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§ Smiths & Smiths

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§ Smiths & Smiths

Mensagem por Aldebaran Smiths em Qua 28 Dez 2011, 23:35



SMITHS & SMITHS

A forja Smiths & Smiths está localizada no final de um longo corredor de forjas, é um cubico quente e abafado, não há uma boa ventilação, porém isso não incomodava Aldebaran Smiths, responsável pelo local. Não há muito conforto ali dentro, mas quem precisa de conforto quando se trabalha com os mais variados metais e com altas temperaturas? O cliente só precisava chegar e fazer seu pedido, sem enrolações, sem fichas ou coisas do gênero afinal, do jeito que Aldebaran é, provavelmente os papéis vivariam alimento para o fogo. Um bigorna ficava no centro do local e, ao seu redor, prateleiras cheias de metais e um grande forno artesanal, onde o metal era esquentado e, algumas vezes, derretido. Moldes estavam espalhados pelas mesas e sons de marretadas era o que não faltava.

Alguns tópicos:

Faça seu pedido em forma de post. Não economize na descrição do que deseja, quanto mais detalhes, melhor. Não se esqueça, também de nomear seu arsenal, além de dizer o material que devo utilizar.
Não esquecer, também, que não sou o próprio deus da forja e que tenho minhas limitações.
Faço seja um pedido de urgência, favor mandar uma MP, além de postar aqui, obviamente.
Cancelamentos de pedidos devem ser feitos, primeiramente, via MP e só serão aceitos caso eu ainda não tenha iniciado o post.
Quando fizer o pedido, lembre-se de voltar para confirmar o preço, caso contrário não poderei forjar sua arma e você estará esperando algo que nunca chegará.
Possível envenenar arma, adicionar sonífero ou paralisante (em níveis baixos: lerdeza).
Possível adicionar tributo de fogo, gelo e eletricidade.
Posso deixar seus itens semi-indestrutíveis.
Também posso afiá-los, deixando-os capaz de cortar qualquer coisa.
Tenho capacidade, também, de transformar seu item num acessório.
Metais disponíveis, além da madeira: Alumínio, Aço, Bronze, Bronze Sagrado, Ferro, Magnésio, Ouro, Prata e Titânio - capacidade de deixá-los Sagrados. Também conto com tintas e pedras preciosas.
Seu pedido pode demorar um pouco, afinal, prezo o bom post, com detalhamento. Portanto, não tenha pressa.
Toda arma, escudo ou qualquer outro item criado nessa forja, levará uma marca de identificação: §
Aldebaran Smiths
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Re: § Smiths & Smiths

Mensagem por Bryan Walker Shameless em Qui 29 Dez 2011, 13:29

Entro na forja de Aldebaran olho para os lados a procura do mesmo então vejo forjando uma espada então digo:

-Aldebaran meu amigo gostaria que você forjasse duas adagas de bronze Sagrado com a ponta curva como uma Jambia como o cabo de ferro comum e se possível colocar um rubi no meio do cabo e colocar o nome de jamb ιερή, não tenha pressa pode fazer com calma que o pedido não e com urgência. Obrigado

Então saio da forja em direção aos Chalés.
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Re: § Smiths & Smiths

Mensagem por John St. Christ em Qui 29 Dez 2011, 13:41


Mesmo sendo um filho de Apolo e ter um arco como minha arma principal, eu prezava uma boa dupla usada por guerreiros na antiguidade, a Espada e o Escudo. Nunca havia ido a uma forja na minha vida, mas sabia de uma coisa não era uma boa idéia ir a uma forja antiga, já que lá eles cobram mais caro. Andei por um longo corredor, onde em cada loja havia pessoas saindo com suas armas recém-criadas todas eram muito lindas, mas foi no final dessa rua que achei a loja perfeita, a SMITHS & SMITHS, ela era um pequeno cubo um tanto quanto abafado, sem conforto nenhum, mas em uma forja o importante era deixar o cliente feliz com suas forjas e não com o luxo, cheguei até o balcão e fiz o pedido para o dono dela – Quantos dracmas você cobra para me fazer um escudo de bronze sagrado, grande, e na frente pintado com um Sol azul?E ponha seu nome de Hylian Shield – O olhei esperando sua resposta.
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Re: § Smiths & Smiths

Mensagem por Aldebaran Smiths em Qui 29 Dez 2011, 13:55

Estava entretido brincando com meus metais quando dois cliente adentraram a loja. O primeiro me encomendou um par de adagas de Bronze Sagrado, o que me obrigou a fazer uma pequena careta. -Se você não tiver pressa... Eu fiz uma pequena encomenda de Bronze Sagrado, que deve estar chegando logo, logo, mas agora estou em falta. Anotei todas as informações que o garoto passava a respeito de suas adagas e então fiz um rápido calculo mental. -Olha, cada adaga sairia por 25 dracmas, mas como você vai comprar uma dupla, posso te fazer por 45.

Enquanto isso o outro garoto aguardava, parecia não ter pressa. Quando finalmente pude atendê-lo, recebi seu pedido de um escudo grande, também de bronze sagrado. - Como eu disse para meu outro cliente, agora estamos em falta com o Bronze Sagrado, mas eu já fiz uma encomenda que deve chegar logo, logo. Também em relação à tinta azul. Seu escudo pode demorar um pouco, tem algum problema? Rabisquei as informações passadas ao lado das anotações anteriores e então levei o lápis à boca, parando para pensar. -35 dracmas fecham tudo. Esperei que ambos me respondessem.

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Re: § Smiths & Smiths

Mensagem por John St. Christ em Qui 29 Dez 2011, 14:13


O dono do local atendeu primeiro a outro garoto ele havia pedido duas adagas de bronze sagrado, o mesmo material que seria usado em meu escudo. O forjador o olhou e disse - Se você não tiver pressa... Eu fiz uma pequena encomenda de Bronze Sagrado, que deve estar chegando logo, logo, mas agora estou em falta.Bronze Sagrado estava em falta naquela loja, mas não havia nenhum problema eu conseguiria esperar o tempo que for para ter em mãos meu novo escudo, assim que ele respondeu seu primeiro cliente virou-se em minha direção e começou - Como eu disse para meu outro cliente, agora estamos em falta com o Bronze Sagrado, mas eu já fiz uma encomenda que deve chegar logo, logo. Também em relação à tinta azul. Seu escudo pode demorar um pouco, tem algum problema? – Olhei ele rabiscar um papel então disse – Eu espero – O forjador levou o lápis a boa e finalmente deu o preço – 35 dracmas fecham tudo – Sorri felizmente e respondi – Negócio fechado.
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Re: § Smiths & Smiths

Mensagem por Bryan Walker Shameless em Qui 29 Dez 2011, 14:30

Esperei o dono da loja me atender e falou que sua encomenda bronze sagrado estaria chegando logo, logo e seu não tinha pressa então sorri e falei:

-Não tem problema nenhum não estou com pressa. -então sorri e ouve uma pequena pausa e o dono do local falou que tudo iria sair a 45 dracmas então abri um sorriso e disse :

-45 Dracmas ótimo, obrigado pela atenção. -Então depois de pegar na mao do dono da loja sai em direção aos chalés
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Re: § Smiths & Smiths

Mensagem por Allegra Gianotto em Qui 29 Dez 2011, 14:56

Hoje o dia não estava muito bonito quando eu saí de de meu chalé, fui dar uma volta por ai ver se eu achava alguma coisa pra fazer, por exemplo.... compras quem sabe! eu sentia falta das lojas italianas... peguei minha bolsinha branca com detalhes em lilás e enchi com minhas dracmas. Passei um perfume da Victoria's Secret, e me dirigi as forjas.

Andei por um longo corredor, até que achei um lugarzinho que se apresentava digno de uma moça como eu, se chamava "Smiths & Smiths". O lugar era quente, apertado e digamos, bagunçadinho, mas o garoto que iria me oferecer seus serviços era gatinho e isso me animou um pouco. Ajeitei meus cabelos, peguei o celular e digitei minha mensagem. Assim que acabei, minha voz eletrônica, eu sou muda e não tenho voz própria, ecoou pelo lugar:
- Oi, meu nome é Allegra e, eu gostaria que você me fizesse algo... - parei um instante, pois precisava digitar o restante - EU gostaria de um escudo leve, pequeno, redondinho e bem elegante, com cachos de uvas ao longo do escudo e com um leopardo no meio dele... Será que pode ser feito de Aço e Bronze? - disse a ultima parte com um sorriso torto e com uma cara de garota inocente. - Bom, se sim! eu quero que o escudo se chame Sataphylos! - digitei o restante, e minha linda voz eletrônica respondeu.


Item no arsenal:
Staphylos [ escudo de Bronze e Aço, elegante, leve, pequeno com uvas em alto relevo adornando uma cabeça de Leopardo] [sua assinatura]
* Vc pode colocar mais alguma coisa na descrição se desejar, sinta-se na liberdade ♥


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Re: § Smiths & Smiths

Mensagem por Aldebaran Smiths em Qui 29 Dez 2011, 16:08

Esperei que meus dois clientes saíssem da loja e, sorrindo apanhei o bloco de anotações que mantinha em cima da mesa. O principal material que eu usaria seria o bronze sagrado, que recém havia chegado à forja. Caminhei até o local que guardava as barras metálicas – grandes caixas de madeira – e apanhei três barras de bronze sagrado e duas de ferro, para o cabo das adagas. Aproximei-me, então, da fornalha, alimentando-a com carvão e aumentando o fogo. Peguei dois recipientes, no primeiro foram colocadas as barras de bronze e, no segundo e menor, as barras de ferro.

Enquanto os metais derreterem, apanhei dois moldes, sendo um de tamanho médio e outro de tamanho grande o suficiente para proteger o tronco de uma pessoa adulta. Também aproveitei o tempo que tinha para pegar a cortiça, uma espécie de lixa, massa polir, um cinzel e, claro, uma grande pinça para me ajudar no manuseio das barras aquecidas. O ferro foi o primeiro a aquecer, incrivelmente aos 1.500 graus centígrados, aproximadamente, o bronze estava quase lá. Rapidamente, despejei o material na parte onde ficaria o cabo das adagas, voltando o excedente de volta ao fogo. Tomei a decisão de fazer uma adaga por vez, detalhe por detalhe. O ferro não completou o molde devido a uma pequena barra de madeira que havia coletado por aí, que, no meio entre o cabo e a futura lâmina, funcionava como barreira. Levei, então, meu molde para o tonal de água nos fundos da forja e comecei a resfriar o material.

Agora mais sólido, retirei o pequeno cilindro de ferro do molde com a ajuda das luvas de couro que usava e, com o auxílio do meu martelo de forja, presente de meu próprio pai, comecei a dar forma ao metal. Protegi meus ouvidos com um protetor auricular e despejava marretadas sobre o cilindro, fazendo-o mais achatado no meio como um suporte para os dedos, um lugar que acomodaria a mão de seu proprietário. Quando a grossura no meio me satisfez, levei a barra rapidamente ao fogo, apenas para tornar o material um pouco mais maleável e, com a ajuda da pinça, retirei a peça da fornalha. Agora distribuía marretadas bem mais leves, meu objetivo era detalhar e não mais achatar ou dar forma. Também tornei as extremidades mais finas, para dar uma estética melhor. O primeiro cabo estava finalizado.

Voltei para a fornalha e retirei novamente o recipiente com o ferro derretido, verificando o de bronze que já estava derretido, porém ainda não alcançara seu estado liquido perfeito. Quem sabe por ser Bronze Sagrado, devesse ser aquecido numa temperatura equivalente ao dobro do bronze, ou quem sabe o triplo. Joguei mais carvão no fogo, para aumentá-lo. Repeti todo o processo anterior com o segundo cabo, certificando-me sempre de estar fazendo duas peças idênticas.

Os cabos finalmente estavam prontos, era hora de me certificar se o bronze já havia derretido totalmente e, para meu alívio, constatei que a temperatura foi suficiente para o bronze sagrado. Peguei o molde de uma adaga normal, agora com os cabos de ferro prontos e a barreira de madeira retirada, e despejei o líquido sobre ela, desse modo garantiria que na hora da solidificação, o bronze “grudaria” com o ferro. Ainda restava muito bronze, mas seriam suficientes para mais uma adaga e para o escudo. Assim como fiz com o excedente de ferro, voltei o recipiente de bronze para o fogo. Resfriei a lâmina da adaga, porém não muito, e voltei para trabalhar em minha bigorna. Retirei a peça do molde com a ajuda das luvas e comecei a marretá-la, focando em sua ponta para que fizesse uma curvatura. Precisei voltar o metal ao fogo algumas vezes, para que a ponta se dobrasse num ângulo perfeito. Além de dar marretadas na ponta, também dava em sua superfície, tornando a lâmina o mais fina possível, garantindo, desse modo, um bom corte.

Quando seu formato estava satisfatório, peguei uma lixa e comecei a moldar a lateral da lâmina, principalmente a parte interior do arco formado, assim seu corte não seria “cego” e havia então uma grande chance de causar ferimento em monstros. Lixava sem parar o metal garantindo que estivesse bem fino. Peguei um pedaço de madeira velha e apoiei em cima da bigorna e apliquei um golpe com a adaga recém criada. Imaginei que a madeira fosse o pescoço de um monstro e, perfeitamente bem, a lâmina adentrou a madeira. Perfeito.

Peguei novamente o molde das adagas e o recipiente com bronze derretido e repeti todo o processo de criação da lâmina, passo a passo sem se esquecer de um arranhão ou de um Newton de força sequer no manejo do martelo. Depois de um bom tempo, havia um par de adagas jambias quase finalizados. Porém ainda não as terminaria, passaria antes para o escudo.

Apanhei o maior de todos os moldes que havia reservado e despejei o restante do Bronze nele, cobrindo toda a sua superfície. Assim como fiz com as adagas, levei o molde do escudo até o tonel de água e fui resfriando o metal pouco a pouco até se tornar sólido. Retirei, então, a chapa de seu abrigo e a levei até a bigorna, que aguardava juntamente do martelo. Ao som de muitas marretadas, fui diminuindo a grossura de sua superfície e, cada vez mais fina, foi ganhando movimento. De nada adiantaria um escudo se ele te atrapalhasse no campo, portanto, marretei o máximo que pude, tornando a chapa maleável. De vez em quanto, voltava o metal para a fornalha e voltava a marretá-lo, para corrigir uma ou outra imperfeição, eu queria garantir uma superfície lisa e agradável ao toque. O esqueleto do escudo estava pronto.

Reuni as três peças ao meu lado pra poder detalhar. Busquei o cinzel e um pequeno martelo, apenas para auxiliar no manuseio do cinzel. Comecei com as adagas. As firmei e então encostei a ponta fina do cinzel no frio metal e comecei a dar pequenas marretadas na outra extremidade do meu instrumento. Era simples o que deveria fazer ali. Arranhando o metal, burilei na lâmina o nome que seu proprietário havia dado às adagas: jamb ιερή e, no fundo do cabo assinei minha obra de arte com um discreto §, repeti o processo na outra adaga, seguindo fiel o modelo de sua “irmã”. Pressenti que faltava alguma coisa, algum detalhe que havia deixado escapar. Analisei detalhadamente cada uma das adagas e vi que o ponto de ligação do bronze e do ferro estava esteticamente feio. Peguei novamente meu cinzal e fiz alguns círculos ao redor do mesmo, fazendo pequenas formas como anéis que envolviam a adaga. Também fiz isso na “tampa” que dava apoio para a mão. Obviamente, detalhei as duas adagas.

Peguei o grande escudo e o virei ao contrário para mim e o deitei na bigorna e, com um pouco mais de força do que usei nas adagas, comecei a burilar um grande circulo no centro da chapa, aplicando força o suficiente para que o cinzel entrasse no metal, deixando-o em relevo do outro lado. Contei com a ajuda do fogo também, pois levava o escudo para ser aquecido e depois volta a burilá-lo, o que tornava muito mais fácil afundar o metal do cinzel. Estava, pouco a pouco, dando forma ao sol que era desejo do garoto. Quando o desenho estava finalizado, virei o escudo ao contrário, encarando o esqueleto dele. Ele também não me agradou, talvez o formato retangular o qual ele se encontrava não combinasse com o circulo do sol.

Tentei me lembrar de alguns desenhos de escudo que pudessem encaixar-se melhor com o sol, mas não encontrava nada que me ajudasse, foi então que me lembrei de um livro que mantinha ali perto, cheio de gravuras medievais que eu usava para me inspirar quando menor. Apanhei o livro e comecei a folheá-lo. Finalmente havia encontrado um cavaleiro com um formato interessante de escudo, deixei o livro aberto em cima da chapa enquanto ia buscar uma serra.

Com um óculos de proteção e uma serra em mãos, comecei a imitar o desenho do livro na chapa de bronze sagrado, respeitando o desenho já burilado de sol. Sempre tive certa dificuldade em relação à simetria, mas parecia que o metal colaborava com meu desejo, respondendo ao meu toque. Logo o escudo tomou nova forma e, visivelmente, estava bem melhor. Experimentei levantá-lo e simular um combate e pude perceber a diferença, os movimentos tornavam-se muito mais rápidos do que com um escudo chapado. Ao redor do sol, escrevi Hylian Shield com a ajuda do cinzel, que foi o nome o qual o escudo foi batizado por seu dono. Aproveitei, também, para escrever um pequeno § bem no interior do sol, que era que mostrava que aquele escudo tinha sido fabricado por mim.

Faltava apenas forrar seu interior com couro e poderíamos passar para a próxima etapa. Apanhei um bom pedaço de couro nos fundos de minha forja e, com a ajuda de uma boa cola, uni pó couro ao metal, no interior do escudo. Desse jeito, tornava o uso do mesmo ainda mais confortável e dava uma proteção maior a quem usasse. Preenchi todo o espaço que podia, não deixando nada de metal aparecendo e com a ajuda de uma lâmina bem afiada, cortei o conforto do escudo, retirando os excedentes de couro. As tiras foram selecionadas por mim a medida que iam sido cortadas, tentei localizar duas de tamanho aproximado e que estivessem boas para que calçasse o escudo com uma alça, para o proprietário poder enganchar a sua mão e não se preocupar na hora de um combate. Uni as duas tiras com a cola e as enganchei no escudo com a ajuda de finos pinos de metal e também com cola. O forro estava terminado.

A segunda etapa estava concluída, faltava apenas a terceira e ultima: polir os metais e, no caso do escudo, também pintar o sol. Peguei novamente as adagas e liguei minha cortiça na tomada mais próxima, logo o circulo forrado com um pano começou a girar rapidamente, abri a massa para polir e esfreguei no objeto. Era hora de dar brilho às minhas criações. Firmei a adaga em meu colo e encostei o pano na superfície da lâmina e do cabo, milímetro por milímetro ia passando a massa e o resultado era imediato: o brilho e o reflexo de qualquer coisa que parece em frente ao metal. Além da maciez, obvio. Fiz o mesmo processo com a outra adaga e um processo parecido com o escudo, que não exigia muita atenção, afinal, não havia tantos detalhes. Eu sabia que todas as possíveis pontas restantes dos três objetos haviam deixado-os para sempre. As adagas estavam concluídas.

Peguei a tinta azulada que recém tinha chegado e a abri, misturando um pouco a mistura do pote. O azul era intenso e era uma tinta meio esmaltada. Apanhei um pincel grosso e outro nem tão grosso, mas também nem muito fino e fui pintar a mão o sol. Dava cada pincelada com calma e paciência, não desejava nenhum borrão para estragar minha obra de arte. Com mãos firmes e decididas, completei todo o sol de azul, assim como havia recebido a encomenda.

Deslumbrei mais uma vez minhas obras e pedi para um sátiro buscar seus respectivos donos, que chegaram rapidamente à forja. Entreguei-lhes seus respectivos objetos e recebi o valor em dracmas combinado e, assim que ia voltando para o interior da forja, fui abordado por uma garota, no mínimo, estranha.

Sua voz saia de um celular preso ao seu braço e seu pedido deixou-me desnorteado. Queria um escudo em bronze e aço, e que fosse pequeno, leve, redondo e elegante, com cachos de uvas ao longo do escudo e um leopardo no meio. Era muita coisa para um escudo que fosse pequeno e me perguntei se todos aqueles detalhes caberiam num único escudo. Pensei bem, calculei os custos dos materiais e toda a trabalheira que um único arsenal me daria. Limpei o suor que escorria de meu rosto e, por fim, disse-lhe. -55 dracmas. Aceita? Esperei sua resposta, rezando para que os deuses lhe mostrassem que aquilo era coisa demais para se pedir.

Para melhor visualização dos itens produzidos:

Abaixo encontram-se as imagens modelos para produzir o arsenal. Com as imagens é possível tirar dúvidas que não puderam ser sanadas - ou que foram criadas - a partir de minha descrição anterior (localizada no post).


ADAGAS


ESCUDO


Código:
Mudar em meu arsenal:

Retirar:
- 3x Bronzes Sagrados (devido a 2 adagas e 1 escudo)
- 1x tinta azul
- 2x Ferro Comum (devo as 2 adagas) 

Acrescentar:
+ 35 dracmas (referente ao pagamento do escudo - Thiago Leveck)
+ 45 dracmas (referente ao pagamento das adagas - Joseph Shameless)

Mudar no arsenal de Thiago Leveck:

Acrescentar:
+ Hylian Shield (Escudo de Bronze Sagrado, Grande e Resistente - Desenho de Sol pintado em Azul em sua frente) {§}

Retirar:
- 35 dramas (referente ao pagamento do escudo)

Mudar no arsenal de Joseph Shameless:

Acrescentar:
+ jamb ιερή (Par de adagas com lâminas jambia em Bronze Sagrado e cabo em Ferro) {§}


Retirar:
- 45 dracmas (referente ao pagamento das adagas)

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Re: § Smiths & Smiths

Mensagem por Allegra Gianotto em Qui 29 Dez 2011, 16:16

Depois de um período de silencio o garoto me dá uma resposta... e diga-se de passagem, 55 dracmas!!!!! um roubo, mas acho que estava tudo bem, eu havia pedido algo complicado mesmo, e valia a pena pagar caro por isso!
- Tudo bem! - abro minha carteira e tiro dela exatamente 55 dracmas e entrego ao senhor dono da forja!
Me sento por ali e aguardo meu lindo escudo elegante ficar pronto...
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Re: § Smiths & Smiths

Mensagem por Riley A. Grimmauld em Qui 29 Dez 2011, 16:34

Entro na forja de Aldebaran e logo vejo ele forjando algo. Me aproximo e dou um sorriso.

-Olá Ald. Será que você poderia fazer um escudo para mim? Não precisa ter muitos detalhes, só uma coruja na frente.

Fico aguardando a resposta.
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Re: § Smiths & Smiths

Mensagem por Aldebaran Smiths em Qui 29 Dez 2011, 16:40

Assim que ia começar a fabricar o escudo da garota estranha, um outra campista aparece, me pedindo um escudo. Limpo minhas mãos em minhas vestes e a cumprimento sorrindo. -Eu preciso saber o material que ele será feito. Vejamos... Quais características você quer que ele tenha? Cruzei os braços e dei tempo para a garota pensar no que queria.

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Re: § Smiths & Smiths

Mensagem por 023-ExStaff em Qui 29 Dez 2011, 16:44

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Re: § Smiths & Smiths

Mensagem por Bryan Walker Shameless em Qui 29 Dez 2011, 16:53

Estava fazendo o reconhecimento do campamento quando um Satiro veio ate mim falando que meu pedido na forja já estava pronto então disse:

-Ótimo obrigado por avisar. -Então sem demora fui para a forja de Aldebaran chegando La disse :

-Trabalho rápido em .-Então ele veio ao meu encontro com as duas adagas então as peguei olhei estavam realmente do jeito que eu queria e ate melhor –Ótimo trabalho em ficaram do jeito que eu queria aqui estão seus Dracmas 45 certo-então entreguei 45 dracmas a Aldebaran –Se eu precisar de alguma coisa eu veinho aqui ok.-então depois de ouvir a resposta do forjador me retirei para andar pelo acampamento

Código:
 Mudar em meu  arsenal
Acrescentar:
+ jamb ιερή (Par de adagas com lâminas jambia em Bronze Sagrado e cabo em Ferro) {§}


Retirar:
- 45 dracmas (referente ao pagamento das adagas)
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Re: § Smiths & Smiths

Mensagem por Riley A. Grimmauld em Qui 29 Dez 2011, 16:57

Fico pensando em como meu escudo poderia ser. Então tenho uma ideia.

-Ele pode ser de bronze e com a coruja, mas tem que ser leve. E pode se chamar "L". Quanto vai custar? -Digo sorrindo.
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Re: § Smiths & Smiths

Mensagem por Aldebaran Smiths em Qui 29 Dez 2011, 22:01

A garota parecia um tanto indecisa em relação a qual material usar, porém depois de alguns minutos tinha uma ideia clara do escudo que queria. Bronze, porém leve. De nome "L", não seria muito trabalhoso. Pensei alguns minutos, calculando um valor justo. - 25 dracmas e fechamos negócio? É, parecia um bom preço.
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Re: § Smiths & Smiths

Mensagem por Riley A. Grimmauld em Qui 29 Dez 2011, 22:36

Uns minutos depois Aldebaran fala o preço do escudo. 25 dracmas estáva mais que ótimo.

-Tudo bem, 25 dracmas!


Dou um sorriso e entrego-lhe as moedas.
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Re: § Smiths & Smiths

Mensagem por Lysandro N. Kachenkov em Qui 29 Dez 2011, 22:55

LYZANDRO NIKOLAI KACHENKOV
Filho de Deméter

~~~~~~~~~~~~~~~~~~~~~~~~~~~~~~~~~~~~~~~~~~~~~~~~~~~~~~~~~~~~~~~~~~~~~~~~~~~~~~~~~~~~~~~~~~~~~~~~~~~~~~~~~~~~~~~~~~~~~~~~~~~~~~~~

Lyzandro entra na Smiths & Smiths e vai de encontro à Aldebaran. O menino de cabelos ruivos e de olhos claros aparenta estar de bom humor, dirige a palavra ao amigo, dono da forja.

''- Aldebaran! Veja se pode trabalhar em uma forja pessoal...uma foice com três lâminas. De cima pra baixo, duas lâminas de bronze sagrado e depois a de aço. As lâminas, compridas e não tão envergadas, e só com uma leve curvatura na ponta. As pontas não precisam ser tão afiadas. Coloque espaçamentos de dez centímetros entre as lâminas. Quero que ela tenha 1,80 m. Seu nome seria Fanindra e gostaria que tivesse no cabo, uma pequena cobra indo em direção às lâminas.''

O garoto sorri com uma cara que passa a sensação de: ''nem eu sei se é possível...'', ajeita o cabelo e coloca as mãos nos bolsos do jeans surrado e com rasgos nos joelhos.





~~~~~~~~~~~~~~~~~~~~~~~~~~~~~~~~~~~~~~~~~~~~~~~~~~~~~~~~~~~~~~~~~~~~~~~~~~~~~~~~~~~~~~~~~~~~~~~~~~~~~~~~~~~~~~~~~~~~~~~~~~~~~~~~

LYZANDRO NIKOLAI KACHENKOV
Filho de Deméter
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Re: § Smiths & Smiths

Mensagem por Aldebaran Smiths em Qui 29 Dez 2011, 23:06

Mais um campista entra em minha forja, dessa vez era um garoto. Esperei que se aproximasse e dissesse o que queria em seu arsenal. Escutei cada detalhe com atenção, marcando alguns pontos em um bloco de papel. -Tudo bem... Deixe-me ver o valor. Levei o lápis até minha boca e mordisquei sua ponta. Bronze Sagrado... Aço... Cobras... Acho que tinha uma pequena noção do preço, porém ia sair um pouco salgado. -60 dracmas pela foice. Aceita? Debrucei-me sobre o balcão, esperando sua resposta.

ATENÇÃO
Como vocês podem perceber estou com diversos pedidos em aberto. Peço para que aguardem até eu concluí-los para então fazerem novos pedidos. Obrigado.

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Re: § Smiths & Smiths

Mensagem por Bryan Walker Shameless em Qui 29 Dez 2011, 23:12

Entro na loja e vejo Aldebaran forjando algumas armas então falo:

-Aldebaran,voltei e tenho mais uma encomenda quero uma 2 Aian Nakkuru de bronze sagrado se não tiver muito bronze sagrado pode ser só uma e a outra de bronze nos dentes que ficam encima dos dedos você pode fazer pequenos círculos como fez nas adagas e o nome quero que coloque δίδυμες λεπίδες του ανέμου quanto vai ficar.-Espero ele fazer as anotações então falo-Quando terminar mande o Sat iro me chamar então saiu e vou para a arena
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Re: § Smiths & Smiths

Mensagem por Lysandro N. Kachenkov em Qui 29 Dez 2011, 23:16

LYSANDRO NIKOLAI KACHENKOV
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Lysandro, que nos posts anteriores foi capaz de escrever o próprio nome errado, sorri. É um tanto quanto estabanado.

''- Tudo bem, Aldeb! Faça o trabalho com o tempo que tiver necessidade...não tenho pressa...obrigado. O preço valerá a pena.''

Ele estende a mão para se despedir do dono da forja e mais uma vez, sorri.


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LYSANDRO NIKOLAI KACHENKOV
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Re: § Smiths & Smiths

Mensagem por Gabriel Antonio em Sex 30 Dez 2011, 02:19

chego na forja que era muito quente,então me sento numa cadeira e falo o pedido para o dono,o que vc pode fazer pra melhorar a meu tirso?
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Re: § Smiths & Smiths

Mensagem por Aldebaran Smiths em Sex 30 Dez 2011, 02:35

Confirmei o pedido da foice e entrei para o interior da minha forja, onde trabalharia com os metais para criar os escudos e a foice encomendados. Lembrava-me de cada pedido detalhadamente, e também já tinha uma imagem do produto final em minha cabeça, apenas para seguir como modelo.
Peguei as barras de ferro necessárias, ou seja, duas barras de bronze, duas de aço e uma de Bronze Sagrado. E as levei para perto da fornalha, que já aguardava com o fogo alto. Juntei três recipientes que dariam inicio a todo o trabalho metalúrgico e separei-os de acordo com seu destino. No primeiro, representante do escudo mais elaborado, foi colocada uma barra de bronze e outra de aço. No segundo, representando o escudo da provável filha de Athena, apenas uma barra de bronze e no terceiro, uma barra de aço e precisei arrumar outro recipiente para poder colocar a barra restante de Bronze Sagrado, já que não poderia misturar aço e Bronze, já que cada um daria destino a alguma coisa.

Deixei que o fogo transformasse as barras sólidas em líquidas e enquanto isso não acontecia, busquei o resto do material necessário de sempre, ou seja, uma pinça grande, um cinzel, uma cortiça, a massa para dar polimento, um pequeno martelo para auxiliar com o cinzel. Peguei também três moldes, dois para escudos e um para as laminas da foice. Iria começar o escudo de bronze, já que o material possuía menor ponto de fusão e era o mais simples dos três objetos. Num molde praticamente igual os escudos da Idade Média (aqueles que iam se afunilando a medida que chegavam numa “ponta” como um triângulo), eu despejei o metal derretido preenchendo a forma. Levei, com a ajuda da pinça, até o tonel com água que mantinha aos fundos de minha forja e comecei a resfriar a chapa, até que ficasse sólida novamente e então pudesse ser martelada.

Levei a chapa até a bigorna e, com proteção auricular, e a ajuda do martelo para forja, comecei a deixar a chapa mais fina ainda, diminuindo consideravelmente sua grossura. Um escudo fino, além de mais leve, também dava mais mobilidade para o proprietário, não se tornando um peso desnecessário na batalha. Às vezes voltava a chapa para o fogo, apenas para dar um rápida aquecida e voltava para marretar, corrigindo imperfeições. Passava minha mão pela superfície, verificando se estava lisa e, caso encontrasse algum relevo, refazia todo o processo.

O escudo estava tão fino quanto poderia estar e isso o tornava muito leve e enganava-se quem pensava que isso era sinal de fragilidade. O escudo estava na metade do processo, agora faltava a foice e o outro escudo. Qual escolher como próximo? Voltei até a fornalha e mexi nos líquidos, verificando qual dos recipientes portava o metal no liquido perfeito, encontrei o bronze sagrado nem tão derretido assim, mas em compensação o aço e o bronze estavam totalmente misturados e derretidos.

Com a ajuda da luva de couro, retirei o recipiente da fornalha e despejei o liquido dentro da forma de escudo em formato redondo preenchendo todo o volume do molde. A futura dona desse arsenal parecia ser muito rígida em relação às coisas que queria, então era melhor eu fazer um escudo leve e elegante, assim como ela havia pedido. O processo de forja desse escudo foi praticamente igual a do anterior. Praticamente não, ela foi igual. Ambos estavam tão finos que poderiam facilmente ser levados em qualquer batalha, era possível também executar quase que todos os movimentos sem dificuldade. Aquilo sim era um grande atributo para um escudo.
Com os dois “esqueletos” dos escudos prontos, decidi que era hora de começar a montar a foice do filho de Demeter. Peguei o recipiente de aço que estava no fogo e despejei em cima de um molde cumprido, de exatos um metro e oitenta centímetros de cumprimento, não era muito grosso, mas adequava-se facilmente aos dedos de qualquer pessoa que manejasse a arma. Levei até o tonel e, assim como fiz com os escudos, resfriei o material. O cabo já estava pronto e, por hora, não havia o que mudar nele. Deixei-o de lado e peguei uma nova forma, agora em forma de lâmina de trinta centímetros de cumprimento na base e, quase que imperceptivelmente, ia afunilando pouco a pouco. Não quero uma mudança bruta e, no molde, não havia nenhuma inclinação na ponta. Isso eu faria a marretadas. Retirei o metal do molde e coloquei-o sobre a bigorna e, novamente armado com meu martelo, comecei a acertar a superfície do metal, produzindo sons estridentes. A lâmina ia se afinando e tomando forma, porém, ainda parecia uma espada. Levei o metal até o fogo novamente e esquente até que sua ponta ficasse vermelha, quando isso aconteceu, retirei-o da fornalha e voltei a colocá-lo na bigorna, foi então que calmamente comecei a marretar sua ponta, inclinando-a pouco a pouco e sem formar um semi-circulo. Precisava calcular bem e ângulo, pois todas as outras lâminas sofreriam influência da mesma, uma influenciava a outra. Finalmente a lâmina parecia com a de uma foice, agora precisava apenas finalizá-la.

Era hora de fazer as outras duas lâminas de bronze sagrado, já que ele já havia derretido. Repeti todo o processo da lâmina anterior com essas, até obter duas lâminas gêmeas e m excedente do metal no recipiente que, futuramente, viraria a cobra que ornamentaria a haste da foice. Era hora de passar para um novo estágio da forja: O de criar detalhes com a ajuda do cinzel e fazer as marcações combinadas. Alcancei o pequeno martelo e o cinzel e comecei a riscar a coruja do escudo da filha de Athena, trabalhava cada detalhe com muita atenção e precisão, cada pena de sua asa aberta e as que cobriam seu corpo. Depois de muito arranhar o metal, a coruja estava pronta, pairando juntamente com o escudo. Parei para vislumbrar o escudo e percebi que ia me esquecendo do nome e de minha marca. Risquei um delicado “L” na testa da coruja e um § em uma das penas das asas, quase imperceptível. Reservei o escudo ao lado.

Agora era vez do escudo mais trabalhoso, o que mais me suaria. Peguei o escudo redondo e primeiro burilei um enorme circulo nele, profundo e que margeava aproximadamente duas mãos da margem e então comecei a burilar as videiras juntamente com os cachos de uvas. Havia tipo uma idéia e esperava que a garota com a voz metálica aceitasse. Iria encher a área do circulo de fora de videiras repletas de uvas e no circulo interno, desenharia seu leopardo como queria, porém, faria algo diferente: Uma coroa de louros em sua cabeça. Riscava e desenhava todo o circulo perimetral, detalhando cada milímetro que podia. Depois de um bom tempo burilando, terminei a primeira parte.

Passei então para o desenho do leopardo. O fiz como se estivesse deitado, encarando o inimigo, a coroa de louros em sua cabeça repousava majestosa e dava ao felino um porte de superioridade. Faltava o nome do escudo, Sataphylos, que foi gravado na parte superior do circulo e minha marca, §, que foi gravado em uma das uvas. Também aproveitei para revestir o interior de ambos os escudos, como eu fazia com todos. Peguei o couro e o colei na superfície fria do metal, retirando o excesso e fixando uma alça para que desse um apoio na hora da batalha.

Reservei os dois escudos e fui brincar um pouco com a foice. Reuni todas as partes da mesma e as coloquei mais ou menos onde deveriam ficar. A lâmina de aço como a primeira a acertar o monstro e as outras duas de bronze sagrado a acompanhando logo acima. Então, com um pouco de metal derretido, uni todas as partes, perfeitamente e medindo os dez centímetros de espaçamento combinados. Com o bronze sagrado que havia sobrado, moldei uma serpente ao redor da haste, também utilizei de minha habilidade de controlar metais para poder dar forma ao animal e já gravar, automaticamente, um § em sua testa. Seu nome, Fanindra, foi marcado no corpo da cobra, a medida que o metal foi “subindo” pela haste.

Finalmente estava tudo acabado, era quase que impossível de se acreditar nisso. Depois de um dia tão trabalhoso, finalmente teria minhas “férias”, que durariam uma noite. Chamei um sátiro e pedi para entregar o arsenal para seus respectivos donos, sabia que iam ficar satisfeitos.

Quando ia saindo da forja, deparei-me com um cliente de mais cedo. Ele havia pedido um par de adagas, se não me engano. Será que alguma coisa havia acontecido com elas? Ele não havia gostado? Teriam dado algum defeito? Preocupado, fui ao seu encontro. Fiquei satisfeito ao saber que meu trabalho fora aprovado por ele e que queria encomendar mais um par de armas. Peguei meu bloco e anotei todas as informações e detalhes necessários. - Joseph, infelizmente estou fechando a forja por hoje. Se incomodaria se eu fazer suas armas amanhã? O garoto pareceu entender e eu aproveitei para calcular o preço de seu arsenal. Um rabisco aqui e outro ali e o resultado da conta fazia-se visível - 45... 40 dracmas para você. Sorri para meu cliente, mas não esperei sua resposta, afinal, um outro campista estava sentado em meu sofá.

Esse novo campista queria saber como melhorar seu tirso. Pedi para analisar o mesmo. Haste leve, provavelmente de prata, os espinhos eram de bronze sagrado, muito bom. Não entendia o motivo pelo qual ele queria melhorá-lo, já que era uma excelente arma, então pensei no que poderia fazer. - Sinceramente, não há muito o que se fazer. Os espinhos de seu tirso são feitos do melhor material que eu poderia forjar e sua haste é leve e resistente. Eu realmente não sei como posso te ajudar. Continuei analisando o arsenal. - Quem sabe você pudesse reproduzir a cabeça na outra extremidade, é uma opção que te garantiria maior ataque. Devolvi a arma para o garoto, esperando por sua decisão.


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Peço desculpas a todos que tiveram seus materiais forjados nesse post, realmente sua qualidade não está excelente, mas é que eu realmente estava esgotado para escrever tanto. No entanto, queria terminar logo os pedidos para que vocês pudessem ter seu arsenal atualizado o mais rápido possível.
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PARA MELHOR VISUALIZAÇÃO DOS ITENS PRODUZIDOS:

Abaixo encontram-se as imagens modelos para produzir o arsenal. Com as imagens é possível tirar dúvidas que não puderam ser sanadas - ou que foram criadas - a partir de minha descrição anterior (localizada no post).


ESCUDO PERTENCENTE À ALLEGRA

Favor clicar aqui
ESCUTO PERTENCENTE À THALIA

Favor clicar aqui


FOICE E ORNAMENTO NA HASTE, PERCENTENCE A LYSANDRO



Código:
 Mudar em meu arsenal:

Retirar:
- 1x Bronze Sagrado
- 2x Aços
- 2x Bronzes 

Acrescentar:
+ 55 dracmas (referente ao pagamento do escudo - Allegra Gianotto)
+ 25 dracmas (referente ao pagamento do escudo - Thalia Akasuma)
+ 50 dracmas (referente ao pagamento da foice - Lysandro N. Kachenkov)
 - Totalizando 130 dracmas.

Mudar no arsenal de Allegra Gianotto:

Acrescentar:
+ Staphylos [ escudo de Bronze e Aço, elegante, leve, pequeno com uvas em alto relevo adornando uma cabeça de Leopardo] {§}

Retirar:
- 55 dramas (referente ao pagamento do escudo)

Mudar no arsenal de Thalia Akasuma:

Acrescentar:
+ L (Escudo de bronze contendo uma coruja em seu centro, leve) {§}


Retirar:
- 25 dracmas (referente ao pagamento do escudo)

Mudar no arsenal de Lysandro N. Kachenkov:

Acrescentar:
+ Fanindra (Foice de 1,80 m de cumprimento, haste feita em aço. Contém três lâminas de 30 centímetros de largura na base, não muito finas e com espaçamento de 10 centímetros uma da outra, sendo que as duas superiores são confeccionadas em Bronze Sagrado e a inferior, em aço. Sua haste é adornada por uma cobra enrolada, indo em direção às lâminas) {§}


Retirar:
- 60 dracmas (referente ao pagamento da foice)
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Re: § Smiths & Smiths

Mensagem por Gabriel Antonio em Sex 30 Dez 2011, 02:39

olho no olho dele e falo

-Vai melhorar em quanto porcento?
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Re: § Smiths & Smiths

Mensagem por Aldebaran Smiths em Sex 30 Dez 2011, 02:46

O garoto queria dados e isso, infelizmente, eu não teria. -Bem, em números eu não sei. Mas pensa comigo: Bronze Sagrado é um ótimo metal contra monstros, causando realmente feridas. Se você tivesse espinhos pontiagudos como esses na outra extremidade, te ajudaria e facilitaria o ataque. Se um monstro vier por trás, você pode acertá-lo, se vier pela frente, pode acertá-lo e isso tudo sem precisar sequer virar seu tirso. Parei um pouco e analisei o que estava falando. -É como se você tivesse dois tirsos em um. Coloquei a mão no queixo, de modo pensativo.
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Re: § Smiths & Smiths

Mensagem por Gabriel Antonio em Sex 30 Dez 2011, 02:50

Olho para o dono da loja e falo para ele:

-O que vc pode fazer para melhorar Espada Normal,Arco Envenenado,Meu Escudo de Aço e minha Aljava?
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Re: § Smiths & Smiths

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