{Relic} — Missão One-Post para Dammyen H. Lewth

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{Relic} — Missão One-Post para Dammyen H. Lewth

Mensagem por Eos em Ter 09 Out 2018, 20:17


Relic

A descoberta de um artefato causou um alvoroço na comunidade acadêmica de Londres. O achado trazia consigo muito mais do que apenas informações e quando eventos estranhos começaram a assolar os mortais, os mentalistas decidiram se envolver.


Diretrizes

— Introduza sua missão contando um pouco de sua rotina;

— Narre onde estava e o que estava fazendo quando recebeu o aviso que de estava sendo convocado para ir até Londres a trabalho;

— Espero que tenha ao menos uma dificuldade para chegar ao seu destino. Ela pode ser combativa ou não, a decisão é sua;

— Uma vez na capital, quero que me informe como descobriu a localização da reunião dos servos de Psique;

— Durante a reunião, informações vão ser compartilhadas sobre o que está acontecendo. Dou-lhe liberdade para descrever e acrescentar o que quiser, porém o principal é: humanos que ficam muito tempo perto do objeto começam a apresentar casos de amnésia em diversos estágios;

— A localização da relíquia é de sua preferência, porém esteja ciente que há um forte esquema de segurança a vigiando a todo instante;

— Você pode ter ajuda, mas seja coerente;

— Recupere o artefato e entregue ao mentalista que o convocou;

— Finaliza a missão decidindo o que irá fazer a seguir.

— Seja criativo!

— Prazo de entrega 19/10/2018;

— Quaisquer dúvidas pode me contatar via MP, WhatsApp ou Discord;

— Boa sorte.

Condições on game

Dammyen H. Lewth — Nível 3
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Re: {Relic} — Missão One-Post para Dammyen H. Lewth

Mensagem por Kali Verona em Sex 12 Out 2018, 01:07


Experimental results
policymakers control


O
s olhos verdes acostumavam-se aos raios de sol que invadiam seja lá o buraco onde estivesse. Alguns segundos depois, a cobertura branca e algumas tosses e choros indicavam-lhe duas coisas: ou estava no plano espiritual e consequentemente morto ou num hospital porque quase morreu. A cabeça deslocou-se para a direita, com os olhos recaindo sobre o braço com algumas agulhas espetadas. Agradeceu a moça da borboleta por ter devidamente salvado sua vida e depois apagou.

Lewth odiava agulhas.

Os barulhos incessantes ao seu lado faziam-no sentir-se em casa — ou no que resolvera carinhosamente adotar como uma. Ao abrir os olhos, vira tantas pessoas de humores diferentes que rira, buscando erguer o tronco para  espreguiçar-se. Infelizmente sequer tivera a chance antes de ser interrompido por uma criança que surgira do chão — não literalmente, é claro. O grito de tio seguido de outros três dizendo para não pular fizeram a cabeça de Lewth latejar e perder por um segundo, no máximo dois, o foco: o resultado fora uma criança voando contra o torso do garoto que, despreparado, sentiu os efeitos da força agindo sobre a inércia de forma total.

Tio, você acordou! Vamos brincar, vamos! — A voz imperativa feminina chamando Meredith fizera a criança tremer e, ainda um pouco desorientado, o filho de Hades rira.

— Desculpa, mas o tio descobriu agora que voltou pro acampamento porque estava mais desorientado que turista no Central Park. A gente brinca outra hora, pode ser? — O sorriso sincero e os afagos fizeram a criança desistir de ficar triste, quando a mesma voltara para perto do que pressupôs ser os irmãos.

Os mais velhos conversaram com Dammyen e explicaram-lhe duas ou três novas coisas como ele ter ficado dois dias na enfermaria do acampamento, uma deusa ter trago ele e que ele fazia parte dos protegidos dela — e por isso carregava uma pulseira e um colar. Lewth rira para demonstrar que estava bem e que tinha entendido tudo, pedindo licença para que pudesse ir ao banheiro. A realidade era que não entendera nada e que riu pra não ficar com cara de paisagem. Aparentemente tinha agradado uma deusa poderosa ao salvar o garoto em Princeton, mas não tinha a mínima noção de que isso dar-lhe-ia coisas. ”Tomara que o tio Ben esteja errado e que, com grandes poderes, eu possa dormir até o meio-dia.”, pensara, rindo enquanto colocava um pouco de creme dental na escova.

Iniciava-se mais um pequeno evento caótico de periodicidade diária que teimavam chamar de ”Bom humor dos filhos de Hermes”. Lewth ansiava do fundo da alma que esse ritual diário acontecesse depois das 10 da manhã, não às 7 e meia. Semideuses deveriam ter o direito adquirido de dormir mais por serem filhos de divindades, mas aparentemente apenas os encargos de carregar sangue divino vinham incluídos no pacote, com a benesse de poder ficar no marasmo restrita apenas aos progenitores de todo aquele povo.

Eram quase 11 da manhã quando Dammyen recebera um envelope das mãos de um garoto qualquer. Lewth, que dirigia-se com certa calma a exatos lugar algum por simples falta do que fazer, parou e respirou fundo. Não atentando-se ao fato crucial de sequer lembrar do rosto do mensageiro, por exemplo, ou o que ele dissera, em complemento, abriu o envelope e observou um endereço e a passagem de ida para a Inglaterra. Riu.

— Eu não sei dizer se isso é uma bonificação da moça da borboleta ou se é outro problema. Algo me diz que é problema, só tem desgraça acontecendo mesmo. — Deu de ombros, retornando seus passos agora para o seu puxadinho temporário: da última vez que uma borboleta azul cruzou seu caminho, achou um cara encaixotado.

Sem sequer levar uma mochila nas costas, pediu para Quirón que arrumasse-lhe uma carona até o aeroporto JFK. Ao ser perguntado do motivo, Lewth riu e mostrou o envelope que recebera.

Você sabe quem te entregou isso? — Ao responder sinceramente que esquecera, o centauro suspirou. — Faremos uma entrega dos frutos colhidos nos campos do acampamento em quinze minutos. Ajude no carregamento e talvez eu te arrume uma carona.

— Isso é exploração, mas tudo bem. — Dammyen virara de costas, caminhando em direção ao maciço de madeira que separava a barulheira do acampamento do aconchegante silêncio da Casa Grande. No meio do caminho, estalara os dedos. — Verdade, outra coisa que eu esqueci — Quirón ouvia atentamente — Onde é que fica a área de carga mesmo? — Lewth sorria, sendo sincero em não saber onde diabos ficava qualquer coisa naquele acampamento. No final das contas, o centauro decidira acompanhar o filho de Hades para evitar problemas.

Enquanto caminhavam, não trocavam uma única palavra. Dammyen tinha consigo o pensamento de conseguir a carona não por querer ir para Londres. A realidade é que o endereço no bilhete e todo o resto não passavam de meros obstáculos para que Lewth visse sua mãe. O peito apertava em saudade e sua cabeça cada vez mais tentava pensar, mas seus pensamentos tornavam-se desconexos e fugiam de forma gradual para que outros devaneios viessem ao encontro de turbilhão de sentimentos. Quirón, ao contrário do semideus, parecia calmo e disposto a aproveitar cada segundo naquela terra sagrada.

Os estados de espírito opostos chegaram juntos ao som da porta da van batendo. Lewth, agitado, assustara-se de forma até exagerada. Quirón simplesmente dirigira um olhar sereno ao garoto musculoso.

Dammyen, esse é Joshua; filho de Deméter e um dos responsáveis pelo transporte da colheita. — Estendendo a mão, recebera o caloroso chacoalhar de braços do mais novo semideus que conhecera.

Ei, Dammyen! Sabia que os morangos do acampamento, pelo cuidado especial do solo e pela interferência divina, crescem 85% mais rápido que os morangos dos mortais? Demais, né? — A empolgação na voz fez Lewth dar de ombros.

— Nós somos em parte esses mortais aí, mas bom saber. Vou contar no próximo jantar de família. — Rira, sentindo essa leve descontração trazer sua mente novamente ao foco básico. — Então, você que pilota essa caranga aí? — Joshua aparentemente ofendeu-se ao falar da van, talvez Quirón também em uma escala ínfima. — Rola uma carona até o JFK? Preciso pegar um voo pra tratar de uma parada misteriosa que provavelmente vai matar todos nós. Ou talvez só tirar um gato da árvore, eu sei lá. — Deu de ombros, enquanto Joshua andava para o banco do motorista.

Filho de Hades! — O centauro levantara o tom de voz, buscando chamar a atenção de Damm, que já estava dando a volta para entrar no passageiro. — Não é hora ainda de bater na porta de casa. Resolva suas coisas primeiro e na volta faça isso, ela ficará feliz. — As palavras de Quirón fizeram o âmago de Lewth sentir dor.

Sequer sabia o que esperar em Londres e imaginar que voltaria vivo para encontrar a mãe talvez fosse o único fio de esperança para que aquilo não se tornasse uma despedida, mas sim a volta segura do filho de Mariett.

Os longos minutos, para não dizer quase uma hora por conta do trânsito visto que o Brooklyn estava em obras, passaram de forma introvertida. Lewth mantinha-se receoso de ir em falar com a mãe e talvez nunca mais voltar. Era o dilema que costumava chamar de “Eu te amo”: jamais saberia qual seria a última oportunidade de falar com a mãe e de dizer o quão importante ela sempre fora em sua vida. Se acontecesse a mesma coisa que ocorrera em Princeton, conseguiria voltar vivo? Existia alguma chance de tudo aquilo dar na morte de Dammyen e sabia que, se a mãe perdesse-o por culpa do garoto ser um altruísta e colocar em perigo, ela faria questão de pessoalmente buscar o garoto no reino do pai dele. Mesmo com as palavras do centauro, o garoto faria questão de passar em casa. Jamais saberia quando teria a oportunidade de dizer que amava a mãe pela última vez e, se viesse a morrer, queria ter a certeza de que a mãe sabia de seus sentimentos.

O barulho ensurdecedor dos aviões saindo da pista do JFK trouxeram Lewth de volta ao mundo real. Talvez o filho de Deméter passando a mão em frente ao seu rosto também, como se verificasse se o filho de Hades não tivera um AVC. Respirando fundo, os olhos verdes olharam pro garoto.

— Tem algum problema de eu pegar uma caixinha de morangos? Tô morrendo de fome e não consegui comer antes de sair. — Um sorriso se abriu no rosto de Dammyen, que recebera a afirmativa de forma bem rápida. Aparentemente uma caixa não faria a mínima diferença no meio de umas duzentas. — Eu acho que nunca vi tanto morango na minha vida. Vou começar a frequentar a plantação, mas só pra comer. — Riu, cumprimentando Joshua e descendo da van, carregando a caixinha de morango em mãos.

Ao ver a van se afastando, tateou os bolsos e verificou que tudo aquilo necessário estava em mãos, menos o passaporte. Ao olhar o horário do tíquete de embarque e comparar com horário atual, tinha um pouco menos de uma hora e meia. Voltar para o acampamento era totalmente plausível com o táxi das Irmãs Cinzentas, mas não precisava do passaporte americano. Logo, seus pés e corpo começavam a pegar embalo: qual a melhor desculpa para passar em casa que ”Oi, mãe, preciso do passaporte.”? Provável que qualquer outra entre ”Te prometi que voltaria” e ”Estava com saudade” funcionaria vinte vezes melhor. Chegando próximo do táxi, estendera a mão para ver se este estava vago. Ao receber a afirmativa com a cabeça, entrara no banco de trás.

— 84 com a 158, Howard Beach, Queens. Faremos ida e volta, ok?

E logo após ligar o taxímetro, acelerara. Se a memória do garoto não tivesse sido afetada por ter ficado uma semana fora da civilização, a demora seria de 15, no máximo 20 minutos. Aproveitara o tempo para ensaiar um discurso conciso para a mãe não impedir que ele fosse a Londres e também que esse discurso deixasse-a bem e despreocupada. Nem Dammyen sabia o que esperar, mas a esperança de que fosse apenas para resgatar um gatinho da árvore era a última que morreria. Ao perceber que o trajeto já estava no final, visto que já saíam da pista expressa e cruzavam o caminho do Starbucks, a ansiedade começava a dominar o corpo do garoto, que agora via cada segundo demorar uma eternidade. O nervosismo fazia sua boca secar e suas pernas se mexerem involuntariamente.

Chegamos, garoto. — O taxista anunciara e aparentemente a noção de tempo de Lewth estava péssima. Agradecendo, descera do carro e rumara imediatamente para a portaria.

— Oi, é o Dammy- — anunciou-se parcialmente, sendo interrompido com o portão destravado. — Valeu! — dissera, entrando no elevador que estava parado no saguão. Ao apertar o andar, viu a porta imediatamente fechar-se e seus olhos desfocarem. Lágrimas fazem isso desde quando?

Ao ouvir o barulho agudo avisando que chegara no andar selecionado, fora direto para a porta de casa. O horário não permitia que a mãe estivesse em casa, mas se coincidências fossem realmente um acaso do destino, Dammyen amaria que o mesmo sorrisse uma vez para ele. A chave reserva que ficava embaixo do tapete da vizinha ainda permanecia lá e, com ela, desesperou-se para abrir a porta do apartamento com a alegria de estar em casa. Alegria essa que, pelo silêncio, logo tornara-se um sentimento de vazio.

Vazio pelo fato de a casa não estar completa sem a mãe, que fazia todo aquele ambiente tornar-se mais aconchegante e animado. Vazio pelo fato que partiria sem ouvir a voz da mãe. Vazio pelo fato de, mesmo sabendo no âmago de sua existência que o amor entre ambos era eterno e incondicional, não ouviria a mãe dizendo qualquer palavra de conforto. Dammyen sentou-se na mesa e, colocando a caixinha de morangos ali, desabou em chorar.

As lágrimas corriam de forma espontânea, como se estivessem acumuladas desde que o garoto partira. Estava desolado, sem qualquer tipo de amparo que confortasse-o de forma que aquelas lágrimas parassem. Os olhos verdes do garoto fitavam a casa e sua memória tratava de preencher cada canto com momentos vívidos e as lágrimas começavam a apresentar sinais de cessação. Levantara-se, indo ao seu quarto e pegando o passaporte na gaveta. Uma mochila antiga de treino viria a tiracolo, carregando um agasalho e a adaga que já irritava-o no cós da calça. Uma muda de roupa também estava sendo levadas para garantia de que não teria que voltar maltrapilho, isso se voltasse.

Com um papel qualquer e uma caneta, deixara uma pequena carta para a mãe. Os olhos buscaram o relógio e Lewth perdera vinte minutos entre choro compulsivo e arrumar as malas. Ao anotar a hora e a data, largara a caneta e partira, com os olhos ainda um pouco inchados. Sentia que não deveria ir, mas não tinha escolha. Era como se alguém guiasse-o na direção do endereço do bilhete.

Sem mais nenhum transtorno no caminho e na hora do embarque, Lewth acomodara-se em seu lugar na primeira classe. Sua mente acusava que problemas estavam por vir, mas nada mais poderia fazer após o avião deixar o solo. Seu coração acelerara por míseros momentos por conta da adrenalina de uma aventura nova e ao mesmo tempo pela decolagem, talvez a pior parte da viagem junto com o pouso.

Horas e um oceano de distância depois, Lewth desembarcava. Seu problema de dormir em aviões persistia, mas mesmo se não os tivesse dificilmente teria dormido visto a agitação de ideias que tinha. O caso era que a noite londrina era linda, só que não dentro do aeroporto. Como se não bastasse o endereço de um bilhete misterioso, a imigração resolvera pará-lo para averiguação. Numa sala separada ainda dentro do aeroporto, o filho de Hades encarava o oficial da imigração John.

O que o traz à Inglaterra, senhor Lewth? — o oficial tinha seu bigode como marca registrada. O sotaque inglês carregado sequer fazia incômodos aos ouvidos do garoto, visto o tempo de permanência na Bélgica.

— Se eu te contasse uma mentira muito bem elaborada do tipo eu ter sido chamado por uma pessoa que eu não lembro para vir a Londres você não acreditaria, certo? — Ao ver a afirmativa do homem, riu. — Vim passar algum tempo somente, uma viagem sem programação. — Mentiu como se fosse verdade, sendo que no fundo era: não tinha ideia do que esperar.

Como veio com o passaporte europeu e sua ficha ou de sua mãe não acusam nada durante o período de vocês aqui, está liberado. — O homem estendera a mão e Lewth, agradecendo, retribuíra.

Os olhos verdes de Dammyen finalmente contemplavam a cidade londrina, apesar de apenas uma pequena parcela. Observando a movimentação de carros na saída do aeroporto, percebera uma senhora que aparentemente esperava alguém enquanto mexia em seu celular.

— Com licença, senhora — chamou a atenção de forma simples e cordial. — Faz alguns anos que não venho para Londres, então preciso de uma informação simples: A Abingdon Street é a rua do Parlamento, certo? — A mulher acenaram de forma concordante, apesar das palavras ”mais ou menos” terem sido pronunciadas. O motivo? Dependia da altura da rua. O caso era que o outro ponto de referência era a ponte de Westminster, logo Lewth associou os pontos de forma rápida e agradeceu pela ajuda, partindo agora em busca de um táxi.

— Cadê os táxis nessa merda? — A impaciência do garoto começava a ficar nítida quando o ponto de táxi do aeroporto estava completamente deserto. Aparentemente a demora na imigração fizera todos os taxistas irem dormir ou algo do gênero.

Os olhos de Dammyen correram por toda a extensão da saída do aeroporto na direção da rua. Poucos carros se movimentavam e um encontrava-se parado, com seu motorista segurando uma placa de identificação.

”Primeira classe, Westminster e bilhete misterioso. Se aquele carro for pra mim, eu deveria voltar pra casa.”

— É, posso ajudar? — Dammyen aproximou-se do homem que segurava a placa com seu nome. Não entendia muito bem o motivo, mas aparentemente tinha vindo com um pacote de tradução da Google no cérebro, porque o recado em grego era claro: “sabemos que consegue ler isso”.

Documentos e envelope, por favor. — Recolhendo aquilo que foi pedido e verificando a autenticidade, abriu a porta e anunciou o garoto. — Primeiro-ministro Brown, senhor Lewth.

— É — Dammyen não tinha reação. — Oi, tudo bem? — A risada subsequente e a ignição no carro faziam aquela situação ficar cada vez mais estranha. Jamais imaginara conhecer o premiê britânico, mas aparentemente este o conhecia como ninguém.

Os primeiros minutos, não mais que 10, foram para o filho de Hades situar-se de forma coerente. Aparentemente os deuses tinham uma influência enorme e ele sequer sabia ou pressupunha que isso acontecesse. A segunda coisa é que achava irreal que alguém como o primeiro-ministro fosse recepcioná-lo no aeroporto, visto que ele poderia ter assinado uns 100 papéis enquanto esperava o semideus tapado achar o carro. Talvez ele tenha feito isso e assinado até mesmo uma autorização pro MI-6 envenenar Lewth quando este estivesse para sair do país. Enquanto o pânico ainda dominava o garoto, o homem rabiscada um pequeno bloco que carregava, como se tivesse errado algo.

Não precisa me olhar assustado, senhor Lewth. Lady Psiquê falou bem de você. — A mão do garoto tremia de forma evidentes mesmo achando que estava escondendo os sinais discretamente. — Como foi sua viagem? — O homem retornara a escrever, com o coração de Dammyen quase pulando pela boca.

— Desculpa, é que eu tô com medo de falar uma besteira que ofenda a Grã-Bretanha e você mandar me matar ou coisa assim. — Tocou-se do que havia acabado de falar. — Tipo essa. — Lewth precisava respirar e manter a calma, mas o medo era real.

Não se preocupe. Se fosse para te matar, a mulher pra quem pediu informações já teria feito isso. — Gordon fechara o bloco. — Senhor Lewth, já parou para pensar o motivo pelo qual está aqui?

— Talvez porque não me acordaram na base de algo voando hoje? — O filho de Hades revirou os olhos, querendo se atirar do topo do Big Ben — É, isso acontece algumas vezes. Mas eu suponho que não tenha sido pra fazer turismo, estou certo? — Tentava assumir uma postura mais séria.

Talvez até consiga aproveitar um pouco durante sua estadia para isso, mas em princípio não é para turismo. — O premiê pegara uma ficha dentro de sua pasta, entregando-a ao garoto. Apesar de muitas partes censuradas, principalmente no que tangencia ao uso, o arquivo era relativamente completo. — Esse artefato da foto foi achado numa escavação liderada por britânicos há quarenta anos, no Egito. Como você é um deles, não preciso te esconder a existência dos deuses e seus pensamentos obscuros e doentios. Até antes da imigração para os Estados Unidos, eles resolveram situar-se na Europa, visto a proximidade com a Grécia. — Os olhos verdes folheavam a ficha com atenção, ouvindo as palavras que complementavam o que basicamente estava escrito. — Pulando a parte chata, os deuses ainda mantém contatos e influências pela Europa. Psiquê, pelo caráter britânico de conhecimento, é uma com as que mais possuímos contato. Eu mesmo, por exemplo, consigo enxergar através da Névoa.

Lewth coçou a cabeça. Tinha certeza que já tinha ouvido falar sobre isso, mas sequer deu-se o trabalho de prestar atenção. Dammyen cada dia mais assumia uma posição vergonhosa de falta de conhecimento sobre o mundo que vivia.

— Deixa eu adivinhar: Psiquê contou onde esse negócio estava e vocês foram cavar. Acertei? — O homem acenara com a cabeça. Do lado externo do carro preto, as luzes e monumentos desenhavam-se para o deleite da visão de qualquer um, menos Dammyen. O foco em entender o artefato era mais interessante que a London Eye.

Bom, terminando a explicação básica: Psiquê nos disse que esse artefato poderia ser usado de muitas formas, já que tinha influência direta dela. Levamos para um laboratório de estudos do MI-6, mas infelizmente fomos roubados. — Aparentemente era uma questão estressante, visto a necessidade de massagem nas têmporas. — Alguns outros colegas podem explicar isso melhor. Senhor Lewth, bem-vindo ao Parlamento do Reino Unido.

Os olhos do garoto direcionavam-se para a janela. Mesmo de noite, aquele prédio continuava majestoso, apesar de Dammyen ainda achar que o prédio ficaria ainda mais bonito se pintado.

Não parece muito surpreso, que grata coincidência. — Brown comentara. — Segundo os relatos de meus antecessores, Hades quando viera não surpreendeu-se também. Talvez o gosto arquitetônico seja genético. — O homem rira, mas Dammyen não tinha achado impressionante unicamente porque já tinha visitado.

Ao chegarem na garagem, foram recepcionados por três homens, aparentemente a base governista. O líder da Câmara dos Comuns, o da Câmara dos Lordes e o chefe de gabinete apresentaram-se como se Lewth fosse realmente uma autoridade. Os passos na direção do gabinete do líder do “alto clero” inglês fora silencioso por parte de Dammyen, que ouvia os homens conversando sobre assuntos internos da política inglesa.

Seria essa realmente uma boa ideia, senhor? — O semideus fingiram não prestar atenção, mesmo após o ultimato do premiê de forma ríspida.

Por favor, mantenham qualquer um longe daqui até sairmos. — Gordon ordenara aos seguranças enquanto todos adentravam no gabinete. A porta fechar-se segundos depois. — Expliquem o que sabemos ao nosso convidado.

O artefato da foto do arquivo tinha no interior de sua cabeça uma pequena pedra azulada. Ao extrairmos, um dos cientistas teve um pequeno surto de raiva a ponto de agredir colegas, o que causou certa apreensão em qualquer outro pesquisador para que este pudesse manipular a pedra. — Dammyen sentou-se, massageando os olhos com a mão direita e pedindo que a fala continuasse por meio de gestual pela mão esquerda.

O caso piorou quando o agressor foi indagado sobre o motivo da agressão: ele sequer recordava-se de ter feito isso. Era como se o surto de raiva simplesmente apagasse a memória do evento. Tivemos que deixá-lo sob observação e foi aí que Psiquê nos contatou, indicando um dos seus para que ele cuidasse da pedra. — Os olhos do garoto focavam-se na decoração extremamente clássica. — Nós sempre tivemos contato com semideuses, que atualmente vivem como um cidadão britânico normal. Sabemos da sua existência como Estado, mas não agiremos porque são ativos importantes.

— Tá, tivemos um subordinado de Psiquê responsável pela pedra. E aí? — Dammyen perguntou, suspirando. O seu bom humor começava a ruir em graus paulatinamente crescentes.

Ele confeccionou um anel com a pedra e deixou na posse do governo. O anel aparentemente canaliza o poder da pedra para que o usuário não seja afetado. O problema é que ele era o usuário e foi encontrado desacordado faz duas semanas. Por ele ser um protegido da deusa, achamos que ele não sofria efeitos colaterais somente por conta disso e que a posse seria restrita somente a vocês. — O bocejo fora involuntário por parte do filho de Hades. — Parlamentares estão enlouquecendo e perdendo a memória, senhor Lewth. Parlamentares influentes e da base governista sendo afetados sendo que teremos uma eleição em pouco tempo. Até agora, cinco parlamentares foram afetados: 4 dos Comuns e 1 dos Lord-

— Perdão interromper, mas o interesse é político, certo? — Ao ver todos concordarem bocejou novamente. — Algo me diz que vocês todos sabem quem tá em posse do anel. Amanhã, se possível, me apresentem esse homem. A viagem foi cansativa e os senhores também estão em péssimo estado por conta da preocupação. — Os homens assentiram, alguns deixando o cansaço ainda mais evidente.

Dammyen, falarei agora como um humano. Eu e estes homens somos inferiores, em tese, a você e sua raça. Vocês tem o sangue divino e sabemos bem que os deuses possuem um ego, com o perdão do trocadilho, divino. Deuses se acham e são realmente superiores, mas não contam com a maldade e astúcia dos humanos, o que eles dizem ser sua criação. Não seja igual o outro protegido de Psiquê que simplesmente nos considera como marionetes que cumprem ordens. Por favor. — O primeiro-ministro desabafou. Não, Gordon Brown.

— Relaxa, eu sou só um cara que gosta de jogar basquete e que infelizmente só se mete em furada por ser altruísta. Sou tão humano quanto vocês, sei como se sentem.

As palavras de Dammyen ressoaram como se ele já tivesse ouvido isso de alguém anteriormente, mas como sempre sua memória era incapaz de recordar coisas inúteis. O chefe de gabinete entregara um cartão do Hilton para Lewth, dizendo que o mesmo poderia hospedar-se para descansar. E o garoto iria, visto que sua cabeça doía depois de tanta informação.

Após o deslocamento tranquilo e o banho tomado, Lewth desabara na cama. Cada músculo simplesmente se via obrigado a relaxar por conta do paracetamol que o garoto tomara para a dor de cabeça.

Assim como não foram necessários mais de 15 minutos para Dammyen apagar, não demorara mais que alguns toques no telefone do quarto para que acordasse.

Senhor Lewth, como foi a noite? — A vontade de responder algo como ”interrompida por uma ligação” fora alta, mas segurou-se e respondeu de forma educada. — Ótimo. O líder da base governista nos Comuns irá te apresentar o parlamentar suspeito. Cuidado, não podemos nos dar ao luxo de ter algum de vocês nisso. — E antes que pudesse falar algo em protesto, o telefone fora desligado.

Poderia ter tido a impressão errada, mas sentiu-se ali quase um dos mutantes da Marvel: excluído socialmente. Faltaria decidir quem era o Xavier e a Tempestade entre Quirón e Dionísio. Piadinhas a parte, o relógio dava exatamente às 8 da manhã quando Dammyen tinha terminado de arrumar a gravata. A roupa estava devidamente bem ajustada ao filho de Hades e o tom preto que adotaram combinava com os cabelos loiros penteados e os olhos verdes. No bolso, um papel tinha um número de telefone e um código de autenticação, que serviram basicamente para Lewth ter um credenciamento especial para transitar em Westminster.

Os dez minutos entre um ponto e outro foram rápidos, com Dammyen sendo recepcionado como bem dissera o premiê. Após breves apresentações, Mathias Silverstone conduzira o garoto.

O nosso parlamentar alvo é o senhor Victor Henning II — ao entrarem no elevador, um breve silêncio. — Ele faz parte de uma bancada que chamamos aqui de extrema-direita. Ele e mais três parlamentares integram os Comuns e dois parlamentares integram os Lordes. Ele ultimamente aumentou seu esquema de segurança por ter sido ameaçado de morte, então chegar perto dele não é uma tarefa fácil. — As palavras daquele lugar já estavam cansando Lewth.

— Me mostre com quem andas e direi quem és. Cadê esse cara? — o saguão encontrava-se abarrotado no intervalo entre sessões e a nem tão difícil tarefa de achar o alvo tornou-se problemática. E Dammyen jamais fora bom com citações bíblicas.

Lewth bufava de raiva por conta do barulho ensurdecedor e, como brinde, ainda não tinha tido a chance de tomar café da manhã. Tiraram o sono e deixaram-no com fome: o garoto estava com um péssimo humor. E aparentemente o seu humor refletia nas pessoas, porque cada passo dado numa direção fazia com que as pessoas abrissem o caminho. Aos poucos, o salão começou a se falar, menos um pequeno grupo que ainda fazia questão de conversar. Na parte de trás, alguns seguranças comunicavam-se constantemente e, numa pequena chamada de atenção, recebera a confirmação. O alvo tinha um lindo anel de ouro no dedo com uma pedra azulada e uma gravata laranja horrorosa.

— Com licença, senhores. — Lewth levantara o tom de voz enquanto aproximava-se de forma rápida. — Poderiam dar uma palavrinha sobre a nova votação de gastos que tem circulado? — Com o embasamento jornalístico indo na casa do zero, buscava simplesmente uma desculpa para conseguir dialogar.

O desespero dominara a mente do alvo. O senhor Henning simplesmente recuara dois passos e, num momento no qual falara sobre deuses no governo, os outros parlamentares estranharam. — Eles não podem fazer isso!

— O cara pirou forte. Volta aqui, ô doido! — O anel na mão do homem brilhou assim que o mesmo tocara em um dos colegas. O tempo entre a luminosidade baixa sumir e o parlamentar afetado fora de míseros segundos. Logo, o homem virara diretamente na intenção de agredir o colega. — Tumulto não dá. Aquieta. — Dammyen usara o corpo para deslocar o agressor, derrubando-o no chão.

— Seguranças! — O filho de Hades gritara, sendo prontamente atendido pelos dois parlamentares que outrora conversavam com o alvo e o agressor. — Cuidem desse senhor, por favor.

Os seguranças de outrora sequer sabiam o que fazer. Parte ficara atônita com a agressividade instantânea, outros ficaram para conter o parlamentar manipulado e numa contagem rápida, um ou dois somente tinham ido junto com o alvo. A segurança que seria talvez a maior preocupação de Dammyen havia sido reduzida em números, mas não necessariamente em poder bélico. Como os homens eram um pouco mais lentos que o alvo desesperado, Damm conseguiu quase que rastreá-los a cada  corredor que viravam. Ao ouvir o barulho de passos cessar e a porta batendo, parou. Com uma breve olhada, percebeu que os homens guardavam o corredor do gabinete com armas na mão, provavelmente com ordens para atirar. Infelizmente, precisava colocar-se na linha de tiro para recuperar o anel.

— Porque eu sempre me meto em um rolê com armas envolvidas? Eu deveria começar a andar com colete, não tá dando assim. — Lewth reclamara em voz alta, enquanto virava o corredor com as mãos erguidas. — Ei, sou da paz. Teu chefe tá com algo que infelizmente é da minha responsabilidade.

Assim que a ordem para que se ajoelhasse veio, o garoto obedecera. Enquanto um aproximava-se lentamente, o outro buscava dar cobertura. Com o olhar fixo no que estava mais distante, pedia aos céus que algo acontecesse, tontura, dor de cabeça ou qualquer coisa que tirasse o foco da cobertura. Os céus, benevolente, atendera. O homem saíra da posição de cobertura e levou a mão até a cabeça, esfregando os olhos. Lewth, ainda de mãos erguidas, apontou para o companheiro daquele que avançara.

— Teu amigo não tá bem, cara. É sério. — Ao olhar por cima do ombro e perceber a verdade por parte do garoto, sua postura abrira uma brecha. Mas Dammyen não atacara. O medo de tomar um tiro era muito mais alto que tentar bancar o herói.

Senhor Lewth, levante-se por favor. O que vocês acham que estão fazendo, idiotas? O senhor Lewth é convidado do primeiro-ministro Brown e vocês mandam ele ajoelhar? Vá cuidar do seu amigo, ele parece estar com dor de cabeça. — Dammyen arrumava a roupa enquanto Mathias dava a bronca e rapidamente aproximava-se da porta — Abra a porta, Henning. Acabou essa palhaçada.

As batidas contra a madeira maciça faziam até mesmo a cabeça de Lewth doer. O primeiro chute contra a porta viera. O segundo já fazia com que os homens que outrora guardavam o lugar ficassem preocupados de algo ter acontecido com o parlamentar. Na terceira pancada, sem resposta, resolveram arrombar.

Droga, Henning, você tá su- — as palavras pararam. — CHAMEM UMA AMBULÂNCIA.

O desespero era nítido. Victor Henning estava espumando pela boca, com os olhos vidrados no vazio. Aparentemente envenenamento. Lewth precisava ainda cumprir sua função e, aproximando-se do corpo, pegara a mão direita e tirara o anel com a pedra azulada. Algo perturbava aquele homem, visto que preferiu morrer a ser capturado.

— Descanse, senhor Henning. — Dammyen levara a mão ao rosto do homem, fechando seus olhos.

Três dias haviam ocorreram após o infortúnio ocorrido em Westminster. O luto oficial declarado pelo premiê ainda estava vigente e os mais diversos meios de comunicação relatavam o caso. Um escândalo envolvendo o governo e um grupo secreto havia sido descoberto por Victor Henning e, em um estado crítico de paranoia, resolvera tirar a própria vida. Nos bastidores, Dammyen sabia bem que a política acontecia de forma fervorosa: era necessário que houvesse um ”abafa” por conta das eleições.

No saguão do Hilton, uma pequena caixinha saía das mãos de Lewth e ia para as mãos de um garoto mais ou menos de sua idade que ainda tinha o olho roxo e alguns ferimentos.

— O anel é seu, mas não entendi porque vieram atrás de mim. Eu mal sei o que é Névoa. — Dammyen resmungou.

Porque Psiquê vê potencial em você, pirralho. — E sem mais nenhuma palavra a trocar, Dammyen erguera a mão direita, seguindo na direção da rua.

Em seu peito, o colar com uma foto de sua mãe segurando-o quando bebê fizera-o sorrir, aquecendo a sua alma e confortando-a.

Era hora de voltar pra casa.

Vivo.

Observações:
acho que consegui cumprir tudo e tô satisfeito com o resultado, apesar de não ser a melhor coisa que escrevi nos últimos tempos

a missão em si teve seu foco desviado do que seria algo em torno da comunidade acadêmica, apesar de ter todo um embasamento por trás, mas não sendo o principal.

a dificuldade pedida foi do tipo não combativa e se caracterizou pelo esquecimento do passaporte no acampamento eeeeeee toda a carga emocional de se despedir por meio de um bilhete; ainda sobre o documento, se ele esqueceu o passaporte, como não esqueceu a carteira? ele nunca anda sem a carteira e sem o colar que a mãe lhe deu.

sobre um dos pontos obrigatórios, tomei a liberdade de modificar a parte de “servos de Psiquê”, como pode ser bem visualizado na explicação do Gordon Brown onde “deuses se acham e realmente são superiores, mas não contam com a astúcia e maldade humana”. logo, ao invés de ser uma reunião de um monte de mentalista aleatórios, fiz como se fosse meio House of Cards divino.

eu iniciei a missão com o intuito de simplesmente fazer como se fosse um post de enfermaria, para que o Dammyen ficasse próximo do status completo. No final, utilizei o Memories, que recupera 20% dos status, então acho que eu fico Full HP/MP

ah, tem um link no subtítulo que leva a uma música boa pra ouvir

Carta:
”Oi mãe, espero que tudo esteja bem aqui em casa.

Eu precisei passar aqui em casa porque eu precisava do passaporte: estou indo para Londres. Aparentemente alguém me chamou e eu sinto meu corpo agindo por conta própria, como se eu estivesse sendo obrigado pelo destino a ir. Eu não queria partir de novo, não queria te deixar naquele dia e não quero hoje, mas meu âmago diz que preciso.

Qualquer coisa você sabe como me encontrar, sabia da harpia e sabe do pai. Espero não visitá-lo tão cedo, mas se eu assim o fizer, saiba que eu te amo.

Amo muito. Para sempre.

— Dammy.”

Poderes:
Passivos:
Nivel 1:
Aura Sombria: Filhos de Hades emanam uma aura que causa desconforto às pessoas e criaturas próximas devido sua paternidade divina. Isso pode afetar suas interações sociais, pois causa sensações comumente ligadas ao instinto de morte — como calafrios, medo e ansiedade. Humanos e animais comuns tendem a se afastar, e mesmo seres mitológicos e outros semideuses podem ficar levemente perturbados. Não afeta outros filhos dos 3 grandes ou de deuses do submundo. A aura aumenta em 50% a dificuldade de domar qualquer criatura viva cuja origem não seja o submundo. Por outro lado, personagens sensíveis que sejam 10 níveis ou mais abaixo do semideus receberão penalidades em combate corpo a corpo contra o filho de Hades (ou seja, a 1,5m ou menos de distância). [Modificado, antigo "Aura da morte"][Idealizado por Cain M.]

Nível 02: Empatia
Psiquê está ligada à alma e aos estados emocionais, não apenas à mente. Neste nível, o mentalista consegue captar a emoção principal de um alvo. Note que não diz o que provoca essa emoção, e que não intercepta nuances muito sutis - pessoas muito confusas podem confundí-lo. Além disso, não significa que tenha o poder para alterar isto - apeas o sentido. Personagens de nível mais alto que tenham ocultação sentimental bloqueiam este efeito. [Modificado] (Mentalista)

Ativos:
Nível 03: Confusão
Poder mental que faz com que o mentalista, ao focar em um alvo, emita uma onda de energia psíquica, provocando dores e tontura que reduzem os ataques e defesas do alvo em 20% por 3 turnos (não cumulativos). Apenas um oponente atingido por vez. Não provoca perda de HP. 1 vez por combate.[Modificado] (Mentalista)
Item relevante:
{Memories} / Colar [Com um pingente em forma de gota, contém uma das memórias mais felizes do mentalista em seu interior. O colar feito em ouro e prata busca refletir a dualidade da mente. Ao mentalista, fornece uma bonificação de 10% contra ataques que busquem intimidá-los/amedrontá-los, aplicando-se assim como uma resistência além das já inerentes. Uma vez por missão, permite ao dono do colar recuperar 20% de HP/MP, ajudando o mentalista a manter-se no campo de batalha defendendo os ideais de Psiquê.] (Nível Mínimo: 1) {Cura e Resistência} [Recebido ao ingressar no grupo dos Mentalistas de Psiquê]




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Re: {Relic} — Missão One-Post para Dammyen H. Lewth

Mensagem por Eos em Sex 12 Out 2018, 20:53




Avaliação

Olá senhor Lewth! A primeira coisa que eu gostaria de comentar da sua narração é o tamanho a densidade dela. Talvez o template realmente pode contribuir por ser estreito e as linhas muito juntas, mas sua escrita também não trás a facilidade da leitura. Encontrei alguns errinhos bobos com acentuação e digitação, mas nada muito agravante. Devo dizer que a mudança de cenário, por assim dizer, da casa para o avião foi tão abrupta que eu tive que reler umas duas vezes para entender o que realmente tinha acontecido ali. Cuidado com essas mudanças.

Sua ideia do House of Cards foi realmente ótima, eu gostei, porém não se adequou a proposta real dos mentalistas. A questão maior era não envolver os mortais, visto que seria tirado dele para evitar mais problemas. Foi uma missão cansativa, mas até interessante como modificou as coisas. Parabéns!


Recompensas


— Coerência: 49/50
— Coesão, estrutura e fluidez: 17/25
— Objetividade e adequação à proposta 9/15
— Organização e ortografia 9/10
Total: 84 pontos (multiplicador = 4): 336 xp + 40 dracmas + item.

{Chaos} / Anel [Anel contendo uma pequena porção do poder presente no item resgatado por Dammyen. Ao ser ativado promovem uma bonificação de 10% em poderes que visam confusão.] [Prata] [Elemento: Mental] (Nível mínimo: 3) [Recebimento: Relic, avaliada por Eos e atualizada por     ]

Condição Final


Dammyen H. Lewth — Nível 6 + 81 XP
HP: 149/150
MP: 150/150


Aguardando Atualização




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Re: {Relic} — Missão One-Post para Dammyen H. Lewth

Mensagem por 154 - ExStaff em Sab 13 Out 2018, 16:54


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Re: {Relic} — Missão One-Post para Dammyen H. Lewth

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