Rescue in Los Angeles [Missão Externa, para Kalled C. Almeida]
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Rescue in Los Angeles [Missão Externa, para Kalled C. Almeida]
R Rescue in Los Angeles R
Kalled descansava em seu chalé, naquela tarde, quando fora surpreendido por um recado, trazido por um de seus irmãos.
- Hey... Kalled.
- O que?
- Quíron... Ele quer lhe ver na Casa Grande. Parece importante.
Kalled saltou rapidamente da cama e correu para a Casa Grande. O garoto chegou ofegante à entrada da Casa. Lá dentro não via-se nada. Mas quando Kalled entrou na casa, pode ver, na sal ao lado, Quíron. Ele usava seu disfarce, e esperava o filho de Hefesto ao lado da lareira. O centauro sorriu e pediu que Kalled sentasse.
- Bom. Sabe que não o trouxe aqui por motivo nenhum. - Quíron fez uma pausa e começou a andar pela sala, parando em frente à estante, a procura de algum livro interessante. - Há algum tempo, enviamos um campista a Los Angeles, para enfrentar alguns monstros e acabar com seus planos suspeitos. Mas parece... - Quíron finalmente encontrou o que queria, um enorme livro, que mais parecia uma enciclopédia. Ele voltou à lareira e começou a folhear o livro, enquanto continuava a falar. - Que tudo não passou de uma armadilha. E agora, não sabemos o estado do campista. Bom, é a aí que você entra. Precisamos que siga para Los Angeles, e encontre o garoto. Acha que é capaz?
- Sim... Senhor. - Kalled abriu a boca pela primeira vez em todo o tempo que esteve ali na sala.
- Ótimo. Agora, volte ao seu chalé e pegue suas armas.
Kalled levantou-se e deixou a Casa Grande, em direção ao chalé de Hefesto. Ele parecia bem confiante nesta missão.
Kalled descansava em seu chalé, naquela tarde, quando fora surpreendido por um recado, trazido por um de seus irmãos.
- Hey... Kalled.
- O que?
- Quíron... Ele quer lhe ver na Casa Grande. Parece importante.
Kalled saltou rapidamente da cama e correu para a Casa Grande. O garoto chegou ofegante à entrada da Casa. Lá dentro não via-se nada. Mas quando Kalled entrou na casa, pode ver, na sal ao lado, Quíron. Ele usava seu disfarce, e esperava o filho de Hefesto ao lado da lareira. O centauro sorriu e pediu que Kalled sentasse.
- Bom. Sabe que não o trouxe aqui por motivo nenhum. - Quíron fez uma pausa e começou a andar pela sala, parando em frente à estante, a procura de algum livro interessante. - Há algum tempo, enviamos um campista a Los Angeles, para enfrentar alguns monstros e acabar com seus planos suspeitos. Mas parece... - Quíron finalmente encontrou o que queria, um enorme livro, que mais parecia uma enciclopédia. Ele voltou à lareira e começou a folhear o livro, enquanto continuava a falar. - Que tudo não passou de uma armadilha. E agora, não sabemos o estado do campista. Bom, é a aí que você entra. Precisamos que siga para Los Angeles, e encontre o garoto. Acha que é capaz?
- Sim... Senhor. - Kalled abriu a boca pela primeira vez em todo o tempo que esteve ali na sala.
- Ótimo. Agora, volte ao seu chalé e pegue suas armas.
Kalled levantou-se e deixou a Casa Grande, em direção ao chalé de Hefesto. Ele parecia bem confiante nesta missão.
- Código:
Missão: Rescue in Los Angeles [Para, Kalled C. Almeida(Nível 11)]
- Espaço: Los Angeles
- Clima: Tarde, 13:45, 28ºC, Céu Nublado.
- Ponto Principal: Poste apenas até o momento em que você estava pronto para partir e deixar o acampamento.
- Postar Até: 10/02/12
- Itens a serem levados:
• 2 Armas de ataque
• 1 Arma de defesa
• 2 Itens
- Em spoiler: Colocar todos os itens ou armas levados na missão, além dos poderes que foram utilizados em cada post.
- Não há mínimo de linhas. Porém, quanto mais, melhor.
- Qualquer outra dúvida, informar por MP.

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Re: Rescue in Los Angeles [Missão Externa, para Kalled C. Almeida]
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Son of Hephaestus

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Yeah! Mais uma missão.
Quíron havia me explicado tudo e eu ficava um tanto quanto atônito a essa situação, pois ultimamente muitos monstros realizavam grandes feitos com planos secretos inclusos, eu ficara ciente disso em minha última missão quando tive que ir a Austin resgatar um campista e uma das harpias havia me dito que seu “chefe” não queria nenhum semideus vivo, fiquei pensando se ambos os casos não tinham certa conexão, por isso resolvi aceitar a missão fora que um meio-sangue perdido e sobre o cárcere de um monstro devia ser a coisa mais assustadora do mundo, ouvi atentamente tudo que Quíron me dizia e ao final ele me disse:
•-Muito bem já que você aceita a missão vá ao seu chalé e pegue suas armas.-e ao sinal de Quíron saí da sala e me dirigi ao meu chalé, andei pelo pavilhão central do acampamento até chegar ao chalé 9, ao chegar abri a porta que fez um pequeno ruído ela rangeu espantando alguns irmãos meus que cuidavam da limpeza diária do chalé passei cumprimentando todos e caminhei em direção ao meu armário olhei para meu armário, e abrindo a porta recolhi duas armas de lá de dentro sendo uma meu machado e a outra a minha espada montante de bronze sagrado chamada de Yamato, mas além disso peguei também meu escudo de bronze sagrado e dentro de uma mochila guardei um frasco de elixir de vida forte e um frasco de elixir de vida fraco, quando terminei de guardar minhas coisas um dos meus irmãos olhou para mim e me perguntou como cuidaria da minha forja, olhei para ele e respondi:
-Avise aos meus clientes que passarei um tempo fora, mas que quando eu voltar cuidarei de tudo e farei com que todos os pedidos sejam atendidos, ok?-ao terminar de falar o meu meio-irmão acenou positivamente para mim e me despedindo dele saí de meu chalé rumo a colina do acampamento onde encontraria Quíron para que ele me dissesse como eu iria a Los Angeles, ao chegar próximo a colina avistei Quíron em seu topo, subi o mais rápido o possível e ao chegar próximo ao velho centauro disse:
-Muito bem Quíron estou pronto para ir a Los Angeles.-olhei para o meu instrutor e esperei que ele dissesse algo.
Legenda
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Re: Rescue in Los Angeles [Missão Externa, para Kalled C. Almeida]
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Quíron sorriu para o garoto, observando seu jeito enérgico e sua animação com a missão. O garoto olhou para baixo, vendo uma van parada no fim da colina. Com certeza ele já previa como chegaria até Los Angeles.
- Bom, Argos poderá te levar até uma parte do caminho. A partir daí, você terá que seguir sozinho. - Enquanto o centauro falava, Argos surgiu por trás, silencioso e sério.
- Tudo bem. Pra mim está ótimo. - Kalled olhou para Argos. - Então? Vamos?
Argos não disse nada, apenas desceu a colina, seguido por Kalled. Os dois entraram na van, e seguiram pelos cominhos de Long Island. Logo, a van estava parando em algum lugar de Nova York. Ele apenas abriu a porta e Kalled deixou a van, abandonado no centro de Nova York. O garoto começou a andar, pensando em como chegaria a Los Angeles. Até que um ônibus, não um ônibus público, parou ao seu lado. E de dentro, um homem, segurando uma guitarra saiu, dirigindo-se a Kalled.
- Ei, garoto. Precisa de ajuda?
- Uau... Você é guitarrista? - Kalled não tirava os olhos da maravilhosa guitarra na mão do rapaz.
- Ah, sim. Estamos indo para Los Angeles, para um teste em uma gravadora. - Parecia um milagre. Alguém que parecesse legal, indo para Los Angeles...
- Será que... Poderiam me dar uma carona? - Kalled perguntou meio sem jeito.
- É claro. Entra aí. - O rapaz voltou voltou para o ônibus e Kalled entrou em seguida.
Lá dentro, mais dois garotos, deitados em poltronas, descansavam e ouviam músicas em seus fones de ouvido. Os garotos apenas olharam para o filho de Hefesto, sorriram e voltaram a não fazer nada. Assim, eles partiram, seguindo para Los Angeles...
Quíron sorriu para o garoto, observando seu jeito enérgico e sua animação com a missão. O garoto olhou para baixo, vendo uma van parada no fim da colina. Com certeza ele já previa como chegaria até Los Angeles.
- Bom, Argos poderá te levar até uma parte do caminho. A partir daí, você terá que seguir sozinho. - Enquanto o centauro falava, Argos surgiu por trás, silencioso e sério.
- Tudo bem. Pra mim está ótimo. - Kalled olhou para Argos. - Então? Vamos?
Argos não disse nada, apenas desceu a colina, seguido por Kalled. Os dois entraram na van, e seguiram pelos cominhos de Long Island. Logo, a van estava parando em algum lugar de Nova York. Ele apenas abriu a porta e Kalled deixou a van, abandonado no centro de Nova York. O garoto começou a andar, pensando em como chegaria a Los Angeles. Até que um ônibus, não um ônibus público, parou ao seu lado. E de dentro, um homem, segurando uma guitarra saiu, dirigindo-se a Kalled.
- Ei, garoto. Precisa de ajuda?
- Uau... Você é guitarrista? - Kalled não tirava os olhos da maravilhosa guitarra na mão do rapaz.
- Ah, sim. Estamos indo para Los Angeles, para um teste em uma gravadora. - Parecia um milagre. Alguém que parecesse legal, indo para Los Angeles...
- Será que... Poderiam me dar uma carona? - Kalled perguntou meio sem jeito.
- É claro. Entra aí. - O rapaz voltou voltou para o ônibus e Kalled entrou em seguida.
Lá dentro, mais dois garotos, deitados em poltronas, descansavam e ouviam músicas em seus fones de ouvido. Os garotos apenas olharam para o filho de Hefesto, sorriram e voltaram a não fazer nada. Assim, eles partiram, seguindo para Los Angeles...
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- Ponto Principal: Siga para Nova York com Argos e em seguida, continue seu caminho com o guitarrista e sua banda.
- Postar Até: 12/02/12
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Re: Rescue in Los Angeles [Missão Externa, para Kalled C. Almeida]
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Son of Hephaestus

Son of Hephaestus
Quíron me dissera que eu iria de carona com Argos até parte do caminho e depois eu teria que me virar para chegar a Los Angeles resolvi aceitar as condições de Quíron afinal se era uma missão eu devia fazer um certo esforço para conseguir completar minha missão, afinal não há vitória sem suor, enquanto Quíron me explicava como teria que agir para chegar a Los Angeles Argos se materializou atrás de mim e eu levei um susto, pois não sabia de onde ele tinha vindo, quando o centauro terminou de falar olhei para Argos e disse:
-Então? Vamos?-Argos assentiu com sua cabeça, ele nunca fala deve ser porque se supõe que no lugar da língua ele tem um globo ocular, nós descemos a colina e caminhamos até a van quando nos aproximamos dela Argos abriu a porta do motorista e eu abria a porta de correr da parte de trás da van não queria ir na frente com o motorista ele era bom, mas me assustava um pouco e resolvi que seria melhor ir no banco de trás para evitar de me assustar com o “monstro”, na van tocava uma música clássica de um artista que eu desconhecia, pedi para que por gentileza ele trocasse a estação de rádio e ele concordou na outra estação tocava uma música bem antiga, mas melhor que a anterior a música falava da cidade de Nova York e logo reconheci que a música era Empire State of Mind, comecei a relaxar, mas quando achei que ia tirar um cochilo a van parou e Argos me focou com todos aqueles olhos:
-Entendi eu fico aqui, muito obrigado Argos-disse por fim lhe dando um sorriso, ele voltou a ligar a van e começou a dirigir rumo ao acampamento, comecei a andar pelas ruas da cidade que logo reconheci que era Nova York, fiquei admirado, pois era uma cidade muito movimentada entrei em uma rua deserta e ouvi um barulho estranho de motor de ônibus, me virei para ver o que era e o ônibus parou ao meu lado, mas não era um ônibus comum e sim um ônibus de turnê, a porta se abriu e um rapaz disse:
-Ei rapaz você precisa de uma carona? Estamos indo para Los Angeles.
Olhei para o rapaz e ele carregava uma guitarra maravilhosa: -Nossa você é um guitarrista?-disse admirado olhando para aquele belo instrumento, porém o rapaz continuava me olhando aguardando uma resposta, me recompus e falei:-Me desculpe, sim eu adoraria uma carona também estou indo para Los Angeles e seria muito bom ter a sua ajuda.-disse sorrindo para ele.
-Beleza entra aí. - subi pela escada do ônibus e ao entrar notei que não havia um motorista lá dentro, então eu supus que talvez aquele guitarrista era quem estava dirigindo o veículo quando olhei para trás vi dois garotos deitados em sofás com fones de ouvido eles me viram e sorriram para mim e voltaram a ficar de bobeira, sentei em um sofá do outro lado do ônibus e o guitarrista deu a ignição do veículo partindo assim para Los Angeles, no caminho vi muitas paisagens diferentes, porém tinha que guardar forças para a missão escondi bem minhas armas e dormi, perdi a noção do tempo porque quando acordei senti uma mão me cutucando abri meus olhos e notei que era o guitarrista que me acordava:
- Cara você caiu mesmo no sono não é? Enfim nós chegamos em Los Angeles foi um prazer te trazer até aqui..
Agradeci o guitarrista e desejei boa sorte em sua turnê e desci do ônibus, lá fora Los Angeles estava ensolarada e enorme comecei a andar para encontrar o campista que precisava de socorro.
Legenda
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Re: Rescue in Los Angeles [Missão Externa, para Kalled C. Almeida]
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Finalmente, Kalled estava em Los Angeles. O ônibus até Los Angeles fora bem útil. Mas em Los Angeles ele lembrou-se de uma informação importantíssima e esquecida por Quíron. Sem essa informação, seria quase impossível encontrar o garoto
- Ah... - Kalled parecia frustrado. - Los Angeles é enorme. Onde é que esse campista pode estar? Eu não posso ficar por aí, andando até conseguir encontrá-lo. - Kalled chutou uma latinha e verificou seus bolsos, procurando por qualquer dracma que pudesse ajudá-lo, mas não havia nada.
O filho de Hefesto começou a andar sem rumo pelas ruas, pensando se deveria procurar pelos galpões abandonados, ou pelos bares de Los Angeles. Ele não tinha dracmas para tentar uma mensagem de Íris com Quíron, não tinha informações sobre paradeiro do garoto. Mas ele tinha uma ótima audição. Tão boa, que o permitiu ouvir a conversa de duas pessoas do outro lado da rua.
- ... Não, precisamos do garoto... - Isso foi o bastante para Kalled atravessar a rua. - De que adianta todo esse sacrifício, pra então libertarmos ele?
- Mas e os outros meio-sangues? Logo eles vão aparecer para encontrá-lo. - Respondeu um homem de capa preta, para outro de capa marrom.
- Idiota. Que se dane os outros semideuses. Agora cale a boca e continue andando.
Kalled continuou a segui-los, disfarçadamente. Os homens deram uma pequena olhada para trás, descobrindo o garoto, mas evitando aparecerem agora. Então eles apenas continuaram a andar, com um sorriso no rosto.
Finalmente, Kalled estava em Los Angeles. O ônibus até Los Angeles fora bem útil. Mas em Los Angeles ele lembrou-se de uma informação importantíssima e esquecida por Quíron. Sem essa informação, seria quase impossível encontrar o garoto
- Ah... - Kalled parecia frustrado. - Los Angeles é enorme. Onde é que esse campista pode estar? Eu não posso ficar por aí, andando até conseguir encontrá-lo. - Kalled chutou uma latinha e verificou seus bolsos, procurando por qualquer dracma que pudesse ajudá-lo, mas não havia nada.
O filho de Hefesto começou a andar sem rumo pelas ruas, pensando se deveria procurar pelos galpões abandonados, ou pelos bares de Los Angeles. Ele não tinha dracmas para tentar uma mensagem de Íris com Quíron, não tinha informações sobre paradeiro do garoto. Mas ele tinha uma ótima audição. Tão boa, que o permitiu ouvir a conversa de duas pessoas do outro lado da rua.
- ... Não, precisamos do garoto... - Isso foi o bastante para Kalled atravessar a rua. - De que adianta todo esse sacrifício, pra então libertarmos ele?
- Mas e os outros meio-sangues? Logo eles vão aparecer para encontrá-lo. - Respondeu um homem de capa preta, para outro de capa marrom.
- Idiota. Que se dane os outros semideuses. Agora cale a boca e continue andando.
Kalled continuou a segui-los, disfarçadamente. Os homens deram uma pequena olhada para trás, descobrindo o garoto, mas evitando aparecerem agora. Então eles apenas continuaram a andar, com um sorriso no rosto.
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- Ponto Principal: Você e os dois homens vão seguir até um depósito de carros, quando os homens vão parar de fingir que não o perceberam e se transformarão em dois ciclopes. Não os ataque ainda.
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Son of Hephaestus
Havia finalmente chegado em Los Angeles e me sentia de certa forma muito feliz estava um passo mais próximo de completar a missão com sucesso, mas algo me ocorreu de repente, algo que eu não havia sequer me lembrado de perguntar a Quíron, o paradeiro do garoto o pior de tudo é que eu não sabia por onde começar, pois afinal Los Angeles era enorme, eu não tinha nenhuma dracma para contatar Quíron no acampamento e eu não sabia por onde começar realmente, pensei em locais alternativos talvez bares e galpões abandonados fossem ótimos lugares para começar, no entanto eram escolhas arriscadas devido ao fato de eu não saber que tipos de monstros mantinham o rapaz em cativeiro era uma luta contra o tempo, comecei a andar pelas ruas frustrado chutando latinhas, até que, graças a minha audição super apurada, ouvi uma coisa do outro lado da rua:
..-Não precisamos do garoto...-um homem falava ao outro, isso fez com que eu atravessasse a rua.-De que adianta todo esse esforço para então libertamos ele?
Cheguei mais perto para ouvir realmente do que se tratava a parte de “libertamos ele” me interessou bastante, me aproximei dos homens, mas mantive certa distância não queria ser notado enquanto caminhava próximo a eles o segundo homem respondeu:
- Mas e os outros meio-sangues? Logo eles vão aparecer para encontrá-lo.-Notei que ele usava uma capa preta enquanto o outro usava uma capa marrom.
- Idiota. Que se danem os outros semideuses. Agora cale a boca e continue andando.
Sabia que eles tinham algo a ver com o desaparecimento do semideus e resolvi segui-los par ver aonde eles iriam, por um momento eles olharam discretamente pelo canto dos olhos para trás e eu juro que tive a impressão de que eles haviam me visto, mas não me preocupei com isso porque eles continuaram a seguir em frente com sorrisos em seus rostos, os segui por dois quarteirões e na verdade achei estranho que eles não tivessem me notado, ou eles sabiam fingir muito bem ou eram muito burros e se eles estivessem fingindo eu tinha que me preocupar, pois era bem provável que eles estivessem me atraindo para uma armadilha, os segui até um deposito de carros e ao chegarmos em frente ao local eles pararam e viraram em minha direção, foi aí que tive um susto os dois homens deixaram suas capas caírem e começaram a crescer consideravelmente adquirindo dois metros de altura, quando eles pararam de mudar de forma vi na minha frente dois ciclopes desembainhei Yamato instintivamente e me preparei para o pior.
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Re: Rescue in Los Angeles [Missão Externa, para Kalled C. Almeida]
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Os dois ciclopes sorriram. Um deles, o menor, sorria mais abobalhadamente. Talvez porque fosse o mais 'desinteligente' da dupla. O maior avançou lentamente, falando.
- Ah... Tadinho do semideus. Quase nos enganou e encontrou seu amiguinho. - Ele riu.
- Hã... Seu amiguinho. - O outro ciclope riu junto.
- Mas agora é tarde demais. Nós vamos te levar e você vai ficar como o outro meio-sangue...
O ciclope avançou, tentando segurar Kalled. Já o outro ciclope, olhou de um lado para o outro, pensando no que fazer. Até que o mesmo fixou seu olhar em uma porta de carro, jogada no chão. O ciclope levantou a porta acima da cabeça e lançou-a contra Kalled. Contudo, o garoto havia sido pego pelo outro ciclope, que ria sem notar a porta que vinha em sua direção. O monstro foi acertado em cheio na barriga, e acabou soltando o filho de Hefesto no chão. O garoto correu para de trás das pilhas de carro e observou enquanto os monstros discutiam.
- Idiota. O que pensa que está fazendo? - O ciclope resmungou, passando a mão sobre a barriga.
- Mas... Eu só queria ajudar. - O outro ciclope respondeu fungando.
- Bobalhão... Vamos, me ajude a encontrar o garoto.
Kalled precisava de um plano, e rápido. Escondido atrás dos carros ele logo seria encontrado e teria que enfrentar os ciclopes. Se não pensassem rápido no que fazer, ele acabaria como o outro campista. O garoto preparou-se, enquanto os ciclopes avançavam, um de cada lado, dando a volta na pilha de carros em que Kalled estava escondido.
Os dois ciclopes sorriram. Um deles, o menor, sorria mais abobalhadamente. Talvez porque fosse o mais 'desinteligente' da dupla. O maior avançou lentamente, falando.
- Ah... Tadinho do semideus. Quase nos enganou e encontrou seu amiguinho. - Ele riu.
- Hã... Seu amiguinho. - O outro ciclope riu junto.
- Mas agora é tarde demais. Nós vamos te levar e você vai ficar como o outro meio-sangue...
O ciclope avançou, tentando segurar Kalled. Já o outro ciclope, olhou de um lado para o outro, pensando no que fazer. Até que o mesmo fixou seu olhar em uma porta de carro, jogada no chão. O ciclope levantou a porta acima da cabeça e lançou-a contra Kalled. Contudo, o garoto havia sido pego pelo outro ciclope, que ria sem notar a porta que vinha em sua direção. O monstro foi acertado em cheio na barriga, e acabou soltando o filho de Hefesto no chão. O garoto correu para de trás das pilhas de carro e observou enquanto os monstros discutiam.
- Idiota. O que pensa que está fazendo? - O ciclope resmungou, passando a mão sobre a barriga.
- Mas... Eu só queria ajudar. - O outro ciclope respondeu fungando.
- Bobalhão... Vamos, me ajude a encontrar o garoto.
Kalled precisava de um plano, e rápido. Escondido atrás dos carros ele logo seria encontrado e teria que enfrentar os ciclopes. Se não pensassem rápido no que fazer, ele acabaria como o outro campista. O garoto preparou-se, enquanto os ciclopes avançavam, um de cada lado, dando a volta na pilha de carros em que Kalled estava escondido.
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- Ponto Principal: Vença os ciclopes.
- Postar Até: 18/02/12
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Ciclope Maior - 100/100 HP
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Re: Rescue in Los Angeles [Missão Externa, para Kalled C. Almeida]
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Os ciclopes se mostravam agora em suas verdadeiras formas e tenho que admitir que não sei se fiquei assustado pelo fato de eles serem ciclopes ou pelo fato de eles serem os ciclopes mais feios que eu já vira na vida, ambos tinham um único olho cada um e eles eram amarelados do tipo de olhos que nunca viram um oftalmologista, tinham dentes podres talvez porque não houvessem escovas para “dentes de ciclopes” fora seus cabelos que eram arfados de forma terrível, não com uma mãe carinhosamente faz, mas sim como se tivessem sido bagunçados como punição por terem sidos maus, eles me olhavam e reparei que eles tinham uma diferença considerável de tamanho um tinha cerca de dois metros e meio enquanto o outro tinha cerca de um metro e noventa, ambos riam para mim e o menor ria de forma mais abobalhada, notei logo que ele estava meio ansioso e risonho, logo vi que ele dos dois era o menos inteligente:
Ah... tadinho do semideus. Quase nos enganou e encontrou seu amiguinho- falou o ciclope maior rindo de mim.
-Hã... seu amiguinho-disse o ciclope menor rindo também, notei que pelo jeito que ele agia de certa forma demonstrava que era subalterno do ciclope maior.
-Mas agora é tarde demais. Nós vamos te levar e você vai ficar como o outro meio sangue...
Queria dizer que respondi de forma grosseira, mas não tive tempo na verdade o ciclope maior era muito rápido para um corpo tremendamente grande como o do dele e resolveu que seria melhor me agarrar a pulso, tentei me esquivar do ciclope, mas ele tinha as mãos dele eram imensas e me pegaram em cheia, olhei para o outro ciclope menor ele procurava um jeito de ajudar o seu parceiro ele pegou a porta de um carro no chão e lançou contra o ciclope que o atingiu na barriga forcando o ciclope maior me largar, na verdade acredito que o objetivo era lançar a porta contra mim no entanto ela atingiu o ciclope maior e graças a esse golpe errado o ciclope me largou me permitindo fugir da vista dos dois monstros.
Escondi-me atrás de alguns carros e esperei que os dois feiosos não me encontrassem precisava arquitetar um plano para um ataque imediato atrás de mim podia ouvir os dois monstros conversando:
-Seu idiota. O que pensa que está fazendo? –o ciclope resmungou passando a mão sobre a barriga.
-Mas... eu só queria ajudar-disse o outro choramingando e fungando, achei que se ele resolvesse assoar o nariz haveria um avalanche de catarro.
-Esqueça bobalhão...me ajude a encontrar o semideus antes que seja tarde demais
Segurei Yamato com mais força ainda, ela era minha chance de sair dali livre, mas eu sabia que não podia enrolar muito aqueles ciclopes tinham planos para os semideuses, mas no meu caso eu não duvidava que eles me matariam se tivesse a oportunidade bolei um plano para lutar contra aqueles fedorentos, tirei meu escudo de minhas costas, porém mantive meu machado nelas ainda, saí de trás dos carros onde eu me escondia e avancei contra os ciclopes cuidei primeiro do bobão e resolvi que depois cuidaria do grandão, me virei contra o pequeno e lancei contra ele meu primeiro golpe, avancei contra a criatura e desferi um golpe com minha espada montante, a boa notícia é que eu acertei ele bem em seu braço direito fazendo com que ele urrasse de dor a ruim é que o golpe não foi definitivo e o ‘garotão’ me deu um tapa cujo eu consegui interceptar com meu escudo, porém isso não me impediu que eu caísse no chão juntamente com meu escudo e minha espada caísse a 15 metros de minha distância atrás do ciclope, saquei meu machado de trás de mim e avancei novamente contra meu oponente dessa vez posso dizer que tive sorte, o ciclope ainda se vangloriava de ter me derrubado e isso de certa forma o distraia, com meu machado descrevi um gracioso movimento que me permitiu acertar um golpe em seu braço que fora aberto pelo golpe da espada isso fez com que seu braço caísse totalmente decepado, o pequenino olhava para o seu braço que faltava surpreso como se não esperasse por aquilo, aproveitei a oportunidade e saltei em cima dele passando meu machado pelo seu pescoço e tirando sua cabeça fora e observei enquanto ele se transformava em pó voltando sua essência para o Tártaro, não houve problemas afinal ele não esperava por aquele golpe, porém eu estava em apuros agora o ciclope maior avistava tudo e agora se preparava completamente para batalhar contra mim:
-Semideus idiota você matou meu parceiro, está certo que ele era um idiota, mas mesmo assim você vai pagar.
Ele pegou um enorme pé-de-cabra no chão e avançou contra mim com a ponta do objeto contra meu peito o golpe dele era bem rápido, porém eu também tinha minha agilidade e antes que o monstruoso pudesse me atacar ergui meu escudo a minha frente aquele objeto era bem resistente e duro ao impactar diretamente com meu escudo de bronze sagrado me empurrou para trás me forçando a cair no chão, ele ria como se eu estivesse pronto para ser devorado, com aquele pé-de-cabra ele correu em minha direção e me atacou com sua arma, tentei me esquivar, mas não consegui e o meu escudo havia caído distante de mim e eu estava com o corpo um tanto quanto dolorido devido a queda bruta no chão, não consegui me esquivar com a velocidade desejada a arma do ciclope investiu em meu braço esquerdo justamente o braço que eu usava para carregar meu escudo, eu queria manter aquele ciclope vivo para lhe perguntar sobre o semideus sequestrado, mas eu fiquei enraivecido.
Ele se preparava para o golpe final meu braço precisava descansar, esperei que ele se aproximasse quando ele estava a cerca de um três metros de distância de mim lancei meu machado em sua direção e disse mentalmente: “-Atinja o ciclope.”O machado obedeceu meus comandos e avançou contra meu inimigo ele levantava sua arma para mim e de repente se conteve quando notou que meu machado se projetava em seu peito, saltei com um esforço mental bem grande para superar a dor que eu sentia, soquei a cara do ciclope fazendo com que ele caísse no chão, tirei meu machado de seu peito e comecei a golpeá-lo várias vezes, notei que ele começava a se dissolver virando pó.
-Boa viagem ao Tártaro.-disse limpando meu machado, me sentei no chão cansado e arranquei um pedaço de minha camisa, fiz um curativo para proteger meu ferimento, me levantei pegando meu machado e fui ao encontro de minhas outras armas, ao pegar todas comecei a caminhar ai encontro do menino que precisava ser resgatado.
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Yamato Ψ[ montante de 1,05 cm de bronze sagrado com uma bainha de bronze.]
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Elixir da Energia (fraco): Aumenta 10EP.
- Poderes utilizados:
- Passivos
Perícia com martelo e machado. De inicio essas armas caem com perfeição no seu manuseio, mesmo sem ter nunca visto um machado ou martelo na vida, os filhos de Hefesto sabem como usá-los melhor do que ninguém.
Ativos:
Punhos fortes. Ao canalizar a força nos punhos, estes podem dar socos poderosos. Equivalem a socos naturais dos filhos de Herácles, a diferença é que para conseguir ter a equivalência é gasto energia enquanto os de Herácles o fazem sem gasto nenhum.
Machado/Martelo vingativo. Ao arremessar o martelo ou machado, esse irá sair girando e atacará os inimigos por toda a área e depois voltará a sua mão.

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Re: Rescue in Los Angeles [Missão Externa, para Kalled C. Almeida]
R Rescue in Los Angeles R
Depois que o último ciclope dissipou-se, virando pó, Kalled percebeu a bobagem que havia feito. O ciclope podia ser sua única chance de achar o meio-sangue sequestrado. E agora, sua única pista estava morta. O filho de Hefesto improvisou um curativo para os seus ferimentos, enquanto lamentava-se.
Com o céu nublado, vinham os ventos, e os ventos sempre traziam mensagens, verdades, levavam consigo tudo o que era necessário. E no chaõ do depósito, o vento bateu, levando papéis e poeira. De dentro do bolso do sobretudo de um dos ciclopes, um pequeno papel saiu, flutuando junto ao vento.
- Droga... O que eu vou fazer agora? Se ao menos eu conseguisse uma pista... - Ao pronunciar estas palavras, Kalled foi atingido no rosto pelo pequeno cartãozinho. Ele o segurou e leu, com dificuldade, o que havia escrito. E ao conseguir decifrar, seu rosto esboçou um sorriso. - É isso... É lá que eu devo ir. - No cartão, havia palavras borradas e mal-escritas. Mas era possível ler:
"Rua Saint Mary
Nº 2345
Apartamento nº 1002"
Talvez aquele não fosse o lugar certo, ou talvez pudesse ser até uma armadilha. Mas algo dentro de Kalled dizia que era aquele o lugar. Ela agora, só precisava encontrá-lo.
Depois que o último ciclope dissipou-se, virando pó, Kalled percebeu a bobagem que havia feito. O ciclope podia ser sua única chance de achar o meio-sangue sequestrado. E agora, sua única pista estava morta. O filho de Hefesto improvisou um curativo para os seus ferimentos, enquanto lamentava-se.
Com o céu nublado, vinham os ventos, e os ventos sempre traziam mensagens, verdades, levavam consigo tudo o que era necessário. E no chaõ do depósito, o vento bateu, levando papéis e poeira. De dentro do bolso do sobretudo de um dos ciclopes, um pequeno papel saiu, flutuando junto ao vento.
- Droga... O que eu vou fazer agora? Se ao menos eu conseguisse uma pista... - Ao pronunciar estas palavras, Kalled foi atingido no rosto pelo pequeno cartãozinho. Ele o segurou e leu, com dificuldade, o que havia escrito. E ao conseguir decifrar, seu rosto esboçou um sorriso. - É isso... É lá que eu devo ir. - No cartão, havia palavras borradas e mal-escritas. Mas era possível ler:
"Rua Saint Mary
Nº 2345
Apartamento nº 1002"
Talvez aquele não fosse o lugar certo, ou talvez pudesse ser até uma armadilha. Mas algo dentro de Kalled dizia que era aquele o lugar. Ela agora, só precisava encontrá-lo.
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Missão: Rescue in Los Angeles [Para, Kalled C. Almeida(Nível 11)]
- Espaço: Los Angeles
- Clima: Tarde, 13:45, 28ºC, Céu Nublado.
- Ponto Principal: Encontre o endereço indicado.
- Postar Até: 21/02/12
- Em spoiler: Colocar todos os itens ou armas levados na missão, além dos poderes que foram utilizados em cada post.
- Não há mínimo de linhas. Porém, quanto mais, melhor.
- Qualquer outra dúvida, informar por MP.
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Re: Rescue in Los Angeles [Missão Externa, para Kalled C. Almeida]
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Son of Hephaestus

Son of Hephaestus
Tinha conseguido derrotar os dois monstros, mas tinha feito a maior besteira que alguém poderia fazer em uma missão de busca tinha matado o meu informante, me agachei lá no chão em desespero, o que faria agora para encontrar aquele meio-sangue desesperado comecei a orar em silêncio para os deuses Olimpianos, orei a Artêmis para que me ajudasse em minha busca, orei a Zeus que tivesse piedade de mim, orei a Atena para que me concedesse sabedoria, orei a Apolo para que me guiasse durante o dia e orei inclusive ao meu pai que do jeito dele me desse uma forcinha, um vento forte soprou e o céu ficou de repente totalmente negro eu sabia de que certa forma isso poderia ser tanto positivo como negativo, ou os deuses queriam me dizer algo ou estavam com raiva por eu ter feito uma besteira sem tamanho, começou a ventar fortemente e cada vez o vento ficava mais intenso olhei e repare i que papéis voavam junto com o vento, um panfleto me atingiu no rosto e nele dizia:
"Rua Saint Mary
Nº 2345
Apartamento nº 1002"
Nº 2345
Apartamento nº 1002"
A princípio fiquei em dúvida se realmente aquele era o endereço correto, afinal um sequestrador que se preze não anda com o endereço do local onde o sequestrado é mantido cativo, mas eu sabia que os ciclopes que não eram exatamente poços de inteligência, porém eles tinham o grande hábito de fazer os mortais de tolos atraindo-os para armadilhas que geralmente terminavam em morte, mas eu tinha que arriscar ainda mais se aquilo fosse a minha grande chance de encontrar meu colega campista, guardei o folheto no bolso e me dirigi até a cabine de telefone mais próxima, por sorte eu encontrei o que eu precisava o catálogo telefônico comecei a folheá-lo até encontrar o endereço que procurava no mapa depois procurei o local onde me encontrava eu sabia o nome daquela rua graças a uma placa que tinha avistado na rua ao identificar corretamente o endereço exclamei:
-Que sorte é aqui pertinho. -o mapa indicava que eu só estava à três quadras de meu endereço, olhei em minha bolsa eu tinha que ter algo que pudesse me ajudar achei alguns dólares, realmente eu não tinha nenhuma dracma e não tinha muitos dólares eu queria pegar um táxi, mas um ônibus já estaria de bom tamanho fui até o ponto de ônibus e depois de conversar com algumas pessoas descobri o ônibus que teria que pegar para chegar próximo ao destino, pois no local as linhas de transporte coletivo não passavam fiquei cerca de meia hora sentado no ponto por um instante pensei que talvez fosse melhor ir a pé não tinha muito tempo a perder, mas quando estava prestes a desistir avistei que o ônibus se aproximava, acenei para que ele parasse subi e coloquei alguns trocados na caixa de passagens, assentei-me em um banco de trás e quando o veiculo começou a se movimentar avistei coisas estranhas como alguns becos escuros onde jurava ter vistos alguns monstros, mas me foquei no que importava realmente e continuei a viagem o ônibus parou em um ponto e notei que aquele era o meu destino, desci e olhei para uma metalúrgica que se encontrava a minha frente teria que atravessá-la para chegar ao apartamento adentrei o local, lá dentro era quente como era de se esperar e eu estava sem equipamento de proteção, pensei que se não fosse pelos poderes herdados de meu pai eu teria desmaiado, eu consegui me adaptar facilmente naquele calor um trabalhador olhou para mim e perguntou:
-Ei o que faz aqui!?-ao ouvir isso sai correndo e decidi não olhar para trás ao sair daquela metalúrgica reparei nos apartamento que se demonstravam diante de mim entrei no prédio e reparei que não havia porteiro e muito menos elevadores, subi de escadas até o décimo andar onde encontraria o apartamento 1002, ao chegar notei que estava trancado peguei Yamato e com um golpe sutil tirei a maçaneta levemente e abri a porta devagar para espreitar lá dentro e tomar cuidado para não cair em uma armadilha.
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Resistência ao calor. O clima quente nunca o incomodou, podendo-se sentir-se confortável em altas temperaturas, o corpo também não sofre danos, como desidratação.- Nível 3

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Re: Rescue in Los Angeles [Missão Externa, para Kalled C. Almeida]
R Rescue in Los Angeles R
Kalled entrou lentamente pelo porta do 1002. O lugar fedia a... A algo que nem mesmo Kalled conseguia definir. Seu olhos correram a sala do apartamento, até encontrarem um garoto, amarrado a uma cadeira e amordaçado. Kalled correu até o garoto e começou tirando as cordas do punho do garoto. Em seguida, o garoto desamarrou os pés do meio-sangue e por fim o próprio garoto libertou-se de sua mordaça. O lugar era terrivelmente sujo. Mas parecia um bom lugar para um monstro viver. E tinha toda uma estrutura de cativeiro...
- Ah... Finalmente eu te encontrei. - Disse Kalled.
- Shh! Eles vão voltar logo, a gente precisa dar o fora daqui. - Disse o campista. Ele parecia atordoado e olhava de um lado para o outro.
- O que? Quem...? - Kalled nem teve a oportunidade de terminar a frase. O semideus agarrara seu braço e o pujava por todo o corredor do décimo andar, em direção às escadas. - Espere. O que está fazendo? - Ele dizia, tentando desvencilhar-se do garoto.
- Huph! Idiota, estou salvando sua vida.
Os garotos continuaram subindo... E subindo... E subindo. Logo, os dois estavam no terraço do prédio, que parecia ser abandonado, já que Kalled não sequer um mortal pelos corredores. O céu estava negro, como se estivesse precedendo uma chuva. Do terraço, via-se toda a cidade. Era realmente um enorme prédio, mas as atitudes do garoto, começavam a preocupar Kalled. Será que os monstros fizeram algo com a mente do garoto?
- Pronto... Talvez... Talvez aqui seja seguro.
- Ah... Ér... Qual é mesmo o seu nome?
- Dave. - O garoto respondeu.
- Bom... Dave, tem certeza que esse é o lugar mais seguro? Quer dizer, estamos no terraço.
- É... Tem razão, tem razão... T-temos que sair daqui. - Dave voltou a puxar Kalled, na direção das escadarias, mas logo, os dois recuaram, procurando um lugar para se esconder... Sim. Os monstros voltaram, e já estavam à procura dos garotos.
Kalled entrou lentamente pelo porta do 1002. O lugar fedia a... A algo que nem mesmo Kalled conseguia definir. Seu olhos correram a sala do apartamento, até encontrarem um garoto, amarrado a uma cadeira e amordaçado. Kalled correu até o garoto e começou tirando as cordas do punho do garoto. Em seguida, o garoto desamarrou os pés do meio-sangue e por fim o próprio garoto libertou-se de sua mordaça. O lugar era terrivelmente sujo. Mas parecia um bom lugar para um monstro viver. E tinha toda uma estrutura de cativeiro...
- Ah... Finalmente eu te encontrei. - Disse Kalled.
- Shh! Eles vão voltar logo, a gente precisa dar o fora daqui. - Disse o campista. Ele parecia atordoado e olhava de um lado para o outro.
- O que? Quem...? - Kalled nem teve a oportunidade de terminar a frase. O semideus agarrara seu braço e o pujava por todo o corredor do décimo andar, em direção às escadas. - Espere. O que está fazendo? - Ele dizia, tentando desvencilhar-se do garoto.
- Huph! Idiota, estou salvando sua vida.
Os garotos continuaram subindo... E subindo... E subindo. Logo, os dois estavam no terraço do prédio, que parecia ser abandonado, já que Kalled não sequer um mortal pelos corredores. O céu estava negro, como se estivesse precedendo uma chuva. Do terraço, via-se toda a cidade. Era realmente um enorme prédio, mas as atitudes do garoto, começavam a preocupar Kalled. Será que os monstros fizeram algo com a mente do garoto?
- Pronto... Talvez... Talvez aqui seja seguro.
- Ah... Ér... Qual é mesmo o seu nome?
- Dave. - O garoto respondeu.
- Bom... Dave, tem certeza que esse é o lugar mais seguro? Quer dizer, estamos no terraço.
- É... Tem razão, tem razão... T-temos que sair daqui. - Dave voltou a puxar Kalled, na direção das escadarias, mas logo, os dois recuaram, procurando um lugar para se esconder... Sim. Os monstros voltaram, e já estavam à procura dos garotos.
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- Postar Até: 25/02/12
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- Não há mínimo de linhas. Porém, quanto mais, melhor.
- Qualquer outra dúvida, informar por MP.

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Re: Rescue in Los Angeles [Missão Externa, para Kalled C. Almeida]
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Son of Hephaestus

Son of Hephaestus
Finalmente eu chegara no local onde eu encontraria o garoto, espreitei com cuidado para não ser pego de surpresa por um monstro desagradável, ao entrar senti um certo aroma no ar algo que cheirava a... eu não sabia que cheiro era aquele eu só sabia que com certeza jamais uma mulher usaria um perfume com aquele aroma ou um homem usaria aquele cheiro como desodorizador de ar no seu carro, mas enfim eu tinha certeza que embora não reconhecesse aquele cheiro aquilo não significava nada bom, resolvi que o melhor era ser o mais discreto o possível e encontrar o semideus para tirá-lo dali logo antes que os monstros se tocassem que eu estava ali tentando “sequestrar” seu hóspede, passei direto pelo cômodo de onde o cheiro ruim vinha e fui até um quarto onde a porta estava entreaberta , encontrei um menino sentado em uma cadeira dentro do quarto ele estava amordaçado e com seus punhos e pés amarrados, corri em sua direção e comecei a desamarrar seus punhos e em seguida seus pés, por fim o próprio rapaz tirou suas mordaça e ele me encarou:
–Ah.. Finalmente te encontrei. - exclamei de felicidade ao ver que o menino estava ali, mas ao mesmo tempo o lugar era sujo e bagunçado em suma o lugar perfeito para um cativeiro e mais um lugar perfeito para se guardar as refeições de um monstro.
-Shh... Logo eles voltarão, temos que sair daqui agora!- ele estava meio atordoado e também meio frenético, fiquei triste ao vê-lo assim.
- O que..? Quem...?- não pude falar mais nada, pois fui interrompido brutamente por um puxão em meu braço que fora dado pelo campista. -Espere o que você está fazendo?
-Salvando sua vida idiota, vamos venha comigo. - eu estava sendo puxado pelo corredor do décimo andar e sendo levado até as escadas, subimos alguns andares e logo nos encontrávamos no terraço, mas porque ele havia nos levado ao terraço? Lá seriamos alvos fáceis ao olhar para o céu notei que o céu estava nublado e o clima estava anunciando uma pequena chuva, essa não se chovesse e os monstros aparecessem a batalha não seria nada legal seriamos fáceis de derrotar e eu não sabia se o menino estava em condições de lutar, olhei e disse:
-Você está bem? –ele me ignorou e continuou a me puxar pelo terraço, chegamos ao centro do terraço e ao me encarar ele disse:
-Aqui é um bom lugar, estamos protegidos aqui. - não acreditei no que ouvi na hora como que ele havia nos levado a um terraço e ainda dizia que era um bom lugar para se esconder dos seus raptores.
-Desculpa qual é mesmo seu nome?
-Dave meu nome é Dave.
-Dave você tem certeza que estamos protegidos aqui?- ele me olhava como se eu fizesse uma pergunta difícil de responder, comecei a ficar assustado, pois ele havia nos levado a um lugar um tanto quanto arriscado que com certeza nos levaria a uma morte nada rápida, estávamos tão a mercê dos monstros que eles nos trucidariam de forma lenta e dolorosa, podia ver que Dave estava confuso demais, será que os monstros não haviam lhe manipulado?
-Tem razão aqui não é seguro, temos que sair daqui agora!- ele voltou a me puxar em direção às escadas com uma velocidade surpreendente, mas algo nos fez recuar um cheiro estranho podia ser sentido e passos podiam ser ouvidos, o cheiro eu reconheci como sendo o cheiro do apartamento, não podia ser os monstros eles estavam chegando eu não podia lutar com Dave daquele jeito, dessa vez fui eu que o puxei percorri o terraço até uma pequena dispensa de matérias que havia naquele local abri a porta e empurrei Dave para dentro:
-Dave você ficará seguro ai dentro, eu vou impedir os monstros. -Dave tentou protestar, mas não dei atenção, desembainhei Yamato e me preparei para a chegada dos monstros.
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Re: Rescue in Los Angeles [Missão Externa, para Kalled C. Almeida]
R Rescue in Los Angeles R
Um silvo ecoou pelas escadarias. Algo aproximava-se velozmente, e Kalled mantinha seu olhar fixo na porta, esperando por algo, alguém. Logo, uma figura extremamente estranha surgiu à porta. Portava uma lança e uma rede. Era um a mulher. Seus olhos eram frios, pois enxergavam a bondade nas pessoas, e isso as tornava totalmente arrogantes. Suas pernas não eram exatamente pernas, mas sim, duas caudas de cobras. A mulher mostrou sua língua bifurcada, esboçou um sorriso maligno e aproximou-se mais, estando agora no terraço.
- Olá querido... Onde ele está? - A mulher perguntou.
- Você não vai mais se aproximar dele, Dracaena idiota. - Kalled gritou, apertando os nós das mãos no punho de Yamato.
- Há há... - A mulher gargalhou. - Isso nós veremos, querido... Isso nós veremos. Mas, primeiro, por que não tenta abaixar esta coisa... - Disse, como se desprezasse a própria arma. - E me devolve o garoto? Eu prometo deixar você fugir.
Kalled estreitou seu olhar e avançou pelo terraço, na direção da mulher. Sua palavras o instigaram. Ele nunca deixaria o semideus para trás, nunca o entregaria. Era seu dever salvá-lo.
♣♣♣
Enquanto isso, no depósito de materiais... Alguém parecia se divertir com brinquedos um tanto perigosos. Dave, sorria abobalhado, passando seus dedos pelos objetos nas prateleiras.
- Ah... Luzinha. - Ele disse, segurando uma lâmpada. O garoto fingiu desequilibrar o objeto, deixando-a cair. - Ops... Luzinha morreu. - O garoto então, segurou um serrote e riu. - Ah... Bico de tucano. Haha. - Disse, colocando o serrote em seu nariz.
O garoto viu um objeto bastante diferente. Eram pequenos pedaços de madeira, com cordões presos a eles. O garoto sorriu e exclamou.
- Asinhas.- Ele segurou os pedaços de madeira e colocou seus broços dentro das cordas, prendendo os pedaços de madeira nos braços e estendendo-os, fingindo que estava voando. - Haha... Dave vai voar...
Um silvo ecoou pelas escadarias. Algo aproximava-se velozmente, e Kalled mantinha seu olhar fixo na porta, esperando por algo, alguém. Logo, uma figura extremamente estranha surgiu à porta. Portava uma lança e uma rede. Era um a mulher. Seus olhos eram frios, pois enxergavam a bondade nas pessoas, e isso as tornava totalmente arrogantes. Suas pernas não eram exatamente pernas, mas sim, duas caudas de cobras. A mulher mostrou sua língua bifurcada, esboçou um sorriso maligno e aproximou-se mais, estando agora no terraço.
- Olá querido... Onde ele está? - A mulher perguntou.
- Você não vai mais se aproximar dele, Dracaena idiota. - Kalled gritou, apertando os nós das mãos no punho de Yamato.
- Há há... - A mulher gargalhou. - Isso nós veremos, querido... Isso nós veremos. Mas, primeiro, por que não tenta abaixar esta coisa... - Disse, como se desprezasse a própria arma. - E me devolve o garoto? Eu prometo deixar você fugir.
Kalled estreitou seu olhar e avançou pelo terraço, na direção da mulher. Sua palavras o instigaram. Ele nunca deixaria o semideus para trás, nunca o entregaria. Era seu dever salvá-lo.
♣♣♣
Enquanto isso, no depósito de materiais... Alguém parecia se divertir com brinquedos um tanto perigosos. Dave, sorria abobalhado, passando seus dedos pelos objetos nas prateleiras.
- Ah... Luzinha. - Ele disse, segurando uma lâmpada. O garoto fingiu desequilibrar o objeto, deixando-a cair. - Ops... Luzinha morreu. - O garoto então, segurou um serrote e riu. - Ah... Bico de tucano. Haha. - Disse, colocando o serrote em seu nariz.
O garoto viu um objeto bastante diferente. Eram pequenos pedaços de madeira, com cordões presos a eles. O garoto sorriu e exclamou.
- Asinhas.- Ele segurou os pedaços de madeira e colocou seus broços dentro das cordas, prendendo os pedaços de madeira nos braços e estendendo-os, fingindo que estava voando. - Haha... Dave vai voar...
- Código:
Missão: Rescue in Los Angeles [Para, Kalled C. Almeida(Nível 11)]
- Espaço: Los Angeles
- Clima: Tarde, 13:45, 28ºC, Céu Nublado.
- Ponto Principal: Vença a Dracaena
- Postar Até: 01/03/12
- Em spoiler: Colocar todos os itens ou armas levados na missão, além dos poderes que foram utilizados em cada post.
- Não há mínimo de linhas. Porém, quanto mais, melhor.
- Qualquer outra dúvida, informar por MP.
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Re: Rescue in Los Angeles [Missão Externa, para Kalled C. Almeida]
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Son of Hephaestus
Ao deixar o menino protegido dentro do depósito para a sua própria proteção corri em direção ao barulho que vinha da porta do terraço e me deparei com uma criatura de estranha aparência por mais estranho que pareça ela era uma mulher de pele reptiliana e no lugar das pernas seu corpo se dividia em duas caudas de serpentes , ela carregava uma lança na mão direita enquanto na esquerda segurava uma imensa rede de pesos. Vi-me em uma situação arriscada eu poderia tentar pegar Dave e sair correndo, mas era um plano arriscado demais e eu não queria arriscar a sorte, levantei Yamato e avancei contra a feiosa o mais rápido que pude e investi contra ela, a criatura que logo reconheci como sendo uma dracaena virou sua lança em uma velocidade surpreendente, me derrubando no chão, ela sorriu me mostrando sua língua bifurcada:
–Olá querido.. Onde ele está?
-Você não vai mais se aproximar dele, sua dracaena idiota. -Minha mão começou a latejar, pois eu estava apertando o punho de Yamato como eu nunca apertara.
-Há há, isso nós veremos meu querido, mas eu prometo que se você me devolver e baixar esta arma deixo você partir.-Aquilo sim me irritou eu havia passado por tudo aquilo para simplesmente entregar o campista para aquela criatura, era meu dever salva-lo e era que eu iria fazer, me levantei de forma bruta e rápida e tentei apunhalar a mostrenga, mas ela era muito habilidosa e quando eu desferi o golpe contra ela, usando sua rede de pesos desviou minha espada de acertar seu peito fazendo com que eu acertasse o braço direito que ela usava para carregar sua lança, minha espada cortou seu braço e caiu da minha mão, ela gritou de dor e em resposta ao meu golpe ela jogou sua rede de pesos em cima de mim fazendo com que eu ficasse preso, comecei a ouvir barulhos vindos do galpão, fiquei assustado sabia que Dave não estava bem e nem me passava pela cabeça o que ele devia estar aprontando lá dentro tirei o machado de minhas costas e comecei a cortar as redes para que eu pudesse lutar contra a mulher-cobra, porém ela notou tudo e juntou sua lança com o braço bom e avançou conta mim de forma veloz, me desviei de seu golpe com dificuldade devido aos pesos da rede e por isso fui acertado no ombro esquerdo o que me impossibilitou de levantar meu escudo, com muito pesar consegui arrancar a porcaria da rede e me levantar novamente.
A dracaena parecia confiante, tentei feri-la com meu machado, mas ela tinha uma cauda bem ágil o que possibilitou que ela o derrubasse das minhas mãos, agora ela usava uma lança e eu estava desarmado, olhei e vi Yamato atrás da feiosa concentrei-me da melhor maneira o possível para que Yamato viesse até mim, pensei na espada e na conexão que tinha com ela e graças aos deuses ela saiu voando e veio parar na minha mão bem no momento em que a monstra vinha para me atacar, me defendi com o copo da espada e meu ombro esquerdo começou a latejar, mas tentei não pensar na dor, derrubei a lança dela decepando seu braço direito com um golpe certeiro a criatura ficou furiosa, porém estava desarmada, soquei-a para derrubá-la, a feiosa caiu no chão paralisada pelo soco pulei em cima dela e comecei a golpeá-la, conforme eu a atacava via partes de seu corpo virarem pó, era sua essência voltando ao Tártaro, me sentei no chão por um segundo depois de ter aniquilado a dracaena, senti meu ombro latejar mais uma vez, mas eu não tinha tempo eu ouvia barulhos do depósito e tinha quase certeza que logo Dave faria uma besteira, corri para ir vê-lo.
- itens levados:
- Elixir da Vida (forte): Aumenta 60HP.
Elixir da Energia (fraco): Aumenta
Yamato Ψ[ montante de 1,05 cm de bronze sagrado com uma bainha de bronze.]
Escudo de Bronze Sagrado
Machado Duplo com lâmina bastante afiada e leve [By: Hefesto]
- poderes usados:
Nível 7
Punhos fortes. Ao canalizar a força nos punhos, estes podem dar socos poderosos. Equivalem a socos naturais dos filhos de Herácles, a diferença é que para conseguir ter a equivalência é gasto energia enquanto os de Herácles o fazem sem gasto nenhum.
Nível 9
Magnetismo intermediário. O controle está melhorado, sendo capaz de controlar qualquer metal, independente do peso, porém a deformação só é simples em metais como ferro, aço e alumínio, em caso de ouro e prata é um pouco mais difícil e em titânio e outros mais complexo impossível ainda
Legenda
Eu • Ações • •Dracaena

Kalled C. Almeida- Campista normal
- Mensagens: 235
Data de inscrição: 15/07/2011
Idade: 16
Localização: acampamento meio sangue
Ficha Meio-Sangue
Vida:


(140/170)
Energia:


(150/170)
Arsenal:
Re: Rescue in Los Angeles [Missão Externa, para Kalled C. Almeida]
R Rescue in Los Angeles R
Puf... A dracaena desfez-se em pó, sendo levada pelo forte vento que zunia no terraço do prédio. Kalled sentou-se no chão, exausto. A luta contra a dracaena fez a energia do garoto esgotar-se. Agora, a única coisa com que ele precisava se preocupar, era com... Dave.
O filho de Hefesto virou-se para o outro lado do terraço, onde ficava o depósito de materiais. Kalled se levantou imediatamente, ao ver a porta do quartinho aberta. O garoto correu até o depósito, mas não havia mais ninguém lá... Dave sumira.
- Heey! Kalled! - Kalled virou-se e viu Dave, à beira do terraço, com os dois pedaços de madeira presos aos braços. O garoto acenou e continuou a gritar. - Tchau tchau, Kalled. Dave vai voar... e voar... e voar. - Disse, sonhador, preparando-se para saltar. Seria questão de segundos, para que o jovem saltasse do terraço e... Tivesse um fim mais precoce do que o comum.
Puf... A dracaena desfez-se em pó, sendo levada pelo forte vento que zunia no terraço do prédio. Kalled sentou-se no chão, exausto. A luta contra a dracaena fez a energia do garoto esgotar-se. Agora, a única coisa com que ele precisava se preocupar, era com... Dave.
O filho de Hefesto virou-se para o outro lado do terraço, onde ficava o depósito de materiais. Kalled se levantou imediatamente, ao ver a porta do quartinho aberta. O garoto correu até o depósito, mas não havia mais ninguém lá... Dave sumira.
- Heey! Kalled! - Kalled virou-se e viu Dave, à beira do terraço, com os dois pedaços de madeira presos aos braços. O garoto acenou e continuou a gritar. - Tchau tchau, Kalled. Dave vai voar... e voar... e voar. - Disse, sonhador, preparando-se para saltar. Seria questão de segundos, para que o jovem saltasse do terraço e... Tivesse um fim mais precoce do que o comum.
- Vida e Energia:
Kalled - 143/160 HP & 140/160 MP
Dracaena - 000/100 HP - Morto
- Código:
Missão: Rescue in Los Angeles [Para, Kalled C. Almeida(Nível 11)]
- Espaço: Los Angeles
- Clima: Tarde, 13:45, 28ºC, Céu Nublado.
- Ponto Principal: Salve Dave e leve-o para o Acampamento de algum modo.
- Postar Até: 09/03/12
- Em spoiler: Colocar todos os itens ou armas levados na missão, além dos poderes que foram utilizados em cada post.
- Não há mínimo de linhas. Porém, quanto mais, melhor.
- Qualquer outra dúvida, informar por MP.

Apolo- Campista novato
- Mensagens: 98
Data de inscrição: 10/11/2011
Localização: Desconhecida...
Ficha Meio-Sangue
Vida:


(9999/9999)
Energia:


(9999/9999)
Arsenal:
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