{Blackout} — Missão one-post para Drake Collins

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{Blackout} — Missão one-post para Drake Collins

Mensagem por 150 Ex-Staff em Seg 22 Out 2018, 19:34




Blackout



É noite, quando as criaturas mais perigosas de Nova York decidem sair para caçar. Na selva de pedra, as luzes artificiais criam uma falsa sensação de segurança. Palavra-chave: falsa. É que o escuro traz a tona instintos e sentimentos que o ser humano tenta reprimir à luz do dia.


Diretrizes

— Introduza o post adequando-o à sua personalidade/trama. Já é fim de tarde, quando você (acompanhado ou não), decide sair do acampamento em direção ao Brooklyn. Pode ser uma festa ou coisa assim. Como eu disse, vai depender da sua personalidade/trama.
— Já é noite, quando você chega ao Brooklyn. As coisas seguem normalmente, até que uma queda de energia deixa todo o Brooklyn no escuro e aí o caos toma conta do distrito. Uma onda de crimes se alastra pelo lugar. Narre um pouco sobre o caos e sobre o crime, mas não precisa se aprofundar, se não quiser.
— Você, muito heroico, decide que deve ir até o sistema de distribuição de energia do Brooklyn e se aventura pelas ruas escuras. Apesar dos inúmeros crimes que acontecem pelas ruas, um deverá chamar sua atenção. Estou supondo que você seja um herói, então interfira.
— Você, então segue o seu caminho. Quando chegar à rede de distribuição de energia, vai descobrir que um bando de aves de estinfália está se banqueteando com os fios e com a eletricidade que flui deles. São um bando de, no mínimo, 5 aves. Mas deixo em aberto para caso queira aumentar a dificuldade.
— Lute. As aves estão famintas e não vão largar o banquete, a não ser que você as mate ou as machuque seriamente.
— Quando derrotar as aves, uma equipe do governo chegará na rede de distribuição, acompanhada da polícia. Fuja sem ser visto, ou será considerado o responsável pelo blackout.
— Supondo que você tenha escapado da polícia, a energia volta funcionar no Brooklyn. Aproveite esse momento para refletir sobre seu ato de heroísmo ou sobre como as outras pessoas podem se tornar vilãs, dependendo do contexto (no caso, um blackout). Enfim, encerre a missão, mais uma vez, adequando-a à sua personalidade/trama.
— Vocês está livre para criar novos pontos e adequar os que eu apontei de acordo com a personalidade/trama da sua personagem, desde que não fuja do caminho principal.


Informações

— Horário: Indefinido.
— Clima: 20°C, céu limpo, 5% de chance de chuva.
— Poderes e armas: Sempre citados em spoiler sem irregularidades, caso contrário serão ignorados.
— Prazo de postagem: Até o dia 06/11, às 07:35 pm. Atrasos sem justificativas ou aviso prévio não serão tolerados.

Drake Collins — Nível 3
HP: 120/120
MP: 120/120

Aves de Estinfália — Nível Monstruoso 5
HP: 70/70
MP: 70/70

Para dúvidas, reclamações, pedidos de extensão de prazo e outros, por favor, enviar uma MP.

Boa sorte.







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Re: {Blackout} — Missão one-post para Drake Collins

Mensagem por 150 Ex-Staff em Ter 13 Nov 2018, 20:02



Missão em Aberto


Player punido com 50% do status total.

Requisitos:

  • Estar no acampamento ou viver em Manhattan (devendo adequar o início da missão para cada um dos casos);

  • Ter entre 1-10 níveis;

  • Até o nível 3, o player deve enfrentar 5 aves de estinfália de Nível Monstruoso 5;

  • A partir do nível 4, o player deve adicionar uma ave de estinfália a cada nível. Dessa forma, um player nível 4 enfrentará 6 aves. Um player nível 6 enfrentará 8 aves. Chegando ao máximo de 12 aves, para um player nível 10.



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Re: {Blackout} — Missão one-post para Drake Collins

Mensagem por Murtagh S. Leclerc em Seg 01 Jul 2019, 15:35

minha
to lvl 6, logo 8 aves e só avisando q adaptei alguns pontos, mas acho q mantive tds qq
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Re: {Blackout} — Missão one-post para Drake Collins

Mensagem por Murtagh S. Leclerc em Qua 17 Jul 2019, 00:54




No, you'll never get it inside; Push it back down black out blood in your eye; You say that it's not your fault; And swear that I am mistaken; You said it's not what it seems; No remorse for the trust you're breaking; You run but then back you fall; Suffocate in the mess you're making; You can't get enough you take; And take and take and take and take; Fuck it are you listening?
Blackout



— Ah, deixa disso, não é como se você fosse fazer algo de importante hoje. No máximo, arranjar uma nova razão pra brigar com sua irmã. — Uma dezena de dedos se curvaram sobre os músculos dos ombros, as unhas pintadas em um tom gritante de roxo levemente se afundavam na carne por sobre as camadas de tecidos pretos da jaqueta e camisa que o moreno usava, as palavras chegavam ao seu tímpano carregadas de troça, dando um ar de piada de mal gosto amigável. — Ei, minhas noites são repletas de encontros com pessoas importantes, achei que soubesse que agora trabalho para essa firma secreta do governo que… oops. — A devolução em mesmo tom proveio de um rosto extremamente sonso, a máscara era uma das poucas respostas — que não demonstrava seu desprezo e desgosto para com a interlocutora — que o garoto era capaz de reunir forças para conjurar contra as provocações estúpidas, visto que ele não tinha mais permissão para calá-la a força com um beijo ou nenhuma outra carícia.

Uma brisa perpassou o trio, agitando galhos nas árvores próximas e lançando um sussurro no ar que parcialmente bloqueiava os gritos e rugidos que provinham de mais abaixo na colina. A garota, com suas madeixas loiras presas em um coque e sua pele pálida forrada com roupas pretas e rasgadas no melhor estilo punk-gótica, se postava sob a luz alaranjada do entardecer como um abutre em algum lugar desértico e desolado. Os lábios se abriam lentamente, cobertos pela cliché tinta preta, evocando péssimas lembranças da época em que eram tocados pelo garoto e levantando a pergunta de porque ele se deixava ser cercado por pessoas tão tóxicas. Não é como se Murtagh fosse uma das sete maravilhas do mundo quando se tratava de personalidade (ou coisas desse tipo), contudo, ele tinha seus princípios… na maior parte do tempo.

Uma gargalhada escapou da garganta da filha de Nyx como se ela tivesse acabado de ouvir a melhor piada da vida dela, um movimento cíclico de sobe e desce foi realizado por uma sombrancelha de rena, sendo direcionado ao meio-deus. — Não me diga que vai trocar uma festinha com sua amiga por uma foda qualquer. Além do mais, aluguei uma limo. — A lâmina de sorriso que ela adotava, trademark roubada friamente do garoto, desapareceu momentaneamente para permitir que as palavras escapassem para continuar a discussão, ainda que ambos soubessem que a resposta para a pergunta realizada pouco mais de dez minutos atrás já houvesse sido dada e toda aquela baboseira infantil estava apenas postergando o inevitável. Sal era, infelizmente, um rapaz extremamente previsível quando o assunto era seus gostos, prazeres e formas de diversão.

— Ah claro, e você espera que eu aceite numa boa servir de vela enquanto vocês trepam no banheiro? — Um olhar sorrateiro foi lançado na direção do filho de Ares acoplado ao braço esquerdo da moça, o rosto de maxilar forte apontava para o lado, evitando veementemente encarar a cria de Zeus, porém não era o suficiente para esconder o rubor que queimava as bochechas dele. O pensamento deles dois fodendo no banheiro enquanto ela dançava ignorantemente para uma música eletrônica qualquer e se embebedava de vinho barato, no melhor estilo festa de xexelento, quase fez o brunette soltar uma gargalhada.

A risada, entretanto, proveio da menina, logo sendo acompanhada de um beijo indecentemente molhado no parceiro, sons esses que assombraram o cérebro do Murta por todo o trajeto qual a limousine percorreu para ir do acampamento até algum lugar no meio do Brooklyn, onde a festa, que era de autoria de algum amigo da família milionária e importante dela, aconteceria.
“Família cheia de pedigree e nasce essa harpia estúpida.”
Não que ele desse muita importância onde ou de quem a festa era, ele só estava indo pela bebida de graça e por uma chance de escapar do tédio das noites fofinhas e cheias de cantoria ao redor da fogueira que o camp disponibilizava para seus hóspedes, e também pra beijar umas bocas, seria interessante fazer ciúme no outro garoto, seria muito interessante.

Assim que os três foram forçados a descer do transporte um quarteirão antes do local da festa — afinal quem diria que tentar navegar com uma fucking limousine pelo trânsito em horário de pico na selva de pedra que era NYC seria uma má ideia, não é mesmo —, o Leclerc suspirou resignado, as esferas cor de grama voejaram pelos arredores, o cinza e marrom tão usual da cidade se encontrava sob o filtro negro da noite, onde sombras muito densas se tornavam perigosas e locais parcamente iluminados se tornavam românticos. Ajeitando as armas escondidas no corpo, por debaixo da jaqueta de couro, o burguês se virou para seguir os amigos para a boate grunge que aparentemente a festa iria ocorrer.

Perdido em pensamentos o semideus se manteve atrás do casal, contando os segundos para sentir o ardor da vodka deslizando pela sua garganta ou o doce de um bom scotch nos lábios. As irises esmeralda andarilhavam entre os brilhos da abóbada celeste quando os olhos piscaram repentinamente, ou foi assim que pareceu à primeira vista. O desligar das sempre tão presentes lâmpadas da cidade escureceram abruptamente, diminuindo o campo de visão do principezinho e o fazendo questionar porque seus olhos se semicerravam. Após alguns segundos um grito rasgou a noite, arrancando o moreno de seu momento de arrogante ignorância e o forçando a olhar os arredores novamente. A rua a sua volta se encontrava inundada de escuridão em boa parte dela, no centro da mesma uma aglomeração de pequenas estrelas buzinavam na tentativa de prosseguir seu caminho.

Criado praticamente como parte da nobreza, o cérebro mimado de Salem ainda não havia registrado o porque do pânico que começava a se espalhar pelas massas, no entanto isso durou apenas alguns segundos. Um forte esbarrão de uma figura envolta em sombras em seu ombro direito requisitou a necessidade do jovem de arrastar seu pé direito um pouco mais para trás no intento de recuperar seu equilíbrio, e foi quando, com o auxílio da lanterna do celular de algum transeunte, que o semi-divino acompanhou a cena de um grupo de talvez quatro ou cinco rapazes se juntarem para espancar um outro que se jogava ao chão sob a influência de uma chuva de socos e chutes.

Sentido iniciava a florescer para toda a cacofonia ao seu redor. Alguns carros eram vítimas de pedras e barras de ferro e ripas de madeira fossem para assalto ou apenas aumentar o caos geral, outros conseguiam arranjar caminhos para realizar uma fuga desesperada, porém isso terminava normalmente em atropelamentos ou batidas. Focos luminosos se apagavam e se acendiam a torto e a direito a medida que pessoas eram atacadas ou conseguiam puxar o celular do bolso, a medida que carros aceleraram para longe dali ou eram cercados por baderneiros e ladrões.
“Merda.”
Foi a única palavra que passou pela cabeça do Murta diante de todo aquele pandemônio, ele nunca mentiria ao dizer que gostava de um pouco de confusão, contudo aquilo estava um pouco fora do controle demais, era algo sem objetivo ou propósito, um gasto de energia com apenas consequências e nenhum benefício. Era um caos desnecessário.

Os flashes das cenas retiradas de um filme de apocalipse zumbi, ou talvez daquele the purge ou algo assim, continuavam a martelar as escleras do pivete, a dormência que havia dominado seu corpo se transformava rapidamente em adrenalina, uma necessidade de se mover que perpassava seus músculos como alta tensão em um curto circuito. — Tenho que achar aqueles paus no cu. — O resmungo escapou dos finos lábios da prole de Zeus, os olhos correndo os arredores em busca das criaturas (agora) apenas pseudo-inúteis que o arrastaram até ali, as pernas se movendo por conta própria no intuito de levá-lo mais adiante pelo passeio, talvez encontrá-los escondidos em algum recanto da rua, ou então metidos em alguma briga ou...

O Leclerc andou mais do que gostaria em busca de alguém, o corpo se movia em meio aos desesperados que corriam por ai, as vezes sob a inspecção da luz de uma lanterna e às vezes na plenitude da escuridão, ora pulando carros e pessoas ou objetos largados ao relento, ora se espremendo nos mais diversos esconderijos para evitar ser cercado pelos grupos de maníacos que distribuiam passagens para o hospital da forma mais dolorosa possível. O garoto tinha acabado de saltar por cima de algo, que ou era uma pessoa muito gorda ou algo nessa linha, quando um outro corpo surgiu a sua frente impossibilitando uma aterrissagem digna do filho do rei dos céus. O homem que esbarrara no muleque aparentava ser mais velho e estar muito amedontrado, e o mais importante, carregava um celular.

“Que haja luz.”
O aparelho caira perto do meio-fio, a tela virada para baixo transformava a lanterna localizada na parte traseira em um tipo de farol que atrairia todos os malditos zumbis em um raio de meio quilômetro ou algo do tipo. Ele precisava agir rápido e cair fora enquanto ainda estava inteiro. O pensamento de surrupiar o pequeno objeto — afinal iria ser super útil tanto para encontrar os desgraçados que o meteram nessa encrenca quanto para guiá-lo pelo labirinto pós-apocalíptico que as ruas do Brooklyn haviam se tornado —, deveria estar claro nas kriptonitas de seus olhos, visto que o idoso quase ganiu pedindo que o moreno não fizesse aquilo, poderia também apenas ser uma reação comum diante das atrocidades que se desenrolaram pelas redondezas. — Por favor não! Eu preciso do celular. Tenho que tentar religar a força do bairro!

Uma mão ossuda se fechou sobre a jaqueta ao redor do braço esquerdo que havia ido tentar capturar o telefone móvel, as pálpebras do brunette se acirraram, parecendo finalmente voltar a se focar, após a inspecção inicial, no vovô que ainda se encontrava estatelado de bunda no passeio. — Que foi que você disse, velho? — Cauteloso, Murta ouviu enquanto o homem repetia a história — ainda esperando virar comida de morto-vivo a qualquer minuto. — A queda de energia parece que foi apenas no Brooklyn. Eu já trabalhei na distribuidora de energia do bairro e preciso checar ao menos alguns dos pontos de distribuição, tentar ajudar resolver essa confusão, evitar que as ruas sofram mais um banho de sangue desnecessário. — Por alguns segundos os dois apenas se encararam, o bastardo não conseguia decidir se aquilo era só azar ou algum tipo de carma divino e o escambau, porém, fosse o que fosse, ele sabia o que tinha que fazer.

Todo mundo podia concordar que a cria de Zeus não era um bom exemplo a se seguir (longe disso), entretanto ele sempre tentava ser o herói, não, ele precisava ser o herói. E quando presenteado com uma chance de resolver todo aquele caos desnecessário, como dito pelo seu compadre, não era do feitio do Leclerc acenar negativamente a cabeça e ir embora de braços cruzados. Além do mais, se a luz voltasse ele conseguiria achar os traidores filhos duma puta que o chamavam de amigo e ir embora dali. Suspirando, os olhos carregados de derrota e resignação do jovem recaíram nos do mais velho, os lábios se abrindo para anunciar que ele se responsabilizaria por checar os tais pontos de distribuição e tentaria resolver o problema,  mesmo que ele não tivesse nem ideia nem treinamento para lidar com problemas de estações de alta tensão, mas foda-se né, ele era o maldito herói.

Com o aparelhinho eletrônico em mãos — e torcendo para não atrair um cérbero, cão infernal, mantícora ou o que fosse por possuir momentaneamente um simples, e meio chinfrim, celular — o semideus recomeçou seu passeio pelas ruas distópicas de Manhattan, no entanto, agora ele possuía um objetivo na forma de um ponto vermelho no mapa virtual desenhado na tela dividida em dois por um pequeno trinco, e isso já era alguma coisa. Com o auxílio da lanterna e do mapa, andarilhar pelas ruas escuras do Brooklyn se tornou uma tarefa mais simples, com a possibilidade de evitar avenidas e grandes aglomerações de pessoas, além de ter um alerta mais cedo de quando ele deveria correr ou se esconder. Ele estava a quase dois quarteirões do primeiro ponto que deveria olhar quando seu velho amigo Murphy lhe deu uns tapinhas complacentes nas costas. O filho de Zeus adoraria que tivesse sido simplesmente uma metáfora, ou uma alucinação exagerada de seu drama.

Uma mão calosa, e incomodamente grande, espalmou repetidas vezes a escápula logo abaixo do ombro esquerdo do moreno, o dono do membro se encontrava parcialmente escondido nas sombras de uma ruela lateral, perpendicular, a qual o garoto descia em direção de seu objetivo. Preso sob o contato de seu potencial futuro agressor, o pivete rotacionou o pulso direito de forma a lançar os raios esbranquiçados da lanterna no local onde seu amigo potencialmente se encontrava, e assim que uma figura alta e corpulenta foi banhada pela luz, ele sabia que estava mother-potencialmente-fuckin ferrado. — Passa tudo pirralho. Ou vou lhe cortar.

As palavras foram acompanhadas da reflexão cinzenta de um canivete firmemente preso entre os dedos da outra mão do homem. O cheiro de bebida emanava do meliante como perfume de puta, barato e forte demais, todavia, o meio-deus ainda duvidava que fosse ser fácil enfrentar o Golias do subúrbio, e foi por isso que o moço decidiu que agir como um filho de Ares e socar a torre de Pizza não a derrubaria, apenas lhe arranjaria um novo buraco na barriga, quase um segundo umbigo. — Não precisamos disso, parceiro, vou lhe dar o celular e a carteira sem problema. E aí você me deixa ir, sem necessidade de violência. Okay? — O menino levantou as mãos devagar, tentando passar uma sensação de calma para seu oponente. A frase “meus pais estão preocupados comigo” estava na ponta da língua, pronta para sair e acrescentar um pouco mais de drama, contudo, o pensamento de o quão mentiroso aquilo soaria em sua voz de tenor o impediu no último momento.

Uma mão escorregou para as suas costas, mais especificamente o seu bolso traseiro, ele sabia que não possuía nenhuma carteira há alguns anos já, porém precisava manter a cena, que parecia estar funcionando, visto que o bandidinho xexelento acenou com a cabeça enquanto a mãozorra perdeu o peso que exercia no ombro do guri. Talvez frequentar aquelas estúpidas aulas de teatro do acampamento não tenham lhe rendido apenas as ruivinhas gemeas de Dionisio. O único ponto fraco da peça em cartaz era que ele não tinha um roteiro, ele precisava de algum plano, afinal, apenas sua lábia não contaria para ludibriar um bêbado descerebrado.
“Tico. Teco. Hora de trabalhar bebês.”
Todavia, Murphy ouviu seus lamentos e enviou um “deus ex-máquina”.

O som de algo se chocando contra a parede três ou quatro metros adiante na rua ecoou pelo silêncio que dominava aquela área, os olhos pequenos e avermelhados do marginal pularam na direção original do som, rugas crispando sua testa ao ouvir o som de passos repentinamente. Pelo tempo de delay entre uma pisada e outra, e o tempo total que durava o ciclo, o moreno chutaria que a pessoa estava andando apressadamente de algum ponto além da esquina para o outro lado da rua que que ele se encontrava. Isso lhe dava apenas poucos segundos para planejar algo, aquele (quase literal) milagre não podia passar em branco.
“Quer saber. Improov, bitch!”


No melhor estilo trombadinha, Murtagh apontou a lanterna diretamente para os olhos do maior e chutou a canela do mesmo, saindo correndo logo após isso. Foi um movimento estúpido? Com certeza. No entanto havia funcionado e ele estava livre do ciclope de dois olhos… ou ao menos foi o que ele pensou. O menino já estava próximo da outra esquina do quarteirão, prestes a dobrá-la, quando ele ouviu os gritos. Normalmente ele apenas ignoraria e continuaria seu caminho, afinal ele não é mesquinho de salvar apenas uma vida miserável quando pode salvar vários inúteis mais tarde — como ele adorava dizer: “saiba escolher suas batalhas… e definitivamente never nunca not once seja um mártir” —, mas a situação que decorreu naquele momento era um pouco diferente.

O som que alcançou os ouvidos do garoto não eram usuais gritos de pânico, a voz feminina soou quebrada, carregando um ar choroso no limiar da audição. Um suspiro malmente conseguiu escapar das narinas do moreno, as unhas da mão esquerda se afundavam em sua palma e o maxilar trincado com a força que os músculos da face se retraem. Ele sabia o que estava acontecendo logo atrás, ele já vira aquilo antes, já ouvira os gritos abafados e os choros cheios de medo, e dessa vez ele não podia deixar de agir. Quarenta e três segundos foi o tempo necessário, no entanto para o jovem pareceram oito mil e seiscentas e quarenta horas. Com uma velocidade não usual, abastecida pela raiva e adrenalina, o rapaz correu de volta até o mini-gigante e deslanchou um soco na caixa torácica do mesmo — ele teria mirado na cara, porém a diferença de altura não permitiu. O soco puro e pleno não teria surtido efeito nenhum no troncudo filho duma puta, todavia o punho que encontrou a pele do escroto estava imbuído de eletricidade, um pequeno truque que ele aprendera a fazer com sua bolinha de gude cinética.

A garota, que havia sido empurrada contra um carro estacionado próximo, escorregou para o chão assim que o aperto das patas do bebum desgraçado diminuiu, o homem também terminou se dirigindo em direção ao chão, ainda que fora algo mais para “caiu de maduro” do que uma lenta e segura deslizada. Se voltando para a menina, o bastardo olimpiano se ajoelhou na frente dela e apertou uma de suas mãos cor de obsidiana para chamar a atenção. — Ei, calma, você tá bem agora. Mas você precisa sair daqui, peça abrigo em alguma casa, evite estabelecimentos comerciais. Se proteja e espere a luz voltar. E chame a polícia nesse desgraçado. Você ainda ta com seu telefone? — Era impossível passar calma para a vítima naquela situação, entretanto o moço tentou deixar claro o que ela deveria fazer, e foi recompensado com um menear quase imperceptível da cabeça cercada de belos cachos escuros.

Decorreu um tempo maior do que a prole de Zeus gostaria para que a moça conseguiu se acalmar o suficiente para ir embora por si só após tamanho trauma, no entanto, ele agora estava finalmente sozinho com o xexelento, um sorriso malvado cortava sua face em duas — ele tinha planos para o dorminhoco, e como tinha. Uma pequena vibração na mão direita entretanto atraiu sua atenção, retirando a mente da galerias de torturas que o moçoilo adoraria aplicar no outro. Uma pequena mensagem, dizendo que a bateria estava abaixo de trinta por cento, piscou na tela do aparelho móvel em sua mão arrancando um xingamento mental do brunette, ele não podia perder tempo mesmo por uma causa tão nobre. Deixando escapar um suspiro exasperado pelos finos lábios, Sal se pôs sobre o belo adormecido no chão apenas tempo suficiente para acertar uns dois socos no nariz do mesmo, quebrando-o. Evitando aguardar para ver se aquilo seria o suficiente para tirar o bêbado do estupor que ele se encontrava — não é como se ele quisesse isso, de qualquer maneira — e por ter que se apressar em bancar o herói, ele disparou novamente pelas ruas em direção ao ponto de transmissão, com os dedos cruzados para que fosse esse mesmo.

O primeiro local que ele visitou parecia não ter nada de errado, ao menos não era claro o suficiente para um leigo perceber. O muro de concreto baixo que cercava a área fora simples de pular, principalmente considerando que a cerca elétrica encima do mesmo não tinha energia, e o pequeno prédio ao lado do poste, que ele arrombou, parecia estar intacto e em perfeito estado, da mesma forma que a antena que era responsável por interconectar os fios de alta tensão. O único erro era que o local era um mero ponto de redistribuição auxiliar — de acordo com o aviso colado na parede do prédio, logo abaixo de um grande sinal de perigo e as atraentes palavras “se afaste” —, dessa forma, era improvável que fosse o causador de um apagão em todo o bairro, de qualquer forma. Após um breaking and entering que não deu em nada, o pivete correu para o outro ponto vermelho mais próximo no mapa, ele só esperava que essa perseguição acabasse logo, ele tinha mais o que fazer do que visitar prédios decrépitos sem nenhuma companhia, ou um mísero gole de álcool.

O segundo ponto de transmissão de cara gritou que era o certo. Assim que chegou no local e rolou as esferas em busca de alguma coisa anormal através da cerca de arame que cercava a propriedade, algo chamou a atenção do semideus, um resplandecente algo que de longe exclamava problema. O prédio do outro lado da cerca era um pouco maior, com três andares, e eram na verdade dois, servindo de base para algum tipo de máquina acoplada a um poste curto por onde a linha da rede elétrica passava. O ponto mais importante de tudo isso, entretanto, era o brilho dos arcos elétricos que se formavam no poste, como se alguma coisa estivesse abrindo um curto de alta voltagem de forma a desviar a energia que deveria alimentar todo o Brooklyn.

O bastardo do deus dos trovões rapidamente escalou a cerca e pulou para dentro da propriedade, a curiosidade e a busca por finalmente resolver e se livrar daquele problema levou a melhor sobre a preocupação e o receio. Os coturnos escuros deslizaram silenciosamente pelo pátio descampado, a lanterna do celular sendo apontada apenas para o chão, todo cuidado agora era pouco, pois para ele, como todo bom semideus, sinônimo de problema era monstro. A confirmação chegou voando, quase literalmente, quando o Leclerc chegou perto o suficiente para distinguir figuras parecidas com a de pássaros pousados e circundando os fios de energia — de onde vinha a luz do arco elétrico —, ainda que o meio-sangue esperasse que fossem apenas uns bem-te-vis perdidos. Assim que chegou na porta do prédio qual o poste acoplava-se à laje, ele se refreou de arrombar a mesma visto que poderia chamar atenção demais dos animais antes mesmo de chegar perto, ele precisava tentar pegá-los de surpresa.

Torcendo para que o problema fosse apenas os animais alados, o moço se dirigiu para o lado do edifício e tentou visualizar a energia cinética que perpassava seu corpo semidivino e concentrá-la em suas extremidades, de vez em quando ele conseguia evocar estática suficiente não só para arrepiar cabelos ou atrair bolinhas de papel, além de também casualmente se tornar uma espécie de homem-aranha, ainda que mais bonito e muito mais experiente na cama. Retirando o escudo das costas e o firmemente amarrado no braço esquerdo — uma troca com o celular que foi parar no bolso dos fundos —, o menino aproximou as mãos da parede acinzentada e começou a subida em seus quartos.

Se arrastar pela parede do sujo estabelecimento foi o melhor momento da noite do moreno, longe das ruas cheias de criminosos e doentes humanos, finalmente usando o poder que corria em suas veias, indo em direção ao perigo e a ação. Um sorriso canídeo se espalhou pelo seu rosto enquanto ele ultrapassava a borda do prédio, as íris verdes rapidamente correram pela laje do estabelecimento, se deparando com fios caídos de um gerador alguns metros mais à frente (de onde arcos luminosos de eletricidade) e ao redor dos mesmos várias figuras voejavam. Um pouco maiores que aves de rapina normal, e com um reflexo estranho — além de claro estarem bebericando de energia elétrica e mordendo os fios caídos —, o pivete duvidava que os passarinhos fossem meros pombos ou tordos.
“Tá na hora de fazer um frango frito.”
Em menos de meio segundo o decidiu que apenas observar não era o bastante, ele ainda não sabia qual o monstro era aquele, porém para isso seria melhor chegar mais perto, e de preferência atacar primeiro e perguntar depois.

Evocando novamente o poder de seu sangue, o Murta lançou em sequência quatro esferas cinéticas idênticas na direção das aves. Todas as bolas lançadas atingiram, sendo divididas de forma que três atingiram em uma das criaturas que voavam ao redor, logo a transformando em uma nuvem de poeira amarelada que flutuou lentamente no ar noturno. A outra esfera atingiu uma das outras aves que também se encontrava no ar, o dano não foi o suficiente para derrotar a mesma, ainda que o efeito baseado na tal lei de Kirchhoff ou Ampère — ou fosse lá qual o nerd — sobre a eletricidade e as interações da mesma com objetos metálicos fosse posta em prova ao causar a paralisia do alvo alado. Puxando Pichu com a mão direita e avançando para um ataque em curta distância, o rapaz deslizou lateralmente o sorriso em seus lábios.

Três das aves que ainda estavam sobrevoando a fonte de energia, onde outras três continuavam a se banquetear, mergulharam em um ataque ao moreno. Balançando a maça em círculos ele se concentrou de forma a controlar as correntes de ar dos arredores e as forçarem na direção da parte do bando que o mirava. O pequeno truque de poder, além de dar um pequeno dano nas adversárias, também serviram para desestabilizar-las e amenizar o golpe das mesmas em si. Levantando o escudo, Leclerc alinhou os espinhos metálicos do mesmo com o mergulho das adversárias, logo ouvindo os baques surdos do impacto de ao menos duas das mesmas com o equipamento. Aproveitando a proximidade das galinhas banhadas a bronze, a prole de Zeus realizou dois movimentos largos com a sua arma, conseguindo atingir as duas em ambos os golpes. Se preparando para atacar novamente as inimigas antes que elas voltassem a voar para longe, Sal foi surpreendido por um ataque traiçoeiro da terceira ave, que surgiu de suas costas e com as asas afiadas abriu um talho no braço direito.

Pulando para trás, o rapaz levantou a mão esquerda e concentrou o poder mais duas vezes, disparando as gudes de energia cinética em duas das três inimigas. Um das atingidas explodiu em uma nova nuvem de pó, as outras entretanto voltaram a atacar, e pareciam muito mais nervosas gralhando intensamente enquanto mergulhavam. — Cala a boca, seus frangos de padaria! — A zoada que os gaviões infernais faziam promoveu uma mudança drástica na máscara antes sorridente do moleque, agora uma careta distorcia os lábios finos.
“Hm… Pera, esses passarinhos não tem alguma relação com sons altos? Qual é a relação mesmo?”
O pensamento entretanto não pode ser concluído, seus convidados penosos voltavam a atacar. Deixando a guarda aberta até o último momento, o burguês voltou a erguer o escudo de forma a usá-lo para barrar as atacantes, porém apenas a primeira ave se espatifou nos espinhos do objeto circular.

O monstro restante não deixou muito tempo para que o Murtagh se preparasse para o ataque, garras de metal se fincaram levemente na carne do ombro esquerdo. Com um movimento de braço rápido — ainda que estranho diante da posição do alvo mirado — ele acertou o papagaio de pirata que como uma gárgula se alocou no seu ombro. Assim que o bicho desgrudou, o  gêmeo Leclerc foi de joelho ao chão, o braço do escudo se virando de forma a prender a criatura entre os pregos e o solo, quase imediatamente o transformando em pó. Finalizado com os inimigos ao redor, o garoto se voltou para os famintos que permaneciam a usufruir dos arcos de energia elétrica — e o dorminhoco também.

“É isso! Eles são fracos contra sons altos!”
Uma lâmpada se acendeu no crânio normalmente vazio do moreno, a lembrança do conto lido em um dos livros da família voltou como um raio para si. Com um sorriso revigorado no rosto o menino chocou repetidamente a maça contra o escudo, adorando o repercutir do som e o efeito que começava a causar nos passarinhos restantes, até mesmo no antes paralisado, que começava a ter os efeitos da esfera sobre si diminuídos. Os que ainda se banqueteavam começaram a grasnar, um som de clara irritação, as asas escuras começaram a se debater em agonia. — Passarinhooo, que som é eeesse?! — O garoto cantarolou, aumentando o ritmo de suas batidas, ele estava pronto para revidar se os pombos do amor quisessem se virar contra ele novamente.

Com guinchos altos os animais bateram freneticamente as asas, se afastando do local, o quarto que ainda tinha seus movimentos restringidos começou a seguir seus amigos pouco tempo depois. Com o badalar de suas armas sendo interrompido e uma lâmina de triunfo brilhando na face o rapaz suspirou aliviado, afinal ele havia realmente salvado o dia — ou a noite para ser mais específico —, no entanto a alegria durou pouco.
“Sempre tem que ter um estraga prazeres, né?!”
Vozes chegaram aos tímpanos do menino, vindas de algum ponto embaixo de si. Trincando o maxilar em irritação ele correu para a borda, e ao espiar por cima dela viu uma pequena comitiva lá embaixo, com direito a polícia e tudo.
“Nenhum tipo de jaula vai segurar esse cachorro aqui não. Ciao.”
Xingando o bastardo imediatamente correu para o outro lado e utilizou do poder novamente para descer pela parede, se afastando o mais rápido para o mais longe possível.

Se encontrando na parede de um beco, o Murta piscou repetidamente para tentar afastar os brilhos coloridos que iluminavam por trás de sua pálpebras, que vieram em acompanhamento de uma dor de cabeça infernal, ele talvez precisasse de um médico. Apontando a lanterna do celular para a frente o moço percebeu que não era mais necessário, talvez a comitiva tivesse conseguido redirecionar a alimentação de energia para algum gerador alternativo ou o escambau, mas o importante era que a luz voltara. Suspirando, ainda que isso apenas aumentasse o ribombar de dor em suas têmporas, a cria do deus dos trovões se apressou em voltar às ruas em busca de seus amigos filhos de uma puta.

Enquanto os olhos kryptonianos alternavam entre vasculhar a tela do celular e a avenida que se localizava por algo que o empurrasse para o tal bar que os outros dois deveriam estar, a mente começou a passear novamente.
“Todos as pessoas estão fadadas a ser consumidas pelos seus monstros interiores, e quando a oportunidade permite eles os liberam sem remorso. A única forma de lutar contra isso é ser honesto e fiel a sua missão. E você sabe muito bem qual é a sua.”
A voz da sua mãe ecoou em seu crânio, a frase dita a muito tempo atrás para uma versão mais jovem do bastardo talvez começasse a mostrar sua verdade. Ele não ia mentir que o título de casto ou exemplo nunca se aplicariam a si, no entanto até mesmo ele tinha seus limites e uma certa forma de conduta.
“Não se necessita virar um monstro para se divertir.”
O maxilar do rapaz voltou a ser pressionado com força quando a enxaqueca voltou a ocupar seus pensamentos, aquela noite parecia não ter fim.


Pika, pika, pikachuuu!:
Read Me:
- Algumas info: o nome dos companheiros do Murta não foram citados visto que estou a decidir a relevância na trama;

- Ponto 2: tipo, quem me conhece ao menos um pouquinho sabe que eu escrevo pra carai (isso é bom e ruim, mais ruim, eu acho q), assim sendo, eu meio que escrevi umas 2 ou 3 págs de intro (até a parte que tem o apagão e talz), mas até eu achei demais e dei uma reduzida pra só 1 pág (ou algo assim, acho), como era mto diálogo e o Murta reclamando do tédio e sendo babaca, acho q n vai fzer mto diferença, mas se ficar meio vago ou sentir que faltou algo, pode ser isso, se for na próxima eu deixo o textão qqq (só um FYI, eu escrevo com a letra tamanho 7 kkkj);

- Estendendo o tópico anterior, o mesmo vale para o final, estava literalmente enorme o debate pseudo-moral (e mental) do pivete, mas achei demais, visto que também essa opinião é exposta durante o decorrer da missão. Aliás, missão essa que se passa antes do Evento Caça-Bandeira e de um treino de hipismo que sera postado logo mais;

- (Vc de) Quatro: eu não achei, real, o centro de distribuição de energia do Brooklyn no daddy google, sei que deve tá lá em algum canto, but only dead end to me, por isso (e pra evitar esquentar muito meus chifres) eu assumi o local como sendo o de um centro de energia solar localizado em Greenpoint. Esse local aqui (local), tipo, a descrição que fiz não bate com a real infelizmente pois apenas considerei como ponto de referência, principalmente visto que fica perto de muitos bares e restaurantes (facilitar meu lado também né qqq). É isso, se fiz errado, agradecerei o heads up e não me importarei se houver desconto;

- 5 patinhos foram passear...: na vdd esse ponto é só pra deixar claro que fiz algumas adaptações nos pontos requeridos pelo antigo narrador, visto que a personalidade do Murta n é de simples goody-two-shoes herói, ele é mais do tipo, você que se foda seu pobre pé rapado, eu só salvo Lois Lane’s e Bran’s Stark (qq) #adoptahodor;

- its six o’clock: o termo “deus ex-maquina” utilizado é referência a eventos que surgem do nada para salvar o dia, coisas bem clichês que ocorrem quando o protagonista tá fudido e sem nenhuma (ou aparentemente nenhuma) outra saída, its for the sake of boring happy endings;

- Ficou meio fraco e curto esse post, né?! Sorry, darling.
Zeuza:
Poderes Ativos:

[1] Eletrocinese Iniciante — Você controla um pouco da eletricidade ambiente. Não é letal, mas pode ser útil. Em um ataque, você pode concentrar a eletricidade na palma de sua mão, na forma de uma pequena esfera. Pode ser usada em ataques corpo a corpo ou atiradas no inimigo, a uma distância curta, de até 5 m, mas não causa impacto no oponente. 1 esfera a cada 10 níveis, até o máximo de 3.

[3] Estática — Concentrando-se e controlando a eletricidade no seu próprio corpo, você se carrega de tal forma que a corrente elétrica gerada lhe ajuda em seus movimentos. Pode ser concentrada nas palmas das mãos e pés, e o mantém colado a uma superfície, permitindo que você escale superfícies "colando-se" a elas, a ponto de conseguir ficar de ponta cabeça no teto, por exemplo. Também reduz o efeito de perda de equilíbrio, oferecendo 25% de resistência a este tipo de habilidade quando ativo. Cada ativação dura 3 rodadas.

[5] Aerocinese Iniciante — O filho de Zeus / Júpiter consegue manipular pequenas quantidades de ventos podendo influenciar objetos de pequeno porte e direcionar pequenas rajadas de ar contra o oponente, porém nada que prejudique seriamente - apenas uma pequena distração no próximo turno, o suficiente para reduzir o ataque do alvo em 20%.
Poderes Passivos:

[1] Bússola Humana — Filhos de Zeus / Júpiter sentem os campos magnéticos da Terra. Isso influencia de duas formas: eles sempre saberão o norte, e também conseguirão sentir lugares com concentração de energia, sejam correntes elétricas naturais, geradas por uma tempestade, por exemplo, ou artificiais, geradas por instrumentos humanos. O raio de alcance inicial é de 100m, aumentando 5m a cada nível.

[2] Sentidos de rapina — Os filhos de Zeus / Júpiter têm ligação com as águias, animais reconhecidos pela acuidade visual. Sendo assim, a visão do semideus têm alcance 50% maior se comparado com um humano comum.
OfTD:
— {Half Blood} / Adaga Comum [Adaga simples feita de bronze sagrado, curta e de duplo corte. A lâmina possui 8cm de largura, afinando-se ligeiramente até o comprimento, que chega a 20cm. Não possui guarda de mão e o cabo é de madeira revestido com couro, para uma empunhadura mais confortável; acompanha bainha de couro simples.] {Madeira, couro e bronze sagrado} (Nível mínimo: 1) {Não controla nenhum elemento} [Recebimento: Item de Reclamação] — (No Coturno)

— {Pichu} / Maça Leve [Arma com cabo de madeira e uma extremidade maciça de metal, causa dano por impacto e esmagamento. Em tese, é uma versão sofisticada das rústicas clavas. Empunhada com apenas uma mão.] {Bronze sagrado e madeira} (Nível mínimo: 1) {Não controla nenhum elemento} — (Na Cintura)

— {Magnemite} / Escudo Pequeno com Cravos [Barato e leve, este escudo permite que a mão no qual é usado ainda carregue pequenos objetos, mas não armas. A proteção é um pouco maior do que a de um broquel, mas ainda não muito efetiva.] {Bronze sagrado} (Nível mínimo: 1) {Não controla nenhum elemento} — (Nas Costas)
Aves da Estinfália:
Ativos:
[5] Ataque de fúria — Neste estado, ficam imunes a qualquer efeito de ação mental/ ilusão/ sentimental por 3 rodadas ou até o inimigo ser derrotado, o que ocorrer primeiro. Após o ataque de fúria precisam de 5 turnos para se recuperarem antes de repetir o feito.
Passivos:
[0] Armas naturais afiadas — Os apêndices dessas aves são afiados. Seus bicos, garras e penas cortam como bronze sagrado com a modificação "afiado" a 25%, extremamente perigoso.





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