{Caça a Bandeira} — Grupo Vermelho

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{Caça a Bandeira} — Grupo Vermelho

Mensagem por Eos em Seg 01 Jul 2019, 22:24

Relembrando a primeira mensagem :


CAÇA A BANDEIRA

— Bem vindos ao caça bandeira! Fico feliz pela participação de todos. Serei muito breve. Todos sabem o que fazer. — Quíron sorri conforme fala, esperando que todos se aproximem para continuar a falar. Nas mãos dos representantes, Jeff e Bianca, são entregues as bandeiras da cor de seu time. — Vocês tem trinta minutos para posicionar a bandeira de vocês e se posicionarem em campo. Ao tocar o berrante está liberado a caça. Como sempre, não tentem matar o coleguinha de vocês!

Com um polegar levantado, Quíron se posiciona mais próximo ao riacho, e acena com a cabeça.

— Boa sorte.

Diretrizes


— Introduza um pouquinho da sua trama. Os campistas, como tem sido os últimos dias; os que moram fora do acampamento, o porquê de estarem lá.

— Formem os grupos de vocês, junto à estratégia. Informações que comprometam a estratégia de vocês devem ser enviadas por MP/WhatsApp ao narrador.

— Decidam, em on game, quem ficará em cada lugar. Ataque, meio de campo e defesa.

— Como nós – narradores – já sabemos a posição da bandeira, vocês só precisam narrar que ela foi colocada lá. Sem posição. Descrição genérica de quem se responsabilizou por isso.

— Aguardem o sinal de Quíron.

Status


Bianca H. Somerhalder — Nível 44
HP: 530/530
MP: 530/530

Christopher Mason — Nível 34
HP: 430/430
MP: 430/430

Vitor S. Magnus — Nível  34
HP: 430/430
MP: 430/430

Ayla Lennox — Nível 33
HP: 410/420
MP: 410/420

Peter Lost — Nível 33
HP: 410/420
MP: 410/420

Lavinia S. Larousse — Nível 30
HP: 390/390
MP: 390;390

Lilith Doutzen — Nível 30
HP: 390/390
MP: 390/390

Heron Devereaux — Nível 18
HP: 270/270
MP:  270/270

Murtagh S. Leclerc — Nível 6
HP: 125/150
MP: 119/150

Lyanna MacMahon — Nível 4
HP: 110/130
MP: 90/130

Leonard Crawford — Nível 3
HP:  120/120
MP: 120/120

Zoë Ophelia Greengrass — Nível 2
HP: 110/110
MP: 110/110

August Budreau — Nível 2
HP: 110/110
MP: 110/110

Dan Baizen — Nível 1
HP: 100/100
MP: 100/100

Rhydian Schwab — Nível 1
HP: 100/100
MP: 100/100


Informações adicionais


— Evento: Caça a bandeira

— Condições climáticas: Primavera, 23º.

— Local: Acampamento Meio-Sangue.

— Data e hora: 4 de julho, 10:00

Regras


— Não utilize cores cegantes e/ou templates com menos de 500px de largura.

— Poderes (com nível, separados por ativo e passivo) e armas em spoiler no final do texto.

— Prazo de postagem até 23h59, segundo o horário de Brasília, do dia 03/07/2019

— Qualquer dúvida, consulte seu narrador.

— Boa sorte.



Eos
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Re: {Caça a Bandeira} — Grupo Vermelho

Mensagem por Lyanna MacMahon em Sex 12 Jul 2019, 00:13


Caça Bandeira
" Se o azul fosse o melhor, porque o líder dos rangers é sempre o vermelho”
― Alguém


O vento assoprava através dos galhos, criando um som calmo entre as folhagens. Nada além do som habitual da floresta era ouvido pela semideusa. Seus olhos verdes corram por todas as direções em busca de algo fora do padrão. Lyanna já estava um bom tempo parada, apenas esperando algo acontecer. Em silêncio usava todos os seus sentidos em busca de um invasor, mas absolutamente nada foi encontrado. A Menina estava cansada de esperar com um pouco de raiva, a situação com a armadilha ainda a incomodava. Todos seus sentimentos se intensificaram quando um pensamento chegou a ela.

”Estou parada aqui, sem fazer nada. Os outros estão lutando. A única coisa que eu fiz foi cair na armadilha", sua face assumiu uma careta de indignação, ”Talvez o problema seja justamente esse, ficar parada”

Um adversário não iria simplesmente chegar até ali, provavelmente ele tentaria passar de outros modos. Ter um ponto de patrulha estático gera um problema, caso o invasor desviasse alguns metros poderia simplesmente passar despercebido. Decidida a menina se afastou da arvore, que antes era sua forma de defesa.

Mantendo a corrente em mãos, caminhou na direção contraria aos companheiros. Eles eram capazes de defender e cuidar daquele espaço. Os passos eram lentos e cuidadosos, a última coisa que ela desejava era cair novamente em uma arapuca. Mesmo tentando não gerar muitos ruídos, a movimentação era seguida pelos sons de folhas e galhos sendo pisoteados A feiticeira mantinha sua atenção dividida entre o solo, os arredores e seu sentido magico.

Após um tempo em sua ronda a menina chegou a um ponto mais escuro da floresta. As arvores eram maiores e suas copas se uniam, ocultando uma boa parcela da luz do sol. Atravessando aquele local uma sensação estranha apoderou-se dela. Era como se alguma coisa a observasse, mas ela não enxergava nada. Diminuindo a velocidade, tentou aguçar os sentidos em busca de uma pista. Quando estava prestes a desistir o som de folhas foi ouvido, o som foi seguido por uma investida surpresa.

Como se surgisse das sombras, um menino de cabelos negros avançou contra a filha de Melinoe. Na mão esquerda ele carregava um escudo, enquanto na direita uma esfera feita de sombras, que logo foi disparada. Agindo rapidamente a garota saltou em diagonal para trás. Uma das esferas raspou em seu braço esquerdo, mas a dor foi ignorada. A luta que a semideusa esperava estava realmente acontecendo. A chance de se provar forte finalmente chegou e ela não a desperdiçaria.

O oponente sacou sua espera e tentou aproximar-se aa menina, mas foi afastado pela corrente. Os elos cortaram o ar em direção ao rosto do menino, que impediu com o escudo e tentou uma estocada. Lyanna desviou girando para esquerda, usando o impulso do giro em um golpe em arco. Os espinhos mais uma vez apenas arranharam o escudo. O moreno tentava se aproximar mas os arcos efetuados pelos elos o mantinham em uma certa distância.

Em uma tentativa afobada, o filho de Nyx se aproximou demais. Essa aproximação foi a brecha para a ruiva utilizar seu sopro congelante no braço do inimigo. Aproveitando a fraqueza repentina a filha de Melinoe usou a corrente para desarmar o outro. Sem espada o menino tentou pegar distância, mas Lyn foi mais rápida. Os elos foram lançados e se enroscaram na perna dele e com um puxão ela o derrubou. Antes que ele conseguisse se levantar a menina se aproximou e colocou um dos pés sobre o peito do adversário.

– Calminha aí, se não esses espinhos vão parar no seu rosto – falou na tentativa de intimidar o menino – Desista e você não se machuca – ordenou com a voz firme.

Erguendo uma das mãos o moreno desistiu, segundo ele não valia a pena lutar pela bandeira. Logo que o semideus se afastou, Lyn retornou ao seu posto. O combate havia finalmente acontecido e ela ganhou. Não era nada muito grande, afinal seu inimigo assim como ela não era um dos semideuses mais fortes. Mesmo sendo rápida a vitória a deixou empolgada, talvez eles realmente ganhassem.


.
Adendos:
Abracadraba:
O adversário foi um filho de Nyx Lvl 5
Aconteceu um problema com a internet da minha casa e para postar eu tive que ir na minha irmã. Sei que o horário passou alguns minutos mas o texto já estava pronto, então postei do mesmo jeito
Ficou bem mais ou menos, mas é o que temos pra hoje.
Poderes Lyn:
Ativos:
Hálito Congelado [Nível 1]
O filho de Melinoe possui o hálito espectral. Isso faz com que, ao utilizar tal habilidade, consiga espelir uma névoa de capacidades congelantes. O alcance limita-se a apenas 1,5m, afetando apenas um alvo. Pode congelar um objeto ou congelar um membro do oponente, inutilizando o uso da parte corporal afetada por 3 turnos. Isso provoca dano (baixo e não contínuo) por congelamento, além de uma penalidade de 25% em ações que utilizem/ dependam da parte corporal afetada, mas não provoca dano interno nos órgãos. O congelamento dura 3 rodadas. Pode ser utilizado 1 vez a cada 5 rodadas.
Passivos:
Perícia com correntes [nível 1]
De todos os itens, este é um dos mais associados à fantasmas - mas não é um mero acessório: correntes podem ser armas poderosas se empunhadas pelas mãos certas. E os filhos de Melinoe sabem bem disso. Eles ganham a perícia natural para lidar com este tipo de arma, manejando-a com mais facilidade do que outros sem tal habilidade. Não implica conhecimento imediato nem infalibilidade - é algo evolutivo, e requer treino, mas sempre terão mais chances de se darem bem empunhando as correntes do que outro tipo de item.
Malogro [Nível 2]
A aura dos filhos de Melinoe tende a ser controversa, dada sua ligação com o submundo e os fantasmas. Assim, apesar de nesse nível não provocar medo, afeta o emocional daqueles que estiverem por perto, provocando tristeza e desânimo. Isso faz com que os ataques de todos que estiverem corpo-a-corpo (a até 3m de distância do semideus), sejam oponentes ou aliados, seja reduzido em 10%. Aumenta em 20% quando na forma etérea. Pode ser "desligado" a partir do nível 30. A área aumenta para 10m no nível 40. Resistência a medo se aplica.
Poderes Filho de Nyx:
Ativos:
Nível 1
Manipulação da energia negra - Você consegue criar pouca quantidade de energia negra, podendo lançar até duas bolas escuras contra o inimigo, causando o mesmo impacto de uma flecha. Contudo, não é capaz de controlar a trajetória ou mantê-las ativas - após criadas elas explodem imediatamente e se não forem lançadas contra o inimigo podem causar dano ao próprio semideus. Podem ser atiradas a até 5m de distância, mas O dano é reduzido proporcionalmente, caso sejam direcionadas a inimigos diferentes.
Nível 3
Invisibilidade - O filho de Nyx / Nox manipula as sombras e a penumbra do local, conseguindo ficar invisível desde que longe da iluminação direta, seja natural ou artificial. Dura 2 turnos, não podendo ser utilizado em combate. A partir do nível 37, poderá ser utilizado em lutas, com o dobro do gasto comum. A locomoção fora de combate é permitida se não for brusca (metade do deslocamento comum). Locais claros (mesmo que o semideus esteja à sombra - como a sombra de uma árvore ao meio dia) podem impossibilitar o uso do poder. A sombra deve permitir que o semideus se oculte, devendo para isso ter o tamanho aproximado ou suficiente para tal.
Passivos:
Nenhum pertinente a situação. [Novo]
Armas:

¥ {Half Blood} / Adaga Comum [Adaga simples feita de bronze sagrado, curta e de duplo corte. A lâmina possui 8cm de largura, afinando-se ligeiramente até o comprimento, que chega a 20cm. Não possui guarda de mão e o cabo é de madeira revestido com couro, para uma empunhadura mais confortável; acompanha bainha de couro simples.] {Madeira, couro e bronze sagrado} (Nível mínimo: 1) {Não controla nenhum elemento} [Recebimento: Item de Reclamação](embainhada no coturno direito)

¥ {Elo Dentado} / Corrente com cravos [Corrente metálica com 4m de comprimento, possui cravos em toda sua extensão. Exige certa perícia para seu uso, mas um combatente habilidoso possui enormes vantagens, já que ela privilegia tanto a força quanto a destreza. É uma arma pesada, que requer o uso de ambas as mãos para o manuseio adequado, mas seu dano é tanto contusivo quanto perfurante, e é versátil devido à grande quantidade de manobras e alcance, que varia de corpo a corpo a médio, de acordo com o movimento.] {Bronze sagrado}(Nível mínimo: 3 para filhos de Héracles, Ares e Centauros; 2 para filhos de Nyx e Melinoe; 5 para os demais) {Não controla nenhum elemento}(Em mãos)

¥ {Olho do Corvo} / Cajado [Feito em madeira-ferro reforçada com ouro negro, contém em seu topo um ônix, sua gema mágica, circulada por adornos de metal na forma de asas. O cajado é leve e resistente à magia, podendo ser utilizado como canalizador para realizar qualquer magia que dependa de mira, que seja lançada pelas mãos do semideus ou que necesite de um objeto sobre o qual fazer efeito. Transforma-se em um anel no nível 20] (Nível Mínimo: 1) {Magia} [Recebimento pelo ingresso no grupo Feiticeiras de Circe] (Preso ao cinto do lado esquerdo)

¥ {Caldeirão de bruxa} / Cantil [Cantil mágico, pode produzir um tipo de líquido mágico com certas propriedades, a escolha da Feiticeira, de acordo com a lista. Pode ser utilizado apenas 1 vez por evento, criando uma única dose do líquido escolhido. Não é possível armazenar o líquido que, se tirado do objeto, transforma-se em água comum.] (Nível Mínimo: 1) {Magia} [Recebimento pelo ingresso no grupo Feiticeiras de Circe] (No bolso traseiro direito)



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Re: {Caça a Bandeira} — Grupo Vermelho

Mensagem por Christopher Mason em Sex 12 Jul 2019, 19:54


radioactive
in the dark
Christopher conferiu uma última vez se a dríade tinha, de fato, obedecido suas ordens, sorrindo com satisfação ao vê-la se afastando com o rapaz antes que prejudicassem o jogo de seu grupo. Ele prosseguiu calmamente com a filha de Selene, disposto a defender o estandarte vermelho a qualquer custo e torcendo para que os alfas no avanço roubassem a bandeira inimiga o quanto antes.

Tudo parecia seguir de acordo com o planejado, entretanto, o filho de Ares sentiu um calafrio percorrer toda sua espinha, o alertando para um ataque inesperado. Sua reação foi instântanea e, por não saber de onde viria, agachou-se a tempo de escapar da trajetória de um chakram extremamente afiado. A lâmina atingiu e se prendeu ao tronco atrás dele e, então, seu oponente se revelou a alguns metros de distância, em cima de um galho grosso de um pinheiro.

— Mason... eu sempre pensei como seria enfrentar um de vocês — O garoto tirou o capuz do rosto, revelando sua etnia coreana em meio a mechas de cabelos loiros e olhos castanhos. Poderia facilmente ser confundindo com um dos filhos de Zeus, mas o par de tênis-alado em seus pés eram inconfundíveis. — Os tanques do chalé cinco.

Mason dedicou os primeiros segundos para analisar o ladino, dando pouca atenção para o que o loiro tinha dito e, então, voltou o olhar para sua companheira de grupo, movendo a cabeça para que ela seguisse em frente sem preocupação. Seu oponente estendeu a mão e o chakram fincado na árvore atrás do guerreiro se moveu sozinho, retornando ao dono sem nem mesmo ferí-lo. O herói levantou a máscara acoplada ao elmo, revelando o próprio rosto recém-cicatrizado e os olhos azuis penetrantes junto de um sorriso egocêntrico.

— Você tem coragem, Wheeler, mas não se vence jogos com coragem. Esse jogo é meu.

Christopher fincou Balerion no chão ao abandonar a arma enquanto estendia a outra no ar, fechando os olhos e usando sua herança genética para convocar um de seus vários truques. Um abutre de grande porte apareceu repentinamente, sendo um dos animais do deus da guerra, com suas penas variando entre as cores preta e vermelha. Não foi preciso ordens, pois a ave logo partiu em um rasante para cima do inimigo azul, usando as garras afiadas contra suas costas e o bico para puxar seu cabelo.

O coreano, ao se desvencilhar dos ataques, saltou do galho perfeitamente como um acrobata. O grande detalhe foi que, assim que tocou o chão, seus passos tornaram-se cada vez mais rápidos em movimentos serpentinos e seu contra-ataque imprevisível. Já o tatuado manteve-se parado, não por não saber o que fazer, mas na tentativa de olhar detalhadamente a couraça que cobria o peito de seu inimigo, o analisando para descobrir falhas. Curiosamente, ele viu que a perna direita do filho de Hermes estava enfaixada com gaze coberta de sangue, um ponto fraco que poderia ser usado.

— Olhos abertos! — Gritou Wheeler ao desferir um ataque, revelando na mão uma adaga outrora invisível. Era um maldito cheio de truques.

Contudo, o moreno também tinha lá seus segredos, um deles a ótima memória combativa, já que treinava lutas desde pequeno. Não apenas Quíron e os antigos monitores tinham lhe ensinado os melhores golpes, ele mesmo adquiriu a capacidade de aprendê-los sozinho. Christopher jogou o corpo para o lado contrário para fugir da trajetória da lâmina e agarrou o braço do outro campista, segurando seu pulso para impedir uma segunda investida surpresa. Em seguida, ele acertou um soco concentrado na perna ferida do loiro, visando atordoá-lo e deixar seus movimentos cada vez mais fracos.

Era como arrancar as asas de um pássaro.

Wheeler logo sentiu a dor, cambaleando para trás e dando espaço para o próximo ataque do filho da guerra que, sem demora, tomou posse do machado novamente e atingiu a lâmina superficialmente no ombro do coreano. O corte não foi fundo, mas o suficiente para assustá-lo e impedi-lo de ver o que viria depois: um chute contra o peito, derrubando-o no chão. Christopher imediatamente jogou o peso do corpo sobre o do inimigo, forçando o cabo de Balerion contra o pescoço do loiro e, com a mão livre, agarrando a própria adaga na cintura e encaixando a lâmina dentro da boca do outro.

— Seus irmãos demorariam quanto tempo pra notar sua ausência? — Questionou o herdeiro da guerra com um sorriso perverso estampado no rosto. Então, ele tocou o rosto do ladino, transmitindo para ele a sensação de pânico e o impedindo de se mover.

Mason, obviamente, não faria nada que machucasse o oponente de forma grave, sabia das regras do jogo e, apesar de ser quem era, nunca tinha tirado a vida de alguém. Mas era como uma força maior que a dele, o meio-sangue enxergava a adaga entre os dentes de Wheeler e imaginava como seria perfurar sua garganta, imaginava o sangue carmesim se acumulando em meio a cuspes de desespero.

— Não... — Murmurou consigo mesmo, desferindo um soco forte contra o rosto do coreano a fim de tirá-lo de circulação por alguns minutos.

Com o inimigo inconsciente, Christopher tomou posse das armas novamente e se afastou em direção a bandeira vermelha.

Ativos:
◊ Abutre [Nível 02]
A prole de Ares invoca um grande abutre, que o auxiliará por três turnos no duelo (ou menos, caso seja morto ou dispenado). Essa ave é um dos símbolos de Ares, e, por isso a ligação. Seu status é de 50/50 e não possui nenhum dom especial. Apenas uma invocação pode ficar ativa por vez. O pássaro pode ser invocado apenas uma vez por combate, abandonando a luta ao término da duração. [Modificado]

◊ Covardia enregelante [Nível 12]
Alguns se provam em combate, enquanto outros demonstram suas fraquezas, não sabendo como reagir diante da luta. Esse poder instila tal sentimento no alvo tocado que, tomado por seus temores, é paralisado por 1 turno, a menos que seja atacado em seguida, quebrando-se assim o efeito. Essa habilidade pode ser usada duas vezes por missão, sendo que não poderá ser usada duas vezes consecutivas no mesmo alvo. Caso o oponente seja resistente a poderes referentes ao medo ou paralisia, esse poder fará com que eles apenas tenham as ações reduzidas em 50% de efetividade durante o próximo turno, reduzindo sua movimentação na mesma medida, mas não será nulo.[Modificado, antigo "Olhos do pânico"]
Passivos:
◊ Aparência Intimidante [Nível 03]
O corpo dos filhos de Ares é bastante chamativo, mesmo que o semideus não seja necessariamente musculoso ou estereotipado, o sangue de um verdadeiro guerreiro corre em suas veias. Isso, aliado ao seu comportamento sério e a determinação em combate faz com que ele se torne mais intimidador aos olhos das pessoas ao redor. Ações de intimidação passam a receber uma bonificação de 20% nas chances de sucesso quando os alvos puderem vê-lo.[Modificado]

◊ Guerreiro atento [Nível 09]
Filhos de Ares possuem experiência elevada em lutas, conseguindo com isso perceber brechas nos golpes e intuindo a movimentação do inimigo. Isso faz com que as defesas dos oponentes não sejam tão efetivas, reduzindo a esquiva dos adversários em 10%. Afeta apenas um adversário por vez e que esteja em combate corporal contra o filho de Ares, independente de quantos estejam lutando contra o semideus. O alvo deve ser definido no primeiro turno de combate, e só pode ser alterado caso morra ou deixe de lutar contra o semideus de alguma forma. Apesar de ser uma passiva, a delimitação do número de alvos se deve pela necessidade de concentração em luta - fator reduzido contra uma quantidade grande de alvos. Contudo, aumenta com a experiência, afetando 1 alvo a mais no nível 30, + 1 adicional a cada 20 níveis posteriores ao 30, representando a experiência do semideus.[Novo]

◊ Estado de alerta [Nível 21]
Quando os filhos de Ares estão correndo algum risco de serem atacados ou mortos de surpresa, eles têm uma premonição, um sentimento de perigo. Este sentimento os alerta para que fiquem em guarda, e apenas se eles forem o alvo original e intencional - um acidente ou desvio não seria alertado, como uma bala perdida, por exemplo, por não fazer deles o foco (da mesma forma, algo que afete uma área não seria notado) - e não revela a localização do inimigo ou o tipo de ataque. Não funciona se estiver dormindo ou inconsciente de alguma forma. Abrange apenas os efeitos em um raio de 50m. [Modificado, antigo "Percepção instintiva"]

◊ Memória de Golpes [Nível 23]
Pela habilidade anormal de Ares guerrear, seus filhos conseguem copiar a movimentação de um golpe de seu oponente atual, desde que o mesmo seja puramente físico e não seja fruto de um poder. Com isso, as proles de Ares saberão se defender caso o inimigo use o mesmo golpe mais uma vez, e saberão efetua-lo em outras ocasiões. Quando um oponente tenta repetir a mesma manobra em um mesmo combate contra o semideus, a defesa da prole de Ares é ampliada em 50% (note que é específico - se no primeiro turno o oponente usa um golpe ascendente com a espada, só valeria para o mesmo tipo de golpe, e não necessariamente para qualquer ataque com a espada - dessa forma, a análise da descrição do golpe é importante para determinar a coerência e validade do poder. A última palavra será do avaliador). [Modificado]
Armas:
{Half Blood} / Adaga Comum [Adaga simples feita de bronze sagrado, curta e de duplo corte. A lâmina possui 8cm de largura, afinando-se ligeiramente até o comprimento, que chega a 20cm. Não possui guarda de mão e o cabo é de madeira revestido com couro, para uma empunhadura mais confortável; acompanha bainha de couro simples.] {Madeira, couro e bronze sagrado} (Nível mínimo: 1) {Não controla nenhum elemento} [Recebimento: Item de Reclamação] (Bainha na cintura)

{Balerion} / Machado Duplo [Machado feito com duas lâminas posicionadas na extremidade de uma haste longa. É uma arma de difícil manuseio, mas extremamente destrutiva. Requer ambas as mãos para usar, e grande força, o que faz com que seja preferida por aqueles que preferem ataques diretos e força bruta.] {Madeira e bronze sagrado} (Nível mínimo: 3 para filhos de Ares, Héracles, Hefesto e Centauros; 5 para os demais) {Não controla nenhum elemento} (Mão esquerda)

✞ {Panic's Mask} / Máscara [Um elmo de ferro estígio, com um desenho de caveira nele. A mandíbula fica na parte em que é possível levantar para mostrar o rosto,parecendo que a caveira está rindo. Porém, conectada a essa parte está uma máscara aterrorizante feita de magnésio sagrado, na mesma tonalidade do elmo. Quando o usuário desejar, o elmo emite pânico no oponente por duas rodadas, mas depende de seu nível (semideus) ou força (monstro). A máscara possui função telescópica, devido a uma lente que fica no olho esquerdo da mesma, permitindo seu usuário ver objetos distantes, e inimigos a longa distância. A lente alcança até quatrocentos metros.] {Magnésio Sagrado} (17) {Não controla nenhum elemento} [Forjado por Harry S. Sieghart (Máscara)/ Presente(Elmo); comprado de Aleksander Frey e atualizado por Phobos] (Rosto)

{Dust} / Pingente [Pingente de prata com formato em espiral que uma vez por missão cria uma ventania em volta do semideus forte o suficiente para aparar ataques físicos a distância. Dura dois turnos. Ataques mágicos ainda funcionam.] {Prata. Vento.} (Nível Mínimo: 30) [Recebimento: Breeze, avaliado por Maisie De Noire e atualizado por Zeus] (Pescoço)

Armadura de couro [A mais leve, feita de couro reforçado, não interfere em poderes que dependem de agilidade, equilíbrio ou furtividade, porém tem eficácia reduzida se comparada às outras. Melhor contra ataques de impacto do que de corte. Acompanha luvas de couro do mesmo tipo, mas não elmo.] {Couro e tecido} (Nível mínimo: 1) {Não controla nenhum elemento} (Peitoral e abdome)
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Re: {Caça a Bandeira} — Grupo Vermelho

Mensagem por Eos em Sab 13 Jul 2019, 22:11




CAÇA A BANDEIRA — GRUPO VERMELHO


 O ataque estava eficiente na conquista à bandeira. Quando haviam derrotado a defesa e se aproximavam da bandeira, foram alertados por um grito desesperador seguido pelo som do berrante de Quíron.

DIRETRIZES GERAIS


— Último turno.

— Os que estão em ataque: Após reagirem à introdução, um semideus do time vermelho correrá até vocês e avisará que o acampamento está sob ataque. Vocês devem seguí-lo até o riacho, onde enfrentarão o oponente indicado abaixo.

— Os que estão em Meio-campo: Vocês serão telespectadores do ataque. Aproximem-se do riacho, onde enfrentarão o oponente indicado abaixo.

— Aos que estão em defesa: Após reagirem à introdução, um semideus do seu time correrá até vocês e avisará que o acampamento está sob ataque. Vocês devem seguí-lo até o riacho, onde enfrentarão o oponente indicado abaixo.

— Conforme finalizarem o oponente, Vocês irão ao encontro de Quíron, que está derrotando a Equídna. É de vossa escolha a derrota do seu oponente, já que Quíron, ao matar o monstro, fará com que os outros desapareçam também.

— Quíron dirá para todos se encaminharem para seus chalés, refeitório ou enfermaria, mas que ninguém deve abandonar o Acampamento se não quiser sofrer punições cabíveis.

— Portanto, sim, vocês estarão presos no acampamento até segunda ordem. Novas diretrizes serão encaminhadas ao fim do prazo deste post.

Oponente


— O oponente a ser enfrentado deverá ser um monstro que possui metade do nível de vocês. Fica a critério de vocês quem será o escolhido.

— Caso estejam em dupla, trio, quarteto ou boyband, o monstro terá a metade da soma do nível de vocês.

Informações adicionais


— Evento: Caça a bandeira

— Condições climáticas: Primavera, 23º.

— Local: Acampamento Meio-Sangue.

— Data e hora: 4 de julho, 12:00

Regras gerais


— Não utilize cores cegantes e/ou templates com menos de 500px de largura.

USO DE ITENS COMPRADOS OU RECUPERAÇÕES EFETUADAS APÓS 01 DE JULHO, 22:22 SERÃO INVALIDADOS.

— Poderes (com nível, separados por ativo e passivo) e armas em spoiler no final do texto.

— Prazo de postagem até 23h59, segundo o horário de Brasília, do dia 17/07/2019

— Mapa utilizado aqui

— Qualquer dúvida, consulte seu narrador.

— Aos players que não postaram no primeiro turno: Sua justificativa deve ser enviada por MP em até 24 horas ao seu narrador para que não sofra as punições cabíveis.

— Boa sorte.

STATUS



Bianca H. Somerhalder —Nível 44
HP: 530/530
MP: 472/530

Ayla Lennox— Nível 33
HP: 410/420
MP: 362/420 [-48]

Peter Lost — Nível 33
HP: 410/420
MP: 358/420

Lavinia S. Larousse — Nível 30
HP: 390/390
MP: 333/390 [-30]

Lilith Doutzen — Nível 30
HP: 390/390
MP: 327/390 [-3]

Heron Devereaux — Nível 18
HP: 270/270
MP: 249/270

Murtagh S. Leclerc — Nível 6
HP: 125/150
MP: 116/150


JUSTIFICADA A NÃO POSTAGEM

Christopher Mason — Nível 34
HP: 430/430
MP: 430/430

Vitor S. Magnus — Nível  34
HP: 430/430
MP: 430/430

Lyanna MacMahon — Nível 4
HP: 110/130
MP: 90/130

Rhydian Schwab — Nível 1
HP: 100/100
MP: 100/100


É DE VOSSA RESPONSABILIDADE POSTAR O PRÓXIMO TURNO CUMPRINDO TODAS AS DIRETRIZES DO TURNO PERDIDO.

PASSÍVEIS DE PUNIÇÃO POR ABANDONO


Aurora R. Bailey — Nível 30
HP: 390/390
MP: 372/390

Zoë Ophelia Greengrass — Nível 2
HP: 110/110
MP: 110/110


PUNIDOS POR ABANDONO


August Budreau — Nível 2
HP: 55/110
MP: 55/110

Leonard Crawford — Nível 3
HP: 60/120
MP: 60/120

Anthony Marxen — Nível 1
HP: 50/100
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Re: {Caça a Bandeira} — Grupo Vermelho

Mensagem por Christopher Mason em Seg 15 Jul 2019, 08:39


radioactive
in the dark
O filho de Ares estava eufórico, sentado sobre a raiz de uma árvore a alguns metros da bandeira, pouco preocupado que o grupo azul chegasse até ali. Sua perna esquerda movia-se incontrolavelmente, a mão apertava o cabo do machado, a todo segundo desejando mais ação e, em seu rosto, havia um sorriso visivelmente estampado. Desde adolescente o rapaz vinha demonstrando sinais claros de um ego inabalável e, depois daquele jogo, tornou-se ainda pior. Ele usava a função telescópica do elmo para enxergar cinquenta metros a frente e ver, de camarote, as inúteis tentativas do time oponente em ultrapassar a formação de grupos pensada por ele.

— Desistam... — Mumurou enquanto enfiava um chiclete de menta na boca.

Até que sua atenção foi tomada por uma fraca movimentação detrás de uma árvore. Era Wheeler, o filho de Hermes com quem tinha lutado, ele mancava devido ao ferimento na perna, tinha sangue fresco cobrindo a boca e usava os troncos como apoio para andar. Christopher gargalhou, o que ele mais gostava na vitória era ver a luta de um inimigo já abatido, indo na direção do outro.

— Não, não seja idiota — Disse ao se aproximar do campista, erguendo parte do machado contra o peito do mesmo e obstruindo seu caminho. O tatuado notou que o garoto, a todo momento, evitava encará-lo e tentava alcançar a bandeira vermelha não muito longe dali. — Ok, eu vou te dar só uma chance.

Sem escrúpulos, Mason manteve-se ao lado do ladino, encarando seu esforço como uma comédia a ser assistida. Era, talvez, quem mais representava o deus da guerra dentro do acampamento, ao menos ele gostava de pensar ser igual ao pai. Assim que Wheeler se aproximou o bastante do estandarte, o moreno usou um lado da lâmina para puxar a perna ferida do mesmo e forçá-lo a cair, não uma mas repetidas vezes até que o visse despencar no chão.

— Mas que merda de jogo! — Gargalhou o guerreiro.

Dando fim a alegria doentia dele, o chão tremeu por alguns segundos, fazendo até mesmo o estandarte se mover. Não tinha sido nada tão fora do comum a ponto de alertar os campistas, entretanto, o que veio a seguir foi: um grito de desespero, abafado pelos inúmeros quilômetros de floresta, mas ainda assim escutado. O terceiro sinal foi claro, Quíron tocou seu berrante de onde estava, dando início a uma correria desenfreada de todos os participantes do caça. Um dos membros do grupo vermelho passou por ele, o alertando para uma invasão surpresa.

— Estamos sendo atacados! Vamos ao riacho!

Christopher, outrora ocupado em sua brincadeira de gato e rato, segurou Balerion com força e não poupou tempo em seguir o fluxo de semideuses. A distância era grande, mas não o suficiente para cansá-lo, já que tinha a postura e organismo de um atleta em boa forma. Como esperado, o local estava repleto de campistas e, por mais improvável que fosse, monstros, batalhando entre si com verocidade. A primeira coisa que tentou fazer foi olhar em busca de uma luta acessível, mas antes mesmo de ter a chance, sentiu algo sobre os pés. Era uma serpente se rastejando e, logo em seguida, outra fez o mesmo até que várias estivessem se movendo ao redor, algumas até mesmo saindo do riacho.

Ele recuava em meio a chutes e golpes de machado contra a cabeça das cobras, até que sentiu o pescoço arrepiar como um calafrio repentino. Era fácil reconhecer aquela sensação de perigo, forçando-o a virar o corpo antes que fosse atingido por um ataque surpresa. Foi o que aconteceu: uma cauda longa e reptiliana veio em sua direção e só não o acertou pois o filho de Ares agachou-se rapidamente devido ao reflexo apurado.

— Sem chances... — Disse consigo mesmo ao ver a fera descomunal que o atacou.

Era uma serpente medindo seis metros de altura com um corpo espesso e longo, olhos cavernosos com órbitas amarelas e pequenos chifres no topo da cabeça. O monstro abriu a boca de forma descomunal e Christopher logo reconheceu que seria alvo de mais uma ofensiva, principalmente após ver as labaredas se formando na garganta da criatura. Ele não tinha escudo, tampouco algo que pudesse usar para obstruir o ataque, então pensou na solução com maiores chances. Ao invés de gastar tempo e energia se desvencilhando de forma arriscada, concentrou-se em convocar para o campo dois Ornithes Areioi, pássaros leais ao deus da guerra e, consequentemente, aos herdeiros.

— Formem uma barreira! — Ordenou, apenas o tempo para que as aves fizessem um rasante rápido ao se enfiarem na frente do semideus, com as asas abertas.

Enquanto o cuspe de fogo se aproximava cada vez mais, ele apenas manteve-se agachado e com o rosto virado, torcendo para que a defesa improvisada desse certo ou, ao menos, que não fosse totalmente queimado. O calor nas costas foi inevitável, mas também graças a couraça que vestia, não chegou a arder a pele, apenas passou a suar como se tivesse terminado uma maratona. Ao se virar, viu que um dos pássaros tinha sido totalmente carbonizado e o outro estava caído no chão, parcialmente ferido. Teria de lutar com o que tinha disponível.

Mason tampou o rosto com a máscara do elmo e o tocou na lateral, desejando que o mesmo instaurasse uma aura de pânico ao redor para impedir que fosse atacado novamente, ao menos por algum tempo. O basilisco sibilou de forma ameaçadora, mas não investiu em outra ofensiva, optando por se rastejar pelo ambiente. O campista o seguiu com o olhar e viu que suas escamas, ao tocarem em qualquer tipo de lugar e material, os desintegravam lentamente. Se quisesse sair inteiro, soube que não poderia realizar ataques diretos, um grande desafio.

— Ao meu sinal, ataque o basilisco e tente cegá-lo. — Deu uma segunda ordem ao pássaro sobrevivente, torcendo para que o mesmo tivesse forças para uma última ação. Já ele verificou se a lâmina dupla de Balerion estava afiada o bastante e se o material conseguiria resistir ao toque desintegrador da fera. O moreno viu também, que perto de onde a cobra se rastejava, havia uma rocha formando um sobressalto de quase dois metros. — Agora!

A ave, mesmo ferida, juntou as forças em um esforço para sobrevoar o basilisco, acertando na serpente inúmeras penas de bronze e ferindo seu rosto com as garras e bicadas. Chris não poupou tempo, pois seu plano não era de fato cegar a criatura, mas distraí-la para um ataque enquanto corria com o machado em mãos e usava a rocha como impulso para um pulo. No salto, empunhou a arma com toda a força que tinha, desferindo um golpe frontal e profundo próximo à cabeça da serpente. Um lado de Balerion, perfurando a carne da criatura, transformava-se lentamente em pó. O basilisco, enfurecido, abocanhou o pássaro leal ao filho de Ares e o desintegrou enquanto usou a cauda para lançar o meio-sangue para longe.

O impacto no chão foi forte, causando inúmeros ferimentos pelo rosto, braços e pernas, mas o pior deles foi na coxa esquerda por ter tido contato direto com a pele escamosa do monstro. A calça jeans se desmanchou com rapidez e logo o toque ácido alcançou a pele do rapaz, o deixando em um estado atordoante de dor. Durante a queda, o machado e elmo rolaram pelo chão, o deixando apenas com a couraça e uma adaga de bronze. Ferido, ele teve pouco tempo para se rastejar até um tronco de árvore caído e se encostar enquanto olhava a fera se rastejando até ele, já com a visão enturvecendo.

— Ah... bela merda — Murmurou enquanto colocava um cigarro entre os lábios e o acendia, queria sentir a nicotina uma última vez, se fosse realmente sua hora.

Mas como todo herdeiro do deus da guerra, ele não morreria desarmado. A serpente logo o alcançou e abriu a boca, deixando as presas a mostra, mas Christopher Mason não tinha medo. Seu olhar encontrou os inúmeros campistas que travavam as próprias batalhas, alguns membros do grupo vermelho, outros do azul, mas todos se esforçando como ele. Ele riu de forma abafada, sabia que era um completo doente com a maioria deles, mas faria algo por todos. Sentiu a adrenalina percorrer o corpo, as veias saltarem, o rosto queimar de raiva e gritou, gritou como um verdadeiro guerreiro, tão alto que poderia ser ouvido por todos ao redor, enfurecido.

Então, o basilisco atacou outra vez. Ele estava pronto para os portões do Hades mas, em questão de segundos, tudo mudou, a criatura recuou um tanto quanto atordoada. Sua cauda transformou-se em pó, até que todo seu corpo o fizesse também, acumulando-se no chão próximo ao riacho. O herdeiro da guerra abriu um sorriso e pegou o cigarro caído no peito novamente, sabendo que sobreviveria mais uma vez. Logo, Quíron se aproximou extremamente preocupado, alertando para que todos os feridos fossem para a enfermaria. Christopher tentou se erguer sozinho, mas qualquer esforço pioraria seu estado, a sorte foi que no meio de todo o pós-tumulto, dois de seus irmãos o reconheceram e o carregaram com urgência até a enfermaria.

— Não saiam da fronteira de forma alguma, é uma ordem! — A voz do centauro ecoou por todo o riacho.

Ativos:
◊ Grito de Guerra [Nível 05]
Ao gritar em incentivo, os filhos de Ares transmitem autoconfiança, que com certeza é um fator importante e decisivo em uma batalha. Essa habilidade faz com que toda a equipe fique mais focada no objetivo, aumentando sua concentração e seu empenho, fazendo com que todos tenham um aumento nos atributos gerais em 10% por três rodadas. Os alvos precisam ser capaz de ouvir o grito e estar a até 25m de distância do semideus. Uma vez por cada combate.[Modificado]

◊ Ornithes Areioi [Nível 19]
Como o nome sugere, os pássaros de Ares eram um bando de pássaros que lançavam penas em forma de dardos, que guardaram o templo das Amazonas do deus em uma ilha costeira no Mar Negro. Uma vez por missão, o(a) semideus(a) poderá invocar 2 desses pássaros para ajudar em batalha. As aves funcionarão como se fossem pets, sendo responsabilidade do semideus narrar seus movimentos. Elas lutarão junto do semideus até serem derrotadas ou por até 5 turnos. Esse poder pode ser usado uma vez por missão. Não pode ser usado junto com outros poderes de invocação. Para fins de status, considerar as aves de estinfália de NP 10. [Modificado]
Passivos:
◊ Aparência Intimidante [Nível 03]
O corpo dos filhos de Ares é bastante chamativo, mesmo que o semideus não seja necessariamente musculoso ou estereotipado, o sangue de um verdadeiro guerreiro corre em suas veias. Isso, aliado ao seu comportamento sério e a determinação em combate faz com que ele se torne mais intimidador aos olhos das pessoas ao redor. Ações de intimidação passam a receber uma bonificação de 20% nas chances de sucesso quando os alvos puderem vê-lo.[Modificado]

◊ Marcha forçada [Nível 08]
Filhos de Ares se acostumaram com o desgaste físico e o treino árduo. Isso faz com que ações físicas comuns, que não envolvam poderes, como correr, escalar e etc, representem um gasto menor de energia para eles. Ao se considerar tais atividades, desde que em condições normais e sem influências mágicas/ divinas/ etc, seu cansaço sempre será 50% menor do que o de um semideus de outra origem. [Novo]

◊ Guerreiro atento [Nível 09]
Filhos de Ares possuem experiência elevada em lutas, conseguindo com isso perceber brechas nos golpes e intuindo a movimentação do inimigo. Isso faz com que as defesas dos oponentes não sejam tão efetivas, reduzindo a esquiva dos adversários em 10%. Afeta apenas um adversário por vez e que esteja em combate corporal contra o filho de Ares, independente de quantos estejam lutando contra o semideus. O alvo deve ser definido no primeiro turno de combate, e só pode ser alterado caso morra ou deixe de lutar contra o semideus de alguma forma. Apesar de ser uma passiva, a delimitação do número de alvos se deve pela necessidade de concentração em luta - fator reduzido contra uma quantidade grande de alvos. Contudo, aumenta com a experiência, afetando 1 alvo a mais no nível 30, + 1 adicional a cada 20 níveis posteriores ao 30, representando a experiência do semideus.[Novo]

◊ Resistência Aprimorada [nível 18]
Os filhos de Ares são acostumados a treinar faça chuva ou faça sol, consequentemente aumentando sua resistência corpórea contra modificações climáticas. Caso o semideus se encontre em uma situação climática de frio, calor ou umidade fora do normal, ele terá os efeitos danosos reduzidos, como insolação, hipotermia, etc. Ele ainda sofre tais sintomas e condições, mas demora 5x mais se comparado a um humano comum ou outro semideus sem tais habilidades. Válido apenas para ambiente naturais, mas não afeta golpes elementais e similares. [Modificado, antigo "Resistência aprimorada & pele calejada", agora separados em dois efeitos.]

◊ Adrenalina [Nível 19]
Mesmo que tente contrariar sua natureza, até o mais calmo filho de Ares sente-se mais vivo em uma batalha - eles não necessariamente se comprazem com seus atos, mas a guerra de um modo ou de outro instila energia em suas veias. Durante um combate, após receber o primeiro ferimento (contanto que não seja intencional ou autoinfligido), a cada ato que o filho de Ares fizer contra seu inimigo (apenas o que provocou o ferimento), desde que o adversário tente se defender,o faz ganhar 2% de HP e MP. Por ato, considera-se a ação do turno que provoque dano no oponente intencionalmente. O valor adquirido nunca o fará ultrapassar seu limite máximo de vida e energia. Oponentes que tentem fugir, se render ou não revidar não provocam este efeito, bem como inimigos abaixo de 10 níveis - desde que em um combate individual (caso seja atacado por mais de um oponente ao mesmo tempo, mesmo que mais fracos, o poder ainda fará efeito, exceto nesse caso se a margem dos níveis somados seja menor que 10) ;uma vez que apenas um verdadeiro combate pode afetar um guerreiro. O valor aumenta para 5% no lvl 30, 7% no nível 60 até o máximo de 10% no nível 80. [Modificado, com base nos antigos "Regeneração Sanguinária" unindo os níveis I e II e "Sadismo"]

◊ Pele Calejada [Nível 20]
Os semideuses de Ares treinam frequentemente se pondo à prova de diversas maneiras, o que resulta em poderem ampliar sua capacidade física, aumentando a consistência de seus músculos e desenvolvendo seu corpo para suportar golpes. Sua pele calejada é a prova de seu trabalho duro, o que na certa, fica mais fortalecida a ataques de natureza física. Quanto mais fortes forem (níveis), sofrerão uma redução de danos 5% a cada vinte níveis a partir do ganho do poder, sendo o máximo de resistência possível a ser adquirida 20% (no nível 80), ao receberem golpes com componentes físicos.[Modificado, antigo "Resistência aprimorada & pele calejada", agora separados em dois efeitos.]

◊ Estado de alerta [Nível 21]
Quando os filhos de Ares estão correndo algum risco de serem atacados ou mortos de surpresa, eles têm uma premonição, um sentimento de perigo. Este sentimento os alerta para que fiquem em guarda, e apenas se eles forem o alvo original e intencional - um acidente ou desvio não seria alertado, como uma bala perdida, por exemplo, por não fazer deles o foco (da mesma forma, algo que afete uma área não seria notado) - e não revela a localização do inimigo ou o tipo de ataque. Não funciona se estiver dormindo ou inconsciente de alguma forma. Abrange apenas os efeitos em um raio de 50m. [Modificado, antigo "Percepção instintiva"]

◊ Habilidade com armas I [Nível 24]
Como Ares, os filhos do deus possuem grande facilidade em manusear armas, conseguindo empunhar com certa familiaridade mesmo as que não conhece. Nesse nível as proles de Ares adquirem uma perícia inicial com qualquer arma não exótica que utilize (entende-se por arma exótica aquelas classificadas no arsenal como tal, e armas personalizadas em termos de formato/ empunhadura - mas não estético - bem como armas adaptadas para criaturas específicas ou originárias de um raça ou cultura específica). Não é ativo por representar uma habilidade sempre em uso, adquirida com treinamento - ele não modifica as habilidades da arma, apenas possui conhecimento para explorá-las melhor. Além disso, em termos comparativos, a empunhadura do filho de Ares será mais baixa do que de alguém que treine com aquele tipo de arma desde níveis inferiores (considerando assim o nível em que adquirem tal habilidade) sendo sempre inicial. [Modificado, separado de "conhecimento Bélico"]

◊ Resistência a impactos [Nível 28]
Seu porte e força dificultam que você seja movido. Quando alvo de um poder de carga ou que o faça se deslocar contra a sua vontade, você só se moverá metade do deslocamento requerido, caso a fonte do poder seja de até 10 níveis acima do seu. O mesmo vale para outros efeitos impactantes que possam deslocá-lo, caso esteja ciente de sua ocorrência (uma explosão, por exemplo, que você perceba antes de ocorrer efetivamente) mas não reduz os danos provocados, independente da origem.[Novo]

◊ Aptidão Estratégica [Nível 29]
Ainda que Ares não seja um estrategista tão eficiente quanto Atena, optando por abordagens mais agressivas e perigosas, os filhos do deus da guerra poderão criar estratégias rapidamente, mesmo em meio a uma luta. Isso faz com que suas estratégias de batalha tenham uma chance adicional de dar certo de 10%, desde que coerentes (considera-se como batalha apenas o combate em si e o planejamento dentro dele, não o planejamento anterior).[Modificado]

◊ Devoção [Nível 33]
Ares sempre foi um deus respeitado por toda a Esparta, os filhos do deus da guerra também terão uma aura que faça seus inimigos mais fracos sentirem respeito por eles, de forma que terão o desejo de não atacar seu oponente momentaneamente; fazendo com que o primeiro golpes de natureza física, que a pessoa for desferir no filho de Ares tenha uma chance de erro acrescentada em 20%. Resistência a medo pode ser aplicada. {idealizado por Tony Scipriano} [Novo]
Armas:
{Half Blood} / Adaga Comum [Adaga simples feita de bronze sagrado, curta e de duplo corte. A lâmina possui 8cm de largura, afinando-se ligeiramente até o comprimento, que chega a 20cm. Não possui guarda de mão e o cabo é de madeira revestido com couro, para uma empunhadura mais confortável; acompanha bainha de couro simples.] {Madeira, couro e bronze sagrado} (Nível mínimo: 1) {Não controla nenhum elemento} [Recebimento: Item de Reclamação] (Bainha na cintura)

{Balerion} / Machado Duplo [Machado feito com duas lâminas posicionadas na extremidade de uma haste longa. É uma arma de difícil manuseio, mas extremamente destrutiva. Requer ambas as mãos para usar, e grande força, o que faz com que seja preferida por aqueles que preferem ataques diretos e força bruta.] {Madeira e bronze sagrado} (Nível mínimo: 3 para filhos de Ares, Héracles, Hefesto e Centauros; 5 para os demais) {Não controla nenhum elemento} (Mão esquerda)

✞ {Panic's Mask} / Máscara [Um elmo de ferro estígio, com um desenho de caveira nele. A mandíbula fica na parte em que é possível levantar para mostrar o rosto,parecendo que a caveira está rindo. Porém, conectada a essa parte está uma máscara aterrorizante feita de magnésio sagrado, na mesma tonalidade do elmo. Quando o usuário desejar, o elmo emite pânico no oponente por duas rodadas, mas depende de seu nível (semideus) ou força (monstro). A máscara possui função telescópica, devido a uma lente que fica no olho esquerdo da mesma, permitindo seu usuário ver objetos distantes, e inimigos a longa distância. A lente alcança até quatrocentos metros.] {Magnésio Sagrado} (17) {Não controla nenhum elemento} [Forjado por Harry S. Sieghart (Máscara)/ Presente(Elmo); comprado de Aleksander Frey e atualizado por Phobos] (Rosto)

{Dust} / Pingente [Pingente de prata com formato em espiral que uma vez por missão cria uma ventania em volta do semideus forte o suficiente para aparar ataques físicos a distância. Dura dois turnos. Ataques mágicos ainda funcionam.] {Prata. Vento.} (Nível Mínimo: 30) [Recebimento: Breeze, avaliado por Maisie De Noire e atualizado por Zeus] (Pescoço)

Armadura de couro [A mais leve, feita de couro reforçado, não interfere em poderes que dependem de agilidade, equilíbrio ou furtividade, porém tem eficácia reduzida se comparada às outras. Melhor contra ataques de impacto do que de corte. Acompanha luvas de couro do mesmo tipo, mas não elmo.] {Couro e tecido} (Nível mínimo: 1) {Não controla nenhum elemento} (Peitoral e abdome)
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Re: {Caça a Bandeira} — Grupo Vermelho

Mensagem por Bianca H. Somerhalder em Ter 16 Jul 2019, 14:33

I FEEL SO ALIVE

Ainda irritada com a situação pela qual passara, chegou à clareira em que havia combinado de se encontrar com Peter, e apenas alguns segundos depois o semideus também despontava em meio as árvores. Parecia bem, felizmente, mas Bianca já não estava mais com o humor propício para fazer piadas sobre os problemas do percurso. Sobretudo, a única coisa que queria era ir embora do Acampamento; fora uma tola de pensar que poderia se sentir bem ali.

Contudo, como o filho de Zeus não tinha culpa alguma de sua burrice e falta de animação, sorriu e ajeitou a postura, fingindo que estava tudo bem. Ele parecia cansado, embora tranquilo, de modo que a lupina tentou pensar em alguma coisa que os animasse. Não conseguiu. E, de todo modo, não teria tempo para tal, pois passos apressados se aproximaram dos dois semideuses. Em alerta, Bianca ensaiou empunhar o Sai, mas percebeu que não era necessária a agressividade.

— Estamos sob ataque! Sigam-me até o riacho, por favor.

Confusa, Somerhalder demorou apenas mais do que dois segundos para reagir à informação que acabara de receber. Ataque? Aquilo não era possível, era? Lembrou-se de um episódio anterior em que a mesma coisa havia acontecido, e os pelos de todo o corpo se eriçaram. Precisava encontrar Ayla. Com Peter logo ao seu lado, saiu correndo atrás do semideus que lhes dera a notícia, mas acabou perdendo o amigo em meio a toda aquela confusão. Os monstros tinham invadido em peso o Acampamento.

Ao dar passos acelerados e rítmicos em direção ao riacho, os olhos de Bianca instantaneamente começaram a procurar pela lupina mais velha. Sabia que ela provavelmente estaria ali também, avisada sobre a invasão inesperada que atingira o Acampamento, e não imaginava lutar sem saber o que estava se passando com Ayla. Havia acabado de recuperar a irmã, afinal; não estava disposta a perdê-la tão cedo.

Desse modo, com o isqueiro ornamental já em sua mão esquerda, manteve os olhos atentos enquanto caminhava entre campistas desconhecidos. Estava pronta para ativar sua katana a qualquer movimentação suspeita, ansiosa para finalmente poder matar. O controle que exercera sobre suas emoções durante o caça a bandeiras já havia escapado de suas mãos, indo para algum lugar distante e inalcançável. Naquele momento, quando podia sentir o caos e o desespero despertar por todo o Acampamento, a vontade de deixar emergir sua verdadeira personalidade se tornava maior do que tudo. Em meio à destruição encontrava sua casa. Seu conforto.

Ironicamente, o Acampamento Meio-Sangue era o último lugar do mundo no qual Somerhalder imaginara encontrar conforto. Mesmo que fosse por apenas alguns minutos com término certo; no momento em que a situação fosse resolvida e tudo voltasse à monotonia de sempre, Bianca imediatamente recuperaria sua vontade de sair dali, voltar ao mundo real. Com aqueles pensamentos em mente, parou de correr para que pudesse analisar com maior cuidado as pessoas que voltavam da defesa do time vermelho.

Ayla deve estar entre eles.

Pouco deu atenção ao velho centauro, que combatia uma Equidna. Tampouco ligava se Quíron viveria ou morreria, ou se os semideuses ao seu redor conseguiriam salvar o Acampamento. Dava importância somente ao próprio divertimento e, acima de tudo, à sobrevivência dela e de algumas poucas pessoas com quem se importava.

Repentinamente, seu olhar se encontrou com outro em meio a multidão. E reconhecia a pessoa, que levantava o braço para chamar sua atenção. Com alívio, encontrou Ayla na extremidade da floresta, ansiosa para que finalmente voltassem a ficar juntas. Sem pensar por mais nenhum segundo, voltou a correr, daquela vez com um destino certo. Entretanto, antes que chegasse até a irmã, notou algo que não parecia correto: um vulto espreitava por trás de Lennox e, desconfiada do jeito que era, Bianca não considerava aquilo como um bom sinal; fosse um monstro ou um semideus, não deveria estar ali. Mas não conseguiria atacar daquela distância.

— Ayla! Atrás de você! — Gritou, torcendo para que a outra lhe escutasse. A katana já estava em mãos quando observou Ayla arremessar sua faca em direção ao suposto inimigo. Assim, ao chegar do lado da irmã e colocar a mão no ombro dela, viu o monstro que teriam de enfrentar. Era feio e repugnante, e a faca de Lennox sequer havia o atingido, uma vez que seu abdome havia se transformado numa névoa escura.

Sem esperar muito, Bianca girou a katana na mão esquerda e, logo em seguida, a segurou com ambas as palmas. Prendeu a respiração ao ouvir o aviso da irmã, observando-a enquanto ela jogava para cima uma moeda dourada. Uma fumaça esverdeada subiu pelo ambiente e, embora Somerhalder não soubesse de fato seus efeitos, imaginou que não queria descobrir.

Levantou a espada oriental sem muito esforço e, correndo uma pequena distância em direção ao seu oponente, abaixou-se com a intenção de dar uma rasteira nele. Quando o fez, levantou Lunar Shard para atingi-lo, desferindo um golpe em seu braço direito. Enquanto isso, pôde perceber que Ayla recuperava sua faca, anteriormente cravada no tronco da árvore. No momento em que Bianca se levantou, então, a lupina mais velha já estava projetando no ar dois golpes luminosos, que machucariam o monstro mais do que suas armas comuns.

Somerhalder sorriu; iriam ganhar facilmente. Entretanto, por causa dos ferimentos que Lennox infligiu ao inimigo, este ficou mais irritado, virando-se e atacando a garota com mais agressividade. Por causa disso, a feiticeira levantou a espada e gritou para a irmã se abaixar rapidamente.

— Cortem-lhe a cabeça!

E, no segundo seguinte, desferiu um golpe limpo e preciso na altura do pescoço do monstro, visando cortá-lo totalmente do resto do tronco. A cabeça, desse modo, caiu no chão com um baque seco, indicando a vitória das duas filhas de Selene. Com a respiração ainda acelerada, Bianca encarou Ayla com seriedade. Não sabia o que estava acontecendo, ou por qual motivo monstros haviam atacado o Acampamento, mas precisavam sair. A diversão não era tanta quanto a lupina imaginava e, sobretudo, aquilo não poderia resultar em nada bom.

— Não saiam da fronteira de forma alguma, é uma ordem! — Gritou o velho centauro, no momento em que todos os monstros ao redor viraram pó, e trouxe à tona os piores pesadelos de Bianca.

Estava presa. E nada de bom acontecia quando lhe forçavam a fazer coisas que não queria.

pormenores:
armas:
Δ {Olho do Corvo} / Cajado [Feito em madeira-ferro reforçada com ouro negro, contém em seu topo um ônix, sua gema mágica, circulada por adornos de metal na forma de asas. O cajado é leve e resistente à magia, podendo ser utilizado como canalizador para realizar qualquer magia que dependa de mira, que seja lançada pelas mãos do semideus ou que necessite de um objeto sobre o qual fazer efeito. Transforma-se em um anel no nível 20] (Nível Mínimo: 1) {Magia} [Recebimento pelo ingresso no grupo Feiticeiras de Circe] [como anel, no dedo anelar direito]

Δ {Caldeirão de bruxa} / Cantil [Cantil mágico, pode produzir um tipo de líquido mágico com certas propriedades, a escolha da Feiticeira, de acordo com a lista. Pode ser utilizado apenas 1 vez por evento, criando uma única dose do líquido escolhido. Não é possível armazenar o líquido que, se tirado do objeto, transforma-se em água comum.] (Nível Mínimo: 1) {Magia} [Recebimento pelo ingresso no grupo Feiticeiras de Circe] [bolso traseiro direito da calça]

Δ {Nightstar} / Sai [Maior do que o Main-gauche e com 3 pontos, sendo a central maior. Do tamanho de um punhal, sem guarda para a mão e geralmente usado em pares. Não tem corte ou gumes laterais, mas a ponta é perfurante e seu desenho acaba provocando danos graves nos oponentes, se bem utilizados. Por ser uma arma incomum, requer maior treinamento para o uso, mas é versátil, auxiliando também na defesa e em manobras de desarme. O cabo é totalmente metálico.] {Bronze sagrado} (Nível mínimo: 3) {Não controla nenhum elemento} [embainhado na cintura]

Δ {Sunlight} / Colar [Colar, fino, de ouro com pingente de sol. Permite que, durante um turno por missão, filhos de deuses noturnos usem poderes restritos à noite.] {Ouro} (Nível mínimo: 31) {Luz} [Recebimento: Inside The Maze, avaliado e atualizado por Éolo] [pescoço]

Δ {JC} / Anel [Anel feito de ouro rosa, com a cor acobreada acentuada pela magia própria do item. Duas vezes por missão, o portador do anel pode usá-lo para provocar uma ilusão num alvo escolhido: o atingido se verá num lugar escuro onde somente ele se sobressai em meio as sombras, com uma coroa de espinhos crescendo em sua cabeça e suas roupas mudando para apenas o necessário para cobrir as partes íntimas. Então, soldados em estilo romano se aproximarão e a pessoa se verá deitada numa cruz de madeira, sendo crucificada a moda da Roma Antiga. A crucificação e a coroa de espinhos causarão dor, mas não há dano real — ou seja, não há desconto de HP e MP. A ilusão dura 2 turnos, e tem efeito atordoador; impedindo que o alvo ataque enquanto ela estiver ativa. O uso de poderes ainda é possível, mas com poucas chances de acerto uma vez que estará preso dentro de uma ilusão.] {Ouro e cobre} (Nível mínimo: 27) {Psíquico} [Recebimento: missão Her Trust, avaliada e atualizada por Phobos.] [dedo anelar esquerdo]

Δ {Luck} / Ficha de Cassino [É uma ficha de cassino comum, aparentemente. Tendo a cor vermelha e os números escritos em branco, só dá para se notar o brasão do cassino pelo toque. Sua habilidade especial é que, uma vez a cada missão e em somente uma rodada, quando ativa enquanto segura pela semideusa, ela permite que a portadora escape de somente um golpe vindo de um oponente ao teleportar-se o mínimo de distância possível para desviar-se do ataque. Caso venha mais de um golpe, o amuleto só pode ser usado em um deles, tendo que defender o outro normalmente, caso o teleporte ainda a deixe na linha de ataque - definido pelo narrador, a ficha só leva para o espaço livre próximo, mas a semideusa não define o local. Caso seja um golpe em área, aplica-se o máximo de cinco metros de raio para teleporte, se o ataque pegar mais do que a área de teleporte, os danos serão calculados normalmente. Para ativá-lo, a usuária precisa ficar rodando a ficha entre os dedos de sua mão.][Material: Plástico.] [Nível mínimo: 65] [Recebimento: Missão \"Money Lies\", avaliada por Poseidon e atualizada por ~Eos] [bolso da frente esquerdo da calça]

Δ {Lunar Shard} / Katana [Uma Katana elegante com a lâmina de prata sagrada, com uma coloração sutilmente azulada conforme o reflexo da luz. Sua lâmina é tão fina que pode perfurar a área entre duas costelas. Sua guarda de mão é de cerejeira com uma runa desenhada. Uma vez por batalha, durante dois turnos, aumenta em 10% a efetividade dos poderes relacionados à Circe. Transforma-se em isqueiro ornamental.] {Bronze Sagrado. Madeira. Magia.} (Nível Mínimo: 40) [Recebimento: Insane, avaliado e atualizado por Psiquê] [como isqueiro, no bolso da frente direito da calça]

Energético [Um pequeno e portátil tubo de ensaio cilíndrico com capacidade de 100ml contendo um líquido ciano neon. Ao ser ingerido, recupera 20 de MP. Consumido ao ser utilizado. Não aumenta a capacidade de armazenamento total do MP.] {Quantidade: 1} (Nível Mínimo: 1) [Recebimento: Evento Off Caça Bandeira Junina] [bolso da frente esquerdo da calça]

Xarope [Um pequeno e portátil tubo de ensaio cilíndrico com capacidade de 100ml contendo um líquido carmesim brilhante. Ao ser ingerido, recupera 30 de HP. Consumido ao ser utilizado. Não aumenta a capacidade de armazenamento total do HP.] {Quantidade: 1} (Nível Mínimo: 1) [Recebimento: Evento Off Caça Bandeira Junina] [bolso da frente esquerdo da calça]
poderes:

PASSIVOS

Nível 7: Passo Etéreo
A prole de Selene / Luna consegue se mover em silêncio, como se andasse disfarçadamente. Isso não a impede de ser localizada - ela ainda pode cometer gafes e provocar sons, bem como ser detectada pelo odor ou por possuidores de outros meios, como sentidos aguçados, mas em geral lhe dá oportunidades melhores, caso o filho de Selene / Luna esteja sendo cauteloso. [filhos de selene]
monstro:

PASSIVOS

(-) Semi Imortalidade: Além de ostentarem uma longevidade sobrenatural, vrykolakas não morrem como as outras criaturas. Além de morte por fogo e luz solar, as únicas maneiras de se livrar definitivamente de um vrykolakas é decapitando-o ou estacando madeira em seu coração. Se possuir HP zerado por qualquer outro método, o vrykolakas ressuscitará em até 5 turnos (com 20% do HP/ MP).

(-) Vulnerabilidades: Vrykolakas recebem o dobro de dano de golpes provindos de luz e fogo. Adicionalmente, são extremamente sensíveis à luz do dia, e em contato com ela perdem 5%  do total do HP a cada turno exposto, morrendo definitivamente se tiver o HP zerado à luz do sol. Um vrykolakas que não se alimenta frequentemente de sangue humano começa a ter a pele ressecada e a carne definhada, enfraquecendo até um ponto onde não consegue mais se movimentar, perdendo a função metabólica e ficando em coma até ser morto ou novamente alimentado. Nesse estado, ele pode ser facilmente confundido com um cadáver.

(5) Fisionomia Avançada: Vrykolakas são dotados de agilidade, força e velocidade duas vezes maior do que de mortais comuns. Além disso, possuem dentes caninos afiados e garras retráteis, que podem ser utilizadas em combate quando necessário.


ATIVO

(40) Transformação Nebulosa: Capacidade de transformar as células do corpo em neblina, tornando-se intangível. Nesse estado, o vrykolakas pode atravessar paredes e matéria sólida, ficando invulnerável a invasões mentais e ataques físicos. Em contrapartida, é incapaz de realizar ataques, sendo uma habilidade utilizada para fugas ou tentativas de esquiva. Dura até 3 turnos, uma vez por combate/ ocasião.
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Re: {Caça a Bandeira} — Grupo Vermelho

Mensagem por Ayla Lennox em Ter 16 Jul 2019, 18:16


Atalaia
Seja extremamente sutil, tão sutil que ninguém possa achar qualquer rastro. Seja extremamente misterioso, tão misterioso que ninguém possa ouvir qualquer informação. Se um general puder agir assim, então, poderá celebrar o destino do inimigo em suas próprias mãos.

[sun tzu]

Fossem as circunstâncias outras – fosse ela outra –, uma onda de alívio percorreria seu corpo assim que finalizasse o oponente. A filha de Selene, entretanto, não havia se permitido reduzir o estado de alerta por um instante sequer, afinal de contas, sabia que uma luta acabada, mesmo que dentro das regras e distante da seriedade, nunca significava o final de suas preocupações.

Aqueles desfechos costumavam ser a anunciação de algo pior.

E daquela vez não foi diferente.

O som do berrante, assim que alcançou os ouvidos da semideusa em uma única e longa nota, foi como o prelúdio de uma cena catastrófica. O instrumento de Quíron deu a Ayla a certeza de que más notícias viriam junto ao campista de seu time que corria, exasperado, em sua direção. Parou aos tropeços e pôs-se a falar antes mesmo que recuperasse o fôlego.

— Estamos sob ataque. — Disse ele, presumindo que aquelas três palavras eram toda a explicação necessária. — Riacho.

— Estão todos lá? — Questionou ela, já com alguns nomes familiares percorrendo sua mente.

O rapaz apenas acenou positivamente com a cabeça. Lennox pôs-se a correr, dando pouca ou nenhuma atenção ao restante do time ou da bandeira largada em algum ponto da floresta. Em cada passo ágil, sentia-se mais nauseada sem saber ao certo o porquê, mas tinha a impressão de que os fatos brincavam com suas memórias e faziam do tempo não uma linha, mas um peão que dava voltas e mais voltas ao redor de si mesmo.

O Acampamento estava sendo invadido mais uma vez. Ainda que não fosse – não podia ser – a única vendo um flashback de três ou quatro anos atrás ganhar vida, talvez fosse uma das poucas que não se desse o trabalho de render-se às preces naquele momento. Sabia que aos deuses pouco interessava o destino de suas crias.

Que se foda. Pensou.

Precisava sair dali. Precisava tirar Bianca dali.

Saltando por cima de raízes superficiais e troncos caídos, não demorou a alcançar o que parecia ser a última fileira de árvores que separava a mata densa do gramado que margeava o riacho. Parou sob a sombra de um pinheiro e, começou a perscrutar os arredores em busca da irmã em meio à entropia que se espalhava pelo Acampamento.

Quíron, com os cascos firmes e fundos em meio ao cascalho que dava trilha até as águas claras do Zéfiro, guiava seus movimentos enferrujados e defensivos contra a Equidna. Líderes e monitores gritavam para guiar os mais novos até pavilhões seguros ou chalés enquanto curandeiros e crias de Apolo davam o suporte necessário aos mais feridos enquanto batiam em retirada.

Finalmente, por puro impulso, empunhou a adaga que trazia consigo. Não haviam fios de saudosismo guiando seus movimentos, tampouco uma aura de pertencimento ou dever para com o Acampamento.

Aquela luta não era sua há muito tempo, mas que escolha tinha?

O rosto de Hale finalmente ganhou clareza em meio aos vultos da multidão que provavelmente estava recuando do grupo Alfa. Parecia estar bem. Ainda fazia sentido estar onde estava.

Percebeu que seus olhares se encontraram e limitou-se a erguer o braço apenas para que fosse mais fácil ver onde estava. Ao ver a mais nova correndo em sua direção, percebeu que algo parecia estar errado. Com o cenho franzido e em tom de urgência, Bianca deu apenas um único aviso:

— Ayla! Atrás de você!

Não via ou sentia nada, tampouco teria tempo para averiguar o que estava acontecendo. A palavra da irmã bastava. Girou o tronco e, aproveitando a postura e o impulso, arremessou a lâmina que segurava na direção do que quer que estivesse à sua espreita.

— Puta merda. — Praguejou em resposta a tudo que via.

De aparência esguia e pútrida, uma criatura com pele acinzentada e tufos de pelo grosso mal espalhado pela nuca e crânio fitava a garota. As presas protuberantes uniam-se a presas que saltavam de dedos longos e finos, combinando perfeitamente com um corpo curvo e esquelético. Em seu abdome, um buraco permitia que visse o cabo da arma cuja ponta repousava no tronco mais próximo. Dentro de um piscar de olhos, uma névoa escura e densa começou a preencher o local até que estivesse em perfeito estado novamente.

Lennox deu alguns passos para trás, sentindo o brilho do sol contra sua pele e então a mão de Bianca em seu ombro. O adversário avançou na direção das duas lentamente, emitindo um silvo agudo ao ser atingido pelos raios do astro.

— Seja o que for, não parece se dar bem com luz. — Falou a lupina. — Prenda a respiração, vou te dar uma brecha e atacamos juntas.

Dito isso, tirou do bolso uma moeda dourada e a lançou de maneira que pôde vê-la cair perfeitamente no chão entre os pés da criatura. Uma cortina de fumaça esverdeada de de aroma forte ergueu-se, dando às duas crias da Lua o espaço e vulnerabilidade do alvo que precisavam para agir.

Ao perceber a investida direta que Bianca faria, tomou lugar à retaguarda do oponente, aproveitando para impedir qualquer tentativa de fuga rumo à sombra, oportunamente, recuperar sua arma. O golpe da irmã havia sido um sucesso, mas enquanto a katana permanecia transpassada no membro direito, o esquerdo se erguia para atingir a garota.

Com a adaga em mãos, projetou no ar dois golpes luminosos em formato de meia-lua, que cruzaram as costas do inimigo como um grande X, fazendo com que a criatura assumisse uma curvatura grotesca em virtude da dor que a havia marcado. Em um piscar de olhos, havia se virado e encarava Ayla com as presas à mostra, pronto para um ataque certeiro.

Mais uma vez, a voz da irmã ofereceu toda a instrução que necessitava. Abaixou-se, erguendo os olhos apenas para ver uma cabeça cinzenta e sem vida ir ao chão enquanto o resto do corpo cedia à gravidade ao mesmo tempo que desfazia-se em pó.

Encontrou o olhar sério da irmã e respondeu-a apenas com uma expressão serena e um aceno que logo misturaram-se a um suspiro aliviado. Estavam vivas e, apesar de muitos pesares, ainda encontravam o caminho de volta e se entendiam nos poucos encontros que tinham.

O horizonte ganhou uma linha escura que seguia o rumo ditado pelo vento. Outros monstros nas redondezas também encontravam seu destino rumo ao Tártaro mais uma vez e, precisaram de poucos segundos para deduzir que aquele evento estava relacionado à luta de Quíron, que então permanecia de pé frente a um corpo reptiliano desfalecido e evanescente.

O centauro, logo em seguida, bradou que todos os presentes estavam proibidos de deixar o Acampamento até segunda ordem. Ayla grunhiu, cerrando os punhos dentro dos bolsos da jaqueta. Não pretendia passar um segundo além do necessário naquele lugar, mas eventos como aquele geralmente traziam segurança reforçada e reuniões severas.

— Acho que vamos ter que ficar e ouvir algumas mentiras antes de sumir de novo. Nada novo debaixo do sol. — Disse a Bianca, não muito interessada no que estava por vir. — Foi bom lutarmos no mesmo lado outra vez.

— E vencer outra vez. — A mais nova ofereceu um sorriso presunçoso.

— O quão perto estavam da bandeira? — Questionou.

— Perto o suficiente.

Hale apontou com o queixo para os outros integrantes do time que estavam um pouco mais à frente. Lennox riu. Tivessem eles a flâmula azul em mãos, poderiam sentir-se tentados a ponto de ceder e gastar o resto da noite como se fossem campistas novamente, embriagando-se em vinho em um copo que não se esvazia, tropeçando entre uma rima e outra sem muito sentido que, ao redor da fogueira, anunciava a derrota alheia. Contudo, não carregavam muita coisa além da crônica de uma vitória anunciada. Depois do anúncio do centauro, também não teriam um motivo sequer para considerar a permanência ali.

Talvez fosse melhor assim.
MÁQUINAS DE VENCER:

ado ado ado quem olha item do outro time eh arrombado:
{Half Blood} / Adaga Comum [Adaga simples feita de bronze sagrado, curta e de duplo corte. A lâmina possui 8cm de largura, afinando-se ligeiramente até o comprimento, que chega a 20cm. Não possui guarda de mão e o cabo é de madeira revestido com couro, para uma empunhadura mais confortável; acompanha bainha de couro simples.] {Madeira, couro e bronze sagrado} (Nível mínimo: 1) {Não controla nenhum elemento} [Recebimento: Item de Reclamação]

♦ {Resistance} / Jaqueta [Feita externamente de couro negro batido(o que já dá à vestimenta a resistência de uma armadura de couro), aparentando ser uma jaqueta comum, Resistance oculta suas verdadeiras propriedades de proteção em batalha. Internamente revestida por mitral, fornece grande resistência à semideusa, além da leveza característica do material, de modo que o peso não a prejudica quase nada. Além disso, o item recebeu o encantamento defensivo contra fogo, tornando-se completamente imune ao elemento – não dá imunidade à usuária, apenas à jaqueta.] {Couro e mitral} (nível mínimo: 27) {Controle sobre o Fogo} [Recebimento: The Dragon's Flame - Forja de Harry S. Sieghart]

♠ {Toxic}/ Moeda [É uma antiga moeda americana feita de ouro, que quando a semideusa desejar soltará um aroma doce e enjoativo, que fará todos que estiverem a até 3 metros ao redor se sentirem cansados e doentes. Pode ser usada uma vez por missão, dura dois turnos.] {Ouro} (Nível mínimo: 30) {Nenhum elemento} [Recebimento: Missão "Ringue de Luta", avaliada por Selene e att por Asclépio.]
me garantindo no soco e nos poderes:
passivos

Nível 1: Perícia com adagas e armas laminadas pequenas
O filho de Selene / Luna se habitua mais fácil a este tipo de arma, apresentando um aprendizado mais veloz e um manejo mais natural. Apenas para adagas, facas e punhais, armas com estruturas e alcance semelhantes, exigindo técnicas parecidas. Note que a perícia apenas implica uma dificuldade menor no manejo e aprendizado, bem como certa facilidade em utilizar as técnicas conhecidas, mas não implica em conhecimento instantâneo ou precisão absoluta.

Nível 10: Fases da lua I - Lua Nova I
Esta fase Lunar representa um ótimo momento para dar inicio as coisas diferentes ou tomar atitudes. Isso faz com que não se atrapalhem tanto ao lidar com situações e coisas inesperadas: mesmo pegos de surpresa, eles conseguirão raciocinar e planejar, fazendo com que suas estratégias tenham chances melhores de acerto, mesmo que em menor nível se comparados com filhos de Atena, por exemplo. Contudo, a estratégia tem que ter sentido e ser plausível, e o semideus precisa ter meios de realizá-la - a última palavra é do narrador.

Nível 23: Gravidade alterada
Todos sabem que na lua a gravidade é mínima. Os filhos de Selene / Luna terão seu impacto reduzido, diminuindo seus danos por quedas em 50% - mas uma queda muito alta ainda pode ser potencialmente perigosa ou até fatal.

ativos

Nível 3: Lua cortante
Um movimento da arma projeta uma meia lua luminosa capaz de cortes afiados. Pode ser usado corpo a corpo ou à distância, alcançando até 10m por golpe. Cada ativação equivale a um uso. Apesar do efeito estético se manifestar como luz, é um ataque cortante e resistências ao elemento não se aplicam. Pode ser usado apenas com armas laminadas.
poderes do corno monstruoso:
passivos
(-) Semi Imortalidade: Além de ostentarem uma longevidade sobrenatural, vrykolakas não morrem como as outras criaturas. Além de morte por fogo e luz solar, as únicas maneiras de se livrar definitivamente de um vrykolakas é decapitando-o ou estacando madeira em seu coração. Se possuir HP zerado por qualquer outro método, o vrykolakas ressuscitará em até 5 turnos (com 20% do HP/ MP).

(-) Vulnerabilidades: Vrykolakas recebem o dobro de dano de golpes provindos de luz e fogo. Adicionalmente, são extremamente sensíveis à luz do dia, e em contato com ela perdem 5%  do total do HP a cada turno exposto, morrendo definitivamente se tiver o HP zerado à luz do sol. Um vrykolakas que não se alimenta frequentemente de sangue humano começa a ter a pele ressecada e a carne definhada, enfraquecendo até um ponto onde não consegue mais se movimentar, perdendo a função metabólica e ficando em coma até ser morto ou novamente alimentado. Nesse estado, ele pode ser facilmente confundido com um cadáver.

(5) Fisionomia Avançada: Vrykolakas são dotados de agilidade, força e velocidade duas vezes maior do que de mortais comuns. Além disso, possuem dentes caninos afiados e garras retráteis, que podem ser utilizadas em combate quando necessário.

ativo

(40) Transformação Nebulosa: Capacidade de transformar as células do corpo em neblina, tornando-se intangível. Nesse estado, o vrykolakas pode atravessar paredes e matéria sólida, ficando invulnerável a invasões mentais e ataques físicos. Em contrapartida, é incapaz de realizar ataques, sendo uma habilidade utilizada para fugas ou tentativas de esquiva. Dura até 3 turnos, uma vez por combate/ ocasião.

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Re: {Caça a Bandeira} — Grupo Vermelho

Mensagem por Padma Isolde Beaufort em Qua 17 Jul 2019, 00:58




It disturbs me so; Everybody tried to put me; Try to put me down; All messed up, hey everyone; I've already had all my fun; More troubles are gonna come; I'm an outsider; Outside of everything
Outsider






"Não é preciso ter olhos abertos para ver o sol, nem é preciso ter ouvidos afiados para ouvir o trovão. Para ser vitorioso você precisa ver o que não está visível."
— Sun Tzu

Um grito esganiçado cortou a floresta, logo tendo o ribombar do som nos tímpanos do Murta acompanhados por um som grave de alerta.
“A merda da trombeta do clone paraguaio do Firenze.”
O pensamento o fez andar mais rápido por entre a grama alta, ainda que ele não tivesse muita noção de para onde deveria ir. Avançando por entre os arbustos e pulando pelas raízes, o moreno achou ter determinado o lugar de onde viera o ruído.
“O riacho!”
Xingando a si mesmo e a sua sorte, afinal ele passara a maior parte do tempo tentando chegar nesse mesmo maldito lugar, o Leclerc quase voou por entre algumas outras árvores antes de pousar na margem da porção de água.

O espaço, por onde antes apenas campistas e ninfas tinham acesso, estava sendo literalmente invadido por monstros, uma enorme horda deles. Quase em câmera lenta, o burguês assistiu enquanto os vários novos monstros que agora habitavam as margens do rio buscavam parceiros para uma luta, e acima de todos, Quíron já parecia ter achado a sua parceira. Olhando os arredores, o menino procurou imediatamente por sua irmã, ainda que ele não soubesse qual a sua reação se a encontrasse. Amaldiçoando Murphy, o filho de Zeus se sentia não só frustrado como também traído por não ter conseguido achar a gêmea ali.
“Talvez vá ser mais fácil achar-lá assim que essa balbúrdia acabar.”
Tentando se controlar para não sair correndo atrás dela, o bastardo desviou os olhos para poder focar no problema mais urgente em mãos: os monstros.

Piscando, Sal captou pelo canto dos olhos sombras que pareciam muito familiares. Se virando na direção dos guinchos que logo chegaram ao seu ouvido ele avistou as malditas aves com penas de metal, que estragaram sua noite de farra não muito tempo atrás em Nova Iorque, atacando duas garotas. Estreitando as pupilas na direção dos monstros, o rapazote torceu seus lábios em uma careta e, com uma disposição incomum para ajudar, concentrou o poder em suas mãos e evocou duas esferas elétricas, logo as lançando nas galinhas de ferro. As bolas de estática atingiram duas das aves, atraindo a atenção das mesmas. Sem esperar que elas mergulhassem em ataque, a criança do rei do Olimpo estendeu as ainda desarmadas mãos e se concentrou para tentar controlar uma pequena corrente de ar de forma a desestabilizar todo o grupo penoso.

Voltando a se equipar com o escudo e a maça, o moço viu algumas das aves se transformaram em areia sob a mira das flechas de uma das garotas. Com um sorriso no rosto, o gêmeo Leclerc levantou sua arma e avançou para a batalha ao lado da lança da outra menina. No entanto ele foi excluído da diversão quando um grito agudo soou às suas costas, fazendo com que todas as criaturas ao redor do rio explodissem em pó dourado. — Quero esse poder também. — A frase foi dita em um tom sarcástico enquanto ele girava na direção do guincho, bem a tempo de ver Quíron sair vitorioso na sua luta com a figura feminina. — Não saiam da fronteira de forma alguma, é uma ordem! — A voz ecoou na cabeça do Salem, ele não era do tipo de sentar o rabinho na grama e aceitar uma coleira em seu pescoço, ao menos não pacientemente.


Pika, pika, pikachuuu!:
Read Me:
- O oponente foi algumas Aves da Estinfália (me clique).

- Eu sei que a Noel não está mais do caça, porém é parte da trama do Murta. Não pretendo por agora usar ela como npc, entrarei em contato antes com os adms

- Ruim e curto, mas é o meu standart.
Zeuza:
Poderes Ativos:

[1] Eletrocinese Iniciante — Você controla um pouco da eletricidade ambiente. Não é letal, mas pode ser útil. Em um ataque, você pode concentrar a eletricidade na palma de sua mão, na forma de uma pequena esfera. Pode ser usada em ataques corpo a corpo ou atiradas no inimigo, a uma distância curta, de até 5 m, mas não causa impacto no oponente. 1 esfera a cada 10 níveis, até o máximo de 3.

[5] Aerocinese Iniciante — O filho de Zeus / Júpiter consegue manipular pequenas quantidades de ventos podendo influenciar objetos de pequeno porte e direcionar pequenas rajadas de ar contra o oponente, porém nada que prejudique seriamente - apenas uma pequena distração no próximo turno, o suficiente para reduzir o ataque do alvo em 20%.
Poderes Passivos:

[1] Bússola Humana — Filhos de Zeus / Júpiter sentem os campos magnéticos da Terra. Isso influencia de duas formas: eles sempre saberão o norte, e também conseguirão sentir lugares com concentração de energia, sejam correntes elétricas naturais, geradas por uma tempestade, por exemplo, ou artificiais, geradas por instrumentos humanos. O raio de alcance inicial é de 100m, aumentando 5m a cada nível.

[2] Sentidos de Rapina — Os filhos de Zeus / Júpiter têm ligação com as águias, animais reconhecidos pela acuidade visual. Sendo assim, a visão do semideus têm alcance 50% maior se comparado com um humano comum.

OfTD:
— {Half Blood} / Adaga Comum [Adaga simples feita de bronze sagrado, curta e de duplo corte. A lâmina possui 8cm de largura, afinando-se ligeiramente até o comprimento, que chega a 20cm. Não possui guarda de mão e o cabo é de madeira revestido com couro, para uma empunhadura mais confortável; acompanha bainha de couro simples.] {Madeira, couro e bronze sagrado} (Nível mínimo: 1) {Não controla nenhum elemento} [Recebimento: Item de Reclamação] — (No Coturno)

— {Pichu} / Maça Leve [Arma com cabo de madeira e uma extremidade maciça de metal, causa dano por impacto e esmagamento. Em tese, é uma versão sofisticada das rústicas clavas. Empunhada com apenas uma mão.] {Bronze sagrado e madeira} (Nível mínimo: 1) {Não controla nenhum elemento} — (Na Mão Direita)

— {Magnemite} / Escudo Pequeno com Cravos [Barato e leve, este escudo permite que a mão no qual é usado ainda carregue pequenos objetos, mas não armas. A proteção é um pouco maior do que a de um broquel, mas ainda não muito efetiva.] {Bronze sagrado} (Nível mínimo: 1) {Não controla nenhum elemento} — (No Braço Esquerdo)
Aves da Estinfália:
Ativos:
— Nenhum. —
Passivos:
[0] Armas naturais afiadas — Os apêndices dessas aves são afiados. Seus bicos, garras e penas cortam como bronze sagrado com a modificação "afiado" a 25%, extremamente perigoso.






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Re: {Caça a Bandeira} — Grupo Vermelho

Mensagem por Dan Baizen em Qua 17 Jul 2019, 12:08

{Caça a Bandeira} — Grupo Vermelho - Página 3 Fire-i12
Take the Flag

Máquinas de Vencer - Time Vermelho


IV. Damn!

Dan tinha certeza de que sua luta tinha acabado ali mesmo. Se não fosse atrás de um curandeiro, acabaria desmaiado em poucos minutos. Ah, semideus de pouca fé... Ainda não sabia que tudo o que parece ruim na vida de um semideus pode — e vai — sempre ficar pior... Levantando-se devagar, com medo de cair zonzo e longe de um possível socorro, Dan caminhou para fora da área das árvores onde tinha ido parar.

No momento em que pisou sobre a grama, porém, um berro estridente arrepiou-lhe os cabelos ruivos e o deixou em alerta máximo. Aquilo não fazia parte do jogo. Indo contra tudo o que seu lado racional dizia, Dan correu para sua posição anterior no meio de campo vermelho e ouviu a trombeta de Quíron soar o alarme de ataque. A confusão começou pouco depois, quando os dois times deixaram as bandeiras de lado e partiram em direção ao riacho, que parecia ser o epicentro do problema.

Dan estava quase na margem quando foi interceptado por um esqueleto de armadura e com duas espadas nas mãos. Por incrível que pareça, aquilo era a coisa mais bizarra que ele já tinha visto, pois parecia uma decoração de halloween movida a pilha, não uma besta mitológica brutal e cruel. Ainda assim, a coisa atacou e ele precisou de força para não cair como um pacote de batatas no chão.

O que Dan não esperava era receber a ajuda de seu rival de arena e de jogo, Spencer, que estava ali por perto naquele exato momento. O filho de Atena segurara o golpe de uma das espadas do esqueleto e se pusera em posição de ataque. Dan se levantou rapidamente e olhou para o novo e inesperado parceiro, esperando uma diretriz. Não era hora de competir, um filho da deusa das estratégias de batalha saberia como agir.

Desse modo, Dan passou a seguir os comandos de Spencer. Se ele mandava abaixar, Dan obedecia; se mandava saltar, o mesmo. Foi uma boa tática, visto que, embora fosse muito forte, o esqueleto não estava nem um pouco na vantagem daquela batalha. Acabou que, depois de vários golpes dados e recebidos — o filho de Apolo sofrendo mais por estar meio tonto com o corte na cabeça —, os meninos encerraram a luta com arriscado movimento rasteiro de Spencer. Arrancaram a cabeça do oponente e correram para onde Quíron estava, como outros tantos semideuses pareciam fazer.

Chegando ao diretor, observaram-no derrotar uma criatura que Dan não tinha a menor ideia de quem era, mas da qual podia sentir a ameaça em cada célula de seu corpo. Aquilo, sim, era uma besta mitológica. Embora Quíron tivesse acabado com a raça dela, Dan estava apavorado e não conseguia entender o olhar de fascinação que Spencer carregava em seu rosto. Filhos de Atena, pensou, sentindo estranhos calafrios.

Quando todos os campistas se aproximaram, já que suas lutas contra monstros acabaram assim que a "chefona" foi vencida, Quíron anunciou que queria todos em seus respectivos chalés ou no refeitório ou nas enfermarias. Ninguém deveria estar fora desses locais e muito menos deveria tentar sair do acampamento ou as consequências seriam graves. Todo mundo quis questionar, ninguém entendia o que estava acontecendo, mas nenhuma resposta foi dada naquele momento. Dan optou, assim, pelas enfermarias e arrastou Spencer junto. Não sabia que tipo de coisa enfrentariam, mas precisavam estar na melhor forma possível.

Adendos:

Poderes utilizados:

Nenhum poder foi utilizado neste turno.

Itens levados:

{Half Blood} / Adaga Comum [Adaga simples feita de bronze sagrado, curta e de duplo corte. A lâmina possui 8cm de largura, afinando-se ligeiramente até o comprimento, que chega a 20cm. Não possui guarda de mão e o cabo é de madeira revestido com couro, para uma empunhadura mais confortável; acompanha bainha de couro simples.] {Madeira, couro e bronze sagrado} (Nível mínimo: 1) {Não controla nenhum elemento} [Recebimento: Item de Reclamação]

.:: narração :: falas :: pensamentos :: falas de outros ::.

Dan Baizen
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Re: {Caça a Bandeira} — Grupo Vermelho

Mensagem por Peter Lost em Qua 17 Jul 2019, 15:07

ϟ
Caça a Bandeira
Peter Lost  
ϟ
Evento
Time vermelho é o melhor <3
{Caça a Bandeira} — Grupo Vermelho - Página 3 HeOg5gr

"SEJA EXTREMAMENTE SUTIL, TÃO SUTIL QUE NINGUÉM POSSA ACHAR QUALQUER RASTRO. SEJA EXTREMAMENTE MISTERIOSO, TÃO MISTERIOSO QUE NINGUÉM POSSA OUVIR QUALQUER INFORMAÇÃO. SE UM GENERAL PUDER AGIR ASSIM, ENTÃO, PODERÁ CELEBRAR O DESTINO DO INIMIGO EM SUAS PRÓPRIAS MÃOS."

[SUN TZU]
They are here...
Eu me sentia decepcionado comigo mesmo, não só pelo fato de ter caído em uma armadilha tão simples, mas também por estar visivelmente mais fraco de que deveria. Meus sentidos, pelo menos, não pareciam ter falhado comigo. Ao longe, já conseguia perceber um aumento da luminosidade na mata, o que indicava que eu acertara com meu plano improvisado.

Ao chegar na clareira, não me contive antes de abrir um sorriso cansado. Somerhalder já estava por ali e eu não podia ficar mais aliviado, afinal, apesar das dores no corpo, da respiração levemente ofegante e das gotículas de suor que se espalhavam por minha testa, encontrar-me com a filha da lua me deixava mais confortável com toda aquela situação.

Encarei-a com os olhos azuis por um breve instante. A semideusa não parecia ferida, porém não exibia seu semblante animado de sempre, talvez estivesse entediada com a facilidade que tivera para chegar ali? Eu não sabia, mas com certeza não poderia dizer o mesmo, se fosse o caso. Estava prestes a perguntar se Hale havia encontrado algum indício da bandeira quando algo prendeu nossa atenção, fazendo minha companheira se armar.

Estamos sob ataque! — Era um semideus do nosso time. Eu não o conhecia, mas o desespero em sua voz era evidente. — Sigam-me até o riacho, por favor.

As palavras ecoavam em minha mente como se alguém estivesse gritando de algum ponto distante. Sob ataque? Aquilo não me parecia certo, o acampamento nunca havia sido atacado antes. Tentei colocar os pensamentos em ordem para que pudesse formular uma frase em resposta, mas antes que conseguisse fazê-lo, Bianca já o seguia em alta velocidade.

Aquilo tudo poderia ser uma armadilha? Sim, mas eu não estava disposto a correr o risco. Se o acampamento precisasse de mim, eu não tinha escolha a não ser ajudá-lo. Depois de um breve instante de hesitação, decidi que não teria outra opção, portanto parti correndo atrás dos dois, rezando para que não fosse tarde demais e ainda houvesse tempo de salvar o meu único lar.

Apesar das árvores diminuirem nossa velocidade de movimento, não demorou muito para chegarmos ao riacho. A cena, contudo, era alarmante: o local estava infestado de criaturas monstruosas e batalhas ferozes, o pó dourado – característico de monstros abatidos – se mesclava ao sangue derramado por semideuses feridos enquanto gritos ecoavam por todos os lados.

Bastou um pequeno segundo de desatenção para que perdesse Bianca de vista, mas eu não tinha motivos para ignorar tudo o que estava acontecendo e ir atrás dela. Ainda fora da batalha, analisei a situação por um breve momento, Quíron também estava em ação e eu tinha que admitir, o centauro poderia ser velho, mas compensava a idade com habilidades impecáveis.

Ao longe, uma figura enorme parecia derrubar tudo e todos em seu caminho. Um humanoide de aproximadamente 3 metros de altura, trajando uma armadura completa e desferindo golpes poderosos com seu machado por onde quer que fosse. Se essa figura já era aterrorizadora, imagine minha cara quando eu notei o mais bizarro: tanto a cabeça da besta quanto suas pernas eram semelhantes às de um cavalo.

Engoli em seco, antes de empunhar minhas duas espadas e avançar na direção da criatura. Ao me aproximar, todas as células de meu corpo imploravam para que eu fugisse daquele lugar, mas alguém teria que derrotar aquela coisa. Tentei ignorar meus sentimentos, antes de abrir um sorriso sarcástico e fixar o olhar no Equiceph.

Você pode agachar pra que eu consiga acertar sua cara? — Apesar do barulho ao redor, minha voz foi alta e clara. O híbrido se virou para mim, com um olhar frio que parecia penetrar em minha alma, mas mantive a postura, encarando-o.

O monstro relinchou, antes de investir em minha direção. Apesar de seu tamanho, ele era rápido, dando-me apenas alguns breves segundo para que eu conseguisse desviar de seu machado, rolando para o lado. Em seguida, girei meu corpo no próprio eixo, utilizando Perdição para abrir um corte profundo na perna musculosa de meu adversário.

Em reflexo, a criatura girou a mão livre, acertando-me com força. Dei diversos passos para trás, enquanto tentava recuperar o fôlego. O monstro, não parecia querer me dar todo esse tempo, investindo novamente. Seu machado vinha em minha direção novamente e eu, com certeza, não teria como segurar o ataque com força bruta, então apenas redirecionei a lâmina inimiga para o lado utilizando minhas armas.

Apesar de ter feito um movimento excelente, o homem-cavalo era muito mais forte do que eu, de forma que a gládio em minha mão esquerda foi arremessada para longe. Tentei não me manter parado, fechando o punho livre e socando a região do baço da criatura, que emitiu um leve gemido de dor. Em contrapartida soltei um urro, enquanto recuava com a mão dolorida. Estava quebrada? Não era pra tanto, mas eu não poderia continuar lutando daquela forma desenfreada.

Tentei me lembrar da última vez que lutara com um Equiceph. Eu o derrotara utilizando a eletricidade e, apesar de estar relutante em fazer aquilo dentro do acampamento, minhas opções haviam acabado. Apontei para o monstro e concentrei minha energia, no momento seguinte o ar se ionizou entre minha mão livre e a besta, causando uma descarga elétrica.

Imaginei que o impacto tivesse sido tamanho que a criatura acabara soltando o machado e caindo de joelhos, ofegante. Tentei não perder tempo, e avancei o mais rápido que consegui, utilizando a lâmina que ainda empunhava. Por fim, com uma agilidade digna um esgrimista profissional, avancei contra o pescoço de meu oponente. Contudo, antes que eu pudesse acertá-lo, ele se desfazer em pó sem emitir qualquer som.

Ao olhar em volta, confuso, percebi que todos os monstros pareciam estar se desfazendo. Demorei alguns segundos para perceber o que havia ocorrido: Quíron derrotara sua oponente, fazendo com que todos os outros monstros fossem aniquilados com ela. Eu não havia derrotado o Equiceph.

O velho centauro exigiu que todos ficassem dentro das fronteiras do acampamento até segunda ordem. Eu, portanto, recolhi meus equipamentos e caminhei lentamente até a enfermaria, onde com certeza repousaria até estar novo em folha. Aquele era um evento sem vencedores, mas agora eu sabia o quão limitadas minhas habilidades estavam.
Se ta em spoiler, não é pra abrir:
Arsenal:
{Trusty} / Gládio [Semelhante a espada curta, porém esta tem a lâmina mais larga na base e maior no comprimento, medindo cerca de 80cm. Devido ao pouco peso, é empunhada com uma única mão, deixando a outra livre para utilizar escudos ou outros itens. O cabo é de madeira simples.][Bronze sagrado e madeira} (Nível mínimo: 1) {Não controla nenhum elemento}Mão esquerda. Utilizada na batalha.

Perdição [Espada com lamina de bronze sagrado. A arma se adequa em peso e tamanho ao usuário, seu cabo é de aço negro com um fino revestimento de couro preto para melhor manuseio e tem um comprimento padrão. A arma não tem nada de especial em relação a uma arma de bronze sagrado comum, exceto pelo fato de que, quando a espada não esta em uso, ela se torna uma luva negra com as letras “PL” bordadas em branco, indicando que ela só funciona com Peter.] {Bronze Sagrado, Aço Negro, Couro e Tintura} (Nível mínimo: 9) {Nenhum elemento}Mão direita. Utilizada na batalha.

{Lost Belt} / Armadura [Uma armadura que protege o usuário. A armadura é feita de bronze e é reforçada para aguentar grandes danos, tanto que golpes comuns de espada causam pouco dano nela. Protege a parte do tronco, pescoço - por causa da gola de metal -, peitorais, costas e ombros. Quando o dono quiser, a armadura se transforma em um cinto, revestido em couro e vice-versa. É muito leve, tanto que Peter pode correr como se estivesse vestindo uma camisa comum.] {Bronze e Couro} (Nível: 24) {Não controla nenhum elemento} [Recebimento: ¥ Dragon Dovahkiin ¥ ]Em forma de armadura.
Poderes:
Poderes passivos:
[1] Pericia com espadas - O filho de Zeus / Júpiter é familiarizado com espadas, sejam curtas ou longas desde que sejam de uma única mão. Eles possuem facilidade no aprendizado de manobras marciais utilizando tal arma, e se comparados a outros personagens sem tal perícia seus movimentos são mais graciosos e precisos. É algo evolutivo, e com o tempo sua habilidade é ampliada, desde que continuem praticando. Não significa um conhecimento imediato nem golpes perfeitos, apenas um melhor manejo de tal arma em detrimento a outras.

[1] Bússola humana - filhos de Zeus / Júpiter sentem os campos magnéticos da Terra. Isso influencia de duas formas: eles sempre saberão o norte, e também conseguirão sentir lugares com concentração de energia, sejam correntes elétricas naturais, geradas por uma tempestade, por exemplo, ou artificiais, geradas por instrumentos humanos. O raio de alcance inicial é de 100m, aumentando 5m a cada nível.

[2] Sentidos de rapina - Os filhos de Zeus / Júpiter têm ligação com as águias, animais reconhecidos pela acuidade visual. Sendo assim, a visão do semideus têm alcance 50% maior se comparado com um humano comum.

[7] Vigor de touro - Visto que o touro é um dos símbolos de Zeus / Júpiter, o semideus herdará o vigor de tal animal. Em relação a outros semideuses, demorará duas vezes mais para se cansar, podendo, por exemplo, correr o dobro de tempo. Seu gasto de Mp com atividades físicas normais é reduzido em 50%.


[16] Força taurina - A força física do filho de Zeus / Júpiter é maior do que o comum, herança de sua ligação com o touro, símbolo de seu pai. Não equipara-se a filhos de Ares ou Héracles, mas consegue, com esforço, levantar mais peso, superando um humano ou semideus comum em 20%.

[30] Defesa Elétrica - A eletricidade é mais proeminente nos corpos destes semideuses, gerando uma espécie de camada de energia estática que age como uma defesa corpo-a-corpo, incomodando inimigos que se engajem em combate físico (ou seja, contato corporal ou combate a menos de 1m de distância). Sob essas condições, filhos de Zeus / Júpiter adquirem uma bonificação de 10% na defesa contra esses oponentes.
Poderes Ativos:

[23] Relâmpago - Golpe clássico, onde você pode descarregar uma rajada de energia elétrica a um alvo a até 50m. A rajada vai em linha reta, e se dissipa se bater em alguma barreira que interrompa o trajeto. A cada uso, é necessário duas rodadas de intervalo antes de uma nova utilização (que será computada normalmente como nova ativação).
Inimigo: Equiceph:
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Passivos

(-) Força aprimorada: Por seu tamanho e constituição, equicephs tem a força semelhante a um filho de Ares com o dobro de seu NM. Isso facilita o uso de suas armas características e exerce influência e vantagem em ataques corporais. Também são resistentes a ataques de encontrão em 50%.

(-) Perícia bélica: São ótimos guerreiros, possuem extrema facilidade em usar armas pesadas, especialmente de duas mãos. A perícia é evolutiva e varia com o nível monstruoso. No caso, considere sempre a perícia com machados e martelos.

Ativos

(15) Corrida: Equicephs são naturalmente rápidos, mas com essa habilidade ativada eles conseguem triplicar a movimentação no turno (apenas para fins de deslocamento). Gasto grande de energia, 2x por combate.
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Re: {Caça a Bandeira} — Grupo Vermelho

Mensagem por Vitor S. Magnus em Qua 17 Jul 2019, 17:42

TAKE THE FLAG?
"SEJA EXTREMAMENTE SUTIL, TÃO SUTIL QUE NINGUÉM POSSA ACHAR QUALQUER RASTRO. SEJA EXTREMAMENTE MISTERIOSO, TÃO MISTERIOSO QUE NINGUÉM POSSA OUVIR QUALQUER INFORMAÇÃO. SE UM GENERAL PUDER AGIR ASSIM, ENTÃO, PODERÁ CELEBRAR O DESTINO DO INIMIGO EM SUAS PRÓPRIAS MÃOS."

[SUN TZU]

A
esperança de achar a bandeira havia reacendido. Se eles passaram por tudo aquilo – se é que um campista muito experiente tinha habilidades para fazer aquela ilusão toda –, então estavam próximos da área da bandeira.

O coração do garoto ribombava de excitação e expectativa para a próxima batalha. Iria colocar toda sua raiva de ter quase morrido em obstáculos de mentira no semideus que cruzasse seu caminho. Ele e a filha de Despina agora corriam lado a lado, armas em mãos e toda atenção à frente, focados na vitória!

— Estamos quase lá, posso sentir! — Lavinia disse esperançosa.

Eles, sem dúvidas, iriam pegar aquela bandeira. Nada poderia impedir. Pelo menos era isso o que Vitor pensava. Lavinia diminuiu o passo, algo chamara sua atenção atrás deles. Alguém estava vindo. Ele empunhou a cimitarra e se preparou para receber a próxima vítima. Ao longe, um berrante tocou. Quíron? Eles se entreolharam e viram um semideus jovem balançando os braços.

— O acampamento está sendo atacado por monstros! — Gritou. — Para o riacho! Rápido!

Lavinia e Vitor dispararam para onde o semideus havia indicado.

Mas que merda! Estávamos quase! Eu acho…

Após seguir o mar de semideuses seguindo para o riacho, Vitor viu a intensa batalha que já se desenrolava. Quíron lutava bravamente contra Equídna – como o filho de Ares bem sabia: o centauro era duro na queda –, e os semideuses enfrentavam inúmeros tipos de criaturas. Porém, ele não podia ficar apenas observando tudo, as batalhas estavam intensas e ele precisava ajudar.

Ao longe, viu Mason travar uma batalha contra um basilísco. Estava disposto a ir de encontro ao irmão para ajudar, mas uma lufada forte fez com que ele fosse jogado contra uma árvore próxima. Um pouco zonzo, praguejando contra o vento e, na medida do possível, recobrando a visão, se preparou para prosseguir. Porém, não seria possível.

A ventania foi causada por um monstro que acabara de pousar a alguns metros do filho de Ares e rosnava para os céus, desafiando qualquer um que atrevesse enfrentá-lo. Vitor não lembrava o nome da criatura, parecia um dragão, mas era muito pequeno para ser um – três metros de altura e mais quatro de largura –, além disso, as asas eram coladas com as patas dianteiras. Mas aquela não era hora de procurar um catálogo mental de monstros.

Enquanto o Wyvern olhava ao redor procurando a presa mais fácil, o semideus pegou o escudo e o lançou, usou tanta força, que o escudo ricocheteou nas escamas do monstro e subiu alguns metros no ar. O escudo voltou em disparada para o braço do dono. E, como esperado, a fera deu um saltou agressivo procurando a origem do ataque.

— Aqui, dragãozinho!

Vitor tinha um sorriso sádico no rosto. A criatura urrou de raiva e girou o corpo chicoteando a cauda no ar. Espinhos afiados foram lançados contra o garoto. Magnus, com todo seu reflexo, se ajoelhou e colocou o escudo na sua frente, evitando que algum o acertasse – por sorte, todos passaram longe.

Ainda ajoelhado, ele se concentrou e tocou o chão. Ao seu redor, três mãos esqueléticas destruíram o solo, se apoiaram no chão e, de dentro de buracos sendo abertos, saíram três esqueletos horrendos equipados e armados.

— Ataquem! — Comandou o filho de guerra.

Os três esqueletos avançaram sem um pingo de medo até o monstro. O Wyvern, por sua vez, não parava de rugir e também investiu contra os esqueletos. Dois deles brandiram as espadas e levantaram os escudos, ainda correndo até a “morte” certa. O único que ficou para trás, arrancou a própria costela e lançou mirando a cabeça da criatura.

O semideus, que não era nada burro, contornou o espaço entre eles, tentando chegar o mais próximo possível da lateral. Sacou sua espada e, quando estava a um ângulo que julgou seguro, avançou. O castanho dos seus olhos foi substituído por um vermelho rubro. Isso foi perfeito para o filho de Ares ver as marcas que indicavam os pontos fracos do monstro.

A costela que foi lançada cortou o ar e atingiu o focinho da fera, não foi nada grave, contudo foi uma bela distração. Os dois esqueletos mais próximos estavam a poucos metros do oponente. Com a garra de suas patas dianteiras, o Wyvern golpeou um deles. Mesmo com o escudo levantado, o esqueleto foi lançado com brutalidade suficiente para evaporar com o impacto. O outro, aproveitando a abertura, golpeou a asa, rasgando metade dela. A fúria da criatura foi ao limite, ela abocanhou o ossudo que despedaçou completamente.

Vitor já estava a uma distância perfeita para fazer o que queria. Não tinha a mínima certeza se ia funcionar, mas foi o melhor que pôde pensar. Para sua sorte, o oponente focou o último esqueleto que já estava bem próximo com a espada balançando acima da cabeça. Um brado de batalha foi ouvido no meio do campo de batalha; não um grito qualquer, pois o encheu de confiança e mais foco, mas um grito de um filho da guerra – tal grito foi capaz de abafar os rugidos do Wyvern.

O último esqueleto foi atingido e virou pó em segundos. O filho de Ares já estava a menos de um passo da criatura e, num salto, pousou na asa dela. Sua ideia era dar outro impulso para chegar nas costas e acertar algum ponto vital, mas não contou com a ajuda do próprio inimigo. O monstro, por pura defesa, levantou as asas para afastar qualquer coisa que tivesse caído nele. O semideus foi lançado como um míssil e soltou um grito de espanto. Só teve tempo de mirar em um ponto fraco no pescoço e torcer para acertar em cheio com sua cimitarra quando caísse.

E assim o fez, cravou a lâmina de sua espada em uma falha na escama. O rugido que o monstro soltou foi estrondoso e, logo em seguida, ele se desfez em pó. O garoto caiu no chão com um baque surdo.

Ai, mas que merda.

Ele respirou fundo abrindo os olhos, recobrou o controle do corpo e sentou no chão observando ao redor, tudo parecia ter ficado sob controle.

— Não saiam da fronteira de forma alguma, é uma ordem! — A voz do centauro era alta e clara.

Vitor prestou continência e voltou a deitar o corpo no chão.

— Senhor! Sim, senhor! — Ele sussurrou.
Armas:
{Half Blood} / Adaga Comum [Adaga simples feita de bronze sagrado, curta e de duplo corte. A lâmina possui 8cm de largura, afinando-se ligeiramente até o comprimento, que chega a 20cm. Não possui guarda de mão e o cabo é de madeira revestido com couro, para uma empunhadura mais confortável; acompanha bainha de couro simples.] {Madeira, couro e bronze sagrado} (Nível mínimo: 1) {Não controla nenhum elemento} [Recebimento: Item de Reclamação] — Perna direita

{Cataclysm} / Cimitarra [Espada de lâmina fina e leve, entre 90 e 140 cm, levemente recurvada. Prioriza a agilidade do usuário, sendo melhor para ataques de corte do que de perfuração, ainda que também possa ser usada dessa maneira. Devido ao pouco peso, é empunhada com uma única mão, deixando a outra livre para utilizar escudos ou outros itens. O cabo é de madeira, revestido em tecido][Bronze sagrado, madeira e seda} (Nível mínimo: 1) {Não controla nenhum elemento} — Bainha, lado esquerdo

{Magnet}/ Escudo [Escudo prateado de magnésio, tendo 60 centímetros de diâmetro. Em sua parte exterior, possui pintado em preto um desenho de duas grandes presas; já em sua parte interior possui uma guarda de mão, que serve para o portador segurá-lo de maneira prática. Por ser também leve, além de resistente, pode ser lançado em outras direções como uma arma ofensiva. Quando isso acontece, o escudo retorna sempre para quem o lançou, sendo então retornável. Transforma-se em em uma braçadeira de couro, facilitando o seu carregamento.] {Magnésio} (Nível mínimo: 30) {Não controla nenhum elemento} [Recebimento: missão Ambush, avaliada por Bianca H. Somerhalder e atualizada por Eos.] — Braço esquerdo

Peitoral [Uma das partes de uma armadura de ouro; este é preso ao corpo do usuário por duas fitas de aço que circulam o corpo do usuário, pendendo-a na posição que este desejar; aumenta a porcentagem de defesa, e não é muito pesado.] {ouro} (nível mínimo: 5) {nenhum elemento} [recebimento: missão “invasão”] — Corpo

Ombreiras [Uma das partes de uma armadura de ouro; composta por duas camadas, uma de aço – no lado direito – e a outra de ouro polido – no lado esquerdo –. fica ligado ao peitoral e há inscrições na ombreira esquerda com os dizeres escritos em grego antigo: "força"; em conjunto com o peitoral, dá ao filho de ares mais agilidade que ele teria normalmente, o que influencia de modo escasso, mas ajuda] {ouro e aço} (nível mínimo: 5) {nenhum elemento} [recebimento: missão “invasão”] — Corpo

{Botte} / Par de botas [par de botas de couro escuro com um zíper lateral. tal item tem aparência simples, sem enfeites e sendo básica quase não pode ser notado que é mágica. foi dada ao filho de ares como presente pelo seu novo amigo de uma mente brilhante. feita pelo próprio semideus resgatado, foram feitas para ser leves, mas extremamente duras causando dano adicional de 10% se usadas de modo direto (como chutes, por exemplo). a bota possui uma pequena lâmina prateada em sua ponta de 7cm que pode ser ativada a desejo do portador. {couro/bronze} (nível mínimo: 10) {nenhum elemento} [recebimento: missão mente brilhante, avaliada por athena e atualizada por asclépio] — Pés

Poderes:
Passivos:

[nível 01] Força aprimorada: Ares / Marte é conhecido pela sua beligerância, estando sempre em treinos e exercícios constantes para exercer seus domínios. Seus filhos também herdam a mesma aptidão física, possuindo um corpo geralmente atlético e delineado, mesmo que não sejam musculosos, e uma força aprimorada se em comparação com semideuses de outra origem. Ainda perdem para filhos de Héracles, e não são páreos para semideuses treinados de nível mais alto, mas quando comparados com humanos comuns ou semideuses de outra origem não relativa à força física, suas capacidades de força são cerca de 15% maiores.

[nível 2] Manejo defensivo: perícia em manusear um escudo, aumentando assim seu reflexo defensivo e sua capacidade de efetuar manobras medianas com o escudo em 20% se comparado a quem não possui a perícia; manobras possíveis como acertá-lo em um inimigo para desestabilizá-lo ou similares. Lembrando, contudo, que para utilizar um escudo deve empunhar uma arma de uma mão só.

[nível 4] Destemor: como legítimos filhos do deus da guerra, as proles de Ares / Marte não sentem tanto medo diante de uma batalha, conseguindo controlar seus sentimentos e encarando os desafios. Isso lhes dá imunidade a poderes de medo ligados diretamente ao emocional, se vindos de oponentes até 10 níveis mais fracos. Entre isso e 5 níveis acima, adquirem resistência de 50%, e entre 10 e 20 níveis, 25%. Acima disso, são afetados normalmente.

[nível 6] Ambidestria: habilidade que permite manusear, com eficácia, armas em ambas as mãos, seja ao mesmo tempo ou não, desde que sejam armas de porte médio, pequeno e/ou que não seja necessário o uso das duas mãos para seu manuseio. Essa habilidade também funciona apenas com armas que possuam um peso leve e seja possível ser erguida com apenas uma das mãos. Note que não fornece ações adicionais, apenas implica que não possuem penalidades em condições normais, independente da mão utilizada.

[nível 7] Perícia com espadas: os filhos do deus da guerra são ótimos combatentes, conseguindo utilizar diferentes tipos de armamentos. Nesse nível, além da habilidade que possui em manusear lanças, a habilidade com espadas se destaca. A habilidade reflete apenas a familiaridade, e um aprendizado mais facilitado se comparado ao uso de outras armas, mas não um conhecimento automático ou uma capacidade insuperável, sendo que a habilidade reflete o nível do personagem e está em constante evolução, mas não significa que não seja passível de erros.

Marcha forçada [Nível 08]
Filhos de Ares / Marte se acostumaram com o desgaste físico e o treino árduo. Isso faz com que ações físicas comuns, que não envolvam poderes, como correr, escalar e etc, representem um gasto menor de energia para eles. Ao se considerar tais atividades, desde que em condições normais e sem influências mágicas/ divinas/ etc, seu cansaço sempre será 50% menor do que o de um semideus de outra origem.  

[nível 13] Explorar desvantagem: Ares / Marte é um deus que não liga para desvantagens, pelo contrário, as explora a seu favor. Todas as vezes que um filho do deus da guerra estiver lutando tendo vantagem numérica sobre seu oponente (conta-se como vantagem qualquer aliado que esteja lutando a favor do semideus no mesmo campo de batalha/ proximidade de até 50 metros, desde que seus números superem o dos adversários), o gasto de MP ao usar um poder ativo será 10% menor (arredondado para baixo) - esse valor não aumenta, independente de quantos aliados estiverem na luta. (Idealizado por Tony Scipriano)

[nível 14] Desenvoltura em batalha: os filhos de Ares / Marte, apesar de robustos, neste nível podem mover-se com precisão e facilidade. Isso faz com que tentativas de manobras mais técnicas realizadas por eles, como desarme e agarrão, tenham uma chance maior de serem bem sucedidas, sendo ampliadas em 10%. Essa ampliação também vale para golpes que requerem precisão, desde que com armas corpo a corpo, quando tentar acertar um ponto específico no alvo. Aumenta para 20% no nível 25.

[nível 15] Arma resistente: essa habilidade fará com que a arma dos descendentes do deus da guerra dificilmente o deixe na mão em meio ao combate. Considerando o foco armamentista de seu pai, filhos de Ares / Marte herdam sua influência no combate, de forma a englobar vários aspectos. Agora, suas armas sempre parecerão mais aptas do que uma arma similar, como se tivessem a habilidade de "dureza" ou "durabilidade". Para fins de jogo, suas armas contariam com 20% de resistência adicional caso sejam alvos de ataque para serem quebradas/ danificadas. Armaduras, escudos, equipamentos de defesa e itens de suporte não são afetados.

Pele Calejada [Nível 20]
Os semideuses de Ares / Marte treinam frequentemente se pondo à prova de diversas maneiras, o que resulta em poderem ampliar sua capacidade física, aumentando a consistência de seus músculos e desenvolvendo seu corpo para suportar golpes. Sua pele calejada é a prova de seu trabalho duro, o que na certa, fica mais fortalecida a ataques de natureza física. Quanto mais fortes forem (níveis), sofrerão uma redução de danos 5% a cada vinte níveis a partir do ganho do poder, sendo o máximo de resistência possível a ser adquirida 20% (no nível 80), ao receberem golpes com componentes físicos.

[nível 24] Habilidade com armas I: como Ares / Marte, os filhos do deus possuem grande facilidade em manusear armas, conseguindo empunhar com certa familiaridade mesmo as que não conhece. Nesse nível as proles de Ares / Marte adquirem uma perícia inicial com qualquer arma não exótica que utilize (entende-se por arma exótica aquelas classificadas no arsenal como tal, e armas personalizadas em termos de formato/ empunhadura - mas não estético - bem como armas adaptadas para criaturas específicas ou originárias de um raça ou cultura específica). Não é ativo por representar uma habilidade sempre em uso, adquirida com treinamento - ele não modifica as habilidades da arma, apenas possui conhecimento para explorá-las melhor. Além disso, em termos comparativos, a empunhadura do filho de Ares / Marte será mais baixa do que de alguém que treine com aquele tipo de arma desde níveis inferiores (considerando assim o nível em que adquirem tal habilidade) sendo sempre inicial.

[nível 28] Resistência a impactos : seu porte e força dificultam que você seja movido. Quando alvo de um poder de carga ou que o faça se deslocar contra a sua vontade, você só se moverá metade do deslocamento requerido, caso a fonte do poder seja de até 10 níveis acima do seu. O mesmo vale para outros efeitos impactantes que possam deslocá-lo, caso esteja ciente de sua ocorrência (uma explosão, por exemplo, que você perceba antes de ocorrer efetivamente) mas não reduz os danos provocados, independente da origem.

[nível 29] Aptidão estratégica: ainda que Ares / Marte não seja um estrategista tão eficiente quanto Atena, optando por abordagens mais agressivas e perigosas, os filhos do deus da guerra poderão criar estratégias rapidamente, mesmo em meio a uma luta. Isso faz com que suas estratégias de batalha tenham uma chance adicional de dar certo de 10%, desde que coerentes (considera-se como batalha apenas o combate em si e o planejamento dentro dele, não o planejamento anterior).
Ativos:
[nível 15] Esqueletos da guerra: três esqueletos humanóides surgirão da terra e batalharão junto do semideus invocador para atingir suas metas. Seus status correspondem a 5 de NP, de acordo com o bestiário. Esses esqueletos estão armados com uma espada de bronze, um escudo e um peitoral comum, e sumirão caso não sejam derrotados em três turnos. Os itens também desaparecem nesse ato. Podem ser convocados uma vez por combate, e apenas uma invocação pode estar ativa por vez. Aumentam para NP 10 no nível 50.

[nível 18] Olhos em chamas I: assim como os de Ares, os olhos de seus filhos neste estágio brilham em um vermelho intenso, semelhante a chamas, quando este poder está ativo. Mais do que apenas estético, esta habilidade permite ao semideus enxergar as fraquezas do oponente, de modo que ele consiga visualizar frestas em armaduras, brechas nos movimentos, debilidades e ferimentos que o estejam atrapalhando ou qualquer fraqueza física e/ou relativa aos seus equipamentos. Ação de ativação livre, com gasto de MP normal, durando 3 turnos. Pode ser utilizado uma vez por combate. Qualquer ação que conflite com as fraquezas do oponente recebe uma bonificação de 50% em efetividade e dano enquanto o poder estiver ativo.

Esqueletos:
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(5) Osso bumerangue: O esqueleto pode retirar algum osso de seu corpo (em geral uma costela) e utilizá-lo como um bumerangue, com alcance de 15m, retornável. Apenas um osso por vez pode ser utilizado dessa maneira, retornando para a criatura ao final do turno de ataque, tendo ou não acertado o alvo. Cada arremesso equivale a uma utilização.

Wyvern:
http://percyjacksonrpgbr.forumeiros.com/t10325p125-bestiario#238612

(-) Armas naturais: Wyverns podem atacar com garras e mordida. Suas garras e cada um de seus dentes perfuram e cortam como adagas, e são consideradas armas de bronze sagrado para quaisquer fins.

(20) Escamas: Devido possuírem couro rígido, armas de corte causam apenas 50% de dano quando tendo wyverns como alvos. Projéteis, por outro lado, têm seu dano reduzido em 25%, encontrando dificuldades em perfurá-lo.

Ativos:

(5) Abanar: O wyvern bate suas asas de frente para um grupo de inimigos. Ao fazer isso, todos os seres vivos que estiverem de frente para o wyvern a até 3 metros são lançados para o limite do alcance e derrubados. A partir do nível 10, é capaz de utilizar essa habilidade durante o vôo. Resistências a ar não se aplicam, mas a controles de grupo sim. Pode ser utilizado 1 vez a cada 2 turnos.

(20) Espinhos: O wyvern balança a cauda, soltando vários espinhos — como agulhas — imbuídos em veneno. Os espinhos alcançam 9m e se expandem em um cone de 4m de largura, sem causar dano. Seres vivos atingidos por esse golpe absorvem um veneno paralisante que irá fazer efeito no turno seguinte. A paralisia dura apenas um turno, restringindo todos os movimentos da vítima — embora mantenha a consciência, permitindo o uso de poderes que não requiram gestos, falas ou movimento. Caso o alvo esteja sofrendo perda de HP pelo poder "Cauda Venenosa", no entanto, o espinho aplica a paralisia instantaneamente e dura até o final do próximo turno, causando 10% de dano no HP total. Resistências a paralisia não se aplicam, mas a venenos sim. Pode ser utilizado 1 vez a cada 3 turnos.




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Re: {Caça a Bandeira} — Grupo Vermelho

Mensagem por Heron Devereaux em Qua 17 Jul 2019, 18:49

Violent Delights
These violent delights have violent ends

"Seja extremamente sutil, tão sutil que ninguém possa achar qualquer rastro. Seja extremamente misterioso, tão misterioso que ninguém possa ouvir qualquer informação. Se um general puder agir assim, então, poderá celebrar o destino do inimigo em suas próprias mãos."
— Sun Tzu

×××


A
luz do sol incomodava, abarcando a escuridão da floresta. Ele cobriu os olhos, ofuscados pelo brilho, com a mão livre. Começou a pensar numa enxaqueca que se aproximava e nos sintomas que a denunciavam. A ideia se dissipou, quando um grito se espalhou por toda a margem do Zéfiro, chamando sua atenção. Viu o restante de seu subgrupo espalhado pelo lugar em suas batalhas individuais contra os monstros.

Sentiu a mão de Lilith tocar seu braço, afastando-o do caminho e do corpo caído sobre ele. Sobre o chão coberto de seixos, o peito do semideus subia e descia. Respirações pesadas. Os braços e pernas se contorciam, um instante antes de enrijecerem. Não era agradável de assistir. Heron não afastou o olhar, no entanto. Agitou o braço, desvencilhando-se da filha de Despina. Um passo em direção ao corpo petrificado do garoto.

— Que é que houve com você? — Nenhuma resposta. A paralisia dos membros já se espalhava pelos órgãos centrais e afetava o rosto do rapaz.

O cascalho rangeu e Heron levantou o olhar, até encontrar a criatura que se aproximava.

O monstro deixou que os pés roçassem os seixos na margem do Zéfiro. Garras curvadas e pontiagudas, capazes de rasgar pele, carne e tudo mais que lhe fosse posto à frente. Ele se agitou, esticando o pescoço, antes de deixar que as asas se abrissem. Finas membranas, laceradas em algumas regiões e pequenas demais para garantir o voo. No topo da cabeça, a crista vermelho-viva coroava a criatura. O bico amarelo, arqueado, se abriu. A íris de mesma cor se voltando para o semideus à frente.

Deixou escapar um ruído estridente. Um canto que inspirava angústia no oponente. A plumagem baça se espalhava de forma irregular pela pele, descendo pelo dorso, até se aproximar do rabo, onde assumia tons que variavam do verde ao violeta. A cauda balançava em direção ao chão. Escamas acinzentadas justapostas, rastejando sobre o cascalho no chão. Na ponta, a cabeça da serpente, tão viva quanto a outra extremidade. Os dentes à mostra, impregnados de veneno.

O cocatriz ciscou. Passos pequenos em direção ao semideus. Heron viu o pescoço se alongar e o bico se abrir. No instante seguinte, batia suas asas, saltando em direção à presa. O filho de Atena estendeu Athala à frente do corpo, bloqueando a bicada.

Heron recuou, libertando a espada de bronze do bico. O cocatriz cacarejou, insatisfeito, antes de avançar outra vez. O animal fazia o cascalho ranger a cada novo passo. Ele soltou. As asas membranosas abertas, fortes o bastante apenas para levantá-lo do chão por alguns segundos. A criatura mordeu o bronze celestial à frente do corpo do semideus outra vez. Antes que ele firmasse as patas no chão, Heron levantou a perna esquerda e chutou o flanco do bicho. Um punhado de penas se soltou do corpo do monstro, quando ele grasnou, enrolando as asas em volta de si e mergulhando no riacho Zéfiro. A serpente na outra ponta silvava, desesperada, agarrando-se a uma das pedras maiores do leito.

A galinha abriu as asas outra vez, debatendo-se contra a correnteza. Um cacarejar angustiado saía de seu bico. Antes que fosse levada riacho abaixo até o Atlântico, a criatura conseguiu firmar os pés numa das grandes pedras. Agitou o corpo, afastando as gotas de água de suas penas e membranas. Quando bateu as asas novamente, tomando impulso com os pés, o animal flutuou até a margem, resvalando nas pedrinhas sobre o chão. Cacarejou e voltou a avançar contra o semideus.

O bico à frente do corpo, as asas abertas e os pés que o empurravam para cima. Heron recuou, esquivando-se da bicada. Ele agitou a espada à frente do corpo. Um ataque ineficaz, mas que servia para ameaçar a criatura e mantê-la afastada. Seu olhar perseguia o bronze celestial. Intimidado, o monstro arqueou as asas, empurrando o corpo para trás.

Heron levantou a mão livre para o alto. Girou a mesma acima da cabeça uma ou duas vezes, antes que um novelo de fios vermelhos cintilantes se formasse em sua mão. Ele arremessou o emaranhado em direção à criatura, permitindo que se transformasse numa rede de energia que envolveu o cocatriz.

O filho de Atena se aproximou, enquanto a criatura se debatia. Um canto desesperado escapava do bico do animal. As membranas tentavam se abrir, mas os movimentos eram bloqueados pela rede. Na outra ponta, a serpente silvava, quase como se resmungasse. Os olhos fixos no semideus. Heron viu o ofídio abrir a boca, revelando duas presas pontiagudas, apontadas para ele. Sabia o que estava por vir. Em um instante, o veneno jorraria de suas presas, em direção ao corpo do semideus. Um mecanismo de defesa que compartilhava com os outros de sua espécie.

Devereaux balançou a cabeça. Antes que a serpente concretizasse o ataque, ele enterrou o pedaço de bronze celestial no corpo do cocatriz. Rasgou as membranas da asa esquerda e todos os outros tecidos vivos que encontrou no caminho. Quando a ponta da espada tocou os seixos na margem do Zéfiro, o corpo do monstro já havia se transfigurado em um pequeno monte de grãos, tão pequenos quando areia da praia, que se espalhavam sempre que a brisa marítima soprava riacho acima.

Heron deu um passo para trás, ofegando. O homem ouviu um sibilo e virou o corpo, em direção ao riacho Zéfiro. Só alguns metros o separavam da mulher. Da cintura para baixo, escamas esverdeadas cobriam uma cauda que deslizava para fora da água, em direção à beira do riacho. Os cabelos negros e grossos caíam sobre os ombros. Mostrava os dentes e arqueava as sobrancelhas, pronta para a batalha. Ela girou a lança em suas mãos com destreza, direcionando a ponta para a frente. Antes que a arremessasse, Devereaux viu uma flecha atravessar o ar e pousar no peito da criatura, até que a ponta estivesse completamente mergulhada na carne.

A mulher se transformou em pó e os restos de seu corpo se espalharam pelo fluxo do riacho, em direção ao estreito de Long Island. Quíron surgiu em seu campo de visão, trotando e fazendo o cascalho ranger. O velho abaixou o arco e rosnou, antes de notar a presença do filho de Atena. Deu um passo para frente. Tinha alguma coisa no olhar, diferente do carinho com o qual ele havia acolhido Heron naquele mesmo dia. Devereaux só precisou de um segundo para entender o que motivava o centauro.

Outra vez, era um estranho no ninho. Havia passado sete anos do lado de fora da fronteira. Tentando vencer os mesmos problemas mundanos que os mortais enfrentavam. Virando as costas para os deuses, semideuses e criaturas mágicas. Era um traidor de sua própria raça. Nada seria mais previsível do que a possibilidade de Heron ser o causador do ataque. As provas estavam ali. Tudo se encaixa de forma perfeita para que a culpa recaísse sobre ele. Não teria sido difícil permitir que as criaturas invadissem o acampamento. Também não teria sido difícil encontrar um motivo para isso. Até Heron era capaz de concordar.

Quíron ofegou. Mais um passo em direção ao semideus. Antes que se precipitasse, balançou a cabeça. Viu a espada em sua mão. O suor corria pelo rosto do filho de Atena. A rede de energia ainda abraçava os restos do cocatriz no chão. Os hematomas no pescoço ainda marcavam uma batalha difícil contra o filho de Nyx.

Era tão inocente quanto os outros. Era tão vítima quanto qualquer um. Pelo menos aos olhos do centauro.

Quíron recuou, rosnando ordens. Os semideuses ficariam confinados aos seus chalés, impossibilitados de deixar o acampamento enquanto corresse a investigação para identificar os responsáveis. Antes que o homem pudesse reclamar, viu o centauro atravessar a margem do riacho, reunindo os semideuses e vociferando outras ordens.

Heron deixou que os ombros caíssem. Athala pesava na mão esquerda. Estava exausto. Ele virou o rosto, para encontrar a filha de Despina ao seu lado. Diminuiu a distância entre eles e puxou a semideusa para um abraço. Nenhuma palavra saiu de sua boca. Se cumprimentavam assim mesmo, com os dedos que roçavam os cabelos dele e os braços que se fechavam em volta dela.

Ele sorriu quando a mulher apanhou sua mão e os dois atravessaram juntos o caminho em direção aos chalés. Dessa vez, não precisava de poder nenhum para entender quais eram suas motivações.

Considerações:
Armas Utilizadas/Citadas:
▬ {Haunting Hunter} / Faca de Caça [Para um bom caçador, uma boa faca é sempre necessária. Depois dos eventos na casa Hill, Heron foi premiado com uma: esta faca é feita de um material diferente, uma mescla de prata com bronze sagrado, própria para matar ou ferir monstros e até mesmo semideuses. Acompanha uma bainha feita em couro, com uma estrela de seis pontas desenhada próximo à sua ponta. A faca concede uma bonificação de 10% na velocidade de movimento do semideus.] {Prata e Bronze Sagrado} (Nível mínimo: 3) {Não controla nenhum elemento} [Recebimento: Você é o Jantar, idealizada por Éris, avaliada por Perséfone e atualizada por Hades] ▬ Na cintura

▬ {Athala} / Espada [A lâmina negra é feita de Bronze Celestial. Seu cabo em forma de caduceu, no entanto, é feito de ouro. Nele está gravado o nome da arma, que significa “Bela”. A espada pode assumir a forma de qualquer tipo de espada existente, de acordo com a vontade do usuário; por isso não possui um tamanho ou peso constante.] {Bronze Celestial, Ouro} (Nível Mínimo: 1) {Nenhum elemento} [Recebimento: Evento – Parallel Universe] ▬ Gládio, na mão esquerda
Poderes Utilizados/Citados:
Passivos


Combatente ágil (Nível 3) ▬ filhos de Atena / Minerva tendem a ser mais esguios e velozes do que fortes, em termos físicos. Isso faz com que tenham mais chances de acerto em combates corporais com armas de curta distância. Sua agilidade usando armas corpo a corpo é ampliada em 10% durante as batalhas.

Sabedoria (Nível 16) ▬ A sabedoria mais do que o conhecimento reflete a habilidade de aplicar ele de forma efetiva. Está vinculada à consciência e a atenção do personagem em relação ao mundo. A sabedoria vai além da inteligência e, por isso, é apenas agora que tal habilidade é adquirida. Os filhos de Atena agora tornam-se capazes de avaliar melhor sua situação, adquirindo uma espécie de bom senso: quando confrontados em uma situação de escolha, com base nas informações que possuem, são capazes de decidir o caminho menos danoso. O resultado final, contudo, ainda pode ser modificado, uma vez que a base dessa decisão é o conhecimento do próprio personagem, que nem sempre é completo. Cabe ao narrador definir até que ponto o conhecimento do semideus influencia, e ser justo ao indicar sua melhor opção - que não necessariamente será bem sucedida. Não se aplica a situações comuns de combate. [Modificado]

Sentir motivação (Nível 17) ▬ Você é capaz de descobrir se alguém está blefando, mentindo, discernir mensagens ocultas em diálogos ou perceber se uma criatura está sendo influenciada por encantamentos. Contudo, ainda que seja capaz de notar tais mudanças, não consegue descobrir necessariamente o que está oculto - ou seja, sente a mentira, mas nem por isso obtem a informação verdadeira. Alguns poderes podem bloquear seus sentidos quanto a isso, e poderes e encantamentos muito mais fortes que estejam agindo sobre outras pessoas podem não ser detectados pelo nível (10 ou mais de diferença).

Liderança (Nível 18) ▬ Filhos de Atena tendem a serem líderes natos. Sempre que estiver em uma missão ou situação parecida, irá sentir-se o mais apto para exercer a liderança; sua opinião sempre será ouvida e respeitada (ainda que não sejam obrigados a acatar e/ou concordar). Ações de comando e intimidação deste semideus recebem um bônus de 10% na efetividade para convencer os outros a seguir o que ele está dizendo. [Modificado]

Ativos


Enredar (Nível 8) ▬ Atena / Minerva também é a deusa dos ofícios manuais, conhecida principalmente pela tecelagem, campo em que Aracne ousou desafiá-la. Ao ativar este poder, o filho de Atena / Minerva torna-se capaz de lançar uma espécie de rede de energia em seu inimigo, dificultando seus movimentos. Inimigos com pelo menos dois níveis de diferença, ficam presos na rede. De nível igual ou inferior ficam presos, não podendo se movimentar ou usar poderes de teleporte e similares (intangibilidades ainda são efetivas se estiverem ativas antes de serem enredados), se acertados, mas ainda podem atacar e se defender sem sair do lugar. Inimigos de nível mais alto apenas perdem  metade da locomoção e ficam com a limitação de teleporte. A penalidade cai conforme a diferença de nível (1 turno a cada 10 níveis acima) mas será sempre no mínimo de 1 turno, independente das condições e habilidades do alvo. Dura 3 rodadas. Alcance em linha reta de 10 metros. Atinge apenas um oponente por vez.

Cocatriz:

Cocatriz, nível 9
Vida: 108/108
Energia: 108/108
Heron Devereaux
Heron Devereaux
Filhos de AtenaAcampamento Meio-Sangue

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Triângulo das Bermudas

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Re: {Caça a Bandeira} — Grupo Vermelho

Mensagem por Rhydian Schwab em Qua 17 Jul 2019, 20:18

we fight
but that made us grow up and that made em scared

Depois que me separo da filha de Afrodite, e com o objetivo de evitar um encontro com a líder do subgrupo ou com o semideus mal encarado, decido fazer uma patrulha na área mais interna do bosque, mas tenho o cuidado de não me afastar muito da clareira.

Talvez eles nem tenham notado minha momentânea ausência, cogito, embora logo descarte a hipótese, posto que, como semideuses experientes, eles devem ter um nível de percepção mais apurado. Mas eles não têm como saber quem gritou, né? Então se eles questionarem por que abandonei meu posto... bem, talvez eu possa dizer que fui verificar de onde veio o grito.

Enquanto tento formular uma desculpa plausível para encobrir meu vexame, noto que uma adaga coberta por luz se aproxima de mim em alta velocidade. Que porra é essa? Sem pensar muito, salto para o lado direito a fim de evitar ser atingido pela arma, mas, por não estar esperando um ataque, não sou rápido o suficiente.

A lâmina atinge superficialmente o meu ombro esquerdo, cortando parte da camisa e revelando a cicatriz em forma de raio que é responsável por suprimir minha magia elemental. Uma leve dor surge imediatamente no ponto atingido, e noto que o golpe causou uma pequena queimadura na minha pele, logo acima da marca colocada pelo Conselho.  

Recuo alguns metros e solto as adagas das bainhas, empunhando uma em cada mão. Olho em volta, tentando encontrar o que — ou quem — deu origem ao ataque, e vejo um garoto encostado em uma árvore não muito distante. Ele está usando calça jeans e uma camiseta azul marinho com uma imagem do Spock estampada na parte da frente. Mesmo de longe é possível perceber o quanto ele é bonito.

O semideus é alto e esguio, com pele marrom e cabelos tão escuros e brilhantes quanto o céu noturno. No entanto, são os olhos dourados como ouro que mais chamam minha atenção. Eu poderia passar o dia inteiro admirando a aparência do campista, embora tamanha beleza não exerça qualquer efeito atrativo sobre mim.

Ergo a mão direita, com a palma para frente e o polegar estendido, deixando os outros quatros dedos separados no meio, com dois dedos juntos de cada lado.

— Vida longa e próspera — digo, e não exibo meu habitual sorriso usado em cumprimentos porque os vulcanos são uma espécie conhecida pelo comportamento frio devido à repressão de emoções.

— Ah, então você é fã de Star Trek? — Ele mostra um sorriso caloroso após fazer a pergunta, o que muda totalmente seu semblante, deixando-o ainda mais bonito. — Desculpa pelo corte, parceiro. Mas sabe como é... somos de times adversários, e eu não pretendo perder.

— Entendo, cara. Você parece legal, e seria bom ter um amigo geek aqui no acampamento, então vamos tentar manter o espírito esportivo, ok? — proponho. — Vamos lutar até alguém se render, beleza?

— Combinado. Vou tentar não causar muitos ferimentos em você. — Ele sorri mais uma vez, e uma espada surge em sua mão direita. Noto que ele possui um escudo nas costas, mas aparentemente não pretende utilizá-lo. — Boa sorte.

— Igualmente.

Sou surpreendido pela velocidade do garoto. Ele se move incrivelmente rápido, e, além disso, é como se a espada fosse uma extensão de seu corpo. Cada golpe desferido é preciso e bem executado, e a lâmina vai cortando de um lado a outro quase como se o semideus e a arma fossem parceiros de dança.

Esquivo mais por instinto do que por habilidade, recuando de alguns golpes e aparando outros com minhas adagas. Faço uma finta para a direita e deslizo pelo campista, finalmente conseguindo acertar meu primeiro golpe. O corte na parte de trás da perna dele, embora superficial, serve para desacelerá-lo um pouco.

Ele se recompõe em poucos segundos e começa a desferir uma nova sequência de golpes.

— Porra, você luta muito bem — digo, pulando para o lado com o objetivo de desviar de uma tentativa de perfuração.

— Eu treino diariamente — responde, respirando pesadamente.

Ele está cansando, mas ainda é melhor do que eu.

Sinto a espada do semideus atingir meu ombro já machucado e cerro os dentes por causa da dor latejante que acompanha o ferimento. Ele realmente está pegando leve, mas não está facilitando.

Se a gente continuar nesse combate direito, não terei chance de vencer.

Assim que ele se aproxima para atacar novamente, abaixo-me rapidamente e executo uma rasteira, derrubando-o no chão. Um plano surge em minha mente, então aproveito a chance para aumentar a distância entre nós

Ele se levanta com um salto e sorri, mas não faz menção de se aproximar, talvez por ter sido pego de surpresa ou por não saber o que pretendo fazer.

— Não acredito que você perdeu a chance de me render, parceiro. — Apesar do tom provocativo, ele arqueia uma sobrancelha, como se estivesse confuso.

Apenas dou de ombros.

Enquanto fito meu oponente, relembro rapidamente o que vi outro filho de Hermes fazer na arena. Ele segurou uma faca, concentrou-se por alguns segundos e em seguida arremessou a lâmina no alvo que estava disposto a três metros à frente. A arma acertou o ponto pretendido pelo meio-sangue, mas a parte interessante foi logo após: ele ergueu a mão e a faca retornou para ele. Lembro-me de ter pensando que, se fosse um martelo no lugar da lâmina, ele poderia fingir que era o Thor com o Mjölnir.

Depois que mostrei interesse em aprender o golpe, meu meio-irmão disse que era uma habilidade nata dos filhos de Hermes, então não seria um problema dominá-la.

— Fiquei nervoso, cara — blefo e mostro um sorriso sem graça ao mesmo tempo em que me concentro na adaga de bronze que está em minha mão direita.

Não sei exatamente como a habilidade funciona, mas, tentando passar minhas intenções para a arma, visualizo mentalmente ela retornando para mim após ser lançada. Embora não haja mudança aparente, sei que o objeto foi alterado de alguma forma, como se tivesse sido encantado, portanto tenho certeza de que vai funcionar.

Sem perder mais tempo, miro em um ponto acima do ombro do outro campista e arremesso a lâmina com força necessária para ultrapassá-lo, mas não tento realmente acertá-lo. Simultaneamente, corro na direção do outro semideus, e, enquanto ele desvia do ataque da adaga, uso a distração a meu favor para realizar o que eu havia planejado.

A poucos centímetros de distância do outro semideus, ergo minha mão canhota e encosto a adaga de lâmina curva no pescoço dele. Ao mesmo tempo coloco o braço direito sobre o ombro dele, deixando minha mão livre.

— Você se rende? — pergunto, sorrindo.

— Acho que não, parceiro — retruca, movendo seus olhos para baixo. Direciono meu olhar para onde ele apontou e vejo sua espada encostada em minha barriga. Maldito. — Acho que chegamos a um impasse.

— Que droga, cara! — Deixo que meu tom seja de desapontamento, e ele mostra um sorriso convencido.

Fito seus intensos olhos dourados e, enquanto nos encaramos, convoco minha adaga que está caída a menos de um metro de onde estamos.

— Sinto muito por isso — digo com sinceridade quando fecho a mão em volta do cabo de madeira da lâmina.

Antes que meu oponente possa reagir, retraio meu braço direito e, usando o cabo da adaga, desfiro um golpe em sua têmpora, desacordando-o com o ataque.

Arrasto o garoto até a árvore mais próxima e o deixo lá, torcendo para que ele não recobre a consciência antes do término da caça à bandeira.

Antes de retornar à base da bandeira, olho em volta uma última vez para me certificar de que não tem nenhum outro campista do time azul por perto.


No caminho de volta, ouço um grito ecoar pelo bosque. Meus batimentos cardíacos aceleram por causa do susto, e um arrepio percorre minha nuca. Diferente do berro que soltei quando caí no buraco, o som que chega aos meus ouvidos é revestido de desespero. Logo em seguida o berrante do Quíron é tocado, o que me faz deduzir que algo ruim aconteceu — ou está acontecendo.

Recebo a confirmação dos meus pensamentos quando vejo um campista do time vermelho correndo na minha direção. Eu não o conheço, mas lembro de tê-lo visto quando os dois grupos foram divididos.

— O que foi isso? — indago quando ele já está próximo o suficiente para me ouvir.

— O acampamento está sob ataque. Mandaram eu ir ao riacho e avisar quem estivesse no caminho — informa o semideus, respirando fundo em seguida, provavelmente para recuperar o fôlego perdido durante a corrida. — Vamos.

— Espera — peço, e me afasto sem checar se ele atenderá o meu pedido.

Volto correndo ao local em que deixei o garoto desacordado com o intuito de despertá-lo para avisar o que está acontecendo, mas não o vejo encostado na árvore. Na verdade, ele não está em lugar algum que eu possa enxergar. Ele acordou mais rápido do que eu esperava. Talvez tenha recebido ajuda de alguém. Bom.

— O que você está fazendo, cara? Temos que ir — avisa meu companheiro de grupo, causando-me um sobressalto porque eu não estava esperando ser seguido.

Abro a boca para falar sobre o outro campista, mas apenas dou de ombros, chegando à conclusão de que não há necessidade de explicar-lhe quais eram minhas intenções.

— Beleza, vamos lá.

Sigo o outro meio-sangue mesmo sabendo que, dependendo da situação, não serei muito útil na proteção do acampamento.


Assim que vejo o cenário caótico que envolve a área do riacho, meu impulso inicial é de dar meia-volta e sair correndo. Vários semideuses, espíritos da natureza e monstros estão espalhados por todo canto, lutando entre si. Tento encontrar alguém familiar em meio à multidão, mas só consigo distinguir o diretor de atividades do acampamento, que, no momento, encontra-se em combate contra o maior e mais aterrorizante monstro presente.

Teoricamente, monstros não deveriam ultrapassar as barreiras do Acampamento Meio-Sangue, portanto não faço ideia de como fomos invadidos por tantas criaturas.

Lugar mais seguro para os semideuses é o caralho, penso, relembrando o que o filho de Zeus me disse quando precisei fugir de Salem após quase ser queimado vivo pelo meu ex-namorado. Acho que o Harry Potter deve ter se sentido assim quando descobriu, após ser atacado várias vezes, que Hogwarts não era tão segura quanto Hagrid havia mencionado.

Sinto uma mistura de medo, decepção e, lá no fundo, inusitadamente, uma leve dose de animação ante a possibilidade de mais uma luta. Tenho ciência de que dessa vez meu oponente não pegará leve, posto que já não estou em um jogo, porém mesmo assim sou tomado pelo forte instinto de que preciso fazer isso.

Olho para o lado a fim de pedir instruções ao semideus que me acompanhou e vislumbro apenas as costas dele enquanto parte para o ataque a uma fera não muito distante.

Vasculho o ambiente em busca de algum inimigo que não vai me massacrar com tanta facilidade, contudo sou poupado de ter que escolher alguém quando noto uma sombra passar por mim e parar a poucos metros de distância. Elevo meus olhos e vejo um híbrido de mulher e ave.

Consigo identificar a mulher-pássaro como uma harpia, embora eu ainda não possua tanta familiaridade com seres mitológicos. No entanto, diferentemente das harpias que cuidam da limpeza do acampamento, a criatura que paira à minha frente possui fisionomia mais humana na parte do torso e da cabeça, além de braços e mãos que aparentam ter total funcionalidade, já que estão livres das asas — as quais, nessa espécie, localizam-se nas costas. A parte inferior da perna se assemelha à de um pássaro, o que não interfere na postura ereta da humanoide, tampouco diminui a peculiar beleza que ela ostenta.

— Pensando em ir a algum lugar, semideus? — questiona, o tom provocativo.

— Não mais. Acho que agora estou em boa companhia. — Sorrio de forma galanteadora, tentando intensificar o flerte.

A criatura pisca, surpresa, e só posso supor que ela provavelmente não recebe sequer um tratamento cordial de outros semideuses.

— Você é bom, mas não vai escapar facilmente.

A harpia firma os pés — ou patas? — no chão e vem na minha direção, estendendo as grandes garras e desferindo alguns golpes, dos quais consigo esquivar sem grande esforço. Ela não parece ser tão rápida quanto o semideus que enfrentei mais cedo.

Engano meu.

Como se tivesse lido meus pensamento, logo em seguida ela aumenta a velocidade e intensidade dos ataques, o que me faz pensar que anteriormente eu estava apenas sendo testado. Ah, então ela é espertinha, hein?

Bloqueio alguns golpes com as minhas lâminas e me desvio de outros, porém sinto meu braço arder quando ela consegue acertá-lo. As garras da harpia rasgam meu braço esquerdo, deixando três cortes relativamente profundos. A dor me faz derrubar a adaga curva que estava em minha canhota.

Cerro os dentes quando vejo meu sangue e solto alguns palavrões em grego antigo enquanto recuo para aumentar a distância entre nós. Preciso de um torniquete, mas não tenho tempo de fazer um agora, então preciso acabar com essa luta antes de ficar muito debilitado devido à perda de sangue.

— Poxa, e eu achando que tínhamos uma conexão... — digo, respirando fundo, como se realmente estivesse decepcionado. — Por que você fez isso, querida?

Como esperado, mais uma vez a criatura fica sem reação por alguns segundos, e uso essa brecha para arremessar minha lâmina de bronze sagrado em sua direção. Sem esperar para me certificar de que a arma vai acertá-la, avanço rapidamente contra ela, recuperando a adaga curva no caminho.

Vejo-a usar as garras para rebater a lâmina arremessada, mas não interrompo meus movimentos. Ergo a adaga curva e, quando estou prestes a desferir um golpe fatal, minha oponente se desintegra.

Pisco, confuso, tentando conceber o que acabou de acontecer.

À minha volta, outros monstros também estão virando pó. A cena é semelhante à de Vingadores: Guerra Infinita quando o Thanos estala os dedos e faz desaparecer metade da população mundial. Percorro a área do riacho com os olhos, buscando uma resposta, e vejo que o centauro derrotou seu enorme oponente.

Será que todos essas criaturas estavam sob o comando daquele monstrengo?

Meu braço lateja de dor, e eu aproveito o momentâneo sossego que segue o término da batalha para rasgar um pedaço da minha camisa. Amarro o tecido em volta do ferimento, improvisando um torniquete na esperança de estancar o sangramento até que eu consiga ser atendido por algum curandeiro.

Inspiro e expiro profundamente, tentando acalmar meus nervos, e ouço quando Quíron ordena os semideuses irem para os chalés, refeitório ou enfermaria, proferindo também uma segunda ordem para deixar claro que todos os campistas estão proibidos de saírem do Acampamento. Apesar de não ter plano algum de deixar esse lugar tão cedo, sinto um calafrio percorrer minha espinha. Se estamos confinados, vencer a batalha não resolveu a situação.

Mesmo curioso para saber o que realmente está acontecendo, como os monstros ultrapassaram a barreira mágica de proteção, quem era o monstrengo que lutou contra o Quíron e diversas outras questões que bombardeiam minha mente, decido, por ora, apenas seguir a ordem do diretor e ir à enfermaria para tratar dos meus ferimentos.







    ADENDOS
  • Primeiramente, obrigado por ler até aqui.
  • Ainda não terminei de definir a trama pessoal do Rhydian, então precisei ser um pouco vago quanto ao passado dele. Não quero deixar furos na linha temporal do personagem e tal, então achei melhor fazer uma intro mais genérica mesmo.
  • Como oponente do turno III, escolhi um Filho de Eos (dados em spoiler abaixo).
  • Como oponente do turno IV, escolhi uma Harpia Híbrida (dados em spoiler abaixo).
  • As cores dos diálogos são conforme a legenda dos grupos no fórum. Os diálogos sem cores é por motivos de a) npc coadjuvante sem importância ou b) semideus não reclamado ou c) o progenitor não foi mencionado.
  • É isso. Até logo e obrigado pelos peixes!



Arsenal:
{Half Blood} / Adaga Comum [Adaga simples feita de bronze sagrado, curta e de duplo corte. A lâmina possui 8cm de largura, afinando-se ligeiramente até o comprimento, que chega a 20cm. Não possui guarda de mão e o cabo é de madeira revestido com couro, para uma empunhadura mais confortável; acompanha bainha de couro simples.] {Madeira, couro e bronze sagrado} (Nível mínimo: 1) {Não controla nenhum elemento} [Recebimento: Item de Reclamação]

{Bard} / Adaga Curva [Muito semelhante a adaga normal, com a diferença que esta tem sua ponta mais curva e afiada, facilitando assim a perfuração, porém requer mais cuidado no manuseio. Sua lâmina é um pouco maior, pela curvatura, possuindo 25cm, mas a largura é igual a uma adaga comum, com 8cm. Não possui guarda de mão e o cabo é de madeira revestido com couro, para uma empunhadura mais confortável; acompanha bainha de couro simples.] {Madeira, couro e bronze sagrado} (Nível mínimo: 1) {Não controla nenhum elemento}
Habilidades - Rhydian:
◈ HERMES ◈
Passivos
— Nível 1 - Agilidade - Hermes / Mercúrio tem como função principal levar as mensagens dos deuses, necessitando de velocidade para tal - característica que lega a seus filhos. Os semideuses de Hermes / Mercúrio possuem uma agilidade maior que outros campistas, inclusive voando com seus tênis alados. Isso faz com que em geral se desloquem com 50% a mais da velocidade de um semideus comum, mas não afeta sua capacidade combativa em termos de quantia de ações ou reflexos. Não se aplica a montarias e veículos, não alterando a velocidade de outros meios que não a si próprio.
— Nível 1 - Perícia com adagas - Hermes / Mercúrio é um deus astuto, privilegia mais a estratégia e a velocidade do que a força bruta. Dessa forma, seus filhos são mais adaptados ao uso de adagas e armas pequenas similares (facas e punhais e, excepcionalmente, kukris), de manuseio leve e ocultação fácil. Terão, com estes itens, facilidade em aprendizagem e execução de manobras, mas é uma capacidade evolutiva, que implica um diferencial se comparado a quem não possui tal perícia, mas que não o exime da chance de erros ou necessidade de treino/ esforço para execução de ações condizentes.  

Ativos
— Nivel 1 - Retornável - O filho de Hermes / Mercúrio encanta uma arma ou outro item (em ambos os casos, apenas itens pequenos que possam ser empunhados com 1 mão) para se tornarem retornáveis. Dessa forma, eles podem ser lançados a até 3m de distância e, atingindo ou não um alvo, retornarem para o semideus. Obviamente que itens frágeis (como uma garrafa de vidro) ou de outra forma de uso único (como uma granada) não estão plenamente suscetíveis a esses efeitos (a garrafa pode quebrar, enquanto uma granada que tenha explodido é consumida no processo, não tendo o que retornar). Necessário tocar o objeto. Dura 3 turnos. Cada ativação se aplica em uma arma, e como um buff é uma ação livre (não consome ações, mas gasta MP). Caso não seja atirada neste turno, a arma perde as suas propriedades. Até 3x por combate.
Oponente Turno III - Filho de Eos:

OPONENTE:
Filho de Eos, Nível 1;
Vida: 100/100;
Energia 100/100;

HABILIDADES UTILIZADAS:
Passivas
— Nível 1 - Beleza da Alvorada - Quem é capaz de não admirar o amanhecer? Assim como não há quem não admire a alvorada, não há quem não admire os filhos de Eos / Aurora por sua aparência bela e agradável. Os filhos do amanhecer são lindos e admiráveis, talvez não tanto quanto os filhos de Afrodite, mas ninguém pode deixar de reparar em neles, principalmente nas primeiras horas do dia. A aparência dos filhos de Es fornece uma bonificação de 10% no uso de poderes de sedução, charme e persuasão quando o alvo puder vê-los.
— Nível 1 - Perícia com espadas - Os filhos de Eos / Aurora, mesmo sem ter experiência em campo de batalha, podem naturalmente executar bem os movimentos com uma espada ou similar, como falcatas e cimitarras. Lembrando que a perícia indica apenas a familiaridade e facilidade do aprendizado com a arma, mas não quer dizer que seus golpes sejam sempre certeiros nem a habilidade de ataques complexos sem treino, sendo algo evolutivo de acordo com o nível do personagem - eles apenas se dão melhor com esses itens e são melhores no manuseio se comparados à alguém sem tal habilidade.

Ativas
— Nível 1 - Corte de luz: O filho de Eos / Aurora cria uma lâmina de luz solar, que corta e queima o inimigo ao ataque (ainda que o dano da queimadura seja pequeno). Pode ser usada para recobrir uma arma, aumentando seu dano ou como uma lâmina em si. Se usada sozinha, terá o comprimento de 80cm de lâmina, como uma espada longa. Dura 3 rodadas, mas pode ser mantida. Gasto pequeno de MP.


ARSENAL:
— {Half Blood}[/b] / Adaga Comum [Adaga simples feita de bronze sagrado, curta e de duplo corte. A lâmina possui 8cm de largura, afinando-se ligeiramente até o comprimento, que chega a 20cm. Não possui guarda de mão e o cabo é de madeira revestido com couro, para uma empunhadura mais confortável; acompanha bainha de couro simples.] {Madeira, couro e bronze sagrado} (Nível mínimo: 1) {Não controla nenhum elemento}
— Espada comum;
— Escudo comum;
Oponente Turno IV - Harpia Híbrida:

Harpia Híbrida, nível 1;
Vida: 90/90;
Energia: 90/90;
* Link do bestiário vinculado ao nome da criatura.

HABILIDADES UTILIZADAS:
Passivas
(-) Aproximação de Íris: Estas harpias assemelham-se mais à sua irmã deusa. Em geral, só atacam se incitadas pelas outras harpias ou se ameaçadas. Além disso, diferente das harpias comuns, apresentam certa beleza, o que as distingue ainda mais no grupo. Ações de diplomacia e charme são facilitadas em 10% se o alvo puder vê-las.

Ativas
(-) Rasgar a carne: Poder que torna seu bico (caso possuam) e garras mais afiados que o normal. Durante 3 turnos, suas armas naturais ganham a capacidade "afiada", com uma bonificação de 50% no dano provocado.







song: we fight, dashboard confessional || turno: 003 e 004 || companion: team red

we fight our way in and we fight our way out
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Re: {Caça a Bandeira} — Grupo Vermelho

Mensagem por Lyanna MacMahon em Qua 17 Jul 2019, 20:37


Caça Bandeira
" Vencedores são vermelhos, perdedores são azuis, quem não concorda com isso, problema seu”
― Alguém


O vento assoprava através dos galhos, criando um som calmo entre as folhagens. Nada além do som habitual da floresta era ouvido pela semideusa. Seus olhos verdes corram por todas as direções em busca de algo fora do padrão. Lyanna já estava um bom tempo parada, apenas esperando algo acontecer. Em silêncio usava todos os seus sentidos em busca de um invasor, mas absolutamente nada foi encontrado. A Menina estava cansada de esperar com um pouco de raiva, a situação com a armadilha ainda a incomodava. Todos seus sentimentos se intensificaram quando um pensamento chegou a ela.

”Estou parada aqui, sem fazer nada. Os outros estão lutando. A única coisa que eu fiz foi cair na armadilha", sua face assumiu uma careta de indignação, ”Talvez o problema seja justamente esse, ficar parada”

Um adversário não iria simplesmente chegar até ali, provavelmente ele tentaria passar de outros modos. Ter um ponto de patrulha estático gera um problema, caso o invasor desviasse alguns metros poderia simplesmente passar despercebido. Decidida a menina se afastou da arvore, que antes era sua forma de defesa.

Mantendo a corrente em mãos, caminhou na direção contraria aos companheiros. Eles eram capazes de defender e cuidar daquele espaço. Os passos eram lentos e cuidadosos, a última coisa que ela desejava era cair novamente em uma arapuca. Mesmo tentando não gerar muitos ruídos, a movimentação era seguida pelos sons de folhas e galhos sendo pisoteados A feiticeira mantinha sua atenção dividida entre o solo, os arredores e seu sentido magico.

Após um tempo em sua ronda a menina chegou a um ponto mais escuro da floresta. As arvores eram maiores e suas copas se uniam, ocultando uma boa parcela da luz do sol. Atravessando aquele local uma sensação estranha apoderou-se dela. Era como se alguma coisa a observasse, mas ela não enxergava nada. Diminuindo a velocidade, tentou aguçar os sentidos em busca de uma pista. Quando estava prestes a desistir o som de folhas foi ouvido, o som foi seguido por uma investida surpresa.

Como se surgisse das sombras, um menino de cabelos negros avançou contra a filha de Melinoe. Na mão esquerda ele carregava um escudo, enquanto na direita uma esfera feita de sombras, que logo foi disparada. Agindo rapidamente a garota saltou em diagonal para trás. Uma das esferas raspou em seu braço esquerdo, mas a dor foi ignorada. A luta que a semideusa esperava estava realmente acontecendo. A chance de se provar forte finalmente chegou e ela não a desperdiçaria.

O oponente sacou sua espada e tentou aproximar-se aa menina, mas foi afastado pela corrente. Os elos cortaram o ar em direção ao rosto do menino, que impediu com o escudo e tentou uma estocada. Lyanna desviou girando para esquerda, usando o impulso do giro em um golpe em arco. Os espinhos mais uma vez apenas arranharam o escudo. O moreno tentava se aproximar mas os arcos efetuados pelos elos o mantinham em uma certa distância.

Em uma tentativa afobada, o filho de Nyx se aproximou demais. Essa aproximação foi a brecha para a ruiva utilizar seu sopro congelante no braço do inimigo. Aproveitando a fraqueza repentina, a filha de Melinoe usou a corrente para desarmar o outro. Sem espada o menino tentou pegar distância, mas Lyn foi mais rápida. Os elos foram lançados e se enroscaram na perna dele e com um puxão ela o derrubou. Antes que conseguisse se levantar a menina se aproximou e colocou um dos pés sobre o peito do adversário.

— Calminha aí, se não esses espinhos vão parar no seu rosto – falou na tentativa de intimidar o menino – Desista e você não se machuca – ordenou com a voz firme.

Erguendo uma das mãos o moreno desistiu, segundo ele não valia a pena lutar pela bandeira. Logo que o semideus se afastou, Lyn retornou ao seu posto. O combate havia finalmente acontecido e ela ganhou. Não era nada muito grande, afinal seu inimigo, assim como ela, não era um dos semideuses mais fortes. Mesmo sendo rápida a vitória a deixou empolgada, talvez eles realmente ganhassem.

A semideusa caminhava atentamente de volta , afinal não era momento para outra armadilha. Quando estava prestes a chegar em seu destino, o ar foi preenchido novamente pelo som do berrante. ”Ganhamos? Ou perdemos?”, esse foi seu pensamento. Apressada para saber o que estava acontecendo, correu em direção aos companheiros de defesa. Eles pareciam quase tão surpresos quando ela, alguns até mesmo empolgados.

— O que aconteceu? Ganhamos? – perguntou para uma menina que estava prestes a correr.

— Não. Estão atacando o acampamento. Temos que ir ao lago – respondeu rapidamente – Me siga, eu sei um caminho rápido sem armadilhas.

Sem pensar duas vezes menina seguiu junto a outra. O acampamento não era sua casa, assim como muitos lugares que já esteve, mas ela lutaria por ele. Assim que chegou ao rio notou a bagunça que estava. Muitos monstros e semideus lutavam. Alguns usavam o céu como campo de batalha, outros o solo ou a água. Um arrepio percorreu o corpo da menina. Dezenas de adolescentes usavam seus poderes contra criaturas monstruosas, mas incrivelmente resistiam. Os campistas, que antes controlavam seus dons, lutavam com todo seu poder. Muitos semideus tinham esse local como único lar, Lyn saia como era ter sua moradia atacada, eles lutariam até o final.

Um lado da ruiva sabia que ali não era Bás Dearg*, mas a fúria pelos monstros foi inevitável. Como aqueles seres ousavam algo desse modo. Cerrando os dentes a garota apertou a corrente em suas mãos. A colega de equipe que a guiará até ali já havia entrado na batalha. Sem perder tempo a feiticeira avançou em direção ao monstro mais próximo, uma mulher de aparência reptiliana. A pela assumia um tom esverdeado e os braços eram recobertos por escamas. Seus cabelos pretos caiam em torno do rosto, ressaltando os olhos fendidos amarelos. Em mãos a criatura empunhava uma lança curta, a garota chutou que fosse de bronze sagrado.

A dracaena sibilou para a ruiva e deslizou em sua direção. Para evitar um golpe direto, Lyanna efetuou um arco com os elos. A adversária desviou com certa facilidade e contra-atacou com o cabo da lança. A semideusa desviou e mais uma vez a afastou. Morena e ruiva ficaram nessa jogada por um tempo, uma atacava, a outra esquivava e atacava novamente. O combate a curta distância não era uns dos fortes da filha de Melinoe. A todo momento semideusa usava os espinhos e a amplitude de sua arma para ter seus espaços.

A luta já estava começando a ficar cansativa, quando uma ideia passou pela cabeça da menina. Era um pouco maluca, mas se desse certo seria vitória garantida. Após afastar a reptiliana mais uma vez, manobrou a corrente semelhante a brincadeira de pular corda, deixando os elos atrás de si e ambas as pontas em cada mão. O monstro pensando que estava em vantagem atacou, mas ao contrário do que imaginava sua inimiga não recuou. Ao contrário do esperado Lyn correu diretamente em sua direção e consequentemente da lança também.

Poucos centímetros da ponta da lança a menina saltou. Sua pele esfriou, o coração acelerou, o ar vibrou a sua volta e seus pelos ficaram erriçados. Aquela sensação estranha e ao mesmo tempo familiar, era a prova de que ela não estava mais no mesmo plano dos vivos. Seu corpo não possuía mais tangibilidade, desse modo a lança foi ineficaz. Todo sua massa passou incólume pela arma e a através da própria adversária.

O poder apesar de conhecido pela menina durava pouco segundos, mas esse eram suficientes. Quando a bruxa retornou ao plano físico sua corrente estava exatamente a frente em volta da morena. Rapidamente virou-se e puxou os elos para pressionar o pescoço da cobra. Os espinhos cravaram na carne da criatura, que largou a lança na tentativa de se libertar. Mas Lyanna não soltaria facilmente. Após alguns segundos, com a dracaena se debatendo, o corpo ficou inerte. A sua volta outros também terminavam seus combates ou estavam quase lá.

A filha de Melinoe estava preparada para enfrentar seu próximo monstro, quando outro som foi ouvido. Dessa vez não era o característico berrante, mas um grunhido de dor. Como se alguém puxasse a tomada, um a um os monstros começaram a cair. Aparentemente alguém destruiu a fonte vital deles. Os semideuses começaram a se organizar, alguns aparentemente gostariam de ir embora, mas foram proibidos por Quíron. Até mesmo aqueles que não ligavam para as normas, respeitaram a ordem, a face do centauro deixava claro que não havia espaço para brincadeiras. Alguns campistas seguidores de Asclépio aguardavam para atender os feridos, a ruiva foi em direção a eles. Após enrolar sua arma, sacou seu cantil e bebeu a poção mágica. Ela aguardaria o desenrolar das coisas.



.
Adendos:
Abracadraba:
* Bás Dearg era o nome dado a mansão dos MacMahon antes de ser queimada, significa Morte Rubra em irlandês
Como meu post com alguns minutos de atraso foi desconsiderado estou postando os pontos obrigatórios de ambos os turnos.
O adversário foi um filho de Nyx Lvl 5.
O monstro foi uma dracaena Não tenho culpa se meu nível é uma merda, talvez um pouco
Ambos os inimigos possuíam as armas bases do arsenal.
Ficou bem mais ou menos, mas é o que temos pra hoje.
Poderes Lyn:
Ativos:
Hálito Congelado [Nível 1]
O filho de Melinoe possui o hálito espectral. Isso faz com que, ao utilizar tal habilidade, consiga espelir uma névoa de capacidades congelantes. O alcance limita-se a apenas 1,5m, afetando apenas um alvo. Pode congelar um objeto ou congelar um membro do oponente, inutilizando o uso da parte corporal afetada por 3 turnos. Isso provoca dano (baixo e não contínuo) por congelamento, além de uma penalidade de 25% em ações que utilizem/ dependam da parte corporal afetada, mas não provoca dano interno nos órgãos. O congelamento dura 3 rodadas. Pode ser utilizado 1 vez a cada 5 rodadas.
Forma Etérea [Nível 1]
Considerado o dom mais poderoso dos filhos de Melinoe, a forma etérea dá ao semideus o poder de controlar a sua tangibilidade, ou seja, ele fica “intocável” (ver especificações no poder especial). Neste nível a habilidade dura apenas um turno, recebendo um acréscimo de um turno a cada 10 níveis acima da aquisição do poder, até o máximo de três turnos. Para poder utilizar o poder por mais turnos do que o descritivo é necessário o especial forma etérea. O custo de MP é elevado, possuindo como nível o atual de uso, ou seja, level 10 para dois turnos e level 20 para três turnos. Duas vezes por missão/diy/evento.
+ Energia: Age como uma poção de energia menor (básica). – Habilidade do item caldeirão de bruxa
Passivos:
Perícia com correntes [nível 1]
De todos os itens, este é um dos mais associados à fantasmas - mas não é um mero acessório: correntes podem ser armas poderosas se empunhadas pelas mãos certas. E os filhos de Melinoe sabem bem disso. Eles ganham a perícia natural para lidar com este tipo de arma, manejando-a com mais facilidade do que outros sem tal habilidade. Não implica conhecimento imediato nem infalibilidade - é algo evolutivo, e requer treino, mas sempre terão mais chances de se darem bem empunhando as correntes do que outro tipo de item.
Malogro [Nível 2]
A aura dos filhos de Melinoe tende a ser controversa, dada sua ligação com o submundo e os fantasmas. Assim, apesar de nesse nível não provocar medo, afeta o emocional daqueles que estiverem por perto, provocando tristeza e desânimo. Isso faz com que os ataques de todos que estiverem corpo-a-corpo (a até 3m de distância do semideus), sejam oponentes ou aliados, seja reduzido em 10%. Aumenta em 20% quando na forma etérea. Pode ser "desligado" a partir do nível 30. A área aumenta para 10m no nível 40. Resistência a medo se aplica.
Poderes Filho de Nyx:
Ativos:
Nível 1
Manipulação da energia negra - Você consegue criar pouca quantidade de energia negra, podendo lançar até duas bolas escuras contra o inimigo, causando o mesmo impacto de uma flecha. Contudo, não é capaz de controlar a trajetória ou mantê-las ativas - após criadas elas explodem imediatamente e se não forem lançadas contra o inimigo podem causar dano ao próprio semideus. Podem ser atiradas a até 5m de distância, mas O dano é reduzido proporcionalmente, caso sejam direcionadas a inimigos diferentes.
Nível 3
Invisibilidade - O filho de Nyx / Nox manipula as sombras e a penumbra do local, conseguindo ficar invisível desde que longe da iluminação direta, seja natural ou artificial. Dura 2 turnos, não podendo ser utilizado em combate. A partir do nível 37, poderá ser utilizado em lutas, com o dobro do gasto comum. A locomoção fora de combate é permitida se não for brusca (metade do deslocamento comum). Locais claros (mesmo que o semideus esteja à sombra - como a sombra de uma árvore ao meio dia) podem impossibilitar o uso do poder. A sombra deve permitir que o semideus se oculte, devendo para isso ter o tamanho aproximado ou suficiente para tal.
Passivos:
Nenhum pertinente a situação. [Novo]
Poderes Dracaena:
Ativos:
Nop
Passivos:
(-) Perícia marcial: Dracaenae manejam instintivamente redes e armas de haste, usando-as em conjunto. É algo evolutivo, que aumenta conforme o nível do monstro, funcionando de forma similar às perícias dos semideuses. Podem usar outras armas e itens normalmente, mas sua habilidade será menor se comparada às armas com as quais tem familiaridade.[Novo]

Armas:

¥ {Half Blood} / Adaga Comum [Adaga simples feita de bronze sagrado, curta e de duplo corte. A lâmina possui 8cm de largura, afinando-se ligeiramente até o comprimento, que chega a 20cm. Não possui guarda de mão e o cabo é de madeira revestido com couro, para uma empunhadura mais confortável; acompanha bainha de couro simples.] {Madeira, couro e bronze sagrado} (Nível mínimo: 1) {Não controla nenhum elemento} [Recebimento: Item de Reclamação](embainhada no coturno direito)

¥ {Elo Dentado} / Corrente com cravos [Corrente metálica com 4m de comprimento, possui cravos em toda sua extensão. Exige certa perícia para seu uso, mas um combatente habilidoso possui enormes vantagens, já que ela privilegia tanto a força quanto a destreza. É uma arma pesada, que requer o uso de ambas as mãos para o manuseio adequado, mas seu dano é tanto contusivo quanto perfurante, e é versátil devido à grande quantidade de manobras e alcance, que varia de corpo a corpo a médio, de acordo com o movimento.] {Bronze sagrado}(Nível mínimo: 3 para filhos de Héracles, Ares e Centauros; 2 para filhos de Nyx e Melinoe; 5 para os demais) {Não controla nenhum elemento}(Em mãos)

¥ {Olho do Corvo} / Cajado [Feito em madeira-ferro reforçada com ouro negro, contém em seu topo um ônix, sua gema mágica, circulada por adornos de metal na forma de asas. O cajado é leve e resistente à magia, podendo ser utilizado como canalizador para realizar qualquer magia que dependa de mira, que seja lançada pelas mãos do semideus ou que necesite de um objeto sobre o qual fazer efeito. Transforma-se em um anel no nível 20] (Nível Mínimo: 1) {Magia} [Recebimento pelo ingresso no grupo Feiticeiras de Circe] (Preso ao cinto do lado esquerdo)

¥ {Caldeirão de bruxa} / Cantil [Cantil mágico, pode produzir um tipo de líquido mágico com certas propriedades, a escolha da Feiticeira, de acordo com a lista. Pode ser utilizado apenas 1 vez por evento, criando uma única dose do líquido escolhido. Não é possível armazenar o líquido que, se tirado do objeto, transforma-se em água comum.] (Nível Mínimo: 1) {Magia} [Recebimento pelo ingresso no grupo Feiticeiras de Circe] (No bolso traseiro direito)



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Re: {Caça a Bandeira} — Grupo Vermelho

Mensagem por Lilith Doutzen em Qua 17 Jul 2019, 20:42



And in their triumph die
like fire and powder, which as they kiss consume

"seja extremamente sutil, tão sutil que ninguém possa achar qualquer rastro. Seja extremamente misterioso, tão misterioso que ninguém possa ouvir qualquer informação. se um general puder agir assim, então, poderá celebrar o destino do inimigo em suas próprias mãos ."
― sun tzu

Foi um grito estridente que a despertou do transe.

Antes disso, parecia muito mais fácil prestar atenção nos sons que conseguia captar. Desde os passos do casal, a forma com que as folhas encontravam umas às outras, a correria muito distante de outros semideuses. Estava cansada demais para sequer ir atrás de um aliado ou inimigo. Imaginava, naquele horário, que o jogo se encaminhava pro fim.

Eles definitivamente precisavam aprender o conceito de jogo.

Sua mente divagava. O cansaço era um excelente aliado a pensamentos inoportunos. Agora, havia milhares de questões que gostaria de fazer ao irmão, mas não só a ele. Queria questionar Katherine por deixá-lo desaparecer tanto tempo, seus aliados por acharem que ele estava melhor, Quíron por fazê-la engolir que se tratava de retaliação ou qualquer coisa parecida. Havia uma dúzia de perguntas a serem feitas que seriam olvidadas por distrações que Lilith criaria em um futuro tão próximo quanto gostaria.

Não teve tempo para prestar socorro ao semideus caído aos pés de Heron depois de segurá-lo pelo pulso para que não passasse por cima do corpo inanimado. Não saberia nem mesmo dizer se ele estava vivo. Abaixou-se unicamente com a intenção de juntar a manopla enquanto o choque era aparente contra seus olhos azuis.

Foram poucas as vezes que havia se deparado com um monstro. A maioria das vezes, invocações que apresentavam a ela, ou animais de estimação não tão casuais como deveriam. Mas ali, com os pés quase tocando a água fria do rio, percebeu pela primeira vez que não sabia nada sobre monstros.

    Ela odiava listas.
    Era muito pequena para lutar, como seu irmão havia constatado.
    Não tinha a menor chance de fugir.
    O monstro era verdadeiramente grande e feio como o inferno.
    Ela precisava lutar.

Naquele segundo, onde tentava se afastar muito sutilmente do monstro à sua frente, a parte da alma de Grimmjow estava muito consciente de seu ataque de pânico.

    Você precisa lutar.
    Você precisa lutar.
    Porra, Lilith, você precisa lutar.
    Vamos, volte.
    Você vai morrer.

Não. Silenciar a voz de seu irmão não levou mais que um ou dois segundos. Lilith era a garota que sobrevivera, apesar de um irmão estúpido e com tendência à violência. Apesar das invasões, do constante abandono. Ela não era uma garotinha indefesa. E Yuikimira definitivamente não tinha moral para lhe dizer o que fazer.

    Garotos mortos não contam histórias.

Rolou os olhos com o pensamento, a faca empunhada na mão esquerda e a manopla expondo sua lâmina clara. E então deixou o medo dar lugar à sensação conhecida de Lilith.

Ódio.

Por estar mais atrás do conflito, teria sido efetiva na defesa de Heron, se um rosnado logo atrás de si não tivesse chamado atenção e a feito rolar os olhos para a coisa. Sua movimentação a colocou de costas para o aliado e ela sorriu com a imagem. Tinha visto a esfinge em algum lugar antes, mas era muito mais feia viva e pessoalmente. Sua cabeça era desproporcional ao corpo e o encaixe era feito em uma textura estranha. O par de asas parecia ter sido colado por uma criança de cinco anos.

Ela definitivamente precisava de mais do que aquilo para ter efeito sobre Lilith. Mas para a semideusa, não fazia muita diferença, no fim das contas.

Deixou que o primeiro ataque físico partisse dela. A esfinge se posicionou como um gatinho faria, antes de correr em direção à dupla, o rosnado questionável os fazendo vibrar. Não levou muito tempo para que a parede de gelo se erguesse entre as duas, vibrando quando o rosto da leoa – que na verdade era bem humano para um felino – colidiu contra ela.

Havia um sorriso ladino no rosto da garota quando ela deu a volta pela parede, vendo um monstro – outrora tão prepotente e sofisticado – agonizando de dor com seu nariz ensanguentado.

Como é mesmo o dilema? Decifre-me ou eu te devoro, certo? — Murmurou, com seu coração em chamas. — O que meu Grimm e a dona Esfinge terão em comum?

Não se lembrava da última vez que sentira seu sangue pulsar tão forte contra a pele. Teve medo do que o monstro lhe falaria, pois a exposição seria demais. Mas Lilith não era bem uma garota limpa. Assistiu a esfinge deitar no chão, entregue à batalha, ainda que o sorriso de escárnio fosse a única coisa que os olhos azuis conseguiam focar.

Pó.

A lâmina da manopla atingiu a união da carne com o pelo da esfinge. O impacto gerou um pó dourado, e a criança de Despina deixou seu corpo ceder, sentando-se no chão e assistindo a parede de gelo desaparecer muito rapidamente. Heron encarava o centauro à distância e, levou algum tempo para que ele a encarasse novamente; pelo menos o suficiente para que limpasse a lágrima que escorreu de forma teimosa. Estava exausta. Seu corpo doía e a mente lhe castigava.

Forçou-se a ficar em pé para se aproximar de Heron enquanto o centauro falava e suspirou impaciente.

Todos em seu chalé sabiam bem quem ela era. Todos sabiam quem era a garota que escolhera o lado errado. Todos saberiam porque ela estava ali. E a vergonha, acima de qualquer sentimento, a corrompia. Sua mão deslizou contra a pele alva e pela primeira vez em tantos anos, sentia-se a mesma menina que aceitara a mão de um estranho pois viu seu mundo em chamas.

Viu o rapaz reagir ao seu lado, talvez tão descontente quanto ela. O ato de se aproximar a deixava confortável, e o corpo quente contra a menina a fez abrir um sorriso mínimo. Deixou a mão viajar até os cabelos claros do rapaz, numa carícia despreocupada.

Cogitou falar algo, mas sabia que teriam tempo de sobra para conversar. Ao invés disso, adiantou-se para puxá-lo pela mão rumo ao chalé de Despina, um sorriso malicioso se formando discretamente. Seria uma tarde longa.


coisas que me fazem morrer menos:
armas:
{Half Blood} / Adaga Comum [Adaga simples feita de bronze sagrado, curta e de duplo corte. A lâmina possui 8cm de largura, afinando-se ligeiramente até o comprimento, que chega a 20cm. Não possui guarda de mão e o cabo é de madeira revestido com couro, para uma empunhadura mais confortável; acompanha bainha de couro simples.] {Madeira, couro e bronze sagrado} (Nível mínimo: 1) {Não controla nenhum elemento} [Recebimento: Item de Reclamação]mão direita

{California} / Hidden Blade [Consiste em uma lâmina de prata sagrada retrátil de 42 cm, em conjunto com um bracer (luva longa meio dedo de couro que chega até 4 dedos abaixo do cotovelo). A lâmina pode ser discretamente estendida ou retraída, tornando-se uma ferramenta valiosa para assassinatos. Diferente da Hidden Blade original, a lâmina não está localizada na parte de baixo do antebraço, mas sim na parte superior Possui um mecanismo que se ativa com a pressão do soco, ou seja, assim que o punho bate no oponente, a lâmina oculta \"salta\" do compartimento, fincando-se no oponente e sendo recolocada manualmente pelo usuário - por meio de um gatilho que a puxa de volta localizado próximo ao pulso -, porém de um modo em que ela não possa ser perdida. A ponta da lâmina é coberta com ouro] {Ouro, Prata Sagrada} (Nível Mínimo: 20) {Sem elementos} [Presente de Chuck]mão direita

{Mars} / Adaga Comum [Adaga simples e elegante, ela é feita de bronze sagrado, curta e de duplo corte. A lâmina possui 8cm de largura, afinando-se ligeiramente até o comprimento, que chega a 20cm. Não possui guarda de mão e o cabo é de madeira revestido com couro, para uma empunhadura mais confortável; acompanha bainha de couro simples.] {Madeira, couro e bronze sagrado} (Nível mínimo: 1) {Não controla nenhum elemento} mão esquerda

{Venus} / Manoplas de combate [Manopla metálica, cobrindo mãos e punhos até a metade do antebraço. Usada para complementar o poder protetor de armaduras que não a possuem, ou para potencializar ataques desarmados, causando dano impactante adicional aos socos. Atrapalha levemente o movimento manual - empunhar arma ou movimentar as mãos não são afetados normalmente, mas movimentos mais delicados, como utilizar ferramentas de reparo ou cura, como bisturis, são prejudicados. Impossibilita o uso de soco inglês e armas com encaixes similares] {Bronze sagrado} (Nível mínimo: 1) {Não controla nenhum elemento}mão esquerdaa mão direita ficou no chalé junto com minha dignidade
poderes:
ativos:
[nível 13] Ice wall: uma barreira de gelo é levantada na frente do semideus, protegendo-o de ataques corpo-a-corpo - apesar de impedir que o filho de Despina / Despoina realize este tipo de ataque também. A barreira possui 3m x 3m, é estática e possui resistência mediana - pode aguentar 2 golpes de um personagem de nível igual ou com uma margem de 5 níveis ao filho de Despina / Despoina, ou 3 golpes para personagens com mais de 5 níveis abaixo.Personagens mais de 5 lvl acima destroem a barreira com um único golpe, mas gastam uma ação de ataque para tal. Ela aumenta para 5m x 5m no nível 25. Não possui resistência adicional a fogo - golpes desse tipo reduzem sua duração à metade. 1 vez a cada 5 turnos.
mascote do felipe:

esfinge
nível 15
260 hp/mp

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Re: {Caça a Bandeira} — Grupo Vermelho

Mensagem por Lavinia S. Larousse em Qua 17 Jul 2019, 22:33



winning machines

SEJA EXTREMAMENTE SUTIL, TÃO SUTIL QUE NINGUÉM POSSA ACHAR QUALQUER RASTRO. SEJA EXTREMAMENTE MISTERIOSO, TÃO MISTERIOSO QUE NINGUÉM POSSA OUVIR QUALQUER INFORMAÇÃO. SE UM GENERAL PUDER AGIR ASSIM, ENTÃO, PODERÁ CELEBRAR O DESTINO DO INIMIGO EM SUAS PRÓPRIAS MÃOS.

[SUN TZU]


Estavam perto, ela podia pressentir — ou ao menos tentar um palpite, já que andavam por vários minutos e até agora não haviam visto nem um centímetro de bandeira azul. Toda aquela atividade estava começando a cansar, uma enrolação sem fim e, naquele ponto, entediante. Por um segundo se arrependera de ter saído do chalé 23 naquele dia.

Seus sentidos permaneciam em alerta para o caso de uma aproximação de algum adversário. Andava com Vitor e ambos empunhavam suas armas, preparados para qualquer situação. Menos para a que estava por vir.

Um garoto desconhecido, porém do grupo vermelho, corria na direção deles apavorado. Gritava que o Acampamento estava sobre ataque externo, e no mesmo instante o berrante de Quíron tocou, alarmando a todos que estavam nos limites da colina para que se preparassem e tentassem lutar.

Seria verdade? Não parou para pensar muito sobre o assunto, apenas correu junto com seus companheiros até chegar no riacho novamente. Diversos campistas agora lutavam juntos contra os mais variados tipos de bestas que só se encontram para lá do velocino de ouro. Teria ele sido roubado novamente, depois de tantos anos?

Lavinia se separou de Vitor e olhou ao redor em busca de alguém que precisasse de sua ajuda. Uma garota de no máximo doze anos empunhava um grande machado contra três aranhas gigantes que caminhavam sedentas em sua direção, em uma dança macabra de oito patas cada que poderia arrepiar até mesmo a criatura mais valente.

A filha de Despina se aproximou por trás da meio-sangue, gritando para que se afastasse antes de colocar ambas as mãos no chão e fazer irromper três estalagmites pontudos e altos, que penetraram pelo meio de cada um dos aracnídeos, empalando-os e provocando uma sinfonia de gemidos agudos.

A monitora não teve tempo de perguntar se a garota estava bem, apenas sacou sua espada e preparou-se para o que quer que estivesse ao redor. Seus sentidos permaneciam alertas, portanto ela sabia que logo atrás de si algo a esperava para a próxima luta.

Ao virar-se, deparou-se com uma criatura carrancuda, com asas negras como todo o resto de seu corpo e olhos brilhantes, chamando a atenção para sua cabeça diabólica. Uma gárgula era novidade. E novidades não são bem vindas por ali, pois agora estava claro de que não se tratava apenas de uma invasão de monstros que estavam por perto — essa criatura tinha sido convocada, de longe.

Com um grito de raiva, a mentalista lançou-se de encontro ao seu adversário, atingindo-o com a lâmina bicolor em seu braço antes que as garras afiadas a atingissem. A criatura provocou um som estrondoso, macabro, que chegou a lhe dar arrepios. Abrindo as asas, fez menção de levantar vôo, mas foi impedido pela adaga da semideusa que irrompeu pelo ar e o atingiu próximo do pescoço. A gárgula gritou em dor mais uma vez e, agora, vingou-se atingindo sua oponente com a ponta da asa, jogando a garota para longe e fazendo-a bater de costas em um tronco de pinheiro.

Lavinia perdeu o ar por alguns instantes, ficando com a visão turva e a mente confusa. Fechou os olhos azuis e tentou concentrar-se ao seu redor, buscando seus sentidos novamente. Quando voltou a enxergar, deparou-se com a estátua viva caminhando em sua direção, os olhos verdes acesos em cólera. Aquele ser não estava ali os atacando gratuitamente, sua motivação era maior. Isso tinha sido provocado nele.

Buscou sua espada tateando o chão de terra ao seu redor, mas encontrou-a visualmente e percebeu que estava a alguns passos de distância. Vendo a besta em pé e tão próxima, concluiu que ela possuía em torno de dois metros e meio de altura. A coisa tinha até chifres.

— Você não é a porra do diabo, é só uma pedra que anda. — falou a mentalista, sorrindo ironicamente em meio ao sangue que pintava seus lábios de vermelho.

Viu seu oponente levantar as duas asas novamente em sua direção, pronto para perfurá-la com os dois espinhos que estavam na extremidade superior de seus membros. Entretanto, antes de finalizar seu golpe, relaxou o corpo em detrimento da confusão mental que agora habitava seus sentidos primais.

A semideusa precisou usar uma de suas habilidades vindas de Psiquê para poder livrar-se da investida, ganhando tempo para rastejar-se até sua lâmina e empunhá-la em frente ao corpo. O monstro não perdeu mais do que três segundos na situação de confusão em que se encontrava, voltando a virar-se para a meio-sangue e lançar-se contra ela, buscando sua derrota a qualquer custo. E a qualquer custo, Lavinia lutaria.

Ainda estava no chão quando sentiu o afiar das garras passando pela sua cintura, deixando quatro listras escarlate encharcarem sua roupa que uma vez já havia sido branca. Entretanto, seu sangue não era a única coisa que a banhava agora: um líquido negro e espesso escorria em sua perna, que surgiu logo após a lâmina de sua espada penetrar o peito da fera.

Precisou juntar toda sua força física para empurrar com os pés o pesado corpo da gárgula, retomando sua respiração ofegante. Não demorou muito para que seu adversário se desfizesse em pó, deixando para trás toda aquela cena de destruição. Lavinia deitou-se novamente, sentindo agora toda a dor das lesões que sofrera. Seus dedos deixaram escorrer o punho prateado da arma, sem forças para segurá-lo.

— Vamos, você consegue levantar? — gritou alguém que correu em sua direção, puxando-a pelos braços até que ficasse em pé novamente. A monitora soltou um gemido, levando as mãos até seu abdômen. Outras pessoas vieram lhe ajudar a ficar em pé e a caminhar até a enfermaria enquanto os demais finalizavam suas batalhas. Pelo que percebera, não demoraria muito mais até que todos os monstros ali fossem derrotados. Ao menos era o que esperava.

OBSERVAÇÕES:
ARSENAL:
❖ {Half Blood} / Adaga Comum [Adaga simples feita de bronze sagrado, curta e de duplo corte. A lâmina possui 8cm de largura, afinando-se ligeiramente até o comprimento, que chega a 20cm. Não possui guarda de mão e o cabo é de madeira revestido com couro, para uma empunhadura mais confortável; acompanha bainha de couro simples.] {Madeira, couro e bronze sagrado} (Nível mínimo: 1) {Não controla nenhum elemento} [Recebimento: Item de Reclamação] ~na bainha, lado direito

❖ {Anima Bracelet} / Bracelete [Um bracelete de contas brancas com pequeno pingente de borboleta azul. Esse bracelete pode ser ativado com o desejo mental do usuário e transforma-se em uma corrente que pode medir 10m. Essa corrente é feita de prata e ouro sagrado, bastante resiste a tal ponto de ser semi-indestrutível.  (Nível Mínimo: 1) {Sem controle de elementos} [Recebido ao ingressar no grupo dos Mentalistas de Psiquê] ~no pulso

❖ {Yin Yang} / Espada [Uma espada de punho prateado e com um desenho bem talhado de uma borboleta em azul. Sua lâmina é de uma beleza diferenciada, pela divisão do cume central, metade dela possui um material negro e a outra metade é feito de prata sagrada. Seu corte é duplo e sua ponta afinada, uma espada bastante resistente. Essa arma vem em uma bainha preta com entalhes azuis em borboletas, ela se adapta ao corpo do mentalista podendo ser usada do modo que este desejar carregar a espada.] [Materiais: Prata Sagrada e Material Negro] (Nível Mínimo: 1) {Elemento: Psíquico} [Recebimento: Presente por ser mentalista] ~na bainha, lado esquerdo

❖ {L'hiver} / Arco Longo [Um arco composto, feito de madeira escura e entalhes em prata, com oitenta centímetros de comprimento e pesando um quilo e meio. A curvatura acentuada da vara é o seu segredo. O esforço para puxar a corda é menor, sendo também mais fácil manter a arma em posição de tiro. A flecha é atirada com grande potência devido ao reforço de ferro na vara. Possui também roldanas que aumentam a tração da corda, tornando o impacto e o alcance bem maiores. Transforma-se em uma pulseira prateada com um pingente da letra cursiva "L". Assim que é puxada do braço, toma proporções maiores e volta a ser novamente o arco longo, dependendo da vontade da dona para transmutar-se na forma de adorno. Acompanha aljava com 50 flechas.] {Madeira e Prata} (Nível Mínimo: 20) {Não controla nenhum elemento} [Forjado por Harry S. Sieghart] ~em mãos

❖ {Fierté} / Tiara [O antigo diadema que pertencia a Georgiana Cavendish é um adorno fino de ouro branco com uma pequena pedra de Opala no centro. Fora de uso é apenas uma joia comum, mas assim que entra em contato com o semideus, torna-se um item poderoso: uma vez por evento ou missão o possuidor pode acionar a aura do objeto, que intensifica os poderes de manipulação mental do meio-sangue em 50% quando contra um adversário mais fraco e 25% se este for de mesmo nível ou até 10 níveis acima. Fora da margem, não funciona. Encaixa perfeitamente em Lavinia e por conter suas propriedades mágicas não cai ou é retirado com muita facilidade, além de fazer a pedra central emitir um leve brilho quando acionado.] (Nível mínimo: 25) {Ouro Branco e Opala} (Elemento: Manipulação Mental) [Recompensa ganha em DIY, avaliada por Selene e att por Asclépio.] ~na cabeça

❖ {Souhait} / Colar [A fina corrente é feita de ouro branco, sustentando um pequeno pingente de opala em forma de gota. O presente foi dado por Hedonê (filha de Psiquê e daemon do prazer), e abençoado por ela. O objeto trás consigo um poder de resistência a manipulações sentimentais (que provoquem desejo, medo, raiva, etc); A eficácia do item é de 50% de resistência quando contra um oponente de mesmo nível, caindo 5% a cada nível de diferença para mais e aumentando em 5% a cada nível de diferença para menos. Só pode ser usado contra um tipo de sentimento por missão ou evento, não valendo para outros que venham a ser usados posteriormente. O item pode ser ativado ao desejo do usuário, funcionando por até três turnos.] (Nível mínimo: 40) {Ouro Branco e Opala} (Não controla nenhum elemento) [Recompensa adquirida em DIY, avaliada por Apolo e atualizada por Hades.] ~no pescoço
Poderes:
Passivos:

Nível 8
{Arrepios} A presença invernal dos filhos de Despina / Despoina afeta as criaturas mais fracas ao redor. Semideuses, monstros e humanos comuns que são mais fracos que o semideus perdem a iniciativa no combate, em caso de ataques diretos. Válido apenas para o primeiro movimento na batalha. Não impede o semideus de ser atacado de surpresa nem afeta estatísticas do alvo. É um efeito de medo, e resistências se aplicam.

[nível 14] Escalada: escalar as coisas envolve habilidade. Pela deusa preferir viver em montanhas e locais de difícil acesso, seus filhos conseguem  subir em locais altos com mais facilidades e agilidade. Não estarão imunes a quedas, mas identificam apoios com mais facilidade e possuem mais equilíbrio, mas podem ser afetados por outros poderes ofensivos normalmente, bem como modificações do terreno. Ainda assim, recebem uma bonificação na tentativa de escalada e na resistência de equilibro enquanto nessa situação em 50%.

Nível 18
{Caçador das neves II} No frio o vento produz sons mais altos que o normal, sua audição porém é melhor do que isso, podendo escutar coisas a distância mais facilmente. Sua audição tem o triplo do alcance que a de um humano normal. Isso facilita - mas não garante - a percepção da aproximação de inimigos. Em caso de oponentes com passos silenciosos, pode não fazer efeito, dependendo de quem tem o nível mais alto.

[nível 20] Ritmo lento: sua temperatura é mais gelada e sua circulação mais lenta que o comum. Por causa disso, filhos de Despina / Despoina não sofrem de hemorragias, exceto em casos muito graves - como poderes de uma fonte de ao menos 10 níveis superior. Danos que provocariam hemorragias - como golpes críticos - são reduzidos em 20%.

Nível 21: Humildade [Novo]
Psiquê soube ser humilde o suficiente para despertar a compaixão divina. Seus servos adquirem a mesma aura, que faz com que sejam evitados como alvos primários de um ataque específico (não afeta ataques em área) se houver outros alvos ao alcance do oponente. O poder não funciona se o mentalista tomar a iniciativa de ataque ou se seu nível for muito acima do restante do grupo (10 ou mais), nem em combates 1 x 1. Caso outros personagens tenham auras similares, todos nesta condição são ignorados pelo oponente caso este tenha outras opções de alvo; caso contrário, o personagem de nível mais alto recebe o benefício . Personagens que possam ver auras de poder (sabendo aproximadamente o nível dos personagens) quebram este efeito caso o mentalista for mais poderoso do que os outros alvos ao alcance do inimigo.

Nível 30: Pré-cognição [Novo]
Com seus sentidos apurados, Mentalistas pressentem mudanças sutis, recebendo sinais de que o perigo se aproxima - não saberão quem nem o tipo de ataque exato, mas terão uma sensação como um calafrio antes de sofrer ataques surpresa ou danos inesperados - como uma premonição, mas não exata. Ela pode ser falha também, uma vez que alerta apenas momentos antes do fato, nem sempre fornecendo tempo hábil na reação. Além disso, o acerto ou não do ataque/ dano ainda vai depender das ações tomadas - e em vez de ajudar o sentido pode prejudicar se o mentalista não agir bem ou agir com insensatez. Não funciona se o semideus está dormindo ou inconsciente. Como um sexto sentido mais geral, capta os perigos na área, desde ações acidentais ou ataques que atinjam um local. Note que não diz que tipo de ataque/ dano nem o momento exato.
Ativos:

[nível 20] Estacas: o filho de Despina / Despoina bate o pé no chão, fazendo com que uma estalagmite de gelo irrompa do solo. Ele define a posição dela em um raio de 15 metros. Mesmo se não acertar, ela permanece no terreno por 3 rodadas. Nesse nível apenas 1, ganhando uma estaca e 5 m adicionais de alcance a cada 5 níveis posteriores à aquisição do poder.

Nível 03: Confusão
Poder mental que faz com que o mentalista, ao focar em um alvo, emita uma onda de energia psíquica, provocando dores e tontura que reduzem os ataques e defesas do alvo em 20% por 3 turnos (não cumulativos). Apenas um oponente atingido por vez. Não provoca perda de HP. 1 vez por combate.
Oponente:
Gárgula comum
Tipo: Fera mitológica
Nível de Periculosidade: 26
Nível monstruoso: 15
Status inicial: (240 HP/ MP)

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Re: {Caça a Bandeira} — Grupo Vermelho

Mensagem por Aurora R. Bailey em Qua 17 Jul 2019, 22:47




Após aquele primeiro contato com um do grupo adversário a garota permaneceu mais atenta, resolveu dar uma volta pela região, não saindo da sua área de apoio, para garantir de ninguém avança-se.

Mas não era apenas com inimigos físicos que a garota tinha que se preocupar, a área da floresta não era algo tão familiar e a maioria das árvores e vegetações iguais não lhe ajudavam muito. Para não se perder a cada mais ou menos dois metros talhava nas raízes altas das árvores um risco com a adaga, apenas um simples corte para não ser notado por quem passasse. E olhava também atentamente para gravar pontos que fizessem diferença naquele momento.

Mesmo em meio ao evento não deixou de pensar um pouco na vida. Desde que chegara, a pouco tempo, no acampamento vinha aprendendo bastante, mas algo chamava fora daquelas proteções. Respirou fundo e voltou a focar nos seus objetivos momentâneos. Que era ajudar seus companheiros atuais de equipe.

Pouco tempo analisando o local a garota foi surpreendida. Ao pisar com o pé esquerdo em um emaranhado de folhas sentiu o chão ceder. Teu corpo reagiu a queda, mesmo de forma inesperada conseguiu cair de uma forma que não se machucasse muito, mas mesmo assim sentiu uma dor no tornozelo esquerdo que refletiu por toda sua perna. Suas mãos tocaram o chão tendo leves escoriações, de primeiro momento sua respiração se tornou ofegante até se acostumar com as dores que se formaram em instantes.

Olhou para cima e percebeu que estava presa momentaneamente em um buraco,supôs que tivesse seus três metros. Ficou incrédula com a profundidade, não era tanta, mas suficiente para não deixar quem caísse escapar. Respirou fundo e analisou seu tornozelo, fincá-lo no chão trazia um pouco de dor, mas suportável.


Até então ninguém havia aparecido após sua queda, pelo menos com isso não precisaria se preocupar naquele exato momento. Tocou a parede de terra e não sentiu nenhuma firmeza, resolveu saltar.

Não obteve muito sucesso, pois não tinha nada que lhe ajudasse e seu tamanho, 1,60 de altura ainda lhe faltava vários centímetros para conseguir. De volta ao fundo do poço, literalmente, deixou seu corpo responder a situação. Sentiu a mudança em seu corpo que  estava crescendo, gostava daquela opção. Poderia determinar quando quisesse sua altura e naquele momento havia chegado aos 2 metros de altura, sendo seu limite.

Faltava apenas mais um metro, segundo seus cálculos para sair daquele confinamento. Saltou novamente. O físico ajudava tendo êxito nesse momento. Segurou firme e voltou ao seu tamanho real, mais massa muscular também exigia mais esforço. Colocou seu peito sobre a terra, naquele momento já tinha uma parte do tronco para fora do buraco e arrastou o restante com aquele apoio. Rolou para longe e respirou fundo, aliviada por ter saído dali e também por ninguém ter testemunhado aquela situação. Só faltava prejudicar equipe presa em um buraco.

[...]

Antes que a garota pudesse pensar no que fazer naquele momento um grito aterrorizante chegou aos seus ouvidos. Achou suspeito para aquele tipo de evento e quem tivesse o provocado teria belas consequências. Logo em seguida ouviu o som do berrante, resolveu checar do que se travava e ela chegou a conclusão que estava próxima e vinha da direção do riacho.

Correu e ficou surpresa quando seus olhos podem ver com clareza do que se travava,não estava tão próxima, mas achou estranho tudo que ocorria. Resolveu deixar os questionamentos que tinha para depois, sua mente focava-se em ajudar quem estava sendo atacado.

Antes que desse dois passos sentiu seu corpo sendo coberto rapidamente por tipo de tecido resistente, rapidamente usou suas garras para soltar-se antes que fosse coberta por completo. De primeira conseguiu evitar que seu tronco e braços fossem presos, porém as pernas estavam encapsuladas.

Virou-se rapidamente, caindo logo em seguida e viu o que tentava lhe aprisionar, viu um monstro asqueroso e entendeu que se tratava de uma aranha. Tinha o tamanho de um cachorro grande e era algo nojento. A garota não teve muito tempo para pensar pois as perninhas da aranha se moviam rapidamente.

Para ganhar tempo Aurora invocou rosas, talvez quem visse de fora não entende-se, mas seus espinhos poderiam causar danos ao monstro. Lançou sem piedade, o ataque deu certo apenas para fazer com que a criatura desviasse da linha reta que vinha fazendo, não pode analisar se tinha sido ferido ou não. focou-se em se soltar. Aquelas patas enormes já alcançavam a garota, fazendo-a rolar para os lados tentando não ser esmagada.

Tinha apenas a adaga como arma em mãos, tendo que materializar algo que lhe ajudasse. Em pouco tempo tinha consigo um chicote, avançou contra a criatura que sibilou em raiva, ficando mais violenta. Demonstrando que o ataque da semideusa fizera algum efeito.

Continuou atacando o monstro e fugindo da mesma, a aranha era rápida e também tentava manter-se afastada do ataque da garota, mas avançava quando sentia que podia. Afinal a menina ainda estava presa ao tornozelo, pois não tinha espaço para que conseguisse se soltar.

Em um momento de abertura de Aurora a aranha posicionou-se em cima da garota e quando ia atacar desapareceu. A semideusa não entendeu o que tinha acabado de acontecer, mas olhou em volta e viu que todos os monstros que ainda não haviam sido derrotados sumiram.

Levantou-se rapidamente e foi amparada por outros campistas que lhe perguntavam se estava bem, a mesma respondia que sim e realmente estava bem fisicamente. Quíron lhes deu ordens claras após o ocorrido e a principal delas era não sair do acampamento. Caminhou junto aos outros para fora da floresta, Bailey estava a pouco tempo no lugar, não tinha planos de sair por ora, mas não queria se sentir presa. Teve que aceitar aquilo, pelo menos naquele momento, talvez fosse bom para que criasse laços. Não teve pressa na sua caminhada de volta ao chalé.



Aurora:
Passivos:
[nível 1] Habilidade com chicotes e correntes: é com esse tipo de arma que você se identifica perfeitamente e o tipo de arma com o qual se destaca. Tais armas parecem ser uma extensão de seu corpo, você consegue realizar movimentos incomuns e precisos, aprendendo a manusear esse tipo de arma facilmente. Não quer dizer que nunca erre, mas que seus movimentos são melhores com esse tipo de arma. É algo que evoluiu com o semideus.
[nível 9] Autocontrole: suas emoções não podem lhe atrapalhar em momento algum em uma batalha ou momento importante. Você não viverá a mercê delas, você saberá controla-las facilmente podendo manter o foco em uma batalha sem ser influenciado por nenhum sentimento, a menos que seja mais forte que você. Poderes que afetem emoções como charme, medo, fúria e etc terão efeito reduzido, não fazendo efeito se proveniente de inimigos de menor poder. Se forem de nível igual a até 5 níveis acima, 50% de resistência, e de 6 a 10 níveis, 25%. Acima disso, os poderes o afetam normalmente.
[nível 16] Inteligência: você conseguiu chegar a um nível mais alto, provando que você domina estratégias de lutas e batalhas. Isso mostra que filhos de Afrodite / Vênus não tem somente superficialidade. Assim você consegue rapidamente observar o inimigo, sabendo os seus pontos fracos e pontos fortes, você pode estudá-lo brevemente e saber como atacar. Isso é válido apenas para fraquezas visíveis, como técnica de luta e brechas na armadura, mas não fraquezas emotivas ou sobrenaturais. É um olhar mais aguçado, mas ainda é natural. Assim, toda vez que atacar suas chances de acerto serão maiores nesse caso.
[nível 28] Salto felino: filhos de Afrodite / Vênus parecem como gatos: belos e lânguidos, e isso reflete na sua postura corporal e ações. Seus saltos são quase tão aprimorados quanto os dos filhos de Hermes, mas com uma diferença: eles sempre caem na posição desejada quando em condições normais. Em jogo: dano de queda reduzido em 50% para alturas equivalentes ao nível do personagem.
ativos:
[nível 2] Garras I: suas unhas tornam-se maiores e mais afiadas por 3 turnos, fazendo com que sejam capazes de danificar materiais menos resistentes, como madeira, couro e tecido comuns, além de poderem provocar dano em inimigos.
[nível 13] Chicote de espinhos: este poder usa o domínio das rosas parar criar um chicote através das plantas invocadas. A arma será resistente como couro ou outras fibras, mas será recoberta de espinhos, como um chicote com farpas. Os espinhos jamais te ferirão, mas seu adversário sofrerá danos como se fossem de bronze sagrado. Contudo, não exagere, você também pode ter gastos de energia um tanto altos, caso mantenha a arma muito tempo ativa. Duração: 2 rodadas, podendo ser renovado.

[nível 30] Domínio das rosas III: agora, ao invocar as rosas, o filho de Afrodite / Vênus pode fazer com que sejam disparadas sobre um inimigo, causando dano pelos espinhos. Apenas 1 ataque por ativação.
Armas:
Aranha camaleão:
Poderes:
Passivos

(-) Aderência: Aranhas conseguem se locomover em qualquer superfície sólida, e não sofrem efeitos de desequilíbrio.

(10) Carapaça: Seu exoesqueleto de quitina está mais resistente, fazendo com que adquira um bônus na defesa de10%.

Ativos

(5) Camuflagem: Como um poder  ativo, a aranha-camaleão, como o nome sugere, consegue se camuflar no ambiente, assumindo as cores e textura do local aonde se encontra. A camuflagem dura 3 turnos por ativação, mas é desfeita após o ataque. Visão aguçada pode detectá-la se o oponente estiver procurando ativamente por ela.  Afeta apenas a si mesma, não a objetos nem a cavaleiros carregados.

(15) Teia: A aranha consegue lançar uma teia em um alvo a até 5m de distância. Apenas alvos de tamanho igual ou menor são afetados. Alvos presos, caso de tamanho igual ou menor, tem seu movimento impedindo, não podendo se locomover, e as outras ações recebem uma penalidade de 50% caso dependam de algum movimento. A teia pode ser atirada uma vez a cada 5 turnos. Também pode ser utilizada para sustentar a própria criatura. Teias esparsas previamente no ambiente possuem o mesmo efeito de aprisionamento.




Aurora R. Bailey
Aurora R. Bailey
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Re: {Caça a Bandeira} — Grupo Vermelho

Mensagem por Eos em Seg 22 Jul 2019, 19:59




AVALIAÇÃO — GRUPO VERMELHO

No geral, todos foram incrivelmente bem e não podia esperar menos levando em consideração a experiência de vocês. Ótimo trabalho em equipe combinando os pots e estratégias.

Bianca H. Somerhalder

Sua narração é incrível e consegue passar bem os sentimentos da personagem além de sua trama (incrivelmente linkando com a antiga). Um toque que achei maravilhoso foi que, mesmo fazendo os posts em conjunto, o seu sozinho já era possível entender tudo o que acontecia, sem necessitar do outro. Parabéns!

— Coerência: 50 de 50 possíveis;
— Coesão, estrutura e fluidez: 25 de 25 possíveis;
— Objetividade e adequação à proposta: 15 de 15 possíveis;
— Organização e ortografia: 10 de 10 possíveis.

Total: 100 (x8) + 100xp bônus = 900xp + 90 dracmas + recompensas.

Christopher Mason

Christopher, sua narração é muito boa e com boas descrições. Gostei da introdução que fez no primeiro post, porém algo o acompanhou em todos os posts a partir dele: o uso incorreto da vírgula. Por várias vezes, houve a falta dela nas orações ou então o excesso desnecessário. Entretanto o seu pior erro foi ignorar o aviso dado e, após seu atraso na postagem, não ter feito o seu texto englobando as diretrizes do terceiro turno junto ao quarto. Esse seu erro acarretou também o desconto de coerência, visto que, como seu turno foi anulado, não houve luta com filho de Hermes citado como uma diversão no quarto post. Entendo que deu sua justificativa, mas ainda assim você não cumpriu com o que foi pedido. No mais, parabéns!

— Coerência: 40 de 50 possíveis;
— Coesão, estrutura e fluidez: 25 de 25 possíveis;
— Objetividade e adequação à proposta: 10 de 15 possíveis;
— Organização e ortografia: 7 de 10 possíveis.

Total: 82 (x8) = 656xp + 65 dracmas.

Ayla Lennox

Uma narrativa interessante, de fato. Prende leitor conforme o texto passa, não sendo simples, mas agradável com os detalhes bem descritos, assim como os pensamentos da personagem. Parabéns!

— Coerência: 50 de 50 possíveis;
— Coesão, estrutura e fluidez: 25 de 25 possíveis;
— Objetividade e adequação à proposta: 15 de 15 possíveis;
— Organização e ortografia: 10 de 10 possíveis.

Total: 100 (x8) + 100xp bônus = 900xp + 90 dracmas + recompensas.

Vitor S. Magnus

Ótima narrativa, porém o uso exagerado da vírgula em algumas sentenças principalmente no início deixou algumas frases um pouco cansativas. O seu maior erro, entretanto, foi não ter postado seu quarto turno com as diretrizes do terceiro. Você postou atrasado (aceitei como uma justificativa para postar o próximo sem penalidades), mas você não cumpriu as diretrizes, sendo que seu terceiro turno foi desconsiderado, ou seja, não pôde ser avaliado. No mais, parabéns!

— Coerência: 43 de 50 possíveis;
— Coesão, estrutura e fluidez: 25 de 25 possíveis;
— Objetividade e adequação à proposta: 10 de 15 possíveis;
— Organização e ortografia: 8 de 10 possíveis.

Total: 86 (x8) = 688 xp + 68 dracmas.

Peter Lost

Adorei seus posts, soube bem explorar os sentimentos do personagem de forma simples, deixando a narrativa fluir perfeitamente. Algo que me não me agradou foi que o seu texto ficou muito preso ao da sua dupla, principalmente nos diálogos. Eu precisei ler os dela junto para que o seu fizesse sentido, o que poderia ter sido facilmente contornado como ela mesma fez. Senti falta também numa narração melhor de como se livrou da rede na armadilha, mas ainda assim cumpriu a tarefa bem. Parabéns!

— Coerência: 50 de 50 possíveis;
— Coesão, estrutura e fluidez: 24 de 25 possíveis;
— Objetividade e adequação à proposta: 15 de 15 possíveis;
— Organização e ortografia: 10 de 10 possíveis.

Total: 99 (x8) + 100xp bônus = 892xp + 99 dracmas + recompensas.

Lavinia S. Larousse

Sua narrativa foi perfeita, sem erro algum, entretanto algo no seu terceiro me fez descontar pontos de coerência. A dificuldade não combativa foi uma ilusão, porém quem criou ela deveria estar perto para ela permanecer ali e afetar você e com certeza não lhe deixaria continuar sem maiores dificuldades; agora se algo era a fonte da ilusão, deveria ter sido posto. A ilusão sozinha na floresta daquela forma como foi exposta não é coerente. No mais, parabéns!

— Coerência: 43 de 50 possíveis;
— Coesão, estrutura e fluidez: 25 de 25 possíveis;
— Objetividade e adequação à proposta: 15 de 15 possíveis;
— Organização e ortografia: 10 de 10 possíveis.

Total: 93 (x8) + 100xp bônus = 844xp + 84 dracmas + recompensas.

Lilith Doutzen

Sua narração é diferente. É elaborada e ainda assim cativa o leitor. A forma como encaixou sua trama foi maravilhosa e devo parabeniza-la por isso. Seus poucos erros estão apenas no segundo turno, onde encontrei um erro de digitação ao escrever o nome da sua personagem e a luta com o outro semideus ficou muito confusa, mas o ainda assim fez um ótimo trabalho. Parabéns!

— Coerência: 50 de 50 possíveis;
— Coesão, estrutura e fluidez: 24 de 25 possíveis;
— Objetividade e adequação à proposta: 15 de 15 possíveis;
— Organização e ortografia: 9 de 10 possíveis.

Total: 98 (x8) + 100xp bônus = 884 xp + 88 dracmas + recompensas.

Aurora R. Bailey

O texto tem alguns erros e cria dúvidas sobre a personagem que diz não lembrar do que passou naquele lugar mas informa sentir nostalgia, sendo que para isso deveria ao menos lembrar de algo ou algum sentimento ocasionado no local. Uso excessivo do pronome "dela" em algumas frases, também da palavra prole no texto em si, pois, como foi narrado em terceira pessoa, poderia ter trocado por outros como fez utilizando "jovem", "bela" e "filha de Afrodite". No sétimo parágrafo, é informado ao leitor que a Aurora retira uma Adaga e a empunha para o confronto, mas o dano informado no nono parágrafo é descrito que foi causado por uma faca, causando discordância no desenrolar da trama. Ainda no sétimo parágrafo, a frase "Ambos se entre olhavam..." está errada, sendo o correto "Ambos se entreolhavam...", não deve existir este espaço adicional. Não foi realizada a descrição das armas que a personagem está utilizando, um erro gravíssimo, pois assim não são considerados. Tão grave quanto esse erro, é o fato de não ter postado um turno e não ter justificado, o que lhe rendeu um desconto considerável.  

— Coerência: 37 de 50 possíveis;
— Coesão, estrutura e fluidez: 13 de 25 possíveis;
— Objetividade e adequação à proposta: 15 de 15 possíveis;
— Organização e ortografia: 5 de 10 possíveis.

Total: 70 (x8) = 560 xp + 56 dracmas.

Heron Devereaux

Não tenho queixas a fazer sobre suas postagens. Sua narração era clara e cativante, contando a história de seu personagem de maneira envolvente e cumprindo todos os pontos obrigatórios com perfeição. Até mesmo quanto narrou em conjunto, a interação ficou clara o bastante para que seus turnos pudessem ser lidos independentes sem nenhuma grande perda. Parabéns!

— Coerência: 50 de 50 possíveis;
— Coesão, estrutura e fluidez: 25 de 25 possíveis;
— Objetividade e adequação à proposta: 15 de 15 possíveis;
— Organização e ortografia: 10 de 10 possíveis.

Total: 100 (x8) + 100xp bônus = 900xp + 90 dracmas + recompensas.

Murtagh S. Leclerc

Você possui um estilo de narração interessante, mas precisa aprimorar alguns pontos de sua escrita. Ao longo de suas postagens, pude perceber erros ortográficos repetidos, usos indevidos de pontuações e, em alguns momentos, a descrição que você passava de combates ou interações com os NPC's ficavam um pouco confusas. Todas essas falhas poderiam ter sido evitadas com uma revisão mais atenciosa do texto ou até mesmo de uma leitura em voz alta. Além disso, embora tenha trabalhado muito bem com sua trama, a sua introdução no primeiro turno acabou ficando extensa e supérflua em comparação ao restante de suas postagens.

— Coerência: 48 de 50 possíveis;
— Coesão, estrutura e fluidez: 21 de 25 possíveis;
— Objetividade e adequação à proposta: 13 de 15 possíveis;
— Organização e ortografia: 8 de 10 possíveis.

Total: 90 (x8) + 100xp bônus = 720xp + 72 dracmas + recompensas.

Lyanna MacMahon

Você seguiu bem os pontos obrigatórios em todos os turnos, expressando o que a personagem sentia e, embora estivesse fazendo postagens isoladas, não desviou do interesse geral do time. Durante os três turnos, pude perceber vários problemas com o uso de vírgulas, especialmente a ausência desta pontuação quando necessária. Como você perdeu o prazo de postagem do terceiro turno, sua quarta postagem foi mais extensa, porém não foi cansativa, talvez até um pouco apressada mais para o final. No entanto, talvez por conta da pressa para postar, o texto conteve vários erros de grafia que uma revisão mais atenciosa poderiam ter resolvido. Uma coisa que não foi especificada e me fez descontar pontos por coerência foi no uso do poder ativo Forma Etérea na última batalha. Você ainda tinha a corrente em mãos e, como nenhum de seus poderes listados indica a capacidade de segurar itens enquanto em sua forma espiritual ou torná-los intangíveis juntos com seu corpo, a ação não teria como ser executada da maneira que você narrou.

— Coerência: 45 de 50 possíveis;
— Coesão, estrutura e fluidez: 23 de 25 possíveis;
— Objetividade e adequação à proposta: 15 de 15 possíveis;
— Organização e ortografia: 8 de 10 possíveis.

Total: 91 (x8) = 728xp + 72 dracmas + recompensas.

Dan Baizen

Embora suas postagens tenham sido bastante curtas, você não falhou em cumprir todos os pontos obrigatórios, até mesmo após ter perdido a postagem de um turno. Sua narração é ágil, mas clara e deixa transparecer a personalidade de seu filho de Apolo. Não tenho o que comentar sobre sua escrita, pois não notei nenhum erro. Bom trabalho!

— Coerência: 50 de 50 possíveis;
— Coesão, estrutura e fluidez: 25 de 25 possíveis;
— Objetividade e adequação à proposta: 13 de 15 possíveis;
— Organização e ortografia: 10 de 10 possíveis.

Total: 98 (x8) = 784 xp + 78 dracmas + recompensas.

Rhydian Schwab

Ótima narração, descreve bem seu pensamento inicial e cria uma vontade grande de saber de sua historia, realmente cativa o leitor, principalmente na forma que os diálogos são introduzidos. Não foi claramente descrito se ele tem alguma habilidade no manuseio da sua arma (as adagas em um combate físico), mas relevando a descrição de ambas as adagas, já entrega uma ideia ao leitor sobre. Foi boa a construção dos diálogos e cores dos mesmos, espero uma introdução mais profunda do personagem. Parabéns!

— Coerência: 50 de 50 possíveis;
— Coesão, estrutura e fluidez: 25 de 25 possíveis;
— Objetividade e adequação à proposta: 14 de 15 possíveis;
— Organização e ortografia: 10 de 10 possíveis.

Total: 99 (x8) = 792 xp + 79 dracmas + recompensas.

Leonard Crawford

Oi, Leo! Essa é a primeira vez que leio um post seu, e devo dizer que gostei muito da narração.
Encontrei poucos erros no primeiro turno, e a maioria são relacionados ao uso da vírgula e do ponto e vírgula — inclusive este último foi utilizado em excesso no início do texto, prejudicando bastante a fluidez.  Se quiser ler sobre o uso dessa pontuação, clique aqui.
Ainda nesse mesmo turno, tem um trecho que eu realmente não entendi, faltou coerência, e não vou corrigi-lo porque não sei que você quis dizer. A saber:
@Leonard Crawford escreveu:Acima de tudo, era uma comemoração de 4 de Julho, dia festivo que participava dos dias da qual Crawford vivia moderadamente como qualquer outro.
Os outros erros que identifiquei (como repetições de palavras no mesmo parágrafo) não são muito relevantes.

De modo geral, gostei de como você explorou seu personagem e a forma que expôs a personalidade dele. Ademais, os pontos obrigatórios do turno foram devidamente cumpridos. Parabéns!

Resultado

— Coerência: 49 de 50 possíveis;
— Coesão, estrutura e fluidez: 24 de 25 possíveis;
— Objetividade e adequação à proposta: 15 de 15 possíveis;
— Organização e ortografia: 9 de 10 possíveis.

Total: 97 pontos (multiplicador = 2): 194 pontos de experiência + 20 dracmas.

Zoë Ophelia Greengrass

Olá, Zoë! Bem, eu gostaria de parabenizá-la pela excelente narração. O único erro que encontrei no primeiro turno nem merece citação por ser totalmente irrelevante.
Já no segundo turno, notei alguns erros quanto à pontuação/formatação/estrutura dos diálogos.
Bem, primeiro: evite colocar diálogos no meio da narração, optando por fazer a quebra de parágrafo a fim de separar o diálogo da narração que o antecede.
Outro problema se encontra no início da frase (após o travessão) com letra maiúscula sendo que o verbo é de elocução (dicendi ou sentiendi), como no exemplo:
@Zoë Ophelia Greengrass escreveu:— Sinto muito por não ter ajudavdo antes. Achei que pudesse ser alguém do time azul. — Explicou a mais alta com tom de arrependimento, baixo e suave o suficiente para não atrair atenção, alto e claro o suficiente para ser entendida.
Não haveria problema iniciar a frase com maiúscula se o verbo utilizado não fosse dicendi (falar, afirmar, gritar, declarar, exclamar, questionar, pedir, entre vários outros) ou sentiendi (berrar, gaguejar, gemar, suspirar e etc). No entanto, quando a frase depois do travessão (ou das aspas, a depender do estilo de narração) começa com um verbo de elocução, o início deve ser com letra minúscula. Vou deixar esse link que aborda muito bem as referidas questões. Se possível, dê uma lida, vale a pena.
Ademais, não identifiquei outros erros de gramaticais.

De modo geral, adorei a sua personagem, e a forma que você conseguiu expor a personalidade dela em um texto não muito longo.
A leitura só não foi mais fluída por conta dos parágrafos longos e do template (muito estreito, com fonte muito pequena). Minha dica é que você reveja a formatação dos seus posts, optando por algo que facilite a leitura, e que evite escrever parágrafos muito extensos.
No mais, todos os pontos obrigatórios foram cumpridos, inclusive achei bastante criativa a forma que você desenvolveu a dificuldade não combativa exigida no segundo turno, então parabéns!

Resultado

— Coerência: 50 de 50 possíveis;
— Coesão, estrutura e fluidez: 20 de 25 possíveis;
— Objetividade e adequação à proposta: 15 de 15 possíveis;
— Organização e ortografia: 7 de 10 possíveis.

Total: 92 pontos (multiplicador = 4): 368 pontos de experiência + 37 dracmas.

Agradecimentos a Aled Lynch, Catherine Burkhadt e Volin Greyfinn por ajudarem com as avaliações.

Recompensas

{Cladem} / Habilidade Passiva [Quando em missão, gastando uma carga disponibilizada por Ostium, o semideus portador dessa habilidade pode reduzir o multiplicador de um poder ativo. Por ser uma habilidade passiva, não gasta movimento, mas o portador deve narrar a ativação. Cada carga reduz o multiplicador uma vez por um turno, sem qualquer outro limitador de uso.] (Nível mínimo: 10) {Elementos controlados: Energia} [Recebimento pelo evento "Caça a Bandeira", avaliada e atualizada por Eos.]

{Ostium} / Adaga [A arma possui trinta e cinco centímetros com a lâmina feita de ferro estígio e cabo de cerejeira, entalhado para se encaixar perfeitamente nas mãos do portador, sendo que sua chance de acerto se iguala ao de uma perícia. O dano causado por essa arma é tanto de perfuração quanto de corte, por possuir uma ponta bastante afiada, assim como seus gumes, de modo a causar 20% de dano a mais em relação à adagas comuns, além de possuir um formato propício à penetrar armaduras, bonificando o dano em 5%. Por ser uma adaga, é leve - trezentas gramas - e fácil de ser escondida, facilitando os golpes rápidos e furtivos. A arma foi envenenada magicamente, de modo que quando o portador desejar, sua lâmina ficará coberta pelo elemento, e durante dois turnos serão capazes de gerar um dano adicional de 20% além de gerar uma dormência na região, que ficará inerte por um turno. O efeito pode ser usado duas vezes por ocasião. Cada oponente derrotado com ajuda dessa arma aumenta a carga em um turno para a habilidade especial Cladem. O item é pessoal e intransferível. Acompanha uma bainha de couro.]{Couro, Cerejeira e Ferro Estige} (Nível mínimo: 10) {Veneno} (Cargas: 0) [Recebimento pelo evento "Caça a Bandeira", avaliada e atualizada por Eos.]

STATUS

Bianca H. Somerhalder —Nível 44
HP: 500/530
MP: 442/530

Ayla Lennox— Nível 33
HP: 380/420
MP: 323/420 [-9]

Christopher Mason — Nível 34
HP: 400/430
MP: 328/430 [-72]

Vitor S. Magnus — Nível  34
HP: 400/430
MP: 301/430 [-99]

Peter Lost — Nível 33
HP: 380/420
MP: 259/420 [-69]

Lavinia S. Larousse — Nível 30
HP: 360/390
MP: 234/390 [-69]

Lilith Doutzen — Nível 30
HP: 360/390
MP: 297/390 [-3]

Aurora R. Bailey — Nível 30
HP: 165/390 [-195]
MP: 24/390 [-123][-195]

Heron Devereaux — Nível 18
HP: 240/270
MP: 195/270 [-24]

Murtagh S. Leclerc — Nível 6
HP: 95/150
MP: 68/150 [-18]

Lyanna MacMahon — Nível 4
HP: 80/130
MP: 54/130 [-6]

Rhydian Schwab — Nível 1
HP: 70/100
MP: 67/100 [-3]


PUNIDOS POR ABANDONO


Zoë Ophelia Greengrass — Nível 2
HP: 55/110
MP: 55/110

August Budreau — Nível 2
HP: 55/110
MP: 55/110

Leonard Crawford — Nível 3
HP: 60/120
MP: 60/120

Anthony Marxen — Nível 1
HP: 50/100
MP: 50/100




Atualizado





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Re: {Caça a Bandeira} — Grupo Vermelho

Mensagem por Eos em Ter 23 Jul 2019, 22:14



REAVALIAÇÃO



Christopher Mason


TURNO 1


@Christopher Mason escreveu: Desde que acordara tinha recebido todos os tipos de olhares de seus irmãos e irmãs tais como : admiração, inveja, indiferença e arrogância, pois, da mesma forma que lutaria ao lado de alguns, lutaria contra o resto.


Aqui era necessário o uso dos dois pontos por ser uma enumeração após o “como” que ficaria muito melhor usando a expressão “tais como” em vez daquela vírgula. A vírgula, entretanto, não foi usada antes do conectivo “pois” e ela é obrigatória. Veja novamente o mesmo erro na frase abaixo:

@Christopher Mason escreveu:Não seria exatamente uma disputa sangrenta, mas, para proles de Ares, nada se tratava de apenas um jogo.

@Christopher Mason escreveu:O primeiro som do berrante de Quíron ecoou pelo acampamento; era o sinal de que os participantes deveriam se reunir o quanto antes e que o caça estava prestes a começar.

Nesse trecho o certo seria usar o ponto e vírgula, pois antecede o verbo.

@Christopher Mason escreveu:Confiante, o tatuado foi um dos, senão o primeiro, da cabine cinco a partir em direção ao ponto de encontro onde outros campistas já perambulavam ao redor do centauro.

Aqui deveria ter outra vírgula para fechar o comentário que fez ou ainda melhor teria sido o uso do travessão ficando assim:

Confiante, o tatuado foi um dos – senão o primeiro – da cabine cinco a partir em direção ao ponto de encontro onde outros campistas já perambulavam ao redor do centauro.

@Christopher Mason escreveu:Tinha em mente que ninguém iria correr risco de morte, mas, ao menos, poderia ferir gravemente.

Novamente aqui há a falta da vírgula antes do conectivo.

@Christopher Mason escreveu:(...) o grupo estava rodeando a bandeira e analisando um mapa da Clareira (...)

Não tem porquê “clareira” estar em maiúsculo já que não é o nome do lugar ou algo do tipo.

@Christopher Mason escreveu:Sem perceber, esbarrou em uma das garotas de seu time, ela tinha a pele alva e cabelos castanhos, vestindo roupas de tons neutros e brancos.

Sinceramente a descrição ficou extensa, sem uma pausa, entretanto entendo que necessária e uma ótima adição ao texto. Aqui poderia usar o travessão ou ponto e vírgula novamente.

TURNO 2


@Christopher Mason escreveu:A estratégia ia contra todos os seus impulsos de batalha: ele tinha prazer em sentir a adrenalina em frente ao campo de combate, exercendo seus ataques fatais.

Aqui o correto é usar os dois pontos, pois é uma explicação da declaração anterior.

@Christopher Mason escreveu:— Pedi com educação. — respondeu o garoto, rindo com o canto dos lábios.

Se a frase terminou com pontuação, o certo é que a próxima comece com letra maiúscula.

Nesse turno devo dizer que você pôs em prática grande parte do que apontei como erro do primeiro turno. Parabéns!

TURNO 3


Cá estamos com o grande problema que trouxe grande desconto para você. No dia 06/07 você entrou em contato comigo pelo whatsapp perguntando se, caso não postasse, poderia postar os dois turnos juntos. Quem lhe respondeu a resposta positiva foi a Jane (Afrodite). No dia 12/07 você veio se justificar por postar atrasado o seu turno. Justificativa aceita, mas infelizmente o prazo acabou as 23:59 do dia 11/07 e seu turno, assim como de outras três pessoas, não foi considerado. Se abrir para um, teria que abrir para os outros. O que não aconteceu visto que seria um desrespeito a quem postou no prazo.

No meu último post do evento (clique) seu nome junto dos que postaram atrasados estavam destacados dos demais e em negrito e caixa alta é possível ler:  É DE VOSSA RESPONSABILIDADE POSTAR O PRÓXIMO TURNO CUMPRINDO TODAS AS DIRETRIZES DO TURNO PERDIDO.

O aviso foi dado.

TURNO 4


@Christopher Mason escreveu:Christopher gargalhou, o que ele mais gostava na vitória era ver a luta de um inimigo já abatido, indo na direção do outro.

As vírgulas nesse caso poderiam ser substituídas por travessões já que praticamente é um comentário no meio a frase.

No parágrafo seguinte a essa sentença, seu texto pecou em coerência já que, como dito anteriormente, seu terceiro turno foi desconsiderado, ou seja, não houve Wheeler, filho de Hermes algum para que o narrasse da forma que fez.

@Christopher Mason escreveu: (...)não uma, mas repetidas vezes até que o visse despencar no chão.
Uso obrigatório da vírgula antes de conectivo.

@Christopher Mason escreveu: (...)o chão tremeu por alguns segundos, fazendo até mesmo o estandarte se mover.

Não há necessidade da vírgula aqui.

@Christopher Mason escreveu: O terceiro sinal foi claro: Quíron tocou seu berrante de onde estava, dando início a uma correria desenfreada de todos os participantes do caça.

Explicação da declaração anterior.

@Christopher Mason escreveu: (...)e só não o acertou, pois o filho de Ares agachou-se rapidamente devido ao reflexo apurado.

Vírgula antes de conectivo.

@Christopher Mason escreveu: Se quisesse sair inteiro, soube que não poderia realizar ataques diretos; um grande desafio.

Aqui deveria ser usado o ponto e vírgula.

@Christopher Mason escreveu:Ele estava pronto para os portões do Hades, mas, em questão de segundos, tudo mudou: a criatura recuou um tanto quanto atordoada.

Falta de vírgula antes do conectivo e vírgula usada no lugar dos dois pontos.

Com isso termina a exposição de todos os erros apontados na primeira avaliação como foi pedido.

Vitor S. Magnus


@Vitor S. Magnus escreveu:Seu desejo: Reavaliação. Motivo: Um dos meus turnos foi desconsiderado por eu ter atrasado um minuto no prazo e não tinha ficado claro que eu tinha que respostar pra eu não sofrer descontos.

Usarei as mesmas palavras que escrevi para o Mason sobre o assunto:

@Eos escreveu:No meu último post do evento (clique) seu nome junto dos que postaram atrasados estavam destacados dos demais e em negrito e caixa alta é possível ler:  É DE VOSSA RESPONSABILIDADE POSTAR O PRÓXIMO TURNO CUMPRINDO TODAS AS DIRETRIZES DO TURNO PERDIDO.


Quando um turno é postado, espera-se que o player leia não só a introdução, como diretrizes e demais informações. Não há justificativa para você dizer que “não tinha ficado claro que eu tinha que respostar pra eu não sofrer descontos” sendo que Lyanna MacMahon, por exemplo, que também postou atrasada, cumpriu as diretrizes de postar os dois turnos juntos. Você mesmo disse estar ciente de que postou atrasado (“Um dos meus turnos foi desconsiderado por eu ter atrasado um minuto no prazo”) e mesmo assim tomou como certo que estaria livre das consequências. Foi deixado bem claro para os players o que deveria ser feito, sua falta de atenção não justifica uma reavaliação.

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