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Vale dos ventos uivantes ♠ Local público oficial ♠

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Vale dos ventos uivantes ♠ Local público oficial ♠

Mensagem por 065-ExStaff em Ter 03 Jul 2012, 21:21

Relembrando a primeira mensagem :






Um local amplo, comumente vazio; possui várias árvores ladeando sua extremidade, defronte a um córrego congelado. As copas desprovidas de folhas parecem bruxulear pela densa neblina que resplandece pelo âmbito, ressaltando uma tonalidade tênue de penumbra. As poucas pessoas que já percorreram o local afirmam terem escutado o eco de uivos de lobos por colina acima. Baforadas gélidas de ar insistem em chocar-se contra o rochedo abaixo do desfiladeiro, o que talvez dê primórdio aos assim denominados uivos; o frio aflige a estabilidade de quaisquer seres que adentrarem ao vale sem trajes adequados ao inverno, tornando sua permanência ao local um martírio. Arbustos cobertos por neve podem ser avistados ao aumentar do relevo, enfeitando a paisagem penumbrosa. Ao chegar no ápice do penhasco, pode-se avistar o mar bruto e com ondas gigantescas predominar o imenso horizonte sem fim.


Descrição pelo meu VagaDio. s2
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Re: Vale dos ventos uivantes ♠ Local público oficial ♠

Mensagem por Ryan Lichtter em Sab 02 Mar 2013, 22:48

— Fellp, vamos! — Insistiu Isabelle. — Pare com isso, por favor. Estamos no acampamento e eu sei me virar muito bem. Deixe disso, não é só você quem atrai maus presságios. Todos nós atraímos.

Enquanto ela falava mexia suas mãos de forma exasperada. Talvez ela estivesse querendo colocar juízo em minha cabeça. Então ela voltou a falar:

— Vai deixar de ter amigos e criar laços por isso? Vai deixar de ter seus momentos bons apenas porque essa sombra do passado lhe segue? Não acredito nisso. Onde está o Fellp que conheci agora a pouco? Aquele que me prometeu um dia de vôo?
— O Fellp que você acaba de conhecer muda muito sua personalidade em cada momento. Em momentos de descontração e amizade eu ajo como agora pouco, mas em momentos de lutas e batalhas me torno, sei lá, um cara frio e sem piedade, principalmente se estiver ventando muito. Não gostaria que você visse esse meu lado. — Respondi.

Fui muito sincero em minhas palavras, até mesmo sobre o vento. Vento tranquilo me deixa calmo, já o agitado me deixa nervoso. Enfim, já estava na hora de partir, e Isabelle não iria sair dali se eu não fosse com ela. Olhei novamente para os lindos olhos dela e não pude evitar de sorrir, sua simpatia me encantara, e o modo como nós nos demos bem foi muito legal. Me aproximei dela e beijei sua bochecha bem próximo ao canto da boca.

— Obrigado por ouvir minhas bobagens e tentar levantar minha moral. Você é muito gente fina, Isa. Pode ter certeza de que voaremos juntos qualquer dia. Agora vamos. — Disse sorrindo.
Ryan Lichtter
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Re: Vale dos ventos uivantes ♠ Local público oficial ♠

Mensagem por Isabelle B. Woods em Sab 02 Mar 2013, 23:03

— O Fellp que você acaba de conhecer muda muito sua personalidade em cada momento. Em momentos de descontração e amizade eu ajo como agora pouco, mas em momentos de lutas e batalhas me torno, sei lá, um cara frio e sem piedade, principalmente se estiver ventando muito. Não gostaria que você visse esse meu lado.Respondeu ele sendo totalmente sincero diante minha pessoa. Ele se aproximou de mim e beijou minha bochecha, bem próximo ao canto da boca. — Obrigado por ouvir minhas bobagens e tentar levantar minha moral. Você é muito gente fina, Isa. Pode ter certeza de que voaremos juntos qualquer dia. Agora vamos.Nós sorrimos ao mesmo tempo, mas mesmo assim as primeiras palavras dele não saim de minha mente.
Suspirei pensativa. Não sei o que fez ele me ouvir, talvez tenham sido minhas palavras... Ou então ele havia percebido que se não fosse comigo por bem, iria por mal. Não sabia ao certo.
Sorri e o empurrei de leve.
- Seu idiota, se acha que vai fugir assim nas proximas vezes... Você está totalmente enganado. Não me conhece e não sabe do que sou capaz! -
dei um sorriso zombeteiro para ele e mostrei a língua - Vamos cabeça de vento, estou cansada de discutir com você.
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Adormecida no nada

Mensagem por Ísis Menefís Klorark em Sex 08 Mar 2013, 13:21

Estava sentada na grama admirando o céu coberto de neblina pensando na vida. Meu pai finalmente havia me reclamado e eu havia recebido presentes por isso.Um anel e uma foice. Claro que eu havia amado, eu geralmente não sou muito seletiva a presentes. Eu queria falar com minha mãe mas ainda não sabia como, eu sabia algo sobre uma mensagem de Íris mas eu não sabia como faze-la, talvez eu necessitasse de ajuda.ECA. Eu nunca pedia ajuda a não ser que eu quase estivesse morrendo ou seja nunca.Coloquei o cabelo atrás da orelha e comecei a cantarolar uma sinfonia antiga que eu tocava no piano aos meus oito anos. Comecei a devanear sobre a vida que eu tinha e e acabei adormecendo ali.
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Re: Vale dos ventos uivantes ♠ Local público oficial ♠

Mensagem por L. A. T. Black em Qua 13 Mar 2013, 21:45

Fito o corpo caído da garota na grama esverdeada. Minha vontade, ao ir até o vale, era de apenas relaxar. O stress da vida no Acampamento traz-me uma onda imensurável de raiva e só tenho êxito em deixá-la quando relaxo em momentos como este; o momento mudou. O corpo caído, deitado, esquecido, me traz lembranças antigas que me voltam à tona exatamente naquele momento, e com os resquícios, alguns sentimentos mais horrendos. Meus lábios se movem, deliciando-se da cena, quando eu abaixo o corpo, em uma base de luta. A espada na mão, simplesmente envio uma grande força na espada flamejante, e deveras rapidamente espeto seu peitoral, tentando não atingir o coração em cheio.

Por quê? Eu não sei, apenas matá-la é um álibi de minha personalidade esquecida, dizendo o quanto ainda se mantém viva. Assim com golpe, chamas crepitam, irrompem principalmente para envolver todo o corpo, sendo acertada ou não. O controle é feito por mim, com o manejo da espada ótimo e a maestria nas chamas provocando-me um desconforto. Sinto o peso dos dois frascos que tenho no bolso aumentar, preciso bebê-los; não tento ao menos pegá-lo, não enquanto a morte se concretizasse. Não é apenas isso, pois atento-me aos movimentos dela, mas parecem não existir; ela estava dormindo?

Noto a presença de dois seres não tão longes dali. A neblina não impede, pois não está tão densa e deixa os dois visivelmente notáveis. Levanto a espada, concentro-me nos seres e gargalho, loucamente, talvez até mais maluco de quando tive a ideia de matá-la.

— Querem morrer? Dou a chance de fuga! — ri mais uma vez, observando-os enquanto vocifera.

Nível 15 ~ Controle de fogo (Avançado) – O fogo que você criar será letal e a agilidade de criação aumentará. Você poderá dar grandes formas as suas chamas, mas isso o deixará tonto se abusar muito do poder. Essa habilidade também permitirá que você faça com que seu corpo fique em chamas. [Poder criado pela primeira Héstia do fórum]

- Espada Phoenix (flamejante, o fogo produz dano equivalente ao nível, Presente de Héstia)
- Elixir da Energia (forte): Recupera 60EP
- Elixir da Vida (forte): Recupera 60HP
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Re: Vale dos ventos uivantes ♠ Local público oficial ♠

Mensagem por Ísis Menefís Klorark em Ter 19 Mar 2013, 15:26

Acordo rapidamente ao ouvir uma voz masculina dizer algo que não compreendi.Coço a cabeça e olho na direção da voz.Vejo que é um garoto que segura uma espada e olha através da neblina,por alguns segundos fico quieta mas rapidamente me afasto amedrontada pensando se ele tentara me matar.
-Quem é você? -digo me levantando e transformando meu pingente em uma verdadeira foice,não sei ao certo para que ela me serviria mas como eu havia deixado a faca em meu chalé o presente de meu pai era a melhor arma que eu tinha -Eu não tenho medo da morte.Meu pai é a morte o.k?O que você quer?
O tremor em minha voz é evidente infelizmente eu estava em pânico.
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Re: Vale dos ventos uivantes ♠ Local público oficial ♠

Mensagem por Piper Legrand em Sab 30 Mar 2013, 17:18


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Please baby, don't touch-me. I'm very for you. .



O tempo é algo impiedoso... Ele é capaz de determinar de forma tão incerta qual será o destino que lhe prediz.. — Franziu o cenho e as mãos desceram por seu corpo curvilíneo, medindo-o sem qualquer pressa através daqueles movimentos ligeiramente sensuais. Os dizeres eram direcionados a si própria, enquanto seus olhos examinavam a perfeição com a qual seu corpo era composto.

Contudo, obviamente para mim ele nunca passa, né? Eu continuo a garota mais linda que já pisou sobre solo terreno. — E um sorriso - dos muitos por ela interpretados - desenhou-se quase que como automático nos lindos lábios rubros da loira. Esta por sua vez, vestida somente de um vestido branco e curto deixou seu chalé a passos céleres, rumo ao até então desconhecido por si mesma.

Enquanto passava pelas dependências do acampamento, ouvia os assovios à ela intencionados, sentindo em seu âmago desvanecer os únicos resquícios de algo que nem sequer sabia que tinha: humildade.

Não havia caminhado muito, quando resolveu subir pela colina e aventurar-se nas fronteiras do acampamento. Talvez algo inesperado a aguardasse, e, como seu gosto por surpresas já não era de fato pequeno, não havia nada que pudesse impedi-la.

Após algum caminhar, por fim encontrou um local de um frio extremo, o que a fez levar as mãos de encontro aos braços e abraçar a si mesma, no intento de diminuir o frio que naquele momento lhe castigava. O vento afoito que ali se propagava parecia bailar com suas lindas madeixas loiras, tal como vez ou outra a forçava a segurar o próprio vestido, pois este se erguia vez ou outra.

Por fim, Piper resolveu assentar-se sobre uma grande rocha próxima a árvore que parecia ser o objeto principal de todo aquele cenário que tanto havia lhe agradado. E tudo parecia perfeito, até que, após fechar os olhos, pequenas gotículas de água começaram a se chocar contra sua pele, e, sem qualquer aviso prévio uma chuva fina e sutil formou-se, encharcando tanto a garota quanto a sua roupa, que após molhada terminou por tornar-se transparente, deixando totalmente a vista as suas roupas intimas mas que, por sorte, eram de um branco não transparente como o do vestido.

Tem como ficar pior? — Indagou a si mesma, após sentir todo o volume de seu cabelo esvair-se conforme esse tornava-se cada mais úmido.
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Re: Vale dos ventos uivantes ♠ Local público oficial ♠

Mensagem por Faye C. Perón em Sab 30 Mar 2013, 18:52





Morro dos ventos uivantes




Post #1 ~ Vestindo (Aqui) ~ Música: Girl on Fire ~ Tags: Piper | Irmão (NPC)



Um sentimento que muitos semideuses no acampamento poderiam compartilhar era a vontade de aventurar-se por todos os recantos daquele lugar que tinha um atrativo singular – era seguro. Ao menos, assim era para Sweet, uma novata que pela primeira vez sentia-se a vontade para sair sem ter medo de que algo lhe acontecesse. Depois de realizar algumas tarefas necessárias durante o dia, como ir ao campo de morangos ser encontrada por uma encrenca ou outra, a filha de Héstia dava-se o direito de explorar os terrenos daquele lugar em paz.

Saiu do chalé sem dar maiores explicações, apesar de sentir os olhares de seus irmãos sobre si. Apesar do conceito “família” ter crescido, aqueles rostos jovens ainda lhe eram desconhecidos. Porém, mal dera dois passos para fora daquela instalação quando sentiu uma mão quente e suave lhe segurar os braços.

-Toma, pode chover – era um de seus irmãos lhe entregando uma sombrinha.

Sweet lhe sorriu em agradecimento e puxou o braço um tanto desconfortável por sair sem dar maiores explicações. Porém ainda lhe era estranho ter a tantos para chamar de parente. Seguiu o caminho sem um rumo certo ou planejando para onde ir. Seu destino a levava para um dos locais mais frios e misteriosos do acampamento, um pouco afastado da linha de proteção, nas fronteiras do lugar. Mal sabia ela que aquele lugar era o Morro dos Ventos Uivantes, mas a cada passo que dava sentia uma curiosidade ingênua de conhecer a tudo o que poderia ter envolta daquele lugar.

O frio tocava a sua pele de uma forma um pouco incomoda, preferia locais quentes e agora entendia o porquê disso. Como filha do fogo da lareira naturalmente se sentia desconfortável em locais como esse. Porém, a curiosidade parecia vencer qualquer anseio. Depois de uma pequena caminhada, surpreendeu-se a sentir uma lágrima cair do céu. Olhou para o alto e vislumbrou um céu nublado e carregado, não tardou em abrir a sobrinha com olhos que o seu meio-irmão, que por acaso nem lembrava-lhe o nome, havia lhe emprestado. A chuva começou fina, mas intensificou ainda mais aquela sensação de incomodo que ela outrora já sentia. Começou a procurar o caminho de volta, dando passos lentos e ficando mais atenta aos ruídos que o vento causava nas árvores tenebrosas.

Foi assim que seus olhos cruzaram com aquela garota. Por um momento Sweet ficara-se no lugar por simplesmente ter de admirar a beleza daquela jovem. Loira, com o vestido molhado, um olhar levemente irritado e um rosto que agora tornar-se-ia inesquecível. A semideusa teve de piscar algumas vezes para sair daquele leve torpor. Respirou fundo e aproximou-se com calma, consequentemente sem fazer muito barulho. Quando perto o suficiente, esticou o braço com a sobrinha para que protegesse aquele corpo feminino da chuva que a banhava suavemente.

-Parece que está precisando mais que eu – comentou com um inicio de um sorriso no canto dos lábios, não queria assustar ou causar qualquer sentimento semelhante àquela bela desconhecida.



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Re: Vale dos ventos uivantes ♠ Local público oficial ♠

Mensagem por Andreas Westerling em Sab 30 Mar 2013, 22:21




How to make it worse



# Chapter One;

Lugar: Vale dos Ventos Uivantes;

Clima: Frio e chuvoso;

Período: Tarde.
D
ormir bem sempre fora um luxo aos meio-sangues. Isso não melhorou para Mark depois dele sair do acampamento. A vida de nômade poderia ter o lado bom, que incluía a liberdade de fazer o que bem entendesse quando bem entendesse, mas não era só composta de flores. Nos últimos meses, o garoto poderia contar nos dedos as vezes em que tivera uma noite no mínimo razoável de sono.

Por isso, ele não hesitou ao subir nos galhos frágeis daquela árvore solitária naquele lugar frio, se ajeitar e retirar todo o cansaço do corpo com um cochilo. Ou melhor, ele faria isso, se não fosse a maldita chuva. As gotas d'água respigavam em seu rosto, gélidas e grandes, depois de brincarem de pinball na folhagem de cima. Acordando, praguejou mentalmente, recostou-se no tronco, pegou sua mochila no galho logo acima e, quando já estava com a borda da camisa alçada até o umbigo, parou, por conta da já familiar voz.

"Não, baby", disse-lhe Nyx. "não faça um strip de graça para as suas clientes. Pelo menos, cobre pelo trabalho." Ele quase perguntou sobre que merda de clientes ela estava se referindo, mas foi mais esperto e olhou abaixo, encontrando duas garotas. A primeira, da camisa preta, trazia consigo uma sombrinha e a oferecia para a segunda, que era "bem mais... mais... transparente, digo, com roupas mais transparentes" e de corpo bem avantajado, também.

Mark mentiria se não dissesse que, de início, o físico de ambas o impressionou, o da molhada mais, mas nunca admitira isso em voz alta, é claro. De qualquer forma, soltou sua blusa e, ouvindo a conversa das loiras, conseguiu abrir um sorriso enquanto saltava para o chão, caindo com a habilidade de quem já fizera aquilo outras vezes. — Tem sim. Você poderia topar com duas pessoas desconhecidas — respondeu à pergunta solta aleatoriamente. —, uma dessas pessoas não poderia ter uma sombrinha, e a outra poderia gostar da vista e não fazer nada pra te ajudar. — e riu-se de sua própria piada, analisando-a de cima a baixo. — E, é claro, essa última pessoa poderia fazer as coisas ficarem ainda piores... — contou, esticando a palma da mão esquerda para cima e observando uma gota de água se tornar um suave floco de neve. Bem, sono poderia esperar; afinal, ele achara algo melhor: diversão.
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Re: Vale dos ventos uivantes ♠ Local público oficial ♠

Mensagem por Piper Legrand em Dom 31 Mar 2013, 01:26

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Em um súbito os mesmos pingos que antes caiam sobre o corpo da loira, em um repente cessaram. Surpresa maior para a bela jovem, fora ouvir uma voz feminina de tessitura agradável que lhe falara uma única frase, mas que se revelara de forma simpática. Teria sorrido para ela, ainda que não muito depois este gesto fosse seguido de um comentário sarcástico aleatório, mas, antes mesmo que pudesse pensar em realizar qualquer ação, um baque sobre o solo molhado, e mesmo alguns outros pingos, agora sujos voaram em sua direção, fazendo com que seu rosto assumisse uma expressão de pura perplexidade.

Mesmo quando voluntariou-se a responder o garoto que assumiu-se como sendo quem havia realizado ação anterior que havia lhe irritado, terminou ainda mais surpresa, após ouvir as palavras que por ele haviam sido ditas, e um pequeno floco de neve que também por ele fora ocasionado. Ela estava de fato irritada, e não restaria dúvidas a quem quer que pudesse olhar mesmo que momentaneamente para o seu rosto, agora completamente isento de qualquer pintura - claro, não que ela precisasse delas, pois mesmo sem maquiagem ela continuava a ser uma das mais belas mortais existentes, senão a mais.

Hey, seu idiota, sua mãe não lhe ensinou bons modos? foi logo disparando na primeira oportunidade que teve, e ergueu-se ligeira, tratando de tomar rapidamente a sombrinha que há pouco lhe havia protegido da chuva das mãos da menina, e sem pestanejar desferir com ela alguns golpes de força moderada no até então imbecil que postou-se frente à elas.

Tudo que eu queria era um pouco de paz! repetia, a cada vez que batia com o objeto contra o corpo desejoso do rapaz. Obviamente, ainda que não fosse dizer a ele, ao menos ele era um lindo idiota. E se ela sabia que ela iria quebrar algo que sequer lhe pertencia? Sim, mas não se importava.

Quando finalmente cessou com suas ações, a sombrinha realmente já não se encontrava em bom estado, mas, ainda assim ofereceu-a a garota que há pouco a protegera da chuva, simulando um sorriso simpático no rosto, para ainda com ele balbuciar em tom bem audível.

Obrigada por ter me emprestado esse troço de camelô, mas eu acho que se fosse original, no mínimo teria durado mais. Em seu lugar, eu deixaria de tentar ser econômica e sobreviver com pouco. Parou por um curto período de tempo e pareceu analisar toda a garota, sem se importar sequer com um possível constrangimento dessa, e tendo esquecido completamente do modo como realmente se encontrava, devido a chuva, dando oportunidade ao tarado a quem havia agredido há pouco de observá-la por detrás. Olha, se você quiser, posso te levar ao melhor shopping da região e lhe comprar umas roupas novas, pois isso que você está usando... Se é que chama isso de roupas, nunca esteve, ou vai estar na moda. Não irei te iludir, e dizer que você irá ficar tão linda quanto eu, até por que isso não é possível. Sorriu, convicta de seus argumentos. — Mas, no mínimo nós podemos te deixar um pouco mais feminina, sim? — As mãos ávidas e delicadas como veludo repousaram sobre o ombro da garota, mas, sem resistir, logo estas voltaram-se para o cabelo desta, acariciados ligeiramente e desaprovados por meio de um breve sinal de negação da filha de Afrodite.

Temos de procurar o Senhor dos milagres, também... Pois o seu cabelo já é um caso perdido. Eu não sei o que seria de mim, se eu me encontrasse nas mesmas situações que você. Acho que eu nunca mais sairia de casa, ou sequer me olharia no espelho, por medo de ter pesadelos... E não se preocupe em me pagar, ok? Considere-me sua fada madrinha, sou uma alma caridosa e gosto de ajudar pessoas que sofrem de baixa auto-estima. Ser cruel não era exatamente sua intenção, mas ainda assim ela estava ciente de que o modo como falava surtia exatamente esse efeito. Contudo, que culpa ela tinha de ser perfeita e gostar de ajudar almas menos beneficiadas? Era pecado gostar de ajudar as mais desprovidas de beleza? E em meio a todo o seu arsenal de sorrisos artificiais, tentou, em vão, desenhar um que fosse o mais sincera possível em seu rosto. Se ela ainda se recordava dele? Sim, mas não tinha certeza se queria dedicar-lhe alguma atenção, embora a visão de sua roupa desenhando seus músculos por sobre esta fosse uma visão agradável em demasia.
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Re: Vale dos ventos uivantes ♠ Local público oficial ♠

Mensagem por Faye C. Perón em Dom 31 Mar 2013, 11:25





Morro dos ventos uivantes




Post #2 ~ Vestindo (Aqui) ~ Música: Girl on Fire ~ Tags: Piper | Markus


PS: Texto escrito em primeira pessoa, diferente do primeiro post!


Antes mesmo que a reação daquela outra loira tivesse se iniciado, um terceiro elemento surgiu no ambiente de uma forma um tanto abrupta. O garoto não fez mistério sobre suas origens quando fez flocos de neves. Tive de conter com todas as minhas forças uma pequena careta de desagrado. Um filho de Quione, deusa da neve, enquanto eu, filha de Héstia deusa da lareira. Éramos naturalmente dois opostos que nunca combinariam ou coexistiriam. Porém o meu pequeno desagrado se tornou minúsculo perante a reação daquela garota que, sem dúvidas nenhuma, se provou uma vaidosa filha de Afrodite. Senão, algo bem próximo disso.

-Mas o que...? – o protesto ficou perdido no ar quando aquela garota pegou a sobrinha de meu irmão e a transformou em uma arma letal.

Ela simplesmente começou a atacar o filho de Quione. Meu queixo caiu ante a audácia e brutalidade daquela criatura que aparentemente delicada e desamparada. Mais uma vez a vida ensinava-me que as aparências podiam enganar e muito! Em um dado momento eu não agüentei segurar muito bem a risada. Era realmente gratificante e terrivelmente engraçado ver um filho da neve apanhando de uma garotinha com uma sombrinha. A garota, que eu ainda não sabia nem o nome, estava transtornada, em um vestido transparente e molhado, batendo em um garoto que apenas apresentou-se e sem querer a sujou. Filhas de Afrodite realmente sabiam ser perigosas e ameaçadoras. Foi com esse pensamento que eu comecei a rir de verdade.

No entanto minha felicidade não perdurou por muito tempo. Quando satisfeita na evasão de sua raiva, parecia que era minha vez de ser “atacada” por aquela loira. Fiquei séria ao ver o estado da sombrinha de meu irmão, o que eu iria dizer para ele? A verdade parecia no momento algo tão fantasioso que no ínfimo ele poderia responder que eu poderia arquitetar uma mentira melhor. Talvez fosse o jeito dela, talvez fosse como ela estava me olhando, mas a prepotência e a soberba parecia acompanhar cada fala que ela dirigiu a mim. Recuei de forma quase inconsciente incomodada, afinal ela aparentava um domínio sobre o assunto que para ela a punha em um patamar superior a seres como eu, simples e desarrumados. Mas o sentimento não persistiu por muito tempo, assim que a filha de Afrodite começou a dar palpite sobre meu estilo e aparência finalmente comecei a acordar. Primeiro fiquei confusa, depois quando finalmente esta se apresentou como uma fada madrinha não contive um riso irônico e de uma maneira rude afastei as mãos dela de mim com a sombrinha em estado lastimável.

-Em primeiro lugar, no mínimo dez passo de distância – falei afastando-me para dar exemplo, um sorriso cínico tomava meus lábios com certo costume, afinal eu era especialista em me colocar em encrencas – Eu tenho alergia a patricinhas. Você é um caso sério, eu poderia morrer respirando tanta frescura e complexo de Barbie mexicana, porque você é mais dramática que a original – tive de morder o lábio para conter o sorriso, havia esquecido como era divertido discutir com alguém, principalmente quando não havia sido afetada por nada. Dei de ombros e olhei para minhas roupas, agora molhadas por causa da chuva que tocava meu corpo com suas gotas incomodas. Aquela garota havia chamado tanto a atenção que eu simplesmente havia esquecido a chuva – Bom, pelo menos eu estou mais decente que você, sabia que ataque ao pudor ainda é crime? Ou será que filhas de Afrodite não sabem o que pudor ou decência significam? Ah, isso explicaria o apelido Afrobitch. E por ultimo eu sou feliz, ta legal? - mostrei ambos os polegares para cima, em um símbolo cultural de "ta legal ou ok" rapidamente e dei meu melhor sorriso irônico ao falar - Então vai dar palpite na vida de quem vá te escutar de verdade, não vou perder minha vida em shoppings.

Eu sabia que ela surtaria. Éramos evidentemente o oposto. Ela uma patricinha, eu uma garota desleixada que não me importava muito com tantos detalhes, apesar de quando querer saber me arrumar. Aquilo estava se provando um encontro de opostos, primeiro o filho de Quione, meu oposto em elemento. E agora aquela garota que era meu oposto em personalidade. Talvez ela descobrisse que precisava de muito para me tirar do sério e deixar abalada com uma discussão, afinal aquilo tudo para mim estava sendo até mesmo divertido. Responder aos outros era um pequeno defeito meu que em momentos como esse se tornava uma dádiva.

-Aliás, garoto das neves – falei lembrando o pobre coitado, cheguei um pouco para o lado para ter uma visão completa do desconhecido. Não poderia deixar de provocá-lo também. – Ta bem? Não vai querer ser zoado pelo resto da vida por ter apanhado de uma Barbie descontrolada e seminua que gasta metade da vida na frente do espelho não né? Ficou com medo? Eu ficaria no seu lugar, ela é assustadora.



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Re: Vale dos ventos uivantes ♠ Local público oficial ♠

Mensagem por Andreas Westerling em Dom 31 Mar 2013, 17:31




How to make it worse



# Chapter Two;

Lugar: Vale dos Ventos Uivantes;

Clima: Frio e chuvoso;

Período: Tarde.
A
vida dos meio-sangues não é tranquila. Muitas vezes, são atacados por monstros grotescos, armados de espadas e protegidos por rígidas armaduras. A situação de Mark poderia até ser considerada essa, se ele pudesse chamar aquela loirinha de armadura transparente e armada de uma perigosa sombrinha de monstro grotesco. Por um momento, ele pensou se deveria revidar ou rir. Considerando a primeira hipótese falta de educação, abriu a boca e deixou uma gargalhada gostosa sair de si.

Ele só conseguiu se controlar quando a troca de elogios entre as duas começou. Por um momento, até tentou entender o que diziam, mas teve dor de casa depois de ouvir tanta baboseira de moda. Portanto, manter-se-ia fora dessa discussão e, para tal, apoiou-se no tronco da árvore, que adquiriu uma suave camada de gelo ao toque dele. Contudo, a mais desleixada lhe provocou, e não ia deixar isso por menos. — Francamente — começou, se segurando ao máximo para não rir em voz alta. —, eu me sinto até abençoado por ter sobrevivido ao ataque da sombrinha mais perigosa do cabaré. — falou, se referindo ao tipo de lugar que a filha de Afrodite provavelmente frequentaria.

Sabia que sua zombaria não ajudaria muito na situação, logo - para se divertir ainda mais - apontou para a menina mais cor-de-rosa e disse: — Ah, e tu quebrou uma unha. — Mentira? É claro, mas não poderia deixar de ter a esperança de observar um possível ataque histérico de purpurina. Então, para brincar com ambas de uma só vez, desviou o olhar (sabendo que isso provavelmente deixaria a Pink Girl bravinha, pois a melhor forma de chamar a atenção dessas patricinhas era não demonstrar interesse) e comentou oportunamente: — Bem, eu ainda não conheço as duas princesinhas. — e abaixou a cabeça, sorrindo. Sua língua não manteve-se dentro da boca, e ele precisou fazer mais uma brincadeira, que tinha lá suas dúvidas se as meninas entenderiam, por conta do tom capilar de ambas. — Claro, até porque eu não sou de perguntar o nome de todas as que eu durmo.
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Re: Vale dos ventos uivantes ♠ Local público oficial ♠

Mensagem por Noah G. Kalömoseuz em Sex 26 Abr 2013, 19:16




Me and Myself...


Dionísio e sua instabilidade emocional!

Pensara Noah enquanto abraçava seu próprio corpo, batendo o queixo de tanto frio. Sim, o Acampamento tem uma barreira mágica que impede não só de monstros, mas também das variações de clima, porém tudo dependia da vontade ▬ do humor, na verdade ▬ de Dionísio, que controla a tal barreira. E naquele dia, presumia-se que Dionísio não estivera muito feliz▬se é que isso é possível. Ainda assim, Noah não deixaria que seu dia fosse estragado por um deus com descontrole emocional. Mais cedo, durante a manhã, o filho de Poseidon decidira voltar à fronteira do Acampamento, onde tivera, pela primeira vez, uma noticia verídica sobre sua família, ou melhor, sobre sua mãe.

Logo que saíra do chalé, o vento frio penetrou sua roupa, fazendo com que seus músculos congelassem. O sol começava a se pôr no horizonte, banhando o Acampamento com uma bela luz alaranjada. Por mais frio que fizesse, alguns semideuses pareciam bastante confortáveis a tal situação. Acenaram para Noah ▬por algum motivo desconhecido▬, mas o garoto apenas balançou a cabeça, com um sorriso forçado. Não que ele quisesse parecer rude, mas somente não estava disposto a retirar as mãos de dentro do casaco.

As folhas secas caídas das árvores farfalhavam aos seus pés, conforme adentrava a floresta. O local estava remoto, talvez pelo frio, nem mesmo as criaturas que lá residiam saíram de suas “casas”. Os ventos acalmaram-se, mas o frio ainda predominava no local. Noah tomara um caminho diferente que o habitual, virando a esquerda ao invés de continuar em frente, seguindo por uma trilha desgastada. Tropeçou em algumas pedras, mas continuou em frente. Uma fina neblina fundia-se ao forte vento que, especialmente ali, voltava a soprar com bastante intensidade. O vento impeliu uma folha seca em seu rosto. Retirou-a rapidamente. Parecia que nem mesmo o vale queria ser incomodado, fazendo questão de expelir qualquer ser que adentrasse sua propriedade.

Noah somente continuou a andar, pulando as pedras maiores, algumas chegavam a tocar-lhe o joelho, outras não passavam do tamanho de uma noz. Chegou, por fim, ao limite do local, onde as pedras estendiam-se à frente, dando a fenda colossal. Dali era possível avistar o mar, e suas ondas agressivas se confrontarem com os pés do vale. O mar estendia-se até onde seus olhos não alcançavam. “Será que lá estão minhas respostas?”, pensara Noah mirando o mar e suas ondas agitarem-se. “Será que você me daria essas respostas?”, não sabia ao certo com quem estava falando, ou a quem se referia, apensas deixava-se pensar. O uivo dos ventos lhe incitavam a isso: pensar. Por um breve instante achou ter visto um cavalo nadar em meio as ondas, mas quando estreitara os olhos para ver, nada mais se movia além de unicamente o mar. E por ali ele ficou, sentando num rochedo esférico, mirando o mar e... pensando.

Itens Levados

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Re: Vale dos ventos uivantes ♠ Local público oficial ♠

Mensagem por Trevor Philips em Sex 26 Abr 2013, 23:35

Conhecendo o acampamento...


A ficha ainda não havia caído. Como assim o Deus grego que eu mais admirava, o Deus do vinho, era meu pai? Será que essa seria a explicação por toda essa adoração que eu tenho pela uva e festas? Não sei. De qualquer forma, eu já havia me acomodado no chalé doze, designado aos filhos de Dionísio. Meu pai não havia demonstrado muito interesse em mim ou empolgação por saber que eu era uma de suas proles, mas segundo alguns campistas que me receberam no chalé isso era algo típico do diretor do acampamento. Decidi sair do chalé naquele fim de tarde, meus meio-irmãos me aconselharam a jamais deixar o chalé - muito menos o acampamento - desarmado. Prendi minha faca de bronze em minha cintura e peguei Phrenitis e o levei em minha mão direita. Phrenitis era o nome de Tirso, um presente que recebi de meu pai. Deixei o chalé e segui caminhando em direção a floresta.

Várias folhas secas estavam sob meus pés, mas o que prendera minha atenção era o local. Repleto de árvores como toda floresta, sem nos dar qualquer chance de adivinhar sua dimensão, fora o frio que fazia no local. Por sorte eu estava agasalhado. Dobrei à minha direita na metade do caminho, logo o frio pareceu aumentar um pouco e os ventos também pareceram ampliar sua intensidade. Saltei sobre algumas rochas no local que parecia estar sendo tomado pela neblina. Ao avançar mais alguns metros percebi que o vale havia um limite, logo abaixo, e digo muito baixo mesmo, estava o mar. O que mais chamava atenção era o forte vento que batia nas pedras e nas árvores, provocando uma espécie de uivo.

Caminhei até o limite do terreno. Mais um passo e eu cairia daquele abismo e provavelmente morreria. Olhei para baixo só para ter certa noção da altitude em que estava, mas era difícil dizer. Olhei para o sol, que já estava se pondo. A paisagem era bonita. Alguns pássaros ainda voavam, provavelmente retornando a seus lares, pois a noite se aproximava. Dei três passos para trás para ficar distante do abismo e evitar algum tipo de acidente. Ao olhar para minha direita, notei um garoto pensativo. Eu nem havia o percebido, certamente pelo fato dele estar totalmente calado. Ele fitava o mar com suas ondas quebrando agitadamente. Ele parecia gostar de ficar observando a água, como se o que estivesse ao seu redor não interessasse. Achei ele meio esquisito e com uma aparência meio de nerd, mas decidi me socializar, afinal eu era novo no acampamento e gostaria de conhecer as pessoas que eu provavelmente conviveria um bom tempo daqui pra frente. Me aproximei do rapaz e o cumprimentei de forma amistosa, mas não sabia bem o que dizer:

— Hã... Olá! Está tudo bem aí?



Itens levados:
Faca [Sua lâmina bronzeada mede cerca de 24 cm, e seu cabo tem o mesmo comprimento padrão. É bastante afiada e é perfeita para ataque ágeis e rápidos. O bom desta arma é sua eficiência tanto para mãos hábeis quanto para manuseios mais inexperientes, pois é uma arma curta, fácil de esconder e ao mesmo tempo fácil de manusear. Seu punho é feito de aço, mas uma camada de couro escuro cobre o aço para que o usuário possa segurá-la firmemente. Na parte inferior da lâmina, próxima ao cabo, há entalhado as siglas do Acampamento "CHB"; uma propriedade que só os meio-sangues e criaturas místicas podem ter e usar (ajuda um pouco na destreza)] {Bronze, aço e couro} (Nível mínimo: 1) {Nenhum elemento} [Recebimento: Administração; item inscrição padrão do fórum]

{Phrenitis} / Tirso [Tirso com haste de prata. Sua pinha é feita de bronze sagrado e banhada em vinho, tornando-a, assim, roxa] {Prata e Bronze Sagrado} (Nível Mínimo: 1) {Não Controla Nenhum Elemento} [Recebimento: Presente de Reclamação de Dionísio]
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Re: Vale dos ventos uivantes ♠ Local público oficial ♠

Mensagem por Bernardo W. Montevy em Sab 27 Abr 2013, 12:45




Wait...
A inquietude dominava o corpo do filho da Hades que, por sua vez, não conseguia ficar de uma forma prolixa em sua cama. Logo após ter recuperado o chicote de Afrodite, seus pesadelos e presságios se tornaram frequentes, visto que Perséfone estava tentando colocá-lo contra o seu próprio pai. Sim, pensou Bernardo, ela é uma vaca desgraçada.

Bernardo andou d’um lado para o outro em seu chalé sem ter um rumo certo do que iria fazer naquele dado momento, porém nem ideias frenéticas e extasiantes vinham à sua mente. Retirou seu iPhone do bolso e tentou discar o número de Amélia, porém o telefone só caía na caixa de mensagem. Ela ainda estava em missão com os Livestock, essa era a única explicação, o que deixava o filho de Hades mais receoso sobre o paradeiro da loira.

Suspirou fundo e saiu do seu chalé - devidamente armado -, afinal, não sabia muito bem o que iria acontecer a um filho de Hades. Fez um gesto singelo e pragmático em relação ao capuz do seu casaco, colocando-o assim à frente do seu rosto; então, começou a adentrar a floresta sem rumo. O vento chicoteava o seu rosto e fazia com que um calafrio percorresse toda sua espinha e lhe causasse uma sensação indescritível e intrigante. Alguns espíritos da natureza passavam correndo por toda a floresta, mas quando viam Bernardo tentavam forçar suas pernas a serem mais rápidas que o comum. Não podia reclamar, sua aura deve ocasionar tudo isso, entretanto já estava acostumado com algum desses tratamentos.

Chegou ao ponto ápice de onde ele não imaginava chegar, na verdade, ele nem sabia que existia. A penumbra unida à neblina densa e ao clima gélido tornava o local exuberante e misterioso. As árvores tinham formas exóticas, porém convidativas a serem analisadas. O crepúsculo havia começado e as pequenas aves que ali vivam, tentavam retornar aos seus ninhos freneticamente. Estreitou os olhos e mordeu o lábio inferior ao notar a silhueta de dois rapazes à extremidade do cume. Bernardo então resolveu se aproximar, pela esquerda, e mordeu o lábio inferior ao reconhecer um deles. Noah, reclamado há pouco tempo como filho de Poseidon, observava atentamente o mar. Resolveu não atrapalhar o momento do rapaz e sentou ao seu lado, em uma das melhores pedras que haviam por ali, logo em seguida, enrolou sua Capa no braço direito, e começou a mover pedras à sua frente, apenas para passar o tempo. Quando uma delas caiu com força ao mar, Bernardo não conteve o sorriso e analisou melhor tudo que estava ao seu redor.

▬ Está tudo muito parado...


Itens Levados

▬ Espada de Ferro Estígio [Ajuda o usuário a canalizar a capacidade de controlar e convocar os mortos. Pode drenar almas, deixando a espada mais poderosa, além de ser indestrutível. Almas: 6 ] (presente de reclamação de Hades

▬ Capa da Invisibilidade [Durante qualquer ocasião, o semideus pode colocar sua capa ficando invisível por até quatro turnos.][Só pode ser utilizada duas vezes]


Poderes Utilizados
▬ Geocinese I [Nível 1]: Pode mover pequenos pedaços de rocha (do tamanho de uma bola de boliche ou algo parecido), arrancando-os do chão, levitando-os, o que sua imaginação quiser. Não pode mover armaduras nem armas do inimigo, apenas as suas. Metais, minerais ou rochas sagradas ou abençoadas não podem ser manipuladas.



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Re: Vale dos ventos uivantes ♠ Local público oficial ♠

Mensagem por Amelia Angel Neither em Sab 27 Abr 2013, 15:21

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lonly girl
Era uma tarde morna no acampamento, decidi distrair a cabeça indo até o Vale dos ventos Uivantes. O local era belo e sombrio, mas profundamente calmo, totalmente pacífico e perfeito. Usava um vestido negro e botas de galocha azuis, meus cabelos estavam soltos livremente caindo-me sob os ombros não podia negar que estava bonita. Ao chegar me deitei na grama, que ali era fria e úmida como um cadáver mas deliciosa e macia como um travesseiro, comecei a cantarolar calmamente:
-I remember tears streaming down your face
When I said, I'll never let you go
When all those shadows almost killed your light
I remember you said, don't leave me here alone
But all that's dead and gone and passed tonigh
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Re: Vale dos ventos uivantes ♠ Local público oficial ♠

Mensagem por Joshua H. Luttercape em Sab 27 Abr 2013, 15:34



When I saw her for the frist time
She was so beautiful... When I saw her...
> Lá estava Josh, caminhando sozinho pelo acampamento. Era seu primeiro dia e como já havia se instalado no chalé de Hermes decidiu dar uma volta por aí. Caminhou até encontrar um local sombrio, mas belo. Parecia silencioso mas uma voz dosce e agradável ecoava por alí, cantava uma canção que talvez ele um dia já ouvesse escutado. A voz despertou nele uma paixão, queria saber quem a soltara então seguiu o som através da neblina. Lá, deitada no chão estava uma garota linda de olhos fechados cantando. Ele prendeu a respiração,pensou em dizer um oi mas estava nervoso, esforçou-se e disse:
-Ehr oi, meu nome é Josh e você deve ser um anjo...
"

Tags: Com Aurora Borealis Daw ø Song: ### ø wearing: [] this [/url]
thanks

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Re: Vale dos ventos uivantes ♠ Local público oficial ♠

Mensagem por Amelia Angel Neither em Seg 29 Abr 2013, 13:20

Just look at me.

When I saw he for the first time
-Ehr oi, meu nome é Josh e você deve ser um anjo..."
Abri os olhos para ver quem emitia aquelas palavras, erra um garoto bonito sorrindo meio sem jeito me observando. Me assentei na grama um pouco desconfortável.
-O...obrigada mas meu nome é Aurora. - Me levantei e apertei levemente a mão do garoto. Aquela situação era um pouco embaraçosa mas consegui segurar firme. Uma peqeuena onda de remorso invadiu meu corpo, era uma plena e pura confusão levando em conta meus sentimentos por um outro garoto.
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Re: Vale dos ventos uivantes ♠ Local público oficial ♠

Mensagem por Noah G. Kalömoseuz em Seg 29 Abr 2013, 19:38




And you are...?


O vento assobiava em seu ouvindo, assim como soprava furiosamente seu fino casaco para trás. O mar, banhado num tom alaranjado do sol, assim como uma televisão, mostrava a Noah suas velhas lembranças. O mostrava a todo tempo com uma prancha sob o braço, cabelos molhados jogados para trás, e um sorriso que não vira há muito tempo enquanto caminhava na praia. “O que acontecera com aquele surfista?”, pensou como se se referisse a outra pessoa. Como um garoto pequeno, Noah abraçou os joelhos e continuou a assistir sua própria vida com um brilho curioso nos olhos.

O mar agitou-se. As lembranças de Noah tremeluziram e subitamente foram substituídas por cenas que o garoto, mesmo não tendo vivido-as, reconhecia muito bem. O mesmo homem corpulento; a mesma família; as mesmas mortes... Tentou força os olhos a fecharem-se, forçou as mãos a taparem sua visão, mas seu corpo não respondia. Continuou paralisado, surdo ao mundo afora, focado na cena que acontecia lá embaixo. Um som abafado, seguido de um “splash” do mar, retirou o garoto da fantasia.

Piscou algumas vezes, ao mesmo tempo em que esfregava os olhos com os nós dos dedos. Olhou para um lado e para o outro rapidamente, percebendo, enfim, dois corpos próximos a si.

Érh... ▬Noah não sabia exatamente o que dizer. Por mais que quisesse continuar só, não seria tão arrogante a ponto de mandar os dois garotos afastarem-se. ▬Oi▬disse ao loiro à sua direita. ▬E, me desculpe, mas nos conhecemos?

O garoto a sua esquerda parecia familiar, porem, o filho de Poseidon não fazia ideia de onde se conheciam. Fitou o garoto, estreitando os olhos, por alguns instantes tentando resgatar de alguma maneira alguma lembrança, mesmo que vaga, daquele sorriso misterioso o qual o mesmo esboçara. E, é claro, não obtivera sucesso. O loiro, a sua direita, parecia um pouco distante, deslumbrado demais com a natureza ao seu redor, possivelmente era um novato ou alguém que não saia muito do chalé, pensou Noah enquanto cruzava as pernas num ‘x’, observando os dois garotos em meio à neblina, esperando que algum deles lhe respondesse.

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Re: Vale dos ventos uivantes ♠ Local público oficial ♠

Mensagem por Trevor Philips em Ter 30 Abr 2013, 16:13

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Conhecendo os campistas



Algumas pessoas chegavam ao local. Olhei para o lado e vi um rapaz de cabelos negros se aproximando e sentando em uma pedra ao lado do garoto que cumprimentei. O rapaz enrolou uma capa em seu braço e moveu uma pedra – acredito que utilizando algum tipo de poder, pois ele não a moveu com as mãos – e a fez cair da montanha. O fato da pedra cair com força nas salgadas águas do mar arrancou-lhe um sorriso.

— Está tudo muito parado. — Comentou ele.

Quando estou bêbado parece que sou amigo de todo mundo, mas quando estou sóbrio não é assim. Minha timidez não permitiu que eu dissesse nada, apenas balançasse a cabeça positivamente, concordando com o semideus que acabara de chegar. Enquanto isso, o garoto com quem interagi esfregava os olhos com um nó nos dedos.

— Érh... Oi. — Respondeu finalmente o menino que cumprimentei. — E, me desculpe, mas nos conhecemos?

Após questionar, o meio-sangue fitou por alguns instantes o rapaz que sentou-se ao seu lado que permanecia com o sorriso nos lábios, depois retornou sua atenção a mim. Com a mão esquerda, passei a mão em meu cabelo o jogando levemente para trás, mas seu corte impediu que seu estilo se alterasse.

— Na verdade não conheço ninguém por aqui, cheguei ao acampamento há pouco tempo. — Respondi olhando para o chão.

Chutei uma pedrinha que estava solta no solo com meu pé direito. Ela rolou por alguns momentos até que caiu do abismo em direção ao mar. Enfim olhei nos olhos o garoto que perguntou sobre nos conhecermos ou não e me apresentei:

— Sou Lewis Andrew Collins, sou filho de Dionísio.

A apresentação foi direcionada ao autor da pergunta sobre minha pessoa, mas qualquer um que respondesse estaria bom. Seria melhor ainda se os dois semideuses se apresentassem, mesmo que o outro não estivesse demonstrando muito interesse na conversa. Cruzei os braços a frente do peito e aproveitei para dar mais uma analisada ao meu redor, observando o ambiente em que estava, enquanto aguardava alguma reação depois que informei quem era.

~•~•~•~•~•~•~•~•~•~•~•~•~•~•~•~•~•~•~•~•~•~•~•~•~•~•~•~•~•~•~•~•~•~•~•~•~•~•~•~•~•~•~•~•~•~•~•~•~•~•~•~•~•~•~•~•~•~•~•~•~•~•~•~•~•~•~•~•~•~•~•~•~•~•~•~•~•~•~•~•~•~•~•~•~•~

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• {Phrenitis} / Tirso [Tirso com haste de prata. Sua pinha é feita de bronze sagrado e banhada em vinho, tornando-a, assim, roxa] {Prata e Bronze Sagrado} (Nível Mínimo: 1) {Não Controla Nenhum Elemento} [Recebimento: Presente de Reclamação de Dionísio]
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Re: Vale dos ventos uivantes ♠ Local público oficial ♠

Mensagem por Luna Back em Ter 30 Abr 2013, 19:17

Estava andando pelo acampamento e esbarrei com uma garota e um garoto, estavam converssando sobre alguma coisa, como boa educaçao eles me comprimentaram e eu me aprensentei:
- Oi me chamo Emilly, sou nova por aqui.E vocês como chamam?
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Re: Vale dos ventos uivantes ♠ Local público oficial ♠

Mensagem por Amelia Angel Neither em Ter 30 Abr 2013, 19:26

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Who is she?
Uma garota passou por nós e se esbarrou em mim, me virei e vi uma garota ruiva um tanto tímida dizia:
- Oi me chamo Emilly, sou nova por aqui.E vocês como chamam?
Dei um sorrisinho leve, prostrei as mãos nos quadris e soprei uma mecha antes loura agora escura e disse:
-Prazer em conhece-la Emilly, me chamo Aurora mas o pessoal aqui me chama só de.... Ah quer saber ainda não tenho apelido. Novata hã? - Perguntei com um tom de ironia, adorava ver os campistas novatos. Tinham de ficar no chalé esquisito de Hermes onde podiam ser furtados tão mogno.... -Ah então você tem que ficar naquela coisa que chamam de chalé de Hermes certo? Ou seu pai ou mãe já te reclamou?
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Re: Vale dos ventos uivantes ♠ Local público oficial ♠

Mensagem por Luna Back em Ter 30 Abr 2013, 19:30

- Isso sou novata por aqui. Ainda nao fui reclamada entao tecnicamente ainda estou no chalé de Hermes é claro que tenho que manter minha mochila trancada ontem quase fui roubada- dei um risinho tímido, como sempre nunca perdi essa caracteristica mina que por sinal achva ridícula.
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Re: Vale dos ventos uivantes ♠ Local público oficial ♠

Mensagem por Amelia Angel Neither em Ter 30 Abr 2013, 19:38

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The new girl
-Isso sou novata por aqui. Ainda não fui reclamada entao tecnicamente ainda estou no chalé de Hermes é claro que tenho que manter minha mochila trancada ontem quase fui roubada.
Revirei os olhos, sempre o mesmo comportamento idiota dos filhos de Hermes. Tããão imaturos, pobrezinha quase tinha sido roubada! Que coisa louca....
-Ou, coitada. Espero que seja uma das filhas de Apolo! Nosso chalé é tão mil vezes melhor que o deles! - Falei orgulhosa da minha "residência" - Temos uma biblioteca particular, dois andares quartos separados e garrafinhas de água oxigenada pra tingir o cabelo.
Era uma coisa idiota a se dizer, ouvir Joshua protestar atrás de mim. Tive vontade de enrolar um jornal e lançar-lhe no nariz. Não gostava de ser interrompida nunca. Por conta dos cabelos louros parecia-se com uma criança de Hermes, e sua primeira fala dirigida a mim com certeza era dependente daquele chalé.

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Re: Vale dos ventos uivantes ♠ Local público oficial ♠

Mensagem por Joshua H. Luttercape em Qua 01 Maio 2013, 09:26



E não estamos mais sozinhos...
My perfect angel now is flying A new girl...
> -O...obrigada mas meu nome é Aurora. - Ela se levantou um pouco desconfortável e talvez tímida.
Não me senti mal por aquilo, eu havia a elogiado um pouco demais só isso, ia perguntar a ela de onde herdara aquela magnífica voz mas então uma garota passou por nós trombando em Aurora. Quria dizer um belo: "Ei olha por onde anda!" Mas Aurora a respondeu mais rapidamente:
- Oi me chamo Emilly, sou nova por aqui.E vocês como chamam?
-Prazer em conhece-la Emilly, me chamo Aurora mas o pessoal aqui me chama só de.... Ah quer saber ainda não tenho apelido. Novata hã? Ah então você tem que ficar naquela coisa que chamam de chalé de Hermes certo? Ou seu pai ou mãe já te reclamou?
- Isso sou novata por aqui. Ainda não fui reclamada então tecnicamente ainda estou no chalé de Hermes é claro que tenho que manter minha mochila trancada ontem quase fui roubada...
Josh sabia o que era quilo, quase ser roubado no traiçoeiro chalé de Hermes em fim ele também era indefinido. Ia dizer qual era seu nome mas Aurora e Emilly continuaram a conversar.
-Ou, coitada. Espero que seja uma das filhas de Apolo! Nosso chalé é tão mil vezes melhor que o deles! - Falei orgulhosa da minha "residência" - Temos uma biblioteca particular, dois andares quartos separados e garrafinhas de água oxigenada pra tingir o cabelo.
O garoto colocou as mãso dentro da jaqueta negra que usava e mirou o céu profundamente azul dizendo:
-Sou o Josh. Também indefinido, prazer em conhece-la.
Ele não ergueu a mão para apertar a mão da garota apenas fitou o chão, depois encarou Aurora.
-Então Aurora, ainda não sei de onde herdou a sua bela voz....

"

Tags: <3Aurora e EMillyø Song:Tears of an angelø wearing: this
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Re: Vale dos ventos uivantes ♠ Local público oficial ♠

Mensagem por Amelia Angel Neither em Qua 01 Maio 2013, 18:11

Just look at me.

He still talking with me
-Sou o Josh. Também indefinido, prazer em conhece-la. Então Aurora, ainda não sei de onde herdou a sua bela voz....
Encolhi os ombros levemente, havia quase me esquecido da presença dele por ali. Dei um sorrisinho sem graça dizendo:
-Ela não é assim tão boa, é agradável melódica talvez.... Mas não bela.
Emilly parecia um tanto confusa, estava apenas observando o que me deixou com um certo remorso em meu interior.

[center]Tagged: Everybody Wearing: This! Thank you Lari @ CG
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Re: Vale dos ventos uivantes ♠ Local público oficial ♠

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