[Narrada Cronometrada] Reino onírico da morte — Astéria Rustkosky

Ver o tópico anterior Ver o tópico seguinte Ir em baixo

[Narrada Cronometrada] Reino onírico da morte — Astéria Rustkosky

Mensagem por Cronos em Seg Out 08, 2018 1:48 am




Reino onírico da Morte



Todos os dias, Astéria passava por riscos de vida ainda tão piores quanto os semideuses comuns passavam. O que fazia dela tão especial? Nada. A meio-sangue não tinha lembrança ou conhecimento algum de sua história e de quem era, por isso, era uma garota totalmente inexperiente. Quando se tratava de saber a verdade, sua mente era fechada e quase impenetrável. Mas, naquela noite, a Lei de Murphy se mostraria real e fatal: tudo o que pode dar errado, dará.

Rustkosky despertou em um ambiente completamente diferente de quando tinha adormecido, estava deitada sobre um colchão em farrapos dentro de uma cabana pequena, velha e mal acabada. A madeira rangia a qualquer movimento, o mínimo que fosse, e a única fonte de luz provinda de uma vela apagou-se quando um vento forte entrou pela janela. A filha de Hipnos tinha consigo apenas a adaga e uma pedra de cristal de cor preta e fosca, aparentemente sem utilidade. Quando todos os sentidos retornaram, a garota escutou o som de criaturas noturnas pelo ar, mas não pareciam do tipo comuns.

Diretrizes e aconselhamentos

— Sobre o turno: Neste primeiro turno, não irei cobrar muito da srtª. Desejo uma introdução sucinta e, ao mesmo tempo, que me dê mais detalhes de sua personagem, dessa forma poderemos enriquecer o desenvolvimento da narrada.
— Diretrizes: Fui informado de algumas ressalvas acerca da trama que possui. Dessa forma, tomei liberdade o suficiente para me aproveitar dela. Portanto:

Ponto obrigatório: Decida o que fazer a partir daqui. Lembrando que você não possui conhecimento algum sobre as coisas, tampouco sobre si mesmo, por isso pode até mesmo descobrir que está dentro do mundo onírico (sonhos), mas deve fazê-lo com dificuldade.
OBJETIVO: Escapar/acordar.


— Acerca do ambiente e circunstâncias: Ainda em aberto, não dê certeza acerca do cenário.
— Horário: Desconhecido.
— Clima: Frio.
— Poderes e armas: Sempre citados em spoiler sem irregularidades, caso contrário serão ignorados.
— Prazo de postagem: Até o dia 09/10 às 01:47 am.

Boa sorte.







Cronos
avatar
Administradores
Mensagens :
2125

Localização :
Tártaro

Voltar ao Topo Ir em baixo

Re: [Narrada Cronometrada] Reino onírico da morte — Astéria Rustkosky

Mensagem por Astéria Rustkosky em Seg Out 08, 2018 11:23 pm

You left me falling and landing inside my grave, I know that you want me dead, I take prescriptions to make me feel a-okay, I know it's all in my head, I have these lucid dreams where I can't move a thing — — — — — — — — — — — — — —
Cara, mas pensa comigo, ok? E se na verdade nós vivemos sim em uma matrix, e o filme "Matrix" foi obra de caras que saíram da matrix, viram a realidade-real e aí decidiram conscientizar todo mundo com um filme, mas o tiro saiu pela culatra? O que 'cê acha?
— Acho que 'cê fumou muito, chega 'pra você. — A resposta veio após uma longa pausa, o que me deixou meio satisfeita. Isso significava que ele havia ao menos considerado minha questão ou então, 'tava tão chapado quanto eu. Qualquer uma das opções me satisfazia.
Se 'cê falou isso, é porque não fumou o bastante. — Federico deu de ombros ao mesmo tempo que checava o celular.
— Talvez. Mas quem sabe isso fica 'pra próxima. Preciso ir.
E vai deixar sua irmãzinha querida aqui? — Recostei-me no batente da porta, observando-o enquanto arrumava suas coisas. — Sabe, eu poderia morrer de solidão aqui.
— Nossos pais vão chegar daqui a pouco, acho que 'cê se garante. — Seu cabelos loiros estavam ainda mais bagunçados do que o normal e sua postura desleixada e olhos inchados quase denunciavam suas atividades recentes.
Não entendo o porquê de você ter que ir agora.
— Combinei de assistir umas tretas na casa do Will.
Ah, sim. Vão fumar alguns e rir das situações políticas dos outros países?
— Provavelmente. 'Cê viu a merda que 'tá dando lá no Brasil?
Não. Não ligo, também. — Deixei que passasse por mim ao mesmo tempo que acrescentava; — Aspirantes à jornalistas são fodas mesmo.
— Divirta-se com suas séries inúteis, Astéria.
E você com o peso na consciência de me deixar.
— Acho que dou conta disso.

Algo de errado não estava certo.
Eu tinha certeza de que havia dormido no instante em que minha cabeça tocou o travesseiro, no mesmo momento em que o Rick começou a cantar uma música sobre cagar no chão.
Eu tinha certeza de que havia dormido na minha cama, em minha casa, com meus lençóis e meu pijama.
Eu tinha certeza disso tudo.
    E, aparentemente, estava errada.
A primeira coisa que reparei foi meus arredores. A iluminação era horrível, e logo localizei sua fonte; uma única vela cuja chama bruxuleava a cada segundo, fraca demais 'pra manter-se constante. O lugar inteiro parecia prestes a desmoronar. Sentei-me devagar, o colchão fino e puído causando um desgosto imediato em mim, a madeira do chão rangendo com o menor dos movimentos.
Descobri estar usando um casaco moletom velho por cima do pijama e em seu bolso encontrei uma pequena adaga - hã? -, cuja empunhadura cabia perfeitamente em minhas mãos, e uma pedra preta, sem nada de especial. Bizarro.
Por alguns segundos, permaneci quieta, confusa e em choque. Que porra havia acontecido? E foi nesses poucos segundos que a única fonte de luz apagou-se.
Alguns segundos depois, os barulhos começaram. Eles eram de arrepiar, uns cortantes, outros pareciam rugidos e outros lamúrias. De uma coisa, porém, eu tinha certeza; eles era de tudo, menos normais. Então, é claro que resolvi fazer aquilo que toda garotinha em um filme de terror resolve fazer e você - o expectador - grita 'pra não fazer; tateei no escuro até achar a única porta daquele lugar. E, sem cerimônias, girei a maçaneta, empurrando-a.
Com um passo mais incerto que o outro, vi-me fora da pequena cabine. E, com quatro palavras, expressei exatamente tudo o que sentia naquele momento:
Onde caralhos eu 'tô?


famosa burrocracia:
A Astéria teve suas memórias tiradas dela e no lugar delas, veio a de uma família 10/10 (ela não sabe quem é, nem o que é).
Os tracinhos pontilhados lá em cima são um link pra uma música bem legal que eu recomendo.
Sei lá, a trama dela ainda tá em construção então se alguma coisa ficou confusa, só chamar no pvt.
Ah, EU ABRI A PORTA E SAI.
Beijinhos.
equipamento:
— {Half Blood} / Adaga Comum [Adaga simples feita de bronze sagrado, curta e de duplo corte. A lâmina possui 8cm de largura, afinando-se ligeiramente até o comprimento, que chega a 20cm. Não possui guarda de mão e o cabo é de madeira revestido com couro, para uma empunhadura mais confortável; acompanha bainha de couro simples.] {Madeira, couro e bronze sagrado} (Nível mínimo: 1) {Não controla nenhum elemento} [Recebimento: Item de Reclamação]

— essapedraae
poderes:
— poderes
Astéria Rustkosky
avatar
Filhos de Hipnos
Mensagens :
501

Localização :
looking down the barrel of a gun

Voltar ao Topo Ir em baixo

Ver o tópico anterior Ver o tópico seguinte Voltar ao Topo

- Tópicos similares

Permissão deste fórum:
Você não pode responder aos tópicos neste fórum