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Ficha de Reclamação

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Ficha de Reclamação

Mensagem por Danna Fairchild em Qua Out 26, 2011 6:35 pm

Relembrando a primeira mensagem :

Descrição antiga: '' Olá, indefinido.
Antes de começar o jogo, você deve ser reclamado por algum Deus Mitológico, mas antes, deverás preencher uma ficha e postar neste mesmo tópico, ou o envie para o Deus que você pretende ser filho;
Nem sempre você passará no teste, mas não desanime, tente novamente ou procure por outro deus...
No caso de Zeus, Poseidon, Hades, Nyx, Melinoe e Athena, o teste NÃO É VÁLIDO, pois estes Deuses efetuam testes mais severos. Os Três Grandes fazem concurso mensal para a escolha de um novo filho. Caso se interesse por Nyx ou Athena, entre em contato com elas para fazer o teste. ''


Modificações:
Os testes para os tais Deuses mencionados ali permanecerão, porém não será só eles que vão avaliá-los. Tais testes podem ser postados neste tópico, e serão avaliados por qualquer Deus/ADM, só que não serão obrigatoriamente aceitos como a ficha para ser filho dos demais Deuses. Não precisa entrar em contato com Nyx, Melinoe, Athena ou Perséfone, a ficha é esta abaixo, só que será avaliada de forma mais rígida, e qualquer Deus/ADM poderá avaliá-la.


Ficha de Reclamação!

Por qual Deus você deseja ser reclamado?

Cite suas principais características, e o porquê de querer ser filho de tal Deus.

Relate a história da sua personagem - não haverá um limite de linhas definidos, deixe a sua criatividade fluir.

♦ Lembrando que qualquer ficha, dependendo do Deus que você queira ser filho, será aceita, porém fichas que forem feitas por fazer não serão consideradas. Determinados nick's que não seguirem a regra também terão a ficha desconsiderada.

Danna Fairchild
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Re:ficha de reclamação

Mensagem por Alice Maia em Ter Fev 21, 2012 3:22 pm


Por qual deus você deseja ser reclamado?

Gostaria de ser reclamada pela Afrodite,deusa da beleza e do amor.

Cite suas principais características, e o porquê de querer ser filho de tal Deus.

Sou muito ágil, rápida, alegre sou meiga, linda, inteligente e corajosa; tenho cabelo preto ate hoje não consegue definir bem a cor dos meus olhos acho que e por causa da luz sempre estou sorrindo. Quero ser reclamada pela Afrodite porque com os dez anos eu comecei a ler sobre a historia grega e romana e sempre a admirei também tenho beleza natural e tenho rosto perfeito.

Relate a história da sua personagem - não haverá um limite de linhas definidos, deixe a sua criatividade fluir.

Liana Maia nasceu em outubro dia sete de 1998,desde de pequena estudei nos melhores colégios, na escola era conhecida por ser a mais ágil também fazia ginástica artística; quando fiz oito anos meu pai morreu, passei a morar com a minha tia ela me tirou da escola e me colocou para fazer

costura

etiqueta

Frances

piano.

Ela falou que um dia eu teria que enfrentar uma missão e tinha que me preparar então me colocou para fazer caratê

No meu aniversário de dez anos fugi da casa da minha tia, e passei a procurar minha mãe meu pai falou que ela havia desaparecido quando eu nasci.Passei a ler a historia grega e romana, adorava todos os deuses mais sempre admirei mais a Afrodite.

No meu aniversário de treze anos estava passeando tinha acabado de ver um filme e estava comendo no Mc Donald sai do shopping. E resolvi passear ate o parque colhi umas rosas tirei os espinhos com uma pedra afiada e fiz uma coroa de rosas depois joguei uma a uma pétala na água vi uma criatura voando no ar ela tinha garras e gospia fogo ela estava se aproximando joguei a pedra nela mas só deu um corte um satiro pelo oque eu tinha lido apareceu assustada desmaiei quando acordei o satiro estava falando comigo ele falou que estava me levando para um acampamento de semi deuses fiquei assustada então perguntei

-Espera você ta louco isso não existe.

-calma isso existe sim tudo o que você leu e verdade.

-onde estamos indo , e esse existe porque você falou isso logo pra mim.

-estamos indo pro acampamento meio sangue,e você e uma semideusa filha de uma deusa e de um humano.

-onde fica o acampamento .

-bem longe, agora descanse quando chegarmos la alguém vai te explicar.

Estava mesmo casada e dormi.


Alice Maia
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Re: Ficha de Reclamação

Mensagem por Nesto em Qua Fev 22, 2012 2:09 am

▬ Por qual Deus você deseja ser reclamado?
Nenhum, gostaria de ser um centauro.

▬ Cite suas principais características.


Nas medidas de um cavalo, Nesto é um centauro alto. Sua parte humana é bem definida e tem a cor mais morena, como os povos do deserto. Sua parte animal é de um preto tão escuro que, se os pelos forem escovados e banhados, torna-se quase azul-marinho. Olhos de um verde claro e cabelos pretos compridos, é simpático e sábio, tal como seu pai de criação, Quíron.

▬ Relate a história da sua personagem - não haverá um limite de linhas definidos, deixe a sua criatividade fluir.

Nesto é descendente de Cronos e Filiria e parente distante de Quíron. Quando criança/filhote fora abandonado em uma caixa de madeira e encontrado em frente à Casa Grande. Cresceu e foi educado pelo Eterno Treinador de Heróis. Nunca saiu do acampamento e passa a maior parte do tempo treinando. Pelo fato de ter sido criado no acampamento sua vida toda, trata todos os campistas como meio-irmãos e tem um apego maior aos filhos de Apolo, pelo deus ser pai de criação de Quíron.

Quando pequeno, desenvolveu uma maior aptidão à arte da esgrima. É bom usando um arco porém prefere o calor da batalha.

Agora, com 16 anos, espera o dia em que receberá uma missão e finalmente poderá sair do acampamento e testar suas habilidades no "mundo real".

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Re: Ficha de Reclamação

Mensagem por Apolo em Qua Fev 22, 2012 10:11 am


R Avaliação dos Fichas R




• Violet Flàmberet - Reclamada | Filha de Héracles → Uma ótima ficha de reclamação. Parabéns.

• Ryou Koboldt - Reclamado | Filho de Deméter → Não estava tão boa. Mas também não estava péssima. Você parece escrever bem, só não tenho medo de libertar a imaginação e escrever bastante. Espero que melhore com o passar do tempo.

• Josh B. Terrick - Reclamado | Filho de Hermes → Tente usar programas, como Word para escrever seus textos, ajuda a corrigir erros. É útil também reler o texto, para ver se não há problemas de coerência, concordância ou ortografia.

• Liana Maia - Reprovada → Sua estória ainda não está suficientemente boa. Deixe sua imaginação fluir, descreva bem seus sentimentos, acontecimentos, pessoas, lugares... E lembre-se, um meio-sangue nunca aceita a realidade tão rapidamente.

• Nesto - Reprovado → Sua estória ainda não é o bastante. Tente descrever mais sobre a vida do centauro junto aos outros da sua espécie. Será que ele é extrovertido? Sabe se juntar aos outros de sua espécie? Ou prefere ficar sozinho? Ou até mesmo com outros seres? E como ele sente? Será que ele sente orgulho do pai, mesmo sendo Cronos um inimigo? Ou ele é fiel ao acampamento, e nunca sentiria nenhum afeto pelo pai?



R Atualizado por Zeus R


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Re: Ficha de Reclamação

Mensagem por Nesto em Qua Fev 22, 2012 12:48 pm

▬ Por qual Deus você deseja ser reclamado?
Nenhum, gostaria de ser um centauro.

▬ Cite suas principais características.

Nas medidas de um cavalo, Nesto é um centauro alto. Sua parte humana é bem definida e tem a cor mais morena, como os povos do deserto. Sua parte animal é de um preto tão escuro que, se os pelos forem escovados e banhados, torna-se quase azul-marinho. Olhos de um azul claro e cabelos pretos. É simpático e sábio, tal como seu pai de criação, Quíron. 

▬ Relate a história da sua personagem - não haverá um limite de linhas definidos, deixe a sua criatividade fluir.

Nesto é descendente de Cronos e Filiria e parente distante de Quíron. Quando criança/filhote fora abandonado em uma caixa de madeira e encontrado em frente à Casa Grande. Cresceu e foi educado pelo Eterno Treinador de Heróis. Por ter sido criado no Acampamento Meio Sangue, não teve muito contato com seres de sua espécie porém, um de seus grandes sonhos é o de se tornar um membro dos Pôneis de Festa (dos quais ouvira falar através de seu pai de criação).

Sendo treinado e educado por Quíron, criou um certo ódio para com Cronos e o trata como inimigo. Infelizmente, segundo ele, não estava presente da ultima guerra contra os Titãs para poder perfurar seu pai com o máximo de flechas possíveis.

Nunca saiu do acampamento e passa a maior parte do tempo treinando. Por ter sido criado no acampamento sua vida toda, trata todos os campistas como meio-irmãos e tem um apego maior aos filhos de Apolo, pelo deus ser pai de criação de Quíron.

Quando pequeno, desenvolveu uma maior aptidão à arte da esgrima. É bom usando um arco porém prefere o calor da batalha. Estar na frente de um exército é um “segundo” sonho. Poder saltar sobre seus inimigos e acertá-los com suas patas, amaçando seus crânios.

Por mais que odeie seu pai, tem orgulho de ser um centauro. Centauros, ao ver de Nesto, são as criaturas mais graciosas em campo de batalha. Mesmo sendo parte de uma junção anormal, não se sente envergonhado pelo que é.

Agora, com 16 anos, espera o dia em que receberá uma missão e finalmente poderá sair do acampamento e testar suas habilidades no "mundo real".

Nesto
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Re: Ficha de Reclamação

Mensagem por Jacob S.G Bonaventure em Qua Fev 22, 2012 2:32 pm

Por qual Deus você deseja ser reclamado?


Melinoe, Deusa dos fantasmas.


Cite suas principais características, e porquê de querer ser filho de tal Deus.


Sou reservado, gosto de ficar sozinho sem falar com ninguém. Na verdade, não sou assim por opção, as pessoas nunca falavam comigo, me achavam diferente, estranho e antissocial. Talvez todos os semideuses tenham uma vida difícil, mas ser filho de Melinoe faz com que seja mais difícil ainda. Fisicamente sou alto, magro e esguio. Meus cabelos negros sempre estão bagunçados, e uso as roupas que me sinto confortável. Não ligo nem um pouco para aparência. Quanto à questão de porque querer ser filho de Melinoe, desde que comecei a me interessar por mitologia, e ler livros sobre este assunto, sempre admirei essa Deusa, por causa do seu aspecto sombrio e misterioso, esse tipo de coisa sempre me atrai. É claro que olhei os poderes e habilidades antes, e gostei muito, em uma batalha, acho que poderia usa-los muito bem.


Relate a história da sua personagem – não haverá limite de linhas definidos, deixe a sua criatividade fluir.


Posso começar a contar a minha história de qualquer ponto da minha vida, e você logo percebera que sou diferente. Talvez diferente até dos outros meio-sangues. Nasci no estado de Dakota do Norte, em Bismark. Em minha infância, sempre fui sozinho e discriminado pelas outras crianças normais. Talvez pelas vozes e visões que tinha. No começo eu tive medo das vozes, chorava, gritava e pedia para elas pararem. Não conseguia entender oque elas falavam, a maioria das vezes elas apenas gritavam, ou murmuravam palavras desconexas e sem sentido. Devem imaginar o transtorno que isso pode causar em uma criança. Quando tentava falar oque estava acontecendo com alguém, a pessoa simplesmente me ignorava e falava que eu estava ficando grande demais para ter amigos imaginários.

‘’Amigos’’, não era exatamente oque eu achava que as visões eram. Depois da morte de meu pai, quando eu tinha sete anos, fui morar com minha tia e o marido dela, na cidade de Pierré, no estado de Dakota do Sul. Eu era tratado como um estorvo, um grande problema que tinha caído de paraquedas na vida dos dois. Logo minha tia improvisou um quarto ‘’temporário’’ no porão. Na verdade ela não tinha intenção nenhuma de me arranjar um quarto algum dia, ela nunca me deixava brincar com os dois filhos dela, e eu não ia à escola. Eu saia muito pouco de dentro do porão, e quando alguém de fora vinha visitar a minha tia, ou o marido dela, ela me mandava para o meu ‘’quarto’’. De alguma forma, eu comecei a perder o medo das vozes e das visões.

Meu primeiro contato com um espectro foi aos dez anos. Eu estava em cima da cama, tentando ignorar os gritos e vozes na minha cabeça. Peguei o travesseiro e coloquei em cima da cabeça, comprimi contra meus ouvidos e mordi o lençol.


-Parem!Parem! Parem de falar comigo, eu quero que vão embora! eu gritava, com lágrimas nos olhos. – Me deixem em paz!

As vozes continuaram, agora resmungavam e gemiam. Eu soluçava e chorava, minha mente estava extremamente perturbada e frágil. Acalmei-me um pouco. Tirei o travesseiro e joguei para o lado com receio. Sabia que as vozes eram instáveis, e podiam começar a gritar a qualquer momento. Percorri os olhos pelo porão e tive outra visão. Nunca tinha tido uma visão tão nítida e perfeita. Em um canto, uma menina de no máximo cinco anos estava caída. Ela tinha longos cabelos loiros e a pele branca como giz, como a de uma pessoa morta. Chega de chorar, chega de fugir. Caminhei lentamente em direção à garota, percebi que as roupas da menina estavam rasgadas e ela estava deitada em cima de uma poça de sangue. O rosto da garota estava virado na outra direção, assim eu só conseguia ver os cabelos dela. Minhas pernas bambearam, mas continuei avançando. Quando estava a um metro do local onde a menina estava, percebi que estava um pouco tonto. Toquei as costas da menina, que se virou lentamente.

Assim que vi o rosto dela, minha respiração acelerou, o coração bateu forte, as pernas congelaram, soei frio, uma gota de suor caiu no chão. O rosto dela estava queimado, e não tinha algumas partes da face, eu parecia estar vendo uma pessoa vítima de graves queimaduras. Eu recuei assustado, e cai.


- Me liberte... Ajude-me... Por-por favor. – suplicou a menina.

Eu pensei em fugir, sair dali, gritar. Mas não, me aproximei angustiado da menina.

-Como eu poço lhe ajudar? Não consigo nem ao menos acabar com as vozes em minha cabeça. – perguntei.

A menina soluçou.

- Você é um semideus. É filho da Deusa dos fantasmas, é a única pessoa que pode me ajudar a ficar em paz e ir para o mundo inferior ser julgado e acabar com meu sofrimento. – falou ela.

Fiquei confuso, meu pai sempre tinha me falado que minha mãe morreu quando eu era pequeno, e agora uma garota me diz que minha mãe é uma Deusa. E oque é um semideus? Oque é mundo inferior? As perguntas se amontoavam em minha garganta, mas não conseguia pronuncia-las, estava em choque. Neste instante, as vozes recomeçaram. Agora eu conseguia identificar oque os fantasmas falavam, basicamente eram pedidos de ajuda, queriam que eu os liberta-se, suplicavam, choravam e gritavam. As sombras a minha volta começaram a se mexer, e tomar vagas formas de pessoas. Minha visão embaçou tudo começou a rodar a minha volta, cambaleei derrubando algumas coisas no caminho. Senti um estalo no ouvido, e minha pressão baixou, cai no chão com um baque surdo. Ficou tudo escuro e eu desmaiei.
Não sei por quanto tempo fiquei desacordado. Tive pesadelos horríveis, aonde eu era arrastado por uma multidão de mortos, todos eles gritando e me agarrando pedindo ajuda. Em outros, eu caia em um abismo sem fim, gritando e soluçando. Acordei.

Estava em uma cama de hospital, os lençóis eram brancos, mas tinham marcas de sangue. O meu sangue. Tentei levantar a cabeça, mas ela doía muito. Olhei para baixo, e vi que meus braços e pernas estavam amarrados por tiras de couro. Ume enfermeira estava mexendo nas gavetas de um armário ao lado.


-Aonde eu...? – tentei perguntar.

A enfermeira percebeu que eu tinha acordado, e veio até mim.

- Não fale você ainda está fraco. – ela disse, ajeitando meu travesseiro. – Você está no Hospital Psiquiátrico de Chicago.

Hospital Psiquiátrico em Chicago? Eu estava com medo, será que tinha ficado louco? Não, tinha absoluta certeza que tudo oque eu ouvia e via eram bem reais. Tentei movimentar os braços, mas as amarras me machucaram.

-Porque estou amarrado? Oque aconteceu, e há quanto tempo eu estou desacordado? – indaguei.

A enfermeira estava arrumando uns remédios nas prateleiras, e parou um pouco para responder minhas perguntas.

-Sabe... Jacob. – falou ela, lendo o meu nome que estava escrito na frente da cama. – Você está desacordado há três dias. Vou chamar o Dr. Mathias, ele pode lhe explicar melhor a situação.

Ela saiu pela porta, indo buscar o médico. Minha cabeça parecia que ia explodir, meu corpo todo doía. Meu medo era ficar louco de verdade. Sabia que as vozes poderiam voltar a qualquer hora, qualquer instante. Alguém abriu a porta.

-Olá Jacob. Vamos conversar um pouco. – falou quem eu presumi ser o Dr.Mathias.

Ao lado dele, estava minha tia, como sempre com aquele olhar azedo quando me via.

-Por favor. Oque está acontecendo? – supliquei.

O Dr.Mathias se sentou em uma cadeira do lado da cama, e minha tia preferiu ficar de pé ao lado.

-Jacob. Você esta aqui para se tratar. Você está doente. – começou ele. – Sua tia o encontrou caído no chão, há três dias. Estava tendo convulsões, sangrando pelo nariz e com arranhões no corpo. Chegou aqui no hospital ainda tendo fortes convulsões, e tivemos que seda-lo. Estava se debatendo, e por isso tivemos que amarra-lo.

Tentei absorver tudo isso. Não me lembrava de ter convulsões, nem de me debater.

- Eu estou ficando louco? – perguntei angustiado.

O médico se mexeu desconfortável na cadeira.

-Isso só exames mais detalhados poderiam informar. Mas eu não gosto de chamar as pessoas de loucas, são apenas pessoas que tem problemas mentais, são como quaisquer outras. – explicou Mathias. Percebi que ele estava querendo amenizar o meu choque, a saber que estava ficando louco. – Pelos dados que recebi você tem dislexia e TDAH. Essas características se encaixam em alguns transtornos mentais, mas preciso que responda algumas perguntas para que eu possa fazer um diagnostico. Está bem Jacob?

Assenti levemente com a cabeça.

-Ok. Por acaso você vê vultos, tem visões estranhas, ou ouve vozes frequentemente? – perguntou ele.

Eu fiquei com medo de falar oque eu sentia para ele, mas o médico parecia querer me ouvir. Ninguém nunca me ouviu, sempre me ignorou.

- Sim, eu sinto tudo isso. – assenti.

-Tem sensações de vertigens, sensação de que está sendo seguido? – perguntou novamente.

Assenti levemente com a cabeça.

- Jacob, você tem esquizofrenia. – afirmou Dr.Mathias. - Confunde a realidade com a fantasia.

Era tudo oque eu temia. Estava ficando louco. Tive um flashback das minhas visões e dos vultos que me perseguiam a vida toda.

- Então eu vou ter que ficar nesse hospício pra sempre?! – perguntei já exaltado.

Minha tia que ficou o tempo todo calado, resolveu se pronunciar.

-Sebastian, aqui é o lugar certo para você. –ela começou a falar. Minha tia sempre me chamava de Sebastian. - Aqui eles vão te tratar, você vai melhorar, vai ser medica...

-Você quer é ficar livre de mim! Nunca se importou comigo! Eu quero ir embora, me deixem em paz! – a interrompi.

O medico fez um sinal para a enfermeira do lado de fora, que entendeu.

- Sebastian, estou fazendo o melhor para você. – falou minha tia, com um olhar falso de compaixão.

A enfermeira entrou no quarto, com dois homens vestidos de branco, possivelmente outros médicos. A enfermeira pegou uma seringa e encheu com um líquido esbranquiçado.

-Isso vai te acalmar, não vai doer nada. – avisou.

Provavelmente queriam me manter sedado.

-Não! Parem! Deixem-me ir embora! – eu gritava e me contorcia tentando sair das amarras.

De alguma forma, a amarração de uma das pernas se partiu. Os homens vieram em minha direção, para tentar me fazer ficar quieto. Eu chutava o ar, e acertei um deles, que segurou minha perna na cama.

Minha tia saiu do quarto, junto com o Dr.Mathias. Ela fingia estar triste, e enxugou os olhos, fingindo ter lágrimas nos olhos.


-Parem! Larguem-me! – eu gritava e me debatia.

A enfermeira conseguiu penetrar a ponta da agulha em meu braço, e injetou o sedativo. Meus músculos amoleceram e meus olhos se reviraram. Os homens me largaram, e eu cai em sono profundo. A última coisa que vi antes de ficar inconsciente foi à porta se fechando e sendo trancada.

Desta vez não tive pesadelos. Só me lembro de algumas vozes. Fuja, ajude-nos. A maioria falava isso. Acordei com o barulho do ventilador. Estava em outro quarto, os lençóis tinham sido trocados, mas eu continuava com as pernas e braços amarrados. Um homem entrou no quarto e começou a desamarrar as amarras.


- Olha, eu vou tira-las, mas prometa que não vai tentar nada. – avisou o homem. – Vamos fazer alguns exames, e você vai começar o tratamento.

Levantei-me e abri a porta. O homem disse para que eu fosse andando pelo corredor, que ele estava logo atrás. Em cada lado do corredor, havia outros quartos e salas, como oque eu estava. Uma mulher passou por mim, levando um homem de cadeira de rodas. O homem na cadeira de rodas não tinha expressão, parecia estar sonhando acordado, totalmente submisso e sem forças. Senti um frio na espinha a vê-lo, tinha medo de ficar assim algum dia. Cheguei ao fim do corredor, e parei na frente de uma porta. Em cima estava escrito: Unidade de Tratamento Psiquiátrico Intensivo (U.T.P. I).

-Pode entrar. – falou o homem.

Abri a porta e entrei, receoso.

-Olá Jacob. – cumprimentou-me o médico. – Vamos começar o tratamento. Deite-se nessa maca.

Eu deite, e reparei que havia uma máquina do lado. O médico pegou uns sensores que saiam da máquina, e grudou em partes de meu corpo.

-Oque está fazendo? – indaguei.

O médico começou a mexer nos botões da máquina.

-É um tratamento de choque. – disse ele friamente.

-Eu quero ir embora, não sou louco. – protestei.

O médico não ligou para mim, e ajustou a frequência e a intensidade da máquina.

- Você tem que ficar aqui. – falou ele. – Agora vou colocar um pano na sua boca, para não morder sua língua.

Eu ia protestar, mas ele me colocou um pano dentro da boca. Tentei me soltar, mas nem tinha percebido que estava amarrado novamente. Ele apertou um botão e a máquina funcionou. O choque percorreu o meu corpo, fazendo com que me contorce-se. Mordi fortemente o pano em minha boca, quando pensei que ia morrer eletrocutado. O médico abaixou um tipo de alavanca, e desligou a máquina. Ele tirou o pano, e desamarrou as amarras.

- Pode doer agora, mas vai ficar melhor depois. – falou ele.

Eu fiquei um tempo deitado, por causa do choque. Quando consegui levantar, tonto e com o barulho do choque ainda na minha cabeça. Sai da sala, e o homem que tinha me acordado de manha me guiou até oque parecia ser o refeitório do hospício.

-Tente se enturmar com as outras pessoas, quando tiver que voltar, alguém vai lhe chamar. – falou ele.

Eu caminhei pelo lugar. As vozes em minha cabeça recomeçaram. Ignorei-as, indo até as mesas e pegando um prato. Uma funcionaria, colocou comida em meu prato, e me deu um remédio e um copo da água. Coloquei-o na boca, mas segurei de um lado da bochecha. Quando ninguém estava vendo, joguei no lixo.

-Querem me deixar topado... – murmurei.

Um garoto, um pouco mais velho que eu, se aproximou de mim, mancando de um jeito estranho. Ele tinha cabelos encaracolados, e usava uma toca.

-Olá. – ele disse, sentando-se ao meu lado.

-Olá. – respondi.

O garoto não parecia ser louco, parecia ser normal. Todas as pessoas que eu tinha visto, falavam coisas sem nexo, e brincavam como crianças de seis anos. Outras, simplesmente ficavam quietas e amuadas.

- Olha, precisamos sair desse lugar. Isto aqui não é pra você. – falou ele preocupado. – Você tem um grande potencial semideus.

Fiquei surpreso. A menina também tinha falado algo assim, semideus.

-Eu não sou louco. – falei para ele.

Ele deu uma risada nervosa. A risada parecia mais um balido.

- Claro que não é. – afirmou ele. – Eu também não sou louco. Quíron me enviou para procurar semideuses em Hospitais Psiquiátricos. Muitos semideuses são internados. Os humanos acham que são loucos, principalmente os filhos de Hades e Melinoe.

Agora eu estava desconfiando que ele fosse louco mesmo. Isso que ele estava falando era bem estranho. Mas, eu acreditei nele, só queria sair daquele inferno.

-Não me importo se isso é verdade ou não. – falei. – Só quero sair daqui. Você me ajuda? A proposito, qual seu nome?

- Com certeza. – falou ele. – Meu nome é Kristan, e vamos sair desse lugar agora.

Ele pegou uma flauta, e saiu cantando.

-Siga-me. – pediu Kristan.

Eu o segui pelos corredores. Nós passávamos pelos médicos e guardas, e ninguém nós impedia, simplesmente nós deixavam passar. Saímos daquele lugar, e Kristan parou de tocar. Ele arfou de cansaço.

-Magia nunca foi meu forte. – ele falou, arfando.

Ele foi em direção a uma van. E me convidou a entrar.

- Vamos para um acampamento. – falou. – Acampamento Meio-Sangue. Argos, achamos um semideus, vamos para o acampamento.

Não sabia para aonde estava indo. Nem ao menos sabia se aquilo era real, ou uma das minhas ilusões. Pela janela, vi de relance, a menina que estava no porão caída.Ela me olhou e sorriu.

Jacob S.G Bonaventure
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Localização: Venha me procurar se tiver coragem.

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Re:ficha de reclamação

Mensagem por Alice Maia em Qua Fev 22, 2012 2:36 pm

[b]
Por qual Deus você deseja ser reclamado?

Gostaria de ser reclamada pela Afrodite a deusa da beleza e do amor.

Cite suas principais características, e o porquê de querer ser filho de tal Deus.

Sempre estou sorrindo, a maior parte do tempo fico alegre sou meiga, esperta, ágil, e corajosa.Meu cabelo è preto meus olhos bem não conseguo definir a cor.Gostaria de ser reclamada pela afrodite porque sempre admerei ela, ser uma filha da Afrodite não è ser uma patriçinha è espalhar a beleza e o amor ao mundo.

Relate a história da sua personagem - não haverá um limite de linhas definidos, deixe a sua criação fluir.

Liana Maia nasceu 10\7\1898 na inglaterra ,aos tres anos de idade se mudou para Los Angeles[b]
porque seu pai foi tranferido,seu pai tinha cabelo preto e era auto sua mãe era alta e tinha cabelo catanho escuro, desde pequena estudou nas melhores escolas particulares mesmo sendo muito independente aos oito anos descobriu que era adotada procurou seus pais verdadeiros e no seu aniverssàrio de dez anos fugio de casa e pegou um havião para a inglaterra onde foi adotada

ficou na casa de sua avò por um tempo ela tinha viajado então não teria problema a casa era bastante rustica encontrou o orfanato que foi adotada la tambem descobriu que seu vardadeiro sobrenome era Maia depois foi atras do seus pais adotivos no meu anirverssàrio de treze anos encontrei meu pai verdadeiro ele era bonito rosto perfeito e olhos verdes ele falou:

-Mas voce havia desaparecido com dois anos!

-Quem disse isso bom eu fui levada para um orfanato e logo fui adota me mudei para Los Angeles e voltei para procurar voceis mais cade a mamãe.

Ele me abraçou e disse:

-Querida a mamãe desapareceu quando voce nasceu e voce desapareceu com dois anos vamos para nossa casa e te explico tudo.

Quano cheguei la a casa era grande e moderna com quadros gregos e romanos, e com varios livros a casa estava super organisada ele se sentou e eu fiz o mesmo ele me explicou que com dois anos agente foi passear um parque em um parque e eu sumi ele me procurou por toda parte mas eu tinha sumido depois da longa converssa o dia foi normal ele me deu uma mesada e eu fui pro shopping gastar o dinheiro fui ao cinema antes de sair fui ao Mc Donalds quando sai do shopping resolvi ir ao parque fiquei sentada debaicho de uma cerejeira quando vi um dragão igual os dos quadrosdo meu pai cheique estava ficando louca e desmaiei quando acordei estava em um tipo de enfermaria.

parte mas eu tinha sumido depois da longa converssa o dia foi normal ele me deu uma mesada e eu fui pro shopping gastar o dinheiro fui ao cinema antes de sair fui ao Mc Donalds quando sai do shopping resolvi ir ao parque fiquei sentada debaicho de uma cerejeira quando vi um dragão igual os dos quadrosdo meu pai cheique estava ficando louca e desmaiei quando acordei estava em um
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Re: Ficha de Reclamação

Mensagem por Gabriel Jorge em Qua Fev 22, 2012 4:45 pm


▬ Por qual Deus você deseja ser reclamado?
Eu gostaria de ser reclamado por Morfeu, por Éolo ou até, talvez por Héstia. Mas, qualquer deus ou deusa quem e aceitar tudo bem. Só quero ser amado por uma divindade pagã -q. Sério, só quero saber sobre mim e minha família.

▬ Cite suas principais características, e o porquê de querer ser filho de tal Deus.
Sou um pessoa um tanto sociável, amigável, altruísta, (tento ser) paciente e gosto de dar conselhos. De Morfeu pois sempre gostei muito de sonhar, sempre me interessei muito sobre sonhos e sou um pouco sonambulo. De Éolo, pois, logo no começo já me senti ligado a ele. O senhor dos ventos me dá um certo "poder". E Héstia, não sei. A estabilidade familiar e a importância da felicidade no lar sempre foram muito fortes em mim. Sempre quero agradar e fortalecer minha família.
Mas, como disse, não tenho um preferência certa. Só quero ser reclamado


▬ Relate a história da sua personagem - não haverá um limite de linhas definidos, deixe a sua criatividade fluir.
color=olive]Eu, Gabriel Jorge, sempre vivi no Rio de Janeiro. Uma família boa, boa situação. Alegria. Mas sempre fui especial. Quando eu era pequeno, minha mãe dizia que eu via coisas que ninguém via. Sempre ajudei meu pai pela minha grande inteligencia e sempre procurei pela aventura e pelo meu gosto na leitura. Mas eu sempre senti que eu era parte de outra coisa. De outra vida. Eu era de algo superior.
E isso só veio a se afirmar.
Na escola, perseguido por certos alunos. Atacado. Na rua, sempre via algo atrás de mim, me espionando. Nos sonhos, era como se sentinelas me vigiassem enquanto ia para meus sonhos. O pior de tudo aconteceu quando minha escola pegou fogo. Um homem, que dizia ser pai de um aluno, se infiltrou na escola e atacou. O mais aterrorizante foi sua habilidade jogar fogo pelas mãos. Quando finalmente vi o socorro, contei minha versão da história e ficaram me olhando com cara de maluco. Começaram a me culpar pelo evento.
Na rua era olhado feio. Nas outras escolas, era humilhado pelos outros. Os amigos que eu fazia eram descriminados. Os antigos eram até proibido de falar comigo. E vieram os sonhos. Sonhos de deuses. Sonhos dos grandes países e impérios. Gregos e Romanos. E então, minha antiga curiosidade pelos deuses de outras culturas, sobretudo pelos greco-romanos se aprofundou quase numa obsessão. Aquilo me mostrava coisas que nunca vi. Coisas que me conectavam a uma outra vida. De uma realidade que eu era intimamente conectado. E então veio aquele livro "O Ladrão de Raios", da saga de Percy Jackson. Logo li os outros. Que alegria! Outros como eu! Cada vez que lia, me sentia parte daquilo.
E então veio o sonho. De um sátiro ou fauno. Dá na mesma. Ele me mandou para cá. Para este acampamento. E agora aqui estou. Tão ligado a mitologia grega e agora sei ser filho de um deus. Só quero saber da qual. [/color]

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Re: Ficha de Reclamação

Mensagem por Jessie S. Midnight em Qua Fev 22, 2012 5:02 pm

♣ Por qual Deus você deseja ser reclamado?
Ares

♣ Cite suas principais características, e o porquê de querer ser filho de tal Deus.
Sou estrategista o que me torna forte, sendo filha de Ares, tenho personalidade parecida com a do deus,sarcástica e raramente romântica, posso ser diferente a cada minuto, totalmente bipolar, tenho força e inteligência, o que seria ótimo pois para manusear os poderes que herdei de meu progenitor, lutarei e jamais irei perder uma batalha . E por isso quero ser filha de Ares, creio que tudo que envolve minha personagem combine com o deus .

♣ Relate a história da sua personagem - não haverá um limite de linhas definidos, deixe a sua criatividade fluir.

Jessie fora adotada ainda bebê, por uma empregada, herdara o sobrenome da mulher,Midnight, que apelidou-a de Jessie Sweet, fora criada com o tratamento digno de uma prole de Afrodite, porém sua personalidade demonstrava respeito e rebeldia, odiava a maioria das regras, sempre indo contra, desconhecia seu passado obscuro .

Em sua adolescência, por volta dos 14 anos, estava tendo muitos problemas, gostaria de sumir do mundo, vivia fugindo e queimando coisas, alguns seres esquisitos a perseguiam e a garota, cada vez mais traumatizada chegava a se viciar em doces, isso mesmo, doces, porém era a fuga dela deste mundo infiel, certa vez, chegara da escola com um belo boletim escrito reprovada por ter deficit de atenção e dislexia e encontrara a mãe morta, com uma espada cravada no pescoço e uma poça de sangue em volta, não sabia quem era o assassino, porém havia prometido para si que iria achá-lo e ia matá-lo quando possível, vagava sem rumo até um dia ser atropelada por um carro, por sorte era um semi-deus que dirigia, melhor dizendo um sátiro protetor, que saíra do carro preocupado pois havia sido designado para salvar a tal prole de Ares, que agora lutava pela vida com os olhos pesando e muito ferida, acordara no banco de tras de um conversível que estava indo para um local que desconhecia, confusa começou a gritar com o sátiro que prestava atenção tentando evitar monstros, era impossível.

Começava a ver algumas mulheres com asas e garras, a semi-deusa parecia admirada com a tal presença, dava risinhos sarcásticos enquanto elas cediam as provocações, já sabia como distrai-las apesar de ser novata, a garota não sabia o que acontecia porém estava gostando, parecia tudo feito para ela, tudo que ela mais gostava estava ali, se sentia como um cisne negro que dançava prazerosamente torturando os oponentes, observava cada detalhe da mulher que a atacava brutalmente porém quase sem sucesso, Sweet defendia alguns golpes se escondendo atrás do carro roubado, o sátiro lutava também até as quatro criaturas, com um só golpe de uma espada dourada que o sátiro disse ser de bronze celestial dissipou ambas em pó, fraca e desistindo da vida, chegara no acampamento e fora tratada com nectar e ambrosia, Quiron fora a seu encontro, explicara o que ela era e logo fora reclamada, uma prole de Ares .

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Re: Ficha de Reclamação

Mensagem por Luke Rodriguez em Qua Fev 22, 2012 5:19 pm

▬ Por qual Deus você deseja ser reclamado?

Héracles

▬ Cite suas principais características, e o porquê de querer ser filho de tal Deus.

Sou de certo modo insistente e batalhador, pois eu prezo as pessoas que lutam para conseguir os seus ideais. Também sou forte e corajoso como Héracles, que enfrentou desde o Leão de Neméia até mesmo a Hidra sem ao menos exitar. Sou leal e companheiro pois prezo uma boa amizade e quando ela se torna indispensável, luto para conseguir mantê-la e não abandono meus ideais. Bom, gostaria de ser filho de Héracles por reconhecer a honra do deus, sua história de bravura e também pela influência da história do deus em certas partes de minha personalidade. Eu quero ser reclamado por Héracles para representar e honrar o nome deste poderoso deus.

▬ Relate a história da sua personagem - não haverá um limite de linhas definidos, deixe a sua criatividade fluir.

Luke nasceu na cidade de Los Angeles, Califórnia. Por muito tempo ele ficou por lá, sendo protegido por sua mãe. Algumas vezes recebia visitas de seu pai, sendo que, uma vez, Héracles e a mãe de Luke foram passear em um parque, e, um carro quase atropelou Luke e sua mãe, se Héracles não entrasse na frente do carro. Após esse fato, o deus resolveu abster um pouco as visitas a seu filho. O tempo passou, mais especificamente 10 anos. Luke, agora tendo seus 11 anos, estava andando pela cidade, quando recebeu uma ligação de sua mãe, pedindo para ele voltar para casa correndo. O garoto obedeceu à mãe, e, quando chegou a encontrou com um homem que parecia um cavalo ou algo assim. Alguns dias depois ele descobriria que aquilo era um sátiro. A mãe do garoto simplesmente pediu para Luke ir com o sátiro, mas o garoto não queria. Estava nervoso demais e ainda se achava muito pequeno para ir com o sátiro.

O sátiro, vendo que não poderia mudar a opinião do garoto, deixou ele com sua mãe, deixando bem claro que quando Luke completasse 13 anos, voltaria para busca-lo. Dois anos se passaram com problemas para o garoto, ainda mais nas matérias escolares. O garoto fora expulso três vezes nestes dois anos por incrivelmente destruição do patrimônio escolar. Os treze anos chegaram, e o sátiro de antes voltou. O sátiro estava mais evoluído, mais forte e robusto, enquanto o garoto só tinha desenvolvido sua força. Luke ainda não sabia seu patrono, mas, mesmo assim, sentia que conseguia ser muito mais forte do que já era. Finalmente, depois da conversa de sua mãe com o sátiro, o garoto pegou sua mochila com as roupas e começou sua jornada em direção ao acampamento. A viagem fora bem calma, não houve imprevista (deixando claro que o Word deixou a palavra assim). Após outra viagem, de certo modo curta, até o acampamento, pude de certa distância avistar uma colina. O sátiro somente riu, então começamos a conversar, antes de chegarmos ao acampamento. Conversa vai, conversa vem, o sátiro avisa que estávamos na frente da colina do acampamento e que teríamos que subir andando.

A subida seria fácil, mas, então percebi que a grama estava molhada, escorregadia. Era difícil de subir aquela colina por causa de meu calçado. Um all-star branco não era bom para subir locais com grama rasteira e molhada. Mesmo eu escorregando algumas vezes, cheguei ao topo da colina após o sátiro. Acho que ele era daqueles bodes montanheses, ou coisa assim, ou também costume, pois conseguiu subir em um minúsculo espaço de tempo. Olhei para tudo, aquele acampamento maravilhoso. A brisa batia de leve em meus cabelos negros e meus olhos azuis brilhavam. Sorri, pensando: ‘Essa subida valeu a pena’. Após comtemplar a vista, o sátiro fez um sinal para que eu o seguisse. Fomos correndo até chegarmos à frente de uma construção de dois andares, onde um centauro me aguardava para dar boas-vindas.


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Re: Ficha de Reclamação

Mensagem por Alice Maia em Qua Fev 22, 2012 6:31 pm

Liana Maia escreveu:[b]
Por qual Deus você deseja ser reclamado?

Gostaria de ser reclamada pela Afrodite a deusa da beleza e do amor.

Cite suas principais características, e o porquê de querer ser filho de tal Deus.

Sempre estou sorrindo, a maior parte do tempo fico alegre sou meiga, esperta, ágil, e corajosa.Meu cabelo è preto meus olhos bem não conseguo definir a cor.Gostaria de ser reclamada pela afrodite porque sempre admerei ela, ser uma filha da Afrodite não è ser uma patriçinha è espalhar a beleza e o amor ao mundo.

Relate a história da sua personagem - não haverá um limite de linhas definidos, deixe a sua criação fluir.

Liana Maia nasceu 10\7\1898 na inglaterra ,aos tres anos de idade se mudou para Los Angeles[b]
porque seu pai foi tranferido,seu pai tinha cabelo preto e era auto sua mãe era alta e tinha cabelo catanho escuro, desde pequena estudou nas melhores escolas particulares mesmo sendo muito independente aos oito anos descobriu que era adotada procurou seus pais verdadeiros e no seu aniverssàrio de dez anos fugio de casa e pegou um havião para a inglaterra onde foi adotada

ficou na casa de sua avò por um tempo ela tinha viajado então não teria problema a casa era bastante rustica encontrou o orfanato que foi adotada la tambem descobriu que seu vardadeiro sobrenome era Maia depois foi atras do seus pais adotivos no meu anirverssàrio de treze anos encontrei meu pai verdadeiro ele era bonito rosto perfeito e olhos verdes ele falou:

-Mas voce havia desaparecido com dois anos!

-Quem disse isso bom eu fui levada para um orfanato e logo fui adota me mudei para Los Angeles e voltei para procurar voceis mais cade a mamãe.

Ele me abraçou e disse:

-Querida a mamãe desapareceu quando voce nasceu e voce desapareceu com dois anos vamos para nossa casa e te explico tudo.

Quano cheguei la a casa era grande e moderna com quadros gregos e romanos, e com varios livros a casa estava super organisada ele se sentou e eu fiz o mesmo ele me explicou que com dois anos agente foi passear um parque em um parque e eu sumi ele me procurou por toda parte mas eu tinha sumido depois da longa converssa o dia foi normal ele me deu uma mesada e eu fui pro shopping gastar o dinheiro fui ao cinema antes de sair fui ao Mc Donalds quando sai do shopping resolvi ir ao parque fiquei sentada debaicho de uma cerejeira quando vi um dragão igual os dos quadrosdo meu pai cheique estava ficando louca e desmaiei quando acordei estava em um tipo de enfermaria.

parte mas eu tinha sumido depois da longa converssa o dia foi normal ele me deu uma mesada e eu fui pro shopping gastar o dinheiro fui ao cinema antes de sair fui ao Mc Donalds quando sai do shopping resolvi ir ao parque fiquei sentada debaicho de uma cerejeira quando vi um dragão igual os dos quadrosdo meu pai cheique estava ficando louca e desmaiei quando acordei estava em um
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Re: Ficha de Reclamação

Mensagem por Athena em Qui Fev 23, 2012 12:53 am



Avaliação das Fichas para Reclamação



Para todos os avaliados que tiveram suas fichas recusadas ou para aqueles que querem melhorar suas técnicas de escrita: Por favor, leiam o mini-guia ao final deste post.


      Nesto - Ficha Aprovada! Centauro.

      Jacob S.G Bonaventure - Reclamado! Filho de Melinoe# Apenas procure escrever seu texto utilizando o Word ou o Google Chrome. Pequenos errinhos de pontuação podem tirar alguns pontos de futuras avaliações de batalhas e treinos. Estória, enredo, explicações... tudo perfeito! Tens um grande potencial, garoto.

      Gabriel Jorge - Reclamado! Filho de Eolo

      Jessie S. Midnight - Reclamada! Filha de Ares

      Luke Rodriguez - Reclamado! Filho de Héracles# Quem sabe se substituísse o 'imprevista' por ' imprevistos' não daria certo?






Liana Maia - Ficha Reprovada # Sua ficha está bem confusa. Tente explicar e exemplificar melhor suas ações, sentimentos e pensamentos. Tente detalhar mais os acontecimentos de sua vida. A ficha ficou muito pobre em informações, como por exemplo sua vida estudantil, com sua família (tanto adotiva, quanto sanguínea), quais as áreas que mais te interessavam, o que sentiu ao descobrir o mundo mitológico, o que aconteceu quando o descobriu... Diga seus gostos, seus amores, seus ódios, amigos, inimigos, vida... Tente citar esses detalhes em sua ficha. E também procure reler seu texto algumas vezes mais. Isso ajuda a evitar erros de pontuação e de ortografia que são facilmente percebidos e que auxiliam e muito na compreensão do texto em si. E procure não postar a mesma ficha mais de uma vez antes de ser avaliada. As avaliações demoram um pouco para serem postadas, pois requerem atenção e tempo dos ADMs. Só seja um pouco mais paciente, ok?






Agora mais umas dicas para vocês:
▬ Nós não queremos que escrevam 20 páginas de história ou até mesmo que escrevam um livro. Tudo o que nós, deuses a Administradores do PJBR queremos é que vocês se divirtam e soltem a imaginação. Não tenham medo de escrever o que pensam ou sentem! Descrevam sentimentos, pensamentos, ações, receios, medos... Enfim, tudo que um meio-sangue poderia sentir ao descobrir sua verdaderia identidade.
Vivam a personagem. O que vocês fariam se descobrissem serem semideuses? Quais seriam seus atos? Bom, eu ficaria surpresa e faria milhares de perguntas. Descrevam ações, sentimentos, pensamentos,tudo que puderem para convencerem nós e a vocês mesmos de que, sim, você é um meio-sangue. Tentem colocar um pouquinho de vocês na história dos personagens ou até mesmo daquilo que gostariam de ser. Enfim, narrem como se fossem suas vidas de verdade.
▬ Tentem escrever seus textos no Word ou utilizem o Google Chrome. Eles possuem um corretor de textos, o que diminuirá a quantidade de palavras com erros de digitação. Não, isso não influencia na avaliação de seus textos, mas o deixa muito mais bonito, não é? Além de evitar algumas confusões de interpretação por parte de nós, deuses.
▬ Usem cores [color=??????] para deixarem os textos mais bonitos. Isso ajuda muito na correção do mesmo, até porque dá uma maior vontade de ler a narração.
▬ Pesquisem sobre seus inimigos e seus pais olimpianos. Além de aprender um pouco mais, a interpretação de seu personagem será muito mais realista e bem escrita. Sugiro que dêem uma olhada nos livros do Tio Rick quando forem escrever, no Bestiário do Fórum [clique aqui], nos posts de seus futuros irmãos/irmãos, em posts já avaliados na arena e até mesmo aqui na Ficha de Reclamação e no Google (sim, ele ajuda bastante).
▬ Não se esqueça de conferir nosso Tutorial de Postagem [clique aqui]!!

Qualquer dúvida podem me mandar MP que responderei com todo prazer.


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Re: Ficha de Reclamação

Mensagem por Stella Gardner em Qui Fev 23, 2012 4:13 pm

▬Por qual Deus você deseja ser reclamado?
Apolo

▬Cite suas principais características, e o porquê de querer ser filho de tal Deus.
Não vivo sem música, com ela posso expessar meus sentimentos e ser eu mesma, de dia eu me sinto bem, os raios do sol me renovam e me fortalecem, sempre fui ótima na mira, principalmente em arco e flecha. Um sonho meu sempre foi me tornar médica pediatra, pois adoro crianças e tudo o que se relaciona a medicina e cuidar e ajudar pessoas.

▬ Relate a história da sua personagem - não haverá um limite [b]de linhas definidos, deixe a sua criatividade fluir.
Eu sempre vivi com minha mãe numa pequena cidade com aproximadamente 20 mil habitantes, nunca conheci meu pai, nunca soube de nada sobre ele, pelo menos não pela minha mãe, a única coisa que eu sabia era que eles se separaram antes de eu nascer, e ele tinha ido morar em outro estado, e ele morreu.
Sempre me senti deslocada no mundo e achava que aquele não era meu lugar
Alguns anos se passaram e minha mãe faleceu, pois estava muito doente. Passei a morar com minha tia, ela não gostava de mim e muito menos da minha mãe, e eu nunca tinha entendido o motivo disso.
Certo dia eu conheci uma menina que era vizinha da minha tia, ela era cadeirante, seu nome era Samantha eu perguntei o que aconteceu e como ela tinha virado cadeirante, toda vez que eu perguntava sobre isso, ela hesitava muito e mudava de assunto.
Minha tia um dia estava muito brava comigo, eu disse alguma coisa que a irritou, eu não lembro o que eu disse pois minha tia bateu em mim e eu caí e bati a cabeça no chão muito forte, alguns segundos se passaram e eu acordei e vi algum bicho muito feio e esquisito parado na minha frente, olhei nos olhos daquela coisa e o olhos dela estavam me olhando cheios de raiva do mesmo jeito que a minha tia me olhava, neste momento eu percebi que aquilo era minha tia.
Samantha entrou do nada, arrombando a porta, sem a cadeira de rodas com uma espécie de traseiro de cavalo, ela entrou com uma armadura e uma espada e matou a minha tia com essa espada, pelo menos eu acho, porque ela virou pó.
Ela mandou eu montar nela, eu fiquei aterrorizada e peguei a primeira coisa que vi na frente e usei para me defender, ela mandou eu largar isso e me contou tudo o que estava acontecendo, então eu montei nela e ela me levou para uma mata e subimos numa colina, eu fiquei muito confusa com o que estava acontecendo, toda vez que eu tentava fazer uma pergunta ela dizia que minhas perguntas estavam pra serem respondidas logo, até chegarmos a entrada de uma espécie de acampamento, com as iniciais CHB escritas.
Samantha me contou toda a minha historia e quem era meu pai, quando entramos no acampamento me senti aliviada e senti que aquele era o meu lugar. Ela me disse que ela era minha protetora e me contou quem eu era realmente.


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Re: Ficha de Reclamação

Mensagem por Julia H. Darks em Qui Fev 23, 2012 4:46 pm

▬ Por qual Deus você deseja ser reclamado?
Melinoe, deusa suprema dos fantasmas e das cerimônias fúnebres.

▬ Cite suas principais características, e o porquê de querer ser filho de tal Deus.
Bem, não tenho muito que falar. Não gosto muito de me relacionar com os outros, odeio a maioria das pessoas que conheço. Não gosto de pessoas que acham motivos idiotas para sorrir. Odeio dias ensolarados. Se eu pudesse, mataria todos a quem eu julgasse inútil para este mundo. Respeito quem leva as coisas a sério sem tolerar brincadeiras, sem ter que rir sem motivo, pois a vida é um pesadelo que só acaba após a morte. Gostaria de ser filha de Melinoe, pois me identifico com esse lado obscuro que ela tem. Fantasmas, quem me dera ser um. Não ter essas preocupações da vida mortal, não ter medo de morrer. Isso é no mínino admirável. E essa admiração aumenta cada momento, a cada segundo que eu fico mais perto da morte. Seria uma honra ser sua filha e honrá-la do jeito que puder.

▬ Relate a história da sua personagem - não haverá um limite de linhas definidos, deixe a sua criatividade fluir.

Julia nasceu em 07/07/1999, em Brooklin, NY. Era uma noite chuvosa, e o vento soprava forte. O Sr. Darks (Pai de Julia) estava voltando do supermercado, pois acabara de fazer compras. Ainda estava atordoado com o fato de ter tido relações com uma deusa. Sim, sei que é inacreditável o que eu acabei de falar, mas é a mais pura verdade. Ele havia parado de trabalhar faz algumas semanas, estava ficando doente, louco da cabeça. Não sabia se havia sido um sonho, mas no fundo sabia que era verdade. Sentia muitas vezes a vontade de se matar, mas não conseguia. Ele via isso como uma maldição de Melinoe. Dia após dia ele tinha sonhos da deusa chegando com um carrinho de bebê e sempre que ele olhava para o que havia dentro do carrinho ele via a cara de um bebê chorando e sua face ia apodrecendo a cada lágrima que caía. Ele ficava inquieto via o rosto da deusa em todas as pessoas que via. Portanto parou de trabalhar e começou a passar a maioria do tempo trancado em casa sozinho. Saiu para fazer compras pois estava sem comida. Suas mãos tremiam muito. Mal conseguia dirigir o carro. Ao chegar em casa ficou aliviado, até ver um cesto estranho no tapete da sala. Ele foi espiar o que havia dentro, e lá havia uma menininha pálida com a cara assustada. O homem deu um grito de terror correndo até a cozinha, pegando um facão e cravando bem fundo no peito. Um trovão caiu fazendo um barulho tremendo. O sangue escorria no chão da cozinha e o bebê chorava aos berros. O vizinho ouviu os gritos e foi ver o que era. Encontrou o bebê chorando e o homem morto na cozinha. Ligou para a polícia que veio rapidamente. O caso foi dado como suicídio, mas como o bebê apareceu ninguém sabe. O vizinho acabou adotando o bebê. O seu nome era Howl von Lesseps, um historiador muito sério que tinha 45 anos ao adotar a criança. Deu o seu nome de Julia Helena Darks. Mesmo sem saber se era realmente filha do Sr. Darks, ele sabia que, de algum modo a menina estava relacionada a ele. Howl cuidou muito bem da menina dando comida, roupas e um quarto só para ela. E desde que teve idade suficiente, ele contou a verdade sobre o seu suposto pai e do seu suicídio e que nunca soubera quem era a sua verdadeira mãe. Julia ficou com muita raiva ao saber, mas achou bem-feito ele ter morrido. "Ninguém ligava para ele mesmo", assim que a menina pensava e com o passar dos anos foi cultivando essa raiva com ódio e frieza, e isso que fez a personalidade de Julia. Ela não ligava muito Aos sete anos já tinha uma cara super pálida e assustadora, não tinha amigos e não falava com ninguém. Howl já estava mais velho e havia pegado um câncer no pulmão que era incurável. A menina ficou depressiva ao descobrir que não teria mais família. Howl era a única pessoa que amava nesse mundo. Sem ele, ela estaria sozinha e sem ninguém para amá-la. Ninguém tinha culpa por isso acontecer, mas Julia não pensa assim. Botou a culpa em todo mundo, começou a odiar todos e todas profundamente. No dia do enterro, ela estava entediada, já estava cansada de chorar pela sua vida desgraçada. Já tinha doze anos de idade e nunca conhecera a sua mãe. Após o enterro ela iria para um orfanato e lá ficaria até que alguém quisesse adotá-la. Mas ela não queria isso para a sua vida. O enterro não foi muito emocionante, todos tinham uma expressão triste no rosto. Julia estava com a mente vazia, não pensava em nada e nem reparava no que estava acontecendo. Enterraram o caixão e Julia com um homem do orfanato em direção a vã. Estava quase entrando na vã que a levaria para o orfanato, mas uma coisa parou-a. Um espírito branco estava atrás de uma árvore, observando-a do outro lado da rua. Julia sabia que era um espírito, apenas por... Saber, de certo modo. Não parecia que os outros o viam também, apenas Julia. Ela ficou imobilizada, em estado de choque. Sentiu alguma coisa ao vê-lo, mas não sabia definir o que era. Esse espírito lhe chamava. E de certa forma, ela não poderia ignorar esse chamado. Foi correndo até a árvore enquanto ouvia o motorista chamá-la para voltar e entrar na vã. A menina ignorou indo ao encontro do espírito que havia se escondido totalmente atrás da árvore. Ela deu a volta na árvore e achou o espírito que lhe chamava. O motorista impaciente saiu do carro para pegá-la a força. O espírito tão bonito deu-lhe um beijo na testa e desapareceu. A menina compreendera a mensagem dada pelo espírito, era tanta coisa só em um toque, mas ela não hesitou e fugiu do cemitério sozinha. O motorista não conseguiu alcançá-la a pé, pois ela era muito rápida. Ele voltou para vã, assim ele conseguiria alcançá-la, mas já era tarde. A menina havia escapado do cemitério, e eles não a acharam. A menina não estava perdida, o espírito a havia guiado por NY a fora. Dando sinais do que deveria fazer. A garota não hesitou. Sabia, de certo modo, que estava fazendo a coisa certa e que isso a levaria para um lugar melhor. Aquele toque nem quente e nem gelado, nem bom nem ruim, fez com que a garota se sentisse amada novamente. Como se outro alguém se importasse com ela nesse mundo. É um dos melhores sentimentos que já sentiu. Seguindo as ordens do espírito, ela acabou chegando ao tal Acampamento. Onde descobrira que era filha de uma deusa mitológica. Não sabia o que pensar sobre isso, mas a cada dia que se passa ela fica mais feliz por saber que alguém realmente se importa com ela nesse mundo... Mesmo sem saber quem é.


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Re: Ficha de Reclamação

Mensagem por Claire W. Dreyer em Qui Fev 23, 2012 5:48 pm

Ficha de reclamação
▬ Por qual Deus você deseja ser reclamado?

Thanatos, personificação da morte.

▬ Cite suas principais características, e o porquê de querer ser filho de tal Deus.
Uma garota fria, anti-social, arrogante e de coração de pedra, raramente sente pena, e não pensa ao ter que matar alguém, essa é a definição para Claire.
Gostaria de ser filha de Thanatos por gostar da obscuriedade e adorar a morte, ou coisas mórbidas, além do deus encaixar-se com a personalidade da garota. Ambos têm coração de pedra, e ambos estão ligados à morte. Fora por sempre star sendo deixada de lado, como no caso de Thanatos e Hades, que recebe todo o crédito pelo trabalho do deus menor.

▬ Relate a história da sua personagem - não haverá um limite de linhas definidos, deixe a sua criatividade fluir.
Não se sabe ao certo onde nasceu, quem lhe deu esse nome e muito menos em que dia e mês nasceu. Mas deve ter sido em 1994, pois aparenta ter dezoito anos. E o único fato que Claire tenha alguma descendência alemã, visto pela sua aparência e sobrenome. Apenas o que soube é que algumas madres acolheram-na e a criaram com seus métodos rígidos de criação em um orfanato na Inglaterra. Apenas soube que fora deixada por um certo rapaz loiro que explicava friamente o motivo de estar abandonando naquele local deplorável uma pequena garota, que ainda era apenas um bebê.
Com apenas três anos de idade, já fora acostumada a receber torturas diárias, onde a mesma urrava com a dor que as madres lhe proporcionavam, o que as faziam lhe baterem mais ainda, forçando-a a concentrar-se em uma aparência inexpressiva, sem ao menos franzir o cenho. Era indisciplinada, arrogante e teimosa demais para alguém com apenas oito anos de idade, naquela época. Após alguns anos de torturas frequentes, aprendeu a conviver com a dor, mesmo que isso causasse alegria em pessoas a sua volta, o que fazia querer matar todos aqueles seres miseráveis. Lorraine, era a que mais se divertia ao ver Claire sendo espancada, disfarçava bem seus risos, mas o senso perceptível da meio-sangue fazia com que ela percebesse os risos a suas costas, cerrando os punhos para todas aquelas garotas imbecis que conviviam com Claire no dia-a-dia. Contava rapidamente até dez, suspirando e deixando o ódio cessar.
Se tinha vontade de matar Lorraine? Não, tinha vontade de matá-la torturando-a lentamente, na frente de todos aqueles que um dia riram junto a aquele ser. Ah a morte, a morte era algo que Claire adorava profundamente, mas somente as mortes que possuíam algum tipo de sofrimento a atraíam, seu ódio da humanidade era tanto que não conseguia vê-los morrendo simplesmente por alguma doença em estado final. Seria bondade demais, a morte os livraria da dor, e aquilo não era certo, não na mente insana da semideusa. Tinha ódio de todos os seres viventes, raiva em especial do sexo masculino, achando que as mulheres eram seres completamente superiores a eles, achando uma espécie de mulher inferior e repugnante aquela que concordasse em igualdade entre os sexos.
Seu ódio pelos homens começou a se tornar insuportável a partir do momento em que descobriu que o homem que a deixara naquele inferno de orfanato fora seu pai e que o mesmo jamais voltou para vê-la ou ao menos ter notícias sobre como vivia. Apenas a largou, dizendo que não poderia acompanhar seu crescimento e que sua mãe fora morta assassinada brutalmente. Perguntava-se como ele deixara sua esposa ter sido morta, e o que ela fizera ao presenciar tal cena... Não era humano ver alguém ser assassinado e nada fazer para evitar tal acontecimento, e mesmo se fosse, seria algo que um psicopata faria. Perguntava-se como sua mãe havia deixado apaixonar-se por um coração de pedra como aquele, e também se perguntava como ele havia vindo a ter algum sentimento por sua mãe.
Aos quinze anos, no auge de sua rebeldia, pegou sua mochila e fugiu do orfanato na calada da noite, sem deixar ao menos um bilhete ofensivo para aquelas que um dia acolheram-na ainda criança. Nas ruas, foi levada pelas drogas da época e pelo vandalismo, atos que cometia junto a mais algumas garotas conhecidas, nunca com garotos. Até conhecer Charles, um universitário que cursava medicina em Cambridge. Ele vinha de uma família de ótimos costumes e tradições, além de fazerem parte da alta sociedade britânica, completamente diferente da vândala que conhecera nas ruas frias e desertas da cidade onde viviam, não importando-se com seus hábitos e vida, apenas com a garotinha insegura que morava dentro de Claire. Ao menos era o que pensava sobre a garota, já que a mesma provara várias vezes a ele o quão decidida era, além de ser vingativa, iria vingar todos aqueles que fizeram mal a ela. Ele ignorava este fato que acompanhava a vida e a sanidade mental de sua namorada, cego de amor.
Claire sempre andara armada com uma pequena faca de prata, para caso de brigas inusitadas que deixara pendentes em sua vida ao assumir namoro com o requintado britânico. Um dia, enquanto ia até uma consulta ao Analista, deparou-se com Madre Luthgard, uma das que torturava-a diariamente no orfanato, seu sangue ferveu naquele momento, fazendo-a querer atacar a velha senhora de cabelos loiros claros e olhos de um tom cinzento, que por sinal acenava para outra madre, indicando Claire, que ironicamente sorriu para as duas. Assim que as duas seguiram seu rumo para fora do consultório, a jovem garota as seguiu, de modo que disfarçasse o mato de que estava seguindo-as. Após adentrarem em uma rua deserta, a semideusa apressou seus passos, ficando a apenas um passo das freiras, pigarreando alto com um sorriso psicótico em seus lábios, já com a faca em mãos.
Sentiram minha falta naquele local maldito, irmãs? ▬ disse, rodeando as mesmas que agoram engoliam seco ▬ Não precisam temer, sou apenas eu, Claire Winkert Dreyer, a garotinha que vocês tanto batiam, chicoteavam, humilhavam publicamente... Só que agora, ela cresceu, e digamos que, ela quer um acerto de contas com vocês, nada mais justo, não é mesmo? ▬ elas assentiram, assustadas com a atitude que Claire estava tomando.
a garota, percorreu com seus olhos pela viela, notando uma foice brilhar há seis passos de distância da mesma, que rapidamente que o pegou, guardando sua faca em sua bota. Ficou jogando sua foice de uma mão para outra, no ritmo da música de Barbara Streisand que tocava ao fundo, vindo de alguma casa daquele bairro frio. Em um movimento rápido, ceifou o braço por inteiro da madre desconhecida, fazendo sangue jorrar de seu ombro, sujando toda a semideusa com sangue. Apoiando a foice na parede, abaixou-se até sua bota, pegando sua faca de prata e disferindo-lhe um golpe letal no seu peito esquerdo, fazendo-a cair no chão. Ao retirar a faca do peito da senhora, levou-na para seus lábios, lambendo o sangue que sujava sua faca, olhando para seu lado direito procurando a outra freira e não encontrando-a, como que um aviso, abaixou-se rapidamente, desviando de um ataque vindo da mulher que agora possuía a foice, investindo rapidamente em vários ataques contra a semideusa, que desviava de todos. Segurou na parte não letal da lâmina da foice, empurrando-a contra a velha, que com a força do ataque caiu sobre o chão. Claire a chutou várias vezes, pisando no nariz na mesma, fazendo sangue escorrer pelo lugar e com um pedido da mulher, deu-lha a ceifada final, decepando-lhe a cabeça, fazendo sangue ser jorrado para fora de seu pescoço, sujando totalmente a filha de Thanatos.
Toda coberta pelo sangue que viera de duas mortes por vingança, discou rapidamente no seu celular, o número do seu amado, que lhe atendeu e escutou as ordens que a mesma para ele a encontrar no aeroporto, com roupas limpas e o jato particular da família pronto para voo, levando a foice junto consigo. Mal acabaou de desligar o telefone, quando uma criatura com olhos âmber surgiu em sua frente, era de um denso pelo negro, além de ser grande, algo que a garota jamais vira em sua vida. E para alguém da sua idade, muito já havia presenciado. Preparou a sua arma já ensanguentada, mas o que agora reconheceu parecer com um cão, vinha rapidamente em sua direção, entrando em choque com a garota que também corria contra o mesmo, com o encontro de corpos, como um reflexo, recuou rapidamente, um pouco tonta, mas insistindo em um contra-ataque rápido com a foice, cortando-lhe no abdômen, e depois virando a foice e atacando-lhe com o cabo da mesma, e dando-lhe sua ultima ceifada, fazendo o grande cão reduzir-se a um pó dourado, que fez a meio-sangue franzir o cenho, seguindo para o aeroporto particular da família de Charles, que não ficava muito longe dali. após chegar no lugar muito bem disfarçado, aproximou-se cuidadosamente de Charles, ouvindo-o chamar alguém com apelidos carinhosos, que o mesmo dara a garota, sem pensar, colocou sua foice no chão, pegando sua faca e apunhalando-o no alto de suas costas, do lado direito, perfurando-lhe o coração. Estava estupefata com a traição, pegou a sacola que o mesmo segurava e a levou para o avião, dizendo ao piloto para seguir voo rumo a New York. O piloto, vendo que eal ainda carregava sua faca, sem mais delongas cumpriu as ordens que a mesma acabara de dar a ele.
A música Highway to Hell não parava de tocar nas caixas acústicas que tinha dentro do compartimento que situava-se Claire em sua poltrona, que tamborilava os dedos de acordo com o ritmo da música no braço da poltrona, sorrindo ao refletir o que acabara de deixar na Inglaterra, e pensando em uma futura vida no continente americano. Iria consertar sua vida, ou acabar com a mesma de vez, mas o que uma garota que cometera três homicídios à sangue frio poderia fazer de novo, ou melhor, como poderia consertar sua vida deixando um passado sangrento, só que ainda mantendo sua personalidade fria e arrogante?
Assim que o avião pousou em um aeroporto para aviões de pequeno porte em Manhattan, pegou sua sacola com roupas e dinheiro, e deu um pouco ao seu piloto, agradecendo pelo 'favor' que o mesmo havia acabado de fazer a ela.
Caminhava conhecendo a cidade do New York, passando pelo Central Park, pelos pontos turísticos daquela cidade, até chegar na rua do Empire State, onde encontrou um jovem rapaz loiro, que a fez lembrar da história contada pelas Madres sobre quem havia deixado-a ali, e aquele pensamento a fez trincar os dentes cerrando os punhos junto. Mas aquilo fora há dezoito anos antes, como ele poderia manter a forma? Mas mesmo assim, aproximou-se dele, franzindo o cenho e respirando fundo.
Pai? ▬ disse, com sua voz trêmula.
Uhn... ▬ olhou friamente dos pés a cabeça da garota, assentindo da mesma forma ▬ Vejo que cresceu, Claire... Não és mais a pequena garotinha que deixei no orfanato após a morte trágica de sua mãe. ▬ e voltou a focar sua atenção em um jornal.
Só isso que você tem a me dizer, papai? ▬ trincou seus dentes para ele.
Quer que eu diga mais o quê? Quer que eu lhe dê um puxão de orelha por seus três assassinatos, ou melhor, lamente não ter cuidado de você este tempo todo? Poupe-me disto, sei muito bem que também não quer saber destes detalhes sórdidos. ▬ suspirou de forma entediada, sorrindo para a garota.
C-c-como sabe de tudo isso? ▬ disse, arregalando seu olhar, colocando-o em foco.
Já está na hora de você saber a verdade mesmo... ▬ disse o deus, jogando o jornal de lado e dando ombros, colocando suas mãos no bolso do seu casaco, andando sem uma direção definida ▬ Eu não lhe abandonei porque quis, e sim porque fui obrigado. Eu sou um deus menor da mitologia grega, Thanatos, deus da morte. E há um certo tipo de acordo que impede que os deuses tenham contato com suas proles semideusas, no meu caso, você. Sendo assim, tive que deixar-te naquele orfanato, o que realmente foi um erro, em vista que eu deveria ter te levado ao Acampamento. ▬ dizia ele, como se fosse um texto já decorado.
Mas que raios de acampamento? ▬ disse sem pensar, já conformada com a notícia que o mesmo lhe dera.
Um acampamento especial de treinamento para semideuses como você, você irá gostar... E pelo seu ãhn... "Amor" por garoto, digamos que irá se dar bem em um certo grupo de seguidoras de uma deusa, mas não irei revelar, isto terá que descorbir mais sozinha, agora venha, iremos ir até esse lugar.
No segundo seguinte, um cão similar ao que a filha de Thanatos havia mandado ao Tártaro, apareceu das sombras de uma viela estreita o deus deu-lhe ordens para montar no Cão Infernal, que a levaria direto ao destino certo. Um pouco incerta, subiu as costas do monstro gigantesco a sua frente, sendo consumida por sombras, onde o cão corria rapidamente, deixando-a próxima a um pinheiro no topo de uma colina, ao olhar para baixo, notou alguns chalés e uma casa grande, de onde uma fumaça era vista de longe, talvez uma lareira.
Claire suspirou, colocando sua sacola ao lado das raízes do pinheiro, descendo colina abaixo sem estar certa sobre o que viria a seguir.

Claire W. Dreyer
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Re: Ficha de Reclamação

Mensagem por Josh Almeida. em Qui Fev 23, 2012 6:57 pm

Por qual Deus você deseja ser reclamado? Atena, Deusa da Sabedoria

Cite suas principais características, e o porquê de querer ser filho de tal Deus.


Eu sou moreno tenho os olhos e cabelo escuro, sou alto e adoro ler, escrever e estudar.

Antes de ir para o acampamento todos na escola acabavam por me olhar estranhando, pois eu sempre fóra um garoto muito inteligente e minhas notas sempre foram boas, mesmo que fosse um baladeiro de plantão que adorava se divertir. Gostaria de ser proclamado filho de Atena pois sempre tive uma imensa consideração e admiração pela Deusa da Sabedoria, que sempre fóra uma mulher linda e independente



Relate a história da sua personagem - não haverá um limite de linhas definidos, deixe a sua criatividade fluir.

Eu estava sentado normalmente em baixo de uma exulberante árvore silvestre quando eu
senti como se necesitasse me levantar e me protejer, estava na frente de minha casa e havia
uma espécie de floresta então quando me levantei por completo uma enorme
Dracaenae apareceu,ela não era muito grande, mas estava com uma armadura, ao
contrário de mim...
Eu então saí correndo pois não possuia nada para conseguir me defender e adentrei dentro da floresta, corri o máximo que pude e quando dei por mim tropeçei, olhei para
o chão e achei uma espada linda de prata e uma adaga também de prata. Peguei as duas rapidamente mesmo sabendo que eu nunca usará uma arma em minha vida. Mas eu
tentaria tudo que fosse possível para sobreviver.
Olhei para trás e vi a Dracaenae pegando uma espada do lado de sua armadura indo então para cima de mim, eu me viro
e então afasto meu corpo e miro em suas pernas, que era a parte que a armadura não cobria e então em um rajante rápido, até pra mim,
peguei e cortei uma boa parte de suas 'pernas'e então aproveitando seu momento de vislumbre saio correndo em direção as árvores o mais distante possível de minha casa.
Então quando me viro o monstro estava em minha frente e tenta me atacar no pulmão, eu me esguio pra tráz e ela faz um corte em minha barriga, mas não foi profundo,
ardia, mas logo se curaria, então aproveitando sua distração tentei cortar totalmente o resto de suas 'pernas' e a empurrei, ela se esgueirou, mas acabou caindo no
chão
então eu com meu pé chutei seu rosto com força
fazendo seu elmo sair, aproveito então e chuto sua testa, ela se levantou e em um único e esguio golpe eu pego a espada e infinco em sua testa, ela desviou mas
consegui cortar seu cabelo. Ela volta a tentar me atacar e eu vou desviando de lugares muito perigosos e ela fica fazendo vários arrranhões em mim. Até que em
um momento me lembro da adaga e miro a espada nela, a Dracaenae desvia da espada e com um único golpe atinjo sua testa com a adaga fazendo ela assim se transformar em pó.
Como eu havia feito aquilo? Fora tudo tão estranho! Em um momento eu pensará que iria morrer e em outro eu me desvio tão bem que consigo matar uma Dracaenae!

para ter certeza que ela não voltaria e me atacaria, mesmo que esta tivesse virado pó, joguei todas as suas armaduras longe enquanto começo a olhar os arranhões que começavam a formigar
em todo o meu corpo e quando olho os lugares que começavam a arder um pouco, um vislumbre vem em minha mente. Eu vou atrás da espada usada pelo monstro e cheiro. Veneno!.
, Todo o meu corpo começa a arder de dor principalmente o arranhão um pouco mais profundo em minha barriga e eu saio correndo por ajuda ficando totalmente
zonzo me perdendo e indo cada vez mais pro centro da floresta, até que acabo gritando de dor enquanto desmaio tendo tempo somente de ver uma sombra escura e pequena vindo em minha direção.

Acordei em um lugar fechado com um homem gigante em minha frente
"Prazer garoto, sou Quíron, e seja bem vindo a sua nova casa, o acampamento meio sangue;"
Então tudo ficou escuro, acho que talvez houvesse desmaiado de novo, ou talvez estivesse me cansado, acabei acordando somente no dia seguinte...

Josh Almeida.
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