— nice for what?

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— nice for what?

Mensagem por Charlotte Hémery em Sex 12 Out 2018, 17:53


    nice for what?

That's a real one in your reflection
Without a follow, without a mention
You really pipin' up on these n****s
You gotta be nice for what to these n****s?
I understand

You got a hunnid bands, you got a baby Benz
You got some bad friends
High school pics, you was even bad then
You ain't stressin' off no lover in the past tense
You already had them
Work at 8 A.M., finish 'round five
Hoes talk down, you don't see 'em outside
Yeah, they don't really be the same offline
You know dark days, you know hard times
Doin' overtime for the last month
Saturday, call the girls, get 'em gassed up
Gotta hit the club, gotta make that ass jump
Gotta hit the club like you hit them mothafuckin' angles
With your phone out, snappin' like you Fabo
And you showin' off, but it's alright
And you showin' off, but it's alright
It's a short life

Watch the breakdown

    Nice For What, Drake.

abaixo, as diy's da charlie.
conteúdos para maiores de 16 anos.

BOA LEITURA!
Charlotte Hémery
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Re: — nice for what?

Mensagem por Charlotte Hémery em Sab 13 Out 2018, 14:18


modern slavery
Red and blue matching drugs, Did 'em both just because (pop it) They hoodie and maskin' up (nah) They the real Robin Hoods (yeah!), Yeah, if I, let my Gang out, bow down (gang) Come 'round, gun you down. Hunt down (pew pew), hunt down (shoot), Rampage, campaign, Champagne (ayy), I gain, Decades of no pain

Dippin' my dreams in sauce

(( prólogo;; ???? ))

Se Charlie ganhasse um dracma para cada vez que estivesse em um lugar sem nenhuma ideia de como chegara, ela seria rica.
Pena que esse não era o caso.

Ela encontrava-se no aquário de Paris, aquele que Marie fazia questão de levá-la aos sábados, sempre querendo uma boa transa e o abastecimento de drogas para a semana. Naquele momento, porém, a garota estava sem sua mãe. Na verdade, estava sem ninguém.
O lugar estava vazio. Nem mesmo os peixes estavam presentes.
— Charlotte. — Uma voz forte soou, ecoando pelo corredor. Quando virou-se, os cabelos pareciam flutuar, como se estivesse debaixo da água. Percebeu que ainda vestia suas roupas de dormir, e que elas também pareciam flutuar.
    Estaria ela debaixo da água?
Sua verdadeira surpresa, porém, foi encontrar aquele mesmo velho pescador, com sua camisa de estampa havaiana.
Olá. — Tentou, a voz saindo clara - afinal, ela estava ou não debaixo da água?
— Como está? — Ela teve vontade de rir com a pergunta. O que poderia responder?
    "Nada bem".
    "Estou indo".
    "Você realmente quer saber?"
Então, deu de ombros.
Indo. — Era uma resposta válida. — Você é meu pai? — E ali estava. A pergunta que vinha incomodando-a há dias.
O silêncio se fez presente.
— Sim. — O deus finalmente respondeu, depois do que pareceu uma eternidade. Ele agora havia aproximado-se, e Hémery conseguia enxergar com clareza seus olhos verdes, que brilhavam com algo que ela não conseguia reconhecer totalmente.
Por que- — o que poderia dizer?
    "Por que me abandonou?"
    "Por que nunca disse que era meu pai?"
    "Por que deixou que vivesse com ela?"
    "Por que deixou o que aconteceu, acontecer?"
— Eu entendo suas perguntas, criança. — Ele parecia ser capaz de ler sua mente. — Mas temo não possuir as respostas que desejaria ouvir.
Dê-me as que eu não quero ouvir, então. As verdadeiras. — Sussurrou, embora tivesse certeza de que ele pudesse ouvir. E, naquele momento, poderia jurar que o deus dos mares fraquejou.
— É proibido que um deus interfira na vida de sua cria. — Ele respondeu, como se fosse o suficiente. Mas não era. E ambos sabiam. — Não havia nada que eu poderia fazer. Seu destino foi traçado e definido anos, décadas atrás.
Mas eu te
via. Você interagiu comigo naquela noite. — Ela não precisava especificar qual noite se referia.
— Acha que foi uma escolha fácil? — Poseidon desviou o olhar, parecendo envelhecer décadas. — Mesmo eu ter chamado Asclépio foi um risco. —
Asclépio. Aquele nome mais uma vez.
Ficaram em silêncio, até que:
Entendo. — as sete letras eram, ao mesmo tempo, seu reconhecimento, sua entendimento e uma dispensa.
    Mas de maneira alguma constituíam um perdão.
E, após um longo minuto examinando-a, com seus extraordinários – e agora, ligeiramente tristes – olhos, fez um gesto de mão, mandando-a de volta.


shaking my demons off

(( acampamento meio sangue ))

Onde posso encontrar minha mãe? — Quíron imediatamente arregalou os olhos, analisando sua pupila.
— Sua mãe? — Questionou, devagar, como se estivesse ganhando tempo.
Sim. Marie Hémery. Morávamos em Paris. — Apesar de um exterior corajoso, Charlie não conseguia decidir se era uma boa ideia procurar sua mãe, voltar às suas raízes.
— Entenda, criança, não acho qu-
Quíron. — Interrompeu-o, deixando que o centauro visse sob sua máscara a dor em que se encontrava. — Por favor. Eu preciso saber. — Ele suspirou. Pareceu considerar suas opções. E, ao fim, disse:
— Siga-me.

Estavam diante uma fonte. O mentor trazia uma moeda dourada em suas mãos e uma expressão pesarosa no rosto.
O que estamos fazendo?
— Ó Lady Íris, aceite essa oferta e mostre-nos Marie Hémery. — O centauro falou, sem responder à pergunta. Em seguida, jogou a moeda no arco-íris que havia formado contra a luz. Charlie esperava que ela aparecesse do outro lado, mas esta sumiu.
Imediatamente, uma imagem formou-se na água. Nela estava a mãe de Marie, mas algo não estava certo. Ela não parecia estar no pequeno apartamento em que viviam em Paris. Seus arredores eram nebulosos, mas parecia estar encostada contra uma parede em um beco abandonado. O barulho do trânsito estava abafado, mas era claro.
E não haviam dúvidas quanto a o que ela viu.
Uma mão de cor preta como a noite, com garras estava envolvendo o ombro esquerdo de Marie. Apertando os olhos, Charlotte enxergou o contorno de um rosto. E poderia jurar que os olhos que brilhavam no escuro estavam encarando-a.
Quíron, voc-
— CHEGA! — O centauro moveu-se rapidamente, e seu braço logo desfez a imagem. — Charlotte, ouça-me com atenção. — Ele agora segurava os ombros dela, o que fez com que ela se encolhesse no mesmo momento. Quíron percebeu e, rapidamente, soltou-a de seu aperto. — Não procure sua mãe. Temo o pior e não sei o que pode acontecer caso você a encontre.
Como assim?
— Aquilo… Faz anos desde a última vez que soube de um caso assim, mas uma cria dos três grandes deve ter atraído-a. — Ele balançou a cabeça. — O que vimos, rondando sua mãe, era uma Algea. Não tenho certeza de como ela entrou em sua vida, nem o motivo, mas é perigosa. — Encarou-a então, analisando seu íntimo. — Tome cuidado, criança. Consigo enxergar a grandiosidade em você, mas ela vem com um preço. — E, com essas palavras, o centauro dispensou-a.
Charlie não conseguiu parar de pensar em suas palavras pelo resto do dia.

Who did you thought you was

(( ???? ))

— Charlie. — Ela reconheceu instantaneamente a suave voz masculina. Virou a cabeça, encontrando aquele que havia ajudado-a, que havia resgatado-a.
Asclépio. — O deus assentiu, observando-a com seus olhos de caleidoscópio. Dessa vez, vestia um jaleco branco, e o bolso estava bordado com duas serpentes entrelaçadas.
— É um prazer revê-la, semideusa. —
Viva, completou em sua cabeça.
Onde estamos?
— Pergunta interessante. É essa a pergunta que deseja fazer primeiro? — Silêncio. Uma afirmativa, pelo jeito. — Bom, roubei-lhe de seus sonhos, momentaneamente, é claro. Gostaria de ver como estava.
Suponho que é um direito seu. Obrigada, aliás. Por ter ajudado-me. — Pelo o que pareceu uma eternidade, ele examinou-a.
— Fiz o que pude. Mas suas feridas internas…
Sim. Suponho que nem mesmo
você seja capaz de curá-las. — As mãos de Hémery formavam punhos em seu colo.
— Mas gostaria de ajudar.
Por quê? Já não completou o favor pedido por Poseidon quando me resgatou?
— Sim. Não. É-É complicado, Charlie. — Ele passou uma das mãos pelos cabelos claros, frustrado. — Creio que seu pai já tenha mencionado a burocracia que é, interagir com semideuses. Mas você… Bom, digamos que seu caso é especial. Digamos que o futuro que lhe espera… Você precisará de ajuda, garota. — Ela permaneceu em silêncio. Lá estava, mais uma vez, a menção de seu futuro.
    Naquele momento, porém, ela não conseguia nem mesmo imaginar seu amanhã.
E você está oferecendo? Ajuda?
— Ofereço orientação.
Por quê?
— Meus curandeiros… Eles precisam reagrupar, precisamos de mais membros.
Só isso?
— Voc-Você esquece que eu
estava lá, quando aconteceu. Senti quando vocêdesistiu, Charlie. — Uma pausa, talvez em respeito pelo o que ela havia passado. — E, ainda assim, quando voltou a si, não senti raiva, ódio, rancor. Nada. — Agora, o deus médico parecia fascinado. — Você é puramente boa, Charlie. É alguém rara nesse mundo. E alguém que eu gostaria que fizesse parte dos meus curandeiros.
Ela não sabia o que dizer.
    E só percebeu que estava chorando quando sentiu o gosto salgado das lágrimas em seus lábios
— Junte-se à mim e aos meus curandeiros.
O que isso significa?
— Junte-se à mim e ganhe uma nova família. Você pode ajudar outras pessoas, Charlie. Pode fazer o
bem.
Não, sinto muito. — Balançou a cabeça, afastando-se um pouco do deus. — Não irei aguentar juntar-me a uma
família, apenas para perdê-la mais uma vez. — Sua voz estava carregada de luto, de tristeza. E, ainda assim, não afastou Asclépio quando ele colocou uma mão em seu ombro.
— Você não irá. — Ele não poderia saber disso. Ele não oferecia nenhuma garantia. E, ainda assim, ela acreditou em suas palavras.
Tudo bem. — Oferecendo-lhe um sorriso, o deus começou a sumir diante seus olhos, mas antes, ela precisa perguntar. — Asclépio? O que é uma
algea? — No mesmo instante, ele paralisou, seus olhos arregalados.
— Quem te contou sobre isso?
Quíron mencionou, mas-
— Escute-me bem, Charlotte. — Uma pausa. — Pelos deuses, Cloto irá matar-me. — Ele balançou a cabeça, e então fixou seus olhos nos dela, com uma nova determinação brilhando neles. — Faz parte de seu destino confrontar a
algea que lhe segue desde antes o seu nascimento. E isso é algo que não posso oferecer assistência. Não agora, pelo menos.
Mas-
— Não se preocupe. Teremos outras oportunidades para conversar. Agora, no entanto, você deveria dormir. — E, com essas palavras, o deus sumiu.


Charlotte acordou no dia seguinte, a cabeça latejando com o novo conhecimento. O ar salgado de seu chalé confortou-a e, ainda assim, não pôde deixar de sentir que alguma coisa estava incomodando-a.
Mas, quando saiu do chalé em direção ao refeitório, não percebeu o par de olhos negros que observava-a do arco-íris formado na fonte, seguindo cada movimento seu.
    Nem percebeu o sorriso predatório que a criatura abriu, ao mesmo tempo que suas garras desfaziam a imagem.

mimimi:
etc:
~ bom, vou tentar dar uma explicadinha: essa foi uma diy para que a charlie possa entrar no grupo dos curandeiros de asclépio
~ todo esse rolê de algea e tal vai ser devidamente explorado em futuras diy's, então não prestem muita atenção nisso kk
~ os parágrafos são quebradinhos assim pra marcar passagens de tempo e/ou diferentes "assuntos" a serem tratados dentro de uma mesma "divisória" do texto (mas sei lá, se ficou confuso vem de mp que eu tento explicar melhor
~ a música é modern slavery, huncho jack (recomendo bastante!)
~ espero que tenham curtido a leitura de qualquer jeito
recompensa almejada e outras obs:
~ ingresso nos curandeiros de asclépio
~ não houve uso de poderes ou equipamentos
~ aceitos uns XPs -q
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Re: — nice for what?

Mensagem por Éris em Seg 15 Out 2018, 18:55




Avaliação — Charlotte Hémery



Você tem uma narração bastante interessante, a forma de estrutura dela é bem diferente das que costumo ver, o que é um ponto bastante positivo. Apesar de não achar que fique esteticamente bonito, ainda é um destaque. Ainda sobre a estética precisamos falar sobre seu template, especificamente sobre o tamanho da fonte utilizado: Ele é extremamente pequeno, prejudica a visão do narrador, o uso do itálico piora ainda mais, já que as letras ficam ainda mais finas e no fundo claro é uma tortura. Por gentileza, revise isso na próxima vez.

Falando sobre seu texto e o conteúdo em si, eu gostei bastante. Apesar de correr um tanto quanto rápido, ser um tanto pobre em detalhes e em sua maior parte serem diálogos, não é de todo ruim, mas não o suficiente para o que deseja alcançar.

Resultado

Negada como Curandeira de Asclépio;

1. coerência: 40%
2. coesão, estrutura e fluidez: 12,5%
3. objetividade e adequação à proposta: 8%
4. organização e ortografia: 6%

Total: 67% (arredondado) x 4 (peso da missão)= 268xp + 27 dracmas





Éris
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Re: — nice for what?

Mensagem por 147-ExStaff em Qui 18 Out 2018, 09:53



Atualizado
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Re: — nice for what?

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