[MISSÃO ONE POST] Quem é o assassino? // Mike Ross

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[MISSÃO ONE POST] Quem é o assassino? // Mike Ross

Mensagem por Éris em Qui 11 Out 2018, 15:13


one post

O apartamento estava imerso em silêncio. A sala era banhada pelos raios de sol, deixando-a com um ar mais limpo e uma claridade gostosa. Estes mesmos feixes luminosos tocavam a pele levemente dourada do semideus deitado no chão, ele tinha em mãos um livro e parecia atento demais ao mesmo, do lado direito estava disposto um copo com uma bebida rosada pela metade já.

A paz fora interrompida por um grito de horror seguido por outros dois. O garoto levantou espantado, jogou o livro no chão e avançou para o corredor, os berros vinham do vizinho, era uma mulher e parecia estar realmente com problemas.

INFORMAÇÕES:
> Quero que inicie contanto sobre seu personagem, deixe-me conhece-lo melhor, fale da trama e até do porque dele ser tão obstinado em acabar com criminosos;
> Decida se vai entrar no apartamento ou não. Caso decida por não entrar, o criminoso ira passar pela porta com uma faca e sujo de sangue; Caso decida por entrar, encontrara uma mulher ferida ou morta - pode escolher entre estes - e então o criminoso ira derruba-lo e fugir;
> Vá atrás dele. Antes de captura-lo quero que enfrente duas dificuldades, crie-as;
> Quando alcança-lo quero que crie o motivo pelo qual ele feriu a mulher, me surpreenda;
> Pode escolher entre ele ser um monstro ou um semideus, enfrente-o;
> Caso vença: Escolha entre matar o inimigo ou não;
> Finalize a missão como bem desejar;
> Tens 10 dias para postar, ou seja, até o dia 21/10 ás 15:30;
> Dúvidas pode me procurar no chat/MP/Discord;
> Boa sorte.







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Re: [MISSÃO ONE POST] Quem é o assassino? // Mike Ross

Mensagem por Mike Ross em Qui 18 Out 2018, 01:11

@Mike Ross escreveu:


MikeRoss


''O homem é o lobo do homem''

Em toda minha vida procurei entender o porquê desta frase existir. Enquanto lia um livro de Thomas Hobbes memórias vinham em minha mente. Minha mãe morta pelo próprio marido por culpa do dinheiro, governos colocando seu povo na pobreza apenas para corruptos vivem em mansões luxuosas, o mundo tinha seu fim decretado.

O homem era o maior inimigo dele mesmo. Era meu dever deter todos que fugissem da bondade,  e caminhassem em direção a escuridão. Por minha mãe e por todas outras mães que sofriam no mundo. Meu caminho era entregar a punição para todos que viessem a estragar vidas inocentes.

(...)

Deitado no centro de minha sala enquanto lia Hobbes e tomava uma vodka com sabor de morango. Já me encontrava imerso no tédio quando ouvi um grito que depois foi abafado.  Levantei o mais rápido possível, derramando a vodka e jogando o livro pelos ares no processo. Minha arma de bronze celestial se fazia presente sobre uma estante ao lado da porta, e foi levada junto, pois nunca sabia quando encontraria um inimigo real pelo caminho.

Ao sair de minha cobertura corri para o apartamento de minha vizinha de baixo. Era o único lugar possível de onde viria o som. Notei a porta entreaberta e ao me aproximar fui surpreendido por um homem o qual a insanidade beirava o inimaginável. Ele desferiu um golpe em minha direção - que normalmente eu iria esquivar-  mas o álcool afetou meus reflexos de maneira que eu não esperava. Fui atingido no rosto, o que fez com que me desequilibrasse e caísse no chão.

Ele disparou pela escada, o que  aumentaria ainda mais meus problemas naquele lugar. 60 andares para que eu conseguisse encontrar o louco.  Engatinhei até o interior do apartamento dela, quando vi seu corpo jogado sem vida no chão, um ferimento de faca em seu coração, soquei o chão diversas vezes enquanto tentava prender minha consciência ao corpo novamente.  Nesse momento Jonathan, um de meus empregados apareceu na porta do apartamento.

— S...senhor, o que aconteceu aqui? — indagou, com a voz trêmula e nervosa — Apenas procure ajuda! Tem um louco dentro do prédio e eu tenho que encontrar ele, chame a emergência! — rosnei, levantando com certa dificuldade, tinha dois problemas no momento. Meus reflexos atrasados por culpa da bebida e um psicopata solto em meu prédio.

Os elevadores estavam em manutenção - oh céus - tinha esquecido que era fim de semana, justamente quando eles reservavam algumas horas para a manutenção programada. Corri para as escadas, o mais provável era que ele tivesse decido, pois meu apartamento se encontrava no último andar, e Jonathan tinha vindo de lá. Desci aos tropeções diversos andares, em busca de ao menos um detalhe de onde ele poderia ter entrado, quando olhei pelo vão da escada para baixo, vendo uma claridade se formar cerca de 10 andares abaixo. Só podia ser ele.

Cada degrau que eu vencia, meu estômago reclamava da agitação após beber, meu corpo todo estava de certa forma em péssimo estado. Reflexos atrasados para um filho de Hermes eram quase que ver o mundo em câmera lenta.

Desci o mais rápido que pude pelas escadarias, e ao abrir a porta me deparei com o que menos precisava. Um gnomo me encarou e sorriu, naquele momento descobri que tinha outro semideus em meu prédio, devido a minha relação com humanos o meu cheiro era bem menor, mas não era o único no lugar.


''Touché''


Sorri para o Gnomo, ou eram dois? Esperava que logo o efeito passasse. Seria menos um dos 3 problemas atuais. Ao sacar minha adaga mal tive tempo de me defender, e um bastão já atingia minha coxa. Derrubando-me no chão, ele não era muito forte, mas como eu estava com sérios problemas para locomoção acabei me metendo em uma enrascada. Golpeei zonzo ao meu redor, ouvindo somente minha adaga se chocar contra o material da arma dele, aquilo estava me deixando possesso.

Girei o corpo ainda no chão, desenhando um arco com a perna direita em um movimento de ataque, acertei-o na cintura, o boneco de jardim voou em direção a parede. Nesse momento o alarme de trancamento do prédio soou, ninguém mais sairia nem entraria, pelo menos uma hora ou outra eu encontraria ele, rezava apenas para que ninguém ficasse ferido.

Minha tontura devido à carga de adrenalina parecia estar diminuindo, agora poderia matar aquele baixinho desgraçado. Avançamos um na direção do outro, para talvez a decisão de uma rivalidade entre tontos, naqueles poucos segundos que se passaram. Naquele momento algo que eu jamais contaria a alguém aconteceu,  ao flexionar o joelho para golpear ele, minha embriaguez mostrou que ainda tinha efeitos. Caí no chão, desferindo um golpe de sorte na
cabeça do monstrinho.

''Acho que é melhor deixar em off.''

Guardei a arma atrás da cintura, provavelmente o material de minha arma não afetaria alguém.
Avancei pelo corredor até que ouvi mais um grito e móveis sendo derrubados. Corri até a porta que o som foi emanado, ao entrar no local o homem já esperava pela minha chegada. Notei pela primeira vez que ele carregava uma faca consigo, a mulher que ele segurava estava tanto com raiva quanto com medo, qualquer movimento brusco meu poderia custar a vida dela.

— Fica longe! Ou eu mato ela!! — parei de avançar e o observei ele estava sem saída,  e um animal acuado sem rota de fuga sempre fará a escolha errada — Por que você está fazendo isso? Se você matar essa moça só vai piorar as coisas que já estão feias. — disse em tom calmo, precisava ser frio naquele momento, não poderia deixar mais alguém morrer.

— Você não entende... Ela me traiu, ela merecia morrer, uma morte a mais ou a menos não vai fazer diferença! — ele pressionou a faca contra o pescoço da moça — Ela não está morta! Pensa bem, você vai piorar uma situação por traição? — menti para ele, a vida daquela moça tinha se perdido, então não era hora de pestanejar, precisava salvar a refém.


— M...Mas eu vi ela morrer! — por um momento senti a voz dele trêmula, a faca tomou um pouco de distância do pescoço da menina — Você viu errado, vamos lá cara, ainda tem uma chance de reparar seus erros— estendi o braço para ele, fazendo um sinal para que o mesmo ficasse calmo — Solte ela, eu vou te ajudar com as autoridades. — respirei fundo, enquanto olhava ele nos olhos.

Ele olhou para a mão ensanguentada, soltando a garota que correu em minha direção. A faca caiu no chão, e ele pareceu cair na razão pela primeira vez— O que eu fiz? O que eu fiz? — sinalizei para que a jovem saísse e fosse buscar ajuda, foi nesse momento que a raiva borbulhou, fazendo-me avançar em direção a ele.

Desferi um soco no rosto dele — VOCÊ MATOU ELA DE FORMA PASSIONAL? — chutei as costelas dele duas vezes, pisei em seu joelho, e segurei-o pela garganta, pressionando seu corpo contra o chão — Você merece a morte, só que dessa vez não será pelas minhas mãos. Vai perecer no presídio quando souberem o que você fez contra uma dama, eu irei ter o prazer de fazer com que todos saibam! — dei um soco no queixo dele, fazendo com que o mesmo apagasse perante a mim.

Notei em seu pescoço uma conta de Afrodite, como alguém tinha chegado a esse ponto de loucura? Algo devia ter maculado a mente do garoto, eu não aceitava em hipótese alguma um crime para justificar a loucura, ou paixão exacerbada, aquilo era repugnante.
Quando a adrenalina finalmente baixou, senti-me novamente enjoado, nunca mais iria beber e me envolver em perseguições com escadas. Muito menos vodka de sabor, o morango estava voltando pela garganta, que nojo.

(...)
Minutos se passaram até que a policia finalmente chegou, contei a verdade para os policiais, que colocaram em seus relatórios que o mesmo tinha reagido e por isso estava ferido. Ninguém daria sequer um direito humano para um crime tão.. bárbaro, muito menos eu.



passivas:


Perícia com adagas
Hermes é um deus astuto, privilegia mais a estratégia e a velocidade do que a força bruta. Dessa forma, seus filhos são mais adaptados ao uso de adagas e armas pequenas similares (facas e punhais e, excepcionalmente, kukris), de manuseio leve e ocultação fácil. Terão, com estes itens, facilidade em aprendizagem e execução de manobras, mas é uma capacidade evolutiva, que implica um diferencial se comparado a quem não possui tal perícia, mas que não o exime da chance de erros ou necessidade de treino/ esforço para execução de ações condizentes. [Modificado]


arma:
{Half Blood} / Adaga Comum [Adaga simples feita de bronze sagrado, curta e de duplo corte. A lâmina possui 8cm de largura, afinando-se ligeiramente até o comprimento, que chega a 20cm. Não possui guarda de mão e o cabo é de madeira revestido com couro, para uma empunhadura mais confortável; acompanha bainha de couro simples.] {Madeira, couro e bronze sagrado} (Nível mínimo: 1) {Não controla nenhum elemento} [Recebimento: Item de Reclamação]

observação:
Não coloquei as perícias corporais, afinal o personagem estava sob efeito de álcool

Mike Ross
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Re: [MISSÃO ONE POST] Quem é o assassino? // Mike Ross

Mensagem por Éris em Qua 24 Out 2018, 16:52




Avaliação — Mike Ross



Alguns critérios solicitados não foram cumpridos ou mal desenvolvidos. Você pode fazer mais do que isso que me entregou, Mike, desenvolva sua criatividade, trabalhe suas narrativas, não deixe tudo de última hora, é um erro brutal que lhe custa quantidades boas de pontos de xp.

Sua narrativa ficou extremamente corrida, curta e pulando totalmente os objetivos que lhe foram impostos por mim. Sinceramente, eu gostaria de anular a mesma, afinal, não compensa nem o tempo que perdi lendo-a. Os erros que sempre martelo em cima - repetição de palavras, erros por falta de reler o conteúdo - continuam presentes, como se as avaliações que você já recebeu fossem todas jogadas pelo ar.

Estou realmente decepcionada.


Resultado


1. coerência: 20%
2. coesão, estrutura e fluidez:  10%
3. objetividade e adequação à proposta: 5%
4. organização e ortografia: 8%

Total: 43% (porcentagens somadas) x 4 (peso da missão)= 172xp + 17 dracmas - 20% do valor total de HP/MP

ATUALIZADO




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Re: [MISSÃO ONE POST] Quem é o assassino? // Mike Ross

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