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♦ Enfermaria Central ♦

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♦ Enfermaria Central ♦

Mensagem por 075-ExStaff em Sab 16 Fev 2013, 22:18

Relembrando a primeira mensagem :



♦ A Enfermaria Central!


Uma das maiores tendas que havia no Acampamento. Ficava ao lado da tenda da curandeira-mestra, Kristy, e em sua totalidade, um brilho dourado irradiava de sua estrutura. Sobre a sua porta, foram esculpidos em bronze os símbolos dos Curandeiros. Ao adentrar no local, podia-se ver ao menos cinco estantes cobrindo ambas paredes laterais, cheias de ingredientes para poções, líquidos e ervas finas e medicinais. Ali, também, estendia-se uma fileira de macas, em torno de 10, o que apontava que apenas 10 pacientes poderiam ser atendidos por vez.
Dois Curandeiros, um chamado Ted Lopux e um uma garota com o nome de Gina Rockwell atendiam todos os pacientes, sendo extremamente ágeis e rápidos em seus atendimentos.



♦ Como funciona a Enfermaria Central?


De acordo com as necessidades do fórum, foi decidido que criaríamos uma enfermaria central para atender os feridos que costumam demorar para serem atendidos nas demais enfermarias e, também, para não sobrecarregar mais os nossos curandeiros.
A Enfermaria Central, como dito no post, comporta por vez 10 Campistas, ou seja, caso não haja uma atualização rápida dos personagens, o décimo primeiro postador irá ser considerado inválido, ou seja, seu post será ignorado.
A recuperação de HP e MP irá variar de acordo com a qualidade do post do usuário, sendo que a quantia mínima é de 0 (para posts considerados totalmente fora do padrão, com uma quantia de erros de escrita acima do normal) e a máxima é de 150 (para posts considerados excelentes, com nenhum ou pouquíssimos erros de escrita). É permitido apenas um post por atualização. Não um post por dia, nem por semana, mas sim por atualização.
As narrativas são on, ou seja, você terá de narrar que entrou na enfermaria e falou com um dos nossos dois curandeiros NPC's. Por fim, será avaliado e curado com a pontuação que merece.
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Re: ♦ Enfermaria Central ♦

Mensagem por Catherine Blake em Qua 27 Jul 2016, 22:34



Enfermaria
Looking for Help

Olhei para o relógio pelo que parecia ser a septuagésima vez em poucos minutos. Estava na enfermaria central, que por acaso se encontrava bem movimentada, esperando atendimento.

Amaldiçoei novamente o semideus de Selene, que gerara toda aquela situação, à medida que cerrava os punhos para aguentar a dor já mais que lancinante, sendo que apenas conseguia me concentrar nela. Tinha um corte médio no abdômen, um talho bem feio na coxa e um ferimento superficial na têmpora, além dos hematomas nas costas. Todo o meu corpo doía de forma intensa e os cortes ardiam, o que me fazia praguejar baixo. O cansaço excessivo também não ajudava muito, devo dizer.

Hmm... olá? – Uma voz suave apareceu, acompanhada de um sorriso amistoso. – Gina Rockwell, curandeira, ao seu dispor. – Ela pegou uma prancheta e a analisou, até voltar seu olhar para mim. – Pois bem, vamos dar um jeito em você.

Bem na minha frente, estava uma pequena garota morena com longos cabelos castanhos e olhos cor de mel. Gina me olhava com curiosidade, de modo minucioso, tentando ver a extensão de meus cortes.

Estava tão exausta e dolorida que nem quis discutir, somente a segui até uma maca disponível, retirando a blusa que usava.

A garota pegou um pano e começou a limpar os cortes com muito cuidado. Encolhi um pouco pela ardência, mas logo passou. Sem dizer nada a curandeira voltou-se para a prateleira de remédios, pegou um pote com uma mistura meio bege e retornou. Antes que pudesse questioná-la, ela passou aquele unguento na minha pele, onde se encontravam os cortes, desde o abdômen até a perna.

Ainda com uma expressão séria, concentrou-se e entoou um cântico em uma língua que eu não conhecia, tendo os olhos fechados. Suas mãos se iluminaram com uma luz dourada e ela começou a tocar os cortes, espalhando uma sensação de formigamento. No mesmo momento, o mais superficial da têmpora se fechou e os demais cicatrizaram um pouco. E, quando a curandeira enfim passou pelas minhas costas, senti um alívio enorme à proporção que os hematomas desapareciam.

Como o corte na perna era mais profundo, a semideusa pegou a sutura e o costurou bem devagar. Imaginei que o unguento era analgésico, pois senti apenas uma leve dor. Ou seja, nada comparada a de antes. Suas mãos, agora com uma luz prateada, foram para as minhas e subitamente meus ombros pareceram muito mais leves.

Depois de fazer um curativo na perna e no abdômen, ela sorriu, me entregou um estranho frasco dourado com verde, uma folha de hortelã e me devolveu a blusa. Imediatamente, coloquei a folha de hortelã debaixo da língua e ingeri a poção que tinha um gosto amargo horroroso, mesmo que a hortelã tenha ajudado um pouco.

Essa pasta deve ajudar a não infeccionar, além de cicatrizar e conter a dor, mas a poção vai devolver boa parte da sua energia e fazer o processo de cura ser mais rápido. – Explicou, sem deixar de sorrir. – Logo, logo, estará perfeita. Apenas descanse e tente não dar uma de badass por enquanto. – Ela riu, enquanto eu colocava a blusa de volta e descia da maca.

Sussurrando um breve obrigado, e me sentindo viva de novo, saí pelas portas da enfermaria.


?
Catherine Blake
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Re: ♦ Enfermaria Central ♦

Mensagem por Nyx em Sex 29 Jul 2016, 16:14


Avaliação



Max King — Boa tarde, Max :>

Max, de coerência e concordância eu não avistei erros gritantes. Na verdade seu texto, estruturalmente falando, está bom. Não avistei erros ortográficos também, e a fluência dele não é quebrada. Mas eu o achei meio corrido. Por mais que o tratamento fosse uma coisa simples, ao meu ver ele poderia ser um pouco mais detalhado, aprofundando um pouco mais sobre o que sentiu ali. Isso não atrapalhou na avaliação final, mas lembre-se disso, ok?

Recompensa: 60 HP/MP (ou FULL, como vocês desejarem q)

Catherine Blake — Boa tarde, Catherine :>

É o primeiro texto seu que avalio, e posso dizer que estou satisfeita. Sua fluência é muito boa, sua organização textual também. Focou e detalhou o processo de cura, que é o principal objetivo da enfermaria. Espero ler mais textos seus daqui para frente :>

Recompensa: 150 HP/MP


♥ Lady Nyx♥
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Re: ♦ Enfermaria Central ♦

Mensagem por Violet Young em Seg 01 Ago 2016, 22:45

Enfermaria
Help me?
O dia tinha tudo para ser o melhor possível, com um céu azul, uma temperatura amena e o canto dos pássaros. Contudo, no meio de toda essa perfeição, as coisas não eram bem assim. Isto é, a menos que você goste de se foder toda em uma torre assassina, onde uma feiticeira maluca tentava te matar, uma guilda inteira de assassinos estava na sua cola e uma deusa desvairada colocava uma “benção” em você. Sim, esse era o meu dia.

Sentindo a dor das queimaduras nas mãos, que ardiam como nunca, nem ao menos conseguia andar sem resmungar de dor. Isso sem contar o corte mediano no ombro, os hematomas feios e o talho mais ou menos superficial nas costas, além do corte fundo em meu tórax – que por acaso empapava minha camiseta. E, para completar, havia aquele cansaço enorme pelos feitiços que andara fazendo. Tudo em mim doía tanto que não tive outra alternativa, senão ir até a enfermaria.

Aos poucos, caminhei até lá e adentrei no recinto branco e dourado que exalava uma aura de limpeza absoluta. Porém, saúde era o que não se via naquele lugar, onde havia vários campistas sendo examinados. Talvez não ajudasse muito o fato de que eu tivesse pavor de hospitais, enfermarias e outros.

Ora, ora, olha quem temos de volta aqui. – Uma voz estranhamente familiar ressoou bem ao meu lado.

Por já estar nervosa naquele ambiente, meu coração deu um pulo dentro do peito, enquanto me virava e via Ted, o último curandeiro que me atendera. Ele ainda parecia alguém saído de uma revista de moda, com bronzeado perfeito, cabelos loiros, corpo atlético, etc.

Olha, se você me matar do coração não vai ter concerto, sabia? – Estreitei os olhos na direção dele, sem conseguir impedir o tom gelado  e rude na minha voz, ao mesmo tempo que ele ria descaradamente e me levava para uma maca.  

Depois de me ajudar a sentar, Ted passou os olhos em mim dos pés à cabeça ao analisar os ferimentos. Apesar de sentir as palmas das minhas mãos grudentas de aflição, cruzei os braços na frente do corpo e ergui uma sobrancelha para ele.

Bem, parece que você até teve sorte. Vejamos... – Ponderou um pouco, acariciando o queixo. – Tire a blusa, por favor.  

Se você queria tirar a minha roupa era só fazer. – Rolei os olhos, sorrindo maliciosa, e retirei a blusa como ele pediu.

Ao invés de responder, o curandeiro pegou um pano e uma bacia cheia de água e álcool para começar a limpar os ferimentos. Com muito esmero, o semideus fez questão de limpar todos os cortes, que além de doer de forma lancinante ainda ardiam. Cerrei os punhos e trinquei os dentes, a fim de conter a dor.

Acabado esse procedimento, foi até uma enorme prateleira e pegou algumas ervas de coloração verde. Misturou todas com um pouco de néctar e raízes amarronzadas, até voltar para mim. Ignorando a minha cara de nojo pela mistura estranha, Ted passou um pouco do medicamento em todos os cortes e senti a dor se atenuar de imediato, suspirando de alívio. Antes que pudesse reclamar da ardência nas mãos, o curandeiro passou uma pomada esbranquiçada nelas, que trouxera consigo, à medida que a ardência cessava.

Essa pasta tem ervas e raízes que devem cicatrizar mais depressa o ferimento e servir de analgésico enquanto a pomada vai cuidar da queimadura, mas você deveria tomar cuidado com sua energia. Afinal, imagino que desmaiar não seja seu passatempo favorito, certo? – Piscou um dos olhos na minha direção, acabando por ressuscitar a minha raiva. Odiava filhos de Apolo.

Por fim, ele sussurrou umas palavras estranhas e passou as suas mãos pelo corte no tórax. Uma ótima sensação de alívio e formigamento percorreu-me, enquanto elas irradiavam uma luz dourada. Utilizando esse procedimento, ele fez o mesmo com o corte nas costas, no ombro e os hematomas. Até nas minhas mãos ele chegou, fazendo desaparecer os arranhões vermelhos e atenuar a queimadura. Logo, aquela dor geral e lancinante não estava mais presente. Surpresa, senti ainda suas mãos em meus ombros e vi uma luz prata, na mesma hora em que o cansaço me deixava.

Lopux fez um curativo nos cortes maiores e colocou band-aids nos menores que começavam a sumir. Quando achei que terminara, pegou dois frascos roxos com dourado e entregou-os a mim. Torci o nariz para a mistura, enquanto a destampava e cheirava. O cheiro era horrível.

Com medo de uma simples poçãozinha? – Ele riu e focou o olhar em mim. – Não se preocupe. O gosto é melhor que a aparência.

Ainda que quisesse dar um soco nele, apenas sorri sarcasticamente e dei de ombros. Ao sentir o líquido na minha boca, tive que fazer força para engolir com aquele gosto de terra e chocolate junto, o que era uma péssima mistura. Não tente isso em casa.

–  Bom, com essa poção, apenas precisa descansar bastante e tomar a outra dose no seu chalé.  Então, ficará como nova. – Ted sorriu de modo caloroso, tendo um tom de voz brincalhão. - Ou terá seu dinheiro de volta.

Adeus, Lopux. Não costumo dizer muito isso, mas...obrigada.  – Coloquei a minha blusa, peguei o outro frasco, fiquei de pé e soltei um riso amargo ao me lembrar que sempre voltaria ali, infelizmente. – Até daqui alguns dias.

Assim como havia chegado, saí e não olhei para trás.

Obs:
Violet sabe que ele é filho de Apolo por já ter sido atendida por ele.

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Re: ♦ Enfermaria Central ♦

Mensagem por Zoey Montgomery em Ter 02 Ago 2016, 12:50


Avaliação



Violet Young — Bom dia, Violet :gdc:
O que dizer sobre seu post? Na verdade, ele ficou dentro do esperado em um post na enfermaria: focou-se na cura de sua personagem, o que é muito importante. No demais, parabéns :gdc:

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Re: ♦ Enfermaria Central ♦

Mensagem por Psiquê em Ter 16 Ago 2016, 17:39




Atualizado!




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Re: ♦ Enfermaria Central ♦

Mensagem por Vincent V. Valentine em Sab 24 Set 2016, 16:38



Eram duas da tarde de um sábado qualquer. Na enfermaria ouviasse apenas duas vozes conversando entre sí, uma era feminina a outra masculina, sendo ambos enfermeiros auxiliares do acampamento. Tudo estava normal, o local estava vazio a não ser pela presença rotineira de ambos, e de um outro alguém que estava desmaiado sobre uma das macas. Este era Vincent um dos filhos do Deus da morte, Thanatos. Havia sido levado por um de seus irmãos até o local após ter sofrido um pequeno acidente por assim dizer, pelo menos foi o que disse seu irmão ao deixa - lo alí. Seu corpo lesionado, mostrava alguns hematomas sobre sua pele pálida, possivelmente sinais de uma briga . Ted e Gina quem o colocou alí deitado, descansando até acordar para saber o que de fato ocorreu com ele.

A doce voz de Gina foi necessária o suficiente acordando-o de seu sono duradouro que levara três horas. Seus olhos, enquanto acordava pouco a pouco, procuraram se adaptar a luz artificial do local em questão não demorando muito a fazê-lo. Gina que estava se aproximando avistou logo seu dispertar e se dirigiu a ele com algumas dúvidas a serem esclarecidas. -Que bom que acordou, um dos seus irmãos lhe trouxe aqui. Meu nome é Gina e pelo que me disseram você é o Vincent. É um prazer. Mas afinal, o que aconteceu com você? O rapaz sentia um desconforto em sua cabeça, estava latejando o que dificultou sua percepção do que estqva acontecendo. Levou alguns segundos até processar aquilo o que lhe foi perguntado. -Sim, sou Vincent. É um prazer também. Em relação ao que aconteceu, bem isso eu não me lembro. Apenas me senti fraco em meio ao meu Chalé e desmaiei, sem mais nem menos. Agora estou aqui. Gina estranhou, não só por causa do estado mental do jovem mas também pelo físico, além disso não obteve muitas informações já que nem mesmo ele se lembrava.

-Isso é bem estranho. Não só o seu desmaio, mas a sua perca de memória e seus hematomas. Faremos assim. Vou lhe curar fisicamente e revitalizar suas energias, mas precisarei que de vez em quando você venha aqui. Quero acompanhar o seu caso de perto, só para ter certeza que não era nada demais. Meras formalidades, aquela jovem se mostrava bastante atenciosa com o garoto enquanto suas mãos brancas passavam sobre seus machucados emanando uma aura cálida que aos poucos foram restituindo a energia perdida, assim como curando os ferimentos.

Seus músculos, sua energia e sua cabeça foram sendo restabelecidos, a medida que a jovem passava suas mãos sobre ele o mesmo deixava algumas poucas palavras escaparem por seus lábios. -Não vejo problemas em seguir sua sugestão, acho até melhor, tendo em mente que já sofro de amnésia. Então pode deixar que farei isso. Este estava sendo tratado aos poucos, sentindo uma leve e boa sensação ao toque das mãos delicadas daquela curandeira.

O tratamento levou cerca de uma hora, o jovem estava batante machucado mesmo, pelo menos até aquele momento. No final do tratamento Vincent se levantou, chegou a cambalear um pouco sendo pego pela jovem que estava ao seu lado. Seus olhos se encontraram naquele momento deixando sorrisos amostra. Suas pernas foram se apoiando com mais facilidade enquanto se mantinham próximos. Sentia-se confiante o suficiente ao ponto de se afastar da menina dando os primeiros passos sem apoiar-se. Percebeu alí que já estava bem o bastante para sair. Ele então acenou com a mão para a menina e se retirou do local.





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Re: ♦ Enfermaria Central ♦

Mensagem por Zoey Montgomery em Sab 24 Set 2016, 19:26


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Vincent V. Valentine — Boa noite, Vincent :gdc:
Bom, vamos lá. Sua escrita não é ruim, e sua organização textual é boa. Mas senti que faltou certo detalhamento do tratamento. Gina usou apenas o toque curador? Quais procedimentos ela usou em você? Lembre-se de falar mais sobre o tratamento em si na próxima vez, ok?

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Re: ♦ Enfermaria Central ♦

Mensagem por Psiquê em Seg 26 Set 2016, 10:52




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Re: ♦ Enfermaria Central ♦

Mensagem por James K. Heiselmann em Qua 26 Out 2016, 21:01


The Darkness
Be mine...

Era quatro horas da tarde. James terminara uma tarefa diária e sentira que precisava ir à enfermaria. As dores, os ferimentos e o cansaço da última missão não haviam desaparecido, e o semideus acreditava que era hora de deixar o orgulho de lado e procurar um pouco de ajuda. Seguia à caminho da enfermaria totalmente desligado das coisas à seu redor. Havia participado de missões em sequência sem procurar curar pelo menos parte dos ferimentos, e isso o havia trazido até aquele momento.
Uma tenda se destacava das ao seu redor quando James parou para observar com calma. As outras eram de campistas diversos, e essa era a enfermaria central. Provavelmente acomodava uma maior quantidade de campistas e tratava alguns casos mais sérios, então com certeza faria um ótimo trabalho ajudando o filho de Hécate.
O jovem adentrou e ficou contente com o que via. A enfermaria vazia, mostrando que não haviam feridos no momento, o que era excelente. O local perfeitamente limpo, tanto as macas ali dispostas quanto a alta quantidade de estantes e frascos que nelas estavam guardados.
Lá haviam dois jovens, curandeiros, tomando conta do local. Um garoto, trabalhando em organizar diversos frascos e equipamentos nas estantes e uma garota o auxiliando. James estava ainda observando o ambiente quando a garota se aproximava e o indicava uma maca próxima à entrada da tenda.
- Acho que nunca o vi por aqui jovem. Me chamo Gina. – Falou, esbanjando um sorriso sincero e acolhedor no rosto.
- Me chamo James. Eu normalmente prefiro deixar as coisas curarem com o tempo, mas acho que já esperei demais. – Comentou o semideus, fazendo uma careta.
- Sei como é isso. Então, onde estão os fermentos? – Perguntou, analisando o semideus.
- A maior parte é aqui... – indicou James. Tirara a camisa e mostrara diversos cortes em processo de cicatrização e alguns hematomas dispostos pelo peito e costas do garoto.
James esperava alguma reação de surpresa, afinal, nunca vira seu corpo tão danificado como naquele instante. Contudo, a jovem curandeira apenas colocou o queixo apoiado pelo seu indicador e polegar enquanto pensava e instantes depois foi em direção às estantes ali dispostas. Poderia ser apenas uma sensação boba, contudo apenas por estar naquele recinto, o filho de Hécate já se sentia melhor.
Gina remexia e procurava algum frasco em específico enquanto James olhava para os lados e esperava por sua ajuda. Nas mãos da curandeira havia um frasco pequeno e redondo, onde repousava um líquido púrpura, e um comprido e curvado guardando um líquido amarelado. Com os frascos em mão, caminhou para uma bancada próxima e fez algum processo que James não conseguira decifrar. Quando acabou, aproximou-se do garoto com uma pequena tigela de madeira contendo um líquido azul escuro.
- Tenho certeza que isso pode resolver. Só peço que venha amanhã para eu ter certeza que tudo ocorreu bem. – Pediu, entregando para o filho de Hécate a tigela.
Em silêncio James bebeu o líquido e no momento que a primeira gota tocou sua boca, um gosto cítrico forte surgiu. Era uma quantia pequena e desceu fácil, deixando um calor percorrer por alguns segundos o corpo do semideus, projetando em sua mente uma sensação de conforto e calmaria.
- Muito obrigado e acho que ambos queremos que amanhã tudo esteja bem. – Finalizou James, colocando sua camiseta, sorrindo e descendo de sua maca.
Agradeceu novamente a curandeira com um aperto de mãos e saiu daquela tenda sentindo-se muito melhor do que no momento que entrara. As dores musculares não mais o perturbavam, na verdade ele nem mais as sentia. Era só uma questão de tempo para voltar para aquela enfermaria, e infelizmente muito pior.




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Re: ♦ Enfermaria Central ♦

Mensagem por Lokesh Targaryen em Sab 29 Out 2016, 01:00


Enfermaria

♦ Recuperação ♦

Montauk, New York.

A moça de cabelos cacheados e sorriso fácil havia me dito para aguardar ser chamado há um milênio atrás, quase tanto tempo quanto a queda dos Dragões. Me mexia frequentemente na almofada do banco, impaciente. Segurava o braço enfermo para que não tocasse em nada, temendo a dor que isso poderia causar. Minha paciência se esgotou e levantei bruscamente, decidido a ir embora, mas o som de passos me fez parar.

— Senhor Targaryen? — a garota de outrora surgiu por entre cortinas, sorrindo. Seus olhos tinham a cor de avelã, que cintilavam toda vez que sorria. Carregava em seu peito um broche com o símbolo de sua Ordem.

Há tempos não escutava uma leve reverência como aquela, e isso forçou uma curvatura moderada em meus lábios. Manquei através das tiras de pano, atravessando a sala improvisada, sendo guiado pelos passos da curandeira. Ela apontou para uma maca, onde me sentei, inseguro do que estava fazendo. Era minha primeira vez ali. Nunca havia ido atrás de tratamentos, sempre permitira que se curassem sozinhos com o passar do tempo, porém meu braço direito não tinha voltado a se mover desde o último treinamento.

— Poderia tirar a camiseta, senhor? — perguntou docilmente, mostrando os dentes de forma inocente.

Agarrei a barra e levantei os braços, retirando o tecido de meu corpo suado. Os olhos da moça brilharam com intensidade enquanto percorria todo meu corpo, especialmente o braço. Não sabia como tudo aquilo funcionava, então mantive a língua presa, apenas observando. Por fim, se virou delicadamente, se debruçando sobre uma mesa e recolhendo dois frascos púrpuras com uma faixa branca, onde se encontrava letras minúsculas, ilegíveis àquela distância. Ela jogou os pequenos potes no bolso da calça, sorrindo e levantando a mão logo em seguida, que brilhava tanto quanto seus olhos.

O primeiro toque inundou meu braço de dor, subindo um forte formigamento até ao ombro. Cerrei o maxilar tão forte quando podia, engolindo um gemido. Pude sentir nervos e músculos se religando, como cordas se amarrando uma à outra. Cada segundo que passava a dor diminuía em uma escala muito alta, até chegar ao momento em que os toques eram refrescantes, como ao escovar os dentes e baforar o ar. Tudo no que reparei foi a única serpente enrolada sobre um bastão em fundo cor de cobre avermelhado, o que instalou confusão em minha mente. Podia jurar que o símbolo devia ser duas serpentes, não uma.

A garota segurou minha coxa com pulso firme, se assegurando de que não me mexesse. Deu uma leve palmadinha sobre o hematoma, o fazendo clarear tanto a ponto de sumir, deixando consigo uma sensação de alívio. Foi só então que retirou um dos frascos do bolso, oferecendo à mim.

— São analgésicos, para o caso de sua dor voltar — explicou. Agarrei o potinho, ignorando as escritas. — Recomendo que fique pelo menos dois dias sem forçar o braço, para tudo se religar com perfeição.

Após um breve diálogo de indignação, prometi cumprir sua recomendação. Então, somente então, ela permitiu que um sorriso enfeitasse seu rosto. Curvei levemente meu corpo para frente, agradecendo sua atenção e atendimento. Até mesmo o Rei deveria quebrar seu orgulho e notar como a garota lhe fora útil, mesmo que só por uma vez. Vesti a camiseta e guardei o frasco no bolso do shorts, atravessando a sala e me dirigindo à luz do sol, dessa vez sem mancar.


♦ Créditos parciais: Andy & Oliver ♦
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Re: ♦ Enfermaria Central ♦

Mensagem por Zoey Montgomery em Sab 29 Out 2016, 09:59


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James K. Heiselmann — Bom dia, James :gdc:
Amigo, uma dica: para facilitar a leitura, separe os parágrafos. É sério, fica visualmente mais bonito e infinitamente melhor de ler ♥

Sua avaliação: Foi um bom post, apesar de alguns erros de digitação rápida - como "fermentos" em vez de "ferimentos" -, mas que podem ser corrigidos e evitados com uma revisão. No demais, sua estrutura textual é boa, e não vi nenhum problema ortograficamente gritante. Meus parabéns!

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Lokesh Targaryen — Bom dia, Senhor dos Dragões :gdc: qqqq
Posso dizer que senti que seu post foi completo: desde como se sentiu ao adentrar o lugar até as sensações durante o tratamento. Sua organização é boa, mas duas coisas me incomodaram durante o texto: você disse que não conseguia mover um dos braços, mas em seguida diz que levantou os dois para tirar a camisa. Fatos contraditórios.

Outra coisa: você comentou a respeito de ter reparado em um símbolo, mas em momento algum diz onde ele estava. No jaleco da curandeira? Na parede? Cravado no sue braço (essas coisas podem acontecer q)? Não deixe coisas pairando no ar sem uma explicação, ou pelo menos indique onde estão.

No demais, parabéns!

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Re: ♦ Enfermaria Central ♦

Mensagem por Psiquê em Seg 31 Out 2016, 15:39



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Re: ♦ Enfermaria Central ♦

Mensagem por Joah Dongho em Seg 12 Dez 2016, 15:26

Ω Vida Ω

   Era como se eu tivesse vindo do inferno naquela hora. Como um trajeto familiar de todo semideus, voltar de suas missões e tentar recuperar alguma parte de si. Fora sempre uma fronteira natural. Nenhum guardião detia os caprichosos. Ao contrário, o perfume que dali emanava era harmonioso.
   Sobre essa travessia, o episódio mais disputado daquelas regiões, aconselhavam prudência. Os que pretendiam ultrapassar seus limites, quem sabe submissos ao dever de inquirir outras paragens, bem compreendiam o que os aguardava em suas aventuras de alto nível, monstruosidades mitológicas superfantásticas. 
   A maioria lá ficou para sempre. Talvez perdidos na morte, pois tudo a anunciava. Pois que outra motivação teria aquele reino estranho, se duvidavam que ali existisse sequer uma vida arrebatada... Minha cabeça ficava curvada, meus passos trêmulos, meus batimentos cardíacos acelerados, minha capacidade reduzida. Após pegar a minha refeição, me dirigi para uma bancada solitária (logo depois de fazer a minha oferenda ao meu pai. Prole do grandioso Deus dos mares... algo que eu não poderia esquecer nem mesmo por um segundo pois uma marca amaldiçoada queimava e ardia fortemente em meu peito... eu precisava agir para perder essa maldição, mas antes, precisava me alimentar bem, descansar e me recuperar) e tive a minha refeição.
   Não adiantava tentar me enganar, exceder os meus limites ou simplesmente esperar o tempo passar, meu condicionamento físico não estava nada bom e eu precisava seriamente resolver isso. Com aparência fraca, movimentos lentos e cansados, consegui chegar na enfermaria e buscar alguma ajuda. Minhas palavras não eram necessárias, todos podiam facilmente ver o meu estado, finalmente o meu socorro chegara... Os filhos de deuses com poderes medicinais eram muito bons nisso, possuíam muita habilidade e realmente tratavam os pacientes, curavam de uma forma incrível. Mesmo com todo o tratamento, com toda a ajuda, mesmo sentindo o meu corpo mais forte ou me recuperando "completamente" aos olhos dos outros, eu sabia e o meu pai também que eu não voltaria a ser completo sem me livrar de um grande problema: a minha maldição. Após descansar e ter meu tempo de tratamento, o meu próximo passo seria este, um passo de grande importância e também de grande perigo.


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Nos delírios de uma canção.

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Re: ♦ Enfermaria Central ♦

Mensagem por Zoey Montgomery em Sex 16 Dez 2016, 18:46


Avaliação



Joah Dongho — Boa tarde, Joah :gdc:

Ok, vamos lá: você escreve bem, rapaz, de verdade. Porém, estruturalmente, algumas coisas me incomodaram (não foi o que não lhe rendeu boas recompensas, mas isso é apenas para alertá-lo): peço que dê um espaço entre os parágrafos, para melhor organização de seu texto.

Agora vamos ao ponto principal. O objetivo da enfermaria é focar na arte da cura, e seu texto foi tão corrido nessa parte que, mesmo com toda a sua introdução legal, me deixou meio chateada. Não teve o enfoque necessário, foi algo pequeno e mal trabalhado e que poderia ter sido explorado de uma forma muito melhor.

Assim, sugiro que dê uma lida nos demais posts da Enfermaria para que tenha uma ideia de como descrever, e de como fazer e proceder.

Qualquer coisa, estamos ai ;3

Recompensa: 20 HP/MP
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Re: ♦ Enfermaria Central ♦

Mensagem por Psiquê em Qua 21 Dez 2016, 12:20



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How fickle my heart and how woozy my eyes, I struggle to find any truth in your lies. And now my heart stumbles on things I don't know, my weakness I feel I must finally show. Lend me your hand and we'll conquer them all but lend me your heart and I'll just let you fall, lend me your eyes I can change what you see, but your soul you must keep totally free
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Re: ♦ Enfermaria Central ♦

Mensagem por Marcos Faerschütt em Dom 19 Mar 2017, 15:56



Enfermaria
I am Injured
Após talvez a maior noite que eu já tive nesse acampamento, eu sabia que não iria durar muito tempo se continuasse com aqueles meus machucados após a luta com a Harpia. Pra falar a verdade, os ferimentos não seriam tão ruins quanto a descoberta dos campistas sobre o meu combate, afinal de contas, eu havia matado um dos "trabalhadores" do acampamento. Pelo menos, era o que eu pensava...

Depois de me arrumar de forma que não deixasse as minhas feridas tão visíveis quanto estavam, eu segui na direção da enfermaria. Eu sabia que haviam as enfermarias dos campistas, mas eu não achava que tinha intimidade o suficiente com eles para isso. Logo adentrei o local, que era, de fato, incrível. Imagine um daqueles templos gregos, cheios de estátuas e com aquele lindo aspecto histórico, era aquela enfermaria. Talvez fosse exagero da minha parte, mas foi assim que me senti quando fui até lá.
- Com licença, senhorita enfermeira. Poderia cuidar dos meus ferimentos? - isso era como falar "Eu sei que vocês são uma pizzaria, mas não precisa me trazer uma pizza. Que tal um sushi?"

Por sorte, a enfermeira que me atendeu era gentil e cautelosa. Começou a me tratar limpando todos os cortes com um pouco de algodão e em seguida passou um pouco de álcool, talvez para impedir inflamação ou infecção. Os machucados que envolviam marcas de pancadas, foram calmamente cuidados com um pouco de gel e gelo. Não imaginava que semideus usavam esse tipo de coisa, eu sinceramente esperava alguma magia ou no mínimo um brilho, algo como "abrakadabra" ou "pipirupiru"

No final de tudo, meus ferimentos não eram tão graves como eu imaginava e só precisavam de tratamento básico e um pouco de tempo. Para minha sorte, ninguém perguntou onde eu havia conseguido os ferimentos. Acho que já estavam acostumados com coisas do tipo.
Thanks Panda
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Re: ♦ Enfermaria Central ♦

Mensagem por Kim Tae-yeon em Qui 06 Abr 2017, 09:42


A Enfermaria Central

primeiro post - recuperando HP

Kim nunca havia visitado a enfermaria central antes e ficou maravilhada com a grandiosidade do local. Uma grande tenda branca montada próxima à área dos curandeiros. A garota se aproximava mancando lentamente enquanto podia sentir uma um leve aroma de ervas medicinal no ar. O ambiente era bem organizado e muito bem estruturado e logo na entrada era possível ver alguns entalhes representantes de Apolo e Asclépio, provavelmente. A prole de Ares mancou para dentro do local, solicitando ajuda a uma ninfa que estava mais próxima de si.

“Bom dia. Será que você pode me ajudar?”


“Oh! Bom dia! Sim sim, por favor, me siga!”

A ninfa sorria e parecia bem animada em ajudar semideuses. Trajava um belo vestido branco e sapatilhas de cor bege que contrastavam com seu tom de pele esverdeado e cabelo platinado. O espírito acompanhou Tae até uma das divisões da enfermaria e a ajudou a sentar-se sobre uma maca e estender o pé sobre um apoio. A dríade tinha uma expressão de curiosidade enquanto encarava o tornozelo machucado da semideusa que apenas aguardava a análise.

“Você provavelmente torceu. Se tivesse quebrado não conseguiria ter chego aqui. O que exatamente você fez, mocinha?”

“Bem, eu sou uma semideusa você sabe como é. Durante meu último treino eu meio que posicionei mal e cá estou. O que você pode fazer por mim?”

“Bom primeiramente você precisa de repouso: nada de treinos, lutas ou qualquer atividade que force seu tornozelo. Irei aplicar uma pomada medicinal para aliviar a dor e diminuir a sensibilidade do ferimento. Ah e macas, você terá que usar macas.”

“Sério? É realmente necessário? Eu sou filha de Ares, posso suportar uma dorzinha no pé sem usar muletas.”

“Se você pudesse suportar não teria nos procurado, não acha?” Disparou a dríade enquanto destampava um pequeno potinho branco contendo uma quantidade considerável do que seria a pomada.

“Touché.”

“Você vai sentir um pouco de dor a inicio, ok? A pomada é composta de ervas com propriedades curativas e alguns componentes criados pelos filhos de Quione para aliviar a dor e ajudar na recuperação.


A dríade tocou a pomada com os dois dedos como uma alavanca e em seguida tocou levemente o tornozelo de Kim que automaticamente emitiu um grunhido de dor. A pomada parecia derreter-se como manteiga ao tocar a pele da semideusa que começava a adquirir uma coloração vermelha. A semideusa apoiou a mão contra a beirada da maca, pressionando o ferro com força para conter a dor que ali sentia. Mais alguns toques do espírito da natureza e logo todo o tornozelo estava coberto pelo remédio que começava a deixar de machucar e passava a aliviar com uma sensação de frescor.

“Isso deve bastar por hora. Eu irei enfaixa-la agora. Então, qual é o seu nome?” Questionou a dríade.

“Kim. E o seu?”

“Linóleo. Sim, do piso de linóleo.”
Respondeu Lin em um tom engraçado.

“Você tem nome de piso. É triste, mas engraçado.” A semideusa sorria para a outra garota que começava a traçar um caminho com uma faixa branca ao redor de seu tornozelo.


“É na verdade devido a madeira, mas de qualquer forma. Mais um pouquinho e... Prontinho! Agora trata-se de se cuidar e nada de lutas.”


“Tudo bem, vou tentar não me meter em encrenca.”

“Ah e mais uma coisa.” Lin ajudou a garota e se levantar da maca e em seguida puxou de seu apoio lateral um par de macas de madeira com apoios para os braços de borracha. “Sua nova melhor amiga. Se precisar de algo eu estou sempre por aqui.”

Kim encarou com desdém o par de muletas e logo assentiu, apoiando o peso de seu corpo no objeto que parecia se encaixar perfeitamente em seus braços. Ela sorriu e então agradeceu antes de partir.

“Muito obrigada, Linóleo.”

Obs:

Nenhum poder e nenhuma arma em questão ou que fizesse alguma diferença no post foi utilizado
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Re: ♦ Enfermaria Central ♦

Mensagem por Hécate em Qui 06 Abr 2017, 10:22



Marcos Faerschütt - 150 HP/MP

Kim Tae-yeon - eu devia te dar zero por roubar o template que eu fiz pra minha conta de Apolo (é, eu reconheci pelo Birch STD como fonte de título, bonitinha!), mas toma aqui teus 150 HP/MP -qqq


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Re: ♦ Enfermaria Central ♦

Mensagem por Luna S. Pierce em Ter 11 Abr 2017, 11:24



moonlight
there goes your heart I know you want it!

Luna havia chegado na enfermaria no fim da noite de sexta-feira. Alguns paramédicos e espíritos da natureza estavam rondando as tendas a fim de atender os últimos pacientes daquele turno corrido e agitado no local. A semideusa tinha um ferimento na perna esquerda, uma lesão com fratura exposta e havia sido carregada por alguns de seus irmãos que estavam de bobeira no chalé. Eles a puseram sobre uma maca antes de seguir em busca de um curandeiro pelo corredor entre as tendas.

Luna estava disposta a qualquer coisa para conseguir voltar a ativa, inclusive abusar de seus poderes. A semideusa pressionava a palma da mão contra o colchão, tentando erguer-se o suficiente para conseguir encarar o corredor. Ela aguardou por alguns minutos enquanto procurava uma presa fácil como um lobo selvagem. Não demorou muito e um dos curandeiros adentrou a sua tenda, afastando a cortina branca que separava a pequena sala improvisada das demais. Ele sorriu para  a garota, aproximando-se de sua perna para analisar o problema.

“Você tem uma fatura bem feia aqui. Precisará ficar aqui por um tempo.

“Quem disse? “Eu posso muito bem me virar, só não consigo agora.” Luna era arrogante e orgulhosa e infelizmente fora levada a enfermaria mesmo que Isso magoasse seu ego.

“Certo. Eu sei o que você esta fazendo. Não vai funcionar.” Disparou o curandeiro enquanto destampava uma garrafa térmica com néctar e levava até a boca da semideusa que surpresa bebeu do líquido com sabor achocolatado.

“Você quer usar alguém inocente lá de fora para sugar suas energias e se curar mais rápido. Não será necessário. E sim, eu leio mente. Filho de Atena.” Ele continuou enquanto surpreendia a prole de Selene que não sentia tanta dor.

“Você vai segurar firme em minha mão. Concentre-se apenas na minha energia e em nada mais, ok?”

Luna segurou firme no pulso do rapaz e depois de alguns segundos sua mão iluminou-se, gerando uma pequena quantidade de energia que percorreu por entre seus dedos e o do curandeiro que expressava dor em seu rosto. Ela permaneceu assim por cerca de 2 minutos, sugando parte da energia do rapaz que logo se afastou alegando precisar ficar consciente.

O curandeiro caminhou até a bancada de equipamentos médicos e dali retirou uma adaga, seguindo em direção a divisória da tenda onde cortou o tecido com um golpe. A luz do luar adentrava agora o local e o corpo de Luna pareceu reagir ao contato com o astro.

“Você sentirá menos dor enquanto eu tento fazer os pontos.”


O curandeiro entregou a semideusa dois comprimidos, deixando-a tonta momentaneamente antes de desmaiar. Ela despertou e a cena já era outra; estava agora em uma cadeira de rodas com a perna engessada até a altura de sua canela. Sentia-se cansada e exausta após o procedimento e com toda certeza ainda mais fraca. Que tipo de semideusa quebra a perna e precisa clamar por ajuda como um mortal inútil? Luna estava sendo carregada por um de seus irmãos que agradeceu ao curandeiro antes de leva-la ao chalé novamente.


Ornamentos&Afins:
Poderes:

— Passivos —


Nível 6: Regeneração Lunar I
Sempre que o herói estiver em contato com a luz da lua irá se regenerar lentamente. Regenera 5 HP e 5 MP a cada três rodadas sob a luz do luar. A permanência sob a luz da lua deve ser ininterrupta, mas ele pode fazer outras ações enquanto isso. A regeneração ocorrerá ao final da 3ª rodada. Nesse nível, recupera no máximo 30 HP/MP por noite. {Idealizado por Dominique C. Everyd - Modificado} (Considerar durante o acréscimo de HP/MP)


— Ativos —



Nível 9: Minguante

Poder de dreno. O filho da Lua consegue, através do toque, roubar a vida do adversário, fazendo-o "minguar" - o toque causa perda de HP do adversário, transferindo-a para o semideus. Cada ativação representa um toque, mas o dano não é alto. 3x por combate.[Novo](Considerar durante o acréscimo de HP/MP)
Armas:
 Nenhuma  


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Re: ♦ Enfermaria Central ♦

Mensagem por Hécate em Sex 14 Abr 2017, 12:56



Luna S. Pierce - 150 HP/MP


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Re: ♦ Enfermaria Central ♦

Mensagem por Elizabeth Braddock em Ter 25 Abr 2017, 12:45

ENFERMARIA
Eu estava impressionada, admito. A enfermaria central nunca pareceu um lugar tão aconchegante ou agradável do lado de fora com suas tendas improvisadas e localização questionável, mas essa ideia mudou quando adentrei para receber atendimento. O local exalava um odor composto de ervas e remédios que percorria os corredores de espaços onde os campistas eram atendidos. Logo na entrada encontrei-me com uma ninfa chamada Esther que me direcionou até uma das repartições para aguardar um curandeiro. A ninfa era bem simpática e parecia bem disposta a auxiliar semideuses já que deixou minha sala assim que me acomodei sobre uma das poltronas.

Não demorou muito e um curandeiro adentrou a sala. Ele era alto e tinha um corpo esguio, magro como se não comesse a semanas. Seus olhos eram claro o que contrastava com o tom de seu cabelo escuro e liso preso num coque samurai. O rapaz aproximou-se enquanto sorria.

— Bom dia. Eu sou Lucas. O que você sente? — Sua voz era doce e agradável de ouvir, como uma melodia conhecida.

— Daphné. Muito prazer. Eu estou me sentindo mais cansada que o normal sabe? Como se minha energia não estivesse sendo reposta ou algo assim.

— Entendo. O que houve com seu braço? — Ele questionou enquanto apontava para meu braço direito.

— Eu tive alguns empecilhos em minha última missão e devido ao contato com a água por muito tempo acabei com a pele um pouco ressecada.

— Interessante. Posso?

— Claro.

Lucas aproximou-se do meu braço, tocando a pele levemente com os dedos antes de retirar um objeto médico qual eu não reconhecia e muito menos sabia o nome. Ele olhou pela lente do apetrecho por alguns segundos e logo se afastou.

— Sei que pode parecer um pouco ridículo, mas você esta desidratada. Você comentou que passou muito tempo em contato com água certo? Por um acaso era um oceano?

— Sim. O pacífico.

— Então, a água do mar contém alto índice de sal em sua composição. Estar em contato por muito tempo pode afetar o seu corpo a ponto de lhe desidratar, causando assim esse problema na pele e provavelmente seu cansaço.

Eu não sabia muito bem como a água do mar poderia ter causado tanto estrago numa pessoa, mas resolvi não questionar o curandeiro. Ele estava preparado e pronto para aquilo, sabia o que estava dizendo. Lucas caminhou até a bancada de madeira onde diversos frascos medicinais estavam dispostos e pegou um destes, voltando à atenção a meu braço.

— Eu irei aplicar esta pomada hidratante para retirar a sensação de ardência e de secura do tecido de sua pele. Em seguida vou precisar que você mantenha a aplicação diária para não perder a eficiência. E claro, hidrate-se. Água potável, no mínimo três copos por dia.

— Tudo bem...

Não estava tudo bem. Depois de quase morrer no oceano e enfrentar o conde Valtor no reino de Poseidon eu estava evitando ao máximo entrar com contato com água. Agora precisava dela novamente para conseguir me recuperar. Lucas pressionou a pomada gelatinosa contra meu braço, esfregando pela pele por toda a extensão antes de seguir para minhas pernas e rosto. Alguns minutos depois e eu era uma versão de uma gelatina marinha pronta para ser servida aos seres do fundo do mar.

— Isso deve dar conta do recado. Fique com a pomada e hidrate-se, ok?

— Certo. Obrigada Lucas. — Agradeci ao semideus.

— Por nada.

Tentei não me incomodar com a pomada no corpo quando caminhei até a saída, mas era quase impossível já que parecia um cachorro molhado. Caminhei o mais breve possível em direção ao chalé para finalmente ficar em repouso e conseguir voltar à ativa.

Habilidades:

Beleza Estonteante (Nível 1)

Como filhos da deusa da beleza, você é naturalmente belo, sendo tal beleza notável e admirada por todos. Seus olhos têm uma coloração que não se define completamente, sendo intrigantes e como se fossem hipnotizantes; sua voz atrai, seus lábios são provocantes, seu rosto possui uma beleza harmoniosa e o corpo não fica para trás. Tudo em você chama a atenção pela beleza especial que possui, e é praticamente impossível deixar de notá-lo. Não é nenhum efeito hipnótico, contudo - apenas estético.

Delicadeza (Nível 6)

Assim como pombos ou cisnes, seus passos são suaves e delicados, dificilmente sendo percebidos pelo inimigo em uma aproximação sutil. Note que sentidos aguçados ainda podem captar sua presença, assim como uma aproximação descuidada podem lhe denunciar. O silêncio não é completo.

Autocontrole (Nível 9)

Suas emoções não podem lhe atrapalhar em momento algum em uma batalha ou momento importante. Você não viverá a mercê delas, você saberá controla-las facilmente podendo manter o foco em uma batalha sem ser influenciado por nenhum sentimento, a menos que seja mais forte que você. Poderes que afetem emoções como charme, medo, fúria e etc terão efeito reduzido, não fazendo efeito se proveniente de inimigos de menor poder. Se forem de nível igual a até 5 níveis acima, 50% de resistência, e de 6 a 10 níveis, 25%. Acima disso, os poderes o afetam normalmente.


Disposição (Nível 17) [NOVO - idealizado por Sadie Bronwen]

Em qualquer ocasião, o filho de Afrodite sempre parecerá mais jovial. Ele não aparenta cansaço ou esforço, e ações que normalmente deixariam qualquer um fatigado não parecem atingi-lo. Na prática, habilidades de dreno de HP e MP tem efeito reduzido em 50% contra eles se provenientes de personagens de nível menor. Para nível igual ou até 5 níveis acima, 25% de resistência e, acima disso, são afetados normalmente.
Primeiro post na Enfermaria
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Re: ♦ Enfermaria Central ♦

Mensagem por Silvia Kawasaki em Ter 25 Abr 2017, 15:50

Daphné Lafaiete: gostei muito do seu post. Apenas atente-se à largura do seu template, ok? Mas fora isso, tudo certinho. 145 dracmas
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Re: ♦ Enfermaria Central ♦

Mensagem por Alaska J. Solzhenitsyn em Sex 19 Maio 2017, 13:27

At the end of the night maybe you’ll find love Fake chit chat ’bout the things they got & my stout reputation keeping it hot girl
Dodói

O cansaço ocasionado pelo uso frequente de seus poderes na pequena aventura pela floresta ainda não havia passado. Alaska soltou uma pequena praga em forma de resmungo enquanto se dirigia para a enfermaria central. Sob a recomendação de James, ela decidira passar por ali, visto que ainda não tinha se habituado às reações físicas de seu corpo quando fazia uso de seus poderes divinos.

A ruiva adentrou o recinto que, por nenhuma razão aparente, irradiava uma brilho dourado. Assim que deu o primeiro passo para o interior, suas narinas foram preenchidas pelo odor das finas ervas medicinais ali usadas. Os olhos perspicazes se arrastaram por todo o local, avaliando-o mentalmente. A enfermaria em questão contava com os equipamentos de praxe: macas e poltronas, bandejas com bandagens, algodão, água oxigenada e alguns outros muitos utensílios médicos. Além disso, havia uma mesa na qual se encontrava a curandeira, sem mais delongas, a semideusa se dirigiu até a suposta enfermeira.

— Gina, né? Eu sou Alaska... — a Jones se apresentou. —É... eu preciso que você faça um check-up em mim. — a prole de Hefesto foi direto ao assunto. — Eu sou nova nessa... han... coisa de semideus, sabe? — a ruiva começou a se explicar. — E... hm... recentemente usei meus poderes. Desde então, venho me sentido muito cansada... Você poderia me ajudar?

A enfermeira sorriu de forma acolhedora e, segurando Alaska pela mãos, guiou a semideusa até a maca mais próxima.

—  Certo, hm... Alaska? — ela chamou com ar de dúvida, a prole de Hefesto levantou o olhar para fitar sua cuidadora. — Poderia me informar o que tem sentido além do cansaço físico?


— Oh... Bom, eu tenho sentido sonolência, uma falta de energia, sabe? — A medida que a semideusa falava o que vinha sentindo ao londo dos dias, Gina anotava em sua prancheta. Assim que Alaska terminou de listar os sintomas, a enfermeira se aproximou das prateleiras e analisou as inúmeras ervas disponíveis. 

— O seu caso é bem simples. Eu vou preparar um chá medicinal para você, okay? — Gina relatou enquanto separava os ingredientes. Alaska, curiosa como só ela, se levantou da maca e se aproximou da pia, nela havia um fogão de mesa, provavelmente servia para preparar remédios como chás. 

— O que tem aí? — a ruiva questionou, apoiando ambas as mãos na superfície de mármore que constituía a pia.

— Folhas de Camellia sinensis trituradas, essência de ginseng, folhas de hortelã, canela e essência de ambrosia. — Gina respondeu à medida que iniciava os preparativos do chá. Primeiro ela colocou água em uma chaleira. — Esses ingredientes serão de grande ajuda para a recuperação do seu corpo, por exemplo, o ginseng vai revitalizar seu corpo; a hortelã, vai diminuir a fadiga e a ambrosia serve para potencializar os efeitos desses ingredientes. — ela explicou e, assim que terminou de falar, a chaleira apitou sinalizando que a água estava fervendo. Gina retirou a chaleira do fogo, colocou uma medida de cada um dos ingredientes e esperou. Após sentir que a água estava morna, pegou um coador e derramou o líquido em uma xícara entregando-o a Alaska.

— Beba. — ordenou, Alaska fitou o líquido num misto de expectativa e entornou a pequena xícara tomando o líquido em seu interior em apenas um gole. — Qual o sabor? 

—Impressionantemente, um misto cookies de chocolate e bala de menta. — comentou surpresa tendo como resposta uma sonora risada dada por Gina. 

— Parece bom. Agora, vá para seu chalé e descanse. Não faça nada até amanhã, ok? — a enfermeira ordenou enquanto Alaska batia continência exclamando "sim, senhora"



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Re: ♦ Enfermaria Central ♦

Mensagem por Andrea M. Lyserg em Sex 19 Maio 2017, 22:30


Avaliação
Enfermaria

Olá Alaska, você escreve muito bem! Gostei do jeito como você narra suas ações e emoções, deixando claro para o leitor o que está acontecendo em sua história. É interessante a personalidade da personagem não ser mirabolante, mas ao mesmo tempo interessante e convidativa. De todo modo, costumamos cometer alguns erros na hora da escrita, embora não seja nada demais. Irei listar alguns dos seus deslizes brevemente.

Bem, em primeiro lugar, nessa passagem aqui “A enfermaria em questão contava com os equipamentos de praxe: macas e poltronas, bandejas com bandagens, algodão, água oxigenada e alguns outros muitos utensílios médicos.” eu não consegui enxergar um motivo aparente para você deixar os utensílios utilizados em itálico. Isso não é um erro nem nada, mas é um comentário para que você se atente à utilização desses recursos.

Logo após isso, enxerguei em seu texto alguns problemas com pontuação em trechos como “Além disso, havia uma mesa na qual se encontrava a curandeira, sem mais delongas, a semideusa se dirigiu até a suposta enfermeira.”, “[...] se levantou da maca e se aproximou da pia, nela havia um fogão de mesa [...]” e “ordenou, Alaska fitou o líquido [...]”. No primeiro caso, a vírgula antes do sem mais delongas deveria ser substituída por ponto final, assim como a vírgula antes de nela havia um fogão e Alaska fitou deveria ter o lugar tomado por ponto final ou ponto e vírgula. Esses não são problemas graves, mas que causam uma pequena confusão na construção de seu texto, atrapalhando levemente o receptor de sua narração na hora da leitura.

Em último lugar, mas não menos importante, eu achei estranho a Alaska já saber o nome da enfermeira ao entrar na enfermaria, sendo que ela é novata e tem pouco contato com o mundo semideus. Atente-se a isso, pois pode causar maiores problemas de coerência.

Apesar de qualquer coisa, em geral, foi um texto ótimo, eu realmente gostei muito. Parabéns, somente preste mais atenção nos pontos levantados anteriormente!

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Re: ♦ Enfermaria Central ♦

Mensagem por Eros em Sex 19 Maio 2017, 22:56

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