Ficha de Reclamação para Deuses Olimpianos

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Ficha de Reclamação para Deuses Olimpianos

Mensagem por Organização PJBR em Qua 12 Set 2018, 13:07

Relembrando a primeira mensagem :


Ficha de Reclamação


Este tópico foi criado para que o player possa ingressar na sua vida como semideus filho de um deus olimpiano.  Avaliamos na ficha os mesmos critérios que no restante do fórum, mas fichas comuns exigem uma margem menor de qualidade, porém ainda será observada a coesão, coerência, organização, ortografia e objetividade. Abaixo, a lista de deuses olimpianos disponíveis em ordem alfabética, com as devidas observações.





   
   
 
 
   
   
 
 
   
   
 
 
   
   
 
 
   
   


   
   


   
   


   
   


   
   
DeusesAvaliação
AfroditeComum
ApoloComum
AtenaRigorosa
AresComum
DeméterComum
DionísioComum
HefestoComum
HermesComum


Recompensa de reclamação


As fichas de reclamação valem, além da aprovação no grupo almejado, um rendimento de experiência de no máximo 100 xp para o jogador. O rendimento deve ser de acordo com a avaliação e só será bonificado caso o semideus tenha sido reclamado, portanto fichas rejeitadas não rendem nenhuma experiência.


Item de reclamação


Não existem mais itens de reclamação por progenitor, sendo o único presente a adaga a seguir:

{Half Blood} / Adaga Comum [Adaga simples feita de bronze sagrado, curta e de duplo corte. A lâmina possui 8cm de largura, afinando-se ligeiramente até o comprimento, que chega a 20cm. Não possui guarda de mão e o cabo é de madeira revestido com couro, para uma empunhadura mais confortável; acompanha bainha de couro simples.] {Madeira, couro e bronze sagrado} (Nível mínimo: 1) {Não controla nenhum elemento} [Recebimento: Item de Reclamação]


A ficha


A ficha é composta de algumas perguntas e o campo para o perfil físico e psicológico e a história do personagem e é a mesma seja para semideuses ou criaturas.

Plágio não será tolerado e, ao ser detectado, acarretará um ban inicial de 3 dias + aviso, e reincidência acarretará em ban permanente. Plágio acarreta banimento por IP.

Aceitamos apenas histórias originais - então, ao usar um personagem criado para outro fórum não só não será reclamado como corre o risco de ser punido por plágio, caso não comprove autoria em 24h. Mesmo com a comprovação, a ficha não será aceita.

Fichas com nomes inadequados não serão avaliadas a menos que avisem já ter realizado o pedido de mudança através de uma observação na ficha. As regras de nickname constam nas regras gerais no fórum.

A promoção da ficha acabou e a história passa a ser obrigatória a partir daqui. Boa sorte a todos.

Aviso! Acerca dos chalés dos deuses primordiais e menores, eles não existem, pois a história se passa em meados de 2008, durante a Guerra de Cronos. Apenas os chalés dos doze olimpianos estão disponíveis.



TEMPLATE PADRÃO:
Não serão aceitas fichas fora desde modelo

Código:
<center>
<a href="goo.gl/6qY3Sg"><div class="frankt1">FICHA DE RECLAMAÇÃO</div></a><div class="frank1"></div><div class="franktextim">[b]— Por qual deus deseja ser reclamado/ qual criatura deseja ser e por quê?[/b]

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[b]— Perfil do Personagem (Características Físicas e Características Psicológicas - preferencialmente separadas):[/b]

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[b]— História do Personagem:[/b]

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</div><div class="frank2"></div> <div class="frankt2">Percy Jackson RPG BR</div></center>


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Re: Ficha de Reclamação para Deuses Olimpianos

Mensagem por Maëve Fritsch em Dom 07 Out 2018, 13:31


FICHA DE RECLAMAÇÃO
— Por qual deus deseja ser reclamado/ qual criatura deseja ser e por quê?

Thanatos. A trama da personagem se adapta muito a deuses sombrios, e Thanatos é uma divindade com a qual eu sempre me identifiquei, sendo de longe o meu deus favorito entre os gregos.

— Perfil do Personagem (Características Físicas e Características Psicológicas - preferencialmente separadas):

Físicas: Maëve costuma se destacar em meio aos mortais por sua singularidade. Embora não seja nem de longe o centro das atenções, seus traços duros e rusticamente esculpidos dão ao rosto da jovem uma beleza só dela, que foge dos padrões, e se contrasta com seus longos cabelos castanhos escuros e penetrantes olhos da mesma coloração, embora ambos pareçam negros na ausência de luz. Com 1,70m de altura e um corpo belo e com curvas avantajadas, a semideusa se ergue de maneira formosa e sedutora(ainda que sem intenção). Por mais que a força física não seja inexistente, não possui músculos definidos e o corpo dificilmente seria definido como atlético.

As cicatrizes no pulso são facilmente notadas quando a jovem não está utilizando roupas longas. Marcas de mordidas, cortes e perfurações no local sempre são renovadas e recentes, e apenas completam a sua distinção entre os demais.


Psicológico: O estado psicológico de Maëve é instável e completamente imprevisível. Perturbada é uma palavra muito utilizada para se referir à jovem, e as pessoas que dizem isso não fazem ideia do quanto estão certas. Mesmo para uma filha de Thanatos, ela sempre esteve próxima demais da morte, e os espíritos enchem a sua cabeça de conspirações e medos, levando-a a desenvolver diversos problemas, em especial a síndrome do pânico e a mania de perseguição. Não há qualquer lugar em que a Fritsch sinta-se segura ou confortável, e não há um momento em que não esteja atenta até mesmo à sua própria sombra.

Dificuldade de conviver com pessoas, portanto, é uma expressão muito fraca para explicar o que a garota passa. Ela não confia plenamente em ninguém, especialmente nela mesma, e sempre duvida de sua própria capacidade de empatia e convívio social. Assim sendo, quando não é atormentada por sua “maldição”, a jovem costuma se manter isolada em seu canto sombrio e gélido que em muito combina com seu próprio coração de pedra. Solitária e fria, a jovem praticamente nunca se envolve em algo pelo bem de outra pessoa, fazendo sempre o que for melhor para ela e para a sua própria sobrevivência, pois foi assim que ela conseguiu chegar à idade atual - praticamente - inteira.

A mania de mutilar seu próprio corpo surgiu como uma maneira de aquietar os espíritos. A dor e o sangue escorrendo sempre afastaram seus medos e aquietaram sua mente, mesmo que de maneira momentânea. A forma de manter a calma foi descoberta pela semideusa enquanto ainda era criança, e desde então ela a adotou completamente, passando a sentir até mesmo certo prazer na dor, visto que é a única coisa que a liberta verdadeiramente, ainda que não de forma permanente.

A jovem, no entanto, não deve ser vista como alguém revoltado ou que odeia tudo e todos à sua volta. Ela sente a necessidade de ter amigos, de ter alguém em quem possa confiar, porém não possui as capacidades mentais para fazer isso, pelo menos em sua opinião. Especialmente quando está sendo atormentada pelas vozes, pois nesse caso suas ações se tornam instáveis e aqueles que se aproximam demais dela geralmente saem feridos, física e emocionalmente. A solidão, portanto, é a melhor companhia para ela, quando a alternativa são fantasmas, alguns de seu próprio passado.


— História do Personagem:

Vou deixar em branco e desenvolver em on.
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Re: Ficha de Reclamação para Deuses Olimpianos

Mensagem por Zeus em Dom 07 Out 2018, 18:37




Avaliação


Resultado - Teodoro Carvalho


Teodoro, o motivo que me faria aprová-lo foi exclusivamente a personalidade de seu personagem e as circunstâncias do mesmo, já que me interessei pela ideia de ver uma criança tão gentil e esperançosa reagindo aos riscos que a trama do fórum apresentará no futuro. No mais, sobre sua ficha, achei corrida e bastante vaga acerca da história do personagem e era preferencial que das duas, uma: a) desenvolver melhor o conteúdo proposto, dando mais detalhes sobre Teodoro e sua vida antes da reclamação; ou b) enquadrar sua ficha na promoção do fórum e descartar a história momentaneamente e, caso tivesse feito isso, com certeza teria sido aprovado. Sua reprovação se deu porque, durante a história, você não narrou o momento em que o símbolo de Deméter aparece acima da cabeça de Teodoro e a deusa o reclama definitivamente. Esse é um dos requisitos principais da história.

Reprovado como filho de Deméter;
Sem ganho de item;
Recompensa: nenhuma.

Resultado - Rakan Lhothlan

Rakan, não esperava menos de você. Assim como sua parceira, apresentou um personagem curioso e espero que ele, juntamente com sua dupla, renda o que falar dentro da trama universal. Algo que fiquei curioso é como seu personagem sobreviveu 28 anos, já que é bastante raro isso acontecer entre semideuses, por isso estou ansioso para ver o desenrolar de sua trama. Meus parabéns, pirralho.

Aceito como filho de Afrodite;
Item de reclamação padrão;
Recompensa: nenhuma.

Resultado - Eldritch Frankenstein

Frank, garoto! Particularmente me interesso por forjas e criação de itens, mas nunca tive tato para esse tipo de trabalho, por isso sempre fico curioso quando me deparo com um novo filho de Hefesto. O seu tornou-se exclusivo de minha atenção, pois as características do personagem deixaram em aberto grandes possibilidades acerca de sua história, como o background das cicatrizes que dão jus ao sobrenome do personagem. No mais, soube montá-lo de forma equilibrada, sem pender totalmente para o esteriótipo de Hefesto mas ainda assim deixando aquela sensação de que se trata de alguém tão carismático e marcante quanto o próprio Leo Valdez. Estou curioso para ler o desenrolar de Eldritch, seja bem-vindo e meus parabéns.

Aceito como filho de Hefesto;
Item de reclamação padrão;
Recompensa: nenhuma.

Resultado - Victor Stone

Mais um filho de Hefesto! O que posso dizer de sua ficha é que foi básica, apresentou de forma sucinta o suficiente do personagem e, seguindo a promoção atual, não vejo motivos para reprová-lo. Apenas devo atentá-lo a erros comuns como repetições de palavras iguais em uma mesma frase e a ausência de vírgula em alguns trechos - isso, em demaseio, causaria sua reprovação e se voltar a acontecer em futuras narrações será motivo de desconto em recompensas. No mais, seja bem-vindo e meus parabéns.

Aceito como filho de Hefesto;
Item de reclamação padrão;
Recompensa: nenhuma.

Resultado - Edwin Barton

Quando se deixa em aberto a história do personagem, é preferível que as características do mesmo sejam mais abrangentes e bem explicadas. Não foi isso que vi na sua ficha, os detalhes acerca da aparência e personalidade de Edwin ficaram extremamente vagos e corriqueiros. Particularmente, preferia ter sido agraciado com sua história do que tê-lo reprovado. Tente novamente.

Reprovado como filho de Apolo;
Sem ganho de item;
Recompensa: nenhuma.

Resultado - Julie Allerdyce

Pensei que Hefesto faria o terceiro com sua ficha e pediria música no Fantástico, mas infelizmente, ela não contém o suficiente para uma aprovação. Como dito na avaliação acima, aceitamos a ausência da história quando o restante - motivos e características - são abrangentes e explicativos o suficiente para substituí-la. Faltou detalhes, algo que prenda a atenção do leitor para você, por isso, peço que refaça sua ficha com maiores informações acerca de sua personagem. Boa sorte!

Reprovada como filha de Hefesto;
Sem ganho de item;
Recompensa: nenhuma.

Resultado - Edmund Kowalski

Uma ficha simples e sucinta em detalhes acerca da aparência e personalidade, mas que ainda assim, apresentou motivos para aprovação. Quanto a história, devo atentá-lo a repetição de palavras semelhantes na mesma frase ou em trechos consecutivos, como pode ver a seguir:

@Edmund Kowalski escreveu:Capitão da equipe adversária na minha primeira captura a bandeira. Ele estava prestes a capturar a bandeira da minha equipe quando tropeçou e quebrou o braço.

Geralmente, em situações como esta, é preferível substituir a palavra repetida por um sinônimo que mantenha o mesmo conceito mas seja pronunciado diferente. Assim, a fluidez da leitura não sofre interferência. No mais, gostei do novo método de história, apresentando personagens igualmente interessantes como Edmund e que, espero, sejam de importância para sua trama.

Coerência: 50; Coesão, estrutura e fluidez: 24; Objetividade e adequação à proposta: 14; Organização e ortografia: 10.

Aprovado como filho de Hefesto;
Item de reclamação padrão;
Recompensa: 98xp.

Resultado - Amora Cadore

Uma ficha básica, apresentando o suficiente para uma reclamação. Gostei particularmente da narração da aparência da semideusa que me fez pensar, vagamente, em um cacho de uvas verdes. A personalidade foi igualmente bem trabalhada e espero que consiga manter tal construção com o decorrer das postagens futuras. Meus parabéns!

Aprovada como filha de Dionísio;
Item de reclamação padrão;
Sem recompensa.

Resultado - Maëve Fritsch

Mais uma herdeira da morte, o que particularmente me alegra. Sua ficha foi completa, apesar da ausência de história, pois o detalhamento acerca da personagem em aparência e personalidade foi rico o suficiente para substituí-la. Devo atentá-la apenas a repetição de palavras semelhantes em uma mesma frase, é aconselhável que a palavra repetida seja substituída por sinônimos de pronunciamento diferente mas que mantenham o mesmo conceito. No mais, bem-vinda e parabéns!

Aprovada como filha de Tânatos;
Item de reclamação padrão;
Sem recompensa.

A FICHA DE DARLING HERNANDEZ AINDA ESTÁ EM ABERTO PARA SER AVALIADA POR OUTRO DEUS.


ATUALIZADOS






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Re: Ficha de Reclamação para Deuses Olimpianos

Mensagem por 146-ExStaff em Dom 07 Out 2018, 23:45




Avaliação —   Darling Hernandez


Gostei muito das suas características! Não vejo motivos para não aprová-la, foi tudo muito completo e possibilitou ter uma boa ideia de como sua cria de Ares será. Meus parabéns!


Resultado

Aceita como filha de Ares;
Sem recompensa;
Item de reclamação padrão.





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Re: Ficha de Reclamação para Deuses Olimpianos

Mensagem por Hiccup H. Haddock em Seg 08 Out 2018, 11:11


FICHA DE RECLAMAÇÃO
— Por qual deus deseja ser reclamado/ qual criatura deseja ser e por quê?

Desejo que o Hiccup seja reclamado por Hefesto, já que ele é meu deus favorito do panteão grego. Além disso, a personagem original tem características semelhantes as dos filhos dessa divindade e como é nela em que me baseio, também considerei isso em questão.

— Perfil do Personagem (Características Físicas e Características Psicológicas - preferencialmente separadas):

Hiccup é um caçador, portanto sua aparência física é bastante influenciada por isso. Possui um corpo atlético que é um tanto magro, se for comparar com outros caçadores (mesmo que ele possa ganhar massa muscular, ele não o faz, já que não é necessário). Porém, não se engane, afinal ele possui uma quantidade considerável de força física. Diferentemente de seus irmãos, ele possui uma agilidade boa, treinada em decorrência de sua vida nas florestas da Noruega. É alto, possuindo cerca de 1,85m, e seu corpo é recheado de pequenas e médias cicatrizes, geradas pelos encontros com os mais diversos seres.

Hiccup é bem inteligente no quesito estratégia em comparação com um filho de Hefesto comum. Anos vivendo de caçadas o deram um olhar curioso e uma teimosia muito grande, já que eram características bastante prezadas naquele meio. Em geral, ele costuma usar o confronto direto como última opção, sendo bastante diplomático quando necessário, mas podendo ser frio e calculista também. Por mais que tenha convivido com poucas pessoas, ele se importa com elas, assim como possui empatia por todo ser vivo, mesmo aqueles que é obrigado a matar. É um pouco desajeitado com relações humanas e é pior ainda se for na área de sedução, sendo um ignóbil completo nesses quesitos.

— História do Personagem:

— ...Hefesto, sim. Ele é filho daquele deus grego com toda certeza. — ouviu uma voz falar e abriu os olhos, percebendo o tamanho diminuto da pessoa que estava falando. — Ele pode nos ajudar sim, isto é, se ele quiser. Mas, francamente falando, eu não acho que ele tenha condições de recusar nossa proposta.

Hiccup finalmente notou onde estava: Era um pequeno quarto de pedra, que parecia com uma pequena galeria de uma mina. Levantando-se vagarosamente, o jovem lembrou-se de sua situação momentos antes — em que o frio e a falta de recursos com certeza o matariam, principalmente por não conseguir se movimentar em decorrência de seus ferimentos — e se perguntou o que teria acontecido para que estivesse naquele local.

— Tenho que desligar, ele acordou. Vou te atualizando, Gregor. Até!

O anão chegou próximo à cama em que estava e Hiccup pôde notar que ele usava um tipo de jaleco com alguns instrumentos médicos pendurados nos ombros. Depois de avaliar o comportamento do garoto, o pequeno ser logo puxou conversa, se apresentando como Rothor Grismul, um médico credenciado pela associação de medicina dos anões. Ao explicar como o encontrou em meio a nevasca, ele foi bem detalhista, talvez para suprimir sua curiosidade em saber o que tinha acontecido antes de encontrar o humano ali.

— Onde estou? — perguntou Hiccup, reconhecendo que talvez não estivesse na montanha.

— Você está em Muspelheim. Talvez não seja uma palavra que reconheça, afinal você tem descendência grega e—

— Descendência grega?

— Sim, sim. — falou o anão. — Pelo menos os deuses gregos sabem quando reclamar seus filhos... Olhe para cima. — apontou para algo em cima da cabeça do jovem. — Este é o símbolo de Hefesto, como eu previ por suas características.

Hiccup olhou para o símbolo durante o tempo em que ele passou acima de sua cabeça, antes de desaparecer. O olhar confuso se direcionou para o anão que, ao ver aquilo, dedicou-se um tempo para relembrar e explicar o que sabia dos gregos, já que não era a primeira vez que tinha tomado contato com eles. Detalhou-se mais no que conhecia sobre o deus forjador, que era o pai do jovem que ali estava, o que o lembrou do assunto que estava conversando pelo telefone.

— Tenho uma proposta, jovem garoto. — falou após a explicação. — Nós, anões, estamos com um grande problema com monstros e, o efetivo que temos para forjar armas é escasso. Por isso, se você puder nos ajudar na produção de armas, será bem recompensado, principalmente porque sei que você vai ter uma facilidade com isso, já que é filho de Hefesto. Aceita?

Ponderando as opções que tinha e vendo que não tinha outra escolha, ele aceitou. Ainda não sabia o peso que era ser filho de um deus Olimpiano, parte por sempre ter sido atacado, parte porque aquela cultura era realmente distante de si. Porém, sentia que aquele novo status o faria descobrir habilidades novas...

...E estava animado em saber quais eram elas.

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Re: Ficha de Reclamação para Deuses Olimpianos

Mensagem por 147-ExStaff em Seg 08 Out 2018, 11:20


Avaliação — Hiccup H. Haddock


É uma ficha curtinha, mas contém o suficiente para sua aprovação. Ela tem um bom desenvolvimento em relação à sua escolha e características, foi isso que te aprovou, afinal, mas eu gostaria de ler mais sobre sua história - por isso o desconto significativo, então vou esperar seu desenvolvimento em outro momento. No mais, parabéns e bem vindo, semideus


Resultado

Aprovado como filho de Hefesto
70 de 100 xp's possíveis
Item padrão


Atualizado




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Re: Ficha de Reclamação para Deuses Olimpianos

Mensagem por Charlie Mutt em Qui 11 Out 2018, 17:42



FICHA DE RECLAMAÇÃO
— Por qual deus deseja ser reclamado/ qual criatura deseja ser e por quê?

Dionísio. Estamos falando de vinho, prazeres, teatro e festas, quem não adoraria ser filho dele e ter um passe vip para qualquer farra? Claro que a trama a ser desenvolvida casa harmoniosamente com esta divindade, a personagem é uma verdadeira festeira e adoraria honrar o nome de seu pai em cada cena embriagada que fará.

— Perfil do Personagem (Características Físicas e Características Psicológicas - preferencialmente separadas):

Físicas: Charlie com certeza não é nada se comparada àquelas figuras femininas completamente curvilíneas, que parecem mais uma merda de pista de corrida do que uma mulher real. Nada disso, Charlie tem 1,68 de altura, com longos cabelos loiros que acordam completamente embaraçados pela manhã, olhos verdes que ficam ainda mais lindos quando ela está chapada, peitos e bunda médios, mas firmes e bastante recomendados entre rapazes e gurias. Parece a típica moça da porta ao lado, que pode ser sua fantasia mais divertida, se você der uma chance ao seu sorriso, que é uma armadilha maliciosa – ou uma completa zona, vai saber o que é a preferência da noite. Tem no olhar aquele brilho sapeca, de uma eterna adolescente que sabe como curtir a vida. Tatuagens, piercings e roupas extravagantes, multicoloridas, são sua identidade e seu orgulho. Idade? Ela mente sempre que pode, mas seu rg carimba os 18 anos.

Psicológicas: Charlie é a definição de “a dona da festa”. Animada, agitada, sempre disposta a enfrentar a madrugada com uma garrafa contendo substâncias alcóolicas entre os dedos, um cigarro na orelha e, quem sabe, um entorpecente nos lábios. Teve infância e adolescência agitadas pelo fato da mãe ser uma acompanhante de luxo, que a teve muito jovem, mas cuja relação é mais saudável do que muitos esperariam. A senhora Ella teve uma vida difícil, por isso se virou como pôde, e graças à sua beleza e carisma, acabou conquistando pessoas poderosas e se tornou um nome conhecido na agitada noite de Los Angeles. Dentre esses, quem diria? Até mesmo um deus, de férias e ávido por uma noitada de rei. Quando Ella descobriu a gravidez, prometeu a si mesma que sua filha teria uma vida feliz, enquanto o destino não viesse cobrar o preço. Por isso Charlie é otimista, pronta para o abate e sempre com algum truque na manga para escapar de maiores confusões. Não tem medo de sujar as mãos quando precisa e sempre estará lá por um amigo, ou por uma festa, o que vier primeiro.

— História do Personagem:

Vou deixar para desenvolver conforme evoluir minha personagem, entretanto darei um pequeno aperitivo da chegada triunfal de Charlie no Acampamento Meio Sangue.

{...}

Quíron e Dionísio foram solicitados até a enfermaria, por conta de uma situação bastante peculiar que aconteceu próxima às barreiras do Acampamento que resultou em dois feridos: um vigia e a invasora. Quando o centauro ouviu a história que uma garota apareceu fugindo de uma harpia, achou que fosse ser só mais um dia comum, entretanto...

“Bem, ela estava bêbada e quando o Tompson foi ajudá-la, ela o acertou... Com uma garrafa de cerveja.

O deus do vinho engasgou com um gole do seu refrigerante, enquanto Quíron apenas colocou a mão nas têmporas, massageando-as conforme suspirava, se perguntando que tipo de delinquente teria que lidar agora, era cansativo. Ambos sobreviveram à situação atrapalhada por intervenção de uma filha de Athena que, por acaso, decidiu ler um pouco perto do Pinheiro para se livrar da barulheira do chalé, por isso não houve maiores comoções.

A enfermaria já tinha enfrentado dias mais agitados, por isso era sempre um alívio ver o local pacífico e com poucas, ou quase nenhuma, cama ocupada. Dionísio suspirou consigo mesmo, seguindo atrás do homem cavalo que estava mais apressado para resolver aquela situação. O deus do vinho não gostava muito de interagir com os campistas, ele só estava naquela função para cumprir seu castigo, não lidar com adolescentes mortais. Ok, vez ou outra, ele dava uma lição de moral, distribuía algum consolo e, na maior parte, transformava alguém em enfeite para parede ou coisa parecida. Claro, ele poderia ter apenas ficado em seu lugar, entretanto aquela situação despertou sua curiosidade, fazia tempo que não ria como naquele dia.

Quando os dois chegaram, havia um pequeno grupo de 3 pessoas ao redor de uma cama. Tompson estava deitado, com um curativo no rosto, o curandeiro e sua assistente estavam de pé, rindo de alguma coisa e a garota nova, que usava uma jaqueta negra com detalhes azuis e laranja que brilhavam como neon, estava de costas para a entrada.

Porra Tompson, ‘cê teve uma sorte, eu já acertei uma senhora no olho uma vez, quando voltava pra casa depois daquela noit — ela se calou quando notou que seu pequeno público calou-se e encararam  virou-se e só conseguiu proclamar. — Caralho, um pônei de festa, e aí tudo bem? Não lembro da sua cara, ‘cê conhece o grupo do Philbert? Porra, que galera foda! Festejam como uns demônios.

Dionísio franziu o cenho diante o falatório da garota, notou também que ela usava um top branco com a palavra “PINEAPPLE”, usava brincos de abacaxi e estava coberta de pó dourado e purpurina. Além de uma maquiagem bem bolada, rosa e dourada, levemente borrada por lágrimas e suor. Mas não foi o excesso de informações e cores que o fez estranhar, mas a familiaridade daquele rosto, do sorriso dissimulado e, especialmente, dos olhos verdes. Ficou tão atônito que nem percebeu que Quíron já havia resolvido o desentendido sobre os pôneis de festa, e que a garota estava olhando pra ele.

Ah, você é o Dionísio? — ela mordeu os lábios por dentro.
O quê.. Ah sim, sou eu e você é a — ele foi cortado quando ela se aproximou, enfiando a mão num bolsos da jaqueta e tirando de lá uma carta, o envelope era branco e estampado com patinhos de borracha. “Ella”, ele lembrou-se automaticamente, recebendo o envelope.
Relaxa, eu sei de tudo. — voltou a colocar as mãos nos bolsos, voltando o olhar o chão. Detestava ficar sem graça, ainda mais numa situação que não tinha ideia do que fazer... Por isso resolveu ser ela mesma. — É uma péssima hora pra perguntar se eu recebo alguma pensão?

Quíron e os outros campistas esbugalharam os olhos perante o comentário, mas Dionísio conseguiu apenas rir, nada espalhafatoso, apenas um som genuinamente divertido.

Você é definitivamente filha dela. — ele guardou a carta num bolso, voltou-se para a loira, que sorria sem mostrar os dentes. — Bem vinda ao Meio Sangue.

{...}

Ok, talvez nem tão triunfal assim.

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Re: Ficha de Reclamação para Deuses Olimpianos

Mensagem por Eos em Qui 11 Out 2018, 19:03


Avaliação


Charlie Mutt


    Detalhes, Charlie. Apenas um pequeno detalhe me fez reprova-la na hora. Infelizmente é obrigatório aparecer o símbolo do deus progenitor no momento da reclamação e o não aparecimento dele já é motivo suficiente para a reprovação. Sua ficha está ótima em todos os sentidos, apesar de gostar de ter visto um pouco mais de história. Tente novamente na próxima e atente-se ao detalhe da reclamação e a história que é exigida, pelo menos conte um pouco dela.


Reprovada como filha de Dionísio.


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Re: Ficha de Reclamação para Deuses Olimpianos

Mensagem por Charlie Mutt em Qui 11 Out 2018, 22:50



FICHA DE RECLAMAÇÃO
— Por qual deus deseja ser reclamado/ qual criatura deseja ser e por quê?

Dionísio. Estamos falando de vinho, prazeres, teatro e festas, quem não adoraria ser filho dele e ter um passe vip para qualquer farra? Claro que a trama a ser desenvolvida casa harmoniosamente com esta divindade, a personagem é uma verdadeira festeira e adoraria honrar o nome de seu pai em cada cena embriagada que fará.

— Perfil do Personagem (Características Físicas e Características Psicológicas - preferencialmente separadas):

Físicas: Charlie com certeza não é nada se comparada àquelas figuras femininas completamente curvilíneas, que parecem mais uma merda de pista de corrida do que uma mulher real. Nada disso, Charlie tem 1,68 de altura, com longos cabelos loiros que acordam completamente embaraçados pela manhã, olhos verdes que ficam ainda mais lindos quando ela está chapada, peitos e bunda médios, mas firmes e bastante recomendados entre rapazes e gurias. Parece a típica moça da porta ao lado, que pode ser sua fantasia mais divertida, se você der uma chance ao seu sorriso, que é uma armadilha maliciosa – ou uma completa zona, vai saber o que é a preferência da noite. Tem no olhar aquele brilho sapeca, de uma eterna adolescente que sabe como curtir a vida. Tatuagens, piercings e roupas extravagantes, multicoloridas, são sua identidade e seu orgulho. Idade? Ela mente sempre que pode, mas seu rg carimba os 18 anos.

Psicológicas: Charlie é a definição de “a dona da festa”. Animada, agitada, sempre disposta a enfrentar a madrugada com uma garrafa contendo substâncias alcóolicas entre os dedos, um cigarro na orelha e, quem sabe, um entorpecente nos lábios. Teve infância e adolescência agitadas pelo fato da mãe ser uma acompanhante de luxo, que a teve muito jovem, mas cuja relação é mais saudável do que muitos esperariam. A senhora Ella teve uma vida difícil, por isso se virou como pôde, e graças à sua beleza e carisma, acabou conquistando pessoas poderosas e se tornou um nome conhecido na agitada noite de Los Angeles. Dentre esses, quem diria? Até mesmo um deus, de férias e ávido por uma noitada de rei. Quando Ella descobriu a gravidez, prometeu a si mesma que sua filha teria uma vida feliz, enquanto o destino não viesse cobrar o preço. Por isso Charlie é otimista, pronta para o abate e sempre com algum truque na manga para escapar de maiores confusões. Não tem medo de sujar as mãos quando precisa e sempre estará lá por um amigo, ou por uma festa, o que vier primeiro.

— História do Personagem:

Vou deixar para desenvolver conforme evoluir minha personagem, entretanto darei um pequeno aperitivo da chegada triunfal de Charlie no Acampamento Meio Sangue.

{...}

Quíron e Dionísio foram solicitados até a enfermaria, por conta de uma situação bastante peculiar que aconteceu próxima às barreiras do Acampamento que resultou em dois feridos: um vigia e a invasora. Quando o centauro ouviu a história que uma garota apareceu fugindo de uma harpia, achou que fosse ser só mais um dia comum, entretanto...

“Bem, ela estava bêbada e quando o Tompson foi ajudá-la, ela o acertou... Com uma garrafa de cerveja.

O deus do vinho engasgou com um gole do seu refrigerante, enquanto Quíron apenas colocou a mão nas têmporas, massageando-as conforme suspirava, se perguntando que tipo de delinquente teria que lidar agora, era cansativo. Ambos sobreviveram à situação atrapalhada por intervenção de uma filha de Athena que, por acaso, decidiu ler um pouco perto do Pinheiro para se livrar da barulheira do chalé, por isso não houve maiores comoções.

A enfermaria já tinha enfrentado dias mais agitados, por isso era sempre um alívio ver o local pacífico e com poucas, ou quase nenhuma, cama ocupada. Dionísio suspirou consigo mesmo, seguindo atrás do homem cavalo que estava mais apressado para resolver aquela situação. O deus do vinho não gostava muito de interagir com os campistas, ele só estava naquela função para cumprir seu castigo, não lidar com adolescentes mortais. Ok, vez ou outra, ele dava uma lição de moral, distribuía algum consolo e, na maior parte, transformava alguém em enfeite para parede ou coisa parecida. Claro, ele poderia ter apenas ficado em seu lugar, entretanto aquela situação despertou sua curiosidade, fazia tempo que não ria como naquele dia.

Quando os dois chegaram, havia um pequeno grupo de 3 pessoas ao redor de uma cama. Tompson estava deitado, com um curativo no rosto, o curandeiro e sua assistente estavam de pé, rindo de alguma coisa e a garota nova, que usava uma jaqueta negra com detalhes azuis e laranja que brilhavam como neon, estava de costas para a entrada.

Porra Tompson, ‘cê teve uma sorte, eu já acertei uma senhora no olho uma vez, quando voltava pra casa depois daquela noit — ela se calou quando notou que seu pequeno público calou-se e encararam  virou-se e só conseguiu proclamar. — Caralho, um pônei de festa, e aí tudo bem? Não lembro da sua cara, ‘cê conhece o grupo do Philbert? Porra, que galera foda! Festejam como uns demônios.

Dionísio franziu o cenho diante o falatório da garota, notou também que ela usava um top branco com a palavra “PINEAPPLE”, usava brincos de abacaxi e estava coberta de pó dourado e purpurina do mesmo tom. Além de uma maquiagem bem bolada, rosa e dourada, levemente borrada por lágrimas e suor. Mas não foi o excesso de informações e cores que o fez estranhar, mas a familiaridade daquele rosto, do sorriso dissimulado e, especialmente, dos olhos verdes. Ficou tão atônito que nem percebeu que Quíron já havia resolvido o desentendido sobre os pôneis de festa, e que a garota estava olhando pra ele.

Ah, você é o Dionísio? — ela mordeu os lábios por dentro.
O quê.. Ah sim, sou eu e você é a — ele foi cortado quando ela se aproximou, enfiando a mão num bolsos da jaqueta e tirando de lá uma carta, o envelope era branco e estampado com patinhos de borracha. “Ella”, ele lembrou-se automaticamente, recebendo o envelope.
Relaxa, eu sei de tudo. — voltou a colocar as mãos nos bolsos, voltando o olhar o chão. Detestava ficar sem graça, ainda mais numa situação que não tinha ideia do que fazer... Por isso resolveu ser ela mesma. — É uma péssima hora pra perguntar se eu recebo alguma pensão?

Quíron e os outros campistas esbugalharam os olhos perante o comentário, mas Dionísio conseguiu apenas rir, nada espalhafatoso, apenas um som genuinamente divertido que escapou de sua garganta, por pouco menos que alguns segundos.

Você é definitivamente filha dela. — ele guardou a carta num bolso, voltou-se para a loira, que sorria sem mostrar os dentes. — Antes que eu me esqueça, essa maldita burocracia. — estalou os dedos e, num suspirou, girou o corpo para já partir, mas antes olhou sobre o ombro esquerdo, lambeu os lábios secos e, num suspiro finalizado com um meio sorriso disse. —Bem vinda ao Meio-Sangue, Charlie.

Então retomou seu caminho de volta a seu aposento, para poder ler a carta com paciência, bebendo seu refrigerante. Enquanto isso, Charlie suspirou e fez um barulho de estalo com a língua, gostaria de conversar com o pai e entender mais algumas coisas, mas sua mãe a alertara sobre ser petulante diante de um ser imortal, especialmente com Dionísio, que não era um poço de paciência. Virou-se para Quíron e o grupo, dando um sorriso amarelo.

Isso foi melhor do que eu esperava, só não entendi aquela estaladinha e o papo sobre burocracia. É alguma coisa de boa sorte ou algum código estranho entre gregos?
Nada tão complexo, apenas olhe para cima. – disse a assistente do curandeiro, apontando para alguma coisa.

Charlie olhou e ficou surpresa de ver uma espécie de cajado iluminado sobre si, flutuando fantasmagoricamente. Bizarro? Bem, ela precisava se acostumar com essas loucuras não é?

Que diabo é isso?
O tirso, símbolo de Dionísio. Agora você foi oficialmente reconhecida, aos olhos dos deuses e, infelizmente, dos monstros, mas aqui dentro das barreiras eles não são uma preocupação. Bem vinda ao Meio Sangue, senhorita Charlie. – disse o centauro, usando de um tom pacífico que normalmente funcionava bem com novatos.
Ótimo... Sempre bom saber que eu faço parte de um novo cardápio. — sentiu um frio na barriga, desde o incidente que praticamente obrigou sua mãe a contar toda a verdade sobre o lado da família do pai, Charlie não pregou os olhos direito durante as noites, e até teve alguns pesadelos, ansiosa pela nova vida que teria. Seria divertida? Seria perigosa? Bem, talvez, mas ela não queria pensar naquilo por enquanto. Por isso respirou fundo, mordeu o lábio inferior e decidiu que era melhor fazer logo a pergunta que estava na sua cabeça há dias. —Agora eu posso pegar vinho de graça em qualquer lugar do mundo?

{...}

Ok, talvez nem tão triunfal assim.

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Re: Ficha de Reclamação para Deuses Olimpianos

Mensagem por 144-ExStaff em Sex 12 Out 2018, 16:49


Avaliação


Charlie Mutt


    Temos mais uma Bêbada e festeira no fórum, simplesmente amei a personalidade de sua personagem, conforme seu pequeno deslize foi reparado, como citado no post de Eos. Boa sorte semideusa e parabéns pela reclamação.

Aprovada como filha de Dionísio.
item de reclamação padrão
recompensa de 100 xp


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Re: Ficha de Reclamação para Deuses Olimpianos

Mensagem por Aaron Memphis em Sab 13 Out 2018, 00:11


FICHA DE RECLAMAÇÃO
— Por qual deus deseja ser reclamado/ qual criatura deseja ser e por quê?
Desejo ser um semideus prole de Ares pelo simples motivo, a guerra movimenta o mundo, querendo ou não, ou é para causar uma ou para evitar a mesma.
— Perfil do Personagem (Características Físicas e Características Psicológicas - preferencialmente separadas):
Físico Os olhos azuis do semideus sempre foram o maior marco de seu rosto, um azul tão profundo que é como se estivesse no ponto mais alto do céu, na divisa entre a Terra e o infinito. O cabelo claro do rapaz veio como uma herança de sua mãe, fazendo uma bela parceria com os olhos e músculos do seu pai, com 18 anos já demonstra um físico totalmente diferente dos demais.
[/b]
Psicológico Dizer para um filho de Ares o que fazer é a mesma coisa que pedir que o mesmo faça tudo ao contrário. O semideus tem suas emoções carregadas ao máximo, amor, ódio e  repulsa. Sempre tomado de forma arrebatadora por todos os tipos delas. Impiedoso com inimigos,  e extremamente inteligente em combate, sempre buscando o caminho mais contundente para o inimigo.

Você pode bater nele, xingá-lo, humilhá-lo, mas jamais ataque alguém que ele ama, seja com palavras ou fisicamente, sentirá a ira da prole da guerra que jamais deixa um alvo fugir, não sem as devidas punições.


— História do Personagem:
Um grito suprimido, sangue escorrendo e vidro explodindo em milhões de pedaços. Um início verão extremamente animador para a jovem prole de Ares. Com apenas 12 anos encontrava-se deitado no chão, com uma faca em sua garganta, prestes a morrer pelas mãos de um desconhecido.

(7 dias antes)

Aaron tinha recebido de sua mãe, uma lutadora de MMA famosa, uma viagem de férias para Long Island, a felicidade no rosto do garoto era espantosa, visto que jamais fora visto assim, sempre fechado e birrento, arrumando briga por qualquer coisa. Muitos diziam que ele era temperamental por causa do exemplo de sua mãe, tirava notas baixas na escola, mas ainda assim tinha uma inteligência para jogos de estratégia fora do normal, xadrez era sua área,  o que era aquele garoto?

Sua viagem foi tranquila. Tirando claro o fato de um homem encará-lo durante todo o caminho. Incomodado com a situação, mas sem querer ser preso, Aaron apenas fechou-se em seu canto e esperou até o ônibus  chegar ao destino, para que pudesse  resolver qualquer assunto pendenteCaminhou entre a multidão de pessoas que iam todos os dias para a ilha de NY em busca de suas férias perfeitas, mas não encontrou o homem que o encarava, bom, não era para ser dessa vez, não é mesmo?

A natureza chamava, sua vontade de ir ao banheiro  cresceu e ele não tinha porque segurar.  Correu o mais rápido possível, ao entrar no banheiro foi ao reservado mais próximo e aliviou o que estava matando-o. Para a surpresa do rapaz ao sair do reservado, um extintor amassou seu peito, graças aos deuses não tinha sido em sua cabeça. Caiu sentado no vaso sem entender absolutamente nada do que estava acontecendo.

( Se pudesse colocar uma trilha sonora nesse fato, com toda certeza seria My Chemical Romance- Teenagers)

O homem do ônibus que tinha observado o semideus durante toda a viagem estava ali, com um sorriso malévolo em seu rosto. Soltou o extintor no chão e segurou Aaron pela camisa, atirando ele contra as paredes de vidro dos reservados, quebrando no mínimo umas 4. Um grito suprimido pela mão na boca de Aaron quase fora ouvido de fora do banheiro, ele ainda não estava entendendo nada, só que a raiva começava a borbulhar em seu interior. Ele amava a sensação, um combate primordial, entre dois fanáticos, daria um belo espetáculo.

Enquanto o semideus tentava levantar-se, o outro chegou chutando  o seu peito, fazendo com que o mesmo ficasse jogado no chão, desnorteado foi então que o agressor sacou uma faca de sua cintura, e se aproximou da garganta de Aaron. Memphis segurava o pulso do careca evitando que sua garganta fosse violada por uma lâmina reluzente e afiada. Foi então que o homem colocou tudo a perder.

— Sua mãe, aquela puta, perdeu a última luta, eu apostei tudo nela!  — o sangue de Aaron incendiou de uma forma inesperada, suas mãos torceram o pulso do outro, fazendo com que o mesmo soltasse a faca. Um chute no peito foi o suficiente para diminuir de forma significante a distância entre os dois — Então, você é do tipo que chama a mãe dos outros de puta? — replicou o semideus enquanto se levantava, fez uma breve limpeza em suas roupas (o que restava delas) antes de avançar na direção do mal educado.

O apostador fracassado desferiu um cruzado com a canhota, mas nada aconteceu.  Um simples desvio com o rosto foi suficiente para dar a vantagem para o semideus, um gancho para começar o frenesi,  seguido  de um chute cruzado no joelho e um gancho de esquerda, o careca agora estava desnorteado. Mas pelo visto isso não iria impedir dele atacar, avançou tropeçando, acertando no peito do filho de Ares, que em resposta segurou seu braço aplicando um 'ipon-seoi-nage', jogando-o por cima de uma privada que virou cacos de cerâmica devido ao impacto.

Ele levantou para um segundo round, mas agora não tinha a menor chance, ter colocado o jovem em defensiva foi um golpe de sorte. Um avanço do mais novo, desferindo diversos socos enquanto sua visão só dava um alvo, o inimigo, jamais tinha sentindo toda aquela adrenalina era divertido e prazeroso, ele queria mais e mais, mas uma pena que o mortal caiu desmaiado bem antes da satisfação total.

O banheiro estava destruído, ao menos 4 reservados, e uma privada a água da privada encharcava o chão, o silêncio absoluto tomou a pequena peça da rodoviária. Aaron não conseguia entender o que tinha acontecido, mas ele tinha gostado, seus punhos tremiam devido ao esforço e também porque seu corpo gritava de felicidade.

Foi então que ele se viu no espelho, um símbolo pairava sobre sua cabeça.  Duas lanças cruzadas, ele não sabia o  que estava acontecendo mas estava achando o máximo. Foi então que um homem bode irrompeu a porta, parecendo desesperado.
— Então Quíron estava certo! Um f...filho de Ares, pelos deuses! — ele bateu a perna/pata no chão, nervoso — Você é filho de Anna Memphis? — a partir daquele momento  a vida do rapaz jamais seria a mesma .
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Re: Ficha de Reclamação para Deuses Olimpianos

Mensagem por Dionísio em Sab 13 Out 2018, 18:06




Avaliação —  Aaron Memphis




Olá Aaron, seja bem-vindo! Cara, personagem interessante, aquele típico ariano mesmo, do tipo que a gente sabe que vai brigar, muitas vezes, e por todos os motivos justos (na cabeça dele). Gostaria mesmo de ver esse personagem em mais batalhas! Contudo, jovem, preciso fazer apontamentos, dolorosos pra mim, de alguns detalhes que deixaram sua ficha um pouco menos legal.

Esses apontamentos não são grandes erros, ou gravíssimos, mas são bastante frequentes e todos eles juntos dão um aspecto pouco organizado para a história, além de fazer com que a leitura se torne um pouco incômoda na leitura. Vou citar alguns deles, para tornar isso mais claro, ok?

@Aaron Memphis escreveu:"O semideus tem suas emoções carregadas ao máximo, amor, ódio e  repulsa. Sempre tomado de forma arrebatadora por todos os tipos delas. Impiedoso com inimigos,  e extremamente inteligente em combate, sempre buscando o caminho mais contundente para o inimigo." — Partes sublinhadas com duplo espaçamento (isso ocorreu mais vezes). A vírgula, desta mesma parte, não existiria nesse caso.

"Um início verão extremamente animador para a jovem prole de Ares." — Algum gato comeu algumas palavras.

"Aaron tinha recebido de sua mãe, uma lutadora de MMA famosa, uma viagem de férias para Long Island, a felicidade no rosto do garoto era espantosa, visto que jamais fora visto assim, sempre fechado e birrento, arrumando briga por qualquer coisa." — A frase sublinhada seria terminada com um ponto final, começando a próxima então com letra maiúscula "A felicidade...".

"(...) o outro chegou chutando  o seu peito, fazendo com que o mesmo ficasse jogado no chão, desnorteado foi então que o agressor sacou uma faca de sua cintura, e se aproximou da garganta de Aaron." — Espaçamento duplo na primeira situação. A segunda situação trata-se da necessidade de um ponto final depois de "desnorteado", pois está iniciando uma nova frase. Ficaria: "fazendo com que o mesmo ficasse jogado no chão, desnorteado. Foi então que..."

Aaron, gostaria de saber ainda quão machucado seu personagem ficou, após atravessar quatro paredes de vidro. Esta é uma questão de coerência e, portanto, poderia aparecer. O combate foi cinematográfico, bonito, mas com todos esses detalhes de destruição, também seria legal ter o sangue narrado.

Por fim, eu quero dizer que sua ficha está legal, típica, mas que precisa de uma revisada antes de ser aceita. São erros pequenos que ocupam seu texto com alguma frequência, tenho certeza que podes corrigi-los com uma lida ou duas. Entenda esses apontamentos como uma forma de melhorar e logo será o novo filho de Ares, ok? Te vejo logo mais, certo?
Boa sorte, semideus!

Resultado


Reprovado como filho de Ares;



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Re: Ficha de Reclamação para Deuses Olimpianos

Mensagem por Allie C. Jones em Qua 17 Out 2018, 00:56


FICHA DE RECLAMAÇÃO
— Por qual deus deseja ser reclamado/ qual criatura deseja ser e por quê?

Ares, por conta da personalidade e história da personagem que serão melhor descritas em sua história.

— Perfil do Personagem (Características Físicas e Características Psicológicas - preferencialmente separadas):
Características físicas: Allie tem olhos verde-oliva e cabelos castanhos enrolados na altura dos ombros, que vivem presos em uma trança ou um rabo de cavalo. Nunca ligou muito para sua aparência, o que fez com que se descuidasse e desenvolvesse várias sardas por conta do sol. Sua pele é clara com um leve - bem leve - bronzeado. É relativamente alta, 1,75m e pesa cerca de 85kg por ser corpulenta e levemente musculosa por conta dos esportes que praticava na escola.

Características psicológicas: Allie adora mandar nas pessoas ou obrigar que eles a obedeçam. Tem duas coisas que ela não suporta nem de longe: falsidade e gracinha. Além disso, ela pode ser bem manipuladora quando quer. Quem a vê pela primeira vez, acha que ela não está para brincadeira - e ela realmente não está - e só pela cara fechada, já sabe que é uma pessoa de poucos amigos. Um pouco violenta e bruta, por conta de toda sua bagagem de vida, mas quem a conhece de verdade sabe que ela é uma ótima pessoa e está sempre disposta a ajudar os outros. Esconde seus sentimentos reais 90% do tempo e não liga para o que os outros pensam dela. Lá no fundo, tem sentimentos lindos que poderiam ser compartilhados, mas é muito orgulhosa e tem uma reputação a manter.

— História do Personagem:

- Repete o que você falou, idiota! – bradou Allie no corredor do colégio, já com o punho levantado para desferir um soco na cara do menino que a havia importunado. O menino ficou pálido na hora e não pensou duas vezes em sair correndo.
Assim que ele se distanciou, Allie bateu o armário dela com toda a força possível, que não era pouca, já que ela a melhor atleta do time de handball e luta-livre. Amelia, sua melhor - e talvez única amiga - estava ao seu lado tentando acalmar mais um dos vários ataques de nervos que Allie havia tido nas últimas semanas.

- Allie, pelo bem da sua saúde, você não pode aceitar esse tipo de provocação, você sabe que ele só faz isso pra te irritar!

A menina sempre foi pavio curto. Durante toda a vida, ela precisou se virar e amadureceu muito rápido, pois foi criada apenas pela mãe, Giorgia, que nunca lhe deu a devida atenção. Era muito claro que Giorgia guardava um certo rancor do pai de Allie, que as deixou antes da criança nascer, e descontava essa raiva na filha, que, segundo palavras dela: "era muito parecida com o energúmeno".
Logo que nasceu, as duas ainda moravam no estado do Maine, mas por conta do comportamento inadequado e os problemas que a filha causou em várias escolas e cidades por que passaram, elas tiveram que recomeçar 8 vezes, até chegarem a Morristown, uma pequena cidade no estado de Nova Jersey. Giorgia prometeu a Allie que aquela seria a última vez que mudariam e que se algo acontecesse novamente, ela deixaria a filha e ia viver a vida que ela nunca pode ter.

- Amélia, eu juro por Deus, que se esse menino mexer comigo mais uma vez, eu vou fazer ele perder o rumo de onde ele está. Quem ele pensa que é pra falar de mim desse jeito?

Allie era uma menina diferente das outras da sua turma. Já começava por seu TDAH e dislexia, que a fez repetir duas vezes, fazendo com que ela fosse dois anos mais velha que as meninas do nono ano. Além disso, seu estilo era totalmente o oposto das patricinhas que infernizavam a sua vida já que ela só usava roupas pretas, coturno e estava sempre com delineador e batom escuro. Seu biotipo também não ajudava muito: por conta dos esportes - a única coisa que seus problemas não a atrapalhavam de fazer - era corpulenta, musculosa, muito alta e portanto, um pouco desajeitada e então, todos os meninos adoravam fazer graça e falar coisas desagradáveis. Ela jurava que não ligava, mas não sabia se conter quando algum "otário", como ela chamava todos os meninos da escola, vinha mexer com ela.
Era mais um dia normal no Nottingham High School e ela e Amelia se dirigiam para o treino de handball depois da aula. Mesmo a amiga estando ao seu lado, Allie não era muito de conversa, e gostava de se preparar para os treinos ouvindo sua playlist de rock preferida. Era o único gênero musical que ela conseguia ouvir. Podia ser hard rock, punk rock, pop rock, mas tinha que ter rock ali.
Quando chegou na quadra, descobriu a professora falando que algumas meninas de um colégio vizinho iriam treinar com as alunas da Nottingham naquele dia, por conta de uma inundação na quadra da escola.

- Pessoal, essas são as alunas da Morristown High e elas irão jogar com a gente hoje. Já que temos a oportunidade, vamos tratar isso como um amistoso e não um treino, então joguem pra valer.

Allie não sabia dizer claramente, mas sentia que alguma coisa estava errada com três das meninas, que não haviam parado de encará-la desde que entrou no ginásio. Ela encarou de volta, com os olhos pegando fogo e uma das meninas desviou o olhar e cochichou no ouvido da que estava ao seu lado.
“Pronto, mais gente imbecil pra lidar com gracinha nessa escola agora. Eu vou acabar com elas.” – pensou Allie.
Quando todas estavam prontas, a treinadora apitou e o jogo começou pra valer. As meninas do outro colégio agiam com certa violência e ao acertar Allie com uma cotovelada, a menina entendeu que o que elas queriam era briga. O jogo se desenrolou com muitas faltas e desfalque nos times, já que, com o embate entre Allie e o trio, acabou resultando em alguns pequenos ferimentos.
Ao ouvir o apito final, todas foram aos vestiários e não contente com o desenrolar do jogo, Allie colocou uma das meninas contra a parede, a segurando pela gola da camiseta.

- Quem você pensa que é pra chegar numa escola que não é sua e agir desse jeito, como se fosse dona daqui?

A menina, com muita calma, tranquilidade e com olhar de desdém, tirou o braço de Allie de seu pescoço, fazendo uma força descomunal que Allie jamais havia visto na vida.

- Querida, você não tem nem ideia de quem eu sou. Senão, não estaria falando assim comigo.

Essa frase foi a gota d’água. O sangue subiu para o rosto de Allie e ela ficou vermelha como um pimentão. Seus olhos saltaram para fora e com apenas um grito, ela jogou a menina para fora do vestiário, já que estavam perto da porta. A estranha, se levantou do chão e por um momento, Allie teve a impressão de que ela praticamente flutuou em sua direção. “Acho que estou vendo coisas, só posso estar vendo coisas”, pensou ela.
Então, em um golpe, Allie foi arrastada para fora da escola, pela porta do ginásio, até o estacionamento, onde foi atirada no chão de uma altura considerável. No momento que atingiu o solo, percebeu que aquilo que antes era uma menina aparentando 16 anos, se tornou um monstro horrível que pairava sobre sua cabeça.
Uma aglomeração começou a se formar do lado de fora para presenciar a briga e depois de levar mais uma surra, Allie entendeu que se quisesse sair dali pelo menos, teria que lutar à altura. Assim que a coisa pousou no chão, ela correu e desferiu um golpe em seu rosto, que a deixou um pouco desnorteada, mas se recuperou em questão de instantes.
O demônio correu em direção a Allie novamente, e a menina, mesmo confusa, não tinha medo. Muito pelo contrário, se sentia mais viva do que nunca. Começou a correr de encontro com o ser e assim que se encontraram, Allie a derrubou e ficou em cima de suas pernas por tempo suficiente para que pudesse olhar claramente o que era aquilo.
A criatura tinha um rosto humano, porém monstruoso, sua pele parecia escamas de inseto e seus olhos eram de um vermelho vivo apavorante. Perdida em seu devaneio, ouviu um grito ao longe e sentiu uma mão tentando lhe entregar alguma coisa. Era Amélia, com um pedaço de madeira pontiagudo.
Os sons a sua volta, que pareciam zunidos, voltaram com tudo e a única coisa que Allie conseguiu ouviu foi sua amiga gritando para que ela cravasse a madeira no peito da coisa. E sem pestanejar, Allie o fez. Assim que sentiu aquele pequeno pedaço de madeira sendo enfiado no monstro, ela viu tudo ser reduzido a pó. Ao olhar em volta, todos olhavam perplexos ao que havia acabado de acontecer, tentando entender o que viram ali. E sinceramente, nem Allie sabia.
Amelia pegou Allie por baixo do braço e tentou carregá-la para longe, sem muito sucesso, já que a menina pesava muito. Assim, abaixou perto do ouvido dela e disse muito calmamente, mas em um tom apavorante.

- Allie, escuta. A gente tem que sair daqui. Esse lugar é muito perigoso agora que te acharam.
- Me acharam de onde, Amelia? O que está acontecendo?
- No caminho eu explico. Só vamos.

E assim, as duas partiram rumo a um lugar que Allie nem imaginara o que era. Durante a viagem turbulenta de trem de Morristown para Long Island, e sempre atentas a um possível ataque, Amelia explicou para Allie que ela não era uma pessoa comum. Tudo aquilo que havia sofrido durante sua vida, se tratava de uma adaptação ao mundo que ela realmente pertencia: o mundo dos Deuses. Allie era uma meio-sangue.
Mas, apesar de todo o cansaço e stress, a semideusa se sentia mais viva do que nunca. A adrenalina que corria em suas veias a mantia acordada e pronta para qualquer luta. As peças em sua cabeça começaram a se encaixar pouco a pouco e ela ficou animada com a ideia, mesmo Amelia lhe dizendo que nem tudo eram flores naquele mundo.
Apesar de toda cautela, a viagem não trouxa mais batalhas para as duas meninas que corriam buscar abrigo no único lugar seguro para pessoas como elas. Assim que ultrapassaram a barreira, Amelia caiu no de joelhos como se não aguentasse mais e Allie foi recebida por alguns campistas que estavam por perto.
Ao contrário da recepção calorosa que ela esperava receber, todos olhavam para ela como se fosse uma alienígena. Ela olhou para Amelia, que apontou para cima de sua cabeça, onde um símbolo iluminado em vermelho vivo flutuava:

- Allie, isso é muito raro. Seu pai te reclamou no momento que entrou aqui.
- Meu pai?
- Sim. Bem-vinda, Allie, filha de Ares, deus das guerras.

E assim, Allie sentiu que tinha toda uma vida nova pela frente e finalmente havia encontrado o lugar a que realmente pertencia.

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Re: Ficha de Reclamação para Deuses Olimpianos

Mensagem por Yoil em Qua 17 Out 2018, 12:19


FICHA DE RECLAMAÇÃO
— Por qual deus deseja ser reclamado/ qual criatura deseja ser e por quê?

Apolo, queria ser filha de Euterpe, mas não sendo possível a Musa da música como mãe, vai o Deus da música mesmo. Tenho certeza que é uma ótima razão e nem todos filhos amam seus pais(risos).

— Perfil da Personagem - Traços físicos:

Sun-mi Yoil é uma jovem com traços coreanos, um pele alva ligeiramente acastanhada em contraste com lábios róseos de um tom vívido, quase rubro, olhos negros e vibrantes como um eclipse solar, altivos e expressivos e um nariz desenhado, arredondado e para sua etnia um tamanho suavemente acima do médio.

A cor de seu cabelo, dourada em sua essência pelos traços de seu pai está em constante mudança, a cantora em ascensão escolhe seus traços como o tamanho e a sua cor conforme o trabalho em que está empenhada, seja um clip ou um filme.

Seu físico, apesar de uma estatura mediana de um metro e sessenta e três centímetros, tem formas bem marcadas por suas práticas em dança e hobby como arqueira olímpica, que requerem de si um trabalho em ginásios esportivos fechados para que consiga uma resolução mais efetiva e condução adequada de todos seus afazeres sem prejudicar sua saúde.

Sua expressão facial quase sempre é um sorriso ou algo de rigor leve, como uma brincadeira ou careta, transparecendo assim um humor e carismas positivos que elevem sua imagem, assim como também trás seu caráter que condiz com este aspecto à tona.

— Perfil da Personagem - Traços psicológicos:

Esportiva e alegre, uma garota ativa em vários aspectos dificilmente vê-se a jovem de dezenove anos parada e sem estar executando alguma de suas tarefas pré-determinadas por si a mesma. Com um rotina de ensaios bem aplicada e também treinos de arco e flecha que servem para que alivie seus estresse do dia a dia profissional de cantora - que apesar de prazer, também é uma responsabilidade.

Não se envolve em muitos romances, isto por sua carreira e também por sua sexualidade não estar muito clara para si própria, a falta de interesse ou, a não percepção de alguma vez já ter se apaixonado traz a si as dúvidas deste assunto, mas, também a beneficiam de certa forma.

Em casa gosta de relaxar no colo de sua mãe, ou, de sua amiga e também prima entre divindades, se é que pode chamar-se assim uma filha de Afrodite, ganhando um bom cafuné. Não apega-se muito ao fato de ser filha de Apolo, ou, de possuir deste alguns dons, apenas não nega que talvez seus dons e hobbys sejam heranças do mesmo e agradece indiretamente os usando a seu favor.

— História do Personagem:

Imprópria a afirmação de que todos semi-deuses nasceram de paixões desenfreadas entre deuses e humanos, ou, possuem histórias trágicas que os levaram até aquele ponto em questão em que uma criança foi culminada. Em casos, o ocorrido pode acontecer apenas porque os envolvidos queriam um pouco de prazer e por pura atração física. De certa forma, este é o caso de Sun-mi Yoil.

Aos vinte de anos de sua juventude, sua mãe, Sun-mi Kali, também cantora e apaixonada por um brasileiro com quem fez uma parceria musical, teria sua oportunidade de viver aquele romance também instigado por suas produtoras, ao fazer uma turnê pelo país de origem dele como seu primeiro ato solo.

Tudo estaria perfeito, as condições ideais para que conseguisse sua satisfação profissional e pessoal em concomitância, isto, até descobrir por acaso que as coisas na prática não iam tão bem. Um romance armado, apenas pela mídia e em que seu parceiro, sequer tinha interesse na mesma, na verdade, preferia não ter que se envolver com ela quando tantas mulheres mais bonitas estavam a sua disposição.

Não poderia dizer que estava arrasada, arrependida de ter aprendido português para conversar melhor com ele? Talvez. Mas o que mais estaria sobre si era uma estranha apatia e o tédio de sair dali sem o que buscava, sentando em um beco qualquer e pensando o quanto, apesar de contra seus ideais, aquele homem ainda continuava bonito e seu desejo ainda existia.

Neste exato momento que um homem loiro com uma idade próxima a sua passaria por ali, caminhando tranquilamente, observando-a e afirmando que a mesma era bela e ele também cabia em tal contexto. Sem pensar muito, encarando a possibilidade de usar aquela língua, a mesma respondia, "tá afim de transar?". Desta forma, Yoil foi trazida ao mundo, como antes explícito, nem todos semi deuses tem histórias de nascimento comoventes, aconteceu apenas, de aquele homem ser Apolo.

Anos se passaram, Kali estaria de volta a Coréia quando o homem apareceu novamente em suas vidas, através de uma amiga da garota que vivia apenas com seu pai. Quando questionada, a mesma afirmou para Yoil que sua mãe era Afrodite, apesar de pensar em algumas cantadas de baixo intelecto, apenas interessou-se e pediu para conhecê-la se possível. Quando apresentada a tal deusa a notícia foi lhe dada, ela era filha de Apolo.

Isso lhe fez pensar sobre seu talento para o canto, integrante da banda Girls Night(sim, isso é um trocadilho), além de seu amor pelo arco. Mas tudo se concretizava quando após solicitado ali o tal pai aparecia, um homem loiro e belo e que, por sua forma, era bastante justificável sua mãe ainda naqueles dias com uma conduta digna de ser filha de Afrodite também, o que não era, ter a concebido.

O homem lhe explicava que os tempos estavam difíceis e que muitos confrontos ocorreram para que nunca tenha visto a mesma, famosa conversa fiada que ninguém acredita, apenas respondida com um "claro pai, to sabendo", presenteada com o que lhe cabia por ser filha do mesmo e um pedido em aditivo, que a mesma atue como tal e participasse ativamente como semi deusa junto a sua prima.

Precisava de um tempo, voltando a sua residência para conversar sobre tudo, sua mãe havia saído, segundo a mesma, relembrando os bons tempos e me fazia lembrar que o tal pai desaparecido também disse que tinha um compromisso com o passado mais tarde, o resto, prefiro não imaginar. Dobradinha? Quem sabe vem um irmão daí. Deitaria no colo da garota e com seu cafuné pensando sobre tudo recente, não havia lugar melhor e seguindo aquela jornada, estaríamos juntas dali, observação final, prima não é parente então... vou guardar os comentários sobre esta ser filha de Afrodite.

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Re: Ficha de Reclamação para Deuses Olimpianos

Mensagem por Éris em Qua 17 Out 2018, 13:10




Avaliação


Allie C. Jones

Allie, olá. O progenitor escolhido requer uma avaliação de critérios comuns, ou seja, não tão rígidos, portanto alguns erros serão relevados, contanto que não estejam em excesso.

Começando pelas descrições e pelo motivo que escolheu seu genitor: Você foi curta e direta. Gosto disso. Não enrolou para dizer como ou quem és, e isso é de se admirar, apesar de gostar de detalhes, achei suas descrições bastante boas.

Sua narração: Ela começa com alguns defeitos que me incomodam muito, repetição de palavras e falta de releitura. Tudo o que escrevemos que vá ser postado e avaliado deve ser relido, com essa simples atitude você já elimina 50% dos erros de coerência e ortografia básica, coisa que você claramente não fez. Você repete muito o seu nome, no primeiro parágrafo foram 3 vezes, algo que poderia ser facilmente evitado com o uso de “a menina”, “a jovem”, “Jones”, etc.

Devido a tanta repetição boba de palavra seu texto se torna massante e cansativo para quem lê. Mesmo que seja uma avaliação pouco rigorosa, os erros estão gritantes e incomodam demais. Sinto muito.


Resultado


Reprovada como filha de Ares;

Sun-mi Yoil

Yoil, olá. Sua ficha requer uma avaliação de rigorosidade comum, portanto erros bobos que não estejam em quantidade absurda serão relevados.

Tanto o motivo para ter escolhido o genitor quanto as descrições são bons. Existem alguns erros de coerência aqui e ali que uma rápida releitura teria resolvido, e portanto vou relevar. Mas é interessante que fique de olho nesses detalhes, afinal, eles empobrecem seu texto.

Apesar de algumas falhas de falta de leitura e ortografia incorreta, sua história é um tanto confusa, a forma como a narra a deixa bastante difícil de compreender. Por exemplo, nesta parte:


Yuil escreveu:“Quando questionada, a mesma afirmou para Yoil que sua mãe era Afrodite [...]”
“Quando apresentada a tal deusa a notícia foi lhe dada, ela era filha de Apolo.”

Ambos os trechos - mesmo com o conteúdo entre eles - dá a entender que sua personagem seria filha de Afrodite e Apolo. Desta forma, tornaria ela uma deusa, não uma semideusa. Porém, decidi ignorar essa incoerência absurda e continuar lendo sua narração para ver onde terminaria. Mais tarde finalmente você deixa explícito que sua mãe é uma semideusa filha de Afrodite.

Esquecendo os detalhes já citados e mesmo levando em consideração a baixa rigorosidade com que sua ficha deve ser avaliada, ainda sim achei pouco. Sua narração está fraca, não demonstra muita criatividade ou que tenha se dedicado para escreve-la. Não me inspira uma aprovação. Lamento.


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Reprovada como filha de Apolo;


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Re: Ficha de Reclamação para Deuses Olimpianos

Mensagem por Yoil em Qua 17 Out 2018, 13:35

Não sei se posso colocar aqui assim, mas a filha de Afrodite em questão é a prima, avaliaram tão rápido que não deu tempo de ela postar a ficha compartilhada com a minha, o que não é ruim, mas fui bem clara em chamá-la de prima por ela ser filha de afrodite e a minha de Apolo e se eu tenho que falar qual deus escolhi, ta lá na escolha, Apolo, não afrodite. Isto sem considera que sua mãe chama Sun-mi Kali, também na historia no primeiro parágrafo.
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Re: Ficha de Reclamação para Deuses Olimpianos

Mensagem por 147-ExStaff em Qua 17 Out 2018, 13:54




Réplica


Sun-mi Yoil

Querida, por mais que a Avaliação da Éris esteja equivocada com relação ao seu progenitor, sua ficha seria recusada de qualquer maneira, visto que seu nome não cumpre as regras estabelecidas pelo fórum. Você pode pedir a alteração do seu nome aqui, e conhecer as regras delas! Mas não desista! Boa sorte na próxima!


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Re: Ficha de Reclamação para Deuses Olimpianos

Mensagem por Chun-hee em Qua 17 Out 2018, 16:51


   
FICHA DE RECLAMAÇÃO
— Por qual deus deseja ser reclamado/ qual criatura deseja ser e por quê?

   Afrodite. Eu não tinha uma pretensão iminente, contudo, a minha única certeza era de que minha personagem deveria ser reconhecida por ser extremamente linda. A deusa do amor, do desejo, e da tão ansiada beleza. Há outros deuses com tal característica evidente, porém a primeira olimpiana se encaixou com a evolução que pretendo para Chun-hee: uma verdadeira femme fatale. Além de combinar com o cunho narrativo que buscarei trazer através da personalidade da garota.

   — Perfil do Personagem:

   Traços Físicos. Chun-hee é uma garota dotada de uma beleza exuberante advinda de sua progenitora. Procedente da etnia coreana, por parte de seu pai, a garota possui traços semelhante aos de seus conterrâneos, com o detalhe de que a garota é basicamente o retrato da perfeição do padrão de beleza coreano. Olhos grandes e expressivos, levemente puxados, de pálpebras duplas, e íris de um castanho que de tão escuro é quase negro. Pele clara, alva, pálida, porém ainda com um rubor naturalmente rosado de suas bochechas e de seus lábios de contorno delicado. Nariz pequeno, ligeiramente empinado e fino, tão delicado que parece ter sido esculpido. Cabelo grande, na altura da cintura, dotado de fios intensamente lisos, sedosos e brilho apreciável, de tom tão escuro quanto o de seus olhos. Porte físico naturalmente atlético, aquela magreza de silhueta invejável juntamente com as curvas sensuais. A garota, apesar da pouca idade, 19 anos, já suporta toda essa aparência deslumbrante, com a sua estatura de 1,70m e pesando 50kg.

  Traços Psicológicos. Ela é vaidosa, deslumbrante, comunicativa e procura estar sempre impecável assim como um reflexo dos traços de sua aparência. Chun-hee é bastante perfeccionista, e procura deixar tudo organizado e de forma clara para seu entendimento. Naturalmente sedutora, comumente atrai os olhares ao seu redor, mas não se deixa constranger por isso, pelo contrário, a garota tira proveito como puder de quem a fita em seu olhar. Seja através de um sorriso bobo, ou um gesto aparentemente despretensioso ao dedilhar seus cabelos, ela está ciente do que faz e como isso pode refletir nas pessoas ao seu redor. Talvez possa ser classificada como uma alpinista social. Mas apesar de ter esse viés manipulador, a filha de Afrodite tem boas pretensões e é verdadeira para com aqueles que ela desenvolveu uma afetividade sincera, e não se priva desses acontecimentos. A sua sedução é apenas uma arma a mais em seu arsenal, a qual a meio-sangue sabe bem como usar. E muito mais do que um rostinho bonito, Chun-hee conta com uma boa inteligência, inclusive estratégica, mas principalmente perceptiva.

   — História do Personagem:

   Foi em uma típica noite de festa em Gangnam, uma das áreas mais ricas de Seul, a capital da Coreia do Sul. Um homem charmoso e influente da cidade procurava espairecer-se do seu cotidiano de negócios, e justo naquela noite encontrou a mulher mais bela com quem já se deitou em toda a sua vida. Ela o encantou, roubou o seu fôlego e prendeu a sua atenção através do seu olhar. Nunca foi tão instigado em toda a sua vida, muito menos sentiu-se sob os pés de uma mulher daquela maneira. Tão poderoso, tão requerido, mas perto dela, ele pareceu perder todo o seu valor. A perdição não deixou rastros no dia seguinte, não procurou encontrá-lo durante um ano. Todavia, com o passar desse tempo, eis que esse mesmo homem recebeu uma visita ilustre em sua cobertura: era ela, a mesma mulher que o seduziu, aquela com quem ele sonhava todas as noites. Mas, não estava sozinha, trazia consigo um bebê em seus braços. Eles permaneceram por alguns meses juntos, e devido àquela beleza sem igual, ele nem ao menos ousou questionar a progenitura da criança, a qual tão bela quanto, já considerava ser sua filha. Tudo parecia ir bem, até que a mulher desapareceu por mais um vez.

   Park Chun-hee veio dessa união repentina, e cresceu sem a sua mãe. Seu pai sempre deu carinho e atenção na medida do possível, pois um homem de negócios sempre teve uma vida muito conturbada e seu tempo quase sempre esgotado. Apesar dos pesares, a garota sabe aproveitar bem os momentos que tem com o seu pai, e claramente não o culpa pela sua falta de tempo. Seus únicos questionamentos eram acerca do paradeiro de sua mãe. O que, logo logo foi explicado. Ao perceber que a filha destacava-se cada vez mais rápido na cidade, devido a sua beleza deslumbrante, o pai de Chun-hee resolveu contar a ela a verdade por trás de sua mãe: foi então quando tudo ficou mais claro. Filha de Afrodite, uma das deuses mais famosas da mitologia grega. A garota poderia ter ficado triste, confusa, extasiada, mas pelo contrário, ela se agarrou em seus favorecimentos e decidiu tirar proveito de seus dotes.

   Levada pelo desejo de usufruir do que a vida pode lhe dar, decidiu tornar-se uma k-idol. Lá encontrava outras mais que tinham o sonho de serem aclamadas pela fama. Não foi uma tarefa difícil, visto que um dos requisitos já cumpria: sua aparência invejável tornava-a atraente para qualquer agência. Pouco a pouco todos queriam ver seu rosto estampados em revistas e notícias. Contudo, isso não foi o mais relevante em sua carreira. Mediante as outras k-idols, Chun-hee encontrou uma velha amiga, a qual além de bela tinha um grande talento musical. Foi um reencontro com bastante ternura. Muito acontecia em pouco tempo, e após um dia comum de audições em uma agência, a bela garota recebeu a célebre visita de uma mulher estonteante. Esperta, ela já sabia que era sua mãe. Chun-hee não chorou, não teve raiva nem nada do tipo, apenas olhou com um olhar complacente para os nítidos reflexos de perfeição do rosto de sua mãe. Sorriu com bastante carisma na mesma medida que a palavra mãe foi citada por seus lábios, de forma firme e alegre, em tom sereno e resplandecente. Afrodite a recebeu com um abraço e lhe deu livre-passe para vê-la novamente.

   Pouco tempo depois do encontro de sua mãe, após alguns questionamentos daquela sua amiga, a garota acabou contando para ela que era filha de Afrodite. E então, Chun-hee resolveu apresentar a amiga à sua mãe, através do livre-passe que lhe foi ofertado em seu encontro. Ambas foram pegas de surpresa, pois sua amiga também era uma semi-deusa, no caso, filha de Apolo. Logo, o exímio talento musical dela estava explicado, tal dom só poderia ser advindo de uma divindade. De tal maneira, as garotas voltaram para suas casa, provavelmente pensando em como seguiriam suas vidas.
   
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Re: Ficha de Reclamação para Deuses Olimpianos

Mensagem por Hades em Qua 17 Out 2018, 21:24


Avaliação — Chun-hee


Olá, Chun-hee. Referente aos critérios de avaliação gerais do fórum, não tenho reclamações a fazer. Você escreve bem (provavelmente já sabe disso) e não há erros de ortografia, estrutura ou coesão que eu veja necessidade de pontuar. Quanto a coerência, me chama atenção que Afrodite tenha tanto interesse em uma de suas filhas. Não que isso seja impossível, mas os deuses não costumam se envolver muito na vida de seus filhos. Mas algo me diz que você já sabe disso e que tem respostas para as minhas perguntas planejadas para o futuro de sua trama. O que me leva a reprová-la aqui é a falta do "momento da reclamação". Ele acontece quando o símbolo de Afrodite surge brilhando sobre a sua cabeça. Sendo essa uma "ficha de reclamação", peço que você edite a história inserindo esse ponto importante. Ficarei feliz em aprová-la assim que as alterações forem feitas. Sua história é interessante e se afasta bastante do padrão ocidental que eu costumo ver por aqui. Espero ter o prazer de ler mais sobre ela no futuro.


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Reprovada como filha de Afrodite






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Re: Ficha de Reclamação para Deuses Olimpianos

Mensagem por Harriet C. Fitzgerald em Seg 22 Out 2018, 01:28


FICHA DE RECLAMAÇÃO
— Por qual deus deseja ser reclamado/ qual criatura deseja ser e por quê?

Atena, não existe um motivo especifico a cerca da escolha.

— Perfil do Personagem (Características Físicas e Características Psicológicas - preferencialmente separadas):

Características Físicas: Harriet possui longos fios de cabelo castanhos, um sorriso sempre desenhado entre os lábios e um olhar convicto e decidido. Não é realmente alta mas seu corpo esguio lhe permite possuir curvas presente em boa parte das adolescentes, suas finas sobrancelhas levemente arqueadas lhe dão um ar de arrogância, enquanto sua pele alva salienta todas suas outras características como, principalmente seus olhos. Não possuí qualquer tipo de marca no corpo como tatuagens ou cicatrizes e suas vestimentas sempre são tendenciosas a cores neutras.

Características Psicológicas: Uma pessoa teimosa e convicta em sempre ter razão. Adora lidar com problemas que lhe gerem desafios e que me te desafiem a superar limites, entretanto só os fazem quando tem realmente um interesse ingênuo por trás da atividade. Corajosa e proativa sempre está dentro de tudo que lhe propõem, gosta de sempre estar no foco das atenções e se puder sempre na liderança para que assim tenha garantias que as coisas sigam o fluxo que deseja. Harriet apesar de todas suas qualidades possui sérios problemas em lidar com pessoas e principalmente assumir relacionamentos, os sentimentos parecem ser diversas vezes mais complexos para ela do que para o resto do mundo e se tornar uma boa pessoa parece um desafio árduo para a garota que infelizmente não enxerga a possibilidade de tratar seres humanos como números e estatísticas, mostrando-se ter um caminho longo e complexo para evoluir.    

— História do Personagem:

—Quer saber, eu estou de saco de cheio dessas suas regrinhas estúpidas e desse seu hálito de bêbado, sim essa casa é sua, então pode enfia-la bem no meio do seu — A frase parou por ali com o estrondar da porta contra seu batente, a vizinhança era notificada que Harriet e o pai tinham discutido mais uma vez, talvez a décima na semana e a terceira do dia, a garota de cabelos castanhos e seu progenitor nunca tiverem um bom relacionamento e bate boca como esse se tornaram cada vez mais comuns com o passar dos anos, o homem, Zachary, havia-a 'criado' só e a pequena cresceu sem a presença da mãe o que levou muitos a utilizarem tal fato para justificar o modo de agir da Fitzgerald que também nunca facilitou a vida do pai como educador, as reclamações e ligações por parte da escola se tornaram constantes, Harriet era tida como um símbolo de confusão não apenas em uma instituição de ensino, mas sim em todas pela qual havia passado, afinal, cedo ou tarde sempre era convidada a mudar-se o quanto antes. Zachary nunca foi um exemplo para a filha, irresponsável, desempregado e com sérios problemas envolvendo bebida alcoólica, sua função como responsável legal fora completamente negligenciada por seu estilo de vida, aos poucos a garota diminuía suas frequências nas aulas evitando matérias específicas das quais considerava não serem um desafio que valesse seu tempo e esforço, e por mais que tentasse absorver as informações passadas, no segundo posterior sua mente divagava com o voar de uma mosca, não é nem mesmo necessário citar que suas notas sempre foram aquém e sua presença dentro da sala fosse mal vista.

Apesar de tudo isso a jovem nunca havia se envolvido com problemas grandes, sim, uma confusão ou outra sempre aparecia, era como se atraísse a desordem apenas por existir, um imã de transtornos. Seus passos naquela manhã lhe locomoviam lentamente pela calçada, o céu não apresentava nuvem alguma permitindo que o sol expusesse ao máximo seus raios que confortavelmente aqueciam a branca pele da morena que um tanto desolada caminhava sem rumo, nada em mãos ou nos bolsos e uma enorme vontade de nunca mais ter de atravessar aquela porta já tão castigada pela sua brutalidade diária, mordiscava seu lábio inferior contendo a raiva que lhe assumia no momento, não compreendia o quão poderia ser tão azarada na vida para nem mesmo ter uma família da qual pudesse se orgulhar. Seus olhos enchiam-se de lágrimas mas antes que pudesse chorar percebeu um carro aproximar-se da guia e diminuir a velocidade para acompanhar seus passos —Hey, Hella, lembra de mim? — O vidro abaixou-se revelando uma figura ruiva em seu interior com um sorriso bobo nos lábios, se tratava de Jon, um garoto da escola que de cabelos encaracolados de cor de ferrugem que havia cismado com a garota desde sempre, ela nunca o tratou com gentileza e nem o tinha como amigo, mas isso parecia não incomoda-lo já que sempre que possuía a chance de se aproximar e efetuar uma abordagem, ele o fazia. Como resposta apenas o ofereceu um rolar de olhos e o cruzar de braços, porém a indiferença nunca fora uma arma contra 'Jon, O Insistente';

—Sabe, recentemente eu tirei minha carteira de motorista e meu pai me deixou dirigir o seu possante, show né?! — Talvez, o ponto a favor do garoto fosse seu jeito de levar as coisas, claramente aquele Del Rey caindo aos pedaços não poderia ser chamado de possante em hipótese alguma, mas aos olhos esverdeados de Jon aquilo era uma máquina —Então, eu estava dando uma volta, sabe, e pensei em fazer uma pequena viagenzinha, Long Island, conhece? — Sua voz empregava uma entonação tosca que tentava parecer galante, mas o fazia soar como um idiota —Não está afim de ir comigo? — Subitamente a garota interrompeu seus passos o que pegou o motorista de surpresa já que o mesmo bruscamente freou o carro e levou sua testa ao volante de forma sútil, mas ainda sim vergonhosamente tentou disfarçar o ocorrido mas a essa altura Hella já estava ao seu lado no banco do passageiro —Tudo bem, eu preciso mesmo me ocupar um pouco, não quero voltar para casa tão cedo...—  Citou com indiferença voltando toda sua atenção à paisagem pela janela, suas mãos juntaram-se e brincavam com os dedos e seu olhar baixo deixava uma fácil leitura para o garoto que sua acompanhante não estava em um bom dia, e talvez numa ato de bom senso calou-se pelo resto da viagem apenas limitando-se a comentar alguma coisa ou outra mas nada que engatasse uma conversa real. O trajeto fora tranquilo - apesar de jurar que aquele ferro-velho engataria no meio da estrada -, e a garota pode até mesmo se dar o luxo de adormecer em uma parte do percurso, era bem verdade que não conhecia Jon o suficiente para entrar em um carro com o mesmo e sair por ai, mas qualquer coisa era melhor do que voltar e reviver a mesma cena daquele velho embriagado, adormecido no sofá envolto de inúmeras latinhas com o brilho da televisão como única fonte luminosa do cómodo.

—Hella, acorde. Chegamos — Despertou com as palavras e o chacoalhar, olhou em volta ainda um pouco 'desligada' e não pode perceber muita coisa ao seu redor —Onde estamos? Não tem nada por aqui — Questionou, e de fato estava certa, não havia nada por ali que justificasse tal viagem a menos que o objetivo fosse contemplar o nada —Não se preocupe, tenho uma surpresa para você, acho que até vai gostar, mas tem que confiar em mim, tudo bem? —  Ainda sonolenta e apenas concordou com um movimento com a cabeça, desceu do carro e bateu sua porta com a típica força imposta sobre tal item —Desculpe — Disse ao notar o espanto do garoto com tamanha violência, logo acomodou-se ao seu lado e iniciou uma caminhada que parecia os conduzir para lugar nenhum, com o olhar fixo para o ponto futuro a mesma ironicamente iniciou uma fala —Eu sempre te tratei com tanto desdém, porque ainda insiste em ser legal comigo? — Seus olhos sempre mantinham-se focados caminho e antes que pudesse obter uma resposta voltava a falar, talvez, impondo ali o que viria a ser um monologo —Eu só causo problemas, as pessoas me evitam por isso e eu aprendi a estar sozinha, você deve ter algum tipo de problema por tentar se aproximar de mim, nem mesmo meu pai me quer por perto —  Suas palavras apesar de carregadas de algumas 'farpas' também eram acompanhadas por sentimentos que seu coração talvez nunca tivesse a oportunidade de expressar —Eu não faço as coisas que faço de propósito e ainda as pessoas querem vir aplicar psicologia em minha vida dizendo que sou desse jeito por que nunca tive mãe, eles que vão tomar no meio do — Nesse instante, Jon deu um pequeno grito como se quisesse interromper o que viria a seguir —De fato sua vida não é nada fácil, mas acho que você pode lidar com problemas maiores que esse, aposto que eles vão aparecer — Completou com um pequeno soco no ombro da menor, com um sorriso falso a garota voltou a tomar o controle da resenha —É isso que tem pra dizer? Que as coisas apenas vão piorar, você é um péssimo conselheiro, se isso é que é ter amigos eu prefiro continuar sozinha

A conversa estendeu-se e aos poucos a garota sentia-se confortável em abrir um pouco de espaço para que outras pessoas entrassem. Os passos pararam e Jon fitou a garota ao seu lado de cima a baixo, mais uma vez aquele sorriso estúpido se colocava no meio de seus lábios o que apenas a deixava sem graça perante a situação que montava ali —O que foi, to cagada?! — Perguntou de forma agressiva, o que fez o jovem ruivo se colocar a rir —Não, não é isso. É apenas coisa minha. Na verdade acho que já posso te revelar a surpresa — Um silêncio tomou-se no mesmo instante, o sol já se punha e o ambiente alaranjado deixava tudo mais impactante —Vai parecer loucura, mas ouça com atenção — Uma sobrancelha foi arqueada por parte da menor —Eu sou um sátiro — Disse levando a mão ao peito —E você é uma semi-deusa — Completou pousando a mesma mão sob os ombros da garota —Você não tem uma mãe porque ela é uma deusa, e seu pai é um babaca porque sim — Novamente colou-se a rir —É normal que semi-deuses tenham problemas nessa fase, é uma puberdade muitas vezes mais complicada mas posso te afirmar que... — Jon calou-se, Harriet já o havia interrompido para contestar toda aquela ideia —Você não quer que eu acredite mesmo nisso né? Deuses, sátiros, você tem que parar de andar com aqueles seus amigos estranhos viciados em Senhor dos Anéis, okay?! E não leva muito a sério esse negócio de D&D, tá te deixando louco, eu hein, que conversa de doido — Girou sob os próprios calcanhares e se dirigia em direção ao carro, mas antes disso sentiu seu punho ser agarrado —Não é brincadeira, posso te provar, é só vir comigo. Já que disse que não quer voltar para casa tão cedo acho que ainda temos tempo, vamos

O olhar estreito carregado de estranhamento por parte de Harriet para com Jon durou boa parte do percurso, a desconfiança que pairou no ambiente depois da última troca de palavras havia permanecido e deixado o clima um tanto quanto pesado, o garoto com certeza havia notado o contexto em que estava mas como sempre não se deixava incomodar, pelo contrário, tirava proveito da situação para mostrar sua típica maneira de levar a vida, de forma leve e descontraída —Que cara é essa? Acho bom você não ter nada contra satíros — Mais uma vez a resposta foi o virar de olhos, a jovem tinha tantas perguntas a serem feitas que não sabia por onde começar, não estava convencida de toda aquela história mas desejava tanto que fosse a verdade, tudo finalmente faria sentido e sua vida passaria a não ser um desastre completo, porém era como se agarrar ao nada, em sua mente tudo soava tão fantasioso que chegava a ser ridículo acreditar em tais palavras —Se você é um sátiro, porque se parece como um humano? — Uma gargalhada pode ser ouvida por parte do ruivo que deixava clara sua intenção de irrita-la com seu modo de agir —Perspicaz minha jovem, mas tudo será revelado aos poucos, é um mundo novo do qual você terá tempo para descobrir — Sua mão gesticulava paciência, o que apenas serviu para emburrar a Fitzgerald que cruzou os braços e fechou o rosto.

O caminho se tornou um subida e antes que pudesse notar algumas árvores apareciam no ambiente, os pés de ambos estavam sobre uma colina que guiava-os sempre à frente, Jon sempre mantinha um ou dois passos a frente deixando-a com seu pouco bom humor para trás apenas tendo de segui-lo, para todo caso, seu ceticismo ainda mantinha-se tão forte quanto suas palavras de baixo calão. O dito satiro cessou seus passos e virou-se fitando a garota por um momento, levou seu indicador da destra até os lábios num sinal claro que solicitava silêncio e descrição, Harriet juntou as sobrancelhas em estranhamento e seguiu com as órbes o mesmo dedo apontar para cima, mais precisamente nos galhos da árvore e em meio as folhas podia-se notar alguma coisa, a pouca luz que restava apenas deixava a vista poucos detalhes que eram insuficientes para concretizar qualquer coisa, mas espantosamente uma causa revelou-se causando o despencar de várias folhas —Isso é um...?! — Sussurrou a menina —Dragão?! Sim, mas vamos ignora-lo por enquanto, está dormindo, temos coisas tão legais quanto no acampamento, você vai ver — A empolgação de Jon era contagiante e a menina deixava-se levar pela extravagancia do garoto que a puxou pela mão, ao atravessarem a árvore que acomodava a criatura o cenário transformou-se e do alto pode-se ter a visão de uma local que só poderia ser o tal acampamento.

—Seja bem-vinda ao Acampamento Meio-Sangue — Gritou o garoto com os braços abertos e seu típico riso incontido —Está vendo, é aqui que pessoas como você se reúnem para poderem aumentar drasticamente suas chances de sobrevivência, a maioria dos semi-deuses sequer tem a chance de chegar aqui já que são constantemente atacados por monstros, você não imagina a sorte que teve por não termos de lidar com nada do tipo em nosso caminho — Naquele instante a jovem parecia ter a cabeça em outro lugar, seus olhos fixaram na imagem do acampamento que emanava luzes e sem que percebe-se lágrimas escorriam por seus olhos, atravessando suas bochechas rosadas para por fim sumirem no fim do desenho de seu rosto, se aquilo era um sonho desejava nunca mais ser acordada, finalmente as coisas pareciam tomar um rumo e seu futuro deixava de ser uma incógnita para ser quase uma certeza, sim, ela viveria o dia de amanhã;

[...]

Minutos mais tarde a garota se encontrava num chale um tanto quanto desgastado pelo tempo, algumas pinturas gravadas em sua parede mal podiam ser vistas já que as cores por muito já desbotadas não permitiam, o caminho até lá fora fascinante, a garota presenciou com seus próprios olhos a veracidade do que lhe fora dito mais cedo, adolescentes tão jovens quanto ela lutavam em uma arena - e não poupavam esforços na atividade -, carregavam em mãos armas afiadas e todos os presentes tinham em comum a roupagem, camisetas laranjas com um desenho em negro em seu meio com os dizeres 'Camp Half-Blood', mas talvez o mais surpreendente de tudo fora seu encontro com o centauro, Quiron, quando seus olhos encontraram tal criatura sua garganta fechou-se, era enorme e não sabia como reagir àquilo, havia sido tão embaraçoso que no presente momento era quase impossível não sentir vergonha; O som de cascos anunciaram sua presença mais uma vez e ao revelar-se, Jon que a acompanhava imediatamente retirou-se mas não sem antes dar o sinal de positivo com o polegar —Você deve ter muitas dúvidas — Disse o centauro —Eu sou o responsável pelo acampamento e você agora faz parte dele, sei que precisa de respostas mas vou focar no principal, devemos descobrir quem é seu progenitor — Houve uma pausa —Faremos isso ainda hoje, vamos todos nos reunir em volta da fogueira e assim a verdade será revelada não só para você mas a todos que se encontram na mesma situação, prepare-se. Aqui dentro temos algumas roupas do acampamento para você, vista-se e nos encontre depois, tudo bem? — Tudo que Harriet pode fazer foi concordar com um singelo 'sim'

[...]

Harriet estava pronta, havia se livrado de suas antigas roupas dando lugar a camiseta laranja, uma calça jeans e um par de tênis brancos, olhou-se no espelho e permitiu-se sorrir, não lembrava da última vez que se sentia tão aliviada, feliz; Passava os dedos pelos seus fios castanhos pensando em como seriam as coisas dali para frente, se daria bem os demais campistas? Quem seria sua mãe? Balançou a cabeça afim de desvencilhar sua cabeça de tais pensamentos e concentrou-se em seguir as instruções de Quiron, até que as roupas caíram bem em seu corpo, pelo menos sentia-se bem consigo mesma e no fim era isso que importava.

Saiu do chalé junto a outras pessoas que assim como ela estavam ansiosos para serem reclamados mas diferente de alguns não puxou conversa ou começou um possível inicio de alguma amizade, estava mais tímida do que jamais pensou que fosse e seus braços cruzados talvez não dessem o espaço para que qualquer um sentisse a vontade para se aproximar, caminhou sempre alguns passos atrás do pelotão que corria a frente até que chegassem a praia, cada um acomodou-se em volta da fogueira sentando nos diversos troncos que eram espalhados em volta do fogaréu e ela como todos também o fez, do outro lado pode ver o satiro em pé por trás de alguns campistas que conversavam e riam, se limitou a acenar para ele, logo o centauro apareceu tomando a palavra e atenção de todos —Um lugar seguro — disse ele —O único lugar seguro para pessoas como vocês, o Acampamento Meio-Sangue — Suspirou —Muitos de vocês já passam dos doze anos e estranhamente ainda não foram reclamados, mas está noite isso muda — Um sorriso surgiu, talvez pela primeira vez na presença dela jovem —Precisamos fazer com que nossos recém-chegados se sintam bem-vindos — Disse Quíron lançando um olhar para Jon —Cada um terá um guia que lhes mostrará o acampamento, isso depois de serem reclamados;

—Alguém pode me dizer o que quer dizer ser reclamado? — Balbuciou um garoto no meio dos campistas, estes que deram um passo atrás num primeiro momento, o garoto imaginou ter feito algo errado ao notar que o rosto de todos estavam banhados em uma estranha luz vermelha, como se alguém tivesse ascendido uma tocha por trás dele, pairando no alto de sua cabeça havia uma resplandecente imagem holográfica: um martelo flamejante —Isso — disse Jon —É ser reclamado. — O garoto virou-se de costas para o mar, depois olhou para cima e soltou um grito —Meu cabelo tá pegando fogo? — Ele se abaixava mas o símbolo o acompanhava, subindo e descendo como se quisesse escrever algo com as chamas em sua cabeça —Você acaba de ser reclamado por Hefesto meu jovem — O martelo desapareceu, mas o menino continuava se esquivando com medo que a coisa continuasse o perseguindo; Após ele muitos outros vieram e cada um deles seguiu junto ao um guia para dentro do acampamento até que chegasse a vez de Harriet, quando o brilho surgiu sob sua cabeça sua respiração travou e os poucos que restavam cochichavam uns com os outros até que Jon gritou —Atena, sua mãe é Atena — palmas solitárias foram dadas por parte do garoto de cabelos encaracolados que logo as cessou —Jon... — Disse Quiron contendo a empolgação do sátiro —Muito bem, filha de Atena, um campista experiente irá acompanha-la pelo acampamento e te apresentar o Chale número 6.

[...]

PS: Mudança de nome já solicitada.

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Harriet C. Fitzgerald
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Re: Ficha de Reclamação para Deuses Olimpianos

Mensagem por 147-ExStaff em Seg 22 Out 2018, 10:58


Avaliação — Harriet C. Fitzgerald


Hello dear!
Sua escrita é boa. É detalhada, se expressa por si só e tem todos os requisitos necessários para ter um bom desenvolvimento. Mas ela tem umas falhinhas, facilmente corrigíveis, que acaba deixando um pouco a desejar. O tamanho das suas frases e, consequentemente, seus parágrafos.

@Harriet C. Fitzgerald escreveu: A frase parou por ali com o estrondar da porta contra seu batente, a vizinhança era notificada que Harriet e o pai tinham discutido mais uma vez, talvez a décima na semana e a terceira do dia, a garota de cabelos castanhos e seu progenitor nunca tiverem um bom relacionamento e bate boca como esse se tornaram cada vez mais comuns com o passar dos anos, o homem, Zachary, havia-a 'criado' só e a pequena cresceu sem a presença da mãe o que levou muitos a utilizarem tal fato para justificar o modo de agir da Fitzgerald que também nunca facilitou a vida do pai como educador, as reclamações e ligações por parte da escola se tornaram constantes, Harriet era tida como um símbolo de confusão não apenas em uma instituição de ensino, mas sim em todas pela qual havia passado, afinal, cedo ou tarde sempre era convidada a mudar-se o quanto antes. Zachary nunca foi um exemplo para a filha, irresponsável, desempregado e com sérios problemas envolvendo bebida alcoólica, sua função como responsável legal fora completamente negligenciada por seu estilo de vida, aos poucos a garota diminuía suas frequências nas aulas evitando matérias específicas das quais considerava não serem um desafio que valesse seu tempo e esforço, e por mais que tentasse absorver as informações passadas, no segundo posterior sua mente divagava com o voar de uma mosca, não é nem mesmo necessário citar que suas notas sempre foram aquém e sua presença dentro da sala fosse mal vista.

Você poderia usar a mesma estrutura, mas pontuando melhor a narração. Por exemplo:

Psiquê escreveu:A frase parou por ali com o estrondar da porta contra seu batente; a vizinhança era notificada que Harriet e o pai tinham discutido mais uma vez, talvez a décima na semana e a terceira do dia. A garota de cabelos castanhos e seu progenitor nunca tiverem um bom relacionamento e discussões como essa se tornaram cada vez mais comuns com o passar dos anos.
O homem, Zachary, havia-a 'criado' só e a pequena cresceu sem a presença materna, o que levou muitos a utilizarem tal fato para justificar o modo de agir da Fitzgerald, que nunca facilitou a vida do pai como educador. As reclamações e ligações por parte da escola se tornaram constantes, Harriet era tida como um símbolo de confusão não apenas em uma instituição de ensino, mas sim em todas pela qual havia passado, afinal, cedo ou tarde sempre era convidada a mudar-se o quanto antes.
Zachary nunca foi um exemplo para a filha. Irresponsável, desempregado e com sérios problemas envolvendo bebida alcoólica, sua função como tutor legal fora completamente negligenciada por seu estilo de vida. Aos poucos a garota diminuía suas frequências nas aulas evitando matérias específicas das quais considerava não serem um desafio que valesse seu tempo e esforço, e – por mais que tentasse absorver as informações passadas –, no segundo posterior sua mente divagava com o voar de uma mosca. Não é nem mesmo necessário citar que suas notas sempre foram aquém e sua presença dentro da sala fosse mal vista.

Se fosse uma ficha para um deus comum, eu teria a aprovado sem nem pensar sobre o assunto, mas como é para Athena, vou ter que reprová-la. Não desista!

Resultado

Reprovada como filha de Athena






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Re: Ficha de Reclamação para Deuses Olimpianos

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