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♦ Enfermaria Central ♦

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♦ Enfermaria Central ♦

Mensagem por 075-ExStaff em Sab 16 Fev 2013, 22:18

Relembrando a primeira mensagem :



♦ A Enfermaria Central!


Uma das maiores tendas que havia no Acampamento. Ficava ao lado da tenda da curandeira-mestra, Kristy, e em sua totalidade, um brilho dourado irradiava de sua estrutura. Sobre a sua porta, foram esculpidos em bronze os símbolos dos Curandeiros. Ao adentrar no local, podia-se ver ao menos cinco estantes cobrindo ambas paredes laterais, cheias de ingredientes para poções, líquidos e ervas finas e medicinais. Ali, também, estendia-se uma fileira de macas, em torno de 10, o que apontava que apenas 10 pacientes poderiam ser atendidos por vez.
Dois Curandeiros, um chamado Ted Lopux e um uma garota com o nome de Gina Rockwell atendiam todos os pacientes, sendo extremamente ágeis e rápidos em seus atendimentos.



♦ Como funciona a Enfermaria Central?


De acordo com as necessidades do fórum, foi decidido que criaríamos uma enfermaria central para atender os feridos que costumam demorar para serem atendidos nas demais enfermarias e, também, para não sobrecarregar mais os nossos curandeiros.
A Enfermaria Central, como dito no post, comporta por vez 10 Campistas, ou seja, caso não haja uma atualização rápida dos personagens, o décimo primeiro postador irá ser considerado inválido, ou seja, seu post será ignorado.
A recuperação de HP e MP irá variar de acordo com a qualidade do post do usuário, sendo que a quantia mínima é de 0 (para posts considerados totalmente fora do padrão, com uma quantia de erros de escrita acima do normal) e a máxima é de 150 (para posts considerados excelentes, com nenhum ou pouquíssimos erros de escrita). É permitido apenas um post por atualização. Não um post por dia, nem por semana, mas sim por atualização.
As narrativas são on, ou seja, você terá de narrar que entrou na enfermaria e falou com um dos nossos dois curandeiros NPC's. Por fim, será avaliado e curado com a pontuação que merece.
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Re: ♦ Enfermaria Central ♦

Mensagem por Rayna Baudelaire em Seg 28 Mar 2016, 10:10


challenge

why should we fight?

Prólogo.

O efeito da memória é levar-nos aos ausentes, para que estejamos com eles, e trazê-los a eles a nós, para que estejam connosco. É possível viver quase sem lembranças e viver feliz, como demonstra o animal, mas é impossível viver sem esquecer. A memória é o perfume da alma.

I.

Raphel me guiara até a enfermaria central após a pequena batalha que tive para recuperar os itens roubados do chalé 11, forçando-me a passar por uma série de exames para ver se Angelina não tinha causado danos terríveis em meu corpo. A tenda era simplesmente enorme, cercada por um brilho dourado magnífico, e, ao me aproxima da porta, notei o símbolo dos Curandeiros esculpido em bronze.

— Tenho que admitir que estou um pouco nervosa — disse, entrando no local.

O indefinido me puxou pelo braço, me arrastando até chegarmos a uma maca. Sentei-me nela, observando o local à minha volta, os feridos que ali estavam e os curandeiros de um lado para o outro, fazendo seu trabalho. Não demorou muito para uma enfermeira chegar, analisando meu corpo à procura de ferimentos graves, mas apenas encontrara hematomas dos socos que a russa desferiu em mim.

— É, isso daí foi por conta de uma briga.

— Felizmente você está bem, apenas possui nódoa negra em algumas regiões do seu corpo devido a essa briga que tivera. — Disse, indo buscar algo na prateleira de remédios, retornando em seguida. Retirou a tampa de um pequeno pote cheio de uma pasta verde, passando o resíduo estranho em cima dos hematomas. — Isso fará com que melhore. Tenha mais cuidado em sua próxima luta, jovem.

— Pode deixar. — Deixei um sorriso escapar, saindo da maca. — Vamos, Raphael, temos muito o que fazer.

Após ser liberada pela curandeira, saímos da enfermaria central, retornando ao chalé de Hermes para continuarmos a planejar nossa jornada em busca das memórias perdidas.  


All girls wanna be like that, bad girls underneath, like that. You know how I'm feeling inside, somethin' 'bout you makes me feel like a dangerous woman.
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Re: ♦ Enfermaria Central ♦

Mensagem por Oscar Bezarius em Seg 28 Mar 2016, 11:41


Avaliações
Kristy Grandine / Flynn B. Barden / Rayna Baudelaire


Kristy Grandine - 150 MP/HP

Você escreve muito bem, e eu imagino que não fui o primeiro que diz isso. Tua escrita é simples, mas muito envolvente, o que torna muito mais fácil e acessível. Seu modo de agir - personagem - é interessante, pois mesmo sendo curandeira preferiu ir atrás de ajuda com algum companheiro, o que mostra que qualquer ser precisa de ajuda, até mesmo os deuses.

Não poderia deixar de te dar o valor máximo e pode ter certeza de que daria mais se pudesse.

-

Flynn B. Barden - 140 MP/HP

Você me lembra muito o Grover, só não sei se isso é bom ou ruim. Você escreve com o gracejo que o Tio Rick descrevia o sátiro e isso pode ser bom, assim como pode ser ruim (podem achar que é tipo cópia dele), mas para mim não é.

Poderia ter desenvolvido mais o tratamento, deixaria a escrita mais envolvente e mais interessante. Poderia ter abusado dos poderes dos curandeiros, ou dos enfermeiros, como disse. Contudo, fora essas duas coisinhas, você fez um ótimo texto.

-

Rayna Baudelaire - Full MP/HP

Foi um tratamento bem rápido e poderia ter narrado mais. Gostei do teu jeito de escrever e da estética do teu post, apesar de acha que deveria usar um template mais largo.

Você poderia ter desenvolvido muito mais, pois isso afetou bastante na avaliação, mas não te prejudicará, pois você precisa de pouco para completar seus status. Entretanto, deixo o conselho para você desenvolver mais os treinos/tratamentos/missões, pois pode render em mais experiência ou status.

De resto ta ok. (:

Oscar Bezarius
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Eu acho que não é da sua conta. Só acho.

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Re: ♦ Enfermaria Central ♦

Mensagem por Mikhael Campbell em Seg 28 Mar 2016, 13:15

Curando
enfermaria central
recuperando antes de morrer, porque, né

Lembro-me bem de ter sido perturbado para que fosse até a Enfermaria Central por Rayna, minha irmã, logo após eu ter aparecido com aquele resquício de hematoma no rosto. Ela já tinha ido antes para se recuperar de poucos ferimentos, e dizia ser a minha vez — por mais que em meus planos "ir ao hospital" não fosse a primeira coisa da lista. Eu fui, a contragosto. E não me arrependi.

Só percebi o quanto estava cansado quando a curandeira ruiva deu-me duas poções — uma que pareceu me deixar muito melhor em termos físicos e outra que pareceu me energizar de forma quase completa — um pouco estranhas, mas extremamente úteis. Um pouco de néctar, a bebida dos deuses, e um toque ou outro com alguma possível habilidade dos curandeiros e voilà, eu estava pronto para outra.

— Gina, tem certeza que meu rosto não sofreu algo mais sério? Sei que vocês trataram, mas... — perguntei, tão preocupado e detalhista como sempre fui.

A curandeira deu um sorriso de canto antes de limpar a sua bancada e me responder-me, com um tom de voz mais do que controlada:

— Você sente dor? — questionou-me. Eu murmurei que não. — Então está tudo bem, fizemos tudo direitinho. Não se preocupe. — Depois de averiguar os sinais de qualquer outro tipo de ferimento, ela mandou-me levantar da maca e me liberou.

Eu era um novo Mikhail Baudelaire, pronto para outra. Ou para outro.

Adendo:
Tô esperando a att de uma missão, então o status atual vai diminuir para 105/190. Se puder considerar isso ao avaliar, agradeço. :3

Thanks Tess
Mikhael Campbell
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Re: ♦ Enfermaria Central ♦

Mensagem por 118-ExStaff em Qua 30 Mar 2016, 18:17


Avaliação
Mikhail Baudelaire


Mikhail Baudelaire - Full HP e MP (190/190 pra ambos)

Você escreve bem, tem uma ortografia linda de se ler e não notei erro nenhum quanto a isso, porém tenho que dizer que o processo de cura narrado foi muito rápido. Você escreveu tudo em um simples parágrafo (tamanho não é documento, eu sei, mas tô falando do desenvolvimento da coisa). Isso também deu a impressão de que você entrou na enfermaria e uns minutinhos depois já tava com a saúde impecável. Recomendo que leia posts de curandeiros do fórum antes de voltar a postar aqui.

De qualquer jeito, você não precisa dos 150 HP/MP, e isso garantiu seu full.

P.S. Oscar, obrigado, lindo, te amo. Espero que tu não tenha nada contra eu roubar seu template de vez em quando <3



Atualizado até este ponto! ~Eos
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Re: ♦ Enfermaria Central ♦

Mensagem por Sadie Bronwen em Qua 30 Mar 2016, 19:31

Desta vez ela não estava se arrastando quando chegou à enfermaria: o corpo estava sim dolorido, mas eram escoriações leves, depois de alguns treinos não muito bem sucedidos. Aparentemente, não chegou em boa hora: havia correria no local, os curandeiros concentrados em conter alguns pacientes em estados bem piores. Sadie pensou em dar meia-volta, mas uma garota ruiva postou-se na sua frente.

- Se veio aqui é porque precisa de ajuda. Sente e aguarde, e não ouse sair!

Sadie poderia ignorar: seus ferimentos não eram graves e não era de acatar ordens de desconhecidos, mas algo na garota a fez sorrir e, quando a curandeira voltou pouco depois, a guiando para uma maca, demonstrou ter percebido a expressão, inquirindo a semideusa:

- Achou graça em algo?

- Não é nada... Você é parecida com uma amiga, apenas isso. Eu até diria que deve ser um mal de curandeiro, mas já vi alguns mais... Delicados.

A ruiva sorriu, e estendeu a mão.

- Sua amiga deve ser gente boa. E eu posso ser delicada, mas às vezes é necessário outra coisa. Qual o nome dela? Por sinal, eu sou Gina!

Sadie respondeu ao cumprimento, notando a firmeza da mão que apertava, mostrando que a curandeira era decidida.

- Sadie... e o nome dela é Fran.

Gina franziu a testa.

- Não me lembro de ter conhecido uma Fran... Não aqui no Acampamento. Mas enfim, diga o que precisa.

A filha de Melinoe se sentou na maca e virou o pescoço, fazendo com que estalasse.

- Tive uma queda do cavalo... Literal. E alguns treinos não muito bons de esgrima. Não é nada demais, não se empolgue muito... Afinal, não perdi um braço.

- E eu ia adorar isso! Mas vamos lá. Pelo que você falou, descanso daria conta, mas é bom verificar se está tudo no lugar. Caiu de costas? - Sadie acenou, concordando. - Ok... Vou precisar dar uma olhada!

Ela fechou as cortinas que serviam de divisória, oferecendo um pouco de privacidade (precária) enquanto Sadie retirava a camiseta lentamente, sentindo todos os músculos repuxarem. Suas costas eram um quadro em roxo, amarelo e esverdeado, digno de um pintos abstrato. Gina a tocou, fazendo com que estremesse involuntariamente, dando-se conta de que estava mais dolorida do que gostaria de admitir.

- Certo... Não foi tão leve assim. Agora, isso vai doer, mas sabemos que pode aguentar, não é?

Ela não esperou resposta, pressionando os pontos mais dolorosos, fazendo Sadie conter outro gemido de dor. As mãos da curandeira massageavam seus ferimentos com uma pressão experiente e movimentos circulares e, apesar da reação inicial, Sadie sentia-se melhor aos poucos. Sabia que a garota deveria estar usando alguma habilidade - apenas o toque normal não faria isso - mas era algo fora de sua área, e não se importava, desde que desse resultado.

Aos poucos, não apenas a dor, mas a tensão também diminuiu. Sentia-se melhor como um todo, da mesma forma que se sentia quando tinha uma boa (e rara) noite de sono. Quando a curandeira se afastou, retirando as mãos, moveu os ombros: perfeitos. Gina deu um tapinha em sua cabeça, amistoso:

- Prontinho!

Sadia levantou-se da maca, esticando-se e percebendo que a cura se estendia para o restante do corpo. Reparando melhor, mesmo pequenas escoriações nos braços não estavam mais visíveis. Voltou a colocar a camiseta, dessa vez sem nenhum efeito negativo pelos movimentos.

- Bom trabalho... Mas pra ser sincera, espero não ter que te encontrar muitas vezes.

Gina sorriu.

- Ah, não me importo que venha, mas traga algo interessante na próxima. O braço decepado que você falou... É seria uma boa idéia!

Sadie ainda ria quando afastou as costinas e saiu do local. Sádicos... Todos eles, curandeiros, sem dúvida!

Observação:
Pois é, foi coisa de upar em treino mesmo e, pelo status total da personagem coloquei como algo mais leve. Outra coisa: Estou à procura de template novo, por isso não usei nenhum aqui - e sei que não é obrigatório, então só cuidei da organização básica: texto justificado, indicação de falas e blá blá blá. Se fosse considerar poderes, Gina teria usado:

Passivos

Conforto Restaurador (Nível 2)
Ao realizar um exame prévio e acomodar um paciente em sua enfermaria, recepcionando-o e tratando com cuidado, no ambiente adequado e modificado com as condições especiais para isso, o paciente fica mais predisposto ao tratamento e assim as habilidades do curandeiro tornam-se mais efetivas, ampliando o valor restaurado em 20% (arredondado para baixo, mínimo de 1 ponto). Por ser necessário certo preparo anterior, somente funciona na enfermaria ou em situações de conforto. Não afeta a si próprio, obviamente. Não serve para cicatrizar ou quaisquer outros efeitos, apenas a recuperação de vida; para obter tais efeitos, deve-se, ao menos por enquanto, utilizar de métodos convencionais. [Modificado de ativo para passivo, antigo "Boas vindas curadoras"]

Olhar Clínico (Nível 13)
Há uma espécie de lenda urbana que diz “grandes médicos sabem o que o paciente sente apenas de olho”. Pois bem, isso se aplica aos aprendizes, mas de uma forma diferente: ao avistar alguém, consegue “ver” as informações de saúde deste indivíduo (por exemplo, possíveis fraturas, doenças, batimentos cardíacos, oxigenação, vida, energia e situações psicológicas e sociais naturais). Estas informações aparecem em forma de dados e gráficos para o aprendiz, como na tela de um monitor de hospital. Algumas informações, como situações psicológicas e sociais só se aplicam a pessoas que deixarem o curandeiro ter esse conhecimento, o que resume a, normalmente, aliados. Isso faz com que seus diagnósticos agora sejam mais precisos, mas podem ser enganados por meios mágicos e poderes que alterem sua percepção.

Aprendiz Experiente (Nível 33)
O auge da medicina está mais próximo do dito cujo, sendo este o objetivo máximo de eficiência. Os aprendizes, agora, se deparam com um quadro novo de realidade: próteses, cirurgias simples, erros quase nulos. Os ensinamentos médicos convencionais de Asclépio estão praticamente no fim. Os seguidores do deus da cura também poderão reconhecer quase que de imediato a doença que o paciente possui, sabendo também o que fazer nesse caso. Além de tudo, a memória desenvolver-se-á como a de poucos, pois deve se recordar mais facilmente dos conceitos básicos.Operações complexas e outras exigem ainda mais preparação.Na prática, poderá relembrar vagamente de qualquer coisa que esteja relacionada aos seus ensinamentos.

Ativos

Curar ferimentos (Nível 1)
Após fazer uma pequena e rápida oração ao seu mestre Asclépio, as mãos do Curandeiro serão tomadas por uma luminosidade de fraca coloração dourada, permitindo com que o usuário recupere uma parte do HP do alvo com o toque direto. A cura será equivalente ao custo de Mp deste poder x 1/2 do nível do curandeiro, arredondado para baixo (mínimo de cura = 4). Pode ser utilizado sobre si mesmo. Uso livre na enfermaria, mas limitado a 1 uso por aliado a cada combate enfrentado. Custo base a ser multiplicado pelo nível = 4 de MP.[Modificado]

Toque Energético (Nível 3)
Após fazer uma pequena e rápida oração ao seu mestre Asclépio, as mãos do Curandeiro serão tomadas por uma luminosidade de fraca coloração prateada, permitindo com que o usuário recupere uma parte do MP do alvo com o toque direto. A restauração será equivalente ao custo de MP deste poder x 1/2 do nível do curandeiro, arredondado para baixo (mínimo 1). Não pode ser utilizado sobre si mesmo. Para fins de gasto de MP e cálculo de recuperação, é considerado um poder nível 1. Uso livre na enfermaria, mas limitado a 1 uso por aliado a cada combate enfrentado. Custo base a ser multiplicado pelo nível = 4 de MP.[Modificado]

Descanso (Nível 6)
O cansaço é um inimigo muitas vezes pior que armas. Ao utilizar este poder, com contato direto entre curandeiro e paciente – que não poderá ser si mesmo –, este último ficará isento de qualquer tipo de canseira. Os efeitos serão como se o doente tivesse acabado de dormir por oito horas (que é o recomendado para um homem adulto), eliminando penalidades provocadas por fadiga, seja natural ou induzida - não recupera HP ou MP, apenas retira as consequências da condição.  - para fins interpretativos

Anestesia (Nível 11)
A dor causada por machucados pode, agora, ser aliviada pelos curandeiros de forma mística. Tocando os músculos feridos, consegue retirar quaisquer dores do paciente, o que pode ajudar até mesmo na concentração e na calma deste. Não afeta o HP, apenas dores que podem ser debilitantes. Pode ser usado em si mesmo. O alivio dura por 3 rodadas.
Sadie Bronwen
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Re: ♦ Enfermaria Central ♦

Mensagem por Allan P. Frey em Qua 30 Mar 2016, 23:15


roubo de template
Kristy Grandine / Flynn B. Barden / Rayna Baudelaire

-Não demoro.
Allan se desprendeu dos braços de Artemisa e seguiu ainda meio tonto escadaria acima. Quando entrou na enfermaria seu estomago revirou e ele vomitou, caindo no chão graças ao cheiro do local. O barulho deve ter sido ouvido pele enfermaria toda, e logo dois garotos chegaram para o levar até uma maca.

Assim que estava devidamente deitado, um dos rapazes saiu, e somente um menor e mais raquítico ficou no quarto. Ele seria o curandeiro que daria um jeito nos venenos e nos ferimentos feitos pelas ramas de Ent's furiosos.
-O que aconteceu aqui?
-Venenos, Ent's, cipos e ramas... Enfim.
Achava que aquela explicação era suficiente. Sentia seu corpo começar a ficar dormente. O veneno começava a chegar no sistema nervoso.
-Devia ter vindo mais rápido... Mas vamos lá.

O garoto se levantou e pegou um pequeno saco plástico. Dali ele tirou algumas folhas secas e grandes, como folhas de couve. Em seguida ele cortou os trapos das calças de Allan, o deixando de cueca. Logo suas pernas estavam todas cobertas com as folhas. Quando o jovenzinho tirou os panos que antes eram uma camisa, mas agora eram apenas trapos rasgados, ele fez a mesma coisa. Logo o corpo de Allan estava todo coberto de folhas.
-Elas sugam o veneno do seu corpo. Talvez demore uns minutos, enquanto isso eu preparo um chá para que limpe por dentro.

Com o resto das folhas ele seguiu para o balcão onde estava um liquidificador, jogando as folhas lá e em seguida um copo de água. O liquidificador ficou ligado por volta de meio minuto, e então ele voltou o conteúdo esverdeado pra dentro do copo, levando até Allan.
O curandeiro levantou a cabeça do arauto e derramou o conteúdo em sua boca. Tinha um gosto de grama azeda, mas ele engoliu mesmo assim.
-Logo mais faz efeito.

Não sabia o que significava "fazer efeito", mas esperou. Enquanto isso suas pernas voltavam a se movimentar enquanto as folhas escorriam seiva verde, que nada mais era que o veneno que puxavam do corpo dele.
Enquanto fitava o teto em silêncio, sentiu seu estomago se revirar novamente. Então ele começou a tossir enquanto sentia como se fosse vomitar seus ossos. O rapaz foi ficando vermelho, suas narinas sangrava, e então ele vomitou uma gosma verde pelo chão. No mesmo instante as dores pararam. O veneno tinha deixado seu corpo.

Assim que Allan normalizou, já fez força para levantar, porém, o rapaz forçou o arauto de volta para a maca.
-É melhor dormir ai para que não tenha risco algum de restar algo do veneno, não sei quais Ent's foram, então é melhor garantir.
Novamente, Allan tentou se levantar. Tinha que estar de pé até o dia seguinte para que pegasse os campistas de surpresa e fizesse o que Macas tinha pedido. Porém, logo sentiu uma agulha em seu braço. A visão começou a ficar turva e Allan caiu no sono.
-Amanhã, rapaz...
Allan P. Frey
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Re: ♦ Enfermaria Central ♦

Mensagem por Darya Archer-Gilligan em Qua 30 Mar 2016, 23:30


Vamos curar




— Você podia, sei lá, ser só um pouco menos bruto? — a garota reclamou, recolhendo o ombro dolorido com uma careta contida. Sem demonstrar muita compaixão pela dor da irmã ou arrependimento pelo tapa desferido em brincadeira instantes antes, Mich abriu um sorriso divertido, dando de ombros despreocupado.

— Hm, talvez. Você poderia ser um pouco menos estupidamente impulsiva? — respondeu à altura, erguendo uma sobrancelha em questionamento. Vindo de qualquer outra pessoa, o comentário poderia gerar algum desentendimento - um belo eufemismo para "confusão", é claro -. Porém, vindo do gêmeo, tudo o que conseguiu foi arrancar um virar de olhos orgulhoso. Okay, talvez ele estivesse certo, mas apenas parcialmente. Não podia contar que sempre estaria com suas espadas à mão, então era melhor garantir que conseguiria dar conta apenas com a faca, certo? Mesmo, er, contra oponentes brutalmente e monstruosamente - literalmente, ba dum tss - maiores e mais fortes, a ponto de causar algumas belas dificuldades mesmo que devidamente armada com Panic, correto? Tá, talvez não tanto assim. Mas não importa, não é como se o senso de superioridade da Archer-Gilligan fosse permiti-lá admitir algo do tipo. Enfim.

De qualquer forma - ou melhor, de alguma forma - conseguira sair vitoriosa e com todos os membros no lugar. Amém? Amém. Ou talvez não tanto no lugar, dado que o ombro esquerdo estava claramente deslocado, em uma posição qualquer não-natural e extremamente dolorosa. E foi exatamente isso, mais do que qualquer outra escoriação que houvesse claramente sofrido, que a levou a se despedir do querido - sabemos muito bem quão querido, mocinha rs - irmão e colocar-se resmungando pesadamente a caminho da enfermaria mais próxima.

Não demorou muito - ao menos para quem não está fazendo o caminho sob um sol escaldante e com uma desgraçada dor - para que a donzela em perigo alcançasse o seu destino, à procura de uma heroína que pudesse salvá-la. Mas não parecia mesmo ser seu dia de sorte, dado que bastou sentar-se em uma das macas livres para que um rapaz aparecesse para atendê-la.

"Que beleza", comentou para si mesma com um girar de olhos sarcástico. Com um sorriso educado, o curandeiro cumprimentou a paciente (que sequer destinou parte suficiente da sua atenção para as palavras proferidas, querendo apenas que aquilo acabasse o mais rapidamente possível), correndo os olhos para a forma com que Darya aninhava o ombro esquerdo com o braço direito, ainda que sem deixar de lado a postura altiva e superior. Decidida que não era obrigada a se prestar àquele papel humilhante, levou os olhos para o teto imaculadamente branco e com um resmungo qualquer apresentou ao campista o motivo mais do que óbvio de estar ali. Como já estava ali de qualquer forma, aproveitou para citar outras escoriações presentes principalmente ao longo do quadril.

Profissionalmente o rapaz tocou o ombro da filha de Deimos, e imediatamente a mesma permitiu-se suspirar em claro alívio. Conforme tocava pela extensão do ombro e ao longo do dorso feminino, até chegar à outra área mencionada, cada parte tocada tornava-se um ponto a menos no mapa de dor criado na mente de Darya. Feito isso, voltou-se novamente para o mais grave no momento e, caso a semideusa tivesse dado-se ao trabalho de olhar para baixo, perceberia que as mãos do curandeiro agora brilhavam. Com um breve aviso, posicionou o ombro e o braço entre suas mãos, dando um impulso que, com um estalar audível, voltou o ombro para onde nunca deveria ter saído. Ainda com o mesmo brilho peculiar, tocou os músculos que cercavam a região, certificando-se de curar o trauma sofrido, e tornou a repetir o caminho que trilhara anestesiando anteriormente uma mais vez, antes de retornar pelo mesmo percurso porém com o brilho de cor distinta. Nesse momento a feição da moça já deixava suficientemente claro o quão agradável vinha sendo aquele processo de cura.

Terminado essa etapa e dirigindo-se a um canto qualquer, já tinha uma impaciente agitada sobre o leito, já sonhando com o momento em que poderia abandonar o local. Pela segunda vez naquele dia (a primeira não vem ao caso), estava com sorte. Pois o semideus retornou em poucos instantes, com dois copos simples em sua mão. De coloração interessante, verde e arroxeado, foram capazes de prender a curiosidade e atenção da Archer-Gilligan. Pelo menos nos breves instantes antes de sorver respectivamente o conteúdo dos dois recipientes.

Sentindo imediatamente os efeitos, levantou-se, dando-se por satisfeita. Porém, antes que pudesse - em todo o seu belo ótimo humor -  agradecer ao curandeiro e sair dali o mais rápido possível, foi surpreendida por um último toque no ombro que, incrivelmente, recuperou grande parte da sua vitalidade, levando embora uma parcela importante do seu cansaço. Com isso, Darya permitiu-se até mesmo um sorriso de agradecimento antes de sair dali de forma similar quanto a bela narradora que vos fala foge dos falantes de TOP. Não que venha ao caso.

Enfim.

Darya Archer-Gilligan
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Re: ♦ Enfermaria Central ♦

Mensagem por Denn P. Garfield em Qui 31 Mar 2016, 23:00




Heal!


 Assim que ele passou pela porta, sentiu um grande alívio. Denn era uma pessoa que tinha prioridades, pelo menos era o que ele achava, então a ideia de sair do chalé em uma tarde ensolarada para ir a enfermaria era meio que um sacrifício. Para o filho de Afrodite, o mais importante acabava sendo ficar dentro do seu quarto sem fazer absolutamente nada. Entretanto, depois do almoço, Garfield se obrigou mentalmente a tratar daquela fadiga que parecia eterna.

 Para escolher uma das várias enfermarias que estavam à disposição, o semideus usou o mesmo critério que usava para comprar roupas; Escolheu a mais popular - ou movimentada, que seja -, como aqueles blusões de cashmere que se compra para a família inteira. Afinal, todo mundo adora receber um blusão fofinho que se pode usar nas mais variadas ocasiões, com os mais variados visuais e você encontra ele nas mais variadas cores. Enfim, naquele caso o blusão de cashmere devia ser a Enfermaria Central.

 Por um momento, assim que Denn deu um passo para dentro da entrada do local, ele realmente achou que ali dentro devia haver algum tipo de magia para refrescar. Assim que a cria da beleza passou pela porta, todo aquele calor e abafamento ficaram para trás. Claro que era bem mais provável que só fossem as janelas ou aquele clima de enfermaria, mas Garfield adorava fingir que tudo tinha um toque de magia (não que fosse mentira).

 Uma ruiva aproximou-se sutilmente do meio-sangue, ela tinha um sorriso torto, a típica cara que você fazia quando esperava que a pessoa falasse algo. Infelizmente, Denn estava mais ocupado olhando as prateleiras que estavam no fundo do local; Quando ele percebeu a curandeira parada a sua frente, quase deu um pulo de susto - quase.

– Ah, oi. Chamo-me Denn, é a minha primeira vez em uma enfermaria desse porte. Enfim, eu ando meu cansado de um tempo pra cá, eu achei que podia ser só uma besteira mas ontem eu fui treinar e acabei falhando por um tipo de fadiga extrema.

– Eu sou Gina, prazer em conhecê-lo e bem-vindo a enfermaria central. Sempre que tiver algum ferimento para ser curado, ou qualquer coisa do tipo, pode vir pra cá porque eu quase sempre estou aqui. – A curandeira fez uma pausa analisando o filho de Afrodite, procurando algum tipo de ferimento ou qualquer coisa visível que pudesse explicar a fadiga do adolescente, mas não obteve sucesso. – Certo, preciso que você venha comigo até as macas, acho que tenho algo que pode lhe ajudar!

 Sem delongas, Denn fez o que ela pediu, seguindo-a até uma maca mais ao fundo. Ele sentou-se e encarou o teto do local, antes de voltar-se para a ruiva que estava de costas em frente a um balcão. A cria de Afrodite conseguia ver uma balança e uma fruta amarela, provavelmente algum tipo de limão. Depois de uma breve mistura e algum tipo de prece, Gina voltou-se com um frasco na mão. Assim que a garota estendeu a mão, Garfiel pegou a poção para si e encarou-a antes de bebê-la. A coloração parecia enigmática, um verde mais pálido, mas ao mesmo tempo brilhante e escuro.

 Assim que a mistura desceu pela garganta do semideus, os gostos na boca dele começaram a mudar. Inicialmente, aquele azedo-picante era realmente estranho, porém na medida em que a cria de Afrodite ia ingerindo a poção, ela parecia cada vez mais refrescante. Por fim, Denn limpo a boca com a mão e abriu um sorriso amargo para a curandeira.

– Bom agora você pode ficar aqui e descansar até a poção fazer efeito, ou pode sair. Porém se você realmente quer que isso funcione, por favor, tem que descansar por hora. – Até parece que o campista estava realmente disposto a ir treinar ou fazer qualquer coisa, ele ficou ali deitado na maca, tempo suficiente para adormecer como o preguiçoso que era.


♥♥♥






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Re: ♦ Enfermaria Central ♦

Mensagem por 116-ExStaff em Sex 01 Abr 2016, 13:52



Avaliação



Sadie Bronwen - Full HP/MP

Post bem detalhado, sem muitos rodeios e com uma acuidade tanto estrutural como ortográfica impecável. A interação com a curandeira se desenrolou sem muitos empecilhos e acho que, para uma recuperação de status pós-treino, foi uma excelente postagem.

Allan P. Frey + 120 HP/MP

Seu post foi interessante, bem escrito e com todos os detalhes necessários para uma cura. No entanto, você cometeu alguns deslizes no processo. A começar pelos erros de digitação:

cipos e ramas

suas narinas sangrava

Além da repetição desnecessária de algumas palavras como "folhas", que poderiam ser substituídas facilmente por sinônimos relacionados à cura ou mesmo à couve. Além desses deslizes, o texto ficou com diversos parágrafos colados e falta de espaçamento entre as falas e o travessão. Por enquanto é isso o//

Darya Archer-Gilligan + 150 HP/MP

Uau. Narração extremamente bem desenvolvida, falas separadas de maneira a se integrarem da melhor forma possível ao restante do texto e o processo de cura foi narrado com uma riqueza satisfatória de procedimentos. Não tenho muito a acrescentar além dos parabéns pela fluidez e desenvolvimento da ida à enfermaria.

Denn P. Garfield - Full HP e + 150 MP

Narração simples, direta e curta. Normalmente isso renderia pontos negativos. No entanto, você soube administrar suas opções quanto ao processo de cura e à interação com Gina. Peço que fique atento a parágrafos muito longos, que podem te prejudicar em futuras missões. Na pior das hipóteses, simplifique e trabalhe com o que possui, algo que você fez de maneira excelente na enfermaria.

Aguardando atualizações



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Re: ♦ Enfermaria Central ♦

Mensagem por ♦ Eos em Sab 02 Abr 2016, 15:16

Atualizados.

Player Sadie Bronwen não atualizada por ser minha própria ficha - peço o favor a outro ADM.

♦ Eos
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Re: ♦ Enfermaria Central ♦

Mensagem por Rosélia em Ter 05 Abr 2016, 16:17

Em Coma
I was born of the womb of a poisonous man
Beaten and broken and chased from the land
But I rise up above it, high up above it and see
I was hung from a tree made of tongues of the weak

THE HEALING

A
bri os olhos de repente e só pude ver uma sala completamente branca com sons distintos de fundo. Alguém apertava minha mão e outro pressionava minha cabeça com as palmas brilhantes. Tentei me mexer, mas estava fraca demais para fazer isso. - Onde estou? - Indaguei, mas o máximo que alguém fez foi me responder secamente: Na enfermaria, agora descanse!

Não precisava falar duas vezes, eu estava fraca demais e sentia dores fortes no corpo. Então dormi.

Há tempos que não via aquele lugar, era lindo e eu sentia muita falta. As árvores de grandes folhar verdes elevavam-se sobre a grama rasteira do Central Park.

- Saudade daqui? - Disse uma voz maldosa. - Suas irmãs sentem sua falta, traidora! - Continuou falando a voz metálica. - Mas se acalme, elas logo deixarão de sentir isso - Concluiu com uma gargalhada arrepiante.

Saltei da maca com um salto rápido e segurei o colarinho de um garoto loiro com olhos cor de mel. - Vai com calma... Rose - Falou ele olhando uma prancheta branca de acrílico. - Desculpe! - falei enquanto o garoto ajeitava-me na maca.

Das mãos do curandeiros emergiam luzes prateadas que faziam minha energia voltar ao normal. Não sei como, mas eu sentia que minha pele clara voltava ao tom normal; minha respiração não falhava mais; meu corpo já não doía mais. E, além de tudo, estava mais calma.

Eu sentia meu corpo machucado, a última luta coma empusa não fora das melhores e eu conseguira alguns arranhões e hematomas. Contudo, foram curados com uma pasta verde feita com hortelã, e mais algumas ervas medicinais que não tinha tanto cheiro.

As mãos brilhantes mudavam de cor, agora eram douradas e circulavam por todo meu corpo, curando parte dos machucados e das dores.

- Você precisa lembrar que plantas também precisam de cuidado... - Falou o curandeiro bonitão.

Agora já estava sentada sobre a maca e ele me dava algumas poções para beber. Uma tinha gosto de chã de limão; outra tinha sabor de mel com laranja e o cheiro era maravilhosamente ótimo.

- Agora você pode voltar aos seus afazeres, minha bela ninfa. - Disse o galanteador.

E realmente era galanteador. Era belo e calmo, além de ser um garoto cativante, atencioso. - Obrigado... - Falei com calma, mas queria falar mais coisas. - És muito... - Fala bonito, fala bonito, fala bonito, fala bonito... - Prestativo.

Após as palavras já notava que podia correr e foi isto que fiz em direção da floresta.



Rosélia
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Perdido...

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Re: ♦ Enfermaria Central ♦

Mensagem por Kalled C. Almeida em Qua 06 Abr 2016, 23:27

Rosélia +100 HP/MP



Seu texto foi bom, porém ele foi um pouco “corrido”. Não houve falhas na explicação do processo de cura, visto que você chegou a descrever os métodos e elixires usados, no entanto sua descrição foi um tanto quanto sucinta e acelerada. Não estou dizendo que você deva “encher linguiça”, mas tenha em vista um enriquecimento de detalhes do seu texto em uma próxima ocasião; preocupe-se em descrever seu emocional e sensações físicas, pois em textos como esse, estas coisas acabam por fornecer mais qualidade ao seu texto.

No mais, encontrei um erro de digitação insignificante que não vale a pena ser mencionado, acredito que corrigindo isso você será uma narradora melhor do que já é.

Meus parabéns, dríade.
Atualizado por Quíron.
Kalled C. Almeida
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Re: ♦ Enfermaria Central ♦

Mensagem por Fley D'lacqua em Qui 07 Abr 2016, 07:38


Mãos de fada
a árdua missão de um garoto fantasma em busca da cura
Se tinha algo nessa vida que Fley detestava ir era em médicos. Ele não sentia medo, nem entrava em desespero, mas era um tipo de desconforto com todos aqueles aparelhos ao seu redor. Como era uma emergência para semideuses, eles deveriam utilizar aparelhos muito maiores e mais potentes, definitivamente não.

Sua cabeça doía, seu corpo estava cheio de hematomas e arranhões pela sua batalha com as aves na floresta. Os ferimentos em seu corpo não eram graves, entretanto nada impedia que eles pudessem se agravar. Uma inflamação em suas feridas seria péssima. De tanto os seus irmãos encherem o saco do garoto para que ele fosse na enfermaria, ele decidiu ir. Se preparava para engolir o seu me... desconforto. A caminho do local, encontra alguns campistas, para pra colocar o papo em dia, se distraindo do seu objetivo principal.

Ao adentrar a enfermaria, se senta em uma maca e aguarda nervoso o atendimento de alguém, estava nervoso, observando todos ao redor, todo mundo parecia tão tranquilo. Uma garota pequena, esguia e com uma expressão infantil se aproxima dele, ela estava toda de branco.

— Posso ajuda-lo? — Perguntava com um sorriso no rosto e expressão solicita.

Ela trazia uma tranquilidade ótima, mas Fley sabia que por baixo daquilo existia um demônio querendo fazer ele sentir dor. — Me envolvi em uma briga com uns periquitos e acabei criando essas cortes e hematomas, será que tem jeito? — Perguntava desconfiado

A garota simplesmente analisa os ferimentos e pede para que o garoto fique apenas de cueca e deite de costas sobre a maca. Após obedecer a garota a contragostos, ela pega um pequeno pote com alguma substancia dentro, molha um algodão e começa a passar sobre os ferimentos. Aquela substancia tinha um cheiro bom, na pele era refrescante, quase fez o garoto adormecer. Após passar o liquido ela faz um curativo em cada arranhão, evitando infecções.


— Pode virar de frente por favor? — Pedia em tom doce ao garoto.

A enfermeira continua passando o liquido nas feridas de Fley, dessa vez na parte da frente do corpo. Após limpar e fazer o curativo em todas as feridas, ela entrega um copinho de café com três remédios coloridos para o garoto.

— São para suas dores no corpo e na cabeça, vai ficar melhor. Se for só isso você está liberado. —Ela entrega ao jovem, dá um sorriso e sai para atender outros pacientes.

O filho de Melinoe estava chocado o quanto a ida à emergência havia sido tranquila e prazerosa. A garota havia o impressionado, ele gostaria de saber quem era ela, mas já havia se perdido no local. Após tomar os seus comprimidos ele se dirige ao seu chalé para repousar, afinal essas foram as instruções da doutora, descansar.
Fley D'lacqua
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Re: ♦ Enfermaria Central ♦

Mensagem por Lavínia Cavendish em Qui 07 Abr 2016, 09:53



Avaliação

Fley D'lacqua


Olá Fley! Sua narração está melhorando muito com o passar das missões e outros textos que vejo por aí, meus parabéns!

Entretanto, você ainda deixa passar alguns erros por pura falta de atenção. Sempre revise, nem que seja uma olhadela por cima (eles vão quase que piscar no texto, só precisa vê-los). Foi esse o caso das frases a seguir:

Uma inflamação em suas feridas seria péssima.

Como a última palavra está se referindo ao "inflamação", deveria ter colocado-a no masculino: Uma inflamação em suas feridas seria péssimo.

[...] se senta em uma maca e aguarda nervoso o atendimento de alguém, estava nervoso, observando todos ao redor [...]

Repetição de palavras em uma mesma sentença, é geralmente provocado pela "afobação" em acabar logo um texto. Novamente digo, uma simples leitura detectaria fácil.

A garota simplesmente analisa os ferimentos e pede para que o garoto fique apenas de cueca e deite de costas sobre a maca. Após obedecer a garota a contragostos, ela pega um pequeno pote com alguma substancia dentro, molha um algodão e começa a passar sobre os ferimentos. Aquela substancia tinha um cheiro bom, na pele era refrescante, quase fez o garoto adormecer. Após passar o liquido ela faz um curativo em cada arranhão, evitando infecções.

— Pode virar de frente por favor? — Pedia em tom doce ao garoto.

Poderia ter usado semideus(a), meio-sangue, curandeira, rapaz, menina, filho de fulano... Repetiu "garoto/a" diversas vezes.

Apesar disto, suas descrições com relação ao processo de cura estão melhorando. Poderia ter acrescentado mais coisas, alguma complicação no processo, um detalhe que tornasse a cena mais rica... Postagens de enfermaria costumam ser clichês, e quem foge disso se destaca. Sem mais, parabéns!


▬ Total: 100 HP/MP

Atualizado por Quíron.

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Re: ♦ Enfermaria Central ♦

Mensagem por Sunner Memphis em Sex 08 Abr 2016, 19:00


Recovery - Sunner Memphis
Look healing around my people, come baby
Jazia algum tempo que Sunner estava no Acampamento Meio-Sangue. Entre aventuras e muitos treinamentos, o irresponsável filho de Apolo, gradativamente ia melhorando suas habilidades de guerreiro, mesmo que de uma forma inconsciente. Entretanto, a evolução física e mental de Memphis, também vinham acompanhadas de lesões e hematomas que percorriam o corpo do jovem.

Naquela manhã, o arqueiro, aconselhado por seus meio-irmãos, decidiu ir até a Enfermaria Central, tratar de seus ferimentos. O local era bem grande e com um belo brilho dourado, que chamaria a atenção facilmente de qualquer um que passasse por ali. Ao adentrar a enfermaria, Sunner pôde ver alguns campistas deitados sobre macas, enquanto dois prováveis curandeiros iam de um lugar a outro, averiguar a condição de cada.

— Bom dia, eu sou Ted Lopux, em que posso ajudar? — indagou o homem da dupla, após aproximar-se de Memphis.

— Bem, é que tenho sentido muitas dores no corpo, um cansaço excessivo e... Meus meio-irmãos estão reclamando muito dos meus murmúrios acerca disso. — sorriu o filho de Apolo. — Então para alívio de todos, resolvi ver se tinha algo que podiam fazer para me ajudar.

— Ora, é claro que iremos lhe ajudar. Tire sua camisa e sente naquela maca ali, logo irei atendê-lo. — apontou o curandeiro, enquanto dirigia-se a outro paciente por um instante.

Obedecendo aquele quem o assistiria, Sunner retirou sua blusa, demonstrando seu belo e definido físico, para depois sentar-se sobre a maca apontada.

— Até que foi um atendimento rápido e nem precisei mostrar que tenho plano de saúde. — brincou sozinho o rapaz, à espera de Ted.

— Ok, vamos lá. — bradou o médico, após reaproximar-se de Memphis. — Pequenas fraturas mal cicatrizadas, alguns ligamentos machucados, falta de energia. Sua situação não é crítica, mas talvez não consiga sair cem por cento daqui. — colocou Lopux, após passar seu olhar clínico sobre o corpo do campista.

— Digamos que após ser arremessado por um ciclope, o chão não é bem um colchão. — manteve seu tom bem-humorado a prole solar.

O curandeiro dirigiu-se até sua estante de medicamentos, trazendo alguns fracos. Abrindo alguns e misturando seus conteúdos, Ted preenchia dois copos, entregando-os a Sunner.

— Um desses aumentará seu sistema imunológico, ou seja, vai acelerar seu processo de cura, aliado a alguns medicamentos presentes. O outro vai energizar seu corpo, principalmente com vitaminas e uma pequena carga de hormônios, isso vai permitir utilizar seus poderes sem fadigar-se rapidamente. — explicou o médico, enquanto o paciente bebia os remédios e fazia careta.

— Definitivamente não tem gosto de uísque. — continuou a brincar o arqueiro.

— Agora utilizarei alguns de meus toques de Asclépios. — prosseguiu Ted.

Primeiro ele fez uma rápida oração, fazendo suas palmas ganharem uma coloração dourada, que seguiu todo o corpo do rapaz. Após isso, o processo de oração se repetia, mas dessa vez Lopux tinha esferas prateadas sob as mãos, que também percorreram o dorso de Sunner. Após aquilo tudo, Memphis recebia alta e saía da enfermaria, totalmente revigorado.

OBS:
• Deem um desconto. É meu primeiro post da enfermaria F*ck that shit
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Ativos:
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Re: ♦ Enfermaria Central ♦

Mensagem por Zoey Montgomery em Qui 14 Abr 2016, 12:50


Avaliação



Sunner Memphis — Você disse ser seu primeiro post da enfermaria, mas conseguiu ser objetivo no principal, que é a recuperação de seu personagem. E isso é uma coisa excelente! Seu texto é bem estruturado e não possui aquelas "quebras" na fluência. Parabéns ;)

Recompensa: 150 HP e 150 MP





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Re: ♦ Enfermaria Central ♦

Mensagem por Kora Layla em Sex 22 Abr 2016, 02:29




regresso





EU RETORNO
DE PÉ NO INICIO
SENDO NÃO MAIS
A MESMA QUE FUI ANTES
REGRESSO COMO
AQUILO QUE FUI BUSCAR.
Meu sangue era rastro no chão. Meu corpo era carregado por uma de minhas irmãs. Assim como eu, outras duas filhas de Hécate estavam feridas. Nossa última missão custou feridas em nossos corpos. Marcas que nos lembrariam do preço, que nosso chalé pagou, por tentar se igualar a nossa mãe divina. Tentar usar magia indevida.

Fui colocada em uma maca vazia e perdi de vista minhas outras irmãs enfermas. Eu ainda segurava firme em minha mão direita Sina, minha lança. Ela foi arrancada de mim a força, deixando branco os nós de meus dedos. Toquei meu braço esquerdo, de onde o sangue saia. Ali havia uma mordida de um ser sombrio, moldado como um lobo feroz. Seus dentes haviam cravado em minha carne e eu ainda podia sentir a dor. Por sorte meu ataque foi mais forte e fatal. Estava ali devido a isso.

Eu estava agitada. Rostos estranhos iam e vinham, passando pelas macas. Conforme a dor ia me consumindo a luz se dissipava, transformando todas as formas em vultos. Meu coração se acelerou. Eu estava experimentando mais uma vez o medo. Não o sentimento comum, mas o extrato daquele ser. Seu veneno correndo por minhas veias.

Foi quando eu senti. Um toque firme em minha testa. Uma pressão em minhas temporãs. De repente todo o medo se foi. Ergui meus olhos e vi uma mulher olhando para mim de cima. Era como se a luz tivesse tomado a forma de uma garota, que com seu toque afastava todo meu temor. Um corpo frio foi levado a meus lábios e um líquido sem gosto invadiu minha garganta. Imediatamente eu senti como mil agulhas tivessem atravessado minha pele e agora corressem por dentro de mim. Eu gritei e quis fugir, mas alguém me segurou. Olhei para meu braço e o sangue parou de sair. Ao invés disso algo pegajoso e negro saiu da ferida.  Toda a dor de meu corpo se foi com o veneno.

O toque em minhas testa se tornou mais pesado. Eu sentia todo o mal sair de dentro de mim. Todo o meu medo. Todo o meu pesar. Então eu desmaiei.

Quando acordei um campista estava enfaixando meu braço. Ele me disse que minhas irmãs e eu estávamos todas fora de perigo. Mas que eu deveria permanecer aquela noite na tenda, para ter certeza que eu havia me recuperado.

Perguntei sobre a mão sobre minha testa, e quem havia me ajudado. O rapaz sorriu e apontou uma garota. Ela parecia ser mais velha que os outros curandeiros. No momento ela estava limpando o rosto de um campista enfermo. Ela levantou o rosto e olhou para mim. Eu a encarei e ela sorriu. Seu sorriso me tomou de uma força que eu não podia explicar.

Aquilo me acalmou. Eu peguei no sono logo depois.

Pela primeira vez desde meu inferno eu não sonhei com meus medos.

Eu apenas...sonhei.




Kora Layla
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Re: ♦ Enfermaria Central ♦

Mensagem por 119-ExStaff em Seg 25 Abr 2016, 08:40



Avaliação
I'm not back, bitches.
Well, well, well... Long time, no see. Olá, jovem Kórah. Como de costume, serei extremamente breve e objetiva quanto a essa avaliação.

Preciso admitir que estou muito satisfeita e admirada com sua evolução quanto à escrita. Curiosamente, gosto de ler postagens de enfermaria e a sua foi extremamente envolvente. A fluidez é sensacional, de forma que os parágrafos eram lidos de forma tranquila e você passava bem os fatos que haviam te levado até a enfermaria, as sensações e pensamentos.

Encontrei um ou dois deslizes na pontuação e o trecho "Uma pressão em minhas temporãs." que creio ter sido apenas desatenção.

However, existe algo que me incomodou. Eu não senti uma descrição detalhada do processo de cura em si - que é o foco da postagem - para que os ferimentos descritos por você fossem sarados por completo. Uma poção é ingerida, algo sai da ferida, você desperta e alguém está enfaixando seu braço. Um tanto vago e corrido, concorda?

Não precisa ser uma narração de um episódio de Grey's Annatomy ou House, mas uma descrição da limpeza dos ferimentos, utensílios e ações dos próprios curandeiros... Tudo isso é muito importante.

Espero que atente para esses pontos nos próximos posts. Sei que você tem muito potencial, garota.

Recompensa: 80 HP/MP

Dúvidas, reclamações, elogios, desabafos, mimimis... MP
Atenciosamente, A deusa da Treta.

Éris, roubado de.
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Re: ♦ Enfermaria Central ♦

Mensagem por ♦ Eos em Seg 25 Abr 2016, 23:52

Atualizado
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Re: ♦ Enfermaria Central ♦

Mensagem por Oscar Bezarius em Ter 26 Abr 2016, 16:22

Enfermaria Central
Minha chegada ao acampamento com meu irmão pendurado no pescoço não foi a melhor visão que tiveram de mim. Um casal de novatos, que vigiavam o pinheiro de Thalia ajudou-nos a ir à enfermaria. Claro, depois que eu mostrei meu colar de contas e que expliquei que era um dos monitores.

O garoto loiro ajudou a carregar meu irmão desacordado e a garota fofoqueira foi na direção da casa grande.

- Vocês vão ser xingados por abandonarem seus postos! - Falei com rigor ao jovem semideus. Ele pareceu engolir em seco, mas continuou andando. Era um bom garoto.

Chegando na enfermaria, Dionísio e Quíron já nos esperavam e logo atrás do centauro estava agarota de onze anos que cuidava da fronteira. A bela filha de Hermes que cuidava da enfermaria se aproximou com um frasco colorido e brilhante nas mãos. O jeito doce e calmo da garota era cativante, mas não me deixaria enganar por um rostinho angelical de uma menininha bonitinha. Ela, provavelmente, era uma ladra das melhores.

- E novamente você me desobedece com seus passeios... - Disse meu pai com aquele tom chato de sempre.

Naquele momento eu ajudava a por meu irmão na maca, mas rezava para que desse uma loucura no centauro e ele acertasse um coice na maldita fofoqueira.

- Mesmo quando vou atrás de um irmão em apuros eu sou errado - Falei com raiva enquanto bebericava da poção feita pela garotinha.

Ouvi o som de algo arrastando, mas não quis saber o que era.

- Você é irresponsável! - Falou mais alto o deus.

- Irresponsável por salvar um filho que você não cuida? - Falei mais alto.

Esperei por um bofetão, mas nada aconteceu, apenas um olhar irado sobre mim. Ouvi um 'xiu' fraco e olhei para quem o emitiu. Grandine - a filha de Hermes e curandeira - estava sobre um banco de ferro e colocava as palmas no peito do semideus desacordado.

- Vocês poderiam conversar lá fora? - Indagou ela, mas ninguém respondeu, Dionísio apenas desapareceu com um perfume de uvas. Quíron deu de ombros e levou a fofoqueira junto a ele.

- Desculpe! - Falei olhando para o chão, como se este fosse algo muito interessante. - Talvez eu seja muito idiota - Falei com uma incógnita na fala. Ela apenas riu.

- Senta aqui e respira com calma. - Ordenou ela arrumando o banquinho perto da outra maca. Ela nunca ouvira que no hospital deveríamos fazer silêncio, pois ela fazia muito barulho com seu banquinho.

Sentei na maca e respirei fundo, como ela mandara. Ouvi algo em grego antigo, mas notei que alguma das palavras pedia ajuda a um deus, provavelmente Asclépio. Suas mãos tomavam uma aura prateada e bem interessante.

- A poção ajudou você aumentar sua energia, igual essa pequena ajuda minha. - Disse ela pondo a palma em minha têmpora.

Se eu não fosse um semideus filho de Dionísio eu ficaria louco só de sentir aquela sensação. Era maravilhosa.

Ela rezou novamente.

Suas mãos brilharam com uma aura dourada e ela pôs as palmas no meu peito e eu quase gritei. A dor não era insuportável, mas era muito chata. Contudo, aos poucos foi amenizando, até que não sentia mais nada.

- Agora vocês estão bem, mas o outro vai ficar descansando mais um pouco aqui, precisei fazer um exame e tal. - Falou Grandine.

Seu sorriso era sincero, diferente de muitos dos seus irmãos.

- Obrigado! - Disse com clareza e sorrindo. Após isso eu saí, indo na direção do chalé.
XIII
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Eu acho que não é da sua conta. Só acho.

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Re: ♦ Enfermaria Central ♦

Mensagem por Alaric L. Carter em Ter 26 Abr 2016, 17:03


Avaliação



Oscar Bezarius — Não me prolongarei aqui, já que não tenho muito o que comentar. Foi um bom post, mas simples. Ficou bem resumido o ocorrido, o que prejudicou um pouco. O processo de cura em si não foi muito bem abordado, ficou algo curto demais e sem muitos detalhes, entende? Além disso, notei uma repetição desnecessária de "ela", principalmente nesse trecho: "Ordenou ela arrumando o banquinho perto da outra maca. Ela nunca ouvira que no hospital deveríamos fazer silêncio, pois ela fazia muito barulho com seu banquinho", onde você poderia substituir o segundo por um substantivo ("a garota", "a menina", "a curandeira", etc) e subtender o terceiro, já que mesmo sem vê-lo na frase daria para entender. Ainda assim, repito que, no final de tudo, você até que foi bem. Possui um bom domínio ortográfico, conseguiu ir direto ao ponto sem enrolar, não pecou na pontuação e nem notei qualquer outro deslize além dos citados acima.

Recompensa: 115 HP (full) e 125 MP
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Re: ♦ Enfermaria Central ♦

Mensagem por Ninha Fabbris em Qua 27 Abr 2016, 02:24



Do not try to contain the sea

.I'm like the waves: You never know what  I'll do





Ninha Fabbris . 11 anos . filha de Poseidon . Princesa da Char. Alguinha da Tai . Pequenina do Jerry . Nível 50 . Animada . Fofa . Incontrolável .  Dona de Cyon . Loja aqui  . Solteira . Estou usando esta roupa

LEGENDA:
Narração 1ª Pessoa
Minhas falas
Pensamentos
Falas avulsas
Monstros
sentindo

local

clima

interagindo







Que tal um Help ψ

Se tinha uma coisa de que eu precisava era de uma grande ajuda de um curandeiro. Havia um bom tempo que não retornava ao acampamento e isso com certeza tornara tudo um tanto quanto difícil para minha saúde. Em busca de minha mãe, viajei por todo contorno litorâneo e sem assistência financeira me embalei sobre montes de areia e algumas cavernas úmidas que casualmente se destacavam no lugar, mas o maior problema não era em si a falta de alimento adequado ou o próprio estado em que eu estava mas sim que antes de partir pela busca –e diga-se de passagem inútil – por minha mãe havia travado uma grande batalha em uma missão particular pelo acampamento, o que me resultou em algumas fraturas e machucados graves.

Por orgulho acabei utilizando um pouco de meus poderes curativos com a água mas pelo meu estado físico, que já estava exausta, não fora o suficiente. Mesmo assim, a vontade de partir irresponsavelmente era maior, então me contentei com estes curativos falsos que havia criado e sai. O resultado disso? Uma perna quebrada com quase uma calcificação dos ossos, inchaço nas juntas de forma grotesca, hematomas que depois de meses não haviam saído do lugar. E por esses motivos acabei aceitando uma proposta de visitar a enfermaria.

Nunca gostei muito de tumulto e escolher a enfermaria central era como viver no meio de uma zona. Não importava... As proles dos Deuses podiam ter perdido o olho, mas mesmo assim estariam discutindo em voz alta como se não houvesse fim, mesmo assim decidi ir na enfermaria central, onde sabia que seria rapidamente atendida.

Procurei devagar um lugar para me sentar, colocando-me confortavelmente enquanto esperava a consulta. Olhava atentamente para cada uma das pessoas que trabalhavam no loca, deixando um sentimento de felicidade pelo foco e carinho com que os enfermeiros cuidavam de cada semideus. Esperei calmamente para que fosse atendida e que todas as dores sumissem.

Após um breve momento um Semideus apareceu, olhando para mim com certo ar de espanto. Na verdade, havia me expressado pouco a vocês meu estado, então irei confessar a mentira e me redimir com você, caro leitor. Minha situação estava critica, não a ponto de me matar, mas em quesito "beleza" não estava nada bom. Os hematomas variavam suas cores entre um roxo escuro e tons amarelos. marcas de arranhões com sangue cicatrizado e meu pé estava impossível de movimentar.

-Pelos Deuses! O que uma criança como você está fazendo parecendo um Dálmata? - sorriu educadamente, olhando um pouco a mim antes de acariciar meu cabelo - Sou Ted Lopux , e você provavelmente deve ser a Ninha.
- Você já me conhece, para variar - sorri para ele. Era verdade que os campistas mais antigos me conheciam, o que na verdade me deixava feliz era saber que os novos ainda não me conheciam.
-E o que temos aqui? Alguns hematomas, e um pé... Por Zeus! Como fez isso?

Dei ombros e ia responder quando Ted mexeu no pé machucado. Segurei a onda sonora que iria sair pela minha boca e permiti que saísse somente um grito abafado de minha boca, respirando fundo enquanto o meio-sangue analisava tudo o que estava ferido em meu corpo. Foram alguns minutos preparando um curativo para mim, passando em meus hematomas uma espécie de arnica bem mais concentrada e com resultados eficientes, o que era incrível, já que em menos de meia hora poucas manchas ainda apareciam em meu corpo.

- Vai doer um pouquinho Ninha

Sabia o tipo de dor que viria quando os ossos foram colocados no lugar. A verdade era que não importava se você era um Semideus, Thor, Superman ou as meninas superpoderosas, a dor que se sentia ao arrumar os ossos do seu corpo era imensamente pior do que quebra-los. (nota: dar alguns dracmas a Quiron por ter arrancado uma parte da maca com as mãos). Antes mesmo que pudesse gritar mais uma vez, uma gaze encharcada de água foi colocada no lugar de onde havia quebrado o osso, sentindo no mesmo momento uma melhora exponencial na dor que ali estava, aos poucos se acalmando e deixando que tudo voltasse ao normal.

-Os ossos ainda estão quebrados, você precisará sempre mante-los úmidos que em poucos dias estarão novinhos em folha
- Obrigada Teddzinho - ainda na maca, dei um beijo em seu rosto antes de levantar e sair    




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Por aí no acampamento (:

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Re: ♦ Enfermaria Central ♦

Mensagem por Oscar Bezarius em Qua 27 Abr 2016, 08:55


Avaliação



Ninha Fabbris — Foi um texto incrível. A forma que descreve sua personagem é muito interessante e eu venho há tempos querendo ler seus atos, hoje eu consegui. Gostei de ver uma semideusa inocente, ao invés de uma pirigótica louca, ou um emo tedioso que acha que todos odeiam ele.

Não notei nenhum erro de digitação ou de ortografia, mas vou pedir para que tente não usar cores muito claras, pois algumas pessoas míope igual a mim podem se perder facilmente na leitura.

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Eu acho que não é da sua conta. Só acho.

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Re: ♦ Enfermaria Central ♦

Mensagem por Charlie E. Turner em Qua 27 Abr 2016, 14:57

Enfermaria Central

Se havia um tipo de lugar que Charlie amava ir, eram enfermarias. A garota sempre conseguia alguma briga quando tinha seus catorze anos e na maioria das vezes acabava indo colocar alguns curativos, porém aquela época tinha passado há um bom tempo.

No dia anterior, após derrotar um demônio roxo, Alex insistia que ela deveria ir à enfermaria central ou até mesmo usar um pouco de seus poderes de cura no sol. O problema era que a semideusa não gostava muito de ficar no sol e não tinha a mínima vontade de ir encontrar algum curandeiro, mesmo sendo totalmente necessário. Por ser filha do deus da medicina, a garota tentou improvisar alguns curativos e até mesmo tomou uma poção aleatória que achou na bancada de um de seus meios-irmãos. O problema era o fato dela não conhecer as substâncias que haviam sido utilizadas e por isso acabou passando mal por algumas horas.

Depois de quase vomitar suas tripas pra fora, a canadense foi praticamente arrastada até a tenda por seu meio-irmão que rapidamente se retirou. O cheiro do local era agradável, assim como a temperatura, o que fez a jovem se sentir mais a vontade. Ela se aproximou de um dos curandeiros e acenou para ele, o garoto a mandou esperar um instante enquanto atendia outras pessoas, mas rapidamente voltou.

Sou Ted Lopux, posso te ajudar? – perguntou o curandeiro, sendo totalmente objetivo.

Na verdade, sim. Eu tenho alguns ferimentos nas áreas dos braços, cabeça, pernas e acho que... Na nuca? – Charlie colocou uma das mãos na área e logo sentiu uma pontada de dor. – Sim, na nuca. Fora que estou com um cansaço horrível e passei mal após tomar uma poção que era pra ser de cura.

O rapaz assentiu com a cabeça e pediu pra que ela se sentasse em cima da maca, a garota o fez o mais rápido possível e ele tirou os curativos improvisados aos poucos.

Meus deuses, esses curativos ficaram horríveis... Só pioraram sua situação. Nunca mais faça isso de novo, ouviu bem? – disse o curandeiro encarando os ferimentos da mais jovem com um olhar de repreensão.

Lopux caminhou rapidamente até uma bolsa de carteiro que estava próxima e tirou um frasco onde continha algum líquido vermelho desconhecido pela canadense, mas ela esperava que não fosse nada estranho e que a fizesse passar mal novamente. Ele entregou o recipiente pra ela, que tomou a provável poção o mais rápido possível e logo após fez uma careta com o gosto amargo.

Antes que a prole de Apolo pudesse reclamar de alguma coisa, Ted começou a fazer uma oração ao seu mestre Asclépio e suas mãos ganharam uma coloração dourada. O contato direto das palmas do curandeiro com os ferimentos da semideusa pareciam revigora-la, assim como um cubo de alguma coisa que Charlie desconhecia, mas era gostoso e, se o rapaz havia entregado a ela, provavelmente iria ajudar no tratamento. Em seguida, o garoto pegou um cantil e entregou para a menina que o fitou interrogativamente.

Por Zeus, como é burra... É pra você tomar, garota. Mas não toma todo, no máximo dois goles. – explicou o rapaz.

A garota direcionou o recipiente até seus lábios e tomou um bom gole do líquido. O que mais a surpreendeu naquilo era que tinha um delicioso sabor de poutine, aquilo a lembrava de sua pequena cidade de origem, o que fez com que ela esboçasse um sorriso em seu rosto.

Ted terminou seu tratamento com alguns curativos nos ferimentos que estavam mais graves e aconselhou Charlie a não treinar nem ir para missão nenhuma por alguns dias, a garota se levantou da maca e agradeceu o curandeiro, saindo rapidamente da enfermaria central e se direcionando para seu chalé.



Quem não gosta de uma boa e velha enfermaria?
Charlie E. Turner
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Re: ♦ Enfermaria Central ♦

Mensagem por Sascha Naaktgeboren em Qua 27 Abr 2016, 15:43


I won't stop
I want something you have, I won't stop till it's in my hands
Exausto. Me sentia extremamente desgastado depois da missão com Olivia. Mesmo que nosso objetivo não tenha se completado e, depois de algum tempo na biblioteca daquela pequena cidade, o padre fez questão de nos expulsar do local, eu ainda sentia que poderia ajudar a feiticeira que nos pedira para investigar o povoado.

Algo naquele amontoado de livros despertou uma parte de minha consciência que eu jamais pensaria em usar. Era como... uma presença. Alguém conhecido. Só não sabia a origem de tal sensação. Todas as vezes que refletia sobre o assunto, arrepios tomavam conta de todo o meu corpo. Definitivamente, havia algo errado em todos aqueles temores.

Procurando afastar tais coisas de minha cabeça, andei até o corredor de enfermarias. Um rapaz sorridente e muito confiante de si olhou para mim, como se avaliasse o estrago feito durante a viagem. Assim que terminou de atender um paciente, me pediu para sentar em uma das macas disponíveis.

Esse era um dos problemas que tinha no momento. Não conseguia sentar, pois meu corpo possuía diversos hematomas que se arrastavam pelas pernas e quadris, além de cortes nas costas, frutos de treinamentos não tão bem sucedidos.

— O que aconteceu? — o jovem questionou calmamente. — Alguma missão ou treino que não rendeu bons frutos?

— Os dois — respondi. — Nem me fale de missões. Da próxima vez que me mandarem para a Europa, vou exigir um exército ao meu lado, assim nenhum padre questiona as minhas ações.

— Basta deitar e deixar todas as emoções negativas saírem de seu corpo — seu tom de voz permanecia calmo enquanto ele pegava um frasco com uma solução verde em uma das mesas do lado da maca. — Aqui. Vai te ajudar a liberar todo o stress, para que eu cuide dos ferimentos.

O líquido fornecido pelo curandeiro tinha um curioso gosto de hortelã e maçã verde. Obedecendo aos comandos do rapaz, me deitei e deixei que suas mãos tocassem cada centímetro de minha pele coberta pelos hematomas. Seus dedos brilhavam, dourados, a cada toque, fechando os cortes e diminuindo as áreas roxas.

Para finalizar o tratamento, outro líquido foi ofertado por Ted, como estava escrito no bolso de seu jaleco. Desta vez, com um gosto mais forte e cor avermelhada, restaurou boa parte de minha vitalidade e me fez sorrir levemente.

— Procure não se esforçar — ele riu. — Somos curandeiros, mas ainda assim você e os demais campistas precisam aprender a se cuidar, já que o corpo humano não é um castelo de cartas que montamos e desmontamos o tempo todo.

Deixei a enfermaria pensativo. A última frase de Ted ecoava em minha mente. Castelo de cartas. Uma expressão estranhamente familiar.
Sascha Naaktgeboren
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Re: ♦ Enfermaria Central ♦

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