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Limpeza do Estábulo

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Limpeza do Estábulo

Mensagem por 075-ExStaff em Qui 31 Jan 2013, 03:43

Relembrando a primeira mensagem :

Limpeza do Estábulo

A limpeza do Estábulo deve ser feita da seguinte maneira:
O campista deve postar fazendo uma limpeza geral no Estábulo. Se o seu post for plausível, receberá 10 Dracmas.
O Administrador deve postar anunciando os perfis atualizados.
O campista só pode postar a cada 2 dias.
O post que não agradar o Administrador (o que não receberá a recompensa), deve ser apagado.
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Re: Limpeza do Estábulo

Mensagem por 065-ExStaff em Sab 06 Jul 2013, 14:57



☪ Avaliação ☪



Odisseu:: 01 dracma :: Quando eu dei uma olhada àprimeira vista você pareceu bem melhor, dividiu o texto, a primeirafrase teve uma boa pontuação (apesar da falta de espaço após a vírgula). Mas dai apareceu o '-Não pode ser tão difícil pensou confiante, mas a mais de 10 metros de distancia já era possível sentir o cheiro de fezes, Odisseu chegou ao estábulo com dificuldade pois trabalhará o dia inteiro nos campos de morango mas como precisava de dracmas não questionou.'

Você começou como se falasse, a vírgula substituiu um ponto e após isso tudo foi ficando ainda pior. A própria lavagem dos estábulos foi precária. Cadê? Você chamou ajuda por um grifo que não consta na sua ficha. (Se você pediu na loja de mascote ponha como observação, ponha qualquer coisa relevante como observação.) Você ainda usou uma mangueira mágica de Poseidon que nãotem. Totalmente incoerente. Cuidado com isso.
'

Aguarde a atualização.


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Re: Limpeza do Estábulo

Mensagem por ♦ Eos em Sab 06 Jul 2013, 21:32


☀ Atualizados até aqui ☀
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Re: Limpeza do Estábulo

Mensagem por Neil Copar em Qua 10 Jul 2013, 19:41

Era de tarde, quase 4 horas, já estava andando sem rumo fazia meia hora, e andando pelo acampamento percebi o campo de hipismo, os filhos de Dionísio estavam tendo aulas ali, fiquei um tempo observando os cavalos, foi quando um barulho de uma moeda sendo lançada chamou minha atenção, eram dois garotos de Hermes, ouvi a conversa deles:
-Yes, nove dracmas, foi bem tedioso limpar os estábulos, mas valeu a pena
E foi ouvindo essa conversa que eu decidi ir limpar os estábulos, não me dei muito bem com minha primeira colheita de morangos e havia comprado uma espada, aquilo era necessário.
    Chegando aos estábulos peguei o que achei iria precisar, um balde de água, uma vassoura e uma grande pá, daquelas que eu usava para limpar os cocôs do meu cachorro no México. Quando cheguei perto da primeira cabine o cheiro encheu minhas narinas, não eram nada gostosos como o cheiro dos morangos. Com muito cuidado me aproximei do cavalo que estava próximo a cabine puxei-o com cuidado pelas rédeas e o tirei de onde estava com cuidado, ele me obedeceu, então comecei a faxina, primeiro afastei o feno que cobria a cabine com a vassoura, e então vi há quanto tempo ninguém limpava aquilo, então peguei a pá e tentei tirar os excrementos, quase acabei quebrando a pá de tão grudadas que estavam as necessidades do animal, acabei encontrando uma presilha de cabelo prateada no meio daquilo tudo, pensei que podia devolve-la para a dona, mas então pensei se ela ainda ia querer uma presilha que ficou tanto tempo soterrada, ou, pensei de forma sombria, se ela ainda está viva.
      Demorou um pouco, mas consegui deixar a cabine limpa, mas o cheiro ainda pairava denso. Pensei em deixar daquele jeito, mas se era pra fazer o serviço, que fosse feito bem feito. Fui a o instrutor de hipismo e perguntei a ele se havia algo com que pudesse deixar a cabine um pouco mais cheirosas, ele me deu um frasco com um liquido de cor quase purpura e disse que aquilo deveria ser suficiente, disse-me para diluir aquilo na água e espalhar pela cela. Foi o que fiz, diluí no balde e despejei o cheiroso liquido na área. varri com a vassoura e a cabine estava com um cheiro muito melhor. Peguei um pouco de feno novo e limpo e arrumei de forma que eu achei que ficasse confortável para o colega equino. Feito isso eu estava cansado e fedendo. Espero que tenha valido a pena, pensei. Me despedi de meu colega e fui para o chalé, para o descanso dos justos  


_________

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Re: Limpeza do Estábulo

Mensagem por Luiz Angeloi em Ter 16 Jul 2013, 10:31

Limpeza nos estábulos (outra vez...)


Mais uma vez, ali estava eu, caminhando pelo acampamento, passando pelos estábulos.
Depois de um semestre inteiro longe, estudando, mal conseguia segurar a emoção de estar de novo no lar, tudo aqui me trazia boas lembranças, tudo aqui era bom.
O ar fresco do acampamento, onde era sempre verão, o perfume doce dos morangos, misturando-se com o cheiro salgado do mar de Long Island, este ainda misturado com o odor fétido do estrume dos cavalos nos estábulos.
- Pelos deuses! - falei pra mim mesmo - A quanto tempo ninguém da uma limpada nesses estábulos?
Caminhei em direção a eles. Quanto mais perto chegava, mais o cheiro horrível se impregnava nas minhas narinas.
Enfim, dentro do estábulo, a visão que tive explicou todo o odor fétido e horrível que havia sentido. Os cavalos estavam praticamente afogados em esterco. Até mesmo Lua Cheia, o meu pégaso favorito, estava todo enlameado, sujo e fedido.
*O que andou ocorrendo, ou não ocorrendo aqui?* perguntei a Arrow. Desde que cheguei, minha coruja albina não havia se afastado de mim, nem mesmo dentro do estábulo fedido que estávamos.
"A maioria dos campistas tem estado treinando quase batalha diariamente" Arrow me contou "quase não cavalgam nem voam mais, os estábulos estão esquecidos, os pégasos abandonados e os poucos campistas que veem aqui, não dão conta do trabalho de limpeza."
- Isso é irracional! - exclamei furioso, não com os campistas, na verdade, com ninguém, mas estava furioso pela situação. Talvez por isso não tenha percebido quem estava chegando atrás de mim.
- Na verdade, isso é desumano, injusto e horrível.
- Louise? Você ainda está por aqui? - perguntei a filha de Afrodite que sempre me ajudou nos treinos de hipismo.
- Sim, estou. Infelizmente, não tanto quanto eu gostaria ou precisava. - Louse tinha um olhar cansado, desanimado. Muito diferente do olhar belo, alegre e despreocupado das filhas da deusa do amor. - Os estábulos estão um caos, quando consigo vir aqui, mal começo a ajeitar tudo e logo há novos semideuses precisando de ajuda para aprender a montar, ou se não, preciso ajudar o meu chalé em alguma coisa. Ninguém tem mais o interesse em manter esse lugar belo como deveria ser.
Olhei para Louise, aquele olhar, aquele cansaço, aquilo não era digno de uma filha da deusa da beleza, e eu não poderia deixar que isso ficasse assim.
- Eu dou um jeito nesse lugar! - disse confiante - pode não ficar maravilhoso como era, mas pelo menos, os pégasos não ficarão mais afogados em lama.
Louise forçou um sorriso confiante, era óbvio que ela estava cansada de mais para se alegrar, e provavelmente, já havia ouvido aquilo de diversos garotos que queriam impressionar a garota bonita.
- Obrigada! - foi tudo o que ela disse, mas também, não precisava de mais nada.
*Arrow, voe la para fora e me traga uma mangueira, enquanto eu dou uma "escavada" aqui dentro.*
Imediatamente Arrow voou porta a fora. Eu peguei a pá, que estava no mesmo lugar que eu havia deixado da última vez que limpei o estábulo. Logo, comecei a retirar o esterco e o barro do chão, fazendo montes em alguns pontos, estava tão concentrado no trabalho que não percebi quando Louise voltou com alguns semideuses, provavelmente filhos de Ares e de Hefesto, eram altos, fortes e coordenados. Eles começaram a colocar todo o esterco e o barro que eu havia juntado em carrinhos de mão e estavam levando para fora, para servirem de adubo nas plantações.
Arrow logo chegou com a mangueira, então comecei jogar água nas partes limpas do chão. Louise já estava lavando os pégasos e os outros meio-sangues estavam arrumando as selas, empilhando feno, limpando o estábulo.
Com o trabalho de equipe que fizemos, em cerca de duas horas o estábulo já estava novamente habitável.
Dei um torrão de açúcar, fiz-lhe algumas carícias no pescoço, enquanto ouvia a voz doce de Louise, agora mais animada dizendo:
- Muito obrigada a todos pela ajuda, os estábulos precisam constantemente de cuidados e não é responsabilidade de um semideus fazê-lo, mas sim de todos nós.
* Missão cumprida!* pensei pra mim *vamos lá Arrow, vamos tomar um banho e descansar.* Arrow pousou no meu ombro, então saímos dos estábulos, da porta dei uma olhada para trás e vi Louise sorrindo com os outros semideuses.
*Agora sim, assim está bem melhor* e saí porta a fora, rumo ao chuveiro e ao meu adorado chalé 06.
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Re: Limpeza do Estábulo

Mensagem por Yuuta A. Mieko em Qua 24 Jul 2013, 10:15




Prólogo
vício?


Naquele dia em especial, Asuna estava preparada para fazer algo. O tédio que tomou toda a noite anterior, a qual ela a passou mantendo-se acordada com o vício frequente dos jogos, estava começando a invadir a mesma por completo.

Certamente que muitos dos jogos no Chalé de Hermes eram realmente prazerosos de se jogar. A maioria tratava de violência e prenderam a garota por muitas horas, as horas que ela passou em claro. Se alguém olhasse mais de perto, enxergaria com clareza as olheiras da garota.

Quando acordou com a mensagem na tela de 'You're dead!' do jogo de Minecraft para XBOX, ela decidiu que deveria parar de agir como uma viciada e ir fazer algo. Qualquer coisa que conseguisse enfrentar seu vício e tédio. Qualquer coisa. Até mesmo limpar estábulos.


Capítulo 1
sujeira...?


O bocejo encheu toda a sala de jogos, enquanto alguns filhos de Hermes tomavam seu lugar na televisão e reclamavam repetidamente de ter seus scores totalmente vencidos. Ela escondeu um sorriso para si mesma, e esticou todo o corpo no sofá. Percebeu que aqueles que reclamavam logo tomavam seus lugares na frente de uma das televisões, colocando cuidadosamente o jogo no console. Era até um pouco engraçado ver todos daquele jeito.

Levantou-se do sofá e caminhou lenta e calmamente até o quarto dos indefinidos. A maioria estava acordando com ela, bocejando, reclamando e a maioria voltando para a cama novamente. Ela se dirigiu a sua cama, bem no final. Subiu o beliche e pegou a trouxa de roupas que preparou no dia anterior, pronta para usá-las novamente. Dessa vez, porém, contava com uma camisa laranja do acampamento meio-sangue.

Trocou sua roupa debaixo das cobertas, como sempre, e saiu dali com um pulo ágil, os olhos voltados para o céu. Um belo dia ensolarado, perfeito para fazer algo sem ser navegar na internet. Felizmente, o acampamento não disponibilizava nada que poderia estender seus vícios mais ainda.

Ela caminhou até o quarto dos filhos de Hermes. Não entrou lá, é claro. Era proibida de entrar na sala, por isso somente bateu o mais alto possível na porta de madeira. Assim que ouviu o grito de 'o que?', e o ruído da porta sendo aberta, a garota deu um passo para traz.

Continuou com a posição fria, mas permitiu-se falar normalmente com aquele que atendeu a porta.

- Com licença. - a garota que a recebia fungou. - Poderia me dizer uma atividade disponível nesse acampamento idiota sem ser gastar meu tempo nesse chalé irritantemente eletrônico? - perguntou, estreitando os olhos.

A garota franziu a testa.

- Temos treinos na arena. E limpeza de estábulos. E colheita de morangos. E muitas outras atividades que você pode praticar. - comentou, apontando para a porta e explicando sobre cada uma das atividades disponíveis. Yuuta assentiu com a cabeça para cada uma daquelas que ela falava, tentando repetidamente dar um fim na conversa e escapar do chalé.

Assim que a oportunidade surgiu, a indefinida correu da outra, dirigindo-se primeiramente para a tarefa que achava mais fácil. Limpar estábulos. Afinal, era somente pegar fezes e colocá-las em um balde. Enfiou uma das mãos no bolso da calça e pegou gentilmente a arma, por via das dúvidas. Seus passos não passavam de um ruído fino se comparado ao barulho que os campistas faziam. Gritos, pragas, xingamentos, gemidos de dor, pessoas falando, reclamações...argh! Aquela era a hora perfeita para ser morta por um monstro. Afinal, a garota estava acostumada com coisas calmas.

Adentrou lentamente os estábulos, batendo sem força na porta e empurrando a mesma. A visão que encheu seu rosto foi intensa demais. Tudo, exatamente tudo, estava desarrumado. Várias pessoas tentavam arrumar o local, sem nenhum sucesso. Os cavalos davam um coice em qualquer um que se aproximasse deles, e o chão estava mais desarrumado do que nunca. Estava tudo cheio de fezes e outras coisas incomódas. Não para a garota, é claro, acostumada com todo aquele tipo de coisa.

Alguém! Por Zeus, uma alma viva finalmente começa a vagar pelos campos perdidos da sujeira! - cantarolou a voz animada, que venerava a garota com um sorriso feliz.

Uma outra voz, mais masculina, preencheu o lugar quase totalmente vazio. - Ah. Alguém. Obrigada por vir. E ignore essa filha de Apollo idiota tentando fazer rimas. Rápido! Se você veio aqui a intenção era ajudar, certo? - a voz disse com certa frieza.

A semideusa deu um sorriso de meia boca para baixo, levemente envergonhada. Talvez não. Talvez sim. Ah, que seja. Ela faria o trabalho de qualquer jeito.


Capítulo 2
arrumação


Depois dos pequenos minutos que passou ali planejando meticulosamente com Togami (o garoto) e Miyori (a garota) sobre como limpar tudo, já ficou até um pouco acostumada com a voz fina e animada da menor e do tom frio e levemente (muito levemente) arrogante de Togami. Ela ficou com a parte mais fácil de se fazer: somente recolheria o lixo que os pégasos e cavalos deixavam por ali, colocava-os em um balde qualquer e jogava tudo no lixo. Assim, limpava o local.

Enquanto Miyori cantarolava alegremente canções que inventava e Togami fitava sério os cavalos e pégasos, Yuuta aproximou-se lentamente do local que foi designada. Continuava a mesma coisa, sem nenhuma demora. Um único balde, uma mangueira e uma vassoura estavam no canto, escondidos e disfarçados pela cor que dominava totalmente os estábulos. Ela avançou para o balde, tomando ele nas mãos antes que qualquer um pegasse antes dela.

A semideusa pensou por alguns segundos como deveria começar, até que uma imagem do local limpo formou-se em sua mente. Isso, perfeito! Ela somente limparia o lugar, de qualquer jeito, e passaria água. Infelizmente, era acostumada demais a fazer um trabalho bem feito ao limpar locais como estábulos e celeiros. Mas para isso, teria que deixar o orgulho de lado e limpar por si mesma.

Chegou mais perto de uma das sujeiras que os cavalos haviam deixado. Ela pegou-a sem pensar na própria mão, e jogou-a no balde com um pouco de nojo. Suspirou lentamente, se acostumando com a horrorosa sensação de ter encostado em fezes com a palma da mão totalmente nua. Mordeu o lábio inferior com força, pensando em alguma possível solução para isso. Certamente que ir lavar a mão não iria adiantar de jeito nenhum. A única coisa que lhe sobrava era falar com Togami, que atualmente cuidava dos cavalos.

Aproximou-se do garoto sorrateiramente, e logo cutucou o mesmo seriamente.

Ele virou-se rapidamente e ambos se encararam, até que Yuuta abaixou a cabeça, envergonhada.

- Você tem alguma coisa para proteger minhas mãos do contato direto com fezes? Não que tenho nojo total delas, é só que...argh, é uma sensação estranha. - resmungou, ainda olhando para baixo.

Togami pegou um par de luvas de um dos bolsos de sua calça e entregou-as para a garota, sem falar mais nenhuma palavra. Ela agradeceu com a cabeça e retornou até a entrada do lugar, onde estava a mostra para o acampamento. A maioria das pessoas que passavam por ali olhavam para ver o que estava acontecendo. Sem nada de especial, mas parecia que a sujeira já tinha se tornado uma notícia que todo o acampamento tinha conhecimento.

Vestindo as luvas, ela retirou cada pedaço de fezes que conseguiu ver. Limpou com a luva de Togami o que restava de lá, tentando deixar somente a sujeira mais básica para ser levada pela água. Porém, mesmo assim, tudo continuava realçando a cor amarronzada dos estábulos. Não, estava cansada de catar sujeira de pégasos. Suspirou novamente enquanto deixava o estábulo e ia para o lixo mais próximo, jogando o conteúdo do balde dentro dele.

Voltou novamente para lá, indo diretamente para o resto de equipamentos disponíveis. Cuidadosamente depositou o balde perto da vassoura e tomou a mesma em uma de suas mãos, com a mangueira em outra. Primeiramente, seguiu o fio que ligava a mangueira com a parede com os olhos, mas logo começou a seguir-lo andando por entre ele, já que o final da mangueira simplesmente não era visível do lugar que estava no momento.

Ligou rapidamente e voltou correndo, para pegar a mangueira sem que ela molhasse qualquer um fora dos estábulos. Tarde demais. Ela já se escondia, envergonhada, para não reconhecerem seu rosto. E mais e mais, sua reputação caia tão rápida como um raio. Quando era seguro, correu e pegou a mangueira, que jorrava água para todos os lados. A roupa, antes suja de terra e fezes, agora estava úmida. Um pouco perplexa com a água gelada atingindo os braços nus, ela demorou um pouco para tomar o controle da mangueira e finalmente apontar a mesma para os diversos pontos de sujeira que se mostravam visíveis por todo o local.

Ela varria com força o que demorava a sair, tornando-se um jeito de limpar bem eficiente. Uma ou duas marcas eram fortes e elevadas demais para saírem tão facilmente. Ela demorou cerca de um minuto para essas, o que a deixou muito entediada e levemente cansada com a força utilizada pelos braços. Alguns minutos tediosos repetindo vezes e vezes o trabalho para finalmente achar ter acabado. Correu para a pequena salinha onde a mangueira estava ligada, e desligou o objeto, puxando-o pela 'corda' e depositando o mesmo dentro do cômodo.

Arrumou também a vassoura e o balde, depois de lavar ele com a água gelada e cortante que saía da mangueira.

Ela saiu do cômodo e voltou a atenção para os dois 'parceiros', Togami e Miyori. Miyori comentava agitada sobre como havia limpado o local a qual foi designada, e incentivou os dois restantes a contarem como conseguirem. Um pouco hesitante, Togami comentou que usou as habilidades de seu pai olimpiano (até agora totalmente desconhecido pelas duas) e controlou os cavalos. Demorados segundos se passaram até que elas reconheceram o real sentido da frase.

Admirada, Miyori encarava Togami com os olhos brilhando e falando coisas desconectas, como 'Filho de Poseidon', 'Três Grandes!' e vários assuntos considerados desinteressantes aos olhos de Yuuta. Eles se encararam por uma última vez, e Miyori sorriu alegremente, virando levemente a cabeça.

- Vamos repetir, não vamos? - cantarolou a filha de Apollo, os olhos brilhando para Togami e Yuuta.

Ela assentiu com a cabeça, tentando despistar a parceira e tentou dar um sorriso. Foi certamente um pouco estranho para a indefinida sorrir. Fazia tempo que não praticava o ato, e sorrir para um desconhecido...era demais. Certamente precisava de refletir um pouco mais sobre seus atos. - Então, adeus. - murmurou a indefinida, levantando uma das mãos como em um sinal de tchau. Miyori reproduziu o aceno com mais animação do que nunca, e Togami somente repetiu o gesto de Yuuta.

Miyori gritou um adeus prolongado e Togami forçou um sorriso. Ela sorriu de volta. Sim, ela realmente precisava de pensar em seus atos.


YAY, EXPLICAÇÕES -apanha-:
Cara, tipo, desculpa. Mesmo.

Desculpa pelo livro que eu montei com ela limpando os estábulos, e a introdução gigante e sás'coisa. É que quando me dão o poder de digitar o quanto eu quiser, eu voo pelos ares e construo um Senhor dos Anéis çOç

Se tiver ficado entediante, extremamente entediante, eu até mesmo faço uma versão resumida ;A; É o primeiro texto meu que eu posto, e nunca fui avaliada sem ser na escola, e na escola, quanto maior e mais detalhado, mais pontos você consegue com 'Escrita' ;A;

Eu sei que não deve ter nem meio texto te limpando o estábulo, só ignorem minha criatividade -not ;^;

Me matem, por favor

Se alguma ação da personagem ficar ruim aos seus olhos, me manda uma MP que eu explico~

Não judiem de mim ;A;
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limando o estabulo

Mensagem por tiagovisk22 em Sab 24 Ago 2013, 18:57

eu estava la de boa andando no acampamento bem animado pois hj era o meu segundo dia mas o primeiro não valeu ja como cheguei 10 horas da noite bom
eu estava passeando então me disseram que pra sobreviver no mundo dos semideuses tem quê aprender ha usar armas mas primeiro compra-las né eu tinha bastante dinheiro mas nenhuma dracma de ouro perguntei a ele como poderia conseguir dracmas e ele me disse que tem 2 opções os campos de morango ou limpando os estábulos decidi fazer os dois primeiro os estábulos queria conhecer os pégasos e achei que coco de pegaso não era assim tão nojento me decepcionei por 4 motivos 1-tinham cavalos comuns fazendo coco lá 2-os cocos de pegasos eram tão nojentos quantos o de cavalos normais 3- quando entrei no estabulo fedia bastante 4-os pegasos e cavalos ficavam sempre me dando coices como se gostassem de ver eu me machucar mas eu com todas as esperanças limpei o primeiro coco e ai desisti soque não limpei outro e as luvas ajudavam em tanta coisa que estavam todas furadas o estrume tocava minha pele e arrepiava meus pelos era que nem tocar em uma bunda cabeluda gelatinosa fedorenta misturada com nutela e um pote de vergonha
outra vez quando eu estava limpando um coco o cavalo deu um coice na minha a cabeça e eu engoli coco aquilo não foi legal acredite coco de cavalo tem gosto que vc nunca vai querer experimentar e não, não tem gosto de nutela aprendi isso do  pior jeito outra vez estava me agachando para limpar o estrume e o cavalo enfiou a bunda na minha cabeça e de novo minha cara se encontrou com a merda ,as dessa vez o pesado pegaso  ficou mexendo a bunda na minha cabeça e me lambendo outra vez o cavalo deu uma voadora com a sua bunda e ela foi parar na minha cara cai duro no chão com a barriga pra cima e a bunda do cavalo na minha cara depois ele saiu depois de uma 2 HORAS assim depois de muito tempo terminei meu trabalho no estabulo e espero conseguir 10 dracmas
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Re: Limpeza do Estábulo

Mensagem por Dunt Spark em Qui 29 Ago 2013, 20:29

bom, para começar meu dia estava péssimo, primeiramente, durante o arco e flecha, eu acertei uma flecha no traseiro de um filho de  nemesis (bem vingativo) e ai ele saiu correndo atrás de mim! e ainda meu amigo Fernando acertou meu tênis que foi para na cara de uma ninfa do bosque que o colocou no alto de sua arvore ! depois na canoagem um filho de Poseidon estava comigo e eu pensei nossa vai ser fácil que nada!
acho que ele nao conseguiu controlar os poderes e nós fomos parar no alto de uma arvore quando ele viu uma filha de Afrodite (primeira vez). moral de tudo isso: achei meu tênis quando fui para cima da arvore
então fui até o estabulo para ganhar uns dracmas com meu amigo mas é claro que ele tinha que apostar algo:
-okay... quem acabar primeiro ganha 5 dracmas extras, beleza?
-a...
-tudo bem vamos nessa!
quando chegamos lá eu percebi que não seria tão fácil assim, tinha 1 tonelada de estrume lá
eu limpo uma metade e tu a outra, beleza?
a... então o seu vai ser...
EU LIMPO AQUELE!
e ele apontou para o mais limpo (obvio) e lá fomos nós eu enchia, jogava, enchia, jogava os baldes e eu dei uma olhada no outro lado e vi que ele estava no fim e eu mal cheguei ao meio, eu comecei a usar a vassoura mas ela ficou presa num montinho de estrume de um metro e quebrou
porcaria!
mas ai a agua começou a se mover sozinha e "varreu" toda a sujeira da minha metade do estábulo estava totalmente limpa!
c-c-como?
meus 5 dracmas?
ele me entregou e lá fomos nós pedir os 10 dracmas ao quíron
ei!
olhei pro lado e vi o filho de Poseidon
isso foi um tipo de desculpas por te colocar encima da arvore
obrigado!
e lá fui eu à casa grande
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Re: Limpeza do Estábulo

Mensagem por 072-ExStaff em Ter 10 Set 2013, 00:39



Estábulo {  }
 
Avaliação & Atualização;



Todos recebem 10 dracmas como um presente de desculpas pela demora imensa em atualizar este tópico.
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Re: Limpeza do Estábulo

Mensagem por Étoiles de Médici em Sex 20 Set 2013, 22:06

Limpando o estábulo


Não se precisa ser um semideus experiente para saber que dracmas são coisinhas vitais e difíceis de conseguir. No acampamento, as únicas formas de consegui-los são colhendo morangos e/ou limpando os estábulos. Então você já pode imaginar oque acontece quando não há muito trabalho nos campos de morango: sobra estrume e esfregões.
“Pelo menos não é necessário lavar os cavalos também”, pensei tentando me reconfortar ao abrir a porta e ver a situação do estábulo.
Levei os equinos um a um para fora, amarrando-os em um toco de madeira para que não fugissem. Logo após, achei dentro de um armário o material de limpeza. Graças a Hermes, havia luvas ali dentro. Apesar de elas também irradiarem cheiro de bosta, as coloquei e pus a mão na massa.
Enchi um balde com água e retirei do armário uma pá de lixo e uma vassoura. Comecei juntando o excesso de estrume, feno e capim espalhados com a vassoura, depois os recolhi com a pá e os despejei dentro de uma sacola de lixo. Guardei os instrumentos que eu não iria mais precisar dentro do armário, e vi lá no fundo, uma mangueira.
Não era muito grande, oque me faria ter que usar o balde para poder limpar boa parte do estábulo, mas mesmo sendo uma ajuda mínima, toda a ajuda era muito bem vinda. Joguei água até a metade do estábulo (onde era o limite da mangueira, chamarei esta área de I, e a outra de II). Deixei o líquido escorrer para fora do estábulo enquanto molhava as paredes que estava cobertas de teias de arranha. Assim que extinguir as teias das paredes fechei a torneira e peguei o balde.
Eu tive de reencher o balde dez vezes antes de conseguir molhar toda a outra parte do estábulo. Depois voltei a pegar a vassoura para poder tirar as teias de arranhas das paredes da Área II, a guardei novamente e retirei um esfregão velho do armário. Esfreguei todo o perímetro antes de fazer uma pequena pausa para descansar, já que não faltava muito para terminar.
Voltei ao trabalho depois de alguns minutinhos (mas só porque Quíron passou por aqui e ameaçou não dar os dracmas se eu continuasse enrolando). Emburrada com a ideia de não receber minha recompensa depois de tanto trabalho, continuei com a limpeza. Tirei um rodo do armário e comecei a retirar o excesso de água, jogando-a para fora do estábulo. Assim que acabei, guardei todo o material de limpeza ainda espalhado, retirei as luvas fedorentas e lavei minhas mãos. Antes de ir embora dei uma boa olhada no estábulo. “Brilhando” não era o termo adequado, mas definitivamente estava bem  limpo.
Quando já estava entrando no Chalé 11, lembrei-me dos cavalos e voltei correndo. Eles não tinham saído do lugar (como se tivessem oportunidade de sair correndo dali) e ninguém ainda tinha vindo ver meu trabalho, oque me fez sorrir de alívio. Depois que voltei com os equinos para seus lugares, fechei a porta do estábulo e fiz uma pequena lista mental para ter certeza de que não estava esquecendo-me de nada, logo depois pude (definitivamente e finalmente!) voltar para meu chalé e para meu sonhado banho gelado.

♦ The White Swan ♦ @CG
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Pégasus não são tão bonitinhos

Mensagem por Victor Manzoni em Sab 21 Set 2013, 16:16

Era uma manhã ensolarada no acampamento meio-sangue,acordei e tomei o café da manhã.Após ele vi que todos estavam fazendo tarefas,mas como eu era novo não sabia o que fazer então falei com um campista:
- Oi,onde você está indo ? - perguntei
- Vou limpar o estábulo para conseguir dracmas. - disse o campista
- Ótimo,onde é ? - perguntei ansioso,pois havia gastado 25 dracmas em uma espada curta.
- Venha comigo,meu nome é Caio,sou filho de Athena. - o campista disse
- O meu é Victor
Enquanto íamos ao estábulo Caio me contou que de 2 em 2 dias eu poderia limpar os estábulos para conseguir 10 dracmas.Eu pensava que já tinha visto de tudo,homens-cavalos,garotos-bodes.Quando cheguei eu vi um estábulo cheio de cavalos alados,fiquei tão impressionado que não sabia o que dizer então foi Caio que cortou o silêncio:
- Demais né ?
- Isso é tão...- gaguejei
- Impressionante ? - perguntou Caio
- Isso - eu disse
- Vamos começar a limpeza - ordenou Caio
Na verdade não estava tão ansioso com a parte de limpar,mas eu precisava dos dracmas.então comecei e as sujeiras dos Pégasus são piores que a dos cavalos comuns,as sujeiras são grandes e fedem.Peguei um balde,enchi de aguá e comecei a limpeza.Até que era divertido,eu e Caio trabalhamos como uma bela equipe.deixamos tudo brilhando muito antes da aula de arco e flecha.Fui para e tomei um banho demorado para tirar o fedor do meu corpo.Mas me senti muito bem porque ganhei um novo amigo e que limpar o estábulo não é tão ruim quanto eu pensava.
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Re: Limpeza do Estábulo

Mensagem por Aria J. Greyhall em Dom 22 Set 2013, 16:09


Limpeza de Estábulos

Aria Jasmine Greayhall

Vestindo: Camiseta do acampamento, All Star preto e calça jeans.

”Armas” – Vassoura e Pá.

Aqui.. Limpando cocô ^^

Aria, cabelos louros grandes, maquiagem preta nos olhos e a roupa do acampamento. Greyhall nunca foi de limpar as coisas, pois não é nada arrumada, porém, um dos jeitos mais viáveis de se ganhar dinheiro é fazer o que mais odeia: arrumar e limpar. Caminhando devagar, já pensando se haveria muita coisa a limpar, Aria chega ao estábulo, onde habitam os animais do acampamento. Nada havia mudado desde a última vez que visitara o lugar.

Chega ao balcão  diz ao sátiro monitor, “Por favor, você poderia me dar uma pá e uma vassoura? Pretendo limpar um dos estábulos”. O sátiro, mau humorado diz, “Pegue logo esta vassoura e suma da minha frente, estou sem paciência para semideuses”. Aria compreende seu desejo e se dirige para trás do balcão e retira os itens necessários para a limpeza. Ela sai o mais rápido possível da frente do sátiro e finalmente chaga a área dos animais. Lá havia outro sátiro que mostraria qual “habitação” ela deveria limpar, o ambiente estava calmo, poucos semideuses estavam limpando o estábulo, afinal é domingo e ninguém gastaria sua tarde de domingo limpando estábulos como Aria. O sátiro a levou para a habitação número três, onde um cavalo a habitava. Aria pensa, “Graças a Deus!”. Logo, retira o animal e o prende do lado de fora junto com uma pouco de comida e água. Volta ao estábulo e começa a limpeza. Retira todo o feno usado e mastigado que estava caído no chão e joga no lixo. Aria segua a pá com firmeza e retira todo o cocô, e também o jogou no lixo. Pegou a vassoura e varreu o que restava. Olhou ao sátiro e lhe pediu um esfregão. Depois de uns minutos, o chão estava brilhando.

Aria finalmente terminou de limpar a “habitação” do cavalo. Ela vai ao lado de fora, e leva o cavalo ao seu quartinho. Coloca um pouco de feno para co cavalo comer e se retira do lugar. Voltou a ver o sátiro mau humorado e disse a ele: “Acabei meu serviço, quanto vou ganhar por ele?”. O sátiro olha para o estábulo perfeitamente limpo e a olha pensando em um preço adequado.
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Pesadelo

Mensagem por Noah Campbell em Qua 25 Set 2013, 16:57

Pesadelo

 Era tarde, o clima estava frio, quando resolvi limpar os estábulos, nunca tinha ido lá, mas quando cheguei logo percebi que o trabalho dava dracmas, pois tinham milhões de campistas limpando por toda parte, não tinha o que limpar, na verdade tinha vi uma tranca e do outro lado um canto que não tinha sido limpo, quando me aproximei um garoto me avisou:
- Essa é a toca do Pesadelo, eu não iria...
- Qual é o problema?
- Ele cospe fogo, destrói tudo e pode se teletransportar para qualquer lugar.
- Teria um escudo, uma pá e uma vassoura?
- Sim. - o garoto me entregou os objetos e se afastou - Boa sorte.
 Abri a tranca e entrei, no fundo do mini curral tinha um grande cavalo negro em chamas, seus olhos eram muito vermelhos, ele cuspiu fogo, mas consegui defender com o escudo de bronze.
- Calma... - me afastei um pouco e comecei a limpar um pouco de um liquido negro e pastoso, acho que seria vomito ou estrume - Ele não é tão ruim!
 Era muito difícil se defender do Pesadelo, ele sempre aparecia do seu lado e jorrava fogo em você, se estivesse em combate já estaria morto, o que eu não faço por algumas dracmas.  O Pesadelo sumiu umas duas vezes, não sei por que ele voltava, mas não queria descobrir o observando. Tentei terminar rápido, mas tive a má sorte de descobri que o liquido pastoso era vomito de Pesadelo, pois ele vomitou no escudo que ficou deformado, isso foi a coisa mais nojenta que vi na vida.
 Quando acabei de terminar entreguei o equipamento para uma harpia que estava alimentando os Pégasos, depois disso fui para a arena treinar.

Equipamentos:
Pá, Vassoura e Escudo de Bronze (Propriedade do CHB)
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Re: Limpeza do Estábulo

Mensagem por 084 - Ex-Staff em Qua 25 Set 2013, 20:36


Avaliação
Vamos ver como vocês foram...



Kristy Grandine: 8 dracmas (Gostei da sua narrativa. Explorou bem a tarefa, a descrevendo e não economizando palavras. Parabéns!)

Victor Manzoni: 2 dracmas (Você focou demais na introdução, fazendo só um parágrafo pequeno para a tarefa. Não explorou o espaço, nem o que o companheiro poderia te proporcionar de diálogos e situações.)

Aria Greyhall: 6 dracmas (Eu poderia ter te dado mais, se não houvessem muitos erros de gramática e pontuação. Antes de postar, revise o texto, de preferência usando um corretor.)

Artur Strauch: 2 dracmas (Mesmo comentário de Victor, só que com um adendo: Você não descreveu sua limpeza. Não é só dizer que limpou. Tem que me narrar como usou seus instrumentos na limpeza. É chato, mas é necessário.)



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Estábulo Vazio

Mensagem por Noah Campbell em Sex 04 Out 2013, 17:05

Estábulo Vazio
 

 Eu estava caminhando para o punho de Zeus quando vi que os estábulos estavam vazios, isso quase nunca acontecia, pois todos os semideuses eram loucos por armas novas e pára conseguir as armas precisavam de dracmas, eu as precisava para aprimorar minha forja e para comprar novos materiais para ela, então resolvi aproveitar a oportunidade.
 Entrei no estábulo e escolhi um pégaso completamente branco, seu curral estava totalmente sujo. Peguei uma pá, um balde cheio de água e um balde vazio, primeiro tirei o pégaso de dentro do curral, depois derramei a água por no chão para deixar os dejetos mais meláveis, o cheiro era horrivelmente incomodo. Quando a água já cobria todo o chão, eu peguei a pá e o balde vazio, comecei a tirar os dejetos com a pá e colocando no balde vazio.
 Demorei horas para conseguir colocar o pégaso novamente no curral, ele voava tentando fugir de mim, mas no final consegui coloca-lo lá dentro novamente. Eu estava muito cansado por ter que ter carregar aquela gigantesca pá. Depois de guarda os objetos de limpeza fui para o chalé 9.

    
 
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Re: Limpeza do Estábulo

Mensagem por ♦ Eos em Sex 04 Out 2013, 23:58

Detalhe mais Artur, não tenha pressa em fazer suas postagens. Seu texto ainda é muito vago - onde arrumou os materiais de limpeza? Como tirou o pégaso da baia? Com que rédeas o prendeu e como colocou elas, ou só o soltou? Já havia lidado com animais antes? Foi complicado? E da limpeza, é algo com o qual você já está familiarizado ou ainda tem problemas? Quem ensinou você como deve proceder nos estábulos?

À primeira vista, você nem acha que tem tanta coisa pra falar, mas acredite, pontos a ser abordados não faltam. Sua pressa em escrever faz com que o texto seja raso e repleto de erros, inclusive ortográficos, enquanto que se gastasse mais tempo na revisão e elaboração, ganharia mais do que postando vários posts curtos. Pense nisso. Quantidade e qualidade são coisas bem diferentes.

Dracmas = 3
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Re: Limpeza do Estábulo

Mensagem por Isabelle B. Woods em Qui 17 Out 2013, 13:02

Estábulos






Depois de um almoço bem reforçado para recuperar as energias de uma manhã trabalhosa nos campos de morangos. Levantei-me da mesa do chalé 10 murmurando um “Até mais tarde” para meus irmãos. Ming, que comia na mesma mesa que eu, lançou-me um olhar curioso.

Sorri e puxei-o pelo braço, impedindo-o de terminar seu almoço e, consequentemente, fazendo-o lançar um olhar irritadiço em minha direção. Olhar este que não dei muita atenção.

- Ming... – hesitei antes de continuar, sabia que ele faria drama. – Pode me levar até os estábulos?

Mingus arregalou os olhos “Pronto, lá vem drama”, pensei enquanto o via me chacoalhar.

- Você está doida? – ele disse enquanto ainda me chacoalhava – Bells! Tirou-me de perto da minha comida pa-p-a-pa Atchiiiiiiiiim! – coitado do meu sátiro, a maldição era braba – Para eu te levar aos estábulos e no fim você me obrigar a ajuda-la na limpeza?!

- MINGUS! – gritei, pois ele ainda me chacoalhava – Se não quiser levar, não leva! – cruzei os braços irritada enquanto o sátiro se virava, também irritado, voltando ao refeitório.

Praguejei mil vezes em grego antigo sem ao menos perceber, só sabia que por onde passava as pessoas me olhavam de esguelha e apontavam. Sem ao menos olhar para onde ia, acabei esbarrando em alguém, consequentemente a pessoa caiu por cima de mim.

Fiquei de todos os tons vermelhos existentes, minha falta de atenção levou-me a uma queda e a um provável mico.

A pessoa se levantou e estendeu a mão para me ajudar, sorri agradecida. Limpei minha roupa que estava suja de terra e olhei para a pessoa a minha frente.

- Desculpe, estava distraída... – murmurei e reparei que a pessoa era um rapaz, um rapaz com bonitos olhos azuis.

- Sem problemas, sou Alec. – ele estendeu a mão naquele “velho cumprimento”, apertei a mão dele.
- Isabelle.

Olhei ao redor, procurando pelos estábulos, mas estava mais perdida que cego em tiroteio. Suspirei irritada.
- Precisa de ajuda? – Alec me perguntou.
- Poderia me mostrar os estábulos?


(...)



Andei pelo acampamento com Alec como meu guia, me sentia mais segura já que não possuía chances de me perder.  

- Ali está, os estábulos. – Ele disse e apontou para um lugar à nossa frente. De longe já podia vê-lo, era um lugar bonito, feito inteiramente de madeira rígida e arquitetura, como sempre, grega. Parecia arejado mas não impedia que o cheiro dos excrementos dos pégasos e cavalos que ali viviam invadisse o acampamento.

- Muito obrigada – sorri agradecida – você foi de grande ajuda.
- Até mais, Isabelle. Tenho que treinar. –
ele dissera antes de partir, acenei para o rapaz e dirigi-me aos estábulos.


(...)



Adentrei os estábulos, os animais estavam inquietos, pois o chão estava sujo. O fedor era tão grande que sem sombra de dúvidas minhas sobrancelhas haviam sido queimadas. Realmente o lugar estava um tanto... fedido. Ri baixinho ao lembrar-me de meu pai, quando íamos passar o fim de semana na fazenda e as vezes limpávamos os estabulos.

-Certo bichinhos, vamos dar um trato aqui na casa de vocês! - Suspirei, tinha dito isto mais para mim do que para os animais.

Andei até uma cabana com ferramentas, para pegar os materiais de limpeza. Já com todos os materiais na mão, decidi que o primeiro passo seria tirar os pégasos e cavalos de lá, um a um, fui puxando delicadamente pela corda. Levei-os para um pasto, lá os banharia, pois estavam sujos.

Liguei uma mangueira e molhei-os um por um, os mesmo fiz com o sabão. Ensaboei-os e, em seguida, enxaguei-os. Por fim, deixei eles no pasto, secando enquanto comiam.

Voltei aos estábulos de madeira. Liguei um som que havia ali e sintonizei em uma rádio cujas músicas eram animadas. Procurei pela vassoura e, cantando e dançando, varri o chão de madeira retirando bolos de serragem suja e fedida.

E, com as mãos protegidas por uma luva, juntava os “bolos de serragem” e colocava em um saco de lixo. Em pouco tempo, vários sacos preto e enormes, já estavam bem cheios, agora me restava lavar aquele chão de madeira.

Fui atrás da mangueira que havia usado para lavar os cavalos, quando voltei ela já estava ligada. Molhei, parcialmente, o local e joguei o sabão em pó por cima. Procurei por um esfregão e comecei a espalhar o sabão, depois de um bom tempo esfregando o chão para tirar o “grude” e o odor, é que procurei por um rodo para tirar toda a espuma do lugar e, finalmente, enxaguar.

Já tinha passado duas horas ali dentro, o som estava no volume máximo e não me importava com aquilo. Gostava de estar sozinha e ali, eu não só estava sozinha como também podia dançar e cantar à vontade, sem morrer de vergonha. Enxaguei, dancei e me sujei. Por fim, os estábulos estavam quase brilhando, podia considerar meu trabalho quase perfeito.

Agora vinha mais um passo, teria que secar o piso de madeira. Respirei fundo e procurei por um copo com água, minha garganta estava seca.
- Ah, que os deuses me deem força... – murmurei numa prece.

Novamente me apossei do rodo, desta vez acompanhado por um pano bem sequinho. Sequei tábua por tábua, trocando de pano a cada cinco tábuas. Repeti o serviço até que o local ficasse consideravelmente seco.

Olhei para as paredes, também de madeira, e suspirei tristonha. Estavam um tanto sujinhas! Com um auxílio de um pano mergulhado em um lustra madeira poderoso, acompanhada por uma força de vontade incomum, eu esfregava agilmente todos os cantos possíveis daquela parede de madeira. E com um rodo acompanhado por um dos panos, limpei as partes que eu não podia alcançar.

Àquela altura eu estava encharcada de suor, meus braços e pernas doíam incomodados com tamanho esforço, sinceramente eu deveria ter optado pelo treino. Saí dos estábulos em busca de um pouco de sol e ar puro, após alguns minutos voltei aos estábulos. Reuni todos os equipamentos utilizados para cavalgar para fora.

Lavei o equipamento e quando terminei deixei-os no sol, secando. Por volta de, mais ou menos, uma hora, tudo já estava seco e em seus devido lugar. Por fim, fui buscar feno.


(...)


-Puxa, que negócio pesado... – eu murmurava a mim mesma, enquanto pegava um grande bolo de feno.
-Quer ajuda? – uma voz masculina e conhecida perguntou.

Como não pude ver quem era, e realmente precisava, murmurei -Preciso sim, tenho que levar vários bolos de feno para o estábulo

-Certo, vou buscar ali.


Eu e o rapaz que ainda não sabia quem era, após várias idas e vindas, finalmente havíamos colocado feno suficiente para todos os pégasos  e cavalos. Sentei-me no chão, absolutamente cansada.

-Muito obrigada, – finalmente levantei a face para encara a pessoa e reconheci-o, era... -Alec!

Ele sorriu.
– quer ajuda para mais alguma coisa?

Enxuguei o suor da testa.

-Não, tudo bem, e daqui a pouco vai ser hora do jantar, não precisa se atrasar por minha culpa, já estou acabando.

Após vê-lo se distanciar, fui em busca dos cavalos. Eles estavam imundos quando os observei, então, imaginei que ainda tivesse de lavá-los, mas quando cheguei, estavam todos limpos, e perto do último, um garoto estava abaixado, limpando-o.

-Olá... hãn, não precisava limpá-los.

Quando ele se levantou, levei um susto! Era Ming, que sorria, colocando o pano e o balde nas mãos.

-Bem, eu passei por aqui e vi que precisava de uma ajudinha, você realmente gosta de trabalhar, não é Belle? – ele comentou divertido.

Corei. Sim, eu gostava de trabalhar e fazer tudo bem feito. E não conseguia parar até me dar por satisfeita. Eu estava sem forças para continuar conversando, de modo que guardamos os cavalos, juntos, e repusemos vários cubos de açúcar de maças. Despedimo-nos rapidamente, pois já estava quase na hora do jantar.





◉ Informações ◉

◉ Post 01#
◉ Onde? Estábulos
◉ Meio estranho, não? Mas está limpo! De cima a baixo <33 E por uma filha de Afrodite! Rsrs

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Re: Limpeza do Estábulo

Mensagem por 083-ExStaff em Qui 17 Out 2013, 19:56




Avaliação    




— Isabelle — 10 Dracmas — Parabéns pelo post, querida! Uma ótima atividade, bem explicada e do tamanho certo!



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Re: Limpeza do Estábulo

Mensagem por ♦ Eos em Dom 20 Out 2013, 05:01


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Re: Limpeza do Estábulo

Mensagem por Ted F. Hunter em Qua 23 Out 2013, 22:36

center>
and i will love you, baby... always! and be there forever eternety, always...
Eu estava na biblioteca lendo um maravilhoso livro chamado “Cidades de Papel”, mas já terminará e não tinha, mas o que fazer naquele dia, resolvi ganhar uma dracmas indo para os estábulos. A construção de madeira muito grande guardava centenas de animais, Hipogrifos, Pégasos, Pesadelos e outros que eu não sabia o nome. Peguei uma esponja, uma pá e um balde cheio de água com sabão, tirei o Pégaso do curral e o prendi do lado de fora com uma corda, derramei a água no chão e comecei a tirar o estrume, acho que teria me saído melhor se não parece de pensar em Silena, não a conhecia direito, indefinida, mas muito bela, olhos em constante mudança, eu não consegui parar de olhar para ela no primeiro momento. Comecei a tentar esquece aquilo e consegui me concentrar no estrume, já tinha tirado toda sujeira e colocado no balde vazio.
Tirei meu casaco, era hora da limpeza do Pégaso, enchi outro balde com água e peguei a espoja, esfreguei todo seu pelo, ele começou a voar do nada, eu fiquei pendurado na corda, puxei para baixo e voltei a esfregar o animal.
No final tive que enxugar todo o local um pano, depois de por tudo em ordem, eu sai para o chalé de Selene ensopado, gostava dos estábulos e dos Pégasos, mas eram difíceis de serem controlados, tenho inveja dos filhos de Poseidon.
tags; alguém. place; lugar. vestindo; link. com; um ser. em; um lugar.
credits ‹›

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Re: Limpeza do Estábulo

Mensagem por Zeus em Qua 23 Out 2013, 22:54






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Re: Limpeza do Estábulo

Mensagem por Edward Woldklay em Sex 25 Out 2013, 14:16

Limpando o Estabulo
 
   Dia ensolarado (como sempre) no acampamento. Todos estavam trabalhando. Eu havia visto uma loja de animais, precisava do dinheiro para poder comprar uma serpente. Um trabalho seria ótimo. Fui até a casa grande e olhei os cartazes de trabalho novamente. Um me chamou atenção em especial, o de limpar o estabulo. Gostava muito de cavalos, sempre andei muito bem em uns quando ia para uma chácara em Itália. Olhei aonde ficava o local e me dirigi até o mesmo.

   O cheiro era realmente forte. Do lado de fora do estabulo eu já sentia o fedor das fezes dos cavalos. Seria melhor escolher outro trabalho, porém eu já estava ali, gostava muito dos animais. Teria de ajuda-los. Adentrei na construção, havia vários cavalos, alguns com asas, supus que fossem pegasus. Abri uma porta onde ficava os produtos de limpeza, pás, sacos de lixo e rações. Peguei as ferramentas e me dirigi ao 1° cavalo.

   O animal era manso, eu me dava muito bem com eles. Não tive problemas em limpar o chão, fui pegando com a pá as fezes dos animais e colando nos sacos de lixo até ficar sem nada, depois jogava um produto para deixar um cheiro bom e dava um pouco de ração ao cavalo. Fiz o mesmo em todas as outras áreas onde os outros animais estavam. Então me deparei com um pegasus diferente. De cor preta. Ele andava agitado para os lados e eu estava me preocupando como iria ajuda-lo.
   Coloquei o pé esquerdo na gaiola, o animal praticamente me chutou dali. Então pensei em ir voando. O local era muito baixo para ele poder se levantar também. Voei por cima da porta e antes que o cavalo pudesse ver eu estava sentado em cima dele. Foi então que eu vi o problema, perto do olho do pegasus havia um machucado. Peguei em meu bolso um pouco de néctar que estava no armário e passei na ferida. O animal urrou um pouco mas logo se acalmou. Então desci do mesmo e comecei a limpar sua parte. Dei a ele um pouco de ração. Era um bom cavalo, só estava machucado Sai pela porta da jaula dele e fui para o corredor. Peguei uma vassoura e varri a sujeira do chão e por fim coloquei os sacos de estrumes juntos em um canto
   Um garoto do acampamento meio-sangue disse a mim que levaria os sacos para seres usados nas plantações como fertilizante. Eu assenti e me retirei, ao sair o mesmo menino me deu umas moedas de Dracmas. Eu as conferi e fui embora fazer outros afazeres.
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Re: Limpeza do Estábulo

Mensagem por 080-ExStaff em Sex 25 Out 2013, 15:44

Edward Woldklay - Simples e objetivo. Muito bom, parabéns! 10 Dracmas para você.






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Re: Limpeza do Estábulo

Mensagem por Melanie J. Sapphire em Sab 09 Nov 2013, 20:31

  Limpando Estábulos

       Eu havia acabado de comprar uma arma nova então ,precisava de mais dracmas ou ficaria a semana inteira no prejuízo.Resolvi perguntar para uma cria de Poseidon ele era loiro, magro e tinha olhos verdes.

-Ei ,como posso conseguir  dracmas?-Perguntei.
-Bem, você pode colher morangos ou lavar estábulos-Ele respondeu.
-Obrigada-Agradeci. -Acho que vou escolher os estábulos

    Após pedir permissão na casa grande caminhei até os estábulos, o lugar exalava um horrível odor de esterco e coisas que não me atrevi a perguntar o que eram ,peguei uma luva e uma escova que estava no local (provavelmente estas teriam sido usadas  na  ultima limpeza ) e comecei a jogar água e sabão com um balde.

  Depois de ter molhado todo o chão peguei a escova e esfreguei com bastante força ,por sorte estava tendo aula de equitação e não tinha nenhum cavalo para atrapalhar.Quando terminei de esfregar fui encerando devagar até o piso ficar impecável .

 Levantei-me e dei um sorrisinho orgulhoso vendo meu trabalho ,então sai e fui receber minha recompensa .

Armas levadas ,não levei nada;:
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Re: Limpeza do Estábulo

Mensagem por Abby Dinkley em Sab 09 Nov 2013, 22:21



Limpando o Estábulo
Estábulos | -- | Com: Cavalos e Sátiro
Meu estômago estava completamente cheio. Creio que não cabia uma misera ervilha. O almoço estava delicioso, como sempre. No dia anterior eu gastei toda a minha energia vindo para o Acampamento, portanto hoje procurava fazer algo mais produtivo. Precisava de dracmas, isso não podia negar, porém o trabalho nos Campos de Morangos foi muito puxado. Algo mais tranquilo, não podia perder meu objetivo. Me sentei em uma árvore perto da parede de escalada do Acampamento e tive uma ideia. Os estábulos.
Lentamente, caminhei até o Chalé 10 para vestir algo mais cômodo. Chegando lá encontrei algumas de minhas meia-irmãs se maquiando, outras escolhendo sapatos para festas. Andei até minha beliche e peguei uma camiseta velha do Acampamento, escovei os dentes e saí em busca dos cavalos. Depois de alguns minutos procurando por meu destino, encontrei uma estrutura de pedra onde, provavelmente, estariam hospedados os vários corcéis.

- Olá, belezuras! - Cumprimentei - - Hoje vocês serão tratados como reis.
- Olá, para você também.. campista - Disse um Sátiro sentado entre as sombras.

Levei um susto ao ouvir a voz, coloquei a mão na testa e me sentei no chão sujo.

- Deuses! Que susto - Exclamei - - Vim para limpar os Estábulos.

O Sátiro assentiu e me indicou um pequeno armário de madeira, onde se encontravam vassouras, pás, baldes e sacos de lixo. Ao lado do armário se encontrava uma torneira de ferro que tinha aparência enferrujada. Caminhei até os baldes e peguei um de tamanho razoável, enchi-o de água e voltei até onde estavam os cavalos. Com cuidado, joguei o conteúdo do balde nos animais, que relincharam de prazer. Peguei uma escova largada no chão e escovei cada um dos corcéis. Sorri com meu ultimo feito e retornei ao armário para pegar uma vassoura e começar a trabalhar no imundo chão do estábulo.
Comecei varrendo o canto leste do local, onde se encontravam várias folhas caídas, trazidas pelo vento. Empilhei todas elas em um monte e corri para pegar um saco de lixo. Dentro do saco eu coloquei todo o conteúdo do montinho que formei no chão. Muito melhor, pensei. Voltei até o armário, depositei o saco de lixo ao seu lado e peguei uma pá de metal para retirar as fezes secas do piso. Com a ponta do instrumento, retirei as pequenas bolotas negras e depositei-as em outro saco de lixo. Observei meu trabalho bem feito e voltei à torneira para lavar minhas mãos. Sequei-as na camiseta e caminhei até o Sátiro.

- Sátiro, minha recompensa.. por favor - Digo, estendendo a mão direita.
- Sempre querendo algo em troca. Pft - Murmurou ele, emburrado - Aqui está sua recompensa- Ele estendeu a mãozinha magricela, entregou para mim uma certa quantia de dracmas.

Sorrio para meu prêmio e caminho, contente, em direção ao chalé.

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Re: Limpeza do Estábulo

Mensagem por Zeus em Seg 11 Nov 2013, 10:15






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Re: Limpeza do Estábulo

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