MISSÃO NARRADA INTERNA — Björn Eriksson — É só uma vigília

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MISSÃO NARRADA INTERNA — Björn Eriksson — É só uma vigília

Mensagem por Dionísio em Seg 22 Out 2018, 19:25

É só uma vigília

Há semideuses e semideuses. Há aqueles que, assustados com o mundo real, se escondem de qualquer obrigação, mantendo-se no mínimo de treinamentos necessários, evitando qualquer envolvimento que os coloque em uma missão, interna ou externa. Também existem aqueles que, compreendendo que estão em uma situação sem saída, se propõem logo a ajudar e ganhar experiência antes mesmo de saberem com certeza qual o lado certo para segurar uma adaga.

Björn Eriksson é claramente um dos que pertencem ao segundo grupo. Semideus indefinido, morador do chalé de Hermes, preferia estar em atividade a permanecer naquele ambiente insalubre e pouco privado. Como voluntário, foi posto em um dos pontos de vigia da proteção mágica do acampamento, em uma colina próxima da praia. Tinha ouvido histórias sobre as vigílias, contadas com pouca emoção, visto que a maioria era apenas bobeira dos veteranos tentando assustar os novatos. Sabia que monstros não podiam simplesmente atravessar aquela barreira e, no geral, nem apareciam. A noite estrelada, uma brisa suave no ar, um clima fresco, quase frio, e nada de novo no horizonte. Seu turno de duas horas estava quase terminando, faltavam apenas trinta minutos.
Diretrizes


+ Post de introdução. Narre seu personagem se preparando para a vigília, emoções, pensamentos, suas impressões sobre os semideuses e o acampamento.

+ A visão que você tem do seu posto é o mar à sua esquerda (sua posição é aproximadamente 30m distante da praia), mais ao longe a floresta à direita e à frente há mais floresta. Há, contudo, um bom pedaço de campo aberto formando uma clareira ao seu redor. Atrás de você há uma trilha aberta por onde ocorrem as trocas de vigias e, muito ao longe, pode ver alguma iluminação do acampamento.

+ Termine seu post após narrar o tempo transcorrido até agora como sentinela; nada aconteceu ainda.

Regras

+ Não utilize cores cegantes e/ou templates com menos de 400px de largura.

+ Poderes (com nível, separados por ativo e passivo) e armas em spoiler no final do texto.

+ Prazo de postagem até 23h59, segundo o horário de Brasília, do dia 27/10/2018;

+ O critério de avaliação usado será o baseado neste sistema (clique);

+ Caso você não poste e nem justifique, perderá 50% do status de HP e MP total;

+ A premiação máxima consiste em: 400 xps e 40 dracmas;

+ Ao final, caso atinja 85% da premiação total, ganhará um item;

+ Ao final, caso não atinja 20% da premiação total, morrerá;

+ Agradeço se me enviar uma mensagem privada assim que postar;


Informações


+ Missão narrada interna para Björn Eriksson;

+ Condições do player: 100 HP / 100 MP;

+ Condições climáticas: Razoavelmente frio, 14 ºC, sem nuvens, céu estrelado;

+ Horário de início: 2h30min;

+ Local: Acampamento Meio-Sangue;



Dionísio
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Re: MISSÃO NARRADA INTERNA — Björn Eriksson — É só uma vigília

Mensagem por Björn Eriksson em Sex 26 Out 2018, 01:35

É só uma vigília
O que poderia acontecer?


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Após 3 anos no acampamento já era de se esperar que um semideus já ajudasse mais, já participasse mais de missões e coisas do gênero, porém quando se é um indefinido de 18 anos preso no chiqueiro que chamam de Chalé de Hermes isso não é real. Eu havia sido trazido ao acampamento em 2005 após a morte de minha mãe e não parei de treinar e estudar até hoje, entendo mais sobre monstros e mitos antigos do que muitos semideuses reclamados e luto muito melhor que vários outros, todavia o status de indefinido me sujeita apenas a um maldito beliche no Chalé 11. Já fazem meses que peço por uma oportunidade, por uma missão, talvez com feitos heroicos meu pai me reconheça e talvez tudo mude se me derem uma chance.


Chalé de Hermes
22:05



O 11 era o mais antigo dos chalés, sempre esteve lotado e provavelmente sempre estará lotado. Com a tintura desgastada o local quase não suporta a quantidade de semideuses lá presentes, uma monocromia cinza toma conta do local devido aos cobertores utilizados. O barulho e o roubo era algo com que a maioria já havia se acostumado, os que não conseguiam suportar sofriam para dormir uma noite inteira sem interferência e hoje seria uma madrugada como qualquer outra no Chalé de Hermes.

- Preciso falar com Björn Eriksson. – Disse uma voz que acabara de entrar no quarto. - Sou Victor, filho de Ares. Sou um dos responsáveis pela segurança pelo acampamento.

- Sou eu. O que foi? – Respondi levantando-me de minha cama, ainda vestia a roupa que utilizei no jantar, uma das camisetas laranjas do acampamento, uma calça preta surrada que um dos filhos de Hermes havia roubado para mim, meu tênis de corrida Nike, também roubados, e meu colar de contas com 3 pequenas pecinhas, uma para cada ano no acampamento.

- Você está sendo requisitado no pavilhão do refeitório, Quíron permitiu que participasse de um turno da vigília. Pegue seus equipamentos, lá receberá mais instruções. – Disse o garoto, ele aparentava ter 18 anos, vestia uma armadura básica com um tom vermelho-escarlate e por baixo disso uma calça jeans e uma camiseta preta. Seu rosto possuía pequenas cicatrizes e seu olhar intimidava qualquer um que o encarasse por mais que alguns segundos. O corte militar em seu cabelo ajudava a manter o estereotipo dos filhos de Ares.

A notícia de que após meses de pedidos eu havia sido finalmente liberado para ajudar encheu meu corpo de energia, todo sono que sentia foi embora, parecia que eu tinha dormido uma noite perfeita. Múltiplos sentimentos percorriam meu corpo, ansiedade, nervosismo, felicidade e medo. Apesar das histórias de vigília serem sempre sem nenhuma surpresa a toda hora existe a possibilidade de algo dar errado.

- Muito obrigado pela oportunidade. – Disse enquanto amarrava a bainha de meu gládio em minha cintura, do lado esquerdo, e prendia minha faca de caça do lado direito.

- Não fique muito animado garoto, para ficar registrado fui contra sua inclusão nisso. Você é um indefinido há mais de 3 anos, não possui nada de especial. Espere no refeitório até que eu chegue lá. – Então a prole da Guerra se virou e partiu em direção aos outros chalés, provavelmente indo chamar outros pra vigília. O nervosismo em mim aumentou após ouvir tudo que Victor disse, palavras do garoto eram duras porem verdadeiras, a única coisa que eu possuía era meu treinamento e se alguma coisa desse errado só poderia contar com isso e com minhas armas, não possuía poderes nem bênçãos, no entanto aquela era minha primeira chance de mostrar meu valor e eu não podia voltar atrás e desistir.


Refeitório
22:15



Adentrei no refeitório passando pelo arco em sua entrada, sua arquitetura foi feita para parecer as antigas construções gregas com diversas colunas, todavia não possui teto e o chão é feito de mármore. Os outros semideuses conversavam ao redor da fogueira para se aquecer, grande parte deles vestiam armaduras básicas como a de Victor, provavelmente filhos de Ares, os outros vestiam apenas as suas roupas cotidianas. No momento que me sentei ao lado deles pude ver seus olhos me encarando com um olhar de surpresa e desprezo.

Passados alguns minutos Victor apareceu com mais uma pessoa, ele apontou aonde o garoto deveria se sentar, então se dirigiu a mesa do Senhor D. e abriu um mapa do acampamento.

- Muito bem, já estão todos aqui então vou começar. – Disse tomando uma postura ereta e um olhar superior. – A vigília será feita em turnos de duas horas, haverá sete pontos de segurança e vocês serão divididos em grupos. Não deixem seu posto em hipótese alguma, só saiam quando seu substituto chegar. Quando eu chamar seu nome venha até mim para receber suas instruções.


***


- Björn Eriksson. – Chamou o filho de Ares enquanto me encarava. Levantei-me e andei em direção a ele tentando demonstrar externamente que estava preparado para aquilo, tentando me mostrar confiante. – Você, indefinido, vai ficar aqui no limite mais a oeste do acampamento, em uma clareira entre a praia e a floresta. Saia daqui quando faltar 1 minutos para o seu turno, para chegar lá a tempo. Em caso de algum confronto proteja seu posto com tudo o que tiver, os seres da floresta nos alertarão que você precisará de ajuda.


Ponto de Vigia
01:00



Eu havia acabado de chegar ao meu posto e o relógio começou a correr, duas horas de serviços a serem feitas e se tudo desse certo mais horas de serviço iriam vir. A clareira estava posicionada a cerca de 30 metros do mar, a minha direita estendia-se a floresta do acampamento e atrás de minha posição localizava-se a trilha que eu tinha percorrido para chegar em meu posto. As luzes do acampamento podiam ser vistas a distância. Os únicos sons que podia ouvir eram os vindos da floresta e os oriundos do mar, que chegavam em mim juntamente com um leve vento gelado e um cheiro de forte da água salgada.


02:30



Uma hora e meia de meu trabalho já havia sido cumprida e nada tinha acontecido. Eu andava de um lado para o outro com meu gládio em minha mão direita, preparado para qualquer tudo. Sempre que perdia minha atenção os sons oriundos da floresta e o frio me faziam lembrar no que deveria estar pensando. Minha mente tinha que sempre estar ocupada para que não retornasse a pensar nas circunstâncias que haviam me levado ao acampamento, contudo lá na clareira não era a hora e nem o local para pensar nisso. Eu tinha que me manter focado para não estragar tudo já que faltava apenas meia hora para meu turno acabar, se algo passasse por mim minhas chances estavam acabadas.

Observações:

Armas:

{Moonlight} / Gládio [semelhante a espada curta, porém esta tem a lâmina mais larga na base e maior no comprimento, medindo cerca de 80cm. Devido ao pouco peso, é empunhada com uma única mão, deixando a outra livre para utilizar escudos ou outros itens. O cabo é de madeira simples.][Bronze sagrado e madeira} (Nível mínimo: 1) {Não controla nenhum elemento}

{Moonshard} / Faca de Caça [A faca de caça é feita de metal, tendo um de seus gumes com serra, enquanto o outro gume é apenas cortante, mas recurvado, causando mais dano na entrada e saída do ferimento. Sua lâmina tem cerca de 30 centímetros, e a empunhadura é de metal recoberta com couro, simples, com guarda para mão. Acompanha bainha simples de couro] {Bronze sagrado e couro} (Nível mínimo: 1) {Não controla nenhum elemento}
Leia-me:

Ainda nada importante q
e desculpe a escrita zoada, n to no ponto ainda



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Re: MISSÃO NARRADA INTERNA — Björn Eriksson — É só uma vigília

Mensagem por Hades em Qua 07 Nov 2018, 02:57



Missão Cancelada
Não há descontos, devido à apresentação de argumentos plausíveis
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Re: MISSÃO NARRADA INTERNA — Björn Eriksson — É só uma vigília

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