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Teste para filhos de Poseidon

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Teste para filhos de Poseidon

Mensagem por ♦ Eos em Dom 14 Jul 2013, 18:54

Teste para filhos de Poseidon


Aqui devem ser postados todos os testes para os concorrentes a filhos de Poseidon deste mês. As postagens podem ser realizadas até as 23h59min do dia 21 do mês corrente. Postagens após o prazo serão desconsideradas. Resultado no primeiro dia do mês seguinte.

Vejam as regras completas aqui [clique]

Boa sorte, campistas!


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Re: Teste para filhos de Poseidon

Mensagem por America Singer em Qui 07 Ago 2014, 20:14

Filha de Poseidon 

- Características
Meu Nome é America, tenho 14 anos. sou como o oceano as vezes sou calma e pacifica, mais as vezes não sei do que sou capaz e fico agitada. Sou Loira e tenho olhos azuis como as águas do oceano. Meus defeitos, acho que a persistência e a curiosidade. Minha qualidades : Coragem e simpatia.


- Como eu conheci o acampamento meio-sangue 
 Nasci no Canadá-Toronto em 2000, morava com minha mãe Amy Singer, estudava na escola perto da minha casa e minha mãe era enfermeira em um hospital, meio que longe da nossa casa então, eu a via de manhãzinha, quando ela me acordava pra ir a escola e a noite quando ela chegava do trabalho. Meu pai ? eu não conheço, não sei nem como ele é. Minha mãe disse que assim que eu nasci, ele nos abandonou, não procuro perguntar muito toda vez que pergunto minha mãe chora. Como fico sozinha o dia todo, não volto assim que termina a aula. Eu paro na praia pra ver o mar, é o que me acalma todos os dias. Ou quando estar muito frio eu fico na piscina da escola. O surpreendente , é que fico em baixo da água mas tempo do que qualquer um, por que simplesmente esqueço tudo, toda a minha vida eu deixo quando entro na água. 
 
- Filha acorda, vc está atrasada e eu também disse mamãe ao me acordar

 
- me desculpa te fazer se atrasar, pode ir eu vou ficar bem 

 
ela deu um beijo leve na minha testa e me abraçou. Deu um sorriso e saiu apressada. Me levantei, fui até a cozinha e fiquei pensando. Por que será que um pai abandonaria uma filha assim, eu não tinha nem noção de como ele era, nada, nenhuma feição do seu rosto. NADA!

 
-Meu Deus eu estou atrasada, tenho que ir 

 
Joguei a xícara na pia e fui me vestir. Na rua tava um gelo, a neve ia aos pouco congelando minhas pernas, tinha que chegar rápido, senão não assistiria a aula.

 
Logo cheguei e me sentei. Não me sentia bem em ir a escola, mas tudo o que eu tinha que fazer era, ficar sentada ouvindo o professor falar e ouvir. nada mais. Fazendo isso a aula terminou rápido, e como de costume, fui pra piscina do colégio, já que estava frio e não dava pra ir a praia , mesmo assim a água da piscina estava congelando, então fiquei sentada olhando meu reflexo borrado na água da piscina. Então alguém chegou.

 
- America ? disse alguém vindo na minha direção 

 
Era Mary a unica amiga, que eu tinha naquela escola. Ela e eu tínhamos algo em comum, ela nunca havia conhecido seu pai.

 
- Oi 

 
- Tudo bem ? perguntou ela 

 
- tudo 

 
Respondi mais estranhei, a presença dela na escola

 
- O que esta fazendo aqui ? pensei que já tinha ido embora perguntei

 
- cumprindo detenção 

 
- por que ? perguntei, percebendo que eu estava perguntando de mais

 
    - Lendo livros de romance durante a aula, vc não viu ? tudo mundo viu 

 
- eu não ando prestando muita atenção nas aulas.

 
Mary e eu conversamos muito, eu não queria conversar tanto assim, queria olhar pra água e sentir o fortalecimento que ela me trazia. Mais eu não era capaz de dizer a Mary que não queria conversar com ela justo quando ela me trouxe uma noticia boa. Mary havia achado seu pai, e mesmo que seu pai tivesse lhe abandonado ela o abraçou fortemente esquecendo tudo, sua mãe brigou muito com ele. Bom eu não tive essa sorte ! 

 
Depois da conversa com Mary, eu voltei pra casa, alguma coisa estava estranho, a luz de casa estava acesa, então minha mãe já havia chegado. Mais por que ela já estaria em casa. Fui correndo até em casa e quando cheguei algo me assustou 

 
- Mãe ? gritei

 
minha mãe estava no chão chorando, com as mãos machucadas. Eu não sabia o que fazer, eu me tremia e olhava pra minha mãe com lagrimas nos olhos. 

 
- mãe o que aconteceu ? perguntei chorando ajudando minha mãe a levantar

 
- precisamos entrar no carro e sair daqui agora, te explico tudo depois eu juro disse minha mãe

 
ajudei minha mãe a descer as escadas e entrei no carro. Eu não sabia dirigir muito mais naquela situação não pudia deixar ela dirigir. Quando entramos no carro que passou uns 2 minutos em silencio profundo, eu realmente tive a necessidade de falar.

 
- mãe o que está acontecendo ?

 
- filha preciso que vá pela estrada da floresta disse minha mãe

 
- Floresta ? mãe precisamos voltar pra casa e vc precisa me dizer o que estar acontecendo 

 
- Por favor cofia em me e vá pela estrada da floresta agora America disse minha mãe ainda chorando. 

 
- tudo bem disse eu indo pra estrada da floresta

 
ficamos em silencio de novo, mais me lembrei que eu precisava saber o que estava acontecendo.

 
- Mãe me conta o que ta acontecendo por favor 

 
- Eu não sei exatamente como te contar isso, mais um dia vc precisaria ouvir, quando eu conheci seu pai ainda eramos bem jovens, eu mal sabia o que ele era, mais ele me contou, ele era um Deus, America

 
Eu gelei naquele exato momento, eu não consegui falar nada, então deixei que minha mãe falasse.

 
- E quando Deuses e Humanos tem filhos, esses filhos são semideuses, ou seja metade deus e metade humano

 
- o que ? isso não é possível 

 
- seu pai esperou vc nascer e foi embora pro olimpo, ele disse que seria perigoso ficar aqui. Mas ele disse que iria ter muitos sabendo que havia uma semideusa filha de Poseidon, então tinha que te levar pro único lugar seguro pra semideuses, o acampamento meio-sangue. 

 
- isso é impossível, mãe vc bateu a cabeça ?

 
- não, é tudo verdade, essa habilidade que vc tem de ficar horas debaixo d´água, ele também tinha filha, essa sua conexão com a água, o bem que ela te trás quando vc tá com raiva, tudo é por que você é filha de Poseidon.

 
- Meu Deus.

 
Logo chegamos na floresta. Eu vi então a entrada de algum lugar, e minha mãe chegou perto de me assustada. 

 
- Você tem que ir, rápido, vc corre perigo aqui fora.

 
- Mãe e você, eu não quero te deixar eu disse chorando 

 
- Eu não corro perigo aqui, a minha preocupação é com vc, preciso que não saia daqui, que fique aqui como o seu pai queria que ficasse disse minha mãe chorando e me abraçando.

 
- Eu ainda vou ver-lo ? ainda vou ver meu pai ? eu disse chorando

 
- Não sei, mais saiba que o maior sofrimento da vida dele foi te deixar, ele te ama.

 
Eu me abracei com ele, e ela fez um gesto pra me seguir em frente. 

 
Eu dei um passo, e me senti um pouco diferente, parecia uma barreira ou um campo de força transparente. Fui entrando, era enorme e tinha muito gente olhando pra me, então veio um homem metade cavalo e metade homem, eu me assustei ao ver-lo, mais respondi sua pergunta, assim que ele a fez.

 
- Quem é vc ? 

 
- Filha de Poseidon 

 






-Trama livre que conte alguma batalha, e visita a Atlantis          




Estava no acampamento meio-sangue, alguns minutos depois eu ia lutar contra o filho de Atena, eu gostava de lutar contra os filhos de Atena. As estrategias deles são muito bem pensada, e pram me soa como um treinamento. Fui até o lago, queria colocar as mãos na água e sentir ela me fortalecer. cheguei bem perto, coloquei o pulso na água e senti aquela conexão forte.
 
- Pai fala comigo 
 
nada aconteceu 
 
- Você nunca fala comigo né ?  
 
Eu sai e fui pra arena, das 5 lutas que já tive com os filhos de Atena havia ganhado 3 e estava confiante que eu poderia ganhar. 
 
Olhei bem pro meu oponente e respirei fundo, o pessoal do acampamento gritava, a maioria pra ele, um pouquinho da torcida pra me. Mas eu não prestei atenção. Então olhei pro lago e então vi algo.
 
Era um Hipocampo ? 
 
então começou a luta, mas eu não conseguia parar de pensar naquele hipocampo, o que será que ele estava fazendo ? , dentro do acampamento? ....
 
Cai no chão, meu deus eu estava perdendo, não percebi que de tanto pensar no hipocampo estava perdendo a luta. 
 
Perdi. Não consegui ganhar a luta, era impossível pensando em outra coisa. Depois da luta fui até o lago, coloquei o braço machucado e consegui me curar, com ajuda do meu pai. Então vi o hipocampo de novo, era uma criatura linda.
 
-vem cá eu disse chegando mais perto e consegui alisar ele 
 
ele era simpático. mais com certeza nãos sabiam que ele estava ali.
 
Fui dormir naquela noite pensando se ele estaria bem ou tudo, mais com certeza ele estava bem. Mais algo aconteceu, eu tive um pesadelo enorme, no pesadelo o meu pai estava morto pelo pai , cronos.
 
- Paiii gritei 
 
Fiquei agitada, não era apenas um sonho, era um aviso, precisa ir a Atlântis ver se estava tudo bem. E sabia que tinha um hipocampo do outro lado do lago, tinha que ir até lá. Vesti uma capa de frio, o vento tava gélido, e consegui ver no escuro a criaturo meio cavalo e meio peixe no lago. Eu estava sentindo um sentimento de contrariedade dentro de me. Algo que me dizia que não era pra fazer isso de jeito nenhum. Mai eu fiz, e se meu pai estivesse prestes a morrer ? 
 
 Demorou um pouco mais finalmente consegui chegar, algumas criaturas marinhas me pararam, poderia ser de cronos que estariam barrando as pessoas de entrar lá. Mas eu focei a barra e alguém de longe disse
 
- Deixem ela entrar
 
Eu não acreditei no que estava vendo. Era meu pai ?
 
- Ela é minha filha 
 
- Pai ?
 
Eu o abracei e logo disse 
 
- Você corre perigo eu tive que vim pra lhe avisar.
 
- Como assim ?
 
- Cronos, eu sonhei que ele te matava 
 
- Cronos está morto, ele não pode ressuscitar
 
- Quer dizer que o que eu vi ... é só um sonho 
 
- Você pode ter sonhado algo que vai acontecer, mais acho bem difícil acontecer, você não deveria estar aqui, teque voltar pro acampamento agora 












 
America Singer
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Acampamento Meio-Sangue

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Re: Teste para filhos de Poseidon

Mensagem por Gabriel Tadeu em Dom 10 Ago 2014, 12:17

Simplesmente acho este teste estupido, ser um filho de Poseidon não escrever esse monte de bobagem, você deve sentir, gostar, e asseitar, mais infelizmente uns recebem dons que não merecem.
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Re: Teste para filhos de Poseidon

Mensagem por 112-Ex-Staff em Seg 01 Set 2014, 00:07


Avaliação

America Singer, vamos a sua avaliação. Sinceramente em momento nenhum pensei em aprova-la. Diria que sua ficha não foi boa o suficiente para ser aprovada para qualquer deus. Juntei alguns pontos que achei interessantes comentar, para que você possa analisar seus erros; e que melhore cada vez mais para conseguir ser reclamada. Muitos foram seus erros de gramática e ortografia. Você usa exageradamente o "mim", sendo que ainda o escreve errado como "me". Você esquece de colocar pontuação no final de suas frases e parágrafos, cometeu inúmeros erros de pontuação e ainda erros de digitação (e outros por não saber) marcaram negativamente seu texto. Dados como você morar em Toronto e chegar no acampamento tão facilmente, sua mãe estar sangrando do nada (não foi dado explicação alguma para isso), e você ainda sendo uma garota de 14 anos dirigindo? (Nota que você disse não saber dirigir, mas dirigiu e não bateu em nada, não foi parado por autoridades e etc...); sinceramente foram incoerências muito graves. Você ainda narrou que um hipocampo apareceu no lago. Lago é uma bacia de água fechada por todos os lados, de modo que apenas criaturas que vivem dentro dele podem ser vistas; não tendo contato para imersão de outras criaturas no ambiente. Não encontrei explicações lógicas para esse hipocampo ter aparecido no lago, e muito menos uma explicação de como ele conseguiu sair do lago para chegar até Atlântida. Sua visita até o local também ficou vaga, sendo que Atlântida não é um lugar tão simples de ser encontrado, e seu pai não a queria lá; ou seja, ele não mandaria o hipocampo ir ao acampamento para te levar até lá. Não é obrigatório o uso de templates, mas é requerido pelo menos um mínimo de organização. Você poderia ter ao menos justificado seu texto, para que ele ficasse mais aparentassem e facilitasse a leitura. Suas características ficaram vagas, sendo que poderia as ter descrito melhor e de maneira mais completa. No geral sua história não ficou boa e convincente, sendo que pela coerência, fluidez, ortografia e organização não conseguiu ser reclamada. Espero que não desista, e que busque nessa avaliação ferramentas para que melhore sua narração. Qualquer dúvida me envie uma MP. Não reclamada por Poseidon.


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Re: Teste para filhos de Poseidon

Mensagem por poseidon e percy em Qua 03 Dez 2014, 20:22

Mensagem por Poseidon e Percy em Qua dez 03, 2014 20:22 pm

Filho de Poseidon

- Características
Meu Nome é Poseidon, tenho 14 anos. sou como o oceano as vezes sou calma e pacifica, mais as vezes não sei do que sou capaz e fico agitado. Sou Loiro e tenho olhos azuis como as águas do oceano. Meus defeitos, acho que a persistência e a curiosidade. Minha qualidades : Coragem ,Inteligencia,Força, Agilidade .


- Como eu conheci o acampamento meio-sangue
Nasci no Canadá-Toronto em 2000, morava com minha mãe Amy Singer, estudava na escola perto da minha casa e minha mãe era enfermeira em um hospital, meio que longe da nossa casa então, eu a via de manhãzinha, quando ela me acordava pra ir a escola e a noite quando ela chegava do trabalho. Meu pai ? eu não conheço, não sei nem como ele é. Minha mãe disse que assim que eu nasci, ele nos abandonou, não procuro perguntar muito toda vez que pergunto minha mãe chora. Como fico sozinha o dia todo, não volto assim que termina a aula. Eu paro na praia pra ver o mar, é o que me acalma todos os dias. Ou quando estar muito frio eu fico na piscina da escola. O surpreendente , é que fico em baixo da água mas tempo do que qualquer um, por que simplesmente esqueço tudo, toda a minha vida eu deixo quando entro na água.

- Filho acorda, vc está atrasado e eu também disse mamãe ao me acordar


- me desculpa te fazer se atrasar, pode ir eu vou ficar bem


ela deu um beijo leve na minha testa e me abraçou. Deu um sorriso e saiu apressada. Me levantei, fui até a cozinha e fiquei pensando. Por que será que um pai abandonaria um filh assim, eu não tinha nem noção de como ele era, nada, nenhuma feição do seu rosto. NADA!


-Meu Deus eu estou atrasada, tenho que ir


Joguei a xícara na pia e fui me vestir. Na rua tava um gelo, a neve ia aos pouco congelando minhas pernas, tinha que chegar rápido, senão não assistiria a aula.


Logo cheguei e me sentei. Não me sentia bem em ir a escola, mas tudo o que eu tinha que fazer era, ficar sentada ouvindo o professor falar e ouvir. nada mais. Fazendo isso a aula terminou rápido, e como de costume, fui pra piscina do colégio, já que estava frio e não dava pra ir a praia , mesmo assim a água da piscina estava congelando, então fiquei sentada olhando meu reflexo borrado na água da piscina. Então alguém chegou.


-poseidon ? disse alguém vindo na minha direção


Era Mary a unica amiga, que eu tinha naquela escola. Ela e eu tínhamos algo em comum, ela nunca havia conhecido seu pai.


- Oi


- Tudo bem ? perguntou ela


- tudo


Respondi mais estranhei, a presença dela na escola


- O que esta fazendo aqui ? pensei que já tinha ido embora perguntei


- cumprindo detenção


- por que ? perguntei, percebendo que eu estava perguntando de mais


   - Lendo livros gregos durante a aula, vc não viu ? tudo mundo viu


- eu não ando prestando muita atenção nas aulas.


Mary e eu conversamos muito, eu não queria conversar tanto assim, queria olhar pra água e sentir o fortalecimento que ela me trazia. Mais eu não era capaz de dizer a Mary que não queria conversar com ela justo quando ela me trouxe uma noticia boa. Mary havia achado seu pai, e mesmo que seu pai tivesse lhe abandonado ela o abraçou fortemente esquecendo tudo, sua mãe brigou muito com ele. Bom eu não tive essa sorte !


Depois da conversa com Mary, eu voltei pra casa, alguma coisa estava estranho, a luz de casa estava acesa, então minha mãe já havia chegado. Mais por que ela já estaria em casa. Fui correndo até em casa e quando cheguei algo me assustou


- Mãe ? gritei


minha mãe estava no chão chorando, com as mãos machucadas. Eu não sabia o que fazer, eu me tremia e olhava pra minha mãe com lagrimas nos olhos.


- mãe o que aconteceu ? perguntei chorando ajudando minha mãe a levantar


- precisamos entrar no carro e sair daqui agora, te explico tudo depois eu juro disse minha mãe


ajudei minha mãe a descer as escadas e entrei no carro. Eu não sabia dirigir muito mais naquela situação não pudia deixar ela dirigir. Quando entramos no carro que passou uns 2 minutos em silencio profundo, eu realmente tive a necessidade de falar.


- mãe o que está acontecendo ?


- filho preciso que vá pela estrada da floresta disse minha mãe


- Floresta ? mãe precisamos voltar pra casa e vc precisa me dizer o que estar acontecendo


- Por favor cofia em me e vá pela estrada da floresta poseidon disse minha mãe ainda chorando.


- tudo bem disse eu indo pra estrada da floresta


ficamos em silencio de novo, mais me lembrei que eu precisava saber o que estava acontecendo.


- Mãe me conta o que ta acontecendo por favor


- Eu não sei exatamente como te contar isso, mais um dia vc precisaria ouvir, quando eu conheci seu pai ainda eramos bem jovens, eu mal sabia o que ele era, mais ele me contou, ele era um Deus, poseidon


Eu gelei naquele exato momento, eu não consegui falar nada, então deixei que minha mãe falasse.


- E quando Deuses e Humanos tem filhos, esses filhos são semideuses, ou seja metade deus e metade humano


- o que ? isso não é possível


- seu pai esperou vc nascer e foi embora pro olimpo, ele disse que seria perigoso ficar aqui. Mas ele disse que iria ter muitos sabendo que havia uma semideusa filha de Poseidon, então tinha que te levar pro único lugar seguro pra semideuses, o acampamento meio-sangue.


- isso é impossível, mãe vc bateu a cabeça ?


- não, é tudo verdade, essa habilidade que vc tem de ficar horas debaixo d´água, ele também tinha filho, essa sua conexão com a água, o bem que ela te trás quando vc tá com raiva, tudo é por que você é filho de Poseidon.


- Meu Deus.


Logo chegamos na floresta. Eu vi então a entrada de algum lugar, e minha mãe chegou perto de me assustada.


- Você tem que ir, rápido, vc corre perigo aqui fora.


- Mãe e você, eu não quero te deixar eu disse chorando


- Eu não corro perigo aqui, a minha preocupação é com vc, preciso que não saia daqui, que fique aqui como o seu pai queria que ficasse disse minha mãe chorando e me abraçando.


- Eu ainda vou ver-lo ? ainda vou ver meu pai ? eu disse chorando


- Não sei, mais saiba que o maior sofrimento da vida dele foi te deixar, ele te ama.


Eu me abracei com ele, e ela fez um gesto pra me seguir em frente.


Eu dei um passo, e me senti um pouco diferente, parecia uma barreira ou um campo de força transparente. Fui entrando, era enorme e tinha muito gente olhando pra me, então veio um homem metade cavalo e metade homem, eu me assustei ao ver-lo, mais respondi sua pergunta, assim que ele a fez.


- Quem é vc ?


- Filho de Poseidon








-Trama livre que conte alguma batalha, e visita a Atlantis          




Estava no acampamento meio-sangue, alguns minutos depois eu ia lutar contra o filho de Atena, eu gostava de lutar contra os filhos de Atena. As estrategias deles são muito bem pensada, e pram me soa como um treinamento. Fui até o lago, queria colocar as mãos na água e sentir ela me fortalecer. cheguei bem perto, coloquei o pulso na água e senti aquela conexão forte.

- Pai fala comigo

nada aconteceu

- Você nunca fala comigo né ?  

Eu sai e fui pra arena, das 5 lutas que já tive com os filhos de Atena havia ganhado 3 e estava confiante que eu poderia ganhar.

Olhei bem pro meu oponente e respirei fundo, o pessoal do acampamento gritava, a maioria pra ele, um pouquinho da torcida pra me. Mas eu não prestei atenção. Então olhei pro lago e então vi algo.

Era um Hipocampo ?

então começou a luta, mas eu não conseguia parar de pensar naquele hipocampo, o que será que ele estava fazendo ? , dentro do acampamento? ....

Cai no chão, meu deus eu estava perdendo, não percebi que de tanto pensar no hipocampo estava perdendo a luta.

Perdi. Não consegui ganhar a luta, era impossível pensando em outra coisa. Depois da luta fui até o lago, coloquei o braço machucado e consegui me curar, com ajuda do meu pai. Então vi o hipocampo de novo, era uma criatura linda.

-vem cá eu disse chegando mais perto e consegui alisar ele

ele era simpático. mais com certeza nãos sabiam que ele estava ali.

Fui dormir naquela noite pensando se ele estaria bem ou tudo, mais com certeza ele estava bem. Mais algo aconteceu, eu tive um pesadelo enorme, no pesadelo o meu pai estava morto pelo pai , cronos.

- Paiii gritei

Fiquei agitad, não era apenas um sonho, era um aviso, precisa ir a Atlântis ver se estava tudo bem. E sabia que tinha um hipocampo do outro lado do lago, tinha que ir até lá. Vesti uma capa de frio, o vento tava gélido, e consegui ver no escuro a criaturo meio cavalo e meio peixe no lago. Eu estava sentindo um sentimento de contrariedade dentro de me. Algo que me dizia que não era pra fazer isso de jeito nenhum. Mai eu fiz, e se meu pai estivesse prestes a morrer ?

Demorou um pouco mais finalmente consegui chegar, algumas criaturas marinhas me pararam, poderia ser de cronos que estariam barrando as pessoas de entrar lá. Mas eu focei a barra e alguém de longe disse

- Deixem ele entrar

Eu não acreditei no que estava vendo. Era meu pai ?

- Ele é meu filho

- Pai ?

Eu o abracei e logo disse

- Você corre perigo eu tive que vim pra lhe avisar.

- Como assim ?

- Cronos, eu sonhei que ele te matava

- Cronos está morto, ele não pode ressuscitar

- Quer dizer que o que eu vi ... é só um sonho

- Você pode ter sonhado algo que vai acontecer, mais acho bem difícil acontecer, você não deveria estar aqui, teque voltar pro acampamento agora
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Teste para Filho de Poseidon

Mensagem por Cameron Kriwat em Qua 03 Dez 2014, 21:11

Características Físicas e Psicológicas


Bonito e charmoso. Com a pele bronzeada como a de um pescador, possui olhos azuis como o mar, que puxou do seu pai. Possuindo corpo definido e emanando um cheiro característico do mar, que pode acalmar e passar boas sensações nas pessoas a sua volta. Costuma se relacionar muito bem com quaisquer criaturas marinhas, assim como com a água propriamente dita. Sente-se extremamente aconchegados na presença deste solvente universal, uma vez que revitaliza suas energias e o torna aptos para novas aventuras. Em sua maioria, têm uma paixão enorme por cavalos, e sentem-se enciumados quando vêm alguém montando em um destes alados.
 


História do Personagem


 
No acampamento Meio-Sangue, embaixo do Pinheiro de Thalia um semideus estava sentado, por ali, como de costume Cameron refletia como seria sua mãe? Ninguém tinha a resposta para essa pergunta a não ser Quíron, mas o mesmo não dizia, muito menos alegava nada ao filho de Poseidon, pois isso não cabia a sua parte, segundo os Deuses e uma misteriosa profecia que receberá do oraculo do acampamento. Aos 15 anos de idade o meio-sangue nunca ultrapassará os campos de morangos e a barreira da Colina, embora a tentação fosse grande. Sim isso mesmo, desde que se conhecerá por gente o garoto habitava o acampamento, chegando ali quando era ainda uma criança muito pequena ao ponto de não ter nenhuma lembrança clara e concreta em sua mente anterior a sua chegada naquele local que se encontrava. Não foi fácil para sua mãe ter de abrir mão do garoto, mas a mesma sábia desde o começo que ali era o lugar certo para alguém da espécie de seu filho, pois o próprio pai, o Deus do Mar já havia lhe informado sobre, mas a mesma não levava muito a sério, pois qual a mãe que abriria mão do seu filho? Porém tudo mudou de uma hora para outra conforme a criança deixava de ser bebê, seu cheiro passava a ser mais notável, assim a família Kriwat passará a ser mais percebível aos monstros, sendo atacadas duas vezes por essas forças malignas. Na primeira vez, com muitas dificuldades, a mulher conseguiu fugir, enquanto no seu colo com um pouco mais de um ano de idade Cameron chorava, tendo medo e pavor nos seus olhos, já a segunda vez, após duas semanas ao primeiro ataque de monstros, a fuga não foi a melhor, saída, pois o monstro dessa vez não era um e sim dois, em meio a toda essa situação, a mesma acaba por enrolar seu filho em uma espécie de manto e colocando-o em uma cesta flutuante no mar, fazendo assim preses e rezas ao pai da criança, para que Poseidon poupasse à vida de seu filho, em troca a mesma deu a sua vida pela vida do pequeno, enquanto distraía os monstros, um ato de amor ao se sacrificar.
 
[....]


A criança chegou bem ao acampamento, a salva de monstros e perigos, após uma onda ter trazida a para margem de uma praia, onde próximo da mesma estava um sátiro, que agora nada mais era que um buscador, a procura do Deus Pã que estava sumido há muito tempo, ao ver a criança ali, sabia que era seu dever leva-la em segurança até o acampamento, mesmo que essa já não fosse mais sua função. Assim o semideus do chalé 3, filho de Poseidon cresceu, aprendendo a lidar com o rumo que seu destino tomava.  Cam, apelido abreviado do seu nome, que ao passar do tempo acabará por receber, se sentia vazio, por nunca ter conseguido conviver com sua mãe e pior ainda, saber que tinha um pai que o reconhecerá, mas que em grande maioria, para não dizer sempre, não se fazia presente em sua vida, mas ao mesmo tempo conseguia ter momentos de felicidades, ao lembrar-se dos diversos momentos que vivenciou no acampamento, como por exemplo, sua primeira arma em punho ou até mesmo os campistas que por ali conhecerá.
 
 
Historia sobre a visita a Atlantis
 


Naquela manhã, tudo parecia tão comum e normal no acampamento Meio-Sangue, todos nas suas funções do dia a dia, mas para o filho de Poseidon não parecia ser assim um dia tão comum, o mesmo estava agitado e aflito como um oceano em dias de tempestade. Era a primeira vez que o garoto se sentia assim, com essa sensação, como se qualquer coisa fosse acontecer a qualquer momento, por isso o mesmo decidiu ir aos estábulos, no entanto era o segundo lugar que o semideus se sentia bem sem ser a água, já que fora seu pai quem criou os cavalos.
 
– Fique calmo, você vai saber o que fazer quando o momento chegar, aliás, você é o filho do Deus do Mar – disse o Pégaso mentalmente após certo tempo depois que o garoto ali permanecia.
 
– Momento certo? – franzia a testa ao mostrar-se confuso em relação ao que foi dito – O que você quer dizer Pégaso? - concluía tranquilamente, deixando seus pensamentos vazios, para se concentrar melhor na do animal.
 
– Sim Cameron, tenho uma mensagem de seu Pai – pausava enquanto analisava a reação do garoto – aliás uma mensagem não um comunicado... Você deverá partir para Atlantis hoje mesmo como ordem do seu pai!
 
Na mesma hora em que o animal terminará de falar a reação do semideus não era mais a mesma, o mesmo se encontrava com os olhos perdido e a boca semiaberta, como assim seu pai estava lhe convocando? Seu pai que até hoje nunca havia respondido uma pergunta se quer, muito menos aparecido para o garoto. Esses e outros pensamentos tomavam conta do meio-sangue, fazendo com que agitação dentro de si crescesse dentro de si.
 
[...]
 
À noite, o meio-sangue terminava de arrumar suas coisas para partir, nada mais que uma mochila com néctar e ambrosia, após uma longa explicação anteriormente dada pelo Pégaso, como por exemplo, o melhor caminho para chegar ao oceano, os tipos de perigos e criaturas que o garoto haveria de encontrar em sua jornada rumo a Atlantis, como se portar, etc. Embora nunca tenha saído das barreiras magicas, não impedia que Cameron tivesse experiências, pois desde cedo foi aprendendo lições, sábia que qualquer ferimento seu ou cansaço seria curado com o contato na água, e treinado para batalhas, quase todos os dias com os filhos de Atena, que são muito bons em batalhas e podem se virar muito bem em lutas com mais de um oponente, sabia sobre vários tipos de monstros, mas nunca havia presenciado. Ao passar pelo Arco de mármore do acampamento, logo após o pinheiro de Thalia, sentia perfeitamente a magia mudar, o semideus sabia que a partir dali nada mais seria capaz de encobrir seu cheiro, de lhe proteger a não ser ele mesmo com sua espada de bronze celestial – um presente que receberá do seu pai aos sete anos de idade – que era capaz de reluzir os monstros ao pó.
 
[...]
 
O caminho era igual como fora descrito para o filho de Poseidon, assim o mesmo não tivera muita dificuldades, para se localizar e achar o que lhe foi dito e explicado, tudo até ai corria bem, à medida que avançava ouvia cada vez mais próximo o som do mar, das ondas se desfazendo na areia da praia, e o cheiro do sal presente no mar invadia as narinas do garoto.
Dizem que tudo que é fácil é porque está errado e isso não era diferente, ainda mais para um filho dos três grandes, tendo um cheiro mais atrativo que só aumentava a medida que crescerá,  bem ali, nada mais que três metros de distância do mar, estava uma Lâmia pronta para atacar, apensar que o monstro ainda não avistava o garoto, mas mesmo assim ficara só esperando o momento certo enquanto se deliciava com o cheiro do semideus do chalé 3.
Não foi difícil para Cameron reconhecer o monstro ao ver a criatura ao chegar próximo do mar, seu corpo que a baixo da cintura nada mais era que uma cauda de serpente, sabia que a mesma na mitologia nada mais era que um monstro que atacava jovens ou viajantes, sungando então o sangue da vítima, portanto o semideus se julgando esperto tratará de planejar um plano, cortou a si mesmo, um pequeno corte a cima do pulso, o que não foi uma boa ideia, pois só antecipou o ataque do mostro, pois como disse o monstro se alimentava de sangue, e o sangue do garoto era precioso de mais para a Lâmia. Cameron pensava que poderia ser mais rápido, tendo em vista em espalhar seu sangue por diversos pontos para distrair a criatura, mas quando viu já estava com sua arma em punho, pulando para um lado, pois o mostro estava a atacar-lhe, sem dar tempo para que o mesmo golpeasse.
Era inútil todo o esforço que o mesmo fazia o cansaço já era notável em sua expressão, em todos os nos seus movimentos de defesa, que ficavam mais lentos a cada golpe que recebia e fora o suor que pela sua face escorria. Lâmia não parava de investir contra o garoto, vez que outra o insultando com deboches, alegando que sugaria até a última gota do seu sangue enquanto o semideus recuava de costas em direção à beira mar, mas antes que o mesmo tocasse um pé sequer na água, para recuperar suas forças, o mostro já havia lhe dado uma rasteira, tratando de enroscar-se com a cauda no corpo do mesmo, começando assim a pressiona-lo.  Era inútil tentar reagir, isso só fazia a situação piorar para si, o ar já estava ficando escasso em seus pulmões, quando então o meio-sangue trata de fechar os olhos, deixando sua mente vazia começa a se concentrar, em busca de uma conexão com o mar, ao conseguir resultados rapidamente uma enorme onda começa a se formar no oceano, como fora desejado em pensamentos pelo garoto, que ainda ordenará que a mesma caísse sobre eles, e com sucesso após a ordem acaba conseguindo escapar do mostro que ficará desnorteado com o contra-ataque.
Sem perder tempo, rapidamente corre em direção à criatura, após ter pegado sua espada que estava caída próximo de si, felizmente o mostro não teve tempo de atacar, pois quando viu o garoto já estava com vantagens e mais próximo de si, tendo assim apenas tempo para ver a lâmina de bronze celestial atingindo-a na cauda, ali mesmo sabia que seria seu fim temporário, Lâmia se desfez em pó.
 
[...]
 
Por ser filho do Deus do Mar, Cameron não precisava se preocupar com sua respiração, já que o mesmo podia respirar de baixo d’água, o Semideus já avistava Atlantis, situado no fundo do Mar, que não seria tão fácil de achar se o mesmo não tivesse ordenado ao Hippocampus, ou seja, um cavalo-marinho que o levasse até o reino de seu pai. O Templo Submarino de Poseidon, que servia como sua base no Reino Marinho, era construído de um material transparente, talvez vidro, o semideus não sabia ao certo, era guardado por centenas de soldados, seu palácio continha sete pilares, representando cada um dos sete oceanos – Atlântico Norte e Sul, Pacífico Norte e Sul, Ártico, Antártico e Índico – que sustentam o Templo Submarino.
Ao ser avistado, os soldados desapareceram, pois o semideus não representava perigo, além do que foi o próprio senhor do mar que havia lhe chamado assim Cameron desceu do cavalo marinho ao chegar aos portões do palácio, que rapidamente se abriram para o garoto. Entrará no palácio, correndo seu olhar para os cantos do mesmo, reparando então em cada detalhe do local, que por sinal lhe tiravam o fôlego, ao passar pelo enorme corredor, uma porta já estava aberta, portanto o semelhante entrou, sem bater, sem pedir licença. Não precisou olhar muito, nem analisar para saber que ali deveria ser a sala do trono, pois na mesma a decoração mudará por completo, havia um enorme lustre no teto de cristais e pérolas, nos cantos da parede havia pequenos corais, e no chão de rochas, um enorme carpete vermelho, levando para um trono luxuoso, com conchas e estrelas do mar, porém algo lhe chamou muito mais atenção do que esses detalhes, antes de chegar ao trono havia pequenos degraus, isso não seria nada de mais, a não ser pelo pergaminho que se encontrava nos degraus, era igual ao que havia em seu chalé no Acampamento Meio-Sangue.
Sem excitar caminhou até lá, pegou do chão o pergaminho e esperou por um tempo, para ver se algo acontecia, como nada o interrompeu tratou de desenrolar e ver o que continha ali, a caligrafia era parecida com a sua ao observar as diversas palavras que continham ali antes de começar a ler.
 
‘’ É eu sei que não foi fácil para você crescer da maneira que cresceu, aliás nada foi fácil em sua vida não? Eu sei que não posso simplesmente apagar tudo que aconteceu em sua vida e que isso tudo vai recompensar a falta que lhe fiz, mas aqui estou eu, não fisicamente, pois não sei se você sabe ou se lembra, nós Deuses não podemos ter nenhum contato com nossos filhos, tomar par de seus problemas, mas mesmo assim aqui estou eu, por meio desse bilhete. Quero que você saiba filho que estou com você todos os dias, estou presente no chalé que construí no acampamento, estou presente quando você escuta o oceano, estou presente nessa espada que você usa, presente desde o seu nascimento, mas claro da maneira que eu posso, pois nunca te deixei desamparado, aliás sabe quando você fala comigo e você acha que está falando sozinho, pois não tem uma resposta? Você não está, é um engano da sua parte, eu sempre lhe ouço meu filho, mas as respostas não vem da maneira que você pensa, as vezes até uma simples movimentação na água é um sinal que estou te ouvindo, mas respostas claras eu não posso lhe dar, faz parte do acordo que nós temos de não interferir na vida de nossos filhos. Estou orgulhoso por você ter chegado até aqui, aliás orgulho eu tenho de você desde que lhe aclamei como filho, e isso tudo aqui não foi sem mais nem me nos, vamos dizer que foi uma missão, uma missão particular minha e não do acampamento, pois você precisa aprender muito mais do que aprende no acampamento e melhor do que a teoria é a pratica, e você deve ter se saído bem para seu primeiro encontro com um mostro.
Quero que aceite esse presente que deixei para você.
 
Xx Poseidon ‘’
 
Assim que o garoto terminara de ler, um tridente surgiu em cima do trono, reluzindo uma pequena luz azul como sinal para que o garoto notasse a arma ali, uma felicidade tomava conta do peito do semideus ao notar o presente.
 
[...]
 
Foi assim que o mesmo voltou para o acampamento após essa ‘’ Missão Particular ‘’, com o pergaminho enrolado em mãos e o tridente, presente do seu pai nas costas, indo direto para a casa grande, prestar explicações para o Diretor do acampamento senhor D e Quíron, o diretor de atividades do acampamento.
Cameron Kriwat
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Re: Teste para filhos de Poseidon

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