Ficha de Reclamação para Deuses Olimpianos

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Ficha de Reclamação para Deuses Olimpianos

Mensagem por Organização PJBR em Qua 12 Set 2018, 13:07


Ficha de Reclamação


Este tópico foi criado para que o player possa ingressar na sua vida como semideus filho de um deus olimpiano.  Avaliamos na ficha os mesmos critérios que no restante do fórum, mas fichas comuns exigem uma margem menor de qualidade, porém ainda será observada a coesão, coerência, organização, ortografia e objetividade. Abaixo, a lista de deuses olimpianos disponíveis em ordem alfabética, com as devidas observações.





   
   
 
 
   
   
 
 
   
   
 
 
   
   
 
 
   
   


   
   


   
   


   
   


   
   
DeusesAvaliação
AfroditeComum
ApoloComum
AtenaRigorosa
AresComum
DeméterComum
DionísioComum
HefestoComum
HermesComum


Recompensa de reclamação


As fichas de reclamação valem, além da aprovação no grupo almejado, um rendimento de experiência de no máximo 100 xp para o jogador. O rendimento deve ser de acordo com a avaliação e só será bonificado caso o semideus tenha sido reclamado, portanto fichas rejeitadas não rendem nenhuma experiência.


Item de reclamação


Não existem mais itens de reclamação por progenitor, sendo o único presente a adaga a seguir:

{Half Blood} / Adaga Comum [Adaga simples feita de bronze sagrado, curta e de duplo corte. A lâmina possui 8cm de largura, afinando-se ligeiramente até o comprimento, que chega a 20cm. Não possui guarda de mão e o cabo é de madeira revestido com couro, para uma empunhadura mais confortável; acompanha bainha de couro simples.] {Madeira, couro e bronze sagrado} (Nível mínimo: 1) {Não controla nenhum elemento} [Recebimento: Item de Reclamação]


A ficha


A ficha é composta de algumas perguntas e o campo para o perfil físico e psicológico e a história do personagem e é a mesma seja para semideuses ou criaturas.

Plágio não será tolerado e, ao ser detectado, acarretará um ban inicial de 3 dias + aviso, e reincidência acarretará em ban permanente. Plágio acarreta banimento por IP.

Aceitamos apenas histórias originais - então, ao usar um personagem criado para outro fórum não só não será reclamado como corre o risco de ser punido por plágio, caso não comprove autoria em 24h. Mesmo com a comprovação, a ficha não será aceita.

Fichas com nomes inadequados não serão avaliadas a menos que avisem já ter realizado o pedido de mudança através de uma observação na ficha. As regras de nickname constam nas regras gerais no fórum.



TEMPLATE PADRÃO:
Não serão aceitas fichas fora desde modelo

Código:
<center>
<a href="goo.gl/6qY3Sg"><div class="frankt1">FICHA DE RECLAMAÇÃO</div></a><div class="frank1"></div><div class="franktextim">[b]— Por qual deus deseja ser reclamado/ qual criatura deseja ser e por quê?[/b]

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[b]— Perfil do Personagem (Características Físicas e Características Psicológicas - preferencialmente separadas):[/b]

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[b]— História do Personagem:[/b]

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</div><div class="frank2"></div> <div class="frankt2">Percy Jackson RPG BR</div></center>


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Re: Ficha de Reclamação para Deuses Olimpianos

Mensagem por August Budreau em Ter 25 Jun 2019, 10:26


FICHA DE RECLAMAÇÃO
— Por qual deus deseja ser reclamado/ qual criatura deseja ser e por quê?

Deméter. Eu pensei em algo legal que posso fazer com esse parentesco, além de ser uma experiência nova.

— Perfil do Personagem (Características Físicas e Características Psicológicas - preferencialmente separadas):

psicológico
Não é que seja tímido ou não goste de se comunicar com as pessoas. Ele simplesmente não sabe muita coisa. Ter crescido isolado do mundo faz com que seu lado social não se articule do modo convencional; ele conversa com os animais que, de algum modo, o compreendem e sempre respondem com algum grunhido específico ou então fala para as plantas, que também têm seu próprio modo de replicar. August até tenta a comunicação com outros humanos, mas não conhece muitas palavras se não ordens militares ou alguns gestos que mimetiza das interações que vivenciou.

Seu temperamento também é um pouco complicado. Ele é instável como o tempo no verão. Tem seus momentos de felicidade e, subitamente, torna-se recluso, agressivo — isso não acontece do nada. Sempre há algum motivo, só que suas transições de humor são menos sutis como se costuma ver. Além disso, não tem muita sintonia com lealdade ou integridade, já que não conhece direito esses sentimentos. É mais individualista do que parece, mesmo sendo interpretado como inocente.

físico
A pele de August é bastante tropical. Um bronzeado que a deixa cintilante diante do Sol diurno e os cabelos quase sempre ressecados — ultimamente, eles têm sido um pouco mais hidratados, já que a frequência de banhos aumentou significativamente quando se mudou para uma cidade. Parece exalar um misto de cheiro de terra e plantas molhadas que é quase sempre muito agradável ao olfato de qualquer um. Os olhos são marrons e os cabelos também. Não tem uma aparência muito atípica, apesar dos olhos sempre mirando o chão e um boné surrado cobrindo os poucos cachos. Talvez tenha algum problema de visão ou algum tipo de fotossensibilidade, já que sempre comprime as pálpebras para enxergar mais longe, mas nada muito grave.

— História do Personagem:

Foi uma tempestade estrondosa que pronunciava estampidos ensurdecedores que fez o residente da cela 7 acordar, e não toda a algazarra que se passava no corredor do seu cativeiro. Levantar subitamente fez com que ele sentisse um leve atraso para estabilizar a visão, além de dar um pouco de dor de cabeça, mas passou rápido. Piscou algumas vezes para ter certeza absoluta do que via através das grades cinzentas: cadeiras sendo arremessadas, sangue espirrando para todos os lados, alguns lobos e aves de rapina pulando e voando de lá para cá e algumas flechas atravessando os militares. Esse último, no entanto, fez com que uma brecha de sorriso se estampasse no cantinho dos lábios.

Mais um estrondo se deu e uma nuvem de fumaça tomou conta dos seus aposentos. Depois, uma faísca e o barulho de metal se chocando com o chão. Quando o nevoeiro se dissipou — o que não demorou muito — uma silhueta feminina de cabelos compridos e esvoaçantes surgiu em sua frente, pisando nas barras de aço que outrora o mantinham aprisionado.

— Você 'tá livre. Vem comigo. — A voz era doce, apesar de exasperada.

O menino permaneceu inerte. Na verdade, não tinha entendido uma palavra sequer. Ela arregalou os olhos, estagnada. Depois disso, arrumou o cordel do arco para poder prender o armamento no ombro e ter a mão livre para estendê-la ao garoto. Só assim ele compreendeu e agarrou o pulso da sua salvadora. No corredor, era uma cena terrífica que acontecia. Várias garotas atiravam setas na direção dos soldados. Outras simplesmente cortavam suas gargantas com adagas depois de realizar algumas acrobacias para evadir as investidas dos homens.

Eles correram no meio de toda a carnificina de mãos dadas, por um caminho já familiar ao menino enjaulado. Passaram pelos corredores gelados e cheios de tubulações estranhas pelos quais andava todos os dias escoltado e com uma arma de fogo apontando para sua nuca. Não tinha memórias muito boas de quase nenhuma instalação dali. Olhando para os lados, quase todas as outras celas já estavam vazias, salvo algumas que abrigavam, agora, os militares aos montes, todos desarmados e nocauteados.

— Hun? — Ele murmurou.

Seu queixo apontou para uma porta alta e estreita, pintada toda de verde, incluindo o pequeno vidro bem no meio. A garota o puxou na direção oposta, como se não quisesse que entrasse ali, resistente. No entanto, a convicção do menino foi mais forte. Ele soltou a mão e girou a maçaneta. Ela gritou para que não fizesse aquilo mas, no fim, acabou o seguindo.

Ali, tudo era familiar e aconchegante. Era uma floresta interna, repleta de hortaliças, árvores enormes e uma vegetação rica e densa. Ele se perdeu na imensidão verdejante, seguido pelos cabelos longos que o rastreavam na escuridão. Ele, então, sentou-se numa área mais aberta e enfiou a mão na terra, arrancando um ramo floral à força do solo. Entregou uma flor à garota, como se fosse uma recompensa. Depois disso, segurou sua mão novamente e a guiou para fora do local.

— O que é isso? — Ela perguntou.

— Flor.

— É… Eu sei o que é uma flor. — A garota revirou os olhos e continuou. À seguir, vinha uma escadaria gigante, que guiava para a orla da praia. Não tinha porque ter pressa. Vários outros adolescentes subiam por ali. Já estava silencioso, com somente o barulho das ondas se quebrando lá em cima e alguns trovejos.

— Especial! — Os olhos do menino brilharam quando pronunciou aquela palavra com uma dificuldade imensa.

— O que tem de especial? — Ela analisou a flor que recebeu, curiosa.

— Hmm-hn! — Ele tentou, mas nada com um significado conhecido escapou, somente um barulho estranho que fez com que sua nova amiga torcesse o cenho.

— Vocês não sabem falar direito, né? Isso é bem ruim. Eles fizeram coisas horríveis aqui embaixo. Ainda bem que Ártemis tomou conhecimento e nos trouxe até aqui. — Ela explicou, mas era o mesmo que falar com as paredes. O garoto nem prestou atenção. Estava com o olhar preso nas raízes da flor que acabara de arrancar do chão. Ela sorriu e prendeu o presente atrás da orelha pelo caule, que não aparentava ter nada de especial. Talvez fosse uma das únicas palavras que ele soubesse como pronunciar.

Conforme mais próximos da saída chegavam, mais frio sentiam. O menino vestia apenas uma regata laranja e uma bermuda, assim como todos os outros jovens que estavam presos em celas e foram resgatados. De uma maneira estranha, mesmo livres, nenhum deles interagia entre si. Permaneciam todos em silêncio, seguindo as garotas heroínas sem nem mesmo questionar o que acontecia.

— Estão todas aqui? — Uma voz mais austera e imponente surgiu. Era uma garota de aproximadamente quinze anos, coberta de malha e com um arco preso às costas. Seu rosto não estava muito visível na penumbra noturna, mas tinha traços mais grossos e pele escura. Já não chovia mais, embora alguns relâmpagos iluminassem tudo vez ou outra. Só assim era possível ver a cicatriz no rosto da arqueira, bem em cima do nariz, na horizontal.

— Quase. Só faltam Mira e Charice lá em baixo. Elas estão cuidando dos… mocinhos. — A garota que segurava a flor amarela atrás da orelha se pronunciou. O garoto da cela 7 sorriu, orgulhoso.

— Obrigada, Blair. — A líder respondeu. — Eles foram todos raptados quando pequenos, pelo que me parece. Mal sabem se comunicar. Não temos certeza de quem são esses militares, mas eles não são do exército americano de verdade. Acredito que um meio-sangue esteja por trás de toda essa crueldade... Investigaremos isso depois. Agora, temos de devolvê-los com segurança.

— Para onde vamos levá-los?

Foi então que uma imagem brilhante, embora um pouco fosca, surgiu na cabeça do menino. Era um ramo de trigo que voava em círculos sobre seus cachos amarrotados pelo travesseiro duro. O mesmo se repetiu com vários outros prisioneiros, só que com símbolos diferentes. As meninas de branco não pareciam tão surpresas quanto os recém-reclamados semideuses, que tentavam tocar suas auréolas. Ele fez o mesmo, em sua inocência. Os olhos arregalados e incrédulos. Não fazia a menor ideia do que estava acontecendo, mas não questionou nada, como foi instruído a vida toda.

— Para o Acampamento Meio-Sangue, ora.

oi:
oi! eu não quero que fique tudo claro por aqui, mas tentei não deixar muitas pontas soltas também. basicamente, é aquilo ali que a líder das caçadoras disse: eles foram raptados quando crianças e presos desde então, até que ártemis soube do que acontecia e enviou as meninas numa missão de resgate.

como ele conseguiu um nome e tudo mais, eu gostaria de explicar depois, mas não muito depois, só não na ficha de reclamação.

e, ah... eu tive de tirar uns links aqui da ficha pra poder postar ela, espero que não tenha nenhum problema.
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August Budreau
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Re: Ficha de Reclamação para Deuses Olimpianos

Mensagem por Zéfiro em Ter 25 Jun 2019, 11:30


Avaliação



August Budreau — Aprovado


Olá, August!
Sua ficha foi incrível. A narrativa foi leve e fluida, deixando os pontos claros mesmo mantendo o mistério de sua trama. Sua descrição psicológica se encaixou perfeitamente com a história narrada, o que as vezes não acontece em algumas fichas. Parabéns filho de Deméter
100 Xp

Qualquer dúvida ou reclamação, não hesite em entrar em contato. Boa sorte!



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Zéfiro
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Re: Ficha de Reclamação para Deuses Olimpianos

Mensagem por Siegfried Scarth em Sex 28 Jun 2019, 01:48


FICHA DE RECLAMAÇÃO
— Por qual deus deseja ser reclamado/ qual criatura deseja ser e por quê?

Ares, com toda certeza. Além de ser o deus da guerra, que acaba chamando bastante a minha atenção, pretendo fazer um personagem bem rustico, estilo viking. Acho que ser filho de Ares será se não o melhor, um dos melhores caminhos a se seguir.

— Perfil do Personagem (Características Físicas e Características Psicológicas - preferencialmente separadas):

Psicológico

Siegfried é um indivíduo estoico, distante, confiante e concentrado que raramente demonstra emoção. Embora bastante cru e violento, ele é realmente muito inteligente e cauteloso. Age normalmente com frieza, independente de quem seja, a não ser com seus pouquíssimos amigos e família. Sua personalidade fora de combate é extremamente forte, não aceitando ser contrariado. Em batalha procura não falar muito, sempre buscando analisar o oponente ao invés de ficar tagarelando. Odeia seguir regras e na maioria das vezes prefere quebra-las. Tem uma queda por mulheres, sendo esse um dos poucos pontos fracos do homem. Quando vê uma na maioria das vezes, procura parar tudo o que esta fazendo para conversar, sempre com segundas intenções. Por conta de sua criação, Sieg acredita que força é a base de tudo, usando sua maior vantagem para tentar ganhar discussões. É muito seguro de si, sendo confundido na maioria das vezes como arrogância.

Físico

Sieg têm a aparência de um jovem homem, com o físico bem torneado. Possui cabelos loiros no corte militar sidecut com risca de navalha. Tem olhos azuis claros que trazem bastante destaque pro seu rosto. Sua pele é bem clara como de costume com pessoas nascidas na parte nórdica da Europa. Procura deixar sua barba sempre por fazer, mesmo ela não crescendo muito. Tem um brinco de argola prata na orelha esquerda, e possui também um piercing preto na linguá.

— História do Personagem:

16 de dezembro de 1996
05:30

O sol estava prestes a nascer quando gritos podiam ser escutados vindo de uma cabana rodeada por uma densa floresta isolada de tudo e todos. Dentro do casebre uma linda mulher, de olhos azuis e cabelos loiros compridos esperneava de dor enquanto dava a luz ao seu primogênito. Ágda Scarth olhava pro rosto do seu recém nascido filho, admirando os pequenos olhos azuis de sua cria. A parteira, uma antiga amiga da família sorria de volta olhando a linda cena da mãe admirando seu filho.

— Vou chama-lo de Siegfried, Siegfried Schart. Nome de um lendário herói nórdico, e com certeza você terá um futuro brilhante, meu menino.

Ágda dizia cobrindo o rosto do menino com o pano que já estava envolto no restante de seu pequeno e frágil corpo. Entregava em sequencia seu filho nos braços da parteira que por sua vez colocava o recém nascido no berço de madeira esculpido a mão. Um berço tradicional da família Schart, passado de geração em geração. A loira permanecia olhando o berço e aos poucos ia fechando os olhos lentamente até finalmente dormir, descansando do longo e dolorido parto.

16 de dezembro de 2012
08:00

Junto dos dezesseis anos de Sieg - assim chamado carinhosamente por sua mãe - uma tragédia veio a acontecer. Sua mãe que durante anos lutava contra um câncer na mama, veio a falecer no mesmo dia de nascimento do agora adolescente. Durante o enterro, somente o adolescente compareceu. Afinal, Ágda cuidou de seu filho sozinha, evitando falar sobre o paradeiro do pai ou de outros familiares. Com a morte de sua mãe, se viu sozinho no mundo e apesar de ter aprendido muito, principalmente a arte da luta com lanças, aonde foi muito bem treinado. Depois do enterro, Sieg voltou pro simples apartamento no subúrbio de Brooklyn aonde vivia com sua falecida mãe. Fitando o móvel da sala pode perceber um envelope que estava debaixo de um jarro cristalino. De imediato abriu o envelope vendo uma carta escrita a mão.

— Parece a letra da minha mãe. Estranho, ela já imaginava que morreria pra deixar uma carta escrita? E não me disse nada quando ainda com vida?

Pensamentos tomavam conta da cabeça do órfão enquanto uma lágrima caia do rosto em cima do papel. Começou a ler a carta com atenção, torcendo para que seu transtorno do déficit de atenção com hiperatividade - TDAH- não atacasse no momento.

Filho, sei que escondi o meu passado de você, principalmente sobre seu pai e venho por meio desta carta contar um pouco sobre ele. Seu pai, acredite ou não, é um deus chamado Ares. Pode parecer estranho, mas quando eu o vi me senti encantada por seu jeito e estilo. Só depois de termos um caso soube que ele era um deus, o deus da guerra. Assim que eu descobri isso, sabia que eu e seu pai não poderíamos manter uma relação e então resolvi deixa-lo. Escondi que estava grávida de você e tive meus motivos pra isso. Espero que você não fique com raiva, foi pro seu bem. Sei que agora meu filho, você esta sozinho e confuso, porém, preciso que consiga manter-se centrado e sempre praticando, tanto seu corpo quanto sua mente. Assim que completar vinte e dois anos, procure um acampamento chamado Acampamento Meio-Sangue. Lá vivem pessoas filhas de deuses, assim como você e portanto, será um lugar ótimo para sua evolução. Espero que depois disso você ainda me ame e nunca se esqueça, mamãe ama você.

— Filho de Ares? Eu? O jeito é esperar meus vinte e dois anos e entender melhor toda essa situação.

Desacreditado Sieg soltava um sorriso de nervoso, enxugando as lágrimas que teimavam em cair.

20 de dezembro de 2018
15:00

Anos após a morte de sua mãe, Sieg finalmente havia completado seus vinte e dois anos, idade essa suficiente para ir ao encontro do Acampamento Meio-Sangue e assim fez. Rumou até a entrada do local aonde encontraria todas as respostas pro seu passado e entrou sem ao menos hesitar.

— Esse lugar é incrível.

Vociferou vislumbrando o lugar, segurando com firmeza um colar dado por sua mãe quando completou seus cinco anos de idade. Colar que virou um objeto de sorte e fé.
 
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Re: Ficha de Reclamação para Deuses Olimpianos

Mensagem por Maisie De Noir em Sex 28 Jun 2019, 02:13


Avaliação



Siegfried Scarth — Aprovado


Olá, Siegfried! Adorei a sua ficha, muito bem escrita, explorando bastante o tópico refente as características. Espero poder acompanhar seu desenvolvimento e poder ler mais coisas suas. Parabéns! 100xp



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Re: Ficha de Reclamação para Deuses Olimpianos

Mensagem por Megan Sedgwyk em Sex 28 Jun 2019, 23:59


FICHA DE RECLAMAÇÃO
— Por qual deus deseja ser reclamado/ qual criatura deseja ser e por quê?

Hefesto. Meu objetivo é fazer uma personagem que envolva tanto a tecnologia quanto o fogo. Acho que essa é a melhor opção.

— Perfil do Personagem (Características Físicas e Características Psicológicas - preferencialmente separadas):

psicológico
A performática circense passa longe do arquétipo de miss simpatia. Não é que seja arrogante ou algo do tipo, mas esbanja confiança — porque, simplesmente, sabe que é ótima no que faz e dificilmente seria superada. Bastante individualista, exala vaidade, mesmo que Hefesto claramente diste de tudo isso. Não é como se fosse apática ou algo do tipo, muito embora prefira ter as conversas mais complexas com seus pequenos robôs tecnológicos do que com outras personalidades, por mais relevantes que sejam no mundo mortal ou meio-sangue, a não ser que possa tirar proveito disso.

A vilania, no entanto, não é um traço anexo do seu caráter. Megan só faz coisas ruins caso seja extremamente necessário no seu campo de visão. Também adora ser o centro das atenções. Talvez por isso tenha um jeito escandaloso e chamativo de ser, apesar de não relacionar-se profundamente com muitas pessoas — e, mesmo assim, alcança um círculo considerável com seu carisma.


físico
Por ser uma ginasta, seu corpo é bem definido, já que o preparo físico é primordial dentro de sua condição de esportista. Seu cabelo é quase um ser amorfo. Megan costuma trocar de lace-front como troca de roupa. Portanto, vez está com tranças, vez com um cabelo no quadril e liso, vez está com cachos em cascatas até os ombros. No entanto, com todos eles, não deixa de ser estonteante, apesar dos traços mais rigorosos que acabou, infelizmente, herdando do pai, e não se afastam nem mesmo com algumas agulhadas. Nas mãos, unhas longas, potentes e multicoloridas feitas de gel.

O que herdou da mãe supermodelo não passa batido nem quando é observada a quilômetros de distância: ela anda como se vestisse Versace — o que sempre veste, na verdade — e age como se debulhasse milhões de dólares por onde passa. O nariz pontiagudo sempre empinado e os lábios brilhando com os glosses da amiga mortal Kylie Jenner. Megan sabe como deixar uma boa impressão.

— História do Personagem:

Tudo pode dar errado quando o deus da forja se interessa por uma modelo mundialmente famosa. Julien Sedgwyk tinha tudo para ser uma filha de Afrodite — talvez seja, afinal de contas. Sabia como caminhar, fazer poses e, principalmente, como ser bonita. Tudo isso passou para a filha, fruto de um relacionamento que durou algumas semanas. No entanto, a prole seguiu um viés muito mais performático que as passarelas: Megan cresceu como trapezista e acabou como pirotécnica no Cirque du Soleil. Agora, encanta o mundo enquanto aparece em meio a hologramas, faíscas e labaredas.

A garota não teve uma vida muito complicada. A mãe sempre teve conhecimento dos perigos que semideuses poderiam enfrentar e, por isso, com o auxílio de um investimento multimilionário, contratou vários outros semideuses para erguer uma fortaleza tecnológica que livraria a filha de qualquer complicação do tipo. Megan somente encarou a problemática menos letal. Foi uma batalha para aprender a ler com a dislexia no caminho, muito pior foi aprender matemática ou entender como organizar gramaticalmente uma frase no papel. Por isso, distanciou-se de tudo isso para brincar com fogo em um circo.

No entanto, depois de um espetáculo colossal numa apresentação em Nova Iorque, a herdeira recebeu uma notícia devastadora. A mãe foi assassinada friamente dentro da cobertura residencial, durante o banho. Foi então que tudo descarrilhou dos trilhos. Julien parecia já desconfiar do que aconteceria e preparou o terreno para a filha. Tinha encaminhado sua emancipação para que ninguém atrapalhasse seus planos futuros com distrações parentais e passou tudo o que tinha para seu nome. Aos dezesseis anos, Megan tinha o peso de duas companhias latentes em suas costas.

Daí em diante, sua vida tomou um rumo completamente diferente. A estrela-mirim teve seu brilho apagado aos poucos. Perdeu o espaço dos palcos para outras garotas que não tivessem de fugir de monstros o tempo todo e abriu o capital da empresa da mãe supermodelo para que não alcançasse a falência. Todo o turbilhão midiático a afetou de verdade, também. Tornou-se um pouco amarga e mais direta em suas respostas. Também teve alguns surtos de agressividade em que agrediu alguns paparazzis, mas nada muito alarmante.

Ficou seca de repente, além de nunca ter realmente descoberto o que aconteceu com a mãe, nunca deixando de desconfiar de uma armação por rivalidade financeira. O mundo mortal é bem traiçoeiro, algo que compartilha com o divino. Sob o álibi de reabilitação, mudou-se indefinidamente para o Acampamento Meio-Sangue, atrás de proteção e treinamento, encorajada por grande parte dos funcionários. De lá de dentro, ficou sem notícias de como sua fortuna emergiu ou submergiu de vez ao limbo das dívidas.

Megan nunca teve certeza sobre seu parentesco até ser posta em uma fogueira por uma equidna. Saiu de lá sem nenhuma queimadura e com uma labareda brandindo em cima da cabeça. Foi salva pelo pai de algo que lhe custaria a boa aparência e, depois, resgatada por uma dupla de filhos de Hermes e um sátiro flautista. Mais tarde, retornou ao Acampamento, mas nunca conseguiu se dar muito bem com os irmãos e companheiros de chalé. Eles nunca foram muito higiênicos ou cuidadosos com a pele e coisa do tipo, o que faz com que torça o nariz para a maioria deles. Apesar disso, tem aprendido a se adaptar melhor com o passar dos anos.

Sedgwyk já está na terceira conta e pronta para retornar ao mundo mortal e assumir novamente o legado da mãe. Sabe-se lá se terá mente o suficiente para ser a presidente da StarTech ou para evadir zilhões de convites para estampar revistas famosas e cobrir desfiles. Os rumores acerca do que realmente aconteceu depois de suas constantes idas à reabilitação continuam borbulhando depois de anos. Talvez consiga conciliar suas duas vidas ou termine tendo de deixar tudo de lado para ser apenas uma meio-sangue. Ela talvez acabe gostando de ser uma.

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Re: Ficha de Reclamação para Deuses Olimpianos

Mensagem por Katherine J. Villeneuve em Sab 29 Jun 2019, 00:27


Avaliação



Megan Sedgwyk — Aprovado


Eu amei sua ficha! Tá perfeita, consegui imaginar sua personagem perfeitamente! Muito bem vinda, filha de Hefesto! Espero poder acompanhar seu desenvolvimento e ter umas arminhas forjadas muito em breve! Parabéns! 100xp



Qualquer dúvida ou reclamação, não hesite em entrar em contato. Boa sorte!



Aguardando Atualização




Katherine J. Villeneuve
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Re: Ficha de Reclamação para Deuses Olimpianos

Mensagem por Éolo em Dom 30 Jun 2019, 08:12



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Re: Ficha de Reclamação para Deuses Olimpianos

Mensagem por Duke McCain em Ter 02 Jul 2019, 00:17


FICHA DE RECLAMAÇÃO
— Por qual deus deseja ser reclamado/ qual criatura deseja ser e por quê?

Apolo. Acredito que é o deus que mais se encaixa na trama do personagem.

— Perfil do Personagem (Características Físicas e Características Psicológicas - preferencialmente separadas):

Psicológico:
Duke é um cara muito bem humorado e talentoso. Possui grande afinidade com a música e costuma ficar bastante irritando quando escondem a verdade dele. Isso devido ao instável relacionamento que tem com sua mãe, Trysha McCain, uma cantora pop americana.

Físico:
De traços afrodescentes, Duke é mais parecido com sua mãe. Como um filho de Apolo, é bastante atlético e esguio. Costuma se destacar nas atividades físicas nas quais participa. Possui os olhos claros assim como sua mãe e músculos bem definidos.

— História do Personagem:

— Sem dúvidas, Vanessa. Meus filhos são a razão da minha existência. – respondeu Trysha, sua mãe, à Vanessa Willamson, a maior apresentadora da tevê norte-americana. Nesse momento, uma salva de palmas rompeu no estúdio enquanto a mãe de Duke abria um enorme sorriso.

Mentira – pensou Duke – isso era mais uma mentira que sua mãe inventava. Mesmo com o nascimento de meus irmãos, ela nunca nos priorizou. Isso com certeza é mais um golpe de marketing. Irritado, Duke sentiu uma queimação no estômago e pôs a mão na barriga enquanto aguardava, sentando no sofá do Sophie’s Coffee, Maggie voltar do banheiro. Enojado, sentiu o gosto de bile na sua garganta.

- Pronto, voltei. – anunciou Maggie e, ao perceber a expressão na cara do namorado, olhou para tv. – Acho melhor irmos.
Duke e Vanessa deixaram o dinheiro da conta sob a mesa e saíram pela noite do Brooklyn.

- Ela não muda nunca. – pestanejou Duke andando ainda de mãos dadas com Maggie. Mesmo depois de tanto tempo sem ver a mãe atitudes como aquela ainda a irritava.

- Eu acho até que foi sincero – defendeu Maggie e ao vê novamente a expressão de Duke – Duke, ela não te vê há quase um ano.

Aquilo era verdade, sem dúvida. Desde que Duke fora pego roubando uma loja de roupas sua avó, Madelaine, insistira que o garoto fosse morar com ela até “as coisas melhorarem”. Mas aquilo não significava que sua mãe enfim havia mudado. Ela nem se esforçou pra isso. Só ficou falando sobre como toda publicidade é positiva e não negativa e de como um bom advogado poderia mudar isso. Além de ter de pagar uma fiança com quase sete dígitos, Duke fora obrigado a frequentar um “grupo de apoio” para jovens problemáticos. Fora lá que conhecera Maggie. Maggie Archibald, a filha única de uma grande empresária do ramo imobiliário. Dois jovens desajustados filhos de pais que só se preocupavam em ganhar mais dinheiro. E mais uma coisa em comum: ambos eram disléxicos. Marcaram no mesmo dia de almoçar juntos e conversar de como suas mães eram malucas e um mês depois estavam namorando.

Com quase dezesseis anos agora, Duke queria apenas que sua mãe pudesse olhar para ele como as mães “normais” olhavam para seus filhos: com cuidado e amor. É claro que nada justificava o que ele fez, ele sabia disso, mas na maioria das vezes ele não queria ser filho de Trysha McCain, o “furacão americano” e sim filho de uma mulher comum. Aquela vida cansava. Sempre eram fotografados em um passeio na praia ou no parque. Duke nunca teve a privacidade de um garoto da sua idade. Sempre se vê perseguido por paparazzis. E mesmo depois do segundo casamento, Duke via Trysha expondo ainda mais sua vida permitindo a presença de paparazzis até mesmo nas festas infantis de seus irmãos.

- Acho difícil ela melhorar agora talvez... – estavam andando ainda pela calçada ao ouvir uma estranha movimentação cinco metros à frente. – São eles! – Duke olhou para Maggie e começou a correr na direção oposto do grupo de fotógrafos.
Por sorte, Maggie já havia passado antes pela mesma situação. Afinal, ela namorava o “riquinho mimado e problemático”, que era como os jornais se referiam a Duke. Passaram correndo pela esquina do Sophie’s Coffee e correram mais a frente ainda de mãos dadas.

- Já sei! – Maggie puxou a mão de Duke ao passaram por um beco sem saída – vamos nos esconder na lata de lixo.
Olhar de espanto de Duke fez Maggie ri e puxá-lo em direção ao beco.

- O cheiro está horrível! – queixou-se Duke, torcendo o nariz ao abrir a lata de lixo.

- Eu te desafio! – brincou Maggie e Duke revirou os olhos

Tentando não questionar muito a ideia Duke seguiu a namorada abrindo a lata de lixo. Primeiro ajudando a garota a entrar e em seguida agachando-se logo atrás delas. Ouviram ainda os fotógrafos passarem correndo há alguns metros da lata de lixo e taparam a boca e o nariz para evitar qualquer som e sentir o forte cheiro de café, cupcakes, pães entre outros alimentos estragados do Sophie’s. Esperaram alguns minutos antes de sair.

- Então, você já virou expert em fugir de paparazzi? – ironizou Duke, ao reparar na roupa suja de café e bolo mofado ao sair da lata lixo

- Ora, não está tão ruim – provocou Maggie – é até estiloso!

Para Duke, Maggie era linda. Tinha cabelos ruivos e expressões que pareciam ser de um filme de Senhor dos Anéis.

- Me diga, o que mais não sei sobre você? – brincou Duke aproximando-se dela com um sorriso zombeteiro.
Alguma coisa na expressão da namorada fez Duke ficar curioso. Como se ela realmente não tivesse lhe contado algo.

- Existe algo... – começou Maggie, fechando os olhos – que quero lhe mostrar – disse, afastando-se. Em seguida, a garota deu um grande salto, ficando alguns metros fora do chão

- O-o-o que é isso? – gaguejou Duke, arregalando os olhos e quase tropeçando.

- É algo complicado... – começou – sou filha de um deus...

- Pare, é melhor você parar! – gritou – Você está mentindo, Maggie. Isso com certeza é alguma de suas brincadeiras!

- Não Duke, acontece que acho que você também pode ser um...

- O quê?! – Duke interrompeu e falou tão alto que teve que olhar para trás para ver se alguém os havia escutado. Felizmente ninguém.

- Eu o vi jogar basquete. – explicou Maggie com tranquilidade – Só alguém como nós – continuou tocando as mãos do namorado – tem reflexos assim.

- Isso é impossível  - continuou o garoto, ainda incrédulo. Depois, com mais seriedade: – você me usou. – acusou se afastando.

- Não, eu vi o  quanto nós temos em comum – justificou Maggie.

- Eu não acredito em você – vociferou Duke, balançando a cabeça

Nesse momento um brilho surgiu no alto da cabeça do garoto, uma lira dourada. Duke teve que apertar os olhos para tentar enxergar devido ao brilho forte.

- O que foi isso? – perguntou, abismado

- É um sinal. De seu pai.

Pai? Era isso mesmo que Maggie falou? Duke pensou em como Trysha nunca lhe contava nada a respeito de seu pai. Será que a mãe que seu pai era, era um deus?

- Creio que não podemos ficar aqui. Há perigo. Precisamos ir para o acampamento.

- Acampamento? – perguntou e ainda irritado  – Eu não vou a lugar nenhum com você enquanto você não me explicar o que aquilo significa!

Maggie parou um instante tentando avaliar se tinha sido uma boa ideia ter dito  a verdade a Duke naquela situação, por fim disse:

- Eu vou te explicar, Duke. Eu só preciso que você confie em mim...

- Como confiar em você...

- Agh, quer me deixar falar? – gritou Maggie, já irritada. Depois, controlando-se: - existem monstros que nos caçam. Eu preciso leva-lo pra um lugar seguro. Nós precisamos ir para um lugar seguro.

Duke encarou Maggie e procurou decidir se realmente ia confiar naquela garota. Um carro passou na pista, o que fez Maggie, olhar para fora do beco com preocupação. Ela está assustada.

- Ok, o que faremos? – perguntou o semideus.

Ela avançou para rua e olhou para trás e estendeu a mão

- Vem comigo, vou lhe explicar tudo no caminho para o acampamento.


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Re: Ficha de Reclamação para Deuses Olimpianos

Mensagem por Éolo em Ter 02 Jul 2019, 12:25


Avaliação



Duke McCain — Reprovado


Olá Duke! Você me fez ficar horas no computador pensando se te aprovava ou não, mas não deu muita sorte dessa vez. Seu texto é bom e pode ser uma trama bem desenvolvida, pois ela está bem aberta no momento. Sua escrita é leve, tornando o texto agradável de ler, mas pode ser melhorada.

Logo de início recomendo o uso de corretor ortográfico e uma revisão maior do texto. Não tanto pela ortografia, é mais por alguns deles também mostrarem erros de sintaxe. Como em:

”Duke McCain” escreveu: e começou a correr na direção oposto do grupo de fotógrafos.
Direção oposta, Duke. É bobo mas pode gerar descontos grandes caso se repita com frequência.

Ou então

”Duke McCain” escreveu: Primeiro ajudando a garota a entrar e em seguida agachando-se logo atrás delas.

Delas quem? Da namorada e da lata? Mas como você se agachou atrás da lata se depois você sai com a roupa suja? Uma revisão melhor se mostra necessária pois se você der brecha pra outra interpretação, pode ser a sua morte.

Ah, você me deu uma quebra de expectativa grande. A primeira fala do seu texto começou correta, com um travessão. Depois disso, todas começaram com hífen. Hífen (-), travessão (—) e meia-risca (–) são três sinais gráficos com funções diferentes.

Mas o que realmente me chamou atenção no seu texto foi no seu primeiro pensamento. Eu sinto que você confundiu as vozes de narrador com personagem.

”Duke McCain” escreveu: Mentira – pensou Duke – isso era mais uma mentira que sua mãe inventava. Mesmo com o nascimento de meus irmãos, ela nunca nos priorizou. Isso com certeza é mais um golpe de marketing.

No mesmo pensamento ele se referiu como “sua mãe” e em seguida diz “nunca nos priorizou”. Você poderia ter escrito:
Mentira – pensou Duke, isso era mais uma mentira que sua mãe inventava. Mesmo com o nascimento de meus irmãos...
ou
"Mentira – pensou Duke – isso era mais uma mentira que ela inventou. Mesmo com o nascimento de meus irmãos...

Escrever pensamentos em primeira pessoa dentro de textos em terceira pode ser capcioso, contudo a prática pode evitar que coisas assim ocorram.

E pra alguém que se apresentou com “costuma ficar bastante irritando quando escondem a verdade dele.” ele perdoou a namorada muito fácil.



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Re: Ficha de Reclamação para Deuses Olimpianos

Mensagem por Margites Lefebvre em Ter 09 Jul 2019, 01:22


FICHA DE RECLAMAÇÃO
— Por qual deus deseja ser reclamado/ qual criatura deseja ser e por quê?


Hefesto, por vários fatores. Pretendo desenvolver um personagem mais introspectivo, amante da tecnologia e, é claro, negro. Tenho em mente algo que fuja do esteriótipo de herói, uma pegada focada nas forjas também.


— Perfil do Personagem (Características Físicas e Características Psicológicas - preferencialmente separadas):

Físicas

Iniciando pelo simples. Margites não é o que costumam associar à "atrativo" e nunca foi, talvez em sua adolescência. Com 1,75 de altura e pensando uns 80Kg, ele não é tampouco um daqueles com corpos super "definidos", na verdade tem até uma barriguinha. É negro, tem olhos castanhos bem escuros e cabelos crespos. Talvez eu precise me estender um pouco aqui, o cabelo do rapaz muda frequentemente graças ao gosto do rapaz que está constantemente mudando de penteado, desde raspar o cabelo à usar dreadlocks enormes.

Gosta de ser vestir com roupas alternativas, camisas, tênis confortáveis e causas que facilitem o movimento. Detesta usar acessórios no cabelo. Embora adore quase todos os outros tipos de acessórios. Também está costuma deixar a barba crescer, mas a muda com a mesma frequência que ao seu cabelo.

Mentais

Não é exatamente confiante, mas reconhece suas capacidades, mesmo sendo bastante humilde. Não gosta de elogios, acha que são geralmente bastante superficiais. É calmo e, às vezes, bastante introspectivo devido à criação que recebeu com seu pai e sua mãe. Margites ama adrenalina e aparatos mecânicos. Não gosta de falar muito, nem de gente que o faz, afinal, seus pais estavam sempre estudando e trabalhando e o fizeram gostar de ambiente quietos. Se um assunto o interessa, pode se concentrar facilmente nos estudos, mas a dislexia ataca quando está entediado e o torna incapaz de tal feito.

O caso de Eryn o atormentou e o deixou mais niilista do que o normal. Tem um grande desejo por compreender e controlar máquinas, se sente encaixado no quebra-cabeça, quando o faz. Não é bom em expressar emoções, mas as sente, mesmo detestando afeto de "amigos" ainda sente pesar ao perdê-los, o que é quase inevitável quando não se demonstra bem emoções.


— História do Personagem:


Eu sei bem que tipo de história você pretendia ler aqui. O clássico do semideus de problemas familiares, problemas escolares, que foi atacado por um monstro asqueroso, o derrotou milagrosamente com a ajuda de algum sátiro e/ou semideus que o buscava e por fim foi levado ao acampamento meio sangue. Lá se sentiria em casa, se sentiria encaixado realmente, sentiria que aquele é o seu lugar. Bem, hora de você trocar de história se é o que espera, esse não é o seu lugar.


Comecemos pelo início, obviamente. Margites viveu por poucos anos em um orfanato, como todo bom órfão, mas foi logo adotado por um casal francês que vive em Atlanta. Sua vida foi muito boa na verdade. Tem uma leve dislexia que apenas o atrasava um pouco nas leituras, mas nada mais do que isso. Seus pais viram grande potencial no rapaz e o colocaram nas melhores escolas que podiam pagar durante toda sua vida.


O pai era um grande sociólogo amante de filosofia e a mãe uma física muito respeitada na área. Suas influencias fizeram com que o garoto se empenhasse muito na escola e lesse pilhas de livros, mas tinha uma paixão assídua por máquinas. Qualquer tipo de maquinário ou tecnologia pareciam seduzir Margites.


A história de como ele foi reclamado se passa em Princeton, era seu primeiro semestre na faculdade aos 18 anos. Estava cursando Engenharia mecânica e aeroespacial. Porém como não sou eu que você quer que narre essa história, afinal, eu não estava lá. Veja por si mesmo então.


...



Olha, sinceramente, eu não sei o que eu ainda estou fazendo nessa universidade. Tudo bem, já estou no final do período letivo e praticamente tirei as melhores notas da turma, mais putain de merde c'est nul! Eu praticamente só tive aulas teóricas durante todo esse tempo, não toquei em um motor sequer! Não vou culpar a universidade pelas minhas escolhas, mas sem dúvidas eu poderia ter controlado esse meu desejo ardente por adrenalina usando drogas como qualquer outro universitário. O meu desejo por máquinas e veículos também poderia ser contido com um serviço meio período numa oficina.


Só que nenhum dos dois seria tão emocionante quanto roubar carros. Apertei o volante e acelerei mais. Algo em dirigir carros me fazia sentir vivo de novo, não só isso, mas ter que desmontá-los depois também era extremamente emocionante. Tudo isso me dá uma sensação de propósito na vida, como se ter de levar o carro para o Ulani fosse o mesmo que ter um destino na vida, como se fosse tudo o que eu precisasse. Virei à direita na rua Loomis, era uma sem saída. Todas as casas ali eram de Ulani, algumas habitadas por famílias comuns, outras por seus empregados.


— Cara, isso foi genial, de verdade. — Tomei um susto com a voz de Eryn ao meu lado, sempre esqueço que ele está comigo.
— Eu não acho, só no momento certo... — Detesto quando ficam me elogiando por coisas banais.
— Nem fodendo! Você é algum tipo de gênio dessas coisas, sério, você tem um dom cara. Você realmente deveria reconsiderar essa coisa de estudo. Se fizesse isso todo dia ficaria rico. — Ele gesticulou muito enquanto falava, como sempre, e vi que estava com a Glock na mão.
— Mano, chega desse assunto... E guarda essa porcaria, eu disse que não íamos precisar usar. Sabe que eu detesto essa bosta.
— É, mas eu adoro. Já disse que você deveria ter uma.


Ao fim da rua apertei o botão do controle e a garagem de Ulani se abriu, entrei com o carro.

— Ha! olha só o garoto! Nem uma sirene ou alerta no rádio da cidade!

Krish Ulani é o dono do lugar e meu chefe, que me paga pelos carros roubados. O conheci graças ao Eryn, ele estuda Economia em Princeton e é meu companheiro de quarto, ele me pediu para comprar drogas com ele um dia e acabei roubado um carro que ele disse que era dele e só estava sem as chaves. No fim das contas Krish me fez pagou bem e acabou me convencendo a continuar, mas continuo puto com Eryn. Isso deve fazer uns dois meses, roubo ao menos uma vez por semana só pela emoção.

— Só evitando que as coisas saiam muito do controle, Ulani... — Elogios não são muito minha praia, mesmo os indiretos.
— Eu passo os números das contas novas pra pegar o dinheiro na sexta.
— Sem pressa...

Estacionei o carro ao lado do dele. Ele tinha praticamente um salão só para carros (fossem dele ou não) e estava quase sempre cheio dos "funcionários" dele. Saí do carro, Eryn também o fez e correu para me alcançar enquanto eu ia entregar as chaves para Ulani.

— E me chame de Krish, garoto, eu já disse. Tome. — Me entregou uma nota de 50 dólares — Vão comer uma pizza.
— Obrigado senhor. — acenei de cabeça e apertei sua mão.
— É valeu cara, estávamos com uma fome da porra. — Eryn nunca tinha modos.
— O mínimo por hoje rapazes, agora vão. Vocês ainda têm aula hoje, certo?

confirmei de cabeça, lembrando que minha próxima aula seria dali duas horas, Ulani se virou e foi voltar para falar com um dos seus funcionários do desmanche. Krish é um havaiano que se juntou com os Crips de em Comptom e, depois de ajuntar um dinheiro, veio para Princeton e criou esse desmanche ilegal. Ele revende as peças em outras cidades pra não levantar suspeitas.Saindo de lá Eryn e eu fomos ao Domino's na State Road.

— Eu já disse mano, você podia ser igual naquele filme... Qual o nome? Com o ator que tem cara de triste. — De novo essa história.
— 60 segundos? Você fala isso toda vez, só esquece essa porra mano.

Comecei a ignorar ele depois disso e foquei em comer minha pizza. Quando terminamos saímos e estávamos indo à faculdade quando Eryn voltou a quebrar o bendito silêncio.

— Cara, acho que não vou pra aula hoje, vou falar com o Krish, talvez ele tenha um servicinho extra, quer vir?
Revirei os olhos.
— Não, vai na fé. — E ele foi.


Eu estava na rua Nassau quando esbarrei num cara estranho, ele estava com uma garota, ambos usavam roupa laranja. O estranho mesmo foi que um segundo eu juro que os CDs nas mãos dele viraram umas espécies de círculos com lâminas. Ele me olhou feio e continuou seu caminho.
— Eu não sei porque ele sempre insiste em ir na nossa frente. — A garota reclamou.
— Já até incluo isso nos meus planos, relaxa.


O restante do dia não teve nada fora do comum, exceto que Eryn acabou não voltando para o quarto naquela noite, mas poderia ser um trabalho mais complexo. Se fosse preso também não é da minha conta. Sexta-feira chegou, Krish me mandou a conta e saquei logo pela manhã. Porém o estranho... É que mesmo depois de três dias, Eryn não tinha dado sinal e vida. Sequer respondeu minhas mensagens. As aulas daquele dia foram um saco, pareceram ainda mais teóricas do que o de costume, só um monte de falação irritante, decidi ir falar com o Krish, dois numa semana uma única vez não faria mal. Cheguei à casa dele umas 19 horas.

— Pode entrar Marg, sabe que não precisa bater.

Como ele sempre sabia quando eu chegava na casa dele? Entrei e ele estava na sala assistindo algum filme na Netflix.

— Deixei menos do que o combinado? Devo ter algum dinheiro no escritório.
— Ah não, não, na verdade eu estava pensando se você tem algum serviço hoje, eu estava entediado e achei que seria bom uma renda extra.
— Ah finalmente está começando a participar mais das coisas, hein? Muito bom. — Sem dar atenção aos meus protestos abriu um laptop e olhou algumas mensagens. — Não tenho nada específico garoto, mas se me trouxer um carro antes das 21 eu vou ser legal e te pagar o dobro. — Ele me paga 2000 dólares por cada carro roubado o que significa que o dobro seria muito bom — E se me trouxer um SUV eu pago o triplo, toda semana me vem com esses Sedans, estou até acumulando umas peças. — Tudo bem, 6000 dólares é uma boa grana e eu nunca tinha dirigido um SUV antes, parecia divertido.
— Não sei se consigo estar aqui até as 21, mas garanto o SUV.
— Eu imaginei, te conheço garoto, nunca na cidade, seus 4 vão estar na mesma conta amanhã.


Saindo dali fui direto para Rocky Hill de ônibus, o 605 que liga as cidades. De lá fui à Montgomery, uma caminhada de mais de uma hora, apenas por precaução. Sinceramente não teve a menor diferença o processo de roubo, apenas circulei por um bairro até ver uma família saindo de casa sem carro, bem comum em cidades pequenas e então chamo pra ver se a casa realmente está vazia. Depois de três tentativas, as pessoas tem quem parar de deixar os filhos em casa, achei um alvo.


Peguei meu arame, enfiei na janela, abri a porta e corri pra dentro, caçando como um louco pelo alarme dele, estava dentro do puxador do cinto, fácil. Olhei o porta-luvas, chaves reservas. Que tipo de idiota deixa chaves reservas no carro? Ao menos uma vez por mês eu encontro imbecis assim... O caminho de volta era feito com muita calma. Eu ia de Montgomery para Harlingen, continuava pela 206, dava a volta pela Blackwells Mills, ia pra Kingston e de lá eu atravessava a cidade e atravessava o lago Carneige, depois só levava ao Krish. Cheguei à casa dele pouco depois da meia-noite, entrei com ele na garagem e deixei no lugar de sempre, estranhamente Ulani não estava ali pra me receber.

— Krishin! — Chamei, nada.

Passei para um dos corredores da casa dele e comecei a ouvir uns barulhos estranhos vindo do porão. Segui pro corredor do outro lado e abri a porta do porão, desci a escada devagar, o salão embaixo era um pouco menor que o da garagem, mas ainda era bem grande, dessa vez não haviam pessoas fazendo drogas nas mesas como da última vez. O salão estava vazio tirando por... Krishin sem camisa de frente pra um cara alto também sem camisa, os dois era incrivelmente bombados, mas por algum motivo Krishin era extremamente peludo e... Uma dor na minha cabeça e tudo ficou preto.


Acordei algum tempo depois e a cena era ainda mais estranha. Krishin estava com os braços laçados por uma corrente segurada pela garota de laranja de dois dias atrás, o cara bombado dava um mata-leão nele e ele estava cheio de cortes pelo corpo.

— Tudo bem, agora me diz, é só você mesmo ou tem mais algum cachorro por aqui? — Disse o garoto com quem eu esbarrei dois dias antes também entrando em cena, então, como algo fora desse mundo, ele uivou muito alto, tão alto que minhas pernas ficaram bambas. Quando olhei de novo, sua cabeça era a de um cachorro com pelo castanho claro, o corpo era coberto de pelos.
— Não me chame de cachorro, seu mestiço de merda. — Ele disse entre rosnados.
— Mas que porra... — Deixei escapar.


Todos na sala viraram a cabeça pra mim, o animal grotesco que fora Krishin aproveitou a distração e se soltou das correntes e partiu pra cima de mim

— Foi mal garoto, mas preciso de uma distração.

Olhei ao redor, nada pra me defender, olhei pra frente de novo e tinha um híbrido de cachorro com pessoa vindo na minha direção. Como meu dia e vida iam terminar assim? Uma corrente laçou o pescoço dele e ele foi puxado e parou de correr, então uma segunda puxada o fez ser arrastado uns 5 metros para trás. O bombado ajudou a garota.

— Responde logo à pergunta, você não vai escapar... — O rapaz parecia só estar fazendo um procedimento padrão.
— Você é idiota? Acha que com meu uivo você ainda estaria vivo se tivesse mais alguém aqui?
— Na verdade, eu acho, é fácil montar uma armadilha, fingir que está sozinho e nos emboscar.

A conversa continuou por alguns minutos, mas minha atenção passou pra outra coisa. No canto da sala, à esquerda da minha visão, estava Eryn. Sem roupas, um braço e meio e uma perna. Todo ensanguentado. Meu corpo congelou, senti meu corpo ficar mole e começar a tremer.

— Ele era muito chato, sabia que inclusive apontou aquela glock pra mim?
Olhei pro lado, Ulani animal estava olhando pra mim.
— Ulani?
— Pois é garoto, me espanta você nunca ter visto minha forma verdadeira antes, esse... Seu cheiro, você realmente queria muito crer que eu era um humano pra não ver.
O cara bombado olhou pra mim e depois para mim.
— Você o vê? Tipo, a forma diferente dele?"
— Com... Cabeça de cachorro? Vocês também estão vendo isso? — A garota do outro lado da sala bufou.
— Ótimo, agora temos um novato pra cuidar.


Ninguém na sala se dirigiu à mim de novo, por fim o rapaz das perguntas me pegou e me levou pro andar de cima. Grunhidos altos. Os outros depois subiram com roupas cheias de um pó dourado.

— Vamos te levar pra um lugar seguro... — Sirenes o interromperam.
— Puta merda, perfeito.
— Como a gente sai daqui agora? — Os três pareciam não saber lidar com a polícia.
—Eu posso tirar a gente daqui... — Os três me encararam.
— Como?


Fomos correndo para a garagem, Krish adorava guardar seus carros ali junto com os roubados, dizia que era pra motivar seus funcionários. Em especial ele tinha uma Maserati GranCabrio Sport que eu sempre quis dirigir.

— Entrem naquele, eu dirijo — Corri para a sala que ele tinha ali dentro e onde guardava todas as chaves, peguei a chave da Maserti pendurada na parede, ao menos ele era organizado. Entrei no carro, liguei o motor. — Magnífico... — Ouvi a polícia invadindo a casa pela sala — Vamos —. Apertei o botão da garagem e acelerei — Pra onde?
— Long Island".


Alguns dias se passaram. Levei algum tempo pra assimilar toda aquela história de mitologia grega e monstros, mas não tinha muito com o que debater quando um sátiro e um centauro diziam que era verdade. Passei uns três dias ali e voltei para Princeton, agora sem roubar mais carros e... Sem Eryn. Isso era bom e ruim ao mesmo tempo. Dois anos se passaram e eu ia para o acampamento nas férias, apenas um indefinido. Um indefinido que passava "tempo demais nas forjas".


Depois do segundo ano meus pais reclamaram que já não me viam com tanta frequência decidi contar tudo pra eles. Os levei à Long Island com a permissão de Quíron e ele me ajudou a explicar e provar tudo. Não foi fácil, mas me deixaram largar a faculdade depois de um tempo e ir morar no acampamento. Naquela mesma noite, durante o banquete, Hefesto me reclamou como sua prole.
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Margites Lefebvre
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Timmy para Ares

Mensagem por Timmy Coleman em Qua 10 Jul 2019, 21:04


FICHA DE RECLAMAÇÃO
— Por qual deus deseja ser reclamado/ qual criatura deseja ser e por quê?

Desejo ser filho de Nêmesis por acreditar que é a melhor escolha para o perfil de personagem desejado.
— Perfil do Personagem (Características Físicas e Características Psicológicas - preferencialmente separadas):

FÍSICO

Timothy Edgar Coleman é loiro, possui a pele bem pálida e é canhoto. Aos dezesseis anos, tem 1,75 metros de altura e pesa 65Kg. Gosta de se destacar visualmente mantendo a cabeça sempre erguida, a roupa alinhada e o peito estufado. Seus olhos verde claro são dotados de uma expressividade notável e por isso é fácil interpretar o que se passa na cabeça do rapaz.

PSICOLÓGICO

Apesar do apelido amistoso Timmy não é flexível. Este filho de Ares se preocupa muito com a parte da disciplina e pouco com a parte da guerra. Para ele a ética é primordial, as leis devem ser seguidas e o bem coletivo preservado.

Por algum motivo obscuro Timothy não teve contato com seu lado divino da família até recentemente, de forma que o mundo grego que ele conhece é diferente dos semideuses mais antigos no acampamento. Para ele a experiência de ser um semideus é basicamente se comportar como ele imagina que um herói se comportaria - o tipo de situação que aflora as características dele.

O semideus é uma pessoa que não dobra sua opinião por palavras de outros, gosta de tomar decisões baseado no conceito do Bem Comum. Tem o temperamento sereno mas tende a se enraivecer quando vê transgressões ao seu código pessoal.


CÓDIGO DE CONDUTA

Timothy possui comportamentos peculiares que são resultado do seu pouco entendimento sobre a divindade do mundo grego.

A) Respeito com todos porque todos são importantes para o coletivo;
B) Luta com honra, sem golpes baixos, porque de outra forma não há glória;
C) Misericórdia aos valentes e proteção aos mais fracos;
D) Nunca mentir ou desdizer uma só palavra.

É comum que ele lembre a si mesmo que deve seguir esse código.

— História do Personagem:

Harriet Coleman era âncora do Ballpark Talk, programa esportivo transmitido diariamente no horário nobre pela NBC. O foco do programa sempre foi o mundo do baseball, reunindo pautas para debate e notícias sobre o jogo ao longo da exibição. A influência de Harriet era tanta que no seu auge ela seria capaz de derrubar técnicos e jogadores apenas com comentários contundentes. Os fãs pareciam sempre apoiar a opinião da jornalista.

Apesar do apelo popular houve também muita comoção, já que os profissionais haviam se tornado reféns de Harriet, e logo surgiram os primeiros enfrentamentos. O presidente dos Red Sox acusou Coleman de manipular e propagar informações falsas, visando gerar uma crise interna e favorecer os NY Giants. De fato, houve crise no clube e o time de Nova York venceu a final, tornando Harriet Coleman a grande "culpada" pela derrota do time de Boston.

Por um tempo as coisas permaneceram calmas, mas a popularidade da jornalista começou a cair exponencialmente. O golpe final veio quando um estagiário do Ballpark Talk foi à FOX NEWS para mentir e alegar que Harriet realmente escolhia premeditadamente os alvos de suas críticas, para em seguida bombardeá-los com Fake News.

A NBC suspendeu Harriet para abafar os rumores negativos contra a emissora, após isso veio uma carta de demissão e no fim de tudo a jornalista estava desempregada.

Ares entra em cena aqui. Seduziu a jornalista num bar furreca, onde ela afogava as mágoas em doses de whisky. Ela foi movida pela ânsia de vingança e guiada pelo homem do bar (que se identificou como Joey) até que por impulso foram cobrar satisfações de seu ex-estagiário. Eles surraram o difamador juntos num beco próximo ao prédio onde o estagiário morava, e enquanto a vítima tentava se recompor da agressão, o deus e a jornalista copularam.


Timmy é resultado das interações citadas acima, e apesar de ser filho de uma entidade divina, nunca apresentou qualquer sintoma de ser um semideus. Tá certo, ele não tinha boas notas e nem gostava de ler, mas também não aparentava sofrer algum tipo de déficit.

Seus pontos fortes eram os esportes, principalmente atletismo e natação. Sempre recebeu os méritos de estudante dedicado, por isso tornou-se essa pessoa rígida (como citado no campo "personalidade").

O primeiro encontro com semideuses aconteceu no Central Park. Timothy testemunhou o confronto entre jovens do acampamento e uma horda de ciclopes e sua presença foi percebida por semideuses. Entre eles havia uma filha de Eos que foi capaz de afirmar que Timmy era um semideus, portanto o levaram com eles assim que a questão foi resolvida.

A reclamação aconteceu duas semanas depois, na hora do jantar, quando Ares resolveu admitir que aquele jovem esguio era seu filho. De fato, Timmy não saberia dizer quem era seu pai porque ainda conhecia muito pouco da cultura grega. Ele se sentiu diferente, sim, mais resignado e um pouco menos afável, como se houvesse conquistado magicamente um ar de autoridade. Foi um filho de Apolo com olho vesgo que anunciou aos quatro ventos: O NOVATO É DE ARES! No topo da cabeça de Timothy pairava a lança e o javali.

Ali começou o aprendizado de Timothy. O que ele aprenderia? A ser um semideus.


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Re: Ficha de Reclamação para Deuses Olimpianos

Mensagem por Éolo em Qui 11 Jul 2019, 00:09


Avaliação



Margites Lefebvre — Aprovado

Eu serei rápido Margites. A história é boa e me deixou bastante curioso. Sua escrita tem bastante potencial e espero te ajudar a melhorá-la.

Chamo sua atenção para o fato de você repetir com frequência o conectivo “e” em diversas situações. A frase
”Margites Lefebvre” escreveu: Uma corrente laçou o pescoço dele e ele foi puxado e parou de correr...
poderia ser escrita como “Uma corrente laçou o pescoço dele e ele foi puxado, parando de correr”

De modo geral, minha recomendação é que você revise seu texto. Houveram momentos onde você pensou em escrever algo, mas mudou de ideia e esqueceu de apagar o que escreveu antes.
“Margites Lefebvre” escreveu: Krish é um havaiano que se juntou com os Crips de em Comptom

Esse foi um exemplo bem claro disso. Ou então um parágrafo começando com letra minúsculas. Seus erros não são de coerência ou ortografia apenas precisa de uma revisão melhor. Escrever com mais calma e planejar um pouco antes ajuda bastante.

Tendo dito isso, não vejo motivos para reprová-lo, mas receberá descontos no xp bônus da ficha.

20 xp.
Timmy Coleman — Reprovado


Bom, tiveram motivos variados para eu te reprovar. Primeiramente, uma coisa que me deixou muito confuso: você pediu para ser reclamado por Nêmesis, mas durante toda a história narrou como se fosse Ares; além disso, você até postou a ficha no tópico errado! O tópico certo para postar uma ficha para Nêmesis seria aqui [clique].

Além disso, atente-se ao posicionamento das vírgulas e à repetição de palavras muito perto uma das outras, coisas que tiveram muito índice de erro durante sua narração. Também tente usar o travessão (—) no lugar do hífen (-), já que esse último é usado somente para unir palavras compostas.

Por último, eu tenho uma recomendação a fazer: narre como se você fizesse parte da história — mesmo que seja em terceira pessoa —, em vez de ser um narrador distante. Fica mais interessante desse modo, fazendo com que o leitor se envolva também no que está sendo narrado. Notei um exemplo bastante claro na sua ficha, em que você cita elementos do off.
Seus pontos fortes eram os esportes, principalmente atletismo e natação. Sempre recebeu os méritos de estudante dedicado, por isso tornou-se essa pessoa rígida (como citado no campo "personalidade").

De todo modo, faltou muito pouco para que eu te aprovasse, então tente novamente!


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Re: Ficha de Reclamação para Deuses Olimpianos

Mensagem por Timmy Coleman em Qui 11 Jul 2019, 01:09


FICHA DE RECLAMAÇÃO
— Por qual deus deseja ser reclamado/ qual criatura deseja ser e por quê?

Desejo ser filho de Ares por acreditar que é a melhor escolha para o perfil de personagem desejado.
— Perfil do Personagem (Características Físicas e Características Psicológicas - preferencialmente separadas):

FÍSICO

Timothy Edgar Coleman é loiro, possui a pele bem pálida e é canhoto. Aos dezesseis anos, tem 1,75 metros de altura e pesa 65Kg. Gosta de se destacar visualmente mantendo a cabeça sempre erguida, a roupa alinhada e o peito estufado. Seus olhos verde claro são dotados de uma expressividade notável e por isso é fácil interpretar o que se passa na cabeça do rapaz.

PSICOLÓGICO

Apesar do apelido amistoso Timmy não é flexível. Este filho de Ares se preocupa muito com a parte da disciplina e pouco com a parte da guerra. Para ele a ética é primordial, as leis devem ser seguidas e o bem coletivo preservado.

Por algum motivo obscuro Timothy não teve contato com seu lado divino da família até recentemente, de forma que o mundo grego que ele conhece é diferente dos semideuses mais antigos no acampamento. Para ele a experiência de ser um semideus é basicamente se comportar como ele imagina que um herói se comportaria - o tipo de situação que aflora as características dele.

O semideus é uma pessoa que não dobra sua opinião por palavras de outros, gosta de tomar decisões baseado no conceito do Bem Comum. Tem o temperamento sereno mas tende a se enraivecer quando vê transgressões ao seu código pessoal.


CÓDIGO DE CONDUTA

Timothy possui comportamentos peculiares que são resultado do seu pouco entendimento sobre a divindade do mundo grego.

A) Respeito com todos porque todos são importantes para o coletivo;
B) Luta com honra, sem golpes baixos, porque de outra forma não há glória;
C) Misericórdia aos valentes e proteção aos mais fracos;
D) Nunca mentir ou desdizer uma só palavra.

É comum que ele lembre a si mesmo que deve seguir esse código.

— História do Personagem:

Harriet Coleman era âncora do Ballpark Talk, programa esportivo transmitido diariamente no horário nobre pela NBC. O foco do programa sempre foi o mundo do baseball, reunindo pautas para debate e notícias sobre o jogo ao longo da exibição. A influência de Harriet era tanta que no seu auge ela seria capaz de derrubar técnicos e jogadores apenas com comentários contundentes. Os fãs pareciam sempre apoiar a opinião da jornalista.

Apesar do apelo popular houve também muita comoção, já que os profissionais haviam se tornado reféns de Harriet, e logo surgiram os primeiros enfrentamentos. O presidente dos Red Sox acusou Coleman de manipular e propagar informações falsas, visando gerar uma crise interna e favorecer os NY Giants. De fato, houve crise no clube e o time de Nova York venceu a final, tornando Harriet Coleman a grande "culpada" pela derrota do time de Boston.

Por um tempo as coisas permaneceram calmas, mas a popularidade da jornalista começou a cair exponencialmente. O golpe final veio quando um estagiário do Ballpark Talk foi à FOX NEWS para mentir e alegar que Harriet realmente escolhia premeditadamente os alvos de suas críticas, para em seguida bombardeá-los com Fake News.

A NBC suspendeu Harriet para abafar os rumores negativos contra a emissora, após isso veio uma carta de demissão e no fim de tudo a jornalista estava desempregada.

Ares entra em cena aqui. Seduziu a jornalista num bar furreca, onde ela afogava as mágoas em doses de whisky. Ela foi movida pela ânsia de vingança e guiada pelo homem do bar (que se identificou como Joey) até que por impulso foram cobrar satisfações de seu ex-estagiário. Eles surraram o difamador juntos num beco próximo ao prédio onde o estagiário morava, e enquanto a vítima tentava se recompor da agressão, o deus e a jornalista copularam.


Timmy é resultado das interações citadas acima e apesar de ser filho de uma entidade divina nunca apresentou qualquer sintoma de ser um semideus. Tá certo, ele não tinha boas notas e nem gostava de ler, mas também não aparentava sofrer algum tipo de déficit.

Seus pontos fortes eram os esportes, principalmente atletismo e natação. Sempre recebeu os méritos de estudante dedicado e por isso tornou-se uma pessoa rígida.

O primeiro encontro com semideuses aconteceu no Central Park. Timothy testemunhou o confronto entre jovens do acampamento e uma horda de ciclopes e sua presença foi percebida por semideuses. Entre eles havia uma filha de Eos que foi capaz de afirmar que Timmy era um semideus, portanto o levaram com eles assim que a questão foi resolvida.

A reclamação aconteceu duas semanas depois, na hora do jantar, quando Ares resolveu admitir que aquele jovem esguio era seu filho. De fato, Timmy não saberia dizer quem era seu pai porque ainda conhecia muito pouco da cultura grega. Ele se sentiu diferente, sim, mais resignado e um pouco menos afável, como se houvesse conquistado magicamente um ar de autoridade. Foi um filho de Apolo com olho vesgo que anunciou aos quatro ventos:

— O NOVATO É DE ARES!

No topo da cabeça de Timothy pairava a lança e o javali. Ali começou o aprendizado de Timothy. O que ele aprenderia? A ser um semideus.


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Re: Ficha de Reclamação para Deuses Olimpianos

Mensagem por Maisie De Noir em Qui 11 Jul 2019, 17:58


Avaliação


Timmy Coleman — Aprovado


Olá Timmy! Agora sim a ficha está coerente e devo dizer muito bem escrita. Adorei que se atentou a detalhes de sua trama, mesmo falando mais de sua mãe, ainda assim deu uma boa base da história do seu personagem. Vi que aderiu aos toques do Éolo e isso apenas melhorou sua ficha. Parabéns!


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Re: Ficha de Reclamação para Deuses Olimpianos

Mensagem por Eos em Qui 11 Jul 2019, 18:19



Atualizado

por Eos


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reclamação

Mensagem por Clarence Todd em Qua 17 Jul 2019, 15:42


FICHA DE RECLAMAÇÃO
Por qual deus deseja ser reclamado/ qual criatura deseja ser e por quê?

Simpatizo com a figura que Afrodite representa e fazer minha personagem como uma filha da mesma é o meio que criei para poder mostrar que nem sempre as crias da deusa são desinibidas, sempre arrumadas e/ou maquiadas, egocêntricas, caracterizadas quase como "Barbiezinhas" metidas e que só pensam no próprio 'eu'.




Perfil do Personagem (Características Físicas e Características Psicológicas - preferencialmente separadas):

Características Físicas: Clarence é uma garota com descendência russa por parte de seu pai, possui olhos que nem a mesma sabe exatamente de que cor são pelo fato dos mesmos variarem entre um azul fascinante e um cinza misterioso e intrigante. Seus cabelos são longos e na cor castanha, possui sardas em seu rosto —as quais a garota adora e diz ser a sua parte favorita em seu rosto. Claire não é muito alta, possui somente 1,60 m de altura e 50 Kg. Seu corpo é torneado, com curvas na medida certa, nada muito exagerado e por onde passa torna-se o centro das atenções pela sua beleza e sua pele bronzeada.


Características Psicológicas: Diferentemente de muitos filhos de Afrodite, Clarence apesar de toda a sua beleza é uma jovem insegura, tímida e, acima de tudo, um tanto desleixada. Nunca ligou para essa coisa de estar sempre bonita e perfeitamente apresentável, não gostava de ser como as garotas riquinhas e mimadas de sua escola. Sempre fora mais na sua, odiava chamar atenção para si —mesmo que fosse quase impossível—, tentava ao máximo passar despercebida com seus moletons e jeans surrados. Mas, por trás de toda essa timidez que você encontra no primeiro contato com Claire,  está uma menina delicada, que cuida dos que ama, extremamente fofa, piedosa, empática, carinhosa, simpática e até mesmo engraçada. Clarence adora fazer piadinhas sem graça, e um de seus defeitos é fazê-las em momentos inadequados.




História do Personagem:

       Crescida em New Jersey com seu pai Harold e sua madrasta —que não gostava da garota pelo fato de ser fruto de outro relacionamento que ainda mexia com Harold— Scarlett, Clarence teve uma infância comum. Ia para a escola como todas as outras crianças tinha poucos amigos, saía com sua família aos finais de semana, gostava de brincar, enfim, nada fora do normal. Todas as noites seu pai lhe contava histórias da mitologia grega que deixavam a pequena Claire fascinada e encantada com toda a magia e as situações fantásticas — que até então ela achava ser pura invenção de alguém e não algo real de um mundo a qual ela pertencia.
       
        Como sabemos, a maioria dos semideuses passam a ser detectados facilmente pelos monstros por volta dos 12 anos de idade, porém com Claire não fora desse jeito. Percebendo que a sua filha poderia passar mais tempo ao seu lado, Harold a manteve consigo até completar seus 16 anos de idade. Vendo que já se tornara inevitável continuar escondendo as origens da jovem, resolveu chamá-la para uma conversa a qual diria tudo que estava até então oculto.

         —Clarence, acho que já está na hora de eu lhe contar mais sobre sua mãe. Você se lembra de todas aquelas histórias que eu lhe contava todas as noites antes de dormir, certo? Lembra-se que algumas delas falavam sobre filhos dos deuses gregos com os humanos, os chamados Semideuses ou Meio-sangues? Se sim, sabe que os deuses não podiam se manter perto dos seus filhos. —Harold tentava ir com calma para que a filha entendesse tudo perfeitamente.

         —Claro que sim papai, eu adorava essas histórias e até mesmo sinto falta das mesmas. —um sorrisinho carregado de saudade brotou nos lábios de Claire. —Mas... não estou entendendo, onde quer chegar com isso tudo?

         —Filha, não eram simples histórias. Os deuses de fato existes e, consequentemente, todas os monstros das histórias e os semideuses também. O que quero dizer minha pequena, é que há um motivo para você nunca ter conhecido sua mãe. Ela não nos deixou por vontade própria, não era deste tipo de mulher. —o esboço de um sorriso amargurado toma conta do rosto de Harold. —Sua mãe teve de nos deixar por ser uma deusa Claire, você não é uma criança normal como sempre pensou que fosse, é uma semideusa!

         —Você andou bebendo de novo, não é? — a garota gargalhou com vontade mas ao ver que seu pai se mantinha sério, engoliu em seco. Sabia que seu pai não costumava brincar quando se tratava dessas histórias antigas e só fez com que Clarence ficasse ainda mais em choque. Em sua memória vinham flash de momentos de sua infância os quais via criaturas altas e fortes pelos becos de New Jersey e quando tentava mostrar ao seu pai ou sua madrasta, ambos diziam que ela tinha uma imaginação muito fértil. Agora, Claire sabia que não era só coisa de sua imaginação, isso dizia que aqueles monstrengos de fato existiam.  —E-Então, eu sou uma semideusa? Assim os dos mitos que já não são mais mitos por que segundo o que você me disse, todos existem? Mas, quem é minha mãe?

         O pai sorriu de maneira fraternal e carinhosa e levou uma das mãos até as madeixas castanhas da filha, acariciando-as. O homem conseguia ver quase todos os traços de sua antiga paixão fixados no rosto de sua primogênita, especialmente em seus olhos que eram encantadores para ele. Vendo a garota em sua frente o mesmo lembrava dos momentos com a deusa que para sempre se fixaram em sua memória.

          —Você é filha de Afrodite, deusa do amor, da beleza e você deve se lembrar do resto. —piscou para a mais nova tentando quebrar um pouco da tensão do momento. —Eu consegui manter você perto de mim por mais tempo do que deveria e felizmente nada de ruim te aconteceu. Mas, quando as crias dos deuses descobrem sobre a verdade, seu cheiro se torna mais forte e muito mais atrativo, por isso criaram um lugar seguro para crianças como você Claire, o Acampamento Meio-Sangue. Lá você receberá todo o treinamento preciso para que fique bem, minha querida. Este mundo o qual vivemos é perigoso, os monstros andam pro todos os lugares. E sei que se não fosse necessário, sua mãe não haveria me dito todas essas coisas para sua segurança.

          Clarence se mantinha estática, eram muitas informações para serem processadas em tão pouco tempo. Os deuses, os monstros e tudo que era mitológico existia, ela era filha de Afrodite e agora deveria deixar sua casa para ir viver em tal acampamento que a mesma nem queria ir. A jovem não queria ficar longe do pai, já passara a vida toda longe da mãe e se quer havia a conhecido. Não achava certo deixá-lo para trás, e se algo acontecesse? E se sua madrasta louca e desmiolada acabasse com a sanidade mental de seu pai?

         —Eu só não quero deixar você pai, não quero ficar longe de você. —Claire abraçou seu pai com força como se a qualquer momento ele pudesse fugir. —Se eu for para o Acampamento, promete me mandar cartas ou coisas assim? Promete me contactar sempre que possível? E que eu poderei vir para casa sempre que eu quiser? —mesmo não gostando de deixar perceptível aos outros, para a Todd, sua família era sua base e sua motivação para viver cada dia.

          —Claro que sim! Acha que eu conseguiria deixar a minha bebê longe de mim por muito tempo? — Harold riu e beijou o topo da cabeça da menina. —Mas apresse em ajeitar sua mochila com tudo que for necessário para chegar em segurança ao acampamento. Entrei em contato com Quíron e o mesmo disse ter enviado um sátiro, mas creio que não teremos tempo para esperá-lo. Alguns ciclopes tem rodeado nossa casa nos últimos dias, partiremos essa noite.

           Harold era um dos poucos humanos capazes de enxergar através da névoa, esta era uma habilidade que muitas vezes o deixava apavorado pelo fato de conseguir ver todas as criaturas horripilantes que caminhavam livremente por New Jersey, e ainda por cima, sentia-se aterrorizado ao pensar que os mesmos poderiam atacar sua primogênita.

-x-

           Na madrugada daquela mesma noite, Clarence e Harold partiram de carro de New Jersey até Long Island onde se localizava o Acampamento Meio-Sangue. Durante todo o trajeto, os dois tentaram deixar de lado toda a tensão e curtir o último momento juntos —já que ficariam um longo período longe um do outro—. Durante as quase quatro horas de viagem, cantaram, gargalharam, contaram piadas, brincaram entre si e aproveitaram cada segundo da viagem.

            Quando finalmente adentraram uma estrada completamente no meio do nada, perdida entre as árvores, Harold parou o carro e se virou para sua filha suspirando de maneira lenta e profunda.

            —Eu só posso vir até aqui, está vendo aquele grande pinheiro? Não pare de correr até perceber que passou dele, tudo bem? —indicou com a mão a grande árvore que estava a uns 300 metros à frente. —Eu te amo Clarence, e eu prometo que a partir daqui, tudo fará mais sentido okay?  Agora você tem que ir, até logo certo?

            A garota sorriu para o pai sentindo seus olhos já estarem lacrimejando, denunciando sua vontade de chorar. Jogou sua mochila nos ombros, soltou o cinto de segurança e beijou a bochecha do mais velho.

             —Eu também te amo muito papai, até logo. — e então saiu do carro rapidamente e correu para o pinheiro assim como fora instruída.

            Submersa em seus pensamentos, Clarence perdia totalmente a noção da distância. Em sua cabeça turbilhões de perguntas a atingiam. Será que as pessoas aqui irão gostar de mim? Será que conseguirei me adaptar? Se todos são filhos de algum deus, eu posso ter irmãos? Meu pai ficará bem? Será que algum dia irei conhecer Afrodite?
Quando se deu conta de que havia passado do pinheiro e estava muito distante do mesmo, puxou o ar para dentro dos seus pulmões numa tentativa de recuperar o fôlego perdido na corrida. Voltando seu olhar para frente observou o que estava ao alcance dos seus olhos, a estrutura do acampamento parecia ter sido extraída de algum filme e isso trazia um certo charme para o lugar, o cheiro de morangos frescos, suculentos e bem vermelhos invadiam sua linha olfativa e a agradara demasiado mesmo não sabendo de onde vinha o aroma. Caminhando mais adiante, viu uma junção de chalés em formato de "U" e ficou intrigada. Cada um deles era diferente um do outro e
as decorações eram bem distintas.

         Clarence notou uma luz diferente pairando sobe sua cabeça em um tom levemente rosado, parando para observá-lo notou que o mesmo era uma pomba com uma rosa presa em seu bico. Logo, veio em sua mente a lembrança de que esse era um dos símbolos de Afrodite e constatou que talvez fosse essa sua confirmação de que realmente era uma cria da deusa.

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Re: Ficha de Reclamação para Deuses Olimpianos

Mensagem por Aled Lynch em Qua 17 Jul 2019, 18:03


Avaliação



Clarence Todd  — Aprovada


95 xp.

Olá, Clarence! Primeiramente, seja bem-vinda ao fórum!

Bem, no início da história você falou que geralmente os monstros começam a detectar os semideuses a partir dos 12 anos e que isso não aconteceu com a Claire porque ela é diferente, porém não encontrei no texto o motivo que a torna especial. Assim, por mais que esse não tenha sido um fator forte o suficiente para reprová-la, gostaria de deixar o conselho para que você tenha mais cuidado em narrações futuras a fim de evitar perder pontos por incoerência.
Ademais, todos os tópicos obrigatórios da ficha de reclamação foram cumpridos, o que me levou a aprová-la. No entanto, notei alguns erros bastante recorrentes quanto à pontuação/formatação/estrutura dos diálogos (o que me fez descontar um pouco da xp), portanto gostaria de deixar esse link que aborda de forma completa as referidas questões (inclusive pode te ajudar quanto ao momento em que é necessário fazer a quebra do parágrafo, separando a narração do diálogo). Além disso, notei alguns outros erros gramaticais (principalmente no uso da vírgula), então seria bom você dar uma lida nesse texto também.
Deixarei alguns exemplos a seguir do que encontrei na sua narração:

@Clarence Todd escreveu:Ia para a escola como todas as outras crianças tinha poucos amigos, saía com sua família aos finais de semana, gostava de brincar, enfim, nada fora do normal.

Percebe que, nesse caso, a falta da vírgula até prejudicou o sentido da frase? Acredito que o correto seria "Ia para a escola como todas as outras crianças, tinha poucos amigos, saía com sua família [...]".

E há outros casos semelhantes, porém não citarei todos para evitar que a avaliação fique muito maçante.

Quanto ao problema na pontuação do diálogo, eis um exemplo:

@Clarence Todd escreveu:—Você é filha de Afrodite, deusa do amor, da beleza e você deve se lembrar do resto. — piscou para a mais nova tentando quebrar um pouco da tensão do momento. —Eu consegui manter você perto de mim por mais tempo do que deveria e felizmente nada de ruim te aconteceu.

Nesse caso, o problema se encontra no início da frase (após o travessão) com letra minúscula sem que o verbo seja de elocução (dicendi ou sentiendi). Dessa forma, não haveria problema iniciar a frase com minúscula se o verbo utilizado fosse dicendi (falar, afirmar, gritar, declarar, exclamar, questionar, pedir, entre vários outros) ou sentiendi (berrar, gaguejar, gemar, suspirar e etc).
No entanto, quando a frase depois do travessão (ou das aspas, a depender do estilo de narração) não começar com um verbo de elocução, o início deve ser com letra maiúscula.

Percebi esses equívocos em outros trechos também, mas já estendi muito essa avaliação.

No mais, parabéns pela aprovação e espero que você se divirta narrando a sua personagem!

Qualquer dúvida ou reclamação, não hesite em entrar em contato. Boa sorte!

ATUALIZADO




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Re: Ficha de Reclamação para Deuses Olimpianos

Mensagem por Lumen Belserion em Dom 28 Jul 2019, 16:44


FICHA DE RECLAMAÇÃO
— Por qual deus deseja ser reclamado/ qual criatura deseja ser e por quê?

Quero ser reclamado por Afrodite, meu personagem nasceu rodeado pelo caos mesmo sendo o filho da beleza/amor. Quero brincar com essa dualidade.

— Perfil do Personagem (Características Físicas e Características Psicológicas - preferencialmente separadas):

Lumen é a típica pessoa da média, não é o mais feio, aqueles que as pessoas zoam na escola ou o mais bonito, sempre esteve ali no meio da multidão dificilmente se destacando em algo de fato. Seu cabelo negro e mais longo reação a sua pele facial, ele tem uma tendência a deixa-lo mais cumprido, mas não se importa de cortar o cabelo para uma ocasião especial. Seu corpo é na medida, nem muito gordo, nem muito magro e que cai muito bom com roupas de gente rica. Sua barba por fazer pode lhe dar um aspecto de desleixado, mas ele não se importa muito com isso. Mesmo com toda esse porte fisico ele encanta os olhos de algumas pessoas por uma beleza que ele não se vê tendo.

Ele se vê como uma pessoa fria e minuciosa, pois adora elaborar planos e ele não se importa nem um pouco de perder toda sua noite, que por sinal o deixa mais energizado do que quando o sol nasce. O caos tende a chamar sua atenção, é algo que o fascina de forma que sequer ele entende, adora ver ele acontecendo nem mesmo que tenha que botar a mão na massa para isso. Mesmo não tendo amigos durante sua vida ele sempre se deixou aberto para isso, mesmo não fazendo grandes esforços a principio. Ele se mostra uma pessoa que adora usar palavras, pois ele viu que se elas forem bem usadas podem fazer coisas incríveis acontecerem, mas até então ele só viu isso sendo usado pelo mau e assim reproduzia. Lumen simplesmente adora carboidratos e é mais uma pessoa de comida salgada e amarga, doce é algo que não captou sua atenção. Seu estilo é bem casual, adora roupas confortáveis acima de tudo.

— História do Personagem:
Anos se passavam Lumen já estava com seus 15 anos e cheio de problemas que o circulavam, mas nada o incriminava de fato, ele sempre planejava tudo durante a noite quando a lua estava em seu ápice, deitado na cama com seu pijama de seda em tons de bege e cinza, ele se viraria alcançando o espaço da cama em um lugar específico onde guardava um pequeno caderno preto que não era muito pesado por ter poucas folhas, mas sua capa era texturizada com algumas letras escritas em dourado “A parte escura da lua”.
Durante esse momento o jovem se sentia diferente, sua mente trabalha melhor do que quando o sol nascia, era como se algo além do seu conhecimento o acompanhasse durante a noite, ele olhava pela sua grande janela onde a lua banhava com sua luz o quarto de forma que ele conseguisse ler perfeitamente as palavras de seu caderno, ele sorria durante esses momentos, ele se sentia bem, seu coração parava de palpitar tanto naquele momento como quando era criança a espera de algo que o acalmasse como a discórdia.

Como eu farei meu derradeiro plano… preciso achar um jeito de fazer aquilo, não quero esperar mais, ele estava obstinado, já haviam se passado muitos anos desde que ele começou a ter interesse por saber quem é sua mãe, ele pegaria sua caneta com a mão dominante e começaria a escrever de forma quase que frenética na calmaria e silêncio daquela fatídica noite, você vai me falar de um jeito ou de outro. Assim a noite passava, a lua se afastava cada vez mais de Lumen e por consequência sua fluidez mental diminui, mas isso já não era mais necessário seu plano estava feito, ele fecharia o caderno, passaria a mão sobre a capa como se tivesse algum apego aquele objeto, se moverá pela cama novamente guardando seu bem precioso no lugar de sempre. Ele puxaria suas cobertas para si a procura de uma posição confortável, ele via parcialmente pela sua janela o céu já mais claro, balbuciou para si enquanto apagava de sono:

– Pelo menos vou dormir algumas horas antes de conseguir minha respo…

Seu sonho era estranho ele ouvia uma voz feminina que não lhe recordava ninguém, as frases que eram ditas deixavam ele ainda mais confuso, pois a língua era totalmente estranha e diferente de todas que já ouviu.

Lumen não sabia ao certo quanto tempo se passava, ele despertava de seu sono, a luz do sol queimava sua face, o som do despertador ressoava em sua mente ao ponto de fazer o garoto sair daquele momento em que você acaba de acordar e não sabe quem é, onde está, o que está pensando, aquele momento onde tem apenas o vazio de sua mente e o jovem adorava saborear aquele momento. Cerraria os dentes de raiva por ter seu sono interrompido, mas logo se acalmaria, pois sabia que o grande dia chegou, saltava da cama com seu caderno especial em mãos, vestiria suas roupas casuais como calça jeans preta, sapatos cinza gelo e uma camisa com uma estampa maneira.

Era exatamente 8:30 AM, seu pai estava tomando banho para ir trabalhar, Lumen esgueirava-se até a porta do quarto onde ele ouvia o barulho de água correndo, com os passos mais cautelosos que podia ter ele chegaria ao closet do seu pai, as roupas velhas que seu pai, provavelmente, nunca mais usaria estavam jogadas pelo chão do grande closet, parte do vapor do box entrava no local em que estava, pra que esse banho tão quente, pai? se questionaria enquanto ia para o pequeno porta-bugigangas de seu pai, era o local onde ele guardava seus relógios, anéis e principalmente sua carteira, assim que ele via aquele quadrado de couro envelhecido que tinha apenas cartões bancários dentro fazia o jovem passar por um turbilhão de felicidade, tudo está dentro dos conformes, ele pegaria a carteira, buscaria com sua mão trêmula buscava por um certo cartão que Lumen sabia que estava ligado diretamente com a conta que tinha mais dinheiro, era um cartão negro com escrita em cinza, ele pegava aquilo e partia em silêncio para fora do quarto de seu pai direto para seu quarto onde trancaria a porta logo em seguida.

Ele correria para seu macbook, abriria um monte de lojas de presentes para namoradas e mandaria para todas suas amantes, incluindo a principal com os nomes errados, Lumen sabia que sua esposa não tinha um acordo pré-nupcial e ela poderia arrancar muito dinheiro de seu pai, seria a chantagem perfeita. A lista era tão longa que ele demorou cerca de uma hora para acabar aquilo, ele estava totalmente focado, com todo preparativo feito ele pegaria seu celular e discou o número de seu pai, engoliria a seco sua saliva enquanto ouvia o som repetitivo de que está chamando algum número “tu… tu… tu…” de forma subita uma voz surgia comprimentando, era seu pai:

– Fala filho, o que você quer agora, dinheiro dinheiro de novo… estou de mandando, espere u…

– Não pai – interromperia o pai no meio de sua frase – eu quero saber aquilo que sempre te perguntei, quero saber quem é minha mãe, chega de enrolar e ganhar tempo. Se não conseguir uma resposta eu tenho um jeito de fazer você perder aquilo que você mais se importa, seu bem mais precioso.

– Mas você não ousaria, sem meu dinheiro você não é nada, eu estou muito bem protegido pelos meus advogados, não tem como eu perder isso agora seu ingrato.

– Sua esposa sabe, ela pode conseguir dinheiro com divórcio… eu preparei tudo, só falta uma coisa, você me dar a resposta que tanto procuro.

Um momento de silêncio corria pela chamada, o nervosismo de Lumen só crescia com tempo, mas ele tentava ao máximo transparecer calma pela ligação.

– No meu quarto tem um cofre, vá lá abra ele, sua digital é a única cadastrada ali, siga as instruções se quiser, sua mãe deixou aquilo quando abandonou você comigo.

Lumen desligaria a ligação a correria com toda sua capacidade em direção ao quarto, ele esbarrava nos móveis e sequer ligava para isso, parado na frente do cofre ofegante ele secava seu dedão e colocava no lugar para que sua digital fosse lida, um barulho de metal se originava de dentro do cofre, ele estava destrancado, ele abria ele uma pequena caixa de madeira com ornamentos em ouro se mostrava. Subia na cama de seu pai e ali mesmo ele abria o presente de sua mãe, dentro da caixa haviam objetos estranho como um pedaço de madeira que parecia ser uma varinha do Harry Potter com uma maçã dourada cravada nela, junto desse objeto havia uma carta com algumas coordenadas e uma frase escrita a mão em letra cursiva “não vá sozinho” com sua curiosidade explodindo ele chamava alguns guardas de seu pai e subiu no helicóptero da família, colocava as coordenadas no GPS mostrando o local ao piloto, ele decidiu partir com suas roupas mesmo e nada mais além do báu de sua mãe. O local não era muito distante de helicóptero, a viagem foi estranhamente calma, pois ele não tinha como falar nada para ninguém, ele apenas estava seguindo um pedaço de papel que sua mãe deixou quando o abandonou.
Quando chegava perto do local o helicóptero pousa e Lumen apenas dizia para as pessoas irem embora, ele não havia entendido o porquê de ir sozinho, não tenho necessidade de seguir tudo à risca, provavelmente nem deveria confiar nessa mulher que se diz minha mãe.
O jovem andou e andou com o auxílio do GPS, parecia não haver nada ali quando passava sem perceber por uns galhos estranhos que aparentavam fazer um arco mal feito, num piscar de olhos ele via um acampamento surgir assim como diversas pessoas, muitas dessas pessoas pareciam fantasiadas, minha mãe me mandou para uma convenção de pessoas que se fantasiam de coisas místicas… que brochante mãe. Lumen apenas ficava parada segurando aquela caixa que começava a pesar, ele começaria a se virar para ir embora quando era abordado por um homem de chifres, ele logo zuaria:

– Nossa, está fantasiado de corno senhor.

– Ou ou ou, olha como você fala com estranhos, o que fez você aparecer aqui… pera, você é novo… TEM SANGUE NOVO NO PEDAÇO.. um semideus novo entre nós, de quem será que você é filho.

O chifrudo com um movimento rápido pegava o baú das mãos de Lumen abrindo em seguida vendo aqueles utensílios junto da carta, ele falaria para Lumen:

– Me segue que preciso e te mostrar algo.

A seriedade que o jovem sentia era diferente, mesmo não estando numa situação de discórdia seu coração se acalmava e por conta disso ele decidiu segui-lo para dentro do acampamento.

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Re: Ficha de Reclamação para Deuses Olimpianos

Mensagem por Melinoe em Dom 28 Jul 2019, 17:16


Avaliação



Lumen Belserion  — aprovado


Oi! Seguinte, eu gostei muito da história e da personalidade do personagem. Eu particularmente gosto dessa coisa meio chaotic, então fiquei bastante atraída pela trama que você tá construindo. Além disso, o contraste entre o que você é e o que filhos de Afrodite geralmente são me deixou bastante impressionada. Parabéns!

Entretanto, tenho que ressaltar alguns pontos importantes para a evolução da sua escrita. Primeiramente, atente-se ao tamanho dos períodos. Foi comum na sua ficha a utilização de muitas vírgulas, de modo que em alguns parágrafos só existe um ponto final, deixando a leitura cansativa. Tente reler seus textos, e acrescente ponto final em muitos lugares para uma melhor construção. Por exemplo, caso eu reescrevesse o seu primeiro parágrafo, eu colocaria assim:
Anos se passavam, e Lumen já estava com seus 15 anos e cheio de problemas que o circulavam, mas nada o incriminava de fato. Ele sempre planejava tudo durante a noite, quando a lua estava em seu ápice, deitado na cama com seu pijama de seda em tons de bege e cinza. Ele se viraria, alcançando o espaço da cama em um lugar específico onde guardava um pequeno caderno preto que não era muito pesado por ter poucas folhas, mas sua capa era texturizada com algumas letras escritas em dourado “A parte escura da lua”.

Além disso, minha outra dica é que se atente ao tempo verbal que você utiliza. Eu notei que a maior parte do texto você escreveu no futuro do pretérito (ex.: partiria, chamaria, sentaria), mas muitas vezes você oscilou entre esse e outro tempo verbal. Por exemplo:
Cerraria os dentes de raiva por ter seu sono interrompido, mas logo se acalmaria, pois sabia que o grande dia chegou, saltava da cama com seu caderno especial em mãos, vestiria suas roupas casuais como calça jeans preta, sapatos cinza gelo e uma camisa com uma estampa maneira.
No caso, tente-se ater a somente um desses tempos. Particularmente, eu acho o pretérito imperfeito mais fácil (ex.: pulava, amava, saltava), mas o jeito que você narra é bastante diferente e interessante.

Tirando tais erros, sua narração é muito boa! Se esforce nesses pontos e seus textos ficarão impecáveis.

80xp.

ATUALIZADO




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Re: Ficha de Reclamação para Deuses Olimpianos

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