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Arena de Treinamento

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Arena de Treinamento

Mensagem por Afrodite em Sab Nov 26, 2011 6:24 pm

O cheiro de incenso está por todos os lugares. No chão arenoso, a imagem que lembra um pentagrama. Várias colunas brancas e vitorianas cercam o espaço fechando um enorme círculo. Não muito longe do espaço de treinos há uma seção com varinhas, alguns ingredientes para poção e diversos, em que os feiticeiros de Circe podem se preparar para o treino.

O lugar exala magia, o que facilita o treino das habilidades dos feiticeiros, e como a arena é afastada do resort, monstros aprisionados em jaulas podem ser “emprestados” para os treinos.








Não há horário específico para que os feiticeiros treinem, mas no demais, o esquema é o mesmo da Arena do Acampamento. O máximo ganho pelos feiticeiros nos posts dos treinos é 1 (um) nível, sendo este cedido aos melhores treinos, onde o player descreveu de maneira suficientemente bem os ataques sofridos e exercidos, e descrevendo criativamente suas magicas.

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Re: Arena de Treinamento

Mensagem por Orion Delagarth em Qui Dez 15, 2011 11:17 pm

A sede por adrenalina


Eram seis da tarde e sol se retirava no horizonte dando uma coloração alaranjada ao céu e eu estava na sala de feitiços da ilha de Circe, lendo e relendo meu livro de magia, presente de minha mãe. Desde que Cronos havia sido morto, a não muito tempo, meus poderes haviam diminuído drasticamente com a mesma velocidade que eu os havia adquirido e por isso eu treinava mais e mais e lia e relia meu livro de magia, na esperança de readquiri meus poderes perdidos.

Depois de algum tempo lendo o livro escrito em grego minha hiperatividade tomou posse do meu corpo me fazendo fechar o livro e partir, pela primeira vez desde que chegará na ilha, para a área de treinamento da ilha, armado com minha lança mágica. Aquela sede por adrenalina que as vezes me tomava estava novamente correndo em minhas veias.

Caminhei sem muita presa para a área afastada do Resort que eu havia ouvido falar que era onde ficava a arena de treinamento da ilha e conforme eu me aproximei dela pude sentir a mesma exalando o doce cheiro de incenso que até então eu desconhecia.

Entrei na arena pisando em um confortável chão arenoso enquanto me deparava com uma luxuosa sala de treinos. Diferente do Princesa Andrômeda e do acampamento, tudo na ilha de Circe era grande, luxuoso e de mármore e não tinha como eu dizer que não gostava de viver naquele ambiente.

De repente minha atenção é roubada para um dos cantos da arena de onde grunhidos começavam a brotar do vazio assim que entrei naquele local, e me surpreendi ao olhar para a origem dos sons e ver vários monstros presos, no que eu deduzi ser uma jaula mágica.

Fiz um alongamento rápido e conforme eu fazia barulho as feras dentro das jaulas rugiam e gritavam mais, tão sedentas por comida quanto eu estava por adrenalina. E assim que terminei meu alongamento me pus em posição de combate, respirei fundo e me concentrando na área das jaulas abri uma jaula qualquer, com meu poder de telecinese, libertando um monstro.

De dentro da jaula aberta saltou um vulto negro que avançou rapidamente na minha direção com garras afiadíssimas em vez de mãos que mergulharam contra meu tórax direito, mas como eu já estava em guarda e a espera de um ataque, consegui me desviar facilmente da previsível investida virando o meu corpo de lado para o lado esquerdo enquanto a fera avançava contra o vazio.

Mergulhei minha lança mágica em direção as costas da fera, que ao ser ferida soltou um grunhido inumano, e num movimento rotativo tirei a lança em seguida.

A fera se virou para onde eu estava me dando a oportunidade de fitar seu rosto pela primeira vez. Assim como a maioria dos monstros ela era uma bizarra mistura de ser humano com um animal, mais precisamente, a mistura de uma mulher com um morcego. Em sua boca eram visíveis caninos, suas pernas eram curtas, grossas e arqueadas, e de suas costas cresciam um par de asas de couro sendo que uma delas estava ferida.

- AAAARGH! - Gemi de dor ao ser atingido de raspão no braço esquerdo.

"Burro, burro, burro!" me auto bullynei mentalmente enquanto afastava da fera investindo contra ela com minha lança sem a intenção de feri-la, mas a fim de mante-lá afastada "17 anos de experiência em ser um semideus e eu ainda fico surpreso com a aparência dos monstros"

A parte atingida do meu braço ardia por uma dor intensa e forte e eu me surpreendi com o efeito que um ferimento tão leve podia causar. Durante toda minha estada no Princesa Andrômeda eu havia convivido com monstros das mais variadas espécies e julgava conhecer a grande maioria mas pelo jeito estava errado, nunca antes eu havia sequer visto aquela fera.

Rangi os dentes com força tentando ignorar a dor em meu braço e abri uma brecha em minhas investidas dando a ela propositalmente a chance de avançar pela direita e assim que ela fez isso me agachei no chão e bati com toda a minha força em suas pernas derrubando a no chão.

Não era preciso ser um filho de Athena para saber que animais alados normalmente tinham menos coordenação e força com as pernas.

Segurei minha lança com firmeza e perfurei a barriga da mulher-morcego com a lâmina da lança colocando cada vez mais força contra a lança até que a mesma perfurou o corpo dela tocando o chão arenoso da arena de treinamento.

Foi a vez dela de grunhir de dor, mas a maldita parecia fazer questão de não ir para o tártaro e continuou ali no chão. Tentei tirar minha lança de dentro dela para dar o golpe de misericórdia mas não consegui, minha lança tinha ficado presa no corpo dela.

Usei de todas as minhas forças para tentar tirar a lança de dentro da mulher-morcego enquanto ela se debatia no chão e quando vi que ela não iria sair mesmo levantei o meu pé e desci ele com toda a minha força e raiva na direção do corpo da monstro que se debatia. Fiquei repetindo esse movimento durante alguns vários minutos parando quando somente quando a monstro parou de se debater no chão e segundos depois o único ser vivo que estava fora da jaula era eu.

Caminhei até uma área da arena que tinha ingredientes para porções e peguei um punhado de Confrei, Malva e Mil de Rama. Lavei as três ervas e após cortá-las, coloquei elas em uma vasilha onde as amacei com o pilão até que virou uma massa homogênea. Enchi a vasilha com água quente e tampei a vasilha. Quando esfriou um pouco eu bebi a poção rapidamente, por causa do gosto, para curar minha ferida a pequena infecção no meu braço.

A noite agora reinava em todo o seu esplendor e eu podia sentir minha energia interna sendo reposta lentamente. Voltei para o Spa e comentei com uma feiticeira sobre a mulher-morcego e ela me disse que já havia enfrentado uma delas, o nome delas eram Queres e viviam no submundo.


Armas Usadas

- Lança Mágica (Amplia o poder mágico)

Poderes Usados

Telecinese: Como seu corpo está infestado interiormente com magia, o seu personagem consegue levitar objetos mais leves e pequenos, podendo atirá-los sem muita destreza contra quem você quiser. |Ativo|
Especialista em Venenos e Poções: Como um aprendiz de Circe você é capaz de distinguir perfeitamente um veneno de uma poção comum ou mágica, não obstante sabe prepará-los com facilidade. |Passivo|
Recuperação de MP: Durante a noite, sua MP é carregada lentamente. |Passivo|

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Re: Arena de Treinamento

Mensagem por ♦ Hera em Dom Dez 18, 2011 4:11 pm

Avaliação da Arena de Circe

Orion Delagarth ~> 80 XP

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Re: Arena de Treinamento

Mensagem por Arya Silverkin em Qui Mar 08, 2012 2:47 pm


the cries of the eagle


The little child of Nyx

EEu não tinha intenção de fazer um "grande treino". Apenas estava "lutando" contra um dos bonecos da arena enquanto Solas dormia tranquilamente em um canto. Kot e Neb estavam se divertindo nas piscinas. Eles também gostavam bastante de carneiro. Quem diria?
Se bem que eles eram gregos. Deveria ser como comida caseira para eles. Suspirei e decaptei o boneco. Houve uma explosão e eu defendi com meu escudo.
Circe, sempre tentando te matar.
E uma faca se cravou a centímetros de mim. Aquilo não fazia parte do boneco. Prendi a respiração e olhei por cima do escudo.
E ali estava um menino lindo. Eu não costumo prestar atenção naquilo, mas o cabelo castanho dele, os olhos verdes...
Epa, onde você está com a cabeça, Arya?
Ah, sim! Preciso falar que meu alarme "Ai-meu-deus,-um-garoto-lindo-está-dentro-da-arena-e-isso-deve-ser-uma-coisa-ruim" nem disparou.
Ele se aproximou rapidamente e o que passava na minha cabeça? Simplesmente "O que eu faço? O que eu faço?"
- Então você é a famosa Arya? - ele perguntou e então a realidade tremeluziu.
- Sim... - disse com a voz fraca, e depois respondi, em um tom autoritário - E você é um íncubo. Circe foi bastante clara quando um da sua espécie invadiu os perímetros da ilha. O que você quer aqui?
Meus olhos nunca ficavam vermelhos, mas um âmbar que parecia sangue começou a invadir minha íris. Eu estava irritada e odiava aqueles demônios: como se eu já não tivesse sido manipulada o suficiente. Eu odiava o amor e acima de tudo, odiava meninos.
Ele mostrou sua verdadeira identidade, mas eu ainda via o garoto que era seu disfarce. Que droga era a Névoa!
- Não pretendo te machucar, Filha da Noite - ele disse - Apenas cumpro as ordens de meu senhor Hades.
E ele havia dito o nome. O âmbar alaranjado foi completamente expulso de meus olhos e a única coisa que restara era um azul gelo surreal e fogo roxo queimando em minha alma.
- A Dama Mortal já deixou isso bem claro. A filha de seu senhor já deu uma ordem a todos os seus servos, agora saia daqui! - talvez... minhas adagas estavam a poucos metros dali, quem sabe eu pudesse puxa-las...
- A ordem de minha Lady foi clara, mas não pretendo te machucar - ele disse aquilo saboreando as palavras. Aquilo era ruim: se ele não pretendia me machucar, quem gostaria muito de fazer aquilo era Melinoe, mas uma coisa ainda estava lúcida em meu cérebro e ela ordenava:
"Continue a falar!"
A outra metade de minha alma estava lá, como sempre. Era bom ver que algo estava me fazendo companhia.
Ou eu estava ficando totalmente maluca. Eu realmente preferia a primeira versão dos fatos. Suspirei e continuei a dar uma de forte:
- Então Hades irá me prender e me torturar com meus mortos? O titio - eu sei, isso não foi prudente, nem mesmo era uma verdade... caramba, é estranho o fato de ser prima de Cronos - Suquinho está ficando seu criatividade. Eu ouvi sereias, eu encarei Melinoe e fui até o coração do Tártaro sem derramar uma lagrima. Acha mesmo que eu não aguentarei a presença de seu senhor?
E ele olhou para trás enquanto eu puxava a faca com a Telecinese para minha direção. Uma espada simplesmente surgiu na mão do íncubos e ele desviou a faca.
Eu quase o xinguei muito, mas fiz algo mais prudente: fiquei invisível. Usando a Telecinese, eu trouxe meu grimório que estava em um canto até a minha mão. Ele ficou invisível assim que eu o toquei e eu apreciei a confusão do monstro.
- IGNEM! - gritei, mas para mim as bolas de fogo não bastavam. Eu dançava com a magia e daria a Dançarina da Noite uma fita de chamas que envolveriam a sua espada.
Junto com meu escudo, o livro caiu no chão e eu concentrava toda a minha força na espada que estava em chamas. Com uma investida, atravessei o coração do íncubos.
Fiquei visível e dissipei a magia da espada, quase caindo no chão. Por que eu estava tão cansada?
- Dê lembranças ao meu tio em seu abismo - murmurei - E se achar um hipócrita chamado Dylan, diga para ele que eu vou mata-lo até suas cinzas desistirem de se recomporem.


▬ Poderes:
• Passivos
• Poderes de Feiticeira (inventado, poder Ignem modificado)
• Telecinese I
• Invisibilidade Iniciante


Arya Silverkin


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Localização: Este é um jogo maligno e eu estou totalmente perdida. Se você me ver, me avisaria?

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Re: Arena de Treinamento

Mensagem por Taiga Kawashima em Qui Mar 08, 2012 6:30 pm

Treino

Arena de Treinamento | Vestindo isso aqui | Clima frio | Sozinha


Taiga chegou no lugar. Era silencioso, e ela podia ouvir sua própria respiração. O cheiro de incenso a deixava levemente enjoada. Muitas colunas. Um pentagrama no chão. A filha de Hades desembainhou a espada, mas aquilo a pareceu tão inadequado que ela deixou a espada no canto da sala, no chão. Ela devia treinar magia.

Afinal, o que era aquela magia? Taiga fechou os olhos, buscando a concentração necessária. A primeira coisa que ela sentiu foi frio. Seu casaco já não parecia mais o suficiente. Só agora que havia perdido a visão que a menina percebeu que o vento batia forte sobre seus cabelos.Ela ergueu sua mão direita, com a palma virada para cima, e tentou pensar em algo.

"Fogo." Falou, mentalmente. Sua mão esquentou, e ela abriu os olhos. Alguns segundos antes da chama se apagar, a semideusa pode vê-la dançando na palma de sua mão. Taiga soltou uma exclamação, e pulou para trás. Deuses, o que era aquilo? Ela realmente tinha feito aquilo? A única coisa que acreditava saber fazer era movimentar coisas pequenas.

A feiticeira tirou do seu bolso algumas pedrinhas, e ergueu a mão até elas. Enquanto ela fazia força, como se estivesse erguendo algo pesado, as pedrinhas flutuavam devagar. Taiga sorriu ao ver aquilo, e lançou as pedras para a parede. Caminhou lentamente até elas. E agora, o que deveria fazer?

"Fogo." Ela pensou novamente, imaginando se aquela chama que havia aparecido em sua mão era só ilusão. Seu alvo eram as pedrinhas. Será que elas queimariam? Ao sentir o calor, ela abriu os olhos, mas se deparou com o fogo no chão. Ele não se apagou. Ela tentou novamente. Nada.

- ÁGUA! - Ela gritou, com urgência, erguendo sua mão para o lugar de onde vinha o cheiro insuportável de queimado. Um jato pequeno de água saiu de sua mão, mas só apagaria as menores chamas existentes. O que fazer, então?

Ela tentou manter os pensamentos em ordem. Ignorando o fato de uma parte da sala estar queimando a sua frente, ela fechou os olhos com força e respirou fundo. Ela sentiu o calor insuportável inundá-la. Ela ouviu o crepitar das chamas. Ergueu as duas mãos, com a palma virada para cima.

- Hýdōr! - Taiga não ouviu sua voz falando, as palavras saíram involuntariamente. Quando abriu os olhos, uma bola de água se formava, a alguns centímetros de sua mão.

Ela não estava raciocinando. Ela só fazia o que os instintos mandavam. Puxou as mãos devagar até perto de si, virando a palma para frente, e empurrou, jogando a água no fogo. Era pouca água, se qualquer um fosse comparar, mas havia funcionado. Somente sobrava o cheiro horrível, que se misturava com a fumaça do incenso.

E então, ela gostaria de dizer que já tinha acabado.

Porém, um rugido surgiu de trás dela. Provavelmente algum deus querendo tornar as coisas mais interessantes...? Uma jaula aberta. Uma mulher surgiu atrás dela. Uma dracaenae. A espada parecia tão longe. O monstro sibilou, e ergueu sua lança em direção a filha de Hades. A garota desviou por um triz, e depois disso parou de pensar. Ela só agia.

- Révma! - Gritou ela. Achou que tinha dado certo quando a corrente saiu do chão e foi em direção ao pé do monstro, mas ela rapidamente voltou, como se tivesse mudado de ideia. Taiga provavelmente anda não tinha força o suficiente.

A dracaenae, porém, se distraiu, dando tempo á filha de Hades. Tempo, precioso tempo. A menina saiu de perto do monstro, e foi para a diagonal dela. Então, quando a dracaenae se virou de novo, não viu a menina. Virou a cabeça mais uma vez, só que Taiga já preparava um novo feitiço.

- Gaión! - Ela gritou. Só pelo nome, qualquer um sabia o que era. Gaia. Terra surgiu do chão na frente do monstro, e foi em direção ao seu rosto, deixando o chão suo e o bicho confuso.

Taiga virou para o lado. Esticou a mão para onde estava sua espada, e a trouxa para perto. Ela chegou em sua mão assim que ela sentiu a lança da dracaenae atravessar seu braço esquerdo.

Com um grito de dor, ela caiu para trás. Ela tinha de fazer algo. Por sorte, o monstro havia arremessado a lança. Taiga saiu do caminho da dracaenae, tentando pensar em um feitiço. Mas como, se ela não conhecia nenhum? Eles só vinham a mente dela em situações de perigo.

"É isso! Ela pensou, com um sorriso. Então, ela pulou na frente do monstro, que sibilou e esticou sua lança. Porém, a menina foi mais rápida.

- RIZIKÓ! - Ela gritou, e raízes saíram do chão, pegando os pés da dracaenae e a fazendo tropeçar. Era a hora. Taiga aproveitou a chance, e enfiou sua espada na cabeça do monstro.

A energia foi para a espada de ferro estígio da menina. Então, ela observou a sala. Suja de terra, com um parte medianamente queimada e molhada. Ela inspirou profundamente antes de seus joelhos cederem, e ela cair no chão. Talvez ela tivesse de explicar o estrago para alguém mais tarde, mas agora, já estava cansada demais.

E algo dizia a ela que dormir era mais importante.

Armas Utilizadas:
- Espada de ferro estígio

Poderes Utilizados:
- Feitiços inventados
- Telecinese



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Re: Arena de Treinamento

Mensagem por ♦ Perséfone em Sab Mar 17, 2012 10:42 am

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