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♦ Enfermaria Central ♦

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♦ Enfermaria Central ♦

Mensagem por 075-ExStaff em Sab 16 Fev 2013, 22:18

Relembrando a primeira mensagem :



♦ A Enfermaria Central!


Uma das maiores tendas que havia no Acampamento. Ficava ao lado da tenda da curandeira-mestra, Kristy, e em sua totalidade, um brilho dourado irradiava de sua estrutura. Sobre a sua porta, foram esculpidos em bronze os símbolos dos Curandeiros. Ao adentrar no local, podia-se ver ao menos cinco estantes cobrindo ambas paredes laterais, cheias de ingredientes para poções, líquidos e ervas finas e medicinais. Ali, também, estendia-se uma fileira de macas, em torno de 10, o que apontava que apenas 10 pacientes poderiam ser atendidos por vez.
Dois Curandeiros, um chamado Ted Lopux e um uma garota com o nome de Gina Rockwell atendiam todos os pacientes, sendo extremamente ágeis e rápidos em seus atendimentos.



♦ Como funciona a Enfermaria Central?


De acordo com as necessidades do fórum, foi decidido que criaríamos uma enfermaria central para atender os feridos que costumam demorar para serem atendidos nas demais enfermarias e, também, para não sobrecarregar mais os nossos curandeiros.
A Enfermaria Central, como dito no post, comporta por vez 10 Campistas, ou seja, caso não haja uma atualização rápida dos personagens, o décimo primeiro postador irá ser considerado inválido, ou seja, seu post será ignorado.
A recuperação de HP e MP irá variar de acordo com a qualidade do post do usuário, sendo que a quantia mínima é de 0 (para posts considerados totalmente fora do padrão, com uma quantia de erros de escrita acima do normal) e a máxima é de 150 (para posts considerados excelentes, com nenhum ou pouquíssimos erros de escrita). É permitido apenas um post por atualização. Não um post por dia, nem por semana, mas sim por atualização.
As narrativas são on, ou seja, você terá de narrar que entrou na enfermaria e falou com um dos nossos dois curandeiros NPC's. Por fim, será avaliado e curado com a pontuação que merece.
075-ExStaff
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Re: ♦ Enfermaria Central ♦

Mensagem por Noah G. Kalömoseuz em Sex 31 Maio 2013, 23:26




Enfermaria...


E você é algum médico, para ficar falando essas coisas?

Berrou quando seu irmão mandara-o ir à enfermaria. Desde sua infância, Noah adquirira uma aversão a médicos e hospitais e todo o resto relacionado a isso. Mas talvez, naquele dia, tivesse realmente que ir lá. Passara os últimos três dias numa missão em Washington e, digamos, não foram os melhores ou mais fáceis dias de sua vida. Além disso, sua cabeça quase explodira de tanta informação que recolhera sobre sua provável família.

Vamos Noah, sua cara está péssima, e você não levanta dessa cama há quase doze horas...

Achei que já estivesse acostumado com minha relação com a Sra.Cama. ▬Disse Noah sorrindo enquanto puxava o travesseiro para mais perto. ▬E, olhe, sem ferimentos. Deixe-me aqui, quem sabe mais algumas horas dormindo e eu fico ótimo de novo?

***

Eu te odeio.

Noah finalmente cedera aos pedidos do irmão. Não sabia o que era pior, as dores que tentava ignorar ou o irmão gritando em seu ouvido: “Vá para a enfermaria. Vá para a enfermaria.”. Seu irmão empurrava-o pelas costas, o incentivando a continuar caminhando. Passada a ala dos chalés, tanto a principal quanto a dos deuses menores, um pouco mais a frente, Noah já avistava as enfermarias.

Seu meio-irmão direcionou-o para umaa enfermaria bastante movimentada, por assim dizer. Subiu os olhos rapidamente e avistou um símbolo que lembrara ter visto em algumas ambulâncias ou hospitais na sua cidade. Pela quantidade de pacientes que saiam e entravam do local, os curandeiros de lá deveriam ser ótimos, ou no mínimo bastante rápidos. Mas isso não aliviava a tensão do garoto. Respirou fundo quando um curandeiro se dirigiu até ele e falou, rapidamente:

Nem pergunte qual meu problema, na verdade eu não tenho nenhum, só vim aqui por que meu meio-irmão me obrigou, ele acha que só porque fiquei três dias numa missão, batalhando contra monstros e semideuses, eu preciso de ajuda▬respirou vagarosamente, recuperando o fôlego, e continuou: ▬ Louco não? Falei muito rápido? Estou meio nervoso. Quente aqui né?

Noah balbuciou a última frase. Por um instante viu a enfermaria girar e parar de cabeça para baixo. Pôs a mão na cabeça e repetiu para que ficasse bem claro:

Eu estou bem!

Ah claro! ▬Disse o curandeiro, analisando o corpo do garoto dos pés à cabeça. ▬Primeiramente... Ted, muito prazer. E não se preocupe, não a nada o que temer...

Eu não estou com medo, só... um pouco... Não estou com medo!

Tudo bem, só acomode-se▬disse Ted, indicando-o a maca logo atrás dele.

Apesar das mãos e pernas trêmulas, Noah seguiu até a maca e sentou-se. Ted seguiu até ele e examinou-o ▬olhos, boca, respiração batimentos cardíacos, como se isso tivesse alguma importância.

Dores? ▬ Perguntou Ted enquanto dirigia-se a uma pequena mesa onde havia diversas plantas e potes e pás pequenas, além de alguns outros instrumentos medicinais.

Como eu já disse, estou ótimo. ▬Mentiu Noah. No mesmo instante, a cabeça latejou, e ele gemeu baixo, quase inaudível. ▬Minha cabeça, apenas... E meus braços. E minhas pernas. Nada demais.

Ted retornou para próximo dele, segurando em uma das mãos um pequeno recipiente de argila, onde dentro havia um líquido transparente e alguns pequenos ramos. Noah não sentira nenhum cheiro; nenhum que o incomoda-se. O curandeiro ofereceu-lhe o tal pote. Relutante, Noah ergueu a mão, e com os dedos abraçou o recipiente. Aproximou-o do rosto e analisou o líquido por alguns instantes.

Beba, irá se sentir melhor logo após▬disse Ted, com o tom calmo e paciente, como todo médio ou curandeiro deveria ter. ▬Realmente, você ao tem nada demais, apenas cansaço, físico e psicológico. As dores que está sentindo são comuns dores musculares. A dor de cabeça provém do cansaço, também. Agora, beba.

Suspirou, dirigindo o recipiente até a boca, despejando, logo depois, o líquido na boca. O gosto fora inicialmente doce, mas, conforme descia-lhe a garganta, tornava-se mais e mais amargo. Pôs a língua para fora, apertando os olhos. Ted o olhara, talvez pensando o quanto era ridículo um garoto daquela idade temer algo tão normal quanto ir ao médico.

Prontinho▬finalizou Ted. ▬Caso não melhore até amanhã, retorne e eu mesmo o analisarei novamente, o.k.?

Espero que não▬sorriu Noah, levantando-se da maca. ▬Mas enfim, obrigado por tudo e até mais. Não tão cedo assim.


Ψ Itens Levados Ψ

{Atlântis} / Corrente [Corrente de 2,7 metros feita de rochas oceânicas. Quando em repouso transforma-se em uma braçadeira feita de courina de Hidra. Restabelece 5% da energia, uma vez em qualquer ocasião. Quando manipulada pelo seu dono, está vos dá dons aprimorados sobre a água] {Oricalco, Couro de Hidra} (Nível Mínimo:1) {Controle sobre a Água/Ofensivo e Defensivo} [Recebimento: Presente de Reclamação de Poseidon]





Noah G. Kalömoseuz
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Aqui, ali, acolá. -q

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Re: ♦ Enfermaria Central ♦

Mensagem por Ivy D. M. Allen em Sex 31 Maio 2013, 23:29


Enfermaria



♦ The Beautiful Hunter of Ártemis ♦


Levantei-me cedo já tonta, pensei então na enfermaria, eu acho que tinha essa necessidade de ir para lá, eu tinha alguns arranhões que conseguira quando tentei manusear minha espada dentro do chalé. Eles não estavam cicatrizados ainda, e eram apenas arranhões. Fui para a enfermaria, mancando torci meu pé ontem a noite, eu estava no último estado, não imagino como conseguira tantos ‘presentinhos’ em uma noite, pois bem adentrei a enfermaria onde pude ver Gina, uma enfermeira por assim dizer.
- Olá, como vai?
- Muito mal, dores nas costas, ainda torci meu pé e alguns arranhões.
Disse a ela com um olhar inquieto, ela observou-me atentamente como quem acha que eu tentei me matar.
- Certo, vou pegar uma pomada e vamos ver o efeito que ela vai ter, só um segundo.
Ela saiu em direção ao um armário com alguns frascos e alguns potes. Dele ela tirou um pote e veio em minha direção.
- Onde estão os arranhões?
Mostrei para ela os arranhões que tinha feito no meu braço, ela abriu o pode e passou a pomada, pediu que eu esperasse alguns minutos e eu esperei. Passado 5 minutos ela voltou-se contra mim e mostrou-me que os arranhões haviam desaparecido.
- Ok, o que é mais?
- Pé torcido e dor nas costas.
- Bem isso ai é bem simples, só se deite, seu pé vai parar de doer assim que você estiver relaxada, fique um pouquinho ali.
Ela mostrou–me uma maca onde deitei-me e relaxei, acabei cochilando um pouco e quando acordei ela estava atendendo um paciente, dirigi-me silenciosamente para a saída e fui para meu chalé, certa de que minhas dores haviam passado.




Ivy D. M. Allen
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Enfermaria central

Mensagem por Lucas H. Thompson em Dom 02 Jun 2013, 22:08

Depois de uma cansativa missão, fui desginado para outra, com passos rápidos entrei na enfermaria, mesmo com poucos ferimentos, pedi para ser atendido, pois eu precisava estar em boa forma para a missão, pois alguns machucados podiam atrapalhar muito o meu sucesso na missão.
Esperei por um tempo e rápidamente fui atendido.
-Oi, oquê quer?-Disse um garoto.
-Um check-up por favor e quem é você?-Respondi.
-Ted Lopux. -
Ted era um garoto loiro, alto e bronzeado, ele foi em direção a um caldeirão, preparou uma poção, e disse:
-Enquanto fermenta deixa eu fazer a checagem. -
Ele pegou uma faca e me furou no braço.
-Ai, isso dói-Eu disse.
Ele ignorou o que disse, e um pouco de sangue saiu do furo, ele o pegou com algodão e colocou na poção.
Ele disse:
-Agora começaremos com seu check-up, por favor, tire a camisa.-
Tirei a camisa, eu estava com cortes no peito.
Ele olhou com espanto e disse:
-O quê fez isso?-
-Cão infernal...-Eu disse cabisbaixo
-Você teve sorte, podia ter morrido por alguns milímetros.-
-Eu sei...-
Ele pegou um curativo e colocou sobre meu ferimento, recitou alguns encantamentos e logo cicatrizou.
Ele tirou o curativo e me deu a poção.
-Beba. -
Bebi a poção, tinha um gosto ruim, mas logo me senti bem.
-Para o quê serve essa poção?-Perguntei.
-Para não sentir a dor disto.-
Ele colocou uma agulha em meu calcanhar, e logo um líquido roxo saiu.
-O quê é isso?-Perguntei.
-Veneno de hidra.-
-Como soube?-
-Eu vi.-
Agradeci Ted e saí da enfermaria.
Lucas H. Thompson
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Re: ♦ Enfermaria Central ♦

Mensagem por 072-ExStaff em Qui 06 Jun 2013, 12:46


Atualização { Ψ }


Hayley Dare + 40 HP/ MP;

Aleksander M. Köller + 40 HP/MP;

Zateus Lovergood Post desconsiderado; o campista já apresenta HP e MP full;

Robert Downe Post desconsiderado; o campista já apresenta HP e MP full;

Nicole Satchwell + 65 HP/MP

Bryan F. Montecchio + 60 HP/MP

Noah G. Kalömoseuz + 60 HP/MP

Marin Fabres + 30 HP/MP

Luan M. Spark + 15 HP/MP






HP/MP dos campistas foram arrumados de acordo com a regra de Vida e Energia do Fórum;
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Re: ♦ Enfermaria Central ♦

Mensagem por Nicole Satchwell em Sab 08 Jun 2013, 22:43


Nicole Satchwell:: Em busca da cura

- Ming! Ming! - eu sai do anfiteatro furiosa e chamando. O sátiro danado tinha me metido em um grande problema, quase que morro enfrentando um cão infernal e com um braço imobilizado... Ele tinha aparecido todo pedinte no chalé e me convenceu a ir para o anfiteatro, era um... safado.

Eu o procurei por longos minutos em quase todos os lugares que ele poderia estar, conhecia quase todos. O encontrei escondido por debaixo de uma mesa no refeitório. O covarde tremia, imaginava que eu estava furiosa e estava certo. Ele me olhou com um olhar temeroso, sabia que eu queria dar uns bons sopapos nele... Eu até daria, essa era minha maior vontade, mas estava exausta, dolorida e com um arranhão nas costas que ardia. Suspirei ruidosamente e me sentei em um dos bancos de uma mesa qualquer.

- Saia daí, é a mesa dos filhos de Apollo. - disse Ming, ainda debaixo da mesa. No mesmo instante me levantei rapidamente, em puro reflexo. Ele riu e finalmente saiu de seu 'esconderijo'.

- Vou para a enfermaria graças a VOCÊ. - disse dando ênfase na última palavra e encarando o sátiro, que abaixou seus olhos, visivelmente arrependido.

- Desculpe, eu não sabia a quem recorrer. Você é uma das poucas pessoas em que confio aqui e foi a primeira que pensei em chamar.

Eu amoleci no mesmo instante com aquelas sinceras palavras, poderia iniciar uma discussão, mas a vontade tinha desaparecido e a dor de todos os ferimentos acumulados me venceu. Apenas suspirei e me virei na direção de uma saída qualquer, tentando me manter forte e ir para a enfermaria.

- Calma, coma umas comidinhas especiais. - ele disse impedindo que eu desse mais um passo e me entupiu de um monte de coisa, mas no final ainda queria ir para a enfermaria, não tinha me convencido de que tudo aquilo me curaria. Eu fui e Ming me auxiliou.

Chegamos ao local e ele demonstrou estar super preocupado, insistiu que eu fosse atendida logo. Pareceu um louco rodopiando e implorando incansavelmente para os curandeiros presentes. Pedi para que parasse, haviam muitos campistas feridos e que chegaram antes de mim, mas o sátiro era insistente. Desisti de falar, deixei que fizesse o que quisesse. Não demorou mais de cinco minutos e a curandeira que havia me atendido no dia anterior chegou ao meu lado.

- Se envolveu em mais brigas? Que encrenqueira.- ela disse, com um olhar de desaprovação, estava pronta para me dar sermões, eu senti. Apenas dei um gemido meio choroso e escondi meu rosto o encostando na parede.

- Vamos ver o que aconteceu.

Eu me levantei, indo na direção da maca e me sentando de costas para ser examinada. Ela me examinou, vendo a ferida do cão perguntou.

- Cão infernal de novo?

Apenas balancei a cabeça positivamente. Ela pegou uma pasta, levantou minha blusa e passou. Instantaneamente senti um alívio e a pele pareceu começar a se curar.

- Tem que ter cuidado com inflamações e infecções, mas se cuidar vai cicatrizar em menos de dois dias.

A senti andando por trás de mim, mexendo em algumas coisas, por curiosidade eu olhei e a vi mexendo em alguns potes e frascos, ela me trouxe um comprimido.

- Abra a boca.

Eu abri e senti aquele comprimido gelatinoso aos poucos se desfazendo. Era gostoso.

- Vai afastar a dor. - ela disse.

- Estou precisando. - disse e abaixei a cabeça.

- Como está o braço?

Suspirei.

- Bom, não incomoda muito, mas é chato...

- Logo estará curada. - ela piscou sorrindo. - Já pode ir, mas cuide-se, vá sempre ao refeitório. Volte daqui a cinco dias e mantenha-se longe dos monstros, de qualquer monstro.

Ming se pôs entre nós duas e me ajudou a levantar.

- Ela vai se cuidar, eu vou estar ao lado dela.

Eu ri disfarçadamente, Ming dizendo isto? Justamente ele? Sem condições, mas fiquei calada. Saímos da enfermaria sem muitas palavras, o sátiro estava claramente se sentindo culpado, eu apenas me concentrava num pensamento que invadiu minha mente, eu queria minha avó para cuidar de mim...

• ação buscando cura • local enfermaria central • música Lost Puppy • notas Sai pra lá, cão


• Filha da Lua | Filha da Noite | Filha de Selene •
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Re: ♦ Enfermaria Central ♦

Mensagem por Jonas W. Harris em Dom 09 Jun 2013, 17:41


♈ EXTREME FIRE


 
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Saí da floresta com a espada em mãos. O corte nas costelas latejava, eu estava muito cansado. Passei pelo chalé e deixei minha mais nova arma no baú de armas, em seguida parti em direção a enfermaria.
Entrei no incrivel estabelecimento e me sentei em uma maca vazia, aguardando que alguém me atendesse. Não demorou mais que uns cinco minutos e um curandeiro chegou até mim:
— Batalhas? — perguntou ele enquanto examinava o corte no toráx.
— Exatamente.— respondi com uma certa tristeza na voz.
— É apenas esse? — perguntou ele limpando o ferimento com um pano.
— Tem um na perna também. — desci da maca e mostrei o corte do lado da minha coxa.
— Tudo bem. Vamos tratar disso.
O curandeiro pegou algumas ervas que havia na bancada e colocou sobre o ferimento na perna, que era o mais leve, depois enrolou um tipo de facha para que as ervas não saíssem do lugar.
— Esse é mais simples, irá cicatrizar rápido, porém o das costelas está mais grave. Vejamos o que posso fazer. — ele começou a analisar os produtos que havia a sua disposição, até que pegou um pote de barro com uma pomada azul dentro. — Isso vai lhe ajudar, vai doer um pouco, mas é ótimo.
Ele esfregou a pomada sobre o machucado, e como fui informado, ardeu sobre a tal. Devo ter feito algum tipo de cara muito feia, pois ele soltou uma risada.
— Pronto. Hoje a noite ja poderá retirar as ervas da perna. E as costelas estarão recuperadas em dentro de 3 dias. — acenei para o garoto e disse:
— Obrigado.
— Não foi nada. — saí do local ja um pouco melhor. Minha perna já não doía mais, porém, não posso dizer o mesmo do toráx




Song

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Observações
Eu estava saindo da floresta, recorrente da seguinte missão: http://percyjacksonrpgbr.forumeiros.com/t6250-do-it-yoursef-jonas-magnus-c?highlight=DIY+Jonas
 

 template feito por ~ Will — Editado por ~ Aahron.
Jonas W. Harris
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Monitor do Chalé Ares

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Re: ♦ Enfermaria Central ♦

Mensagem por 088-ExStaff em Seg 24 Jun 2013, 21:34




☤ Atualizados☤

Requisitos:
Nicole: +FULL HP/MP
Jonas: +50 HP/MP



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Re: ♦ Enfermaria Central ♦

Mensagem por Pietro Smith em Seg 24 Jun 2013, 22:28

Hospital


 
 


Pietro Smith
__________
- A cura


SON OF ARES,

AS GUERRAS SÃO PARA OS FORTES,
OS MEDÍOCRES PERDEM.

_____

 
O dia nasceu, mas parece que eu estou preste a falecer, estava vestindo um short branco, blusa branca e as sandálias estavam no pé da cama, a iluminação do belo dia penetrava pela janela do meu Chalé, fazendo um forte brilho, me incomodando. Pensava onde será que Apolo estava neste momento, mas enfim era inútil ele não viria aqui para me curar, estava com meu ombro esquerdo destroncado, após fazer grande força na noite anterior para acalmar Dark, que agora este não desgruda de mim.

Minhas pernas pareciam estar todas lanhadas, por caminhar pela floresta, minha testa estava com um corte, após algumas cabeçadas. Então tento me inclinara para frente, com o objetivo de me levantar rápido e ir para a Enfermaria, mas este simples movimento de inclinar pra frente, é muito dolorido para mim, pois quase não havia partes do meu corpo que não tivesse inchado.

Após alguns esforços consigo me levantar, e coloco meus pés nas sandálias que ali estavam, caminho até a porta e com o braço direto abro-a. Mesmo despenteado, sem escovar os dentes, sem trocar de roupa. Saio do chalé de Ares. Ao fechar a porta quem eu encontro em minha frente?  Dark, o meu único mascote, parecia que já tinha uma ligação comigo há bastante tempo. Estava ali só porque sentiu que eu precisava de ajuda, normalmente eles ficam presos nos estábulos, mas de algum jeito o mesmo conseguiu escapar e ir em direção ao meu chalé.  Fico feliz por ele ter ido lá, confesso que fiquei bastante emocionado, ao vê Dark, um cavalo não comum como os outros, de pelos escuros pretos e sua pupila era negra. Então caminho em direção ao mesmo, com as minhas ultimas forças consigo montar em meu cavalo.

Digo em seu ouvido . Amigo preciso ir a Enfermaria urgentemente. – Falo tão baixo, que parece que ele não escutou, mas enfim pelo meu estado ele deduziu o que eu estava falando. Com trotes rápidos e fortes Dark chega à tenda do acampamento em poucos minutos.  Ao chegar lá vejo alguns feridos, sinto me envergonhado um pouco, por estar tão machucado, mas enfim ainda estou no lucro, estou vivo. Salto com cuidado de Dark, lhe acaricio, com um sinal de gratidão e vejo o mesmo esfregando seu rosto em minhas mãos.– Pode ir já garanhão – Digo para ele fazendo um belo sorriso, ou o sorriso que meu momento permitia.

Observo em volta, ainda vejo algumas pessoas sendo atendidas primeiras que eu, apesar de meu estado ser muito grave, estas pessoas também precisam de cuidado especiais e espero a minha vez.  Até que uma curandeira me aborda.  – Hey menino, qual seu problema ? – Eu dou um suspiro de aliviado, pois tinha chegado a minha vez e então respondo. – Bom eu não consigo mover meu  ombro esquerdo,  acho que esta destroncado. –

A curandeira me observa dos meus pés até minha cabeça e diz: -  Sente-se aqui, que eu vou examina-lo.  – Diz a jovem apontando para a maca, eu me sentei. A Jovem examinou meu braço, tentou movê-lo e eu grunhi , não consegui movê-lo mas ela fez uma forcinha e após algumas tentativas eu consegui meche-lo e digo – Chega, chega, já esta bom. –

A curandeira da um leve sorriso, e diz: - É vamos ter que imobiliza-lo , alem deste mais algum ferimento – Diz a menina olhando para as minhas pernas, eu realmente queria dizer que não, mas não dava para disfarçar então digo: - Sim, sim, minhas pernas estão cortadas, há um corte em minha cabeça e já ia me esquecendo to com dor nas costas. –

Ela se assusta e diz: - O armário que você bateu foi muito grande em? – Eu respondo sarcasticamente. – Sim, sim, mas acredite, ele esta pior que eu – Ela abre um grande sorriso e vejo com satisfações em seus olhares ela caminhar até a bancada que estava atrás de mim, preparar uma poção para minhas costas e enrolar umas sementes nos panos. Então a jovem volta e diz feliz – Só precisa beber este líquido que suas dores nas costas vão passar  - E a jovem completa, enrolando uma faixa em meus cortes. – Essas faixas iram melhorar seus cortes, fazendo com que não fique com cicatrizes e sei que filhos de Ares gostam de cicatrizes, mas sua pele ainda esta muito bonita para ter marca de alguma – Sorri a jovem, mas agora com timidez.  Respondo para a menina com outro sorriso e digo-lhe – Obrigado por tudo minha jovem- Dou-lhe um beijo em sua testa e caminho em direção à saída, quando de longe ela grita. – Tome bastante Néctar e Ambrósia, não se meta mais em confusões. -  Eu de longe já respondo. – Tá, obrigado por tudo -
 


 

Pietro Smith
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Re: ♦ Enfermaria Central ♦

Mensagem por Orfeu em Seg 24 Jun 2013, 22:55

Pietro Smith:
Bem, seu maior erro é na ortografia: não na escrita das palavras em si, mas na pontuação, formulação de frases (algumas orações ficaram sem verbos, por exemplo, enquanto outras tornaram-se muito extensas). Procure dar uma revisada no texto antes de postá-lo, ponderando sobre vírgulas e pontos finais, já que - em certos momentos - estes vieram a interromper ou prolongar a leitura.
De resto, está tudo certo, ainda que eu acho que poderia explorar melhor o atendimento do curandeiro, talvez acrescentando mais detalhes.
Sendo assim, sua recompensa é de: + 50 HP/MP parcial.
Orfeu
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Garota, eu vou pra Califórnia. ♪

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Re: ♦ Enfermaria Central ♦

Mensagem por Atsuya Fubuki em Ter 25 Jun 2013, 20:13

[size=24]Atsuya Fubuki[/size

You think you know me
but
YOU DON'T KNOW ME
   
   
   
Eu estava andando pela colina do acampamento, procurando algo pra fazer, já que as tarefas do acampamento estavam chatas. Então peguei meu arco e sair para caçar, ou ate quem sabe ficar só atirando. Cheguei la, e comecei a atirar nas arvores,ate que vi um pássaro, ele tinha olhos vermelhos nunca tinha visto antes, então mirei uma flecha. Acertei ele em cheio, acho que ate cheio demais. Sai correndo, para ver como ele estava, aliais eu caçava os animais sem mata-los. Chegando la, percebi que a flecha, tinha atravessado o seu peito, me lamentei, pois não queria mata-lo. Então peguei o corpo dele, e enterrei perto de onde matei, por respeito. Assim que me levantei, um silencio mortal pairava no ar, foi quando olhei para as arvores,e nelas tinham vários pássaros iguais aqueles. Tentei não fazer movimentos muito bruscos, já que eles pareciam irritados.
   Fui recuando devagar,ate que pisei em um galho. Foi o bastante para que eles começassem a gritar e voar em minha direção, na tive outra reação senão correr. As aves, começaram a me bicar, e me machucar muito, tentei desviar mais não dava eram muito rápidos, eu estava atordoado com tantos pássaros, alem deles me bicarem, eu ainda estava batendo em todas as arvores. De repente, cai no rio, os pássaros não se arriscaram a entrar la, eu estava totalmente imerso, e também não fui para a superfície, ate que eles se foram. Sai do rio, e esperei para ter certeza que eles tinham ido, eu estava muito machucado. Fui me arrastando ate o acampamento.
   Chegando la, Matt estava caminhando e me viu, ele me levantou e me levou ate a enfermaria. Um de meus irmãos, Arthur, ele estava curando o pessoal na enfermaria nesse dia, e por sorte, não tinha ninguém la.
    -Atsuya, o que aconteceu? - disse ele
    -Fui atacado, por uns pássaros muito estranhos não sei exatamente o que eram!
    -Matt, coloque ele aqui na maca, vou tratar de seus ferimentos!
   Depois de uma tempo, eu já estava melhor e já poderia sair de la e voltar para o acampamento, mais tinha que estar cuidados médicos ainda, Arthur me recomendou que tomasse Néctar, para garantir minha melhora completa. No mesmo dia já estava no acampamento, ainda sem descobrir o que eram aqueles pássaros, mas, agora não importava mais, eu tinha que ficar melhor.
I think you know me...

Atsuya Son of Apolo

thanks to INFINITIZe @JM and @GL
Atsuya Fubuki
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Re: ♦ Enfermaria Central ♦

Mensagem por Logan Montecarlo em Qui 27 Jun 2013, 18:10

Juliet olhou para o paciente, dando um sorriso zombador.
— Quem é vivo sempre aparece.
Logan revirou os olhos e continuou o caminho até uma das macas livres, sentando-se nela e posteriormente deitando-se.
— Acho que hoje são algumas queimaduras gerais, talvez uma luxação na clavícula direita e cansaço. — contou, lembrando-se de onde sentia dores.
— Tsc, tsc, tsc. Algum monstrinho machucou o bebezinho? — provocou, fazendo biquinho e passando a mão desde o pescoço até o peito do jovem. — Você tá dodói, é?
Ele preferiu ignorar, uma vez que – caso desse trela – a discussão alongar-se-ia, e só perderia mais tempo ali.
De início, a curandeira preparou uma poção com algumas ervas e deu ao outro, dizendo algo como “isso vai fazer você ficar mais animado” e recebendo alguma frase no estilo “não preciso de viagra”. De qualquer jeito, ele bebeu.
A “amizade” de Juliet e Logan era de outros tempos: a primeira fora salva na Colina por Montecarlo, que a ajudou a chegar aos limites mágicos protetores. Contudo, a aprendiz negava que precisasse de ajuda, pois era orgulhosa demais. Desde então, sempre que há oportunidade, ela faz questão de mostrar que se vira sozinha e rebaixá-lo; para infelicidade do semideus, ela tornara-se curandeira, e – de tempos em tempos – era necessário visita-la.
Era quase uma rivalidade, embora muitos dissessem que era apenas implicância e outros arriscassem brincadeirinhas de “amor e ódio”.
Ah, ele não gostava dela, só pra frisar, o.k.?
— Ainda vai demorar muito? — questionou, enquanto a outra terminava alguma coisa; não poderia negar que já se sentia ligeiramente revigorado.
— Awn, o bebê ‘tá nervoso! Cuidado, viu, ou vou ter que chamar seus pais.
Hoje ela parecia ter acordado estranhamente mais chata.
— Vem cá, idiota. — pediu, e ele sentou-se na maca. — Acho que você só deslocou um pouco a cabeça da clavícula. — examinou, passando a mão um pouco abaixo do pescoço. — Talvez se eu só…
Logan mordeu o lábio para não gritar.
— Doeu? — questionou, inocente.
— Você é uma puta.
Ao pedido dela, o meio-sangue retirou a camisa, revelando algumas – várias – queimaduras.
— Eu realmente me pergunto como você faz isso. — comentou, passando uma espécie de pasta pelos ferimentos.
— Ah, você sabe: eu sou quente. — falou, dando de ombros, e comemorou internamente quando aquilo a fizera ruborizar.
Tudo bem, eles já tiveram um casinho não muito sério, mas isso não significava que se gostassem, né.
Depois do procedimento, fora orientado a ficar de peito nu por quinze minutos, para a melhor absorção do “anti-queimaduras”. Quando ela se afastou para atender outros feridos, Logan não pudera deixar de inclinar a cabeça um pouco e até fazer uma nota mental que “ela tem um belo corpo”.

[…]
— Ôh, garota, tu tá de olho no relógio?
Ela se aproximou e jogou a camisa na cara dele.
— Como se eu tivesse prazer em te deixar mais tempo aqui, né.
Logan deu de ombros e emendou uma provocação:
— Quem sabe? Qualquer coisa te dou prazer mais tarde, de noite.
A falta de reação dela fora um ótimo motivo para ele gargalhar e se sentir bem melhor do que algum medicamento o faria ficar.
Logan Montecarlo
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Re: ♦ Enfermaria Central ♦

Mensagem por Jake Slifer em Qui 27 Jun 2013, 21:08

Após eu enfrentar uma dracaena, estava com um corte enorme na barriga. Lutava firmemente para não ir para a enfermaria, aquele lugar me dá pavor (leia o capítulo um da seguinte missão:http://percyjacksonrpgbr.forumeiros.com/t7721-curioso-missao-one-post-para-jake-slifer#183380), mas eu sucumbi a resistência e resolvi ir para a enfermaria. Era uma tarde normal em um lugar anormal, eu chamara Jerome(NPC citado na missão acima) para ir comigo até a enfermaria. Ao chegar no local fiquei uns 2 minutos em transe admirando a grande tenda em que havia o símbolo dos curandeiros na porta. Jer falou que me esperaria do lado de fora e, nervoso, adentrei o local. Eu repetia mentalmente "Está tudo calmo. Está tudo calmo.''  Eu vi em uma estante várias ervas e líquidos e resmunguei:
- Que droga é essa? Veneno?
- Não- respondeu energeticamente uma garota, o que me assustou- São remédios e ervas medicinais. Você veio se curar?
- Sim...- Falei, porém a garota não deixou eu continuar e emendou:
- Qual o seu nome?
- Jake, Por quê?
-  Procedimentos padrões... Filho de?
- Quione.
- Ok,ok. Sente naquela cama- e me indicou com a cabeça uma cama com uma colcha verde em que aparecia o símbolo dos curandeiros.
- Espere um pouco- disse- Você não falou seu nome...
-Gina Rockwell.
Já que eu ficara parado ao perguntar para ela aquilo, ela me empurrou até a cama e jogou-me.
- O que aconteceu?- perguntou-me.
- Acontecer com o que?- falei sem reparar na burrice que dizia.
- Ferimento, né seu trouxa.- a garota começava a ficar irritada comigo.
-Calma aí, amigona- disse- Eu estava lutando com uma dracaena e fiz um corte na barriga.
- Deixe-me inspecionar.
Ela tirou o casaco azul com desenho de neve que eu usava e minha camisa laranja do acampamento meio sangue. A garota foi até uma estante e retirou de lá uma pasta verde. A menina começou a passar a pasta em meu corte e eu ri.
- O que foi? -disse ela irritadíssima
- A pastinha que você passou  faz cócegas.
- Você tem quantos anos?- a pergunta me atingiu de surpresa.
-14...
- Que bom! Assim se você me irritar de novo eu te quebro(Ui Meme Ui ela ficou brabinha).
Após falar isso ela continuou passando a pasta e fechou o corte com uma faixa. Ela saiu andando e desapareceu por alguns instantes. Ao voltar ela me deu um pedaço de néctar e disse:
-Coma durante o jantar. Agora pode ir.
- Tchau bravinha- Após falar isso saí correndo e rindo com o néctar na mão enquanto via ela esboçando uma cara de ódio.
Pronto, meu pavor por enfermarias e hospitaia havia passado
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Re: ♦ Enfermaria Central ♦

Mensagem por Justin Law em Qui 27 Jun 2013, 22:51

O sol estava amanhecendo. Como filho de Nyx, eu já estava acordado, já que eu gosto de evitar as horas mais ensolaradas do dia. Eu me dirigi a enfermaria e enquanto andava pensei no motivo dos meus ferimentos. Eu havia lutado com um ciclope para ajudar uma filha de Melinoe que havia sido atacada por harpias e fui atacado por um ciclope no processo, não só criando novas feridas como reabrindo antigas feridas. E eu ainda não tinha visitado a enfermaria.

Entrei na tenda que irradiava um brilho dourado e me sentei em uma das camas. Esperei uns três minutos até ser atendido por uma garota de cabelos loiros e olhos azuis.

- Desculpe pela espera.

- Não há problemas - eu falei. Na verdade eu não gostava de esperar, atrasos são uma coisa abominável na minha opinião, mas desrespeitar uma dama é algo ainda mais abominável.

- Meu nome é Gina Rockwell. Por favor tire a sua camisa.

Eu tirei a camisa com um pouco de vergonha. Apesar de meu corpo ser musculoso e atraente, eu não estava acostumado a mostra-lo ao sexo oposto, aliás eu não mostrava-o a ninguém.

- Belo corpo - Eu corei e de repente o chão pareceu algo muito interessante de se olhar.

- Então? Quais são os ferimentos dos quais você tem conhecimento além destes? - ela falou apontando para os inúmeros cortes e arranhões que se estendiam sobre meu torso.

- Acho que eu posso ter alguns danos internos também.

- Como assim?

- Desde que eu cheguei aqui eu lutei com um telquine, três dracaenaes e um ciclope. Algumas vezes eles me acertavam e eu sofria grandes impactos e ultimamente eu tenho sentido dores nas costas. Provavelmente por causa de quando o ciclope me jogou em uma árvore.

Ela suspirou.

- Por que os mais bonitos sempre são os que mais se machucam. Espere um pouco.

Ela começou a vasculhar as prateleiras que estavam infestadas com diferente ervas e outros tipos de medicamentos.

- A propósito, qual seu pai ou mãe divino?

- Nyx, a deusa da noite.

-Hmm, Nyx, Nyx. Achei o medicamento certo.

Ela começou a passar um creme negro nos cortes e arranhões, além dos ferimentos mais profundos, porém passou com mais delicadeza nesses. Depois, colocou curaticos nos ferimentos leves e faixas nos mais sérios, como a perfuração no meu ombro esquerdo, cortesia de uma dracaenae.

- Deite-se de costas, por favor.

Eu me deitei e vi ela pegando um óleo de coloração escura. Ela passou nas mãos e esfregou nas minhas costas. A mão dela era macia e suave, e percorria toda a extensão das minhas costas. Ela continuou com o processo por cerca de oito minutos, e então guardou o óleo e pegou um frasco vidro com um liquido amarelado dentro. Ela abriu e derramou o néctar numa colher.

- Diga ah.

Sinceramente, aquela garota me deixava desconcertado. Bebi o liquido e antes de sair ela cortou um pedaço de ambrósia que estava em cima de um balcão.

- Tome antes de comer o café da manhã. Se as dores persistirem é só vir aqui.

Eu vesti minha camisa e me dirigi para o pavilhão do refeitório com o pedaço de ambrósia na mão. Fui comendo ele aos poucos até chegar no refeitório, saboreando seu delicioso e curativo sabor.
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Re: ♦ Enfermaria Central ♦

Mensagem por ♦ Eos em Dom 30 Jun 2013, 15:54


Avaliação


Atsuya - + 15 HP e MP

Foque mais no atendimento, não precisa inventar uma situação nova pra ir para a enfermaria - se for o caso, faça referência ao que o machucou. Isso fez seu texto fugir do objetivo do tópico, que é o atendimento. Também troque seu template por um que não desconfigure a página, e teste o uso antes no off topic.

Logan - Full

Gostei das descrições da NPc, incrementando não só o tratamento, mas criando uma relação entre eles - NPCs também são importantes, e isso deu toda a cor no texto.

Jake Slifer - +35 HP

Apenas cuidado - se inserir um link no texto, coloque-o como observação, ou "esconda" em uma palavra [*url=blablabla]Palavra surpresa[/url] (tirando o asterisco, enfim). Evite memes, internetês, coisas que poluem o texto e não condizem com a linguagem utilizada no fórum em on. Enfermarias, refeitórios, podem não ser tão usados, mas ainda são tópicos de jogo, não de bate papo ou off. Descrever melhor as ações também ajudaria, diálogos são parte do texto, mas devem ser inseridos com cuidado.

Justin Law - Full

Alguns pontos com repetição de palavras, mas nada tão comprometedor - uma revisada antes já arrumaria isso. No geral, bem descrito e bem desenvolvido.

Atualizados


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Re: ♦ Enfermaria Central ♦

Mensagem por Annie W. Leonhardt em Seg 01 Jul 2013, 22:45


burn baby burn

post de recuperação de HP na enfermaria



- Como foi que fez isso? – questionou o jovem curandeiro ao examinar sua coxa direita.

A queimadura havia sido adquirida durante uma escalada nada amigável naquele mesmo dia, pela manhã. Annie passou a tarde toda se retorcendo na cama, até que Elena insistiu em levá-la para a enfermaria do acampamento. É claro que seu orgulho não deixaria que a morena fizesse o que bem entendesse com ela, mas uma Williams é irritadiça por natureza e mexer justamente com uma que sofria de um caso estranho de bipolaridade relacionada às fases da lua (que, a propósito, estava em fase nova) não era uma coisa muito boa para a saúde.

No final das contas se deu por vencida, aceitando de boa vontade a companhia da prima. Annie passou o braço ao redor de seus ombros e mancou durante todo o percurso, entre pulinhos desajeitados e pausas para morder os lábios em sinal de dor. A cena era um tanto engraçada, pois uma filha de Héracles, o deus da força, sendo carregada por uma filha de Selene para ser atendida por um dos curandeiros não era algo que se visse todo dia, mesmo no Acampamento Meio Sangue.

Ao chegar à tenda, Annie se sentou em uma maca, agradecendo por não ter de dar mais nenhum passo. Elena a deixou sozinha por alguns instantes, indo atrás de um dos curandeiros disponíveis. A semideusa se deitou na maca, com a respiração descompassada. Usou de sua força e rasgou a calça jeans no local onde já estava meio despedaça e se deparou com a pele vermelha e com bolhas.

- Então, onde está a paciente? – um garoto de cabelos louros surgiu com Elena ao seu encalço, usando um jaleco branco sobre a camiseta do acampamento. Ele juntou as mãos após analisar a queimadura, franzindo o cenho e indo até o canto da tenda.

Ele revirou alguns armários e pegou um potinho branco. Largou-o numa bancada ao lado da maca e pôs um par de luvas.

- Vejo que você já fez uma parte do trabalho. – disse se referindo a calça rasgada.

Aplicou uma quantidade do remédio na queimadura, que ardeu como se a pedra em chamas acabasse de raspar novamente a região. De um jeito nada delicado, o garoto virou o corpo de Annie para o lado, olhando melhor a queimadura. Pegou uma tesoura e cortou o resto de tecido ao redor, basicamente transformando a calça em um short. Aplicou mais pomada e Annie fez uma careta, fechando os olhos para não derramar nenhuma lágrima. Não é hora para ser fraca, Leonhardt.

O garoto voltou-se outra vez para os armários e pegou uma gaze e esparadrapo, colocando sobre a queimadura e o unguento.

- Tente não fazer nenhum esforço físico pelo resto da semana. Vai precisar usar isto se não quiser morrer de fome. – o garoto pôs uma muleta nas mãos de Elena, juntamente com um potinho redondo de cor verde musgo. – Isso é uma pomada de ervas, vai melhorar a aparência da queimadura. Quando ela ficar rosada, venha novamente até mim, eu irei aplicar outro unguento. Não se esqueça de passar a pomada todo dia, a não ser que prefira apodrecer no chalé.

Ele saiu sem se despedir ou qualquer coisa do tipo, deixando Elena sem reação e Annie carrancuda. A garota tomou a muleta das mãos de Elena e a usou para buscar apoio. De inicio, caminhou desajeitada, esquecendo-se de apoiar o peso lateral do corpo, mas logo já estava andando em um ritmo mais natural.

(...)


- Aquele garoto da enfermaria, o curandeiro.

- O que tem ele? - perguntou Elena, que vinha andando devagar ao lado de Annie, carregando nas mãos o potinho com a pomada para queimadura.

- Não gostei da ousadia nem do tom de voz que ele usou comigo, como se eu fosse estúpida ou algo do gênero.

- Caso não tenha reparado, você não é a Miss Simpatia.

Annie deu de ombros:

- Irrelevante. Agora, me leve para o refeitório antes que meu estomago comece a roncar – Annie olhou para o céu, contemplando a noite sem lua – por favor.



post: nº 115. tags: Elena W. Redfield e garoto NPC. notes: ficou ruim mas é o que tem para hoje.


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Re: ♦ Enfermaria Central ♦

Mensagem por ♦ Eos em Seg 01 Jul 2013, 23:47


☀ Atualização ☀


Annie - Full

Boa narração, e boa descrição do atendimento e do NPC, desenvolvendo não apenas o diálogo, mas a narrativa e a ambientação. Parabéns.
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Re: ♦ Enfermaria Central ♦

Mensagem por Zateus Lovergood em Ter 02 Jul 2013, 19:17

Eu estava sendo levado para a enfermaria apoiado por um dos meus irmãos, minha perna estava cortada e sangrando. Meu irmão amarrou uma camisa dele na tentativa de estancar o sangramento, aparentemente estava funcionando, havia sofrido aquele corte enquanto treinava com espadas na arena, um dos filhos de Atena me cortou enquanto tentava acerta-lo com meu martelo e ele se esquivou e me acertou bem na perna direita, aprendi uma coisa com aquilo tenha muito cuidado quando forem treinar com um filho de Atena eles são muito bons com todas as armas, incluindo as facas as armas que eu menos uso em combate.
Estávamos chegando à enfermaria e vi chegando perto da porta uma garota, acho que já a vi no acampamento antes, mas não tenho certeza, a dor na minha perna ainda continuava forte aquele garoto sabia o que estava fazendo fui derrotado por ele e com um golpe muito bom, chegando na porta logo fui atendido por Gina Rockwell uma dos curandeiros que estavam ali para atender os feridos.

- Olá, meu nome é Zateus Lovergood será que pode me ajudar. Falei ainda apoiado por meu irmão.

- Oi, sou Gina Rockwell, então o que aconteceu com você, vejo que está pálido e com uma camisa amarrada na perna.

- Gente vocês podem conversar mais tarde agora onde eu o coloco, esse cara é pesado, até parece que ele come titânio no café da manhã.

- Tudo bem, o deite nessa maca. Ela falou soltando um leve sorriso no canto da boca.

Eu estava me sentindo mau, acho que estava quase desmaiando quando meu irmão me colocou na maca deitei e contei sobre meu combate na arena com o filho de Atena em quanto ela me preparava uma bebida que tinha gosto de refrigerante de uva, ela também amarrou uma atadura com algumas ervas medicinais e cantou uma canção com a mão em cima do corte com a atadura não consegui me manter acordado por muito tempo encostei minha cabeça e dormi.
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Re: ♦ Enfermaria Central ♦

Mensagem por Alex S. Livestock em Qui 04 Jul 2013, 00:30




Doctors... Argh!

Era um fato: O Livestock andava mais morto que nunca após a missão em busca do ferido em Austin. O que era para ser uma tarde hodierna e nada exaustiva, se tornou extasiante e intrigante com o decorrer dos acontecimentos. Em consequência disso, Alex não se sentia cem por cento desde sua chegada e, presumia, as Livestock também não passavam muito atrás disso.

Voou calmamente em direção às Enfermarias e pensou em adentrar na do Thiago, porém esta estava lotada, como sempre. Suspirou fundo e desceu dos céus, para então entrar na Enfermaria Central que, para sua surpresa, não estava tão abarrotada como de costume. Alex acenou para alguns feridos e piscou para outros, cujos eram mais familiares que seus próprios parentes. Como de costume, procurou uma maca mais reservada, no canto do recinto, para poder brincar com algo e não ser notado até, enfim, ser atendido. Revirava alguns potes de cabeça para baixo e brincava de empurrar os outros com alguns Curandeiros auxiliares pensavam em pegar; ria baixinho, apenas para não chamar tanta atenção.

— Poderia parar de mexer nos itens do recinto, Alex?!

O semideus sorriu e mordeu o lábio inferior quando olhou para Curandeira que estava ao seu lado. Gina Rockwell, amiga de Annie e Amélia nos esportes aquáticos.

— Oh, sim. Perdão, moça. — disse e logo parou de controlar tudo que estivesse ao seu alcance.

— O que tens a se queixar sobre o seu estado físico?

Alex suspirou calmamente e retirou sua camisa, com o intuito da Curandeira olhar com os próprios olhos e tirar suas devidas conclusões. Gina arregalou os olhos e suspirou ao ver o que tinha acontecido com rapaz, posto que começava a revirar os curativos que se encontravam sobre o flanco, tórax e peito.

— Hm... Não é muito interessante, Alex.

— Jura?! Oh, deuses, não havia reparado...

A semideusa revirou os olhos e beliscou o braço do rapaz que apenas gemeu baixinho e fingiu tremenda dor. Eficazmente, as mãos de Gina começaram a trabalhar prolixamente e de uma forma idônea à porção que ela estava fazendo para o rapaz. Revirou alguns potes, adicionou ervas, misturou com líquidos e, por fim, os aqueceu como se fazia com experimentos. Levantou um pouco em uma colher e levou em direção à boca de Alex. O jovem deu um sorriso malicioso e piscou levemente.

— Na boquinha?! Não faz assim que eu me apaixono...

— Cale-se, Alex. Tome logo isso e saia daqui; preciso trabalhar e ajudar os outros.

Sem relutância, o semideus apenas abriu a boca e deixou o líquido entrar e escorrer pelo seu esôfago causando um alívio exótico. Piscou os olhos com força e olhou para Gina.

— Podes sair. Creio que dentre de poucos dias estarás bem melhor...

— Obrigado, de verdade. — disse ao sair da maca e vestir sua camisa.

— Por nada. Ah, mande lembranças às suas irmãs.

— Claro, por que não?! Sou o novo garoto recado, disponha.

Riu e saiu do local o mais rápido que conseguiu, antes que Gina se revoltasse e lançasse alguma poção perigosa sobre ele.



P.S: Furtei o temp. do Bernardo W. Montevy. Créditos todos dele.




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Bom... Quem é você?! FBI?! '-'

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Re: ♦ Enfermaria Central ♦

Mensagem por Justin Law em Sab 06 Jul 2013, 17:25

Levantei da cama com dificuldade. Meu corpo estava completamente dolorido. Chequei o relógio que estava na cabeceira da cama e constatei que era 6h38min. As atividades só iam começar as 9h00min, então todos os meus irmãos estavam na cama dormindo. Eu também estaria se os meus ferimentos não estivessem latejando de dor.

Fui tomar um banho para relaxar, mas naquele horário ainda não havia água quente. Em contato com meu corpo, a água gelada parecia ter se tornado ácido. Sai do banho com mais dor do que quando entrei, então resolvi ir para o único local capaz de me ajudar: a enfermaria.

O local continuava o mesmo, desde as macas até a disposição dos medicamentos. Sentei em uma das macas desocupadas para esperar minha vez de ser atendido. Enquanto aguardava, tentei não pensar muito na dor até que finalmente fui atendido pela mesma garota da última vez. Gina Rockwell.


- Olá Justin. Deixe-me adivinhar. Está aqui por causa dos ferimentos de ontem não é?

- Sim. Poderia me ajudar?

- Claro. Tire a camisa.

Para aqueles que não entenderam vou lhes explicar. Ontem eu participei de um campeonato onde alguns chalés desafiaram o chalé de Nyx. No último desafio eu acabei sendo acertado por um feitiço de explosão de um filho de Hécate, resultando nos meus atuais ferimentos. Gina sabia porque os filhos de Hermes transmitiram o torneio para algumas pessoas e ela provavelmente deveria ser uma dessas.  Assim que eu tirei a camisa Gina me olhou com espanto.

- Eu vi a explosão, mas não imaginei que fosse tão sério. Aguarde aqui.

Eu olhei para mim mesmo e verifiquei meus ferimentos. Tinha queimaduras e cortes por todo o corpo, além de que eu sentia dores ao me mover, o que significava que algo não estava certo com meus ossos. Compartilhei das minhas suspeitas com Gina e ela mandou eu deitar. Ela passava a mão por todo o meu corpo aplicando pressão, perguntando se eu sentia dores.

Após essa vistoria ela pegou um gel de coloração escura e começou a aplicar nos ferimentos e queimaduras. Vez ou outra eu dava um gemido de dor, mas sem o sufocava. Após passar o gel, aplicou álcool em todos os ferimentos, arrancando mais gemidos de dor, só que mais intensos. Terminado o processo. Ela enfaixou todos os ferimentos e pegou outro remédio, só que dessa vez era liquido.

- Beba.

Bebi todo o liquido. Definitivamente não era ambrósia. Tinha gosto de sumo de limão e desceu rasgando pela minha garganta.

- Vai acelerar o processo de restauração do seu esqueleto. Você precisa entrar em repouso, então nada de atividades pelo resto do dia. Fique no seu chalé lendo um livro ou coisa do gênero. Até a próxima e espero que não seja tão cedo.

- Eu também - murmurei.

Vesti a minha camisa e me dirigi lentamente para o chalé 28.
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Re: ♦ Enfermaria Central ♦

Mensagem por ♦ Eos em Sab 06 Jul 2013, 21:25


Avaliação


Zateus - Full

Não use size no seu texto - fazer ele parecer maior não muda a qualidade, que é o avaliado aqui, só altera a leitura. Cuidado com a repetição de palavras e a pontuação. Além disso, tente descrever mais o atendimento - não apenas o que o curandeiro fez, mas o que você sentia, como isso o afetava. Contextualize melhor sua postagem. Eu daria recuperação parcial, mas a quantidade a ser curada não é tão grande, e acabaria deixando-o full de qualquer maneira.

Alex - Full

Cuidado com alguns detalhes, como o uso inadequado do "cujo". De resto, ok.

Justin Law - Full

Continua com alguns probleminhas com a repetição de palavras, e isso atrapalha a fluidez, mas foi o suficiente para se curar.

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Re: ♦ Enfermaria Central ♦

Mensagem por Hayley Dare em Dom 07 Jul 2013, 12:02

Após todos os acontecimentos na praia o que eu necessito mesmo é de uma visitinha à enfermaria.  Assim que adentro o local, todas as cabeças se viram em minha direção. Uau! Isso é sinal de que estou pior do que pensava! Gina vem até mim e me conduz até uma maca. Sua expressão é dura, como se pensasse “ O que essa garota aprontou dessa vez?!”.

O que você aprontou dessa vez, Hay? – Não disse? Ela começa a me examinar, suas mãos trabalhando rápido indo de cima a baixo em meu corpo. Em alguns lugares sinto até cócegas, mas na maioria a dor é aguda e incômoda. Durante todo o tempo permaneço com a respiração presa, apesar de em certos pontos a curandeira pedir para eu respirar profundamente e depois soltar, apenas nesses momentos eu respiro.

Um encontro indesejado na praia. Nada de mais. – Digo depois que ela termina.

“Nada de mais”? Quer que eu recite para você seus danos? Bem... Você possui um ferimento realmente muito feio no ombro esquerdo, seu pulso direito está com hematomas, sorte a sua este não ser grave, sei que você é destra. E por último: sua costela está trincada.

Após essa última notícia eu paro. Paro e apenas a encaro sem nenhuma expressão e com a boca semi-aberta. Então é por isso que respirar dói tanto.

 Você já deve ter ligado os pontos, assim espero. Você não irá treinar por um bom tempo, Hayley. Precisará de todo o repouso possível. Fui clara?

Sim, senhora. – Digo revirando os olhos, mas, ainda assim, com um sorriso no canto dos lábios.

Recosto-me melhor na maca enquanto Gina começa a preparar uma poção para mim. Isso leva mais tempo do que na minha última visita. Após um longo tempo, Gina retorna até a maca em que estou e posiciona vários potes em cima da mesa de cabeceira. Ela não me manda beber nada no começo. Um dos potes contém apenas água e, com a ajuda de um pano, ela limpa gentilmente meus machucados. Após isso, a curandeira aplica algo gosmento em cima das feridas, do meu ombro e até mesmo do pulso. O outro pote, pelo que Gina explica, contém uma poção para beber. Levo o liquido a boca lentamente, procurando sentir o cheiro antes. Ao notar que não possui aroma bebo tudo de uma só vez. Uma careta de dor se forma em meu rosto, parece que a poção age incrivelmente rápido e já sinto o efeito em minha costela.

 Agora descanse. Você irá ficar um pouco sonolenta... – Espero que esse tenha sido o final da frase, pois após essas palavras o sono me embala totalmente.
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Re: ♦ Enfermaria Central ♦

Mensagem por Dust Ivashkov em Seg 08 Jul 2013, 14:24



Sangue escorria pela minha perna, minha mente começava a ficar turva, e eu ficava zonzo. Culpa de uma harpia que rasgara minha perna, enrolei minha blusa preta no ferimento, minha coxa de perna esquerda sofrera o dano. Com ajuda de alguns campistas de Melinoe eu consegui me dirigir apoiado por eles até a enfermaria.

Quase desmaiei varias vezes, mas com as energias que me restaram eu consegui fazer o esforço de ficar acordado. Em pouco tempo aviamos chegado, esses minutos de caminhada foram como um dia inteiro de corrida, minha perna esquerda latejava e o sangramento logo voltou.

- Campistas ferido aqui! - Disse uma das proles de Melinoe.

O local era um tenda, menos do que a outra que ficava ao seu lado, adentrando nela percebia se que cinco prateleiras cobriam as paredes laterais. Logo um curandeiro veio até mim.

- Wow, esse ferimento esta bem feio amigo, mas venha aqui eu te ajudarei - Disse ele me levando para uma mesa.

Ele disse que o ferimento estava profundo, seria necessário levar alguns pontos, eu preferi não levar anestesia, o que foi um arrependimento ao sentir a agulha perfurar o ferimento e o contornar varias vezes, o curandeiro passou um pouco de álcool, que em seguida enrolou o ferimento com um esparadrapo. Me deu um pouco de ambrósia e néctar - O medicamento para semideuses, o seu uso extrapolado podia matar o seu usuário em questão.

- Pronto amigo, agora você terá que ficar de repouso uma semana - Ele me disse com um largo sorriso no rosto -, e por Zeus, não faça nenhuma idiotice, fique de repouso, esta ouvindo?

- Ah, como você sabia que eu iria treinar amanhã anoite? - Disse sarcástico.

- Ha, bom você já pode ir.

- Obrigado!

Com o ferimento curado, ou quase isso já que eu ainda teria que retirar os pontos na outra semana, eu sai da enfermaria, ainda com a ajuda dos semideuses, quando eles me levaram de volta para o meu chalé eu  agradeci, e fui para minha cama com dificuldades para ter uma perturbada noite de sono.
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Re: ♦ Enfermaria Central ♦

Mensagem por Jason Deathbringer em Seg 08 Jul 2013, 16:39




Healing



Cansado e exausto, essas são as palavras que definem como eu me sinto. Descansar na sombra de alguma arvore, como eu sempre fazia, não ajudava na recuperação de ferimentos. Em uma missão, eu batalhei contra um monstro, e este conseguiu me ferir em algumas partes do corpo como o rosto, o abdomen e o braço. Alem disso, em um treino eu havia levado um corte na coxa direita, o ferimento mais feio que eu tinha até agora.

Eu estava deitado à sombra de uma árvore, ainda com dores em alguns locais. Levantei-me e comecei a caminhar com cuidado por causa do machucado da coxa. O dia estava muito bom para descansar. O céu não estava com muitas nuvens, havia uma brisa pairando constantemente pelo acampamento e o clima estava muito bom. Eu estava vestido com uma camiseta preta, calça jeans, luvas pretas sem dedo e um tênis All-Star preto, e, cobrindo quase meu corpo inteiro, estava meu sobretudo negro, que já havia se tornado meu traje de batalha.

No caminho eu me encontrei com Felipe, filho de Hermes. Ele parecia cansado, devia estar saindo de um treino ou algo assim.

- Jason meu amigo! – exclamou ele. – Como vai?

- Eu estou quebrado. Na verdade estou indo para a enfermaria agora mesmo.

- Nossa! O que houve? – perguntou ele.

- Nada de mais, só tenho que cuidar de alguns ferimentos chatos provocados por alguns monstros idiotas.

- Hahaha, viu só? É por isso que você tem que treinar garoto. Você não pode ser fraco assim para sempre. – disse ele sorrindo.

- Felipe, em circunstancias normais eu faria engolir suas palavras. – disse com um leve sorriso. – Mas eu não estou em condições de bater em você.

- Tudo bem, eu posso esperar. – disse ele dando um tapinha em meu ombro esquerdo. – Você quer ajuda para ir até lá?

- Não, obrigado. Eu consigo fazer isso sozinho. Até mais. – completei enquanto me afastava acenando.

Continuei meu caminho tranqulamente, sem muita pressa. Um tempo depois, a tenda da enfermaria entrou em meu campo de vista. É claro, como não se pode ver uma tenda grande que brilha em um dourado intenso? Ao lado desta, havia uma outra tenda, a do curandeiro mestre. Me aproximei do local e em cima da porta eu pude ver o símbolo dos curandeiros. Sem demorar muito, adentrei no local. No lado de dentro eu pude ver cinco estantes nas paredes laterais. Todas elas estavam ocupadas com ingredientes para fazer poções e curativos. O lugar era bem espaçoso. Havia também uma fileira com umas dez macas desocupadas. Parei no meio da sala e cruzei os braços. Algum tempo depois um garoto entrou rapidamente na tenda.

- Bem vindo a Enfermaria Central. – disse ele. – Você está aqui a muito tempo?

- Não. – respondi friamente.

- Está bem, amn... venha vamos tratar os seus ferimentos. – disse ele apontando para uma das macas.

Retirei o sobretudo e o joguei em cima de uma das macas desocupadas. Sentei-me na maca que o curandeiro apontara.

- Tenho um corte na coxa direita. Ele é o ferimento mais grave. Tirando isso, tenho alguns arranhões na barriga, nos braços e no rosto. Sem contar um hematoma no abdômen.

- Humm... tudo bem. Vamos ver essa perna primeiro.

Puxei a perna direita da calça até o machucado ficar visível.

- Nossa, que coisa feia! – disse ele. – Vou pegar algumas coisas aqui, não demoro.

Olhei para o teto da cabana entediado, queria sair dali logo.

O curandeiro voltou com alguns elementos fluorescentes em mãos, algumas ataduras e algodões.

- Vou limpar primeiro e depois vou fazer o curativo.

Ele destampou um pote e dele retirou uma substancia liquida meio marrom. E a colocou no ferimento. Aquilo ardeu de mais! Eu preferia levar um soco na barriga ou na cara do que sentir aquela dor. No instante que a substancia fez contato com o machucado eu me encolhi e quase o chutei de raiva. Agüentei firme para não estrangular o rapaz.

- Isso dói não é? – perguntou ele.

- Não, nem um pouco. – respondi sarcasticamente.

Ele sorriu e continuou o trabalho. Depois de limpar a ferida, ele colocou mais alguma substancia que tinha um nome estranho, a cobriu com algodão e enfaixou firmemente.

- Pronto, esse já foi. Próximo! – exclamou ele, como se estivesse chamando o próximo da fila.

Retirei a camisa e mostrei para ele os machucados que haviam na região do torso, uns três ou quatro no maximo. Esses foram rápidos de resolver. O curandeiro só passou a mesma substancia marrom em todos os arranhões e colocou curativos em todos. No hematoma, ele passou uma pasta viscosa bege e a cobriu com uma faixa. No meu rosto, ele colocou um band-aid sobre o arranhão e pronto.

- Prontinho meu chapa. – disse ele quando finalizou os curativos. – Infelizmente eu não posso dizer o que são essas coisas que passei nos ferimentos. Pois se os campistas descobrirem como fazer esses remédios o meu trabalho acabaria. Você concorda?

- É... tanto faz meu chapa. – disse a ele enquanto colocava a camiseta e o sobretudo novamente. – Obrigado pela ajuda.

- De nada, pode voltar quando precisar!

- Voltarei. – disse a ele enquanto deixava a tenda.

Sai da tenda da enfermaria e caminhei em direção ao meu chalé. Naquele dia eu iria ficar de repouso e talvez dois dias depois eu já estivesse bem melhor.


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Re: ♦ Enfermaria Central ♦

Mensagem por Bernard Verheiden em Qua 10 Jul 2013, 13:32



   
and you'll be owning all the fines

   

   
Em: Enfermaria X ∞ Com: NPC ∞ Notes: Argh =P

   
O brilho áureo irradiava sobre os altos picos, aquecendo os residentes do camping em plena manhã; ao menos aos que já se mantinham energéticos àquela hora do dia. Consequente ao calor excessivo, sombras ralas eram lançadas sobre a relva esverdeada, servindo como um ponto de apoio para os campistas depauperados pela demasia de exercício e esforço físico que exerciam diariamente.

Coagi em um check-up médico completo ao deixar o Chalé X. Pressentia a possibilidade de ser convocado para ser missionário em algum caso fora do camping.

Enlacei passos até a enfermaria central, visando encontrar atendimento de algum dos curandeiros seguidores de Apolo presente. Nunca havia visitado tal área antes e tudo era... Organizado e de uma beleza rústica, levemente encantadora. Empurrei um pouco a porta deixando-a entreaberta, colocando apenas uma parte de meu rosto para espionar brevemente o seu interior, passeando os olhares pelo ambiente. Um enfermeiro estava cuidando de outros semideuses - odiava dar trabalho para as pessoas, mas precisava adiantar-se o quanto antes. A vontade era maior que o orgulho.

Finalmente tomei coragem e adentrei, arrastando as solas de meus sapatos pelo piso de mármore que forrava o chão graciosamente. Elaborando passadas calmas, tentando recolher informações sobre o lugar, prestando atenção em cada mínimo detalhe aparente da tenda. Aproximei-me de uma maca vazia e sentei-me ali, acomodando-me e esperando por atendimento.

- Hey, pode me ajudar? – Inquiri, olhando a feição despreocupada do rapaz – bastante novo para ocupar o ofício. – Digamos que preciso de um estimulante. Você teria algo para me ajudar a recuperar as energias? Creio que terei que enfrentar algo surpreendente. – Logo esbocei um breve sorriso em meus lábios ao semideus, esperando suas ações enquanto fitava-o, mordiscando o lábio para conter a ansiedade.

- Claro que posso ajudar. Por sorte, tenho algo guardando que poderá lhe servir muito bem. – O rapaz de madeixas loiras acenou com a cabeça, maneando-a para o lado de forma pensativa. Com um estalo dos dedos, perpassou o âmbito, buscando por um frasco de tonalidade carmesim depositado em uma prateleira de um armário – este ornamentava a sala em um canto remoto. – Aqui, beba-o. – Me coagiu a dissolver o líquido de odor forte. Deixei uma careta de esboço em minha face. – Aconselho que a tome toda de uma vez.

Engalfinhei os dedos ao redor do pote, visualizando o seu interior. O cataplasma parecia consistente e duvidei se seria o mesmo usado outrora para a cura de ferimentos e machucados. Engoli em seco, elevando a borda até os lábios e bebericando todo o conteúdo da garrafinha em duas únicas virada. – Argh! – Mostrei a língua, tentando desfazer-se do gosto com um abanar do rosto.

- Prontinho. – O curandeiro sorriu, brincalhão. – O efeito pode demorar a aparecer, mas após o tempo necessário, você irá se sentir bem mais ativo e energético. Espero que o ajude. – Desfalecendo o olho esquerdo em uma piscadela, o rapaz mudou-se para uma outra maca já ocupada. O fluxo de pacientes no interior da tenda era intenso.

- Obrigado. – Acenei com a mão, espalmando-a no vácuo. O interesse por uma despedida recíproca não fora tão grande para que alternasse os olhares novamente na direção do filho de Apolo. Deixei o recinto com a mesma facilidade de antes, um pouco zonzo pelo agridoce da bebida ainda presente em meu paladar.


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Re: ♦ Enfermaria Central ♦

Mensagem por Ernst von Weizsäcker em Sex 12 Jul 2013, 11:47


Argh!

Louis estava ferido. Muito ferido. Possuía alguns arranhões e cortes que se espalhavam por todo o seu físico, passando dos braços até o peitoral. O meio-sangue tentara disfarçar algumas vezes aquilo, acreditava não precisar de ajuda. Os ferimentos cicatrizariam logo. Mas, o que acontecera, era que o seu previsto não ocorrera. Imaginou que possuía algum tipo de feitiço para realizar uma cura, mas não o achara em sua agenda. O melhor jeito era ir para enfermaria.

[...]

A Enfermaria era um monumento estranho. Quer dizer, todas as construções que ali existiam eram estranhas. Possuía cores claras, mas a condição de seu interior mostrava-se precária. Alguns meio-sangues encontravam-se em macas, ligados a aparelhos medicinais mortais. Sátiros e filhos de Apolo preparavam poções e entoavam hinos. Uma garota rapidamente aprontou-se para me atender.
— Olá! — ela falou, animada. — O que houve com você? — seu tom doce e suave da voz fazia Louis suspeitar que ela fosse monstro - após você confirmar a si mesmo que é um meio-sangue, nada é confiável, ainda mais as pessoas que se mostram boazinhas demais.
— Apenas alguns ferimentos. Nada grave demais. Pode me ajudar? — disse, quase que em um murmúrio.

Ela levou o rapaz até uma maca livre. Pediu que tirasse a camisa, afim de observar os machucados. Efetuou o ato, constrangido, mas ela não parecia estar muito interessada em meu corpo. Afastou-se um pouco, pegando um pequeno pote branco que lhe fizera lembrar cremes. Ela abriu o recipiente e puxou uma quantidade do remédio com o dedo, passando delicadamente pelos ferimentos. Deixou gaze colocada sobre os ferimentos e pediu que Louis deitasse. A cura poderia demorar um pouco. Pegou um cantil de néctar e ofereceu-lhe. Ele bebeu alguns goles.

[...]

A garota cutucou-lhe no ombro, acordando-o.
— Ei. Já está melhor. Eu já tirei a gaze, mas passei um pouco mais do creme. Amanhã de manhã os ferimentos já devem cicatrizar. — ela falou.
Louis piscou algumas vezes, afim de manter a visão em foco. Assentiu para a garota e levantou-se, sentindo dificuldade. Os ferimentos arderam um pouco.
— É melhor que você fique de repouso no chalé. Nada de treinos. Evite missões. — ela piscou e ajudou-o a se levantar. O rapaz levantou-se e puxou a blusa, vestindo-a. Agradeceu a menina e saíra dali rapidamente - ou então o quão pudera quando machucado.

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Re: ♦ Enfermaria Central ♦

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