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Limpeza do Estábulo

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Limpeza do Estábulo

Mensagem por 075-ExStaff em Qui 31 Jan 2013, 03:43

Limpeza do Estábulo

A limpeza do Estábulo deve ser feita da seguinte maneira:
O campista deve postar fazendo uma limpeza geral no Estábulo. Se o seu post for plausível, receberá 10 Dracmas.
O Administrador deve postar anunciando os perfis atualizados.
O campista só pode postar a cada 2 dias.
O post que não agradar o Administrador (o que não receberá a recompensa), deve ser apagado.
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Re: Limpeza do Estábulo

Mensagem por Lewis Vezzoni em Sab 02 Fev 2013, 20:22

Nada havia mudado, sua vida continua enfadonha. A monotonia no acampamento era comunal para todos, algumas vezes saíam em missão ou tinham aventuras dentro dos limites mágicos. Não que ele reprovasse, sempre quis uma vida pacata e demonstrava isso: dormia do almoço ao jantar, e seguidamente no tempo que estava livre. A única coisa que estava esperando para criar sua vida naquele acampamento era a reclamação. Se o que os campistas diziam-lhe era verdade, deveria esperar mais um pouco de tempo para ver se os deuses tinham pena de ti. Porém, aquele dia seria diferente. A porta se abriu ruidosamente e proviniente da abertura, a incidência de raios focou-se no rosto de Lewis. Acordou-se aos poucos, vendo um corpo magricela e familiar se aproximando. Fingiu estar dormindo, mas se arrependeu. Tomou um verdadeiro banho d'água e se acordou imediatamente. Seu instinto aflorou e quase golpeou aquele que o molhara.

— Preguiçoso, nós estamos de castigo novamente. Desta vez, a conta ficou pelos indefinidos. Todos estão fazendo suas tarefas, acha que vai escapar até ir para o chalé vinte e quatro? — ele riu, pausadamente. — Vá nos estábulos e limpe tudo. Creio que se acumular mais, ficará bem difícil... — sorriu para o indefinido, deixando o quarto.

— Sério, cara? — ainda tentou retrucar, bagunçando os cabelos, retirando os lençóis e travesseiros do beliche.

Não gostou daquilo, é claro, mas devia fazer. Era um dever a cumprir, como a oferenda para os deuses na refeição, como o toque de recolher a ser obedecido e outros deveres que já teve de cumprir em sua vida, portanto, arrumou-se como quis. Em lugar de seu pijama, vestiu uma camisa laranja regata e uma bermuda da mesma cor, com tênis de trilha. Ficou de frente para o espelho, vendo um garoto de cabelos louros despenteados e um sorriso maldoso, acompanhado de olhos escuros e pele branca. Ele gostava daquela aparência, afinal, nunca dera atenção para luxos e era bem desleixado. Penteou seu cabelo rápido e lembrou-se: "Ah, cara... Esqueci do banho... Já tomei mesmo", sorriu. Voltou-se para seu beliche, mas não arrumou nada só de pirraça. Seu dever era apenas limpar o estábulo. Sem preocupar-se, deixou o chalé de Hermes calmo.

Poucos minutos desde que saiu do chalé de Hermes e milhares de olhares estranhos concentrados, tantos que a timidez aumentou o bastante para corar e querer se esconder. Vezzoni nunca gostou de ser muito exposto, gostava de viver em um canto pacato, livre de responsabilidades maiores e com o maior sigilo possível. Naquele momento, eram incompreensíveis, alguns demonstravam desdém e outros indiferença. Parou de notá-los quando enxergou um grande campo de hipismo, acompanhado de uma construção de madeira grande. O som dos relinchos e dos cascos, repentinamente, lembraram-lhe da tarefa, pois se não, ainda estaria observando os pégasos voarem acima de ti e cavalos cavalgando em uma velocidade incrível. Resfolegou e adentrou-o.

O cheiro característico de cocô era presenciado em toda a parte do estábulo. Várias construções pequenas, também de madeira, prendiam os variados corcéis através de correias de couro e acessórios metálicos para melhor conforto. Os pégasos estavam numa área aberta e de maior altura, onde podiam voar, mas estavam muito ocupados com seus torrões de açúcar para fazerem algum esforço. Olhou para o lado e viu que um cesto de comida natural estava fixado nas extremidades, o que lhe deu a ideia que os torrões não eram permitidos ali. Preferindo os corcéis comunais, voltou para a ala normal e iniciou o processo de limpeza. Não gostava daquele cheiro e de cavalos, tampouco queria fazer aquilo... Mas, como dizem: Missão dada é missão cumprida.

A área livre dos cavalos estava cheia de fezes grandes e espalhadas por toda a sala ampla. Encontrou uma mangueira em um adorno da parede, a liberou e segurou forte em suas mãos, girando o botão em que ligava a água. Sem saber, sentiu uma força muito grande da mangueira e quase a soltou. O jato dispersou o cocô acumulado para os lados, espalhando um líquido fétido e enegrecido. Porém, mostrou-lhe uma resolução para o problema: um buraco de esgoto onde deveria escorrer aquele líquido junto com a merda. Com o jato era fácil, e os cavalos não interferiam no trabalho, ficavam parados observando tudo, imutáveis. Em pouco tempo, o local estava livre das fezes. Os cavalos bateram os cacos, como se quisessem festejar, e o garoto sorriu, indo em direção da outra ala do cavalariça.

Ao contrário dos cavalos normais, os pégasos não acumulavam muitas fezes no chão - e sim, no teto. Não com tanta ênfase, pois a maioria estava nas paredes, escorregando ou endurecidas. Como na ala dos corcéis normais, um adorno indicava uma mangueira, porém esta tinha maior propulsão. Lewis se encostou na parede e girou o botão, ligando novamente o jato. A água era dúzia de vezes mais forte, e fizeram os pégasos, diferentemente de seus parentes, se assustarem. Não só desfazia as fezes presas a parede, como as fazia chegar ao chão já como o líquido negro de péssimo odor. Na extremidade contrária a do indeterminado, um buraco indicava o esgoto e o líquido já escorria por lá. Como na outra ala, o líquido logo esvaziou e deixou o local livre das fezes. No entanto, como na ala normal, o cheiro horrível ainda marcava presença.

Vezzoni se desligou de sua mente. Quando voltou para ela, preferencialmente limpava as alas com jatos de perfumes diversos, ótimos aromas. Ainda no encanto de realizar o dever, limpou os cascos dos cavalos e dos pégasos - com um grande medo de ser acertado, mas eram dóceis. Bastou poucos minutos e estava cansado, mas de dever cumprido. O local tinha outra cara, parecia até um estábulo real. Ele riu com o pensamento, olhando para os cavalos e depois para os pégasos, sorridente. Pois bem, não tinha nenhuma coisa ruim, até era legal conviver com os animais. Detinha um grande prazer por dever cumprido e este o levou serenamente para o chalé 11.
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Re: Limpeza do Estábulo

Mensagem por Nicole Satchwell em Seg 04 Fev 2013, 19:08



infinitize @JM and @GL


Cria de Selene!

O almoço no refeitório tinha sido muito melhor do que imaginava. Infelizmente não pude contar com a companhia de Ming, ele não podia se sentar nas mesas dos campistas, mas tirando isso foi bem interessante. Eu me sentei em um local específico para os filhos de Selene. Eles existiam. Mas nenhum se dirigiu a novata, mas isso não me incomodou. Tratei de devorar as guloseimas mais maravilhosas. Não sei se era a fome ou se aquela comida era realmente fabulosa. No fim terminei satisfeita e com um humor maravilhoso.

Para descansar o almoço me sentei em um canto qualquer do acampamento e logo Ming apareceu ao meu lado.

- O que a princesinha pretende fazer agora?

Eu pensei. Não tinha ideia. Nada falei, apenas encarei o horizonte e de repente me deparei com algo que eu reconhecia muito bem. Uma pista de hipismo. No mesmo instante me levantei já sorrindo. Eu tinha paixão por cavalos. Na fazenda passava boa parte galopando enquanto era perseguida divertidamente por Jindo, meu cão de guarda. Eu galopava e ele corria atrás, a latir. Brincávamos todos os finais de semana dessa maneira. Esta lembrança me deu um aperto no peito. Senti saudades. Não veria Jindo tão cedo, nem ele, nem minha vó, nem meu pai... O sorriso que havia se aberto acabou se escondendo.

- O que foi? - perguntou Ming parecendo perceber.

- Eu... me lembrei de casa.

- Por que não vamos até a pista, você monta num cavalo qualquer e volta a ficar feliz.
- ele disse dando uma piscadinha. Aquilo para ele parecia tão simples, então eu fui. Não poderia ficar e remoendo de saudades.

Caminhamos uma grande distância. Felizmente o que tinha comido era bem leve. Chegamos na pista de hipismo, mas Ming fechou a cara.

- Eu não te contei uma coisa...

- O quê?
- perguntei curiosa.

- Para montar, você precisa limpar os estábulos. É sempre assim... O novato que quer ter acesso livre a pista de hipismo deve limpar os estábulos... - ele mostrou uma careta meio lamentosa, mas aquilo não me incomodava. Já tinha limpado inúmeras vezes os estábulos de minha fazenda e então eu com uma expressão firme, respondi.

- Sem problema. Vamos! - e dei o primeiro passo, crente que Ming viria logo atrás, o que não aconteceu. Olhei para trás e por um segundo pareceu que o peguei rindo, só que só podia ser impressão.

- Não vem? - perguntei e ele me acompanhou.

Chegamos na entrada e paramos.

- Paro aqui. Você faz o resto.

- Mas... Por que?

- Digamos que eu não me dê muito bem com esses equinos...
- e ele mostrou uma careta. Eu ri e entrei.

Entrei naquele estábulo e me deparei com os mais diversos tipos de cavalos. Todos lindos, alguns mais ariscos que levantavam suas patas dianteiras e relinchavam. Outros tinham um olhar mais triste e um em especial me chamou a atenção. Estava no último espaço e eu segui até lá. Ficando de frente para ele eu percebi seus pelos negros como a noite e brilhantes como a luz da lua. Sua crina era enorme e lisa, também negra, era bem penteada e quase chegava ao chão. Reparei em seu rabo também enorme e belíssimo. Aquele cavalo era magnífico, mas parecia tão triste. Aquilo me partiu o coração. Era um animal tão belo e estava daquela maneira. Imaginei que pudesse estar doente, leve minha mão até seu nariz e ele cheirou e colocou seu nariz por debaixo de minha mão, como se pedisse carinho. E eu o acariciei.

- O que você tem, menino? Você é menino, não?

- Sim, ele é. Seu nome é Draconer. O chamamos de Draco.


Me virei na direção daquela voz e me deparei com um homem.

- Sou John... Ele é um dos meus cavalos favoritos... Mas ultimamente anda muito triste...

- Será que está doente?
- eu perguntei, me virando para o animal e continuando a acariciá-lo.

Não... Acho que está se sentindo solitário... Ele é um cavalo muito arisco, mas ultimamente não deixa ninguém montá-lo... Parece que espera alguém...

- Ah... Espero que este alguém apareça.
- disse e beijei aquele lindo animal. Ele balançou sua cabeça mais animado e eu sorri de sua crina sedosa balançando magnificamente. Ele pareceu mais animado e relinchou.

- Acho que gostou de você... - comentou John e tirou um dos cavalos de seu espaço.

- Assim que terminar de limpar, vou dar mais atenção para ele.

- Faça isso.
- o homem disse. - Felizmente já haviam limpado mais cedo. Você não terá muito trabalho. - e saiu.

Procurei por uma pá e uma vassoura bem grande. Não iria jogar água a principio. Precisava limpar as fezes e outras sujeiras, como fenos desgovernados pelo chão. Cheia de coragem eu comecei meu trabalho. Limpava as fezes, varria sujeiras como feno e outras coisas. O trabalho foi muito mais pesado, de maneira nenhuma poderia ser comparado ao que fiz na plantação de morangos, mas eu já estava acostumada com aquilo. Tanto que os animais nem se incomodaram com a minha presença. Acariciei alguns, os mais ariscos me surpreenderam ficando bem calmos. No fim só precisei lavar os últimos resquícios de fezes e sujeira e depois passar um pouco de algo que me parecia desinfetante, mas que não era... Minha vó não indicava passar esse tipo de coisa nos estábulos... Bem, aquilo era alguma coisa que deixava o ar muito mais respirável.

Havia outra ala naquele estábulo e para lá parti. Pensei que encontraria mais cavalos, mas ... Me deparei com pégasus, vários deles, cavalos alados e magníficos. Minha surpresa foi tanta que cheguei a tropeçar e cair sobre um monte de feno. Como eles eram belos. Lindos. Magníficos. Eu passei a admirá-los por alguns segundos, até sentir minha mão sobre algo... entranho. Olhei e vi que a tinha apoiado sobre um generoso monte de estrume. Estrume de cavalos alados. Fediam e eram tão nojentos quanto o de cavalos comuns e foi por isso que sai de meu 'transe'. Limpei minha mão em um pouco de feno e depois num pano qualquer, mas sem muita frescura. Aquilo não era novidade para mim. Fiz a limpeza daquela ala de uma maneira bem cuidadosa, assim como na outra. Terminei satisfeita. Tudo havia ficado bem limpo e fui lavar minhas mãos. Voltei para a área onde se encontrava Draco e assim que ele me viu, relinchou alegremente. Aquilo me fez sorrir. Fui até ele, o acariciei e disse.

- Vou tentar montar em você, mas em breve... Espere, amigo. Vamos nos divertir.

Sai daquele estábulo e encontrei Ming as gargalhadas. Não entendia e ele não parava para explicar. Até que perdi a paciência.

- Do que está rindo? - perguntei irritada.

- Você acreditou. - e ele continuou a rir.

- Acreditei em que?

- Que novatos precisam limpar bosta de cavalos pra usar a pista. Vocês filhos de Selene são super inocentes... Sempre caem...

- E não precisa?
- perguntei confusa.

Ele continuou a rir, ainda mais alto e eu apenas o encarava. Ele não parava e eu não disse nada, apenas o encarei de uma maneira irritada e ele pareceu se acalmar. Respirou fundo e se aproximou, ainda dando risadinhas.

- Olha, tem feno até no cabelo. - e tirou. Eu queria estapear aquele sátiro metido a engraçadinho, mas controlei minha raiva.

- Podemos escolher nossos cavalos que vamos montar nas aulas de hipismo?

- Sim, sim...
- ele respondeu e tentava controlar sua vontade de gargalhar.

- Então eu vou escolher o Draco. - eu disse olhando na direção do estábulo e ouvi mais uma vez Ming gargalhar sem controle atrá de mim.

notas: Limpando os estábulos com Ming (NPC).
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Re: Limpeza do Estábulo

Mensagem por 059-ExStaff em Seg 04 Fev 2013, 22:45

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Re: Limpeza do Estábulo

Mensagem por Ailee Naelineun em Qua 06 Fev 2013, 14:50

Seu Título Aqui.




Christopher havia passado toda a manhã colhendo morangos. Se estava cansado para limpar os estábulos? Nem um pouco. Precisava de alguns dracmas, então, aquela seria a melhor opção. E além do mais, a presença dos animais equinos, alados ou não, faria bem ao seu humor, que não estava nada bom depois de uma longa noite mal-dormida.

No momento estava sentado em sua cama. Havia acabado de chegar do almoço. Seus meio-irmãos ou estavam em missão, ou treinando, ou... Dormindo. Às vezes aquele mais parecia o chalé de Hipnos. Por fim se levantou da cama. Olhou pelo chalé, sem nada em especial para procurar. Saiu do chalé e partiu para os estábulos.

(...)

No caminho Christopher havia tropeçado em três pedras, esbarrado em dois campistas e se chocado contra uma dríade. Com certeza aquele não era seu dia de sorte. Adentrou a porta do estábulo. Um cheiro nauseante de estrume de cavalo veio até seu nariz. Os equinos permaneceram calmos quando Christopher os tirou de seus cochos para poder limpar. Amarrou-os em um toco de madeira, para que não fugissem. Retirou uma vassoura e uma pá do armário, encheu dois baldes com água até a boca, e começou a limpar. Primeiro tirou, com o auxílio da vassoura e da pá, todo o capim espalhado e alguns estrumes. Guardou os instrumentos, que já não iam ser mais usados, e pegou um esfregão. Jogou a água no chão e começou a manusear o equipamento de limpeza em sua mão. O líquido límpido rapidamente foi tingido de um tom amarronzado enquanto se espalhava pelo chão. Com o esfregão, limpou boa parte do chão do estábulo. Guardou-o e retirou um rodo do armário. Conseguiu levar a água até a porta, jogando-a para fora. Esperou até todo o resíduo do líquido secar, então se preparou para a última etapa da limpeza. Pegou um espanador e passou-o por toda a extensão da parede, tirando todas as teias de aranha. Guardou-o também, depois de já ter usado.

O estábulo, agora, brilhava. Na verdade não brilhava, mas estava bem mais limpo do que quando chegara. Guardou os cavalos novamente e os acariciou, por terem se comportado. Jogou algumas maçãs para eles e, então, se despediu. Voltou ao seu chalé totalmente sujo, tentado por um longo banho gelado.




Credits By: Me.
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Re: Limpeza do Estábulo

Mensagem por Victor Renzo em Dom 10 Fev 2013, 11:07


Eu vou colhermorangos



______Já tinha passado 2 horas desde que eu colhi os morangos, agora aqui estou eu, limpando os estábulos, o que não fazemos por uns dracmas de ouro hein?

Comecei a limpar os estábulos, quanta sujeira, tirei os cavalos dali para eu poder limpar, coloquei eles do lado de fora com um amigo meu cuidando.

Assim que eles estavam lá, eu peguei uma vassoura, uma pá e um balde cheio com água. Com a pá e a vassoura eu comecei a pegar tudo, joguei no lixo, fiquei repetindo isso por um tempo para limpar.

Quando terminei de pegar tudo, ficou só o resto mesmo no chão, peguei o balde de água, coloquei um pouco de sabão e joguei no chão, aí comecei a varrer, aquele lugar estaria mais limpo do que nunca estava antes.

Descansei um pouco e voltei a limpar, depois de uns 15 minutos esfregando aquilo, ficou só o feno e o chão limpo, pedi para o meu amigo trazer os cavalos de volta. O estábulo estava parecendo novo.

Com os cavalos aqui, dei comida para eles, e fui embora, ia tomar mais um banho e ia para a aula de Hipismo, agora que eu tinha me acostumado um pouco com os cavalos e com a sujeira que eles podem fazer.

Fim! Quero 10 dracmas hein xD



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Re: Limpeza do Estábulo

Mensagem por Bryann Lee em Seg 11 Fev 2013, 16:31

Fazia apenas alguns dia eu havia tido uma experiência nada agradável com os cavalos,e agora tinha que limpar a sujeira deles,eu não tinha escolha,precisava de dracmas para poder reforçar meu arsenal,então peguei a pá,um balde de água e uma vassoura,todos esses instrumentos eram muito velhos(parecia que tinha uns 500 anos),chegando ao estabulo comecei a retirar os cavalos um por um,até que eu reconheci um dos cavalos,era o mesmo que houverá me derrubado dias átras,coragem eu pensei,depois que retirei todos os cavalos,eu começei a retirar todo o excremento deles,argh...era nojento,mas eu precisava dos dracmas,depis de usar uns 10 sacos de lixo finalmente terminei de retirar todo aquele excremento,agora eu peguei o balde,enchi de água e começei a limpar os restos que havia no chão,de repente olhei para o lado e vi que o sol já estava desaparecendo no horizonte,eu precisava ser rápido,finalmente depois de deixar o lugar brilhando era hora de alimentar os cavalos,feito isso sai do estabulo,e fui em direção ao meu chalé o mais rapido que podia.Puxa,como eu estava exausto!
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Re: Limpeza do Estábulo

Mensagem por 074-ExStaff em Ter 12 Fev 2013, 01:17


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Re: Limpeza do Estábulo

Mensagem por Nicole Satchwell em Ter 12 Fev 2013, 05:20


Nicole Satchwell

O sol já havia se posto e eu coloquei Draco em sua cocheira, dando-lhe o descanso que merecia, tínhamos nos exercitado desde pela manhã, dessa vez ele nem reclamou. Olhei para John tentando se entender com uma pá e uma vassoura. Uma gargalhada foi inevitável. Ele fazia tudo errado, ele não sabia nem segurar na vassoura. Era uma verdadeira comédia.

- Faz quanto tempo que trabalha aqui?

- Algum tempo... - ele respondeu enquanto tentava pegar apenas feno com a vassoura e a pá. Com tanta falta de jeito acabou deixando a vassoura cair e o pouco feno que havia juntado foi totalmente espalhado novamente.

- E ainda não se acostumou a limpar a bosta do cavalo? - eu disse sem cerimônia e vi que ele apenas sorriu, mas continuou na sua tentativa, mas fazia tudo errado, nem segurava direito na vassoura, quanto mais na pá. Fiquei sem paciência e tirei aquela vassoura e a pá de suas mãos. Tratei eu mesma de limpar e enquanto fazia isto ele se demonstrou bem aliviado por não ter que cuidar do 'trabalho sujo'.

Eu nem esperava ter que limpar o estábulo naquele dia, mas fiz sem reclamar. Estava muito mais sujo do que no último dia. Suei bastante para deixá-lo limpo. Meus braços começaram a doer, ainda mais porque tinha me esforçado na noite anterior e na outra noite havia acontecido o que não conseguia esquecer... Então, para completar, eu tive que varrer, limpar, lavar e enxaguar um lugar imenso. Limpei aquele estábulo com mais afinco e dedicação. Usando toda minha concentração. Peguei aquele monte de estrume com a pá e a vassoura sem nenhum tipo de incômodo, o feno foi varrido e depois ainda joguei um grande jato de água. Esfreguei e esfreguei, o cheiro subia, mas meu nariz já estava acostumado, nem percebi que John já havia saído. Passei o líquido para disfarçar o odor forte e no fim a área dos cavalos ficou super limpa, mais limpa do que na vez anterior. Olhei para meu belo Draco e dei um sorriso. A mangueira estava no chão e então sorri de forma marota o encarando, planejava algo... Ele deu dois passos pra trás na cocheira parecendo perceber minha intenção e eu logo peguei aquela mangueira e esguichei um jato fraco de água nele. Ri e comecei a dar banho naquele cavalo que pareceu se divertir tanto quanto eu. O ensaboei e o enxaguei, acabei dando um belo banho nele. Depois o sequei e quando percebi eu estava completamente molhada da cabeça aos pés e com cheiro de cavalo, enquanto ele estava exalando um cheirinho gostoso.

- Mas o que aconteceu aqui? - chegou John. O encarei. Ele estava surpreso de me ver naquele estado e eu só pude sorrir meio envergonhada.

- Vai pro seu chalé, troque de roupa e vá jantar. E não fique resfriada, por favor. - ele disse.

Eu apenas dei um beijo em Draco e sai correndo daquele lugar, estava feliz e satisfeita, meu dia havia sido quase perfeito...

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Re: Limpeza do Estábulo

Mensagem por 047-ExStaff em Ter 12 Fev 2013, 09:51

Nicole Satchwell - 8 dracmas;

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Re: Limpeza do Estábulo

Mensagem por Luiz Angeloi em Qua 13 Fev 2013, 21:47

De Volta ao Trabalho

Fazia uma manhã de clima agradável, o Sol havia acabado de surgir no horizonte mas eu já havia perdido o sono. A leve brisa fria do amanhecer soprava pela janela ao lado da minha cama, onde eu permanecia deitado, pensando em diversas coisas, mas sem absolutamente nada para fazer!
Ainda era cedo de mais, até mesmo para ir treinar, a maioria dos instrutores nem havia chegado nas áreas de treino ainda, mas de todo modo, eu não conseguia mais ficar ali parado, precisava fazer algo, precisava sair e ver alguém. Mas quem é que não estaria dormindo a esta hora?
Ao longe, em meio ao silencio do acampamento, pude ouvir um som familiar e agradável, o relincho de um pégaso.
*Claro, vou fazer uma visita ao Lua Cheia* pensei pra mim.
Lua cheia era um pégaso na qual eu havia feito minha primeira aula de voo em pégasos, eu me adaptei bem a ele, e ele a mim, mas fazia um bom tempo que eu não ia nos estábulos.
Levantei da cama, troquei de roupa e me fui para lá.

.....

Chegando perto do estábulo, comecei a sentir um cheiro bem familiar, um fedor de estrume, que aumentava mais e mais, conforme eu ia me aproximando dos estábulos.
*Pelos deuses! Há quantas eras ninguém limpa esse lugar?* foi a primeira coisa que pensei quando entrei no estábulo.
O lugar estava horrível! Havia estrume por todo lado no chão, o feno estava caído pelos cantos e as ferramentas, jogadas de qualquer jeito.
Lua Cheia relinchou quando me viu, então caminhei até ele.
- Olá amigão, como vai? As coisas estão feias por aqui ein? Como você consegue aguentar isso?
- De qualquer modo, não temos muita escolha... - disse uma voz bem conhecida, vinda da porta.
- Ah, oi Louise, como vai?
Louise, a filha de Afrodite que era responsável por ajudar os campistas na equitação estava ali, acompanhada de seu pégaso, Belezinha.
- Não tão bem quanto o esperado, como pode ver. - disse ela visivelmente descontente com o estado dos estábulos. - Eu tenho tentado dar um jeito nisso ha dias, mas nunca consigo terminar, e logo fica assim de novo. Sempre há um campistas necessitando de ajuda com os pégasos, ou um pégaso que precisa de um banho, tratamento ou algo assim. Tanho dormido pouco, para conseguir chegar aqui cedo, levar os pégasos para respirar um ar puro, mas não dá tempo de levar todos e ainda limpar aqui.
- Nossa! Que barra isso! - dei uma boa olhada nos olhos já inchados de Louise que, para uma filha de Afrodite, já estava começando a mostrar marcas de imperfeição, e para o estado de Lua Cheia, seu pelo branco, quase prateado estava sujo, o barro e o esterco cobriam suas pernas, ele estava num estado deplorável e seu olhar suplicava por ajuda, não consegui evitar.
- Eu te ajudo Louise!
- Hã? Como? - disse-me ela, olhando-me com uma cara confusa, quase desconfiada.
- Olha só - continuei - você continua levando os pégasos para tomar um ar, enquanto isso eu vou dando uma geral aqui e limpando tudo o que eu conseguir. Se você conseguir levar todos os pégasos antes dos campistas começarem a chegar, você me ajuda aqui na limpeza. Certo?
- Hã, claro! Por mim tudo bem assim!
Louise deu-me um sorriso e caminhou em direção a um pégaso, tirou-o da coxia e levou-o para fora. Enquanto ela fazia seu caminho, fui em direção as ferramentas. Peguei uma pá, um par de luvas velhas e o carrinho de mão, logo comecei o trabalho.
Com a pá, retirava todo o esterco que podia, jogando-o no carrinho de mão, para levá-lo posteriormente para o local adequado. Enquanto ia fazendo isso, pude ver com um canto do olho, que Louise havia levado um pégaso branco até a porta, não era Lua Cheia, pois seu pelo não aparentava o tom prateado dele, mas era lindo assim mesmo, ela parou um pouco, olhou-me e depois saiu.

........

Passei alguns minutos, ou vários, "escavando" o esterco a procura do chão. Quando percebi que havia conseguido eliminar cerca de 90% do esterco do chão, note também que Louise já havia ido e vindo com vários pégasos, e alguns deles estavam limpos, ela devia estar aproveitando e dando banho neles também.
Meus músculos já estavam começando a doer, minha cabeça estava começando a girar e a tontear por causa do mal cheiro, mas eu não podia desistir agora.
Levei a pá e o carrinho de volta, e guarde-os adequadamente, depois peguei uma vassoura que estava jogada atrás da porta e uma mangueira, a qual achei primeiro uma ponta, e puxando-a consegui enfim encontrar a outra, para ligá-la numa torneira.
Primeiro, joguei um bocado de água no chão, felizmente não estava com meus sapatos favoritos, pois depois disto, certamente eu não os usaria mais, uma vez que tinha o chão todo molhado, e embarrado, diga-se de passagem, comecei a "varrer", ou melhor, ir empurrando o barro para fora.
O chão atrás de mim estava ficando num bom estado, pode-se dizer que já estava uns 98% limpo, que é de bom tamanho para tal.

..............

Uma vez que já havia "varrido" todo o excesso de sujeira para fora e o chão ainda estava molhado, guardei a vassoura junto da pá e do carrinho de mão, também enrolei a mangueira e guardei no local adequado, então catei o ancinho e comecei a juntar todo o feno de volta nos montes e nos bolos.
De repente, percebi que havia outro ancinho juntando feno próximo ao meu, quando olhei para o lado percebi que Louise estava trabalhando ali. Bem como o combinado, ela já havia levado todos os pégasos para passear e dado um banho em cada um deles, agora estava me ajudando a terminar de limpar o estábulo.
Eu não havia percebido, mas devia estar ha bastante tempo trabalhando ali dentro, porém, com a visão de Louise, minha dor nos músculos passou, minha tontura se acalmou, eu estava novinho em folha e pronto para continuar.

........

Rapidamente, eu e Louise conseguimos terminar de recolher o feno, distribuí-lo para os animais, varrer o resto do chão e guardar devidamente as ferramentas. O estábulo estava enfim pronto!

Louise e eu ficamos alguns instantes parados na porta, em silencio, apenas observando o fruto do nosso trabalho, admirando as mudanças que havíamos feito no estábulo. Finalmente, Louise quebrou o silencio dizendo:
- Ha Luiz, muito obrigada pela ajuda aqui, acho que sem você, eu não deveria ter feito nem metade disso!
Eu estava prestes a responder algo do tipo "de nada! tudo bem! foi fácil" quando fui surpreendido. Louise deu-me um beijo na bochecha em agradecimento pela ajuda, o que me deixou totalmente sem palavras.
Enquanto tentava formular uma frase decente na minha cabeça, pude ouvir um garoto chegando, ele deve ter dito algo do tipo "você que é a garota que ajuda no hipismo?", pois Louise respondeu positivamente, depois disse "venha aqui que eu lhe dou umas dicas!" então ela deu-me um sorriso e disse:
- Obrigado de novo Luiz, até mais!
- Até - foi tudo o que consegui dizer.
Caí em mim novamente, apenas depois que Louise já havia saído com o outro garoto, então percebi que eu estava cansado e fedido, precisava urgentemente de um bom banho.
Me despedi de Lua Cheia e fui direto para o meu chalé pegar minhas coisas para tomar "aquele" banho, para então ir ao refeitório comer alguma coisa, eu não havia percebido até então, o quanto eu estava com fome!
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Re: Limpeza do Estábulo

Mensagem por Buguno Viniché em Sex 15 Fev 2013, 02:09

Não faz muito tempo que descobri ser filho de Íris. Estava andando pelo acampamento, para conhecer melhor o meu novo lar, quando me encontrei com Quíron.
- Olá Quíron! Como vai? - Perguntei.
- Cavalgando! - Ele respondeu.
Olhei para suas patas e me lembrei de Rap Down e Beaure Hair - os dois pégasus que me ajudaram a chegar aqui vivo - e perguntei
- O senhor sabe onde estão Rap Down e Beaure Hair.
- Estão no estábulo. Venha. Eu te levo até eles.

Chegamos ao estábulo e... Pelos Deuses! Aquele lugar mais parecia um chiqueiro! - ao invés de pégasus deveria ter uma porca camoniana. Na porteira do estábulo encontrava-se um homem encostado - ele era baixo, gordo, cabelos castanhos e compridos, tinha uma cara de tédio e vestia camisa roxa, short e chinelo - e estava bebendo vinho.
- Quíron! Vejo que nos trouxe mais um pirralho.
- Pelo contrário. Ele veio até nós.
- Oi, eu sou... - Tentei me apresentar mas fui interrompido por ele.
- Não me interessa quem você é! Mesmo eu já sabendo, Burger da Vinci.
- É Buguno, Buguno Viniché. E quem é você? Por que acha que pode gritar comigo?
- EU posso gritar com você, porque EU sou um DEUS! - caramba! Estou de frente com um Deus do Olimpo.
- Ele é Dionísio, o Deus do vinho e das festas. - Disse-me Quíron
- Sr. D para vocês, seres insignificantes.
- Pegue leve com o garoto. Ele acabou de chegar.
- Tanto faz. Agora, você tem mais o que fazer. - Estalou os dedos e de repente, me vi segurando um balde e um esfregão.
- O que é isso? Oh... Não mesmo! Eu só vim aqui para visitar meus amigos pégasus. Nem morto eu limpo isso! - Disse eu, indignado.
- "Eu só vim aqui visitar meus amigos pégasus" - Ele disse num tom sarcástico - Ninguém te perguntou nada. E em uma coisa eu concordo com você: morto, você não conseguirá limpar nem os próprios dentes!
- Faça. É bom pra ganhar uns créditos com ele. Não vai querer tê-lo como inimigo. - Cochichou Quíron em meu ouvido.
- Tá legal. Vamos acabar logo com isso.
- Bom garoto! Termine isso e, quando eu voltar quem sabe não lhe dou uns dracmas de ouro? - Disse Sr. D e sumiu.
- O que são dracmas Quíron?
- Digamos que é a nossa moeda corrente. Você não conseguirá comprar nada aqui, com dólares. Bom, tenho que ir. Até mais!
- Até.

Cá estou eu. Um garoto franzino rodeado de pégasus. E o que é pior: cocô de pégasus. Antes de começar, fui ver Rap Down e Beaure Hair. "Beaure Hair, veja só quem veio nos visitar!" "Olá Buguno! Está melhor? Espero que sim, porque depois de ontem..."
- Oi! Estou bem sim, obrigado Beaure Hair.
"Você estaria muito melhor, se o jumento voador do Rap Down não o tivesse jogado de mais de cem metros de altura" "Se eu não tivesse feito isso, você, senhorita Beuare Hair, estaria na barriga daquela quimera!" "Eu sei me cuidar muito bem sozinha, e afinal, não fosse aquele sátiro pendurado em minha linda cauda, eu teria acabado com aquele monstro e no final, nenhum fio de crina fora do lugar. Humpf"
- Ei pessoal! Não briguem! Bom, deixe-me limpar logo tudo isso, antes que o Sr. D chegue e... Caramba! Vocês capricharam na decoração disso aqui!
"Não olhe para mim. Até parece que uma dama como eu faria esse tipo de bagunça" "hahaha! Tudo o que entra pela boca sai depois!"
- Ai como eu queria que o garoto que me salvou ontem estivesse aqui. - deixa eu explicar: cheguei no acampamento caindo de uma altura de mais de cem metros, porém fui salvo por uma bolha de água - Como era mesmo o nome dele? Peter Johnson?
"Percy Jackson. Filho de Poseidon. O maior semideus que já passou por este acampamento. Herói do Olimpo e do mundo. Prazer, eu sou Blackjack." Olhei para trás e havia uma pégaso negro olhando para mim.
- Hã... Oi, eu sou Buguno Viniché. Eu sou novo aqui. Me desculpe, mas não tenho nenhum mérito.
"Não vou te atrapalhar filho de Íris. Mas gostei de você. Sabe... é sempre bom conhecer alguém que pode se comunicar conosco".
- Valeu! Também gostei de você. Até mais. - Ele saiu e eu, enfim, comecei a botar a mão na massa. Uma massa bem nojenta.

Comecei limpando as instalações de cada pégaso - pedi, educadamente, a cada um, que me desse licença, e eles assentiram. Joguei muita água - com um balde de alumínio eu ia até um lago pegar água. Fui e voltei várias vezes, ora com o balde vazio, ora cheio. Depois puxei toda aquela mistura com um rodo. Levei tudo, desde de feno e capim sujo ou amassado, até estrume - muuuuito estrume - para uma arena no estábulo, que imaginei ser onde os pégasus eram domados ou treinados. Agora estava tudo misturado com a areia. Ao menos, agora, estava seco e mais fácil de pegar. Encontrei uma pá e uma biga. Tive uma ideia. Coloquei toda a sujeira na biga e carreguei até um barril do lado de fora do estábulo. Voltei para dentro e comecei a esfregar os "quartos" com o esfregão e um pouco de sabão. Fui e voltei mais algumas vezes com o balde. Do estábulo ao lago, do lago ao estábulo. Quando terminei de enxaguar tudo, coloquei feno nos comedores, água nos bebedores, capim no chão e limpei a biga.

Eu estava esgotado, mas por fim, havia terminado. Sentei-me um pouco para descansar, mas logo vi Sr. D chegando e levantei. Ele entrou, inspecionou, olhou para mim com aquela cara de tédio e Enfiou a mão no bolso. Agora só me resta saber se ele vai tirar os tais dracmas de ouro, ou uma arma.
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Re: Limpeza do Estábulo

Mensagem por Joseph S. Kerkoff em Sex 15 Fev 2013, 15:41

Teria coisa pior do que sentir o forte cheiro de fezes de cavalos pela manhã? Sim! Limpar o local infestado de fezes de cavalos pela manhã! Essa era a minha tarefa de hoje, e não estava muito animado para executá-la, mas... Pelo menos ganharia alguns dracmas de ouro. Fui até a lavanderia e peguei um balde com água, sabão, vários panos de chão, duas vassouras, uma pá e cerca de dez sacos plásticos. Por ser filho de Éolo, e ter um olfato mais apurado, me recomendaram usar uma daquelas máscaras de enfermeiros, peguei emprestado uma dessas máscaras de um curandeiro de Apolo e depois de verificar se já tinha tudo que precisava fui ao estábulo.

A situação estava crítica. A precariedade do estábulo era caótica. Havia esterco em vários lugares difíceis de limpar. Até mesmo os cavalos normais e os alados estavam cobertos de fezes. Bufei, um tanto frustrado. Então, a primeira coisa que fiz foi pegar todos os equinos de suas baias e amarrá-los do lado de fora. Conversei com alguns cavalos alados telepaticamente, o que também era uma das habilidades dos progenitores de Éolo do meu nível, eles disseram que já fazia muito tempo desde a última vez que alguém veio limpá-los.

Depois de prender os animais no cercado, voltei para dentro do Estábulo. Primeiramente, eu deveria recolher todas as fezes e colocar dentro dos sacos plásticos, para depois ficar mais fácil de esfregar o chão e as paredes. Comecei pelas baias, que era onde havia uma maior quantidade de esterco. Recolhia as fezes, monte por monte, com uma vassoura e uma pá, e jogava dentro de um dos sacos plásticos. "Ainda bem que trouxe muitos sacos de lixo" pensei, pois eles não eram grandes e tinha muito esterco por ali, logo elas ficavam cheias e eu dava dois nós em suas bocas. Enquanto tirava as fezes de cada baia, eu cantarolava algumas de minhas músicas prediletas de Linkin Park, que é minha manda de Hard Rock favorita, muito arrependido de não ter trazido meu mp3 player e fones de ouvido.

We're building it uuuup... To break it back down... We're building it uuuuuuuup... To burn it down, We can't wait... To burn it to the grooouuunnndd — Cantarolava. Sim, eu sabia a letra de Burn It Down de cor.

Após alguns minutos cantando Burn It Down, Lost In The Echo, Numb e Papercut (algumas partes das outras músicas, eu cantando parecia mais árabe do que inglês), terminei de recolher todas as fezes de cavalos do estábulo. Usei todos os saquinhos plásticos que havia pegado, levei-os para o lado de fora e os deixei encostados na parede para que eu pudesse dar um fim neles depois. "Ei, garoto, não esqueça de nos lavar depois" disse pra mim um dos cavalos alados. "Pode deixar" respondi, então voltei para dentro do estábulo. Joguei um pouco de sabão em pó no balde cheio d'água e com a outra vassoura, a que não estava cheia de cocô de cavalo, misturei os produtos até que a água ficasse branca e sua superfície estivesse tomada por bolhas. Enrolei um pano na vassoura e comecei a parte mais chata do serviço.

I've become so numb, I can't feel you there... I've become so tired so much more aware!!! — Eu me sentia o verdadeiro Chester Bennington (Vocalista principal do Linkin Park), mas acho que eu só estava torturando os ouvidos dos pássaros que estavam nas janelas.

Enquanto eu limpava e cantava, acabei me empolgando, e sem querer chutei o balde e o derrubei, fazendo com que toda a água vazasse. "Porta que partiu!" pensei. Levantei o balde e novamente coloquei água de uma torneira próxima e misturei sabão, e voltei ao meu serviço, dessa vez tendo cuidado para não me exaltar enquanto cantarolava. Após boas esfregadas no chão, nas paredes, nas portinhas das baias, o lugar estava brilhando de limpo. "Ufa! Acabei" falei pra mim mesmo. Peguei a vassoura e coloquei todos os demais produtos e utensílios dentro do balde, que já estava vazio e saí do estábulo, peguei todas as sacolas cheias de esterco e já estava partindo quando ouvi: "Ei, menino, não vai nos limpar?". Era o mesmo cavalo alado com quem eu dialoguei anteriormente. "Ah é... Me esqueci de vocês, já vou aí" respondi mentalmente.

Voltei para dentro do estábulo e peguei uma mangueira e conectei-a na torneira, também peguei uma escova. Abri a torneira e comecei a enxaguar os animais. Conforme as vezes saíam de seu corpo, sua beleza aparecia. Os cavalos eram lindos, um mais belo que o outro. Infelizmente eu só podia me comunicar com os que tinham asas, pois são seres que podem voar, os demais que não podiam eu não conseguia conversar. Após enxaguar todos os equinos, comecei a escová-los. Essa foi a parte mais difícil, porém não foi assim tão trabalhoso. Em quinze minutos todos os cavalos já estavam limpos e colocados em suas devidas baias. "Obrigado, garoto" disse o cavalo alado. "Disponha" respondi, então saí do local com o balde e a vassoura na mão esquerda e vários sacos cheios de fezes na mão direita.
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Re: Limpeza do Estábulo

Mensagem por 059-ExStaff em Sab 16 Fev 2013, 10:16

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Re: Limpeza do Estábulo

Mensagem por Millene Lewis em Dom 17 Mar 2013, 16:59

Eu precisava de dracmas. Bem, se você quiser uma arma muito maneira e pedir para forjar, acabando com suas economias, é hora de começar a pôr a mão na massa. E isto não ia ser nada fácil. Pedi para Quíron a permissão de limpar o estábulo. Ele riu de mim, mas deixou. Eu não entendi porque era tão difícil entender que eu faria tudo por grana.
O estábulo fedia. E, como eu tinha muita alergia, espirrei bastante até ficar com o nariz vermelho. Eu peguei um balde que estava tão seco e tão sujo como o chão. E então eu enchi de água, e joguei. Pois bem, não iria ser tão rápido.
Puxei as pernas da minha calça, de modo que eu não sujasse muito. Eu vestia a blusa do acampamento e era a minha única, então ela eu deveria preservar também. Coloquei um avental de cozinha que eu trouxe de onde vim, o que me fez parecer um pouco ridícula. O estábulo estava vazio, então eu não tinha nenhum cavalo para rir de mim.
Joguei água e mais água por lá, até que um amontoado de cocô molhado estava na minha frente. O que eu faria com aquilo?
- Jogue no latão – Ouvi alguém dizer atrás de mim.
Quando me virei, levei um tremendo susto. Estava de frente para um cavalo branco alado que me olhava com curiosidade. Mas eu continuei procurando o dono da voz, perdida.
- Você está procurando quem? – Perguntou novamente a voz, e quando me toquei, era o cavalo.
- Você... Fala?
- Você pode me ouvir... – Disse o cavalo, olhando para os seus cascos.
- Bem, eu posso? – Perguntei, olhando para o cavalo, sem ao menos pensar no que dizia.
- Claro que pode cabeçuda! Vamos, arrume logo que eu preciso tirar uma soneca.
Nossa, que mau humor, sussurrei. Mas o cavalo pode ouvir, pois eu vi que ele batia os cascos no estábulo, nervoso. Então eu resolvi acabar com tudo logo, e peguei uma pá e comecei a tirar as fezes e colocando em um latão, mas antes que eu pudesse despejar, o cavalo gritou:
- Não aí sua anta! Este é o nosso reservatório de água. É no latão do lado de fora do estábulo.
Ok, murmurei, ganhei um pégaso como inimigo por quase sujar de cocô a sua água. Joguei as fezes no outro latão, e fiz isto consecutivas vezes até o monte de bosta sumir e deixar o estábulo quase limpo. Depois, eu joguei onde estava a sujeira, mas um pouco de água, que puxei, sem saber, com a minha força de vontade. Quando vi, aquilo estava limpo. O cavalo entrou no estábulo e olhou para mim, com um olhar ameaçador. Você tem cheiro de bosta. E então ele encostou a pata em meu peito, sujando a blusa de estrume de cavalo. Agora, vá limpar o que eu fiz do lado de fora, seu cocô falante.
Eu e o pégaso ficamos nos olhando por um longo tempo, furiosos. Eu, principalmente, estava a ponto de explodir. Que vontade eu estava de transformar este animal mal criado em pó! Respirei fundo e saí do estábulo com a pá, limpando mas um monte de estrume e indo para o banho.
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Re: Limpeza do Estábulo

Mensagem por 059-ExStaff em Ter 19 Mar 2013, 17:25

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Re: Limpeza do Estábulo

Mensagem por Euriale Helsing Bluberry em Sex 22 Mar 2013, 20:14

Dracmas,dracmas e dracmas. Eram a única coisa que me fizeram levantar-me mais cedo naquela manhã, eu precisava de dracmas se quisesse um pégaso e eu não conhecia outra coisa que pudesse ser feita para ganha-los a não ser limpar o estábulo ; Não parecia muito conveniente uma filha de Afrodite colocar a mão na sujeira mas... Depois do café da manhã me dirigi diretamente para o Estábulo, tem alguma coisa mais deliciosa do que cheiro de coco de cavalo e pégaso pela manhã?Sim!Qualquer coisa, o cheiro do pavilhão totalmente adocicado havia sumido completamente agora só tinha AQUELE CHEIRO horroroso.Algo me dizia que minhas botas novas não aguentariam aquilo e iriam diretamente para o lixo nada de Ebas, eram da última coleção como eu poderia suja-las?Que barbaridade. Parei de pensar assim e vi que aquele chalé 10 havia me modificado, desde quando eu me importava com as minhas botas?Desde quando eu tinha medo de meter a mão na massa? Eu nunca tive, expulsei toda a doçura e glamuor de Afrodite da mente e voltei a ser eu, a feliz eu que não tinha medo de nada ( A eu normal queria as botas mortas agora). Fui até os cavalos e pégasos e os coloquei em suas baias sendo cuidadosa para não assusta-los, felizmente eles estavam de bom humor! Quase escorreguei em uma pilha de coco e sujei meu cardigã novinho
-Ah droga! - gritei - De novo pensando como uma super modelo, desculpe mãe você não vai controlar meu celebro nunquinha.
Marchei até a dispensa e peguei os mateareis necessários ou seja muita coisa, entulhei tudo em meus braços e com dificuldade voltei ao local. Suspirei ao ver aquelas enormes pilhas de coco por todos os lados "Dracmas,dracmas,dracmas " repeti em minha cabeça. Peguei uma pá e comecei a empurrar os montes para um canto mais crítico, não demorou muito e eu tinha uma metade de estábulo sem fezes e outra parte com uma gigantesca pilha fedorenta eba. Pensei em correr dali e dar de presente a pilha fedorenta para outro semi-deus mais determinado. Determinado, lembrei de meu pai e como ele costumava dizer o quanto eu era determinada, o quanto eu era corajosa. Respirei o cheiro nada agradável e peguei um carrinho de mão, com a ajuda da pá coloquei todo o coco ali ( O que me surpreendeu pois eu jurava que nunca caberia ali, exagerada como sempre). Empurrei com esforço o carrinho para o lado de fora onde mais uma vez com a ajuda da pá joguei em um enorme latão. Sorri pois o estábulo agora estava livre das fezes, porém ainda possuía aquelas sujeirinhas no chão, sem problemas. Peguei água e coloquei em um balde, jogando-o no estabulo e com ajuda de detergente e uma vassoura comecei a ensaboar tudo ali. "Ninguém nunca fez uma limpeza tão caprichada" pensei, podia até ser, imaginei os campistas entrando ali e sentindo um cheiro agradável e o chão completamente limpo UAL eu era mesmo determinada.
Depois de umas meia hora de esfregação, molhei tudo e com um rodo joguei a água suja dentro de alguns baldes jogando tudo depois no latão. Prendi meu cabelo e olhei para meu estado, não era caótico, eu só estava um pouco suja....O.K muito suja e fedorenta, eu havia escorregado quatro vezes durante tudo e praticamente "pingava fezes" Se eu fosse filha de Poseidon poderia jurar que os cavalos e pégasos riam de mim, mas já que o estábulo estava tão bonito decidi dar um trato nos animais também.
Peguei a escova,um balde e sabonete . Fui baia por baias limpando os cavalos medianamente sujos e fiz até uma gracinha de jogar perfume VIP neles pronto! Eu tinha terminado,estava exausta e faminta. Deveria ser a hora do almoço pois o Sol estava em seu auge e o pavilhão começava a exalar um delicioso cheiro (Limpei tão bem que pude sentir um cheiro agradável no ar). Guardei todos os materiais e sorri, limpar o estábulo até que fora divertido; então parti na direção do pavilhão sem me importar com meu terrível cheiro.
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Re: Limpeza do Estábulo

Mensagem por 074-ExStaff em Dom 24 Mar 2013, 13:35


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Re: Limpeza do Estábulo

Mensagem por Otto R. Saunders em Sab 30 Mar 2013, 13:47



Limpeza no Estábulo.

O filho de Herácles acordou cedo naquela manhã de sábado. Ele estava extremamente cansado de ficar vagabundando no acampamento, e hoje ele iria se mexer um pouco. Colocou um shorts e uma camisa do acampamento comum. Não arrumou seu cabelo, deixou bagunçado sem se importar, depois foi diretamente para o refeitório.

Comeu bem e andou calmamente até os estábulos... Depois de tanto tempo sem fazer nada, só restava-lhe descobrir onde ficavam os lugares, por isso demorou bem pouco para chegar até lá, onde viu vários cavalos lindos, enchendo os seus olhos. Otto correu para umas das baias, onde ficavam os materiais de limpeza e pegou o forcado, uma pá, um carrinho, um balde com um produto de limpeza e uma esponja. Saindo daquela baia, contou quantas tinham... Ou pelo menos tentou. "Vou limpar cinco, sete no máximo", pensou consigo, indo para a primeira baia sem um equino dentro e observou-a, decidido.

Primeiro, com o forcado, começou a tirar o feno sujo e a colocá-lo no carrinho. Não era muito, mesmo assim deu-lhe um cansaço considerável. Quando terminou, percebeu que lhe faltavam duas coisas e bateu na sua própria testa:

- Merda, Otto! - repreendeu-se, voltando para a baia em que estava antes e pegou o esfregão e mais feno, colocando em outro carrinho.

Quando voltou à baia que estava limpando, viu o dono dela querendo entrar e quase deixou tudo que estava em sua mão cair. Tinha que ser logo um cavalo preto gigante e amedrontador?! Otto estacionou o segundo carrinho e foi até o animal, devagar. Tentou tirá-lo dali empurrando-o com gentileza, pedindo para ele sair, porém ele não saia de jeito nenhum.

- Certo seu cavalo castrado filho de uma égua, você pediu! - Então Otto foi para a parte agressiva e pegou no queixo do cavalo, ou onde era para ser o queixo, e puxou-o usando sua força total. O cavalo tentou fazer malcriação, mas não conseguiu. O rapaz não acreditou no primeiro momento do quanto era capaz e voltou ao seu ser, pegando o esfregão e enfiando-o no balde. Começou a limpar o chão emburrado - não era de seu gosto trabalhar -.

Ao terminar, seus braços já reclamavam do esforço, mas ele iria continuar... Resolveu terminar tudo com um trabalha dobrado. Voltou ao carrinho e pegou o feno limpo, com as mãos mesmo, e começou a espalhar pela baia, finalizando. Fez aquele mesmo procedimento em mais quatro baias, e ao terminar a última, arrastou-se até a grama e sentou lá, debaixo de uma árvore, observando os cavalos.

Habilidade Passiva utilizada:
♦Força sobre humana → Os filhos de Heracles possuem a força sobre-humana, porém não conseguem controlá-la, podendo causar pequenos acidentes


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Limpeza Semanal no estábulo!

Mensagem por Marcio Fowork em Seg 01 Abr 2013, 11:13

Limpeza Semanal no estábulo!


Ainda era bem cedo quando a chata da minha irmã Karim (não é minha irmã de sangue, mas como nós dois somos do mesmo chalé (de Hermes) á anos, já estamos acostumados a chamar-nos um ao outro de irmão) me acordou gritando e anunciando que era o meu dia de limpar os estábulos, pois toda semana um indefinido do chalé de Hermes limpava o estábulo, porque além de ganhar dracmas, tínhamos a esperança que de algum jeito, nosso pai ou mãe Olimpiano nos reclamasse, orgulhoso por mesmo sem ter muita coisa á fazer, procurar trabalho e ganhar nosso próprio dinheiro, ou qualquer coisa acontece e ele ou ela nos reclamasse. Infelizmente, ás vezes perdíamos a esperança de sermos reclamados, quando víamos indefinidos com mais de 19 anos de convivência no acampamento. Mas sempre levantávamos nossas cabeças e fazíamos de tudo para "nosso" Olimpiano se orgulhar de nós, além do mais, a esperança é a última que morre não é?!
Ao chegar no estábulo me desanimei, eu já fazia o trabalho de limpa-lo á muito tempo, mas acho que é impossível se acostumar com 'cocô'. Pensei que seria uma ótima ajuda ser filho de Poseidon, poderia fazer como Percy Jackson e limpar o estábulo com...que tal a água da fonte, será que as Naidádes também se opunhariam a me "emprestar" a água? Não sei se daria certo mas seria ótimo tentar, como? É, eu também não sabia como, não tinha o poder de controle sobre a água, "Ei, calma aí.." pensei, "Hércules fez quase a mesma coisa", mas logo repensei "Hércules era um filho de Zeus, era forte como um rinoceronte, e eu ¬¬ pareço uma espinha de peixe". O jeito foi mesmo pegar tudo aquilo com a pá e jogar nos sacos de adubo, sim adubo, os diretores do acampamento usavam o cocô para adubar as plantas e árvores (nunca tive coragem de perguntar para uma ninfa se elas também eram adubadas). O dia passou voando e eu dei graças aos deuses, pois finalmente eu havia acabado, só tinha parado uma vez para o almoço, estava morrendo de fome e sentia muita dor. A única coisa que eu fiz quando ví que tinha acabado foi correr para o chalé pra tomar um banho e dar uma "beliscada" no sanduíche que ganhamos toda vez depois de ter feito o trabalho no estábulo. Agora, era só esperar a próxima semana, gostava de lembrar de ter mais dracmas, mas só de lembrar do trabalho e do cheiro repugnante...adeus mundo, hora de dormir e esperar o sinal da janta!!!
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Re: Limpeza do Estábulo

Mensagem por 074-ExStaff em Sex 05 Abr 2013, 23:52


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Re: Limpeza do Estábulo

Mensagem por Heruz Castellan em Dom 07 Abr 2013, 01:07

Tédio, tédio e mais tédio. A única coisa que me veio na cabeça foi trabalhar nas forjas, mas não... Eu estava cansado de mais pra isso.

-Limpar os Estábulos- gritei.

A metade do chalé ouviu, uns ficaram rindo de leve, outros ficaram me olhando perplexos, mas eu não liguei. Fui correndo até a área dos Estábulos e percebi que: Eu não tinha nada para limpar aquela sujeira, olhei para trás e num susto vi um balde com água limpinha e transparente, uma vassoura, sabão e duas esponjas, não fiquei surpreso por aquilo aparecer do nada atrás de mim. Sem mais delongas peguei a esponja e comecei a esfregar o chão, quando sem querer eu passei a esponja nas fezes de um Pégaso e acabei sujando mais ainda o chão, tive de tocar fora a '' Esponja 1 '' peguei a outra esponja que estava no chão e voltei a esfregar. Quando terminei vi a vassoura la parada e tive uma idéia, não foi uma das mais brilhantes que eu ja tive mas não custa tentar, peguei a vassoura ( molhada e ensaboada ) e comecei a passar no teto do estábulo, foi meio complicado mas ficou novinho em folha. Voltei para a esponja e comecei a limpar os portões, o Acampamento Meio Sangue deveria ter uns dois mil anos ou mais e os portões não estavam enferrujados, parecia que haviam acabado de trocar, limpei o suor da minha testa e ofegante disse:

-É, acho que acabei por aqui-

Toquei a esponja no chão e voltei para meu chalé.
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Re: Limpeza do Estábulo

Mensagem por 074-ExStaff em Dom 07 Abr 2013, 01:17


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Re: Limpeza do Estábulo

Mensagem por Trinity Birk em Seg 08 Abr 2013, 18:30

They Say I'm Crazy, I really Don't Care,That's My Prerogative
The Shrew - Limpeza dos estábulos
As feridas reclamavam por debaixo daquele tecido de puro algodão. O cão do inferno havia feito um grande estrago antes de ser derrotado. Trinity sentia na pele, literalmente. A campista rebelde havia feito uma visita rápida à enfermaria e fora muito bem tratada em todos os sentidos. O curandeiro havia sido muito educado e um ótimo profissional. Tamanha educação incomodou a ruiva, não estava acostumada a ganhar tratamentos amistosos, isso a deixava sem jeito e ela odiava parecer uma idiota na frente de alguém. Estranhamente não maltratou o curandeiro, mas naquela hora, no estábulo, o xingava. Seu curativo não evitava que doesse e queimasse tanto aquelas profundas feridas. Trinity havia recusado um tratamento mais eficaz,com poções, mas passava a se arrepender. Aqueles arranhões queimavam demais. Ainda mais que ela estava prestes a limpar a área dos estábulos. Aproveitava que todos os animais estavam na pista de treinamento e poderia limpar com toda tranquilidade. Sem relinches, sem voos, sem coices. Tudo na mais absoluta tranquilidade

Tentando ignorar sua dor ela passou a fazer o que devia, começou a limpar aquele estábulo. Pegou um carrinho e o posicionou próximo a um monte de estrume. Demonstrou uma grande força nos braços assim que pegou uma pá e a usou para recolher uma boa parte daquele monte. Suas feridas reclamaram ainda mais, porém ela apenas reclamou um pouco, mas não parou o que fazia. Pegou mais uma pá de estrume e colocou no carrinho. Fez isso incontáveis vezes, até que o carrinho estava cheio e ela teve que se desfazer de tanta sujeita. Esvaziou o carrinho e logo voltou para os estábulos para terminar de recolher os montes de fezes. Quando não havia mais nenhum vestígio daquela sujeira ela passou a recolher o feno. O tempo passava rapidamente, mas era quase imperceptível. A indefinida nem imaginava quanto tempo havia passado, ela nem pensava nisso. Recolheu todo aquele feno e o colocou bem junto em alguns cantos daquele estábulo.O próximo passo foi lavar o chão. O cheiro de fezes não largava aquele local, mesmo depois dela jogar várias mangueiradas de água sobre o solo. O cheiro era terrível, ao ponto de qualquer um sentir-se obrigado a fechar o nariz, mas Trinity não poderia fazer isto, precisava aguentar até o fim ou suas dracmas estariam ameaçadas. Tentou controlar sua respiração para não forçar muito os pulmões e precisar de mais ar. Foi algo bem difícil, ela estava fazendo muito esforço, mas conseguiu pelo menos um pouco.

O tempo passava e Trinity continuava a limpeza, naquele instante passou a usar um líquido cheiroso e especial para aquela área do acampamento. Abusou bastante da quantidade, tudo para tirar o cheiro que impregnou o lugar. Depois de um tempo aquele estábulo estava como ela desejava, limpo. Sem sorrisos saiu dali imediatamente, indo em busca de mais algo para fazer.

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Re: Limpeza do Estábulo

Mensagem por 074-ExStaff em Sex 12 Abr 2013, 19:17


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Re: Limpeza do Estábulo

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