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Vale dos ventos uivantes ♠ Local público oficial ♠

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Vale dos ventos uivantes ♠ Local público oficial ♠

Mensagem por 065-ExStaff em Ter 03 Jul 2012, 21:21

Relembrando a primeira mensagem :






Um local amplo, comumente vazio; possui várias árvores ladeando sua extremidade, defronte a um córrego congelado. As copas desprovidas de folhas parecem bruxulear pela densa neblina que resplandece pelo âmbito, ressaltando uma tonalidade tênue de penumbra. As poucas pessoas que já percorreram o local afirmam terem escutado o eco de uivos de lobos por colina acima. Baforadas gélidas de ar insistem em chocar-se contra o rochedo abaixo do desfiladeiro, o que talvez dê primórdio aos assim denominados uivos; o frio aflige a estabilidade de quaisquer seres que adentrarem ao vale sem trajes adequados ao inverno, tornando sua permanência ao local um martírio. Arbustos cobertos por neve podem ser avistados ao aumentar do relevo, enfeitando a paisagem penumbrosa. Ao chegar no ápice do penhasco, pode-se avistar o mar bruto e com ondas gigantescas predominar o imenso horizonte sem fim.


Descrição pelo meu VagaDio. s2
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Pelas sombras da noite...

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Re: Vale dos ventos uivantes ♠ Local público oficial ♠

Mensagem por Katherine B. Angelline em Qui 06 Set 2012, 21:23



Dripping down my skin


The crushing storm will break me



Echoes in my brain
With shore in sight I'm under
And wonder why I fought in vain



"Lightning. It flashes bright, then fades away. It can't protect. It only destroys."

• ♦ •


O último suspiro, talvez; era mais frio do que poderia se lembrar. Mas ela simplesmente poderia se lembrar de algo? Afinal, o que fazia dela diferente de qualquer um outro? Por que... Por que... O que ela havia feito de tão errado para que a fúria do mundo caísse sobre sua cabeça? Por que não revidar ao mundo com a mesma intensidade?
Uma leve garoa começava a tocar os poros de ambas garotas; as folhas da árvore solitária caíam agora com mais intensidade, enquanto os passos lentos levavam a filha de Ares ao branco da névoa. O rosto da filha de Éolo já não era visível, mas sua voz ecoou pelo vale, mesmo que estivesse falando com a maior suavidade possível; as três frases; não admirava a garota que esta fosse filha do deus dos ventos, pois passaram pelo seu ouvido como o ar; sem importância. Fechou os olhos, dando o último passo até finalmente escorregar. Soltou um grito sufocado, enquanto o ar prendia-lhe nos momentos vagos de uma mente vazia; tão vazia...
Em segundos, sabia que a incompreensão tomaria conta da sobrevivente. "Que cena trágica, não?", pensou, conseguindo controlar suas asas; não fazia isso há muito tempo. De fato fora um teste... Um teste mental para a que estava na planície e teria visto com olhos turvos a cena toda, e um teste para si própria quanto a suas habilidades. Se suas habilidades de controle sobre as asas simplesmente não funcionassem, bem, ela morreria de forma dramática. Não tinha muito a perder; suas costas pesavam, mas ela conseguia se manter no ar. Aos poucos, foi elevando-se, cada vez mais, podendo ver o pico pelo qual despencara a toda. O céu escuro esperava-a lá em cima e as estrelas eram somente guias de sua própria solidão. Ela abriu um meio sorriso, conseguindo velocidade no voo acima; Por fim, surgiu em meio ao penhasco, podendo ver de cima, a filha de Éolo. "Ela ficou todo este tempo observando?", indagou a si mesma, respondendo a sua pergunta com uma suave advertência de sua previsibilidade. Balançou o cabelo com uma das mãos; não teve tempo de sentir quando ele foi de seco à encharcado, mas parecia que aquela garoa noturna estava mais forte do que sua mente conseguia assemelhar. Mas o que seria a fúria da água celestial diante de sua própria?
Sentiu vontade de rir, porém, seu rosto continuava parado, observando a mênade com os pés no chão. Voou em sua direção, chegando lentamente até o chão; teria a garota entendido o motivo pelo qual aquilo tudo acontecera? Lamentável seria a condição de sua ignorância e incompreensão? Não importava. Enquanto o movimento era feito, a filha de Ares concentrou uma força considerável em ambos pés, e com a enorme velocidade na qual se encontrava, tentou atingir em cheio a filha de Éolo. Se a experiência da garota era grande, chegaria até o ponto que Katherine ansiava com a máxima vontade que poderia ter, que seria pouca, na concepção de qualquer outro; só de fato, o que aconteceria ali, poderia causar a morte de ambas. Provavelmente também, ambas tinham esta consciência. Quais seriam os resultados do ataque repentino?
Pairou no ar, pousando lentamente os pés no chão; esperava por um ataque ou uma investida contra, mas, ao contrário do que o perigo proporcionava, ela colocou a ponta do polegar dentre os lábios, e mordeu - Hm... - Encarou a situação, atenta e curiosa.





Obs.: Ao que Katherine tem em uso o item "Capa longa vermelha", até que esta balance a capa, sua armadura, armas e afins estarão ocultos aos olhos de mortais, consequentemente deixando-a com um visual simples; não estando no momento com a capa, o que é visível acima.



Armas Levadas:
♈ Chaos § [Espada de ouro negro com atribuição de eletricidade. Esta tem duas lâminas, uma principal da espada, e outra suspensa na parte inferior da lâmina. A suspensa age como uma flecha, porém é lançada com o acionamento de um pequeno botão no cabo da espada. Apenas três recargas, que podem ser re-utilizadas após o encaixe na espada.]
♈ Armor Chaos § [Uma armadura completa de prata semi-indestrutível . Esta armadura tem quatro chifres/espinhos, dois na região dos cotovelos e dois na região dos joelhos. É bastante leve, apesar de não aparentar e é adaptável ao clima, ou seja, em um clima frio, a armadura esquenta, de mesma forma que em a certa elevação da temperatura, a armadura toma uma forma mais gélida, para refrescar o corpo do usuário. Na região dos ombros, existem duas camadas, a de um couro resistente, e outra de prata original da armadura. {Os item Shoes Chaos e Gloves Chaos fazem parte do mesmo, sendo um só}]
♈ Shoes Chaos § [Produzem o mínimo som de passos , e, portanto, seu usuário se torna parcialmente imperceptível até mesmo para os mortais com uma ótima audição.]
♈ Gloves Chaos § [Luvas de Prata e Couro, quando pressionado o sensor de pressão no pulso, garras de Fúria saem por cima de seus dedos]
♈ Escudo de prata médio. - No centro do desenho dele, há um corvo entalhado por ouro negro. Em repouso se transforma em um bracelete, que é ajustável. (Semi-indestrutível) (Ele é parte da armadura, ficando preso ao bracelete esquerdo) [Presente]
♈ Capa longa vermelha: Tem o poder de "esconder" itens. Ao trajar esta capa, está sugerível ao usuário fazer com que seus itens fiquem ocultos ou não. É uma magia simples, mas de utilidade quando o campista precisa levar armas para fora do Acampamento sem ser notado. Não serve para que "descargar" itens, ou seja, seu número de capacidade de levar itens não aumenta, apenas ganha a habilidade de ocultá-los diante os olhos mortais e divinos. [Presente by: Alecxandra Coral Morgenst]
♈ Anel Light - Um anel que exerce poderes sobre magia elemental envolvendo Luz e dá ao usuário deste, poderes sobre fracas mágicas arcanas.
♈ Valentine [Um anel de ouro onde há gravado em caligrafia fina as iniciais S&K.Duas vezes por missão o anel pode lançar contra o inimigo um espinho de ouro capaz de paralisar, durante dois turnos, a parte do corpo atingida. Funciona, apenas, quando está no dedo anelar de sua dona.][By: Sua melhor amiga, Sophia Colluci Niceness]

Mascote
♈ Corvo [Corvo invocado originalmente por Lucas, o mesmo se apegou a filha de Ares Katherine. O garoto então, fez com que o corvo ficasse invocado, mas consumindo metade de sua vida. O corvo obedece tanto as ordens da filha de Ares quanto as do filho de Apollo. Serve para a filha de Ares compartilhar do mesmo campo de visão do animal, sendo assim, ela consegue enxergar a mesma coisa que o corvo. Útil para prevenir ataques surpresa][25/25 HP] [Presente do velho Lucas]
♥ Pequeno autômato de aranha: Mede mais ou menos 3 cm e produz teias finas (quase invisíveis), porém muito resistentes, a ponto de fazer um gigante tropeçar sobre elas. Ela não serve para muita coisa, seus ataques não são diretos, mas ela é ótima para armadilhas. Seu comando é telepático, ou seja, só obedece ao seu usuário, sendo ele o primeiro e o último. (Presente By. Nathan Raymer)


Poderes Utilizados:

Ativos

◊ Concentrar e Atacar [Nível 05]
Esta habilidade permite que o Filho de Ares concentre poder para atacar, aumentando assim os danos produzidos. Quanto mais concentrar, mais será efetivo o ataque e mais vulnerável está a receber ataques, também.

◊ Ofensiva Múltipla [Nível 09]
Habilidade de executar vários golpes na mesma ação, possibilitando uma investida intensa.
Katherine B. Angelline
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Re: Vale dos ventos uivantes ♠ Local público oficial ♠

Mensagem por Ana M. Thernadier em Seg 24 Set 2012, 17:02

Lift up the receiver
I'll make you a believer


_Sentia, novamente. Não sentia algo específico; sentia tudo. Desde as reações mais simples até as mais complexas. Nada passava em branco.

E foi justamente uma dessas mudanças complexas - talvez unânime - que a fez se lamentar. Era algo de força incrivelmente maior, que soava como um chamado. O destino decidiu acabar com a brincadeira.

Perdão. - Sussurrou, erguendo o olhar a tempo de perceber a aproximação aérea. Os sentidos novamente fizeram menção de desviar, apenas aguardando a ordem da masoquista. ''O que é isso?'', perguntou-se, incrédula. Um ataque tão banal como esse devia esconder algo. Deveria.

A filha de Éolo não queria mover um músculo. Queria receber o golpe abertamente e atiçar ainda mais a raiva em sua adversária. Seria uma cena perfeita, cair de costas no chão e sorrir. Simplesmente. Mas algo deu errado; seu corpo moveu-se involuntariamente e simplesmente desviou-se no exato momento em que os pés de Katherine encontraria com seu tórax. Reflexo inato.

Amanda praguejou. Passou a se odiar, enquanto fitava as orbes cada vez mais distante de sua adversária. Resolveu atacar, e depois resolveu ficar parada. Poderia se envolver em uma luta feroz, e poderia também persistir na penitência. Haviam sempre duas opções.

Ou não.

Perdão. - Repitiu, sacudindo negativamente a cabeça. - Não é agora. - Deu de ombros, e seguiu resoluta até seus equipamentos jogados de qualquer maneira. Pegou um por um e prendeu ao corpo, de vez em quando lançando um olhar divertido para a garota que se mantia impassível.

Não se importava com a maneira com que os objetos eram arrumados, e tampouco lançava mais do que um olhar de soslaio para eles. Mas houve uma exceção assim que puxou o frio relógio dourado.

Fitou o mostrador por não mais de dois segundos, até que uma sombria ideia tomou conta da sua mente. Sorriu, e afinal se ergueu.

Boston, Boston, Boston... - Cantarolou, com os olhos brilhando divertidamente. Aproximou-se da garota em uma velocidade incrível, digna de uma prole dos ventos. - Certas coisas não devem ser lembradas. - Gargalhou. Estava prestes a fazer a coisa mais insana que sua mente poderia cogitar, e poderia se dar muito mal com isso. Mas era exatamente o que procurava.

Avançou sobre Katherine. Não em ataque, mas sim em um beijo.

Vesper. - Sussurrou, erguendo o relógio na mão esquerda enquanto com o braço direito trocava a posição das duas, fazendo a mênade chegar até o limite do abismo. Apertou o botão na superfície do relógio, e obrigou-se a pensar no passado recente, desde o momento em que fitou a garota na primeira vez até os últimos momentos. O objeto emanou uma breve luz que incidiu diretamente sobre as orbes da filha de Ares, revelando sua verdadeira função, a que fora criado. Amanda esperou que realmente funcionasse, do contrário estaria nada menos do que ferrada.

Até. - Falou, assim que a luz momentânea desapareceu, e se deixou cair. De forma diferente ao início de tudo, não almejava mais o suicídio. Agora, havia algo pelo qual viver e lutar, embora não seja o mais nobre nem importante dos motivos.

Esse e outros pensamentos eram só o impulso. O impulso que a fez abrir os olhos e voar. Para adiante.





Informações importantes:
Itens Levados
♦ Espada de ouro branco[Transmutação pingente][Lâminas de diamante][Veneno]: Adornada com rubis no cabo, sua lâmina é envenenada, em cortes pequenos causa vertigens e em cortes mais profundos pode causar paralisia no membro acertado e tonteira por 1 turno
♦ Cantil Mágico [Cantil atribuído com a benção de Dionísio; contém vinho inacabável e recupera 10HP/EN por missão] [Presente de Dionísio]
♦ Tirso [Cajado com propriedades mágicas; leve e super-resistente, diminui gradativamente os gastos de energia e auxilia na manipulação do vinho. Possui videiras ornamentadas em sua superfície e, de guarnição, algumas uvas] [Presente de Dionísio]
♦ Relógio de Bolso Dourado [Ao mesmo tempo que serve para ver as horas, este relógio pendurado em uma corrente tem uma segunda função: Esquecer. Sim, simplesmente apagar um acontecimento da mente de um indivíduo - desde que este não tenha proteção mental, ou use dos poderes referentes a este assunto. Isto também é possível graças ao manipulador de névoa que contém neste relógio. O dono do relógio tem de ter em mente o acontecimento que será apagado na mente da vítima, sendo, normalmente, necessário que este tenha estado presente quando o acontecimento sucedeu. O ato do esquecimento deixará um vazio na mente da vítima, que será preenchido por um outro acontecimento qualquer criado pela névoa na mente deste, o que relativamente acontece pelos seres humanos utilizarem da névoa para tornar os acontecimentos absurdos mais "reais". A ativação desta segunda função do relógio apenas acontece quando a vítima visualiza o objeto, e o detentor do acessório está com o acontecimento em mente, e pronuncia a palavra secreta. Sendo esta escrita na parte de trás do relógio quando o detentor tocou pela primeira vez no relógio. Caso ele esqueça a palavra, ali estará ela, entalhada no relógio. Dizem, somente dizem, que este foi forjado por mãos divinas, podendo assim ter outras funções que no momento são desconhecidas. Existem outras três cópias do relógio espalhadas pelo mundo. Ele foi criado para ter uma bateria infinita (então não se preocupe com isto) e escolhe seu próprio dono.]

Mascote
♦ Raposa [Grell][100/100 HP][Presente de Kim P. Carter ]

Poderes Relevantes

♦Velocidade – Agora você se move tão rápido e silencioso quanto o vento.

♦ Resistência a pressão atmosférica - Os filhos de Éolo, levando em consideração que voam e enfrentam as piores altitudes e afins, não sofrem efeitos da pressão atmosférica, podendo estar no mais alto dos picos que seria igual estar no nível do mar

♦ Resistência Climática - Os servos de Éolo são responsáveis, mesmo que pouco, pelas estações do ano e pelas temperaturas. Então, os filhos dele conseguirão aguentar desde altas a pequenas temperaturas. Claro que há exceções e o bom senso e a vontade do narrador devem ser respeitados.
Ana M. Thernadier
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Re: Vale dos ventos uivantes ♠ Local público oficial ♠

Mensagem por Katherine B. Angelline em Sex 28 Set 2012, 16:44



Live or die


make. your. choice.



Echoes in my brain
With shore in sight I'm under
And wonder why I fought in vain



"Lightning. It flashes bright, then fades away. It can't protect. It only destroys."

• ♦ •


Quando deu por si, estava sozinha. Na verdade, continuava sozinha. Estacionada em um lugar diferente do que costumava se lembrar quando chegou. E estava estranhamente cansada, como se houvesse consumido energia demais passivamente. Estranhou isso, mas não se importou, era incansável na sua visão. Lembrou-se de que não estava totalmente sozinha.
"Você sabe que encontrou alguém aqui, não?", sussurrou Varys em sua mente.
"Sei tanto quanto o vento me conta", respondeu.

• ♦ •


Por um momento sua mente ficou em um branco total; a consciência tomou direções diferentes da razão. Da própria razão.
Seu sangue circulava agora como água em um rio corrente. Sangue no olho, ferocidade nos movimentos. Ergueu a cabeça e por um momento pensou que o tempo havia se passado como um raio. Lightning, Lightning.
Um vento soprou ao pé de seu ouvido, e por um momento ela sentiu algo consumir seus instintos. Era o Caos, sabia disso. E por uma razão maior, era uma guerra entre Ordem em Caos corroendo o seu coração. Ela ainda preservava um pedaço dele, porque há muito tempo ela deixara de necessitá-lo, mas agora... Agora era a hora de usar o que lhe restava. A última gota de suor decidiria que rumo a sua sanidade mental iria tomar.
Soprou algo ao vento, antes de ser tomada por uma súbita visão. Tomou parte de seus movimentos também, era como se ela estivesse projetada através dos olhos.
Era seu semelhante, envenenando sua mente com o puro desgosto de uma cena que poderia decidir o rumo. Poderia sim, talvez fosse.

Ah, sim. Era um local plano, inicialmente. Subindo, subindo; continuava verde e florido. Mas o céu oscilava em um cinza brusco e a bruma tomava-lhe a visão em vezes, mostrando apenas o que ela não gostaria de ver. Acabou tornando-se o que ela precisava ver.
Deveria ser importante, ora essa. O corvo não lhe assoviaria uma cena sem que fosse desta forma. E tudo era tão... Tão cinza.
Ela via por trás da névoa a Colina Meio-Sangue; mas algo e alguém a esperava lá. Não sabia, mas esperava. E chamava-a com intensidade que somente a raiva correspondeu. Não havia visto a gravidade de seu ato, mas mesmo assim estava preparando-se para agir.
Ela murmurou: ▬ É agora.

Katherine se viu livre da visão, tomando por consciência sua insanidade desperta. Abriu as asas, ainda sentindo a consciência confusa e vazia. Sentia... Sentia que algo estava vazio na sua cabeça.
"Ótimo", pensou "Mais um vazio para a coleção". Sentiu os olhos levemente marejados, enquanto as íris dissolviam-se em bruma azulada, mas apertou a garganta com o fôlego, tomando o bater de asas no céu com mesma intensidade que segurava o choro. Havia tanto tempo que não chorava... Ninguém estava ali para ver se ela o fizesse.
Mas ela própria estava, e isso pesaria na sua mente para sempre e sempre. Ela nunca se daria ao luxo de ceder a fraqueza. Logo, resfolegou observando o caminho que percorria pelo céu, respirando fundo quando a melancolia lhe deixava. O devaneio desaparecia, juntamente com sua lembrança dele. E mutavelmente, a fúria voltou.

Lá e de volta outra vez.

Era hora de deixar o vale.
Odeio quebra-cabeças sem peças.


Armas Levadas:
♈ Chaos § [Espada de ouro negro com atribuição de eletricidade. Esta tem duas lâminas, uma principal da espada, e outra suspensa na parte inferior da lâmina. A suspensa age como uma flecha, porém é lançada com o acionamento de um pequeno botão no cabo da espada. Apenas três recargas, que podem ser re-utilizadas após o encaixe na espada.]
♈ Armor Chaos § [Uma armadura completa de prata semi-indestrutível . Esta armadura tem quatro chifres/espinhos, dois na região dos cotovelos e dois na região dos joelhos. É bastante leve, apesar de não aparentar e é adaptável ao clima, ou seja, em um clima frio, a armadura esquenta, de mesma forma que em a certa elevação da temperatura, a armadura toma uma forma mais gélida, para refrescar o corpo do usuário. Na região dos ombros, existem duas camadas, a de um couro resistente, e outra de prata original da armadura. {Os item Shoes Chaos e Gloves Chaos fazem parte do mesmo, sendo um só}]
♈ Shoes Chaos § [Produzem o mínimo som de passos , e, portanto, seu usuário se torna parcialmente imperceptível até mesmo para os mortais com uma ótima audição.]
♈ Gloves Chaos § [Luvas de Prata e Couro, quando pressionado o sensor de pressão no pulso, garras de Fúria saem por cima de seus dedos]
♈ Escudo de prata médio. - No centro do desenho dele, há um corvo entalhado por ouro negro. Em repouso se transforma em um bracelete, que é ajustável. (Semi-indestrutível) (Ele é parte da armadura, ficando preso ao bracelete esquerdo) [Presente]
♈ Capa longa vermelha: Tem o poder de "esconder" itens. Ao trajar esta capa, está sugerível ao usuário fazer com que seus itens fiquem ocultos ou não. É uma magia simples, mas de utilidade quando o campista precisa levar armas para fora do Acampamento sem ser notado. Não serve para que "descargar" itens, ou seja, seu número de capacidade de levar itens não aumenta, apenas ganha a habilidade de ocultá-los diante os olhos mortais e divinos. [Presente by: Alecxandra Coral Morgenst]
♈ Anel Light - Um anel que exerce poderes sobre magia elemental envolvendo Luz e dá ao usuário deste, poderes sobre fracas mágicas arcanas.
♈ Valentine [Um anel de ouro onde há gravado em caligrafia fina as iniciais S&K.Duas vezes por missão o anel pode lançar contra o inimigo um espinho de ouro capaz de paralisar, durante dois turnos, a parte do corpo atingida. Funciona, apenas, quando está no dedo anelar de sua dona.][By: Sua melhor amiga, Sophia Colluci Niceness]

Mascote
♈ Corvo [Nevermore] [Corvo invocado originalmente por Lucas, o mesmo se apegou a filha de Ares Katherine. O garoto então, fez com que o corvo ficasse invocado, mas consumindo metade de sua vida. O corvo obedece tanto as ordens da filha de Ares quanto as do filho de Apollo. Serve para a filha de Ares compartilhar do mesmo campo de visão do animal, sendo assim, ela consegue enxergar a mesma coisa que o corvo. Útil para prevenir ataques surpresa][25/25 HP] [Presente do velho Lucas]
♥ Pequeno autômato de aranha [Varys] : Mede mais ou menos 3 cm e produz teias finas (quase invisíveis), porém muito resistentes, a ponto de fazer um gigante tropeçar sobre elas. Ela não serve para muita coisa, seus ataques não são diretos, mas ela é ótima para armadilhas. Seu comando é telepático, ou seja, só obedece ao seu usuário, sendo ele o primeiro e o último. (Presente By. Nathan Raymer)

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Re: Vale dos ventos uivantes ♠ Local público oficial ♠

Mensagem por Raffel E. Cifer em Ter 13 Nov 2012, 04:16

My blind eyes see what others cannot.


Diversas horas após o despertar, Raffel Eaqué Cifer encontrava-se encarando o próprio reflexo em uma escura poça d'água. O céu estava encoberto por nuvens cinzentas sobre sua cabeça e uma leve brisa fazia com que a água ondulasse, distorcendo a imagem do garoto.
Estar fora do quarto era até mesmo reconfortante para o que chamava de liberdade, e sua caminhada devia-se especificamente a isto. Levava em conta o tempo que desperdiçou tentando acostumar-se àquele ambiente; algo que tinha a certeza de que não ocorreria; porque jamais ocorreu.
Por conhecer a trajetória que tomava, olhou mais uma vez para o céu, que pareceu a ele estranhamente diferente do que ele havia notado há momentos atrás. Por mais que, até onde obteve conhecimento, nenhuma tempestade - por obra de Zeus - ocupava os céus do Acampamento, um ponto não muito longe de onde estava lembrava-lhe a imparcialidade de um dia chuvoso. Uma névoa sossegada e presunçosa pairava a centímetros do solo quando se aproximou mais do local, contando logo, 180 passos.
A cada passo que estendia, o vento parecia soprar mais forte, como em um assobio, ou nesse caso mais tenebroso, um uivo. Quando por, finalmente, sentiu sua presença no centro do local, vislumbrou a ampla imensidão que o cercava. Poderia tê-la notado antes, algo que, mesmo com a névoa, parecia-lhe um ambiente bastante venusto; quebrando-se apenas pelos uivos escuros. Podia-se observar a luz do sol partindo por trás das nuvens, tocando no horizonte. O vale era gigantesco, e as construções dos chalés, e toda a grandeza do Acampamento se reduzia a um nada conforme os olhos rápidos e verdes de Raffel dividiam cada parte da paisagem em um pequeno cenário de jogos de tabuleiro. Confundido por seus devaneios insignificantes, obrigou-se a sentar, apoiando as mãos contra a grama molhada pelo orvalho e relaxando os pés sobre uma pedra. Desconcertado? Pouco. Devia estar mais atento agora do que em qualquer outra situação, mas, por ironia do seu próprio bem-estar, sentiu-se a vontade para arrancar a presilha dos cabelos; algo que tinha vontade de fazer desde que acordara, mas não gostava que o vissem dessa maneira. Parecia gentil.
Quando finalmente terminou de registrar as imagens em sua cabeça, percebeu o quanto estava cansado. E apesar disso, admirava sua capacidade de poder disfarçar diversas sensações em sua expressão solitária e descansada. Com uma voz forte, evitava falar na maioria das vezes, já que sempre quando o fazia, os outros achavam que seu tom era de uma ameaça, e isto resultava em tremedeiras desnecessárias. Cansou-se disso também.
Respirou fundo, jogando a cabeça para trás e deixando que os cabelos semiúmidos caíssem dos ombros até o início de suas costas. Pensou no irmão; um pensamento ligeiro, disfarçado de orgulho, logo, bagunçado pelo vazio costumeiro e insistente. Sabia que não podia, em momento algum, se deixar levar por tudo aquilo que enchia-o de emoções quando criança. Era um caso perdido; seus irmãos sabiam disso; todos deveriam saber.
Lembrou-se dos olhares desconfortáveis que as outras crianças e adultos lançavam a ele ainda quando criança, sendo puxado pela mão por um homem que nem ele mesmo conhecia; sendo levado para longe de tudo que conhecera, com promessas de uma vida melhor para a família. E levaram tudo o que ele tinha, sem cumprir nenhuma das palavras de honra. Arrancaram dele até mesmo o direito de chorar, sorrir; demonstrar. Poderia não sentir nada hoje, ali, preso a um manto branco com uma espada presa a cintura, mas ainda pensava. Nunca tiraram isso dele; não sabia dizer se era algo bom ou ruim, mas ele pensava, sim, sempre pensava. E havia tanto tempo...sem ninguém.
Antes de encerrar, deixar as lembranças para lá, olhou para o céu novamente, percebendo - ainda que mais uma vez - uma sutil diferença. Uma constante diferença do que costumava lembrar.


.:
○ Forimenda - Espada de Bronze Banhada de Vinho Místico Antigo (o que a deixa mais afiada e MUITO pesada, suportável para um filho de Héracles)
○ Broche da Metamorfose: Podes Virar um Pequeno Besouro
○ Bracelete a Luz Solar[No sol pode aumentar a velocidade!



Heit: OFF
Date: I don't remember, anyway.

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Re: Vale dos ventos uivantes ♠ Local público oficial ♠

Mensagem por Aldrick Vaughan em Ter 13 Nov 2012, 14:15


Herz? Phantasie oder Realität?


Maëlstrom, ja!

Mordeu o lábio inferior com força suficiente para fazer um pequeno corte. O motivo? Sair daquele transe induzido. Deitado, sua mente sentia-se à vontade para pregar-lhe as maiores das peças, fazendo-o se lembrar, novamente, de coisas que estavam distantes demais de sua capacidade. O gosto do sangue, somado a leve dor que a ferida proporcionava foram o suficiente para retirá-lo do maldito transe. Levantou-se, olhando para o dia lá fora. Percebeu que deveria estar quente. Quente como sempre naquele bendito lugar.

Arrumou-se, pondo uma calça de linho por cima da boxer que utilizava deliberadamente dentro do chalé. A primeira reação das pessoas ao vê-lo vestido somente em tal traje fora de espanto, seguida de um rubor que subiu-lhes à face e fê-los dizer coisas como "Vista-se". O fato fez Aldrick refletir sobre como aqueles americanos tinham costumes estranhos demais. Porque diabos aquilo poderia ser ofensivo? É um estado mais natural, mais confortável a pessoa. Em algumas praças de Berlim, não muito raro era possível ver pessoas andando para lá e para cá completamente despidas, fazendo as coisas naturalmente. A vulgaridade está na mente, não no ato em si.

Passou a colonia de cheiro não-agressivo nos pulsos, um pouco no pescoço e uma borrifada na camisa. Era como trazer um pouco da essência daqueles pinheiros para cá. Pôs os óculos no rosto e uma camisa de linho branco, com um cardigã azul-escuro sobre esta. Abotoou os botões e calçou os sapatos. Não tinha motivos para se arrumar; tampouco tinha motivos para não se arrumar.

Saiu para o dia claro e deu início a uma caminhada sem destino, com as mãos à segurar-lhe a parte de trás da cabeça despreocupadamente. Percebeu tardiamente que já tinha se afastado bastante da área central do acampamento.

(...)

O destino novamente surpreendia-lhe. Após subir um pequeno caminho de pedras ingrimes - nada que fosse um desafio a ele -, chegara num vale onde podia-se ver toda a extensão do acampamento. A insignificância daqueles pequenos pontos era reconfortante, talvez pelo fato de que o lugar o arremetia a certas lembranças, misturadas à cerne de seus sonhos. Era bom. O frio também era reconfortante, atravessando-lhe os ossos através do tecido. Sentia leves tremedeiras exponenciais, mas nada que o fosse fazer retroceder. Nuvens acinzentadas denunciavam que talvez fosse chover. Ficaria agradecido se isso ocorresse.

Talvez fosse pelo devaneio à que se entregara temporariamente, mas não percebera que não era o único no lugar até que, por fim, seu instinto fizesse-o virar nos calcanhares para encarar a figura. Tinha cabelos negros, olhos ainda indetectáveis dada a posição em que se encontrava. Um manto branco... atipicamente branco cobria-lhe o corpo. À primeira vista, não parecia uma possível ameaça, muito embora Aldrick não tivesse ignorado o rápido e fugaz brilho da espada que outrem carregava consigo. Pensou em cumprimentá-lo, como faria normalmente, mas re-pensou a atitude e suspirou, indo até o alguém desconhecido.

― Perdoe minha indelicadeza. Não sabia que havia outra pessoa aqui... ― começou a explicar, deixando a primeira frase soar como um prelúdio para que o desconhecido dissesse alguma coisa.



Notes: None.

Aldrick Vaughan
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Re: Vale dos ventos uivantes ♠ Local público oficial ♠

Mensagem por Raffel E. Cifer em Ter 13 Nov 2012, 18:52

Why, thou owest God a death.


Conforme a o que estava habituado, sentiu-se desconfortável ao permanecer durante muito tempo no mesmo lugar; a rocha em sua textura bruta e instável tornara-se um incômodo para as costas do garoto. Sua pele alva demonstrava sinais de frio, amenamente arrepiada - e bem escondida pelo manto -, mas ele sequer tremia. Para Raffel, era inoportuno e decepcionante ver-se próprio fraquejando diante de um breve - assim esperava, pelo menos - frescor. Com a umidade do ar, os cabelos encontravam-se encharcados, e lágrimas falsas corriam seu rosto, marcando ainda mais as longas cicatrizes que representavam a falta das verdadeiras, escorrendo em duas linhas verticais de seus olhos esverdeados. Eram apenas lembranças de uma época remota e distante. Ainda sim, como naquele momento, ponderava sobre a verdadeira identidade daquele que vivera essas mesmas lembranças; gostaria de admitir que não fora ele e que era apenas um vazio, mas dizer isso seria incorreto; as cicatrizes estavam ali para contradizer suas mentiras, e subjugar o silêncio. Além disso, ele tornara-se apenas um erro, um grande erro; tão grande quanto a falta que, em tudo, prevalecia.
A brisa que soprava os restos dos vales para as montanhas, e regressava em permanência nos seus infelizes uivos incessantes, fez com que algumas folhas que desprenderam-se da solitária árvore na mais distante extremidade da altura pedregosa fossem sopradas fragilmente contra o rosto dele, que desviou, deixando que no mesmo ritmo seguissem seu rumo ao desfiladeiro; uma queda final. Não estava próximo deste precipício, mas podia ver ao longe as pedras que beiravam o fim. Por sorte - ou não -, não era o seu fim que via.
Desde criança sabia o que significava o desabar do verde; era o inverno que se aproximava. Mesmo depois de muito tempo sem ver o tempo frio, e desacostumado ao ritmo das estações deste hemisfério, previa pouco a chegada do tempo frio. Recordava apenas que o inverno mais rigoroso da sua vida, ocorreu no mesmo ano que... "Chega", pensou, e decidiu que assim não permaneceria.
Forçou os dedos contra a palma da mão, sentindo-os. Talvez o frio estivesse deixando-o novamente elétrico, e um sossego apossou-se de seu corpo ao erguer a coluna da pedra; virou o pescoço para ambos os lados, apenas para certificar-se de que ainda estava ali - era a consequência do frio. Estava preguiçosamente estirado sobre as rochas, escondido, mas depois de levantar parte do corpo, sua silhueta era visível a quem viesse. E, comprovando o pensamento, ouviu uma aproximação por entre o chacoalhar do vento.

○○○


Pressionou os pés com força contra a pedra que usava de apoio e virou-se bruscamente, levando a mão até o cabo da espada antes que reparasse no que esperava-o ali; e quando o fez, notou. Era um garoto - outro meio-sangue - com o rosto apagado; branco; mas era perceptivelmente um garoto. "O que fazer?", pensou. Sem se deixar responder, pôs a mão esquerda sobre o cabo da espada e a desembainhou, executando um movimento rápido de giro em torno de si próprio e com um forte ataque horizontal, desprendendo a cabeça do garoto de seu pescoço. O sangue jorrou pelo rosto irreconhecível do morto, e escorria pela expressão seca de seu assassino; um vermelho que, por fim, o fez despertar da fissura.

○○○


Levantou-se calmamente, olhando e caminhando lentamente na direção dos passos com a mesma atenção com que imaginara a cena. Observou-o com precaução.

― Perdoe minha indelicadeza. Não sabia que havia outra pessoa aqui... ― ele disse, desculpando-se.
― Não há motivo... ― respondeu, sereno. ― O vale não é meu território, portanto, sinta-se à vontade para ocupá-lo ― virou o rosto com sutileza, observando o penhasco abaixo. Voltou os olhos para o garoto, que era exatamente como havia previsto - mesmo que de forma indistinta. A primeira impressão que surgiu sobre este mesmo, foi que, não seria uma ameaça; mas as visões não costumam surgir tão agressivas quando algo simplesmente não significava nada; tinha certeza, significava um alerta.

♠↨♠↨♠↨♠

Obs.: o termo "fissura" se refere a visões que o personagem tem, que para ele significam hipóteses. São pensamentos rápidos que surgem com a mesma velocidade que uma resposta de um cálculo matemático surge em uma calculadora, sendo estimulados por diversos fatores. De forma que, na cabeça do personagem estas apresentam minutos, horas ou dias, o sistema de visões é atemporal, ou seja, um segundo pode fazer com que Raffel tenha, pelo menos, 20 visões de 10 minutos cada. É um dom que pode ser considerado instinto, paranoia, raciocínio rápido ou até mesmo previsões, não passando - obviamente - de pensamentos; logo, são ações que apenas ocorrem na psique do filho de Héracles, o que não descarta as chances de que realmente aconteçam. Estas, são apenas possíveis, devido a um acontecimento na história de Raffel; um talento - ou maldição - desenvolvido após transmutações neurológicas feitas no garoto quando criança. Após esta visão, o personagem não lembra-se nitidamente do que viu, mas, certamente se o que pensou ocorre, ele sofrerá uma espécie de déjà vu, lembrando-se automaticamente do ocorrido. Estas fissuras são narradas na cor RoyalBlue, tom 4.




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Re: Vale dos ventos uivantes ♠ Local público oficial ♠

Mensagem por Aldrick Vaughan em Ter 13 Nov 2012, 21:55


Herz? Phantasie oder Realität?


Maëlstrom, ja!

Tentou puxar de sua memória alguma informação daquele garoto, mas realmente não o conhecia. Um rosto novo. E interessante. Após a resposta do mesmo, deu a mais leve franzida de sobrancelhas, mas não respondeu nada a princípio. Desviou o olhar na direção para onde o garoto de olhos verdes - sim, ele vira - estava olhando. O penhasco descia no que parecia ser uma infinitude; a névoa que recobria o local deixava tudo mais tão... em paz. Os segredos daquele local não seriam descobertos enquanto seus fiéis protetores continuassem a ocultar-lhe as partes mais intrigantes. O quê é facilmente visto pelos olhos ou processado pelo cérebro não causa a instigação de que só algo desconhecido é capaz de proporcionar. Novamente, pensou em como o acampamento parecia insignificante.

― É vasto, não é? Uma vastidão visível, embora intocável em sua totalidade. ― disse um pouco mais alto do que o normal, denotando que não falava ao vento, embora não quisesse fazer a pergunta diretamente ao garoto que ainda desconhecia.

Após esse devaneio, balançou a cabeça levemente e virou-se para encarar a silhueta que se sentava contra à pedra. Tentou estabelecer uma conclusão de ante-mão, como sempre fizera com qualquer pessoa, mas defronte aquela pessoa, simplesmente não conseguiu. Seu rosto não demonstrou essa pequena frustração, que não iria atrapalhar em sua conduta normal. Só era... estranho ser incapaz de fazer algo que fizera por toda a vida.

― Mesmo que não seja... é uma questão de moral. ― respondeu, dando de ombros. Pôs a mão esquerda no bolso da calça e apontou com o indicador da direita para um espaço, respeitosamente afastado dele, e perguntou: ― Então irei sentar ali, tudo bem? ― disse, meio perguntando, meio afirmando.

Será que é o tipo de pessoa que corre quando vê outro alguém? Ou será que mantém essa aparência tão gentil e esse olhar tão perdido por... ser assim? Perguntas sem respostas. De qualquer forma, foram perguntas; sem ela, o mundo não se move. Embora tivesse mantido contato visual por pouco tempo, fora o suficiente para detalhar certos aspectos do outrem em sua mente. Principalmente aqueles duas linhas que desciam do meio de seus olhos, como se fossem maquiagem permanente. Seriam marcas?




Notes: None.

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Re: Vale dos ventos uivantes ♠ Local público oficial ♠

Mensagem por Raffel E. Cifer em Qui 15 Nov 2012, 00:47

And by his hollow whistling in the leaves




Foretells a tempest and a blustering day.

A fissura havia deixado-o sem vestígios de mau-comportamento; no fundo, sabia que parte daquelas visões era apenas paranoia sua, ou mesmo, um meio de sua mente convencer a si própria de que o possível fica a margem de qualquer pensamento - por mais brusco que fosse. Infelizmente, era sabido que estas - na maioria das vezes - só mostravam suas ações, e pouco as reações. De qualquer forma, seguiu elaborando uma resposta comportamental para o que o outro garoto estava destinado a estimular, mesmo que inconscientemente. Não soube responder a si mesmo o porquê, mas abdicou pequenas reações após os dizeres de seu companheiro.
― É vasto, não é? Uma vastidão visível, embora intocável em sua totalidade ― disse, parecendo absorto.
Em vez de responder de imediato, percorreu toda a paisagem com seus olhos rápidos e, por fim, afastou-se um pouco; caminhou até uma pedra tão instável quanto ele próprio, com uma solene recaída para perto do vasto precipício e ali sentou-se. A névoa cobria-lhe um pouco o campo de visão, mas não foi difícil equilibrar-se em outras pedras ao lado.
― Mesmo que não seja... é uma questão de moral ― Raffel olhou-o de soslaio, apenas para certificar-se de que estava perto; não soube dizer o porquê desta ação. Talvez estivesse sendo cauteloso quanto a ele, porém, não afirmava com certeza. Ainda não conhecia o nome do outro, mas desconfiava que estava mais perto de descobrir do que este mesmo imaginava; não que fosse um detalhe importante, pois nomes e títulos pouco importavam a ele.
― Então irei sentar ali, tudo bem? ― ele disse, em forma de sugestão mais do que por indagar. O outro apontou para um lugar próximo, que à Raffel surgiu como uma ideia qualquer; pouco ligava para esse detalhe, na verdade. Oferecia-se a estar ali, e o soldado, deste jeito, percebeu que estava mais confortável do que de costume na presença dele. Ainda olhando para o garoto, assentiu solenemente, voltando o pescoço para frente.
O filho de Héracles, em suma, foi criado para não ser surpreendido; para não manter a guarda baixa e matar sempre que a oportunidade exigisse. Este 'exigisse' foi ele mesmo que impôs. Foi criado para isto, o que não significava que o agradava ser assim. E só ele - sem poder negar - sabia o que acontecia em seu interior, e a resposta era: absolutamente nada. Pensando nisso, o garoto deixou escapar uma pequena fagulha de sua verdadeira expressão fatigada, mas, repôs a máscara em seguida, sem deixar que o outro notasse.
Baixou a cabeça, observando seus dedos se apertarem e afrouxarem um punho. "Qual o motivo de tudo isto?", indagou inocentemente e perdido. Os olhos correram para cima novamente, enquanto este reclinava o pescoço para trás, apoiando-se na parte mais alta da rocha; observou o céu enublado.
― Sim... vastidão ― murmurou para si, e para o outro, se ele desejasse ouvir. Tudo parecia tão pequeno ali de cima que o campista perguntou-se se quem estaria observando tudo fosse ele, ou tudo os olhos observadores fossem o da própria natureza. Virou o rosto na direção onde encontrava-se o outro garoto, já tendo a resposta em mãos.
― Você serve a qual deles? ― perguntou, subitamente curioso. Referia-se aos mais altos que altos, aqueles senhores que viviam sobre as nuvens e controlavam-nas.
Esta própria pergunta fez dele um alvo de suas críticas; seria ele apenas mais um perdido? Um objetivo lhe faltava, tinha certeza. Viveria do quê?

Viveria?

Fechou a mão esquerda novamente em um punho, enquanto a outra caminhava com lentidão na direção da guarda da espada presa a cintura. Desprendeu o cinto junto a bainha e colocou-a de lado.
Uma vez, lembrou-se que, durante uma 'missão', foi abordado por um jovem mascarado; o rosto coberto por uma touca escura impedia que Raffel reconhecesse suas feições, e, com propósito; reconhecia a ação como um assalto. Este mesmo jovem, que, pela estatura, aparentava estar entre o décimo sétimo dia de seu nome e o vigésimo segundo, segurava uma pistola na mão esquerda, já engatilhada. De forma que, obrigado por instinto a reagir, o filho de Héracles o matou e enforcou-o na porta de um estabelecimento. Embora essa lembrança corresse como o vento, ele era capaz de recordar todos os detalhes com exatidão. Era como se ele próprio apenas controlasse sua consciência; poderia pensar, mas outra pessoa - alguém que não ele, e ao mesmo tempo ele - gerenciava suas ações. Fosse uma morte ou uma precaução. Ele era, por fim, uma espécie de monstro. Arriscando deixar a espada de lado, testou suas capacidades de manter-se desarmado, o que não durou muito tempo. Raffel colocou a mão sobre a bainha de couro negro e apertou-a, trazendo para perto.

― Temo que esteja sendo rude. Qual seu nome? ― não temia, na verdade, mas sentia certa utilidade vinda do garoto. Quem sabe... um pensamento incompleto. Não se apresentaria formalmente, e pouco esperava que nomes verdadeiros surgissem daquele diálogo; pelo menos, ele não seria obtuso o suficiente - e descuidado - para isso. Não sabia com quem estava lidando. Ou sabia? Não estaria ele lidando apenas por assim desejar?
Não. A verdade é que não poderia abandonar o local até o poente; não sabia afirmar se o companheiro temporário estaria presente até este momento.

♠↨♠↨♠↨♠

Obs.: o termo "fissura" se refere a visões que o personagem tem, que para ele significam hipóteses. São pensamentos rápidos que surgem com a mesma velocidade que uma resposta de um cálculo matemático surge em uma calculadora, sendo estimulados por diversos fatores. De forma que, na cabeça do personagem estas apresentam minutos, horas ou dias, o sistema de visões é atemporal, ou seja, um segundo pode fazer com que Raffel tenha, pelo menos, 20 visões de 10 minutos cada. É um dom que pode ser considerado instinto, paranoia, raciocínio rápido ou até mesmo previsões, não passando - obviamente - de pensamentos; logo, são ações que apenas ocorrem na psique do filho de Héracles, o que não descarta as chances de que realmente aconteçam. Estas, são apenas possíveis, devido a um acontecimento na história de Raffel; um talento - ou maldição - desenvolvido após transmutações neurológicas feitas no garoto quando criança. Após esta visão, o personagem não lembra-se nitidamente do que viu, mas, certamente se o que pensou ocorre, ele sofrerá uma espécie de déjà vu, lembrando-se automaticamente do ocorrido. Estas fissuras são narradas na cor RoyalBlue, tom 4.




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Re: Vale dos ventos uivantes ♠ Local público oficial ♠

Mensagem por Aldrick Vaughan em Qui 15 Nov 2012, 03:37


Herz? Phantasie oder Realität?


Nigeru.

Aldrick, mesmo sem realmente se dar conta, aproximou-se somente um pouco quando aqueles olhos verdes espreitaram rapidamente em sua direção, tornando a fitar o valo logo após. Encostou-se na pedra, ponderando rapidamente acerca da personalidade do garoto. Tinha poucas informações, e ele não parecia ser o tipo de pessoa demonstradora de sentimentos; parecia mais... presa em seu mundo. Ou em sua mente.

Manteve, desta vez, uma distância mais "respeitável": aproximadamente cinco metros. Motivo? Dois: sua própria falta de iniciativa em ficar perto de pessoas desconhecidas - antes que as conhecesse -, e também a leve impressão que sentira acerca dele. Parecia ter recuado, ao menos minimamente, quando chegara ali. Aquela mente deveria pensar muito rápido para escapar dos hábeis olhos do Vandenreich. Deu-se o luxo de olhar para o céu - um pouco acinzentado -, sem pensar em nada. Frágil? Sim, acabava ficando quando sua mente divagava abrangendo tudo, mas não focando nada. Um radar com defeito, mas também suas qualidades; uma delas foi expressa ao virar o rosto na direção do garoto, um milésimo antes desse fazer a breve - e ponha breve nisso - expressão lânguida. Ajeitou os óculos no rosto, fitando o chão. Não perguntaria nada sobre aquilo, por hora. Ainda tinha uma análise a fazer, correto? Talvez aquela fosse um pouco mais difícil do que o normal.

Escutou quando esse pareceu falar mais para si do que para fora, embora num tom suficientemente alto para que Aldrick pudesse compreender. Balançou a cabeça em concordância, cruzando os braços. Vendo-o se virar em sua direção, dirigiu-lhe também um olhar, passivo em seu aguardo pela pergunta que não tardaria a vir.

― Eu? Não sirvo a nenhum deles respondeu, fazendo um rápido meneio com a cabeça, indicando os céus.

Não perguntou de volta. Falta de educação? Talvez sim; não gostava, no entanto, de ter de falar naquele assunto. Algo que vinha desde quando criança, quando começara a descobrir todo aquele mundo muito antes do que o normal. Graças ao seu bisavô, assim como às condições: ser um dos "presenteados" também causa um certo incômodo no que diz respeito às cobranças. Sempre era cobrado demais. Suspirou, jogando esses pensamentos longe. Não serviriam de nada, já que o passado não se altera. Nunca.

Naquela espreita silenciosa, observou quando este tirou a bainha, deixando-a de lado. Dificilmente seria um sinal de confiança, embora pudesse ser dito que era... bem, um ato de mais "peso", por assim dizer, afinal o garoto de olhos verdes não sabia o que Aldrick queria ou poderia fazer, vice-versa. A bainha fora pega de volta, e uma pergunta feita. O alemão pensou por um tempo, acabando por optar por uma resposta que talvez revelasse seu "disfarce".

― Aldrick Vandenreich. ― retrucou, lançando um olhar na direção dele; na direção de seus olhos, sendo mais exato. ― Não confunda auto-proteção com rudeza, Unbekannte. ― acrescentou, dando o mais singelo dos sorrisos, quase que involuntariamente.

Deixou a fala em defasagem por alguns segundos, enquanto fitava o horizonte; a pergunta veio, por fim, com um tom mais seguro, embora menos auto-protetor e comum como começara a conversa; um tom que admitia mais segurança, para ambos. Ao menos achava. Olhou-o.

― Se me permite, gostaria de também saber o seu nome. Se pudesse evitar alcunhas... eu agradeceria.




Notes: Desculpa o post lixo, mas.

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Re: Vale dos ventos uivantes ♠ Local público oficial ♠

Mensagem por Raffel E. Cifer em Dom 25 Nov 2012, 05:01

And by his hollow whistling in the leaves




Foretells a tempest and a blustering day.

Seu companheiro era mais analítico do que parecia à primeira vista. Parecia manter uma espécie de TOC quanto ao modo como mantinha o óculos e procurava sempre trocá-lo de posição, como se algo o deixasse nervoso e incomodado, sem demonstrar isso expressamente. Raffel era, provavelmente, tão cauteloso quanto quem estava ao seu lado, mesmo que não estivesse observando-o diretamente. Conhecia-o por detalhes, via parte de seu desconforto quando relacionou o breve assunto aos deuses e, viu-o em sua própria análise contraposta à de Raffel. Estariam jogando? Resolveu não insistir no assunto, devido ao seu próprio desconforto e desdém.
Era parte do garoto ignorar certas ilusões, principalmente as primeira impressões. A verdade é que considerava tudo aquilo uma asneira; uma asneira inevitável. Algo que não mudaria absolutamente nada em sua vida; pelo menos não agora. Mas não poderia impedir seu próprio cérebro de buscar todos os medos e defeitos das pessoas em sua aparência e ações e, descobrindo assim, utilizá-los futuramente.
De qualquer forma, sentia-se sendo estudado. Os olhos do outro garoto o encaravam mesmo quando não pareciam fazê-lo; mesmo quando realmente não o faziam. Quem sabe ele estivesse lidando com um semelhante... Não. Conhecia todos que fizeram parte do projeto, e nenhum, além dele próprio, sobrevivera aos experimentos, e, pelo o que sabia, o lado capitalista não obtivera sucesso em suas experiência sobre mesma influência. Finalizou-se tudo em um boato. No entanto, diferente à Raffel, aquilo era a sua realidade; a sua penalidade e frustração - se é que poderia dar-se ao luxo de ter uma. Quem estava por ele a não ser ele mesmo? O futuro é algo incerto. Contudo, ponderava sobre a sua utilidade e a real verdade por trás daquilo que o perseguia há tantos anos.
Novamente, ouviu ao garoto solenemente, baixando o rosto e erguendo-o algumas vezes. Não sabia o que responder; sua primeira atividade fora pensar em supostos nomes, já que era de sua natureza - ou seja, era programado para fazê-lo - utilizar de alcunhas ao se identificar. Mas para quem estaria mentindo? Um garoto que sequer conhecia, e que, provavelmente, nunca mais veria pelo resto de sua medíocre vida; sua vida medida e controlada. Era um meio-sangue, e mesmo que tentasse negar à si mesmo, seria como ignorar tudo o que passara para estar ali. Passava boa parte de seu tempo tentando ignorar, realmente, mas dificilmente mantinha isso por muito tempo. Um dia ele aceitaria?

○○○

Estava sendo bastante cavalheiro com alguém que conhecia tão pouco, contudo, era fácil identificar seu pouco interesse. À medida que Aldrick - agora tendo o seu nome revelado - falava, Raffel tinha a impressão que toda aquela conversa estava sendo bastante monitorada; por ambos. Tudo que acontecia em relação à pequenas ações, expressões, etc., acabavam sendo citadas em breves falas.

― Raffel ― respondeu, por fim, acabando por ignorar absolutamente tudo que acreditava, ou que simplesmente era forçado à crer. Um nome muda muitas coisas, e, de fato, tinha depoimentos à prova desta afirmação. Agora já não importava, era tarde para negar o que fora dito, e fingir blefar quanto essa. Aldrick, o garoto que estava ao seu lado, tinha tantas chances de considerar isto como uma verdade como para desconfiar em uma bela mentira. Porém, não estava ao alcance de Raffel decidir. Não subestimava o garoto, e comprovava o acerto cada vez mais. "Não confunda auto-proteção com rudeza, Unbekannte."
"Estaria ele ciente de que fui feito para isso? Com certeza não."
Evitaria o máximo para que nada mais do que o nome lhe fosse revelado. Estava revoltado, não ignorante, tampouco pronto para cometer tolices. "Tolo, tolo."
Sentiu seus olhos tomarem um brilho amarelado; por fim, sentia como se algo, dentro dele, estivesse manifestando-se, mas era apenas um alarme falso. Caso fosse aquilo que suspeitava, Aldrick estaria morto.

♠↨♠↨♠↨♠

Obs.: o termo "fissura" se refere a visões que o personagem tem, que para ele significam hipóteses. São pensamentos rápidos que surgem com a mesma velocidade que uma resposta de um cálculo matemático surge em uma calculadora, sendo estimulados por diversos fatores. De forma que, na cabeça do personagem estas apresentam minutos, horas ou dias, o sistema de visões é atemporal, ou seja, um segundo pode fazer com que Raffel tenha, pelo menos, 20 visões de 10 minutos cada. É um dom que pode ser considerado instinto, paranoia, raciocínio rápido ou até mesmo previsões, não passando - obviamente - de pensamentos; logo, são ações que apenas ocorrem na psique do filho de Héracles, o que não descarta as chances de que realmente aconteçam. Estas, são apenas possíveis, devido a um acontecimento na história de Raffel; um talento - ou maldição - desenvolvido após transmutações neurológicas feitas no garoto quando criança. Após esta visão, o personagem não lembra-se nitidamente do que viu, mas, certamente se o que pensou ocorre, ele sofrerá uma espécie de déjà vu, lembrando-se automaticamente do ocorrido. Estas fissuras são narradas na cor RoyalBlue, tom 4.




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Re: Vale dos ventos uivantes ♠ Local público oficial ♠

Mensagem por Derek Perseu Gates em Qua 28 Nov 2012, 14:48

Ao amanhecer,ninguem ainda tinha se manifestado,sobre minha presença nesse bendito acampamento,começei a vagar por ai até que cheguei aqui um lugar vazio frio.
caminhava calmante,via algumas pessoas ao longe,pensei:
-Otimo,quem sabe aquelas pessoas conseguem me ajudar,preciso falar com alguem nesse lugar des de que cheguei so ouvi falar de Deuses,se aquela maldito do Percy me pregou uma peça ela vai se ver comigo.Corri na direção dos de mais.
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Re: Vale dos ventos uivantes ♠ Local público oficial ♠

Mensagem por Victor H. Faria em Qua 28 Nov 2012, 19:40




Killer
Mais um para a minha lista

Suspirou contra a cama gelada de seu chalé, sem nada a fazer, Baby apenas sorria olhando contra a janela, avia feito exatamente 6 meses que adentrou no acampamento, seus olhos projetavam lembranças ate pouco tempo perdidas, ela correndo junto a bicicleta, visava uma mulher loira, e um homem loiro, Hermes e sua mãe, seus sorrisos, suas risadas, aquilo tudo nunca mais iria voltar, deixando uma lagrima recair dos olhos ate o chão, quando voltou a realidade se levantou batendo forte contra a cama, se uma palavra pudesse definir aquilo seria raiva, e que outra maneira de retirar a raiva se não matando alguém?
Assim pensou a filha de Hermes descendo do alto da cama, retirando do guarda roupa seus tênis alados, os calçando junto ao seu traje atual, do baú pegou sua faca de bronze e sua adaga, guardou esta na bainha e a outra sobre o calcanhar, deixando algumas poeiras caírem, passou um pente no cabelo, um perfume e um batom discreto para não chamar a atenção, o que seria fatal, já que muitos ali aviam morrido devido aos salvadores, teria de agir com calma.
Desde seu chalé já saia disfarçada, camuflada, para manter a descrição, e não ser seguida, de pouco em pouco a dor de cabeça parecia dilatar estourando para fora de seu crânio, torcendo-se por completa, voltou ao normal já nos limites do acampamento, ativou as asas e voou ate a copa de uma árvore ouviu pequenos pigarros, no Vale dos Ventos Uivantes, partindo no mesmo modo para o local, ainda camuflada.
Dentre as árvores se escondeu caindo ao chão suspirando, deixou a adaga correr ate o punho a afirmando, seu sentido soou algo, um menino um pouco alto porem ainda se pronunciava baixo, moreno e branco, foi ate a frente da árvore deixando apenas um olho de fora, vinha em sua direção, virou-se para o outro lado, olhando dois outros garotos, deixou eles de lado, observando o indefinido vagar para ali, sorriu passando a língua dentre os dentes, esperou o momento certo.
Surgiu logo a frente, e com seus poderes o fitou paralisando-o, provocou ele nem dando cortesia, avançou rapidamente, desferindo uma joelhada no peito dele, firmando este ao fim, depois de retirar este, observou aquele que julgava como vitima se debater com o golpe, não poderia gritar nem se mexer devido a sua paralisia, sabendo disso loira logo retirou a faca de baixo do corpo, não falava nada, apenas agia, lançou a faca em direção ao pescoço, o jogando ao chão.
Não reagiu, ainda sobre o efeito deste, olhou para trás se certificando de que não haveria testemunhas, voltou-se puxando o garoto para um canto pela camisa, o jogando contra o tronco da árvore, olhou nos seus olhos já quase se fechando, bufou e rasgou a camisa dele com a espada, logo após, pegou a espada empunhando em uma só mãos junto as duas, estalou os dedos e jogou o item em direção ao peito no garoto, penetrando com sucesso.
O Menino sentiu a dor do choque com a lentidão do veneno, que agiu de imediato, já estava atordoado com o golpe corporal seguida faca, e agora com este Hades já abria os portões do submundo para ele, na mesma velocidade em que lançaria o item o retiraria, vendo a dor estampada no rosto masculino, sorriu e pensou em um jeito de finalizar.
Maligna, a palavra chave, decidiu acabar da forma mais cruel que poderia haver, suspirou tomando coragem para tamanha ousadia, ofegou corando ao balançar o cabelo loiro, apoiou a lamina contra seu pescoço e em seguida a afastou tomando impulso, e voltou, colocando a lamina afiada contra o local, atravessando este com sucesso, decapitando-o, a cabeça deste rolou ate a beira das pedras, e o corpo parado ali via seu restante sangrar manchando o solo em vermelho, Baby então limpou o sangue na camisa, olhou em volta e então voou para cima sumindo nas nuvens, parando no chalé XI.
Código:
Poderes Usados:
☤Passivas☤


Nivel 1 - Agilidade
Você como filho de Hermes terá uma agilidade maior que outros campistas inclusive voando com seus tênis alados.
Nivel 3 - Pericia com Adagas
Por ser filho de Hermes você controla a Adaga como ninguém.

Nível 4 - Bote {NEW}{Idealizado por Sadie Bronwen}
O primeiro ataque do filho de Hermes sempre causa dano adicional se ele estiver camuflado antes do início da luta.

Nivel 5 - Camuflagem
Alguns ladrões precisam se esconder para realizar um roubo. Graças a isso, você é capaz de achar um escondeirijo e se esconder rapidamente.

Nível 5 - Sentir Aproximação {NEW}{Idealizado por Sadie Bronwen}
Assim como as serpentes pressentem a aproximação de suas presas, os filhos de Hermes também adquirem o sentido que sempre lhes deixa a par da aproximação de outras criaturas na área em que se encontra. A extensão da mesma é definida pelo seu nível, sendo que a cada nível a partir do 5, 1 metro de extensão é adicionado.
☤Ativas☤
Nível 3 - Silêncio {NEW}{Idealizado por Sadie Bronwen}
Ao ativar esta habilidade, qualquer barulho feito pelo filho de Hermes é anulado. Dura 1 rodada.

Nível 4 - Olhar Paralisante {NEW}{Idealizado por Sadie Bronwen}
Uma das lendas sobre as cobras é de que são capazes de paralisar seus inimigos com os olhos, habilidade herdada pelos Filhos de Hermes, por sua ligação com as serpentes. O inimigo fica paralisado por 2 rodadas. O gasto de energia é muito grande, mas diminui com o passar dos níveis.
Nível 6 - Potencializar Veneno {NEW}{Idealizado por Sadie Bronwen}
Aumenta o dano causado pelos golpes da Adaga Envenenada do filho de Hermes. Dura 3 rodadas.
Código:
Armas Usadas:
§ Faca de Bronze [Inicial]
§ All-Stars Voadores [By: Hermes]
§ Adaga Envenenada [Uma adaga indestrutível, feita de prata comum. Ela sempre tem um líquido verde na lâmina. É o veneno de George e Martha. Quando o veneno entra em contato com o sangue de alguém, ele faz com que a pessoa perca uma quantidade média de HP por turno e fique mais lento][By: Hermes]
Código:
Observações:
- Se em um prazo de 24 horas o player atacado não se defender, este ser morto, caso se defenda de forma plausível o ataque devera ser anulado
- O Mesmo não portava nenhuma arma, ou seja, so poderá usar as mãos, caso este invente de ter portado a faca será desconsiderado, lutarei ate o fim.



Tagets: Nop • Words: Vale dos Ventos Uivantes • Wering: Aqui • INFINITIZE @GL & @Caos


Victor H. Faria
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PRIMEIRO CONFRONTO.

Mensagem por Derek Perseu Gates em Qua 28 Nov 2012, 20:49

Vagou por entre as arvores sem sucesso de achar uma viva alma,apesar de ter visto algumas pessoas ao longe agora elas simplesmente elas haviam desaparecido quando ele estava próximo delas.
Ele Caminhou até chegar em uma clareira no meio de uma mata fechada,ele não sabia se quer onde estava,um barulho chamou sua atenção ,ele instintivamente levou a mão a uma faca que Percy havia lhe dado outrora. Ficou parado ali por alguns segundos mais logo ouviu um grito seguido de vários,passos Derek soube no mesmo instante que seja lá o que for estava vindo em sua direção ele esperou por alguns segundos e então se jogou para o lado dando espaço a uma criatura de quase 3 metros de altura,passou por ele como um trem,ele quis entrar em desespero,mas alguma coisa dentro dele o acalmou,focou seu olhos naquilo que estava a sua frente,sua mente funcionava numa velocidade diferente agora,a criatura virou-se para ele:
-MORRRAAAAAAAAAAAAAA SEMIDEUSSSSSSSSSSSSSSSSS
-Semi oque? Não meu velho hoje não eu ainda preciso fazer algumas coisas antes de morre.
A criatura se jogou contra desferindo socos com seus braços enormes,o garoto agora era uma pessoa diferente,seus olhos estava sagazes,sua respiração estava concentrada,foi como se ele apenas tivesse se transformado na quilo em que a voz em sua cabeça queria,um matador.
Jogou-se então em direção aos socos da criatura,com velocidade passou por baixo dos braços da mesma,com um movimento apenas enterrou a faca em seu braço e então a puxou novamente.
-AHHHHHHHHHHHHHH –ele urrou,era como uma suave melodia aos seus ouvidos a faca pingava sangue,o monstro tentou chuta-lo ,Derek Saltou caindo em cima do joelho da criatura que nesse exato momento tentou agarra-lo,o garoto ainda tinha uma carta na manga,jogou a pequena faca para a outra mão e se preparou para saltar e no momento em que a mão da grande criatura se aproximou dele,saltou para a esquerda acompanhando de perto o pulso do monstro então ele desferiu com toda a sua força mais um golpe.
-MINHAAAAAAAA MÃOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOO ,-A criatura havia perdido uma das mãos e estava com um dos braços seriamente danificados.
O monstro girou sobre os calcanhares e desferiu,mais um poderoso chute que acertou em cheio Derek que acabara de cair no chão,o garoto foi arremessado a uma arvore,escutou o estalo de suas costa no impacto,então viu tudo escurecer.
-UM FILHO DE ARES,NÃO DEVE MORRER ASSIM DEREK,LEVANTE-SE SEJA COMO SEU PAI SEJA FORTE,SEJA IMPRESIVISEL.
Quando abriu os olhos a criatura vinha em sua direção:
-Filho de Ares,eu sou filho de Ares,-olhou para a faca que veio voado em sua direção ele ficou ali sentado esperando,a criatura veio em seu encalse,Derek encheu a mão de terra e arremessou no olho do monstro que fez ele se desconsentrar.
O garoto se moveu como uma sombra,saltou sobre os ombros do monstro,então gritou:
-EU NÃO VOU MORRER NESSE LUGAR,EU SOU DEREK PERSEU GATES,E VOCE VAI MORRER.
Então ele sentiu a força que sentira antes no Egito,a faca passou como manteiga no pescoço da criatura,ele saltou para traz terminando o golpe.
O corpo sem vida apenas caiu sem vida um pouco mais a frente,e a cabeça com o único olho castanho caio mais a frente,Derek caminhou até ela com dificuldade,aquele chute o teria matado,se não fosse pela divindade que corre em suas veias,agora ele tinha a resposta que precisava,parou diante da cabeça,olhou ao lado viu galho forte empalou a cabeça da criatura.
-AHHHHHHHHHHHHHHHHHHHHHHHHHHHHHHHHHHHHHHHHHHHHHHHHHHHHHHHHH-EU SOBREVIVI.a voz do rapaz ecoou por todo o vale ele começou a caminha novamente levando consigo seu troféu.
-Eu sou um filho de Ares- Ficou repetindo isso em voz baixa. Até voltar a ver as casinhas e outras pessoas.
Derek Perseu Gates
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Re: Vale dos ventos uivantes ♠ Local público oficial ♠

Mensagem por Raffel E. Cifer em Qui 29 Nov 2012, 00:05

Corrupt you heart and soul.




The air is getting thin. Will you give in?

Talvez fossem risadas e amigos perdidos ou até mesmo traidores que mereciam respeito e admiração. Algo sobre uma flor, os deuses e lutas sem sentido... Um conto de fadas macabro onde nunca haveria o final feliz. Ou será que era a dura realidade? Um sorriso tímido que balançava suas lembranças e que sempre fugia por entre seus dedos. Uma promessa, uma despedia. Algo que ela provavelmente jamais veria de novo.

Sobre o que não está aqui.


Após responder a pergunta do garoto, um silêncio oportuno pronunciou-se, cogitando a possibilidade de algo surgir-lhe e tomar toda sua atenção. Seria completamente ignorante de sua parte caso deixasse de lado os seus instintos e precauções; não conhecia nem mesmo o companheiro dos últimos minutos.
O filho de Héracles taciturno e inexpressivo fora à inquieto em um terço de segundo, removendo Forimenda de sua bainha assim que ouviu um arfar. Sua voz aparentou mais profunda e ecoante em sua psique. O que havia por acontecer?

○○○

Via uma sombra indistinta locomover-se agilmente por entre a mata. A figura discreta era impossível de formar-se diretamente aos seus olhos, mas notável era sua sombra. O sol - o que mais havia de estranho - apareceu o quão alto pode - que não era pouco -, percorrendo a imensidão azulada com sua luz. Era o necessário. Raffel pressentia um fim.
Seria o seu próprio?
Em milésimos, estava frente à criatura que possuía um projétil laminado - provavelmente uma faca - em mãos. Segurava-a com facilidade, como se o bom-nascimento fosse a base deste dom. Mas seu alvo não era o filho de Héracles - um grande erro -, mas sim, um outro garoto que aparentemente estava indefeso. Raffel girou o corpo e...


○○○

― Raffel? ― disse Aldrick, buscando um grão de consciência do garoto.
― Feche os olhos ― disse em tom imperativo, enquanto erguia-se da pedra com desenvoltura, virando os olhos na direção da mata que circulada o fim do vale. O sol apareceu no céu, e ele pôs-se a lembrar; apesar deste detalhe, uma penumbra reconhecível pairava em sua íris meticulosa. As cicatrizes pareciam arder como se estivessem sendo feitas agora; mas pereceu inerte até o momento certo. E então correu.
Todo o ambiente corria para ele, ao contrário do que realmente acontecia. O bracelete não era tão infalível, logo. Outrora daria conta de escondê-lo ao máximo, evitar o seu uso assim como evitaria o derramamento de sangue. Contudo, agora presumia o que se tratava aquela situação: um assassinato.
Uma criança, via, diante daqueles atos impensados. Via uma estrutura fraca, porém ágil; ainda fraca. Via uma mente impensada e fútil. Via motivos fúteis e uma situação extremamente desnecessária. Via isso tudo, mesmo cego em circunstancias.
Morreria ela por um ato tão impensado assim?
Antes de notar o filho de Héracles se aproximando, a garota agrediu o adversário ferozmente. Ainda sim, aparentava uma criança. De cabelos louros e mente pequena; sim, ele ainda via.
Seus cabelos negros esvoaçaram com uma brisa que acordaria a filha de Hermes - deduzira - de seu ataque, embora já fosse tarde quando acontecera. Raffel iniciou um movimento cortante - verticalmente - de Forimenda iniciado de baixo para cima, cortando dois dos dedos da garota que segurava a adaga, o que faria-a soltá-la se esperta fosse. Uma curva com a lâmina fizera, deixando-a agora junto ao pescoço da garota. Seus cabelos esvoaçaram novamente. O garoto roçou a lâmina sobre a pele - agora fria - da menina... uma menina. Um pequeno fio de sangue escorreu pelo contato e fugiu por entre os seios dela.

― Lute comigo ― disse, olhando-a enquanto suas cicatrizes apertavam fundo a expressão. Não importava-lhe mais nada; não precisava de motivos para usar de seus poderes e habilidades em pretensão de um momento inconstante. Nunca foi uma questão de poder ou não; existem coisas na vida que você simplesmente faz.

Matar é uma delas; defender a vida de alguém é outra.

Porventura estivesse executando-o devido à própria circunstância. Necessária.
Treinamentos que lhe diziam quem estava errado e quem estava certo. Pois ele não sabia definir naquele instante quem era quem. Os protagonistas daquela cena eram apenas semideuses; alguns lutando por seu orgulho, outros por sua insanidade. Alguns apenas assistiam, enquanto outros sangravam. Mas havia outros... Os responsáveis por isto.
Raffel não descobrira quem era o incorreto ali, porém, identificava bem os responsáveis.
O garoto mantinha bem o fluxo de foco no seu objetivo; mesmo que estivesse apto à matá-la, algo que não poderia subestimar, ao mesmo tempo que era possível crer em suas habilidades. Já havia lidado com milhares de iniciantes como ela. Era apenas um lixo.
"Um lixo"

Lixos o deixavam prestes à... Heit.

― Vá. O seu último dia não é hoje ― pronunciou, referindo-se à vítima, sem retirar os olhos da filha de Hermes. Reagindo, Raffel arrancaria a cabeça do pescoço fraco da garota sem hesitar.


.:
Habilidades Hereditárias
♦ Agilidade Corporal inicial : Os filhos de Héracles tem um grande potencial corporal e essa habilidade permite a eles aproveitar isso, desviando e atacando furtivamente.
♦ Agilidade Corporal intermediária → Nesse ponto eles podem acertar um golpe corporal perfeitamente , mas com um pouco menos de intensidade.

○○○

○ Forimenda - Espada de Bronze Banhada de Vinho Místico Antigo (o que a deixa mais afiada e MUITO pesada, suportável para um filho de Héracles)
○ Broche da Metamorfose: Podes Virar um Pequeno Besouro
○ Bracelete a Luz Solar[No sol pode aumentar a velocidade!


♠↨♠↨♠↨♠

Obs.: o termo "fissura" se refere a visões que o personagem tem, que para ele significam hipóteses. São pensamentos rápidos que surgem com a mesma velocidade que uma resposta de um cálculo matemático surge em uma calculadora, sendo estimulados por diversos fatores. De forma que, na cabeça do personagem estas apresentam minutos, horas ou dias, o sistema de visões é atemporal, ou seja, um segundo pode fazer com que Raffel tenha, pelo menos, 20 visões de 10 minutos cada. É um dom que pode ser considerado instinto, paranoia, raciocínio rápido ou até mesmo previsões, não passando - obviamente - de pensamentos; logo, são ações que apenas ocorrem na psique do filho de Héracles, o que não descarta as chances de que realmente aconteçam. Estas, são apenas possíveis, devido a um acontecimento na história de Raffel; um talento - ou maldição - desenvolvido após transmutações neurológicas feitas no garoto quando criança. Após esta visão, o personagem não lembra-se nitidamente do que viu, mas, certamente se o que pensou ocorre, ele sofrerá uma espécie de déjà vu, lembrando-se automaticamente do ocorrido. Estas fissuras são narradas na cor RoyalBlue, tom 4.




Heit: OFF
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Re: Vale dos ventos uivantes ♠ Local público oficial ♠

Mensagem por Aldrick Vaughan em Qui 29 Nov 2012, 01:02


soundscape to ardor


Nigeru.

O garoto permitiu-se um novo olhar quanto ao elemento a sua frente no silêncio que se seguiu. Avaliou-o, mas não da forma computadorizada, e sim tentando entendê-lo. Não que fosse capaz de tal proeza, mas sentia-se instigado. Quando escutou seu nome, sentiu que ele não mentia; se o fazia, era um mestre na arte. Raramente as coisas passavam sem serem percebidas pelos olhos de Aldrick.

Numa rápida nuance, qual Aldrick não sabe reconhecer se fora um segundo ou até menos, a espada que Raffel carregava consigo estava desembainhada. Por precaução, daria três passos para trás, o quê não foi necessário. Sentiu não ser o objetivo daquela lâmina e, além disso, não estava alheio aos movimentos alheios... como aquela silhueta poderia passar despercebida num lugar tão silencioso, onde a inércia era somente quebrada pelo diálogo entre os dois garotos e o som dos ventos? Não, não. A silhueta, fosse ela quem fosse, seria percebida. Graças a estar atentamente olhando para o garoto, pôde ver um rápido, realmente muito rápido "flash", onde ele pareceu desligar-se. Mesmo sendo observado com tal cuidado, o devaneio fora tão fugaz que quase não fora percebido por Aldrick, que inconscientemente perguntou:

― Raffel? ― chamou, tentando obter sua atenção. Nisso, falhou.

A ordem, dita de forma tão imperativa e sem aparente "grandeza" fez o garoto se questionar se deveria ou não os olhos. Não, não deveria fechar os olhos. Essas mesmas orbes azul-turquesa seguiram o vulto de cabelos negros até que ele se encontrou com a silhueta da floresta - no que revelou-se uma garota de cabelos loiros - e um outro ainda não muito aparente. A mão lesta caiu sobre o pulso esquerdo, onde mantinha sua única arma; usaria-a? Não. Assistiu o 'show', aproximando-se somente um pouco. Havia um outro garoto, provavelmente ferido, mas o quê ele faria? Ajudaria-o? Não. Apenas assistiu ao garoto de olhos verdes agir, falando daquela forma tão... segura de si. Estaria ele acostumado a fazer isso? Interessante. Cada vez mais interessante. Aldrick, então, decidiu que esperaria, apenas observando e mantendo-se atento aos arredores.



Notes: Desculpa o post lixo, mas né.

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Re: Vale dos ventos uivantes ♠ Local público oficial ♠

Mensagem por Victor H. Faria em Dom 02 Dez 2012, 20:33




Killer
Mais um para a minha lista

Seria fácil matar aquele indefinido, ainda mais que ele não portava nada, os movimentos de Baby se tornavam cada vez mais rápidos ate que ela o matou, o que ela não contava, era com a presença de dois garotos, que apesar de antes vistos, não pensou em ser atacada por eles, mas um lição que ela iria aprender ali, era nunca subestimar seu adversário, e teria de agradecer por poder sentir aproximações, e um filho de Heracles avia notado a presença da loira e resolveu atacar ela.
Por mais fortes que fosse, nunca fariam a cria de Hermes desistir, quando o sentido apitou pelo golpe do menino, ela deslocou seu corpo para frente rolando junto a formação rochosa, se levantou em quanto voltava a empunhar a adaga, a deixando semi-transacionada para cima, ativou as asas dos tênis as mantendo em alerta para se puder sobrevoar de longe do garoto, ouviu o pequeno comentário a se fazer levando uma mecha para trás, ocultou o corpo do garoto deixando a pele pálida recair nos ares e se chocar lá em baixo já apodrecida, seus olhos observaram o filho de Selene arqueou o adolescente se voltando ao novo inimigo, tamanha força poderia ser uma ameaça.
Preparou a adaga para um possível estocada em quanto dobrava os joelhos, não deixaria o campista de no vácuo, e queria ser o mais harmoniosa possível:
- Quem é você? E o que te fiz para estar me atacando?
Falou voando para cima das rochas se firmando lá, sues olhos estavam rápidos e seriam capazes de fuzilar com sua habilidade notável, não dando chance alguma, afinal a garota mesmo que fraca – o que aparenta ser – não se negava a uma chacina.
Código:
Poderes Usados:
☤Passivas☤


Nivel 1 - Agilidade
Você como filho de Hermes terá uma agilidade maior que outros campistas inclusive voando com seus tênis alados.
Nivel 3 - Pericia com Adagas
Por ser filho de Hermes você controla a Adaga como ninguém.

Nivel 5 - Camuflagem
Alguns ladrões precisam se esconder para realizar um roubo. Graças a isso, você é capaz de achar um escondeirijo e se esconder rapidamente.

Nível 5 - Sentir Aproximação {NEW}{Idealizado por Sadie Bronwen}
Assim como as serpentes pressentem a aproximação de suas presas, os filhos de Hermes também adquirem o sentido que sempre lhes deixa a par da aproximação de outras criaturas na área em que se encontra. A extensão da mesma é definida pelo seu nível, sendo que a cada nível a partir do 5, 1 metro de extensão é adicionado.
☤Ativas☤
Nível 3 - Silêncio {NEW}{Idealizado por Sadie Bronwen}
Ao ativar esta habilidade, qualquer barulho feito pelo filho de Hermes é anulado. Dura 1 rodada.

Código:
Armas Usadas:
§ Faca de Bronze [Inicial]
§ All-Stars Voadores [By: Hermes]
§ Adaga Envenenada [Uma adaga indestrutível, feita de prata comum. Ela sempre tem um líquido verde na lâmina. É o veneno de George e Martha. Quando o veneno entra em contato com o sangue de alguém, ele faz com que a pessoa perca uma quantidade média de HP por turno e fique mais lento][By: Hermes]



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Re: Vale dos ventos uivantes ♠ Local público oficial ♠

Mensagem por Victor H. Faria em Sex 14 Dez 2012, 10:44




Killer
Mais um para a minha lista

Cansada do tempo que passou naquele local, a cria d eHermes deixou que o vento balançasse seu cabelo, a ponto de poder lhe distrair, o filho do deus da força não vez nenhum movimento a não ser lhe fitar, o calmo clima de silencio corroeu Baby e esta por sua vez se cansou, guardou a arma em sua bainha e o observou, ativou as asas do all-star e ajeitou o cabelo ainda corando, não tardou tempo suficiente, com a morte do indefinido, a cria da velocidade largou um sorriso e sobrevoou os ares ainda no local, se distanciou o bastante para poder sair, deixou um beijo no ar e pronunciou rindo:
- Adeus cria da força, outro dia nos vemos!
Com isto saiu rapidamente deixando o local silenciosamente, teria certeza que o filho da arte braçal não iria confessar o que Strawberry fez, então ao pousar já dentro do quarto através da janela, ela se deitou olhando para cima largou as armas em um canto do frio chalé e dormiu sem culpa alguma.

Código:
Poderes Usados:
☤Passivas☤


Nivel 1 - Agilidade
Você como filho de Hermes terá uma agilidade maior que outros campistas inclusive voando com seus tênis alados.

Nivel 5 - Camuflagem
Alguns ladrões precisam se esconder para realizar um roubo. Graças a isso, você é capaz de achar um escondeirijo e se esconder rapidamente.

☤Ativas☤
Nível 3 - Silêncio {NEW}{Idealizado por Sadie Bronwen}
Ao ativar esta habilidade, qualquer barulho feito pelo filho de Hermes é anulado. Dura 1 rodada.

Código:
Armas Usadas:
§ Faca de Bronze [Inicial]
§ All-Stars Voadores [By: Hermes]
§ Adaga Envenenada [Uma adaga indestrutível, feita de prata comum. Ela sempre tem um líquido verde na lâmina. É o veneno de George e Martha. Quando o veneno entra em contato com o sangue de alguém, ele faz com que a pessoa perca uma quantidade média de HP por turno e fique mais lento][By: Hermes]



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Re: Vale dos ventos uivantes ♠ Local público oficial ♠

Mensagem por Zeus em Sex 14 Dez 2012, 20:00

Sobre o combate ~ Att ~
Avaliando o combate


Usando do bracelete de velocidade do personagem, do instinto de batalha, entre outros, Raffel negou o ataque dela ao indefinido. Ou seja, após o golpe que Baby deu no garoto, achando que não seria ouvida, Raffel se levantou e usou o bracelete que aumenta consideravelmente a velocidade para impedir o ataque dela.

Com um golpe de cima para baixo Raffel cortou dois dedos de Baby. Com um giro rápido prendeu a lâmina no pescoço da garota, que em seguida narrou que foi para frente para desviar, ou seja, se suicidou por incoerência.

Morte de Baby W. Strawberry

Recompensa atribuída: + 150 exp. para Raffel E. Ciffer pela vitória, excelentes posts e entretenimento.



Corrija um sábio e o fará mais sábio.
Corrija um ignorante e o fará teu inimigo.
Zeus
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Re: Vale dos ventos uivantes ♠ Local público oficial ♠

Mensagem por Raffel E. Cifer em Sex 11 Jan 2013, 20:39

To the sky beyond the flying birds - forever and beyond.






E eles serão para sempre amaldiçoados ― ou agraciados ― com a benção do esquecimento...

Tinha a ver com rosas selvagens, fé e esperança. Algo com o desespero de andar por um caminho frustrado e uma última tentativa. Sobre heróis e demônios que tinham muito mais em comum do que a superfície mostrava... Olhos azuis. O relâmpago ágil que cortava seus pensamentos e toda aquela bagunça esbranquiçada que se misturava e confundia suas memórias.

Sobre o que não está aqui.


Death never expected me to wear a jacket.
She was here, embracing me with his cold.
Whether I was with eyes closed or not.
Are they themselves to blame, the misery, the pain?


Ninguém espera pela morte, e a morte nunca espera por ninguém.

Raffel apertou os dedos contra Forimenda, mantendo-na firme mesmo com o movimento inesperado da garota. Seu tecido, sua pele e tudo que formava seu pescoço se dissiparam como uma sacola plástica em contato com o fogo. O sangue escorreu pela lâmina em uma cena memorável; o líquido alcançou o rosto e as vestes do garoto, um sangue sujo. Seu corpo, considerado esquelético, estremeceu; entretanto, não transfugiu de sua impermeabilidade mórbida, mesmo quando a cabeça da garota ― agora um cadáver ― rolou pela mata até atingir uma pedra. O corpo de tal cedeu à gravidade e desmoronou em um assopro de brisa.
Não pretendia matá-la, mas... mas...
A face pálida e marcada do garoto enrijeceu, pondo qualquer reação para fora em seguida, pois suas cicatrizes estavam manchadas por um tom escarlate: o líquido verminoso da oponente. As mãos cerradas deixaram de tocar o cabo da espada e sua garganta apertou.
“Heit...”
Ele conhecia o método para se livrar da transformação e qualquer utensílio seria de grande utilidade.

○○○

Aonuma Shun; um garoto inocente de 9 anos, forçado à crescer por sua família, à aprender que o que estavam fazendo, era pelo bem de todos.

― Onii-chan... ― estufou o peito, contendo as lágrimas ― você acha que mamãe deixará você partir?
― Mari-chan, você precisa ser forte. Por mim, por nossos pais e, principalmente, por Satoru. Sabe que estou fazendo isso por ele, sim?
Aconchegou nos braços a garota deprimida e desolada, pondo suas mãos machucadas a acariciarem seus cabelos lisos e sedosos em um toque suave, passageiro. A garota desmoronou sobre ele, e o levou junto:
― Você irá se esquecer de mim, onii-chan?


○○○

Raffel Eaqué Cifer; protótipo de guerreiro. Criado para exterminar.

Seu emblema no peito acalmou-se quando a lembrança vaga voltou para o túmulo, como sempre fazia. Ele pegou a espada e caminhou na direção do cadáver inerte, acocou-se junto à sua dureza; colocou a espada de lado e desamarrou ambos tênis alados, juntando os cadarços em um nó e prendendo-os à seu pulso. Pegou de volta sua lâmina e caminhou vagarosamente na direção da cabeça. Novamente, acocorou-se e prendeu sua atenção aos olhos mortos: a loira, agora, não tinha mais a aparência de uma criança que Raffel outrora havia notado. Sua agilidade, porém, estava ali, presa ao movimento involuntário dos cabelos da garota contra o vento que assoviava bastante naquela região.
Ele pôs Forimenda em sua bainha.
Ao longe, podia-se notar o sol e sua luz se esvaindo, lutando para continuar a protagonizar o céu; muitas estrelas tomaram forma no que parecia ser uma noite infeliz. E, pare finalizar, o filho de Héracles fuzilou seus últimos pedidos com veemência ― que, em sua concepção, era direito que todo um morto deveria ter ―, exceto por um último: não precisaria fazer questão de não recordar; mortes não esperam, e ninguém espera pela morte. Alguns preferem esquecê-la ou tratá-la com indiferença.

Uma morte só tem significado se você quiser que ela tenha. Mas, proporções sempre terá.

― Aldrick... ― murmurou, caminhando com a cabeça decepada em mãos. Passou pelo garoto sem olhá-lo, mesmo que clamasse por seu nome. Uma última vez, pensou no que devia tanto àquele lixo, àquela garota que tratava a morte ― mesmo a sua ― como uma brincadeira de criança. Ele, mesmo criado para não dar significado à coisas assim, sabia o poder que uma vida poderia ter. Ele prendeu os cabelos da garota em seus dedos do punho mais forte, o direito.
“Mais uma alma levada. Mais um herói perdido, um vilão ou uma vítima. Para os dias incontáveis...”
Soltou a pressão dos dedos de uma vez só, pois se soltasse um à um, cairia com ela.
Aos poucos, o centro da vida de Heit tornou-se uma pequena pedra, depois um grão... e apenas um ponto que deslizava e resvalava as curvas mortais de cada pedra e caia, então, entre as árvores lá embaixo.
Recuou, primeiramente, o pé direito; virou-se, e fitou sua companhia de outrora.
― Aldrick... ― disse com seu sotaque embolado ao pronunciar o “r”. ― Esqueça isso ― pediu, erguendo a mão na direção da lua que havia surgido, repentinamente, no céu. Sua mão estava suja de sangue. Fitou por alguns segundos e apertou os dedos, sentindo-se. Olhou para os tênis da garota e não sentiu anseio algum em calçá-los. Estavam ― também ― manchados de sangue. Desamarrou o laço jeitosamente e colocou-os no chão, entre ele e outrem.
― Dê-os para alguém que mereça ― fitou, por uma última vez, os olhos do outro e caminhou para longe. Talvez, somente talvez, suas perspectivas tivessem se ampliado e agora, mais que nunca, estava disposto a voltar ao Acampamento.
Acompanhou as estrelas em sua caminhada, permanecendo firme com Forimenda em sua bainha, balançando à cada passo desigual, e preenchendo o seu vazio com as promessas de curar a si mesmo. Talvez houvesse uma esperança e sua psique não estivesse tão perdida assim.

As memórias, mesmo que falsas, tendem a preencher os espaços vazios no nosso subconsciente. É um modo de manter-se íntegro e são.

― “Sayonara”, Shun-kun.


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○○○

○ Forimenda - Espada de Bronze Banhada de Vinho Místico Antigo (o que a deixa mais afiada e MUITO pesada, suportável para um filho de Héracles)
○ Broche da Metamorfose: Podes Virar um Pequeno Besouro
○ Bracelete a Luz Solar[No sol pode aumentar a velocidade!


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Obs.: o termo "fissura" se refere a visões que o personagem tem, que para ele significam hipóteses. São pensamentos rápidos que surgem com a mesma velocidade que uma resposta de um cálculo matemático surge em uma calculadora, sendo estimulados por diversos fatores. De forma que, na cabeça do personagem estas apresentam minutos, horas ou dias, o sistema de visões é atemporal, ou seja, um segundo pode fazer com que Raffel tenha, pelo menos, 20 visões de 10 minutos cada. É um dom que pode ser considerado instinto, paranoia, raciocínio rápido ou até mesmo previsões, não passando - obviamente - de pensamentos; logo, são ações que apenas ocorrem na psique do filho de Héracles, o que não descarta as chances de que realmente aconteçam. Estas, são apenas possíveis, devido a um acontecimento na história de Raffel; um talento - ou maldição - desenvolvido após transmutações neurológicas feitas no garoto quando criança. Após esta visão, o personagem não lembra-se nitidamente do que viu, mas, certamente se o que pensou ocorre, ele sofrerá uma espécie de déjà vu, lembrando-se automaticamente do ocorrido. Estas fissuras são narradas na cor RoyalBlue, tom 4.




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Re: Vale dos ventos uivantes ♠ Local público oficial ♠

Mensagem por Elizabeth Chase em Seg 28 Jan 2013, 15:58

Eu estava andando triste pela praia, e me perguntei por que estava fazendo isso, afinal eu tenho medo do mar, e não sou lá muito fã do sol! Então decidi ir até um lugar um pouco afastado, pensei no bosque mas estava longe, então o primeiro lugar que me veio à cabeça era o Vale dos Ventos Uivantes.
Fui andando calmamente até lá, e decidi me sentar numa pedra, ia andando até ela quando vi alguém que parecia ser a minha irmã, cheguei mais perto para verificar......
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Re: Vale dos ventos uivantes ♠ Local público oficial ♠

Mensagem por John A. Donuts em Seg 28 Jan 2013, 16:30

My sis came back

Estava lendo um livro. Era diferente do que eu lia normalmente, era sobre monstros. Não estava prestando muita atenção, mas ainda assim, sabia tudo o que estava lendo... Alguém se aproximou. Num único movimento, Peguei o arco e mirei a flecha. Então notei que era minha irmã, assustadoramente idêntica a mim.
- Hey, Liz. Você me assustou - Falei, fechando o livro e colocando na bolsa. - Tudo bem?
Esperei sua resposta, sorrindo e guardando a flecha na aljava bordada com as letras "RC". Coloquei o arco ao lado. Levantei para abraça-la. Como eu, ela andara sumida.
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Re: Vale dos ventos uivantes ♠ Local público oficial ♠

Mensagem por Elizabeth Chase em Seg 28 Jan 2013, 16:45

Num único movimento, minha irmã pegou o seu arco e mirou a flecha. Eu quase tive o impulso de pegar a faca ni cinto mas ela provavelmente notou que era eu.
- Hey, Liz. Você me assustou! - Ela falou, fechando o livro e colocando na bolsa. - Tudo bem? -Perguntou esperando minha resposta. Ela andava sumida nesses tempos, mas eu acho que eu também, então não podia julga-la.
- Ha, EU te assustei? - Perguntei ainda assustada. - Eu diria que VOCÊ quase me MATOU! Mas fora isso está tudo na mesma!- Falei esboçando um sorriso leve. Não queria contar a ela sobre as tonturas que vinha sentindo para não preocupa-la, eu tentava ao máximo não parecer quem escondia algo, por que também não queria contar outras coisas...
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Re: Vale dos ventos uivantes ♠ Local público oficial ♠

Mensagem por John A. Donuts em Seg 28 Jan 2013, 19:56

Tudo na mesma. Ela falara... Se referia às tonturas que ela havia tido enquanto eu estive fora? " É Elizabeth, eu sei de tudo " Pensei... Não queria falar para não lhe causar mais mágoa. Seu pai a magoara demais. O meu estava na guerra, e eu tinha convicção de que nunca mais o veria. E depois de eu a deixar sozinha, não podia culpa-lá. Maquiagem. Ela estava maquiada como eu o fazia. Eu era má influência.
- Você já pode me culpar por sumir.
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Re: Vale dos ventos uivantes ♠ Local público oficial ♠

Mensagem por Elizabeth Chase em Seg 28 Jan 2013, 20:17

Eu continuava "sonhando" com o passado, atá que minha irmã disse algo
- Você já pode me culpar por sumir. - Ela disse me tirando de meus pensamentos. Pensei por uns trinta segundos antes de responder. É claro que eu estava um pouco triste, afinal, ela era a única família que eu tinha, mas em parte aquilo era culpa minha, afinal eu tenho um certo dom para me afastar das pessoas, quer eu goste delas ou não.
Mas mesmo assim eu não estava brava, não com ela, e eu já tinha muita mágoa acumulada.
- Eu não culpo você. - Eu disse simplesmente, e era verdade. - Só vamos tentar não nos afastar de novo ok? - Perguntei ansiando pela sua resposta. Pude jurar ouvir os tais uivos lendários que deram o nome ao vale, não é pra menos, está ficando tarde, mas hoje é sexta então temos o final de semana livre. Não pude evitar me animar, afinal eu adoro lobos...
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Re: Vale dos ventos uivantes ♠ Local público oficial ♠

Mensagem por John A. Donuts em Ter 29 Jan 2013, 07:00

- Eu não culpo você. Só vamos tentar não nos afastar de novo ok?
Ela não me culpava. Droga. Teria mil motivos para me culpar, para nunca mais me olhar, mas não. Ela apenas não me culpava. Ouvi lobos, um tanto distantes. Eu estava distante. já era tarde e eu sabia. Mas eu não tinha sono. Eu não sentia nada mais do que saudades de Elizabeth... Eu me afastara, eu estava errada e não admitia que ela me perdoasse tão fácil. Mas era ela. Era a minha irmã. A melhor amiga que alguém poderia querer.
- Tudo bem... Você vai passar o ano aqui também? - Falei, mas não sei se soou tranquilo como eu esperava. Odiava o mar, a areia em meus pés. Aquilo me incomodava. Pela feição de minha irmã, ela realmente queria ver os belos lobos. Eu sabia que haviam mais na floresta, no bosque em especial. Mas queria sua resposta, para que assim eu ficasse mais calma
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Re: Vale dos ventos uivantes ♠ Local público oficial ♠

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