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♦ Enfermaria Central ♦

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♦ Enfermaria Central ♦

Mensagem por 075-ExStaff em Sab 16 Fev 2013, 22:18

Relembrando a primeira mensagem :



♦ A Enfermaria Central!


Uma das maiores tendas que havia no Acampamento. Ficava ao lado da tenda da curandeira-mestra, Kristy, e em sua totalidade, um brilho dourado irradiava de sua estrutura. Sobre a sua porta, foram esculpidos em bronze os símbolos dos Curandeiros. Ao adentrar no local, podia-se ver ao menos cinco estantes cobrindo ambas paredes laterais, cheias de ingredientes para poções, líquidos e ervas finas e medicinais. Ali, também, estendia-se uma fileira de macas, em torno de 10, o que apontava que apenas 10 pacientes poderiam ser atendidos por vez.
Dois Curandeiros, um chamado Ted Lopux e um uma garota com o nome de Gina Rockwell atendiam todos os pacientes, sendo extremamente ágeis e rápidos em seus atendimentos.



♦ Como funciona a Enfermaria Central?


De acordo com as necessidades do fórum, foi decidido que criaríamos uma enfermaria central para atender os feridos que costumam demorar para serem atendidos nas demais enfermarias e, também, para não sobrecarregar mais os nossos curandeiros.
A Enfermaria Central, como dito no post, comporta por vez 10 Campistas, ou seja, caso não haja uma atualização rápida dos personagens, o décimo primeiro postador irá ser considerado inválido, ou seja, seu post será ignorado.
A recuperação de HP e MP irá variar de acordo com a qualidade do post do usuário, sendo que a quantia mínima é de 0 (para posts considerados totalmente fora do padrão, com uma quantia de erros de escrita acima do normal) e a máxima é de 150 (para posts considerados excelentes, com nenhum ou pouquíssimos erros de escrita). É permitido apenas um post por atualização. Não um post por dia, nem por semana, mas sim por atualização.
As narrativas são on, ou seja, você terá de narrar que entrou na enfermaria e falou com um dos nossos dois curandeiros NPC's. Por fim, será avaliado e curado com a pontuação que merece.
075-ExStaff
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Re: ♦ Enfermaria Central ♦

Mensagem por 084 - Ex-Staff em Sab 12 Out 2013, 15:32

Kurt: Full. Gostei da narração como um todo.

Ninha: Inválido, pois não precisa de recuperação.

Jake e Maryan: 20HP/MP, estenda mais o texto, interagindo com o curandeiro e descrevendo um pouco mais suas emoções e pensamentos.

Ps: Preciso deixar o code do template mais acessível.


☀ Atualização ☀
084 - Ex-Staff
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Re: ♦ Enfermaria Central ♦

Mensagem por Faye C. Perón em Sab 19 Out 2013, 12:57



My medicine
I'm a troublemaker!



Sweet parou enfrente a tenda e não conseguiu conter uma breve careta de desgosto. Ela odiava médicos. Mesmo que ali não fosse um hospital e mesmo que os profissionais não passassem de jovens curandeiros, as lembranças despertavam na filha de Héstia um trauma que a perseguia sempre que tinha de adentrar em lugares como aquele. Seu pé esquerdo recuou um passo quase que inconscientemente, mas a dor que aquele simples movimento lhe causou serviu para lembrar-lhe o motivo de estar ali. A garota respirou fundo e fez a sua melhor expressão de coragem que tinha, mesmo que por dentro seu coração acelerasse a medida que entrava na enfermaria central.

Para sua sorte a enfermaria estava vazia naquele momento, tendo apenas dois curandeiros conversando de maneira amigável. Sweet mordeu o canto do lábio inferior e com passos incertos aproximou-se. A garota que proseava foi a primeira a avistá-la, levantou tocando o ombro do amigo como se dissesse “deixa comigo”.

-Venha, sente aqui – a curandeira pediu apontando para uma das macas da enfermaria.

A semideusa não cogitou desobedece-la, seguindo para a maca a passos lentos, ainda sentindo aquela dor muscular dominando cada movimento seu. Com todo seu orgulho, recusou a ajuda da garota para que subisse e sentasse na maca, mas assim que o fez não pode deixar de escapar um suspiro de alívio.

-Qual seu nome? – a garota perguntou para Sweet com um sorriso, mas logo assumia um olhar mais analisador – Seu rosto está bem machucado, o que aconteceu?

-Não dê risada, mas meu nome é Sweet – a filha de Héstia respondeu a primeira pergunta e fez um bico torto ao vê-la sorrir divertida com seu nome – E sobre o que aconteceu... Isso é o que acontece quando se explode a cara de um escorpião gigante.

-Onde mais machucou? Ah, vou precisar que tire a blusa.

O rosto da mentalista aqueceu com a sugestão, apesar de saber que era algo estritamente médico, não era acostumada a uma intimidade dessas mesmo que com uma garota. Ela respirou fundo e retirou a blusa do acampamento que usava de maneira lenta para não provocar nenhuma dor desnecessária. Suas costas estavam com hematomas e sua cintura arranhada devido à batalha com o escorpião no Campo dos Morangos. E de pensar que apesar de ter salvado o dia ainda conseguira receber uma punição do Sr. D por ter deixado o campo ser destruído!

A curandeira, que pouco tempo depois descobriu tratar-se de Gina, primeiramente encontrou cada ferida e pareceu pensar apenas por poucos segundos o que iria fazer. Sweet não fez questão de perguntar o que era aquela pasta esverdeada que ela passou em seus hematomas, ou o que lhe ofereceu para beber apesar de reconhecer o sabor do néctar.

-Ei, ei! – protestou Sweet fazendo caretas – Vai com calma ai!

-Mais calma do que já estou estaria dormindo – ironizou Gina – Só falta esse curativo, ok?

Só aquele e ela poderia ir embora. Sweet fechou os olhos enquanto Gina terminava de limpar uma ferida em sua cintura com álcool iodado, aquilo ardia e fazia a filha de Héstia querer sair o mais rápido possível dali. A garota segurou forte a beirada da maca e suspirou aliviada quando por fim a curandeira pegou a gaze e o esparadrapo para terminar o curativo.

-Prontinho, agora fique um pouco de repouso tudo bem? – Gina aconselhou com um sorriso.

Sweet apenas acenou com a cabeça. Pegou a sua blusa e a vestiu com cuidado por causa dos curativos. A mentalista teve de morder o lábio ao sair da enfermaria para não cantar “aleluia” por ter finalmente acabado com aquilo. Seguiu direto para o chalé com o genuíno desejo de apenas descansar, porém sabia que logo alguém iria surgir com alguma coisa para ela fazer ou resolver.
Faye C. Perón
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Re: ♦ Enfermaria Central ♦

Mensagem por ♦ Eos em Sab 19 Out 2013, 13:41

Apenas uns errinhos de digitação ("enfrente" em vez de "em frente", por exemplo), mas uma boa narrativa e descrições. Full.
♦ Eos
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Re: ♦ Enfermaria Central ♦

Mensagem por Guilherme A. Ktrom em Dom 20 Out 2013, 14:18

Passando na Enfermaria  

Após minha missão contra o pesadelo Arlan me leva até a enfermaria central do acampamento um lugar que eu nunca avia visitado e nem queria, eu odiava agulhas desde sempre e só a menção da palavra medico me fazia tremer, óbvio que eu gostava de médicos, eles são tão sexis e branco cai tão bem neles e aquele estetoscópio em seus pescoços tornam as coisas tão mais belas, sem falar no sorriso simpático que só pelo sorriso cura muitas coisas, mas eu odiava agulhas e a beleza dos médicos não faziam diferença quando a palavra "Injeção" era usada.
Me acordo minhas pálpebras estavam pesadas mas me acordo com esfregões em meus olhos e quando olho para o lado Arlan estava sentadinho no meu lado, me olhando fixamente eu com muita vergonha coro e ele diz:
__ Vou chamar a enfermeira, ok?... Disse ele se levantando do chão ao lado da minha maca e seguindo até o fim do corredor da enfermaria, eu não podia acreditar que aquele Deus estava preocupado comigo mas eu só sabia seu nome e ele só sabia o meu, eu nem sabia quem era o seu pai ou mãe Divino mas eu sabia de uma ele era realmente lindo.
Enquanto ele não voltava eu fiquei a observar o prédio da enfermaria que era muito grande por sinal e tinha umas prateleiras nas paredes cobertas de frascos e botos cheios de medicamentos e poções e algumas coisas bem esquisitas mesmo.
Ouso passos pesados e vejo que Arlan esta a voltar e vem com uma garota, "Vai dar problema, é melhor ela sair de perto dele" penso. Eu pude escutar ela dizer "deixa comigo, ele vai ficar bem" ela diz isso para Arlan e ele olha para mim com aqueles olhos e sai da enfermaria e ela vem até mim.
__ Então esse é nosso paciente? Você deve ter levado uma boa surra para ter todos esses hematomas. Diz a enfermeira com o seu olhar clinico e observador e suas mãos ágeis começam a trabalhar com eficácia ao tocar minha pele e encontrar os locais feridos...__ Como é o seu nome? Ele pergunta calma.
__ Guilherme, Filho de Hécate... Respondo apressadamente e ela diz...__ Um bruxinho que legal...__ Se isso fosse Hogwarts queridinha ai sim seria legal... Respondo com um pouco de raiva devido o comentário...__ Calma querido, bem você esta com alguns hematomas nos braços e um corte no rádio e tire a camisa por favor...Ela fala com delicadeza e eu retiro a camisa e me sento...__ Bem tem alguns hematomas nas costas também, bom vou passar uma pomada nos hematomas e no corte. Fala ela indo em direção a estante com os medicamentos e logo após vem trazendo em mãos uma pomada e um pedaço de pão ou algo parecido, mas ele tinha uma cor meio esquisita era um dourado, "é acho que nunca comi pão dourado" penso.
__ Bem vou começar a passar a pomada é um pouco geladinha para dar uma refrescância... Ela diz sentando-se na ponta da minha maca e colocando o pedaço do que quer que seja na maca e colocando um pouco da pomada na mão e logo começa a passar em meus braços e costas e o geladinho que ela mencionou sim é muito refrescante, após terminar de passar a pomada ela limpa suas mãos em um pano que estava em seu bolso e pega o pedaço de pão e coloca em minha boca e pede para eu mastigar e engolir, eu faço isso e o sabor que sinto é extremamente divino e quente.
__ Bem você vai ficar um pouco em repouso aqui e depois poderá ir... Fala ela colocando um curativo em meu corte no braço e saindo da minha maca e sumindo na enfermaria, eu deito novamente e durmo.
Eu me acordo e vejo que meu corpo estava melhor e descansado, olho o curativo e meu ferimento avia sumido assim como os hematomas, dou um suspiro e saio da enfermaria e vou para meu chalé e vou aliviado pois "Não teve agulhas" penso e sorrio.
Personagens:

Eu, esse lindo que vos narra.
Pensamento
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Re: ♦ Enfermaria Central ♦

Mensagem por Zeus em Dom 20 Out 2013, 21:07






Atualização
Atualizado por ♦ Zeus


Guilherme + 30 HP e MP. Por favor, use um corretor ortográfico ao fazer seus posts e lembre-se de pontuar suas sentenças. Seu post esta muito confuso e tem vários erros ortográficos.


Corrija um sábio e o fará mais sábio.
Corrija um ignorante e o fará teu inimigo.
Zeus
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Re: ♦ Enfermaria Central ♦

Mensagem por Helena Austin Ohlweiler em Dom 20 Out 2013, 23:12

ENFERMARIA
Medication. || Outubro, 20 - Dom || Com NPC. || Frio

O medicamento estava adentrando a circulação sanguínea da jovem menina, dando-a uma sensação de um momentaneo prazer e alívio. Porém, Marcelo, o curandeiro, havia informado a ela que infelizmente não continha todo o prepário necessário para curá-la totalmete e aconselhou-a a ir até a Enfermaria Central, onde seria tratada com um melhor preparo e com os melhores medicamentos do acampamento; e assim o fez. Tendo deixado a enfermaria de Leveck, a filha da noite caminhou alguns metros e, com um suspiro, chegou até a ala hospitalar. Na entrada, a majestosidade da tenda já era visível; símbolo dos curandeiros estavam sobre a porta. Ao adentrar o ambiente, Helena se surpreendeu; longos metros de ingredientes completavam a decoração magnífica da enfermaria e, sim, ela nunca havia estado ali. O ambiente era mágico, porém, precisava curar aquele ferimento no braço logo e tomar alguma poção. Erguendo a mão direita, ela chamou a atenção de um curandeiro. Um garoto alto, de estatura musculosa e loiro caminou em direção a mentalista, mantendo os olhos profissionais semicerrados e observando cautelosamente o jeito de fazer tudo — até mesmo de respirar. Ele a encaminhou em direção a uma maca e observou-a. — É, de fato você está péssima. O ferimento em seu braço não é tão profundo assim. — O menino continha a habilidade de falar e trabalhar, o que fez Helena pensar em quantos anos de prática ele tinha. Ele buscou alguns ingredientes nas prateleiras e misturou tudo, dando um líquido transparente para ela beber. — Que gosto tem? — A menina bebericou o líquido e ficou pensativa, olhando em direção ao menino logo em seguida. No início, bom, era péssimo. Quando ela terminou de beber tudo, o gosto de pizza de frango tomou conta de seus lábios; aparentemente, a bebida transmitia o sabor desejado no momento. — Pizza. — O menino informou que teria de esperar um pouco e assim ela fez.

Helena estava cansando de esperar quando o menino voltou. Em suas mãos continha uma pasta formada, com a mistura de ervas, outros medicamentos e muita paciência. Aplicou no ferimento mais grave de Helena, o braço, e o mesmo fez nos demais machucados em sua face. Helena suspirou com o medicamento indolor e sorriu para ele, enquanto Ted — como se apresentou — realizava o seu trabalho. Helena entendeu tarde demais que aquele medicamento era uma anestesia, porém não a deixava dormir. Ela assistiu acordada enquanto o médico custurava o seu braço e pingava gotas de néctar na boca dela. Quando ele terminou, Helena deixou o ambiente se sentindo muito melhor.

BY: WOLSC
Helena Austin Ohlweiler
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Re: ♦ Enfermaria Central ♦

Mensagem por Guilherme A. Ktrom em Ter 22 Out 2013, 22:31

Mais um dia de tratamento...

Na minha ultima visita a enfermaria do acampamento, fui recebido por uma curandeira que tratou de alguns hematomas e um ferimento em meu rádio e os mesmos se recuperaram rapidamente, mas ainda aviam sequelas meus ossos ainda doíam e ainda haviam alguns hematomas na minha barriga e costas que doíam se algo entrasse em contato com os mesmos. Me arrumo rapidamente com cuidado para não tocar em meus hematomas pois as dores eram quase insuportáveis, sabem quando às vezes batemos os dedos no sofá? É meus caros a dor era a mesma. Já arrumado saio do chalé e vou em direção a enfermaria que não ficava muito longe.
No caminho vou cantarolando algumas musicas inclusive minha preferida"Lana Del Rey ~ Cola" --- My pussy tastes like pepsi cola, my eyes are wide like cherry pies, i gots a taste for men who are older, it's always been so, it's no surprise ---, sem reparar chego na frente da enfermaria, uma tenda imensa e de sua construção irradiava um brilho dourado da ultima vez que tive naquele lugar não tive oportunidade de observar a sua construção exterior dou um longo suspiro e adentro a construção e seu interior não deixava de ser deslumbrante assim como seu exterior.
Ali avia algumas prateleiras e nelas aviam ingredientes para poções, ervas e medicamentos diversos e uma fileira de macas que ao todo eram dez, entro e me sento em uma das macas e espero ser atendido o que não demora muito, dessa vez quem me atende não é a curandeira e sim um curandeiro e o mesmo eu ainda não tinha visto mas tinha o mesmo olhar que a outra, extremamente clinico.__ Olá, me chamo Ted Lopux em que posso ajudar?. Diz o curandeiro sorrindo contagiante, eu sorrio desajeitado e levanto minha camisa mostrando os hematomas em minhas costas e digo -- __ Além desses hematomas, os meus ossos estão doendo muito. -- Digo falando o que me afligia e o mesmo escutava e fitava meus hematomas e os tocava o que causava uma dor cegante.
__ Bem meu caro vamos tratar desses hematomas com uma mistura especial de ervas que vou fazer e enquanto isso beba isso. -- Diz ele retirando uma poção amarela que estava em um frasquinho transparente de vidro e sai indo em direção a um balcão pegando algumas ervas e misturando em um pequeno pilão branco. Bebo a poção e sinto uma coisa quente me preencher rapidamente e por todo o corpo e sinto meus ossos ficarem, sei lá leves eu acho, era uma ótima sensação e a dor que sentia neles sumiu, dou um suspiro aliviado e fecho os olhos por um instante.
Ao abrir meus olhos vejo Ted me olhando sorrindo, ele estava com o pilão e uma grande faixa. __ Bem, eu ainda não sei seu nome. -- Ted diz passando a mistura em cada hematoma em minhas costas. __ É Guilherme. -- Digo o respondendo.
__ Bem Guilherme, deixe eu te enfaixar. -- Diz ele se aproximando de mim com aquela faixa, ele passava por todo o meu abdômen por sima dos hematomas onde ele avia aplicado a mistura. __ Bem, terminei. -- Diz cortando o excesso da faixa e sorrindo.
__ Obrigado Ted. -- Digo levantando e o mesmo me repreende com um toque na barriga e diz. __ Não, não você vai ficar aqui em repouso até dar o tempo de retirar a faixa.
__ Ok!. -- Digo e me deito na maca suspirando e Ted volta ao seu balcão.
Duas horas depois...
__ Bem, está liberado. -- Diz Ted com um sorriso e retirando a faixa do meu corpo, visto a camisa e lhe dou um sorriso. __ Muito obrigado. -- Digo agradecendo e ele me da um aceno com a cabeça e eu me levanto da maca e saio da tenda e vou até meu chalé.
Guilherme A. Ktrom
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Re: ♦ Enfermaria Central ♦

Mensagem por 083-ExStaff em Qua 23 Out 2013, 01:36

Helena: Ótimo post, apesar de curto. Gostei da interação, e das reflexões da personagem. Full.


Guilherme: Gostei do post. Atentou para os erros apontados por Zeus, e melhorou muito nesta segunda tentativa, mostrando que está se esforçando. Além disso, a narrativa foi bem legal. Full.

Todo mundo recuperado! <3







Atualização
Atualizado por ♦ Zeus

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Re: ♦ Enfermaria Central ♦

Mensagem por Zoey Montgomery em Qua 23 Out 2013, 16:36

   Pesado. Era assim que eu sentia meu corpo. Após o treino na arena, fui carregada até a enfermaria, mas mesmo que eu não estivesse andando, meu corpo ainda pesava demais. Em minhas costas havia um corte, assim como em meu rosto. 
  Quando eu e quem me carregava chegamos perto da enfermaria, lembrei-me que não havia estado ali ainda. Mas aquele lugar era lindo: um brilho dourado irradiava da estrutura, que contrastava com a escuridão da noite.
  Por dentro era mais bonita ainda: fileiras de estantes se estendiam pelo local, assim como as 10 macas que ali haviam. Senti que meu corpo fora colocado na maca, então permiti que meu corpo relaxasse na maciez do colchão.
  Não demorou muito até que um curandeiro viesse até mim.
  - Olá. Meu nome é Ted. - falou, enquanto iniciava o processo de cura. Deixei que ele fizesse seu trabalho, enquanto sentia todos os cortes se fecharem. Minha consciência começou a se esvair lentamente, devido ao cansaço. - Pronto. Está feito. - o garoto disse. Concordei com a cabeça, sonolenta. Então, após dar um suspiro, adormeci.
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Re: ♦ Enfermaria Central ♦

Mensagem por 072-ExStaff em Qua 23 Out 2013, 20:23



Atualização {  }
 
Avaliação & Atualização


Zoey Montgomery + 15 HP/MP. {Seu post poderia ter sido melhor se você descrevesse o que acontecia enquanto era atendida. Não precisa descrever o que o curandeiro faria, mas você poderia dizer o que sentia - dor, formigamento, cócegas, os gostos das poções - ou algo relacionado ao processo de cura }
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Re: ♦ Enfermaria Central ♦

Mensagem por Terry Rivers em Sab 26 Out 2013, 18:53

Já estava começando a odiar a enfermaria.
Entrei correndo na enfermaria, ou melhor, fui carregado às pressas pra dentro de uma. Não que eu não pudesse andar (ou talvez mancar), mas não me deram o direito de escolha. Mal entramos e eu já estava estirado em uma das macas vazias. Quando me botaram na maca abafei um gemido de dor. As dores ficavam mais fortes e depois aliviavam um pouco, mas nunca desapareciam. Já deitado notei que ainda sangrava. Quanto sangue eu já havia perdido?  Eu nem sabia estimar quanto tempo eu estava sangrando. Encontrar ajuda pareceu levar uma eternidade, mas voltar para o acampamento me pareceu tão rápido que nem me lembro de termos pegado a estrada pra Long Island.
Eu estava tão cansado que poderia dormir daquele jeito, mas tinha medo de não mais acordar. Eu lutava pra manter os olhos abertos quando finalmente vieram me atender. Uma menina me olhou com preocupação e logo começou a me examinar. Eu estava sentindo todas minhas forças se esvaindo. Já era difícil respirar, minha visão estava cada vez mais turva e eu não ouvia nada. Senti algo em meu braço, mas não pude identificar do que se tratava. Vi que a menina falava algo para mim, mas eu não entendi nem uma única palavra. Por fim não consegui manter os olhos abertos e desmaiei.
Eu estava em pé diante de uma pintura rasgada. A pintura devia ser muito bonita antes de ter sido rasgada, mas agora parecia que tinha perdido toda graça. De repente me dei conta de aquela pintura tinha sido rasgada por mim mesmo, era o quadro de Psique.
— Muitos deuses te matariam por tal audácia — a voz da deusa invadiu minha mente — por sorte não tenho um orgulho tão grande.
Me virei para trás procurando-a, mas não havia nada além de mim e aquele quadro.
— Mas com certeza vou sentir falta de um quadro tão bem feito — disse Psique ao meu lado.
— De onde você veio?
— Eu? Eu vim do mundo dos mortais, como você — não foi isso que eu quis dizer, pensei — Você conhece a minha história, não?
— Sim, Eros se apaixonou por você, mas não podia se revelar por causa de Afrodite. Suas irmãs convenceram você a tentar descobrir o rosto dele, mas ele descobriu e depois você teve que realizar os quatro trabalhos para Afrodite.
— Exato. Eu também já tive motivos para odiar os deuses, assim como você.
— Aonde você quer chegar com isso?
— Eu só estou tentando dizer que assim como eu as raízes dos seus problemas podem não estar nos deuses. No meu caso as raízes eram minhas próprias irmãs.
— Como você pode dizer isso depois de me obrigar a fazer uma escolha daquelas? — disparei.
— Era necessário. Para provar seu valor.
— Meu valor?
— E apesar do quadro — ela prosseguiu ignorando minha pergunta — você ganhou pontos comigo — a deusa pareceu pensativa.
— Ótimo! — disse quase gritando — Agora pode por favor me dizer onde eu posso encontrar…
— Está na hora de ir. Você vai acordar logo.
— Espera! Me diga pelo menos o…
A deusa desapareceu numa nuvem de borboletas que, assim como ela logo desapareceram também. O lugar começou a tremer. O quadro veio abaixo e quase me acertou. O lugar inteiro começou a desabar.
Eu estava novamente na enfermaria. Ainda sentia as dores, mas percebi que haviam melhorado. Respirar fazia as dores piorarem. Pude sentir que a região das minhas costelas, assim como mão direita e a cabeça estavam enfaixadas. Eu sentia um gosto horrível na boca, talvez algum tipo de remédio que me deram. Notei que a menina que eu vira antes de desmaiar ainda estava lá. Ao me ver ela se dirigiu a mim com um pequeno sorriso.
— Até que enfim acordou. Já ia mandar fazerem uma mortalha pra você.
— O que? — disse ainda meio fora do ar — o que aconteceu?
A menina foi até uma mesa e pegou uma prancheta.
— Duas costelas quebradas, várias perfurações na mão direita que imagino terem sido provocadas por dentes afiados, traumatismo craniano, uma hemorragia interna que se fosse um pouco mais séria teria te matado antes mesmo de chegar aqui, além de várias contusões por todo o corpo. Tem sorte de ainda estar vivo.
— Isso tudo aconteceu comigo?
— É claro. Ou talvez eu deva acrescentar amnésia ao seu prontuário. E a propósito — ela disse dando um pequeno tapinha no meu pé.
— Ai! — reclamei.
— Também torceu o tornozelo — notei que meu pé estava imobilizado.
— Muito cuidadosa você — disse com evidente sarcasmo, mas ela não esboçou qualquer reação.
— Sorte sua que te trouxeram para cá. Se o tivessem levado á um hospital você teria que pagar uma fortuna.
— Quanto tempo eu vou ter que ficar assim?
— Umas duas semanas.
— Ótimo!
Terry Rivers
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Re: ♦ Enfermaria Central ♦

Mensagem por Zeus em Sab 26 Out 2013, 21:30






Atualização
Atualizado por ♦ Zeus


• Rodrigo M.: FULL HP e MP.
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Re: ♦ Enfermaria Central ♦

Mensagem por Matthew J. Harper em Dom 27 Out 2013, 14:52

Isn't it ironic... don't you think?


Fim do jogo de xadrez. O peão foi derrubado e colocado de lado, esquecido. Ele já não era mais útil e podia ser desprezado. E assim foi feito; os deuses usaram e guardaram a peça, deixando-a de lado, procurando outras melhores. O que os deuses não sabiam era que esta pecinha também tinha alma, uma vida; esta pecinha também tem sentimentos; e, assim como eles, necessita de algo para sobreviver. Porém, há uma diferença entre os deuses e a pecinha: os deuses precisam dos meio-sangues, mas os meio-sangues não precisam deles. E assim foi feito: os deuses precisaram novamente da ajuda da cria de Hefesto, e ele os atendeu, recebendo no fim diversos machucados que só seriam curados no acampamento. O filho de Hefesto voltou de sua ‘’brincadeira’’ na floresta, rumando em direção a enfermaria.

Lotada e bela são as características para definir a enfermaria central do acampamento, onde é possível você ser curado(a) por diversos meio-sangues especializados em medicina. Era um ambiente mágico, porém, precisava curar os ferimentos logo e tomar uma poção. O menino foi encaminhado para uma das macas e teve de esperar alguns longos minutos até o enfermeiro se apresentar, dizendo que se chamava Ted. O menino continha habilidade; sem dúvida alguma, ele sabia o que estava fazendo muito bem. Seus profissionais olhos encaravam ao filho de Hefesto, enquanto trabalhava, misturando ingredientes. O curandeiro buscou nas prateleiras diversos ingredientes mágicos, ervas e líquidos, jogando em um caldeirão imenso e segurando uma grande colher, jogando-a dentro do caldeirão.

Muitos minutos, de fato. A poção que seria necessária para curar Matt não existia ainda no estoque, então, o curandeiro deve de produzi-lá. A cria de Hefesto ficou vários minutos sentada na maca, sentindo sono, enquanto Ted mechia na poção. Quando voltou, carregava um líquido de cor vermelha. Matthew agarra o frasco em suas mãos e encara o líquido, hesitante. Visto que vermelho era uma boa cor, ele leva o pote à boca e vira tudo de uma só vez. Que sensação engraçada, pensou Matt. O líquido descia provocando a sua garganta com cócegas, como se formigas fizessem uma festa na boca, sapateando até o estômago. O filho de Hefesto levanta da cama e sai da enfermaria, agradecido.




A Enfermaria Central
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Re: ♦ Enfermaria Central ♦

Mensagem por Edward Woldklay em Qui 31 Out 2013, 22:59

Sendo curado.

Era noite no acampamento meio-sangue. Eu estava em meu chalé, conversando com um outro semideus indefinido, conversamos sobre vários tipos de missões, e lhe contei a minha primeira, a contra os Karpois. O garoto havia me contado que tinha chegado no acampamento a pouco tempo, e que estava esperando para ser reclamado. Após alguns minutos conversando o assunto acabou, me dei conta de que ainda possuía ferimentos, decidi ir a enfermaria.

Não sei se já comentei sobre hospitais, mas digo uma coisa, eu realmente odiava eles. Pessoas doentes, tosse para todos os lados, bebes chorando, uma tremenda confusão. Acontece que a enfermaria não era nada disso. Dríades, semideuses e curandeiros iam e vinham de uma lado sendo curados rapidamente e com eficiência. Me apoiei em cima de um balcão e esperei por um atendimento, o que não demorou muito. "Nossa, como eles eram rápidos" pensei. Então logo eu disse:

- Olá, meu nome é Edward Woldklay, filho de Hermes, gostaria de poder fazer um tratamento aqui. - Olhava direto para o semideus que me atendia.

- Tudo bem, venha comigo - O menino me levou até uma sala vazia, uma enfermeira estava lá.

Andei até o centro da sala e o semideus que me deixou na mesma saiu. Olhei para a enfermeira, ela estava analisando umas fichas médicas. Decidi me aproximar mais, o quarto onde estava era bem amplo, caberia uns cinco semideuses para serem operados lá, e só estava eu. Por um momento me senti em tratamento VIP, até que senti alguém vindo da porta, me virei logo e saquei minha adaga.  Esperava um monstro, algo que fosse me matar, mas diferente disso, o que veio do corredor era apenas uma maca com um campista com a perna sangrando, dois enfermeiros estavam ao seu lado, ambos começaram a enfaixar e a passar néctar em sua coxa, deu a ele um pouco de ambrosia. Me surpreendi com a rapidez deles, acabaram em sete ou oito minutos e foram embora deixando o garoto ali. Olhei um tanto perplexo para o semideus e depois para a enfermeira que nem saiu da cadeira, ela me dirigiu um olhar sério e se levantou.

- Oque esta fazendo aqui? Deseja algum tratamento? - A mulher me perguntou no melhor tom de arrogância possível, mas tentei levar na melhor.

-Desejo sim, minha coluna, ela esta bem machucada, assim como minhas mãos e meus joelhos. - Contei-lhe apontando para as partes inflamadas. 

- Bem, deite-se aqui - Ela apontou para uma maca vazia. 

Me deitei na maca, tive vastas lembranças das vezes que fiquei doente e fui para o hospital. Odiava aquele lugar, mas tentei me acalmar. Comecei a pensar em coisas que faria ao sair dali , treinar hipismo outra vez, gostara muito de cavalgar, ou então escalada. A enfermeira me disse que teria de me dar um pouco de néctar, me pediu para tirar a camisa e me deitar de bruços. Ela com as mãos cheias do material passou em minhas costas, contive um grito de dor, porém a ferida já se curava. A mulher repetiu o procedimento nos joelhos e nas minhas mãos. Após terminar de cuidar de mim ela voltou a sua mesa.

- Já pode ir! - Disse a enfermeira apontando para a saída.

- É claro. - Falei sarcasticamente me dirigindo a saída. - Ah, e obrigado. - Sai batendo a porta, a mulher havia me curado, mas precisava ser tão ignorante? 

Sai pelo mesmo local que entrei e dei um tchau para o semideus que me atendeu e sai andando.
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Já ouviu falar em Acampamento meio sangue?

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Re: ♦ Enfermaria Central ♦

Mensagem por Zeus em Sex 01 Nov 2013, 02:08






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Matthew não foi avaliado já que foi banido.

Edward + 30 de HP e MP. Edward, atente-se mais a ortografia. Você cometeu erros bobos de digitação rápida, por isso não recebe HP/MP Full. Lembrando que néctar não se passa no ferimento, e sim é ingerido pela pessoa que esta ferida.


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Re: ♦ Enfermaria Central ♦

Mensagem por Marlin em Sex 01 Nov 2013, 13:23

DESCULPE SER CHATO MAS ESTOU PROCURANDO MEU FILHO, ALGUÉM O VIU
ELE SE CHAMA NEMO
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Re: ♦ Enfermaria Central ♦

Mensagem por Ivy D. M. Allen em Sex 01 Nov 2013, 13:38



Enfermaria
Vou morrer, Ah Marc! q
 
Aos poucos a pequena garota ia melhorando, mas muitos ferimentos estavam aparecendo, tentara se manter em repouso, mas não era nada fácil, suas dores pioravam e se espalhavam pelo corpo, aos poucos a pequena dor no braço já estava nas pernas. Morgan não sabia bem ao certo como chegara até a enfermaria, se sentia extremamente tonta, mal consegui distinguir as macas vazias e as ocupadas. Seus olhos reviravam o local a procura de um dos enfermeiros, mas só podia ver coisas embaçadas, forçou um pouco a vista esperando que melhorasse, mas não adiantou em quase nada. Agarrou-se a primeira maca que sentiu, felizmente estava vazia, sentiu algo próximo a ela e cuidou de procurar o que era graças aos deuses era Gina. Já se conheciam de vista, sempre que vinha a enfermaria era ela que atendia, bem era constante as visitas de Morgan a enfermaria então pode se dizer que as duas já eram ‘conhecidas’. Ela contornou Morgan com seus olhos e sorriu.
- O que você tem? Não parece estar tão machucada. Apenas alguns cortes... Inventou de sair pra arena naquele estado não foi? – Ela disse meio preocupada, a garota olhou-a e tentou explicar.
- Na verdade... Não sei o que está acontecendo comigo, sinto umas pontadas de dor toda vez que me movo, mantive repouso depois que sai daqui, não me arrisquei nem a ir fazer um passeio. Estou péssima, será que chegou minha hora? – Disse Morgan procurando não ligar para os pensamentos que a seguiam desde a morte de Marc.
- Bem, tome um pouco de néctar agora, enquanto lhe examino, para vermos o que você tem! – Ela apenas concordou com a cabeça e pegou o copinho, não tinha muito, mas faria ela aguentar a dor por um bom tempo.
Logo em seguida a garota se deitou na maca e respirou fundo, estava com o coração acelerado, um tanto nervosa e meio paranóica. Primeiro Gina examinou a pressão, alta, já era de se esperar, a enfermeira caminhou até uma das prateleiras e pegou um comprimido pequenino e azul claro, um copo d’água e entregou pra Morgan.
- Isso vai fazer com que sua pressão volte ao normal, mas tente controlá-la, é muito perigoso ficar toda hora tomando remédios. – Morgan tomou o remédio e em alguns minutos sua pressão estava quase normal, junto com isso os seus batimentos cardíacos diminuíram e muito. Gina desaparecera e quando voltou trouxe consigo um potinho, pomada. – Tome, passe nos seus machucados vou buscar umas ervas pra suas dores.
...
Alguns minutos depois, Gina aparecera com um saquinho de ervas moídas, algo bem simples, Morgan entregou o potinho de pomada de volta a enfermeira e então sorriu, sua visão  havia voltado ao normal e ela estava melhor.
- Então, essas ervas aqui você coloca no suco de manhã, não se esqueça de que é só por três dias, e não apronte nada, fique no chalé. – Disse a enfermeira em um tom mandão. Ajudando Morgana a se levantar da maca e mandando-a de volta ao chalé.
A garota parou na porta e virou para trás.
- Obrigada – disse com um sorriso estampado na cara, saiu com ser pacotinho na mão, bem mais forte do que quando chegara.


com: alguém onde: aqui vestindo: isso post: 000

@lilah
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Re: ♦ Enfermaria Central ♦

Mensagem por Zeus em Sex 01 Nov 2013, 21:40






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Maryan M. Allen HP e MP FULL


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Re: ♦ Enfermaria Central ♦

Mensagem por Jake T. Nermys em Ter 12 Nov 2013, 13:56

-Tem um ótima enfermaria na maior tenda do acampamento - disse o meu melhor amigo e irmão.
-Estou mesmo precisando de uma - eu concordei. Estou indo para lá.
Peguei mais informações sobre a tal enfermaria e fui lá, tinha acabado de chegar da minha luta contra uma Empousa.

Assim que cheguei perto da tenda eu soube. A grande enfermaria irradiava um leve brilho dourado. E na porta podia se ver, esculpido em bronze, o símbolo dos curandeiros.
Com um pouco de nervosismo, eu entrei. Tinha apenas duas pessoas. Ambas possuíam um colar, que de acordo com meus irmãos, era o colar do serpentário. Ele era usado para identificar os curandeiros.
Na mesma hora o garoto veio até mim para falar comigo.
-Olá. Em que posso lhe ajudar? - ele perguntou.
-Oi - eu meio que sussurrei graças a minha timidez - como você pode perceber, estou um pouquinho machucado. E também estou cansado.
-Ok - ele disse e se virou para a curandeira- você me ajuda a preparar as poções para ele?
-Sim Ted - ela respondeu - vou começar a prepará-la.
Ele se virou para mim de novo:
-Quando a poção estiver pronta eu o chamo.
E então ele seguiu a garota.
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Re: ♦ Enfermaria Central ♦

Mensagem por Zeus em Qui 14 Nov 2013, 11:41






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Ted + 10 de HP e MP. - Desenvolva mais o seu post, detalhe mais o processo de cura, Ted.


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Re: ♦ Enfermaria Central ♦

Mensagem por Arlen Weizsäcker em Sab 16 Nov 2013, 15:41



Uma passada nas enfermarias




Já fazia muito tempo que não ia até lá, afinal, eu havia passado praticamente um ano fora e quando voltei, não precisei tão de imediato. Até aquele treino.
Acordei em meu chalé muito desorientado, Mirella ainda estava lá, segurando minha mão. Após todo o drama da sua explicação sobre como eu cai de cima daquela árvore, de como Quiron veio me salvar, de como ela teve medo de me perder e depois de todo o silêncio, ela joga uma bomba na minha cabeça. Beijamos-nos por um tempo, ela diz que me ama.
Aquilo nunca havia acontecido, nunca tivemos nenhum contato próximo, o contato máximo foi um abraço, após o sonho premonitório de Mirella.
Com a ajuda de Mirella saí de meu chalé e fui às enfermarias, antes de chagar até a tenda avistei Ted Polux, o curandeiro de Asclépio. Ele veio em nossa direção e me segurou pelo outro braço, me encaminhou para a tenda e me deitou sobre a maca. A enfermaria estava vazia, com exceção de Ted, Mirella e eu. Pouco tempo antes de Ted me colocar na maca, pediu para que Mirella saísse, parecia gostar de privacidade.
Começou a examinar-me, observou o ferimento em minha cabeça, o meu osso quebrado, os meus hematomas e por fim concluiu:
— Você foi atropelado por um caminhão ou o quê? — Indagou ele com seu tom mais sarcástico.
— Um treino que não deu muito certo. Briga com filho de Ares.
Ele olhou para mim e soltou um breve sorriso, não sabia o que ele pensava, mas deveria estar se perguntando onde um filho de Deméter teria chance contra um filho de Ares.
— Espere aqui. — Disse ele se distanciando para uma prateleira mais longe de minha maca.
“Espere aqui.” Puff! Como se eu tivesse escolha.
Logo voltou com uma enorme xícara, que, pelo cheiro, logo descobri que era chocolate quente. Deveria ter néctar. Era muito comum o uso de néctar e ambrósia para curar os doentes no acampamento, a comida divina em quantidade certa recuperava todas as suas energias, mas se ingerida em grande quantidade, fulminaria que o fizesse.
Ele me ajeitou na maca de modo que me deixasse sentado, me deu a xícara e se afastou para outra prateleira. Realmente tinha chocolate quente e néctar dentro dela. Tomei dois goles com calma, à medida que ia descendo por minha garganta, o liquido “pegava fogo”, eu sentia um enorme calor, um calor revigorante. Já sentia minhas forças voltando, mas ainda lentamente.
Ted voltou alguns minutos depois com as mãos carregadas de ervas, havia sobre uma pequenina mesa um recipiente e um amassador, ele jogos as ervas dentro e começou a macerá-las. Fiquei ali, observando ele amassar as ervas num preparo de medicamento, até que ele me perguntou:
— E a Mirella, estava com você?
— Estava. — Digo com minha voz em seu tom normal. — Por quê?
— Apenas… para saber. — Disse ele.
Eu não entendia o porquê daquela pergunta, afinal, acho que era apenas por falta de assunto mesmo.
— Você foi bem valente, enfrentar um filho de Ares, não é para qualquer um.
— Eu não o enfrentei — disse. — Cai de cima de uma árvore enquanto fugia dele.
Vi que ele segurava uma risada, já era cômico o fato de eu ter supostamente apanhado, porém, me quebrar todo enquanto fugia era muito pior.
Ted pareceu se concentrar mais em seu preparo de ervas e menos em mim. Assim que terminou, eu já havia acabado de tomar o chocolate quente, já me sentia muito melhor. Ele veio até mim e retirou as bandagens que cobriam minha cabeça, pegou um pouco de preparo de ervas, agora bem viscoso, e colocou no enorme talho de minha testa, um alívio instantâneo refrescou meu ferimento, senti a carne se fechando aos poucos, até que pude passar a mão e sentir minha nova cicatriz. Não sabia o que ele havia feito, na verdade tinha o conhecimento de algumas ervas que podiam curar rapidamente, mas nada parecido com aquilo.
Meus hematomas haviam sumido, o talho em minha cabeça se fechado, agora só faltava meu braço. Eu realmente não o tinha quebrado, mas sim deslocado. Ted retirou as ataduras do meu braço e começou a fazer breves movimentos com ele, dobrou em um ângulo não muito confortável e o estralou. Doeu. Muito. Felizmente eu já tinha meu braço no lugar, embora que ele ainda estava doendo e eu ainda não conseguia usá-lo perfeitamente.
— Pronto, já pode ir. Acho que já deu. — Ele indagou e virou-se.
Ele “acha” que já deu?  
Sai da enfermaria e Mirella me esperava do lado de fora. Vi em seu rosto a felicidade de me ver andar sozinho, de não ver mais meu braço numa tipóia ou ver minha cabeça enfaixada. Me abraçou forte e disse em meu ouvido: “Precisamos conversar”.






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Re: ♦ Enfermaria Central ♦

Mensagem por Zeus em Dom 17 Nov 2013, 02:21






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Benjamin + HP e MP full!


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Re: ♦ Enfermaria Central ♦

Mensagem por Suzanna H. Kröhling em Qua 27 Nov 2013, 22:40

~Enfermaria, néctar dos deuses.~
Devo dizer que meu dia estava lindo, ao menos na parte da manha, desde a briga que tinha arranjado com os filhos de Ares naquele jogo de vôlei sentia-me horrível, não porque estivesse arrependida de ter esfaqueado o garoto, mas porque ele havia me acertado também e havia doido, pra caramba, sendo bastante sincera. Quirón havia me mandado para a enfermaria dar uma conferida, mas claro, não o tinha obedecido e fui direto para o chalé de Hermes, onde indefinidos costumavam ficar. Infelizmente, nem tudo foi como eu realmente queria, então depois de cinco minutos deitada, senti fortes dores na cabeça, havia sido jogada no chão com tanta força que havia batido em uma pilastra.

– Acho que eu devia ter ido pra enfermaria. – Choraminguei enquanto me levantava com dificuldade. Agora não apenas a cabeça doía, mas meu corpo todo, principalmente onde havia sido atingida. – Filhos de Ares realmente sabem brigar. – Capenguei até a porta do chalé enquanto tinha a sensação de que minha cabeça iria explodir de tanta dor. Arrastei-me basicamente por todo o caminho até a enfermaria enquanto segurava a barriga com uma das mãos, e utilizava a outra para massagear a cabeça, na esperança de que a dor sumisse.

Apoiei-me sobre a porta da enfermaria enquanto senti o mundo girar, minhas pernas fraquejaram, mas antes que eu me estabanasse no chão duas mãos me seguraram.– Valeu, mas eu to bem. – Murmurei para o rapaz que me segurava.– É, eu estou percebendo mesmo, quase desmaiando aqui fora, ainda bem que a Gina te viu! – Ele pareceu se divertir com minhas palavras.– Venha, vou cuidar de você, eu sou Ted, um dos curandeiros. –Passei meu braço por seu pescoço para usa-lo como apoio. Adentrei a enfermaria sendo praticamente segurada pelo garoto, de fato eu não estava tão ruim assim, mas ele insistia em me ajudar, por isso, apenas entrei na onda. Sentei-me em uma das macas que Ted apontou, e fiquei ali o aguardando. Quando por fim o vi voltar, ele trazia consigo um daqueles aparelhos que se usa para escutar o coração e uma espécie de lanterna, que descobri em seguida que servia para jogar nos olhos das pessoas e cega-las, para ver se elas estavam bem conscientes.– Se ficar me cegando desse jeito eu vou ficar mais tonta ainda. – Resmunguei enquanto o vi rir.

– Meus batimentos estão ok. – Murmurei sem graça ao perceber que meu coração havia acelerado um pouco com seu toque.– O que a senhorita andou fazendo? Levou uma pancada forte na cabeça, pelo que vejo. – Ted pareceu casual demais para ter naturalidade. Dei de ombros.– Me meti em uma briga, filhos de Ares, sabe como é. – Corei ao imaginar que praticamente havia apanhado.– Foi você que esfaqueou aquele menino que vi hoje mais cedo aqui. –Ele deu de ombros.– Vou pegar um pouco de néctar pra você. – O garoto saiu, me deixando totalmente sem graça por ter sido descoberta tão fácil. Chacoalhei meus pés para lá e para cá, coisa que fazia quando estava nervosa ou entediada.– Prontinho, pode tomar. –Recebi um daqueles copinhos de café pela metade. O olhei meio sem entender, mas ele apenas fez um gesto para que eu bebesse.

Assim o fiz, sentindo o gosto de chocolate e morango passarem por minha garganta, era a coisa mais deliciosa que havia tomado, senti vontade de pedir mais, mas sabia que poderia acabar morta se o fizesse. Senti toda a dor passar, e fiquei disposta novamente como se nada tivesse acontecido anteriormente. – Se sente melhor?. – Assenti com a cabeça. – Pode voltar para o seu chalé então, e tente não arranjar mais brigas por ai. – Ted piscou e voltou para seu trabalho. Levantei-me sem pestanejar e comecei a me retirar do local, como ele havia dito. Antes de sair, olhei-o novamente e agradeci com a cabeça. Sai da enfermaria me sentindo muito melhor do que antes e me direcionei para o chalé de Hermes, que por enquanto, ainda era minha casa.
Text | Me | Others
#A2A2A2 | #104E8B | #5C5C5C
Suzanna H. Kröhling
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Re: ♦ Enfermaria Central ♦

Mensagem por Zeus em Qua 27 Nov 2013, 23:33






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Re: ♦ Enfermaria Central ♦

Mensagem por Allan P. Frey em Qui 28 Nov 2013, 16:24




Allan Pride, O Amaldiçoado

Oh, SHIT

"
-Vamos... Só mais um pouco.
Era por volta de oito horas da manha quando finalmente consegui chegar na enfermaria. Havia demorado mais de duas horas em uma caminhada que demoraria míseros trinta minutos...
Tudo isso graças ao corte de uma harpia que parecia inflamado, ser amaçado por um cisne de bronze e ter sobrevivido a um deslizamento em um templo.
Mas isso não era o que me afetava mais. A cada minuto que se passava eu conseguia sentir minha alma queimando, era como se eu exalasse mais medo do que de costume. Podia sentir algo diferente no ar ao meu redor... Só sisma, talvez se esquecesse isso tudo logo estaria de volta ao normal. Quem sabe ter presenciado duas deusas tão poderosas assim tenha deixado algum abalo temporário...
A enfermaria central era uma das maiores tendas do acampamento e só por isso acho que consegui encontra-lá. Eu andava totalmente por rumo enquanto me lembrava do olhar desapontado de Afrodite ao jogar o amuleto pelo vórtice negro.
A enfermaria era muito grande e havia muitos detalhes que meus olhos não conseguiram acompanhar antes de cair em uma maca e desmaiar.

Quando acordei o sol já estava se pondo, deixando o céu como se fosse um grande rio alaranjado. Minha visão ainda estava meio turva, mas um garoto andava de um lado para o outro entre as grandes prateleiras.
-O...O que aconteceu?.-Minha voz estava baixa e gaguejante.
-Ahn, nada de muito importante... Você somente vomitou minha enfermaria quase inteira, além de deixar uma de minhas enfermeiras em choque por quase duas horas.
Me apoiei na maca e me sentei, esfregando a cabeça e tentando me lembrar de algo.
-Se quer ser tratado, muito bem... Mas pelo menos avise sobre suas maldições.-Ele me olhou por um tempo mas pareceu perceber que eu realmente não me lembrava.-Então... Você chegou aqui muito mal e então desmaiou... Uma das curandeiras que trabalha aqui tentou te ajudar, mas assim que tocou em você ela começou a tremer, e quando te segurou nos ombros ela desmaiou. Eu não entendi e chamei um filho de Hécate, ele te estudou e sentiu uma maldição em você que foi jogada por Afrodite... Ninguém pode tocar em você com boas intenções ou sentimentos puros, além do mais você não pode ter o amor de ninguém, então se quiser ser ajudado vai ter que ser como eu ditar.
Minha cabeça deu um rápido nó. Afrodite havia me amaldiçoado por ter entregado o amuleto a deusa da discórdia... Eu não podia ser tocado...
-Ok.- Não conseguia falar muito, a confusão e a dor tomaram conta de mim.

O curandeiro que nem seu nome disse foi me falando o que fazer, e aos poucos sentia a dor passando.
Primeiro peguei um pequeno chumaço de folha e o mastiguei. Segundo ele era para que a infecção causada no corte no braço esquerdo não ficasse pior. Em seguida ele me mostrou onde havia um cantil de ambrósia e falou para que eu desse um pequeno gole, caso não quisesse ser fulminado, e foi oque fiz. Em poucos minutos já senti minha perna e a mão amassada melhor, agora só um corte pequeno estava no meu braço.
-Seus ferimentos apesar de terem sido sérios são bem superficiais e isso é o suficiente para resolver... No mais vá para seu chalé e descanse.

day: que dia é hoje?    place: Me Chama que eu vou   with: Curandeiro Who?  humor: tuns tuns tuns                   clothing: link  
credits @
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Re: ♦ Enfermaria Central ♦

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