End of Times

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End of Times

Mensagem por Luana C. Feither em Ter 24 Maio 2011, 15:36

The End of Times


Aquele barulho musical soou pelo meu quarto, fazendo meus olhos abrirem e esperarem pela luz do sol que entraria pela janela. Não foi o que aconteceu, e eu estranhei, claro. Será que eu havia acordado na madrugada novamente? Não. Olhei de esguelha para meu celular que ainda tocava “Your Love is a Lie” do Simple Plan. Pressionei a tela do aparelho, e a música parou. Que estranho, era 6:30 e ainda estava tão escuro. Era sábado... E a data estava errada. Celular estúpido de Touch Screen. Aposto que ele se mexeu tanto no meu bolso que mudou de data.
Olhei para o lado, rindo e já iria jogar o travesseiro em meu irmão, mas ele não estava ali. Aliás, nem sua cama estava ali. E percebi que aquele não era meu quarto. As paredes eram roxas e havia um imenso sol pintado em laranja na parede. Okay, por um momento, cogitei que a data do meu telefone estava certa. Entretanto, isso era ridículo. Levantei da cama e me olhei no espelho. Eu estava vestindo Jeans, uma blusa branca e uma jaqueta preta. Que horrível! Por que diabos eu estava de jaqueta em Belém? Aqui faz um sol de lascar! Olhando pelo lado positivo... Eu estava com um Converse.
No entanto, outra coisa me chamou atenção no espelho. Impressão minha ou eu realmente estava mais velha. Meu cabelo estava menos ondulado do que de costume e ele mechas azuis. Meu Deus! Eu dei uma de Sadie Kane agora. Caminhei até a varanda do quarto para tentar ver onde estava. E...


— Oh, Deus. Estou em casa mesmo... — murmurei, espantada. Minha voz também estava diferente.

Saí do quarto, seguindo um corredor onde as paredes estavam cobertas de fotos da minha família. Admirei algumas e ri com outras. E outra me fez parar abruptamente. Ali estava escrito: “15 anos da Luana”. Tinha alguns dos meus amigos no mural de fotos. Consegui ver Bruna, Mayara, Laís fazendo o símbolo do Gary [Essa eu ri mais], Mariana, Adam, Rui, Donavan e José [Nessa estava escrito: Cris e Greg. É, algumas coisas nunca mudam], e por último com Ygor e o Lucas. Minha festa! Oh Meu Deus. Estamos em 2012.
Comecei a andar sem controlar pra onde ia, antes daquelas informações chegarem em meu cérebro rapidamente. Elas foram jogadas em cima de mim, e minha memória ficou mais complexa. Hoje era Sábado, dia treze de outubro... 2012. Eu sou Luana Costa, tenho dezesseis anos e moro com meu irmão na casa onde fomos criados. Meus pais fugiram depois... Depois do soar da terceira trombeta, em Janeiro. Não usava mais a internet e não assistia mais televisão. Tentava viver matando todas as criaturas das trevas que se aproximavam de mim. E... Deus mais uma vez. Eu estava muito mais velha.

Bem vinda ao fim do mundo, Luana.

Desci as escadas que eu vi depois do corredor. O andar de baixo estava deserto e a cozinha não havia mudado tanto. Algo rosnou e um pequeno cachorrinho pulou em cima de mim. Corrigindo, cadelinha.


— Hey, Ártie. – sorri para ela, fazendo carinho em seu pelo preto e castanho. — Onde está Léo? Mr. Potter! Cadê tu, Mané?
Peguei um bilhete escrito a mão em cima do balcão com uma chave e uma foto.

"Luana, eu estou indo para o Sul, precisamos fugir, a peste está chegando mais perto e hoje o noticiário avisou que ela está na metade do México. Logo, logo estará na América do Sul. Talvez ache mamãe e papai. Quem sabe? Aconselho-te a pegar Ártemis e vir para o Sul também. Comece por Belo Horizonte, a Raissa está lá com André. Estou levando Aquiles comigo, não seria justo deixá-lo com você. Ele vai me proteger também. Deixei o carro da mamãe na garagem, a chave está aí. Está na hora de praticar tudo o que papai nos ensinou. Boa sorte e que Deus lhe proteja."

Era estranho ver um bilhete do meu irmão tão sério. Mas eu seguiria seu conselho, ir para o Sul. Parecia o certo a fazer e Belo Horizonte parecia ser um bom lugar. E eu sentia que havia pessoas que deveria estar sozinhas lá.


≈ Passada de Tempo ≈


♦ Dirigindo um carro em uma estrada deserta. Ainda está escuro, nuvens carregadas de chuva passavam pelo céu. Ártie latia para o vento no banco do passageiro. Eu nem sabia pra onde estava indo, mas sentia que estava no caminho certo. De vez em quando, sentia alguém me observando, porém eu passava com tanta rapidez que nem poderia saber se estava certa.
Por cada cidade que eu passava, sentia uma agonia. Estava tudo tão vazio. E em cada praça havia uma cruz virada de cabeça pra baixo. O símbolo do Anti-Cristo. Nada poderia parecer tanto com o apocalipse. Onde estavam meus amigos? Meus pais fugiram para o Sul. E isso era irrelevante. Ninguém poderia escapar do Julgamento, e isso fora a única coisa que eu aprendera de verdade desde meus cinco anos. Eu nunca fora uma criança normal.
Normal? Isso me trazia uma lembrança que não conseguia decifrar. Normal me lembrava de pessoas cruciais que não deveria ter esquecido ou afastado. Tudo era muito estranho. Minha memória passava as lembranças de cada trombeta soada até agora. De cada carta entregue as igrejas. De cada selo quebrado. Ainda faltavam as cartas da igreja de Sardes, Filadélfia e Laodicéia. Eu olhei para a bíblia no banco do passageiro junto com Ártie. Fora presente de aniversário nos meus treze anos. Eu já lera o último capitulo tantas vezes que quase sabia todo o fim. O Apocalipse. Agora, até na Amazônia, havia pouco verde e poucos animais vivos. Só havia 0,5% da água viável para beber. O resto era amargo. Ainda faltavam três trombetas restantes a serem soadas.

Ai de vocês que estiverem na terra e ouvirem o som das trombetas que os outros três anjos irão tocar!

≈ Passada de Tempo ≈


♦ Eu corria sem destino pelos becos desertos da cidade desconhecida com Ártemis em meu encalço. Ela parara de latir, e arfava enquanto corria. Carros estavam incendiados e virados de cabeça pra baixo, que nem a cruz que encontrei na entrada da cidade. O céu permanecia escuro, o brilho das estrelas estava apagado como a lua. E o sol não brilhava como antes. Então eu ouvi passos de uma multidão e parei abruptamente. Eles estavam aqui também? Não consegui mover-me enquanto o medo encobriu a mim. Ártie tremia atrás de mim. Foi quando eu vi três deles vindo em minha direção. Alguém tapou minha boca e me puxou para um beco estreito ao meu lado.


— Shiu, Lu. — a menina murmurou pra mim. Ela me chamou como meus amigos.

Mais passos e eles chegaram em nós. Demônios em corpos humanos. Eles procuravam as pessoas para torturar até implorarem por morte. Mas ninguém achava a morte nesses tempos malignos. Tentei tirar a faca escondida em minha calça mas ouve alguns estrondos de armas e eles caíram aos meus pés. A garota, loira, tirou a mão da minha boca e sorriu.

— Dany? — chamei. Era a única loira que eu conhecia.

Contudo, ela parecia muito mais velha que eu ou Dany. E não sorriu a menção do mundo, apenas se virou para um garoto com a arma. Ele não estava sozinho, estava com as mãos dadas com outra garota. Senti que conhecia os três, porém fiz a pergunta.

— Quem são vocês?

A loira bufou e os outros dois riram. Estou me sentindo uma idiota agora. Eu deveria reconhecê-los? Não, acho que não. Nunca vi nenhum desses na vida. Talvez fossem meus anjos da guarda. Mas o garoto tinha uma arma, e isso ficou fora de cogitação. Não tenho amigos criminosos com expressão de Serial Killer.

— Ah, ignore ela. Provavelmente achou que você lembraria da gente... — a outra menina disse, sorrindo.

— E eu deveria me lembrar? — indaguei, olhando para loira com culpa.

— Não deveria, mas poderia — o garoto falou. — A Rêh acha que você deveria, pelo menos, lembrar dela.

— Vocês podem parar de falar de mim como se eu não estivesse aqui? — resmungou a garota. — Enfim, sou Renata e esses são Gabriel e Ana. E, sim, você deveria se lembrar de nós.

Cerrei os olhos e cocei a orelha, como sempre fazia para me lembrar de algo. As lembranças eram vagas até um garoto alto vir por trás de mim e dizer: Buu.

— Nick, irmãozinho. — soltei um gritinho histérico antes de abraçar meu irmão surfista. Dele eu lembrava.

Ele retribuiu meu abraço e quando o soltei, Renata me olhava boquiaberta. Oh, Deus... Agora ela parecia realmente familiar. Estou morta? Provavelmente.


— Espere... Você é.... Ah, não... Gêmea?

Ela apenas revirou os olhos e seguiu até o outro lado do beco. Que legal, ela ficou com raiva. E eu estava com raiva de mim por não lembrar. Entretanto, parecia a tanto tempo e ao mesmo tempo... Nem sei explicar. Era como se todos aqueles meses que houvera passador rápido, passassem lento novamente. Lembrava com nitidez desde que eu abandonei aquele joguinho que tomou mais de um ano do meu tempo. Lembrei de como me importava com aquelas pessoas que estavam ali naquele beco mal-iluminado, mesmo que morássemos a milhas e milhas de distancia.


— Nha... Eu também ganho um abraço? — Ana sorriu novamente.

— Ok, gente. Sem tempo para abraços, tem um esquadrão vindo até aqui. Precisamos de ajuda. Te achamos em boa hora, Luh. — Nick falou, me guiando beco adentro, seguido por Ana, Gabriel e Renata.

— Pra onde estamos indo? — perguntei, preocupada.

— Com os outros, nunca estaremos sozinhos. — Gabriel respondeu. — Aí eu posso incorporar um psicopata como fazia antes e matar todos aqueles zumbis.

Eu ri mais uma vez e saímos do beco.


≈ Passagem de Tempo ≈


♦ Eu corria enquanto aquelas estrelas castigavam o céu, caindo sobre o solo. Explosões e mais explosões. Os gafanhotos saíram do abismo e eu tentava escapar da fumaça. Eles perturbariam até aqueles que tinham o sinete de Deus na testa. Eu não sabia se tinha, mas isso não teria importância. Eles eram governados por Apolião, o anjo. Mais uma trombeta eu pude ouvir, no meu grupo de sobreviventes, eu era única que podia escutá-las. Eu soube, então, que os quatro anjos foram libertados para exterminar a terça parte da humanidade. Os quatro cavaleiros.
Um homem de capa parou a minha corrida e os gafanhotos sumiram. Eu já o vira tantas vezes que não desmaiei como de costume, apenas ajoelhei-me a sua frente. Usualmente, ele me mandou ficar de pé.


— Você não deveria estar aqui. — reclamou.

— Desculpe, mas não sei onde deveria estar. — falei.

— Aqui é perigoso demais, não faça a mesma escolha, irmã.

Olhei-o, estava um pouco atordoada. Depois de todos esses anos com sonhos estranhos, não esperava que um anjo me chamasse daquele jeito. Não achava que era sua irmã, apenas uma peça do mundo. E como um ser desconhecido me falou um dia na rua: “Uma peça que valia a pena ser salva”.


— Eu sempre farei a mesma escolha. Se o preço for o mesmo.
[Nota: Depois de um tempo, eu me toquei que era um sonho, só quis viver como se fosse real, okay?]

— Então não acha que sua vida é um preço alto? — ele indagou. Eu ainda não podia ver seu rosto, que estava encoberto pela capa.

— Não quando eu a tiro por uma boa causa.

— E mais uma vez você acha que seus amigos, inclusive pessoas que você conheceu agora, são mais importantes que sua vida — ele finalmente tirou a capa, me olhando com aqueles frios olhos brancos. — Você é a profeta, sabe disso desde pequena, você vai salvar a todos. Não desperdice mais uma chance que estou lhe fornecendo. A paciência do Pai já está se esgotando.

— Faça o que seu Pai quiser, Miguel. Anjo ou não, você não vai me dizer o que fazer. Agora, se me permite, eu tenho que ajudar uma irmã de verdade. Coisa que nem você ou sua horda de anjinhos, está fazendo. — eu disse com raiva. E sem deixá-lo responder, voltei a correr.

≈ Passagem de Tempo ≈

♦ Escuro. Ficou tudo escuro por um tempo, mas estava apenas de olhos fechados. Quando os abri novamente, estava olhando para Renata. Ela estava machucada, e eu quase podia a ver morrer.


— Saia daí, Luh. Você não pode fazer mais nada — Mateus, um dos sobreviventes do grupo falou.

Que tipo de amigo ele era? Não se pode fazer mais nada? Eu tinha que fazer algo. Onde estavam os anjos quando se precisa? Em lugar nenhum. Já estamos em Dezembro. Há ano e sete meses desde que tudo começou. E nada dessa droga de julgamento começar. Estou cansada.


— Vai embora. — mandou Renata a mim, eu sacudi a cabeça — Vai logo, Gêmea. Chama o Nick pra mim, tá? Por favor?

— Eu tenho que fazer alguma coisa... — não estava pensando direito. Acho que é meu jeito. Tentar sempre proteger quem eu gosto, porém não posso fazer isso. Sou fraca demais.

— Vai!

≈ Passagem de Tempo ≈


♦ O céu ainda estava escuro, como durante todos esses meses que se passaram. Nesse tempo, foi como se eu tivesse envelhecido 20 anos mentalmente. Faz tanto tempo desde que falei com meu irmão uma última vez. Agora, aqui no topo do prédio, eu queria ter oportunidade pra me arrepender de tudo. Não de tudo o que eu tinha feito, mas o que não havia feito.
Ártie latiu em meu colo, o que ela sempre fazia quando alguém chegava perto de mim, porém não me virei para ver quem chegava. Não importava mais...


— Aqui está frio, é melhor você entrar... — reconheci a voz de Pedro, parecia preocupado.

— Não sinto frio... — murmurei, sem lhe dar atenção.

— Para de agir como no jogo, você não pode salvar todo mundo.

— Eu deveria ter a salvado, era minha obrigação como irmã.

Ele veio até mim, sentando-se ao meu lado. Não, valeu. Mas eu não tava precisando de ninguém com pena agora.


— Ela não era sua irmã de verdade. — ele disse.

— Era como se fosse...

≈ Passagem de Tempo ≈


♦ Correndo, de novo. Eu segurava uma faca. E parte de mim, queria enfiar em mim mesma. Morrer era sempre a melhor alternativa. Enfim, uma dúzia de demônios-humanos me perseguia. Então, finalmente cheguei ao buraco e eles pararam. Pude ver Apolião parado à minha espera, triunfante. Larguei a faca e fiquei na beira do abismo.


— Aqui estamos de novo, Luana. — sorriu o anjo — A mesma oferta e a mesma resposta. Quantos amigos já morreram até agora?

Meu coração doeu ao lembrar da morte de todos meus amigos que sobreviviam no balcão abandonado. Mateus, Nick, Will, Ana e Gabriel. E, por último, Pedro. Quando me vi sozinha na escuridão, resolvi enfrentar Apolião, Gabriel ou quem fosse. Isso tinha que acabar.


— Onde Ele está? — perguntei.

— Aqui. — respondeu.

Um trovão ressoou por todo o mundo e a escuridão acabou. As nuvens se dispersaram enquanto ele descia. Olhá-lo me deixaria cega, então apenas continuei mirando Apolião.


— Minha filha... — Deus/Pai/O Criador, começou.

— Não sou sua filha. — murmurei, com raiva.

Não sei se ele se importa, mas eu realmente não era filha dele. Se fosse, não estaria aqui.


— Por que quer salvá-los? Podemos criar um novo mundo... Onde não haverá ódio, apenas amor.

— Todos têm que ter uma nova chance.

— Uma chance para pecar novamente? Pense em quanta chances você já deu pra eles! — falou — Diga-me, filha. Por que quer dar sua vida, sua chance no novo mundo, meu mundo, em troca daqueles que lhe feriram? Por que a Terra merece uma nova chance?

— A esperança é a única que resta na terra, eu ainda a possuo. Tenho esperanças de que, dessa vez, eles vão mudar.
Alguém parou a minha frente e pôs a mão em meu ombro e sorriu decemente. Ele era uma divindade, eu não tinha dúvida, mas parecia humano ao mesmo tempo.

— Morri na Cruz por eles, irmã. Está disposta a fazer isso por eles? Mesmo aqueles que lhe causaram dor e não acreditaram e você? — eu o conhecia. O Salvador.

— Sim, estou. Nem que eu repita o mesmo ato mais e mais vezes. — respondi.

— Então, esse é o fim de mais um sonho. — falou Jesus. — Está pronta pra voltar à realidade?

— Pela primeira vez, eu queria que isso fosse real.

— Sim, eu sei. Mas, comunique a todos, o fim começou. Tenha uma boa primeira trombeta.


♦♦♦

Puuf! Acabou! Bem longo, né? Eu fiquei dormindo de seis da tarde até oito da manhã quando tive esse pesadelo.. E está incompleto. Teve algumas coisas que eu não consegui escrever, principalmente algumas mortes. Foi estranho demais pra mim, por que eu sonhei com pessoas que eu nunca vi na vida. Só por foto.
Quem sabe, um dia, eu consiga escrever as partes que faltam sem chorar. Yep. Sou emotiva. E eu tenho sonhos com o fim do mundo desde meus cinco anos e nunca fiquei assim. x_x

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Re: End of Times

Mensagem por Logan Thompson em Qui 26 Maio 2011, 18:01

Legal...
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Re: End of Times

Mensagem por Elizabeth J. Stonem em Qui 26 Maio 2011, 18:43

Gêmea, irmã, coração... Nós não vamos morrer, não tão cedo. Esse sonho não concretizará. Você, fique calma. Eu sei que é horrível sonhar com isso e lembrar de tudinho, mas eu prometo a você que não vai acontecer. Ninguém vai me tirar de você, nem Deus. Eu sou uma macumbeira das boas... E quando falo, acontece.
Então, presta atenção... ISSO NÃO ACONTECERÁ! Faça força para esquecer tudo isso, você consegue.
Eu, Renata/Anne, amo você e NUNCA vou deixá-la. P-R-O-M-E-T-O de coração e alma.
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Re: End of Times

Mensagem por Kali Verona em Sab 28 Maio 2011, 21:53

Sonhos nem sempre são um mar de rosas no qual a gente se encontra com nossa princesa ou príncipe e é feliz para sempre. Sei como é horrível sonhar com esse tipo de coisa, Luana, mas você tem amigos que estão aqui do seu lado pra afirmar que esse pesadelo não vai acontecer. NÃO VAI! G-G'
E se acontecer, a gente não vai morrer. Como nos sonhos, você terá a gente ao seu lado, porque nós te amamos. <3
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Re: End of Times

Mensagem por Luana C. Feither em Sab 09 Jul 2011, 04:15

Hey, gente. Muito obrigada mesmo, vocês me ajudaram muito a esquecer esse sonho. Esqueci tanto que ele acabou voltando mais vezes, mas isso não importa. Já parei de me odiar por causa de pesadelos, tenho que aprender a conviver. Afinal, depois de 14 anos de vida e de sonhos torturantes, era de se esperar que eu aprendesse a conviver.
Percebi que quando mais se deseja que um sonho se vá, ele retorna. Meus sonhos nunca tem uma continuação, mesmo aqueles que eu imploro para que tenha. Esse não foi um dos que eu implorei para continuar, mas continuou. Espero, um dia, poder postar aqui. É o único lugar onde posso contar essas coisas mesmo. Sabe, se você conta para alguém aqui fora, você é chamada de 'louca', é...
Enfim, obrigada. Amo vocês, muuito.
Eu não vou dizer que isso não vai acontecer, afinal, não sou Deus...
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