uma fic que PODE virar um livro [nada de plagiar]

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uma fic que PODE virar um livro [nada de plagiar]

Mensagem por Will Murphy em Qui 09 Jun 2011, 21:01

Ainda não tem nome. tem dois capítulos prontos. vou demorar bastante a postar cada capítulo, então não reclamem se demorar.
Capítulo 1
Spoiler:
Capitulo Um: um dia de aula
—Então, os Equites Potentia derrotaram os monstros e apanha-ram de volta os próprios suprimentos, que haviam sidos furtados pelos servos do terrível Obscurum Magno—narrava o professor de magia Folberik, um elfo já velho e de olhos verde azulado. Usava óculos, e nunca estava sem seu arco recurvo, com suas pontas viradas para o lado contrário, preso em suas costas e uma aljava de flechas presas ao lado do corpo.
Os jovens elfos prestavam muita atenção em mais uma das his-tórias do professor Folberik, pois adoravam ouvir histórias sobre os Equites Potentia, os lendários Cavaleiros de Poder, que eram guerreiros elfos muito fortes, e dominavam muito bem a magia, e usavam sua magia e força para vencer a todos aqueles que amea-çassem seu povo.
Era mais um dia de aula em Tervak, um pequeno vilarejo élfico. Poucas espécies que não sejam elfos passam por ali. Os elfos são uma raça assemelhada com os humanos, são todos bem brancos e com orelhas pontudas. Seu rosto puxado assemelha-se ao de um gato. Seus olhos são sempre verdes ou azuis. Seus cabelos são normalmente pretos. Eles são muito habilidosos e são capazes de fazer magia, mas com certo limite, pois, se usam muito sua magia, acabam ficando fracos e podendo até morrer. Essa raça vive em média duzentos e quinze anos.
As casas em Tervak eram feitas de madeira, todas eram pare-cidas, sem casas mais ricas em enfeites ou menos ricas. Todas eram parecidas, feitas do mesmo modo. As únicas construções diferentes eram a igreja, o mercado de Tervak, o moinho e um armazém.
No vilarejo, as pessoas usavam roupas feitas de um material diferente, que crescia em um campo ao leste de Tervak, e foram encontradas a milhares de anos, quando os elfos encontraram aquela terra. Eles gostaram desse tecido, que parecia brotar do chão em diferentes pontos e era muito macio, e deram ao estranho material o nome de Sylfra. Esse tecido mudava de acordo com o elfo que o usa. Depois de muito tempo, eles descobriram que se misturarem o Sylfra com algo que seja do elfo, um fio de cabelo ou um pedaço de unha, por exemplo, a roupa mudará de acordo com o humor do dono daquela identificação.
A iluminação de Tervak era feita com magia, havia esferas bri-lhantes de energia que flutuavam pela cidade, e cada elfo poderia ter uma dessas que o acompanhasse.
Para as aulas, um quadro havia sido pendurado numa árvore larga e com flores grandes, e dava muita sombra e protegia-os da chuva. Essa árvore fica meio longe do vilarejo. Chamavam aquela árvore de Árvore-de-Aula.
—Agora, vamos voltar à nossa aula. Vocês se lembram de como digo fogo em latim, a língua que usamos para a magia?—perguntou Folberik à turma, e todos disseram “ignis”.
—Mas se eu disser ignis não conseguirei fazer fogo, não é mesmo? Então, me diga Roklin, como se queima alguma coisa? Mostre naquelas folhas—indagou Folberik, apontando a um jovem que estava distraído.
Roklin era um jovem elfo quieto, mas sábio. Distraído, mas for-te. Um bom elfo. Tinha olhos azuis claros, e Levantou-se e se diri-giu a um monte de folhas e disse em voz alta:
— Folia ardent.
De repente, chamas surgiram do que antes eram folhas e, se Folberik não tivesse dito “ignem extinctum”, o fogo queimaria a árvore cuja qual eles estavam sentados debaixo.
—Muito bem, Roklin! Bom trabalho.
Então, olhou para Qodek, um jovem elfo muito inteligente, esperto, ágil, e que sabia fazer magia muito bem. Por algum motivo, seus cabelos eram castanhos. Ninguém de sua família tinha cabelos castanhos. Em Tervak, apenas outra pessoa era assim. Mas ele não a conhecia, e a garota tinha a mesma idade de Qodek, treze anos, mas nunca ia estudar com Folberik e nem os outros professores de outros assuntos em Tervak.
—Agora você, Qodek. Algo um pouco mais difícil. Vamos ver— brincou o professor de magia, fingindo pensar—Ah! Já sei.
Então, Folberik andou até um lugar ali perto e pegou no chão uma pedra. Em seguida voltou para perto de seus alunos e mostrou a pedra.
—Você deverá pegar esta pedra—disse Folberik, colocando a pedra no chão e murmurando algumas palavras em latim.
—Ah, fácil. Fácil e simples—acrescentou Qodek, já se abai-xando para pegar a pedra, que ele considerava inútil e normal.
Mas, na hora em que Qodek tocou-a, seus pés foram envoltos em uma bota de madeira, que o prendeu ao chão, e não parecia disposta a soltá-lo. Logo, a madeira foi subindo, e começou a pegar a perna de Qodek.
—Simples mesmo. Que tal usar magia?—aconselhou Folberik.
—Tem opção? lignum perdidi pede.
Nesse instante, a madeira que estava quase chegando aos joe-lhos, abriu e deixou Qodek livre. No entanto, Qodek se sentiu um pouco cansado, pois a magia foi forte.
Mas, quando todos olharam em volta, não viram nem sinal da pequena pedra. Mas Qodek era inteligente, e percebeu que a pedra ainda estava ali, passando rapidamente de um lado ao outro, invisível, zunindo.
—Omnes invisibilem hic visibile!
Então, a pedra apareceu, mas não foi apenas a pedra que ficou visível. Do lado esquerdo de Qodek apareceu uma espada de ouro, bem forjada e afiadíssima. A guarda era decorada com prata e bronze. Na lâmina da espada estava escrito: Qodek.
Do lado direito, apareceu um escudo também feito de ouro e prata, que aparentemente era muito resistente. Também estava es-crito na parte da frente do escudo o nome dele.
Todos pareciam chocados, mas ao mesmo tempo admirados. Qodek poderia jurar ter visto Folberik satisfeito por um instante, antes de parecer surpreso. Então Qodek olhou para cima e viu uma garota.
—Pegue, são seus. Vá para casa e treine o máximo possível suas habilidades com essas armas. Suas aulas com Forsew, o mestre de armas, devem ter sido o suficiente para você treinar so-zinho. Sua habilidade com magia é ótima. E é justamente por isso que você ganhou isto—explicou Folberik, apontando para as ar-mas, que já estavam sendo seguradas pelo jovem elfo.
Qodek olhou de novo para cima, onde tinha vista a garota, mas não havia nem rastro dela. Então se virou para Folberik.
—Não estou entendendo nada disto...
—Somente faça o que eu mando. Treine, fique tão bom em es-pada e escudo quanto é em magia. Logo, alguém irá lhe visitar e explicar tudo.
—Não sairei daqui sem uma explicação decente.
—Entenda o que digo, Qodek. Deverá ficar forte o mais rápido possível.
—Não! Quero uma explicação agora ou não sairei daqui...
Nesse instante, ouviram uma explosão, e em seguida o céu es-cureceu totalmente em questão de segundos. Se não fosse pelas esferas magicas da cidade, o local ficaria completamente escuro. Então, do horizonte um grupo com três monstros terríveis surgiu. Cada um tinha a forma de um dragão, com chifres espiralados, estavam usando uma armadura própria para eles, deixando apa-recer apenas a barriga, a cauda, a cabeça e os chifres. Da ponta de uma asa até a ponta da outra asa, havia mais de um metro e setenta. Da cauda à cabeça, havia três metros.
—Rápido, entrem aqui! Se protejam!
A voz de Folberik acordou Qodek de seu terror e também ad-miração pelos monstros que surgiam do horizonte. Todos os alunos correram para um alçapão que Folberik tinha aberto de baixo da Árvore-de-Aula. Qodek viu os elfos do vilarejo se arrumando para batalhar contra as criaturas que estavam para atacar o pequeno vilarejo.
Mas Qodek pensou em lutar. Preparava-se para apresentar sua ideia quando sentiu um puxão vindo de seu braço direito, então ele virou sua cabeça para o lado em que sentiu aquela puxada re-pentina, mas não conseguiu ver que o arrastava para dentro do abrigo de Folberik. Então, lá dentro, a garota levou Qodek para uma sala confortável.

capítulo 2
Spoiler:
Capitulo Dois: toma essa, feioso!
—Quem é você? —perguntou Qodek, à garota que o arrastou para dentro do refúgio—eu ia ficar e lutar. Tenho que defender minha família.
Ela tinha cabelos castanhos, iguais ao dele, olhos azuis,
—Muita coragem a sua. Mas você sabe aquilo pode fazer? Eles te matam e depois te arrebentam e ainda fazem picadinho de você. Depois te ajeitam num prato e servem de jantar para os filhotes.
—Ainda não me disse quem você é.
—Eu me chamo Sylena e vou ajudar a treiná-lo. Tenho a mesma idade de você, mas fui treinada desde criança para a mesma coisa que você vai ser treinado e também por que recebemos uma espada e um escudo. Devemos matar Obscurum Magno.
—Ainda não entendo. Por que devemos nós matar ele? Somos simples jovens. Por que não os Equite Potentia? Eles têm mais de quinhentos anos. Por que não mataram ainda o Obscurum? Ou será que eles são uma farsa?
Longe, uma explosão gigantesca ocorreu.
—Não é aconselhável insultá-los. Eles podem ficar bravos, e até caçá-lo. Mas não estão em condição disto. Eles foram raptados pelo Obscurum Magno. E pare de fazer muitas perguntas de uma vez, eu estou ficando confusa. Apenas ouça. Uma pergunta mais e eu juro que você vai acabar mofando aqui invisível, trancado e cheio de machucados, preso sem poder se mexer.
—Tá bom.
—Em quê você é melhor? Magia, luta ou arco e flecha?
—Em luta mais ou menos, em magia sou ótimo. Sou bom arco e flecha. E, nosso cabelo é castanho por que indica que nós fomos os escolhidos para salvar os Equites Potentia e matar o Obscurum Magno.
—Sabe, você está começando a ficar inteligente.
—Obrigado... Ei! Então eu era burro?
—Não. Eu não disse que...
—Disse sim! Disse que eu estou começando a ficar inteligente. Eu já era inteligente, sem querer me gabar.
—Eu... Eu... É só um modo de falar.
—Não é não. Eu não conheço esse modo, e acho que só você conhece.
—Ah, esquece! Você já era inteligente, pronto! Nós precisando de treino para a Grande Missão e você se preocupa com isso! Te-mos que esperar aquelas feras destruírem o vilarejo... Quer dizer, fugirem de medo para nós sairmos em busca dos outros integrantes desse grupo. São de várias raças diferentes e...
—Calma! Como assim, esperar aquelas fera destruírem o vila-rejo? Não deixarei que isso aconteça!—gritou Qodek, saindo bravo dali.
Então, foi para o local onde os outros estavam se arrumando, cheios de medo e pegou uma armadura achada, sua espada e seu escudo—que estavam ao lado da armadura—e se dirigiu para a saída.
De repente, Folberik apareceu em sua frente, quase na saída, e reclamou:
—Aonde pensa que vai, Qodek? Sair e enfrentar os monstros? Obscurum Magno pode estar lá no meio! Ele vai fazer você de es-cravo! Isso se não sugar seu poder e descobrir esta entrada.
—vou sair e lutar, não importa o que você diga.
Com isso, empurrou Folberik para o lado e chegou à porta. Colocou a mão sobre a porta e respirou fundo. Então sentiu uma mão em seu ombro. Olhou para trás e viu Sylena.
—Nada que você disser vai mudar minha opinião, Sylena. Eu irei de qualquer jeito. Vejo que você também tem uma espada e um escudo iguais aos meus. Mas com o seu nome. Espera! Você não vai...
—Sim, já que não posso impedi-lo, vou lhe acompanhar.
—está bem.
Qodek abriu a porta e, habilmente, saiu seguido por Sylena. Fechou a porta e olhou para o vilarejo. Estava com boa parte sendo destruída. Mas por algum motivo as construções maiores estavam intactas, e apenas algumas casas sendo destruídas pelos monstros. Dois monstros foram mortos, mas estavam com uns quinze elfos mortos do lado cada. Mas o outro estava diferente. Ele estava maior, mais musculoso e mais feio. Ele estava lutando contra vinte e cinco elfos, mais ou menos. Os elfos estavam com parte da armadura, pois não havia dado tempo de colocá-la por completa.
—Ali! Vamos ajudá-los!
Então, ambos correram na direção do monstro, desviando das eventuais bolas de fogo lançadas pela criatura, e dos corpos caídos dos outros seres monstruosos. Quando chegaram, o monstro realizou um ataque com a cauda e derrubou uma dúzia de elfos, e comeu metade dos derrubados.
Qodek partiu ao ataque. Chegou à perna do monstro, e fez um sinal para Sylena atacar a outra perna, e, quando ela chegou, os dois juntos atacaram o calcanhar do monstro e acertaram um pe-queno espaço que havia entre a armadura e depois acertaram um pedaço grande do tornozelo e saíram de perto para ver o estrago.
O monstro deu um urro e caiu no chão, mas não morreu, então começou a bater as asas e sair do chão, mas Sylena e Qodek, sendo muito inteligentes, seguraram numa das cordas que os outros elfos usaram para tentar prender a criatura negra, e subiram até o pescoço.
No ar, ambos sentiam muito medo do que estavam prestes a fazer, pois a chance de morrer era muito alta. Ficaram em pé, e foram andando até os chifres de meio metro, e seguraram ali. O monstro voou para longe da cidade, para o campo de Sylfra. Lá, se sacudiu para tentar tirar seja lá o que for que estivesse em sua cabeça, mas só conseguiu tirar algumas partes de sua própria armadura.
Então, Qodek cravou sua espada na cabeça do monstro, que era toda coberta de pelos e empurrou mais fundo.
—Toma essa, feioso!
O monstro gritou e girou no ar, fazendo os mais esquisitos movimentos, e, de repente, partiu para cima. Quando estava bem alto, quase matando os dois jovens elfos de susto, medo, frio e dor por causa da força com que apertaram os chifres espiralados, desceu para a terra muito veloz, indo para a morte certa.
Então, alguém apareceu alguém atrás dos dois, os agarrou pela parte traseira da armadura e gritou:
—(palavras em latim) Tele transporte-nos para o esconderijo!
Qodek conseguiu arrancar sua espada e o chifre do monstro antes de ir para baixo da Árvore-de-Aula.
Quando chegaram ao esconderijo, Sylena e Qodek descobrem seu salvador. Folberik. Mas, por ter usado tanto poder duas vezes, ele estava esgotado, beirando a morte. Sylena e Qodek deram co-mida e água para ele, e o colocaram numa cama, e fizeram-no dormir, usando magia.
—Sylena, por que você não vai às aulas com os professores de Tervak?
—eu sou treinada por eles, mas em particular. Eu soube que fui escolhida para a Grande Missão quando tinha cinco anos. Estava prestes a começar as aulas, eu já tinha aprendido a ler em latim algumas palavras, então vi algumas escritas na base da Árvore-de-Aula e li em voz alta.
—Elas eram as mesmas que eu disse quando encontrei essas armas, não é? E aconteceu o mesmo com você.
—Sim. Desde então, tenho sido treinada aqui em particular, e assistia as aulas de Folberik de cima. Eu subia a árvore antes da aula começar, e ficava invisível com a ajuda de Folberik.
—ah, sim. Eu lembro que te vi, quando falei aquilo. Olhei para você, mas depois você sumiu.
—É. Fiquei cansada aquele dia. Quando se quebra um feitiço permanente, é como se a pessoa cujo feitiço foi quebrado refizesse aquele feitiço.
Em seguida, Qodek foi para a porta pela qual se entrava ou saía do esconderijo.
—Você vai sair, também?
—Eu durmo aqui, Qodek. Esta é minha casa.
—Está bem. Até amanhã.
—Tchau.
Qodek saiu dali e correu para Tervak, ajudar a recolher os destroços, os monstros, a limpar tudo, reconstruir as casas destru-ídas, tentar salvar os elfos e depois ir para casa. Aquele dia foi cansativo.
preciso de nomes elfos para o livro. então, aqueles que tiverem ideias boas, por favor, me ajude. E, nada de nomes que já existam, tipo aqueles do senhor dos anéis, aqueles que quiserem ajudar, tirem da cabeça, ok?
Will Murphy
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Re: uma fic que PODE virar um livro [nada de plagiar]

Mensagem por Harleen F. Quinzel em Seg 12 Dez 2011, 22:22

Handriel???
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