Ficha de Reclamação para Deuses Olimpianos

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Ficha de Reclamação para Deuses Olimpianos

Mensagem por Organização PJBR em Qua 12 Set 2018, 13:07


Ficha de Reclamação


Este tópico foi criado para que o player possa ingressar na sua vida como semideus filho de um deus olimpiano.  Avaliamos na ficha os mesmos critérios que no restante do fórum, mas fichas comuns exigem uma margem menor de qualidade, porém ainda será observada a coesão, coerência, organização, ortografia e objetividade. Abaixo, a lista de deuses olimpianos disponíveis em ordem alfabética, com as devidas observações.





   
   
 
 
   
   
 
 
   
   
 
 
   
   
 
 
   
   


   
   


   
   


   
   


   
   
DeusesAvaliação
AfroditeComum
ApoloComum
AtenaRigorosa
AresComum
DeméterComum
DionísioComum
HefestoComum
HermesComum


Recompensa de reclamação


As fichas de reclamação valem, além da aprovação no grupo almejado, um rendimento de experiência de no máximo 100 xp para o jogador. O rendimento deve ser de acordo com a avaliação e só será bonificado caso o semideus tenha sido reclamado, portanto fichas rejeitadas não rendem nenhuma experiência.


Item de reclamação


Não existem mais itens de reclamação por progenitor, sendo o único presente a adaga a seguir:

{Half Blood} / Adaga Comum [Adaga simples feita de bronze sagrado, curta e de duplo corte. A lâmina possui 8cm de largura, afinando-se ligeiramente até o comprimento, que chega a 20cm. Não possui guarda de mão e o cabo é de madeira revestido com couro, para uma empunhadura mais confortável; acompanha bainha de couro simples.] {Madeira, couro e bronze sagrado} (Nível mínimo: 1) {Não controla nenhum elemento} [Recebimento: Item de Reclamação]


A ficha


A ficha é composta de algumas perguntas e o campo para o perfil físico e psicológico e a história do personagem e é a mesma seja para semideuses ou criaturas.

Plágio não será tolerado e, ao ser detectado, acarretará um ban inicial de 3 dias + aviso, e reincidência acarretará em ban permanente. Plágio acarreta banimento por IP.

Aceitamos apenas histórias originais - então, ao usar um personagem criado para outro fórum não só não será reclamado como corre o risco de ser punido por plágio, caso não comprove autoria em 24h. Mesmo com a comprovação, a ficha não será aceita.

Fichas com nomes inadequados não serão avaliadas a menos que avisem já ter realizado o pedido de mudança através de uma observação na ficha. As regras de nickname constam nas regras gerais no fórum.

A promoção da ficha acabou e a história passa a ser obrigatória a partir daqui. Boa sorte a todos.

Aviso! Acerca dos chalés dos deuses primordiais e menores, eles não existem, pois a história se passa em meados de 2008, durante a Guerra de Cronos. Apenas os chalés dos doze olimpianos estão disponíveis.



TEMPLATE PADRÃO:
Não serão aceitas fichas fora desde modelo

Código:
<center>
<a href="goo.gl/6qY3Sg"><div class="frankt1">FICHA DE RECLAMAÇÃO</div></a><div class="frank1"></div><div class="franktextim">[b]— Por qual deus deseja ser reclamado/ qual criatura deseja ser e por quê?[/b]

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[b]— Perfil do Personagem (Características Físicas e Características Psicológicas - preferencialmente separadas):[/b]

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[b]— História do Personagem:[/b]

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</div><div class="frank2"></div> <div class="frankt2">Percy Jackson RPG BR</div></center>


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Re: Ficha de Reclamação para Deuses Olimpianos

Mensagem por Mike Ross em Dom 30 Set 2018, 15:30


FICHA DE RECLAMAÇÃO
— Hermes, pois ele se enquadra perfeitamente na trama que pretendo para meu personagem, o lado ''inteligente'' para diversas áreas do Deus Olimpiano me chama atenção.


— Perfil do Personagem

Físico: Dotado de um corpo acima da média para filhos do deus dos viajantes, Mike possui a pele bronzeada, músculos bem definidos mas sem excessos. Tendo um corpo ''perfeito'' para a opinião de muitos, sua aparência se torna uma arma extremamente útil para conseguir cumprir seus objetivos.

Possui os olhos castanhos de sua mãe, tonalidades que eram exatamente iguais, como se ela tivesse escolhido a dedo como iria fazer o próprio filho. Sua pele é intacta, mesmo com vários combates durante sua história, jamais se feriu de forma que marcas fossem deixadas. Mantém-se sempre bem vestido, na maioria das vezes com roupas mais provocantes e que exaltem seu porte, mesmo que seja de forma inconsciente.



Psicológico: Mike, um jovem de certa forma irreverente e impulsivo, vindo de um seio familiar corroído pelo dinheiro, vultuosas transações de dinheiro e corrupção. Aprendeu desde o início de sua infância a jogar, e joga excepcionalmente bem. Quando você lê isso, automaticamente pensa que a vilania será o caminho do semideus, errado, pois para ser do bem, precisa viver o mal e vice versa.

Com todas as injustiças que presenciou o jovem semideus acabou sendo absorvido por um senso de justiça além do normal. Aceitando o fato do que os fins justificam o meio, o que difere Mike do senso comum de ''herói'' ele destruirá qualquer um que estiver ameaçando quem ou o que ele acha importante. Se pensar em fazer algo que irrite o semideus, saiba que a morte nem sempre é o pior dos finais.

Uma linha tênue entre a sociopatia e a emoção permanece sempre ativa na vida do rapaz de 20 anos, sentimental as vezes, em outras um iceberg capaz de afundar 10 Titanics. Mesmo assim se mostra leal com quem merece e jamais irá ferir alguém sem um motivo plausível. Também é um traço do rapaz uma linguagem educada e muitas vezes formal, devido a rigidez de sua educação, tornando-o um pouco diferente de seus irmãos por parte de pai.




— História do Personagem:

''A presente história se passa quando Mike tinha 16 anos, o fato marcante que se tornou o estopim da personalidade dele.''


A corrupção no interior da família Ross tinha se tornado algo rotineiro, irritante e uma legítima pedra no sapato de Mike. O ponto de ignição para tudo fora a morte de sua mãe em um misterioso acidente de barco, a matriarca do império Ross na América e resto do mundo, um Iate no valor de milhões de dólares afundar em uma tempestade ao menos fora anunciada em telejornais ou algo do tipo, 12 vidas foram ceifadas naquela noite.


O mais estranho da tragédia. Durante o luto da família somente um ''membro'' não se encontrava presente, o padrasto de Mike. Em meio a cerimônia de enterro um telefonema paralisou os avós de Mike, pelo testamento de Rosalia no dia de nascimento do garoto foi deixado claro que  ele era o filho legítimo dela e herdeiro de todas as empresas, casas entre outras coisas, o futuro presidente da companhia Ross, no entanto mesmo sendo o acionista majoritário de tudo o conselho em uma reunião fechada decidiu o novo presidente, sim, o padrasto do semideus.

— Então você é o culpado —  resmungou o semideus, com seu peito sendo preenchido de fúria, agora as coisas começavam a interligar-se com toda certeza o marido era o responsável pela morte de sua mãe, a musa e inspiração do filho de Hermes agora continha a força de vingança de no mínimo a rainha dos deuses, Hera.

Durante a noite que se seguiu após o enterro da matriarca um sonho estranho, Mike caminhava em meio a uma ilha, pavões, vacas plumas por todos os lados, um lugar lindo, mas totalmente estranho, o que estava acontecendo?

— Então, semideus, você vai deixar isso barato? Pensei que você fosse mais forte, decepcionante —  sibilou uma mulher saindo em meio as árvores, um vestido quase transparente pairava sobre seu corpo, um sorriso que tirou o ar dos pulmões de Mike, abalando todas as bases do jovem.

O semideus olhou os animais e a mulher, finalmente se dando conta de quem se tratava, Hera estava ali, parada em sua frente, mas qual o motivo? Por que ele? Fazendo uma reverência para a rainha do Olimpo, o jovem indagou —  A que devo sua presença, majestade? — ficou ereto novamente, agora se vendo cara a cara com a deusa, sendo penetrado por seus olhos que irradiavam uma energia jamais sentida.


— Eu estou aqui para saber algo, vai deixar tudo que aconteceu barato assim? A vida de sua mãe foi ceifada por dinheiro, sem represálias? —
 ao ouvir as palavras da deusa o moreno abaixou a cabeça e cerrou os punhos, agora entendendo a triste verdade, ele não estava fazendo nada para mudar a situação —  Eu tenho um palpite para o futuro, um dia iremos ter outra conversa dessas e você fara uma escolha, estarei observando-lhe lá de cima, não me decepcione —  a deusa tocou na cabeça do dele e a imagem começou a se desfazer, levando Mike a acordar-se.

— Então é isso... Obrigado Hera, lhe devo uma.

Ouvir uma simples verdade da deusa foi suficiente para dar a motivação que ele precisava. Já em meio a noite, começou a planejar seu pequeno show de horrores em Wall Street. No outro dia, solicitou junto ao banco que gerenciava as contas, solicitando quebra de sigilo dos conselheiros e suas contas corporativas imediatamente, coisas que qualquer acionista poderia fazer, mas eram burros demais para saber desse fator.

O espanto do rapaz ao ler aquilo, todos os conselheiros tinham feito transações pesadas com seus cartões, muito mais do que eles recebiam de dividendos, todos estavam juntos, nesse ritmo iriam secar a empresa e levá-la a falência, um desvio de dinheiro institucionalizado. Agora Ross tinha a arma que precisava, e iria usar a vontade.

Em 3 envelopes destinados aos 3 conselheiros envolvidos, contendo os dados bancários e uma pequena carta.

'' Vocês estão recebendo a mesma carta que a receita federal, vocês tem duas alternativas, pagar o desvio transferindo as ações para a empresa gratuitamente e depor contra Marco em liberdade, ou serem presos e obrigados a pagar as dívidas em espécie e com juros. Todos tem 20 minutos a partir do recebimento da carta para se entregarem, ou tentem a sorte.''

(...)

Passados alguns minutos do envio das cartas o jovem se dirigiu até a sede da empresa, sabendo chegando um pouco antes do horário em que Marco costumava trabalhar. Adentrou a sala do presidente com dois seguranças, quando recebeu um telefonema de seu avô, avisando que os 3 conselheiros estavam na corregedoria de crimes financeiros, ou seja, o simples plano tinha funcionado.

Sentado na cadeira do presidente, que agora era seu lugar, colocou os pés sobre a mesa e com seus dois seguranças parados na porta viu Marco adentrar.

— Olá, ex-presidente e mais novo presidiário dos EUA!




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Re: Ficha de Reclamação para Deuses Olimpianos

Mensagem por Randall Clark em Dom 30 Set 2018, 16:10


FICHA DE RECLAMAÇÃO
— Por qual deus deseja ser reclamado/ qual criatura deseja ser e por quê? Apolo. Randall é um sobrevivente ágil, que usa seus meios "questionáveis" de vida para um bem maior. Nesse caso, escolhi Apolo porque, com o decorrer da trama do personagem, esse deus se encaixará melhor  em seu perfil.

— Perfil do Personagem (Características Físicas e Características Psicológicas - preferencialmente separadas):
O semideus possui uma pele quase que reluzente, não tão bronzeada por sua escolha em vestimentas. Seus olhos e cabelo negros entram em contraste com seu sorriso branco brilhante. Seu corpo, apesar de não ser "monstruoso", possui um porte atlético e definido, ideal para a própria movimentação de Randall. Por manter distância usando seu arco na maior parte dos conflitos, ele não possui cicatrizes, tampouco tatuagens (estas por pura escolha do meio-sangue). Ele se aproveita de mantos para se camuflar em bosques e manter a agilidade, porém em meio a civilização se contenta com roupas finas e estilosas.

Randall lançou uma guerra pessoal contra os monstros mitológicos com o tempo. Ele sempre se manteve quieto, andando de cidade em cidade, até achar o acampamento meio-sangue e ouvir as tristes histórias de seus campistas. Ele decidiu montar sua facção em meio a floresta e começou a recrutar semideuses com a mesma linha de pensamento que ele. Um grupo de sonhadores valentes, lutando para salvar o máximo de vidas possível, defendendo seu mundo no processo. Isso amadureceu a cabeça de Randall, o deixando menos emocional e mais estratégico, porém sem perder seu sorriso reluzente no rosto. Fora isso, não se sabe muito sobre o que se passa na mente dele.

— História do Personagem:
Observação: Por breve desânimo e falta de criatividade, eu optei por não contar a história do personagem agora (Válido de acordo com a exceção imposta por essa semana, Link). Porém, contarei a história de Randall com o tempo, então podem ficar tranquilos. <3
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Re: Ficha de Reclamação para Deuses Olimpianos

Mensagem por 146-ExStaff em Dom 30 Set 2018, 16:54




Avaliação — Mike Ross


Se eu adorei que me usou na sua história? Adorei. Gostei muito do seu personagem também, não tenho nenhuma ressalva para o momento. Espero ver o desenvolvimento do Mike ao longo do RPG! Parabéns!


Resultado

Aceito como filho de Hermes;
Recompensa: 95 xp;
Item de reclamação padrão.




Avaliação — Randall Clark


Vou falar que essa história de não ter história (risos) me deixa curiosa em relação aos personagens. Bom desenvolvimento de características do Randall, leve adiante sua trama pois vou cobrar os maiores detalhes no futuro, ein! Parabéns.


Resultado

Aceito como filho de Apolo;
Recompensa: nenhuma;
Item de reclamação padrão.



Atualizado






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Re: Ficha de Reclamação para Deuses Olimpianos

Mensagem por Jeff Smith em Seg 01 Out 2018, 12:43


FICHA DE RECLAMAÇÃO
— Por qual deus deseja ser reclamado/ qual criatura deseja ser e por quê?

Atena. Pela trama que desejo desenvolver com o personagem, tornando-o mais um estrategista do que um guerreiro de linha de frente, a esfera de poder de Atena é o que se encaixa mais ao que eu busco fazer.

— Perfil do Personagem (Características Físicas e Características Psicológicas - preferencialmente separadas):

Características físicas: Com seus 16 anos, Jeff possui um corpo alto, quase atlético. Sua musculatura é o suficiente para que a destreza seja priorizada no lugar da força. Seus olhos são uma mescla de castanho e cinza, como se houvesse duas tempestades se formando em suas íris. Seu cabelo é curto e negro como a noite. Uma barba rala cresce em seu rosto. Em seu antebraço esquerdo, há uma cicatriz, feitas pela garra de um monstro que o atacou, anos atrás.

Características psicológicas: A frase Pode tá o pau quebrando, tu vai fazer tudo com calma! define o personagem. Não importa em qual situação Jeff se encontre, sempre irá fazer as coisas calmamente, pensando na saída mais lógica possível. Porém, mesmo se isso significar sua vida, Jeff sempre ajudará quem estiver em necessidade. Em relação ao seu comportamento no geral, ele é calmo, sereno, gosta de sorrir bastante, mas não de expressar seus sentimentos aos quatro ventos.


— História do Personagem:

Já que estão ofertando fazer a ficha sem desenvolver a história, vou aproveitar essa chance. Qualquer coisa, haverá mais desenvolvimento de personagem futuramente.

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Re: Ficha de Reclamação para Deuses Olimpianos

Mensagem por Jonas W. Harris em Seg 01 Out 2018, 13:42


FICHA DE RECLAMAÇÃO
— Por qual deus deseja ser reclamado/ qual criatura deseja ser e por quê?

Ares, o deus da guerra. Inicialmente por já ser a trama antiga do meu personagem, e já estar adaptado a jogabilidade como semideus filho de tal divindade. Mas também porque a nova trama novamente se encaixa melhor tendo Ares como progenitor, levando em consideração as características do personagem, que serão apresentadas a seguir.

— Perfil do Personagem (Características Físicas e Características Psicológicas - preferencialmente separadas):

Físicas - Os cabelos negros e bagunçados é um traço marcante do semideus. Apesar de possuir apenas quinze anos, aparenta ter cerca de dezessete, principalmente por causa da barba rala que surgiu precocemente no rosto no garoto. Seus olhos negros contrastam com sua pele clara. De sobrancelhas grossas e expressão sempre rígida, Jonas sempre mantem o maxilar semicerrado, ressaltando os ossos já salientes. O semideus possui um corpo literalmente escultural, com um abdômen bem definido, mas apesar disso, é relativamente magro e esguio em relação a outros filhos de Ares, o que sempre lhe dá certas vantagens na hora de lutas mano a mano.

Psicológicas - Jonas é um rapaz quieto, sem muitas amizades ou interações, pode-se dizer que é o típico introvertido. Apesar de sempre estar com muitas pessoas a sua volta, o semideus não consegue ver o bem em nenhuma delas, cada movimento alheio é observado por este, sempre com um pé atrás aguardando por uma traição a qualquer momento. De temperamento raivoso, não é difícil tirá-lo do sério, e quando acontece é um problema e tanto lidar com a sua fúria. Possui alto nível de estresse e não aceita a derrota em nenhuma hipótese, mesmo quando todos já se dão por derrotados; é literalmente – com um pouco de ironia – um verdadeiro guerreiro. Mas as vezes isso pode trazer consequências ruins.

— História do Personagem:

A história de Jonas será desenvolvida aos poucos no decorrer da trama, já que o rapaz pouco sabe do seu passado. Então opto por não utilizá-la nesse momento.
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Re: Ficha de Reclamação para Deuses Olimpianos

Mensagem por 144-ExStaff em Seg 01 Out 2018, 19:13




Avaliação  




Resultado- Jeff smith

Aceito como filho de Atena;
Recebe o item padrão
sem recompensas

Resultado- Jonas W. Harris

Aceito como filho de Ares.
Sem recompensas
Recebe o item padrão


Atualizado






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Re: Ficha de Reclamação para Deuses Olimpianos

Mensagem por Melinda Thompson em Seg 01 Out 2018, 20:53


FICHA DE RECLAMAÇÃO
— Por qual deus deseja ser reclamado/ qual criatura deseja ser e por quê?

Dionísio, deus da loucura e do vinho. É o deus que mais se encaixa no que planejo para trama da personagem e em sua personalidade.

— Perfil do Personagem (Características Físicas e Características Psicológicas - preferencialmente separadas):

Seus cabelos pretos encaracolados são longos, bem cuidados e se espalham ao redor de sua cabeça como uma juba de leão. Afro americana, dona de uma pele chocolate sem qualquer imperfeição e um corpo de curvas acentuadas, que ela faz questão de exibir sempre que pode. Seus olhos são castanhos escuros e sua boca carnuda parece estar sempre curvada em um sorriso travesso. É alta, com um pouco mais de 1,80m de altura e a maior parte de sua altura está em suas longas pernas.

Quem conhece Melinda diria que ela é esforçada e esperta, se não um pouco mais atrevida em suas paqueras do que meninas de família deveriam ser. Seus amigos diriam que ela é ousada, um tanto imprevisível, empática, completamente adepta ao amor livre e com um apreço fora do normal por um bom vinho. Suas mães diriam que ela é gentil, embora um tanto rancorosa e, sob pressão, poderia até ficar agressiva para defender as coisas em que acreditava; ainda assim, aprendera a respeitar os outros e tomava cuidado para que suas ações não afetassem as pessoas ao seu redor negativamente. Melinda concordava com tudo isso, porém se fosse ela a se descrever a narrativa seria bem mais melodramática. Mas, provavelmente, não teria sido uma boa ideia deixar essa responsabilidade em suas mãos. Ela tinha uma tendência irritante a mentir.

— História do Personagem:

Escolhi não realizar essa parte para desenvolver a trama no futuro de maneira mais ampla.

OBS: aguardando mudança de nome para Melinda Thompson.
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Re: Ficha de Reclamação para Deuses Olimpianos

Mensagem por Rhydian Schwab em Ter 02 Out 2018, 09:53


FICHA DE RECLAMAÇÃO
— Por qual deus deseja ser reclamado/ qual criatura deseja ser e por quê?

Hermes. Porque sim é o deus mais adequado à trama de viajante e entusiasta de outras culturas/mitologias do personagem.

— Perfil do Personagem (Características Físicas e Características Psicológicas - preferencialmente separadas):

Características físicas:

Rhydian fora submetido a árduos treinamentos durante a infância e início da adolescência, portanto, embora seja magro e de estatura mediada, desenvolveu músculos bem definidos. A pele caucasiana é levemente pálida, salpicada por pequenas e discretas sardas multicoloridas. O cabelo liso apresenta uma coloração que oscila entre o castanho claro e o loiro, e os olhos são azuis esverdeados — ambos os traços foram heranças maternas; contudo, diferente de sua mãe, Rhy tem um olhar astuto.

Ele ostenta uma aparência atraente, então, eventualmente, acaba chamando a atenção de uma ou outra pessoa — mesmo quando não é a intenção dele, já que dificilmente se sente atraído por alguém.


Características psicológicas:

Rhydian, superficialmente, é uma pessoa reservada e excêntrica que está imersa demais na própria mente para ter relações interpessoais. Todavia, aqueles que têm chance de conhecê-lo melhor, encontram um garoto gentil e bondoso, portador de um ótimo senso de humor — exceto quando se sente desconfortável em alguma situação porque, neste caso, ele usará o sarcasmo como defesa — e de ótimas referências da cultura pop. Geralmente prefere livros, séries, filmes, quadrinhos ou a própria mente como companhia; contudo, aqueles que por ventura conseguem se aproximar do garoto, podem contar com a fidelidade e lealdade decorridas do vínculo criado.

Embora não seja tímido, ele não gosta de ser o centro das atenções — isso, contudo, não o impede de buscar um melhor desenvolvimento como pessoa e herói; destarte, ele sempre buscará ser excelente no que faz, mantendo, entretanto, a modéstia.

Vale frisar que bondade não deve ser confundida com ingenuidade. Rhydian é deveras astuto, possuindo uma mente calculista, afiada e perspicaz, portanto dificilmente é naturalmente enganado por outras pessoas; também é possuidor de uma excelente lábia, podendo ser persuasivo quando necessário. Normalmente não age por impulso, tendo grande controle sobre as próprias emoções, então suas ações, bem como suas palavras, são precisas e eficazes.

Além disso, desde cedo ele foi disciplinado rigidamente por sua progenitora, portanto tem uma conduta impecável, bem como excelentes habilidades de combate. Ele faz o que tem que fazer para cumprir os objetivos que recebe, mas, às vezes, pode ficar entre algum dilema ético ou moral.

Sendo demisexual, Rhydian dificilmente se sente atraído romântica ou sexualmente por alguma pessoa; desta forma, é natural que valorize mais relações de amizade que qualquer outra.


Não gosto muito de estereótipos, então tentei não criar um filho de Hermes como é esperado??? De qualquer forma, o personagem terá outras influências divinas, portanto pode ser que a personalidade dele tenha aspectos de outros deuses também. É isso. Abraço.

— História do Personagem:

Preguicinha de narrar essa parte, então graças a Zeus os ademires resolveram liberar a narração da história pelo menos até dia 07/10. De qualquer forma, a história do personagem será abordada — principalmente por meio de flashbacks — nos posts on-game. Watch me.
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Re: Ficha de Reclamação para Deuses Olimpianos

Mensagem por Dynan Moon em Ter 02 Out 2018, 11:15


FICHA DE RECLAMAÇÃO
— Por qual deus deseja ser reclamado/ qual criatura deseja ser e por quê?

Apolo. Escolhi o deus do sol pois meu personagem e sua mãe possuem uma ligação muito forte com a lua. Isso cria uma certa ironia com o fato de Dynan ser filho de Apolo, visto que ele o odeia desde que sua mãe sofreu um acidente logo depois do deus a deixar. Todo o desenvolvimento do meu personagem é voltado para essa dualidade entre o fato dele ser filho do sol, mas possuir essa relação com a lua, o que acredito que ajudará a criar uma simbologia para a história de Dynan. Ele também tem uma clara afinidade com arco e flecha, o que combina com o deus.

— Perfil do Personagem (Características Físicas e Características Psicológicas - preferencialmente separadas):

Características físicas: Com seus 12 anos de idade, Dynan é moreno e magricela. Possui aproximadamente 1,70 de altura. Suas características faciais podem lembrar a etnia hindu: orelhas relativamente largas, sobrancelhas grossas e tom de pele pardo -- isso se dá pois a mãe de Dynan era uma indiana que cresceu na América.

Características psicológicas: Dynan é reservado. Como cresceu com seus avós -- estes que acreditavam que as escolas americanas ensinavam conceitos distorcidos para as crianças --, acabou sendo educado em casa, o que lhe deu dificuldades de socializar. Por passar toda sua infância obedecendo ordens e fazendo o que seu avô mandava, Dynan não desenvolveu muito de sua personalidade, reprimindo todos sentimentos bons que chegavam. Tudo que ele sabe é que é uma criança inquieta que gosta de atirar flechas. Por isso ficou feliz e aceitou com facilidade o fato de que era um meio sangue e que iria morar no acampamento. Não podia esperar para ter um recomeço, para poder descobrir do que ele gostava, quem ele era. E também para conseguir finalmente a coisa que Dynan mais valorizava na vida: sua liberdade.

— História do Personagem:

Nas últimas vinte e quatro horas, um sátiro me contou que eu era filho de um deus grego. Despedi-me dos meus avós e de minha mãe no hospital. Meu avô brincou, dizendo que talvez esse tal acampamento me ensinasse como ser gente, já que ele falhou. Eu virei a cara para não chorar. Estar perto da minha mãe sempre me deixou emotivo. Minha avó não disse nada, como sempre. Minha mãe não pôde dizer nada, afinal mantinha-se viva por tubos e cabos em uma cama de hospital, sem poder se mexer ou falar, só ouvir. Dei-lhe um beijo na testa e parti para pegar o trem. Quando estava na porta do quarto, virei para minha avó.

“Ei,” disse. Ela me encarou como se eu tivesse a xingado. “Cuida dela.” Não esperei uma confirmação, apenas fui embora. Já é muito difícil ter que lidar com uma mãe paralisada, eu não preciso de uma avó ausente e um avô ditador em minha vida. É meu pai, ele que eu sempre precisei. E é ele que eu vou buscar.

Aprender que a mitologia grega é real, conhecer um sátiro que me acompanharia até um acampamento para pessoas iguais a mim, descobrir que meu pai era um deus divino e que talvez eu o conhecesse algum dia. Tanta coisa aconteceu nas últimas vinte e quatro horas. Mas, mesmo assim, a maior surpresa veio quando eu estava no trem. Abri minha mochila, procurando minha garrafa de água. Minha mão apalpou um pequeno envelope, que eu não lembrava ter colocado lá. Tirei-o e li a frente: “Leia, por favor. De sua avó.” Meu coração começou a bater forte. O que era aquilo? Abri com pressa e tentei começar a ler, mas era impossível. O déficit de atenção dificultava muito, e o balanço do trem não ajudava.

“O que é isso?” perguntou Linus, o sátiro sentado do meu lado.

“Uma carta, eu acho,” respondi. “Por que diabos esse trem treme tanto?”

“Você não percebeu? A gente tá em uma cabine! É um daqueles trens antigos. Legal né?!” Linus disse. “Mas... acho melhor você deixar pra ler isso depois.” O sátiro adotou um tom mais sério. “Precisamos estar sempre atentos. O perigo é constante até você chegar no acampamento. Mas... não se preocupe. Se alguma criatura aparecer, eu a derroto com minhas próprias mãos.” Soltei uma risada. “É sério, Dynan, você sabia que ganhei o torneio de Socos-E-Murros do acampamento meio-sangue? Foi cada...” então Linus começou a socar o ar, tentando mostrar seu ponto.

“É mesmo um trem antigo...” pensei, levantando e saindo da cabine. Andando um pouco pelo corredor, comecei a estranhar. Todas as cabines estavam vazias. Só havia eu e Linus. “Linus... tem algo errado. Parece que só nós estamos no trem.”

O sátiro engoliu em seco. Envergonhado, parou de socar o ar. “Não é um erro, Dynan. Seu avô pagou um trem inteiro para nos levar até Nova Iorque.”

A minha fúria imediata me fez pensar em apenas uma coisa: eu preciso sair desse trem. Linus começou a babosear que era só pra me proteger, mas eu não ouvi. Peguei minha mochila e comecei a andar pelos corredores, quando ouvi algo. “Shh!” Exclamei, e Linus parou de falar. Ele devia ter ouvido também. Vinha de alguma das cabines. Olhei para o lado e mal consegui raciocinar que havia algum animal parado na janela, quando ela pulou em mim, quebrando o vidro da cabine.

Caí no chão com garras encima de meu peito. A criatura parecia uma mulher, com asas e penas. “É uma harpia! Oh meu deus!” explicou Linus, ao invés de me ajudar. Eu criei forças para jogá-la para o lado e corri na direção oposta do corredor. “Ah! Ah! Calma, pode deixar. Murros... socos...” o sátiro começou a resmungar, enquanto se colocava em uma posição de boxeador desajeitado. Quando a harpia levantou e voou para me atacar novamente, Linus acertou-a com um soco no rosto.

“Uau!” eu exclamei, surpreso. Então a harpia voltou sua atenção para Linus, e os dois começaram a brigar intensivamente. Trocavam arranhões e murros, era difícil distinguir quem era quem na bagunça. Sem pensar duas vezes, tirei minha bolsa das costas e peguei meu arco, que estava dobrado. Coloquei uma das poucas flechas que eu tinha na corda e preparei, mirando na luta dos dois. “Linus, você precisa confiar em mim,” falei.

“Ah não, você vai me acertar, não vai?” ele chorou. “O personagem secundário sempre morre primeiro...” Eu não tinha tempo para discutir. Todo meu treino de arco e flecha no jardim da mansão de meus avôs pareceu inútil, já que meus alvos sempre estiveram parados. Mas eu não pude hesitar. Soltei a corda e pisquei demoradamente, com medo de ver o resultado. “UHUL!” Linus gritou, o que me deixou aliviado. Na minha frente não havia mais harpia, só um monte de pó dourado e um sátiro cheio de cortes. “Dynan! Dynan! Dynan! O maior arqueiro do Texas! Uau!” Linus comemorou, feliz como nunca. “Você salvou minha vida ca...” então sua expressão se tornou surpresa. “Ó... filho de Apolo!”

Olhei para cima apenas para ver o círculo laranja desaparecer. Apolo. Finalmente meu pai tinha um nome. Sem demonstrar sentimentos, voltei para a cabine em que originalmente estávamos e me sentei. Linus me seguiu. “Só quando ele aparecer na minha frente,” eu disse, “só aí.”

O sátiro assentiu, respeitando a minha falta de animação. “Quer que eu leia pra você?” ele perguntou, vendo que eu dançava o envelope de minha avó entre meus dedos.

“Ah, isso? Não,” eu disse, desviando o olhar para a janela, para a grandiosa lua que dominava o céu. “Eu leio no acampamento.”

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Re: Ficha de Reclamação para Deuses Olimpianos

Mensagem por Emily Cartwright em Ter 02 Out 2018, 13:07


FICHA DE RECLAMAÇÃO
— Por qual deus deseja ser reclamado/ qual criatura deseja ser e por quê?

Gostaria de ser reclamada por Afrodite, pois considero o amor uma incerteza bastante poderosa. Ademais, ela é a progenitora que mais se encaixa na trama da Emily.

— Perfil do Personagem (Características Físicas e Características Psicológicas - preferencialmente separadas):

Características físicas: Seu corpo é perfeitamente distribuído em 1,60 de altura. Os fios loiros atingem um pouco mais da metade de suas costas em forma ondulada, contrastando as imperceptíveis mechas castanhas. Emily é dona de olhos penetrantes e hipnotizantes de um tom esverdeado incomum. A pele meio bronzeada deixa a tona seu passado, não negando suas origens. Seu sorriso é encantador e contagiante, capaz de demonstrar toda a simpatia que Emily possui e guarda para aqueles que forem merecedores da tal.

Características psicológicas: Para Emily atos dizem mais do que palavras, ou seja, a menina sempre irá agir melhor do que dizer algo. Amante das pequenas coisas, é do tipo que se apaixona pelos menores atos, por sorrisos, por trocas de olhares e até por um apertar de mãos.

A loira sempre está de bom humor, mais do que qualquer um, adora semear o amor e juntar casais apaixonados, porém, preocupa-se tanto em semear o amor que se esquece de encontrar o seu. Totalmente confiável e amiga, nenhum segredo que lhe fora confiado sairá de sua boca. Discreta, a garota odeia chamar a atenção dos outros, prefere que notem nela por conta própria sem motivo concreto, apenas por curiosidade em saber quem realmente ela é.

Não pense que Emily é apenas uma garota bonita, ela é muito mais do que isso. Além do mais, odeia aqueles que só se aproximam por conta de sua beleza, eis ai um dos motivos para não ter encontrado um verdadeiro amor.

Trair sua confiança ou duvidar de sua amizade é a maior ofensa que alguém poderá fazer a ela, porém, com uma boa conversa acredita que tudo pode se resolver e sempre estará de braços abertos para perdoar e acolher qualquer um que precisar.

— História do Personagem:

Talvez sua ligação com o mar não fosse por acaso. Talvez a sensação de renascimento que sentia quando entrava em contato com a água salgada não fosse apenas uma sensação. Talvez tivesse a ver com sua origem, com suas raízes ou com sua verdadeira progenitora.

Nascida às beiras do Pacífico, no Havaí, em uma família amante do surfe que já carregava consigo o título de melhores surfistas de toda a costa Banzai-Pipeline, Emily é a caçula de três irmãos, e também, a única menina de sua família.

Seu pai e seus irmãos sempre a viram como o “tesouro” da família, ou seja, eram superprotetores e chegavam a tratá-la como uma criança algumas vezes. Sua mãe, bom, dizia o seu pai que ela falecera no dia em que Emily nascera, porém, a loira nunca acreditou muito nisso, pois nunca achou uma foto de Eleanor grávida dela, apenas de seus dois irmãos. Porém, tentava afastar este pensamento de sua mente e acreditar no que lhe era dito.

As aulas de surfe iniciaram em meados de seus oito anos de idade, ali mesmo, em Pipeline, palco de ondas gigantes, tubulares e perfeitas. A garotinha nunca teve medo do mar e muito menos de ondas, afinal, sentia-se ligada a ele.

Era sempre a mesma coisa, Emily arriscava-se nas ondas e os três homens de sua vida ficavam com o coração na mão, morrendo de medo de perderem-na para as ondas. As quedas eram simultâneas e esperadas, mas nem isso fez com que ela desistisse de aprender a surfar.

A medida que o tempo corria, a loira crescia e se tornava uma jovem bela, sedutora e apaixonante. Por onde passava arrancava olhares hipnotizados de homens e olhares de inveja e admiração de algumas mulheres. Era engraçado porque sua beleza não tinha nada a ver com a de sua mãe, o que a fazia suspeitar ainda mais de uma possível traição por parte de seu pai.

O número de amigos de Emily era razoavelmente alto, eram mais meninos do que meninas, e estes na maioria das vezes acabavam por se deixarem seduzir pela beleza da adolescente que por sua vez não sabia o que fazer. Era tudo muito confuso para ela, afinal, nem ela mesma achava-se tão bonita assim, por que será que todos se apaixonavam tão fácil por ela?

O dia de sua primeira competição profissional enfim chegara. Após oito anos de treinamentos intensivos, competições amadoras e torneios beneficentes. Aquele também era o dia de seu décimo sexto aniversário e ela, particularmente, esperava mais do que aquilo para o tal dia.

Emily polia sua prancha, nervosa, ansiosa e confiante, ciente de que teria e iria ganhar um prêmio naquele dia. Foi então que alguém bateu na porta de seu quarto, invadindo-o em seguida.

Seu pai e uma mulher de uma beleza estranha pareciam apavorados. Estavam ofegantes e praticamente cuspiam as palavras:

- Você precisa ir com ela, chegou a hora. – Seu pai dizia.

- O que? O que tá acontecendo aqui? Eu não vou a lugar algum!

- J. J. você ainda não contou a ela? – A mulher perguntava meio intolerante.

- Não, não contei. Eu estava esperando a hora certa.

- Espera aí! – Emily gritou, sem entender nada. – Vocês podem, por favor, me explicar o que está acontecendo aqui? – Seus olhos estavam arregalados e a aquela altura ela já sentava sobre sua cama.

J. J. dirigiu-se até sua filha e sentou-se do seu lado. Pegou em suas mãos delicadamente e a olhou nos olhos, suspirando, nervoso, porém logo começou a dissertar sobre o que a mulher falava.

- Bom, minha filha. Eu sei que você já suspeitava sobre você não ser filha de Eleanor, sei que procurou fotos por todas as caixas e álbuns e nunca achou nenhuma em que ela estivesse grávida de você ou com você nos braços. – Suspirou. – Sabe, Emily, eu amei muito a Lea, eu a amei incondicionalmente, mas aí ela faleceu. Exatamente um ano depois da morte dela eu conheci sua verdadeira mãe. – Os olhos do homem se enchiam de lágrimas. – Ela era mágica. A beleza dela era incomparável, era divina. Seu jeito era encantador e seu olhar despertava nos homens uma paixão avassaladora. Eu não sabia com quem eu estava me metendo até que tivemos nossa primeira noite juntos... – O silêncio pairou sob o ambiente e as lágrimas vinham agora de ambas as partes. – Emily, ela era um ser divino, e você herdou parte da divindade dela.

A loira não conseguia pronunciar nenhuma palavra. Logo, a mulher estranha se intrometeu.

- Então Emily, como seu pai dizia: você é filha de uma deusa. Porém, a deusa só será revelada assim que chegarmos ao Acampamento Meio-Sangue, e para isso você deve estar pronta dentro de cinco minutos. Um sátiro disfarçado que estava na sua escola teve uma emergência e pediu para o Acampamento enviar alguém para te buscar. Pegue suas coisas mais importantes e uma muda de roupa, Long Island nos espera. – A mulher era fria.

Sem perguntar nada, a menina levantou-se e pegou uma muda de roupa, enfiou tudo dentro de uma mochila e trocou de roupa. O seu estado era de choque, como assim filha de uma deusa? E o pior, ela acreditava em tudo porque para ela, tudo fazia sentido.

Despediu-se de seu pai e de seus irmãos rapidamente, mas com abraços longos e apertados. Apenas disse que os amava e que voltaria para visitá-los assim que lhe fosse permitido, afinal, sua liberdade estava nas mãos da mulher friamente estranha.

Todo o percurso fora feito em silêncio, desde casa até o aeroporto e desde o aeroporto até Nova Iorque. Assim que pegaram o táxi para Long Island a mulher começou a falar coisas que Emily ignorava constantemente, sua mente estava embaralhada demais para ficar escutando a conversa de uma louca.

Após um tempo, o táxi estacionou em uma estrada deserta, totalmente estranha. A moça desceu do veículo e fez um gesto para que a semideusa a acompanhasse. Assim que desceram, as portas do táxi se fecharam e ele sumiu em disparada pela estrada, sem deixar nem sequer um rastro.

Os instantes seguintes poderiam ser descritos como uma trilha pela floresta da encosta em busca do tal Acampamento. A jovem começava a se sentir cansada e descrente de tudo aquilo, até que seus olhos puderam contemplar a construção grega, as pilastras e o grande nome “Acampamento Meio-Sangue”.

- Até que enfim. – Sussurrou a protagonista, tranquila.

- Olha só, ela fala. – Brincou a mulher puxando-a para que andasse mais rápido.

Após alguns minutos, ambas estavam paradas em frente à entrada do local, a mulher adentrou o recinto primeiro e tornou-se uma espécie de ninfa, daquelas que você acha que só existem em contos de fadas. A loira suspirou e fechou os olhos, passando lentamente pela barreira invisível. Assim que suas pálpebras se abriram ela pode ver que já estava dentro de seu novo lar, daquele lugar que seria a sua nova casa e que um símbolo de um pombo brilhava acima de sua cabeça.

Várias garotas escandalosas vinham em sua direção, pulando e gritando coisas como “Seja bem vinda irmãzinha!”, ou “Abram alas para a nova filha do chalé 10”. Todas a abraçavam e sorriam animadas, enquanto Emily não entendia nada daquilo mas deixava sorrisos escaparem pois estava feliz em ser bem acolhida em sua nova casa.

A mulher estranha enfiou-se no meio das garotas eufóricas e parou em frente a recém-chegada, sorriu e pegou em suas mãos.

- Bem vinda ao Acampamento Meio-Sangue, irmãzinha.

Para uma deusa nascida do mar, uma filha amante do mar.
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Re: Ficha de Reclamação para Deuses Olimpianos

Mensagem por 144-ExStaff em Ter 02 Out 2018, 22:17




Avaliação  


Não me deixe curioso menina, mesmo que tenha gostado da personalidade e da forma que caracteriza a mesma, ainda estou curioso e pensando em roubar algumas informações. Bem Vinda!!!


Resultado Melinda Thompson

Aceita como filha de Dionísio;
Sem recompensa;
Item de reclamação padrão.






Rhydian, espero que você consiga desenvolver um personagem demisseuxual, eles necessitam de grande carga emotiva, queria poder ter tido pelo menos um pequeno spoiler de sua história, mas me deixou na vontade, decepcionou o papai, boa sorte semideus.

Resultado-  Rhydian Schwab

Aceito como filho de Hermes
Recompensa: nenhuma;
Item de reclamação padrão.



Dynan, o que falar sobre o romance da Lua e do Sol? Espero que seu personagem cresça, cresça muito, uma personalidade bem complexa para um deus tão aberto, será extremamente divertido ler suas postagens futura, Bem vindo semideus!

Resultado-  Dynan Moon

Aceito como filho de Apolo
Recompensa: 100xp
Item de reclamação padrão.


Emily, querida, o que falar dessa passagem poética, ''do mar surgiu ao mar retornará?'' espero que sim! A ligação com as origens da deusa, com a personalidade de juntas casais, tanto prováveis quanto improváveis te tornará uma semideusa bem importante na história da maioria, assim creio. Bem Vinda e Boa sorte!

Resultado-   Emily Cartwright

Aceito como filha de Afrodite
Recompensa: 100xp
Item de reclamação padrão.





Atualizados






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Re: Ficha de Reclamação para Deuses Olimpianos

Mensagem por Igor Berserk em Qua 03 Out 2018, 13:37


FICHA DE RECLAMAÇÃO
— Por qual deus deseja ser reclamado/qual criatura deseja ser e por quê?

Hermes. O deus dos viajantes, das correspondências e dos ladrões é o que melhor se encaixa na trama de Igor, que precisará lidar com cada esfera de poder de seu pai para cumprir seu destino. Além disso, filhos de Hermes costumam ser bem-humorados e, muitas vezes, até um pouco inconsequentes, características com as quais o garoto nasceu.

— Perfil do Personagem (Características Físicas e Características Psicológicas - preferencialmente separadas):

Físicas:
Cabelos pretos, olhos azuis e pele muito, muito branca. O rosto de Igor traz uma ideia de ternura (e fofura, quando criança) ao mesmo tempo que carrega um ar de quem está a ponto de fazer alguma besteira. Ele é magro e adora correr por aí, sendo bastante rápido quando quer.

Psicológicas:
Igor é um garoto esperto, até demais para sua idade. Questiona tudo, quer aprender tudo o que pode e muitas vezes se mete onde não é chamado, o que lhe rende a fama de encrenqueiro. Um dos maiores prazeres que possui é correr pelos campos verdes da fazenda onde mora com a mãe, a avó e a irmã caçula, mas só o faz quando tem certeza absoluta de que elas estão bem e não precisarão dele por perto. Sendo o único "homem" na casa, mesmo que ainda tenha só 10 anos, ele se sente responsável por mantê-las em segurança e protegê-las de todos os perigos. Apesar do senso de responsabilidade, às vezes não consegue conter seus instintos e acaba metendo os pés pelas mãos, criando problemas para si mesmo.

— História do Personagem:

— IGOR! IGOR!

Ele estava esparramado sobre o gramado verde da fazenda quando a voz da pequena Freya chegou-lhe aos ouvidos. Ela era tão linda! Era o bem mais precioso de Igor. Ele a adorava! Assim, ergueu-se rapidamente quando ela o chamou e abriu os braços para a garotinha vir abraçá-lo. Ela o fez com toda a ternura que tinha em seu coração.

— Mamãe disse que você tem que entrar e tomar banho. O jantar tá quase pronto!

— Certo, então vamos logo. Está anoitecendo e o vento está frio demais pra você ficar aqui fora.

— Mas, se eu ficar, você me protege, não é?

— Sempre!

Rumaram para a casa. Igor estivera observando o céu por quase uma hora e sabia que a noite provavelmente seria tempestuosa e fria, não queria que sua irmã adoecesse. Especialmente porque eles moravam bastante afastados da grande cidade, embora ainda estivessem dentro dos limites dela, no interior da gelada Noruega. Porém, apesar de conhecer bem os sinais de quando iria chover ou não — afinal, ele sempre estava explorando a natureza e estudando seus sinais —, algo no fundo do coração de Igor dizia que tinha algo diferente acontecendo desde que o dia raiara.

Ele entrou em casa com a irmã e deu um beijo na mãe, que o aguardava com um belo sorriso no rosto. Ela era alta e tinha olhos tão azuis quanto os do filho, bem como seus cabelos pretos, mas não tinha a expressão encrenqueira do garotinho. Depois de receber alguns mimos da graciosa mulher, foi abraçar a avó, que era mais fechada do que qualquer pessoa normal, sempre com um semblante sério e autoritário que era ainda mais afirmado por sua absurda corpulência. Era a mais diferente da casa. Cabelos loiros muito claros, quase prateados, pele ainda mais branca que a de Igor e um sotaque carregadíssimo. Perfeitamente russa!

Sim, Igor era meio russo e meio norueguês. Bem, não tão meio a meio assim. Seu lado norueguês vinha do avô materno e ainda havia alguma parte desconhecida em seu sangue que pertencia ao pai misterioso, que nunca aparecera para vê-lo. Por um tempo, Igor sentiu falta da presença do tal homem, depois percebeu que não dependia dele para qualquer coisa que fosse fazer e decidiu que iria seguir em frente com sua vida.

* * *

Todos estavam à mesa do jantar quando a ventania ficou mais forte do que deveria. Começara quando Igor e Freya fecharam a porta ao entrar para o jantar e não tinha mais parado. As janelas, fechadas, tremiam como se estivessem a ponto de serem destruídas, a porta se sacudia e até mesmo o telhado ousava ranger sob o forte temporal. Freya estava assustada e Igor tomava-lhe a mão para acalmá-la o máximo que podia, mas não tinha tanto sucesso. No olhar da avó, o garoto via uma estranha raiva, como se ela soubesse quem era o responsável por aquele pandemônio e não gostasse nem um pouco dele. No olhar da mãe, havia medo. Algo estava acontecendo e somente elas sabiam para que fim aqueles sinais estariam apontando.

Foi então que o sibilo inconfundível de uma serpente pôde ser ouvido. Freya choramingou, ainda mais amedrontada, e a avó tomou-a nos braços ao se levantar. A mãe puxou Igor para trás de si e todos se encaminharam para um canto da casa. As crianças nada entendiam, as adultas sabiam o que estava por vir. O sibilo ficou mais alto, mais aterrorizante, e a chuva cheia de ventania ainda espancava a casa com tremenda violência. Novamente, o som do sibilo pareceu ainda mais próximo e então...

Silêncio.

A chuva parou. Os ventos se acalmaram, chegando a parecer inertes. Igor segurou a mão de Freya, que escondia o rosto no corpo da avó, e tentou ver o que estava acontecendo, mas sua mãe o manteve preso ao canto. Ainda silêncio, até que a falsa calmaria foi quebrada pelo alto som da porta sendo arrombada no mesmo momento em que a chuva e a ventania voltaram com força total. Tudo começou a se mover perigosamente devido à força eólica, inclusive os talheres largados à mesa. Igor conseguiu encontrar uma fresta entre a mãe e a avó e descobriu o motivo para as duas parecerem ter parado de respirar: havia uma enorme serpente encarando a família.

A criatura era tudo, menos natural. Era como se uma daquelas cobras de filme americano tivesse saído das telas diretamente para a casa da família, mas ainda havia mais. Ela parecia amaldiçoada, possuída. Seus olhos eram de um verde brilhante como neon e uma fumaça da mesma cor lhe escapava pela boca. Também era possível ver enormes e perigosas presas enquanto a cabeça daquela coisa parecia procurar por algo dentro da residência.

— Igor Luke Berserk! — Chamou, ou melhor, intimou uma voz que parecia triplicada. A mãe murmurou em negativa, apertando o garoto entre ela e a parede da casa. — IGOR LUKE BERSERK! — A voz misteriosa chamou novamente.

Igor, valendo-se de seu corpo magro e ainda pequeno, esgueirou-se para fora da proteção da mãe e encarou a serpente de frente, colocando-se à frente da família em posição de luta. Não que ele soubesse lutar...

— O que você quer comigo? Deixe a minha família em paz!

— Igor, volte para cá! — Ralhou a avó, mas o garoto não deu ouvidos.

A cobra sibilou perigosamente para a velha e corpulenta mulher e Igor imediatamente se colocou entre as duas, mais uma vez tomando uma postura protetiva. A cobra voltou a encará-lo e a voz triplicada pôde ser ouvida mais uma vez, mas não parecia vir diretamente do réptil gigante e sim de todos os lados da casa, o que era ainda mais aterrorizante:

— Apossar-se-á da cobra o espírito profético
e buscará de Hermes a prole poderosa.
Por testes deverá passar com suor e sangue
para provar-se digno de jornada tão honrosa.
As gemas lendárias suas deverão ser
e o herói, por fim, ver-se-á pronto para morrer.

A mãe desatou a chorar de uma vez por todas, gemia como se estivesse tendo uma parte de seu corpo arrancada. Freya, muito inteligente, percebeu que seu irmão estava em perigo, embora não tivesse ideia do que estava acontecendo.

— Por favor... Ainda não! — A mãe gemeu, quase caindo de joelhos. Ouvi-la dizer aquilo fez Igor questionar silenciosamente o que a mãe saberia sobre tudo aquilo e não estava contando. Ele iria morrer, a cobra disse, e a mãe dissera "ainda não". O que poderia estar havendo? Não conseguiria perguntar, porém. A cobra fazia questão de sibilar para qualquer pessoa que tentasse impedir seu contato com o garoto.

— O que está acontecendo? O que é você? Cobras não falam! Por que conseguimos te ouvir?

— Já chega! — Bradou a avó, furiosa. — Você não vai levar o garoto! Fim da história!

Foi o suficiente para a serpente tornar a investir contra a mulher, desta vez de maneira ainda mais incisiva. Igor, porém, num átimo de instinto, avançou para cima do réptil enorme e rolou para o lado com a criatura entre seus braços infantis. A serpente se debateu em protesto até que ela e Igor estivessem mais uma vez frente a frente. O garoto tinha agora os cabelos desgrenhados, a roupa amassada e suava em reflexo ao seu medo, mas demonstrava coragem para proteger sua família.

— Aqui não. Sou eu que você quer, certo? Vamos lá para fora. Eu me entrego, mas você precisa prometer que não vai fazer mal a elas! — Barganhou o garoto. Ele mesmo não sabia de onde tirava toda aquela coragem. Com pose altiva, a serpente aceitou o acordo e voltou seus olhos para o vão onde outrora esteve a porta. Freya gemeu em protesto, pedindo para que o irmão não fosse. A avó segurou a garotinha firmemente em seus braços e a mãe... bem, a mãe já perdia a voz àquela altura, bradando um nome desconhecido e pedindo que esta pessoa tivesse misericórdia do pequeno menino.

Em algum lugar de seu subconsciente, Igor ficou intrigado, mas não deu importância ao comportamento estranho da mãe naquele momento. Não podia fraquejar. Sabia que iria morrer, mas desejava lutar! Desejava brigar pela própria vida, pela própria honra, com aquele monstro ridiculamente grande que invadira sua casa e acabara com a paz de sua família. Ele não tinha armas, não era forte, tinha apenas a agilidade adquirida por anos correndo nas pradarias e era nisso que confiava. A serpente investiu, Igor se preparou, mas a força do monstro era grande demais.

Novamente o garoto se viu atracado com o réptil gigantesco e sentia-se sendo derrotado facilmente. Tentava socar, mas apenas sua mão saía machucada das investidas. Os nós dos seus dedos passaram de vermelhos pelos baques a cortados e sangrando, seus braços queimavam com o esforço para manter as presas da cobra longe de seu corpo. Conseguiu por um tempo considerável. Resistiu bravamente. Mas o monstro conseguiu atingi-lo em um dado momento, abrindo um talho em seu ombro direito.

Igor vacilou assim que sentiu a dor e a cobra se afastou, armando-se com a boca bem aberta para dar o bote final. Lá de trás, o choro de Freya foi ouvido, bem como os passos pesados da avó, chafurdando no gramado inundado, para tomá-la de volta em seus braços. Mas a voz da mãe foi o que ecoou de forma mais audível, fazendo Igor ter certeza de que até os céus a tinham ouvido, mesmo que o nome saindo de sua boca ainda lhe fosse desconhecido:

— HERMES!!

A cobra avançou. Rápida demais para qualquer humano se defender. Mas quando a distância entre ela e Igor já era mínima, uma lufada de vento sacudiu os cabelos do garoto da esquerda para a direita, acompanhando um borrão branco e dourado. O garoto seguiu o vulto absurdamente rápido e percebeu que agora se tratava de um homem. Ele trajava uma vestimenta antiga e branca, tinha protetores dourados nos braços, como aqueles usados nas armaduras dos guerreiros de filmes épicos, sandálias na mesma cor e com asas nos calcanhares, cabelos cor de areia e feições élficas, do tipo que qualquer um imaginaria que ele estava a ponto de criar encrenca.

Com as duas mãos, fechava a boca da cobra firmemente e murmurava palavras que Igor, assustado, reconheceu serem em grego antigo, mesmo nunca tendo estudado o idioma. O brilho verde desapareceu do enorme réptil, que deitou sua cabeça pesadamente nas mãos do homem, como se desmaiasse ou apenas sucumbisse a um cansaço muito grande. O desconhecido deixou a fera imensa deitada no chão e encaminhou-se para Igor, fitando o grave ferimento no ombro do garoto e tirando um saquinho hermeticamente fechado de uma bolsa, a qual o garoto não tinha notado até esse momento.

— Está tudo bem, meu filho. Vai ficar tudo bem. — O homem disse antes de Igor perder os sentidos.

* * *

Ele não queria ir, mas Hermes deixou claro que ficar em casa traria mil vezes mais perigo para a família do que partir. Hermes. O deus grego dos viajantes, dos mensageiros e dos ladrões. Seu pai. Só optou por confiar no desconhecido homem porque a mãe também confiava. Na verdade, a mãe parecia fitá-lo com algo que Igor jamais tinha visto nos olhos dela: paixão. Por mais que seu filho tivesse acabado de passar por uma experiência quase fatal, ela fitava Hermes com paixão. Amava-o. Era o pai de seu primogênito. Seria também pai de Freya? Igor não tinha ideia e nem tinha forças para perguntar.

A chegada ao tal refúgio foi rápida, mas houve tempo suficiente durante o trajeto para Hermes explicar a Igor o que era o Acampamento Meio-Sangue. Disse a ele que os filhos dos deuses olimpianos eram separados em chalés, então ele conheceria vários meios-irmãos no local. Mas além destes, Igor também aprenderia a ser hospitaleiro com os filhos dos outros deuses, os que não tinham residência no acampamento. Ele também aprenderia a lutar e, às vezes, até a trapacear...

— Mas acho que eu não deveria te dizer isso como se fosse algo tão bom, não é? — Riu-se o deus, mas Igor estava confuso demais para ver qualquer graça.

Por fim, quando desceu da carruagem de pégasos de Hermes no topo de uma imensa colina, recebeu a informação de que nem sempre poderia ter a visita do pai. Deuses não tinham permissão para entrar em contato frequente com seus filhos e, por isso, ele provavelmente seria punido por Zeus quando voltasse ao Olimpo.

— Sinto muito que tenha sido inserido nesse mundo dessa forma, meu filho, mas a profecia foi proferida no momento em que você foi concebido. Você está destinado a grandes feitos, Igor, pela minha parte em seu sangue e pela parte de sua mãe. Você é corajoso e inteligente. Não fraqueje. Estou torcendo por você.

— Eu nem sei o que fazer!

— Você vai aprender. Fique forte. Treine suas habilidades com dedicação. Quando a grande prova chegar, você saberá o que fazer. Até breve, meu filho. Que os deuses o acompanhem em sua jornada.

Antes de Igor conseguir falar qualquer outra coisa, Hermes subiu em sua carruagem e partiu, deixando o menino sozinho. Ou quase. Um cara mais velho e forte abordou o pequeno garoto e se apresentou como Bart Rogers, também filho de Hermes e líder do chalé naquele momento. Seria o responsável por apresentar o acampamento ao novo irmão. Igor, ainda desconfiado, percebeu que não tinha escolha. Aquela era sua nova vida e era melhor abraçá-la com braços e pernas e tirar todo o proveito que pudesse para conseguir sobreviver por mais tempo do que acreditava que conseguiria.

~*~

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Re: Ficha de Reclamação para Deuses Olimpianos

Mensagem por Dionísio em Qua 03 Out 2018, 15:34




Avaliação  



Senhoras e senhores, que história é essa!?
Não posso dizer nada menos que: esplêndido! Sua narração está perfeita.
Não preciso acrescentar que mal posso esperar por outras histórias com esse garotinho.
Parabéns!

Resultado Igor Berserk

Aceito como filho de Hermes;
Recompensa: 100xp.
Item de reclamação padrão.








ATUALIZADO






Dionísio
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Re: Ficha de Reclamação para Deuses Olimpianos

Mensagem por Heron Devereaux em Qua 03 Out 2018, 21:45


FICHA DE RECLAMAÇÃO
— Por qual deus deseja ser reclamado/ qual criatura deseja ser e por quê?

Athena. Principalmente porque a deusa se encaixa no que eu tenho planejado para a trama do personagem. Além do mais, o grupo dos filhos de Athena tem um forte valor sentimental pra mim.

— Perfil do Personagem (Características Físicas e Características Psicológicas - preferencialmente separadas):

Físicas

Heron é um rapaz de 25 anos. 1,85 m e aproximadamente 87 kg são as suas medidas. Mas nem sempre ele foi assim. Foram os anos que trataram de consertar a aparência do garoto e trouxeram consigo o porte atlético e os músculos que moldam seu corpo. Seus cabelos são de um tom dourado quase escuro, sempre arrumados, mas de uma forma encantadoramente bagunçada. Seus olhos esbanjam o azul-acinzentado característico do chalé seis, mas o caráter misterioso foi herdado de seu pai. Costuma manter a barba num tamanho socialmente aceitável. Mesmo assim, de vez em quando, se livra dos pelos dourados em seu rosto. Tem cicatrizes por boa parte do corpo, de várias formas, cores e tamanhos. Perdoe-me por não me ater muito a elas. É que você provavelmente nunca vai chegar a vê-las. Ele prefere manter suas imperfeições escondidas.

Psicológicas

Devereaux é um homem de poucas palavras. Tem pensamentos demais na cabeça, mas prefere guardar a maior parte deles para si mesmo. É um animal essencialmente racional. Inconsequência e insensatez são características que não combinam com o filho de Athena, mas que aparecem nos momentos em que a emoção vence razão. É um rapaz sério, porque o mercado de trabalho o moldou a sim. Mas isto não o torna frígido. É bastante empático e os sentimentos continuam ali. Ele só consegue esconder melhor que a maioria das pessoas.

Se na infância e na adolescência era um menino arrogante, intransigente e indomável, os anos trataram de lapidá-lo e... Bom, é verdade que ainda preserva algumas dessas características. A diferença é que aprendeu a controlar seu gênio forte. Num mundo de aparências, as coisas não poderiam ser diferentes.

Por motivos que eu ainda pretendo esclarecer durante o decorrer dessa história, o rapaz se afastou dos deuses, dos semideuses e do acampamento Meio-Sangue. Embora não se arrependa da decisão que tomou, a verdade é que ela trouxe uma série de consequências. É por causa disso que ele se sente tão independente. Desamarrado de normas que os outros semideuses seguiriam sem pensar duas vezes. Heron pertence apenas a si mesmo e segue as regras que ele mesmo escolheu como as melhores. Não tem nada a ver com ser bom ou ser mau. Afinal, as coisas nunca foram tão preto-no-branco assim. Mas você pode chamar de maldade, se preferir. Ele não se importa. Eu também não.

— História do Personagem:

Não sei bem por onde começar. Essa história não tem começo, meio e fim. Peço desculpas por isso. É que as memórias são mais como imagens de um caleidoscópio. Elas aparecem pra mim em fragmentos e eu vou contando o que faz mais sentido no momento. Enfim. Respondendo à pergunta, eu tenho três histórias que não parecem ter muita relação uma com a outra. Só parecem.

22 de setembro de 1998

Heron encostou a cabeça no vidro do Impala 1967 preto. Os olhos voltados para a estrada e para a vegetação à beira dela. Os cabelos dourados, um pouco longos demais, caíam sobre o rosto e bloqueavam parte da visão. Naquela época pouca coisa fazia sentido. Normal. Pouca coisa faz sentido durante a adolescência. Mas as coisas que saíam da boca de seu pai, Oliver, eram palavras importadas da Ilíada e da Odisseia. Naquele momento, soavam como uma desculpa mal planejada. Uma forma de se livrar de um filho que ele nunca teve a intenção de criar.

— Sei que as coisas parecem confusas agora, mas o melhor é que você fique com os seus, por enquanto — disse o homem. O carro cheirava a pizza velha, gasolina e a Oliver, o velho fedorento atrás do volante. As palavras incomodaram Heron. Ele franziu a sobrancelha, mas se recusou a olhar nos olhos do pai.

— Dos seus? — Repetiu, em tom de deboche. Mordeu a língua, porque tinha prometido a si mesmo que não diria nada durante a viagem. Já era humilhação demais ser abandonado pelo próprio pai. Seu ego não sobreviveria se tivesse que implorar por piedade enquanto isso acontecia.

— Não sei bem o que responder. Ela disse que haveria um lugar pra você. Imagino que te deixar com alguma coisa seja melhor do que te deixar sem nada — comentou. As palavras saíam tão naturalmente de sua boca. Falava sobre abandonar o filho como quem falava sobre o clima ou sobre a partida de futebol de domingo.

Para Heron, nenhuma das opções parecia justa. Manteve-se calado, porque temia o rumo que a conversa parecia tomar. De tudo, o pior eram as histórias sobre sua mãe. A ideia de que uma deusa havia descido do Olimpo para se relacionar romanticamente com um fracassado como o pai já era absurda demais. Mas a ideia de que deuses e deusas venerados na Grécia antiga eram reais fazia com o que o menino temesse pela sanidade mental de Oliver.

O velho nunca foi muito bom da cabeça, na verdade. Oliver era um criminoso, um ladrão e um vigarista. Ganhava a vida às custas do trabalho dos outros. Para Heron, isso nunca havia sido um problema. Era a única vida que ele conhecia. Aprendeu a bater carteira, enganar desavisados às portas das casas de penhores, trapacear no truco, nos dados e nas rinhas. Se para o resto do mundo isso parecia abominável, para Heron era apenas sobrevivência. Mas Oliver era um homem violento, descontava as frustrações de uma vida inteira na primeira coisa que encontrasse pela frente. Geralmente, Heron era essa coisa. O relacionamento dos dois era um ciclo, e Oliver oscilava entre os dois extremos entre o melhor pai do mundo e o pior ser humano da Terra.

Mas as coisas estavam prestes a mudar e nada disso importava mais. Heron quase deixou um sorriso aparecer em seu rosto, enquanto pensava consigo mesmo. É que sabia que Oliver era o tipo de pessoa na qual não podia se confiar. Devia ter previsto que algo assim acabaria acontecendo. Afinal, já o conhecia há 14 anos.

— Sei que não entende agora, mas vai me agradecer por isso. Se vier comigo, vai acabar preso ou morto. Vai ficar melhor sem mim.

Não dava para negar que o que ele dizia fazia sentido. Mas suas intenções não tinham nada de altruístas e o discurso acabava perdendo um pouco da força. Heron pensou em um milhão de coisas que poderia dizer. Não disse. Ia parecer desesperado. Recusava-se a dar o braço a torcer. Sentia-se traído, mas, de jeito nenhum, ia sair por baixo nessa. Não precisava do pai. Nunca precisou.

Só o motor do carro quebrava o silêncio, enquanto eles avançavam pelas curvas da estrada. Os sinais da civilização ficaram para trás enquanto o relevo natural de Long Island tomava conta da paisagem. Heron pensou na mãe que nunca conheceu. A mesma que o abandonou com o homem que estava prestes a empurrá-lo para fora do carro numa ilha que Heron não conhecia. Descobriu prazer em passar o resto da viagem odiando-a.

De repente, uma freada brusca. Oliver puxou um mapa velho da parte de trás do carro e examinou as informações contidas nele. Heron desencostou a cabeça do vidro. Nada lá fora, além da estrada, da vegetação e de uma colina que se estendia para longe do campo de visão do garoto.

— Acho que é aqui — declarou, com um grama de incerteza na voz.

— Não tem nada aqui. — Heron teve que dizer o óbvio. O sangue já lhe subia para o rosto. O velho realmente pretendia abandoná-lo num pedaço de lugar nenhum.

O menino puxou sua mochila da parte de trás do carro e destravou a porta. Saiu do carro, antes que explodisse de raiva.

— Foda-se. Eu me viro.

Deu as costas e começou a subir a colina. Não sabia bem o que estava fazendo, mas não queria ficar ali mais nem um segundo.

— Sem despedida? — Perguntou o homem, ainda atrás do volante.

Não sei dizer se Heron não ouviu ou não quis ouvir. Posso dizer, no entanto, que ele não fazia questão de dizer tchau. De repente, já havia subido metade da colina, usando ódio como combustível. No topo, talvez avistasse alguma casa, chalé ou estabelecimento comercial perto dali, onde poderia pedir ajuda. Ouviu o som do motor enquanto o carro dava meia-volta e partia. Não chorou, porque, no fim das contas, era um adolescente. Admitir a derrota seria um golpe muito forte para o seu orgulho inflamado. Mas sentiu que tinha deixado no carro uma parte importante de sua vida. De alguma forma, sentia que nunca mais veria o Impala 1967 preto. Muito menos o homem de olhos azuis e cabelos oleosos que o dirigia.

Seus pés tocaram o topo da colina Meio-Sangue e o menino avistou o acampamento que se estendia do outro lado da colina, até onde a terra se transformava em mar. Os pelos de seus braços se eriçaram, e o frio na barriga quase o fez recuar. Teve medo. As coisas estavam prestes a mudar. Não tinha certeza se mudariam para melhor.

22 de setembro de 1998

— É meio bagunçado e superlotado... Mas é o nosso lar — disse Elsie, uma menina baixinha de cabelos e olhos castanhos. As palavras dela flutuavam na mente de Heron, mas lhe fugiam à compreensão. Pouco antes daquele momento, ele fora recepcionado por Quíron. Não fosse pela metade equina, a conversa teria corrido melhor. Mas, de qualquer forma, se ele não tivesse visto com seus próprios olhos, talvez nunca acreditasse que toda a história sobre deuses, semideuses e humanos fosse verdadeira.

Elsie havia sido encarregada de mostrar o chalé onde Heron ficaria, até que decidissem para onde deveria ir. A menina interrompeu sua caminhada em frente à porta do chalé de número 11. Uma mão posta sobre a maçaneta da porta de madeira. Seus olhos se voltaram para o menino.

— Como disse que se chamava mesmo? — Quis saber.

— Eu... — Sussurrou, enquanto tentava livrar sua mente da visão do homem-cavalo. Franziu o cenho. — Eu não disse. Heron Devereaux. — As palavras soaram estranhas saindo de sua boca.

— Oui, oui, monsieur Devereaux. Esse é o chalé de Hermes. Você vai dividir ele comigo e com... — O olhar da menina ficou distante e ela começou a contar nos dedos. Deve ter desistido no meio do processo. — Muita gente.

— Isso quer dizer que Hermes e o meu pai... — Vários gestos com a mão foram feitos. Nenhum que eu queira descrever. — E eles tiveram um filho? Isso é mesmo possível?

— Boa pergunta. — Os olhos da menina brilhavam, enquanto ela se divertia em imaginar as respostas. — Mas não foi bem assim, eu acho. O chalé abriga tanto os filhos de Hermes quanto os que ainda não fizeram o teste de paternidade. Mas isso fica pra depois. Por enquanto, vem conhecer o chalé.

A menina abriu a porta e revelou um grande espaço preenchido por beliches e colchonetes, onde crianças e adolescentes de todas as cores, idades e etnias possíveis se amontoavam. Heron mordeu o lábio, impedindo a si mesmo de expressar qualquer reação àquilo. O chalé 11 era exatamente como um depósito. O acampamento acumulava crianças ali, até que elas criassem poeira ou que decidissem o que deveriam fazer com elas. Pelo menos, foi isso que Heron pensou e foi assim que se sentiu, enquanto atravessava a entrada do chalé.

Elsie saltitava pelos colchonetes, graciosa, enquanto Heron tentava desajeitadamente não esbarrar em ninguém. Caminharam por algum tempo, até Elsie se jogar em um dos beliches.

— As camas são para os filhos de Hermes. — Com um dos dedos, apontou para si mesma. — Você pode ficar com um dos colchonetes — continuou, passando os olhos pelo chão, até colocá-los sobre um colchonete à beira de sua cama. — Pode ficar nesse aqui, se quiser. Fica mais fácil de roubar suas coisas quando estiver dormindo.

— Como é que é?

— Quê?

— Que foi que você disse? No final...

— Não disse nadinha. Coitadinho, a subida até o topo da colina deve ter exigido muito dele. Tá imaginando coisas. Talvez seja melhor se deitar um pouco, monsieur Devereaux. — Um sorrisinho no rosto.

Heron tirou a mochila das costas e a jogou sobre o colchonete. Talvez precisasse mesmo descansar um pouco.

— Tem certeza de que não tem ninguém usando esse colchonete? — Perguntou. Os olhos fixos no colchão e na mochila. Se tirasse os olhos dela, temia nunca mais vê-la.

— Não.

— Não?

— Não. Mas ninguém se importa — respondeu, balançando os ombros. — Achado não é roubado. Não tem ninguém usando agora, né? Não se preocupe. Tem colchonete pra todo mundo.

Não tinha certeza se concordava com aquilo. Viveu como um ladrão durante todos os seus 14 anos. Mas, mesmo os ladrões tinham um código de honra entre si. Ladrão que rouba ladrão, definitivamente, não tem 100 anos de perdão. De qualquer jeito, as coisas estavam diferentes agora e, de repente, o cansaço da viagem até Long Island parecia pesar em seu corpo. Não teve muita opção, além de se deitar sobre a fina camada de espuma do colchonete que o separava do chão.

Os braços se fecharam em volta da mochila, enquanto os olhos fitavam o teto. Aos poucos, as outras crianças no chalé começaram a se agitar, sacudindo a poeira do armazém de semideuses indefinidos de seus corpos. É que pelas poucas janelas que traziam luz para o lugar, dava para ver o sol começar a se esconder nas colinas e montanhas mais distantes. Elsie suspirou, logo antes de colocar a cabeça para fora de sua cama. O rosto bem próximo ao de Heron.

— É isso, eu acho. O fim do passeio pelo chalé 11. — Deu um salto, desceu da cama e começou a chutar um dos tênis do menino com a ponta dos seus. — Tá quase na hora do jantar e as coisas sempre acabam bem engraçadas na nossa mesa.

— Imagino. — Heron sorriu e percebeu que não tinha feito isso desde que fora abandonado à beira da colina Meio-Sangue. — Mas não sei se consigo levantar, agora que estou deitado.

Elsie fez uma careta.

— Ok. Se mudar de ideia... — Pensou por um instante. — Pensando melhor, não mude de ideia. É fácil se perder quando você não conhece bem o acampamento. — A menina começou a atravessar o chalé, esquivando-se dos colchonetes em direção à porta. — Nos vemos mais tarde. Ou amanhã.

Elsie desapareceu porta afora, junto com os outros filhos de Hermes e indeterminados. De repente, o lugar nem parecia mais o mesmo. O burburinho constante que tomava conta do chalé deu espaço para o silêncio. Heron abraçou sua mochila com mais força. As coisas não estavam tão ruins quanto ele achava que ficariam. Ainda assim, não estavam tão boas quanto poderiam ser. Sentiu as pálpebras caírem pesadas sobre seus olhos. Precisava dormir até digerir tudo o que havia acontecido.

Quando se entregou aos cuidados de Morfeu, Heron sonhou com máquinas do tempo, vingança e deuses greco-americanos.

26 de setembro de 2001

Heron apressou o passo para se juntar com a manada de filhos de Hermes e indefinidos que se movia em direção ao pavilhão. Elsie era baixinha, mas nunca passava despercebida. Mesmo numa multidão de semideuses tão parecidos uns com os outros, parecia se destacar. Ele se juntou a ela. Os dois trocaram socos nos ombros. Eram quase como irmãos. Três anos no chalé 11 lhe renderam o título de filho de Hermes honorário e um cantinho no coração de pedra da pequena Elsie. Heron não pensava mais tanto naquilo, mas a verdade é que as coisas estavam tão boas quanto poderiam ser.

O chalé 11 era como uma guilda de ladrões. Não eram criminosos de verdade, mas tinham construído uma reputação em cima daquilo. Depois de ter vivido toda a sua vida como um criminoso, Heron não poderia se sentir mais a vontade do que no chalé de Hermes, onde ninguém poderia julgá-lo por isso. Na verdade, ainda não tinha certeza de que não era filho de Hermes (e ainda não sabia se isso era realmente possível). Durante um bom tempo, o fato de não ser reclamado o incomodou bastante. Era como ser rejeitado uma, duas, três, várias vezes mais. O tempo todo, sentia-se como se estivesse outra vez à beira da colina Meio-Sangue, quando viu o Impala 1967 e seu pai pela última vez. Mas as feridas sararam, o ego se recuperou e os problemas foram se tornando cada vez menos importantes, até caberem num espaço da mente que Heron nunca visitava. E, então, tudo estava bem.

Mais ou menos.

Quando chegaram à mesa de Hermes, o sol já se escondia entre as colunas gregas e as colinas. Heron apanhou um prato e começou a enchê-lo com dois grandes pedaços de frango ao molho de maçã e algumas das fatias de maçã que decoravam o prato. Serviu-se ainda de alguns pedaços de batata assada e, finalmente, um punhado de talharim à carbonara que ainda fumegava e que não poderia ser ignorado. Quando achou que devia deixar um pouco de comida para o restante do chalé 11, o rapaz abandonou a mesa e se aproximou da fogueira que brilhava num alaranjado intenso, iluminando todo o pavilhão do refeitório e um pouco mais.

Com o garfo, empurrou um dos pedaços de frango para as chamas. “Hermes”, pensou, porque se sentia mal por morar em sua casa e viver tão bem quanto seus filhos sem pagar nada por isso. Por isso mesmo, fechou os olhos, fez uma prece em agradecimento ao deus e voltou para a mesa de seu chalé.

Viu Elsie sentada no lado oposto, quando ele colocou o primeiro pedaço de maçã embebida em calda na boca. As luzes alaranjadas da fogueira deram espaço a uma luz mais amarelada, quando o burburinho na mesa de Hermes começou a diminuir. Heron ainda engolia o pedaço de maçã, quando se deu conta da quantidade de olhares que se voltavam para ele. Não. Não se voltavam para ele exatamente. Os olhares pareciam mais interessados em algo que acontecia logo acima de sua cabeça.

Heron viu Elsie, do outro lado da mesa, franzir o cenho.

— O que foi? — Mas a resposta demorou demais.

Ele pegou um prato vazio sobre a mesa e usou o reflexo do metal como espelho. Sobre sua cabeça, um desenho pairava. Parecia um...

— Pombo? — Em retrospecto, percebo agora que o menino não era muito esperto nessa época. — Que é que significa esse pombo?

— Não é um pombo, seu ignorante. — Elsie parecia ter reencontrado a voz.

— É uma coruja. — Uma voz masculina atrás dele respondeu. Heron girou no banco e encontrou um loiro sorridente com o olhar fixo nele. — Seja bem-vindo ao chalé 6.

Uma salva de palmas e gritos partiu da mesa de Athena. E foi assim. Não teve voz ou opinião sobre o assunto. De repente, era um filho de Athena e não podia fazer nada para mudar isso.

— Aurelius Wiehrgraf.

— Quê? — Heron respondeu, afastando-se de seus devaneios.

— Meu nome. Wiehrgraf. — Ele estendeu uma mão na direção do menino. Tinha uma voz melodiosa, quase doce. Heron agradeceu por não ser diabético.

Ele se levantou e apertou a mão do rapaz, ainda sem muita certeza das coisas que aconteciam. Respirou fundo. Oxigênio lhe faria bem. Precisava lembrar de continuar respirando.

— Heron Devereaux.

— Eu sei — respondeu Aurelius, com tanta certeza que o outro não teve como duvidar. — Você parece ter passado um bom tempo no purgatório, né?

Só foi preciso alguns segundos até que Heron entendesse o que o líder de Athena queria dizer. Involuntariamente, ele voltou o olhar para a mesa de Hermes. Queria não ter feito isso. Assim, o restante dos indefinidos e os filhos de Hermes teriam continuado alheios às ofensas.

— Como é que é? — Uma nota de incredulidade na voz do garoto.

— Não se preocupe mais com isso. Somos mais civilizados na mesa 6. — Um sorriso branco e muito bem alinhado serviu de pausa entre uma sentença e outra. — Venha se juntar aos seus.

— Aos seus? — Péssimas lembranças bombardearam a mente do rapaz. — Obrigado... — O estômago se contorcia, se revirava, dava uma cambalhota e voltava a se embrulhar. — Acho que não estou com fome.

— Ah... Ok. — Tão doce que a decepção na voz era quase imperceptível. — Por que não vai buscar suas coisas e nos encontramos no chalé 6? Vou te mostrar o lugar.

— Ótimo. — No meio da resposta, já virava o corpo em direção à mesa de Hermes.

Esperava ver alguma coisa no olhar de Elsie. Nada. A menina mantinha os olhos fixos na sopa de legumes à frente dela. Nenhum movimento brusco. Queria evitar o contato visual, porque era isso que sempre fazia em situações de conflito. Heron abriu a boca. Pensou em dizer alguma coisa. Mas o que se dizia numa situação daquelas?

Não pensou muito sobre isso. No instante seguinte, caminhava em direção aos chalés. As chamas da fogueira brilharam até certo ponto. De repente, tudo era escuridão.

No escuro, os sentimentos pareciam ganhar mais cor. Estava furioso, mas ainda não tinha certeza do porquê. Estava triste, porque as coisas estavam prestes a mudar outra vez. Viveu no chalé 11 por três anos. Era quase um filho de Hermes por associação. A ideia o fez sorrir por um instante, mas a raiva se sobrepôs a tudo. Três anos... Três anos esperando uma resposta dos deuses. Três anos convivendo com o silêncio deles. De repente, numa quarta-feira à noite, Athena decide que, finalmente, deveria reclamá-lo como propriedade dela.

As ideias não encaixavam umas nas outras. As palavras de Aurelius Wiehrgraf giravam em sua mente e ele sentia que se pensasse um pouco mais nelas teria que vomitar qualquer coisa que ainda tivesse no estômago.

Apressou o passo. Uma parte dele queria saber quais eram as intenções de Athena. Outra parte, não dava a mínima importância. Uma terceira, menos volumosa, ria e se divertia com tudo, porque sabia que não havia intenção nenhuma nas ações de Athena. “Ela só esqueceu um dos filhos no chalé 11”, dizia aquela parte, “acontece com bastante frequência, na verdade.”

O chalé de Hermes apareceu, iluminado pela luz da lua. Ele adentrou o lugar. Apanhou sua mochila com metade do conteúdo que carregava quando chegou ao acampamento. As coisas pareciam criar pernas no chalé 11. Heron pensou por um segundo. Parece não ter tido muito sucesso na tarefa, porque, no instante seguinte, abriu a porta do chalé. Não se dirigiu ao chalé 6. Também não tinha interesse na luz alaranjada que cintilava no caminho em direção ao refeitório.

Passou bastante tempo sob as rédeas do acampamento. Quando os pés tocaram a colina Meio-Sangue, ele sentiu um frio na espinha. Estava fazendo a coisa certa? Quando deu o primeiro passo, ainda não tinha certeza da resposta. Mas sabia que não poderia continuar a viver no chalé 11, sabia que não queria fazer parte de um grupo que tinha Aurelius Wiehrgraf como monitor e sabia que estava furioso demais com os deuses para continuar vivendo debaixo dos tetos deles. Continuou a subir a colina. O estômago roncou e ele percebeu que não comia nada desde almoço. Balançou a cabeça, deixando o pensamento de lado. Usaria o ódio como combustível. Era muito bom nisso.


Spoiler:
Oi, obrigado pela atenção. A história tá meio grandinha. Se isso te incomodar, pode ler só a última parte. Mas as três meio que conversam uma com a outra e fatos que aconteceram numa acabam explicando porque o Heron reagiu de tal maneira na outra.

Talvez você tenha percebido que o Heron da história destoa um pouco do que eu descrevi na personalidade. Isso é porque a história se passa uns 10 anos antes de 2008. O Heron ainda era um adolescente e os traços de personalidade dele ainda não haviam sido muito bem estabelecidos. Eu pretendo usar muito flashback no desenvolvimento da trama. Geralmente em fragmentos, como o narrador sugere no início da história.

Enquanto eu tô escrevendo eu penso em um milhão de coisas pra colocar aqui, mas acabo esquecendo de tudo. Foda-se, provavelmente não era importante.

Easter egg (chora de inveja, Marvel): Aurelius Wiehrgraf foi um player de verdade, jogou lá perto de 2010. Eu não conhecia, mas achei engraçado pegar um monitor antigo de Athena e usar na história.
Percy Jackson RPG BR



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Re: Ficha de Reclamação para Deuses Olimpianos

Mensagem por Bennard Crenshaw em Qua 03 Out 2018, 22:20


FICHA DE RECLAMAÇÃO
— Por qual deus deseja ser reclamado/ qual criatura deseja ser e por quê? Afrodite. Bennard foi baseado em Benjamin Siegel, que é conhecido por ser um homem de negócios carismático e galanteador. Isso já deixa bem claro a escolha, não?

— Perfil do Personagem (Características Físicas e Características Psicológicas - preferencialmente separadas):
  Bennard "Benny" Crenshaw possui um rosto com traços austro-húngaros. É dotado de bons atributos, como olhos azuis, cabelo invejável (que Bennard deixa curto, com um corte limpo), corpo malhado e outros. Não possui qualquer tipo de tatuagem e/ou cicatriz. Por mais que pareça, Crenshaw não pratica exercícios além de atos sexuais, o que não explica seu corpo atlético. Ele possui alguns "sinais" no corpo, em especial um localizado na área esquerda de seu pescoço. Possui uma feição descrita como "triste", o que facilita para o rapaz na hora de fingir emoções.

  O filho de Latore não é nenhum santo, mas não tolera crimes contra inocentes. Sua área criminal é mais voltada ao lado da máfia, coisas limpas, como proteção, extorsão e jogos de azar. Seu jeito carismático e galanteador o levou para a cama com muitas mulheres, incluindo celebridades. Para conseguir o que quer, pode usar e abusar de seus bons atributos para enganar os outros, e quando questionado, o mesmo responde que sente orgulho disso. Seu império não foi construido do dia para a noite, por isso, sente um orgulho tremendo de si mesmo e de seus negócios. O seu maior ponto fraco, na visão do semideus, é o fraco por mulheres: Todo e qualquer tipo de mulher, incluindo criaturas com aparência feminina, nada escapa do alvo de Benny. Essa fraqueza, por outro lado, é convertida em prazer sempre que possível, visando transformá-lo em um ponto forte.

— História do Personagem:
(Fiz ela pequena mesmo, me julguem. -q)
  A noite estava agitada no cassino de Crenshaw. Para seu alívio, seus funcionários estavam cuidando de tudo. Não é para menos, afinal, ele havia escolhido cada um deles a dedo e estava pagando-os muito bem pelo serviço. Luzes brilhantes podiam ser vistas de fora do cassino, e uma resplendora Nova York do topo do prédio onde Benny estava. O filho de Afrodite estava contente com o resultado, afinal, trouxera um pedaço de Las Vegas para esta metrópole, moldando-a aos poucos, assim como seu predecessor Benjamin Siegel fez com a cidade do pecado. Com a bela vista da cidade, ele acendeu seu cigarro Glenwood e, em meio a fumaça, contemplou sobre sua vida.

  Bennard foi o filho de Latore F. Crenshaw, um político que atuava como o chefe da máfia Marchand. Sua mãe sempre se manteve desconhecida, porém isso pouco importava para Benny, já que não piorava nem melhorava sua situação. Ele cresceu com o pai estando ausente em sua vida por causa de seus negócios, e isso fez com que o filho de Afrodite crescesse sem sentir afeto por ele. Quando atingiu 18 anos, ele descobriu tudo sobre a máfia de seu pai enquanto estava o espionando, e isso gerou ódio no coração do semideus. Não por ter sido trocado pela organização, mas por seu pai ganhar altas quantias de dinheiro e não investir mais que um centavo em casa. Em menos de um ano, Bennard assassinou Latore com 7 tiros de uma M1911 e derrubou assim todo os esquemas que seu genitor tinha.

  Benny lucrou com a morte de seu pai. Vendeu todos seus bens, pegou todo o dinheiro possível e sumiu para a cidade de Nova York, onde se estabeleceu. Seu espírito empreendedor estava mais forte que nunca: Conseguiu comprar ações e fundar empresas com o dinheiro. Dentre eles estão os cigarros Glenwood e seu cassino, o Marchand Hotel & Casino, tendo seu nome herdado da máfia de seu pai. Com seu império comercial crescendo, ele fez contatos; virou uma espécie de celebridade na grande cidade americana. Foi para a cama com várias atrizes e cantoras, forjou amizades poderosas e curtiu os frutos de seu trabalho. O rapaz estava longe de se tornar a pessoa mais rica dos Estados Unidos, mas certamente estava indo pelo caminho certo.

★ ★ ★

  O tempo passou voando entre um cigarro e outro. Quando Bennard olhou para o relógio, os ponteiros marcavam 21:36. Uma hora inteira de pensamentos havia se passado. O rapaz levantou-se de sua cadeira e foi direto para o corredor onde se encontrava os elevadores. Quando olhou para os lados, pode ver um corredor com paredes brancas brilhantes, plantas exóticas e até um aquário no canto do corredor. Em perfeito estado, como sempre, já que o último andar inteiro era exclusividade de Crenshaw. Ele esperou o elevador chegar após pressionar o botão e apoiou sua mão na parede, batendo seus dedos nela em ritmo. Alguns segundos depois, a porta prateada se abre com um beep, indicando que sua "carona" havia chegado. Sem hesitar, o filho de Afrodite adentrou o elevador.

  O elevador tocava uma elegante música enquanto Benny se olhava no espelho, ajeitando seu cabelo e seu terno xadrez. Quando o elevador parou no décimo andar, uma belíssima mulher entrou nele. Ela usava um belo vestido verde colado, que combinava com seus olhos de mesma cor. O filho de Afrodite apenas trocou olhares com ela por alguns momentos, até que ela apertou o botão que os levaria para o primeiro andar.  A partir deste momento, o elevador começou a subir. "Mas o que é isso? Falha?" pensou Crenshaw, que viu os números condizente aos andares descendo enquanto o elevador subia. Ele, então, puxou seu walkie-talkie para conversar com seu amigo e também administrador, um homem chamado Joseph "Swank" Thompson.
— Swank, meu caro! Poderia chamar um técnico para consertar o elevador 3-B? Ele está com defeito no display de andares. — falou calmamente, com seu jeito carismático.

— 3-B? Impossível, chefe. O técnico arrumou esse elevador hoje mesmo, e foi o melhor que eu encontrei por essa cidade. Quer que eu o chame novamente? — respondeu Joseph, com um tom curioso.

— Mas o display parece quebrado! Ele está descendo enquanto o elevador está subindo. Tem uma bela moça aqui comigo, ela pode confirmar isso.

  As portas se abriram, e surpreendentemente, o filho de Afrodite estava de volta no último andar, com o corpo voltado para as portas de sua residência. Ele olhou pro display de andares, e este marcava "-1", como se estivesse na garagem do edifício. Neste momento, Benny começou a virar para trás e se desculpando ao mesmo tempo.

— Perdão pelo incoveniente, moça. O técnico infelizmente deve ter cometido um grave enga...

  Porém ele não conseguiu terminar o pedido de desculpas. O coitado agora estava olhando não uma bela mulher, mas sim uma dracaena. A moça havia dado lugar para uma criatura com olhos felinos verdes e dois troncos de serpente na parte inferior de seu corpo. Seu vestido verde estava rasgado e estava cobrindo apenas os seus seios. A criatura tentou dar um golpe em Bennard, mas o rapaz pulou para trás e caiu deselegantemente no chão. Ele arrastou-se com as pernas até encostar suas costas na porta de sua residência. O filho de Afrodite, felizmente, havia esquecido sua porta aberta. Chaves nunca foram o forte para um homem que só usa cartões eletrônicos. Ele adentrou o recinto e fechou a porta com toda sua força, arrastando uma cômoda luxuosa de madeira para barrar a entrada de todo e qualquer ser vivo. Crenshaw se trancou em seu quarto, clamando por ajuda divina.

  O dono do Marchand já era familiarizado com a mitologia grega e sua descendência. Descobriu por meio de uma carta enviada diretamente para o rapaz em uma tarde chuvosa. Não ficou surpreso e muito menos emocionado, já que isso não interferiu em sua vida, pelo menos não até o presente momento. Porém, como ele já suspeitava, nas histórias nada é tão assustador. Já quando se está em um conflito com um monstro, tendo um risco real, é uma coisa totalmente diferente. Bennard pediu para sua mãe para que o ajudasse naquele momento, já que em sua mente não era um pedido superficial, sua vida estava em jogo. Qualquer maneira de sobreviver iria ser aceita. Ele tentou manter a calma. Respirou lentamente, contando 1 até 10. Crenshaw sentiu-se mais confiante, mais forte, e isso o ajudou a não entrar em pânico quando a porta do seu quarto foi arrombada. Respirando fundo, agora ele estava frente a frente com a dracaena.

— Olha... Pelo menos me diga a razão pela qual eu vou morrer. Não precisa poupar minha vida, apenas quero saber o que eu fiz para merecer a morte. — falou Benny, com uma expressão desperançosa.

  A dracaena parou para escutá-lo, e depois que o rapaz terminou de falar, ela sentiu pena dele. A própria apenas o procurou por sentir seu cheiro, e nunca se preocupou em caçar outros semideuses. Ela baixou a guarda e ficou olhando Bennard por alguns instantes. "Uma brecha perfeita" ele pensou. Ele calmamente andou na direção dela, tomando cuidado para não fazer movimentos brutos. Quando ele chegou perto o suficiente, Crenshaw parou e fitou os olhos da criatura. Qualquer semideus em sua posição atacaria o monstro na hora, mas o filho de Afrodite pensou em algo diferente. Com um leve sorriso em seus lábios, ele começou a beijar a dracaena, envolvendo seus braços pelo corpo dela. Ela surpreendeu-se, mas não recuou e continuou o beijo. "Isso foi definitivamente uma ajuda de minha mãe", pensou Bennard. "Nenhum semideus, mesmo sendo filho de Afrodite, conseguiria esse feito normalmente. É humanamente impossível". O resto, só quem estava no último andar do Marchand sabe. E, felizmente, não terminou com a morte do semideus.

★ ★ ★

  Benny acordou ao lado da criatura, que ainda estava dormindo. Foi uma ótima noite para ele, já que ainda estava vivo. Ainda despido, o sortudo escreveu um bilhete com seu número de telefone junto a uma chave para o apartamento, para que a dracaena conseguisse sair de lá. Crenshaw então vestiu-se com seu clássico terno xadrez e saiu de seu apartamento, descendo para o primeiro andar normalmente com o elevador, agora completamente funcional. Quando estava perto da entrada, ele foi abordado pelo seu administrador.

— Chefe! Tentei contato de novo e de novo, mas não consegui falar contigo.  O que aconteceu?

— Pra ser sincero? Eu comi uma cobra. Fiquei comendo ela a noite inteira, inclusive. Comida exótica é algo maravilhoso. — respondeu Bennard, quase rindo. — Agora, se me der licença, irei dar umas voltas.

  E assim o fez. O dono do Marchand, cheio de charme e sorte, saiu andando do cassino, deixando para trás seu amigo Swank com uma expressão extremamente confusa. Crenshaw não pode deixar de rir após respirar o ar da metrópole, olhando para os lados e começando a dar umas voltas pela cidade. "Eu tenho um potencial imenso", pensou o rapaz. "Bennard Crenshaw, o comedor de monstros. Gostei."

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Re: Ficha de Reclamação para Deuses Olimpianos

Mensagem por Vitor S. Magnus em Qui 04 Out 2018, 02:12


FICHA DE RECLAMAÇÃO
— Por qual deus deseja ser reclamado/ qual criatura deseja ser e por quê?

Ares. Porque meu pai é brabíssimo! gosto da personalidade dele. A guerra e conquista atraem Vitor e ele tem tudo para ser um filho de Ares. E, claramente, a trama está preparada para isso.

— Perfil do Personagem (Características Físicas e Características Psicológicas - preferencialmente separadas):

Físicas: Como todo soldado, Vitor tem o corpo calejado do sol e músculos desenvolvidos. Tem 1,75 de altura e 75kg. Seu rosto, apesar de tranquilo, não é tão amigável quando se irrita. Seu cabelo, agora um pouco maior do que o costumeiro padrão do exército, é castanho escuro, a mesma dos olhos.

Psicológicas: "Ele se comporta melhor quando está em ação. Fora de combate, ele parece que vai explodir de nervosismo. Até comprei um widget pra ele parar de frescura." Elizabeth, sobre Vitor. De fato, o filho de Ares tem um péssimo costume de não saber como agir em certas situações onde o assunto não é deitar alguém na porrada ou acertar alvos com tiros de fuzil. Ele é bem fechado com quem não conhece e analisa até o último fio de cabelo para confiar em alguém, mas quando confia, dá sua vida pela pessoa. O nervosismo é seu único defeito que o impede de agir em situações comuns, capaz de fazê-lo travar ou gaguejar em determinados momentos. Apesar desse defeito, ele reagiu muito bem à pressão do exército, gostava de toda a disciplina que vivenciava, estava tudo no seu sangue. Quando está em ação, consegue ter um raciocínio rápido e preciso. Gosta de bolar estratégias e táticas de invasão e defesa em seu tempo vago. Reconhece pessoas de bom coração e respeita elas. Tem prazer pelo desconhecido e busca aumentar cada vez mais suas habilidades. Tem um espírito aventureiro e não hesita em explorar coisas e lugares novos.

— História do Personagem:

Pensativo, Vitor polia sua medalha. Passou dois anos nos Estados Unidos numa operação especial chamada Viper e não lidava com o nervosismo de receber sua promoção a primeiro tenente naquele dia. Tinha vinte e três anos, sua vida de aspirante a oficial iria acabar em mais ou menos uma hora, foi o único que recebeu a promoção dupla do pelotão brasileiro por um simples motivo: Agiu estrategicamente bem para cumprir a missão e comandou seu pelotão para salvar uma base que tinha sido tomada pela facção inimiga. Sem Vitor, ninguém teria se encorajado para fazer o que tinha de ser feito, e talvez estariam todos daquela base estariam mortos. Todos os seus companheiros relataram a situação com grande respeito.

“Um líder nato!” Anunciava o Coronel Castro do palanque. “Em um momento de perigo, toda tática e coragem tem que ser colocada à prova. O Aspirante Magnus mostrou isso em sua missão. Que ele seja um reflexo para todos dessa guarnição e que ele mostre toda sua liderança em missões futuras!”

Como dito: Vitor estava nervoso. Passou a formatura toda esperando o grande momento de receber a estrela. Após alguns minutos de falatório do Coronel, que os recrutas sempre resmungavam baixinho para acabar logo, chegou a hora da entrega das medalhas. Vitor se segurava para parar de tremer e só se acalmou depois que apertou a mão do General de Exército Guarines, este estava presente para parabenizar a todos pela operação bem sucedida. Poucos sabiam, mas a operação Viper não foi exatamente o que foi contado, mas isso é história para outra hora. Vamos à parte mais estranha desse dia.

•••

Quando Vitor estava organizando suas coisas no alojamento de oficiais, um soldado pediu permissão para entrar e avisou sobre um major que queria parabenizá-lo pela promoção. O major entrou no alojamento recebido com uma continência e apertou a mão de Magnus que sentiu o calor que emanava de seu corpo.

— Parabéns, tenente. Um grande feito na missão.

— Obrigado, major… — Ele tentou procurar seu nome, mas não tinha no uniforme.

— São poucos os que têm coragem de fazer realmente o que é mandado. — Ele sorriu com o canto da boca e lançou um olhar esperto. — Principalmente quando uma Black Ops daquele nível é feita.

Vitor congelou. Pouquíssimas pessoas sabiam do segredo da missão. Ele se manteve sério e com postura.

— Não sei do que está falando, senhor.

— Besteira! É claro que sabe! — O major puxou uma cadeira e sentou, indicando para que Vitor sentasse também, e assim ele o fez. — Mas não é sobre isso que eu quero falar com você.

Vitor tentou estudar aquele oficial: Farda padrão, corte de cabelo, um bigode ralo, rosto com os traços da experiência... nada fora do normal. Ou quase nada. Vitor podia jurar que os olhos do major brilharam levemente num vermelho sangue quando o encarou nos olhos, mas teve que voltar à realidade quando o homem começou a falar.

— Creio que o seu pai está muito orgulhoso de tal feito.

Dessa vez, Vitor suspirou e todo a pressão daquele clima sumiu.

— Talvez, seja lá onde ele esteja.

— Não conheceu seu pai, não é?

— Como sabe disso, senhor?

Teve uma pausa dramática.

— Como alguém com tanta dificuldade para manter a concentração passou por prova escrita sem a mínima chance contra a concorrência?

Vitor não estava entendendo.

— Sem minha ajuda você não estaria aqui, garoto. — Falou o major.

— Porque está dizendo essas coisas?

O homem tocou a testa de Vitor antes que ele pudesse perceber.

Vitor não sentia seu corpo. Apenas conseguia ver o que acontecia: Primeiro viu um casal. Sua mãe quando mais nova abraçada com um cara que parecia o major mais novo. Ele não vestia farda, estava usando uma jaqueta de couro estilo gangue de motociclistas e tinha um cabelo bem maior. Sua mãe estava grávida. Eles discutiam sobre o futuro do filho e sobre a ausência dele. Eles não discutiam, mas ela parecia bem preocupada. Quando acabaram a conversa, o major saiu da casa e saiu dirigindo sua moto. A visão passou para um bilhete em cima da estante da casa escrito “Mountauk, Long island” e acabou com uma espécie de entrada no meio de uma floresta com uma placa escrito “Acampamento meio-sangue”.

Vitor levantou assustado na sua cama. Ele suava frio e tinha a respiração pesada. Olhou ao redor procurando o homem que estava em seu quarto e depois para seu relógio de pulso, nenhum minuto se passara desde que parou de arrumar as coisas no seu alojamento. Como se já não bastasse de coisas estranhas acontecendo naquele dia, Vitor foi lavar o rosto e quando se olhou no espelho, um símbolo brilhante vermelho girava sobre sua cabeça. Ele soltou um “a” de surpresa quando ouviu alguém batendo à porta. Tudo estava acontecendo muito ao mesmo tempo para ele entender.

— Com licença, tenente! — Um recruta estava plantado na porta prestando uma continência exagerada.

— À vontade, recruta.

— O coronel Castro está chamando o senhor.

•••

— Parece que você não vai ter descanso algum, tenente. — Cumprimentou o coronel.

Vitor tinha recebido uma missão do exterior novamente. O Coronel disse que recebeu naquela mesma hora um arquivo ultra-secreto da polícia dos Estados Unidos solicitando o recrutamento dos serviços do Tenente Magnus.

“Por meio desse pedido oficial, solicitamos o recrutamento do Primeiro Tenente Magnus para uma missão de nível ultra-secreto. Não precisamos de resposta, aguardaremos a chegada dele dentro de 48 horas.”

No fim do documento tinha uma assinatura de um General, o selo oficial do exército e as seguintes coordenadas: 41°04'30.7"N 71°52'34.3"W

— Tomei a liberdade de procurar as coordenadas do documento. É no meio de uma floresta em Mountauk, Nova Iorque. Vai entender. Você pode recusar se quiser, mesmo que eu já saiba a resposta.

O bilhete escrito passou pela cabeça de Vitor naquele instante, mas ele decidiu ignorar.

— Missão dada, é missão cumprida, comandante!

— Excelente, tenente! Como lido, você tem 48 horas para fazer os preparativos e estar lá. Boa sorte.

Ambos prestaram continência e se despediram.

•••

A despedida de seus companheiros de missões foi bem tranquila. Pablo, Elizabeth, Igor e Raphael queriam saber os detalhes de tal missão, mas nem mesmo Vitor sabia o propósito. O vínculo que eles tinham criado era mais forte do que amigos de longa data. Era um respeito enorme que cada um confiava sua vida aos outros. Logo eles se despediram e Vitor estava num vôo para sua missão.

Horas se passaram, Vitor pegou um táxi assim que desembarcou no meio da tarde e logo chegou ao parque florestal que indicava as coordenadas em algum lugar adentro. Com ele, só levava uma mochila com roupas, uniformes táticos, água, algumas bugigangas militares e lanches. Estava caminhando tranquilamente floresta adentro, bem calma por sinal, seguindo o GPS buscando o local exato das coordenadas. Quanto mais ele seguia seu caminho, sentia uma sensação estranha aumentando, algo o atraía para mais perto. Andou pouco mais de dez minutos quando foi surpreendido por nada mais nada menos que a placa da sua visão. Todo aquele diálogo foi real, sua cabeça estava embrulhada de perguntas agora. O lugar não parecia nada extraordinário, mas a sensação de atração e mistério preencheu seu corpo. Ao redor, não havia nenhum guarda, nem vestígios de ação humana (além da placa) e era exatamente o ponto onde indicava no GPS. Vitor fez a escolha que mudou sua vida: Atravessou a entrada e descobriu toda a verdade.

Se ele aceitou tudo com facilidade? Claro que não. Afinal, um filho de Ares sem fazer confusão, não é um filho de Ares.

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Re: Ficha de Reclamação para Deuses Olimpianos

Mensagem por Lilith J. Skeiron em Qui 04 Out 2018, 12:26


FICHA DE RECLAMAÇÃO
— Por qual deus deseja ser reclamado/ qual criatura deseja ser e por quê?
    Apolo, porque é o deus que melhor se encaixa na trama de Lilith atualmente, porque faz tempo que eu não tenho um filho de um divino olimpiano e porque a Lilith vai fugir da minha zona de conforto em todos os quesitos possíveis, e uma aura mais neutra como a de Apolo faz isso.


— Perfil do Personagem :
Características Físicas:

    Lilith não possui nada especial. Sua pele é pálida, beirando a um tom anêmico, seus cabelos loiro-sujo mal alcançam seus ombros e estão constantemente presos em um rabo de cavalo e seus olhos são muito grandes para seu rosto, cuja cor lembra muito duas grandes esmeraldas. Sua face está sempre livre de maquiagem, exibindo as manchinhas que a puberdade lhe deram, junto com seus lábios rosados muito pequenos para a proporção das bochechas e queixo.

    Está acostumada a cobrir seu corpo magricela com roupas casuais, comportando suéteres e calças jeans skinny de tons pastel. Mede pouco mais de um metro e sessenta e não pesa mais que cinquenta quilos, o que deixa sua estrutura óssea muito aparente. Nada além de cicatrizes de um acidente de carro marcam a sua pele, por mais que inveje a coleção de tatuagens que seu irmão mais velho possui.


Características Psicológicas:
    Ao contrário de sua aparência, sendo uma garota bonita com cabelos loiros, Lilith não se encaixa no estereótipo de sua típica "loira burra". Na verdade, ela é uma estudante assídua, o que a torna, indiscutivelmente, uma das alunas mais inteligentes da sua antiga escola, onde não deixara sua dislexia e seu déficit prejudicar seu desempenho de maneira alguma. Lily se esforçou para ser a perfeita estudante, filha e irmã simplesmente para agradar a todos ao seu redor.

    Acostumada a ser a garota perfeita - e se gabar por esse título - cresceu com a ideia de ser uma semidivina incrustada em sua mente, e com o constante aviso de que teria de ir embora para um lugar distante logo. A manifestação de sua aura se deu logo que completou dezesseis anos, e por essa, sua mãe a colocou em um carro. Em meia hora, estava no acampamento, sem qualquer interrupção, mas o símbolo de seu divino apareceu apenas depois de alguns dias em sua nova casa, durante uma partida de caça a bandeira.


— História do Personagem:

    Sem história por hoje q



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Re: Ficha de Reclamação para Deuses Olimpianos

Mensagem por 147-ExStaff em Qui 04 Out 2018, 19:07




Avaliação  



Resultado —  Heron Devereaux

Aceito como filho de Atena;
Recebe o item padrão;
100 xp de 100 xp

    Ficha fantástica, como todas as suas narrações. Parabéns e bem vindo!


Resultado — Bennard Crenshaw

Aceito como filho de Afrodite;
Recebe o item padrão;
100 xp de 100 xp

    Ficha bem executada, estou curiosa pelas próximas narrações. Parabéns e bem vindo!


Resultado — Vitor S. Magnus

Aceito como filho de Ares;
Recebe o item padrão;
100 xp de 100 xp

    Adorei sua narração, deixo inclusive um parabéns a mais pela criatividade na trama. Estou curiosa! Parabéns e bem vindo!





ATUALIZADOS





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Re: Ficha de Reclamação para Deuses Olimpianos

Mensagem por Dionísio em Qui 04 Out 2018, 21:48




Avaliação Lilith J. Skeiron 



Resultado

Aceita como filho de Apolo;
Recompensa: nenhuma;
Item de reclamação padrão.








ATUALIZADA






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Re: Ficha de Reclamação para Deuses Olimpianos

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