLAMAÇÃO
— Por qual deus deseja ser reclamado/ qual criatura deseja ser e por quê?

Macária. É uma deusa que eu admiro e acho a lista de poderes bons, sem mais.

— Perfil do Personagem (Características Físicas e Características Psicológicas - preferencialmente separadas):

Descrição Física: Adrien possuí cerca de um e setenta e cinco de altura, seus músculos são divinamente desenhados e marcados, divinos de forma literal graças a genética do seu pai. Seus olhos puxados, cabelos escuros e cor de pele puxou de Macária, que era essa forma a qual ela assumiu quando teve relação com o progenitor do semideus, já o resto dos seus traços como nariz e maxilar foram diretamente herdados do pai. A parte que mais admira em seu corpo é seu sorriso, seguido do seu abdome e peitoral.

Descrição Psicológica: Adrien é o do tipo extremamente galanteador. Não do tipo que quer sair transando com qualquer pessoa que vê, tentar conquistar apenas para inflar o seu ego, mas sim por que foi educado dessa maneira. Abrir porta do carro, pagar a conta do jantar, levar flores quando marcar encontro com alguém, se a pessoa sente frio ele oferece o seu casaco. Na real, ele é mais cavalheiro do que galanteador. Ele sempre tenta estar sorrindo o tempo todo, para levar felicidade por onde passa, afinal ele é famoso pelas ruas de Paris, então sempre tem algum paparazzi para fotografar o garoto. O seu sorriso esconde a tristeza que vive devido a ausência do pai. Ambos moram numa enorme casa, porém seu progenitor é um estilista famoso e sempre está ocupado de mais para dar atenção ao filho, porém é bastante rigoroso com ela, o obrigando a ter aulas de esgrima, arco e flecha, piano e inglês, o impedindo inclusive de ir para a escola, para que não corra perigo. Apesar de tudo ele é extremamente carinhoso com todos, achando que todos tem um lado bom, mesmo fazendo algumas coisas ruins, sempre merecendo uma segunda chance.

— História do Personagem:

Adrien acabou nascendo em uma das misteriosas longas viagens do seu pai para o japão, onde conheceu Macária que estava na forma humana de uma asiática.. Como um grande estilista, Gabriel era requisitado em diversos países e como era uma cria Deméter os monstros raramente atacavam devido ao cheiro dele, ainda mais levando em conta a idade do homem, ele não era atrativo para eles, o que fazia o filho de Macária ficar em segurança por bastante tempo.

A infância do jovem Vasseur foi um pouco conturbada. Gabriel tinha medo de que longe dele os monstros pudessem atacar o garoto, por isso Adrien sempre estudou em casa com Mayuri, uma assistente particular do seu pai. Seus horários eram extremamente rigorosos, passava a manhã toda estudando coisas de colégio, a tarde fazia esgrima e arco e flecha, a noite eram suas aulas de piano e inglês. As únicas 'folgas' que tinha de tudo isso era quando precisava desfilar uma nova linha de roupas do pai ou fazer ensaios fotográficos.

Adrien havia começado sua carreira como modelo desde cedo, quando tinha quatro anos de idade, e um fotógrafo o viu enquanto o Sr. Vasseur fazia um desfile de modas para as roupas que tinha confeccionado.  A criança estava junto de Mayuri e o homem achou que ele era extremamente fotogênico e tinha um ar de beleza que não sabia explicar, considerando ela exótica. O sucesso dele foi imediato e em questão de semanas todas as revistas da França comentavam sobre o garoto e sobre como o filho do maior estilista do país tinha um futuro promissor.

Ao sete anos, Adrien descobriu que era filho de Macária ainda não reclamado e que seu pai era filho de Deméter. Como ele ainda era uma criança, achou aquilo tudo incrível e com toda a explicação do pai sobre, ele compreendeu tudo muito bem, não entrando em conflitos nem nada parecido. Gabriel sabia que o perigo agora aumentaria pois o filho tinha conhecimento sobre o mundo mitológico, isso faz com que ele contratasse um filho de Ares para ser segurança especial do semideus. Onde quer que o jovem Vasseur fosse, o guarda o seguia. Desde da descoberta ele foi atacado apenas duas vezes, mas nunca se machucou já que fora protegido por alguém experiente e mais velho.

A reclamação do garoto aconteceu quando o mesmo tinha doze anos de idade, durante um desfile que realizava junto de seu pai. O simbolo apareceu em cima da sua cabeça, num brilho que misturava rosa e roxo, iluminando a passarela. As pessoas aplaudiram de pé, em meio a assovios, achando que tudo fazia parte do evento por que coincidentemente as cores combinavam com a roupa que ele usava. A felicidade estava estampada no rosto do jovem semideus recém reclamado, já o Sr. Vasseur olhava em negação, sabendo o que viria a seguir.

Para Adrien ir para o acampamento meio sangue seria algo libertador, afinal sabia que teria que ir para lá desde que seu pai contou sobre o mundo mitológico. Para ele o acampamento seria o passe para a sua liberdade, sem ter que viver isolado das pessoas e de amigos, só tendo contato social com os desfiles e as fotos. Já para o seu pai era algo horrível, o filho que criou com tanto esmero sairia de perto dele, correria perigo em um planeta que ele sabia ser muito perigoso, afinal cresceu naquele lugar e teve a sorte de atingir a idade em que os monstros pararam de seguir ele. Não acreditava que sua preciosa cria conseguiria sobreviver sem o seu auxílio.

Ambos tiverem uma enorme discussão quando chegaram em casa após o garoto ser reclamado. Mayuri foi quem conseguiu fazer a briga terminar, dando uma solução para os dois. Sua ideia era que Adrien ficasse três meses no acampamento e mais três meses na sua casa com seu pai. Era uma maneira de ambos não se separarem e saírem felizes com toda aquela história. Eles concordaram e o jovem Vasseur foi para o acampamento no dia seguinte.

Duas semanas depois que ele estava lá, seu pai foi brutalmente assassinado por uma gangue de paris. Mayuri foi pessoalmente até o acampamento contar para o rapaz, que ficou desolado, chorando por quase três horas seguidas, enquanto a assistente o consolava do lado de fora da barreira. Ela contou que toda a herança já estava no nome dele, deixou cartões e tudo que ele precisaria. Demorou algumas semanas para que ele entendesse tudo que aconteceu com o seu pai e tudo que acontecia no lugar onde estava vivendo. Desde então ele treina o máximo que consegue para que possa viver tanto quanto o seu pai nesse mundo.

Atualmente Adrien tem dezessete anos e quer ficar o mais forte que conseguir para poder se vingar da morte do seu pai.

Abre:
Bom, eu sou meio novo nesse mundo de PJ, mas pelo que sei filho de Afrodite e Deméter são mais 'protegidos' contra os monstros, por causa do seu cheiro, como o pai e o segurança já era mais velhos e semideuses, o garoto raramente sofreu ataques.

Alguns detalhes ficaram em branco como o por que da gangue matar o pai dele e coisas assim, isso foi de propósito para poder explorar melhor em DIY.

É isso, obrigadinho.

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Re: Ficha de Reclamação para Deuses Menores

Mensagem por Killian G. Fitzroy em Ter 13 Nov 2018, 03:18

FICHA DE RECLAMAÇÃO
— Por qual deus deseja ser reclamado/ qual criatura deseja ser e por quê?

Héracles, simplesmente por ser o melhor deus, assim com Galahad, que irá dominar o mundo... Então, a bem da verdade, o deus foi escolhido por se encaixar perfeitamente à nova trama de Kill, toda essa influência como héroi número um e exemplo de perfeição grega, etc, será importante para a história do garoto, ainda que às vezes não da forma com se espera, além do mais a forma de batalha melee é admissivelmente minha zona de conforto (q).

— Perfil do Personagem (Características Físicas e Características Psicológicas - preferencialmente separadas):

Físicas: Os portadores do título de herói podem possuir um espectro físico capaz de variar entre bombados e magricelas, e Fitzroy pode ser apontado como estando em um meio termo. Com seus 1,70 de altura e aproximados 77 quilos, o garoto tem um porte atlético, de músculos definidos e delineados sobre um corpo delgado, um fator que valoriza sua predileção por velocidade e agilidade. Cabelos alvos e bagunçados coroam o rosto de estrutura óssea e marcante, o principal holofote para as raízes nórdicas do garoto, com um maxilar quadrado, bochechas cavadas e nariz fino e levemente avantajado. Os cílios também brancos circundam as írises cinza nuvem — coloração que varia levemente conforme seu humor e um pouco de jogo de luzes —, que quase sempre estão assoladas pelos seus tempestuosos pensamentos ou escurecidas pelo seu constante tédio. A pele de matiz branca-cadavérica é maculada de cicatrizes róseo-esbranquiçadas dos mais diversos tamanhos e profundidades, retalhos das merdas e confusões em que se metera. Talvez a última coisa a se perceber ao observar o jovem semideus é a simples e comum característica do albinismo, um detalhe tão ínfimo que nem chega a virar cabeças e desviar a atenção de incautos.

Psicólogo: Previamente um carismático, bravio, leal e altruísta cavaleiro em armadura brilhante, Galahad era um herói clássico, sempre ajudando os outros, liderando os corajosos e honrados na batalha contra o mal, além de trabalhar meio período como um arrasador de corações, sem perder a elegância e os bons modos claro. Well… nem tanto na prática, sua propensão para o altruísmo era mais pelo show e a fadada luta contra o “mal”... na verdade… era apenas uma forma de lidar com o tédio. Ainda hoje em dia o desinteresse o domina, sempre em busca do que fazer o semideus recai em suas ambições de provar a si mesmo, e por mais que ele não se importe com os outros — ao menos não com aqueles que não são próximos —, salvá-los e ser aclamado o herói novamente seria ótimo para o ego e para seu instinto competitivo. Galante e de certa forma brincalhão, Kill pode ser uma pessoa agradável de se conversar, principalmente se o ouvinte souber aproveitar o humor sarcástico e debochado do garoto. Inteligente, ou ao menos, “meramente esperto” o rebento da força não faz nada sem planejar antes, afinal, seu instinto já provou ter tendências suicidas. O seu único traço não tão cavalheiresco é a raiva, não algo como a fúria cega de um estúpido filho de Ares, é algo mais para uma irritação e frustração que se desenvolve em uma raiva fria e calculada, podendo chegar em uma quase insaciável sede de sangue.

— História do Personagem:


mil novecentos e noventa e sete, Acampamento Meio-Sangue


— Vocês podem ser um bando de inúteis, mas na minha arena aprenderão alguma coisa. — A voz grave era gritada por cima do ressoar de espadas e rugidos de monstros que, como música de elevador, prendia-se ao ambiente de arquitetura clássica que constitui o mini-coliseu. O provedor de mais uma ajuda na fomentação de uma enxaqueca generalizada postava-se à frente de um grupo de aproximadamente trinta ‘novatos’, sua camiseta alaranjada portando o centauro símbolo do acampamento assemelhava-se a um modelo baby look esticada por sobre o aglomerado de músculos que chamavam seu torso de lar. Os braços repletos de cicatrizes, as pernas compridas e até mesmo o rosto sardento também não decepcionaram quando o assunto era músculo, tendo o suficiente para uns três garotos normais.

Entretanto, se existia uma coisa — talvez a única coisa — que Fitzroy poderia afirmar com toda a certeza que seus sete anos de idade lhe permitiam, era que normalidade não existia, não naquele lugar, e definitivamente, não para desgraçados e fudidos como eles. A figura portadora de tal pensamento encontrava-se entre os trinta e poucos meio-sangues, apenas mais um zé ninguém, que por consequência de erros maternos, necessitava decidir se passaria o resto de sua infeliz e mal-amada vida fugindo ou lutando contra criaturas monstruosas e assassinas. O menino, na verdade, aprendera a não se importar, após anos na merda, você acostuma com o cheiro.

Írises cinza perpassaram o ambiente, desinteresse seu modus operandi, e logo reviraram em direção ao céu em lento acompanhamento das nuvens de matização espelhada às das esferas, ainda que talvez não tão turbulentas quanto às mesmas. Galahad remexeu levemente em seu eixo de rotação, pés brancos deslizavam minimamente na folga das botas pretas emprestadas, gradação que se repetia no restante de sua vestimenta, caracterizada por um calção de tecido leve e uma camiseta contendo um enorme asterisco vermelho no meio. O calçado pertencia ao colega, que nesse instante balançava-se em seus pés dois números maiores em um novo all-star vermelho sangue, logo ao lado do protagonista.

— Nem que pra isso eu tenha que pessoalmente abrir a porra dos seus crânios e enfiar conhecimento lá dentro. — O estimulante pep talk que fluia interminavelmente dos lábios finos do filho de Ares não surtia nenhum efeito sobre os ali presentes, no chalé 11 ou se aprende a se virar na primeira noite ou você acorda sem absolutamente nada em algum lugar irremediavelmente longe de onde repousara para dormir, completamente coberto em formigas-de-fogo. A bem da verdade, tal estória era uma mera exacerbação da realidade de forma a assustar os incautos, todavia, a mente conturbada de muitos pontudos filhos de Hermes não ficava tão longe da ficção.

Um suspiro baixo escapou do jovem albino, seus olhos voltando-se novamente ao nível do solo. Por sobre o piso arenoso encontrava-se uma pseudo separação de áreas, com bonecos de couro e cânhamo batendo continência no lado mais oriental e o posicionamento das bancadas de armas pontilhando opostos hemisférios, contudo a maior parte da arena é um caos instaurado. Mesmo sendo irritantemente cedo, o estádio estava entupido de pessoas e monstros, de forma a parecer uma batalha de um livro de fantasia, embora tais monstrengos roubassem um quadrado no local apenas para vanglória e alarde, em virtude de o horário de treino com monstros não começar ainda por um tempo.

O ruído arranhado de um escudo sendo forçado contra o fio de uma espada arrancou Killian de seu enfadado devaneio, o olhar sombrio recaindo sobre o instrutor e suas recém-chegadas cópias, outros dois fortes e feios progênies da guerra. — Agora, quero que todos se dividam em duplas para o treino de hoje. — Os berros — pela primeira vez naquela manhã — realmente penetraram o ouvido pálido até alcançar o martelo. O pescoço, rápido o suficiente para provocar o estalo de uma ou duas articulações, volteou para a esquerda, permitindo que lentes em nuance caramelo encaixam-se nas pigmentadas em variações de neve velha. — Trabalharemos o manuseio de merda que vocês tem na espada. E como gosto de lembrar sempre, não trabalho com armas sem gumo, então se se cortarem vão pagar cem flexões e cem abdominais!

A ameaça mal fora ouvida por cima do ribombar de passos e gritos que dominara o grupo, todos em busca de seus plus one, além do ocasional bate-boca quando os, assim chamados, “parceiros” preferiram outro. O filho do deus-ladrão bagunçou suas escuras madeixas enquanto se aproximava, o sorriso agudo no canto da boca sendo repetido pelo indefinido. —Espero que pegue leve comigo, herói. — A provocação fora dita numa nuance de voz ameno e leve, reforçando o status de piada entre dois melhores amigos. — Com você? Nunca! — A réplica viera de um rosto fechado, pronunciada em uma voz forçadamente grave, o tom de brincadeira proveniente da subversão não só da imagem atual como também do conhecido fato do aumento exponencial na competitividade do branquinho nos últimos meses.

Com leves empurrões e cutucões os dois semideuses se afastaram do grupo maior, o objetivo era o estande de armas à esquerda que lotava-se de espadas e lâminas dos mais variados modelos. Lá chegando, uma breve discussão sobre o grau de preferibilidade de uso entre cimitarras e gládios deflagrou, e tão calorosamente quanto surgiu, mingou em provocações e risadas. — Detesto espadas! — A reclamação proveio de um levemente emburrado descendente do deus mensageiro, os lábios frisados em uma linha reta só voltaram a se abrir ao ver a sobrancelha branca do outro se perder no ninho de rato que era os cabelos do mesmo. — ...E lanças, óbvio! Ninguém gosta de lanças. Prefiro os dias de treino com adagas, melhor arma alltaf. — Uma risada aguda foi a única resposta verbal do outro.

Se ajoelhando rapidamente, Gads penetrou uma mão no cano da bota, puxando o cabo envolto em madeira e couro da faca até perceber compreensão nascer no rosto do outro. Retornando a arma para o lugar onde estivera, o indefinido se aprumou e balançou as espáduas em um quase imperceptível dar de ombros, o ego amaciado pelas faíscas de inveja e admiração do moreno, uma vez que os monitores de Hermes haviam confiscado todas as armas pessoais das “crianças” após a confusão da semana passada. — Eu gosto de lanças. — A entonação blasé podia ser sentida de tão pesada sua presença na frase, sendo logo complementada após um piscar de olhos e uma revisão de pensamento. A voz saindo mais descontraída. — E espadas.

Um olhar que claramente afirmava a loucura nas palavras do outro delineou sua sombra na face descorada e fina do brunette, porém isso foi o máximo de prolongação que o assunto viu. No caminho de volta — de espadas em punho e uma conversa sussurrada de como retribuir a prank sofrida no início da semana — para o tumultuoso grupo de pirralhos qual pertenciam, dois pares de olhos foram atraídos para um canto mais a oeste do campo, onde risadas ribombantes e guturais sobressaiam ao rugido entrelaçado de guri e monstro. O que em algum momento fora um treino se tornara algo entre um show de horrores e um circo, a estrela desse evento era um fedelho mirrado que tentava a todo custo levantar um montante contra um angustiado cão infernal. O animal parecia estar acorrentado, mas sobre a possível influência dos espetos de músculos que caracterizava um outro grupo de filhos da guerra, tentava acariciar a cabeça do moleque para fora de seu corpo.

As passadas do duo se tornaram mais curtas e a velocidade que a palma do membro inferior tocava o solo diminuiu em decorrência da crescente fixação das janelas da alma para com o espetáculo a frente. A pesada arma laminada viu-se bruscamente livre do chão, um possível rompante de força do loirinho, e de alguma forma deve ter atingido o monstro peludo, visto os latidos guturais adotarem temporariamente uma frequência de onda diferente, um agudo ganido, antes de retornar à raivosa ameaça — talvez contendo até mesmo uns terahertz de comprimento a mais de raiva que antes. Os puxões que a criatura promovia na corrente teria desencorajado qualquer um, mas a falta de reação do amarelo apenas comprovava a ausência de um neurônio sequer no seu crânio largo pra caralho. “Deve ter escorrido pelo nariz enquanto ele dormia.”

Um grunhido irritado fez-se audível ao lado, muito fortemente um sinal de concordância do moreno, que adorava pregar que conhecimento era mais poderoso que o próprio poder em seu estado puro. As orbes prata-tinfoil iniciaram seu processo de giro em direção ao companheiro quando a sua visão periférica captou uma situação muito mais agravante, forçando assim as esferas a rolarem de volta para o foco principal, ainda que a cena não fosse mais a que ele deixara segundos atrás. O moçoilo loiro permanecia estático de lâmina em punho, entretanto Murphy ficou com pena e decidiu intervir, dessa forma, o canídeo vítima de engorgio estava solto.

O monstro negro, tão tranquilamente como quem afasta uma mosca, ferreteou três dos rebentos de Ares que de antemão o incitava, os coagindo a repousar por um tempo no solo do ringue, com uma das patas frontais, movimento repetido para lançar longe a espada previamente carregada pelo retardado que continuava a fazer caralho nenhum. O estádio transfigurou-se em uma cacofonia de reações, alguns buscaram armas (como ocorreu para os outros dois montes de músculo que participaram das provocações da recém liberta criatura), muitos dos portadores das mesmas iniciaram uma marcha em direção ao cão, e vários dos restantes acovardaram-se e praguejavam — ação adotada pelo élfico aliado de Roy, que botara em uso seu vasto dicionário de xingamentos.

O processo de resposta da massa apenas principiara a transcorrer ao mesmo momento que Galahad se pôs em movimento. Em contraposição ao associado, o protagonista finalmente vestiu o seu papel e, agindo como um idiota, galgou a distância do ataque com uma velocidade exorbitante para alguém de pernas curtas. Um pirralho nanico trajado em preto e portando uma espada na mão direita e uma adaga na esquerda não era uma verdadeira causa de pesadelos, contudo, a expressão dominante no rosto de ossos marcantes e a intensidade capaz de transmutar írises de matiz cinza clara em uma gama mais escura que a própria escuridão, eram por menores que ao menos implementariam o enregelar dos glóbulos vermelhos de qualquer um à sua frente.

O primeiro a aproximar-se da criança e o monstro, posicionado a pouco mais de um metro de ambos, Kill imbuiu um pouco de sua massa encefálica — tão comumentemente empregada na tarefa de produzir merda — no encargo de engendrar um plano minimamente lógico. Obviamente seu corpo não recebeu o memorando e tomou partido do ofício. Isto posto, o rapazote tornou-se um mero observador enquanto seu braço esquerdo contraia, o cabo almofadado de madeira folheada a couro resvalando em seus calos, o movimento gerando impulso ao arrastar a lâmina para trás de modo a aumentar a força e velocidade do lançamento. O arremesso possuia o claro intento de desvio de atenção por parte da monstruosidade. Tenha perfurado ou meramente ricocheteado, o objetivo foi alcançado quando vinte centímetros de bronze e madeira desapareceram sob cachoeiras de madeixas escuras, e uma bolota de vanadinita acendeu sua lanterna assassina diretamente voltada ao imberbe meio-divino.

Um cálculo rápido informou a Fitzroy a urgência de desviar da bocarra que deslanchou em sua direção em menos de três passadas, e obedecendo um cérebro high em adrenalina o hero-wannabe abusou da aceleração que caracterizava seu momento de inércia e propulsou o corpo em direção ao loiro, que com grandes e vidrados olhos sorvia a loucura do outro. O estalo de dentes fechando ecoou pelo ringue, todavia a figura, que deveria ter aproveitado a armadilha de cálcio partindo-lhe ao meio, engalfinhava-se com o outro moço ao tempo em que derraparam e rolaram para longe do cão felpudo.

Vencendo o direito de estar por cima, Galahad empurrou o jovem não-tão-magricela-quanto-ele-esperava para as suas costas e adotou uma postura combativa, com pernas flexionadas e corpo levemente curvado, além de arrumar a pegada na espada, pondo-a em riste. O tico tentava prever o próximo movimento da besta, e o teco fomentava um contra-ataque. “Ele está distante demais para tentar uma mordida, teria que ajustar o posicionamento do corpo duas vezes, no mínimo. Uma patada é mais provável, mas ainda terá um gasto de segundo com a mudança de base nas patas frontais visto que um ataque diagonal nesta configuração não tem range para me alcançar.”

A estratégia nunca foi posta em prova, pois redes de cobre estendidas sobre o bicho anunciaram a chegada do restante dos semideuses — esquecidos durante o rompante que dominara o albino —, muitos quais pareciam curvar-se ou reverenciar o pivete após um ou dois segundos de hesitação. Sua confusão continha um pouco de rosto enquanto olhos alvos buscavam pelo amigo ou qualquer outro que pudesse lhe salvaguardar naquele momento. As íris caramelo acenaram para ele, não em convocação, mas sim passando uma ordem que ele deveria ficar parado e talvez (só talvez) olhar para cima. Coroando o remelento b&w com uma luz esverdeada um leão holográfico rugia.

Uma voz se elevou no momentâneo silêncio que se seguiu, as palavras ditas em tom grave soavam estranhas aos ouvidos de Killian, principalmente pelas nuances de respeito e admiração que se refugiavam no rascante acento. Bolinhas de gude varriam a multidão ao redor, compreensão tentando abrir caminho na loucura ali apresentada, afinal ele era apenas mais um joão-ninguém, um esquecido e meio-pirado indefinido recheado de sarcasmo e tédio. Não era? — Ave Killian Galahad Fitzroy! Primeiro filho de Héracles, Deus da Força e dos Heróis, divino protetor da Humanidade!



"Giving help that’s not asked for… is what makes a true hero!"
— Izuku Midoriya




Bem Basiquinho:
Read Me:
- Entonces, sei que fica meio maçante, infelizmente é mania minha escrever tão minuciosamente, porém estou tentando melhorar, fazer ficar mais pró-ativo, só tenha um tiquinho de paciência;

- Eu sei, tem muito verbo no passado, malz por isso também;

- Eu achei meio curtinho e rápido, sem muita ação, mas por enquanto é isso;

- Tem muitas referências externas, o que nos deixa com certas brechas na trama, porém todas serão cimentadas em diy’s;

- Sei que tecnicamente não sou o primeiro de Héracles, mas ambos já reclamados tomaram doril e a reclamação se passa alguns anos no passado, então, forcei a barra mesmo (q);

- Pequenos erros de adequação e vícios de linguagem nas falas são propositais;

- A ausência de nome para o filho de Hermes é proposital, só queria apontar isso mesmo, e sim, ele fala línguas estranhas;

- A discussão sobre frequência e ondas não é 100% correta, houve uma leve romantizada (é esse o termo?) para adequar à situação. Só queria apontar isso também, antes de virem demonstrar seu conhecimento superior em exatas. Plis não humilhem o burro, isso nos machuca ç.ç

- Ficou um lixo esse texto, mas fazer o que, né?!

- É isso, acho.
Herossexual:
Poderes Ativos:

—Nenhum—
Poderes Passivos:
◊ Força ampliada I [Nível 01] — Desde seu nascimento, filhos de Héracles apresentam uma força superior se comparados a outros humanos ou mesmo semideuses. Neste nível, sua força é ampliada 10%, permanentemente, o que afeta tanto em combate quanto fora (com relação à sua capacidade de carga, por exemplo). Apenas filhos de Hefesto, Ares e Centauros se aproximam de seu potencial. [Antigo "Força sobre-humana"]
Brinquedinhos:
Espada Curta [Simplesmente é a mais básica de todas as espadas, mede 70 cm e qualquer pessoa com um conhecimento mínimo sobre armas sabe lidar com ela. Devido ao pouco peso, é empunhada com uma única mão, deixando a outra livre para utilizar escudos ou outros itens. O cabo é de madeira simples.][Bronze sagrado e madeira} (Nível mínimo: 1) {Não controla nenhum elemento} — (Emprestada da Arena - Na mão)

{Half Blood} / Adaga Comum [Adaga simples feita de bronze sagrado, curta e de duplo corte. A lâmina possui 8cm de largura, afinando-se ligeiramente até o comprimento, que chega a 20cm. Não possui guarda de mão e o cabo é de madeira revestido com couro, para uma empunhadura mais confortável; acompanha bainha de couro simples.] {Madeira, couro e bronze sagrado} (Nível mínimo: 1) {Não controla nenhum elemento} [Recebimento: Item de Reclamação] — (Na bota)
Percy Jackson RPG BR


Killian G. Fitzroy
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Re: Ficha de Reclamação para Deuses Menores

Mensagem por Hades em Ter 13 Nov 2018, 18:31




Avaliação — Adrien Vasseur


Olá, Adrien. Sua ficha foi bastante sucinta. Tenho a impressão de que essa era a sua intenção e de que pretende desenvolver melhor durante o decorrer da trama. Além do mais, você conseguiu atender aos requisitos da ficha.

Quanto aos critérios de avaliação do fórum, percebi alguns problemas de pontuação e ortografia. Acredito que uma revisão no post teria resolvido esses pequenos problemas, como dois pontos no lugar de reticências, Paris com letra minúscula e outros probleminhas de pontuação. Não vou descontar pontos por isso. Deixo a observação apenas como dica para que suas narrações sigam melhorando.

Ademais, seu personagem parece bastante interessante. Quero ver em breve como ele se encaixar nesse universos de deuses e semideuses. Parabéns.


Resultado

Aceito como filho de Macária;
Recompensa: 100 xp;
Item de reclamação padrão.




Atualizado


A ficha de Killian G. Fitzroy segue pendente e deverá ser avaliada em breve.



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Re: Ficha de Reclamação para Deuses Menores

Mensagem por Phobos em Ter 13 Nov 2018, 18:44




Avaliação — Killian G. Fitzroy


Olá, Killian. Parabéns pela ficha, devo dizer que superou as minhas expectativas para um filho de Héracles. Conseguiu encaixar esse fato de maneira sucinta em sua história, demonstrando que sabe o que está fazendo, entende? Eu realmente adorei a história e estou super ansioso para ver como seu personagem irá se desenvolver no fórum.

Bem vindo, primeiro filho de Héracles.


Resultado

Aceito como filho de Héracles;
Recompensa: 100 xp;
Item de reclamação padrão.




Atualizado




Phobos
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Re: Ficha de Reclamação para Deuses Menores

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