A vida de escolhas

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A vida de escolhas

Mensagem por Mike Ross em Dom 30 Set 2018, 18:37

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Mike Ross
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Re: A vida de escolhas

Mensagem por Mike Ross em Dom 30 Set 2018, 23:00



MikeRoss

You got me

Estava afastado do AMS há um bom tempo. Minha vida particular tinha se tornado tão movimentada nos negócios que estava esquecendo-me de como era ser um semideus, mesmo que mantivesse uma rotina de treinos constantes, só que treinos não eram divertidos. Sentado na sacada de minha casa eu observava a bela vista que me proporcionava,  quando um arrepio percorreu o meu corpo, e uma voz sibilou em minha mente ''Não se esqueceu de mim, né?''.

Olhei para todos os lados, a verdade é que aquilo tirou meu sossego, eu reconhecia a voz, mas será que era quem eu pensava? Lembrei-me vagamente de minha reunião com Hera em meus sonhos, me lembro que tinha uma dívida indireta com ela, afinal ela salvou minha família e vida apenas com uma provocação. Um dia eu a encontraria pessoalmente para poder pagá-la.

(...)

Após jantar e tomar um longo banho deitei-me na cama, olhando para o lustre de cristal que pairava no teto do quarto. O tempo parecia não passar, ser um jovem empresário e bilionário era algo meio tedioso, às vezes tinha vontade de largar tudo com meus avós e eliminar alguns seres ruins da equação.  Ao pegar no sono, me vi novamente naquela ilha de 4 anos atrás, Hera novamente parada em minha frente, com aquele sorriso recorrente e lindo, mas algo estava diferente, ela parecia estar aflita com algo e apenas acenou com a mão para que eu a seguisse.

Enquanto adentrávamos em meio a floresta, vendo animais sagrados por toda parte, eu pensava em várias coisas que traziam péssimos sentimentos minha mente, mas não era hora de questionar, apenas acompanhar.

—Pare de pensar, Mike, está cheirando mal já— a deusa riu baixo, quase em deboche, esse ar cotidiano me assustou por um momento, por que uma deusa iria ser tão casual comigo, um semideus que nem aparecia mais no Acampamento?

—Senhora, o que estamos fazendo aqui? — indaguei ao ser atingido no rosto por um galho, limpei o rosto com as costas da destra, no exato momento que a floresta acabou, parando abaixo de uma árvore, a deusa olhou para mim e acenou indicando para sentar-me à mesa com ela, que se serviu de chá em uma xícara.

—Então, Mike, como tem sido a vida fora do Acampamento? — perguntou em tom seco, como se tivesse rasgando meu corpo com as palavras, nesse momento me senti um traidor, alguém detestável —A..ahn Tem sido ótima... — ela semicerrou os olhos, notando a leve obscuridade na verdade — Quer dizer... Tem sido um tédio, eu não aguento mais ser normal, treinar todos os dias sem poder subjugar ninguém, sem poder colocar ordem no mundo...

Bufei de certa forma estava irritado, queria muito ter uma atividade de justiceiro, mas as pessoas não pareciam levar filhos de Hermes muito a sério, mesmo que eu fosse bem diferente dos demais, meus irmãos e irmãs me causavam um certo problema. Me servi de chá com a permissão da rainha do Olimpo, enquanto ela analisava cada aspecto meu, e isso estava me dando agonia, no entanto mantive a compostura, os ricaços de Wall Street também eram assustadores, eu estava bem treinado.

Eu chamei você aqui, porque temos assuntos pendentes, lembre-se que está vivo hoje porque dei uma ''mãozinha'', meu pombinho — sorriu para mim, igual Rosalia, mamãe, fazia por um momento segurei um soluço, lembrando que tudo aconteceu por causa de dinheiro, apenas assenti com a cabeça, ouvindo mais uma vez o sermão da deusa — Sim senhora, eu tenho uma dívida, e pretendo pagá-la, tens minha total gratidão, mesmo que não valha nada para uma deusa— suspirei, olhando nos olhos de Hera, no momento que notei, ela estava mesmo nervosa.

—Você terá a oportunidade, é um preço bem simples na verdade— ela balançou a mão e uma adaga prateada apareceu sobre a mesa, olhou para Mike e arqueou a sobrancelha dando a entender o que queria ver-me fazer  — Isso é um sonho, eu não vou me machucar—  peguei a adaga e senti o peso que a mesma tinha, parecia exatamente — Tem certeza que isto é apenas um sonho, senhor Ross? — a deusa sorriu ladina e piscou para mim.

—É um preço simples, eu salvei várias vidas, agora eu quero uma, toda sua família por somente a sua vida, o que acha? — senti um novo arrepio percorrer meu corpo, fazendo-me testar a adaga na palma da mão, e para minha surpresa, eu senti dor e o sangue quente escorreu ao cortar o palmo da mão, o silêncio se fez presente novamente, querendo ou não eu queria pagar e esta era a oportunidade.

—Bom, só não me jogue em uma sarjeta, por favor— elevei a adaga até a altura da cabeça a frente do corpo e cravei-a em direção ao meu coração, nesse momento senti um tipo de energia  diferente fluir em cada célula viva minha, o mundo começou a girar em uma velocidade que me trouxe vertigem e a dor não tinha surgido ainda,  será que morrer era tão diferente assim?

Enquanto me debatia no chão, sendo inundado por algo que não esperava, não sabia se tinha morrido ou se estava dando algo errado com o ritual de sacrifício, minha cabeça estava confusa, eu estava confuso, tudo aquilo me deixava extremamente atrapalhado, pela primeira vez na vida.

Alguns segundos se passaram e a deusa pediu que eu me levantasse — Então você segue a risca a sua palavra a ponto de tirar a própria vida— ela mexeu um pouco o chá e acenou para que me sentasse, eu não estava entendendo mais nada naquilo, que loucura tava acontecendo ali?

—Eu disse que queria uma vida, não uma morte, você vai servir a mim como o homem que leva a minha palavra e do Olimpo para as linhas de frente, provavelmente será o meu arauto — sorriu agora me entregando uma espada, cravejada com sementes de Romã, um sentimento de felicidade rondava o meu corpo, mesmo que eu tivesse sido feito de bobo, mais uma vez a deusa me trazia de volta para o mundo, me dando uma chance de ser quem eu realmente sou — Seja bem vindo, Mike Ross.

—Obrigado, minha senhora — nesse exato momento eu acordei em minha cama, o corpo suado e uma cicatriz na palma da mão, então tudo fora real, eu seria um arauto? Como assim?




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Re: A vida de escolhas

Mensagem por Éris em Qua 03 Out 2018, 00:11


Avaliação



Sua narração flui de forma muito rápida. Não existe um desenvolvimento de detalhes que poderiam tornar seu texto mais rico e cativante, sem ser massante. Não precisa ocultar informações ou descrever as cenas de forma apressada para que diminuir o tamanho, as vezes vale mais um texto grande e bem escrito do que um pequeno. Apesar disto e de como você tende a repetir palavras - encontrei vários "deusa" em um curto espaço - sem necessidade e que podem ser substituídas por sinônimos, tem coerência. Não é como se os acontecimentos ficassem desconexos, existe uma certa cronologia neles.  Sua gramática é muito boa para quem narra em primeira pessoa, gostei disto, parabéns.

Resultado

Negado como seguidor de Hera;
Recompensa: 330xp;






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Re: A vida de escolhas

Mensagem por Mike Ross em Qua 10 Out 2018, 01:12



MikeRoss

You got me

O começo de tudo

Somos frutos de nossas escolhas,  se você não aceita isso  é porque a hipocrisia cerca o seu ser. Minha vida sempre foi mais fácil do que as de outros semideuses, mas não quer dizer que foi menos dolorosa, ou feliz.  Eu escolhi o caminho da justiça, a qualquer preço e modo e isso ninguém irá tirar de mim: Somos frutos de nossas próprias escolhas.

O Acampamento Meio-Sangue sempre foi o lar dos semideuses, humanos com todos os tipos de inclinação: Bons, maus, neutros, leais. Mas nunca foram punidos da forma apropriada,  isso me deixava possesso, quantos semideuses tinham perdido a vida por causa de traidores? Quantas famílias, namoradas e irmãos ficaram sozinhos por culpa do desgoverno do Olimpo?
Mais um caso de traição ocorrido no AMS, uma informação abafada dos outros semideuses para que o ''clima não ficasse pesado demais''. Ao chegar na Casa Grande Quíron encontrava-se jogando xadrez com o Sr D. fiz uma breve saudação pedindo licença para adentrar à sala.

— Com licença Sr D, mestre Quíron. Creio que fui chamado para uma missão, foi o oráculo? — questionei ambos os imortais e notei um sorriso de desdém do deus que tomava uma diet coke — Senhor Michaels, que honra vê-lo, mas infelizmente não poderei ficar para a festinha— o deus sumiu ao terminar de falar, deixando o aroma de uvas na sala era um ótimo poder, não poderia negar.

Mas como sempre errando o meu nome.

— Então senhor Ross, sente-se, vamos jogar — o centauro estendeu a mão para a cadeira agora vaga, não recusei o convide e sentei-me para o embate — Então, tivemos alguns problemas no Acampamento, um semideus roubou armas de nosso arsenal. Eu mandei uma equipe para fazê-lo retornar, no entanto continuo sem respostas.

Fiquei em silêncio durante alguns lances — Então o senhor me chamou para limpar a sujeira?  Xeque — o velho deixou uma tosse escapar, entregando seu ponto de pressão, eu não me negaria em fazer mais um favor para ele, mas meu medo era que tipo de missão receberia —

Mais ou menos isso, Mike. Quero que você vá atrás dele, porém preciso do mesmo com vida, quero entender o motivo de ele ter cometido tal ato — suspirei com a frase do centauro — Entendido senhor, mais alguma coisa?

Ele passou um papel onde uma localização estava escrita, foi o último local onde as pessoas que o seguiram marcaram. Gravei a localização em minha mente enquanto começava a planejar minha rota, a menos complicada o possível, essas pessoas poderiam estar em risco.

— Irei fazer. Ah, e xeque-mate — sorri para o meu ''professor'' e me retirei da sala, iria passar no chalé de Hermes, para pegar algumas coisas que me poderiam ser úteis na viagem.  Minha cama estava uma bagunça como sempre, não dei muito ibope para a bagunça geral, meus irmãos eram pessoas boas mas extremamente chatos, só iria arrumar uma discussão em vão.

Néctar e Ambrósia foram levados em minha mochila, estar preparado para um ferimento grave era o mínimo que eu podia fazer.

(Vozes)

O galpão era cerca de 10km do Acampamento, seria uma distância onde eu deveria ser o mais furtivo possível, não queria embates desnecessários com monstros famintos. Metade do caminho foi tranquilo até demais, mas nem todos podem ser felizes para sempre não é? Quando me encontrei em um bosque apenas pude ouvir um rosnado antes de conseguir colocar a mão em minha adaga.

O choque em meu ombro direito fora mais pesado do que eu esperava, a enorme boca do lobo (totalmente diferente de um normal) que me atacou só estava sendo evitada por causa de minha adaga. Segurava com todas as forças o pescoço dele, mas não aguentaria por muito tempo, precisava de uma saída.

''Puta vida, como eu saio disso?''

Pensei por mais alguns segundos, até que o lobo deu a janela que eu precisava. Estava segurando o pescoço do mesmo com os dois braços, foi então que decidi colocar apenas meu  destro com a função. Em um movimento rápido apoiei o pescoço do lobo com meu antebraço, a distância entre meu rosto e sua mandíbula diminuiu, mas eu tinha uma saída, era chance única.

Afastei o braço esquerdo do corpo e retornei com o cotovelo virando para dentro, desferindo uma série de golpes nas juntas da pata dele. O lobo hesitou com a dor, agilmente segurei a adaga com a canhota e desferi um golpe no peito dele, tentando encontrar o coração. O lobo começou a se desfazer em pó, eu não conseguia raciocinar direito, apenas estava perplexo com um monstro que jamais tinha visto antes.

Ele não era dos mais fortes, mas extremamente silencioso, por pouco eu saí vivo dessa. Era hora de continuar a caminhada, não de ficar analisando monstros com fatores técnicos e teorias, deixaria isso para os filhos de Athena. Agora era hora de meu avanço, só por ter sido atacado por algo diferente do comum meus sentidos ficaram todos em alerta máximo, o que poderia ter acontecido com meus amigos do AMS?

''Isso aqui ta fedendo demais, Quíron anda escondendo algo de mim.''

O resto de meu caminho foi mais suave. Finalmente o sonhado galpão surgiu em minha visão, mas desta vez eu necessitava de silêncio absoluto, então usei uma das habilidades herdadas de meu pai, anulando os sons de todos meus movimentos. Evoluindo no terreno da forma mais cautelosa possível, foi aí que notei algo que jamais poderia ter visto.

''Eu vou acabar contigo, semideus de merda.''

Os outros três que estavam seguindo o garoto tiveram suas vidas ceifadas, meu coração virou um poço de raiva e angústia, até que todos os meus sentidos foram cortados por uma voz gutural e metálica que retumbava por toda a construção.

''Obrigado filho de Nêmesis, seus serviços serão recompensados no futuro.''

Observei por uma pequena janela, dois homens vestidos com ternos pretos recebiam diversos tipos de armas, colocando todas elas dentro de uma van azul-marinho. Naquele momento cheguei à conclusão que ele roubava essas armas há muito tempo, era impossível carregar todo o volume da van em apenas uma viagem.

Ambos os homens de colarinho branco entraram no veículo e partiram na direção de Nova York, agora era o momento de agir e acabar com ele, precisava de muitas respostas.

''Agora vou dar um fim nesses corpos''

Ele começou a caminhar em direção ao cadáver de uma semideusa filha de Apolo que era minha amiga, foi então que o ataquei, aproveitando sua guarda baixa. Controlar-me para não matar ele seria o maior dos percalços. Ao chutá-lo já percebi que quem matou os outros três não tivera sido o filho da deusa da vingança, ele tinha o corpo fraco, mal conseguiu manter-se em pé com meu chute.

Um soco mal e porcamente executado acertou o meu rosto, fazendo com que eu recuasse alguns passos, limpando a boca com as costas da destra. Suspirei, levando a mão até a adaga de bronze celestial, o jovem levou a mão até a cintura e não obteve êxito, sua espada estava sobre uma caixa de madeira, seu olhar entregou isso para mim, agora eu estava com toda a vantagem.

Dei uma investida na direção dele, desferindo o primeiro golpe com a arma, ele desviou, mas o medo em seu rosto era tão evidente que mesmo com uma arma sua derrota estava declarada. Chutei o joelho dele, e fiz com que ele caísse no chão, apoiando minha adaga perto de seu pescoço, restringindo reações.

''Mata ele Mike, a justiça deve ser aplicada, olho por olho, dente por dente''

Uma voz serena e fria invadiu minha mente, ordenando que eu matasse, por mais que eu tivesse motivado a fazer isso, tinha ordens a cumprir. No entanto queria minhas respostas também, fui obrigado a responder a voz, de uma forma que ela compreendesse  ''Amigo, eu tenho que resolver uns assuntos, na próxima pode me dar um alvo e eu mato se for um criminoso.''.

— Então amiguinho para quem você trabalha? Ou quer que eu arranque sua garganta?

— O meu senhor vai voltar, e vai acabar com todos vocês, Lorde Cronos vai matar todos!!!! — foi então que seus olhos ficaram brancos, a saliva escorreu pelo canto da boca do garoto, um pacto matou ele? Não sabia dizer, mas Quíron deveria me dar algumas explicações.

(...)

Após algumas horas finalmente retornei ao AMS. Estava irritado e com o sentimento de impotência, caminhei diretamente até a Casa Grande onde Quíron estava me esperando para ouvir o relatório.

— Meu senhor, serei breve pois não acho que devemos nos prolongar muito no assunto — com algumas lágrimas rolando pelo rosto montei o relatório para ele, contando que essas armas estavam sendo roubadas há muito mais tempo. Também disse que o semideus entregou-as para dois homens dentro de uma van, e que quando pressionei para respostas ele havia morrido, como se tivesse sido envenenado, antes que pudesse me dar algo útil.

— Agora tenho que colocar ordem em meu chalé, me desculpe pelo fracasso senhor — preferi omitir o nome que me fora dito, talvez o centauro não soubesse como lidar com tamanha responsabilidade naquele momento, mas eu precisava rogar a alguém, talvez Hera pudesse me ouvir. Ao adentrar em meu chalé, notei que todos tinham se direcionado para a janta, nem tinha me dado de conta que anoitecera e eu perdido em pensamentos.

—Hera, se puder me ouvir nesse momento, saiba que Cronos está de volta, considere isto um pagamento por nossa dívida no passado, se precisares de mim sabe onde me encontrar—

passivas:
Nível 1
Agilidade - Hermes tem como função principal levar as mensagens dos deuses, necessitando de velocidade para tal - característica que lega a seus filhos. Os semideuses de Hermes possuem uma agilidade maior que outros campistas, inclusive voando com seus tênis alados. Isso faz com que em geral se desloquem com 50% a mais da velocidade de um semideus comum, mas não afeta sua capacidade combativa em termos de quantia de ações ou reflexos. Não se aplica a montarias e veículos, não alterando a velocidade de outros meios que não a si próprio. [Modificado]

Perícia com adagas
Hermes é um deus astuto, privilegia mais a estratégia e a velocidade do que a força bruta. Dessa forma, seus filhos são mais adaptados ao uso de adagas e armas pequenas similares (facas e punhais e, excepcionalmente, kukris), de manuseio leve e ocultação fácil. Terão, com estes itens, facilidade em aprendizagem e execução de manobras, mas é uma capacidade evolutiva, que implica um diferencial se comparado a quem não possui tal perícia, mas que não o exime da chance de erros ou necessidade de treino/ esforço para execução de ações condizentes. [Modificado]


Nível 3
Esquiva - Um complemento da agilidade - agora, manobras físicas de esquiva ganham uma porcentagem maior de acerto - 5% nesse nível, aumentando para 10% no nível 23, 15% no nível 43 e chegando a 20% no nível 63. A descrição das ações e a coerência ainda serão determinantes, então a palavra final é do narrador, bem como o nível de poder e a agilidade do oponente. Esquivas sobrenaturais, como um teleporte e similares, não são afetadas por essa característica, mas poderes que aumentem a esquiva funcionam normalmente.[Modificado]


Nível 6
Camuflagem - Alguns ladrões precisam se ocultar para realizar um roubo - e a habilidade ladina, mesmo que não seja utilizada, é uma das características básicas desses semideuses. Graças a isso, eles são capazes de achar um esconderijo e se esconder rapidamente. Isso implica apenas em sua capacidade de analisar o local, não que de alguma forma o semideus seja automaticamente oculto. Em jogo, filhos de Hermes têm 20% a mais de chance de achar um local apropriado para ocultação e de usar este local de forma a não ser percebido por meios normais que outros semideuses, e poderes de ocultação em si recebem uma bonificação de 10% na efetividade. [Modificado]
Ativas:

Nível 3
Anular som - Ao ativar esta habilidade, qualquer barulho feito pelo filho de Hermes é anulado em uma área de até 10m de raio. Só afeta o próprio semideus - qualquer outro som, provocado por outra criatura, continua normalmente. Dura 2 rodadas, custo baixo. Pode ser aplicado em outros alvos, desde que voluntários. {Idealizado por Sadie Bronwen}[Modificado, antigo Silêncio]

observação:
A voz mandando matar ficou em aberto propositalmente, ela é de uma divindade que ainda irá aparecer na trama do Mike, então esperem a surpresa rs

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Re: A vida de escolhas

Mensagem por 147-ExStaff em Qua 10 Out 2018, 11:16


Mike Ross




    Minha crítica tende a ser bem similar ao da Éris: É um texto pobre e mal desenvolvido. Corre tudo muito rápido, falta detalhes, é mal contextualizado e te deixa extremamente confuso. Talvez seja o template, mas a narração discorre de maneira irregular e mal organizada, extremamente repetitiva e até mesmo um pouco preguiçosa: acaba dando a ideia de narração sem valor pra trama, escrita com o intuito de ganhar pontos de experiência.

    Eu costumo ser sempre a primeira a defender que qualidade é diferente de quantidade, mas uma história de apenas três páginas não me deixa afirmar isso nesse caso, logo quando o que acho que te falta são detalhes. Além disso, há uma falta de fluidez corrigível com uma segunda leitura. Deixa eu te mostrar:

    "Somos frutos de nossas escolhas,  se você não aceita isso  é porque a hipocrisia cerca o seu ser. Minha vida sempre foi mais fácil do que as de outros semideuses, mas não quer dizer que foi menos dolorosa, ou feliz.  Eu escolhi o caminho da justiça, a qualquer preço e modo e isso ninguém irá tirar de mim: Somos frutos de nossas próprias escolhas"

    Você poderia soar melhor assim:

    "Somos frutos de nossas escolhas. Não aceitar isso é a prova de que a hipocrisia cerca o seu ser. Por mais fácil que tenha sido minha vida em relação aos outros semideuses, não quer dizer que tenha sido menos dolorosa, ou até mesmo feliz. Eu escolhi o caminho da justiça, custe o que custar"A repetição da frase é desnecessária. Se fosse uma frase de efeito, relativa ao contexto da missão, era uma coisa, mas não é o caso. Notei muitas repetições na leitura, inclusive. Outra coisa, sem armas, fica muito difícil acreditar que você teria tantas dificuldades e passasse por todas sem cansar.

    Enfim, não vou me estender muito sobre o assunto, espero que tenha entendido minhas críticas e se eu puder te ajudar, minha caixa de mensagens está disponível para você! Boa sorte na próxima.


PONTUAÇÃO:

— Coerência: 40 de 50 possíveis
— Coesão, estrutura e fluidez: 13 de 25 possíveis
— Objetividade e adequação à proposta 10 de 15 possíveis
— Organização e ortografia 7 de 10 possíveis
Total: 70 pontos (multiplicador = 4): 280 pontos
DESCONTOS:

- 10 de HP
- 22 de MP (10 pelo cansaço, 12 pelo poder ativo)


    Recompensa: 280 xp's e 28 dracmas


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Re: A vida de escolhas

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