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♦ Enfermaria Central ♦

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♦ Enfermaria Central ♦

Mensagem por 075-ExStaff em Sab 16 Fev 2013, 22:18

Relembrando a primeira mensagem :



♦ A Enfermaria Central!


Uma das maiores tendas que havia no Acampamento. Ficava ao lado da tenda da curandeira-mestra, Kristy, e em sua totalidade, um brilho dourado irradiava de sua estrutura. Sobre a sua porta, foram esculpidos em bronze os símbolos dos Curandeiros. Ao adentrar no local, podia-se ver ao menos cinco estantes cobrindo ambas paredes laterais, cheias de ingredientes para poções, líquidos e ervas finas e medicinais. Ali, também, estendia-se uma fileira de macas, em torno de 10, o que apontava que apenas 10 pacientes poderiam ser atendidos por vez.
Dois Curandeiros, um chamado Ted Lopux e um uma garota com o nome de Gina Rockwell atendiam todos os pacientes, sendo extremamente ágeis e rápidos em seus atendimentos.



♦ Como funciona a Enfermaria Central?


De acordo com as necessidades do fórum, foi decidido que criaríamos uma enfermaria central para atender os feridos que costumam demorar para serem atendidos nas demais enfermarias e, também, para não sobrecarregar mais os nossos curandeiros.
A Enfermaria Central, como dito no post, comporta por vez 10 Campistas, ou seja, caso não haja uma atualização rápida dos personagens, o décimo primeiro postador irá ser considerado inválido, ou seja, seu post será ignorado.
A recuperação de HP e MP irá variar de acordo com a qualidade do post do usuário, sendo que a quantia mínima é de 0 (para posts considerados totalmente fora do padrão, com uma quantia de erros de escrita acima do normal) e a máxima é de 150 (para posts considerados excelentes, com nenhum ou pouquíssimos erros de escrita). É permitido apenas um post por atualização. Não um post por dia, nem por semana, mas sim por atualização.
As narrativas são on, ou seja, você terá de narrar que entrou na enfermaria e falou com um dos nossos dois curandeiros NPC's. Por fim, será avaliado e curado com a pontuação que merece.
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Re: ♦ Enfermaria Central ♦

Mensagem por James K. Heiselmann em Seg 29 Maio 2017, 13:24


Serious?
The Night
Be mine...

Os raios solares daquele dia aos poucos começavam a incomodar. A noite que o jovem semideus havia passado fora extremamente dolorosa. Havia chegado há quatro dias antes de uma missão que excedera qualquer limite pessoal. Ficara os dois primeiros dias na enfermaria do acampamento, aos cuidados de uma eficiente filha de Apolo que havia tratado os ferimentos mais urgentes com maestria.  Os outros dois dias, entretanto, fora para seu chalé. Prometera que visitaria a enfermaria no quinto dia e, dessa vez, cumpriria essa promessa. Os hematomas começavam a desaparecer e a maldita dor nas costas de ter se jogado de ter sido arremessado de uma casa ainda se mostrava inconveniente.
Caminhava pelas terras do acampamento rumando à enfermaria. A perna ainda um pouco pesada e manca atrapalhava o garoto que, teimoso, seguia em frente. O vento morno da manhã balançava os trajes simples do jovem enquanto rumava para sua consulta. Usava uma camiseta do acampamento, como de costume, e uma jeans azul escura já um pouco gasta. Seu braço direito havia sido amarrado com uma tala para melhorar o processo de regeneração.
Em poucos minutos havia chegado ao local. Encontrou a mesma filha de Apolo preparado algum tipo de elixir enquanto se virava e apontava uma maca para James sentar. O garoto, tentando disfarçar pequenas pontadas de dor, fez o pedido lentamente.
- Achei que não viria. Acho que da última vez pensou que sabia curar ossos quebrados. – Disse a garota, com um sorriso.
- Ah, sabe. Muita coisa para fazer. Sair para missões, apanhar, voltar. Padrão semideus. – Respondeu James, irônico.
- Quero ver quando estiver lutando contra um manticore e o ombro começar a doer porque não veio na enfermaria. Ver ser ótimo. Agora beba. – Pediu.
Foi alcançado à James um pequeno copo com um líquido verde-azulado. O filho de Hécate bebeu e imediatamente sentiu o gosto de limão e uma energia correndo por seu corpo, e amenizando a dor, tanto no braço quanto na perna. A tala em seu braço foi retirada e, aos poucos, a dor nas costas sumia. Não estava totalmente recuperado, mas sabia que, se descansasse por mais alguns dias, estaria pronto para outra missão.
- Daqui dois dias você estará bem. Até a próxima surra, James. – Sorriu.
O jovem correspondeu ao sorriso e agradeceu à garota. Levantou-se da maca, deu uma última olhada no local e saiu dali. Sabia que em poucos dias estaria ali novamente. Precisava de uma aventura, de uma missão. O que restava agora, então, era esperar que se recuperasse mais um pouco e ir incomodar Quíron por uma nova missão.



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Re: ♦ Enfermaria Central ♦

Mensagem por Elizabeth Braddock em Qua 14 Jun 2017, 11:09


Divine Recovery
you better where the hell did I end up?

É
incrível como um simples corte no braço consiga causar tanta dor e tanto sangue ser perdido, não é mesmo? Cheguei à enfermaria do acampamento após o acidente com uma lâmina envenenada na arena — malditos filhos de Hermes e suas artimanhas diabólicas — já com minha jaqueta encharcada do líquido vermelho que começava a adquirir uma tonalidade esverdeada. A peça que até então era branca e feita de linho agora estava como um brócolis ensanguentado. Uma pena.

Uma ninfa me direcionou até uma das macas dispostas nas das tendas improvisadas para preparar o ferimento até que o curandeiro chegasse. Deitada de bruços eu pude sentir uma picada no braço quando o tecido se desprendeu da ferida, arrancando parte do líquido envenenado que estava coagulando sobre a pele. Resolvi direcionar minha dor para a maca, mordendo o lençol branco que cobria a estrutura de madeira. A ninfa parecia tensa quando encarou meu braço, pois caminhou rapidamente até um porta medicamentos próximo a si com uma expressão angustiada.

Pude ouvir sua voz doce e suave me tranquilizar antes de anunciar o processo de purificação com água doce. Assim que o espírito da natureza tocou o meu ferimento com uma pequena quantidade de água gelada eu desejei morrer. Abafei um grito enquanto pressionava o rosto contra a maca e encarava fixamente a Náiade. Queria mata-la. Suas mãos estavam iluminadas com uma aura azulada e com gestos lentamente drenava o veneno através do líquido dançante sobre minha pele.

Alguns minutos se passaram e a dor tornou-se suportável e logo com a tranquilidade a fraqueza me veio à tona. Meu braço estava dormente quando o curandeiro chegou, analisando o ferimento que parecia estar melhor agora. O garoto diferente da Náiade trajava um jaleco branco com um crachá que continha seu nome detalhado: Nathan. Ele sorriu e disse algumas palavras de conforto antes de minha visão ficar esbranquiçada. Um último suspiro e eu apaguei.

Os sonhos de semideuses são definitivamente os piores. Monstros? Ok, você pode batalhar contra eles. Pais ausentes? Independência jovem. Agora viajar para seu pior pesadelo ou saber o que irá acontecer no futuro de uma forma incerta é terrível. Estava em uma sala repleta de cristais dourados e uma vastidão de moedas de ouro me rodeava. Era uma incrível sala de tesouros como aquelas vistas em filmes de piratas e tudo mais, porém, eu estava presa. Meu tornozelo estava sendo pressionado por uma algema de metal frio que me impedia de levantar. Alguns segundos tentando soltar a fechadura e uma voz chamou minha atenção.

“Recorda-se, pequena? É aqui que você vivia. Você foi embora. Qual o motivo?”

A voz era metálica e ríspida como se várias pessoas estivessem falando juntas. Demorei algum tempo para reconhecer o narrador e quando aconteceu era tarde demais. Tudo a minha volta cresceu. Toneladas e mais toneladas de moedas de ouro se expandiram, prendendo meu corpo contra a parede fria. Tentei escapar daquilo tudo, sem sucesso. A monção se silenciou até a voz ecoar ao meu redor quebrar o silêncio.

“Você tinha tudo e abandonou por pessoas que nem lhe importam. Eu vou atrás de você, Elizabeth.”

Quando a voz disse meu nome um trovão iluminou a sala e eu pude finalmente despertar de meu tormento. De volta à sala de recuperação a ninfa estava segurando meu braço enquanto o médico passava uma espécie de band-aid sobre o corte agora costurado. Minha testa estava repleta de suor e meu corpo não havia reagido bem ao maldito sonho pelo visto. Agradeci a ajuda do curandeiro que me deu alta. Alguns minutos de caminhada e eu estava finalmente de volta ao chalé de Afrodite, o lar das crianças mais birrentas já existentes. Segui até o meu quarto onde sobre o beliche pude sentar e refletir sobre o sonho. Será que Eltrion viria atrás de mim realmente? Por que eu fui transportada para a sala onde fiquei presa? Só os Deuses sabem.

Considerações:

OBSERVAÇÃO IMPORTANTE: A personagem possui uma ligação com Eltrion, um conquistador de outra dimensão que a sequestrou ainda jovem para fins escravistas. A visão tornou o post mais coeso com sua trama recém-iniciada e trouxe a tona seu trauma que será explorado mais a frente. Só isso mesmo que deve ser levado em consideração para o entendimento do post.

Nenhuma habilidade ativa e passiva relevante foi utilizada.
Elizabeth Braddock
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Re: ♦ Enfermaria Central ♦

Mensagem por Ayla Lennox em Qui 15 Jun 2017, 14:40



Avaliação
a mão da morte por incoerência treme
James K. Heiselmann:

E aí, guri, tranquilo?

Antes de mais nada, peço perdão pela demora para seu post ser avaliado. Caso eventualmente se passem três ou quatro dias e ninguém responda, é cabível um post nos "pedidos de avaliação" ou você simplesmente pode chegar em algum de nós com @ no chat e cobrar. ok? Ok.

Vamos ao que importa.

Vou começar aqui chamando a atenção para a organização do seu post em si. Tente manter um espaço regular entre os parágrafos (mais ou menos como eu estou fazendo), isso ajuda na leitura. Além disso, recomendo que nas falas, ao invés do traço simples, use corretamente o travessão.

Os aspectos apontados acima não são exatamente o mais importante aqui, portanto hora de ir para a coerência do teu texto.

As condições que você diz estar não condizem totalmente com o tratamento que você recebe. Digo, esse é um post de retorno à enfermaria, e até aí tudo bem, mas a questão é que James ainda manca, sente muita dor, possui hematomas... e tudo que recebe é uma poção qualquer enquanto possui a tala removida.

É como se faltasse alguma coisa, sabe? Senti falta do processo de cura em si sendo descrito, da participação ativa da figura da curandeira que te atende, já que eles possuem diversos poderes para curar centenas de mazelas diferentes. Não estou lhe obrigando a ler a lista de habilidades dos seguidores de Asclépio, mas um detalhe ou outro desse tipo ajuda a enriquecer teu texto, a deixar a restauração do personagem mais coesa.

Além disso, existem trechos um tanto confusos, como esses que vou destacar:

@James escreveu:"Havia chegado há quatro dias antes de uma missão que excedera qualquer limite pessoal.

"Os hematomas começavam a desaparecer e a maldita dor nas costas de ter se jogado de ter sido arremessado de uma casa ainda se mostrava inconveniente.

¹ Como você coloca o "há x dias", o "antes" que segue se torna desnecessário.
² Finalmente, você se jogou ou foi arremessado? A dor por isso é apenas inconveniente?

Atente para os pontos destacados aqui, faça uma revisão mais cuidadosa do seu texto, organize melhor suas ideias e mantenha o foco no objetivo principal do post, que nada mais é se não descrever o atendimento e a cura.

No mais, parabéns, cria de Hécate. Continue melhorando.

Recompensa: 40 HP e MP

Elizabeth Braddock:

Olá, guria. Tudo bem?

Então, sei que as condições de HP e MP vieram de peripécias antigas e essa é uma personagem distinta com nome e trama nova, mas uma coisa que me incomodou um pouco foi o fato das suas condições não baterem com o único ferimento descrito na narrativa.

Achei curiosa a escolha do veneno junto ao corte, o que acabou dando um gatilho legal pra você apagar depois e tudo mais, só senti de leve a falta da ação dele no teu corpo sendo explicada desde a ida até a enfermaria.

Você teve a ideia legal de colocar dois NPC's no processo todo, mas especialmente a figura do curandeiro não foi tão aproveitada quanto poderia ser, e aqui ressalto o que falei na avaliação do jovenzinho acima sobre os poderes dos curandeiros. Não tenha medo de enriquecer seu post com detalhes (tamanho da ferida, localização mais detalhada, como foi feito o tratamento e por aí vai).

Admito que gostei bastante de ver sua trama inserida nesse post, além disso você tem uma escrita limpa e fluida, com poucos erros - o que é sempre digno de elogios.

Foi um bom texto, Elizabeth, mas creio que existem alguns aspectos a serem melhorados. Você tem muito potencial, continue melhorando.

No mais, meus parabéns, cria de Afrodite.

Recompensa: 70 HP e MP

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Ayla, roubado de.
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Re: ♦ Enfermaria Central ♦

Mensagem por Eros em Qui 15 Jun 2017, 17:41

Atualizado


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Re: ♦ Enfermaria Central ♦

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