Sobre a Arena do acampamento
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Sobre a Arena do acampamento
Aqui é o local onde todos os semideuses residentes no Acampamento podem treinar. Cada campista pode, por dia, postar apenas dois treinos, tendo ao menos que haver uma avaliação do primeiro para postar o segundo. Em off game, ou seja, na vida real, a Arena funciona 24 horas por dia, mas em on game ela possui um esquema de horário, que deve ser cumprido no post, deixando claro ou nas entrelinhas o horário e o treino desejado. Vale lembrar também que os dois treinos diários não podem ser o mesmo tipo de treino. Abaixo segue uma lista de horários.
Matutino;
08:00 às 09:00 ─ Treino de Arco-e-Flecha;
09:00 às 10:00 ─ Treino de Espadas e Escudos;
10:00 às 11:00 ─ Treino de Combate aos Monstros;
Diurno;
14:00 às 15:00 ─ Treino de Combate aos Monstros;
15:00 às 16:00 ─ Treino de Espadas e Escudos;
16:00 às 17:00 ─ Treino de Arco-e-Flecha;
Noturno;
20:00 às 21:00 ─ Treino de Espadas e Escudos;
21:00 às 22:00 ─ Treino de Combate aos Monstros;
22:00 às 23:00 ─ Treino de Arco-e-Flecha;
Obs: Os treinos noturnos são liberados somente aos filhos de Hécate, Nyx, Hades, Thanatos, Selene e Melinoe.
Obs²: Os treinos fora desse tópico devem ser narrados por um Deus/Deusa e ADM, ou então será inválido e removido da arena.
Matutino;
08:00 às 09:00 ─ Treino de Arco-e-Flecha;
09:00 às 10:00 ─ Treino de Espadas e Escudos;
10:00 às 11:00 ─ Treino de Combate aos Monstros;
Diurno;
14:00 às 15:00 ─ Treino de Combate aos Monstros;
15:00 às 16:00 ─ Treino de Espadas e Escudos;
16:00 às 17:00 ─ Treino de Arco-e-Flecha;
Noturno;
20:00 às 21:00 ─ Treino de Espadas e Escudos;
21:00 às 22:00 ─ Treino de Combate aos Monstros;
22:00 às 23:00 ─ Treino de Arco-e-Flecha;
Obs: Os treinos noturnos são liberados somente aos filhos de Hécate, Nyx, Hades, Thanatos, Selene e Melinoe.
Obs²: Os treinos fora desse tópico devem ser narrados por um Deus/Deusa e ADM, ou então será inválido e removido da arena.
POR GENTILEZA, PEÇO AOS DEUSES QUE AINDA NAO ADERIRAM AOS NOVOS MÉTODOS DE DE AVALIAÇÃO PARA COLOCAREM O NÚMERO DE EXP DE ACORDO COM A TABELA CRIADAAQUI, ASSIM EVITAREMOS FUTURAS CONFUSÕES OU DISCORDÂNCIAS. OBRIGADO

♦ Perséfone- Campista veterano
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Re: Sobre a Arena do acampamento
Era noite e eu estava mais que cansado de tentar dormir. Fazia meses que eu estava no acampamento e ainda eu não havia me acostumado com a insônia. Me levantei e resolvi tomar um banho bem demorado. Lavei os meus cabelos, vesti a minha melhor calça, além da minha camisa meio-sangue e resolvi passear pelo acampamento. Na certa encontraria alguém interessado em treinar comigo ou no mínimo, uma pessoa para conversar comigo. Peguei a minha ádaga e o meu cetro / lança e saí do meu chalé. Era quase 10 horas da noite e poucas pessoas estavam no exterior do acampamento. Algumas pessoas me olhavam com um olhar de dúvida, porém eu simplismente ingnorava e passava para o meu destino noturno. Sentei-me numa pedra e estava prestes a voltar para o meu acampamento, quando eu observei que dois campistas treinavam na arena. Me aproximei lentamente e observei que um, era um novato filho de Hermes e o outro Alecssandra, a tão odiosa filha de Ares.
Fiquei a observar durante algum tempo. Eu estava sofrendo em ver o filho de Hermes sendo massacrado pela espada ágil e forte de Alecssandra. O garoto já estava completamente rasgado e com alguns ferimentos, porém não desistia da batalha. Com uma ádaga nas mãos, o menino duelava freneticamente. Alecssandra derrubou o menino no chão e estava prestes a dar um ponta-pé no rapaz, quando eu por extinto atirei a minha ádaga no meio do dois:
- Que coisa feia Alecssandra! Batendo num recém-chegado no acampamento. Não tem vergonha não? - Os olhos dela brilharam ao me ver. Naturalmente de ódio. Embora a gente se falasse diariamente, não conseguia entender, o porque dessa rivalidade toda nos treinos da arena.
- Bom ver você filho de Hécate. Querendo tomar o lugar dele e apanhar? - O sorriso nos seus lábios, me diziam que ela havia aprendido alguma coisa nova.
- Se é o que você diz minha querida, deixa o filhinho de Hécate aqui te ensinar o que eu aprendi.
O começo da batalha estava finalizado. Eu estava com a minha lança/ cetro nas mãos e pronto para lutar. Ela correu em minha direção. Chegou perto de mim e fingindo me atacar com a espada, me deu um forte chute na minha barriga. - Cachorra! Esbranjei com ódio. Sentia a dor, porém não me entreguei ao que sentia. Rodei a minha lança / cetro no ar e acertei-a bem em cheio da perna. Ela me olhou furiosa e soltou a espada. Não era justo bater numa menina desarmada, por isso larguei a minha lança no chão. Por alguns minutos foram apenas socos e chutes. O que foi para o meu azar, já que ela sendo filha de Ares, era ótima em luta corporal. Porém eu não estava dando facilidade para ela. Ela me deu uma chave de braço e eu mordi o braço dela e depois pisei com força no pé dela. Aproveitando o meu momento, dei uma cutuvelada no nariz nela, que logo espirrou sangue. Ela me olhou com os mais tenebrosos e eu tive que recuar alguns passos. Ela veio na minha direção e por um momento pensei que ela estava se movendo rápido demais, porém logo depois percebi que eu era que estava lento. Ela me segurou pelo braço e torcendo-o me jogou no chão e logo depois me deu uma joelhada. Senti a minha cabeça rodando e o meu corpo ficando pesado. Jogado no chão da arena eu observei era pegando a espada:
- Vou te mandar para a enfermaria, onde você vai ficar um bom tempo.
Ela enxugou o suor e o sangue do nariz e passando pela espada começou a andar lentamente em minha direção. Senti um frio na espinha e um medo percorreu o meu cérebro. Ela estava usando alguma coisa que estava me causando isso. Vendo que não conseguiria me defender de seus ataques com a espada. Passei a mão pelo chão e logo encontrei a minha lança. Eu não estava pensando em lutar corpo-a-corpo com ela. Esfreguei o meu cetro e logo bolinhas roxas começaram a ir em sua direção. Elas explodiam conforme entrava em contato com a espada de Alecssandra. - Isso é tudo boiolinha?. - Ela apressou o passo e mirou um ataque com sua espada. Eu não tinha muita coisa a fazer, a não ser abrir as minhas mãos. O ataque foi bloqueado pelo meu escudo mágico que nos últimos segundos eu conjurei. - Aprendeu coisas novas Chad? - Não queria ter o tempo de responder. Apenas olhei para a sua mente e logo eu estava dentro dela. Causei uma forte confusão e aproveitando o efeito da magia, acertei o meu cetro / lança com força em sua espada. Ela soltou um grito. Me levantei e rodando a minha lança no vento, perfurei a sua perna superficialmente. Ela tombou ao chão. Soltei um riso e comecei a sair da arena. - Bom, eu acho que estou começando a ficar forte como você Alecssandra. E aproveite esses dias para evitar esforços, podem agravar o estado do seu ferimento na perna. - Peguei a minha ádaga no chão e olhando para o filho de Hermes que observava tudo atentamente, dei uma olhada e pisquei. Quem sabe aquele campista não poderia ser a minha alma gêmea.
Cheguei ao acampamento rápido demais para se contar num relógio. Estava temeroso que Aleccsandra quizesse me perseguir e fazer covardia comigo. Embora eu tivesse vencido o duelo na arena, eu sabia que ela era mais forte que eu. Poderia me chamar de porco se quizesse, porém eu mesmo sem tomar banho, deitei na cama e me entreguei a Morpheu. O sono foi pesado, relaxante e bem convidativo.
Fiquei a observar durante algum tempo. Eu estava sofrendo em ver o filho de Hermes sendo massacrado pela espada ágil e forte de Alecssandra. O garoto já estava completamente rasgado e com alguns ferimentos, porém não desistia da batalha. Com uma ádaga nas mãos, o menino duelava freneticamente. Alecssandra derrubou o menino no chão e estava prestes a dar um ponta-pé no rapaz, quando eu por extinto atirei a minha ádaga no meio do dois:
- Que coisa feia Alecssandra! Batendo num recém-chegado no acampamento. Não tem vergonha não? - Os olhos dela brilharam ao me ver. Naturalmente de ódio. Embora a gente se falasse diariamente, não conseguia entender, o porque dessa rivalidade toda nos treinos da arena.
- Bom ver você filho de Hécate. Querendo tomar o lugar dele e apanhar? - O sorriso nos seus lábios, me diziam que ela havia aprendido alguma coisa nova.
- Se é o que você diz minha querida, deixa o filhinho de Hécate aqui te ensinar o que eu aprendi.
O começo da batalha estava finalizado. Eu estava com a minha lança/ cetro nas mãos e pronto para lutar. Ela correu em minha direção. Chegou perto de mim e fingindo me atacar com a espada, me deu um forte chute na minha barriga. - Cachorra! Esbranjei com ódio. Sentia a dor, porém não me entreguei ao que sentia. Rodei a minha lança / cetro no ar e acertei-a bem em cheio da perna. Ela me olhou furiosa e soltou a espada. Não era justo bater numa menina desarmada, por isso larguei a minha lança no chão. Por alguns minutos foram apenas socos e chutes. O que foi para o meu azar, já que ela sendo filha de Ares, era ótima em luta corporal. Porém eu não estava dando facilidade para ela. Ela me deu uma chave de braço e eu mordi o braço dela e depois pisei com força no pé dela. Aproveitando o meu momento, dei uma cutuvelada no nariz nela, que logo espirrou sangue. Ela me olhou com os mais tenebrosos e eu tive que recuar alguns passos. Ela veio na minha direção e por um momento pensei que ela estava se movendo rápido demais, porém logo depois percebi que eu era que estava lento. Ela me segurou pelo braço e torcendo-o me jogou no chão e logo depois me deu uma joelhada. Senti a minha cabeça rodando e o meu corpo ficando pesado. Jogado no chão da arena eu observei era pegando a espada:
- Vou te mandar para a enfermaria, onde você vai ficar um bom tempo.
Ela enxugou o suor e o sangue do nariz e passando pela espada começou a andar lentamente em minha direção. Senti um frio na espinha e um medo percorreu o meu cérebro. Ela estava usando alguma coisa que estava me causando isso. Vendo que não conseguiria me defender de seus ataques com a espada. Passei a mão pelo chão e logo encontrei a minha lança. Eu não estava pensando em lutar corpo-a-corpo com ela. Esfreguei o meu cetro e logo bolinhas roxas começaram a ir em sua direção. Elas explodiam conforme entrava em contato com a espada de Alecssandra. - Isso é tudo boiolinha?. - Ela apressou o passo e mirou um ataque com sua espada. Eu não tinha muita coisa a fazer, a não ser abrir as minhas mãos. O ataque foi bloqueado pelo meu escudo mágico que nos últimos segundos eu conjurei. - Aprendeu coisas novas Chad? - Não queria ter o tempo de responder. Apenas olhei para a sua mente e logo eu estava dentro dela. Causei uma forte confusão e aproveitando o efeito da magia, acertei o meu cetro / lança com força em sua espada. Ela soltou um grito. Me levantei e rodando a minha lança no vento, perfurei a sua perna superficialmente. Ela tombou ao chão. Soltei um riso e comecei a sair da arena. - Bom, eu acho que estou começando a ficar forte como você Alecssandra. E aproveite esses dias para evitar esforços, podem agravar o estado do seu ferimento na perna. - Peguei a minha ádaga no chão e olhando para o filho de Hermes que observava tudo atentamente, dei uma olhada e pisquei. Quem sabe aquele campista não poderia ser a minha alma gêmea.
Cheguei ao acampamento rápido demais para se contar num relógio. Estava temeroso que Aleccsandra quizesse me perseguir e fazer covardia comigo. Embora eu tivesse vencido o duelo na arena, eu sabia que ela era mais forte que eu. Poderia me chamar de porco se quizesse, porém eu mesmo sem tomar banho, deitei na cama e me entreguei a Morpheu. O sono foi pesado, relaxante e bem convidativo.

Chad Dylan Hollester- Filhos de Hécate
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Re: Sobre a Arena do acampamento
Avaliação da Arena:
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♦ Íris- Íris Rank

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Re: Sobre a Arena do acampamento
The revenge of the snake:Prólogo
Continuação de um treino anterior.Horário:21:00 ás 22:00.
Estava seguindo um caminho
sem rumo pelo bosque,escutando a música B.Y.O.B,da banda System of a Down,vestia
minhas roupas costumeiras,uma calça jeans preta,um all star e uma blusa de
mesma cor,mas na blusa uma estampa de caveiras.Estava muito entretida escutando
a música e criando uma coreografia,para esta.Mas,se não fossem meus reflexos
rápidos,teria sido morta pela lança que passou rente ao meu pescoço,pude sentir
sua lança transpassando meus fios de cabelo.Olhei para trás,buscando uma
resposta.Mas ninguém se encontrava no local,vou em direção ao objeto,grudado em
um tronco de uma árvore,próxima,a leste e noto um bilhete grudado em sua
ponta.Leio atentamente,analisando até mesmo a caligrafia,utilizada para
escrever a seguinte mensagem:
Então
bastarda,saudades minhas?Pois saiba que quero vingança pelo que fizeste da
ultima vez me encontre na arena,estarei esperando.
Quando termino de ler a
carta,me sinto ameaçada e apenas pelo jeito como ela escreveu e como usou a
palavra bastarda,odeio quando me chamam desse jeito.Mas,ainda não sabia quem
era,até que me vem a memória a imagem da mulher-cobra,que tinha lutando comigo
na arena.Só que tinha matado ela pelo que me lembro,guardo a folha no bolso,e
algumas palavras de Quiron vieram a minha mente:”Não importa o que faça,os
monstros sempre voltam a vida.”-refleti sobre isso,bom essa era a única
resposta plausível,até agora.Me direciono para arena,ativando a foice que se encontrava
como pingente em meu pescoço,estava com tanta saudade de utiliza-la.Segui em
direção a arena com minha arma branca em mãos,sabia o que fazer só que dessa
vez quem tinha mais chance de morrer era eu.
Chapter 1-Come on girl and
fight our die.
Percorri o caminho até a
arena,em silencio.Pensando no que viria a seguir,a imagem de minha mãe,veio a
minha mente,o que ela pensaria de mim,se me visse lutando contra uma dracaena?Afastei
o pensamento de minha mente,não era hora para isso,estava prestes a lutar com
um monstro que queria uma revanche,senti um calafrio percorrer minha
espinha,depois comecei a sentir frio,espera um pouco.Parei no meio do caminho e
percebi que um vento gelado passando por mim,fazendo meus cabelos balançarem,”Deuses
o que estava acontecendo?”,bom apenas sei que apertei o passo em direção a
arena,mas antes verifiquei se death’s sword estava em bainha,para minha
segurança estava.Depois de alguns minutos,adentrei a arena,percebendo que o
frio tinha se intensificado,mas isso não me impediria de lutar.Percorri meu
olhar gélido pela arena,vazia o que era um milagre.Mas estão identifiquei uma
figura de uma mulher com caudas,ao invés de pernas e uma espada em mãos,fui em
sua direção,com cautela e silenciosamente.Paro a 10 centímetros da
criatura,que ao perceber minha presença,virou-se para me encarar,seu rosto
ainda mantinha uma cicatriz.Olhando para ela,segurei a foice que tinha em mãos
com mais força,mas tinha certeza do que ela diria em seguida:
-Bastarda,você não
vai fazer uso dessa arma.Ah não vai,vamos fazer do meu jeito,uma luta
justa,espada com espada.
Virei o rosto,para encarar
o objeto em minhas mãos,não seria hoje que faria uso dele.Desativei-o,fazendo
com que este voltasse para meu pescoço em forma de pingente,desembainhei a
espada,sentindo o olhar de minha oponente,me queimar,enquanto realizava tais
movimentos,nos entreolhamos,ela assentiu com um sorriso malicioso,então apenas
nos afastamos assumindo nossos devidos lugares.Olhei para o céu,e percebi que
tinha se formado uma noite sem lua,sobre nós,esse era meu horário preferido.E
talvez fosse essa minha ultima luta,um calafrio envolveu meu corpo
novamente,com a idéia:”Seja o que os deuses quiserem.”-Ergui minha espada,a
mulher-cobra fez o mesmo,e com seu sorriso cheio de escárnio ela pronunciou:
-Vamos logo com
isso garota e lutar ou morrer.-Foi então
que demos inicio a nossa batalha,nos direcionamos uma contra outra,nossas
espadas,quase como dançando,ambas em sincronia,dei o primeiro o golpe,que foi
bloqueado,escutei o som estridente,das laminas quando se chocaram,me
afastei,com um salto,se direcionando contra mim novamente,lançou outro
golpe,lancei meu corpo para baixo,chutando seu rosto,e depois fazendo um corte
horizontal em seu lado esquerdo.Ela se deixou levar com seu corpo para trás,tentei
me afastar alguns centímetros,mas usando a cauda contra mim,ela me fez perder o
equilíbrio,vindo novamente,brandiu a espada e tentou me atacar,consegui
bloquear seu golpe,dei uma estrela para trás.Ao tocar o chão com os pés,vi que
esta vinha novamente,nossas laminas se chocaram,ficando cada vez,mais intenso
os ataques,até que me lancei para o lado,bloqueando sua espada,cai ao chão,pois
tinha usado sua cauda para fazer com que perdesse o equilíbrio.Antes que me
ergue-se,ela fez um corte em diagonal,a sudoeste em minha coxa,senti uma dor horrível,mas
estas eram as conseqüências,que teria de arcar.Vindo novamente contra mim,ergui
a espada,lançando um golpe,que não deu tempo de ser bloqueado e novamente fiz um
corte nela,mas dessa vez em seu braço que não mantinha a espada,consegui me levantar,o
lado é que o meu machucado não tinha sido profundo.Olhei para ela com indignação,voltando
a si,pegou espada,com a mão boa e recomeçamos a dança com as espadas,ouvia o som
estridente das laminas,quando se chocavam,apesar da cauda,era muito rápida,tinha
horas que achava que não conseguiria bloqueá-la a tempo.Senti um arrepio em minha
pele,a cobra sentiu o mesmo,mas mesmo assim continuava brandir golpes suaves e cortantes.estávamos
em demasiado tempo,lutando em vão.Até que de repente,fiz algo diferente peguei a
espada,girando em 360 graus,sua espada passou por mim,quase cortando me perfurandoera
minha chance,passei por ela,ainda em um rodopio silencioso,e fiz um corte em sua
coluna,ponta a ponta.escutei um grunhido de dor vindo ela,que me olhou furiosamente,pegando
a espada,ela foi em minha direção,lançando um golpe rápido,me afastei bloqueando-o,pegando
meu braço,fez com que girasse e puxou-o quase quebrando,senti uma dor tremenda,mas
uma coisa que ela se esqueceu é que meu braço livre,mantinha a espada,peguei-a e
novamente fiz um corte,mas dessa vez em seu pescoço,não foi muito profundo,mas foi
o suficiente,para que a fizesse me libertar,parando a sua frente,depois que me soltou
nos olhamos,tentando ver no que daria.
Chapter 2-The
final.
Depois dos acontecimentos anteriores,a
mulher-cobra apontou a lamina contra mim,e após abaixa-la,apenas olhou em meus olhos,e
rastejou em minha direção,lançando um ataque,me esquivei,erguendo a espada,mas meu
golpe fora bloqueado,ela desceu com a lamina até meu braço,cortando horizontalmente,tentei
dar um tapa em seu rosto,mas ela me ergueu pelo pescoço e me atirou como se fosse
uma boneca contra a areia fria.Bati de costas no chão,a cobra rastejando novamente,parou
em cima de mim,senti sua respiração,ela faria alguma coisa contra mim,conseguia
ver em seus olhos,pegando novamente a espada,pressionou a lamina contra meu pescoço,e
disse:
-Diga que desiste,e
lhe poupo a vida.-Olhando-me,ela forçou
novamente a lamina,senti minha alma,quase deixar meu corpo,e com muita dificuldade,consegui
dizer:
-Nunca.-Percebi que meu tom de voz se elevara,tentei me
libertar,mas quanto mais tentava,mais era pressionado a espada em meu
pescoço,minha vida por um fio,estava.
-Lady de
Winter,tanto teimosa,você é.-Ela disse
em um tom irônico,e como se sibilasse,começou a passar a lamina em meu
rosto,senti um feixe de sangue percorrer meu rosto.Olhei para o céu,suplicando uma
resposta.foi então que me veio uma luz a mente,a dracena,ergueu a espada,prestes,a
deixa-la penetrar meu pescoço,quando estava prestes a faze-lo,escutei um grunhido
novamente,ela viu o sangue,e não era meu,mas sim dela,nesse meio-tempo tinha pegado
minha espada ao meu lado,e lançado o golpe,que arrancaria sua vida,pelo menos por
alguns dias,ou anos.Notei que ela se desintegrada,a cobra tinha caído em cima de
mim,atirei seu corpo sem vida para o lado.Me erguendo e recompondo,olhei mais uma
vez para ela,peguei minha espada,que estava no chão,perto de onde estivera antes,e
me direcionei para o chalé,sentindo o frio me percorrer o corpo,queria tomar um
banho quente,tratar de meus ferimentos e ficar um tempo sozinha.Percorri o caminho
todo para o chalé,em um silencio infernal,apenas pensando no por que de os deuses
terem permitido a temperatura abaixar no acampamento.
Continuação de um treino anterior.Horário:21:00 ás 22:00.
Estava seguindo um caminho
sem rumo pelo bosque,escutando a música B.Y.O.B,da banda System of a Down,vestia
minhas roupas costumeiras,uma calça jeans preta,um all star e uma blusa de
mesma cor,mas na blusa uma estampa de caveiras.Estava muito entretida escutando
a música e criando uma coreografia,para esta.Mas,se não fossem meus reflexos
rápidos,teria sido morta pela lança que passou rente ao meu pescoço,pude sentir
sua lança transpassando meus fios de cabelo.Olhei para trás,buscando uma
resposta.Mas ninguém se encontrava no local,vou em direção ao objeto,grudado em
um tronco de uma árvore,próxima,a leste e noto um bilhete grudado em sua
ponta.Leio atentamente,analisando até mesmo a caligrafia,utilizada para
escrever a seguinte mensagem:
Então
bastarda,saudades minhas?Pois saiba que quero vingança pelo que fizeste da
ultima vez me encontre na arena,estarei esperando.
Quando termino de ler a
carta,me sinto ameaçada e apenas pelo jeito como ela escreveu e como usou a
palavra bastarda,odeio quando me chamam desse jeito.Mas,ainda não sabia quem
era,até que me vem a memória a imagem da mulher-cobra,que tinha lutando comigo
na arena.Só que tinha matado ela pelo que me lembro,guardo a folha no bolso,e
algumas palavras de Quiron vieram a minha mente:”Não importa o que faça,os
monstros sempre voltam a vida.”-refleti sobre isso,bom essa era a única
resposta plausível,até agora.Me direciono para arena,ativando a foice que se encontrava
como pingente em meu pescoço,estava com tanta saudade de utiliza-la.Segui em
direção a arena com minha arma branca em mãos,sabia o que fazer só que dessa
vez quem tinha mais chance de morrer era eu.
Chapter 1-Come on girl and
fight our die.
Percorri o caminho até a
arena,em silencio.Pensando no que viria a seguir,a imagem de minha mãe,veio a
minha mente,o que ela pensaria de mim,se me visse lutando contra uma dracaena?Afastei
o pensamento de minha mente,não era hora para isso,estava prestes a lutar com
um monstro que queria uma revanche,senti um calafrio percorrer minha
espinha,depois comecei a sentir frio,espera um pouco.Parei no meio do caminho e
percebi que um vento gelado passando por mim,fazendo meus cabelos balançarem,”Deuses
o que estava acontecendo?”,bom apenas sei que apertei o passo em direção a
arena,mas antes verifiquei se death’s sword estava em bainha,para minha
segurança estava.Depois de alguns minutos,adentrei a arena,percebendo que o
frio tinha se intensificado,mas isso não me impediria de lutar.Percorri meu
olhar gélido pela arena,vazia o que era um milagre.Mas estão identifiquei uma
figura de uma mulher com caudas,ao invés de pernas e uma espada em mãos,fui em
sua direção,com cautela e silenciosamente.Paro a 10 centímetros da
criatura,que ao perceber minha presença,virou-se para me encarar,seu rosto
ainda mantinha uma cicatriz.Olhando para ela,segurei a foice que tinha em mãos
com mais força,mas tinha certeza do que ela diria em seguida:
-Bastarda,você não
vai fazer uso dessa arma.Ah não vai,vamos fazer do meu jeito,uma luta
justa,espada com espada.
Virei o rosto,para encarar
o objeto em minhas mãos,não seria hoje que faria uso dele.Desativei-o,fazendo
com que este voltasse para meu pescoço em forma de pingente,desembainhei a
espada,sentindo o olhar de minha oponente,me queimar,enquanto realizava tais
movimentos,nos entreolhamos,ela assentiu com um sorriso malicioso,então apenas
nos afastamos assumindo nossos devidos lugares.Olhei para o céu,e percebi que
tinha se formado uma noite sem lua,sobre nós,esse era meu horário preferido.E
talvez fosse essa minha ultima luta,um calafrio envolveu meu corpo
novamente,com a idéia:”Seja o que os deuses quiserem.”-Ergui minha espada,a
mulher-cobra fez o mesmo,e com seu sorriso cheio de escárnio ela pronunciou:
-Vamos logo com
isso garota e lutar ou morrer.-Foi então
que demos inicio a nossa batalha,nos direcionamos uma contra outra,nossas
espadas,quase como dançando,ambas em sincronia,dei o primeiro o golpe,que foi
bloqueado,escutei o som estridente,das laminas quando se chocaram,me
afastei,com um salto,se direcionando contra mim novamente,lançou outro
golpe,lancei meu corpo para baixo,chutando seu rosto,e depois fazendo um corte
horizontal em seu lado esquerdo.Ela se deixou levar com seu corpo para trás,tentei
me afastar alguns centímetros,mas usando a cauda contra mim,ela me fez perder o
equilíbrio,vindo novamente,brandiu a espada e tentou me atacar,consegui
bloquear seu golpe,dei uma estrela para trás.Ao tocar o chão com os pés,vi que
esta vinha novamente,nossas laminas se chocaram,ficando cada vez,mais intenso
os ataques,até que me lancei para o lado,bloqueando sua espada,cai ao chão,pois
tinha usado sua cauda para fazer com que perdesse o equilíbrio.Antes que me
ergue-se,ela fez um corte em diagonal,a sudoeste em minha coxa,senti uma dor horrível,mas
estas eram as conseqüências,que teria de arcar.Vindo novamente contra mim,ergui
a espada,lançando um golpe,que não deu tempo de ser bloqueado e novamente fiz um
corte nela,mas dessa vez em seu braço que não mantinha a espada,consegui me levantar,o
lado é que o meu machucado não tinha sido profundo.Olhei para ela com indignação,voltando
a si,pegou espada,com a mão boa e recomeçamos a dança com as espadas,ouvia o som
estridente das laminas,quando se chocavam,apesar da cauda,era muito rápida,tinha
horas que achava que não conseguiria bloqueá-la a tempo.Senti um arrepio em minha
pele,a cobra sentiu o mesmo,mas mesmo assim continuava brandir golpes suaves e cortantes.estávamos
em demasiado tempo,lutando em vão.Até que de repente,fiz algo diferente peguei a
espada,girando em 360 graus,sua espada passou por mim,quase cortando me perfurandoera
minha chance,passei por ela,ainda em um rodopio silencioso,e fiz um corte em sua
coluna,ponta a ponta.escutei um grunhido de dor vindo ela,que me olhou furiosamente,pegando
a espada,ela foi em minha direção,lançando um golpe rápido,me afastei bloqueando-o,pegando
meu braço,fez com que girasse e puxou-o quase quebrando,senti uma dor tremenda,mas
uma coisa que ela se esqueceu é que meu braço livre,mantinha a espada,peguei-a e
novamente fiz um corte,mas dessa vez em seu pescoço,não foi muito profundo,mas foi
o suficiente,para que a fizesse me libertar,parando a sua frente,depois que me soltou
nos olhamos,tentando ver no que daria.
Chapter 2-The
final.
Depois dos acontecimentos anteriores,a
mulher-cobra apontou a lamina contra mim,e após abaixa-la,apenas olhou em meus olhos,e
rastejou em minha direção,lançando um ataque,me esquivei,erguendo a espada,mas meu
golpe fora bloqueado,ela desceu com a lamina até meu braço,cortando horizontalmente,tentei
dar um tapa em seu rosto,mas ela me ergueu pelo pescoço e me atirou como se fosse
uma boneca contra a areia fria.Bati de costas no chão,a cobra rastejando novamente,parou
em cima de mim,senti sua respiração,ela faria alguma coisa contra mim,conseguia
ver em seus olhos,pegando novamente a espada,pressionou a lamina contra meu pescoço,e
disse:
-Diga que desiste,e
lhe poupo a vida.-Olhando-me,ela forçou
novamente a lamina,senti minha alma,quase deixar meu corpo,e com muita dificuldade,consegui
dizer:
-Nunca.-Percebi que meu tom de voz se elevara,tentei me
libertar,mas quanto mais tentava,mais era pressionado a espada em meu
pescoço,minha vida por um fio,estava.
-Lady de
Winter,tanto teimosa,você é.-Ela disse
em um tom irônico,e como se sibilasse,começou a passar a lamina em meu
rosto,senti um feixe de sangue percorrer meu rosto.Olhei para o céu,suplicando uma
resposta.foi então que me veio uma luz a mente,a dracena,ergueu a espada,prestes,a
deixa-la penetrar meu pescoço,quando estava prestes a faze-lo,escutei um grunhido
novamente,ela viu o sangue,e não era meu,mas sim dela,nesse meio-tempo tinha pegado
minha espada ao meu lado,e lançado o golpe,que arrancaria sua vida,pelo menos por
alguns dias,ou anos.Notei que ela se desintegrada,a cobra tinha caído em cima de
mim,atirei seu corpo sem vida para o lado.Me erguendo e recompondo,olhei mais uma
vez para ela,peguei minha espada,que estava no chão,perto de onde estivera antes,e
me direcionei para o chalé,sentindo o frio me percorrer o corpo,queria tomar um
banho quente,tratar de meus ferimentos e ficar um tempo sozinha.Percorri o caminho
todo para o chalé,em um silencio infernal,apenas pensando no por que de os deuses
terem permitido a temperatura abaixar no acampamento.
- Spoiler:
- Armas levadas:– Colar com um pingente em forma de foice (Quando o acionar o pingente, se transformará em uma foice, conhecida como a Foice da Morte. O cabo é feito de ouro negro, sua lâmina é de Bronze Sagrado. Ajuda no controle de almas) [Presente de Thanatos]
Obs:Não foi usada,ao contrario do item a seguir.
- Death's Sword [Espada longa de bronze sagrado com o punho de couro negro em forma de caveira. Nome escrito na lâmina][by Forja Mentalyos ა]

Leah de Winter- Campista veterano
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Re: Sobre a Arena do acampamento
Treino Matutino de Espadas e Escudos
Não gosto muito de ficar à toa de manhã, então resolvi treinar. Chegando na arena já com meu escudo e minha espada em mãos coloquei cinco bonecos em posição e começei a golpeá-los. Corri em direção ao primeiro e tirei sua cabeça com um golpe, fui ao segundo e rasguei seu peito, no quarto brandi a espada e me protegi com o escudo antes de desferi um golpe em suas pernas. Tudo corria bem e eu não me cansava ao lutar com bonecos até que uma coisa bem embaraçosa me aconteceu, quando me vireidei de cara no último boneco, uma decepção já que se eu era surpreendida por bonecos que eu mesma tinha posicionado imaginei que não seria de nada para adversários animados e perigosos. Cambaleei para trás e retomei a guarda. Antes que pudesse voltar a atacar novamente eu ouvi uma risada baixa vindo do meu lado direito, reconheci logo o rosto do meu amigo Joe.
-E aí? Depois que eu parei de treinar com você vejo que progrediu bastante não é mesmo?
-Bem, eu mato alguns monstros com muito facilidade.-disse ainda envergonhada e percebendo o sarcasmo.
-O problema são os bonecos, lutei com eles algumas vezes, eles são... são bem difíceis de prever-argumentou ele prendendo o riso.
-Faz tempo que eu não te vejo! Então, que tal um treino básico para recordarmos os velhos tempos? E se puder, menos comentários sobre o boneco.
-O.k. Vamos lá-desembanhou sua espada.
Joe atacou e eu recuei, percebi que seus golpes fluiam mais rápido agora. Girei a lámina tentando desarmá-lo, mas não deu certo porque ele conhecia bem meus truques, atcou-me de novo e eu defendi com a espada. Com um movimento rápido me aproximei e encostei meu escudo no peito dele e o derrubei no chão chutando sua canela com força, ele caído no chão arremessou sua espada, o que tomou minha atenção e me fez dar a ele tempo para se levantar. A vantagem era minha já que ele estava sem arma alguma, fui ameaçando golpes e quando realmente golpeei ele se abaixou, virei me e me surpreendi com Joe, ele agora estava de pé ao lado de sua espada, abaixou-se e a pegou. Correu na minha direção, eu defendi, pisei em seu pé e o empurrei com o escudo. Ele pareceu meio tonto mais logo readquiriu equilíbrio, tentei rapidamente a manobra para desammar e, desta vez deu certo, a espada de Joe caiu e antes que ele a pega-se e começasse a me atacar
me projetei para sua frente e pus a minha espada em seu ombro esquerdo.
-Tudo bem, você ganhou e eu estava errado sobre sua evolução.
-Calma, eu não ia poder mesmo decapitar você.-ri- Mas...nossa! Olha aquilo! É o maior cão infernal que eu já vi em toda minha vida!
-Onde?-disse Joe virando-se para procurar o que eu me referia, então deu de cara no boneco que eu deixara "vivo". O quindto boneco- Ai! Você fez de propósito!
-Eu acho mesmo que o problema são os bonecos.
Tirei minha espada do ombro dele e simos juntos da arena.
Não gosto muito de ficar à toa de manhã, então resolvi treinar. Chegando na arena já com meu escudo e minha espada em mãos coloquei cinco bonecos em posição e começei a golpeá-los. Corri em direção ao primeiro e tirei sua cabeça com um golpe, fui ao segundo e rasguei seu peito, no quarto brandi a espada e me protegi com o escudo antes de desferi um golpe em suas pernas. Tudo corria bem e eu não me cansava ao lutar com bonecos até que uma coisa bem embaraçosa me aconteceu, quando me vireidei de cara no último boneco, uma decepção já que se eu era surpreendida por bonecos que eu mesma tinha posicionado imaginei que não seria de nada para adversários animados e perigosos. Cambaleei para trás e retomei a guarda. Antes que pudesse voltar a atacar novamente eu ouvi uma risada baixa vindo do meu lado direito, reconheci logo o rosto do meu amigo Joe.
-E aí? Depois que eu parei de treinar com você vejo que progrediu bastante não é mesmo?
-Bem, eu mato alguns monstros com muito facilidade.-disse ainda envergonhada e percebendo o sarcasmo.
-O problema são os bonecos, lutei com eles algumas vezes, eles são... são bem difíceis de prever-argumentou ele prendendo o riso.
-Faz tempo que eu não te vejo! Então, que tal um treino básico para recordarmos os velhos tempos? E se puder, menos comentários sobre o boneco.
-O.k. Vamos lá-desembanhou sua espada.
Joe atacou e eu recuei, percebi que seus golpes fluiam mais rápido agora. Girei a lámina tentando desarmá-lo, mas não deu certo porque ele conhecia bem meus truques, atcou-me de novo e eu defendi com a espada. Com um movimento rápido me aproximei e encostei meu escudo no peito dele e o derrubei no chão chutando sua canela com força, ele caído no chão arremessou sua espada, o que tomou minha atenção e me fez dar a ele tempo para se levantar. A vantagem era minha já que ele estava sem arma alguma, fui ameaçando golpes e quando realmente golpeei ele se abaixou, virei me e me surpreendi com Joe, ele agora estava de pé ao lado de sua espada, abaixou-se e a pegou. Correu na minha direção, eu defendi, pisei em seu pé e o empurrei com o escudo. Ele pareceu meio tonto mais logo readquiriu equilíbrio, tentei rapidamente a manobra para desammar e, desta vez deu certo, a espada de Joe caiu e antes que ele a pega-se e começasse a me atacar
me projetei para sua frente e pus a minha espada em seu ombro esquerdo.
-Tudo bem, você ganhou e eu estava errado sobre sua evolução.
-Calma, eu não ia poder mesmo decapitar você.-ri- Mas...nossa! Olha aquilo! É o maior cão infernal que eu já vi em toda minha vida!
-Onde?-disse Joe virando-se para procurar o que eu me referia, então deu de cara no boneco que eu deixara "vivo". O quindto boneco- Ai! Você fez de propósito!
-Eu acho mesmo que o problema são os bonecos.
Tirei minha espada do ombro dele e simos juntos da arena.

Beatriz M. Silvestre- Campista novato
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Re: Sobre a Arena do acampamento
Obs:Adms e deuses eu não consigo editar meus posts em tempo exato,pois uso o Word,então acaba virando uma baderna,me desculpem.

Leah de Winter- Campista veterano
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Re: Sobre a Arena do acampamento
stava eu no meu chalé,deitado pensando qual era melhor arma pra mim,depois de pensar bastante, pego minha espada eu vou treinar, como era novo no acampamento diz um treino leve primeiro
corri 10 kM em volta da quadra
50 abdominais
100 polichinelos
100 agachamentos
ergui 80 quilos(40 de cada lado)
Depois do alongamento,Depois de descansar um pouco, voltei à arena para treinar mais um pouco,dessa vez com espada e escudo.Como haviam muitos campistas que nunca treinaram antes Quíron quis que treinássemos com bonecos de palha ao invés de em duplas.Todos fomos nos aprontar enquanto Quíron e alguns campistas que não iriam treinar posicionavam os bonecos.Voltei a arena com uma espada e escudo pronta para treinar.Todos ficaram em posição até que Quíron deu sinal para começarmos.Ataquei o primeiro boneco com um golpe na linha acima do umbigo com a espada e segui para o próximo repetindo o mesmo processo,até que me deparei com um que era diferente e percebi que os outros bonecos pareciam se mexer sozinhos,acho que os filhos de Hefesto andaram trabalhando para que os bonecos fossem como robôs para tornar o treino mais interessante. Esse boneco estava com um escudo e defendeu meu golpe, então eu dei um giro que acabava em um chute que acertou seu escudo fazendo-o cair no chão e golpeei o boneco no pescoço. Segui para o próximo, que desta vez além de ter um escudo tinha uma espada na outra mão. O ataquei e ele girou minha espada no ar para me desarmar,mas estava segurando a espada bem firme fazendo com que seu golpe fracassasse.Ele tentou me atacar no peito mas defendi com meu escudo.Nossas espadas se chocaram e dessa vez usei meu escudo para empurrá-lo ,ele abaixou a guarda por alguns segundos,mas foi o suficiente para que eu pudesse atacá-lo ,finquei minha espada na altura da barriga e ele caiu para traz.
Já não haviam mais bonecos para eu treinar,então pude sair para me trocar.Quando voltei para a arena pude ver o desempenho dos outros campistas novos,eles estavam se saindo bem,com exceção de um garoto que devia ter 12 anos acho, ele estava correndo pela arena de um boneco autômato.Não pude deixar de rir um pouco,mas fiquei com pena dele e fui em sua direção ajudar.Ainda estava com a espada na mão.O garoto quando me viu correu na minha direção e se escondeu atrás de mim,o boneco o seguiu,quando estava a uma certa distancia do boneco golpeei-o no pescoço fazendo ele ficar sem cabeça.O garoto me agradeceu e abaixou a cabeça triste pois achava que nunca seria bom ,eu me abaixei para ficar da sua altura e lhe disse:
-Está tudo bem, foi seu primeiro treino você ainda vai melhorar. É só vir treinar todos os dias e se você quiser amanhã eu posso te ajudar, só me prometa que nunca vai desistir não importa quão difícil seja, ok?
Ele sorriu e me agradeceu, antes que eu me desse conta ele estava me abraçando e sussurrando para mim :
-Quando eu crescer, espero ser tão bom quanto você.
Fiquei feliz em ouvir aquilo, e sai da arena caminhando em direção ao meu chalé.
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Depois do alongamento,Depois de descansar um pouco, voltei à arena para treinar mais um pouco,dessa vez com espada e escudo.Como haviam muitos campistas que nunca treinaram antes Quíron quis que treinássemos com bonecos de palha ao invés de em duplas.Todos fomos nos aprontar enquanto Quíron e alguns campistas que não iriam treinar posicionavam os bonecos.Voltei a arena com uma espada e escudo pronta para treinar.Todos ficaram em posição até que Quíron deu sinal para começarmos.Ataquei o primeiro boneco com um golpe na linha acima do umbigo com a espada e segui para o próximo repetindo o mesmo processo,até que me deparei com um que era diferente e percebi que os outros bonecos pareciam se mexer sozinhos,acho que os filhos de Hefesto andaram trabalhando para que os bonecos fossem como robôs para tornar o treino mais interessante. Esse boneco estava com um escudo e defendeu meu golpe, então eu dei um giro que acabava em um chute que acertou seu escudo fazendo-o cair no chão e golpeei o boneco no pescoço. Segui para o próximo, que desta vez além de ter um escudo tinha uma espada na outra mão. O ataquei e ele girou minha espada no ar para me desarmar,mas estava segurando a espada bem firme fazendo com que seu golpe fracassasse.Ele tentou me atacar no peito mas defendi com meu escudo.Nossas espadas se chocaram e dessa vez usei meu escudo para empurrá-lo ,ele abaixou a guarda por alguns segundos,mas foi o suficiente para que eu pudesse atacá-lo ,finquei minha espada na altura da barriga e ele caiu para traz.
Já não haviam mais bonecos para eu treinar,então pude sair para me trocar.Quando voltei para a arena pude ver o desempenho dos outros campistas novos,eles estavam se saindo bem,com exceção de um garoto que devia ter 12 anos acho, ele estava correndo pela arena de um boneco autômato.Não pude deixar de rir um pouco,mas fiquei com pena dele e fui em sua direção ajudar.Ainda estava com a espada na mão.O garoto quando me viu correu na minha direção e se escondeu atrás de mim,o boneco o seguiu,quando estava a uma certa distancia do boneco golpeei-o no pescoço fazendo ele ficar sem cabeça.O garoto me agradeceu e abaixou a cabeça triste pois achava que nunca seria bom ,eu me abaixei para ficar da sua altura e lhe disse:
-Está tudo bem, foi seu primeiro treino você ainda vai melhorar. É só vir treinar todos os dias e se você quiser amanhã eu posso te ajudar, só me prometa que nunca vai desistir não importa quão difícil seja, ok?
Ele sorriu e me agradeceu, antes que eu me desse conta ele estava me abraçando e sussurrando para mim :
-Quando eu crescer, espero ser tão bom quanto você.
Fiquei feliz em ouvir aquilo, e sai da arena caminhando em direção ao meu chalé.

Gabriel Antonio- Filhos de Dionísio

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Re: Sobre a Arena do acampamento
10:00 às 11:00 ─ Treino de Combate aos Monstros
Barulhos de espadas se chocando uma nas outras já dava para ser escutado do chalé de Zeus, ainda nem levantara da cama e já estava olhando pela janela o treino de Espadas e Escudos. Iria ao treino de Combate Aos Monstros e por isso coloquei o despertador ao lado da minha cama para que me acordasse às 10h30min da manhã. Levantei-me da cama tirando o cobertor de cima de minhas pernas e meu livro que dormi lendo na noite passada. Em silêncio fui até o banheiro tomar meu banho e escovar os dentes, tentei fazer o mínimo de barulho para não acordar alguns de meus irmãos que ainda dormiam. Vinte minutos depois já estava pronto – vestia uma blusa azul, uma calça jeans e botas para o treino – cheguei à arena e ainda faltavam dez minutos para o início do treino, sentei-me no chão assistindo o duelo e esperando a hora do meu treino.
Outros campistas chegaram logo em seguida e pareciam aborrecidos pelo atraso do treinador que ainda não chegara. Passaram cinco minutos e finalmente o treinador chegou, na verdade treinadora – ela era uma morena de altura mediana, cabelos encaracolados e olhos negros – ela sorriu para gente explicando o motivo do atraso.
– Bem turma, se é que posso chamá-los assim. Vamos começar o treino cada um vá até aquelas caixas que se encontram atrás de mim. – disse ela indicando o local – E escolham qual tipo de monstro gostaria lutar e então começarei o treino.
Todos se direcionaram até as caixas lá havia três tipos de caixas – Caixa 1(Fácil); Caixa 2(Médio); Caixa 3(Difícil) – nenhum dos campistas se quer olhou para terceira caixa, assim como eu não eram tão experientes para enfrentar um monstro de grande poder. As filhas de Afrodite que milagrosamente apareceram no treino empurraram a todos até chegar a caixa 1 e pegar monstros como Myrmekos, Dracaenae, Harpias entre outros. Fui então à direção da caixa 2 e de lá saiu um minotauro que veio direto em minha direção recuei até que a treinadora deu o valendo.
Segurei meu sabre e o mini-raio mestre que estavam sobre minhas mãos em quanto o enorme monstro vinham com a cabeça abaixada como se quisesse cravar seus chifres em mim apenas recuei como os toureiros dos torneios country que assistia faziam. O monstro seguiu em frente sem ver para onde ia até que se deu conta de que já tinha passado de seu alvo, o minotauro balançou a cabeça e bufou vindo em minha direção. Mirei o mini-raio mestre em sua direção e atirei um raio que o acertou em cheio, porém não causou dano nenhum ao monstro que continuou vindo em minha direção e me acertando um soco. Rolei no chão. O monstro olhava pra mim bufando, levantei-me depressa me posicionando em forma de defesa, o monstro jogou suas pernas – ou patas – para trás como um touro e veio novamente em minha direção, esperei ele se aproximar e quando estava a alguns centímetros longe de mim atirei um raio nele. O minotauro parou após sentir o impacto e então lhe acertei um chute no estômago fazendo o mesmo recuar após perder o equilíbrio.
Soltei uma risadinha e fui à direção do monstro. Achei que o minotauro ainda estava sem equilíbrio, mas pelo contrário o monstro tentou me acertar um soco de lado, de reflexo abaixei só que logo em seguida ele tentou de certa forma me esmagar batendo com seu punho fechado em minha direção, saltei para o lado desviando do monstro. Ele me encarou com seus olhos pretos e cruéis que vinham de forma veloz em minha direção fazendo até que o chão tremesse um pouco. Tentei usar o mesmo truque de antes, atirei um raio assim que o enorme saco de músculo chegará perto de mim o que não funcionou antes do meu ataque ele me atacou com seus chifres cravados em minha barriga e então os soltou me lançando para o alto. Ao olhar pra baixo percebi que o monstro estava pronto para me acertar um soco assim que chegasse ao seu ponto de visão – e de mira – rapidamente usei meu poder – Flash Cegador - que fez o monstro colocar as mãos sobre os olhos e esquecer-se de mim.
Cai sobre as costas do minotauro e foi onde me segurei enforcando-o com o mini-raio mestre. O monstro já voltará a enxergar e se sacudia de um lado para o outro tentando me soltar de suas costas, porém permaneci agarrado em seu pescoço sem me soltar de suas costas até que o monstro agarrou minha perna e ma rodou junto com o mini-raio mestre e me lançou em cima de outro campista. Ataquei o lestrigão que vinha atacar o campista com um raio do meu mini-raio mestre o que fez o monstro recuar e dar chance de que o campista o atacasse. O minotauro vinha enfurecido em minha direção, percebi que um raio não o pararia coloquei meu sabre em minha frente e fechei os olhos com medo de que o ataque desse errado, o que não aconteceu e fez com que o monstro vira-se pó em minha frente.
– Aaah! – ouvi um grito enfurecido em minha direção que me fez olhar para trás, o lestrigão vinha em minha direção, porém o filho de Hebe o segurou antes com o seu chicote fazendo com que ele recuasse e corresse em sua direção. Mirei um raio nele, mas parei antes ao ver que a treinadora pedia para que não fizesse tal coisa. Ao final do treino a treinadora nos levou até o refeitório para o nosso café da manhã.

Carter Blake- Filhos de Zeus

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Re: Sobre a Arena do acampamento
A situação pressionava o filho de Hefesto: Dois escorpiões batiam suas pinças em ameaça a sua vida na arena, enquanto o garoto olhava para os lados, alternadamente, sem nenhuma arma em mãos, apenas suas roupas e o colar com pingente de martelo de forja dado a ele por seu pai. Os monstros de três metros de altura aproximavam-se lenta e cautelosamente, enquanto Ben continuava parado no centro da arena, examinando seus movimentos. Quando um dos monstros investiu contra o semideus, ele retirou o colar de seu pai e segurou o pingente com força, mentalizando algo fortemente. O escorpião gigante atacou, abrindo suas pinças contra a cabeça do garoto, mas este agachou-se desviou do golpe, fazendo com que seu pingente se transformasse na ''Herança de Hefesto'' ao se levantar e aplicando um golpe horizontal com a espada na pata do meio do escorpião, que foi arrancada do corpo do mesmo. Ben tomou distância.
O outro escorpião avançou contra o garoto pela direita e, num movimento de arco, jogou a grande cauda contra ele. A reação do garoto foi posicionar a espada horizontalmente sobre sua cabeça, para defender-se da investida, e a ação teve prós e contras: A lâmina de cristal de um centésimo de polegada abriu um pequeno corte no ferrão carregado de veneno do monstro, fazendo-o guinchar de dor, mas, como consequência, algumas gotas do veneno pingaram no ombro esquerdo de Ben, rasgando sua camiseta e provocando uma dor excruciante. O garoto ajoelhou-se, largando a espada e pousando a mão direita sobre o ombro ferido como se isso abafasse a dor. Nesta brecha dada por ele, o mesmo escorpião tentou pisá-lo com a pata esquerda da frente, mas o garoto rolou, esquivando-se, enquanto pegou a espada com a mão direita, sua mão fraca.
Tinha que usar seu braço direito agora, e esta não era sua especialidade, contudo, quando o escorpião da cauda aberta tentou cortá-lo com sua pinça, ele girou a espada em sua mão e avançou por entre esta parte do monstro, cortando o que seria o pulso dele e abaixando-se a seguir. Correu agachado em direção ao escorpião sem uma das patas. Este tentou morder o semideus, que deslizou pelo chão e esticou a espada contra a barriga do escorpião, não conseguindo cortá-lo, contudo.
- Malditos escorpiões e suas carcaças blindadas. - Indagou o garoto, virando de bruços e rastejando para fora da parte de baixo do monstro. -
A fera virou a cabeça, mas Ben deu-lhe uma cotovelada na cara, desrespeitosamente, aproveitando-se da força herdada de seu pai. Atentou-se ao fato de que o outro escorpião corria perigosamente contra ele e então pensou em algo, mas precisava fazer um teste. Para tanto, subiu na carcaça do escorpião sem uma das patas, fazendo com que o outro jogasse a cauda contra o ''irmão''. O veneno voou do ferrão ferido e ia pingar novamente no filho de Hefesto, se este não tivesse se esquivado, pulando da carcaça, que foi banhada de veneno e começou a abrir-se.
- Eu desconfiava! O veneno de um escorpião pode ferir o outro.
Ben subiu novamente na carcaça agora perfurada do escorpião e o pertubou, pisando-o, até que este o atacasse com o ferrão. Neste momento, o garoto desviou-se, fazendo com que o monstro injetasse seu veneno em si mesmo. O filho de Hefesto jogou todo o peso dos braços e do corpo para imprimir a maior força possível ao golpe horizontal desferido contra a cauda do inimigo, que foi cortada. Descravou, então, o ferrão da carcaça da besta e tomou posse do item (que era quase do tamanho de seu tronco inteiro), pulando em seguida até o outro escorpião e fincando-o nas costas dele. Este golpe atravessou o corpo da fera, que agora estava morta, assim como a outra da sua espécie.
Fez com que a espada ''Herança de Hefesto'' voltasse à sua forma de pingente e o pendurou com a corda em volta do pescoço, saindo dali com a mão direita no ombro ferido.
O outro escorpião avançou contra o garoto pela direita e, num movimento de arco, jogou a grande cauda contra ele. A reação do garoto foi posicionar a espada horizontalmente sobre sua cabeça, para defender-se da investida, e a ação teve prós e contras: A lâmina de cristal de um centésimo de polegada abriu um pequeno corte no ferrão carregado de veneno do monstro, fazendo-o guinchar de dor, mas, como consequência, algumas gotas do veneno pingaram no ombro esquerdo de Ben, rasgando sua camiseta e provocando uma dor excruciante. O garoto ajoelhou-se, largando a espada e pousando a mão direita sobre o ombro ferido como se isso abafasse a dor. Nesta brecha dada por ele, o mesmo escorpião tentou pisá-lo com a pata esquerda da frente, mas o garoto rolou, esquivando-se, enquanto pegou a espada com a mão direita, sua mão fraca.
Tinha que usar seu braço direito agora, e esta não era sua especialidade, contudo, quando o escorpião da cauda aberta tentou cortá-lo com sua pinça, ele girou a espada em sua mão e avançou por entre esta parte do monstro, cortando o que seria o pulso dele e abaixando-se a seguir. Correu agachado em direção ao escorpião sem uma das patas. Este tentou morder o semideus, que deslizou pelo chão e esticou a espada contra a barriga do escorpião, não conseguindo cortá-lo, contudo.
- Malditos escorpiões e suas carcaças blindadas. - Indagou o garoto, virando de bruços e rastejando para fora da parte de baixo do monstro. -
A fera virou a cabeça, mas Ben deu-lhe uma cotovelada na cara, desrespeitosamente, aproveitando-se da força herdada de seu pai. Atentou-se ao fato de que o outro escorpião corria perigosamente contra ele e então pensou em algo, mas precisava fazer um teste. Para tanto, subiu na carcaça do escorpião sem uma das patas, fazendo com que o outro jogasse a cauda contra o ''irmão''. O veneno voou do ferrão ferido e ia pingar novamente no filho de Hefesto, se este não tivesse se esquivado, pulando da carcaça, que foi banhada de veneno e começou a abrir-se.
- Eu desconfiava! O veneno de um escorpião pode ferir o outro.
Ben subiu novamente na carcaça agora perfurada do escorpião e o pertubou, pisando-o, até que este o atacasse com o ferrão. Neste momento, o garoto desviou-se, fazendo com que o monstro injetasse seu veneno em si mesmo. O filho de Hefesto jogou todo o peso dos braços e do corpo para imprimir a maior força possível ao golpe horizontal desferido contra a cauda do inimigo, que foi cortada. Descravou, então, o ferrão da carcaça da besta e tomou posse do item (que era quase do tamanho de seu tronco inteiro), pulando em seguida até o outro escorpião e fincando-o nas costas dele. Este golpe atravessou o corpo da fera, que agora estava morta, assim como a outra da sua espécie.
Fez com que a espada ''Herança de Hefesto'' voltasse à sua forma de pingente e o pendurou com a corda em volta do pescoço, saindo dali com a mão direita no ombro ferido.

Ben Chevallier- Campista novato
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Re: Sobre a Arena do acampamento
treino combate aos monstros-21:00 as 22:00
A noite no chale de selene,eu nao conseguia dormir entao,peguei minha adaga,como nao tinha nimguem,coloquei minha roupa favorita:camisa dos THE BEATLES,jeans rasgado,tenis all star de couro branco,jaqueta de couro,e meu colar de prata em forma de lua e camisa do acampamento(caso alguem aparecer),sai de fininho, ate a porta ,depois, comecei a correr ate a arena...
Chegando la,ouvi alguma coisa parecia uma harpia,mas depois desapareceu na moita,logo pensei:
-nao e nada,taylor-entao posicionei os bonecos e comecei a lutar,estripar,e destruir eles(OBS:isso S-E-M-P-R-E acontece quando e a noite)quando repende uma grande harpia sai da copa de uma das árvores. Suas garras são afiadas. A harpia fica voando em círculos em cima de mim, sem chegar muito perto,olho nos olhos da harpia,e vou para o ataque.
A harpia voa rapidamente na direção de mim e agarra o meu colar de contas com as garras. Então sobe novamente, levando o colar com ela,entao subo em uma da arvores e pulo ao encontro da harpia.
E agarro um escudo jogado la e jogo na harpia,a harpia cai da arvore.. e espera meus movimentos....entao grito para chamar a atençao da harpia,e corro em zigue zague para ataca-la.
agarro o meu colar,corro ate a harpia e no ultimo minuto dou uma cambalhota e enfio a adaga nela,mas a harpia voa muito alto e erro o ataque,com as minhas ultimas forças atiro minha adga lunar nela o mais longe possivel,em um ato de desespero pego o escudo e atiro na harpia,mas dessa vez eu acertei,ela caiu no chao,peguei minha adaga lunar e enfio na barriga dela,ela vira po dourado,coloco a minha agada na bainha,pego meu colar,limpo a bagunca e vou ate a porta da arena olho para tras,e corro ate meu chale
A noite no chale de selene,eu nao conseguia dormir entao,peguei minha adaga,como nao tinha nimguem,coloquei minha roupa favorita:camisa dos THE BEATLES,jeans rasgado,tenis all star de couro branco,jaqueta de couro,e meu colar de prata em forma de lua e camisa do acampamento(caso alguem aparecer),sai de fininho, ate a porta ,depois, comecei a correr ate a arena...
Chegando la,ouvi alguma coisa parecia uma harpia,mas depois desapareceu na moita,logo pensei:
-nao e nada,taylor-entao posicionei os bonecos e comecei a lutar,estripar,e destruir eles(OBS:isso S-E-M-P-R-E acontece quando e a noite)quando repende uma grande harpia sai da copa de uma das árvores. Suas garras são afiadas. A harpia fica voando em círculos em cima de mim, sem chegar muito perto,olho nos olhos da harpia,e vou para o ataque.
A harpia voa rapidamente na direção de mim e agarra o meu colar de contas com as garras. Então sobe novamente, levando o colar com ela,entao subo em uma da arvores e pulo ao encontro da harpia.
E agarro um escudo jogado la e jogo na harpia,a harpia cai da arvore.. e espera meus movimentos....entao grito para chamar a atençao da harpia,e corro em zigue zague para ataca-la.
agarro o meu colar,corro ate a harpia e no ultimo minuto dou uma cambalhota e enfio a adaga nela,mas a harpia voa muito alto e erro o ataque,com as minhas ultimas forças atiro minha adga lunar nela o mais longe possivel,em um ato de desespero pego o escudo e atiro na harpia,mas dessa vez eu acertei,ela caiu no chao,peguei minha adaga lunar e enfio na barriga dela,ela vira po dourado,coloco a minha agada na bainha,pego meu colar,limpo a bagunca e vou ate a porta da arena olho para tras,e corro ate meu chale

Taylor F.di angelo- Campista novato
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Re: Sobre a Arena do acampamento
o que aconteceu com o meu combate?

Taylor F.di angelo- Campista novato
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Re: Sobre a Arena do acampamento
Era Uma Linda Tarde Sexta,Os Filhos de Díonisio Fazendo Os Morangos Crescenrem,Campistas Jogando Volei,O Chalé De Hermes Fazendo Pegadinhas,O De Ares Batendo Nos Campistas Dos Outros Chalés,Um Lindo Dia Normal.Estava Fervendo Com Mínima De 25 Graus e Máxima De 35 Graus Mas Naquele Momento Estava 32 Graus,Eu Estava Para Numa Rede Mas Já Estava Todo Molhado De Suor Quando Ouvi A Trombeta Avisando Sobre o Treino De Combate a Monstros Daquela Tarde.Corri Rapidamente Para Meu Chalé Pegar Meus Equipamentos.Depois Fui Para A Floresta Onde Quiron Dava As Instrucões:
-Cada Semideus Terá Que Procurar Um Monstro Na Floresta e Mata-lo E Depois Terá Que Trazer O Troféu Por Te-lo Matado - Dizia Ele.
Depois De Ouvir As Instruções Sobre As Armas Que Me Chatearam Pois Só Podia Levar Uma Arma De Ataque e Uma De Defesa.Mas Depois Parti Rumo a Floresta Talvez o Lugar Mais Perigoso Do Equipamento.Quando Me Dei Conta Estava Perdido Mas Ouvia Um Semideuses Lutando Como:Um Filho De Hermes Contra Uma Empousa,Um Filho De Ares Contra Uma Dracanae e Um Filho de Apolo Contra Um Escorpião Gigante.Mas Por Muito Tempo Não acheiNenhum Montro Dísponivel Até Encontrar Um Minotauro Se Coçando.Quando Me Viu Rugiu De Furía e ai Eu Pense:Ele Deve Gostar De Privacidade.Ele Me Atacou Derenpe Sem Eu Ver e É Claro Que Fui Atingido Com Muita Força.Depois Do Impacto Me Senti Atropelado Por Um Trem Bala.Mas Me Recuperei e o Ataquei.Para Quem Não Sabe Com e Lutar Contra Uma Coisa Gigante,Enfurecida,e Q1ue Pode Te Atropelar Como Um Um Trem Não Tente Isso Nunca Pois Minha Investida Foi Um Desastre.Ela Desviou Rapidamente De Minha Espada e Me Atacou,Por Sorte Levantei Meu Escudo De Bronze Sagrado e Me Defendi Do Ataque Dele.Ataquei Com Toda Minah Força Acertando-o Na Perna o Que Só Deixou Ele Mais Furioso,Ele Investiu Contra Mim Com Uma Velocidade Surpreendente Pra Um Monstro de 2,5 Metros,Consegui Desviar e Acerta-lo Nas Costa Com Minha Espada O Que Deixou Ele Um Pouco Mais Lento Por Causa Da Dor.Quando Percebi Isso Sabia Que Essa Seria Uma Boa Chance Para Mim Usar Um De Meu Poderes,Fiquei Parado Esperando Ele Atacar.Quando Atacou Ele Foi Um Pouco Mais Rápido Que Eu Esperava e Me Atingiu No Peito.Tentei Acerta-lo Com a Espada Mas Só Acertei Um Pouco.Esperei Seu Próximo Ataque e Quando Ele Investiu Lentamente Usei Minha Habilidade De Garras e Cortei Uma De Sua Presas.o Minotauro Gemeu De Dor.Mas Eu o Ataquei Rapidamnete Deixando-Como PoeiraQuando Voltei Fui Recebido Por Quíron e Mostrei a Presa Do Minotauro e Ele Me Dispençou Para Meu Chalé,Dizendo:
- Foi Um Belo Feito Derrotar Um Minotauro Já Que Eles São Muito Fortes e Rápido,Ahh!!E Guarde Bem a Presa De Minotauro Esses Troféus Que Od Monstros Deixam São Muito Bom Para A Auto-Estima De Um Semideus
-Cada Semideus Terá Que Procurar Um Monstro Na Floresta e Mata-lo E Depois Terá Que Trazer O Troféu Por Te-lo Matado - Dizia Ele.
Depois De Ouvir As Instruções Sobre As Armas Que Me Chatearam Pois Só Podia Levar Uma Arma De Ataque e Uma De Defesa.Mas Depois Parti Rumo a Floresta Talvez o Lugar Mais Perigoso Do Equipamento.Quando Me Dei Conta Estava Perdido Mas Ouvia Um Semideuses Lutando Como:Um Filho De Hermes Contra Uma Empousa,Um Filho De Ares Contra Uma Dracanae e Um Filho de Apolo Contra Um Escorpião Gigante.Mas Por Muito Tempo Não acheiNenhum Montro Dísponivel Até Encontrar Um Minotauro Se Coçando.Quando Me Viu Rugiu De Furía e ai Eu Pense:Ele Deve Gostar De Privacidade.Ele Me Atacou Derenpe Sem Eu Ver e É Claro Que Fui Atingido Com Muita Força.Depois Do Impacto Me Senti Atropelado Por Um Trem Bala.Mas Me Recuperei e o Ataquei.Para Quem Não Sabe Com e Lutar Contra Uma Coisa Gigante,Enfurecida,e Q1ue Pode Te Atropelar Como Um Um Trem Não Tente Isso Nunca Pois Minha Investida Foi Um Desastre.Ela Desviou Rapidamente De Minha Espada e Me Atacou,Por Sorte Levantei Meu Escudo De Bronze Sagrado e Me Defendi Do Ataque Dele.Ataquei Com Toda Minah Força Acertando-o Na Perna o Que Só Deixou Ele Mais Furioso,Ele Investiu Contra Mim Com Uma Velocidade Surpreendente Pra Um Monstro de 2,5 Metros,Consegui Desviar e Acerta-lo Nas Costa Com Minha Espada O Que Deixou Ele Um Pouco Mais Lento Por Causa Da Dor.Quando Percebi Isso Sabia Que Essa Seria Uma Boa Chance Para Mim Usar Um De Meu Poderes,Fiquei Parado Esperando Ele Atacar.Quando Atacou Ele Foi Um Pouco Mais Rápido Que Eu Esperava e Me Atingiu No Peito.Tentei Acerta-lo Com a Espada Mas Só Acertei Um Pouco.Esperei Seu Próximo Ataque e Quando Ele Investiu Lentamente Usei Minha Habilidade De Garras e Cortei Uma De Sua Presas.o Minotauro Gemeu De Dor.Mas Eu o Ataquei Rapidamnete Deixando-Como PoeiraQuando Voltei Fui Recebido Por Quíron e Mostrei a Presa Do Minotauro e Ele Me Dispençou Para Meu Chalé,Dizendo:
- Foi Um Belo Feito Derrotar Um Minotauro Já Que Eles São Muito Fortes e Rápido,Ahh!!E Guarde Bem a Presa De Minotauro Esses Troféus Que Od Monstros Deixam São Muito Bom Para A Auto-Estima De Um Semideus
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Armas Utilizadas:
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Escudo De Bronze Sagrado:Não esta Na Minha Ficha Pq Nenhum Deus Olhou a Forja.

Marcelo Nery- Campista normal
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Re: Sobre a Arena do acampamento

Fique longe da água!
Treino de combate a monstrosΨ
Diurno, ás 14:10Ψ
Ensolarado e úmido Ψ
Roupa Ψ
Diurno, ás 14:10Ψ
Ensolarado e úmido Ψ
Roupa Ψ
Entro na arena pouco feliz, embora fosse um dia frio, alguma coisa havia feito mal para mim, então meu estomago balbuciava palavras que eu mesma não entendia. Talvez, fosse só fome, eu não havia comido a um bom tempo no acampamento. Mesmo assim, corri na arena com meus dois equipamentos prediletos. O tridente de Oricalco e Tsunami, minha espada equilibrada.
Quíron me aguardava na entrada da arena, onde alguns campistas saiam um pouco molhados. Toda a dor de estomago passou quando percebi que eu iria estar no melhor local de luta. Mas meu mundo caiu com a noticia de Quíron.
- A regra é.. – ele sorriu como se quisesse acabar comigo – não se molhe.
- oquê?! – gritei um pouco alto e alguns campistas me olharam.
- Vamos ver como se vira sem a água, filha de Poseidon – Quíron sorriu.
Entrei na arena devagar, alguns campistas ainda saiam de perto do rio muito molhados e eu não entendia o porquê. Era somente não se aproximar delo rio e atacar seja lá qual monstro fosse. O Sol batia de forma que as gotículas de água no céu podiam refletir um grande arco ires que deixava a paisagem muito bonita.
Um garoto que acabara de sair saiu de lá limpo e seco, eu ri percebendo que alguém conseguia sair sem se molhar, sendo que, com o sol no céu, acho que a melhor opção era um grande banho de água.
- Prendi mais uma – disse o garoto sorridente – Há somente mais duas Náiades lá.
Foi quando eu percebi que iria ter que prender uma Ninfa da água em seu próprio habitat. O que não era um feito muito fácil. Mesmo assim comecei a me concentrar nas pessoas que entravam. Mais duas garotas entraram na arena antes de ser minha vez, e saíram molhadas. Uma delas era filha de Afrodite, e estava xingando muito, alguma coisa em grego que eu pude entender sobre ser mais bonita ou algo assim.
Entrei devagar na parte do rio e já tive que pular para o lado, porque as Náides começaram a rir de mim e jogar vários tufões de água perto da onde eu estava. Ri para elas sabendo que o trabalho era somente diversão. Mas mesmo assim, o que eu devia fazer não era diversão.
Me coloquei de lado, observando os arredores vendo o que me faria pende-las, pois não queria machucar. Perto de mim, uma rede de pescas gigantes, uma gaiola, e várias coisas, era quase impossível pegar uma delas, a não ser que eu as distraísse muito bem.
Corri para a direção da rede quando fui surpreendida por um grande monstro, eu já havia lutado com um deles, e não era algo tão difícil assim, mas logo que olhei, percebei que era o guardião daqueles objetos. Claro, enfeitiçados pelas Ninfas.
Meu tridente estava em um pequeno suporte para ele em minhas costas, então tirei a Tsunami da bainha e o encarei sorridente. Quando ele se aproximou de mim, vi que não era um cão infernal tão grande quanto o ultimo, a batalha seria fácil. Dei uma investida com a faca contra ele, mas o ser recuou para trás deixando um grande espaço entre nós. Só ai então percebi que a batalha não seria tão simples assim. As Náiades estavam jogando água freneticamente por cima de mim, então tive que recuar para perto to monstro tentando desviar do meu desafio. A parte boa foi que eu consegui desviar da água, a ruim era a que eu ia em direção ao cão infernal com cara de faminto. Ele me deu uma patada e eu voei longe batendo as costas em uma árvore, aquilo havia doido, mas graças aos Deuses eu não tinha quebrado nada. Corri em direção a ele novamente e o golpeei com a espada, fazendo um pequeno corte em sua pata. Infelizmente, não havia feito nenhum corte fatal, mas então fiz novamente mais um ataque. Desta vez, fingi que ia golpear para a esquerda, mas atravessei minha espada a direita. Um outro grande corte passou por ele, fazendo escorrer seu sangue devagar. Pulei para o lado tentando fugir novamente dos borrões de água que voavam.
Felizmente eu havia lembrado quem era meu pai, então guardei a Espada e peguei o tridente que estava na minha mão. Quando outro borrão de água veio em minha direção, eu não desviei, simplesmente avancei com o tridente para a frente e o mesmo jato voltou para a água. Sorri animada. Corri em direção ao cachorro mal, que babava como se estivesse com raiva (fico imaginando alguém tendo um destes de estimação) e tentou me morder, o ataquei com as três pontas do tridente para frente, espetando seu céu da boca, o cão desviou choramingando. As náiades perceberam que eu iria matá-lo, então começaram a lançar água perto dele.
Então tive uma idéia louca. Coloquei meu tridente dentro da água e me concentrei em toda a força que eu tinha, então, quando a tirei vi que nele havia água rodeando sem me tocar, era incrível como eu tinha controle na água, principalmente quando estava com o tridente. Me concentrei novamente lembrando das moléculas de água e as uni, formando o conhecido gelo, como não podia me molhar, apontei o tridente para a frente e joguei as pontas.
Elas saíram como tiro e foram direto para o cão. As três pontas a atingiram na região do tórax e ele caiu. A força foi tanta que eu fui levada para trás, mas me apressei a levantar e correr na direção da rede de pescas. Já era tarde demais. Todos os objetos para conseguir prende-las estavam encharcados demais, então tive que pensar em algo para fazer.
As Náiades continuavam jogando água em minha direção, então desviava cada jorrado com meu tridente até que tive uma idéia. Aproximei-me delas correndo e coloquei o tridente na água. Assim como elas podia controlar, eu também, então precisava agir rápido. Assim que as pontas tocaram a água, grades de gelo começaram a se formar em volta de uma delas, até que estava totalmente presa. Assim que ela ficou presa, acenou para mim com um pouco de felicidade (talvez) e tentou sair, a outra delas estava tentando quebrar o escudo de gelo, o que era fácil, então tive pouco tempo e corri para a rede de pescas, a agarrando com a ponta do meu tridente e jogando na água. Uma delas conseguiu desviar, mas a outra que estava tentando sair do escudo não conseguiu desviar e então foi atingida pela rede. De alguma forma ela sumiu e a outra Naiade parou de me atacar água. Assim voltei para Quíron feliz.
- Só tem mais uma lá e bom.. o cão infernal está meio machucado – sorri pra ele.
- Vá comer um pouco e descançar – ele riu – próximo!
Se virou novamente para quem estava lá e eu voltei meu caminho até o refeitório, realmente? Eu precisava recuperar minhas energias.
- Informações da Arena
♠Armas usadas♠
Tridente de Oricalco , presente de Poseidon.
τσουνάμι (tsunami) [Espada de dois gumes de bronze sagrado e aço, da cor prata. Cabo com formato de Hipogrifo, de cor azul turquesa, MEGA afiada e equilibrada, com ótimo manuseio dela] {Ω}
♠Poderes dos Filhos de Poseidon Passivos utilizados♠
Perícia de Netuno(Nível 8 ) sou Mestre em utilizar o Tridente como arma em lutas, podendo controlar a Hidrocinese melhor com o Tridente.
♠Poderes dos Filhos de Poseidon Ativos utilizados♠
Hidrocinese expecialista(Nível 10) - Agora Você é um otimo controle da Hidrocinese, podendo controlar forma Liquida,Gasosa e Solida da água.

Ninha Fabbris- Filhos de Poseidon

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Re: Sobre a Arena do acampamento
Estava um dia bastante ensolarado na colina maio-sangue, eu acordei com pássaros cantando ma janela do meu quarto (porque diabos eles vieram cantar aqui?). Vendo que não poderia continuar a dormir, eu levantei-me; tomei um banho; escovei os dentes; vesti uma calça jeans e uma camisa leve que tinha. No andar de baixo tudo estava bagunçado, as cadeiras da cozinha, as almofadas, os jogos na gaveta, bem tudo. Quando sai pela porta do chalé a brisa matinal do acampamento bateu em meu rosto, pude sentir o frescor dos bosques e o cheiro das árvores, então sem muita opção para fazer pela manhã resolvi ir treinar um pouco na arena, que nessa hora estava aberta para treino de espadas.
Quando cheguei à arena notei que era o único no local, um ou dois bonecos estavam estripados, mais o restante pareciam estar em bons conformes para serem massacrados. Peguei uma espada grega longa e um escudo, eu girei um pouco a espada no ar e andei sorrateiramente até os bonecos.
1° boneco: Pulo em cima do boneco e finco a espada em seu rosto e desço rasgando o mesmo no meio.
2° boneco: Corro até o boneco seguinte e dou um golpe com o cabo da espada em sua costa e girando a espada decepo a cabeça dele.
3° boneco: Vou em direção ao outro boneco e resolvo tentar uma estratégia de ataque nova, pego a espada em uma das mãos e o escudo em outra e parto para cima do boneco, dou um empurrão no boneco com o escudo e enfio a espada no peito dele e puxo a mesma para cima destripando o boneco.
4° boneco: Guardo o escudo e fico com as mãos livres para segurar a espada com ambas, vou correndo até o boneco e fingindo desferir um golpe em sua cabeça eu abaixo a espada e enfio a mesma em sua costa ao passar.
5° boneco: Corro até o boneco e chuto-o na barriga e pulo para trás, quando caio no chão eu escorrego e levanto a espada cortando o boneco por baixo (esse ataque serve mais para cães infernais ou monstros com quatro patas).
Eu já estava suado, então eu saio da arena em direção aos bosques para relaxar um pouco.
Quando cheguei à arena notei que era o único no local, um ou dois bonecos estavam estripados, mais o restante pareciam estar em bons conformes para serem massacrados. Peguei uma espada grega longa e um escudo, eu girei um pouco a espada no ar e andei sorrateiramente até os bonecos.
1° boneco: Pulo em cima do boneco e finco a espada em seu rosto e desço rasgando o mesmo no meio.
2° boneco: Corro até o boneco seguinte e dou um golpe com o cabo da espada em sua costa e girando a espada decepo a cabeça dele.
3° boneco: Vou em direção ao outro boneco e resolvo tentar uma estratégia de ataque nova, pego a espada em uma das mãos e o escudo em outra e parto para cima do boneco, dou um empurrão no boneco com o escudo e enfio a espada no peito dele e puxo a mesma para cima destripando o boneco.
4° boneco: Guardo o escudo e fico com as mãos livres para segurar a espada com ambas, vou correndo até o boneco e fingindo desferir um golpe em sua cabeça eu abaixo a espada e enfio a mesma em sua costa ao passar.
5° boneco: Corro até o boneco e chuto-o na barriga e pulo para trás, quando caio no chão eu escorrego e levanto a espada cortando o boneco por baixo (esse ataque serve mais para cães infernais ou monstros com quatro patas).
Eu já estava suado, então eu saio da arena em direção aos bosques para relaxar um pouco.
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Re: Sobre a Arena do acampamento
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