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INVASÃO AO ACAMPAMENTO

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INVASÃO AO ACAMPAMENTO

Mensagem por Dave L. Bradford em Seg 14 Fev 2011, 15:22

AAAAAAAAAAAAAA, ESTÃO INVADINDO O ACAMPAMENTO. NOSSAS BARREIRAS DE PROTEÇÃO FORAM DESTRUÍDAS, E AGORA, PRECISAMOS DE VOCÊS, CAMPISTAS.

Bom, parte do exército DE MONSTROS do Exército de Cronos adentrou o Acampamento e está indo em direção da Casa Grande.
Caro campistas, TODOS vocês podem lutar contra vocês, porém existem algumas regras:
- É proibido post duplo.
- É proibido trollar.
- Cada campista só pode usar 1 arma
- Só MONSTROS estão atacando. Não Cronos, outros Titãs ou campistas do mal.
- Quem se alistou na Guerra OFICIAL, só poderá postar aqui enquanto ela não começa, pois, quando ela começar, eles estarão em NY.
- Tenham SENSO, pois, o melhor campista ganhará um prêmio de 2 LVLS no fim da Invasão.
- Regras básicas em geral, parecidas com a das missões.
- ESTA É UMA GUERRA PARA OS CAMPISTAS QUE NÃO PODEM IR À OFICIAL CONTRA CRONOS

Este tópico estará aberto até o fim da Guerra de Cronos, não importa o vencedor.
Não terá narração, mas, no fim, um Deus postará finalizando tudo, anunciando o grande vencedor. Caso os campistas postem POUCO ou perderem, o acampamento será totalmente destruído.
]

Às 3 horas da manhã, os campistas começaram a ouvir gritos vindo da floresta e logo acordaram para conferir o acontecido. Eles avistaram um ENORME batalhão de MUITOS monstros marchando pela floresta, destruindo tudo pela frente.
Os campistas pegaram suas armas, tomaram suas posições, respiraram fundo, e se prepararam para defender o Acampamento.


Dave L. Bradford
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Re: INVASÃO AO ACAMPAMENTO

Mensagem por John Jackson em Seg 14 Fev 2011, 15:43

Fico em posição com minha faca de bronze em mãos. Tomo muito cuidado para não ser atacado.

John Jackson
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Re: INVASÃO AO ACAMPAMENTO

Mensagem por Renan Xavier em Seg 14 Fev 2011, 15:46

Nenhuma noite era agradável no acampamento. Se não eram monstros eram missões ou até mesmo os sonhos detestáveis que os meios-sangues possuem. Eu já dormia pronto para combate, com meu Tridente Negro preso na cabeçeira da Cama. Minha cronucópia estava passando por Reparos e eu não poderia usá-la por um tempo. Com um barulho estridente eu me levanto e já saco o meu Tridente Negro. Havia muito barulho lá fora e eu descalso saio do Chalé três vendo a bagunça que estava acontecendo lá fora. Eu já via alguns campistas lutando, outros correndo, alguns apanhando e outros curando. Era algo muito devastador para acabar com as fronteiras magicas. O Exército de Cronos havai se fortalecido muito, vários monstros estavam alí destruindo o nosso lar.

- Seus porcos! Conheçam a fúria do Filho do mar.

Meus olhos brilharam e eu saltei sobre a estrada do chalé. Eu estava desprovido de qualquer outro equipamento que não fosse o meu Tridente. Pelo menos eu usaria a água, desde que a encontrasse. Eu vejo uma Dracaenae vindo em minha direção com uma lança de ouro. Ao seu lado uma empousa muito bem equipada. Salto por entre elas e acerto a Empousa com o cabo do meu Tridente. Ficalizo a Dracaenae mais já caio em seguida comn uma estocada que ela me deu. Sinto sangue escorrer de meus lábios.

- Sua vaca dragão maldita!

Eu me ergo e olhos nos olhod dela. Me abaixo rapidamente e lhe acerto uma rasteira, acertando em seguida meu Tridente de BC nela, fazendo a virar pó dourado. Uma explosão enorme vinha do chalé de Hefesto. Eles deviam estar usando seus utensílios de combate. Lá vinha a Empousa de novo me atacar. Prendo o seu pulso no chão coms os dentes do meu Tridente e acabo levando um golpe de um ciclope. Mas eu não soltei a Empousa. Em seguida, após limpar o meu rosto, acerto a Empousa, me deixando lutar a sós com o Ciclope.

- Saiam da nossa casa, seus monstros.


Eu passo por debaixo dele e monto em suas costas. Ele começa a espernear e me joga longe, fazendo eu acertar alguns Telquines com meu Tridente. Meu Tridenet era Negro por causa da água de Negra mas ainda sim era feito de bronze celestial. Eu mataria monstros mais facilmente, desde que os acertasse. Saio correndo com o Tridente em mãos mirando o ciclope e o acerto em cheio no peito. Magias negras de Telquines passavam de um lado a outro. Muitos campistas estavam se unindo para lutar. Em desfiro um golpe no peito de um telquine caído e sigo para buscar água.

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Re: INVASÃO AO ACAMPAMENTO

Mensagem por Festo em Seg 14 Fev 2011, 17:30

Eu Chego na casa grande com meu arco e minhas flechas ifinitas de gelo e espero algum monstro atacar

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Re: INVASÃO AO ACAMPAMENTO

Mensagem por -winchester- em Seg 14 Fev 2011, 19:18

Chego olho uma medusa e um minotauro e logo me animo para a batalha com minha espada flamejante dou um golpe por trás da medusa e arranco sua cabeça e quando o minotauro vira para me atacar mostro os olhos da medusa e ele logo vira uma nova estátua para o acampamento.
Quando me viro tem mais dois minotauros e vi que ia passar o resto da madrugada matando monstros o que era bom para meu treinamento.

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Re: INVASÃO AO ACAMPAMENTO

Mensagem por Ashley D' Coracíon em Seg 14 Fev 2011, 19:21

Era madrugada, essa hora com toda certeza eu deveria estar dormindo, mas eu não conseguia, estava incomodada com o sonho da noite anterior, eu não estava conseguindo descansar.
Olhava para a minha pulseira com um pingente de floco de neve, admirando-a com um sorriso no rosto, ela era linda, eu tinha orgulho em ser filha de Quione, não podia pedir uma mãe melhor.
De repente, um grito estridente acompanhado em coro por vários outros gritos, e passos pesados vinham de fora do chalé, no minuto eu fiquei desesperada, o que estava acontecendo? Corri em direção à porta de pantufa, e ao olhar me deparei com a cena mais assustadora que já tinha visto, pessoas caídas no chão, curandeiros correndo de de um lado para o outro ajudando os em situações graves, meio-sangues sendo derrotados facilmente, alguns caídos no chão, estava um caos, até que percebi que a causa era uma invasão de monstros.
- INSOLENTES, PAGARÃO CARO POR ISSO! – Disse, corri até o armário, vesti uma blusa regata preta, calça larga azul e um tênis qualquer, coloquei minha aljava nas costas e me certifiquei de que minha pulseira estava no lugar, logo após sai do chalé, em direção ao local do caos.
Isso não poderia estar acontecendo, as barreiras mágicas em volta do acampamento era uma proteção extremamente forte, dificilmente passariam por lá, não sabia como, mas eles tinham conseguido quebrar a barreira. Reconheci alguns campistas caídos no chão, meu coração apertou e a raiva tomou conta do meu corpo, nada naquele momento conseguiria me acalmar.
Eu queria vingança mais que tudo, os monstros que estavam acabando com os meus amigos precisavam morrer de forma violenta, e eu iria cuidar disso, eu não poderia de jeito algum engolir isso facilmente.
Apertei o pingente da minha pulseira, e rapidamente esta se transformou em um lindo arco de cristal, abri um sorriso malicioso e mirei na primeira ameaça que consegui enxergar, um cão infernal. Mirei com toda a minha concentração na pata direita do animal, ao soltar a flecha, ouvi um lamento, que com toda certeza era do cachorrinho, mas não tive tempo para ver o estrago que tinha feito, uma dor forte na minha coxa me alertou, avisando-me para olhar para trás, e o aroma de sangue dominou a minha narina, olhei para trás e vi uma Dracanae, ela tinha atingido minha coxa com sua lança, mas eu fazia o máximo para ignorar tal dor.
Ok, agora sim eu estava morta. Bati com meu arco na cabeça dela, e pulei para trás, tentando conseguir espaço entre nós, ao adquirir o espaço suficiente, puxei mais uma flecha da aljava e a coloquei no arco, esperando o momento certo para solta-la, a Dracanae ficou quieta por alguns segundos, e deu tempo o suficiente de mirar a flecha na barriga da tal e solta-la, mas infelizmente eu errei, passou no braço dela e fez um mínimo corte no local. Em questão de segundos, fui atirada no chão por o mesmo cão infernal que tinha atingido, ele estava prestes a arrancar minha cabeça, mas uma idéia louca passou por minha cabeça e rapidamente pensei com total força da minha mente:
“Raposa Ártica, porfavor, eu preciso urgente de sua ajuda”.
O cão infernal foi atirado para o lado, e eu me levantei, logo percebi a pequena batalha que a minha Raposa Ártica travava com o animal, abri um sorriso, mas estava preocupada com ela, não tive tempo para ajudá-la, pois a Dracanae já tinha se recuperado e sua lança estava em posição, coloquei novamente uma flecha em meu arco, e soltei-a, e com extrema rapidez ela atingiu a serpente no peito, fazendo-a transformar em pó.
Peguei novamente uma flecha em minha aljava, mirei no animal que estava travando batalha com minha raposa, e soltei a flecha, esta atingiu o cachorro bem na testa, e com um ataque final de minha raposa, ele explodiu em pó.
- Ufa, menos dois. – Disse, sorrindo para minha raposa.
Percebi um Telquine vindo em minha direção, preparei meu arco novamente, e mirei no braço do tal, com a intenção de tirar a espada de sua mão, soltei a flecha e o Telquine lamentou de dor ao ser atingido pela flecha um pouco abaixo do ombro, mas ele não desistiu, caminhou em minha direção e fincou a espada com uma força extrema em minha barriga, soltei um grito de dor e olhei com total raiva para o monstro, não tive tempo algum de me preparar para o próximo ataque, minha raposa pulou sobre o Telquine e o atacou, me dando tempo para me recuperar.
Coloquei novamente meu arco em posição, e mirei no outro braço do monstro, soltei a flecha e rezei aos Deuses que me dessem sorte nesse momento, a flecha tinha atingido um pouco abaixo do ombro do Telquine, e ele caiu, mas ainda parecia vivo, fui até ele e pisei em seu peito, tirei a flecha de seu braço e a finquei em seu coração, logo seus batimentos cessaram e ele explodiu em pó.
Olhei em volta a procura da minha Raposa, mas nem um sinal dela, localizei ela um pouco longe, travando guerra com uma Empousai e um cão infernal, e ela estava extremamente machucada, preparei uma flecha no arco com máxima rapidez que podia ter, e mirei no pescoço da Empousai, a flecha a atingiu no braço e ela gritou de dor.
- Menina inútil, você vai morrer e eu terei o seu sangue. – A vampira disse, e correu em minha direção o máximo que sua perna de bode permitia, não tive muito tempo para pensar, e um chicote tinha atingido com toda a força minha barriga, justo no lugar onde anteriormente uma espada tinha sido fincada.
Gritei de dor novamente, e tirei a flecha da aljava, sem mesmo coloca-la no arco, finquei ela no peito da Empousai, dando tempo o suficiente de afastar alguns passos para trás e colocar outra flecha no arco, mirando agora no coração da vampira, soltei a flecha enquanto ela se contorcia de dor, e por pura sorte ou benção de algum Deus, eu acertei bem no lugar desejado, em questão de segundos o animal tinha virado pó.
Voltei minha atenção para minha raposa, que estava deitada no chão, com dificuldade para respirar. Aquele Cão Infernal tinha a machucado, e agora eu queria vingança, minha raiva tinha atingido o auge, eu franzia a testa, coloquei uma flecha no arco e atirei no cachorro, fiz a mesma coisa com várias flechas que estavam em minha aljava, sem nem perceber no que estava mirando, senti um dor no tornozelo e percebi que o animal tinha me mordido antes de explodir em pó logo em meus pés, ajoelhei no chão com dor e engatinhei até minha raposa, passei a mão em seu machucado e rezei para que os Deuses a ajudassem, logo ela desapareceu, devia ser para se recuperar. Voltei a correr pelo terreno, procurando vitimas para eu descontar toda a minha raiva.

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Re: INVASÃO AO ACAMPAMENTO

Mensagem por John Jackson em Seg 14 Fev 2011, 19:23

Começo a atacar muitos monstros com minha faca de bronze que nem sei quantos mais eu matei. Ataco uma Dracaenae na cabeça, com minha faca de bronze. Depois me esquivo de um cão infernal e faço um corte na sua cabeça. Ele me dá uma patada.

- FILHO DE UMA DIRETRIZ!

Ataco ele novamente dessa vez decepando sua cabeça. e vou matando um monstro atras do outro.

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Re: INVASÃO AO ACAMPAMENTO

Mensagem por Noctowl Soulcalybur em Seg 14 Fev 2011, 19:30

Ouso um som terrivel vindo da floresta, temia o pior, sabia que não tinha permisão de embarcar na missão contra Cronos, ma essa... Essa eu podia!

Visto uma roupa que achei, não teria tempo para vestir uma armadura, acordo Dark Thunder que estava dormindo aos meus pés. Pego minha espada de gelo e saiu correndo de meu chalé para ir em direção a tal estrondoso barulho. Avistei campistas e praguejei em grego por ter dormido demais, DT ainda sonolento, parou ao ver tamanha quantia de seres abominaveis.

Respirei fundo e me preparei para a luta de minha vida, provavelmente, se este és meu último escrito, não sei, mas que não deixarei, a custo algum, o acampamento ser tomado.

Sábia que não podia atacar de frente a tamanha quantia, usando minha habilidade literatura somada a sabedoria armo um pequeno esquema, escondido atrás de uma árvore, para derrotar os monstros.

Usei meu poder de feiticeiro confusão e deixei alguns monstros confusos, assim tentariam se atacar, com isso eliminei três ou quatro monstros. Usei mágia de levitação e mandei DT como uma imensa bola negra, em direção dos monstros que ali estavam, ainda confusos com a revolta dos demais [enfeitiçados] DT acertou um deles bem na cabeça, enquanto o resto do grupo [em torno de 4 montros] se recuperava do choque que meu cãozinho lhes causará avancei com minha espada de gelo, furando as costas de um monstro. Dark Thunder começou a morder e arranhar os demais , Derrubei mais um com minha espada, porém, recebi um violento golpe de um porrete, caindo de lado e minha espada caiu, se arrastando para longe de mim. O montro, tentou me dar um golpe de misericordia, mas usei minha sábedoria e pericia com escudo para pegar um escudo caido ao chão e me defender de tal golpe. O escudo se rachou no meio, mas foi o suficiente para usar minha mágia se confusão no montro, tal, confuso, cambaleou e bateu de cabeça em uma árvore, desmaiando. Vejo um "espertinho" tentar pegar minha espada do, mas tal congela, pois somente eu pudera manuzear tal arma.

Vejo Dark Thunder em sérios apuros, pois estava sendo cercado, já cheio de feridas, por dois montros. Pulei contra uma árvore, mas, logo, a usei apenas como impulso, dei um salto a partir daquela árvore e ganhei boa altirude, mergulhei, fincando minha espada no peito de um dos montros, rolei no chão e me virei para o outro [color=brown] já com Dark Thunder mordendo sua cabeça. Dei sinal para DT pular e fiz um poderoso corte na garganta do meu inimigo, congelando o mesmo.

Sabia, amargamente, que eu não havia lutado com nem 1% do éxercito de montros invasores. Eu e meu querido mascote, cambaleamos até uma árvore, onde para mos por alguns segundos para um rápida pausa para respirar. Logo, somos interrompido, pois um monstro com um machado de lâmina dupla corta a árvore onde estavamos em baixo em duas, quase nos ferindo profundamente. Queria estar usando minha armadura nesse instante, mas sábia que precisava agir rápido. Dei um salto, tentando inutilmente golpea-lo, mas tal era um eximil guerreiro, não poderia ser fácilmente derrotado. Então começamos um luta feroz, eu tentava o golpear e ele defendia, visse e versa. Dark tentava inultimente ataca-lo. A cada tentativa, mais ferido ficava Dark, então, com um golpe poderoso de seu adversário, ele rolou para o lado, aparentemente desacordado usei essa deixa para com um movimento rápido desarma-lo. Mas o montro era valente, e precavido, tirou uma ádaga de sua rala armadura de couro e voltou a tentar me atacar. Em outras circuntancias, ficaria admirado com a destreza da fera, mas nessa situação, só pensava em mata-la. Com outro golpe, o desarmei novamente, a esta autura, estava ferido, com vários machucados abertos, e extremamente cansado. A fera tenta em vão lutar desarmado, fácilmente congelado por Mim.

Vou até Dark, vendo que tal já acordara, usei fôlego e me sinto um pouco melhor, olho para o campo de batalha, cheio de sangue e pó depois olho para Dark Thunder, com seu sangue negro escorrendo de suas feridas, dou um leve sorriso e nós dois vamos tentar, pelo menos tentar, salvar o acampamento

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Re: INVASÃO AO ACAMPAMENTO

Mensagem por Taylor W. Matson em Seg 14 Fev 2011, 20:10

Olho para todos os lados e vejo que há monstros por toda parte, cuido para não ser atacado e que não ataquem meus amigos.
A única coisa que me importa agora é deixar o acampamento em segurança, faço qualquer coisa para que consiga proteger a todos, até me sacrificar para salva-los.
Era meio difícil de enxergar, mas a luz da lua (um salve para Ártemis, por favor me ajude) melhorava a situação. Corro em direção á um monstros, pulo nele , corto o pescoço do mesmo e vejo ele explodir em pó dourado. Atrás de mim meus amigos lutando contra os monstros o que me deixa furioso, mas feliz por eles estarem vivos ainda. Levento a minha faca e grito: - "Pelo acampamento.". Começo a correr até um ciclope e arranco o olho dele e enfio minha faca na barriga dele.

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Re: INVASÃO AO ACAMPAMENTO

Mensagem por John Jackson em Seg 14 Fev 2011, 20:27

Vou esfaqueando muitos monstros a cada passo, me abaixando a cada metro quadrado. Precisava de alguma coisa. Um campista indefinido ainda não tinha vantagens. Somente com uma faca de bronze.
Ataco um Telquine e depois um cão infernal e novamente muitos monstros são abatidos ao toque da lâmina.
Decidi que era melhor convocar mais campistas. Desço até os chalés, ziguezagueando entre monstros e semideuses. Vejo semideuses caídos no chão. Feridos. Mortos. Que Hades os coloque no Eliseo.
Desço até os chalés e chamo todo mundo. Trago todos até a luta. Precisaremos de toda ajuda possivel enquanto nossos outros campistas irão enfrentar cronos.

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Re: INVASÃO AO ACAMPAMENTO

Mensagem por Taylor W. Matson em Seg 14 Fev 2011, 20:36

Fico junto do John já que ainda não fomos reclamados e só temos uma faca, será um pouco mais difícil. A fúria já tomou conta de minha pessoa, não penso no que faço, apenas mato e vejo os monstros explodirem. Devo ter matados uns cinquenta (agora só falta mais uns cinco mil), e continurei matando até que acabe.

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Re: INVASÃO AO ACAMPAMENTO

Mensagem por John Jackson em Seg 14 Fev 2011, 21:02

Chego agora na invasão. Dou um olhar silencioso para Cole. Acho que ele ficou surpreso em eu ser reclamado agora durante a invasão. Um filho de Atena. Pego minha faca de bronze e parto para cima dos monstros. Cole corresponde.

- Apenas tome cuidado com as lâminas! - Aviso. Um único e simples aviso. Que as vezes pode ser fatal.

Atacamos juntos, descrevi um arco com minha faca que arrancou um chifre de um minotauro. Faço um corte em uma dracaenae. Ela se desintegra, porém um cão infernal pula nas minhas costas. Tento tocar-lhe pelo menos com minha faca. Consigo. Ele explode em cinzas.

- Você está bem - perguntou Cole.

Fiz que sim com a cabeça. Juntos começamos a dizimar muitos monstros. Pedi silenciosamente para Atena que nos ajude. Continuei a dizimar mais monstros.

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Re: INVASÃO AO ACAMPAMENTO

Mensagem por Johnny Ghruver em Seg 14 Fev 2011, 21:20

Estava no Chalé 6, de Atena, agora que tinha sido finalmente reclamado por ela. Havia ganhado minha Espada de Prata, que nela estava gravado "Filho de Athena". Estava passando a mão pela minha nova Espada, a admirando, mal vendo o momento certo para a estreiá-la. De repente, do lado de fora do acampamento, uma grande gritaria encheu meus ouvidos e me deixou em alerta. Por instinto coloquei a minha Faca de Bronze na bainha menor e saí com a nova na mão. Logo vi o que estava acontecendo e me preparei. Campistas saíam de todos os chalés para defender o acampamento, que estava sendo invadido por monstros do exército do Rei dos Titãs.
-Bom, se no meu segundo dia já acontece coisas assim, não quero nem imaginar no fim dessa semana. - pensei comigo mesmo.
Corri em direção dos monstros que vinham na minha frente. Ciclopes, Harpias e Dracaenaes agoram eram apenas um rastro de poeira, mas ainda haviam muitos. Fiquei em alerta, com o suor já respingando, esperando o próximo monstro que viria.

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Re: INVASÃO AO ACAMPAMENTO

Mensagem por Jake H. Rocha em Seg 14 Fev 2011, 22:41

A Invasão.


Eram três da manhã, e meu irmão Felipe me acorda.
-JAKE! MONSTROS INVADIRAM O ACAMPAMENTO!
-Mas... Ahn? - Eu ainda sonolento, não entendi o que acontecia... Afinal... ERAM TRÊS DA MANHÃ! - Cara, são três da manhã... TRÊS DA MANHÃ, tá querendo que eu lute?
-N-não. Mas... Só estou te avisando para ficar seguro. - Acho que ele queria que eu lutasse mesmo. - Vou lá, quero detonar uns monstros! - Ele sai do chalé, com roupa de casual batalha. Ele era novo no Chalé, mas SEM DÚVIDA , ele era corajoso.
Bem, não estava muito afim de se mover... Então eu dormi. Logo quando fechei os olhos, ouvi um estridente BUUUUM!. A porta do chalé caiu, ou melhor, foi chutada. Por uma criatura voadora. Ela tinha cabeça e busto de uma mulher, seus braços eram asas (semelhante a de Águias) e as pernas também eram de Águia, porém, as garras das pernas eram bem mais afiadas que de Águias. Aquela “coisa” era uma Harpia.
-Mas...SERÁ POSSIVEL!? NINGUÉM ME DEIXA DORMIR! – Gritei com a Harpia. – Ok. Quer briga, terá briga. – Eu joguei meu travesseiro na criatura, ela... Deu uma leve cambaleada para trás.
-Garoto... NÃO SABE COM O QUE ESTÁ LIDANDO! – A criatura avança em cima de mim com suas garras, então, fiz o melhor que podia com meus “equipamentos”. Eu rapidamente jogo meu cobertor na criatura, e ela ficou sem possibilidade de enxergar.
-ESTOU CEGA! – Ela tentava retirar o cobertor de sua cabeça. Enquanto isso, eu já agia. Rapidamente, dou um chute no “cobertor voador” (não me pergunte como ela voava com um cobertor em cima dela.) e ela cai para trás. Aproveitei o momento e corro até meu Escudo de Bronze e até minha Espada. Depois de pegar os equipamentos, eu vou até a Harpia (que ainda estava debaixo das cobertas). – TOME ISSO! – Eu fiquei minha espada na criatura. Ela devia ter evaporado, pois meu cobertor “desinchou” e virou só um cobertor normal.
-Bem... É melhor eu trocar de roupa e ir para fora. – Eu coloco minha roupa casual de batalha, com minha mochila e saio do chalé rapido, para outro monstro não invadir o chalé e acabar desforrando as camas... Eu olho para fora e... – U-a-u. – Estava um caos lá fora. Campistas brigando com monstros, monstros matando campistas, meu irmão (Felipe) luta com uma Harpia e... MONSTROS ATACANDO MINHA NAMORADA! Ok, aquilo era o fim da picada, meu dia estava sendo um dos piores.
Emily Bloom (minha namorada) estava encurralada entre uma pedra enorme e dois monstros. Um Cão Infernal ENORME, preto e maligno e um Polifemo (adulto), maior que o cão. Ela se defendia com as Flechas, mas acho que não duraria muito tempo. Eu vou pesadamente até atrás dos monstros, e digo:
-Hey, idiotas. Porque não vão atacar a mãe? – Quando eles viraram, eu desferi um golpe com a Espada no tronco do Ciclope, e um golpe com o escudo na cara do Cão. O Ciclope abraça a barriga, como se estivesse com dor de barriga, e o cão estava deitado no chão, com as duas patas
-Jake! – Emily veio me abraçar, e me deu um beijo. – OBRIGADO! – Ela me abraçou mais forte.
-Amor... Eu sei que era para ser um momento feliz, mas... Olha para trás. – Ela olha, e uma enorme pedra voa na direção dela. – Cuidado! – Eu me joguei por cima dela, e demos cambalhotas agarrados. – Por pouco.
-Te devo duas agora! – Emily disse, e meu deu um beijo novamente. – Agora vamos acabar com esses monstros!
-Em dupla! – Completei. Ela pegou a presilha, que virou um Bastão de Ouro. – Que legal! – Eu admirei a arma.
-Ok, agora para de babar ovo da minha arma e vamos acabar com isso! Cuida do Grandão e eu cuido do Mega Poodle. – Fiz um sinal de “OK” com a cabeça.
Eu corri em direção ao ciclope, o mesmo disse: “Baixinho fraco”. – Olha o que um baixinho fraco pode fazer! – Eu dei um mortal por cima do Ciclope. Ele com a maior facilidade me pegou com sua enorme mão e disse: “Baixinho Fraco, mostra que é fraco.” E logo depois me joga em direção a Emily. Porém, quando ele me joga, eu me agarro com as pernas no braço dele. Eu noto que a Emily já tinha evaporado o Cão Infernal. Emily era ótima com o Bastão de Ouro, presente Hebe.
-Hey, dá para dar uma ajudinha aqui? – Ela olhou para mim, ela estava descançando. A batalha deveria ter sido cansativa (porém MUITO rápida).
-Claro! – Ela jogou o bastão no olho do Ciclope, ele colocou a mão no olho (assim me soltando) e começou a cambalear. - Agora te devo só uma.
-Obrigado! -Dei um beijo na testa dela. – Agora vamos acabar com essa bicho feio! – Nós dois avançamos no Ciclope. Eu ataco ele com a espada na perna esquerda, e Emily na direita. Ele cai no chão desacordado de dor.. – Vamos acabar com isso?
-SIM! – Ela responde. Nós dois pulamos para cima do Ciclope Caído. Nós damos um golpe em conjunto. Ambos fincaram as armas no monstro, o mesmo evapora e nós caímos no chão. – Acabou amor. – Emily me beija na testa.
-Sim, acabou. – Dei um abraço nela, e beijo ela na boca, foi um beijo longo, bom e... Amoroso. – Espero não ter de ajudar você denovo heim!
-Espere, eu terei de te ajudar depois, tenha certeza disto. – Nos abraçamos, e se afastamos um do outro.
-Agora... Tenho de derrotar mais monstros! De fato, hoje será um longo dia... – Eu olho para os milhares de monstros batalhando.

Se der tempo, eu faço mais batalhas.

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Re: INVASÃO AO ACAMPAMENTO

Mensagem por Sebastian M. Shaw em Ter 15 Fev 2011, 00:04

Eu estava em minha cama passando a faca de uma mão para a outra, estava aproveitando o ambiente confortável para restaurar as energias e até mesmo refletir sobre o futuro. Aqueles dias estavam sendo os piores para qualquer semi-deus.

No chalé se espalharam boatos diversos sobre possíveis guerras e catastrofes contra nós, eu não estava dando a devida importância como era de se esperar, porém a situação estava assustando, mesmo que minimamente, a todos os campistas.

Enquanto tentava dormir no calar da madrugada o mais exclamador dos gritos pôde-se ser ouvido. Algo não tão grave como uma busina de navio, porém o suficiente para provocar a ereção dos pelos de meus braços e nuca. Hesitante por certo momento deitei-me novamente esperando que fosse apenas alguém sendo castigado pelas harpías. Infelizmente gritos de dor seguiram os anteriores revelando o mal que se ocultava na penumbra da noite.

Assim como alguns irmãos eu sabia o que signicava, o tão temido boato era verdadeiro e nós não seriamos privados da guerra. Mesmo que de maneira indireta nós teriamos participação na maior batalha do século, as forças dos titãs seriam abaladas se nós mesmos pudéssemos acabar com seus aliados.

Os gritos e ruídos de metais e monstros eram alarmantes, todos estavam correndo mas mesmo assim fui até o banheiro. Tomei uma ducha fria e sai do banheiro sem me importar com nada, completamente nú. Coloquei aos poucos uma calça jeans Diesel, um par de Nikes, uma camisa branca da Rip Curl e um casaco estampado com ovelhas.

Peguei o Ipod, examinei a playlist e assim que coloquei minha faca mista em bronze e alumínio, fui correndo até o local de origem dos sons macabros. Colocando os fones no ouvido saquei a faca e segui atingindo os monstros mais próximos. Ouvindo System of a Down ou Avenged Sevenfold fui nocalteando uns mais fracos.

Ao me aproximar de um gigante tomei-o como alvo principal, quando o mesmo tentou me socar saltei ligeiramente por sobre seu punho e fui subindo em seu braço como um pequeno roedor. O gigante batia em seu próprio corpo tentando me acertar mas eu cada vez saia da trajetória de seus socos e tapas. Quando consegui chegar ao pescoço do monstro peguei a faca e cravei ali mesmo. Enquanto o gigante tentava estancar o sangue me pendurei em seus lábios e subindo por sua face até seus olhos gritava:

- What you own the world?!

Logo cravei a faca em no olho direito e logo após no esquerdo. O gigante desabou e logo virou pó. Meu inimigo aparente havia sido derrotado e eu devia procurar outros, mesmo assim recuei e esperei um mais poderoso aparecer.

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