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A Colina ♠Local Público Oficial♠

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A Colina ♠Local Público Oficial♠

Mensagem por 046-ExStaff em Dom 01 Abr 2012, 21:24

Relembrando a primeira mensagem :

A Colina Meio-Sangue. Depois da Fronteira da proteção do Acampamento Meio-Sangue, existe a Colina. Árvores cercam o Acampamento por todos os lados (exceto onde é a Praia). Do lado de onde ficava a Árvore de Thalia, tinha uma estrada após muita floresta. No resto, a Floresta do Acampamento se mistura com a da Colina. Dríades do Acampamento, quando querem "brincar" sem as restrições do Acampamento, vão para fora da fronteira. Pode ser um local perigoso para campistas, dependendo de como eles tratarem as ninfas das árvores.


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Re: A Colina ♠Local Público Oficial♠

Mensagem por Rodrigo Felix em Ter 17 Abr 2012, 20:27

Estava de olhos fechados, mas pude ver barulhos vindo de não muito distante, abri os olhos e pude perceber que os dois garotos que estavam com a garota estavam em plena briga, e a menina já não se encontrava no local, ao termino da briga os garotos antes de sairem correndo por direções opostas, um deles me olhou e saiu correndo de volta ao cháles, enquanto o outro ia em direção a floresta. Eles sumiram de minha vista, passei alguns minutos a mais no local ,em seguida fui para o chále.
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Re: A Colina ♠Local Público Oficial♠

Mensagem por Ewan D. Pallas em Qui 19 Abr 2012, 21:54




Mais um fim de semana





Era mais um fim de semana em Long Island e como todos os finais de semana desde daquele fático dia a alguns anos atrás, quando eu me descobri um semideus, eu seguia rumo ao acampamento meio-sangue sob o som do bater de asas de pássaros selvagens que sobrevoavam a colina.

Eu gostava daquele caminho em especial, acho que todo o contato com a natureza fazia eu me sentir bem. Alguns amigos meus brincavam dizendo que os deuses erraram quando fizeram o holograma de Íris aparecer sobre a minha cabeça. A verdade era que eu parecia mais espirito da natureza do que diversos sátiros que eu conhecia, pelo ideias incomuns que eu seguia, como ser um ludita na era da tecnologia e informação ou ser um vegano com a minha idade.

Minha espada pendia em um dos lados do meu cinto e a minha faca de bronze, e mesmo absorto em meus pensamentos eu não deixava de me manter atento enquanto descia a colina em direção a entrada do camp próximo a árvore de Thalia.

Quíron havia comentado sobre o acesso de loucura que estava abatendo sobre os campistas nos últimos dias e por isso agora, mais do que nunca, eu fazia questão de me atentar a tudo e a todos a minha volta.

Não tardou deu avistar o pinheiro que indicava a entrada no acampamento. " O pinheiro de Thalia... Como será que deve ser, ser um pinheiro?! " Pensei comigo mesmo relembrando uma das histórias mais contadas ao redor da fogueira sobre a semideusa que virou árvore e ainda submerso em pensamentos fúteis adentrei as fronteiras do acampamento para mais um fim de semana de treinos.
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Re: A Colina ♠Local Público Oficial♠

Mensagem por 046-ExStaff em Seg 23 Abr 2012, 22:11

☤Morte de Eduard Kevin confirmadas☤

O post de Eduard foi muito confuso, principalmente por erros de pontuação, além de as ações de Jasper terem sido melhores. Quando o Banimento de 24 horas, resultante da primeira morte, terminar, mande-me MP com o novo nome.
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Re: A Colina ♠Local Público Oficial♠

Mensagem por Dianna Callaghan em Sab 05 Maio 2012, 19:59






Nostalgia,


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New York, a cidade que nunca dorme, assim como Dianna. Desde que virara nômade, acostumou-se a viver só e a desabituar-se em dormir até tarde, dormia tarde e acordava cedo. Desde seu encontro com Alexia Sinclair havia tido um propósito em ficar fora do acampamento, algo que preenchia o egoísmo dentro de si, além de sua sede por sangue que dificilmente era saciada, aliás, jamais matara alguém em sua vida, mas os ferimentos que proporcionava nas pessoas era algo além da morte, ela feria seus sentimentos, algo comum para uma filha de Afrodite.
Estava em uma lanchonete em Manhattan tomando um milk shake, já passavam das onze da noite e no local havia apenas ela e um atendente que visivelmente estava sonolento com tal presença que o impedia de fechar o estabelecimento, a garota, em um súbito impulso foi para o banheiro (que por sinal era imundo) e abriu a torneira, pegando sua adaga e fazendo a luz que piscava freneticamente refletir sobre a água formando um pequeno arco-íris, onde depositou um dracma. Ravyn. Era ela quem Dianna iria contatar, e logo em seguida o viu próximo a colina do local que abandonara há algum tempo. Pigarreou, chamando sua atenção para si e pronunciou-se:
Há quanto tempo, prole de Selene. ▬ sarcasmo agora fazia parte de si, e usaria-o com quem quer que fosse ▬ Gostaria que permanecesse onde está neste exato momento, estou apenas terminando um afazer por aqui em Manhattan e logo estarei voando na direção do Acampamento que abandonei. ▬ um sorriso formou-se em seu rosto, observando as feições de Ravyn, enquanto a adaga da filha de Afrodite girava em suas mãos, pronta para um possível ataque ▬ Tenho um assunto a tratar por aí, mas no momento resolverei o que tenho por aqui ▬ uma escuridão dominou os olhos esverdeados da garota, e seu semblante tornou-se tão fechado quanto de uma filha de Thanatos ▬ Sem mais delongas, espero que avise a Diamond que estarei por aí. ▬ observou assentimento do garoto, e passou a mão sobre a imagem desfazendo-a. Em pensamento, agradeceu a Íris pelo favor de transmitir tal mensagem.
Colocou sua mochila sobre seu ombro novamente, mordendo o canto direito de seu lábio inferior e saiu daquele lugar podre que era o sanitário feminino, que estava mais para masculino. Deuses, como mortais eram porcos!
Sua adaga ainda estava em mãos e assim que saiu como um furacão, até que o atendente disse algo sobre a garota não ter pagado pelo que consumiu, um sorriso demoníaco a consumiu e ela virou lentamente para ele, apertando Midnight em suas mãos e ordenando para que ele fechasse as cortinas e virasse a plaquinha para "Closed". Seu sangue fervia, e no mesmo momento em que ele estava de costas, lançou a adaga nele, correndo em sua direção e desembainhando Maléfica e com o salto de sua bota, pisando em sua coluna, fazendo-o gritar de dor. Abaixou-se, levantando sua camiseta e fazendo um profundo corte na diagonal de seu quadril ate seu ombro, repetindo do outro lado, de modo que fizesse um X, por um descuido, um pouco de sangue espirrou sobre seu corselet, o veneno parecia ter feito efeito sobre suas veias, já que o mortal estava completamente paralisado. Colocou maléfica de lado, e retirou a adaga de suas costas, e com sua perna, o virou observando seu olhar visivelmente assutado. Iria morrer com honra, pensou ela, ele estava calado, não gritando como uma mariquinha pela morte rápida. Com dua mão direita, elevou a adaga e com toda a força que encontrou a fincou no peito do rapaz, espirrando sangue para todo lado, tendo a maior parte concentrada em si mesma, e sorriu com aquilo. Uma espécie de demônio possuía a alma da garota, um demônio que ela não pretendia que a abandonasse, que não teria controle, estaria a mercê do seu demônio interior e seria ele agora a quem seria devota, claro, depois de Alexia. Limpou suas armas na calça jeans do garoto e as guardou na mochila, saindo rápido pela porta dos fundos antes que as autoridades locais tomassem a frente do acontecimento.
Fora do local estava ventando forte, um vento cortante que chegava a quase uivar em seus ouvidos. Com pressa, assoviou, vendo um grande cavalo alado sair da escuridão, apresentando-se a sua dona, que afagou sua crina e montou nele com cuidado, para que sua bota não o ferisse e sussurrou para ir na direção do Acampamento Meio-Sangue. O cavalo pegou impulso e saiu voando rápido e alto, escondendo-os nas nuvens. Hidrox estava realmente rápido naquele dia em questão e mal Dianna percebeu quando estavam pousando na Colina, após o impacto com o solo, desceu do pégaso, deixando sua mochila sobre ele e foi andando na busca do Justiceiro, não achando-o, sentou-se embaixo de uma árvore, escondendo-se dos semideuses que faziam a patrulha na fronteira, seus olhos oscilavam entre o verde e o negro, uma batalha dentro de si sobre quem a dominaria.

Armas Levadas:




† Chicote Elétrico (Se transforma em um cinto) [By Afrodite] (Preso à cintura)
† Midnight (Adaga de aço. Leve e equilibrada. Detalhes grafitados em azul claro. Sua lâmina está envenenada com paralisante. (mochila)
† Maléfica (Espada metade aço e metade bronze sagrado, leve e bem equilibrada com uma coração vermelho no cabo com os dizeres: Vlaverós, muito afiada) (mochila)
† Arco com Bronze Sagrado (Preso às costas)
† Aljava com 100 flechas de bronze sagrado (mochila)

† Mochila pequena com 5 espaços







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Re: A Colina ♠Local Público Oficial♠

Mensagem por Ravyn R. Ollicourt em Sab 05 Maio 2012, 21:11



Quem acorda cedo todo dia deve considerar-se sortudo. Primeiro, porque conseguiu acordar sem morrer durante o sono. Segundo, porque conseguiu dormir. Desde muito novo, Ravyn desenvolveu insônia. Cientificamente, a insônia é um dissonia caracterizada pela dificuldade em iniciar e/ou manter o sono. Praticamente, é uma mudança completa de hábitos no semideus. Estranhamente, sua insônia ocorria sempre durante a noite e a madrugada. E não podia justificar isso ao fato de ser filho de Selene, pois seus irmãos não tinham isso. Durante a manhã e a tarde, podia dormir tranquilamente. Por sorte, seus treinos eram à noite. Por azar, todos dormiam à noite, como se é esperado. Portanto, sempre saía a noite, armado, para a Floresta. Ia matar monstros noturnos por não ter nada o que fazer, ou brincar com alguma ninfa, o que era mais raro, afinal elas também dormem à noite.

E naquela noite, não fora diferente. Após o horário de dormir, e de todos seus irmãos dormirem, saiu do chalé pela janela que fica do lado de sua cama. Colocara a Corrente de Justiceiro dentro da Mochila que ganhara de Anne Elle a pouco tempo. Estava com o colar de Eos no pescoço, a adaga de Prata na mão esquerda, a Lunar na direita, e o Escudo no braço esquerdo.

Andou pela Floresta, até sair das Fronteiras do Acampamento, na Colina Meio-Sangue. Uma harpia, que viu-o e encaminhou-se para atacá-lo, morreu com uma adaga atravessando seu crânio na velocidade da luz antes que pudesse dar um piado, virando pó. Limpou o sangue da adaga em uma folha que estava no chão. Sentou-se à sombra de uma árvore, fechando os olhos, ouvindo tudo, confiando no Sexto Sentido. Até que ouviu um pigarreio. Abriu os olhos e apontou a adaga na direção. Abaixou ao ver o que era. Uma Mensagem de Íris. E quem estava lá era Dianna. Não via-a a muito tempo, portanto sorriu.

- Há quanto tempo, prole de Selene. - Percebeu o sarcasmo. Mas assentiu do mesmo jeito. - Gostaria que permanecesse onde está neste exato momento, estou apenas terminando um afazer por aqui em Manhattan e logo estarei voando na direção do Acampamento que abandonei. Tenho um assunto a tratar por aí, mas no momento resolverei o que tenho por aqui. - Viu o sorriso na expressão dela, a adaga girando em suas mãos. A escuridão tomando os olhos esverdeados dela, a expressão fechando-se. Entendeu a conotação daquela última frase. "Dianna mudou. O mundo a mudou.", pensou. "Agora ela é tão ou mais sanguinária quanto Anne.". Balançou a cabeça, assentindo, sem falar nada contra. - Sem mais delongas, espero que avise a Diamond que estarei por aí.

Antes que ele pudesse falar algo, a Mensagem de Íris acabou. Bufou. Ficou parado ali, esperando. Até que ouviu, ao longe, longos minutos depois, o som de asas, claramente de um pégaso. Levantou-se, ouvindo os passos ritmados. Era ela, havia chegado. Mas não achou-o. Andou até onde ela estava. Viu-a sentada à sombra de uma árvore, de olhos fechados. Mantinha a Adaga Lunar na mão direita, a outra embainhada, e o Escudo no braço esquerdo. Estava parado ao lado de Dianna, sem ela perceber. Falou, simplesmente, mas revelando que era ele pela sua voz, para ela não atacá-lo:

- É incrível como o mundo muda as pessoas. - Olhou para ela e sorriu. Esperou ela olhá-lo para continuar: - A antiga Dianna praticamente substituída por uma nova, sanguinária. Ah, quanto à Diamond... bem, ela fugiu do Acampamento, que nem você. Ela é do seu tipo, que não consegue ficar no mesmo lugar muito tempo. Não sei onde ela está.

Deu de ombros, esperando a reação de sua antiga amiga. Estava com a Aura da Verdade desativada, por motivos óbvios.
Itens levados:
☽Adaga Lunar [Brilha a noite, e aumenta a agilidade dos ataques, tornando QUASE impossível de errar um ataque] {Presente de Selene}
☽Colar com Pingente de Galo (O usuário é imune à magia mental) [Presente da tia Eos]
☽Escudo negro (É feito em um ouro inexistente, negro. Inquebrável, e durante a noite, pode cegar o adversário quando este olhar para o escudo durante duas rodadas, somente uma vez)
☽ Adaga de prata sagrada [presente de Nêmesis]
☽ Mochila da Justiça (Mochila preta, com uma balança dourada desenhada) [Tem espaço infinito em si e carrega 100 dracmas para o uso em emergência] (De Anne Elle, Líder, para os justiceiros)
☽ Corrente de bronze sagrado [presente de Nêmesis]
Habilidades Importantes:
Nível 1 ~ Aura Lunar. - Os filhos de Selene tem o poder aumentado a noite, os ataques surtem mais efeito. Além disso, os filhos ficam mais camuflados e as chances de acharem-nos são menores. {Poder criado pela antiga Selene}
Nível 4 ~ Sentidos Aguçados. - Quando está a noite, os sentidos (Visão, audição, tato, olfato e paladar) dos filhos de Selene serão mais aguçados, melhor do que qualquer meio-sangue.
Nível 12 ~ Agilidade Sobrehumana. - Os filhos de Selene possuem uma rapidez completamente anormal, principalmente á noite. {Poder criado pela antiga Selene}
Nível 10 ~ Sexto Sentido ▬ Utilize seu sexto sentido para prever o perigo e a ameaça.
Nível 18 ~ Aura da Estratégia ▬ O inimigo reconhece seu poder e se embola com as estratégias, resultando em ataques fracos.

--

Nível 11 ~ Adaga Voadora ▬ Arremesse sua Adaga no inimigo na velocidade da luz. Depois ela voltará voando para você.
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Re: A Colina ♠Local Público Oficial♠

Mensagem por Dianna Callaghan em Qui 10 Maio 2012, 21:48






Nostalgia,


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Idiotas... Como poderiam ser tão idiotas aqueles que patrulhavam a fronteira? Dianna estava lá, sentada próxima a uma árvore e ninguém havia notado sua presença, uma típica falha da segurança do Acampamento e claro, Quíron não a resolvia. Cada dia mais a filha de Afrodite pensava o quão bom era não fazer mais parte daquele mundinho mais ou menos em que vivia trancada da sociedade mortal. Matar não era o tipo de coisa que gostava de fazer, aliás, apenas matara um humano por ter a irritado, sem mais nem menos. Seus hormônios fluíam e o seu demônio interior estava tomando-a por completo e pela primeira vez, seus olhos se estabilizaram, ficando negros como a escuridão e um sorriso irônico tomando-a, sua expressão era aterrorizante até mesmo no meio de sua beleza divina. Ao longe, escutou som de passos, fechando seus olhos e cerrando seus punhos com força, até reconhecer a voz doce e calma do Justiceiro de Nêmesis. Sanguinária. Fora isso que ele havia dito a ela, e por um momento a garota riu, finalmente abrindo os olhos e encarando seus olhos azuis claros que transbordavam calma e bondade, diferente dos demônios que passavam pelos seus olhos.
Ela jamais acreditou em possessão espiritual, mas que estava realmente possuída, isto era fato. Pois-se de pé rapidamente, reparando em seu corselet completamente sujo de sangue e passou suas mãos pelas curvas de seu corpo, como se as marcas de sangue a deixasse de alguma forma mais atraente, e levantou seu olhar até Ravyn, e por fim pronunciou-se:
Diamond finalmente descobrirá seu verdadeiro eu fora daqui, é assim que acontece com qualquer um, assim como aconteceu comigo. Sanguinária? Não exagere, sou apenas o que sempre fui, agora liberta. ▬ seu tom era calmo e convicto ▬ Aliás, como poderia ser sanguinária sem jamais ter matado alguém? ▬ seus olhos percorreram suas roupas, e instintivamente mordeu seu lábio inferior, vendo contradição em si mesma ▬ Esse sangue foi apenas por ter matado um animal para Hidrox alimentar-se... Bom, sem perder a cordialidade, como vai você e sua vida monótona e sem graça nesse acampamento de pessoas ingênuas e sem sal? ▬ o que havia acontecido com a Dianna insegura e fofa que haviam conhecido? Nem mesmo os deuses poderiam explicar.
Memórias vinham em sua mente naquele exato momento, entre elas, o vislumbre de Grimmjow Yuikimura sujo de sangue adentrando pela cabine, seus olhos tinham a mesma intensidade que os de Dianna tinham naquele exato momento e mesmo sem trocarem sequer uma única palavra, pôde ter certeza que o admirava de alguma forma, pela sua personalidade fria, mórbida e psicótica. Até mesmo um psicopata admiraria Grimm, ele era um exemplo de assassino, e aquilo deixara marcas na garota e agora seu demônio interior comunicava-se diretamente com aquela cena, com o fato de Dianna estar pronta para matar qualquer um que fosse, sem se arrepender depois. As emoções haviam deixado-a.

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† Maléfica (Espada metade aço e metade bronze sagrado, leve e bem equilibrada com uma coração vermelho no cabo com os dizeres: Vlaverós, muito afiada) (mochila)
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Re: A Colina ♠Local Público Oficial♠

Mensagem por Ravyn R. Ollicourt em Qui 10 Maio 2012, 22:35



A incompetência dos patrulhadores de fronteira já era algo conhecido de Ravyn. Ele saia toda noite do chalé, e ninguém via. As únicas pessoas que sabiam ele confiava, não contariam para ninguém. O mundo podia conspirar contra os semideuses, de certa forma. Nada mais justo, diga-se de passagem, afinal são todos pessoas que não deveriam existir, a maioria frutos de traições de um deus ou deusa casado com uma mortal, muitas vezes escolhida ao acaso, uma qualquer, da qual o olimpiano nunca mais se lembraria no resto da sua vida, com quase 100% de certeza. Se lembraria só de seu filho ou filha, que deveria fazer o que os deuses necessitavam mas não podiam fazer sozinhos. Mas o filho de Selene já havia se acostumado com isso. E mais, conhecia sua mãe, era amigo dela, quase não tinha ressentimentos, se não tivesse a chamaria, realmente, de "mãe", com todo o amor que um filho pode ter por seu progenitor.

Sabia que a situação de muitos de seus irmãos, e dos outros semideuses, era completamente diferente. Esse pensamento fê-lo se lembrar de seu pai, morto por ele ser um semideus. Afastou o pensamento, voltando a se concentrar em Dianna. Viu ela passar as mãos pelas suas curvas, de certa forma passando o sangue, que só agora Ollicourt percebeu. Era uma mania dela, ele sabia, por ser filha de Afrodite. Mas, mesmo assim, seu colar reagiu pelo movimento, brilhando um pouco mais intensamente por dentro da roupa que ele usava. Ela não veria.

- Diamond finalmente descobrirá seu verdadeiro eu fora daqui, é assim que acontece com qualquer um, assim como aconteceu comigo. Sanguinária? Não exagere, sou apenas o que sempre fui, agora liberta. Aliás, como poderia ser sanguinária sem jamais ter matado alguém? - O semideus conteve um riso com a ironia que ela fez. Dianna tinha seu humor sarcástico, que fazia-o rir de vez em quando, realmente. O sangue em sua roupa desmentia. - Esse sangue foi apenas por ter matado um animal para Hidrox alimentar-se... Bom, sem perder a cordialidade, como vai você e sua vida monótona e sem graça nesse acampamento de pessoas ingênuas e sem sal?

Sabia perfeitamente que ela mentira. Mesmo com a Aura da Verdade inativa, aprendera a notar na expressão das pessoas esse tipo de coisa. Até porque, aquele com certeza não era sangue animal. Enfim, deixou passar. Sempre deixava passar para quem confiava.

- Se queres cordialidade, vamos conversar na frente de Quíron! - Ironizara, em parte para fazê-la descontrair um pouco, em parte para mostrar que não precisava ser cordial com ele. - Enfim, a vida vai tranquila. Tu sabes que eu fico aqui por causa das amizades que fiz, e do meu namoro. Mas não que eu saia de vez em quando, em missão, ou por conta própria. E você, como vai no seu novo eu? Conseguindo sobreviver com dignidade, dinheiro e as coisas que todo mundo deseja?

Sabia a resposta. Mas perguntara para retrucar a retórica. Só então percebeu o negro nos olhos verdes dela. Sabia exatamente o que aquilo queria dizer. Que a Dianna de antes lutava contra seus próprios "demônios", por assim dizer. Seu lado malévolo, que sabia que era o que dominava no momento. Afinal, ela havia acabado de assassinar uma pessoa. Já sabia como era aquilo. No treino com Anne Elle, revelara seu lado sanguinário, vingativo. E desde então, em todas as lutas, era assim. Uma pessoa completamente diferente. Nada ingênuo, nada amoroso, nada complacente. Era mortal, sanguinário, gostava de fazer o inimigo sofrer antes de morrer. Mas ele conseguia manter aquele lado sob controle. A filha de Aphrodite teria que aprender a domar aquele seu lado, sozinha.
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☽Adaga Lunar [Brilha a noite, e aumenta a agilidade dos ataques, tornando QUASE impossível de errar um ataque] {Presente de Selene}
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☽Escudo negro (É feito em um ouro inexistente, negro. Inquebrável, e durante a noite, pode cegar o adversário quando este olhar para o escudo durante duas rodadas, somente uma vez)
☽ Adaga de prata sagrada [presente de Nêmesis]
☽ Mochila da Justiça (Mochila preta, com uma balança dourada desenhada) [Tem espaço infinito em si e carrega 100 dracmas para o uso em emergência] (De Anne Elle, Líder, para os justiceiros)
☽ Corrente de bronze sagrado [presente de Nêmesis]
Habilidades Importantes:
Nível 1 ~ Aura Lunar. - Os filhos de Selene tem o poder aumentado a noite, os ataques surtem mais efeito. Além disso, os filhos ficam mais camuflados e as chances de acharem-nos são menores. {Poder criado pela antiga Selene}
Nível 4 ~ Sentidos Aguçados. - Quando está a noite, os sentidos (Visão, audição, tato, olfato e paladar) dos filhos de Selene serão mais aguçados, melhor do que qualquer meio-sangue.
Nível 12 ~ Agilidade Sobrehumana. - Os filhos de Selene possuem uma rapidez completamente anormal, principalmente á noite. {Poder criado pela antiga Selene}
Nível 10 ~ Sexto Sentido ▬ Utilize seu sexto sentido para prever o perigo e a ameaça.
Nível 18 ~ Aura da Estratégia ▬ O inimigo reconhece seu poder e se embola com as estratégias, resultando em ataques fracos.

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Re: A Colina ♠Local Público Oficial♠

Mensagem por Ianna D. Belikov em Sab 12 Maio 2012, 18:13

Tears…

…Aren’t What I Need





É, a vida não se resume a parecer bem. Eu estava tão acostumada a fingir que nada havia acontecido que já começava a cair em minhas mentiras. Ninguém havia notado o quanto eu estava abalada após aquele acontecimento. Dirigi-me à Colina. Eu precisava ficar só e rever minhas prioridades. Eu estava fazendo bem para aqueles que me queriam por perto? Não confiava nem um pouco neles. Eu não precisava de amigos naquele momento. Só minha consciência já valia por uma dúzia deles. Mas, para o meu bem, já havia aprendido a calar a boca dela de vez em quando. Logicamente, os patrulheiros nem me notaram. Encostei-me em uma árvore e sorri. Sabia que se alguém visse aquele sorriso, notaria que eu não me encontrava em meu estado de espírito habitual. Eu não me importava com mais nada. Aliás, não me importava com mais ninguém. Olhei para o chão. Algumas folhas espalhadas me chamaram a atenção. Abaixei-me e peguei uma delas. Uma simples folha, já amarelada. Encontrei nela mais do que queria.

Naquela folha, via o tempo que passei com meu pai, que não fora muito. Quando íamos ao sítio, ele me fazia escalar as árvores porque dizia que a melhor vista era aquela onde ninguém mais alcançava. Senti meus olhos ficarem úmidos. Larguei a folha. Não. O que eu precisava não era sentimentalismo. O que eu precisava? Só havia uma maneira de descobrir. E eu ainda não havia descoberto essa maneira. Sentei-me no chão e pus as mãos na cabeça. O que eu faria? A sensação de que algo faltava não queria me abandonar. Lágrimas escorreram. Eu não podia ser delicada naquele momento. Observei o local. Ninguém, até aquele momento. Não queria que me vissem daquele jeito. Mas eu sabia quem poderia colocar ordem na confusão de meus pensamentos. Ele era a única pessoa que talvez fugisse à regra da falta de importância.



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Re: A Colina ♠Local Público Oficial♠

Mensagem por Dianna Callaghan em Dom 13 Maio 2012, 16:37






I want


kill everybody in the world






Dianna queria testar a patrulha da fronteira, queria ver até onde a incompetência deles iriam, seria possível acontecer um homicídio por ali sem notarem? Não haveriam problemas para ela, e quanto a Ravyn, quem suspeitaria de uma alma tão boa como ele?
Com tais pensamentos em mente, assoviou, chamando pelo seu pégaso que saiu de trás da árvore quase imperceptível na escuridão da noite com sua pelagem negra, e relinchou baixo ao ver Ravyn na frente de sua dona. Seus dentes estavam sujos de sangue, assim como sua dona estava suja com sangue e ela, ao perceber tal coincidência sorriu, acariciando o dorso do animal até chegar onde estava presa sua mochila, de onde retirou sua adaga que ainda estava manchada com o sangue do atendente que matara há poucas horas. Esse feito seria suficiente para convencer Ravyn que Dianna estava preparada para uma atividade hostil, mas manipulada por aquele ser demoníaco que a dominava. A garota escutou o som de choro, e pelo que pode perceber, vinha de uma de suas meias-irmãs. Um sorriso malicioso formou-se no canto de seus lábios e uma ventania percorreu o local. Como podiam suas irmãs serem tão sentimentais? Será que não haviam aprendido a lidar com seus sentimentos e ignorá-los de uma vez?
Sua mão direita apertou-se na adaga e sua mão esquerda repousou sobre seu cinto. Até mesmo sua esclera havia tornado-se negra, aquilo era realmente assustador. Mas de alguma forma, ainda era bonito, era algo admirável de se observar. Uma garota tão atraente dominada por um demônio interior, e ele não havia controle.
Merde! Je sens la présence de Clueless ici... ▬ resmungou em francês, o primeiro idioma que aprendeu ▬ Acredito que educação é algo que deva ser preservado, e no caso, ainda acho que és alguém que eu deveria tratar com cordialidade. Me pergunto como Egípcia ainda consegue namorar com você... Um rapaz tão dócil... ▬ seu dedo indicador que repousava sobre seu cinto agora estava no queixo do Justiceiro, fazendo-o olhar diretamente para si, e em uma clara demonstração de controle, seus olhos voltaram para sua cor de nascença, tão azuis quantos os de Ravyn e um sorriso tão angelical que chegaria a dar inveja até mesmo em Afrodite, como estava linda aquela garota! ▬ Dinheiro é o que não me falta, meu pai havia deixado sua fortuna completamente para mim, e a minha mãe de criação não fez diferente. Digamos que tenho dinheiro para poder deixar à minha terceira geração, e ainda assim viveriam com luxo. Mas para o mundo de uma semideusa toda esta fortuna é desnecessária, já que não há como convertê-la em dracmas, a não ser por um cassino que conheci em Vegas, é administrado por uma filha de Hécate e nele convertem dinheiro mortal por dracmas, mas claro, apenas se ganhar o jogo. Bom, considero minha vida bem digna... Quem não consideraria, não é mesmo? ▬ a garota riu descontraidamente, não tinha intenções de se gabar e não havia o feito, mas a verdade dava tal impressão.
O som do choro que a garota próxima a eles tentava desabafar era demasiadamente irritante, e logo Dianna apertou com mais força ainda Midnight. Hidrox estava comendo o capim baixo da colina, mas estava atento para qualquer fuga imediata de sua mestra. Ela havia percebido que o colar dele brilhava a cada vez que fazia um ato mais sensual e provocativo e consigo mesma pensava em como iria persuadi-lo a deixá-la matar alguém se não poderia seduzi-lo a prestar atenção em seu tom de voz persuasivo e doce. Ele jamais a deixaria cometer tal ato em sua frente, mesmo porque não havia justiça em tal morte, a não ser pelo ódio que Dianna nutria sobre todos seus irmãos. Seus olhos novamente tornaram-se negros, mas apenas a íris, sem interferir em sua esclera, ou parte branca, como muitos a chamavam.

Armas Levadas:




† Chicote Elétrico (Se transforma em um cinto) [By Afrodite] (Preso à cintura)
† Midnight (Adaga de aço. Leve e equilibrada. Detalhes grafitados em azul claro. Sua lâmina está envenenada com paralisante. (Agora em mãos)
† Maléfica (Espada metade aço e metade bronze sagrado, leve e bem equilibrada com uma coração vermelho no cabo com os dizeres: Vlaverós, muito afiada) (mochila)
† Arco com Bronze Sagrado (Preso às costas)
† Aljava com 100 flechas de bronze sagrado (mochila)

† Mochila pequena com 5 espaços







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Re: A Colina ♠Local Público Oficial♠

Mensagem por Ravyn R. Ollicourt em Dom 13 Maio 2012, 18:29



Ravyn viu Dianna assoviando, chamando seu pégaso. Hidrox, um pégaso negro. Viu ele relinchar para si e sorriu de leve. O sorriso sumiu quando percebeu que ele estava com o focinho avermelhado de sangue. Provavelmente se alimentara de algum animal, ou algo assim. Combinava com a dona, com sangue por toda a sua roupa. Ficou observando a filha de Afrodite acariciar a pelagem negra do animal, pegando uma adaga de dentro da mochila. Estava suja de sangue. Realmente, ela estava pronta para matar alguém. Coincidentemente, ouvia um som de choro próximo. Não conseguiu definir de quem era. Mas viu um sorriso malévolo se formar entre os lábios da amiga, um sorriso que só quem estivesse pronta para ser hostil poderia fazer.

Percebeu que a esclera dela estava negra, assim como sua íris. Estava realmente dominada pelo seu demônio interior, o que era até irônico, pois Dianna sempre fora confiante de si mesma. Ela estava descontrolada, até para ela própria. Anne Elle era, em essência, sanguinária. Dianna não, ela era pacífica até. O demônio interior poderia fazer muitos estragos na personalidade de uma pessoa. E essa pessoa deveria vencê-lo sozinha. Era o caso de Callaghan.

- Merde! Je sens la présence de Clueless ici... Acredito que educação é algo que deva ser preservado, e no caso, ainda acho que és alguém que eu deveria tratar com cordialidade. Me pergunto como Egípcia ainda consegue namorar com você... Um rapaz tão dócil...

Sentiu o dedo indicador dela em seu queixo, sujando-o um pouco do sangue que estava no dedo. Não resistiu à intenção dela, olhando-a diretamente. Percebeu ela oscilar no controle, agora seus olhos tão azuis quanto os dele próprio, um sorriso angelical no rosto. Esse último lembrou-lhe Andy. Então a ficha caiu. Seria ela ali, chorando? Não tinha como saber, e não podia se afastar de Dianna no momento. E quanto à Egípcia... não via-a a um certo tempo. Quando ele estava na floresta, ela não o chamara, não o abordara. Sentia certas saudades, decidiu ir ele procurar ela no dia seguinte. Ouve o assunto mudar:

- Dinheiro é o que não me falta, meu pai havia deixado sua fortuna completamente para mim, e a minha mãe de criação não fez diferente. Digamos que tenho dinheiro para poder deixar à minha terceira geração, e ainda assim viveriam com luxo. Mas para o mundo de uma semideusa toda esta fortuna é desnecessária, já que não há como convertê-la em dracmas, a não ser por um cassino que conheci em Vegas, é administrado por uma filha de Hécate e nele convertem dinheiro mortal por dracmas, mas claro, apenas se ganhar o jogo. Bom, considero minha vida bem digna... Quem não consideraria, não é mesmo?

Balança a cabeça, em discordância. A vida de um semideus não era digna. Com certeza não era. Corriam no mínimo umas dez vezes mais risco que um humano em uma favela segurando uma placa "Eu odeio os traficantes". Mas não externou isso, ela saberia no que ele pensava. Por causa do dedo dela, continuava olhando em seus olhos, mas ouviu, pela audição aguçada, que ela apertara ainda mais a adaga, se controlando para não pular em quem quer que estivesse chorando ali perto. Percebeu os olhos dela tornarem a ficar negros, mas são a íris. Falou:

- Dianna, não ataque seja lá quem estiver chorando. Sério, ela não sabe que estamos aqui. Podemos montar em seu pégaso e conversarmos lá em cima, para ela não nos incomodar... você já matou o suficiente por uma noite. - Ela não tinha margem para reclamar que não havia matado ninguém. Era óbvio que tinha.
Itens levados:
☽Adaga Lunar [Brilha a noite, e aumenta a agilidade dos ataques, tornando QUASE impossível de errar um ataque] {Presente de Selene}
☽Colar com Pingente de Galo (O usuário é imune à magia mental) [Presente da tia Eos]
☽Escudo negro (É feito em um ouro inexistente, negro. Inquebrável, e durante a noite, pode cegar o adversário quando este olhar para o escudo durante duas rodadas, somente uma vez)
☽ Adaga de prata sagrada [presente de Nêmesis]
☽ Mochila da Justiça (Mochila preta, com uma balança dourada desenhada) [Tem espaço infinito em si e carrega 100 dracmas para o uso em emergência] (De Anne Elle, Líder, para os justiceiros)
☽ Corrente de bronze sagrado [presente de Nêmesis]
Habilidades Importantes:
Nível 1 ~ Aura Lunar. - Os filhos de Selene tem o poder aumentado a noite, os ataques surtem mais efeito. Além disso, os filhos ficam mais camuflados e as chances de acharem-nos são menores. {Poder criado pela antiga Selene}
Nível 4 ~ Sentidos Aguçados. - Quando está a noite, os sentidos (Visão, audição, tato, olfato e paladar) dos filhos de Selene serão mais aguçados, melhor do que qualquer meio-sangue.
Nível 12 ~ Agilidade Sobrehumana. - Os filhos de Selene possuem uma rapidez completamente anormal, principalmente á noite. {Poder criado pela antiga Selene}
Nível 10 ~ Sexto Sentido ▬ Utilize seu sexto sentido para prever o perigo e a ameaça.
Nível 18 ~ Aura da Estratégia ▬ O inimigo reconhece seu poder e se embola com as estratégias, resultando em ataques fracos.

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Re: A Colina ♠Local Público Oficial♠

Mensagem por Dianna Callaghan em Dom 13 Maio 2012, 19:30






I want


kill everybody in the world






A adaga começava a machucar a mão da garota de tanto que a apertava, ela estava com um ódio profundo da garota que chorava e ainda por cima estava começando a criar controle sobre aquele que a dominava, confundindo completamente ela. Então lembrou-se de um par de olhos esverdeados e naturalmente acalmou-se. Diamond. O que a filha de Melinoe pensaria ao ver sua melhor amiga em tal estado? Aquilo a preocupou e finalmente seus olhos azuis voltaram a brilhar, dessa vez preenchidos por lágrimas e em um suplico disse ao amigo:
Ravyn, me ajude. Você não sabe o quão difícil é isso... O quanto eu estou sofrendo... Ele quer me dominar, eu estou fingindo ser forte... Mas eu não sou. Aqui dentro ▬ apontou para si mesma ▬ está acontecendo uma luta tão feia. Eu versus meu alter ego. Você sabe que eu não sou assim, você sabe que também não sou tão dócil quanto estou sendo agora ▬ afrouxou um pouco a adaga em suas mãos ▬ Por favor, me ajude! Eu preciso encontrar a Diamond, só ela vai poder me ajudar a me controlar. É ela o meu controle, meu ponto fraco, meu ponto forte. É por ela que vivo agora e se não fosse por ela, eu estaria morta há muito tempo. ▬ sua mão livre foi até seu rosto, enxugando lágrimas que queriam sair de seus olhos. O incrível mar azul querendo transbordar.
Aquela era a verdade. Por trás de toda a muralha que havia criado, ainda existia a verdadeira Dianna e ela lutava contra a nova. Talvez nunca existiu demônios dentro de si, talvez fosse apenas o confronto de suas personalidades fazendo-a virar a verdadeira garota de duas caras. Ela precisava de ajuda, e o mais rápido possível.
A garota montou em Hidrox e lançou um olhar sugestivo para Ravyn:
Não estou te pedindo para abandonar o acampamento, pois eu sei que isso você não o faria, mas quero que vá comigo em busca dela, eu preciso de salvação. Não posso ser como a Anne Elle, não quero viver a amargura de meus sentimentos com o objetivo de matar a todos no mundo... Você vem, apenas para me acompanhar?

Armas Levadas:




† Chicote Elétrico (Se transforma em um cinto) [By Afrodite] (Preso à cintura)
† Midnight (Adaga de aço. Leve e equilibrada. Detalhes grafitados em azul claro. Sua lâmina está envenenada com paralisante. (Agora em mãos)
† Maléfica (Espada metade aço e metade bronze sagrado, leve e bem equilibrada com uma coração vermelho no cabo com os dizeres: Vlaverós, muito afiada) (mochila)
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Re: A Colina ♠Local Público Oficial♠

Mensagem por Ravyn R. Ollicourt em Dom 13 Maio 2012, 20:50



Ravyn viu os olhos azuis de Dianna voltarem. Ela estava em uma tremenda disputa interna, ele sabia. Viu lágrimas preencherem o canto de seus olhos, começarem a escorrer. E a súplica dela:

- Ravyn, me ajude. Você não sabe o quão difícil é isso... O quanto eu estou sofrendo... Ele quer me dominar, eu estou fingindo ser forte... Mas eu não sou. Aqui dentro está acontecendo uma luta tão feia. Eu versus meu alter ego. Você sabe que eu não sou assim, você sabe que também não sou tão dócil quanto estou sendo agora. Por favor, me ajude! Eu preciso encontrar a Diamond, só ela vai poder me ajudar a me controlar. É ela o meu controle, meu ponto fraco, meu ponto forte. É por ela que vivo agora e se não fosse por ela, eu estaria morta há muito tempo.

Nunca vira-a chorar. Mas sabia que a luta contra o demônio interno pode levar ao desespero, e era exatamente nesse ponto que ela estava chegando. Enquanto ela enxugava as lágrimas, falou:

- Dianna, eu sei como é. Não esqueça que, como Justiceiro, sei bastante de mente. Sei exatamente quanto é difícil essa tua luta contra teu alter-ego. Você é forte, você vai conseguir vencê-lo.

Estava inclinado a não sair do Acampamento, mas o jeito como ela falava... Viu ela andar até Hidrox, montando nele. Sabia que ela queria que ele saísse do Acampamento com ela, antes mesmo de ela falar, antes de mesmo de olhar sugestivamente para ele.

- Não estou te pedindo para abandonar o acampamento, pois eu sei que isso você não o faria, mas quero que vá comigo em busca dela, eu preciso de salvação. Não posso ser como a Anne Elle, não quero viver a amargura de meus sentimentos com o objetivo de matar a todos no mundo... Você vem, apenas para me acompanhar?

Anne Elle. Não, ela não era Anne Elle. Sabia o quanto a sua líder era sanguinária, não conseguia ver a filha de Afrodite daquele modo. Sentia que, se ele não estivesse lá, no meio do voo ela seria dominada e mudar a rota. Seria completamente dominada. Podia não conseguir ajudá-la completamente com seus poderes, mas queria estar lá para dar apoio para ela. Acabou cedendo:

- Vou sim.

Então andou até o pégaso, montando atrás dela. Colocou dois dedos de uma mão em cada têmpora dela e fechou os olhos. Concentrou-se nos pensamentos dela, tentando ver como estava a situação. Ela saberia o que ele fazia.
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Nível 1 ~ Aura Lunar. - Os filhos de Selene tem o poder aumentado a noite, os ataques surtem mais efeito. Além disso, os filhos ficam mais camuflados e as chances de acharem-nos são menores. {Poder criado pela antiga Selene}
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Nível 10 ~ Leitura de mentes II ▬ Você agora tem certo controle, podendo não escutar mentes. Porém, você não tem a capacidade de achar o que quer na mente da pessoa e sim ver o que ela pensa no momento.
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Re: A Colina ♠Local Público Oficial♠

Mensagem por Dianna Callaghan em Sab 19 Maio 2012, 18:30






My story


in a way that nobody knew






Dianna acariciou o dorso de Hidrox e esticou-se um pouco, sussurrando para que voasse, sem direção, apenas iriam sair Estados Unidos afora procurando por uma garota que poderia ficar invisível. Claro, nada na vida de um semideus é fácil e na vida de Dianna, tudo era três vezes mais difícil. Ela havia cometido alguns crimes durante sua vida, infringido leis no continente americano e no continente europeu, mas nada disso perturbava sua consciência, nem mesmo se por um segundo sua vida passasse ao redor de seus olhos.
Diannè Fontaine Delacour, ou como é conhecida hoje, Dianna Callaghan, sempre foi alguém de muitos mistérios, pouco se sabe sobre ela. Mas não porque ela oculta tais coisas e sim por nunca a questionarem. Sua vida era como um livro aberto, mas que só os muito curiosos e corajosos chegavam a lê-lo, mas por ser uma história deveras grande, jamais saíram do prólogo.
O pégaso negro correu e logo bateu suas asas, subindo alto e rápido, camuflando-se nas nuvens. Uma e meia da manhã. Como o tempo passava rápido... A garota prendeu seus longos cabelos negros, deixando a mostra uma pequena marca circular em seu ombro e os olhos que estavam completamente azuis como um céu limpo, agora estavam negros novamente e um risinho baixo fora abafado por uma mordida no canto esquerdo do seu lábio inferior, guiando Hidrox para o horizonte.

Armas Levadas:




† Chicote Elétrico (Se transforma em um cinto) [By Afrodite] (Preso à cintura)
† Midnight (Adaga de aço. Leve e equilibrada. Detalhes grafitados em azul claro. Sua lâmina está envenenada com paralisante. (Agora em mãos)
† Maléfica (Espada metade aço e metade bronze sagrado, leve e bem equilibrada com uma coração vermelho no cabo com os dizeres: Vlaverós, muito afiada) (mochila)
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Re: A Colina ♠Local Público Oficial♠

Mensagem por Cannabis em Qui 24 Maio 2012, 22:07


tagged: Aparece alguém!

clothes: this

notes: Na colina

Humor: Alegre
Seraphic Faling

Eu fui em direção à colina e esperei que alguém viesse. Sentei-me na grama e olhei para os limites do Acampamento. Vi, ao longe, dois campistas voando em um pégasus. Eu os invejei. Sempre quis saber voar, mas sabia que não era coisa para uma dríade.
Fechei os olhos e deitei-me na grama.
Tive um sonho bom. Tocava as nuvens. Sentia o vento. Eu estava feliz. Gostava da sensação. Meu sonho havia se realizado. Eu voava. Um leve sorriso pairou em meus lábios no meu sono.
Abri os olhos e vi que um passarinho azul me olhava. como era bonitinho!
Eu o peguei e assobiei baixinho. Ele imitou meus acordes.
Sorri e comecei a cantar. Era uma música em japonês, uma de minhas favoritas.
Acesse se quiser ouvir a música:
http://www.youtube.com/watch?feature=player_detailpage&v=iEPOhEpLjnE#t=37s
Após a música terminar, esperei o pássaro pensar um pouco. em pouco tempo, ele começou a entoar os acordes. Ri feliz. ele então teve que ir, sua mãe o chamava. Um pouco decepcionada, deixei ele ir.
Agora eu estava sozinha.
Cannabis
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Re: A Colina ♠Local Público Oficial♠

Mensagem por Panôma D. Zhang em Sab 02 Jun 2012, 15:53

Pirei a espada de sua garganta mais ainda apontando para ele disse;
- vire para a arvore. – com um tom serio , e apontando minha espada pra ele .
- BÉÉÉÉEÉ, abaixa esta belezinha ninguém vai querer sair ferido,- ele disse com um sorrizo bobo nos lábios e com uma cara de charme e não se virou .
Fiquei encarando-o por poucos segundos até que levantei AtacausPegasus e fiz um corte em seu braço e na sua barriga. Ele emitiu aquele barulho novamente e virou para a parede, então indagou:
- Cuidado com essa espada , sua maluca. Que matar o satiro mais gostozo e charmoso do mundo ?! faz isso não,senão não terá diversão pra você . – disse ele virando e colocando as maos na cabeça .
O revistei rápido e nisso lembrei do que minha avó disse : “ (..) você encontrará um satiro .. “ , afastei esta ideia de minha cabeça, ele se virou e fomos andando, ele na minha frente dizendo coisas sobre a natureza, tortillas e latas de alumínio, continuei andando sem dizer um piu, até que uma voz em minha cabeça começou a dizer,parecia estar distante e vir la de longe. “ Sua morte está perto, vou ter um prazer de tortura-la e mata-la depois come-la .. “ e ainda em minha mente respondi com um tom sarcástico “ não vai gostar do gosto “ , continuei andado com minhas flechas em minha costas e a arma na mao, até que chegamos .. no NADA ! , via-se somente verde e flores,mais algo lá encima na colina estava brilhante, aquilo seria “um velocino ? “ , continuamos andando,até que me deparo com um dragao gigante, roncando, enroscado naquele pinheiro , protegendo o velocino,lá de cima,você via um local com vários chalés, campos de morango, mar , e muitos .. muitos campistas. Até que sorridente o Gregorion disse;
-Bem vinda , ao acampamento meio sangue!
Fomos andando e eu fui admirando e minha espada de um jeito fico bem mais pesada,consegui segura-la até que passamos pela entrada, alguns campistas acenavam mais eu desviava o olhar e ficava andando como uma soldada,teria que intimida-los, até que fomos em um lugar onde tinha dois velhos, um com cara de bêbado e outro com uma grande barba em uma cadeira de rodas.
- Quem é está ? – disse o senhor com cara de bêbado.
- Pa.. Panôma, Lord Dionisio, está que estava vindo de Washigton.-HN... – disse o caro cujo se chamava Dionisio – esperava melhores este ano. Parei e pensei por um momento até que disse;
- E eu pensei,que não podia entrar bêbados neste acampamento.- depois dei um sorrizo , até que seu tom ficou mais rusto.
- Não me trate assim menina, você não sabe do que sou capaz. – Disse ele pondo-se de pé.
- Eu sei que se você ficar 2 segundos em pé vai ser muito.
- Parem os dois. – disse o homem barbudo. – Minha jovem, apresento-lhe Dionisio, o deus das bebibas e loucuras.- Já é de se esperar.. – sussurrei
Venha , vou lhe mostrar o acampamento. Prazer Quiron-- disse apertando a minha mao,quando ele levantou tornou a forma de um cavalo, um cavalo com um maior traseiro. Fomos andando em vários lugares, ele me amostrou tudo, degustei de alguns morangos e fomos saté um chalé antigo, e ele disse -aqui é seu lugar.
Entrei lá tinha saco de batatas e latas de refrigerantes jogadas,varias pessoas nos chão em seus sacos de cama, levando suas espadas pra lá e pra cá, até que me olharam com cara feia. E Quiron com uma decepção em sua voz disse:
-Você ficará aqui , até que seu pai a reclame. – disse fechando a porta atrás de mim. E no final da sala veio um menino morenos,fortes,com olhos verdes e disse:
- Bem vinda ao Chalé de Hermes,sou Taylor. É um prazer te-la em nosso chalé, você pode ficar com aquele espaço ali do chao.- apontou um lugar que eu teria sorte,se me cabeçe sentada ( .. )

~~

AtacausPegasus - espada que ganhei de meu pai quando era pequena, minha avó me derá antes de morrer, faca de bronze celestial, banhadas no rio Lete, se você nao se desentegrar,você esqueçerá de tudo sobre você e sua vida. Feri mortais e imortais , tem uma mini cabeça de Medusa no cabo dela, pois significa: Guerreira.
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Re: A Colina ♠Local Público Oficial♠

Mensagem por Dattolo Di Gracci em Qua 11 Jul 2012, 12:47

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THE DEATH IS GONE
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Sorria histericamente, como se fosse uma risada de escárnio. Sannder, um garoto nada normal, estava na colina do acampamento meio-sangue - depois de muita correria. Se quisesse fugir, ninguém perceberia - pois, poucas pessoas ficavam tomando conta das fronteiras. O Acampamento era tão imprudente em tudo, que não pareciam ser deuses que tomavam conta do lugar mais "seguro" para um semideus. O filho de Athena estava revoltado com todos e com tudo e por isso balançava sua lança fortemente, sem deixar que ela oscilasse, como se quisesse provar o sangue de uma pessoa. Não muito longe sentia que uma pessoa o acompanhava - ou não, poderia ser só seu instinto de louco - e a vontade de matar somente passava para uma necessidade.

Na sua mochila, estava seus equipamentos que seriam usados em uma batalha - que logo aconteceria, a vontade demonstrava isso - uma Faca de Bronze, uma Adaga Rápida, e um Escudo de Bronze Sagrado, deixando a mochila bem ocupada. O peso não importava muito, pois só o brilho da lança que reluzia, dava forças para o garoto seguir andando calmamente. Os passos calmos e longos não davam tanta velocidade quanto uma corrida, porém não cansava tanto quanto a mesma. Ainda absorto em seus pensamentos, quase foi acertado por um passarinho que voava em busca da mãe, um pouco na frente do mesmo. Por sorte, não iria matar um passarinho maluco. Algo o dava atenção e de onde ele vinha, provavelmente. A prole de Athena sorriu, tomando a direção contrária do pássaro, lambendo os lábios.

Retirava seu Rayban da gola da camisa, e o colocava nos olhos. Sorria, vendo um corpo deitado ao gramado verde da Colina. Em outras ocasiões, seria belo. Mas na situação que a seguir, iria começar... Moveu-se lentamente, enquanto retirava algo de sua mochila. Parecia idiota, visto de um ponto, mas era um bom estrategista. Retirou a adaga rápida e o escudo, prendendo o mesmo no antebraço e levando a lança até a mão. Com a outra mão livre, pegou a adaga. Tinha uma certa habilidade com a mesma, já que era uma arma de curto alcance. A lançou com rapidez, visando acertar o crânio da mesma. Pela aparência, deveria ser uma dríade. Sannder não tinha nem mesmo pena da mesma, fruto daquele mundo corrupto e desgraçado. Agora queria punir a todos que o colocara naquele meio.

Assim que disparou a adaga, jogou a lança para a outra mão livre e começou a correr na direção da garota. Girou a lança, para que pudesse bater na mesma com o cabo da arma. Então depois de girar, continuou o movimento até que tentasse bater na mesma com o cabo. Era incrível como se movia delicadamente, como se estivesse no jogo de vida ou morte - e estava mesmo -, cuidando de cada segundo para não errar. O modo que se movia, era gracioso. Girou a lança novamente, para deixar a lâmina apontada para a garota. Tentou pisotear a barriga da mesma, para prendê-la e logo perfurar a lança na cabeça da mesma.

Coitadinha da Árvore. ▬ falou ao tom do escárnio, sorrindo ▬ Quero mais é que todos morram. E se for pela minha vontade, que sejam pela minha lâmina. ▬ retirou a lança e chutou o corpo desfalecido - ou não - da Dríade.

Pulou para o lado, com nojo do corpo e com o pensamento estranho na mente. Milhares de pensamentos passavam pela mesma, é claro, mas nenhum se concretizava do jeito que ele realmente queria. A Dríade, coitada, deveria ter uma vida fofinha de arco-íris e unicórnios idiotas e nojentos. Sannder se transformara no monstro que se banhava ao sangue, cada vez mais querendo ver mortes. Por hora, estava um pouco triste também e confuso. Matar um espírito da natureza é tão ridículo e sem nexo, que nem ele mesmo ficou feliz ao ver os gemidos e arquejos indefinidos de dor. Os gritos de quando matara sua família ainda ecoavam no pensamento e queixava-se por ter tão pouca idade.

Chutou o corpo, enquanto procurava a Adaga Rápida. Assim que a encontrava, fazia mais alguns ferimentos na barriga da Dríade, demonstrando a fúria nos punhos selvagens. Limpou a Adaga, depois dos golpes, no corpo da Dríade e então a guardou na mochila. Por último, exibiu o escudo aos céus e praguejou algo em grego antigo, que nem ele mesmo entendeu. Bateu a lança no escudo três vezes, com os olhos fechados e com os ouvidos prontos para qualquer movimento que pudesse ouvir, alertado. Voltou-se para a Dríade que agora odiava e então sorriu, depois ficando com um olhar raivoso.

Ah, volte para seu mundo idiota. Aproveite e chute a bunda de todos os outros espíritos da natureza. ▬ vociferou com a voz fria, ao maior estilo de deboche. Ajeitou o Rayban negro que tinha aos olhos e então os jogou para trás, enquanto andava. ▬ Deixe que a vida me leve para outra morte.

Andou por alguns segundos, limpando a ponta da lança ao chão, limpando para que voltasse ao chalé sem nenhuma suspeita. Realizou o que queria. Ver uma morte é mais que um momento. É um sentimento que corrompe a pessoa por dentro e a torna viciada em sentir a mesma coisa novamente. Uma experiência um tanto boa quanto perigosa. Não era nada do que esperava novamente, pois na primeira vez que sentira - além disso -, passou pelo medo e ainda tem pesadelos, ganhou um verdadeiro trauma. O ódio somente estava aumentando e crescendo no meio-sangue. E em pouco tempo, nem mesmo os seus maiores amigos poderiam segurar o tranco.


Armas:
- Faca de Bronze [Inicial]
- Adaga Rápida
- Escudo de Bronze Sagrado [By: Athena]
- Lança de ouro, réplica da de Athena [By: Athena]

Poderes:
Ativos:
Ataques Certeiros - Um complemento da habilidade passiva. Sempre que essa habilidade estiver ativa, seu golpe vai ter uma porcentagem maior de um dano crítico, contando com "Os Golpes Certeiros".*

→Duração do efeito: Duas rodadas;
→Limite de uso: Duas vezes por evento/missão
→Observações:¹ Habilidade complementar a passiva; não é necessário ativar ‘Golpes Certeiros ( nível 07)” para usar ‘Ataques Certeiros’
² Caso a habilidade passiva ‘Golpes Certeiros’ esteja ativada no momento da utilização deste poder, dará bônus de 25% (que aumenta gradualmente, até parar no 50% - 25% na primeira rodada, 50% na segunda) no acerto das mesmas.
→Consumo: 05 Energia.

Poderes Passivos não precisam ser citados, certo? Caso precisem, eu os citei no meu post.

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PS: Caso a defesa da player seja efetuada, favor levar os ataques em coerência.
PS²: Se ocorrer a defesa, desconsidere a saída do meu player e o combate poderá começar.
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Re: A Colina ♠Local Público Oficial♠

Mensagem por Phillip Armstrong em Qua 11 Jul 2012, 15:07

O chalé de Apolo já não era reconfortante o suficiente. Estava eu deitado em meu beliche, lendo calmamente um livro mofado sobre profecias, música e coisas do tipo. Era, basicamente, um livro sobre meu pai e as supostas habilidades que seus filhos herdavam dele. O livro era incrível, mas a constante barulheira produzida pelos meus irmãos tirava-me a concentração e o gosto pela leitura. Dessa forma saí do chalé, trajando uma camiseta laranja do acampamento, jeans velhos e um All Star preto. Levava comigo ambas as aljavas que possuía e também meu arco de platina, tendo em vista meus planos de treinar após a leitura. Todos os armamentos estavam em minhas costas. Em minha pequena bainha levava uma faca e na mão havia apenas o livro.

Subi a colina, assobiando. Sabia que só ali do lado de fora haveria certa tranquilidade para a minha leitura. O acampamento barulhento incomodava-me. Um sorriso um tanto bobo tomou conta de meus lábios ao pensar na ideia de estar indo contra às regras do acampamento. Bem, eu era novo ali de qualquer forma. Sair desse jeito, sem avisar ou pedir permissão não poderia ser bom para a minha reputação. Mas já pouco me importava, fugir de mais um lugar não seria o problema.

Sentei-me na grama macia da colina do lado de fora do acampamento e então coloquei todas as minhas armas ao meu lado. Logo na sequência recostei-me numa árvore e continuei minha leitura. Ler ao som suave do canto dos pássaros e à natural passagem das águas do riacho próximo era uma maravilha. Fiquei lendo por vários minutos, esquecendo-me da vida. Eu estava completamente imóvel quando um passarinho afobado pousou em meu livro. Tomei um repentino susto, mas evitei fazer movimentos bruscos, para que não espantasse a ave. Sutilmente, comecei a acariciá-lo e ele então pareceu satisfeito, porém ainda conturbado.

Poucos segundos depois dei uma bela olhada em minha volta. Vinte metros dali pude ver um garoto armado com uma lança e um escudo. Parecia se aproximar de uma dríade que repousava desde o momento em que ali cheguei. Com certeza não estava indo o garoto oferecer-lhe um salgadinho. Mais do que depressa, num ato de desespero para proteger o indefeso espírito dos bosques, levantei-me, largando o livro e fazendo o pássaro voar agitado. Olhei para meus armamentos jogados à grama e não tive dúvidas: apanhei-os.

Com ambas as aljavas nas costas e o arco de platina na mão direita, logo puxei uma flecha de couro envenenada de uma das aljavas. Posicionei o engaste da flecha na linha do arco e então puxei-o com força. Dali de minha visão a flecha apontava cerca de dez centímetros acima da cabeça do garoto. Com a velocidade extra que meu arco produziria na flecha e com a costumeira queda da flecha ao passar dos metros, a mesma deveria atingi-lo num ponto entre cabeça e pescoço. Soltei o engastei e a flecha zuniu pelo ar, indo em direção ao garoto de modo fatal. Antes mesmo da flecha alcançá-lo eu já tinha outra preparada de forma semelhante em meu arco, só que esta era de gelo. Disparei-a contra o garoto, desta vez buscando acertar suas costas.

Eu tinha total convicção da deslealdade de atacar um inimigo pelas costas, mas ninguém estava sendo leal ali, afinal. Puxei outra flecha no caso do garoto por milagre desviar das que já lançara. Desta vez puxei uma flecha com veneno novamente e disparei na direção da possível nova posição do garoto, afim de matá-lo ou feri-lo mortalmente. Eu não pudia simplesmente assistir tal ato de crueldade sem dar-me o direito de um revide.

Armas Levadas:
♦ Faca de Bronze
♦ Arco de Platina (Lança flechas mais velozes)
♦ Aljava com Flechas de Gelo {Infinitas}
♦ Aljavas de flecha de couro envenenadas [ 500 flechas]

Poderes Utilizados:
Passivos:
Maestria iniciante com Arco (Nível 1): Mesmo sendo iniciante, você consegue manusear perfeitamente o arco.
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Re: A Colina ♠Local Público Oficial♠

Mensagem por Allen H.T.P.L. Zimer em Qua 11 Jul 2012, 18:07

Arfei Era isso que eu amava. Ver sangue, terror e um pouco de mortes. Balançei o cabelo na frente do espelho do chalé, repleto de cabelos ao rosto, escondendo-me os olhos. Levantei a franja e a assentei, sorrindo e colocando meu relógio mágico - que poderia se transformar em uma clava maneira a quelquer instante. Esboçei um sorriso para complementar o meu dia, não seria nada ótimo. O chalé de Herácles estava ficando pequeno e quase sem gente. Isso me deixava estranho, isso me deixava sem mais apoio. Isso me tornava controlável. Isso me tornava um monstro. Coloquei meu escudo estranho - com duas abas para cada lado - e então parti para o chalé de Atena.

O chalé de Atena quase sempre é estranho. Em uma hora, os filhos estão brigando com os de Ares e parecem serem mais rudes que os mesmos. Outra, parecem nerds indelicados, somente achando que os estudos são importantes. Mapas espalhados por todos os lados, pergaminhos antigos, mesas de estudos. Prefiri ficar fora do chalé, apenas chamando meu antigo conhecido para uma rápida conversa. Quase que imediato, o mesmo apareceu para me cumprimentar.

Oi. Ainda tá com aquele plano idiota? Eu ainda estou no acampamento, posso te ajudar a se manter aqui. Você sabe que eu não quero você o mesmo monstro que eu, aprenda isso também. ▬ falei tentando dar uma lição de vida nele, mas quem era eu para falar algo?

Chris, não precisa. Eu já sou esse monstro que você fala. Obrigado por ter me mostrado o lado bom da vida. E antes que saia do acampamento, para seguir seus amigos... passe na colina. ▬ bufou o mesmo, não parecia querer algo de tão importante. Mas ainda sim, o brilho nos seus olhos era estranho. Eu até já sabia o que ele queria e lhe iria dar.

Despedi do Sannder com um sorriso e um aceno fraco. Somente ele era o motivo da minha presença no acampamento. Sem mim, ele não seria tanta coisa. Seria um semideus horrível. Por mais que não gostasse de ser um coadjuvante, eu tinha que aconselhá-lo a não matar todos que pudesse – ou morrer tentando. Quis continuar com ele para saber se ele ficaria bem ou se tentaria algo impossível. Mas só consegui responder ao teu pedido.

Dei vários passos fracos, como se não quisesse andar, como se não quisesse chegar onde eu deveria. Mas felizmente esperei que o mesmo saísse do chalé, me escondendo atrás do chalé de Ares. Não era nada normal, pois a cada segundo ouvia-se um xingamento ou até mesmo um novo grito de guerra para o acampamento. Deveriam está sobre a maldição do chalé de Apolo, pois as rimas eram ótimas. Descansei meu corpo no gramado, encostando a cabeça e costas na parede do chalé, mas não perdia o foco da porta do chalé de Athena. Depois de um tempo se concentrando na maçaneta da porta, a mesma se abriu e um garoto um tanto estranho saía dela. Era Sannder Cruz, meu melhor amigo.

Esperei ele tomar distância, para então começar a me aproximar do mesmo. Ele era inteligente, pois toda hora olhava para trás para ver se alguém o perseguia. Graças ao meu físico, consegui correr o suficiente para não ser visto e me esconder nas árvores e campistas. Estávamos indo para um local muito afastado do acampamento e chegamos à um local, que seria impossível me esconder. Só tinha gramado e árvore, e uma subida que levava ao alto da Colina. Esperei que ele fosse na frente e então, tentei dar rodear o mesmo. Ele queria algo comigo ali, não quis pensar no que fosse. Sozinhos, na calmaria do mundo. Certo, não era coisa boa.

Depois de um tempo, voltei à vê-lo. Estava a frente de uma garota, que identifiquei como uma dríade. Sua aparência. A sua pele tingida de uma cor doce, como as dos olhos. Seu jeito de ser, vivendo na natureza. Ele a atacava ferozmente, e nem parecia tão inteligente. Até que... não, não poderia ser. Alguém estava se aproximando deles também. Este estava com um arco. Me abaixei para não ser visto, caso ele olhasse para trás. E então, em um toque rápido no relógio, agora segurava uma clava que reluzia bastante, capaz de deixar alguém cego – se olhasse diretamente para a mesma.

Ei! — chamei a atenção dele. Mesmo que ele não fizesse nada, reagi antes que pegasse flechas para atirar. Então aproximei do mesmo rapidamente e rugi, como o leão de Nemeia, mas era somente uma rápida semelhança.

Como já estava em uma boa proximidade do mesmo, ataquei furtivamente, antes abrindo o escudo e o colocando a guarda, caso levasse algum ataque. Girei a clava na direção da cabeça dele, com os filetes de ouro demonstrando ferocidade – se levasse o golpe, provavelmente não continuaria vivo. Motivos: Minha força e os filetes afiados da clava. Depois do golpe com a mesma, puxei o mesmo com a mão do escudo e transfigurei a clava para um relógio calmamente. E com a mão livre, metralhei o corpo dele – entre o peitoral e a cabeça – com meus punhos fortes, defendendo algo que poderia acontecer ao meu amigo. Para terminar o combate ou uma tentativa, tentei passar uma rasteira aos pés do mesmo para fazê-lo ir ao chão – se o meu metralhadora e punhos não tivesse dado certo.

Hi-yah!

Transformei o relógio na clava novamente e o levei até o céu em um gesto honrável. Desci a clava na mesma velocidade, fincando a clava na direção do peito do garoto, querendo somente vê-lo morrer. Pisoteei o corpo por último, olhando para o garoto com raiva. Assim que vi os movimentos do Sannder, percebi que ele logo me avistaria. Assim, desci a colina correndo em direção ao chalé de Herácles.


Poderes:
Nível 1


♦ Metralhadora de punhos: Usando os punhos, eles conseguem atacar o inimigo com a força de uma metralhadora [-5 MP por rodada]

Nível 5


♦ Rugido Nemeano →É o poder que realmente existia no Leão Nemeano, é o poder de seu rugido que derrubava e devastava lugares e matava pessoas, com sua potência e força. Porém, este poder apenas se assemelha ao do leão.

Armas:
- Clava Abençoada [ Com a benção de Héracles, essa arma é tão indestrutível quanto a pele do Leão de Neméia. Filetes de ouro envolvem partes dela, deixando-a com o brilho capaz de confundir o inimigo por uma rodada](Vira um relógio){Presente de Héracles}
- Aahbran [Escudo de Bronze Sagrado, possui uma abertura no centro onde, uma imagem de Hades de bronze. Depois, como duas asas, abre-se o escudo de bronze sagrado]
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Re: A Colina ♠Local Público Oficial♠

Mensagem por Mike R. Blacksmith em Qua 11 Jul 2012, 19:36

Mike abriu os olhos subitamente, sendo agitado várias vezes. Seu irmão estava ao seu lado, o chacoalhando, afim de acordá-lo. Afastou-o com um empurrão e fez uma careta raivosa. Odiava ser acordado. Seu irmão disse que todos deveriam ir tomar café da manhã juntos, mas Mike negou-se a ir com eles. Cobriu todo o corpo com o edredom, para evitar os olhares repreendedores de seus irmãos. Logo o filho de Deméter estava dormindo novamente.

Em seu sonho ele estava deitado sobre a grama, levemente zonzo. Com certo esforço sentou-se, a visão ainda turva. Em qualquer direção que o garoto olhasse só via grama até a linha do horizonte. O céu era totalmente branco e claro, porém não havia Sol ou nuvens. Na frente do garoto surgiu uma mulher com um aspecto jovem e belo. Não parecia possuir vaidade alguma. Os cabelos desgrenhados pendiam até a cintura da esbelta e robusta mulher. Seus olhos castanhos fitavam Mike com certo interesse. Já havia a visto antes então tratou logo de se ajoelhar perante da deusa. A mulher sorriu, dizendo:

-Ah, meu filho... Há quanto tempo não nos vemos, hein? Gostaria de conversar um pouco, mas estamos sem tempo. Preciso que impeça uma tragédia, Mike. Um filho de Atena está perdido em sua sede por sangue. O motivo de tal não é claro em minha mente. Fato é que nesse exato momento ele está na colina, fora do acampamento, procurando por uma vítima, e logo encontrará uma dríade que repousa sobre a grama. Pare-o, ou ela morrerá. Agora vá logo!

O filho de Deméter acordou soando frio. Suas mãos tremiam. Ele mal pudia acreditar no que acabara de ouvir. Mas ele não tinha tempo a perder. Correu para o armário de armas do chalé, onde de lá retirou um medalhão de uma pequena foice, uma pulseira com pingentes em formas de cereais diversos, uma adaga, uma faca, uma espada e por fim um anel. O medalhão agora estava em seu pescoço, a pulseira em seu pulso esquerdo, a adaga na bainha menor, a faca noutra bainha menor, a espada na bainha comum e o anel no dedo médio da mão direita.

Estando desta forma devidamente armado, o filho de Deméter disparou à colina. Segundos se passaram e ele então já havia saído das imediações do acampamento meio sangue, onde já não estava segurava. O garoto curvou-se, ofegante devido à corrida, retomando o fôlego. Mike fechou os olhos por um segundo e focou-se em seu próprio rosto, em sua própria fisionomia. Ao abrir os olhos, um clone perfeito do garoto estava à frente dele. O filho de Deméter adorava dar nome aos seus clones, batizando aquele em questão de Steve. Explicou toda a situação a ele e então deu-lhe sua espada. O clone segurou-a firme e disferiu alguns golpes no vento, para que se acostumasse com o peso e balanceamento da lâmina da espada. Por fim pareceu satisfeito e familiarizado com o equipamento, então ambos começaram a correr, afastando-se cada vez mais do acampamento.

Após poucos minutos Mike o viu. Estava próximo da dríade que tranquilamente repousava no gramado. O garoto era ágil e sacava uma adaga e em seguida brandia sua lança. O filho de Deméter sabia o que fazer. Com um simples olhar e um pouco de concentração, raízes emergiram do solo e agarraram ambas as pernas e um dos braços do filho de Atena com muita força, forçando-o a largar a arma e ficar imóvel. Uma flecha vinha de encontro ao filho de Atena e Mike no mesmo instante seguiu com os olhos a direção donde a mesma viera. Um garoto havia disparado a flecha, porém agora estava sendo brutalmente atacado por um garoto enorme.

O filho de Deméter assentiu para Steve, que disparou contra o filho de Atena, buscando perfurá-lo com a espada e dar um fim àquilo. Enquanto seu clone cuidava do indefeso filho de Atena, Mike correu para ajudar o provável filho de Apolo que estava sendo atacado. Durante a corrida o garoto fez uma rápida prece à Bootes, cuja lenda dizia que todo o filho de Deméter por ele rezasse, seria abençoado. Sentiu-se mais forte de imediato e pôde então correr mais rápido. Estava a dez metros de ambos quando pressionou sua pulseira e a mesma transformou-se num enorme escudo de bronze sagrado. Na sequência tirou de seu pescoço o medalhão e o apertou. No segundo seguinte tinha em mãos uma imensa foice extremamente leve e mortalmente afiada. Seu último ato foi olhar para seu anel, que emitiu de imediato um leve zumbido como um enxame de vespas faria. Quando o zumbido cessou a lâmina da foice estava envenenada e, ao mais leve toque, paralisaria seu inimigo.

Alcançou os garotos e então num giro rápido e ágil com sua foice, buscou atingir as costas de seu inimigo, provavelmente filho de Héracles ou Ares. Desferiu então um golpe vertical de baixo para cima, para cravar a foice em sua cabeça, ato que seria definitivo. Pensando na probabilidade do garoto escapar, prendeu suas pernas com raízes igualmente fortes àquelas que prenderam o filho de Atena. Sacou sua adaga envenenada e pulou em cima do garoto, tentando agarrá-lo e então fincar a adaga em sua barriga.

Armas Levadas:
♠ Faca de Bronze
♠ Medalhão de Foice [Um medalhão com um pingente de Foice que quando acionado se transforma em uma grande e afiada Foice. Quem tocar no medalhão sem a permissão do Filho de Deméter fica paralisado por dois turnos][Presente de reclamação: By Deméter]
♠ Pulseira de Cereais [Pulseira com vários pingentes de cereais como trigo e aveia que se transformam em um grande escudo de bronze sagrado quando o Filho de Deméter desejar usá-lo. O escudo pode ajudar no controle das plantas. A pulseira sempre volta para o braço do semideus mesmo que ele a perca.][Presente de reclamação: By Deméter]
♠ Aguilhão da vespa [anel com uma pedra âmbar afiada em seu centro. Quando ativado, imite um leve zumbido como um enxame de vespas, e transfere para uma arma a capacidade de envenenamento por paralisia. O inimigo atingido fica paralisado por apenas 1 rodada, e sofre dores como se fosse atacado por insetos][3 vezes por missão]
♠ Espada Normal
♠ Adaga Envenenada com "Gostoso" escrito na lâmina. Quando o veneno entra em contato com o sangue tira cerca de 5hp por turno. O veneno dura dois turnos. [Presente de aniversário da Rafa ♥]

Poderes Utilizados:
Passivos:
Perícia com Foices (Nível 01) - O filho de Deméter saberá realizar movimentos ágeis e incomum com a arma, mesmo sem ao menos ter a tocado alguma vez na vida, possui a agilidade e velocidade que precisam para manusear a arma. Em níveis maiores poderá fazer acrobacias e até mesmo lançar a foice com movimentos circulares no ar.

Aura da Natureza (Nível 3) - Os filhos e filhas de Deméter enquanto estão na natureza tem seus ataques melhorados com mais efeito e até ficam mais belos. (Ganharam 5% de bônus)

Corrida Livre (Nível 5) - Algumas pessoas tem dificuldade de correr no meio de lugares com grama alta, com pedras pontiagudas, mas você não, você consegue se mover rapidamente por esses lugares sem nenhuma dificuldade.

Ativos:
Aura de Urso( Nível 3) - Bootes, um filho da deusa, foi transformado em urso. Da mesma forma você pode evocar a força da constelação de ursa maior, e usar da força da fera para seu próprio deleite. ( Aumenta 10% da sua força)( Em níveis maiores - a partir do 20 aumenta 25%)

Clone de Madeira (Nível 5): Usa de seu controle sobre a madeira para criar uma cópia idêntica, porem sem as habilidades herdadas, apenas as técnicas de combate. Cada clone tem 50 hp e podem usar as mesmas habilidades do seu nível ( até o 5)

Fitocinese II {Nível 06} - Já mais especializado no assunto, o filho de Deméter poderá aumentar o tamanho de suas plantas, das raízes e o a produção das flores que cria, chegando ao ponto de criar pequenas árvores, que não ultrapassam dois metros de altura. As árvores também poderão produzir frutos, mas só se o semideus quiser. As raízes da construção se tornam maiores e mais fortes, prendendo com mais força o inimigo.
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Re: A Colina ♠Local Público Oficial♠

Mensagem por Dattolo Di Gracci em Qui 12 Jul 2012, 02:16

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THE DEATH IS GONE
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Sannder iria terminar com a Dríade, mas algo acontecera. Dois idiotas pararam a tal morte desejada pelo filho sábio de Athena. Como percebera? Simples, todos faziam barulho. E como estava atento aos ruídos, percebeu os garotos rapidamente. Um dos garotos estava com um arco em mãos. O outro estava com um clone idêntico ao mesmo e logo vi seu truque começar. Quando ele se concentrou no chão e parou o olhar no mesmo, por algum tempo, para fazer algo, deduzi que dali saíria uma coisa ruim para mim. Minhas deduções quase sempre são as certas, e fora o que eu pensei. Mas antes mesmo de ver o que ele fizera, tinha pulado para trás e recuado algumas vezes com o escudo na frente do corpo. Mas uma flecha vinha em sua direção e com cuidado, jogou-se ao chão colocando o escudo a frente por preucação. E logo, vinha outra flecha, juntamente à um garoto. Este parecia ser o "clone" do outro, ou era o original, quem sabe - ou até mesmo gêmeos. Como ele vinha com apenas uma estratégia, com espada em mãos, a fim de me matar, me alinhei de modo que a flecha não fosse me acertar, mas sim ele. Como ele correu na minha direção, a mudei para onde a flecha vinha e então rolei. Se meu plano tivesse dado certo, a flecha iria acertar o garoto. Depois do rolamento, ergui a lança para o alto e estoquei várias vezes, na direção do coração ou cabeça do garoto - nos dois pontos, alternadamente.

Depois de matar o clone - ou tentar - girava a lança e a segurava no mesmo braço que tinha o escudo. Buscava a adaga e a pegava. Via Chris, seu melhor amigo lutando para te defender. A raiva o domou novamente e lançou a adaga com força na direção do garoto que tinha o clone, ou era o clone, era tão confuso. Por fim, se preparou com a lança. Se o garoto ameaçasse vir, brandiria o escudo e por brechas estocaria várias vezes, sem um alvo certo. Mas antes, via outra flecha vir. Essa desviaria com um embate. Sem ao menos esperar a flecha vir, ergueu o escudo e foi seguindo a direção de onde ela iria atingir. Ao momento certo, empurrou o escudo contra a flecha para tentar desviá-la ou defendê-la.


Armas:
- Faca de Bronze [Inicial]
- Adaga Rápida
- Escudo de Bronze Sagrado [By: Athena]
- Lança de ouro, réplica da de Athena [By: Athena]

Poderes:
Ativos:
Ataques Certeiros - Um complemento da habilidade passiva. Sempre que essa habilidade estiver ativa, seu golpe vai ter uma porcentagem maior de um dano crítico, contando com "Os Golpes Certeiros".*

→Duração do efeito: Duas rodadas;
→Limite de uso: Duas vezes por evento/missão
→Observações:¹ Habilidade complementar a passiva; não é necessário ativar ‘Golpes Certeiros ( nível 07)” para usar ‘Ataques Certeiros’
² Caso a habilidade passiva ‘Golpes Certeiros’ esteja ativada no momento da utilização deste poder, dará bônus de 25% (que aumenta gradualmente, até parar no 50% - 25% na primeira rodada, 50% na segunda) no acerto das mesmas.
→Consumo: 05 Energia.

Poderes Passivos não precisam ser citados, certo? Caso precisem, eu os citei no meu post.

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PS: Caso a defesa da player seja efetuada, favor levar os ataques em coerência.
PS²: Se ocorrer a defesa, desconsidere a saída do meu player e o combate poderá começar.
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Re: A Colina ♠Local Público Oficial♠

Mensagem por Allen H.T.P.L. Zimer em Qui 12 Jul 2012, 02:28

Sentia alguém se aproximando. Era o instinto de batalha o fazendo de um semideus forte. Quando desferira o golpe na cabeça do Arqueiro, viu um garoto se aproximar rapidamente com uma foice. Quando ele se aproximou, sua agilidade o ajudou ainda mais para o desvio do grande ataque do garoto. Quando ele desceu a foice a toda força, girou com a Clava preparada. Tentou assim fazer que o garoto ficasse "cego" por alguns instantes, ao olhar para a clava que estava na frente do próprio corpo. Então já desviando do golpe com um salto para o lado, tentou acertar a cabeça do mesmo com um golpe da clava em horizontal. Mas antes de desviar e atacar, sentira algo nos pés. Como tinha uma força descomunal, e sentiu primeiro em um pé, com um dos pés quebrou as ramificações do outro.

Como via que o garoto ainda poderia desviar e logo fazer um contra-ataque, rugiu novamente com toda a força para manter o garoto por alguns segundos no lugar. Nesses segundos de tentativa, brandiu a clava para o alto em emoção da dor. Então desceu ela, sabendo que o inimigo estava pulando - desviar seria quase impossível. Se matasse o garoto, honraria aos deuses queimando a mortalha do mesmo. Mas tal ato era tão ridículo que expulsava do pensamento no mesmo segundo.


Poderes:
Nível 1
♦ Rugido Nemeano →É o poder que realmente existia no Leão Nemeano, é o poder de seu rugido que derrubava e devastava lugares e matava pessoas, com sua potência e força. Porém, este poder apenas se assemelha ao do leão.

Armas:
- Clava Abençoada [ Com a benção de Héracles, essa arma é tão indestrutível quanto a pele do Leão de Neméia. Filetes de ouro envolvem partes dela, deixando-a com o brilho capaz de confundir o inimigo por uma rodada](Vira um relógio){Presente de Héracles}
- Aahbran [Escudo de Bronze Sagrado, possui uma abertura no centro onde, uma imagem de Hades de bronze. Depois, como duas asas, abre-se o escudo de bronze sagrado]
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Re: A Colina ♠Local Público Oficial♠

Mensagem por Mike R. Blacksmith em Qui 12 Jul 2012, 21:50


Observações:
Sannder arremessou uma adaga buscando atingir alguém que já está a vinte metros dele. Steve, o clone, não possui os poderes de minha mãe, mas possui uma habilidade igual a minha para a batalha corporal. Contudo, não posso agir por ele, então levem em consideração uma batalha justa entre ele e Sannder, caso o filho de Atena tenha escapado das raízes que fortemente o prenderiam. Já Chris, mesmo sendo bom em batalha, está lutando contra dois semideuses e, ao atacar um, está dando as costas para o outro. "Rugido Nemeano", poder usado por Chris, não é habilidade de nível um e sim, cinco. Steve, o clone, não estava vindo do sentindo em que a flecha o atingiria, portanto não há como a flecha acertá-lo.



De relance o filho de Deméter notara uma arma que emitia certo brilho na mão do filho de Héracles. Todos os filhos do deus a possuíam e Mike sabia de tal porque já tivera a ajuda de um deles numa batalha na arena. O garoto tinha total convicção que não poderia olhar diretamente para o objeto, pois caso olhasse ficaria paralisado ou algo do tipo. Após Mike começar a atacá-lo, o filho de Héracles buscou por uma reação. Quando girou sua arma buscando atingir o filho de Deméter, o garoto jogou-se no chão, em seguida rolando para o lado oposto em que o filho de Héracles se encontrava e então levantou-se, com bastante velocidade. A bênção de Bootes ainda pairava sobre o semideus, que estava consideravelmente mais forte.

Seu inimigo principal então rugiu como um leão. Mike ficou um tanto atordoado, mas não perderia o foco tão facilmente. Seu adversário brandiu sua arma e então desceu-a, porém Mike já estava fora do alcance do mesmo após o rolamento. Aproveitando a abertura que o garoto deu-lhe ao atingir o chão, Mike invocou raízes novamente, e essas prenderia a arma e a mão do semideus que estava com o equipamento atingindo o chão. Aproveitando então a situação indefesa em que se encontrava seu oponente, Mike rapidamente foi em sua direção e tentou por fim atingi-lo na cabeça com a adaga envenenada, mirando seu rosto.

Independente da eficácia do golpe com a adaga, Mike jogou a mesma aos pés do filho de Apolo para que ele a usasse. Depois retomou sua foice e segurou firme seu escudo enquanto preparava-se para defender algo que o filho de Héracles pudesse tentar, no caso de não ter sido atingido com êxito pelo filho de Deméter.


Poderes Usados:
Passivos:

Perícia com Foices (Nível 01) - O filho de Deméter saberá realizar movimentos ágeis e incomum com a arma, mesmo sem ao menos ter a tocado alguma vez na vida, possui a agilidade e velocidade que precisam para manusear a arma. Em níveis maiores poderá fazer acrobacias e até mesmo lançar a foice com movimentos circulares no ar.

Aura da Natureza (Nível 3) - Os filhos e filhas de Deméter enquanto estão na natureza tem seus ataques melhorados com mais efeito e até ficam mais belos. (Ganharam 5% de bônus)

Corrida Livre (Nível 5) - Algumas pessoas tem dificuldade de correr no meio de lugares com grama alta, com pedras pontiagudas, mas você não, você consegue se mover rapidamente por esses lugares sem nenhuma dificuldade.

Aura da fertilidade (Nível 06) - Como sua mãe ensinou a agricultura aos homens, você é mestre com os grãos. Ao passar por plantas que ainda estão fracas, ou que acabaram de brotar da terra, as mesmas se tornarão mais resistentes e firmes. Essa habilidade também pode ser utilizada para que o filho de Deméter faça com que alguma raiz fique mais resistente para utilizá-la de algum modo. Ou se não, encantando os Campos de morango para que fiquem mais sadios e firmes.

Ativos:

Aura de Urso( Nível 3) - Bootes, um filho da deusa, foi transformado em urso. Da mesma forma você pode evocar a força da constelação de ursa maior, e usar da força da fera para seu próprio deleite. ( Aumenta 10% da sua força)( Em níveis maiores - a partir do 20 aumenta 25%)

Fitocinese II {Nível 06} - Já mais especializado no assunto, o filho de Deméter poderá aumentar o tamanho de suas plantas, das raízes e o a produção das flores que cria, chegando ao ponto de criar pequenas árvores, que não ultrapassam dois metros de altura. As árvores também poderão produzir frutos, mas só se o semideus quiser. As raízes da construção se tornam maiores e mais fortes, prendendo com mais força o inimigo.

Armamentos levados:
♠ Faca de Bronze
♠ Medalhão de Foice [Um medalhão com um pingente de Foice que quando acionado se transforma em uma grande e afiada Foice. Quem tocar no medalhão sem a permissão do Filho de Deméter fica paralisado por dois turnos][Presente de reclamação: By Deméter]
♠ Pulseira de Cereais [Pulseira com vários pingentes de cereais como trigo e aveia que se transformam em um grande escudo de bronze sagrado quando o Filho de Deméter desejar usá-lo. O escudo pode ajudar no controle das plantas. A pulseira sempre volta para o braço do semideus mesmo que ele a perca.][Presente de reclamação: By Deméter]
♠ Aguilhão da vespa [anel com uma pedra âmbar afiada em seu centro. Quando ativado, imite um leve zumbido como um enxame de vespas, e transfere para uma arma a capacidade de envenenamento por paralisia. O inimigo atingido fica paralisado por apenas 1 rodada, e sofre dores como se fosse atacado por insetos][3 vezes por missão]
♠ Espada Normal
♠ Adaga Envenenada com "Gostoso" escrito na lâmina. Quando o veneno entra em contato com o sangue tira cerca de 5hp por turno. O veneno dura dois turnos. [Presente de aniversário da Rafa ♥]
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Re: A Colina ♠Local Público Oficial♠

Mensagem por Mike R. Blacksmith em Qua 18 Jul 2012, 15:09

Os olhos de Mike estavam arregalados e o garoto suava frio. O cheiro de sangue que se estabelecia no local o enojava e os corpos ao chão o causavam calafrios. Seus braços e pernas tremiam pelo que acabara de fazer. Nunca havia matado ninguém e agora carregava em sua consciência o peso de duas vidas, o que seria eterno para ele. Com um toque, sua foice e seu escudo voltaram a ser pequenos e inofensivos apetrechos. O medalhão colocou de volta no pescoço e a pulseira já estava no pulso esquerdo. No chão, pegou sua adaga envenenada e então começou a voltar para o acampamento. Não se sentia disposto nem ao menos para correr e, agora, estava traumatizado. Um filho de Athena e um de Héracles. Sem dúvida, não voltaria a matar alguém tão cedo. Não fosse o pedido de sua mãe, não estaria agora traumatizado.

Inconsolável, o garoto agora descia a colina, observando a casa grande. Tinha que relatar o ocorrido a Quíron e os corpos deveriam ter um fim digno. Minutos se passaram e, já nos domínios do acampamento, o filho de Deméter chegou na casa grande. Bateu na porta e se acomodou numa das cadeiras da varanda. Logo o centauro saiu do edifício e fitou Mike, aterrorizado ao ver as manchas de sangue no corpo do garoto. Aí então contou tudo ao velho Quíron, que só assentia, com um pesar no olhar ao ouvir a história do semideus, desde o sonho até a morte dos envolvidos.


Armamentos levados:
♠ Faca de Bronze
♠ Medalhão de Foice [Um medalhão com um pingente de Foice que quando acionado se transforma em uma grande e afiada Foice. Quem tocar no medalhão sem a permissão do Filho de Deméter fica paralisado por dois turnos][Presente de reclamação: By Deméter]
♠ Pulseira de Cereais [Pulseira com vários pingentes de cereais como trigo e aveia que se transformam em um grande escudo de bronze sagrado quando o Filho de Deméter desejar usá-lo. O escudo pode ajudar no controle das plantas. A pulseira sempre volta para o braço do semideus mesmo que ele a perca.][Presente de reclamação: By Deméter]
♠ Aguilhão da vespa [anel com uma pedra âmbar afiada em seu centro. Quando ativado, imite um leve zumbido como um enxame de vespas, e transfere para uma arma a capacidade de envenenamento por paralisia. O inimigo atingido fica paralisado por apenas 1 rodada, e sofre dores como se fosse atacado por insetos][3 vezes por missão]
♠ Espada Normal
♠ Adaga Envenenada com "Gostoso" escrito na lâmina. Quando o veneno entra em contato com o sangue tira cerca de 5hp por turno. O veneno dura dois turnos. [Presente de aniversário da Rafa ♥]

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Re: A Colina ♠Local Público Oficial♠

Mensagem por Lívia Suelen em Seg 23 Jul 2012, 14:57

Eu estava voltando ao acampamento no inicio da semana e desta vez contra a minha vontade quando vi minha meio irmã camila
- Hey liih!- ela pulou em cima de mim e me derrubou, se levantou com um saltou e começou a rir.
-tá tá. parou aí ok? antes que as chatas venham nos perturbar, quero descer logo daqui- ela voltou a rir e olhou para mim com um sorriso sapeca.
- você realmente não gosta das driades não é mesmo?
- não, é que, aahh, meio que. podemos falar disse em uma area que tenha menos daquelas "coisas".
- ok, ok. no chalé você me conta tá? eu tô indo para a casa grande falar com o senhor d sobre os campos de morangos algum chalé queria se vingar do de demeter que tavam cuidadndo dos campos de morangos e...
- ai cacah chega ok? vou sair daqui antes que aqueles troços me vejam por que eu não gosto delas e acho que o sentimento é mutuo.
fui para o lago ( godto das naiades mas não das driades) e a cacah foi correndo para a casa grande
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Re: A Colina ♠Local Público Oficial♠

Mensagem por Dianna Callaghan em Qui 26 Jul 2012, 23:08



Run... If you can.

A vida em Revenge Island era... Calma. Aos que pensavam que Dianna teria encontrado caminho para o inferno haviam enganado-se, já que técnicas de combates foram aprendidas apenas observando sua mestra e claro, treiná-las sozinhas. Estava esforçando-se para ser um ótima aprendiz, mas quem se importava com aquilo? Talvez Diamond, e só.

Em meio aos seus devaneios matinais, a semideusa fora pega de surpresa por Anne Elle, que a recrutara para uma pequena diversão em plena fronteiras do Acampamento, de modo que pudesse deixar evidente que tal acontecimento fora causado por uma meio-sangue, não um monstro qualquer. Apenas assentiu e Nick e a esperava do lado de fora do chalé, ele seria teu guia para aquele momento oportuno para liberar quaisquer índice de maldade que ainda restava dentro de si e claro, aflorá-lo novamente. O grifo a reconheceu, sendo assim deixou que montasse sobre ele e partiram em voo, com Dianna devidamente armada, claro.

O voo seguia tranquilo, apenas alguns monstros do céu a incomodaram, porém estes já estão no Tártaro, esperando para um dia voltarem e transtornarem semideuses novamente.

A Colina, palco de sua ultima vinda ao Acampamento já podia ser observada entre as nuvens cinzentas e um sorriso formou-se em seus lábios lentamente enquanto descia lentamente dos céus, observando qual seria a sua primeira vítima. Uma garota fora captada por sua visão e o grifo fora baixando sua altitude, até finalmente pousar atrás de uma árvore e desmontar de Nick de forma rápida e ágil e ajeitou seus cabelos negros e rumou decidida para encontrar a garota.

Aproximou-se lentamente, fazendo uma expressão de falsa inocência formar-se em seu rosto da melhor forma que podia, sorrindo e parecendo amigável, porém sua espada já estava desembainha em sua mão esquerda que estava escondida em suas costas.

Olá, será que eu poderia desfrutar de sua companhia momentânea? Juro não lhe atrapalhar. Claro, se sobreviver... ▬ riu sarcasticamente, ficando de frente para sua oponente e inclinando levemente para o lado, dobrando um dos joelhos e lhe dando um chute forte em suas costelas, depositando o tanto de força que fora possível e assim a garota caiu no chão. A filha de Afrodite com o salto de sua bota pisou em sua barriga, sorrindo com a expressão de dor no rosto da garota. ▬ Será que você vai para os campos de punição? Ou será que irá para os campos Elíseos? Você terá que descobrir isso, da pior maneira. ▬ fez um biquinho que transmitia fofura, mantendo-a com o disfarce de inocência. ▬ Você pode fugir... Se conseguir.

Com a espada desembainhada e seu salto ainda pressionando sua barriga de forma com que a impedisse de fugir; Dianna colocou sua espada na mão direita e a levantou rapidamente, pegando impulso e fazendo um corte profundo na diagonal na barriga de sua adversária, o qual provavelmente iria queimar e doer muito. Resolvera pisar exatamente onde a lâmina havia deixado sua marca, sentindo prazer ao vê-la gritar de forma estridente.

Calada! Parece covarde gritando de forma tão patética. ▬ rangeu os dentes.

Com as duas mãos no punhal da espada, apenas a forçou no lado esquerdo de seu busto e com ajuda da soqueira em sua mão direita, canalizou sua força, fazendo com que a lâmina penetrasse mais fundo, atingindo o coração da garota e espirrando sangue em si, antes que a garota morresse o sangue de dragão começara a escorrer do núcleo da espada, deixando uma dor de queimadura percorrer, até seu coração finalmente falhar.

Ainda com sua força canalizada, desferiu um soco no nariz na garota e riu, como jamais havia feito antes.

Armas:
♠ Espada Banhada em Sangue de Dragão [Feita de Titânio, o sangue de Dragão, também presente em seu núcleo, confere à arma a capacidade de causar maiores danos, inclusive efeitos de fogo {Ao contato com o sangue de dragão, o oponente sofrerá queimaduras medianas}]
♠ Soqueira canalizadora de força - Tem o encaixe perfeito para qualquer tamanho de mãos, e é conhecida por ter na sua essência, um canalizador de força vindo da aura da guerra de um filho de Ares. Pode colocar em um único soco ou movimento dos punhos, toda a força de seu corpo. Três vezes por missão.
Poderes:
♥ Eterna Boa Forma (Nível 1) A boa forma que você possui não confere apenas belas curvas, no caso das meninas, ou músculos definidos, no caso dos meninos, mas também confere certa agilidade e destreza para se esquivar de alguns ataques.

♥ Inocência (Nível 4) Você pode fingir ser um fraco ou aparentar ser inocente, de um modo belo e intrigante, fazendo o adversário pensar que você não é alvo dele e fazendo-o também sentir-se culpado caso te machuque.



Obs – Lívia, filha de Apolo, atacada e em caso de não defesa em 24 horas, morta. Consultei três adm's, e obtive veredicto de dois, que disseram que pelo fato do Lago não existir, não poderia ser considerado que saiu deste local. Agradecimentos à Hermes e Quione.



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Re: A Colina ♠Local Público Oficial♠

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