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Compartilhando Postagens!

Mensagem por 075-ExStaff em Qua 13 Fev 2013, 02:50



♦ Compartilhando postagens! ♦

Então, gente (não serei cortês, mas serei clara). Antes de explicar prontamente o intuito deste tópico, irei avisar à todos que pode ser considerado algo totalmente inútil, e se vocês acham que assim será, parem de ler!


Eu avisei.
~isso me lembrou o início do O Ladrão de Raios~

Então, membros do fórum PJBR. Após ler algumas sugestões antigas do fórum, eu encontrei uma bem interessante que pode ser reaproveitada e usada para a melhora de todos os users daqui. A sugestão foi que se criasse um tópico onde os players pudessem compartilhar qualquer tipo de narração (menos +18, hehe) para que os outros players possam opinar sobre estas.
Não existe um número mínimo ou máximo de linhas e essa área não será contabilizada como atividade do fórum, ou seja, tudo que postarem aqui ficará como inválido (não receberam nada pelas narrações), por isso mesmo que são aceitas de todos os tipos.
A intenção de criar esse tópico é que os players possam compartilhar seus trabalhos com os demais e assim receber dicas de melhoras na elaboração de texto, etc.
TODOS, definitivamente TODOS podem postar aqui, porém, lembrem-se que mesmo sendo Off-Topic, as regras prevalecem.

Tentem manter o tópico organizado, e não uma sessão de flood, por obséquio (ui, acabei sendo formal e_e). É só um tópico criado para a melhora individual de cada player que consequentemente contribuirá para a melhora do fórum, já que os jogadores passarão a atentar-se mais aos defeitos apontados pelos outros membros.

Como eu disse mais acima, não há um número limite de linhas, porém, tenham consciência que a leitura dos textos postados aqui não é obrigatória, e textos grandes normalmente acabam "cansando só de ver".
Outra coisa, não precisam só focar na narração PJBR. A intenção aqui é que os players avaliem uns aos outros (sem conflitos, né gente) quanto ao nível de narração deste mesmo, Coerência, mimimi etc. Enfim, postem suas opiniões e é isso aí o/

Boa sorte e espero que curtam essa ideia! :)


Hécate,
Equipe Administração PJBR
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Re: Compartilhando Postagens!

Mensagem por Steve C. Wizard em Sex 15 Fev 2013, 10:50

Eu sei que ninguém vai ler, mas esse é o começo da missão que eu tinha feito. Espero que gostem - sqn - e apontem as inúmeras falhas. [?]
Eu não revisei, nem lembro onde parei e nem lembro mais da história, só sei que esse era o começo. :herp:


The Son of Zeus
(And the fucking crazy hell's son)



Antes mesmo de ser transportado para o 600° andar do Empire States, Steve já estava tendo um dia horrível.
Ele acordou no chalé de Hécate, sentindo uma dor de cabeça forte como uma ressaca das bravas. Ele ficaria conformado com a ressaca, se tivesse bebido algo. As consequências de se tornar um devoto do Sr. D eram cada vez mais aparentes, e ainda mais incômodas com o passar dos dias. As ideias martelavam sua cabeça: “Eu não jurei devoção eterna. Posso acabar com isso a qualquer momento...”
Revirou-se na cama e pôs-se de pé depois de um tempo.
Jogou o pijama de lado e vestiu-se com uma camiseta laranja do acampamento, mas não era das comuns: havia uma videira no centro, e as escritas embaixo diziam “eu amo o Dionísio”. Steve riscou a palavra amo e a substituiu de caneta por “não suporto”. Colocou também uma calça jeans velha, e uma Nike branca. Parecia apresentável, e quando tocasse sua armadura, seria mais fácil de imaginá-la como aquilo. Abriu seu armário, deslumbrando sua majestosa armadura dourada. Quando a tocou, ela simplesmente pareceu se fundir a ele, transformando-se na roupa que ele usava no momento. Era sempre bom se prevenir, afinal de contas, nunca se sabe quando um deus idiota com problema de bipolaridade vai te convocar ao Olimpo pra te mandar à Europa, certo?
Steve deu uma olhadela no espelho: suas “roupas” estavam bem, mas seu cabelo parecia um ninho de mafagafos. Ele não se importou com isso. Sem enrolar, deixou o chalé, rumando o refeitório. Lá, deu um oi aqui e outro acolá para quem lhe dava bom dia, mas ele não de fato ouvia o que as pessoas lhe diziam. A parte ruim de estar de mau humor e ser famoso no acampamento, é que você é famoso no acampamento e está de mau humor. As pessoas querem sempre falar com você, perguntar sobre algum feito, pedir dicas – alguns mais doidos, até autógrafos imploravam. Steve dava a desculpa de ser destro e não ter coordenação motora pra escrever com o braço mecânico.
Ainda tinha essa: o braço mecânico. Ele treinava, treinava, treinava, e as coisas não pareciam mudar muito. Era difícil desferir golpes certeiros com armas quaisquer, como ele costumava fazer. Só se dava muito bem – enquanto usando o braço mecânico – quando manejava lanças. As outras ele conseguia se virar, já que sua mãe o abençoara como um nato guerreiro, mas não era tão simples quanto podia parecer. Também evitava pensar no dia em que perdeu parte do antebraço: seu melhor amigo morrera; não era um dia pra recordar... – mesmo que Steve ainda planejasse busca-lo no mundo inferior em outrora.
Pensando em tudo com tanta clareza, o garoto quase não notou o que estava acontecendo: enquanto pensava nessas coisas, sua visão era preenchida com imagens de todos esses acontecimentos, tornando impossível enxergar o que se passava no refeitório. E então, de um segundo ao outro, ele não estava mais no acampamento meio-sangue; não estava nem mesmo em Long Island. Estava no 600º andar de um dos mais luxuosos edifícios de NY: estava no Empire States – mais especificamente no Olimpo.

O céu coberto por constantes nuvens levemente acinzentadas. O chão mesclava-se em névoa e mármore polido. Os edifícios eram simetricamente distanciados, sustentados sempre por duas colunas gregas posicionadas em suas varandas brancas. Mesmo parecidos, não eram idênticos: alguns tinham cinco metros, outros tinham apenas dois e eram mais distanciados dos demais, formando um novo aglomerado de templos.
Não havia muita gente lá, mas a pouca que tinha, parecia agitada.
Steve nunca tinha presenciado o Olimpo dessa forma, apenas em imagens e boatos; tinha de confessar: era bem mais incrível pessoalmente. As ruas pareciam um amontoado de algodão-doce caro e extremamente chamativo.
Mas sua surpresa só aumentou quando ele virou.
Atrás de si, havia uma mesa de três metros de altura, com treze tronos de cinco metros rodeando-a. O décimo terceiro trono exalava uma aura arroxeada e alaranjada ao mesmo tempo, como se estivesse emanando poder e a ponto de ser incinerado simultaneamente.
Apenas um dos tronos tinha um ocupante.
O trono da ponta da mesa.
O homem ali podia ter vinte ou cinquenta anos. Era difícil dizer. Ele tinha uns quatro metros de altura, vestia um terno azul-escuro, que contrastava com os olhos azuis-claros, tão intensos que poderiam fazer um raio parecer um fio elétrico descascado. Tinha um rosto encovado, um nariz fino e nenhum sinal de rugas. A única coisa que poderia fazê-lo aparentar uma idade mais elevada era sua barba e seu cabelo: brancos como a névoa que envolvia o piso do Olimpo, longos e desgrenhados.
▬ Pensei que você jamais se viraria ▬ Zeus exclamou.
O deus hesitou. Ele olhava para Steve como se esperasse que o garoto fizesse algo, mas ele estava tão chocado que nem lembrou-se que deveria ajoelhar-se perante o deus dos deuses; mas caso se lembrasse, não se ajoelharia. Vendo que não receberia a reverência, Zeus enrubesceu.
Um trovão ribombou no céu; seus olhos ficaram mais intensos.
▬ Acredite, Steve, eu não me rebaixaria a ponto de pedir ajuda a alguém como vocês se não fosse realmente necessário ▬ quando disse “vocês”, Zeus pareceu encenar um vomito. ▬ Mas é do meu filhinho que estamos falando. O idiota do Hades mandou uma de suas crias sequestrar uma das minhas, e o desertou para a Itália. Há muito, ninguém conseguia entrar nas terras antigas, principalmente em Roma. É perigoso demais. Eu só não dou um fim a isso, pois as Moiras me proíbem de fazê-lo. Eu preciso de você, Wizard, para resgatar meu filho. Assim, quem sabe, eu não lhe devolva o amiguinho que você perdeu...
Steve quase engoliu a própria língua. As palavras o atingiram com mais força do que um soco do Mike Tyson: primeiro ele teria de ir à Roma, local em que nenhum semideus grego se atrevia a ir, principalmente sozinho; então teria que batalhar contra um filho do deus do submundo, contando que esse mesmo semideus foi capaz de sequestrar um filho de Zeus e ainda entrar nas terras antigas com o garoto; e então... a oferta. Daybreak de volta. Steve cambaleou. Só não caiu, pois uma corrente de ar pareceu mantê-lo de pé.
▬ Eu aceito sua oferta. Quando posso ir? Como posso ir? ▬ A mente trabalhava a 200km/h.
▬ Vá agora. O transporte é problema seu. Tem três dias pra trazer meu bebê de volta. ▬ Zeus sorriu com escárnio e acenou para o semideus. Um colar estranho surgiu em seu pescoço.
Steve foi teletransportado novamente.

A parte péssima de fazer favores para os deuses, é que você nunca sabe o que eles realmente querem. “Ah, Steve, por que você não vai até Roma, busca meu filho e volta? É fichinha!”, ou então “Ei, Steve, tem uma bomba no metrô de NY, por que você não vai lá pra tirá-la do lugar? Ah, mas claro, eu não vou te contar que durante o trajeto você vai precisar lutar contra Deimos e perder sua sanidade. Mas tá na mão, é facinho!”
“Eu odeio deuses.” ▬ Steve concluiu.
Ele já tinha se arrumado, e estava pronto para iniciar a viagem-suicida. Tinha pego poucos itens, e montava seu grifo, já visando o tempo que demoraria pra chegar na Itália. A todo o vapor, com sorte, a viagem levaria um dia ou um pouco menos. Vero’s, o grifo, estava agitado, ansioso pela saída. Sem comunicar a ninguém sobre a missão, Steve deixou o acampamento, voando em direção a uma imensidão de água.

Quando estavam sobrevoando Boston, as coisas começaram a dar errado.
Vero’s deu um rasante para a esquerda, escapando por pouco de uma pedra, e depois de uma mesa de parque. Steve imediatamente soube que não adiantaria fugir, mesmo já estando perto do mar. Uma hora ou outra, seria pego seja lá pelo quê que estivesse a segui-lo.
Fez o inevitável: caiu de Vero’s.
Durante a queda, virou-se para o solo. Logo viu seus oponentes: dois humanoides brutamontes com um único olho castanho no meio de suas testas, e outro humanoide cor-de-barro com seis braços, três de cada lado.
O gegene, nascido da Terra, agarrou uma pequena árvore e a arremessou contra o semideus que voava. Este, por sua vez, desviou sua rota de queda, impulsionando-se num voo horizontal e caindo alguns metros atrás dos monstros.
Apanhou sua caneta e a destampou.
Concentrou-se em suas vestes, e elas assumiram um tom dourado, com detalhes entalhados em bronze. Em suas mãos, agora tinha uma lança com lâmina de bronze sagrado, cabo de madeira reforçada e empunhaduras de couro.
Por sorte, a armadura era leve e flexível. Steve quase não sentia seu peso enquanto lutava portando-a. A lança também não deixava a desejar: ele testara vários tipos de materiais para essa arma, e a junção “bronze sagrado, madeira reforçada e couro” veio a calhar.
Os monstrengos urraram.
O ciclope menor – com dois metros e pouquinho, talvez – avançou, brandindo uma clava feita de alguma rocha, envolta com estacas de ferro pontiagudas. O monóculo brandiu sua arma, pronto para fazer a cabeça do menino virar um patê. Em revide, manejou sua lança com a mão esquerda – a de verdade -, e bateu a haste com força no pulso erguido do ciclope, que uivou e afrouxou os dedos sobre a empunhadura da arma. Aproveitando-se do momento, Steve socou-lhe o estômago com a mão mecânica. O murro foi tão forte que o ciclope se envergou, choramingando.
Impiedosamente, cravou a lâmina em sua cabeça baixa.
O pó espalhou-se sob seus pés. Perscrutou ambos os oponentes restantes, perguntando-se se eles ainda estariam tão confiantes como há segundos antes. O gegene olhou para os lados, como se procurasse algo pra tacar. O ciclope maior – quase três metros – quebrou um galho grosso de árvore e voltou-se para o menino.
Em volta deles, a vista seria agradável de apreciar: cruzando a rua, luxuosos apartamentos com cobertura envidraçada e paisagem para o mar a poucos metros dali; desse lado da rua, um imenso parque arborizado, com mesas de piquenique e um lago bem próximo; e, claro, poucos metros à frente, dois monstros com vontade de comer carne de semideus.
O ciclope correu, armando seu galho como se fosse um taco de beisebol. De relance, Steve viu o gegene apanhando outra mesa de piquenique, e se preparou para agir no momento exato. O nascido da terra atacou a mesa, e o ciclope girou o galho. Nesse instante, o tempo pareceu desacelerar.
Todo o vento se contorceu às ordens do filho de Hécate.
A mesa foi desviada de rota, atingindo o monóculo em cheio. O galho fraquejou em sua mão, e todo seu corpo cedeu, e sua “clava” improvisada o prendeu ao chão. Steve brandiu sua lança, cravando-a no único olho da criatura, que dissolveu-se em pó. O gegene pareceu confuso, mas logo voltou a avançar.
O garoto já tinha se entediado.
“Dane-se... Vou ter tempo pra me recuperar.”
Ele visualizou o gegene como um copo de vidro. Os olhos da criatura ficaram esbranquiçados, Steve sentiu uma pressão enorme no estômago, e fechou os olhos. No segundo seguinte, ouviu-se o vidro quebrando. Quando olhou novamente, não havia mais humanoide de seis braços; restara apenas cacos de vidro.

A viagem foi retomada assim que o garoto encontrou sua mascote. Sem delongas, avançaram à praia de Boston e atingiram o Atlântico Norte; logo, os Estados Unidos era apenas um pontinho negro no horizonte que foi passado.
O cansaço devido ao último poder usado fez com que Steve dormisse.

Quando o grifo se agitou, o garoto abriu os olhos. Só teve tempo de ver as dezenas de tentáculos que vinham em sua direção, e então caiu do grifo, imergindo numa imensidão interminável de água negra e sufocante, mesmo para ele que respirava embaixo d’água. Os tentáculos envolveram seu corpo, enforcando-no. A pancada em sua cabeça concluiu o trabalho de inconscientizá-lo.

▬ Acorde, garoto ▬ chamava uma voz rouca.
Como se seu trabalho fosse obedecer àquele homem, Steve abriu os olhos. Uma risada maquiavélica ribombou pelo ambiente. O semideus tentou enxergar alguma coisa. Sua visão na penumbra ajudou: ele estava sentado numa cadeira, com amarras douradas e lustrosas atando seus pulsos e tornozelos. Seu pescoço estava envolvido por um pano, que ao certo iria amordaça-lo.
Via-se numa sala extensa e vazia. Apenas uma figura preenchia aquele espaço: um homem de três metros; na verdade, era quase um homem – seu tronco era como o de um humano tamanho-família, mas da cintura para baixo tinha aquelas caudas de peixe, num tom azul-cintilante; ele segurava um tridente quase tão grande quanto seu corpo, e a arma estava enferrujada, mesmo que ainda parecesse ameaçadora. Ele tinha cabelos longos e ligeiramente grisalhos, e uma barba castanha-clara que quase chegava ao seu peito. Steve de cara não gostou dele.
▬ Você sabe quem eu sou, garotinho estúpido? ▬ o “homem” perguntou.
▬ Você é o pai da pequena sereia. ▬ Steve caçoou.
A cauda do cara transluziu, alternando-se de azul para verde. Suas feições enrubesceram, e seu tridente teve as pontas iluminadas. O desconhecido nadou tão rápido até Steve, que seus olhos quase não puderam acompanhar. A ponta do tridente tocou a garganta do semideus.
▬ Não brinque comigo, idiota. Eu sou Pontos, o primeiro deus dos mares! Fui trancafiado abaixo dessa ilha no Atlântico quando os Titãs foram destronados... Sou filho de Gaia, e quando ela retomar o poder, eu vou dominar os oceanos novamente.
▬ Legal, hein, cara? E o que eu tenho a ver com isso, merda?! ▬ Steve exigiu. Estava irado.
O garoto era raramente compreendido: ele não estava nem aí para os deuses. Se fossem deuses, titãs, gigantes, monstros, nerds, coalas ou qualquer coisa do tipo, não importava para ele, contanto que pudesse viver sua vida ao lado de seus amigos. Ele só precisava estar do lado vencedor. Se fossem os titãs os mais prováveis vencedores, se uniria a eles; se fossem os deuses, faria o mesmo. Não entendia porquê tinha sido preso por um titã – ou deus – rebelde.
▬ Você pode ser importante na guerra que se aproxima. Ter você como meu prisioneiro me dará um triunfo a mais. Vê essas amarras que o prendem? Não vai poder usufruir muito das mágicas que sua mamãe te dá. Eu só preciso ficar um pouco mais forte, e então sua memória será apagada. Não é maravilhoso?
Steve se conteve. Estava a ponto de girar para trás e acertar um chute no focinho daquele idiota, mas tinha de se controlar, caso quisesse viver. Pensou um pouco em suas alternativas, e soube que não eram nada promissoras.
▬ Eu posso me unir a vocês de bom grado ▬ começou. ▬ Não precisa apagar minha memória nem nada.
O grandalhão fez força pra pensar.
▬ Como?
Steve virou os olhos, como se fosse óbvio.
▬ Estou numa missão a mando de Zeus. Suponho que o filho que ele pediu que eu salvasse seja uma ameaça potencial. E suponho também que o filho de Hades só pôde entrar nas terras antigas, pois está do lado de Gaia, ou seja lá o que estiver a despertar. Creio que eu possa sacrificá-lo ao lado do filho de Hades, o que daria mais poder a vocês, certo?
▬ Perfeito! Ideia brilhante, garoto! Eu sabia que você seria muito útil!
Steve quase sorriu. Seria possível que com tantos anos nas costas o deus primordial dos mares ainda era tão ingênuo? Ainda assim, ele precisava de alguma ideia do que fazer. Se descobrisse que os Titãs que aparentemente queriam se reerguer, talvez se unisse a eles nessa causa. Mas as primeiras coisas vinham primeiro: tinha de ir à Roma, e só lá resolveria como agir.
▬ Então… ▬ ele começou, mantendo a expressão de seriedade. ▬ onde fica a saída?

Steve nunca ficou tão feliz por sair do mar. Aquela parte do Atlântico parecia negra e má, como se não houvesse vida saudável por ali. E de fato não havia. Vero’s sobrevoava aflito a região, então foi bem simples a tarefa de encontrá-lo e seguir viagem.
O trajeto se seguiu sem muitas preocupações. O céu limpo não amedrontava, e a ventania forte não intimidava. Quando o garoto avistou o continente, seu sorriso se alargou. Vastas colinas douradas à esquerda, até onde a vista alcançava. À direita, longas planícies avermelhadas, cujo solo exalava calor. E entre esses dois territórios, havia uma área em que o mar prosseguia, mas já não era bem o Oceano Atlântico... Era o Mar Mediterrâneo. Uma ilha um pouco desprendida das outras fazia-se como uma barreira transponível no Estreito de Gibraltar. Um homem estava ali de braços cruzados, a expressão carrancuda como se estivesse cansado de esperar. Uma sensação ruim e uma lenda vieram à mente do semideus: talvez aquele não fosse só um cara...
Se os rumores fossem verdadeiros, Steve estava prestes a ter de passar por Hércules.

Créditos pelo template:
Mr. Dildo -v-
Armas Usadas:
~ Lança Mágica (Amplia o poder mágico, é indestrutível. Quanto ativada, assume a forma de uma lança envolta em uma aura de magia, a extremidade de baixo é tão afiada quanto uma lança comum, mas a de cima é ornamentada com pedras e runas mágicas, exalando poder. Desativada, assume a forma de uma caneta, sempre guardada em conjunto com o grimório) [By: Hécate]
~ Angel [Um bracelete feito de prata, que se ajusta perfeitamente no pulso de Steve. No item está gravado em uma caligrafia fina o nome de sua amada "Sophia". Duas vezes por missão um espinho de ouro, que mede 10 centímetros, pode ser lançado no inimigo. A parte do corpo atingida por ele fica paralisada durante dois turnos e causa grande dor no oponente atingido. O espinho só poderá ser lançado ao comando do próprio semideus.] [Presente de aniversário de Sophia Colluci Niceness]
~ Colar das Relíquias da Morte [É o colar que representa as Relíquias da Morte, dos contos de Beedle, o Bardo, escritos pela autora inglesa, J. K. Rowling. Na varinha (o risco) há pequenas letras com as iniciais "S.G.B." (Steve, Grimm, Brothers). No círculo, há um pequeno dispositivo que se ativa apenas com a marca digital de Steve. Dada a ativação, um holograma surge mostrando bons e felizes momentos para ele com a pessoa que mais lhe faz falta, ou as pessoas que mais lhe fazem falta quando estiver longe delas. No triângulo, quando Steve colocar a mão sobre o colar, um arco cristalizado se forma, e flechas de gelo surgem em qualquer aljava vazia que ele carregar consigo, arco e flechas feitos com o gelo cristalizado de seu irmão Grimm.](Presente de Grimmjow Yuikimura)
~ Just Love [Um pequeno colar em ouro com um pingente de diamante em formato de um pequeno coração. É abençoado para que proteja o usuário de qualquer magia mental ou sedução. Não o protege contra os caprichos de Andy. Ainda possui a inscrição "Para meu macumbeiro preferido. Com carinho, Andy"][Presente da Andy]
~ Pequeno recipiente dividido ao meio [Na parte direita, contém uma quantidade razoável do sangue do lado direito da Górgona. Na parte esquerda, uma quantia razoável do sangue do lado esquerdo da Górgona.][Cada metade possui apenas três usos. Direita [3/3] Esquerda [3/3]]
~ Armadura (Feita de ouro com detalhes de pele de empousa, pode transforma-se em qualquer peça de roupa que o semideus quiser. É resistente e leve, encaixando-se perfeitamente ao semideus.)




Observações
Devido ao prazo escasso, tive de dar uma corrida pra desempenhar a missão. Espero que tenha ficado legal, já que eu nem revisei. Se pudesse ressaltar os pontos falhos da missão, eu ficaria grato.
Por Daybreak nunca ter sido de fato “morto” e retirado da ficha, ficou a meu cargo trazê-lo de volta à vida. Esse fato não condiz a nenhum avaliador, apenas diz respeito à minha trama pessoal.
Tentei colocar a maior parte dos monstros, deuses e etc. envolvidos nessa trama no glossário. Caso algo tenha faltado, peço desculpas e, por favor, releve.
Glossário
Anemoi Thuellai - são espíritos da tempestade. Alguns tem forma de homem, outros são como equinos. A parte inferior de seus corpos é um mini furacão negro, que exala eletricidade. Equivalente romano: venti.

Ciclopes – humanoides fortes, grandes e desinteligentes. Têm apenas um olho no centro de sua testa, e a maioria deles é canibal.

Gegenes – nascidos de Gaia, são humanoides terrivelmente feios e muito fortes, com seis braços, sendo três de cada lado (um que emerge do local correto, um de seu ombro e outro que provém de sua axila).

Hades - deus grego dos mortos, rei do submundo. Equivalente romano: Plutão.

Hércules – era um semideus muito poderoso, o maior entre todos os heróis. Quando morreu, ganhou a imortalidade e tornou-se deus. Atualmente, protege as entradas para o mar mediterrâneo – Mare Nostrum. Equivalente grego: Héracles.

Moiras - são as três irmãs que predizem o futuro dos seres vivos, mortais ou não. Elas tecem e cortam o fio que representa a vida de cada um. Equivalente romano: Parcas.

Olimpo - É o monte lendário em que residem boa parte dos deuses. Localizado atualmente no 600º do Empire States Building, em NY.

Ponto - supostamente, primeiro deus dos mares. Nascido de Gaia. Foi destronado na primeira guerra dos deuses contra os titãs. Poseidon assumiu seu lugar.

Telquines - são filhos de Ponto, e também seus servos. São ótimos no confeccionamento de armas. Têm mãos e pernas de homem, dorso e braços de peixe e cara de cachorro.

Zeus - rei dos deuses, soberano do Olimpo, deus dos raios, tempestades e águias. Equivalente romano: Júpiter.


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Re: Compartilhando Postagens!

Mensagem por Steve C. Wizard em Sex 15 Fev 2013, 10:58

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Re: Compartilhando Postagens!

Mensagem por Edward T. Vezzoni em Sab 16 Fev 2013, 18:24

Valeu pelo code e a missão tá ótima. :herp:
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Re: Compartilhando Postagens!

Mensagem por Steve C. Wizard em Ter 19 Fev 2013, 14:20

Ladrão de templates que eu suo pra roubar. '-' -q
E obrigado. :yao:
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Re: Compartilhando Postagens!

Mensagem por 075-ExStaff em Dom 24 Fev 2013, 05:08

muito radikal, Steve. curti
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Re: Compartilhando Postagens!

Mensagem por Edward Rusenbërgh em Dom 24 Fev 2013, 16:25

Muito obrigado. :herp: ~le Steve here :genius:~
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Re: Compartilhando Postagens!

Mensagem por Jasper C. Telesco em Dom 24 Fev 2013, 16:29

Rádcau.
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Re: Compartilhando Postagens!

Mensagem por Steve C. Wizard em Qua 17 Abr 2013, 23:46

Nem foi tempo perdido...

O início da manhã que se seguiu foi tão perturbador quanto o da anterior. Não tivera a oportunidade de perguntar o que quer que fosse à Rafaella; ao que parecia, os problemas vindouros eram postos nas mãos dela, que decerto fazia-se a mais experiente, e ninguém naquele acampamento parecia conhecê-lo tão bem quanto ela. A noite foi cheia de sonhos desconexos: monstros que vinham devorá-lo, figuras indistintas que escapavam do tártaro e gritavam “Steve!”. Mas entre todas essas visões macabras, uma delas fez a noite valer a pena. Era uma garota. Tudo em volta dela era negro, mas ela era plenamente visível, como se... fosse a única alternativa. Ou talvez a melhor alternativa.
Não era das mais altas quando comparada a ele, mas tinha uma beleza ímpar; cabelos loiros caíam até a cintura num alinhamento perfeito, olhos que mais pareciam um caleidoscópio alternavam-se entre verde e cinza em tons hipnotizantes; pele branca como a neve, lábios róseos e um corpo perfeitamente esculpido em cada detalhe.
▬ Eu conheço você? ▬ perguntou ele, idiotamente.
Não houve resposta, mas ele não precisava de uma. Algo dentro de si afirmava-lhe que a conhecia e que, de certo modo, sentia falta dela. E o resto da noite que se pareceu uma eternidade foi feita dele ali, imóvel, olhando uma garota tão estática quanto ele, e acordou até um pouco ressentido por não ter mais tão bela visão para deleitar.
O que mais o perturbava era sua inexperiência. Estava sim de volta ao chalé de Hécate, afinal de contas, ninguém é reclamado duas vezes, segundo diziam. O problema é que todos ali faziam mágicas diversas, e relatavam que ele tinha sido o melhor entre eles por um bom tempo... e agora mal conseguia fazer uma porta se fechar sem antes empurrá-la com as próprias mãos.
Seguindo o fluxo de semideuses que deixavam o chalé pela manhã, Steve dirigiu-se ao refeitório. Lá, encontrou olhares que não lhe eram aprazes: aqueles costumeiros, que pareciam duvidar do que quer que partisse dele, ou que o acusavam de coisas que ele não podia sequer responder ter feito ou deixado de fazer. Desejou de súbito encontrar qualquer um ali que tivesse disposição de ir até ele alegando conhecê-lo bem e, quem sabe, lhe responder algo de útil. Mas não aconteceu.
Então, no meio de um prato com panquecas molhadas em cobertura de mel, um trote foi ficando cada vez mais próximo, o típico som produzido do atrito de cascos equinos contra o solo de terra batida do acampamento. Não demorou para que Quíron chegasse ao refeitório e encontrasse Steve mais rápido do que parecia ser possível em meio a tantos campistas. Bastou apontar para o filho de Hécate e fazer menção para que se aproximasse e logo todos os olhos voltaram-se a ambos, Quíron e Steve, numa alternância incômoda. O silêncio instalou-se no acampamento como uma praga; respiros abafados e o cantar das aves era tudo que podia se ouvir.
▬ Me acompanhe até a casa grande, Steve, por favor. ▬ disse Quíron, deixando claro em seus profundos olhos castanhos que aquilo não era um pedido.
Uma onda de murmúrios explodiu no interior do refeitório, mas nada que Steve pudesse – ou quisesse – ouvir. Ansiava apenas que não estivesse numa fria, afinal de contas, não sabia o que diabos tinha feito ao longo de sua vida; tampouco sabia se poderia ser perdoado por suposta coisa, caso relevassem sua amnésia.
Por fim chegaram à beira da varanda da casa grande. Poderia ser passada facilmente como uma casa de férias: alta, azul, espaçosa e com detalhes simples; uma escada que dava a uma varanda com uma mesa de pinochle e cadeiras que a contornavam. Steve tinha a leve suspeita de que não seria tão agradável estar do lado de dentro da casa, mas o centauro o impeliu residência adentro. Aos tropeções, o conturbado semideus cambaleou à sala, parando ao lado de uma poltrona vermelha colocada diante da lareira apagada. Não se sentou, esperou o convite a tal.
▬ Pode ter perdido a memória ▬ Quíron falou enquanto se encolhia dentro de sua mágica cadeira de rodas ▬, mas não perdeu os chatos bons modos. Pode se sentar, Steve.
O modo quase descontraído com que soara o centauro fez o filho de Hécate aliviar-se ligeiramente. Pelo visto, não receberia broncas nem punições severas ali. O campista sentou-se lentamente no mesmo passo que Quíron avançava com sua cadeira de rodas frente à poltrona ocupada. Ambos entreolharam-se por um momento; o mais jovem teve a sensação de ter não só os seus pensamentos drenados, mas também sua vitalidade. Descobriu naquele instante que não gostava do centauro, e tampouco devia ter gostado anteriormente; entretanto, no dia anterior onde estivera na presença do diretor das atividades campais, não sentira tal incômodo. Mas agora...
De qualquer forma, ali estava, e a ele devia respeito, gostando ou não. E supostamente deveria perguntar o que ele queria, então não demorou:
▬ O que o senhor deseja? ▬ perguntou secamente.
Quíron analisou-o.
▬ Ora, eu não quero nada. É você quem quer ▬ pausou a fala, como se esperasse por uma intervenção que não aconteceu. ▬ Pois bem. Seria viável se você visitasse o oráculo. Sei tanto sobre o seu passado e seu futuro quanto você sabe, Steve. Realmente não consigo fazer uma leitura da situação, me sinto preso a esse impasse tal como você. Rachel está em sua gruta, numa saliência numa espécie de parede rochosa perto daqui. Bem, não será difícil encontrar, pois é isolada por persianas rosadas feias e chamativas... Enfim, vá logo, talvez você consiga alguma resposta. Só precisava te dizer isso.
Steve se levantou e dirigiu-se à porta, mas virou-se ao velho antes de sair.
▬ Por que me trouxe aqui só pra dizer isso? Não era mais fácil apontar ou sei lá?
O centauro suspirou.
▬ Você continua chato. Agora vá.
Emburrado, o semideus pôs-se a caminhar.

De fato a tarefa de visualizar a gruta não foi difícil. O problema mesmo era entrar ali. Ao que parecia, aquela era uma gruta um tanto incomum; a entrada não era numa sequência contínua de solo, mas sim no que se assimilava a parede de uma mini montanha, a quatro metrôs do chão. O caminho mais seguro seria dar a volta na pequenina montanha, subi-la por onde fosse possível e então descer por uma faixa de grama bem segura que daria na entrada da gruta; Steve, claro, optou pelo mais rápido, mesmo que se fizesse mais complicado. Tateou os bolsos como se o gesto fosse um velho hábito, checando a presença da agenda com uma caneta acoplada: estavam ali. Pareciam inofensivos à primeira vista, mas ao assumirem sua forma real tornavam-se máquinas de destruição quando nas mãos certas.
Steve aproximou-se da “parede” e reformulou sua postura, ficando numa posição que lembrava vagamente um jogador de futebol americano preparando-se para o impacto frontal com outro jogador. Deu um salto, visando algumas falhas na rocha, e agarrou-se ali com ambas as mãos, e bateu os pés até encontrar algo no que se apoiar, e o fez. Então o restante da subida não foi propriamente difícil; era só ter atenção, e logo estaria no topo. Mas no meio do caminho algo o impediu. Não era uma barreira física. Sua própria mente o fazia... algo o incomodava além da dor de cabeça que tornara-se constante. Uma coisa mais interior parecia alertá-lo... não prossiga, não prossiga. Não provinha dele... era mais como alguém tentando controlá-lo, fazer sua mente, e sentiu-se extremamente.... tentado... a obedecer.
Sacudiu a cabeça e prosseguiu, atingindo algo mais firme do que todo o resto: era o fim da curta escalada. Pôs-se de pé trêmulo e suado, coisa que decerto não era resultado de uma tarefa tão banal quanto a que acabara de executar. Olhou para as cortinas que isolavam a pequena entrada da gruta.
Não prossiga.
Novamente o medo. Que diabos podia ser aquilo? Estava sendo controlado? Seria sua tal irmãzinha? Queria respostas, mas não as tinha. A voz não queria que tivesse respostas, agora entendia. Ou talvez nada entendesse. Mas o que isso mudava? Nada. Sua mente estava tão confusa que qualquer sinal seria melhor que nada.
Não prossiga.
Então adentrou a gruta.

Sua mente quase entrou em colapso quando se viu no interior do local. Uma aura forte o apunhalava com deslealdade, e a dor de cabeça passou de suportável para mortal. Sabia o que sentia. Presença de magia. Nada comparado a que seus meio-irmãos exalavam; agora fazia-se tão poderosa que Steve via sua vida à deriva.
O sentimento passou, todas as dores se dissiparam e tudo ficou claro.
A gruta não tinha tochas nem nada do tipo. A iluminação era sustida pela entrada e por uma fresta no teto, a uns oito metros acima de sua cabeça. Todavia, a visualização era clara e limpa. Ossos estavam espalhados pelo chão, baldes de barro jaziam jogados aos montes, desenhos arcaicos brilhavam nas paredes como se tivessem sido escritos com tinta que brilha, e escritos gregos pairavam por toda a parte... profecias incompletas, poderes, nome de deuses. E havia uma mulher no meio de tudo, cuja única parte do corpo que se movia era os ligeiros olhos, que seguiam o que quer que os de Steve se atrevessem a observar. Então fitaram um ao outro, silenciosos como serpentes e desconfiados como gatos. A expressão da mulher era indecifrável e surpreendentemente linda e assustadora.
TABLE BY: CHUCK_TESTA


ninguém usa então eu vou usar pra não perder o documento... :herp:
partiu dormir, boa noite :herp:
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Re: Compartilhando Postagens!

Mensagem por Jerome Ugliano em Qui 26 Fev 2015, 22:52

Re: Praça La Paz ♠Local Público Oficial♠
Mensagem por Arthur Hillbert em Sex Dez 20, 2013 6:07 am

* chego
* olho a destruição
- Ih carai, aconteceu um parangolé maluco aqui.
* pego uma ice
* começo a dançar no escombros
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Re: Compartilhando Postagens!

Mensagem por Katherine B. Angelline em Ter 10 Mar 2015, 17:52

A ariana levantou bruscamente uma das sobrancelhas, encarando a árvore, que tinha um rosto completo feito na madeira, com olhos, boca e tudo o mais — além duma grande barba. O detalhe é que a expressão que carregava era de puro desespero.
— Você é um Ent? Sério? — perguntou de súbito. — Me dirá agora que te chamas Barbárvore?
— Não, semideusa. Meu nome é João Sem Teto.
PRÉVIA DA MISSÃO
midira vou mudar
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Re: Compartilhando Postagens!

Mensagem por Katherine B. Angelline em Ter 10 Mar 2015, 18:00

Re: Cinema Master ♠Local Público Oficial♠

por Achmed the dead terrorist em Qua Ago 15, 2012 1:25 pm
.



xego no cine, bem bolado. to com meus item na mão e prontin pros atack, me cento na primera filera de acento e comeso a asisti era do gelo quatro enqanto lanho 1's pipok amantegada. tomo uma coca bem gelada e dou rizada ento espro meus amiguin do bond
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Re: Compartilhando Postagens!

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