Percy Jackson e os Olimpianos RPG BR
Bem vindo ao maior fórum de RPG de Percy Jackson do Brasil.

Já possui conta? Faça o LOGIN.
Não possui ainda? Registre-se e experimente a vida de meio-sangue.

♦ Enfermaria Central ♦

Página 6 de 19 Anterior  1 ... 5, 6, 7 ... 12 ... 19  Seguinte

Ver o tópico anterior Ver o tópico seguinte Ir em baixo

♦ Enfermaria Central ♦

Mensagem por 075-ExStaff em Sab Fev 16, 2013 5:18 pm

Relembrando a primeira mensagem :



♦ A Enfermaria Central!


Uma das maiores tendas que havia no Acampamento. Ficava ao lado da tenda da curandeira-mestra, Kristy, e em sua totalidade, um brilho dourado irradiava de sua estrutura. Sobre a sua porta, foram esculpidos em bronze os símbolos dos Curandeiros. Ao adentrar no local, podia-se ver ao menos cinco estantes cobrindo ambas paredes laterais, cheias de ingredientes para poções, líquidos e ervas finas e medicinais. Ali, também, estendia-se uma fileira de macas, em torno de 10, o que apontava que apenas 10 pacientes poderiam ser atendidos por vez.
Dois Curandeiros, um chamado Ted Lopux e um uma garota com o nome de Gina Rockwell atendiam todos os pacientes, sendo extremamente ágeis e rápidos em seus atendimentos.



♦ Como funciona a Enfermaria Central?


De acordo com as necessidades do fórum, foi decidido que criaríamos uma enfermaria central para atender os feridos que costumam demorar para serem atendidos nas demais enfermarias e, também, para não sobrecarregar mais os nossos curandeiros.
A Enfermaria Central, como dito no post, comporta por vez 10 Campistas, ou seja, caso não haja uma atualização rápida dos personagens, o décimo primeiro postador irá ser considerado inválido, ou seja, seu post será ignorado.
A recuperação de HP e MP irá variar de acordo com a qualidade do post do usuário, sendo que a quantia mínima é de 0 (para posts considerados totalmente fora do padrão, com uma quantia de erros de escrita acima do normal) e a máxima é de 150 (para posts considerados excelentes, com nenhum ou pouquíssimos erros de escrita). É permitido apenas um post por atualização. Não um post por dia, nem por semana, mas sim por atualização.
As narrativas são on, ou seja, você terá de narrar que entrou na enfermaria e falou com um dos nossos dois curandeiros NPC's. Por fim, será avaliado e curado com a pontuação que merece.
075-ExStaff
Indefinido
Mensagens :
304

Voltar ao Topo Ir em baixo


Re: ♦ Enfermaria Central ♦

Mensagem por Arlen Weizsäcker em Sex Fev 14, 2014 8:58 am

Passada nas enfermarias
~ Tuts tuts quer ver ~



Saia de meu chalé ainda com dores nos corpo inteiro. Tentava resistir em voltar para a enfermaria, tinha meus deveres a cumprir. Mas não teve jeito, me obrigaram a fazer uma visitinha ao local.
Acompanhado de Drew, um garoto o qual eu havia ajudado poucos dias antes, cheguei ao lugar. Talvez fosse a visita que Hécate tinha me feito quando estive ali pela última vez, talvez não, mas eu sentia repulsa de estar ali. Não me sentira intimidado pela deusa de forma alguma, mas mantinha-me cauteloso por todos os dias que se seguiram.
Mancando levemente, entrei na enfermaria e encontrei Gina de costas preparando alguma mistura de ervas enquanto ouvia alguma música animada em seus fones de ouvido.
Bati algumas vezes na porta para que ela se atentasse que eu estava lá, mas ela não pareceu escutar. Olhei para Drew que foi até ela, tocando em seu ombro. Todos sabem que os meio-sangues têm bons reflexos, mas até eu me assustei com a velocidade com que a garota retirou a faca do bolso e encostou-a no pescoço de Drew.
Abaixou a arma quando se deu conta que eram apenas pacientes, respirando aliviada. A garota parecia tensa com alguma coisa, mas não sabia o que era. Aliás, nem queria saber, não era de meu feitio especular sobre a vida dos outros ou receber informações como essas, nunca era requisitado para tal.
— Sente-se. — Disse ela friamente. — Vou pegar a ambrósia.
Direcionei-me para a maca e vi Drew apontar para a porta.
— É melhor eu ir. — Disse ele. — Já está entregue.
Com a última frase, saiu sorrindo da enfermaria, deixando-me sozinho com a curandeira. Pouco tempo após ele sair, ela volta com o alimento dos deuses, a ambrósia.
Lembrava-me de como foi a minha primeira experiência com a ambrósia, demasiada avassaladora. Engoli um pedaço grande de uma única vez naquela ocasião, todos acharam que eu iria queimar e morrer ali mesmo, mas graças aos deuses nada me aconteceu. Após isso, sempre tive mais cautela em ingerir certos tipos de alimentos.
— Coma. — Disse-me entregando o pedaço de ambrósia.
Peguei calmamente o alimento e coloquei um pequeno pedaço na boca, onde derreteu vagarosamente. Sentia gosto de chocolate, meu doce preferido. Era um calor revigorante que me fazia sentir-me melhor, as dores superficiais e até um pouco das mais profundas começaram a passar. Apenas alguns dos cortes ainda permaneciam doloridos, bem como uma das minhas costelas.
Após comer o pequeno pedaço de ambrósia por inteiro, vi-a deslocar-se para a parte das prateleiras, fazendo uma espécie de preparo de ervas. Após macerar bem as ervas, quando formaram uma massa pastosa, ela foi aplicar nos cortes de meu abdômen e de meu braço. Sentia que o poder da natureza advindo de minha mãe ajudava na cicatrização por meio das plantas utilizadas. Cada momento que se passava sentia que os cortes iam se fechando e a dor, que agora já era mínima, ia junto com eles.
Ainda me mandou ficar descansando ali por um tempo, para que eu me recuperasse. Deitei-me de olhos fechados imaginando a presença de Hécate, a mãe de Drew e deusa da magia. Ao tornar a abri-los, não havia ninguém além da curandeira e de mim no local. Aquilo me acalmou um pouco mais, mesmo que agora sentisse que uma presença estava ali, sem se revelar.
Tempo depois, após receber alta, voltei para o meu chalé ainda me indagando que era que estava espreitando o lugar. Seria a deusa da magia?



Arlen Weizsäcker
Filhos de Nêmesis
Mensagens :
483

Localização :
Los Angeles

Voltar ao Topo Ir em baixo

Re: ♦ Enfermaria Central ♦

Mensagem por Libbely Bassard em Dom Fev 16, 2014 7:02 pm



Better run for cover


   
   
   


Enfermaria


— Vá logo para a enfermaria — Fellp chutou-o do chalé.
De fato, Enzo precisava de alguns cuidados. A rotina conturbada – fosse por missões ou só negligência – deixara-o desgastado e com alguns ferimentos. Para começo, o calcanhar já não estava bom há algum tempo; um dos braços, que recebera cortes há mais ou menos uma semana, mesmo cicatrizando por conta própria, ainda doía; e, por fim, devia ter quebrado algumas costelas. Dormia na mesma posição há dois dias, afinal. Contrariado, o filho de Éolo foi andando até a enfermaria.
O lugar estava movimentado àquela hora, por sinal. Muitos curandeiros corriam de um lado para o outro, tentando cobrir o número de campistas que aumentava gradativamente. Enzo recostou-se numa maca e olhou ao redor, esperando pela sua vez. Não seria problema ficar por ali um tempo, mas atenderam-no bem rápido, até.
— Vamos, vamos, vamos, deite-se — o rapaz parecia ter tomado litros de café. — O que está sentindo, hein? Aqui? — ele tocou a costela de Enzo, que fez uma careta. — Ah, sim. Hmmm, vejamos — dirigiu-se para uma prateleira e vasculhou alguns frascos. — Hmmm... Isso. Beba isso e conte até três — enfiou um frasquinho nas mãos de Enzo.
— Um, dois — trincou os dentes. A dor do apertão não foi tanta, o que trouxe-lhe espanto. A poção deveria agir como anestésico, além de auxiliar na cura.
O curandeiro pegou um rolo de tala e envolveu parte do tronco de Enzo. A dor já amenizara um pouco, o que era bom. Talvez ele devesse frequentar mais a enfermaria... Se lembrasse de fazê-lo. O rapaz parou à frente dele, pousando um dedo nos lábios.
— O que eu tinha que fazer mesmo...? Ah, você. Onde mais está machucado?
— Meu tornozelo dói e meu braço — indicou com um aceno — está com alguns cortes.
Pensativo e – incrivelmente – calado, o curandeiro pegou o braço do filho de Éolo. Cutucou-o, verificou os cortes e, ao fim da avaliação, meneou a cabeça com os próprios pensamentos. Dirigiu-se novamente às prateleiras, dessa vez sabendo o que buscava: uma espécie de potinho com unguento. Despejou o líquido viscoso nos cortes – delirando ou não, Enzo poderia jurar que viu vapor saindo do braço. Em seguida, o rapaz tocou as feridas e suas mãos brilharam.
— Sim, perfeito — sorriu, satisfeito. — Tornozelo, deixe-me ver. Ah, torção. E está um pouco inchado. Hmmm, talvez... Isso, isso — tirou do bolso um comprimido e estendeu para Enzo. Tinha gosto de menta. — Agora, dê-me o pé.
Primeiro, com poucos toques do curandeiro, as dores do tornozelo desapareceram. E, como antes, as mãos brilharam, só que dessa vez tinha uma cor diferente, mais clara e fraca. Enzo sentiu, inicialmente, formigamentos, e depois uma quentura leve. Mas não passou disso.
— Prontinho — levantou-se. — Eu poderia dizer mil coisas que você não deve fazer, mas sei que não vai respeitar. Então, vá lá, ferre-se novamente e volte. Mas tome cuidado — o rapaz bateu uma mão na outra. — JAAAAMES! Onde está aquele outro?! — e, apressado como viera, o curandeiro foi.
Enzo desceu da maca e apoiou o peso sobre o pé que estava dolorido. Não sentia dores mais, para seu alívio. Vasculhou o braço e tocou a costela enfaixada; nada. E então saiu da enfermaria.

Poderes do curandeiro:
{Nível 2}
— Toque Curativo: Poder de efeito rápido e instantâneo. Com uma aura luminosa a envolver a mão do aprendiz, este poderá restaurar a vitalidade de alguém que não seja si mesmo em quinze pontos. Pode ser usado até duas vezes na ocasião inteira; uma vez por post, quando se está na enfermaria. O custo é de cinco de energia a cada uso.

{Nível 6}
— Anestesia I: A dor causada por machucados pode, agora, ser aliviada pelos curandeiros de forma mística. Tocando os músculos feridos, consegue retirar quaisquer dores do paciente, o que pode ajudar até mesmo na concentração e na calma deste.

{Nível 7}
— Cicatrização I: Agora o dom de cicatrizar cortes e ferimentos inicia o seu desenvolvimento nos seguidores de Asclépio. Ao tocar as feridas abertas, estas se fecharão em uma rodada, impedindo hemorragias e sangramentos. Este poder ainda não pode ser usado em si mesmo e não restaura nada, servindo apenas para cicatrizar lesões. A cicatriz ficará no local, ainda que as contusões sejam pequenas.


Créditos Theta Sigma


Libbely Bassard
Mênades
Mensagens :
495

Voltar ao Topo Ir em baixo

Re: ♦ Enfermaria Central ♦

Mensagem por Brandon Cavendish em Seg Fev 17, 2014 4:37 pm

A Enfermaria Central!


Depois de um treino, Bryan resolveu ir a enfermaria para se curar de feios ferimentos, que ele acabara adquirindo, numa intensa batalha contra um polvo gigante. O treino de combate contra os monstros tinha sido um tanto inusitado. Foram diversos campistas contra um polvo feito pelo chalé nove e Bryan foi dolorosamente acertado por um dos tentáculos... Sentia suas costelas doloridas, uma dor aguda no braço esquerdo e se sentia cansado após o pequeno ataque de fúria que o fez destruir o tentáculo, para só depois se importar com os ferimentos.

Enfim, ele adentrou na maior tenda entre todas as outras. O brilho do dia iluminava imponentemente a tenda de forma surreal, ao passar pela porta, delicadamente decorada com símbolos do deus da medicina, ele viu dois garotos sendo atendidos por Gina e o outro curandeiro que ele nunca tinha reparado. Gina parecia mais seca e antipática naquele dia já o outro garoto parecia estar precisando de uma boa noite de sono...

Andando devagar, Bryan sentou-se na maca mais próxima, se sentando e esperando por algum atendimento. Gina terminou de atender o garoto se virou para Bryan:

- O que você tem? - Disse ela de modo seco.

- Cansaço, dor nas costelas, dor no braço. - Disse Bryan de modo mais breve possível para ser atendido rapidamente e ir fazer algo mais produtivo.

Sem dizer uma palavra, ela foi a uma das diversas prateleiras que estavam ali e pegou uma das poções que já estavam prontas, entregando-o em seguida... E olhou pra ele como se dissesse "Já sabe o que fazer, não preciso ficar dizendo...'Beba!'" Então ele destampou o pequeno frasco e deu uma cheirada antes para ver se reconhecia a poção. Ether. Já tinha tomado antes para recompor as energias, o cheiro exótico era inconfundível. Fechando os olhos e tapando a respiração o garoto tomou toda a poção em praticamente, dois goles. Em alguns segundos sentiu seu estomago formigando, o formigamento foi espalhando por todo o seu corpo, e quando o formigamento se foi ele se sentiu mais revigorado e mas capaz, como se suas energias estivessem realmente renovadas.

Depois, Gina rasgou com as próprias mãos a camisa de Bryan, mas tudo bem, ele não gostava muito daquela peça. Então ela pegou um gaze e enrolou em torno das costelas de Bryan, ele gemeu um pouco quando ela enrolou na parte que estava quebrada, mas foi quase inaudível. No braço, Gina passou uma espécie de pasta feita com uma erva medicinal fedorenta, mas apesar do mal cheiro, Bryan sentiu um alívio refrescante. Depois disso tudo, ela foi a prateleira e pegou outra poção já pronta, e deu para o ferido, que sem perguntar nada tomou a poção, que tinha um gosto de lama.

Ele já se sentia melhor, e até não sentia mais suas costelas quebradas, se estivesse em uma guerra, teria certeza que estava pronto para uma série de batalhas, onde ele obviamente seria um louvável vitorioso.

- Obrigado, Gina! Não sei o que seria de mim sem você! - E abriu um largo sorriso.

As palavras de Bryan iluminaram um pouco o rosto da garota que de seca, se sentiu feliz, e até útil. Talvez, o cansaço a deixasse de mal-humor de vez em quando.

- É o meu trabalho! Sempre que quiser eu estarei aqui! - E então ela deu um um sorriso tímido, e passou a mão na cabeça de Bryan - Vai ficar tudo bem...

Ao ouvir as poucas palavras reconfortantes da curandeira, Bryan sentiu que o processo de cura havia se completado. Com um breve e sorridente adeus, se despediu de Gina e se foi...
Brandon Cavendish
Filhos de Ares
Mensagens :
72

Localização :
CHB - Chalé 5

Voltar ao Topo Ir em baixo

Re: ♦ Enfermaria Central ♦

Mensagem por Yuuta A. Mieko em Ter Fev 18, 2014 1:57 am

I'll manipulate my brain into thinking that the pain is actually ecstasy.

Sua vida até o momento no acampamento foi entediante. Por mais que tenha tido uma ou duas aventuras estranhas, elas nunca aconteceram depois. Por mais que isso fosse irritante, ela ficou agradecida que não — estava morta de cansaço e os machucados em seu corpo demorariam um tempo para curar. Percebeu que a única coisa que restava era visitar a enfermaria, antes que ela fosse pega de surpresa por uma nova brincadeira dos deuses.

A garota encarou as tendas, observando em detalhes cada uma delas. Tinha uma com quase nenhum campista no canto, e cerca de 20 mais, porém a que mais chamou sua atenção foi uma grande tenda localizada no meio, o que ela julgou como a enfermaria central. Hesitante, ela se aproximou da mesma, encontrando-a quase vazia: alguns campistas sento tratados, e um deixando o local, além dos dois curandeiros que cuidavam da tenda, ambos preparando algumas poções no canto, uma garota e um garoto.

Yuuta mancou em direção aos dois, mas percebeu que foi notada na metade do caminho. A garota virou-se com curiosidade e dirigiu-lhe um sorriso, o que ela não retribuiu. Desviou o rosto, ouvindo a mesma falar animadamente: — Ah, campista nova! Bem-vinda. Eu sou uma das curandeiras daqui, meu nome é Gina. Então, o que aconteceu?

A semideusa hesitou, inventando uma mentira qualquer para os ferimentos. — Eu...eu...me machuquei em um treino... — mentiu, tentando encontrar uma explicação para cada um de seus machucados. — Um monstro acertou minha perna, por isso estou mancando. Uma espada foi jogada em minha direção e passou de raspão em meu braço. E...eu tropecei. Tropecei em um lugar cheio de pedras. Elas acertaram meu corpo inteiro. — Yuuta sabia que Gina desconfiava dela.

Mesmo assim, Gina sorriu. — Por favor, venha comigo para uma maca vazia. — ela virou-se, começando a andar em direção a uma das macas. A indefinida ficou feliz que a mesma não perguntou a verdade. Seguiu-a, e assentou-se no lugar. Era mais duro do que se lembrava.

Em questão de segundos a curandeira já estava no outro lado da tenda, lendo cuidadosamente um dos livros enquanto preparava uma poção para ajudá-la. Tomou cuidado, vendo se identificava algum veneno. Não poderia ser muito cuidadosa nem ali. Suspirou, esperando a garota voltar, e a mesma virou-se para Yuuta com um sorriso, acenando com a mão e gritando animadamente: — Está pronto um deles! Esse é para os cortes superficiais. Logo vou fazer outra, mas é melhor lhe dar um tempo. — ela se aproximou com o frasco que continha um líquido arroxeado, mais escuro que seus olhos.

A curandeira tirou boa parte da roupa de Yuuta, deixando-a quase nua, se não fosse por uma camiseta que usava e suas roupas íntimas. Corou um pouco quando ela buscou por todo seu corpo os lugares machucados, e deu um sorriso amargo para a indefinida. — Isso pode arder. — disse, com uma careta, pingando uma gota do líquido no grande corte em seu braço. Yuuta arregalou os olhos, tentando não demonstrar nada, mas não foi possível. O corpo tremeu um pouco em uma tentativa de não se mexer enquanto a curandeira pingava mais do líquido em todos os machucados visíveis no corpo pálido da semideusa.

Gina deu um riso abafado ao esforço que a outra estava fazendo para não demonstrar nada. Depois de pingar uma segunda gota em cada um — outra onda extrema de dor, que deixou-a tremendo e arfando, um pouco de suor em suas mãos. Fechou os olhos, percebendo que a dor lentamente passava, dando espaço a uma sensação estranha.

A curandeira voltou para as prateleiras, pegando um livro diferente e se dirigindo ao canto onde preparava as poções. Yuuta deixou-se relaxar, deitando o corpo e esperando a outra com um pouco de receio. Ela não checou essa poção — Yuuta reparou que o jeito que Gina sorria mostrava que ela não devia mentir muitas vezes. Encarou o teto por mais alguns minutos, o branco já dando voltas em seus olhos, deixando-a levemente tonta. Levantou a cabeça, observando que Gina voltava com outra mistura, essa vermelha como sangue. — Você poderia por favor assentar-se um pouquinho? Essa poção você vai beber. — pediu animadamente, um sorriso maior ainda no rosto.

Yuuta fez o que ela pediu, ainda parcialmente deitada na maca. Estendeu a mão para a poção, pegando ela enquanto ouvia a voz de Gina, abafada por seus pensamentos: — Beba tudo de uma vez! Só vai fazer efeito assim. — ela exclamou, a indefinida encarando o pequeno frasco com dúvida.

Respirou fundo, e posicionou o frasco na boca, virando a cabeça para cima, deixando o líquido escorrer na garganta. Tentou não reagir, mas seu corpo rejeitou o líquido: mostrou uma careta com o gosto peculiar do mesmo. Lembrava-lhe o gosto de manga estragada, algo que nunca gostou. Muito menos a normal. Forçou-se a engolir o líquido, e fechou os olhos com força para que acabasse rapidamente. Não demorou muito — mais três ou quatro segundos, e quando ela não aguentava mais, não sentia mais nada, somente o gosto da poção grudada em sua garganta.

Essa é para ajudar a melhorar os ferimentos internos. Espero que você fique bem. — sorriu, estendendo a mão para a indefinida, como uma ajuda para ela deixar a maca. Yuuta recusou-a, deixando a curandeira encarando o vazio, e dirigiu-se a saída. — Talvez demore um pouco para fazer efeito.

Obrigada. — murmurou baixo, desviando o olhar quando Gina sorriu para ela. Ainda mancando um pouco, ela rumou para o Chalé de Hermes, onde deitaria e deixaria seu corpo relaxar, provavelmente cochilar para que quando acordasse, conseguisse andar normalmente e treinar normalmente.
Yuuta A. Mieko
Filhos de Hades
Mensagens :
40

Localização :
Bu.

Voltar ao Topo Ir em baixo

Re: ♦ Enfermaria Central ♦

Mensagem por Eddard W. Dayne em Ter Fev 18, 2014 2:02 pm


Help me


O Finn havia acabado de sair de uma missão e estava a beira da morte. Cambaleando começou a tropeçar enquanto se apoiava em sua raposa, Kate. As dores tomavam conta de seu corpo, sua visão esta turva enquanto vários sangramentos melam o chão.
- Vamos... Me ajude, garota, me leva a Enfermaria - Falou tossindo logo depois enquanto o sangue melava sua roupa e seu queixo.
Estava perto de morrer e nem ao menos havia ido atrás da deusa da magia, Hécate. Precisava conversar com ela. Precisava resolver sua vida. Precisa da sua vingança.
Gemendo de dor caiu de joelhos após subir as escada da Enfermaria Central, tossindo mais uma vez vomitou seu sangue no chão procurando desesperadamente um curandeiro.
- Ajuda... Ajuda.. - Disse ficando tonto e caindo por cima do seu próprio sangue.
O cheiro fez com que sentisse nojo de si mesmo, como um filho de Hipnos e o preferido do deus deixou chegar a esse estado? Maldito filho da Magia.

Dois vultos se aproximaram do semideus o carregando até uma maca, uma correria se formou ao redor do filho de Hipnos mas esse não percebia nada, sua visão estava completamente turva e a tontura o dominava, Kate lambia o rosto dele e ele sorria forçadamente para a mesma. Cuspindo mais alguma vezes o sangue, tudo escureceu.
Finn não teve sonhos.
Acordou com a cabeça explodindo de dor de cabeça e sua boca estava seca, uma menina se aproximou do semideus colocando um canudo em sua boca.
- Beba, beba tudinho. - Disse a mesma.
Começando a beber, sentiu seu corpo revigorar. O gosto da bebida era de cookies com gotas de chocolate completamente gelado, quando percebeu, já havia terminado. Kate dormia ao seu lado com o rosto sobre as patas, sua pele branca era ótima para Finn, macia.
- Como estou? Quanto tempo dormi? - Falou se ajeitando na maca. Seu corpo estava completamente dolorido mas tirando isso, estava ótimo, os curandeiros haviam feito um bom trabalho em seu corpo. Algumas ataduras envolviam suas pernas, barriga e braços e os lugares aonde as ataduras estavam traziam um certo alivio a região.
- Três dias e em nenhum dias sua raposa o deixou. Você está ótimo, Finn, já pode até ir para seu Chalé. - Disse a menina se virando ao semideus com um sorriso nos lábios.
Como ela sabia seu nome? Se perguntou Finn. Balançando a cabeça deixou que suas pernas escorregassem para fora do cobertor e da maca, vestindo sua camisa que estava ao seu lado, se levantou para logo após cambalear. Talvez seu equilíbrio não tivesse voltado por completo.

Pegando suas armas, a Prole de Hipnos pegou Kate no colo começando a sair da Enfermaria. Tinha que agradecer a Hécate, ela o havia dado forças para conseguir chegar a Enfermaria e se não fosse por ela, ele estaria morto agora.
Iria atrás dela.


Feito por Dricca - Terra de Ninguém e Aglomerado
Eddard W. Dayne
Indefinido
Mensagens :
310

Localização :
Nômade

Voltar ao Topo Ir em baixo

Re: ♦ Enfermaria Central ♦

Mensagem por 101-ExStaff em Sab Fev 22, 2014 6:19 pm

Benjamin: Um post rápido, sucinto, e feito de uma boa forma. Parabéns. ++Full HP/MP
Enzo: Seu post me deu vontade de rir, ao ler a descrição do comportamento do curandeiro. Parabéns pela escrita leve. ++Full HP/MP
Bryan: Crases faltando, preposições erradas. Passe seus textos por um corretor, isso auxiliaria muito. ++30 HP/MP
Yuuta: Gostei bastante do post, parabéns. ++Full HP/MP
Finn: Senti falta de descrições melhores, aprimore isso, certo? ++140 HP/MP
101-ExStaff
Administradores
Mensagens :
389

Voltar ao Topo Ir em baixo

Re: ♦ Enfermaria Central ♦

Mensagem por ♦ Eos em Sab Fev 22, 2014 11:32 pm

Att.
♦ Eos
Administradores
Mensagens :
1421

Voltar ao Topo Ir em baixo

Re: ♦ Enfermaria Central ♦

Mensagem por Kaine Rembrandt em Ter Mar 04, 2014 6:55 am

Em busca da cura!!



Minha perna e minha costela doíam agudamente. Uma harpia conseguiu desferir um golpe em mim, parece pouco, mas suas garras super afiadas e compridas entraram cerca de 3 centímetros na minha pele fazendo com que eu mal conseguisse andar sem fazer uma careta.
Percebo que a Enfermaria Central está a minha frente, uma tenda enorme onde diversos curandeiros iam e vinham tentando ajudar o máximo possível de pacientes. Minha sorte foi que não havia fila naquele dia e portanto consegui entrar no local sem mais preocupações.
Deitei em uma maca, diversos semideuses agonizavam, ferimentos profundos, cortes que se estendiam por grande parte de seus corpos e até mesmo amputações feitas para salvar a vida dos jovens. Esperei durante alguns minutos até um seguidor de Asclépio me atender.

- Vamos rápido, o que você está sentindo?- Perguntou. Ele tinha cabelos castanhos assim como seus olhos, seu rosto estava coberto de suor e parceia que ele estava a dias naquele lugar.

- Minha perna e minha costela.- Falei. O garoto levou rapidamente suas mãos ao local, não consegui disfarçar uma cara feia quando ele tocou no corte.

- Sorte sua que e algo simples, só hoje já vi coisa muito pior.- Ele parecia tentar me acalmar. Se retirou durante algum tempo e foi preparar uma leve mistura com ervas e um coisa líquida. Nesse momento uma garota passou por mim sendo carregada por outras duas pessoas. O seguidor de Asclépio voltou.

- É sempre tão animado aqui?- Perguntei com um leve tom sarcástico.

- Ah, é. E a propósito meu nome é James. Melhor se preparar, isso vai arder.- Nem tive tempo de reagir, James esfregou uma mistura pastosa em meus ferimentos. Tive que me segurar firmemente na maca pra não gritar.

- Dom, meu nome é Dom.- Mal consegui falar. Por sorte ele já tinha acabado, não conseguia sentir minha perna.

- Prazer. Agora espere um pouco, temos que costurar isso.- Ele esticou sua mão um pouco e pegou de uma bandeja uma agulha e uma linha para procedimentos médicos. James começou a costurar minha perna de modo rápido e habilidoso. Em pouco tempo ele passou para minhas costelas.

- Você parece que estar aqui a muito tempo.- Perguntei, eu queria manter a conversa para desviar a atenção do que ele fazia. Estava anestesiado, mas a simples visão de minha carne viva não era lá muito bela.


- Na verdade não. Entrei a pouco mais de uma semana, porém, estudava medicina antes de vir pro acampamento. Foi fácil resolver o que fazer para passar o tempo.- Explicou. Enfim suas mãos hábeis terminaram o serviço. - Pronto terminei. Vai ter que esperar cerca de trinta minutos para que o efeito da anestesia passe. Tenho que ir.- Em um salto ele me deixou sozinho novamente e foi atender outro paciente que havia acabado de chegar.

Tentei sair antes do tempo recomendado mas a parte esquerda de meu corpo, o lado ferido, não respondia os comandos de meu cérebro.  O jeito foi esperar. Me perdia nos pensamentos sobre minha família: Minha mãe que nunca me contou sobre minha origem divina, e a morte horrível de meu pai... mas sempre um grito de dor ou a correria das pessoas me traziam de volta a realidade. O tempo já havia se passado, conseguia mover meu corpo mais uma vez, porém a dor também retornou, não tão intensa de fato, porém meio agonizante.
Sai da enfermaria, andei alguns metros até chegar no meu quarto do chalé. Pulo em minha cama e pego no sono a medida que os ferimentos começam a sarar.




Thanks Thay Vengeance @ Cupcake Graphics
Kaine Rembrandt
Filhos de Éolo
Mensagens :
442

Localização :
Onde eu quiser

Voltar ao Topo Ir em baixo

Re: ♦ Enfermaria Central ♦

Mensagem por 090-ExStaff em Qui Mar 06, 2014 12:26 am

†  Enfermaria central †

Dom Demon, o procedimento do tratamento foi bem detalhado, porém devo dizer que houve a presença constante de erros de ortografia, como erros de posicionamento de vírgulas ou a carência destas, ou até mesmo a falta de acentos em algumas palavras... O que eu quero dizer é que seu texto poderia ter uma melhor fluência. Além disso, você misturou alguns tempos verbais, o que também causou certa confusão no momento da leitura. Por tudo isso que falei, segue abaixo sua recompensa:


†  Acréscimos: 40 HP & 40 MP



Thanks Nanda from TPO





Atualização

090-ExStaff
Indefinido
Mensagens :
169

Voltar ao Topo Ir em baixo

Re: ♦ Enfermaria Central ♦

Mensagem por Maxiel T. Angelline em Ter Mar 18, 2014 9:13 pm



I don’t recall.




I


Embora não fosse do seu costume se ferir — afinal, era bastante segura de seus movimentos —, estava sujeita a cometer erros. Era apenas uma prova de que seu antigo treinamento havia acabado cedo demais, ou talvez T tivesse ensinado a ela como errar e só assim poderia compreender o que um deslize pode custar; mas não importava mais o que T queria ou não, era desgostoso lembrar do seu mestre, qual matara a sangue frio em seu último teste.
No entanto, ainda tratando-se das falhas, às vezes o sangue escorria propositalmente, pois derramaria o seu próprio caso o sucesso de seus trabalhos custasse isso, era necessário e ela não tolerava derrotas. Fora o que ocasionara nas escoriações do antebraço, que apesar de superficiais em termos de profundidade, ocupavam boa parte do membro esquerdo, arrastando-se com dezenas de arranhões desde a lateral do polegar até o cotovelo. Além disso havia sido atingida no flanco esquerdo por uma lâmina afiada, e se não fosse a febre que a assolou duas noites antes e a deixou inconsciente, não teria buscado cuidados naquela manhã.
Quíron a fora visitar, como costumava fazer para lhe dar tarefas e missões fora do Acampamento, e a encontrara de forma deprimente, em um estado anormal para uma filha de Quione: quente. A levara imediatamente para a enfermaria central, e seus olhos deram de encontro com olhos ágeis e um semblante sério quando despertou com uma luz batendo contra o seu rosto. Mas quem estava ao lado de sua maca era o enfermeiro de nome Ted Lopux, qual disse:

— Seu braço já foi lavado e está melhorando, apesar de não ter sido muito grave. — Ele não fazia perguntas, o que tornava sua companhia aceitável. — Foi enfaixado, também, como pode notar. No entanto — juntou as sobrancelhas, olhando para a cintura de Thor, e ela, já mais consciente, reparou que estava livre de suas roupas, apenas com uma grande faixa cobrindo seu torso machucado e o busto. E doía. Ela estava acostumada com a dor a ponto de não demonstrar que a sentia, mas não era por isso que deixava de sentir. — Gina teve de ir a enfermaria de um dos garotos para ajudar outro ferido e eu terei de tirar suas faixas e ver como está ficando esse seu ferimento.

Era uma pergunta, ou parecia. Mas também soara como: você tem a opção de não permitir, mas ficará com sua dor.
A verdade é que Thor, assim como na maioria dos aspectos de sua imunda vida, não se importava, não tinha vergonha de mostrar seu corpo. Se outros a viam como objeto de desejo não era do seu interesse, pois ela o usava apenas como uma arma, e assim via-se.
Ela assentiu e virou o rosto, ignorando qualquer sinal que pudesse demonstrar o que Ted pensou com a permissão. Ela sentiu a superfície gélida (e confortável) de uma lâmina sobre a pele, manuseada por mãos hábeis, e ouviu o som do tecido sendo feito em pedaços. Ele sugeriu colocar um pano sobre os seios dela, mas aquilo soara ridículo e ela apenas o fitou até que a ideia fosse dizimada.
Doeu ainda mais quando o vento intruso na tenda da Enfermaria Central atingiu sua pele, mas Ted deu néctar de beber à ela e aos poucos a dor foi apaziguando-se. Ele lavou a ferida e disse:

— Foi uma grande sorte que Quíron a tivesse encontrado — olhou para o rosto dela ainda virado. Quíron havia dito que ela estava desmaiada na floresta, afinal, sua casa era por segurança um segredo dela e do centauro. — Está melhorando, sim. Vou colocar algumas ervas sobre e te dar um pouco de ambrosia, mais tarde um elixir será o suficiente e poderá voltar às suas atividades — aquietou-se de repente e se distanciou, provavelmente buscando as ervas. — Apesar de que nunca tê-la visto antes.

Se esperava por uma resposta, foi em vão. Thor não tinha de dar explicações para ninguém, embora a curiosidade pudesse ser algo perigoso. Não parecia, no entanto, que ele pudesse se interessar pelo o que uma filha de Quione qualquer fazia em seu tempo livre e isto era o suficiente.

Assim como dito por ele, o elixir tinha sido o bastante para que ela se recuperasse. A febre passou e o braço ainda tinha algumas marcas, quais ela guardaria, fosse com orgulho ou não.

Quíron foi mais tarde vê-la, e deu-lhe a missão, depois de notar que a recuperação da loba tinha sido rápida. Deveria ir para Austin.





Maxiel T. Angelline
Filhos de Despina
Mensagens :
26

Localização :
Em todos os lugares e em nenhum.

Voltar ao Topo Ir em baixo

Re: ♦ Enfermaria Central ♦

Mensagem por 083-ExStaff em Qui Mar 20, 2014 9:40 pm

Katherine: Full HP/MP.


~~Tópico Atualizado.
083-ExStaff
Indefinido
Mensagens :
257

Localização :
Olimpo, Palácio de Poseidon, Submundo... Onde der vontade...

Voltar ao Topo Ir em baixo

Re: ♦ Enfermaria Central ♦

Mensagem por Jhonn Stark em Ter Mar 25, 2014 5:48 pm


Healing process:
First time at the nursery
Eu só havia ido para a enfermaria do acampamento uma vez antes, e sentia que dessa vez isso poderia não desencadear muitas outras visitas ao local: Primeiro lugar - eu só havia ido da última vez por que fiquei inconsciente e acordei lá. Segundo lugar - odeio médicos e hospitais. Terceiro lugar - geralmente, por mais cansado ou doente que eu esteja, sempre dou um jeito de fingir que estou bem para não preocupar as pessoas.

Pelo visto isso não se aplica quando se é ferido por um Telquine na praia com um martelo de guerra: Meus braços - principalmente o esquerdo por causa do escudo que usei para barrar os ataques da arma - estavam doendo muito, e eu me sentia esgotado. Sabia que de certa forma, se não fosse lá por conta própria acabaria desmaiando.

Ao entrar na grande tenda posso ver uma garota se aproximando de mim e a reconheço como Natasha, a filha de Apollo que me atendera no outro dia. Ela sorri e me cumprimenta ao chegar perto o bastante.

- Jhonn certo? - Ela pergunta. - Pode me dizer o que está sentindo?

Faço uma rápida descrição de tudo, o mais detalhadamente que posso. Quando termino, Natasha me pede para sentar em uma das macas, e quando o faço ela se afasta.

Espero o que parece ser uma eternidade: "Por que essa demora toda?" começo a me questionar, e quase não percebo a aproximação da curandeira, que segura dois recipientes de vidro nas mãos, como poções.

- Acho que isso deve ser o bastante para ajudar... - diz ela enquanto me entrega os dois para que eu beba o conteúdo dos mesmos.

Não hesito nem um pouco na hora de fazer isso. O líquido da primeira é azedo, estranho; o da segunda é doce, e me lembra algumas frutas.

- Está se sentindo melhor?

Concordo com a cabeça, mas digo a ela que meu braço esquerdo ainda dói. Ela toca o braço indicado, e a dor para em poucos segundos.

- Incrível não é? - Ela fala, sorrindo. - Volte para o chalé e descanse, por enquanto é só.

Agradeço e me retiro da enfermaria, me sentindo revigorado. Talvez eu volte quando precisar, afinal não foi tão ruim como eu esperava.
Jhonn Stark
Curandeiros de Asclépio
Mensagens :
689

Localização :
Acampamento Meio-Sangue

Voltar ao Topo Ir em baixo

Re: ♦ Enfermaria Central ♦

Mensagem por Piotr Abramovich em Dom Mar 30, 2014 2:37 pm


 
I didn't know I was lost


— Acho que dá pra ver o que eu tenho. — respondeu, grosseiro, ao enfermeiro que se dispôs a atendê-lo. 

Calvin fora deixado na enfermaria do acampamento depois de uma noite extremamente difícil, onde tivera um encontro nada legal com a rainha do Olimpo, e, depois, foi atirado em Austin por raivinha da deusa. Ok, normal, claro, para um semideus...

Elizabeth, uma loira meio louca, ladra e filha de um deus que Calvin esqueceu de saber, encontrou-o no Texas e, com uma McLaren roubada, o levou de volta para casa. Depois, despediu-se desajeitadamente e foi embora, deixando o rapaz ferido em boas mãos. 

O curandeiro fez uma cara azeda à resposta de Calvin, mas compreendeu que estar daquele jeito não era nada legal. Além de dores no corpo todo, proveniente da queda, tinha cortes incontáveis, tudo graças ao mundaréu de cacos de vidros que explodiram sobre ele.

Não relutante, então, o enfermeiro conduziu Calvin até uma maca, onde o sentou e pediu para tirar o camisetão cinza todo sujo de grama e terra e esfarrapado. Depois, antes de qualquer coisa, entregou um copinho com uns 50ml de néctar, uma quantidade suficiente para aliviar todos esses problemas físicos que o filho de Héstia enfrentava. 

Calvin suspirou contente depois de ingerir o líquido, cujo sabor era o melhor existente: leite com chocolate. A camiseta já tirada jazia amarrotada num lixo qualquer, já que seu uso era inútil depois de tudo que aconteceu a ela. 

Poucos minutos de conversa e o curandeiro se revelou Caleb, um filho de Apolo. Ficou pasmo ao saber o que levou Calvin àquele estado, mas compreendeu. Se não fosse pelos cuidados que Caleb tomava com seu paciente, limpando os piores cortes com gaze e algum produto que Calvin desconheceu e depois fazendo pontos falsos nesses mesmos ferimentos, sempre cobrindo-os com uma pomada específica.

Seguidamente, após um ligeiro exame feito por um curandeiro mais experiente, foi constatado a quebra de umas três costelas de Calvin, provavelmente em virtude da queda. E, portanto, ele teve o tronco enfaixado depois de comer um pedacinho de ambrósia. 

Nesse meio tempo, Caleb viu o selo em forma de pena de pavão que atravessava verticalmente as costas de Calvin. Preferiu ficar quieto, pois duvidava que a reação do rapaz seria próspera caso não soubesse daquilo. Concluiu, então, que aquele encontro realmente aconteceu e que o ex devoto não foi apenas ferido no momento. Tinha algo a mais, tinha o selo.  

Caleb dispensou o rapaz quando o tratamento do dia teve fim. Recomendou bastante repouso e uma nova visita nos dias seguintes, para ver se a recuperação estava nos conformes.

◊ 
Obs:
De 3 em 3 posts o Calvin perde 27 HP/MP pela maldição "Pena da marcação".

Post 1.

Leveck @ CG | Edited
Piotr Abramovich
Filhos de Héstia
Mensagens :
1349

Voltar ao Topo Ir em baixo

Re: ♦ Enfermaria Central ♦

Mensagem por Luke Scott em Sex Abr 04, 2014 8:14 pm


Healing and recovering


Dia 04/04/2014; 04:01pm.
Abri os olhos lentamente, deixando os raios raios de sol da tarde me cegarem por um momento. Como havia chegado no chalé ao fim da madrugada, acabei dormindo até então. Eu ainda estava exausto por conta da minha última missão, mesmo após esse cochilo diurno. Não falei com ninguém a não ser Elijah sobre o incidente, afinal já havia sido desgastante o suficiente ter de enfrentar um demônio japonês após descobrir que faço parte de uma descendência grega. Eu não precisava prestar esclarecimento a ninguém, quem quer que fosse.

Esfreguei as mãos nos olhos ao me sentar na beirada da cama e logo me levantei, esticando os braços e estralando as articulações para afugentar a preguiça. Já havia adiado uma consulta médica por tempo demais. "Sabe-se lá se essas feridas podem me prejudicar mais tarde", foi meu pensamento de incentivo. Mordi e engoli metade de uma barra de cereal que havia guardado, enquanto colocava meus tênis e uma camisa preta aberta por cima da regata branca que usava.

Caminhando até a enfermaria enquanto olhava distraído as atividades do acampamento, acompanhei todo o desenrolar da passada aventura em meus pensamentos. Esbocei um sorriso discreto pensando na batalha contra o Oni, na ajuda de Elijah, e em todo o drama desenrolado no momento.
Algum tempo incerto depois cheguei ao meu destino: a enfermaria central.

— Boa tarde! — Falou-me uma garota apressada, entregando algumas poções para um outro rapaz. — Vejo que você está realmente precisando de uma mãozinha aí, hein?
Não entendi o que ela quis dizer, até olhar para mim mesmo de cima para baixo. A calça estava esfarrapada nas duas pernas, do joelho para baixo. A camiseta branca que eu usava por dentro quase mudara de cor com tantas manchas de sangue e sujeira. Meu rosto provavelmente estaria abatido e machucado.
— Bom, sim. — Eu disse, sem jeito. — Preciso que me cure, por favor. — Ela limitou-se a sorrir e terminar o que estava fazendo para então voltar-se novamente para mim.

--
A garota já estava cuidando de mim a alguns minutos. Dissera-me seu nome: Gina. Ela passou algumas misturas em meus ferimentos e me fez beber um líquido estranho, mas muito saboroso e refrescante. O efeito era nada menos que maravilhoso, trazendo de volta minha energia e fazendo-me esquecer as dores que antes estava sentindo.
— Dia difícil?
Virei o rosto com um pequeno susto. Estava perdido em meus devaneios e nem notava mais que a curandeira estava me tratando.
— Madrugada, na verdade. Maldita seja a mitologia japonesa.
Ela arqueou uma sobrancelha com meu comentário e soltou uma pequena risada sem interromper seu trabalho. Até que eu estivesse novamente curado, nenhum outro diálogo foi feito entre nós dois.

Depois de alguns longos minutos ela respirou fundo e bateu as mãos, como se expulsasse poeira das mesmas, e falou:
— Pronto, novinho em folha. Troque os curativos a cada doze horas e lave bem as áreas irritadas na pele.
— Obrigado, Gina. — Falei finalmente e ela apenas mexeu a cabeça positivamente em resposta. Virei as costas, indo agora em direção ao meu chalé. Um bom banho e mais algumas horinhas de sono não iriam me fazer mal. Mal esperava para estar novamente disposto e passar toda a minha aventura para algumas folhas de papel.
Luke Scott
Filhos de Tânatos
Mensagens :
158

Localização :
Por aí

Voltar ao Topo Ir em baixo

Re: ♦ Enfermaria Central ♦

Mensagem por 085-ExStaff em Sex Abr 04, 2014 10:23 pm




avaliação




Jhonn Stark — Apenas colocou uma palavra fora do lugar no primeiro paragrafo "...e sentia que dessa vez isso poderia não desencadear muitas outras visitas ao local..." relendo o trecho ficou nítido que foi desatenção e revelou que não era necessário o "não".

Destaco também que empregou a vírgula antes do E que é um conectivo, portanto dispensa a necessidade da vírgula e vice-versa, não seria errado por mas é melhor evitar essas coisas para arrecadar recompensas maiores. Fora isso bom poste, boas descrições e objetivo.

Recompensa: + 90 HP/MP

Calvin Hewitt — Bom post, enrolou um pouquinho mais foi para explicar os ferimentos. Não achei erros, mesma coisa que disse ao Jhonn sobre o E, apesar de não ser norma se exagerar fica ruim mas não foi o caso de vocês.

Achei exagerado a quantidade descrita de cacos de vidros que você disse que o atingiram e também as três costelas quebradas, ao meu ver, isso seria o suficiente para dar muito mais trabalho na hora da cura e até na chegada da enfermaria (isso custou alguns pontos). No mais, belo post, bem construído e explicado.

Recompensa: + 97 HP/MP

Luke Scott — Digo o mesmo que disse ao Calvin exceto o caso do E só que repetiu duas palavras no primeiro parágrafo: "...Abri os olhos lentamente, deixando os raios raios de sol da tarde me cegarem por um..." de fora apenas isso. Parabéns.

Recompensa: + 95 HP/MP

Atenciosamente, capiroto grego.

Aguardando atualização.

valeu @ carol!

085-ExStaff
Indefinido
Mensagens :
169

Localização :
Castelo do Sub-mundo

Voltar ao Topo Ir em baixo

Re: ♦ Enfermaria Central ♦

Mensagem por 101-ExStaff em Sab Abr 05, 2014 7:28 am

Atualizado por Lady Íris

Luke Scott receberá Full HP/MP, já que, com +95 HP/MP, passaria de seu limite máximo de HP/MP, ficando com mais de 180 pontos nesses quesitos.
101-ExStaff
Administradores
Mensagens :
389

Voltar ao Topo Ir em baixo

Re: ♦ Enfermaria Central ♦

Mensagem por Jhonn Stark em Dom Abr 06, 2014 1:25 pm


Healing process:
the bad side of being a demigod - Bruises.
Sigo novamente na direção da enfermaria, mesmo depois de pouco tempo, já estava ferido novamente devido a um único fator: Monstros. Sinto que tenho que treinar mais na arena do acampamento para poder evitar futuros danos permanentes - Um deles bem específico que começa com "M" e rima com sorte.

Estou vestindo uma calça jeans preta e minha segunda camisa do acampamento, visto que a primeira foi rasgada tanto por uma dracaena quanto por mim mesmo para estancar o sangramento de meu braço no treinamento do chalé. A camisa que vestia atualmente também estava rasgada devido ao ataque de uma harpia, cujas garras não cortaram apenas o tecido, deixando três cortes em meu abdome. Francamente, Quíron deve achar que eu rasgo as camisas do acampamento de propósito. Desta vez, caminho sem receio ao entrar na grande tenda, pois percebi que as instalações do acampamento eram diferentes das humanas - Sem cheiro nauseante e pessoas chatas que só querem se livrar logo de você.

Vou de encontro ao primeiro curandeiro que vejo, que se apresenta como Jack; ele também veste o uniforme padrão do acampamento, além de um jaleco branco. Pergunto por Natasha, a filha de Apolo que me atendera da última vez.

- Ela está atendendo um paciente no momento. É um caso meio grave entende? - Ele diz com um suspiro. - Que tal se eu atender você então?

Balanço a cabeça positivamente e me sento em uma das macas enquanto o garoto pede que eu aguarde e segue em direção às prateleiras, pegando alguns de seus ingredientes e indo para outro lugar longe de meu campo de visão.

Depois de alguns instantes ele volta e me entrega os dois recipientes, que reconheço rapidamente como poções. Tomo os dois sem receio algum: primeiro o amargo, depois o com sabor de frutas. Me sinto melhor, mas ainda assim preciso mostrar os cortes feitos pela harpia. Quando os vê ele coloca a mão sobre o lugar, e enquanto faz isso, posso ver os três cicatrizando - Mais um dom incrível dos curandeiros. - Falo que uma dor recente voltou em meu braço esquerdo, e ele coloca a mão lá também, aplicando o efeito anestésico que eu  já presenciei antes.

Me sinto bem melhor, então agradeço Jack e sigo para o chalé, me preparando para mais uma noite ótima e outro dia exaustivo bem próximo...
Jhonn Stark
Curandeiros de Asclépio
Mensagens :
689

Localização :
Acampamento Meio-Sangue

Voltar ao Topo Ir em baixo

Re: ♦ Enfermaria Central ♦

Mensagem por 085-ExStaff em Seg Abr 07, 2014 6:57 pm




just a shot in the dark


Jhonn Stark — Fez um bom post dando uma boa justificativa para voltar a enfermaria. Dessa vez tratou mais em narrar os ferimentos e a cura o que ficou melhor. Não vi erros e joguei no word depois para detectar e fui confirmado. Recompensa completa dessa vez meu jovem. Nada mais..

Recompensa: +100 HP/MP.

ATUALIZADO POR HERMES


Atenciosamente, capiroto grego.

valeu @ carol!

085-ExStaff
Indefinido
Mensagens :
169

Localização :
Castelo do Sub-mundo

Voltar ao Topo Ir em baixo

Re: ♦ Enfermaria Central ♦

Mensagem por Carmine Honeycutt em Dom Abr 13, 2014 5:02 pm



Batmaaaan!

Enfermaria Central

Entrei na tenda arrastando a perna direita, o que deixava meu equilíbrio bastante fragilizado. A dor na região era intensa, o que me impedia de permanecer firme sobre os dois pés. Naquela maneira gozada de andar, me dirigi até uma das macas, sobre a qual me sentei, e esperei pelo atendimento de um enfermeiro. Levou menos de um minuto para que uma garota de idade aproximada à minha viesse ao meu auxílio, sorrindo de um jeito estranho.

— Qual é a sua queixa? — questionou, inclinando-se em minha direção de maneira invasiva. "Espaço pessoal, argh", pensei, mas a dor falou mais alto que o incômodo, então tratei de responder.

— Minhas costas doem, minha perna também. — disse, inclinando-me para trás na intenção de aumentar o espaço entre nós. Fiz uma careta de dor, incomodado pelo movimento.— E tem esse corte na bochecha. — virei a cabeça ligeiramente pro lado, exibindo o pequeno rasgo abaixo do olho esquerdo.

— Certo. — a enfermeira tocou minha bochecha com uma intimidade que não tínhamos, e analisou o corte mais de perto, o que me deixava cada vez mais desconfortável. Depois, baixou a mão em um tapinha sobre meu ombro. — Tire a camisa, vamos ver essas costas.

Estranhei o pedido de imediato, o que ficou claro pela curva acentuada que minhas sobrancelhas ganharam. Ignorando minha expressão, a garota me induziu a obedecer com um projetar do queixo. Contrariado, tentei despir o uniforma laranja do acampamento, mas fui impedido no meio do processo por uma fisgada muito da dolorida nas costas. Me refreei rapidamente, com um protesto de dor.

— Assim está bom! Aguenta aí. — a enfermeira contornou maca apressadamente, e tratou de avaliar o enorme hematoma em minhas costas com bastante atenção. Hora ou outra, ela pressionava algum ponto que me fazia cerrar os punhos de dor. Um minuto mais tarde ela baixou minha camisa cuidadosamente e voltou para minha dianteira, sorrindo daquele jeito suspeito. — Agora vejamos essa pern...

— Eu não vou tirar a calça! — eu a interrompi com a exclamação, receoso quanto ao que ela sugeriria em seguida. — Caham, digo... Minhas pernas nem doem tanto assim.

Ela pareceu aborrecida com minha reação — que por sinal fui péssimo em tentar disfarçar —, então baixou o olhar e me deu as costas, dirigindo-se à estante de medicamentos posicionada paralela à cama. Voltando de lá, ela trazia um potinho que continha o que reconheci como ambrósia, a comida dos deuses, e, na outra mão, um band-aid do Batman.

Enquanto eu me deliciava com um tablete de ambrósia, que para mim manifestava o sabor de batata frita com ketchup, a enfermeira colou o band-aid ilustrado com exímio cuidado no corte em minha bochecha. A sensação de calor, bem-estar e euforia proporcionada pelo alimento divino, aos poucos, reduziu as dores em minhas costas e perna o suficiente para que eu me pusesse firme sobre os dois pés.

— Você ficará bom nas próximas horas. — ela anunciou quando me levantei, um pouco desconsertada.

— Obrigado. —  dei-lhe um desajeitado beijo na bochecha, um pedido de desculpas pelo meu comportamento ríspido, e deixei a tenda em passos apressados, ainda mancando um pouco, temendo pela sua reação.


Carmine Honeycutt
Filhos de Herácles
Mensagens :
76

Voltar ao Topo Ir em baixo

Re: ♦ Enfermaria Central ♦

Mensagem por 078 - ExStaff em Dom Abr 13, 2014 5:14 pm

Hunter - HP/MP Full

Atualizado.
078 - ExStaff
Deuses
Mensagens :
695

Voltar ao Topo Ir em baixo

Re: ♦ Enfermaria Central ♦

Mensagem por Arlen Weizsäcker em Sab Maio 03, 2014 10:34 pm


Enfermaria central
Awaiting the fate act



Levantei-me cedo, Florean estaria me esperando em frente à enfermaria. Talvez eu passasse para visitar Gina e receber um pequeno tratamento. Talvez.
Peguei meu casaco; fazia frio naquela manhã. Farming pendia em meu pescoço, em forma de medalhão e Corn em meu braço, camuflada como pulseira. Resolvi pegar Seed e levar também, eu iria logo depois para a floresta com a ninfa, quem sabe eu poderia usá-la.
Após me arrumar, saí de meu chalé. Havia deixado meu cabelo um pouco desarrumado propositadamente (ou seria a mesma preguiça de sempre?). Usava uma calça jeans um pouco desbotada e meu sapatênis favorito.
Senti uma lufada de vento em meu rosto, inspirei fundo e senti os típicos cheiros do acampamento: os morangos já maduros nos campos, as flores cultivadas em meu chalé, os feitiços errados dos filhos de Hécate que fediam a pum... Adorava aquele lugar nada típico.
Caminhava rapidamente em direção às enfermarias. Aliás, qual o motivo da ninfa ter escolhido encontrar-se comigo em frente à enfermaria central? Bom, sabendo ou não o motivo, eu iria de qualquer jeito.
Ainda me lembrava de meu encontro com Hécate na enfermaria no verão passado. Ainda me intrigava com aquilo, eu quase morrera para salvar um filho dela, Drew, e ela veio me dar uma bronca... Esperava agradecimentos, mas não resolvi dizer nada, ela poderia me transformar em algo indesejado.
Finalmente havia chegado ao meu destino, mas nenhum sinal de Florean. Onde estaria ela?
Ouvi barulhos vindos da enfermaria; será que ela havia entrado? Puxei Farming e a transformei em foice, entrei calmamente na enfermaria. Poderia encontrar qualquer coisa, cuidado no camp nunca era demais.
Me aproximei mais, os barulhos eram risadas. Mas não fora aquilo que eu ouvira antes.
Abri a porta e tive uma surpresa. Uma série de frascos de vidro estava caído no chão, Gina estava recostada numa bancada e ria freneticamente. Florean estava deitada numa maca, também com um ataque de risos. Qualquer coisa que tivesse acontecido, parecia ser hilário.
"Ahn, estão bem?" Indaguei ainda da porta.
Gina parecia estar tentanro recuperar o fôlego, estendeu uma mão no ar e comprimiu a barriga com a outra; ainda não parava de rir. Comecei a me preocupar, até que ela pareceu parar um pouco.
"Nós... nós estamos ótimas" Disse ainda quase que sem fôlego.
"O que aconteceu?" Tornei a perguntar.
"A Flo que derrubou tudo o que tentou carregar, depois que eu contei uma piada. Fora que ela derrubou um frasco com gás inebriante." Explicou a enfermeira.
"Mas então, veio tratar seus ferimentos?" Continuou ela.
"É... Na verdade vou aproveitar para me tratar." Respondi.
Direcionei-me para uma das macas e me sentei. Florean já parecia bem mais calma. Vi Gina deslizar habilmente pela enfermaria, desviando os cacos de vidro e coletando frascos. Por fim, pegou um pequeno frasco e me entregou.
"Beba" dissera ela.
Abri o frasco e cheirei; não era nada natural a ponto de que eu soubesse de qual erva se tratava. Bebi num só gole. Instantâneamente a bebida me revigorou, senti um gosto de chocolate quente - a minha bebida favorita.
"Isso era néctar? Estava tão... diferente." Indaguei à Gina. Ela sorriu, achei que fosse ter outra crise de riso, mas apenas parou e me explicou que era sim néctar, mas com outra aparência.
"Sente-se melhor?" Perguntou-me Florean.
Havia me esquecido da sua presença ali.
"Muito." Respondi-lhe.
Levantei, fiz Farming voltar a ser medalhão e me direcionei à porta.
"Obrigado, Gina." Disse eu saindo mais uma vez da enfermaria. Naquele momento eu me perguntara quantas vezes eu ainda iria ali. Voltar lá seria bom, pois seria um sinal de que sobrevivi a um combate, mas também significaria mais uma luta. Então, acho que voltar não seria tão ruim; ao menos seria menos pior que não voltar...


Arlen Weizsäcker
Filhos de Nêmesis
Mensagens :
483

Localização :
Los Angeles

Voltar ao Topo Ir em baixo

Re: ♦ Enfermaria Central ♦

Mensagem por 078 - ExStaff em Seg Maio 05, 2014 10:29 am

Benjamin Grunnt McOnely: HP/MP Full.

Atualizado.
078 - ExStaff
Deuses
Mensagens :
695

Voltar ao Topo Ir em baixo

Re: ♦ Enfermaria Central ♦

Mensagem por Meredith H. Wermöhlen em Sab Maio 24, 2014 1:53 pm

BITCH, THE QUEEN

Tudo pintara-se de vermelho. Aquele tom escarlate vivo, como sangue escorrendo por um ferimento profundo. O mesmo tom assumira a íris da semideusa, rubro, como o batom em seus lábios. A dor apertara-se em sua cabeça, latejando como se levasse pancadas consecutivas. Não mexia-se. A dor piorava caso o fizesse. Apenas deixava-se ser levada por quem quer que fosse. Apenas tinha vislumbres do rosto pálido e firme do rapaz. Não sabia quem era, e talvez nunca soubesse. Cerrou os olhos, e apagou.

[...]

— Coloquem-na aqui. — A voz masculina acordou a filha de Melinoe de seu sono forçado. Seus olhos abriram-se e perscrutaram a sua volta. Não estava mais no parque, e restauraram-se as cores diferentes do vermelho. — Ah! Acordou! Vai facilitar o trabalho. — Meredith olhou ao redor. Estava de volta ao Acampamento, especificamente, à Enfermaria Central. O rapaz debruçava-se sobre seu corpo pseudo inerte sobre a maca, os olhos escuros fitando-a com o grau de preocupação que cabe aos médicos do acampamento. — O que houve, mocinha? — Meredith contorceu-se na maca. Tentou levantar-se, mas a dor na cabeça voltou com uma explosão latejante, e foi obrigada a permanecer em repouso.

— Não preciso de ajuda. Eu só quero voltar para aquele lugar e me vingar de todos aqueles filhos da puta. — A dor distorcia sua linha de pensamento, a voz saía com um tom grogue e tudo ao seu redor girava. — Que merda!

— Não vai sair daqui até ser curada. — Um suspiro escapou do rapaz, e ele sentou-se ao lado da maca, mexendo em alguns frascos que repousavam sobre um criado-mudo. — Pode começar a falar.

O nariz de Heath torceu-se num ato de desprezo, hesitando por uns segundos. Não sairia de lá, mesmo, e, por fim, cedeu. — Dei uma saída desse local, só pra evitar a mesmice de sempre. Fui ao parque em Nova York, e acho que fui vítima de algum monstro. Deve ter colocado algo no meu suco, e eu desmaiei justo quando tudo começava a ficar quente. — Ela riu. Um riso fraco, com escárnio. — Devo ter levado uma pancada na cabeça para compensar minha total falta de descuido.

Um "hum" de ponderação foi sussurrado pelo moreno, enquanto o mesmo fitava-a de soslaio. Suspirou, por fim, e abriu um dos frascos que manuseava por entre os dedos da mão direita com maestria. — Tome isto. Vai fazer você vomitar as toxinas que ingeriu. E... isto. — Jogou para a semideusa um comprimido pequeno, e encheu um copo com água. — Vai fazer sua dor de cabeça diminuir até sumir. Mas precisará ficar em repouso. Sugiro que vá direto para o chalé após tomar os medicamentos. — Jogou uma piscadela para a filha de Melinoe, levantou-se e dirigiu-se para mais dentro da tenda da enfermaria. Heath revirou os olhos, jogando o comprimido para dentro da boca e engolindo-o sem precisar da água. Esperou uns momentos, fitando o teto da tenda, e emborcou o líquido do frasco na boca. Sentiu o gosto ardente descer-lhe queimando pela garganta, antes de sentir o gosto agridoce do remédio. Não identificou nada de especial. Permaneceu ali por mais um tempo, até que não sentisse a sua cabeça explodir a cada movimento brusco. Depois, saiu depressa. Chalé? Claro que não.

OIÊ:
Desculpe qualquer coisa. Eu 'tô postando pelo celular — meu computador quebrou — e por isso sai esses post's lixosos. Mas enfim, é isso. -q
© rufo from tpo
[/b]
Meredith H. Wermöhlen
Filhos de Melinoe
Mensagens :
896

Localização :
Ahn...?

Voltar ao Topo Ir em baixo

Re: ♦ Enfermaria Central ♦

Mensagem por 078 - ExStaff em Dom Maio 25, 2014 7:53 am

Meredith: HP/MP Full.
078 - ExStaff
Deuses
Mensagens :
695

Voltar ao Topo Ir em baixo

Re: ♦ Enfermaria Central ♦

Mensagem por Caitlin Sternefeld em Dom Jun 08, 2014 12:46 pm




Enfermaria, bitch




Eu era tão sortudo quanto alguém que passa por baixo de uma escada enquanto segura um gato preto, logo após quebrando uma série de espelhos. Sim, eu sou supersticioso.
Um dia na forja e já me arranjam briga, puft. Sem falar que brigar ali foi exaustivo demais. Além do que eu não sabia brigar... Já pode prever o resultado.
Greg, meu meio-irmão, disse que eu deveria ir para a enfermaria recuperar-me dos ferimentos causados pelo filho de Hermes na briga de mais cedo. Os ferimentos eram um tanto quanto grave, por isso não me demorei a ir.
As tendas não eram muito longe, bastava eu não me meter em mais nenhuma encrenca - o que estava tornando-se difícil - que não desmaiaria a caminho do local. "Não me meter em mais nenhuma encrenca", nunca me imaginei pensando algo do tipo, era pacato demais para aquilo.
Avistei as tendas brancas bem de longe, brilhando ao sol. Perguntava-me se aquele brilho dourado tinha algo em comum com os filhos de Apolo, grande maioria dentre os curandeiros. Tendo ou não tendo, aquilo brilhava. Lembraria de perguntar para o enfermeiro, ou para a enfermeira, que me atendesse sobre aquilo.
Cheguei ao local, entrei e observei uma garota ruiva, fazendo um curativo na perna de um garoto de cerca de dez anos. Olhei bem para ele, imaginava como fora a vida daquele garoto, todos os perigos que passara para chegar ali. E ainda lamentava a minha branda chegada ao Acampamento...
A ruiva deu um sorriso e um tapinha no joelho do garoto, ajudando-o a levantar-se. Dizia algo que eu não conseguia ouvir para o menino e em seguida fez menção para ele sair. Afastei-me, pois se não o fizesse o garoto não passaria.
— Atacado por uma harpia. — Disse ela, pondo as mãos nos bolsos da calça.
Demorei um pouco para perceber que ela falava do garoto, além de perceber também que olhava-a fixamente. Corei, obviamente.
— Não está aqui há muito tempo, mas já veio umas três ou quatro vezes. — Continuou ela.
Mesmo de longe eu sentia seu olhar sobre mim, olhando meus ferimentos. Aquilo era comum nos Curandeiros de Asclépio que me atendiam no Acampamento, ao longo dos dois anos... Nunca fura atendido pela ruiva, lembraria se tivesse acontecido.
— Não vai entrar? — Disse ela sorrindo. E de mim, não comigo.
— Ah, claro. É, vou sim. — Esse era o conhecido efeito "ruivas", abobalhava-me facilmente.
Entrei na enfermaria e direcionei-me à maca mais próxima da porta, na qual sentei. A curandeira chegou perto de mim, observando o corte em meu braço. Não parecia tão profundo, mas ainda assim doía. Examinou o corte em meu peito — este mais sério — e por fim o arranhão em meu rosto.
Não sabia o significado dos sons que ela fazia (nem bem sei como descrever aquilo), mas eram hilariantemente estranhos. A cada toque que dava próximo aos ferimentos, aos quais eu respondia com gemidos de dor, emitia um som diferente. Após examinar todos e perguntar se havia mais algo que me incomodava, dirigiu-se às prateleiras da Enfermaria Central, buscando ervas. Pegou um recipiente e macerou-as, pegando um pouco de gaze. Após o prepraro do condimento, aplicou-o sobre meu peito e enfaixou o mesmo, distanciando-se mais uma vez.
A aquela altura eu já estava deitado na maca, olhando para o teto. Tamborilava impaciente os dedos no acolchoado enquanto ouvia ela remexer ainda mais nas prateleiras.
Voltou com um frasco com algo dourado dentro, deveria ser néctar. A bebida dos deuses tinha o poder de curar ferimentos quando ingerida na dose correta, acima disso queimava quem o tomasse. Era realmente aimador tomar algo o qual você sabe que pode te matar, não acha?
Pediu que eu abrisse a boca para que ela derramasse o líquido e eu o fiz. Eu já sabia o gosto, havia tomado tantas vezes... Chocolate quente. Amava aquilo, mesmo sabendo que não tratava-se de minha bebida favorita.
— Terminou? — Perguntei assim engoli todo o líquido.
— Calma, apressadinho. Qual o motivo da pressa? Medo de mim? — Falou ela, sorrindo um pouco.
— Imagina... — Disse eu, sentando-me na maca.
— E respondendo a sua pergunta, está liberado. E espero que não volte mais. — Comentou ela entre risos.
Como sempre, demorei um pouco para assimilar a informação. Ela me queria longe dali, pois se eu voltasse seria para curar-me novamente, o que significava meter-me em confusão.
Sorri e acenei para ela com a cabeça, quase esbarrando na porta. Passando a mão por meu braço, percebi que o ferimento havia fechado-se, ficando apenas uma fina linha de expressão em seu lugar, bem como o ferimento superficial da minha bochecha havia sumido. Apenas o peito incomodava um pouco, mas passaria logo.
Assim qus pus os pés fora da tenda lembrei-me do brilho, o qual perguntaria o motivo à garota ruiva que eu nem mesmo sabia o nome. Não voltaria para perguntar.


Template roubado do capiroto grego -q
valeu @ carol!

Caitlin Sternefeld
Filhos de Hefesto
Mensagens :
71

Voltar ao Topo Ir em baixo

Re: ♦ Enfermaria Central ♦

Mensagem por Conteúdo patrocinado Hoje à(s) 11:11 am

Conteúdo patrocinado

Voltar ao Topo Ir em baixo

Página 6 de 19 Anterior  1 ... 5, 6, 7 ... 12 ... 19  Seguinte

Ver o tópico anterior Ver o tópico seguinte Voltar ao Topo

- Tópicos similares

Permissão deste fórum:
Você não pode responder aos tópicos neste fórum