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♦ Enfermaria Central ♦

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♦ Enfermaria Central ♦

Mensagem por 075-ExStaff em Sab 16 Fev 2013, 22:18



♦ A Enfermaria Central!


Uma das maiores tendas que havia no Acampamento. Ficava ao lado da tenda da curandeira-mestra, Kristy, e em sua totalidade, um brilho dourado irradiava de sua estrutura. Sobre a sua porta, foram esculpidos em bronze os símbolos dos Curandeiros. Ao adentrar no local, podia-se ver ao menos cinco estantes cobrindo ambas paredes laterais, cheias de ingredientes para poções, líquidos e ervas finas e medicinais. Ali, também, estendia-se uma fileira de macas, em torno de 10, o que apontava que apenas 10 pacientes poderiam ser atendidos por vez.
Dois Curandeiros, um chamado Ted Lopux e um uma garota com o nome de Gina Rockwell atendiam todos os pacientes, sendo extremamente ágeis e rápidos em seus atendimentos.



♦ Como funciona a Enfermaria Central?


De acordo com as necessidades do fórum, foi decidido que criaríamos uma enfermaria central para atender os feridos que costumam demorar para serem atendidos nas demais enfermarias e, também, para não sobrecarregar mais os nossos curandeiros.
A Enfermaria Central, como dito no post, comporta por vez 10 Campistas, ou seja, caso não haja uma atualização rápida dos personagens, o décimo primeiro postador irá ser considerado inválido, ou seja, seu post será ignorado.
A recuperação de HP e MP irá variar de acordo com a qualidade do post do usuário, sendo que a quantia mínima é de 0 (para posts considerados totalmente fora do padrão, com uma quantia de erros de escrita acima do normal) e a máxima é de 150 (para posts considerados excelentes, com nenhum ou pouquíssimos erros de escrita). É permitido apenas um post por atualização. Não um post por dia, nem por semana, mas sim por atualização.
As narrativas são on, ou seja, você terá de narrar que entrou na enfermaria e falou com um dos nossos dois curandeiros NPC's. Por fim, será avaliado e curado com a pontuação que merece.
075-ExStaff
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Re: ♦ Enfermaria Central ♦

Mensagem por Nicole Satchwell em Qua 27 Fev 2013, 22:50


Nicole Satchwell:: Em busca da cura

Ming e eu estávamos sentados à beira do rio, conversando com algumas náiades. Era inevitável não gargalhar com as investidas do sátiro sobre uma delas. A aparência de Ming estava terrível devido ao seu resfriado, mas ainda assim ele mostrava um sorriso e parecia ter esquecido de que estava ‘prestes a morrer’ devido ao seu ‘resfriado enfeitiçado’. Me ignorava por completo e só falava bobagens achando que estava agradando, mas ele não levava nenhum jeito para isso . A falta de jeito dele era hilária e eu só podia gargalhar, até voltar minha atenção para meus braços, na verdade para os ferimentos adquiridos dias atrás. As feridas provocadas pelo imenso cão infernal não tinham se curado por completo, na verdade estavam bem estranhas e eu fui muito desleixada em não perceber isto. Havia recebido um rápido tratamento antes, mas não foi suficiente, principalmente porque não segui as orientações dadas e então elas começaram a parecer infeccionadas, mas não estavam tão doloridas, por isso que as ignorei, porém algo me dizia para que voltasse logo para enfermaria.

- Preciso ir. – me levantei rapidamente e ainda ouvi Ming me perguntando onde eu iria, só que nem me dei ao trabalho de responder. Corri em direção à enfermaria, pensava que logo voltaria para aquele rio e poderia voltar a me divertir com o sátiro galanteador.

Sabia exatamente em que direção deveria seguir. Logo cheguei ao local e me deparei com uma tenda completamente vazia, eu a reconhecia como a enfermaria central e estava surpresa, achava que a encontraria lotada como todas as outras. A escolhi evitando pensar muito, me recordei do tempo que tive que esperar numa outra enfermaria e não arriscaria de novo, por isso me sentei em uma das macas e encarei dois curandeiros, não disse nenhuma palavra e logo a menina já veio em minha direção. Ela me perguntou o motivo pelo qual estava ali e eu mostrei minhas feridas nos braços.

- Foram causadas por um cão infernal poucos dias atrás. Achei que não teria problemas, mas elas parecem meio estranhas, parecem infeccionadas. - comentei e ela examinou meus braços atentamente.

- Sem dúvida, mas não é nada muito grave. – e ela foi na direção de poções e remédios. A curandeira preparou uma solução com algumas ervas e logo voltou na minha direção. Pegou um pouco de algodão e cuidadosamente passou sobre as feridas . Me perguntei se aquilo resolveria, o tratamento anterior foi muito mais complexo e não teve um efeito muito satisfatório...

- Volte aqui amanhã. Será necessário acompanhar como seguirá esta recuperação. Não é nada grave, porém é necessário cuidados. – ela disse e logo mostrou um sorriso simpático.

Me levantei daquela maca e olhei para minhas feridas cobertas por uma solução espessa de aparência verde escura. Suspirei e olhei para aquela curandeira, mostrei-lhe um sorriso sincero e agradeci. Logo depois sai daquele lugar.

• ação buscando cura • local enfermaria central • música Lost Puppy • notas Desculpe dar o diagnóstico.


• Filha da Lua | Filha da Noite | Filha de Selene •
Nicole Satchwell
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Re: ♦ Enfermaria Central ♦

Mensagem por 072-ExStaff em Sab 16 Mar 2013, 20:57




◦•ᐤ●ᐤ◦•ᐝ◦ Avaliado & Atualizado ◦•ᐤ●ᐤ◦•ᐝ◦  




    Nicole Satchwell ▬ HP e MP Full


072-ExStaff
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Re: ♦ Enfermaria Central ♦

Mensagem por Lilith Sullivan em Sab 30 Mar 2013, 03:43

Lilith Sullivan:: Na Enfermaria
Buscando cura na enfermaria.
Don't want to let it lay me down this time drown my will to fly. Here in the darkness I know myself. Can't break free until I let it go, let me go




A minha ida até a enfermaria foi inevitável e necessária. Estava lá mais uma vez e agora bem ferida, não foi como no dia anterior. Para chegar ao local eu tive até que ser carregada. Após ser atacada por aquelas duas bestas ferozes eu estava completamente acabada. Meu rosto e braços foram os locais mais prejudicados, ouvi dizerem isso enquanto estava deitada sobre a maca, ainda zonza e fraca após minha árdua batalha contra as feras. Não tinha muitas condições de falar, apenas ouvia o responsável pela loja de armas conversando com o curandeiro.

- A encontrei assim. Estava coberta por sangue, machucada... Sinceramente, isso não pode acontecer... Esses monstros soltos... E na minha loja.

Aquele rapaz estava realmente muito nervoso. Enquanto isso o curandeiro estava bem calmo, passava algo nas minhas feridas do rosto enquanto dizia.

- Mas ela vai ficar bem. Os ferimentos não foram muito profundos, nem vai deixar cicatrizes...

O responsável pela loja de armas apenas bufou e saiu daquela enfermaria, mas antes disse:

- Vou relatar o acontecido a Quíron. Ele precisa descobrir o que aconteceu.

Com a saída do rapaz eu fiquei sob os cuidados do curandeiro. Ele era bem tranquilo, com mãos leves, cuidava de meus machucados e quando percebeu que eu estava meio consciente perguntou:

- O que te atacou?

Eu engoli com dificuldade a saliva que se formara em minha boca, senti um leve e inconfundível gosto de sangue, mas consegui falar.

- Eu... não sei... Um era grande, tatuado e dentes pontudos. A outra tinha uma pata de burro e outra de bronze, cabelos flamejantes, olhos vermelhos e grandes presas... Parecia uma terrível vampira bizarra.

O curandeiro mostrou um sorriso de canto.

- Um lestrigão e uma empousa. Bem, felizmente não fizeram muitos estragos. Você sangrou bastante, mas vai se recuperar bem. Agora durma um pouco, deve estar tonta. Depois você vai pro seu chalé e tome repouso.

Eu fiz o que ele pedira, dormi e profundamente.


Armas Usadas
Nenhuma.
Habilidades Usadas:
Nenhuma.


Thanks Tess
Lilith Sullivan
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Chalé de Nyx

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Re: ♦ Enfermaria Central ♦

Mensagem por Nicholas M. Halden em Dom 31 Mar 2013, 14:31

Heal
A passagem pela enfermaria







Depois da última batalha, Nicholas fora socorrido por seus meio-irmãos e um curandeiro. Se lembrava vagamente da cena, três pessoas chegando... depois um deles o examinando e após isso fora carregado. Não se lembrava de mais nada além disso.

Até que enfim acordou, estava numa tenta – bem grande por sinal -, que irradiava um brilho dourado que criava um efeito muito bonito em união com a luz do sol. O semideus não sabia dizer que dia era, que horas ou se o fenômeno ocorrendo era o nascer ou pôr do sol.

Uma garota começou a se aproximar, vendo que o garoto tinha acordado.

- Como se sente Nicholas? – perguntou, com uma voz suave e doce, porém precisa.

- Hm... bem, de certo modo. Ainda sinto dores nos braços e pernas. – disse o filho de Athena, observando as faixas nos seus membros superiores e inferiores, e o néctar e a ambrosia na mesa ao lado da marca – quanto tempo fiquei apagado? – perguntou.

- Apenas um dia, Ted o socorreu na floresta e o trouxe para cá – respondeu – A propósito, Quíron passou aqui e pediu para que o procurasse quando se sentisse apto para tal.

- Okay – disse enquanto levantava – Hora do relatório – falou, dando um sorriso com o canto da boca e uma leve risada – Obrigado por tudo...

- Gina. Gina Rockwell – disse prontamente a garota, terminando de trocar os curativos e faixas – Não tire isso até amanhã, é o tempo suficiente para se recuperar... e leve um pouco desse néctar.

- Obrigado por tudo Gina, tenho que ir – agradeceu, caminhando em direção a Casa Grande.








Nicholas M. Halden
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Re: ♦ Enfermaria Central ♦

Mensagem por 031-ExStaff em Dom 31 Mar 2013, 17:28


Avaliação & Atualização



Lilith ▬ Full HP/MP
Nicholas ▬ +30HP/MP
031-ExStaff
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Re: ♦ Enfermaria Central ♦

Mensagem por Caim Black em Ter 02 Abr 2013, 00:43

Passos sem rumo algum. Olhos fixos no infinito, verdadeiramente desfocados, em ação do meu tédio comunal. As atividades diurnas me cansaram, e os ferimentos que em meu corpo jaziam, faziam-me de um garoto com uma exaustão mental e corporal. Os dias que passei treinando e nada senti, agora refletiam em marcas púrpuras e preguiças ao realizar qualquer tarefa. Sequer levava armas comigo, as únicas que nunca deixava estavam abençoando-me – o meu Deus – e a minha lábia.

A poucos metros de meu rumo, vi pacientes sorridentes compartilhando alegria, o que me animou; talvez aquilo me ajudasse. Se não a maior das tendas, era uma das imensas. Refletia em um dourado miraculoso, em sua porta, o símbolo dos curandeiros. Adentrei a enfermaria observando meus arredores; estantes que cobriam paredes laterais, repletas de ingredientes de poções e afins; macas, e dois curandeiros. Ted estava em uma maca ajudando uma campista com espinhos enegrecidos em boa parte de seu corpo e Gina, arrumava uma maca dobrando um lençol enquanto cantarolava uma canção serena.

Oi. — falei.

Arrependi-me, ou parabenizei-me; em total estado de confusão, fiquei absorto naquele rosto por alguns segundos. A garota simplesmente era linda, me trouxe uma falta de interesse nos machucados, me trouxe o esquecimento dos meus maiores problemas; ao levantar minha mão para ajeitar o cabelo, senti a dor num dos braços; fraquejei.

Nossa como você está machucado. — comentou em sua voz doce, como se aquilo fosse a pior coisa do mundo. — Deite-se, por favor. Vou dar uma olhada nisso.

Ela virou-se. Não deu tempo para vê-la direito, a partir do momento que obedeci, deitando-se na maca. Ela fazia algo que eu não conseguia ver, como se exercitasse as mãos em cima de uma bancada. Logo depois, ela pesou algo e efetuou mais alguns movimentos estranhos que não consegui identificar. Ao voltar em minha direção, fingi olhar para o céu e depois que a noite, com um sorriso amarelo no rosto.

Retire a camisa... — falou.

E o fiz. Demonstrei meu físico, não tanto extravagante, corpulento, mas como uma pintura rasgada... Os ferimentos davam-me uma péssima obra de arte. Ela tateou-os com um algodão, tão levemente que aceitei como uma massagem, e após isto, depositou duas sementes na minha boca. Eu lembrei o gosto, não necessariamente, apenas parecia-me familiar. Ela voltou para sua mesa e depois para mim, com uma poção esverdeada – com um tom escuro preocupante – e me entregou; na verdade, colocou em meus lábios para que eu bebericasse. O azedume me fez exibir caretas, senti meu rosto quente, porque ela riu das minhas caras. Seguinte, arrepiei por ter uma sensação de alívio, o gosto refrescante nos lábios.

Quando recobrei meus sentidos, saindo do estado de êxtase, vi a garota voltar com outra poção em mãos – desta vez, uma tonalidade arroxeada. Não me lembrei de vê-la sair de perto de mim, mas aceitei o ato – na maioria das vezes, eu perdia momentos, por causa de meu déficit de atenção. Beberiquei e senti um gosto adocicado, refrescante como a outra, e me lembrou frutas. Agradeci a ela com palavras bobas que nem me lembro, de tanto lento que fiquei ao sentir aquela sensação.

Obrigado, monamour. — ri, como um bêbado. — Já estou me sentindo novo para matar uns monstros! — sorri, recolocando minha camisa. — Obrigado mesmo, Gina.

Sorri e tendo este retribuído por aquele sorriso mais belo, levantei-me da calma. Simplesmente, meu corpo estava mais leve, mais entregue aos atos, mais puro. Benzi-me, agradecendo a Deus e a Gina, inconscientemente ao levar meus passos calmos para o chalé onze.
Caim Black
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Re: ♦ Enfermaria Central ♦

Mensagem por Oscar Coach em Qua 03 Abr 2013, 19:44

Marcas de guerra


Depois de lutar com aquela harpia eu estava cansado e sujo. Tomei um rápido banho. Quando coloquei minha blusa senti algumas dores. Eu havia feito muitos esforços, meu corpo certamente não estava acostumado a fazer tantas manobras, e ataques. Decidi então ir a alguma enfermaria ou algo assim. Sai do meu chalé, mancando. Vi um local, uma tenda. Chutei que ali seria provavelmente uma espécie de hospital. Entrei lá e vi alguns campistas em macas, sendo rapidamente atendidos por dois jovens. Suspirei e continuei mancando até uma maca. Sentei e por ali fiquei. Esperei cerca de dez minutos até que uma garota se apresenta-se;

-Olá, muito prazer. Meu nome é Gina Rockwell, por favor, me mostre seu machucado para que eu possa diagnosticá-lo rapidamente.- Ela parecia estar com pressa, eu não a culpo, aquele lugar estava completamente lotado.

-Oh, prazer. Meu nome é Oscar Coach. Bem, depois de minha primeira batalha com uma harpia eu fiquei sentindo algumas dores no corpo e no pé, isso por quê a droga da harpia me deu um grande corte aqui.- Falei mostrando minha perna e meu machucado.

-Mas... Harpias ajudam o acampamento.- Explicou ela.

-Eu sei! Eu fui enganado. Bem, e então doutora, o que fazer?- Perguntei.

-Ah... Tudo bem.- Rapidamente ela se virou e começou a preparar o que ela usaria. Pegou um creme denso e algumas ervas. Começou a esmagar as ervas e juntar tudo.

Chegou para perto de mim e com uma pequena colher começou a pegar de pouco a pouco o creme e passar pela minha ferida. Depois pegou algum líquido e molhou em um algodão. Começou a passar pelas manchas vermelhas em meu corpo. Quando acabou ela colocou uma proteção em minha ferida:

-Seguinte, é só você tomar cuidado e renovar o curativo todo dia. Em mais ou menos uma semana já estará cicatrizado.- Disse ela sorrindo.

-Uh... Ok, obrigado. Bem, valeu por me ajudar e não pedir nada em troca, sei lá, legal da sua parte. Bem, vou indo, até.- Falei me levantando da maca e saindo da tenda.

Meu pé doía muito menos e eu já estava melhor. Era impressionante o que aquela campista tinha feito.

Notes: ~x~ ♦ Filho de: Éolo ♦ Local: Enfermaria ♦ Humor: Ferido

♦ The White Swan ♦ @CG
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Vagando por ai.

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Re: ♦ Enfermaria Central ♦

Mensagem por Juuh F. Santos em Qui 04 Abr 2013, 20:28




Marcas de uma Primeira Batalha  





Completamente estupida...era assim que estava me sentindo no momento. A Floresta a noite? Sinceramente para uma filha de Atena, aquilo era mais que estupido. Com um pouco de dificuldade andei até a enfermaria. Ao adentrar no local, pudi ver ao menos cinco estantes cobrindo ambas paredes laterais, cheias de ingredientes para poções, líquidos e ervas finas e medicinais. "Um lugar magestoso" Pensei. Encontravam-se no local dois campistas, um garoto e uma garota, direcionei um sorriso envergonhado para eles, pois adentrara no local sem pedir.

Ola, meu nome e Annabeth. Desculpe entrar sem pedir ou bater, mas...- Olhei para o meu braço, lembrando vagamente do que acontecerá, a garota se aproximou e olhou, seu rosto era sério, até que suavizou um pouco

- Ola, meu nome é Gina Rockwell. Vamos tratar disso rapidinho, ok? - Por um bom tempo ela avaliou meu braço. Apenas se levantou e foi até uma das estantes, o outro jovem procurava algo. - Como você arrumou esses machucados? Principalmente seu braço- Sinceramente eu não estava nem um pouco a fim de lembrar do que acontecerá ou muito menos contar aquilo...mas eu devia uma explicação.

- Ontem a noite fui na floresta...em uma parte mais escura e um cão infernal me atacou...- Olhei para meu braço angustiada, a dor era grande, mas Gina tratava de meus ferimentos com cuidado. Primeiro começou pelo braço, imobilizou-o e depois colocou uma tipoia. Não demorou e ja tinha terminado o braço, seguiu então para o rosto, que continham pequenos arranhões. Gina era muito hábil e rapidá, em segundos tinha terminado

Preciso que troque os curativos do rosto e do braço esquerdo todos os dias...quanto ao braço matenha-o parado por um a dois dias- Ela abriu um sorriso após perceber meu rosto - Annabeth...não se preocupe logo, logo você podera voltar aqui com outros machucados - Não consegui manter meu rosto sério, Gina era alegre e seu comentario acabara com toda a tensão no ar

- Então já deixe minha cama preparada...devo voltar bem rapido- Abri um sorriso enquanto saiá indo em direção da porta, pude perceber que Gina tambem sorria...

Agora tinha que dar explicações e voltar ao chalé...porém antes caminhei pelo campo procurando algo que pudesse faser para me intertrer
Juuh F. Santos
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Re: ♦ Enfermaria Central ♦

Mensagem por Cody P. Campbell em Sex 05 Abr 2013, 01:28

Minha costela, peito, braço e mãos estavam banhados em sangue e latejando de tanta dor. Eu havia entrado em um embate violento com um filho de Hermes que acabou destruindo todo o refeitório do acampamento e abrindo ferimentos graves em meu corpo, mas eu garanto que meu inimigo não estava melhor do que eu. A dor era horrível e se espalha por todo o meu ser, cada passo que eu dava era uma tortura para meus músculos. A jornada de minutos para enfermaria parecia ter se tornado uma eternidade, aquele lugar nunca pareceu tão longe quanto hoje. Parecia que eu iria desmaiar a qualquer instante, mas em fim eu cheguei na porta da enfermaria. Uma tenda branca gigantesca que emanava um brilho dourado constantemente. Por mais bonito que o local parece-se ser eu dei não a minima para ele, porque a dor e a ardência não me deixavam admira-lo. Então eu estendi minha mão e empurrei uma das portas, que agora estava com uma mancha de sangue no formato de minha mão, e adentrei o local. Observei a todos que lá estavam. Haviam somente três pessoas deitadas, cada uma em sua respectiva maca. Uma garota que estava sentada atras de um balcão me observou e arregalou os olhos. Talvez porque eu estava com minhas roupas sujas de sangue e cortes espalhados pelo corpo. Logo ela se levantou e caminhou em um passo rápido em minha direção. A medica parou de frente para mim e disse:

-O que aconteceu com você?.
-Briga no refeitório.
-Você esta parecendo um mendigo.
-Eu não vim aqui para saber com o que estou parecido; eu vim aqui para você cuidar de mim.
-Huuum esquentadinho.
-Aaa. Vê se me err....

Tudo ficou escuro e eu cai nos braços da enfermeira. Se apoiar e relaxar em seu manto branco envolto em seus braços foi a melhor coisa que eu senti em horas, mas eu não aproveitei muito aquele momento, porque em seguida eu apaguei por completo.
Abri meus olhos lentamente. No começo tudo não passava de um borrão, mas com o tempo minha visão foi clareando e eu pude ver o espaço em que eu estava. Foi como acordar de um sonho, nenhuma das pessoas que eu vi quando entrei na enfermaria estavam lá. Então a medica viu que eu estava acordado e disse:

-Acordou Cinderela?.
-Quanto tempo eu passei aqui?
- Dois dias. Já íamos jogar seu corpo no lixo.
-Não enche.

A garota soltou um sorriso e depois me deu um pouco de néctar. Olhei para o local onde deveria estar meus ferimentos, mas não havia mais nada. Eu estava novo em folha, porem, ainda haviam cicatrizes nos locais.

-Continue tomando néctar e essas cicatrizes desaparecerão em breve. -Disse a enfermeira.- Mas não exagere, a não ser que queira morrer.
-Pode deixar doutora.

Então eu me pus de pé e me retirei do local.
Cody P. Campbell
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acampamento meio sangue

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Re: ♦ Enfermaria Central ♦

Mensagem por 115-ExStaff em Sex 05 Abr 2013, 23:14


Avaliação


Caim Black -> FULL
Oscar Coach -> Full HP | +40 MP
Juuh F. Santos -> + 50 HP e MP
Cody P. Campbell -> +50 HP e Full MP


Avaliação feita a pedido de Zeus xD



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Re: ♦ Enfermaria Central ♦

Mensagem por Zeus em Sex 05 Abr 2013, 23:38


Tópico atualizado

Atualizado em: 05/04/2013



Corrija um sábio e o fará mais sábio.
Corrija um ignorante e o fará teu inimigo.
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Re: ♦ Enfermaria Central ♦

Mensagem por Terry Rivers em Dom 07 Abr 2013, 21:54

Depois de um dia sem sair do chalé de Athena, me culpando pelo que aconteceu com a filha de Afrodite, finalmente eu saí. Percebi que o verdadeiro culpado foi quem a deixou daquele jeito e não podia deixar que ele escapasse impune. Precisava encontra-lo. Pra isso precisaria investigar a floresta inteira. Era como tentar achar uma agulha no palheiro, mas eu precisava tentar. Pra mim não existe nada pior do que me sentir inútil, e era exatamente como me sentia naquele momento. Precisava provar pra mim mesmo que eu tinha alguma utilidade.
Não pedi autorização, muito menos ajuda a ninguém. Apenas fui até a floresta com meu escudo e minha pulseira de pingentes. Nem mesmo cogitei o fato de que se eu entrasse muito na floresta, provavelmente, nem acharia o caminho de volta. Não sei quanto tempo eu fiquei andando por lá sem encontrar nada. Por fim encontrei uma pequena clareira. No centro havia um vários pedaços de madeira parcialmente queimados, provavelmente uma fogueira. Eles pareciam ser recentes. Provavelmente alguém passou algum tempo aqui, e talvez fosse quem eu estava procurando. Antes mesmo que eu pudesse investigar mais a fundo uma Harpia vinda do nada me atacou. No fim eu consegui derrotá-la, mas no processo acabei abrindo minhas feridas novamente.
Não foi nada fácil sair da floresta ferido e sangrando, mas depois do que pareceu pra mim uma eternidade, finalmente encontrei o caminho certo. Sangrando cada vez mais eu fui para enfermaria central. Cheguei a uma tenda, uma das maiores que tinha, e entrei. Várias macas se estendiam em uma fileira. Em uma delas uma garota cuidava de outra que estava com algumas marcas vermelhas pelo corpo. Um outro garoto se aproximou de mim, aparentemente preocupado com meu estado.
― O que aconteceu com você? ― ele perguntou.
― Tive um pequeno problema.
Ele me indicou uma maca para que eu me sentasse e começou a analisar meus ferimentos.
― O que causou isso?
― Garras de Harpia ― respondi.
― Mas as Harpias deveriam ajudar o acampamento, não atacar campistas. Por que ela te atacou?
― Eu não sei. Acho que cheguei perto de alguma coisa importante. Uma coisa que alguém queria esconder e mandou a Harpia proteger.
― Onde você estava?
― Na floresta.
― O quê? Sozinho? Você ficou maluco? ― ele começou o sermão ― Por quê diabos você foi sozinho pra lá?
― Tenho meus motivos.
Sem ter o que falar ele começou a tratar dos meus ferimentos. Primeiro foi até uma estante e pegou algumas coisas. Pegou um frasco com um líquido e despejou um pouco sobre meus cortes na mão e no ombro. Depois começou a costurar meu ombro que tinha um corte mais profundo e, em seguida, enfaixou minha mão.
― Daqui a dois dias sua mão deve estar boa ― ele começou ― mas o corte no seu ombro foi bem feio, vai levar no mínimo uma semana de repouso pra que fique curado.
― O quê? ― eu não podia ficar tanto tempo em repouso. Quanto mais tempo eu perdesse menos pistas eu ia conseguir sobre aquele cara que enfeitiçou a filha de Afrodite ― não posso ficar tanto tempo assim. Tenho coisas pra fazer.
― Ordens médicas. Você vai ficar em repouso querendo ou não.
― Mas nem pensar! Já disse que tenho coisas pra fazer. Não vou ficar e ponto.
― Você é filho de Athena, certo?
― Sim. Por quê?
― Por nada, mas lembre-se que foi você que pediu ― ele disse, mas eu não sabia do que ele estava falando. Percebi tarde mais. Antes que pudesse protestar ele enfiou uma agulha em meu braço. Quase que imediatamente minha visão começou a escurecer.
― O que é isso? ― perguntei já sentindo o cansaço inesperado chegando.
― Esse é seu remédio. Se não cura de um jeito cura de outro.
― Ora, seu... ― consegui dizer antes de desmaiar por completo.
Aos poucos fui acordando. Estava deitado em uma cama macia, muito familiar. Abri os olhos ainda cansados e vi os rostos familiares dos meus irmãos preocupados. Estava de volta ao chalé de Athena. Com um pouco de dificuldade consegui sentar na cama.
― O que aconteceu? ― perguntei.
― Um curandeiro veio aqui e pediu ajuda pra nós ― um dos meus irmãos explicou ― ele mostrou você desmaiado na enfermaria central e pediu pra que nós levássemos você de volta para o chalé. Ele falou que a gente não devia se preocupar, porque você acordaria logo, mas já faz mais de um dia que você está desmaiado.
― O quê? ― soltei um grito ― Aquele idiota vai ver quando eu encontrar com ele de novo.
Tentei levantar, mas minhas pernas estavam pesadas, na verdade mais pesadas do que deveriam. Olhei para minhas pernas. Estavam ambas engessadas com grossas camadas de gesso.
― O que é isso nas minhas pernas?
― Gesso. Suas pernas não estão quebradas? ― outro dos meus irmãos perguntou.
― Quebrada é como a cara daquele curandeiro vai ficar quando eu encontrar ele.
Me levantei com dificuldade por causa do peso do gesso. Consegui ficar de pé, mas andar era uma coisa completamente diferente. Com ajuda dos meus irmãos, que só concordaram em ajudar porque o curandeiro tinha dito que depois de acordar eu precisaria de tratamento, consegui chegar à enfermaria, mas só havia uma menina lá.
― Oi, você deve ser o Rodrigo, certo? ― ela disse ― Ted disse que uma hora ou outra você iria aparecer aqui. Pode se sentar naquela maca ― conclui que Ted era o nome do curandeiro que tinha me deixado assim.
― Quem é você? ― perguntei.
― Meu nome é Gina, eu também ajudo aqui na enfermaria central.
― Hum, e onde está aquele curandeiro... digo o Ted?
― Ele teve que sair para buscar alguns materiais de primeiros socorros. Bom, vamos ver, ele disse que você teria que trocar os curativos e tirar esse gesso. Então, vamos começar?
― Claro ― respondi. Não aguentava mais aquele gesso desnecessário.
Rapidamente ela retirou meus curativos e os substituiu por novos. Minha mão já não necessitava de curativos, mas meu ombro ainda necessitava de certos cuidados. Logo depois de cuidar de meu ombro ela passou para minhas pernas. Em poucos minutos eu estava livre daquele estorvo e pronto pra caçar curandeiros.
― Você vai ter que ficar de repouso mais alguns dias ― a curandeira disse.
― O quê?
― Seu ombro ainda não está recuperado, você não pode fazer nenhum esforço até que ele esteja bem.
― Tudo bem, eu vou me comportar ― pelo menos até sair daqui ― Muito obrigado.
Me levantei da maca e me dirigi até a saída quando dou de cara com três do meus irmãos. Ótimo, agora nenhum deles vai deixar eu ir atrás do curandeiro e nem do cara que enfeitiçou a filha de Afrodite. Eles me acompanharam até o chalé e não deixaram eu sair de jeito nenhum. Me vigiaram durante o dia inteiro. Finalmente me dei por vencido e resolvi ficar descansando como deveria ser.
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Re: ♦ Enfermaria Central ♦

Mensagem por Lilith Sullivan em Ter 09 Abr 2013, 19:35

Lilith Sullivan:: Na Enfermaria
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O silêncio havia se tornado nosso grande companheiro por toda a viagem de volta ao acampamento meio-sangue. Não porque não tivéssemos assunto, mas sim porque nossas mentes tentavam encontrar respostas, formular teorias e compreender o fato que acontecera em Washington. Estranhamente todos sentíamos que era algo muito maior do que aparentava. Não era apenas um ataque esporádico, havia muita coisa para ser desvendada e tentávamos fazer isso. Eu viajava no banco de trás. Leonard e Dylan também, nunca saiam do meu lado. Eles eram como minhas sombras.

Em breve estaríamos no acampamento e a primeira coisa a se fazer seria seguir para a enfermaria. Eu reclamava dos meus ossos doloridos, estavam assim desde que fora arremessada contra os espelhos na batalha contra a ninfa e o daemon. Obviamente eu tentava me manter forte, mas doía e doía muito.

A viagem seguiu por algumas horas e uma conversa era raridade. Pouquíssimas palavras foram trocadas e se um diálogo começava logo nos calávamos devido as nossas preocupações. Até que finalmente chegamos ao acampamento e todos respiramos aliviados. Ninguém dizia, mas todos estávamos preocupados em sermos interceptados por algum monstro, ou pior, por algum servo de Éris. Leonard era um filho de Hermes, mas o único monstro mais poderoso que havia enfrentado havia sido uma Campê. Eu nem sabia direito o que era, mas sabia que era muito mais fraca do que aquela criatura que havia me atacado, pelo menos o daemon. Leonard era o mais forte entre nós e tinha apenas enfrentado uma campê e era com ele que contava... Dylan era muito corajoso e valente, mas ainda não era muito forte. Acho que em uma batalha contra algo mais forte eu quem teria que defendê-lo. Obviamente nunca falaria isso pra ele. O fato é que sabíamos que se fossemos surpreendidos a sorte poderia não ser tanta como da primeira vez e chegar de novo ao acampamento foi se reencontrar com a segurança e tranquilidade. Praticamente saltamos para dentro do local. Pode ser difícil imaginar a cena de um 'salto', mas foi maneira de dizer, queríamos logo estar dentro de um lugar onde as barreiras contra monstros nos protegesse. Depois que fui me perguntar se aquela barreira seria capaz de deter as criaturas que me atacaram...

Assim que entrei no acampamento fui levada direto para a enfermaria. Dois curandeiros cuidaram de mim e eu me perguntei para que dois, eu não estava tão mal assim, ou estava? Acho que o que assustou a todos foi a tamanha variedade de ferimentos. Eu tinha arranhões, perfurações provocadas por garras, pisadas de cavalo recentes e na minha coleção havia acabado de entrar um corte feito por chicotadas e algumas torções e luxações. Nada grave. Felizmente. Mas eu precisaria de muito descanso e de umas comidinha especiais.

Por mais que meu estado de saúde parecesse estável, a examinação fora bem minuciosa. O uso das poções, de tudo. Senti até que tinham um favoritismo e um extremo cuidado comigo e me perguntei a razão de tudo aquilo. Tentava encontrar a resposta quando Lucien apareceu ao meu lado como, como um fantasma.

- Eles já sabem o que aconteceu e a ordem é dar a melhor assistência aos filhos de Nyx. Isso partiu diretamente da deusa e, como até Zeus a respeita por ser uma deusa primordial, as ordens dela devem ser cumpridas.

Suspirei profundamente e dei um sorrisinho. Minha mãe se importava comigo.

A minha estadia na enfermaria já durava mais de uma hora e tudo estava ficando extremamente tedioso.

- Vocês já podem terminar, eu não preciso de mais nada e você não precisa examinar meu tornozelo pela terceira vez. - disse de uma forma grosseira e já sem paciência, logo depois puxei minha perna. Aqueles curandeiros estavam exagerando. AApós fazer isto eu vi um sorriso encabulado se formar nos lábios de ambos e a menina disse.

- Desculpe, já está liberada.

- Ufa, ainda bem. - eu saltei da maca rapidamente. Olhei pra Lucien, ele ainda estava lá. Claro que apenas eu podia vê-lo, mas não conversava com ele, tinha medo de que me achassem louca... Só que logo após a saída da enfermaria já começamos a nos falar. Eu tinha muito o que contar para aquele fantasma.


Armas Usadas
Nenhuma.
Habilidades Usadas:
Nenhuma.


Thanks Tess
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Re: ♦ Enfermaria Central ♦

Mensagem por Cody P. Campbell em Sex 12 Abr 2013, 01:32




TAG: TAGS; WEARING: [url=polyvore][/url]; NOTES: NOTES;
The Infirmary

Após minha batalha contra as náiades, eu marchei dentre a floresta em um estado digno de pena, com roupas retalhadas e sujas de sangue, hematomas e marcas de chicote nas costas. Por causa da dor e da fraqueza, manter-me de pé se tornou uma tarefa árdua. Caminhei como um zumbi, titubeando de um lado para o outro apoiando-se nas árvores para não tombar. Eu iria de encontro ao chão à qualquer momento, entanto, antes que isso pudesse acontecer, dois campistas portando couraças de couro passaram por mim.
Seus olhos arregalados expressavam claramente o quão pasmos estavam ao me verem naquele estado.

-Vocês... vão ficar parados ai... ou vão me ajudar? -disse eu.-
-Cara! o que que aconteceu com você?
-Três náiades... me atacaram dentro do rio.
-Três?! como você esta vivo.
-Não vou estar por muito tempo se vocês não me ajudarem.

Imediatamente os dois acordaram e me deram apoio. Caminhei desde a floresta até a enfermaria sem proferir uma única palavra, somente abaixei a cabeça e fiquei observando a terra passando sob os meus pés.
Alguns minutos depois eu cheguei na entrada da enfermaria e fui colocado de repouso sobre uma das macas. Completamente aturdido eu olhei para o local ao meu redor, avistei um cara vomitando o almoço, outro com um capacete amassado agarrado na cabeça e um garoto com a mão agarrada no cabo da espada, com a mão livre, ele agarrou a guarda da espada e começou a puxar desesperadamente, mas aquilo não adiantou de nada.

-Se meteu com um filho de Hermes? -perguntou uma doutora a ele.-

O garoto começou a lançar maldições em grego antigo e depois afirmou que sim com cabeça, depois disso, eu virei minha atenção para o doutor na cabeceira de minha maca. Ele me inspecionou com os olhos e se virou para os caras que me trouxeram.

-O que aconteceu com ele?
-Parece que três náiades o atacaram.
-Quando nos o encontramos ele já estava assim.
-Pelo visto foi uma briga e tanto.

O médico estendeu a mão para mim e perguntou:

-Quantos dedos tem nessa mão aqui?
-Seis.

Ele soltou uma risadinha e se encaminhou para uma porta nos fundos da loja. Posteriormente, o médico voltou com uma mesa de rodinhas abundante de gaze, atadura, esparadrapo, álcool 70% e um monte de outras coisas; coisas que eu nunca havia visto. Ele se sentou ao meu lado e disse:

-Preparado.
-Hã?! preparado para o que?

Logo após minha sabia resposta, minha visão se apagou e eu desmaiei sobre aquela maca.


Nossa maior fraqueza está em desistir. O caminho mais certo de vencer é tentar mais uma vez.

TANKS BEECKY, AT OOPS!

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Re: ♦ Enfermaria Central ♦

Mensagem por Simmon Wilem Brandeur em Sex 12 Abr 2013, 18:08

Infirmary... A good place to breath
Espero que fique melhor logo...


A única coisa que pude saber depois do ataque das harpias era que tinha sido trazida pelo sátiro e a novata para a enfermaria, desacordada. Quando acordei, estava em uma maca e uma enfermeira olhava meus dados pessoais. Ela me viu acordada e sorriu, se aproximando de mim.

- Olá, sou a enfermeira Gina. Você é Alexandra, não?

- Sim, sou.

- Quebrou uma costela. Mas tenho certeza de que ficará bem.

- O que houve comigo?

Então ela contou do estado em que estava quando as harpias me atacaram. Eu sangrava muito e estava balbuciando coisas cujo nem a garota, nem o sátiro puderam entender. Tinha entrado em um estado de torpor por conta dos ferimentos que só era comparado a um estado de torpor de alguém que está prestes a morrer.

Acabei me aterrorizando com isso.

- ...Mas não se preocupe, você está com uma saúde impecável, exceto, obviamente, a costela quebrada.

Ela apontou para um colete de imobilização.

- Você vai ter de usar aquilo ali por um tempo, até a sua costela voltar ao normal. Cerca de quinze dias, no mínimo.

- Quinze dias?

- Pode tentar diminuir esse tempo com néctar, mas é muito arriscado.

Pensei por um momento sobre a costela quebrada e suspirei.

- Ok. Quinze dias, você disse. Eu vou esperar.

Ela sorriu e saiu da sala. Fiquei olhando para o teto branco durante muito tempo, tentando imaginar como poderia ter derrotado elas, mas não consegui encontrar solução para aquilo. Então virei meu olhar para a janela e observei os campistas indo e vindo de vários lugares. Aquilo era a única coisa que podia fazer mesmo...


Thanks Tess
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Re: ♦ Enfermaria Central ♦

Mensagem por Menphys Weest em Sex 03 Maio 2013, 15:02

Os ferimentos da minha ultima batalha se abriram novamente, resolvi então ir até a enfermaria central para tratar-los antes que infeccionem, já havia muito tempo que eu deveria ter o feito, mas não eu tinha que ficar aqui enrolando.
Saí do chalé e fui para a gloriosa tenda com o símbolo dos curandeiros eu estava tranquilo até de mais pra quem estava prestes a perder uma quantidade enorme de sangue. Da porta eu vi outros quatro semideuses sendo atendidos a habilidade dos curandeiros Ted e Gina era espetacular.
-O que Aconteceu com você? –Gina falou um pouco distraída, deve ter sido por meus olhos todos cometem essa distração.
-Eu não soube me cuidar depois da minha ultima missão, agora estou aqui com esses machucados abertos. –Eu respondo dando um breve sorriso.
-Pelo Jeito dessas feridas você foi atacado por um cão infernal certo? – Ela fala examinando os ferimentos.
-Foi, eu tive que salvar um filho de Deimos recém-chegado e acabei comprando a briga dele, são só ossos do oficio, mas valeu apena eu gosto de ajudar quem precisa. –Eu falo me vã gloriando.
-Tome mais cuidado quando for brincar de herói por ai, vai me ajudar muito. –Ela fala pegando algumas plantas na estante e se aproximando abaixa-se para passar uma pasta nos meus ferimentos. –Eu não vou mentir isso vai doer um pouco.
Aquilo não tinha doido só pouco, além da dor extrema eu ainda tive que suportar uma terrível ardência que parecia comer minha pele como se fosse um acido.
-Pronto. –Ela disse com um simpático e belo sorriso, que me fez esquecer toda aquela dor. –Eu Espero não te ver aqui por um bom tempo.
-Pode deixar- Eu falo olhando para meu corpo completamente sarado.
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Re: ♦ Enfermaria Central ♦

Mensagem por John D'Anniballe Plucani em Seg 13 Maio 2013, 14:38

A necessidade é mais forte


O chão imóvel e sujo era meu único refúgio no momento de desespero e fraqueza. As vozes em minha cabeça não paravam de me atormentar e o ferimento no peito me desgastava ainda mais. Tudo parecia horrível. Olhei de relance no meu relógio, eram quatro horas da manhã. Para mim parecia que a madrugada nunca iria acabar.
Levantei da minha cama na tentativa de encontrar algo para me entreter, mas a solidão nunca me divertiria em seu modo solene. Peguei meu casaco e saí para uma caminhada noturna.
Cada passo mancando demonstrava a dificuldade de se locomover em minha situação, mas nada importava naquele momento, o que eu precisava era adentrar-me mais fundo na escuridão a fim de resgatar-me algum prazer.
O sereno da noite me cobria em seu manto doce e gentil, a noite escura e fria se transformava em uma cama quente e confortável para mim. Meus olhos se encontraram com a claridade vindo de um local se fecharam automaticamente e depois como que com a força da curiosidade se abriram suavemente. Era uma tenda, aproximei-me um pouco mais e identifiquei-a, uma enfermaria.
Um rapaz, magro, esguio e cheio de sardas percebeu meu sofrimento e logo veio até mim me levando até uma maca gelada e fria. Tentei me conter, mas a necessidade era mais forte.
-Fique calmo, feche os olhos e relaxe. Não irá doer- Disse o rapaz tirando minha camisa e injetando uma seringa em meu braço.
Depois disso apaguei completamente.
Minha cabeça rodava, me encontrei em uma sala sem saída com uma cama no centro. Aproximei-me da cama lentamente para ver quem estava na cama. Era eu.
Um grito de susto correu sobre minha garganta, mas antes que pudesse sair, um homem apareceu do outro lado da sala vindo à direção da cama. Afastei-me na tentativa de fugir daquele homem, porém seu destino era outro, a cama.
- Então John, você está aí, dormindo nesta cama sem saber o que irá acontecer com sua vidinha. – disse o homem com uma eloquência nata.
Retirou uma faca de seu bolso e colocou no pescoço de “mim”, pressionou contra a artéria até jorrar sangue. Um riso maléfico e alto se alastrou pela sala inteira até me dar pânico para me mexer. Corri na direção ao homem, mas antes que pudesse me aproximar acordei.
Estava ainda na mesma maca em que adormeci. Já era de dia.
Coloquei a mão em meu peito a procura de meu ferimento, mas magicamente ele havia sumido. Levantei-me sem nenhuma dificuldade e voltei para meu dormitório
John D'Anniballe Plucani
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Vá para o subterrâneo, encontrará um túnel, continue nesse caminho por cem metros. Na parte mais escura do túnel, encontrará um salão, grande e escuro, dois pontos roxos serão vistos no fim da sala, brilhando como estrelas; um calafrio percorrerá seu corpo inteiro, seus olhos temerão o futuro, suas mãos trêmulas estarão com medo e por um momento não verá mais o brilho roxo, sentirá o gelo de minha arma no seu pescoço e em um instante estará diante de meu pai. Se quiser me procurar, venha, mas lhe garanto, a morte estará te esperando.

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Re: ♦ Enfermaria Central ♦

Mensagem por 072-ExStaff em Ter 14 Maio 2013, 09:03


Atualização { Ψ }


Rodrigo M. + 40 HP; + 10 MP

Lilith Sullivan + 40 HP/MP

Cody P. Campbell + 20 HP/MP

Alexandra D. Salamander Post desconsiderado; a campista já apresenta hp e mp full.

Menphys Weest + 35 HP/MP

John Sparks + 30 HP/MP


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Re: ♦ Enfermaria Central ♦

Mensagem por Hayley Dare em Ter 14 Maio 2013, 09:52

Eu estava parada do lado de fora da tenda, admirando o brilho dourado que irradiava dela. Um paciente saiu da tenda e esbarrou em mim, isso me tirou do meu devaneio me fazendo entrar na enfermaria.
- Olá. Como posso te ajudar? – Uma garota perguntou. – A propósito: meu nome é Gina Rockwell.
- Oi, Gina. Eu sou Hayley. Sabe como é, preciso repor as energias. Não saí em missão nem nada, mas sinto-me um pouco desnorteada. Preciso de algo que me ajude a voltar a ter energia, vitalidade.
Gina assentiu e me deixou sentada em uma das macas enquanto pegava alguns ingredientes nas prateleiras. Eu não havia reparado na tenda até então; havia inacabáveis ingredientes para poções nas prateleiras, tinha também mais nove macas, sendo que só eu estava lá até o momento. Localizei Gina indo de um lado para o outro pegando líquidos dentro de tubos de ensaio e colocando em um pote de madeira, misturando tudo no final. Depois acrescentou uma pitada de alguma erva e voltou a misturar tudo, amassando e batendo os ingredientes. Quando terminou trouxe o pote até mim. Observei o liquido antes de beber; era de uma cor meio esverdeada. Tapei o nariz e bebi tudo de um só gole.
- E então? Como se sente? – A curandeira começou a perguntar. Eu olhei-a confusa, a maioria dos remédios precisa de um tempo para agir. Mas justamente quando eu ia lhe dizer isso senti algo no estômago. Era uma sensação boa, como se eu estivesse recuperando totalmente a disposição. É claro que medicamentos mágicos fariam efeito na hora.
- Estou me sentindo ótima! Muito obrigada, Gina – Ela sorriu e me acompanhou até a saída da tenda.
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Re: ♦ Enfermaria Central ♦

Mensagem por Jesse Verlac em Qui 16 Maio 2013, 11:54


Enfermaria Central

Eu estava muito desorientado nas últimas semanas. Eu havia me ferido nas últimas semanas e havia tentado evitar a Enfermaria, aquele ambiente tão... assombrante. O cheiro dos aparelhos médicos, as cores neutras e tristes dos lençóis. De fato, eu apenas gostava de tomar néctar e ambrósia.

Eu me levantei da beliche, com a expressão atônita. Apertei meus olhos e olhei para os arranhões e cortes pelos meus braços. Ainda sangrava. Eu me levantei e vesti minhas típicas roupas do Acampamento Meio-Sangue - jeans, blusa do acampamento e all stsr de cano longo. Em meio a multidão de meus meios-irmãos que iam treinar, voar com pégasos ou demais atividades desejadas por eles, eu saí do chalé e me dirigi a enfermaria central.

A enfermaria se localizava no meio das enfermarias que os Curandeiros de Asclépio mais fortes haviam construído, para cuidar de campistas e ganhar uns dracmas. Adentrei a Enfermaria Central e inalei o cheiro frustante da medicina. Continuei caminhando, ao me aproximar de uma semideusa, conhecida por ser responsável por tudo ali. Eu estendi meu braço, na intenção de mostrá-la que estava ferido. Ela assentiu. Ajeitou-me na maca e começou o tratamento. Eu evitava olhar. As vezes sentia uma ardência aqui e ali, mas era suportável.
- Terminei. Você pode ir embora, mas o tratamenti exige repouso, talvez apenas dois dias seja suficiente. Qualquer coisa, retorne. - a semideusa disse.
- Obrigado. - murmurei e me dirigi a saída ligeiramente.


Tags: Enfermeiros e pacientes - Clothes: Típicas roupas do acampamento - Music: Not. - Notes: Not.

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Re: ♦ Enfermaria Central ♦

Mensagem por Zateus Lovergood em Sex 24 Maio 2013, 11:47

Eu sai do chalé de Hefesto para ir até a enfermaria motivo?
no meu ultimo treino eu fui ferido nas costas mas não me incomodou muito a pequena dor que sentia, ela fora feita por um autômato de Touro na arena, Quíron havia dito para mim assim que era para eu vir até a enfermaria mas não fui imediatamente na quele dia. As horas foram se passando e se tornaram dias, dois para ser mais exato e nada da dor sumir, me dei conta de que já estava na hora de ir até a enfermaria.
Chegando ao meu destino fui atendido rapidamente por alguém de lá, e contei toda a historia a ele, quando acabei de falar ele me deu algum medicamento e voltei para o chalé para descansar.
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Re: ♦ Enfermaria Central ♦

Mensagem por Robert Downe em Sex 24 Maio 2013, 16:00

- Cara, definitivamente, você precisa ir à enfermaria - Implicou Hector. - Dessa forma esses ferimentos vão acabar infecionando e você vai ser uma cachoeiro de pus. E pus não é legal. - Ele concluiu.
Mas agora, diferente de dois dias atrás, eu estava realmente preocupado. Primeira razão:
Hector Septus não era o primeiro campista a me recomendar a enfermaria. Segundo: Mesmo depois de lavar os ferimentos, eles não pareciam ter melhorado, aliás, agora eles exalavam um cheiro esquisito.
Eu estava cheio de cortes. Nos braços, no tronco, alguns bastante superficiais, e outros um tanto profundos. Vesti a camisa do Acampamento - pois estava apenas de calça e coturnos - e sai do chalé dos indeterminados.
Cada passo doía, quando uma brisa chegava em mim, criando certa fricção entre a camisa e os cortes, eu não era nada exceto uma criança gemendo de dor.
Mas logo notei a estranha tenta. O símbolo dos Curandeiros estava presente no topo de sua porta, e mesmo debaixo do sol escaldante do meio dia em Long Island, ela parecia emanar certo brilho. Ou talvez ela só tivesse sido pintada por cores refletoras, isso eu não sabia dizer.
Apenas abri a porta e entrei.
Não estava muito movimentado. Contei ao todo dez macas, menos da metade estavam ocupadas, sem saber muito o que dizer, o que fazer ou com quem falar, apenas sentei-me numa das macas e apreciei o lugar.
Era....fascinante! As estantes mais pareciam paredes, e tais estantes estavam completamente preenchidas por frascos, nos quais continham todo tipo de substância. Alguns brilhavam, outros comportavam algum pó estranho, haviam frascos minúsculos com líquidos concentrados, e também haviam os que eram enormes e cheios de água. De repente, uma garota me tira do meu devaneio:
- Olá, eu sou Gina Rockwell, sua curandeira, prazer! - Disse ela, apressada e profissionalmente, mas sem ao menos apertar a minhão mão ou perguntar meu nome. - Bom, fale-me o que aconteceu com você... Monstros? Espadas? Venenos? - Disse, se dirigindo rapidamente às estantes.
- Eu fiz algumas atividades no Acampamento, e me feri com algumas lâminas, lutei contra alguns monstros... Mas não acho que tenha sido envenenado... - Falei, sem jeito.
A garota pegou um frasco com um conteúdo dourado brilhante. Ela era bonita, com certeza. Tinha um rosto quadrado pequeno, volumosos e lisos cabelos ruivos na altura dos ombros e presos num rabo-de-cavalo. Seus lábios eram vermelhíssimos, sua pele, cremosa. E seus olhos, seus tão belos olhos verdes me reprovavam quase como se ela fosse minha mãe.
- O que tenho para você pode lhe ajudar, e acho que o fará curar-se por completo, mas nas próximas vezes tenha mais cuidado! Não quero que nunca mais ponha seus pés aqui e balbucie: Ah, alguns monstros me pegaram, não sei que foram, acho que não fui envenenado, Gina... Está entendendo, rapaz?
Fitei a garota por um instante, ela não era mais velha do que eu, ou pelo menos não aparentava. Por isso, ela sendo tão mandona era algo risível - e ameaçador.
- Agora beba tudo, vamos, beba! Não deixe uma gota!
Assim o fiz, e para minha surpresa, o líquido era ótimo. Parecia que eu estava mergulhando num mar de Nutella e depois viajando no planeta dos Kit-Kats... Até que o frasco se esvaziou e eu o deixei de lado.
- Agora tira a camisa! - Ela me ordenou, olhei pra ela incredulamente, e ela acabou corando. - Não seja idiota, quero ver seus ferimentos!
- Aaaah! - E fiz o que ela havia me mandado, para minha surpresa, os ferimentos agora se fechavam e eu sentia uma nova energia...Uma energia renovante!
- Tenha um bom dia, senhor, e trate de se cuidar melhor, ou a Gina lhe ensinará como fazer isso. - E me fez um gesto ameaçador, mas vindo de uma menina tão linda, mais parecia algo carinhoso.
Rindo de tudo isso, saí da Enfermaria, minha camisa já vestida ( vesti-a enquanto saia da Enfermaria). Agora sim eu estava pronto pra um dia eletrizante no Acampamento Meio- Sangue com todos os meus ferimentos curados!
Robert Downe
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Re: ♦ Enfermaria Central ♦

Mensagem por Nicole Satchwell em Sab 25 Maio 2013, 00:44


Nicole Satchwell:: Em busca da cura

O dia amanheceu no acampamento meio-sangue. Me espreguicei sobre minha cama e o sol brilhou diretamente em meus olhos, reclamei. Tudo em mim doía, encontros com cães infernais já tinham se tornado rotina e eu sempre me dava mal, mas pelo menos permanecia viva, estava no lucro... Ainda deitada eu deixei que meus pensamentos vagassem rumo ao Canadá, rumo a minha fazenda com minha avó... Como ela estaria? E meu amado pai? Estaria ele ainda em seu sono profundo? Suspirei ruidosamente. A minha cabeça latejava e quando me virei para me levantar percebi que meu ombro direito, o que levou um grande impacto quando me choquei contra a árvore, estava estranho, inchado, acho que o tinha deslocado ou algo parecido. Na hora da batalha e na vontade de proteger meu cavalo eu o tinha forçado sem perceber, então, naquela hora, ele decidiu reclamar. Estava sendo difícil movimentá-lo. Doía, doía muito. Eu sou a pessoa que mais odeia sentir dor na vida, por isso decidi ir na enfermaria, mais uma vez...

Me troquei com certa dificuldade e parti na direção da enfermaria central. Procurei por Ming, ele deveria estar na plantação de morangos, depois eu iria para lá, antes cuidaria de meu ombro.

Assim que cheguei na enfermaria percebi que alguns campistas esperavam atendimento, alguns não, muitos. Demoraria e meu braço não parava de latejar. Observei aqueles que aguardavam, muitos estavam piores que eu. Percebi que teria que ter paciência. Me sentei e esperei, recostando minha cabeça sobre a parede e deixando novamente que as lembranças voltassem à minha terra natal, como eu sentia saudade.

E o tempo passou...

- Mocinha, qual seu problema? - perguntou uma curandeira e eu sorri. Tinha chegado minha vez.

- Acho que meu braço está destroncado. - disse.

- Vem aqui, sente-se que eu vou examiná-lo. - ela disse apontando para a maca, eu me sentei. A jovem examinou meu braço, tentou movê-lo, eu reclamei baixinho, felizmente podia movimentá-lo, mas continuava a doer, principalmente se o mexe-se.

- Hm... Teremos que mobilizá-lo. - disse ela.

- Além deste, mais algum ferimento?

- Não, só uma dor de cabeça. Sabe como é, batalhas contra cães do inferno. - eu sorri tentando parecer mais forte do que era e ela me acompanhou.

- Sei sim, eles causam grandes problemas, acredite. Essa sua luxação não é nada perto do que suas garras pode fazer. Você teve sorte. - ela falou e pegou uma poção de cor amarelada e me entregou.

- Vai curar a dor de cabeça, agora vamos tratar deste braço.

Ela começou... Foram breves minutos, logo eu estava com o braço mobilizado. Causava certo incômodo, mas era melhor do que sentir a dor terrível.

- Precisa ficar assim por uma semana. Tome muito néctar e ambrósia, talvez em cinco dias já esteja curada. Volte aqui se sentir qualquer coisa estranha. - ela recomendou. Apenas sorri em agradecimento.

- Não vai se meter em encrenca. - pediu. Abri ainda mais meu sorriso e deixei aquela enfermaria, pronta para mostrar ao Ming a 'novidade'.

• ação buscando cura • local enfermaria central • música Lost Puppy • notas Esquecida Nicole.


• Filha da Lua | Filha da Noite | Filha de Selene •
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Re: ♦ Enfermaria Central ♦

Mensagem por Brandon Cavendish em Qua 29 Maio 2013, 09:10

Alô Cupido ---
No fim... Encontrei Logan!




Após a surra recebida de dois filhos de Héracles e do sabão ganhado por Quíron e Charlie (Pessoa que me trouxe até o acampamento), eu fui levado para a enfermaria, pois minhas costelas estavam possivelmente quebradas e eu me sentia um pouco cansado. Com a ajuda de Charlie, manquei até a enfermaria e chegando lá, ele me ajudou a sentar-me em uma maca. Sentei e ele foi embora, então um frio percorreu em minha barriga, parecia que era a última vez que eu o veria, talvez ele tome raiva de mim aí, eu fico definitivamente sozinho aqui...

Segurei o choro, após ser curado, eu iria fugir deste lugar... Não me diverti nem o pouco desde que cheguei. Eu estava muito mais feliz no internato, onde eu conheci Charlie e meus outros amigos mais parecidos comigo. Minha vida era normal, tudo bem que eu morava em um internato e mal via minha mãe, mas era normal... Pelo ao menos não tinha monstros e pessoas que querem te ferrar o tempo todo.

Nem respirei fundo, contendo o choro, não queria que ninguém ali visse o que eu sentia. Também, se eu fizesse tal ação minhas costelas iam doer ainda mais...

Um garoto magro com um jaleco branco se aproximou de mim, ele parecia estar acordado há tempos, pois não parava de piscar seus olhos.

- Olá, meu nome é Ted, no que posso te ajudar? - Ele falava rápido, se eu fosse um pouquinho mais lerda não entenderia o que ele dizia.

- Meu nome é Bryan... - Ao falar a primeira palavra após a surra, senti uma enorme dor nas costelas, tendo que pausar, buscar um pouco de ar para continuar a falar - Levei alguns socos fortes na região da costela... Acho que... Acho que estão quebradas! - Eu falava devagar, contendo a dor dentro de mim.

- Não se preocupe! - o tom de voz dele ficou meio diferente - Se importa de eu tirar sua camisa?

Olhei para ele com uma cara de tédio e então ele pegou uma faca, o que me assustou um pouco, então ele rasgou minha camisa e a tirou.

- Sinto muito por sua camisa... - ele disse - Se você tirasse a camisa do jeito tradicional, com certeza ia doer muito!

Assenti com a cabeça, pois eu perdia o ar a cada palavra que eu dizia e recuperá-lo não é a coisa mais fácil do mundo.

Ele pegou uma faixa, se não me engano, um gaze, ele levantou os meus braços devagar, o que não fez doer menos. Ted enrolou a gaze em torno do meu tronco com cuidado, apertando só o suficiente para eu querer bater na cara dele, do tanto que estava doendo. Gemi baixinho para não demonstrar fraqueza, então assim que ele terminou, ele sorriu e disse que iria preparar uma poção.

Ele andou até uma prateleira, onde tinha vários cantis, prontos para serem usados. Ele pegou um e foi a um caldeirão que tinha por ali, chegando lá, colocou uma concha de não sei o quê e depois foi a uma prateleira, onde tinham algumas ervas estanhas, ele pegou uma folha e jogou no cantil chacoalhando-o em seguida. Ele foi com a mão ao bolso e pegou uma coisa que eu deduzi ser chocolate.

- Aqui... - Ele estendeu o cantil pra mim, enquanto caminhava em direção a minha maca - Depois coma o chocolate, deve conter o seu vômito. - Ele sorriu e deixou a barra ao meu lado.

Nossa, que reconfortante... Peguei o cantil e coloquei-o em meu colo. Abri a barra de chocolate e já deixei um tabletinho preparado. Travei minha respiração e peguei o cantil, virando-o de uma vez bebendo sem nem me preocupar em deixar a bebida passar por minha língua. Ao terminar, passei a mão pelos meus lábios para tirar qualquer partícula desta poção. Peguei o chocolate e joguei na minha boca de uma vez, torcendo para não perceber o gosto da poção. Deixei o chocolate derreter em minha boca.

Ted me ajudou a levantar então eu saí. Quando eu saí, vi aquele garoto que eu vira sair da biblioteca. Ele me viu, sorriu e me deu uma piscadinha. Eu retribuí o sorriso, então combinamos de nos encontrar na praia esta noite. O nome dele era Logan, filho de Apolo. Quando o vi, esqueci de fugir, esqueci que estava sozinho, esqueci dos meus ferimentos... Esqueci de tudo, só pensava nele.

THANKS, BABY DOLL ♥
Brandon Cavendish
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