Percy Jackson e os Olimpianos RPG BR
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Ficha de Reclamação

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Ficha de Reclamação

Mensagem por Zeus em Ter 08 Out 2013, 19:36



Olá, Campista!



Como já devem saber, este é um fórum de RPG que procura seguir a história da série de livros 'Percy Jackson e os Olimpianos', de Rick Riordan. Não obstante, nós também oferecemos a você a oportunidade de viverem e interpretarem estes heróis semideuses, ou até mesmo outras criaturas mitológicas, criando suas próprias histórias e divertindo-se com elas. Para que possam participar de tais histórias, você deverá preencher uma ficha e postar neste mesmo tópico; a mesma encontra-se logo abaixo.

Para cada afiliação, você ganhará Poderes específicos - para tornar tudo um pouco mais 'real -, bem como ganhará presentes específicos: armas, itens de combate... Clique Aqui e Aqui para ver, respectivamente, estas listas de poderes e presentes de reclamação (lembrando que, assim que forem reclamados, um deus ADM irá atualizar seu rank, sua filiação e seus presentes)

Nem sempre você passará no teste, mas não desanime, tente novamente ou procure por outro deus... No caso de Zeus, Poseidon e Hades, o teste NÃO É VÁLIDO, pois estes Deuses efetuam testes mais severos. Os Três Grandes fazem concurso mensal para a escolha de um novo filho. Para saber a data do próximo concurso, fiquem de olho nos anúncios globais; a qualquer hora, um novo teste será postado.

Porém, caso se interesse por ser filho de Nyx, Melinoe, Athena ou Perséfone, atente para a ficha; ela será a mesma que para qualquer outra afiliação mitológica, mas será avaliada de forma mais rígida por um de nossos deuses.

Lembrando que o único propósito da ficha é a reclamação do personagem. Qualquer item desejado, além da faca inicial, ganha no momento de inscrição do fórum, e dos presentes de reclamação - adquiridos caso a ficha seja efetivada - devem ser conseguidos in game, através de forjas, mercado, missões e/ou DIY.


Dúvidas? Contate um dos deuses ou um dos monitores de nosso Fórum, via MP ou Chatbox! Sintam-se livres para perguntar, e não tenham vergonha!






Ficha de Reclamação!




▬ Por qual Deus você deseja ser reclamado? Caso não queira ser um semideus, qual criatura mitológica deseja ser?

▬ Cite suas principais características físicas e emocionais.

▬ Diga-nos: por quê  quer ser filho de tal Deus - ou ser tal ser mitológico?

▬ Relate a história da sua personagem - não haverá um limite de linhas definidos, deixe a sua criatividade fluir.
OBS: O player não é obrigado a ir ao Acampamento, mas deve narrar a descoberta de que era um semideus e o momento da reclamação- e se não foi indo a Long Island, como foi?





♦ Lembrando que todas fichas receberão uma avaliação condizente, mas a aprovação não é automática, sendo que a resposta pode ser negativa dependendo da qualidade apresentada. Determinados nick's que não seguirem a regra também terão a ficha desconsiderada. [Leiam as regras aqui]


.:.:.:.


▬ Lista de Afiliações divinas disponíveis atualmente no fórum, bem como os seres mitológicos disponíveis para serem interpretados:


.:.:.:.

Centauros
Dríades
Filhos de Afrodite
Filhos de Apolo
Filhos de Ares
Filhos de Athena *
Filhos de Deimos
Filhos de Deméter
Filhos de Dionísio
Filhos de Éolo
Filhos de Eos
Filhos de Hades **
Filhos de Hécate
Filhos de Hefesto
Filhos de Héracles
Filhos de Hermes
Filhos de Héstia
Filhos de Íris
Filhos de Melinoe *
Filhos de Morfeu
Filhos de Nyx *
Filhos de Perséfone *
Filhos de Phobos
Filhos de Poseidon **
Filhos de Quione
Filhos de Selene
Filhos de Thanatos
Filhos de Zeus **
Náiades
Sátiros

* = As fichas destinadas à tais patronos requerem uma avaliação mais rígida;
** = Os Três Grandes fazem concurso mensal para a escolha de um novo filho;
Zeus
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Re: Ficha de Reclamação

Mensagem por Alycya Angelyky Dragonys em Ter 08 Out 2013, 21:06

▬ Por qual Deus você deseja ser reclamado? Caso não queira ser um semideus, qual criatura mitológica deseja ser?
Afrodite
▬ Cite suas principais características físicas e emocionais.
Alycya é uma menina alta, com cerca de 1.70 , magra, com cabelo liso de cor escura que desce suavemente por seu resto e termina na altura dos ombros. Olhos escuros como a noite que escondem um ser frio e calculista, bipolar e por vezes explosiva. Uma combinação fatal se não bem aproveitada.

▬ Diga-nos: por quê  quer ser filho de tal Deus - ou ser tal ser mitológico?
Gostaria de ser reclamada por Afrodite, pois acho ela uma Deusa incrível, não somente por ser a deusa da beleza , mas por achar-lhe parecida comigo.

▬ Relate a história da sua personagem - não haverá um limite de linhas definidos, deixe a sua criatividade fluir.
Alycya Angelyky Dragonys ou somente Aly, sempre esteve sozinha nessa história de sua família , ela tinha duas melhores amigas chamadas Aline Salvatore e Dianna Bennett e Alycya foi viajar por um tempo com o Pai e quando voltou suas amigas não se importaram mais com ela estavam andando com sua pior inimiga , Alicia Holt e como sempre quando chegou foi direto falar com suas amigas mas levou um bela de uma ignorada e as amigas diziam que ela tinha mudado e mais então Alycya tentou esquecer esse pequeno detalhe imperfeito de sua vida.
Ela decidiu se reerguer bom já que não tinha conhecido sua mãe como a maioria das pessoas tinha para lhe dar conselhos e decidiu não se importar com mais ninguém exceto seu pai que sempre esteve ao seu lado e mudou completamente depois dessa decepção decidiu não confiar mais em ninguém e se possível machucar muitos corações como o dela foi machucado tanto faz se for homens ou mulheres.
Sempre que passava pelas suas ex-amigas ou por Alicia, Aly sempre as ignorava e jurou que se achasse outras amigas seriam bem diferentes , não deixaria as suas amigas fazerem a mesma coisa com ela isso seria totalmente proibido e falar os nomes delas seria totalmente inaceitável, Sempre se achou diferente de todos seus amigos e sempre tentava disfarçar essa insegurança para todos , sabia que seu pai escondia alguma coisa dela e sempre que tentava perguntar algo , ele mudava de assunto.
Em uma noite dos 17 anos da Morena e seu pai passou o dia inteiro sério em um momento em que estavam conversando na sala , seu pai decidiu lhe contar toda a verdade, A Menina não reagiu tão bem quanto seu pai esperava mas teria que tentar não ficar mal com isso e arrumar suas malas para no dia seguinte , sair de sua casa .
No dia seguinte, Alycya não trocou uma palavra sequer com seu pai mas observo seu pai parar num local um pouco diferente e só o ouviu  falar – Esse é seu novo lar , Minha filha. - Saberia que sua vida mudaria de agora em diante.
Alycya Angelyky Dragonys
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Re: Ficha de Reclamação

Mensagem por Leonardo Rodrigues em Ter 08 Out 2013, 21:44

▬ Por qual Deus você deseja ser reclamado? Caso não queira ser um semideus, qual criatura mitológica deseja ser?


Afrodite

▬ Cite suas principais características físicas e emocionais.

Físicas:Cabelos loiros claro um pouco curto com um tom castanho,olhos de uma forte coloração azul claro,copo forte e musculoso,altura média (1,76),pele clara.

Emocionais:Gentil e muito amigo,romântico e fiel,porém odeia falsidade,em alguns momentos fica com raiva quando alguém o chama de metido.

▬ Diga-nos: por quê  quer ser filho de tal Deus - ou ser tal ser mitológico?

Porque amo Afrodite e acho o fato dela ser a Deusa da beleza muito legal,quando estudei sobre mitologia grega sempre me encantei pela Afrodite.

▬ Relate a história da sua personagem - não haverá um limite de linhas definidos, deixe a sua criatividade fluir.

Meus olhos rapidamente se abriram e o teto de meu quarto era visto por mim,um teto com um tipo de coloração branca azulada a mesma cor do resto do quarto,um quarto arrumado sem nenhum tipo de bagunça a vista.Já eram 8:00 da manhã,geralmente era hora de ir ao colégio entretanto estava no meu primeiro dia de férias,me levantei retirando o fino lençol de seda pura de cor branca de cima de mim mostrando meu corpo vestido apenas por uma calça branca,logo abri as janelas do quarto e vi toda a beleza da natureza que estava lá fora que era um belo lago onde vários cisnes nadavam tranquilamente por todo o lado.Logo após de pegar uma camisa em meu armário desci as escadas da cabana aonde passava as férias e fui diretamente para a cozinha aonde uma bela mesa de café com tudo que tinha direito tinha sido preparada por minha mãe adotiva,Cristiane Oliveira.Meu pai havia me falado que minha mãe morreu logo após de me dar a luz e o seu nome era Helena Lopes,porém a 2 anos ele se casou com Cristiane,a mesma era legal e divertida parcialmente a considerava minha mãe.

-Cristiane:Graiden filho que bom que acordou.Disse ela com um belo sorriso me oferendo uma pedaço de bolo.

-Leonardo:Oi Cris,é cadê o papai já saiu?

-Cristiane:Já sim acabou de sair,disse que ia pescar no lago.

-Leonardo:Nossa,ele gosta mesmo de pescar.

-Cristiane:E você não gosta de pescar também?

-Leonardo-Mais ou menos,não tenho muita sorte com os peixes.Falou com um pequeno sorriso enquanto terminava de comer o bolo.

-Cristiane-Então já que não vai pescar o que vai fazer durante o dia.

-Leonardo-Ainda não sei,mais pensei em passar naquela siderúrgica abandonada,dizem que lá tem fantasmas,então quero espiar e tirar a limpo isso,quer vir comigo Cris?

-Cristiane-Bem,tenho um pouco de medo destas coisas mais vou sim,para não te deixar sosinho.  

-Leonardo-OK,então eu vou trocar de roupa e ai vamos.

-Cristiane-Tudo bem.

Subi bem rápido,pois não via a hora de ver os mistérios que aquele velha siderúrgica guardava,será que era fantasmas de velhos trabalhadores que morreram durante o trabalho ou de almas perturbadas que assumiram o poder daquele local espantando os trabalhadores bem seja o que for não fiaria em segredo por muito tempo pois eu iria descobrir tudo,depois de vestir uma bela roupa simples pois iria investigar um lugar abandonado e linda roupa pois gosto de estilo,desci as escadas e fui para fora aonde vi Cris voltando diretamente aonde meu pai estava provavelmente tinha ido falar da nossa expedição,fomos andando mata a dentro até encontramos em meio a grandes rochas  a temida siderúrgica,começamos a andar por aquele local sombrio,entramos dentro de uma sala bem velha e abafada,infelizmente não havia nada lá continuamos a andar por aquele local,percebemos que os únicos moradores que encontramos lá tinha sido alguns animais mais precisamente alguns esquilos,falcões e Guaxinins,já era a última sala daquele local quando algo inesperado aconteceu enquanto andávamos pela velha sala cheia de ferro sustentadas por alguns cabos,eu fui um pouco mais a frente de Cris parcialmente estávamos a 1 metro um do outro e quando der repente o cabo se soltou e apenas senti uma mão me tocando e me empurrando para longe enquanto escutei aqueles objetos de ferro caindo simultaneamente no chão.Abri os olhos e apenas olhei e vi Cris ao meu lado,será que tinha sido ela que tinha me empurrado?Mais como se ela estava um pouco longe de mim e o ferro caiu tão rápido ,olhei de volta para a Cris.

-Cris foi você quem me salvou?

-Sim Leonardo. Falou ela um pouco desconfiada

-Cris mais como o ferro caiu tão rápido.

-Leonardo preciso te contar um segredo,eu não sou uma pessoa comum  eu sou uma Dríade.

-Dríade o que é u....espera ai Dríade não são ninfas dos carvalhos?

-Sim sou eu.

-Mais Driades não existem,são seres mitológicos.

-Acha mesmo que um ser humano comum poderia fazer isso?

-Tem razão, mais se você é uma Dríade por que mantém isso em segredo?

-Porque sua mãe me pediu isso.

-Minha mãe, mais minha mãe morreu a anos e você só nos conhece a 2 anos.

-Leonardo sua mãe não morreu,vou te contar toda a história,sua mãe sempre teve curiosidade para saber como se viviam os mortais,ela era Afrodite a Deusa da beleza,e toda esta curiosidade resultou na sua vinda para a terra,quando chegou aqui achou várias coisas estranhas e outras muito belas,entretanto uma chuva interrompeu a visita dela a terra ela não tinha lugar pra ir e acabou entrando na loja de doces aonde seu pai trabalhava entretanto como o chão estava liso devido a água ela acabou escorregando e antes de cair seu pai a pegou com seus braços,eles se olharam e um se apaixonou pelo outro,começaram a sair várias vezes e Afrodite percebeu que ele via além da beleza exterior dela ela via também a beleza interior dela,eles namoram ate que Afrodite descobriu que estava grávida de você e quando você nasceu ela contou tudo ao seu pai e disse que não podia ficar com vocês pois os Deuses não aprovavam,então alguns anos depois preocupada com seu estado ela me comunicou e pediu que eu  virasse amiga de vocês para te proteger até que acabei me apaixonando por seu pai.

-Espera ai isso é verdade mais como, eu sou um idiota,nunca mostrei nenhuma habilidade de Deus.

-E esta beleza estonteante que você tem?Isso e característica da sua mãe.

-Uau eu não acredito que Afrodite é minha mãe.

-Vem precisamos sair daqui, suspeito que este cabo não tenha si rompido ele foi descontado de propósito para te matar.

-Ok.
Saímos rapidamente daquele recinto e entramos dentro de um grande corredor cheio de portas que iam as várias salas,era um corredor aberto,estávamos andando quando algo saio de uma das salas da siderúrgica e  pulou em cima de Cris e a coisa  e Cris caíram fora do corredor caindo no chão fora da fábrica,porém Cris se mostrou Abel em combate visto que a mesma chutou o ser que estava encima dela,o mesmo ser não se mostrou abalar muito pelo chute visto que ele simplesmente levantou-se a bateu a poeira de sua roupa;observando melhor o rosto daquela criatura vejo que era uma mulher que usava grande óculos negros e uma tinha um tipo de turbante enrolado em seus cabelos.

-Olha se não é minha inimiga, Cris.

-Você o que faz aqui, medusa.Disse Cris se levantando do chão

-Espera ai!Medusa aquela mostra de cabelos de serpente e olhos que transforma qualquer em pedra quando se olha para eles?

-Sim eu mesma, quer dar uma boa olhada nos meus olhos?Disse medusa botando a mão nos óculos.

- Leonardo feche os olhos agora e fique perto de mim. Disse Cris fechando os olhos.

-Ok. Disse Leonardo se aproximando de Cris e fechando seus olhos.

Medusa não perdeu tempo e tirou seus óculos revelando seus mortais olhos, tirou o pano de sua cabeça mostrando as temidas serpentes que habitavam sua cabeça,a mesma pegou uma espada média que estava embainhada em suas costas e em segundos veio nos atacar,porém Cris já era acostumada a lutar com ela e aproveitou que o local tinha várias pedras e os sapatos de medusa tocando nas pedras a ajudou e triangular o ataque da mesma,Cris me empurrou para o a esquerda me fazendo cair no chão enquanto pulava para o lado direito,desviando nos dois do ataque do ser mitológico a mesma aproveitou o curto período de tempo que medusa deixou quando tentou nos atacar e sua velocidade avançada e deu um forte chute nas costas de medusa fazendo ela cair no chão e deixando sua espada cair.

-Rápido Leonardo se esconda.

-Tudo bem.disse saindo  correndo para a siderúrgica.

Medusa já estava se levantando e Cris decidiu impedir ela de pegar a espada,ela saiu correndo para pegar a espada enquanto medusa tentou esticar o seu braço para pega ela,entretanto Cris rapidamente pegou a espada porém antes dela conseguir fugir medusa agarrou o pé de Cris e a derrubou no chão,medusa se levantou e pegou Cris pelos cabelos  a levantando e pegou ela pelo pescoço,medusa usou e abusou de suas cobras fazendo algumas mordiscar o rosto da minha madrasta.

-Vamos Cristiane se não abrir minhas cobras irá abrir por você.

-Solta a ela. Falei eu jogando algumas pedras médias na cabeça da mulher serpente.

-Moleque maldito, cuido de você mais tarde primeiro vou pegar meu prêmio. Falou ela jogando Cris no chão e olhando para mim por sorte fechei os olhos a tempo.

Ela veio correndo na minha direção,então virei de costas abri meus olhos e sai correndo novamente para dentro da siderúrgica,até que entrei dentro de uma sala aonde tinha várias correntes suspensas no teto,a mesma era bem escura,subi em cima de algumas caixas antes de medusa entrar.Na hora que ela entrou e parou no meio da sala peguei uma das correntes e a usei como cipó e me lancei em direção a ela me segurando na corrente e chutando medusa a lançando contra uma parede,parei no chão e com gesto de vitória comemorei por ter a derrotado,entretanto não vi que medusa havia se levantado ela me pegou pelo pescoço e me pressionou contra uma parede por sorte havia fechado os olhos.

-É o seu fim moleque

Entretanto Cris veio por trás dela e com a espada de medusa enfiou a espada na medusa ,então ela caio no chão logo em seguida saímos daquele local e vimos meu pai lá fora,então contamos tudo que tinha acontecido,eles me levaram para casa e lá eu e Cris nos curamos de nossas feridas,no outro dia eles me levaram até um local que tinha o nome de acampamento meio sangue e lá me deixaram,porque ali era o único local que eu ficaria seguro.
Leonardo Rodrigues
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Chalé 10-Chalé de Afrodite

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Re: Ficha de Reclamação

Mensagem por 077-ExStaff em Ter 08 Out 2013, 22:55



Avaliação

Alycya Angelyky Dragonys; Alycya, infelizmente, sua ficha não teve o conteúdo necessário para que fosse aceita, portanto, reprovada. Você errou na ortografia, usando letra maiúsculas em palavras onde não era necessário, o modo como narra sua história também não foi algo tão interessante. Além disso, você poderia ter explicado mais sobre sua história, poderia tê-la deixada mais interessante, ajudaria muito o leitor a ler sem querer parar. Use o word em seu próximo post, ele o atentará aos erros e não tenha pressa em fazer sua ficha, ok? Faça com calma e tranquilidade, de modo que não só quem irá lê-la, mas você também se interesse por ela. Boa sorte!

Leonardo Rodrigues; pensei em te reprovar, mas, lendo sua história até o fim, não o farei. Não tenho muito o que dizer, apenas irei pular a parte da crítica e ir aos conselhos. Use o word em seus próximos post's, assim como eu disse logo acima, excesso de erro em seus textos podem lhe prejudicar. Cuidado com o excesso de falas também, afinal, uma narração não é feita apenas disso, não é? Narre mais ações do que falas, é o que eu digo. Por fim, bem-vindo e parabéns, filho de Afrodite!
~Aguarde a atualização~







Atualização
Atualizado por ♦ Zeus

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FICHA DE RECLAMAÇÃO

Mensagem por Rafael Blaze em Qua 09 Out 2013, 16:05

▬ Por qual Deus você deseja ser reclamado? Caso não queira ser um semideus, qual criatura mitológica deseja ser? Apollo

▬ Cite suas principais características físicas e emocionais. Sou um cara alto, magro,de pele clara e tento sempre levar a vida na brincadeira mas se me perturbarem posso ficar bravo logo, sou muito bonito (pelo menos é o que as meninas dizem) tenho olhos verdes e cabelos negros e tenho um ótimo relacionamento com garotas, toco guitarra, sei escrever poesias e cantar muito bem,

▬ Diga-nos: por quê  quer ser filho de tal Deus - ou ser tal ser mitológico? Eu quero ser filho de Apollo por eu admira-lo muito pois  ele é o deus dos solteiros, Sol, arco, é um curandeiro, poeta, artista, músico e varias outras atribuições

▬ Relate a história da sua personagem - não haverá um limite de linhas definidos, deixe a sua criatividade fluir.

          O som do despertador soou pelo quarto, porém eu já estava acordado desde o momento em que o Sol nasceu por alguma razão porém não pensei naquilo e me arrumei para ir pra escola começar um novo dia ! A desculpe eu não me apresentei meu nome é Rafael, Rafael Blaze mas voltando a história, la estava eu indo pra escola com meu amigo: Filipe quando chegamos a escola e nos dirigimos a primeira aula: Ciências
    O professor de ciências senhor  Tiago não me deu muita atenção, o que foi ótimo porque geralmente ele pega no meu pé para ler frases porque sou disléxico mais deixa para lá.
      Então o sinal tocou e nos dirigimos para o intervalo.
-Cara eu odeio segundas, mas pelo menos hoje temos aula de música. Disse a Filipe
-E enchiladas na cantina! Disse ele
- O que ? Perguntei
-Esquece. disse ele, foi quando o sinal tocou e eu me dirigi a aula de português com a senhora Miriam que foi calma exceto pelo fato das letras fugirem do papel quando tento lê-las.
    No fim do dia quando sai da escola com Filipe, estávamos indo para casa quando avistei de longe um bicho voando, no inicio pensei que era um pássaro mas quando se aproximou pude ver a aberração: era uma mulher com cabelo flamejante, pele branca, olhos vermelhos, presas, asas, uma perna protética bronze e uma perna de burro. Fiquei paralisado com a imagem, ainda mais quando percebi que estava vindo na minha direção então Filipe me empurrou para o lado quando o monstro passou direto pela gente e rosnou com raiva:
-Morra! Filho do Sol
-O que? Perguntei a ela
-Venha comigo! Disse Filipe me puxando para um canto.
  Nos escondemos num beco próximo dali e disse:
-Que diabos esta acontecendo! Perguntei baixinho enquanto o monstro nos farejava
-Depois eu explico. ele sussurrou e então fez uma coisa que eu nunca esperaria: Tirou as calças e os sapatos o_õ 
   Quase coloquei o almoço para fora quando vi o que vi: Meu amigo tinha pernas de bode!
   E então, bum! O monstro nos acho e disse:
-Um sátiro e um semideus pro almoço! Que beleza! E avançou para cima da gente
-Corre! Filipe gritou, e foi exatamente o que fizemos
-Já chamei ajuda, eles devem estar nos esperando perto do Empire State
    E corremos até lá (o que não foi muito longe) com  um homem bode e uma mulher com cabelos flamejantes e sede de sangue. Super normal :)
    Quando nos aproximamos eu percebi que o garoto estava usando uma armadura grega e estava abordo de uma carruagem puxada por cavalos alados. Outra coisa super normal :)
-Michael, atire! Gritou o meu amigo bode.
    Então o menino sacou um arco e atirou uma flecha com a ponta dourada que acertou o monstro e o pulverizou na hora
-Uau! Falei
-E ai cara, beleza? Ele disse como se matar monstros fosse algo comum
-Suba logo cara, temos muito o que conversar... Disse Filipe
   Então subi na carruagem e enquanto voávamos Filipe me explicou todo esse lance de monstros, deuses, semideuses e tudo mais, e eu não podia fazer nada a não ser fita-lo perplexo.
-Mas por que aquele monstro me chamou de filho do Sol?
-Isso responde sua pergunta? Ele apontou para minha cabeça e uma mini-lira dourada ficava girando ao redor dela
-O que significa isso? Falei assustado
-Nada de mais... Só que você é filho do deus do Sol:Apolo
-Toca aqui irmão! Michael disse esticando a mão com um sorriso non rosto.
-Que maneiro! Abri um sorriso
-Mas para onde estamos indo? Perguntei
-Acampamento meio-sangue, seu novo lar
    Já vi que ia demorar um tempo até eu me acostumar com tudo aquilo, mas enquanto isso eu tinha que curtir! lool
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Re: Ficha de Reclamação

Mensagem por Bruno Di Angelo em Qui 10 Out 2013, 18:01

Por qual Deus você deseja ser reclamado? Caso não queira ser um semideus, qual criatura mitológica deseja ser?

▬ Cite suas principais características físicas e emocionais.
 
fisicas: alto,gordinho,olhos castanhos,pele morena,cabelo curto

emocionais: sou calmo gosto de tomar sol,gosto de ler e tocar violao

▬ Diga-nos: por quê  quer ser filho de tal Deus - ou ser tal ser mitológico?

apolo por que ele e interessante curte poesia e haicai, e porque sou bom com coisas que nessecitam que uma pessoa tenha boa mira sou bom com instrumentos de corda

▬ Relate a história da sua personagem - não haverá um limite de linhas definidos, deixe a sua imaginaçao fluir

Cheguei no acampamento e fui para o chale de hermes e participei dos jogos de guerra fui jantar na mesa de hermes e depois fomos para a fogueira como todos os dias cantamos e depois fomo dormir no outro dia tivemos grego antigo depois disso um cao infernal tentou passar pela barreira megica mas depois desistiu e foi embora voltamos as atividades normais fomos nas forjas junto com beckendorf filho de hefesto ate as forjas e fabricamos espadas depois disso fomos para a equitaçao de pegasos voei em blakjack porque percy nao estava la ai peguei ele depois disso fomos para aula de arco e flecha onde me revelei ser otimo ai do nada o simbolo de apolo apareceu em minha cabeça e ai os campistas de apolo vieram me conprimentar
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qualquer lugar

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Re: Ficha de Reclamação

Mensagem por Hélio Miranda em Qui 10 Out 2013, 18:43


▬ Por qual Deus você deseja ser reclamado? Caso não queira ser um semideus, qual criatura mitológica deseja ser?
 
Hermes
 
▬ Cite suas principais características físicas e emocionais.
 
Físicas:Olhos bracos,cabelos brancos,pele clara,altura (1,80),corpo forte e musculoso,rosto bem bonito.
Mentais:Muito legal e divertido,brincalhão e romântico
 
▬ Diga-nos: por quê  quer ser filho de tal Deus - ou ser tal ser mitológico?
 
Amo a história de Hermes e suas habilidades que são muitas,Hermes o deus dos viajantes é muito legal
 
▬ Relate a história da sua personagem - não haverá um limite de linhas definidos, deixe a sua criatividade fluir.

Nasci no dia internacional da mentira, em Nova York, no Brooklyn eu e minha mãe(Mary Miranda) acada um ano mudávamos de cidade e até estado(Não que isso me incomodava, porquê amo viagens. mas pelo fato de ter sempre novos amigos, uma casa aquilo me deixava angustiado). Não entendia o porquê sempre mudava de escola, amigos, casa aquele situação estava me deixando desconfortável! Nunca soube quem era de fato meu pai, minha mãe dizia que ele morreu quando tinha 2 meses mais nunca me revelava o nome dele. Mais uma vez estávamos mudando de cidade, estávamos indo em direção à Long Island, Nova Iorque.


-Mãe por que sempre mudamos de cidade?Disse Hélio para a mãe

-Filho quando for mais velho ficará sabendo de tudo.

-Mais mãe eu já tenho 16 anos.

-Filho você não está pronto.

-Tudo bem.

 Seguimos nossa viagem até chegar perto de uma floresta,quando um monstro metade homem metade touro bateu em nosso carro, nosso carro quando se chocou com a enorme criatura amaçou e quebrou os vidros e fomos parar à 10 metros daquele local. Minha mãe estava inconsciente e com sangue na cabeça, a criatura estava também no chão mais rapidamente se levantou eu, estava com a mão quebrada. Sair do carro rapidamente e tentei tirar minha mãe do carro também mas, com a mão quebrada não conseguia, Eu olhei para criatura que parecia um minotauro e ele estava vindo em minha direção parecia querer me pegar, olhei para o chão, e vi um tênis voador com um bilhete nele nem conseguir ler os calcei rápido e comecei a pular tentando fazer eles funcionarem, quando vi o monstro em minha direção, comecei a correr. Quando vi estava voando parecia ter prática com aquele sapatos. O Monstro ainda estava atrás de mim estava 2 metros acima dele ele pulou e me pegou pelos pés e me lançou no chão,por sorte não foi com muita força pois do contrário eu teria me ferido muito,levantei de novo e minha mão doía muito era a mão esquerda que estava quebrada,novamente o mostro veio em minha direção tentando desferir um forte soco em mim,porém alguém me salvou me empurrando para o lado desviando do golpe do homem touro,percebi que ele era metade bode,minha vontade era de perguntar o que ele erá porém não era hora de perguntas e sim de ações,o homem bode ficou em minha frente e pegou uma espada tentando acertar no minotauro,porém não lê causou efeito e o minotauro o lançou para o lado batendo enel com sua mão,então o monstro veio em minha direção tentando me acertar com seus chifres e logo eu desviei e o minotauro bateu em um árvore deixando o chifre preso então uma adaga apareceu em minha frente e eu enfiei no monstro. Monstro paralisou parecia esta envenenada. Eu olhei para os lados e o homem bode tinha levantado e logo estava acenando para mim e eu desmaiei,acordei 3 dias depois num tipo de enfermaria o meu amigo Sátiro me informou corretamente o que tinha acontecido e também sobre o meu pai,disse que meu pai quando veio pra terra veio em busca de saber como funcionava a vida dos mortais porém um dia ele acabou conhecendo minha mãe e se apaixonaram e tiveram um filho que era eu,depois disse a ela que não podia ficar com ela pois os Deuses não aprovavam e teve que ir em bora e seu nome era Hermes o deus dos viajantes,o mensageiro dos Deuses,me senti alguém importante porém a dor da minha mão ainda quebrada me tirou aquela sensação,depois e ele me falou que o local aonde eu estava era o Acampamento Meio-Sangue o único local seguro o suficiente para alguém como eu viver.
Hélio Miranda
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Re: Ficha de Reclamação

Mensagem por Itssomeone em Sex 11 Out 2013, 00:16

Por qual Deus você deseja ser reclamado? Caso não queira ser um semideus, qual criatura mitológica deseja ser?
Gostaria de ser reclamado pelo Deus do Sol, Apolo.

Cite suas principais características físicas e emocionais.
Sou um jovem alto - 1,70 -, de cabelos dourados e olhos cor de âmbar. Minha pele é clara - Não bronzeada, como a maioria dos filhos de Apolo -, e tenho um porte físico atlético. Sou bem extrovertido, o que faz as garotas ficarem na minha cola. Porém tenho um defeito, meu ego é maior que o monte Olimpo, então... Não brinque com meu ego, porque não serei responsável se uma flecha cravar em sua barriga, tá?

Diga-nos: por quê quer ser filho de tal Deus - ou ser tal ser mitológico?
Eu me identifico muito com Apolo, com suas habilidades e com seu jeito de ser. Amo arcos e flechas, até tenho alguns. Amo sol, verão, praia, calor, sorvete. Adoro provocar as garotas, como Apolo provoca Ártemis, e adoro ser lindo. (=b)

Relate a história da sua personagem - não haverá um limite de linhas definidos, deixe a sua criatividade fluir.  
 Era para ser mais um dia qualquer, em minha vidinha qualquer, mas não foi como o planejado.
 O som das batidas na porta e a voz rouca de minha mãe me chamando era bem familiar.
- Andrew Stuart, vá. Acorde logo meu filho. - Ela insistia em bater até que eu lhe desse algum sinal de vida, e assim o fiz. Murmurei um fraco "estou descendo" e ela foi embora. Minutos depois decido levantar da minha cama. Depois de acordado, tomei um rápido banho e me arrumei para o colégio. Botei meus fones de ouvidos e dei play em uma música do Green Day.
 Ao descer encontro minha mãe com seus cabelos dourados presos num coque, e seu corpo envolto em um pijama servindo a mesa, para meu padrasto Anthony. Ele era um cara legal, mas ficava no meu pé por causa das notas, e meus problemas de atenção, dislexia, intolerância a lactose, alergia a nozes, rinite e outros. Minha mãe dizia que meu pai nos deixou para viver num barco de pesca há beira da praia, poucos meses depois que eu nasci. Tomei um café da manhã reforçado e fui para o colégio, minha mãe me deixou na porta.
 Meu primeiro horário era português, a Sra. Clark ela me odeia, por meu mal desempenho na leitura. Mas hoje não comentou nada sobre o atraso, apenas me fuzilou com seus olhos serenos. Era dois horários seguidos. Ao acabar era hora do intervalo. Britanny a garota mais bonita do colégio estava me encarando, ela é bronzeada, tem olhos azuis e cabelos morenos, e pernas, mas que pernas! Eu cheguei perto dela, para tentar estabelecer algum relacionamento entre nós, enquanto me aproximava da morena, o faxineiro Thomas ficava me olhando. Thomas tem problema na perna e anda de um jeito muito estranho, e sempre usa um boné.
- Britanny, hoje é seu dia de sorte. Andrew, a sua disposição! – Ela riu, eu também. A garota me fitou e abriu um sorriso malicioso.
- Sargento Andrew, está quente não? Será que não poderíamos ir para um lugar mais fresco, como a sala de música?
- Adoro música. – Disse sacando suas reais intenções. Ela segurou minha mão, e corremos pelos corredores do colégio. Chegando na sala ela me prensou na parede, e riu.
- Filho de Apolo, o jogo acabou para você! – Ao dizer ela se afastou de mim. Sua pele ficou escura, seus olhos vermelho-sangue e seus dentes muito muito muito afiados. Ela ficou de quatro, e sua perna e mão se tornaram patas, sua pele parecia couro, e seus dentes estavam cobertos de babas. Eu quase ia beijando um cão infernal. A criatura andou em minha direção, e parou. Não havia escapatória. Ou, havia? Thomas o faxineiro, entrou correndo e atirou a vassoura no bicho. Depois algo muito mais estranho, ele tirou suas calças revelando patas e cascos de algum animal peludo, que eu ainda não sabia qual era. De seu boné saíram chifres, ele era tão estranho como o cão. O cachorro se recuperou e ia avançando em sua direção, mas Thomas tirou de sua camisa uma flauta e começou a tocar as melodias. O cão se remexia estranhamente, e se aninhava em seu corpo até que ele explodiu se tornando poeira, e deixando a sala com cheiro de pólvora e tripas de cachorro.
- VOCÊ É UM JAVALI?! – Falei incrédulo, Thomas me olhou parecendo ofendido.
- Javali? Deuses já ouvi tanta coisa, mais javali? É o fim! Sou um sátiro semideus. – Informou. – Vamos, para o acampamento meio-sangue. Aqui. É. Muito. Mais. Muito. Perigoso. – Disse pausadamente, no caminho ele me explicou tudo. Ele disse que os deuses da mitologia grega são reais, assim como os monstros. Os deuses tem filhos com humanos, nós os meio-sangues. A partir de uma certa idade os monstros sentiam nosso cheiro, e começavam a nos caçar. Eu tinha 14, o que era estranho. Quando cheguei no acampamento passei um dia no chalé de Hermes esperando ser reconhecido, até que no meio da noite comecei a brilhar e uma lira dourada apareceu na minha cabeça. Quíron o centauro que eu achava estranho chegou, e me mudou para o chalé 7, de Apolo. Mas antes os filhos de Hermes me alvejaram com travesseiros, pelo sono perdido.
Itssomeone
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Re: Ficha de Reclamação

Mensagem por Serenity D. Vill em Sex 11 Out 2013, 01:07

▬ Por qual Deus você deseja ser reclamado? Caso não queira ser um semideus, qual criatura mitológica deseja ser?

Perséfone.

▬ Cite suas principais características físicas e emocionais.

Sou um pouco alta para minha idade, mas muito esguia também. Tenho cabelos loiros, lábios grossos e insinuados, olhos azuis índigo, pele profundamente branca (quase pálida), e uma constituição firme, apesar de magra. Sou muito pacífica, mas capaz de irritar-me facilmente quando as questões com as quais tenho de lidar envolvem o meu passado. Tem esqueletos que ficam melhores nos armários, e eu não gosto de remexer neles. Prefiro que meus amigos fiquem próximos, mas apenas até certo ponto. Não quero que ninguém se aproxime de mim por pena, imaginando os horrores do meu passado. Por isso, talvez eu não me aproxime realmente de ninguém, principalmente dos meninos.

▬ Diga-nos: por quê  quer ser filho de tal Deus - ou ser tal ser mitológico?

Desejo ser filha de Perséfone, por admirar sua história. Apesar de sequestrada e forçada a se casar com Hades, ela de certa forma virou o jogo, tornando-se Rainha dos Infernos não só no título, mas em autoridade também. Mais benevolente que seu marido, é conhecida por interferir a favor de muitos dos mortos, e possui também as lindas atribuições primaveris, como deusa das flores. É uma das deusas da beleza, e também da agricultura. Além disso, é poderosa em seus domínios, e respeitada no mundo superior. Por essas razões, desejo ser sua filha.

▬ Relate a história da sua personagem - não haverá um limite de linhas definidos, deixe a sua criatividade fluir.


 Bem, o que posso contar a vocês? Prometem que não vão fugir, como os outros? Não vão deixar minhas linhas, mesmo nos piores momentos? Pois o que tenho a contar, não é belo, não é simples. Trata-se de uma história antiga, desde a aurora de minha existência. Tudo começou, bem antes de eu nascer, e mesmo agora, parece irreal...

Um conto de flores e mortos.

 Desde muito jovem, eu havia sido criada pelas irmãs do edifício Lar de Caridade e Luz de Maria, um orfanato católico localizado na periferia do Queens, em Nova York. Sozinha e desabrigada, eu vagara por uma semana inteira, até que uma das freiras havia me encontrado congelando contra a parede de um beco sujo e fedorento, ao lado de uma Blockbuster de esquina. Vez ou outra, os funcionários conseguiam-me um café ou bolinho, e por mais que eu me alimente bem agora, nunca vou esquecer do sabor do creme doce, e do café quente. A fome, torna tudo melhor. E eu nunca esquecerei os rostos daqueles que me alimentaram, também. Mas, como cheguei às ruas? Provavelmente, vocês estão perguntando a si mesmos. Deixe-me contar-lhes de onde vim, e talvez compreendam.

 Filha de um floricultor chamado Travis Donald, nunca conheci minha mãe. Lembro de assistir no rosto cansado do meu pai amado, a luz da alegria e da melancolia a cada vez em que ele lembrava-se dela. Com o hábito estranho de levar algumas de suas amadas flores para o cemitério da cidadezinha de Dallas onde eu crescera, papai contara-me que conhecera mamãe numa tarde de outono, quando as flores começavam a cair. Segundo ele, mamãe havia dito-lhe que o observara de longe, e que se apaixonara por ele, ao reconhecer o amor que ele tinha para com as flores, e para com os mortos. Papai sempre respeitara a morte. Curiosamente, ele dissera-me apenas que mamãe nunca poderia ter ficado mais tempo conosco. Segundo ele, ela lhe dissera que só tinha mais alguns dias na cidade, antes de ter de seguir em frente, para sua terra natal. Papai a amara, então. Eles haviam concebido a mim, e nove meses depois, eu havia sido deixada em sua porta com uma orquídea branca, e uma carta de amor que eu nunca pude ler.

 Para papai, que nunca soube a identidade verdadeira de minha mãe, receber uma filha desconhecida em seus braços poderia significar apenas a sua morte. Em luto, ele passou grande parte de minha infância triste, e com semblante cansado. A única coisa que o mantinha sorrindo, era sua floricultura. E eu, é claro. Com o passar dos anos, passei a compreender que era diferente de outras meninas. Todas tinham mãe e pai, e eu nunca vira a minha. Acreditando que de alguma forma eu a matara no parto, ou que eu fora má para que ela não me quisesse, tornei-me rebelde e muito agressiva. Foi quando, por acidente, provoquei um incêndio na floricultura. Papai se negara a me levar para um passeio na cidade em um sábado, e depois que ele saíra do escritório para cuidar das flores, eu havia derrubado uma garrafinha de álcool utilizado para limpar o balcão, sobre uma pistola de cola quente, ligada à tomada para fazer um arranjo encomendado. A tragédia foi imediata. Salvando-me, ele tirara-me do local enquanto o fogo consumia o nosso sustento. Aquele, foi o início da nossa ruína. Eu só não imaginava, que tudo estivesse bem mais relacionado a mim do que eu supunha.

 Após recuperar-me da inalação de fumaça, recebi a notícia de que o Conselho Tutelar me enviaria à um reformatório, e que meu pai nada poderia fazer, pois a polícia havia constatado que o incêndio fora intencional. Aquilo arrasou com ele. Deprimido, meu pai mergulhou na bebida, e contraiu dívidas com pessoas perigosas, para reconstruir a floricultura. Levada ao primeiro abrigo pelo qual tive o desprazer de passar, fiquei aos cuidados do odioso Padre Mong, sendo enviada para um ar adotivo em Nova York, para ficar longe de papai. Descendente de coreanos naturalizados americanos, ele mais parecia um maracujá envelhecido, do que um homem. Mas isso não era o pior sobre ele. Com meus singelos nove anos, não tinha noção dos horrores aos quais ele me expunha. Tão nova, fui abusada e maltratada de muitas formas por aquele ser tido como bondoso e confiável por todos. Lembro-me até hoje de tê-lo odiado. E por muito tempo, acreditei que apenas o ódio poderia defender-me das pessoas. Fugindo do meu lar adotivo, vaguei pelos próximos meses, alimentando-me com a caridade dos funcionários da Blockbuster. Ao ser encontrada por irmã Cynthia, desnutrida e revoltada com o mundo, fiquei surpresa com seu amor e compreensão. Ela foi a primeira influência positiva feminina, que tive em minha vida.

 Os três anos seguintes foram mais fáceis, mas a dor da perda de meu pai, ainda que ele estivesse vivo, era como uma presença frígida em minha alma. Mentindo meu nome, deixei de ser Melinda, e tornei-me Serenity. Como a ausência de um sobrenome poderia ser problemático, respondi Dean Vill. Nervosa, eu sabia que Cynthia não se deixara enganar. Mesmo assim ela concordou em proteger-me do lugar do qual eu fugira, indo contra suas próprias crenças na verdade, e mentindo por mim. O maior sacrifício que alguém já fez por mim. Depois, crescer foi fácil em uma escola decente e com pessoas amorosas. Mas eu não tinha notícias de Travis, meu pai. Até meu aniversário de quinze anos. Foi quando vi meu pai outra vez. Eu gostaria de dizer-lhes que ele encontrou alguém, que foi feliz. Mas esta não é uma história de amor, ou para idealistas. Quando vi meu pai outra vez, conheci também quem eu era. E não de uma maneira agradável. Foi numa manhã particularmente fria de fevereiro, quando uma camada de neve branca cobria o pátio do Lar de Caridade e Luz de Maria, ou L.C.L.M., como eu chamava. Eu estava correndo quando meus tênis All-Stars gastos escorregaram no piso congelado. Lutando para não cair, segurei-me na fonte com o Arcanjo Gabriel, que fitava nosso lar com paz e tranquilidade constantes. Eu até mesmo escolhera meu nome por causa daquela estátua. Serenidade. Serenity. A primeira coisa que me veio à mente quando o vi. Agora, além dele mais alguém me observava. E sua presença, foi como uma presença obscura, que eclipsou o sol. Tudo escureceu, como se morresse. Como se nada mais pudesse ser ardente, vívido.  

- Você é tão bonita quanto eu ouvi dizer. - o homem me disse, com certo desprezo em sua voz. Havia ali certa amargura também, e ressentimento. - As crias de minha esposa não são numerosas, pequena. Você deve saber o porquê.

- Ahn? - foi a coisa mais inteligente que eu pude dizer. Ou seja, nada. Sinceramente, se eu soubesse com quem estava falando, provavelmente teria me comportado ainda pior. Ou não. Vai saber...

- Você não tem a menor ideia de com quem está falando, não é mesmo, menina? - fiz que não, assustada. Eu queria correr e chamar por Cynthia, mas ela não parecia estar em lugar algum. Aliás, ninguém parecia estar em lugar algum. Era tudo silêncio, sombra e céu nublado. Estranhamente nublado. - Eu sou Hades, deus dos mortos. Senhor do submundo, dos tesouros da terra, e blá, blá, blá...

- Espera! - berrei. - Você é O Hades, tipo... O Hades mesmo? Tipo o do Cavaleiros do Zodíaco?

- Nem me fale neste desenho. Como se eu fosse me abrigar num corpo humano... Ainda mais naquele corpo! - não entendi o problema. O Shun era gatinho. - Mas isso não vem ao caso. Eu vim até você, jovem mortal, com um aviso. E com um conselho. Minha mulher tem sido, por diversas... Inapropriadamente benevolente com os seres humanos. E por outras vezes, muito agressiva quando se trata dos meus próprios filhos. Ainda mais agora, que Zeus revogou aquela estúpida restrinção aos Três Grandes, e... Bem, você deve estar confusa. Devo apenas lembrar-lhe que não lhe farei mal. Isso seria uma dor de cabeça secular. Mas você não poderá mais fazer parte deste mundo. Deve se reunir aos seus semelhantes no Acampamento Meio-Sangue, ou não durará muito tempo. Seu cheiro já atraiu a atenção de um trio de ciclopes que vive nos becos próximos deste orfanato. Os filhos de minha mulher parecem ter uma fragrância excessivamente agradável. Apesar de não serem os mais poderosos, são muito detectáveis...

- Por que está me ajudando? - indaguei, totalmente desesperada. Se a mulher dele era minha mãe, e ele era Hades, eu era filha de... Perséfone? Bem, desde que eu me livrasse daquele tio louco, já estaria feliz... O que era aquela blusa do Slipknot? Cara, ela parecia não ter sido lavada há séculos...

- Não estou te ajudando, semideusa. Estou me desculpando por uma... Atitude impensada. - Hades pareceu encarar os próprios pés, ligeiramente incomodado. O que era tão grave a ponto de incomodar um deus? A resposta veio quando ele abriu a mão esquerda, e o espetro de meu pai surgiu diante de meus olhos. Ele parecia cansado, pálido da morte, mas muito feliz. O lugar onde ele estava era bonito. Mas, se Hades era o deus dos mortos, e havia invocado meu pai, isso significava... ?

 O choque foi demais para mim. Chorei alto, e meu peito apertou-se numa convulsão arbitrária e desleal. Sentei-me na fonte, encarando minhas mãos enluvadas. Eu só usava roupas doadas pelos outros, mas nunca havia pensado muito nisso. Era estranho como naquela hora, eu estava focando no fato de que minhas luvas cinzas eram maiores que minhas mãos, para desviar a atenção da minha dor. Não funcionou. Depois, encarei Hades com ódio. Ele havia feito aquilo? Por quê? Meu pai era um homem comum, nunca poderia representar ameaça a ele!

- Os deuses são tão egoístas quanto os humanos, minha jovem. - ele não parecia irritado, mas eu sabia que estava lendo meus pensamentos, e meu ódio também. - Eu não a culpo. Também me odiaria agora. Muitos antes já me odiaram, e aqui estou. Agi por ciúmes, e num espasmo de fúria, descontei em seu pai o afeto que Perséfone sentiu por ele, e que por vezes ainda nega a mim. Permiti que algumas barras de ouro surgissem em seu jardim, e elas carregavam uma poderosa maldição. Usando-as para pagar os seus agiotas, seu pai acabou condenando a si mesmo e a eles, à morte. Um dos mafiosos mais conhecidos de Nova York quis saber de onde aquele ouro estava vindo, e matou seu pai e os próprios comparsas, buscando a origem do metal precioso que eles tanto escondiam. Nada encontrou. Mas então eu conseguira o que queria. Sou muito bom nisso.

- Por que? - indaguei, horrorizada. Eu não me referia ao motivo de suas ações, mas sim ao motivo para que ele estivesse me contando aquilo tudo. Não tinha certeza se ele entendia, mas ele sorriu. O odiei ainda mais.

- Porque eu posso. - e então percebi que, diante de qualquer pergunta que eu fizesse, a resposta seria a mesma. Ele, e todos os deuses, conseguiam o que queriam, porque podiam. E depois de ver meu pai daquela forma diante de mim, não havia espaço para dúvidas. Odiei minha mãe por ter entrado na vida de papai, e ferrado com tudo. A linda Perséfone, uma baita chave de cadeia!  - Controle os pensamentos, menina. Sua mãe a ouve. - "Ela que se dane!", eu quis gritar, mas me detive diante do deus da morte. Ele me dava muito medo. - Não se preocupe com seu pai. Ele vive nos Elíseos. Sua mãe assim garantiu, aliando-se à vida correta e exemplar que ele levou. Os meus juízes nada tiveram a levantar contra ele.

- E o quê eu faço agora? - indaguei, como uma boneca de pano, vazia. Sem alma.

- Espere um jovem de muletas. Ele deve estar aqui pela manhã. Siga-o sem questionar, e o mais depressa possível. O sátiro disfarçado a levará até um lugar seguro para todos os semideuses. Sei que não posso pagar minha dívida com você, criança. Mas nem todos têm a honra de me ver pessoalmente, em seu primeiro contato com o nosso mundo. Considere-se honrada. - de um jeito estranho e selvagem, eu sabia que Hades estava me provocando. Ele virou-se para sair, e o chamei de volta, gritando "Hades!", bem alto. Ele olhou, sorrindo.

- Muito obrigada por matar o meu pai, e vir aqui me dizer isso. Obrigada por contar sobre minha mãe ausente, e por me causar mais dor que qualquer outro. E eu conheço sobre dor. A minha mãe deve ter visto, sentada no trono dela, ou fazendo qualquer coisa que vocês façam no tempo livre! Estou imensamente grata! Não vejo a hora de retribuir o favor. - disparei, revoltada. Ele era tão egocêntrico.

- Às ordens, minha dama. - sumindo num vórtice de sombras, Hades se foi. O tempo voltou a correr, e o sol surgiu novamente. Quem era o deus do sol? Apolo? Bem, ele não devia estar feliz com a interrupção do seu trabalho. Chocada e nervosa, corri para o meu quarto, sem saber o que fazer.

 Foi o pior aniversário da minha vida. Por que essas merdas tinham que acontecer sempre quando eu estava tendo um pouco de felicidade na minha vida? Imaginei que se Hades não era bom aliado, muito menos bom inimigo. Jamais poderia fazer nada para vingar papai. Devia deixar isso para alguma deusa de vingança, ou para alguém responsável por trazer justiça ao mundo. Eu estava sofrendo muito mais pela minha perda, do que julgara possível. Eu lamentava os momentos que nunca teria com meu pai. Tudo por causa do meu maldito incêndio. A tarde em que eu destruíra nossas vidas, nunca sairia da minha mente. Apática, segui o sátiro disfarçado de deficiente que surgiu no Lar de Caridade e Luz de Maria, no dia seguinte. Cynthia não sabia, mas eu jamais voltaria, se pudesse evitar. Não queria vê-la morta como todos os outros. Triste e abatida, resolvi que odiava aquele mundo, e principalmente minha mãe. Como ela podia ter permitido tanta crueldade com meu pai? Não era certo que os deuses interferissem daquele modo no mundo humano. Mas... De certa forma, Hades não interferira. Ele apenas criara o ouro. A decisão de usá-lo para as dívidas foi de papai. Se ele tivesse usado o ouro na floricultura, nada teria acontecido. Mas Travis jamais deixaria de pagar a um credor. E Hades também sabia disso. Rendendo-me, senti-me sonolenta e exausta (emocional e fisicamente), quando chegamos ao Acampamento Meio-Sangue. A placa estranha com o nome estava pendurada em grego antigo, mas eu pude lê-la. Nervosa e ansiosa, segui o sátiro pelo local, ignorando qualquer olhar direcionado à novata esquisita. Sem poder esperar para descansar, deitei-me na maca de uma enfermaria bonita e dourada, com símbolos e frascos estranhos por toda a parte. Não fui atacada por ciclopes, mas a correria era cruel. Incapaz de vivenciar minha própria realidade por muito mais tempo, desmaiei para o esquecimento...

E aqui, é o ponto onde nossa história acaba. Acordei no Acampamento, na Enfermaria Central. Uma papoula entrelaçada à um narciso brilharam imponentes sobre a minha cabeça. Sem saber o que fazer, ou onde ir, ouvi o nome de minha mãe ecoando nos lábios de outros semideuses. Perséfone, Perséfone. Irritadíssima, fingi ouvir os conselhos de meu sátiro protetor, Cillas, e caminhei até o Chalé 26, totalmente coberto de flores em suas janelas e telhado, embora parece um tanto frio e mortuário, também. Era um contraste entre a vida das flores, e a morte do mármore negro. Era lindo, admiti, sem vontade. Mas nada apagaria a minha raiva. Não durante um longo tempo. Sem saber como segui, contei minha vida a vocês. Agora, só posso esperar que aguardem, para o que ainda está por vir...
Serenity D. Vill
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Re: Ficha de Reclamação

Mensagem por Mia D. Swanne em Sex 11 Out 2013, 14:32

▬ Por qual Deus você deseja ser reclamado?

Héstia

▬ Cite suas principais características físicas e emocionais.

Equilibrada, Estrategista, Doce, Carinhosa, Familiar, Forte, Inteligente, Tranquila, Madura.

▬ Diga-nos: por quê quer ser filho de tal Deus?
Héstia é a Deusa do Lar e da família, e sua prioridade sempre são os laços e os sentimentos envolvidos dos dois lados das crises e situações. me identifico a ela por sua doçura e tranquilidade, sua paciência lidando em todos os aspectos do lar sem nunca esquecer se de ser forte para proteger aqueles que ama. Sempre fixa e imutável.

▬ Relate a história da sua personagem:
Mia engoliu em seco ao ouvir as perguntas do policial.
-Vamos? Já que esta sem documento ao menos me diga seu nome completo e quem são seus pais...
-Éh... Você precisa saber disso mesmo?
Policial: -Sim... Ou você tem algo contra isso? -ele se aproximou do rosto dela... -Você esta drogada?
A Menina revirou os olhos... -Não! Só com medo de ser mandada para um hospício... Não tenho o dom de mentir...
O Guarda suspirou. -Ora...
A Jovem olhou ao longe a porta por onde tinha entrado, voltou seus olhos para sua mão algemada a cadeira. Suspirou. Estava com preguiça, seria um grande esforço sair dali... Por que não aparecia um minotauro, uma hidra ou até mesmo um ciclope feiosos querendo confusão? Eles só apareciam mesmo nos momentos errados...
-E Então? Não vai falar? -o policial a observava atentamente,Mia respirou se aprontando para começar a falar.
-Acho melhor você se sentar se quiser ouvir a verdade...
Ele puxou uma cadeira sentando se a frente dela. -Ok. Pode começar...
Ela mordeu os lábios refletindo quanto tempo demoraria para Quíron sentir falta dela. Começou.
-Bem... Meu nome completo é Mia Ducci Swanne. Nasci a poucos anos atrás mas, me considero atualmente com dezessete anos e... Tenho um pequeno probleminha de crescimento precoce... Fui educada no Internato Howell para filhos de semiDeuses. Meu pai é um SemiDeus chamado Jake G. Armstrong, filho do Deus da Guerra Ares, sendo assim meu avô. Minha Mãe é a Deusa dos Lares e Lareiras Héstia, ela é ausente na minha educação por isso tenha certeza que ela não vem me buscar. Moro com meu Pai e mais... Alguns outros semiDeuses e Centauros. Há dois anos atrás fui atacada por uma Erinia lá no Internato, depois disso meu pai decidiu que o melhor lugar para mim era embaixo dos olhos de todos no acampamento meio-sangue onde sou treinada para me tornar uma guerreira de honra e valor e trazer orgulho a todos! Thanrãn!
A Garota terminou sua narrativa com um belo sorriso enquanto o policial a encarava assustado com a boca aberta e dificuldade em pronunciar qualquer coisa. Ele se levantou murmurando até conseguir voltar a falar. - Criança... Bem... Acho que vou chamar um médico para te examinar... -Virou se para sair mas parou a fitando novamente por um momento. - Você não esta drogada, esta?
Ela queria estrangulá-lo. -Não!! - Ele coçou a cabeça e saiu...
Mia fechou a cara fazendo bico de tanto tédio. Ela não estava louca, Por Zeus! Enquanto esperava tentou relaxar se largando na cadeira, precisava parar de se penalizar por ter sido burra o suficiente para sair pra fazer missão sem um único documento e pior, deixar-se ser pega em uma blitz da policia. Fechou os olhos puxando as lembranças da sua memória...
...
Mia Ducci Swanne. Dois anos atrás. Aparentemente uma criança de oito anos de idade. Ela olhou para seu uniforme do internato sujo de sangue... O Olhar vai para a criatura caída, um tipo de mulher com asas e garras. Da asa direita rasgada jorra o liquido escuro e denso. Mia sentiu a cabeça girar, tenta conter as lágrimas mas não consegue deixando se soluçar convulsivamente. Por que havia feito aquilo? Não havia sido apenas para se alto defender, foi por mais que isso... por puro prazer... Por instinto a menina começa a recuar murmurando palavras sem sentido; não conseguia entender por que fazer mal aquela criatura havia lha feito tão bem. Virou-se, as lágrimas embaçavam seus olhos castanhos, mesmo assim começou a correr, não via nada, só queria correr, correr para bem longe dali. Correu até bater em um corpo de calor conhecido. Os braços a envolveram num consolo.
- Papai... - ela murmurou ainda soluçando, reconhecendo o forte cheiro de guerra que exalava dele.
- Shhhh... Esta tudo bem agora... Você fez o que precisava ter feito... - ele acariciou os cabelos negros dela aninhando a contra si.
Mia escondeu seu rosto no peito dele o encharcando com suas lágrimas. - Mas... Mas... Isso é errado... Eu machuquei por prazer...
Jake não conteve um sorriso, puxou delicadamente o rosto dela para fita-lo nos olhos. - Guarda um segredo? Eu também sentiria... Isso não é errado. Faz parte de mim, de você, de quem somos. Quando digo que você é mais minha filha, mais neta de Ares do que filha de Héstia não é por conclusões precipitadas.
Ela sorriu ao pensar em como era fisicamente parecida com a mãe, mas suas personalidades eram completamente opostas. Abraçou Jake mais forte.
...
Um ano e meio se passou, os dois estavam voltando para o acampamento depois de fazerem compras para os suprimentos do acampamento. Jake dirigia enquanto Mia, já começando a ter a aparência de adolescente, mirava a paisagem pela janela.
-Como Conheceu minha mãe? – a pergunta dela cortou o silencio e tirou Jake dos mais profundos receios pelo rápido crescimento de sua filha.
-Eu... Porque quer saber? Não vai fazer diferença nenhuma para você...
-Sim, mas... Você não pode me contar mesmo assim?
Ele suspirou. -Mia eu... Acho melhor não.
Ela deu de ombros. –Ta bom então...
Jake sentiu um nó na garganta, fitou o rosto dela pelo retrovisor. O rosto adolescente desabrochava, a expressão desapontada. Odiava vê-la assim...
-Eu fui enviado para uma missão em Roma... Lá conheci sua mãe. Passei a noite com ela. No outro dia fui embora. Meses depois me avisaram que Héstia me chamava, quando cheguei a Roma ela me entregou você. No começo não entendi, eu havia estado com ela apenas há alguns meses atrás, mas ela me lembrou quem era a deusa e quem era o SemiDeus. Acredite, eu e sua mãe nunca demos certo. E lá estava eu, um adolescente SemiDeus com um pacotinho minúsculo e frágil, de olhos castanhos enormes que me dava um trabalho e que em menos de um ano tinha os cabelos mais negros e longos que a noite e falava com um papagaio...
Mia virou-se no banco estudando a expressão dele. -Por que não queria me contar isso? Traz... Dor a você?
Ele deu de ombros. -Não. Acho só que estou virando um daqueles pais paranóicos e loucos que só tem preocupações na cabeça... Jake fez uma careta e sorriu ao vê-la rir como resultado.
...
Mia teve suas recordações interrompidas, um assobio conhecido e irritante ali na delegacia. Sorriu ao ver o dono daquele assobio, Jake vinha em sua direção com um brilho de humor nos olhos.
-Até que enfim alguém deu falta de mim!
Ele retribui o sorriso. -Sim, percebi que o Acampamento estava calmo demais e vim procurar você baixinha...
Karol libertou-se da algema e sussurrou. -Vamos embora antes que o guarda que acha que eu to drogada apareça...
Jake arqueou a sobrancelha, assim que ela se virara para a saída o policial entrou.
-Droga... –ela praguejou.
O Policial examinou Jake de cima a baixo. –Você é? O SemiDeus sorriu. –O Pai dela.
O Policial engoliu em seco, os dois deveriam ser irmãos, não pareciam ter tanta diferença de idade. Sorriu falsamente, se queriam tentar enganá-lo iriam ver só.
-Ah, então o senhor é Jake Armstrong, SemiDeus filho de Ares que mora com centauros e outros SemiDeuses num acampamento e que é casado com a Titã Héstia?
Jake arregalou os olhos. –Como??
O Guarda sorriu novamente se achando esperto. –Sim, sua filha mesmo me contou... Ela estaria drogada?
Jake virou-se para Mia tentando segurar o riso. –Que feio! Tentando enganar o seu guarda! Vai ficar uma semana de castigo Mocinha! Sorriu para o policial mostrando se compreensível. –Perdoe-me seu Guarda, prometo que ela nunca mais fará isso, de agora em diante só ira dar informações certas! Vai ficar uma semana de castigo sem treinar e sem missões! Primeiro e que mais me assustou; eu e Héstia não somos casados e ela também não é uma titã não é Mia? Aliás, titã é masculino, a palavra certa do que ela não é, é titãnide. Héstia é uma Deusa Olímpica e no acampamento não moram só centauros e SemiDeuses, moram também sátiros, ninfas e outros seres mitológicos...
O Guarda os olhou sem saber o que fazer, os olhos arregalados para aqueles dois jovens certamente drogados.
Mia abriu um sorriso e puxou Jake dali antes que o policial pudesse tomar uma atitude. O SemiDeus acenou já da porta para o Guarda.
-Até logo Seu Policial, desculpa a pressa, mas é que ainda temos uma dracna para matar. E, aliás, ela não esta drogada e eu também não!

Mia D. Swanne
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Re: Ficha de Reclamação

Mensagem por Nathan Diego em Sex 11 Out 2013, 21:32

▬ Por qual Deus você deseja ser reclamado?
Apolo

▬ Cite suas principais características físicas e emocionais.
Fisoco: Moreno, corpo atlético(rs) e olhos pretos.
Emocional: não sou muito de me misturar, sou mais na minha e escolho muito bem meus amigos,gosto bastante de música mais não gosto muito de esportes.
▬ Diga-nos: por quê quer ser filho de tal Deus?
Bem, primeiramente, eu me caracterizo muito com Apolo como o gosto pela música, medicina e arco e flecha .
▬ Relate a história da sua personagem - não haverá um limite de linhas definidos, deixe a sua criatividade fluir.
Então, como sempre, estava na praia, eu quase vivia lá, minha mãe dizia que eu só podia ser um peixe, mas na verdade eu gostava de sentir o sol no meu rosto, aquilo me ajudava a pensar melhor, Bem fiquei lá olhando para o mar e delirando na sua imensidão até que resolvi entrar, a água estava gelada no início mais fui nadando até não conseguir mais encostar no chão, fiquei lá por um tempo até que me cansei e fui deitar na areia, a praia era cercada de pedras gigantes, me reencostei em uma delas até que senti um tremorno chão, fiquei um pouco assustado mais não liguei, então resolvi escalar aquela pedra e ao olhar para o outro lado soltei um grito de horror, lá estava um carangueijo gigante que mais parecia um caminhão, assim que o vi tentei não fazer barulho, alguns turistas vinham passando, tentei avisa-los com alguns gestos mais eles nem repararam, só não fiquei confuso pois o medo tomava conta de mim, saí correndo para casa e contei tudo a minha mãe ela ficou assustada mais nem desconfiou e disse a mim que não saísse mais hoje, tentei fazer perguntas mais ela me mandou direto pro quarto, fiquei lá e adormeci. De manhã minha mãe me disse que depois do almoço precissávamos conversar e que depois sairiamos, fiquei um pouco confuso, achei que me levaria ao um sanatório ou coiso do tipo mais foi bem pior, terminei de comer, lavamos a louça e nos sentamos para conversar.
-Filho, sei que deveria ter te contado antes mas esperei até que você visse por conta própria um pequeno "exemplo" do que está por vir - disse minha mãe nervosa.
- mãe? do que você está falando?
- aquele "carangueijo" na verdade era um...um ser mitológico, sabe da mitologia grega!
-ok, não posso dizer que você está louca pois eu tambem o vi mais mitologia grega! ah cara deveria não ter faltado tanto nas aulas de História! não podia ser algum ser de um conto de fadas ou coisa do tipo? - falei para disfarças a surpresa, puxa! - más mãe, vamos dizer que se o que você estiver dizendo é verdade, algumas pessoas pareceram nem perceber que o carangueijo existisa!
- é porque você não é igual aos outros, filho, você é filho de um deus, o qual não posso revelar pra você, terá de descobris sozinho, e filho o lugar pra onde vou levar você é cheio de pessoas especiais como você, meios-sangues, metade deus metade mortal, lá vpcê aprendera a treinar suas habilidades e se proteger de monstros como aquele!
E foi assim que a parte boa começou :)
Nathan Diego
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Re: Ficha de Reclamação

Mensagem por 077-ExStaff em Sex 11 Out 2013, 23:37



Avaliação

Rafael Blaze; cara, sendo sincero, sua ficha não ficou boa. Pelo menos, eu acho isso. Vi alguns erros de pontuação, acentuação e ortografia e principalmente, algo muito chato, o modo como estruturou seu post. Você poderia ter usado cores para as falas, poderia ter usado algumas coisas que o deixariam mais atrativo. Enfim, os erros que citei, poderiam ser corrigidos de boa, se usasse o word ou algum corretor ortográfico. Ah, sim, nunca use um meme ou emoticon em um post narrativo, isso o deixa menos interessante. Portanto, reprovado. Boa sorte em sua próxima ficha, Rafael!

Bruno Di Angelo; suas respostas foram vagas demais, confusas e nada atrativas. A sua história se resume apenas no dia em que chegou no acampamento? Aliás, que resumo mal feito. Faça seus post's com calma, garanto que se sairá melhor. Atente-se aos erros e use um corretor ortográfico e tente não resumir tanto sua história, pense em uma trama para sua personagem, isso garante pontos. Portanto, reprovado. Boa sorte!

Hélio Miranda; você poderia ter explorado mais a sua história, ter explicado com mais detalhes. Também achei suas repostas vagas, o que me deixou com pouca vontade de ler sua ficha. Portanto, reprovado. Siga os mesmos conselhos que dei aos seus colegas logo acima e refaça sua ficha, boa sorte!

Itssomeone; bem, optei por te aprovar, ao ler sua história. Não tenho muito o que dizer, tamanho não é documento, por isso está aprovado. Apenas tente usar cores para separar falas e ações, etc. E use o word em seus post's, te ajuda a achar erros que algumas vezes não são notados. Enfim, bem-vindo e parabéns, cara!

Edit. por Eos: Player Itssomeone, não atualizado. Seu nick está inadequado pelas regras do fórum. Peça a atualização no tópico adequado e depois de regularizado envie uma MP, com o link da avaliação da ficha, para um ADM.

Serenity D. Vill; aprovada. Narra bem, não achei nenhum erro de acentuação, pontuação ou ortografia em sua ficha, o que não quer dizer que não deve revisar seus textos mais de uma vez, para ter certeza. O modo como se comunica com o leitor no começo da história, me fez ter vontade de lê-la, me envolveu. Parabéns, filha de Perséfone!

Mia D. Swanne; não tenho muito o que dizer à respeito de sua ficha, foi o bastante para ser aprovada. Siga os conselhos logo acima e tome cuidado com seu texto, revise-os bem. Bem-vinda e parabéns, filha de Héstia!

Nathan Diego; infelizmente, não foi o bastante para ser aprovado. Cara, abuse de sua criatividade, explique melhor sua história, não tenha pressa em criá-la e muito menos em postá-la, revisando todo o texto antes. Use o word ou corretor ortográfico para lhe ajudar com alguns erros e boa sorte em sua próxima ficha!
~Att por Eos~
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Re: Ficha de Reclamação

Mensagem por Gabriel Dotting em Sab 12 Out 2013, 00:44

▬ Por qual Deus você deseja ser reclamado? Caso não queira ser um semideus, qual criatura mitológica deseja ser?
Gostaria de ser reclamado por Apollo

▬ Cite suas principais características físicas e emocionais.
Alto(1,83 m), magro(67 kg e 200 g), pele meio clara, cabelos loiros, ativo, barulhento, doido, esperto, não suporta ver injustiças, virtuoso, concentrado, geek, adora resolver coisas difíceis, como o cubo mágico e aquelas caixinhas mágicas

▬ Diga-nos: por quê  quer ser filho de tal Deus - ou ser tal ser mitológico?
Porque minha vida tem muito a ver com Apollo, o deus do arco e flecha, do sol e da música

▬ Relate a história da sua personagem - não haverá um limite de linhas definidos, deixe a sua criatividade fluir.

 
26 de Novembro de 2013, em uma pequena cidade em Oklahoma, Gabriel estava normalmente indo para a escola com o melhor amigo dele, Yan quando ele percebeu um beco que dava de atalho para a escola, Gabriel entrou nele e achou um homem, mesmo sabendo que ele poderia muito bem assaltar Gabriel, ele continuou, quando ele chegou a escola sentou-se na carteira, esperando a aula começar
  Depois da aula, quando o sinal bateu, Gabriel voltou para casa com Yan, pegando o mesmo beco, o homem que amedrontara antes, ainda estava lá quando eles voltaram, mas quando Gabriel ia saindo do beco, o homem se transformou em uma criatura estranha, uma mistura de cobra com humano, que avançou para Gabriel, que desviou do ataque, ouvindo o som do sibilo, vendo uma lata de lixo, pegou a tampa e usou como escudo, por um tempo deu certo, até que a criatura cravou as unhas na tampa, que se partiu depois com um golpe dela, sem o “escudo” Gabriel não poderia fazer nada, a não ser pedir um conselho pro seu amigo que era fera nessas coisas.
-Yan, oque é essa coisa?!
-É uma Górgona, são que nem a Medusa, mas elas não fazem você virar pedra – disse Yan com tom positivo
Yan, achando uma camiseta num varal, tentou escalar até lá para pega-la, e jogou para Gabriel.
-Cara, oque eu faço com uma camiseta?!
-Use como uma funda!
       Assim Gabriel que achou uma pedra, acertou em cheio a cara da Górgona, que ficou nocauteada e deu uma chance para fugirem, não desperdiçando a chance, correram como nunca até a casa de Gabriel, procuraram o arco que sua mãe havia lhe dado de presente naquele mesmo dia, acharam ele e depois que Yan e a mãe de Gabriel explicavam oque estava acontecendo e para onde o levariam, Gabriel colocava tudo que poderia ser útil levar para esse tal lugar, protetor solar, muda de roupa, escova e pasta de dentes, tudo menos o telefone celular, pois Yan explicou que não era uma boa idéia, pois atraía monstros como aquele, assim como computadores, tablets e outras coisas que transmitiam um sinal eletromagnético, assim que Gabriel terminara de arrumar a mochila, a mãe dele pegou seu velho Dodge Challenger 69 e partiu para Nova York, mais precisamente para Long Island, onde iria para um lugar chamado “Acampamento Meio-Sangue”, foram 3 longos dias de viagem e comendo em Diners sujos e porcos ao longo da estrada, no meio da viagem, quando já estavam em New York City, pararam no McDonalds, e ele viu a coisa mais macabra, estranha e louca que já tinha visto, quando abriu o Big Mac para colocar o ketchup, ele percebeu que o hambúrger dele estava brilhando, e perguntou para Yan oque era aquilo
-Cara, oque que é isso?
-Mano é um tipo de veneno que só afeta semideuses, por exemplo, você
Então Gabriel foi até o balcão e disse
-Vocês ainda tem uma sacolinha para levar para viagem?
-Temos
Então o atendente foi e pegou a sacola para viagem, e na mesma hora que terminou de empacotar tudo foram embora, rumo a Long Island, chegaram lá sem nenhum problema, viu uma casa de madeira, parecia a casa de brinquedo com que sua prima costumava brincar quando era criança, mas não era rosa, quando chegaram lá Gabriel e Yan entraram no acampamento, e Gabriel disse isso para a mãe
-Tchau mãe
-Tchau filho
  Neste exato momento, Yan tirou as suas calças, e Gabriel pensou:[What the fuck??!!] mas ele disse
-Cara quê que é isso? - perguntou Gabriel em tom calmo
-Eu sou um sátiro, um híbrido de bode com humano, nós fomos criados com o propósito de proteger e trazer vocês, semideuses para cá, para o Acampamento Meio-Sangue
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Re: Ficha de Reclamação

Mensagem por Desirée H. Crawford em Sab 12 Out 2013, 13:31

Ficha de Reclamação


▬ Por qual Deus você deseja ser reclamado? Caso não queira ser um semideus, qual criatura mitológica deseja ser?
Gostaria de ser reclamada por Hefesto.

▬ Cite suas principais características físicas e emocionais.
Tenho um corpo definido de uma altura normal para a minha idade. Meus cabelos negros lisos que medem até o centro das costas, olhos de coloração esverdeada.
Sou meio que dramática, não procuro amigos mas quando faço eu tento sempre conservar e ser honesta com eles e honestidade é um dos meus defeitos, sempre que sou honesta acabo magoando as pessoas. Pretendo sempre ser eu mesma, não mudar minhas opiniões e meu caráter por indivíduos. Acontece que sou perfeccionista e muito depressiva, o que me torna vulnerável. Sei quem são meus amigos e inimigos pelo olhar, não gosto de ser íntima de ninguém.


▬ Diga-nos: por quê  quer ser filho de tal Deus - ou ser tal ser mitológico?
Hefesto é um deus muito privilegiado por mim, gosto do que faz e as conquistas que consegue. Ele faz suas próprias coisas sem ajuda de ninguém, e isso me faz identificar com ele pois não gosto de ser presenteada por coisas que gosto de fazer.

▬ Relate a história da sua personagem - não haverá um limite de linhas definidos, deixe a sua criatividade fluir.
Eu nasci em Los Angeles, Califórnia, no ano de 1997. Morava com minha mãe Amy Crawford, na época uma cantora e atriz muito famosa. Eu tinha muito orgulho da minha mãe, de como ela era e que mesmo com a fama não havia perdido o caráter dócil e humilde de sempre. Lembro-me das vezes em que ela cantava para mim, para eu poder dormir calma e tranquila. Eu amava minha mãe mais que qualquer outra coisa no mundo e sentia que isso era recíproco dela. Ela vivia falando do meu pai, do pai que eu nunca conheci. Ela se apaixonara por ele de verdade, dizia que aqueles dois dias ao lado dele foram os melhores da sua vida e insistia em dizer que ele voltaria, eu não à culpo, e na verdade, eu esperava isso junto a ela. Ela me lembrava sempre do olhar caloroso do meu pai e de ter uma criatividade própria, segundo ela, eu puxei isso dele, e tomara mesmo, porque sinto orgulho do meu pai pelo fato ter feito uma mulher se apaixonar tão perdidamente por ele à ponto de mesmo depois de anos não esquece-lo e ainda ter esperanças, é lindo, eu sei que o amor dos dois nunca morrerá.
Quer dizer, eu sabia. O amor nunca morreria até que um dos dois morresse. Mas talvez nem assim. Era uma sexta-feira a noite do ano retrasado, íamos sair, nos divertir um pouco e ter um tempo pra nós duas. Eu esperava minha mãe em casa, quando o telefone toca. Estranhamente, parecia aqueles filmes de terror, aquela casa gigante, e só o telefone fazendo barulho na sala. Eu atendi, animada e esperando que fosse minha mãe mandando eu descer, mas escutei uma voz estranha, de um homem:
- Desirée?
- Oi? Quem é?
- Sua mãe, ela... ela faleceu Desirée, pode descer as escadas? Foi um acidente, de carro...
Lembro-me de ter ficado paralisada, “só poderia ser mentira”, eu pensei, não era pra ter acontecido. O que eu iria ser sem minha mãe? Veio-me todas as possíveis perguntas a minha mente. Eu bati o telefone e desci correndo as escadas.
Quando abri o portão, me deparei com os carros de policia chegando, ambulâncias, repórteres, a Lamburguini da mamãe estraçalhada e um corpo coberto com um pano preto... era ela. O cara com o celular na mão, provavelmente o que falou comigo ao telefone, veio até mim e pôs a mão em meus ombros sussurrando “eu sinto muito”. Sentia mesmo? É fácil mesmo falar da boca pra fora e eu sei bem como é isso.
Colocaram-me em uma escola militar após isso e eu fiz muitos amigos lá, que me apoiaram de verdade, até porque, fazer amigos não era minha dificuldade, o problema mesmo é mantê-los. Mas fiquei lá por pouco tempo e eles me bastaram. Lembrava-me sempre da minha mãe e dos bons momentos com ela, principalmente ao ficar sozinha à noite. Era algum tipo de tortura que me fazia bem.
Eu sofri vários ataques na escola militar, na época de criaturas que eu desconhecia e achava incrível como só eu as via. Levei bilhares de ocorrências, mas nunca fora de fato suspensa.
Direto ao ponto: Tudo aconteceu na aula de Educação Física, aquela em que eu realmente não sabia o que fazer. O professor era dos que eu mais gostava. Sr. Greg era animado e divertido, além de me proteger sempre e deixar eu não participar de algumas aulas em segredo. Mas naquele dia ele me obrigara a participar. Foi quando uma das líderes de torcida se tornou em uma figura monstruosa, o professor disse que era uma Empousa, e então retirou suas calças e se transformou em um homem meio bode. Corremos para fora da escola, nós entramos até dentro do carro que estaria em frente ao local e o Sr. Greg o dirigiu até Long Island. Ele com uma voz abafada e respirando fundo disse onde iríamos, o que estava acontecendo e contou sobre o meu pai. Fiquei muito triste ao relembrar do papai, porque me lembrava da mamãe. Ele não sabia quem era meu pai, mas sabia que era um deus e me contou sobre os deuses e seus poderes. Após isso, segurei firme em minha mochila e saímos do carro a pressas. Paramos em frente ao Acampamento Meio-Sangue e ele me contou o que havia lá dentro, eu estava muito nervosa e apavorada com todas as histórias e pensar que uma coisa mitológica podia se tornar real. Entramos até o Acampamento Meio-Sangue e me senti livre. Percebi as pessoas de um modo especial, vi que elas tinham forças para treinar, lutar e até mesmo se divertir de um jeito diferente como nos filmes. O Sr. Greg me apresentou cada local, entusiasmado.



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Re: Ficha de Reclamação

Mensagem por 084 - Ex-Staff em Sab 12 Out 2013, 14:15

Gabriel Dotting: Não reclamado. Cara, sua história ficou bem ruim, apesar do esforço. Cadê seus sentimentos perante ao ataque e a mudança? Górgonas não te atacariam, pois são monstros muito fortes e não se interessariam por um novato como você, que nem tem um cheiro forte. Armas mortais, como pedras, não funcionam eficientemente contra monstros. Enfim, peço para que refaça a ficha, agora tomando cuidado com esses detalhes.

Desirée H. Crawford: Reclamada. Filhota, apesar da história rápida e que me fez pensar se iria reclamá-la ou não, você foi boa o suficiente para passar. Cuidado com histórias e introduções abreviadas demais e com a pontuação. Bem vinda!


☀ Atualização ☀
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Re: Ficha de Reclamação

Mensagem por Edward Woldklay em Dom 13 Out 2013, 00:53

▬ Por qual Deus você deseja ser reclamado? Caso não queira ser um semideus, qual criatura mitológica deseja ser?
Hermes

▬ Cite suas principais características físicas e emocionais.
Edward sempre costuma ser divertido e esperto, adora fazer amigos e sabe os momentos certos das coisas.Tenta sempre se dar bem com todos, quando arranja uma briga sempre vem de outra pessoa.
O garoto é alto, mede por volta dos 1,80. É magro, porém possui musculo, possui cabelos grandes jogados na testa que quase sempre estão levantados para o lado direito.Possui olhos castanhos cor de árvore e uma pele branca pouco bronzeada, seus cabelos era da cor preto.

▬ Diga-nos: por quê  quer ser filho de tal Deus - ou ser tal ser mitológico?
Gostaria de ser filho de Hermes pois sou ágil e rápido como um filho do deus deve ser.

▬ Relate a história da sua personagem - não haverá um limite de linhas definidos, deixe a sua criatividade fluir.
Edward Woldklay sempre foi um garoto normal, a não ser pela falta de atenção que sempre tinha em materias dificieis como matematica e português.
Num belo dia de sol, Edward tinha acabado de voltar da escola, era uma terça feira ensolarada sem nuvens ao céu, parecia bastante feliz pois havia marcado 3 gols em sua partida de futebol na aula de ed. Fisica.
Ele estava na rua de sua casa quando percebeu uma coisa estranha, a rua estava vazia.Não vazia sem pessoas na rua, não passava carros, nem nada (Edward morava na Av.Paulista em são paulo). Edward correu para seu apartamento no andar 18, subiu pelas escadas pois pressentia que algo ruim acontecerá. Ao abrir a porta ele se deparou com a pior cena de sua vida. Sua mãe, e suas duas irmãs estavam caidas no chão e em volta delas uma mancha de sangue enorme. O garoto não aguentou, chorou no mesmo momento, queria poder explodir o mundo.
Após longas horas chorando sem saber o que aconteceu olhando para aquela cena horripilante, Edward se levantou, abriu a segunda gaveta á esquerda de sua escrivaninha e retirou de lá 500 reais que juntará.Pegou sua jaqueta de frio, colocou sua calça jeans skin preta e seus tênis converse e saiu para a rua trancando o apartamento do jeito que estava. "Não posso deixar que isso fique assim" pensava Edward a todo momento. Ele pegou o onibus e saltou na rodoviaria, de lá pegou um ônibus para o aeroporto de guarulhos, algo dizia a eles que deveria ir para os Estados Unidos, sua outra irmã fazia intercabio la e poderia estar correndo perigo. No meio do caminho ele ligou para ela de seu celular e ela falou que estava tudo bem, queria que o irmão embarcasse o mais rápido para lá, a mesma disse também que gostaria de leva-lo a um lugar muito importante. 
Passar pelo aeroporto foi fácil, ele não entendia como o deixaram passar sem seus pais para acompanha-lo. Ao chegar no aeroporto dos EUA, sua irmã o esperava no desembarque, o garoto havia viajado sem malas, tudo que carregava era umas moedas que sobrara da passagem,sua carteira e o colar que sua mãe lhe dera quando era pequeno, ela sempre dizia que quando sentisse medo era só segurar na pequena cruz que ele estaria protegido.
-Olá laura - Disse Edward com uma voz triste.
-Edward, sem que tudo isso que está acontecendo é muito confuso, você precisa vir comigo e rápido, precisamos ir para um lugar seguro. - Laura não parecia a mesma de antes.
Os dois então pegaram um táxi que os levaram até o apertamento de Laura no centro da cidade. Elá fez uma pequena mala para Edward com tudo que mais precisava.
Os dois desceram para a garagem e entraram no carro de Laura. Edward não sabia o porque dela não ter lhe buscado logo com este carro no aeroporto.
No meio da estrada Laura disse:
-Edward, no que quer que aconteça segure a sua cruz com força, ela a protegera, te levarei para um lugar seguro onde você poderá ficar protegido.
-Protegido do que? Não sei do que está falando! Me explique direito as coisas! Desde que sai de São paulo não consigo para de pensar em outra coisa do que me vingar do Filho da Put@ que fez aquilo com nossa familia! - Edward estava mais nervoso do que nunca, não parava de se perguntar o porque de estar ali.
-Você tem que entender que tudo será esclarecido quando chegarmos ao Acampamenteo meio...- Laura foi interrompida por uma explosão na traseira do carro.
Os dois irmãos viraram de cabeça para baixo quando o carro capotou, Laura saiu pela janela que estava aberto e Edward fez o mesmo. Ao se levantarem eles se deparam com uma espécie de Serpente com metade do corpo de mulher.
- Uma delas aqui não! Corra Edward, vá para este local - A irmã lhe entregou um mapa mostrando a localização de onde estavam - Corra para lá!
Edward não se viu com outra escolha, saiu em disparada ao local, conforme corria o mapa se mexia aproximando do canto onde se movimentava. Porém o garoto olhou para trás e viu sua irma sendo literalmente morta pela criatura. O mesmo queria para e chorar novamente, mas deveria ser forte e fazer o que sua irma lhe disse. Após 15 minutos correndo desesperadamente ele se vê em uma colina onde há um pinheiro. "Deve ser ali", pensou Edward. Ele correu até o pinheiro quando a criatura que matara sua irma apareceu atrás dele, por um minuto acho que fosse morrer. Mas o monstro simplesmente foi embora. 
Quando Edward se virou ele viu criaturas incrives e então uma garota o levara para conhecer o chefe do acampamento.
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Já ouviu falar em Acampamento meio sangue?

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Re: Ficha de Reclamação

Mensagem por Jeff Smith em Dom 13 Out 2013, 04:14

▬ Por qual Deus você deseja ser reclamado? Atena

▬ Cite suas principais características físicas e emocionais. Físicas: tenho 1:80, sou alto, corpo nem tão sarado, mas também não tão magro, olhos cinzentos, cabelo escuro.
Emocionais: sou um pouco extrovertido, posso me dar bem com várias pessoas, sou bastante lógico quanto as coisas que me acontecem;


▬ Diga-nos: por quê  quer ser filho de tal Deus - Porque eu adoro a história de Atena, e também os poderes dela, ela é uma guerreira nata;

▬ Relate a história da sua personagem - Bem, minha vida nunca foi fácil, mas ultimamente ela está de parabéns. Mas vou começar desde o inicio da minha vida.
Meu nome é Jeff Smith, tenho dezesseis anos, moro em Nova York com meu pai, John Smith. Ele é cara muito inteligente, mas ele se contenta com um simples trabalho de professor do colegial. Ele diz que o conhecimento é a melhor arma de todas, então, ele tenta armar a todos o melhor que pode.
Eu nunca conheci minha mãe, pois ela foi embora logo depois que eu nasci, mas meu pai amou muito ela. Ele diz que ela foi a melhor coisa que aconteceu pra ele, e que eu fui a segunda melhor coisa, mas ele não fala muito nela, pois ele se emociona toda vez que fala sequer o nome dela, Maria.
Mas, voltando a falar de mim, eu nunca tive uma vida normal. Coisas estranhas acontecem comigo, coisas que não consigo explicar. Meu pai diz que isso é consequência do meu Transtorno de Déficit de Atenção e Hiperatividade. E tem também o problema de que eu nunca consegui parar em uma escola por mais de um ano. Não porque eu fosse burro ou algo do tipo, até porque, eu sou bastante inteligente, mas é porque acidentes estranhos acontecem perto de mim. Uma vez, eu tive um professor que eu tinha quase certeza que queria me matar, e o que era pior, eu jurava que ele tinha apenas um olho, como se fosse um ciclope. Isso foi o pior que tinha me acontecido, até agora pelo menos.
Eu acordei no ultimo dia de aulas, preparado para encarar aquela escola pela ultima vez, já que, mas uma vez, eu fui expulso da escola por um acidente com um carrinho de limpeza em chamas. Eu não tinha colocado fogo naquilo, mas o diretor não quis nem me escutar e falou que como era amigo do meu pai, ele iria deixar eu termina o ano ali, mas assim que terminasse o ano, ele não queria me vem nem pintado de ouro (sim, ele falou isso.)
Então, desci para tomar o café da manhã com meu pai, que por alguma razão estava mais triste do que o normal. Eu perguntei o que tinha acontecido, e ele só me falou:
- Nada não filho. Mas me prometa que assim que a aula terminar, venha correndo para casa. Precisamos ter uma conversa muito séria sobre... – a voz dele falhou
- Sobre o que, pai? – eu perguntei.
- Sobre sua mãe. – ele estava chorando, e ele tentava não chorar na minha frente, pois queria que eu sempre visse ele forte. – Chegou a hora de você saber a verdade sobre ele, sobre o porque dela ter nos abandonado quando você nasceu. Prometa que assim que terminar a aula, você vai vir direto para casa, sem nenhum desvio.
- Sim pai, eu prometo que venho. Mas agora, temos que ir, senão vamos chegar atrasados.
Então ele foi lavar o rosto e dez minutos depois nós fomos para a escola.
Bem, vou descrever minha vida na escola. Eu não sou popular. Só tenho um amigo, James Hill, um cara que parecia já ter os seu dezoito anos, barbado e aleijado. Usava muletas para andar e vivia se queixando de dor nos pés, embora, às vezes ele falava que tinha dor nos cascos, eu sempre ria, achando que era uma brincadeira, mas eu estava muito enganado. Mas, voltando à descrição do meu dia, eu não era aceito nem pelo grupo dos nerds, pois, embora eu fosse muito inteligente, eu era dislexo, então não lia muito, só quando eu era obrigado a ler uma prova ou trabalho.
Então, as aulas passaram como todas as outras, mas James parecia nervoso, como se fossemos ser atacados por algum monstro ou algo do tipo.
- Ei, relaxa cara – eu disse pra ele, tentando fazer com que ele se descontraia mais – nenhum monstro vai nos atacar.
Se eu achei que isso iria acalmar ele, me enganei bonito. Ele começou a fazer um som estranho, como um bode nervoso
- Bééeééé. O que você sabe sobre monstros?
- Ué, tanto quanto você. Sei que eles não existem, certo?
- Sim, é claro. Não existem monstros.
Não sei por que, mas ele não tinha me convencido. Não que de uma hora pra outra eu comecei a acreditar em monstros, mas parecia que ele estava me escondendo algo. Então, quando acabou as aulas, minha vida levou uma grande reviravolta. Quando eu estava saindo da escola, eu iria para casa, como prometi para meu pai, mas James chegou perto de mim e tentou me puxar para seguir ele para sabe lá deus onde.
- Ei cara, o que você ta fazendo?– eu perguntei, assustado, pois ele parecia prestes a desmaiar de medo.
- Você precisa vir comigo, agora. É muito importante, você tem que vir, AGORA!
Confesso que me assustei muito com o grito dele
- Cara, eu não posso, eu prometi para o meu pai que eu iria direto para casa.
- Está bem, mais eu vou junto com você. Venha logo.
Então não tive escolha senão ir com meu amigo aleijado para minha casa. Mas quando a gente começou a andar, um homem parou na nossa frente. Ele tinha mais de dois metros de altura, e fedia muito, mas o que me assustou foi os olhos dele, ou... o olho dele. Um grande olho verde musgo. Ele sorriu e falou numa voz rouca e antiga.
- Você é meu, filho de Atena.
Eu não sabia com o que eu ficava mais assustado, se era com um monstro que estava na minha frente ou se com o que ele tinha falado, “filho de Atena”. Como assim? Minha mãe se chamava Maria. Cara, como eu estava enganado. James olhou para mim, com puro terror no rosto e falou:
- Corre.
Eu nem pensei duas vezes, corri que nem um condenado, e James, sem saber como, conseguiu me acompanhar com as muletas dele. Mas aquele cara, apesar de ser grande, era rápido, então foi difícil despistar ele, mas finalmente conseguimos. Estávamos muito cansados, mas conseguimos chegar na minha casa, e meu pai já estava lá, preocupado com minha demora.
- Filho, que bom que você chegou. – meu pai me abraçou, mas quando me soltou e viu James parado na porta e ofegando, o medo em seu rosto aumentou e ele puxou nós dois para dentro. – Você, - disse ele para James – contou alguma coisa para ele?
- Ainda não. Não tive tempo, pois fomos seguidos por um ciclope.
- Esperem um pouco! - eu gritei. Eles olharam para mim. – acho que ta na hora de vocês me darem algumas respostas. Primeiro, quem era aquele cara que seguiu a gente e porque ele me chamou de filho de Atena?
- Jeff, sua mãe não se chama Maria, e sim Atena, e sim, a Deusa Atena, deusa da sabedoria e da guerra, e sim, aquilo era um ciclope. Não temos muito tempo, você precisa ir para o único lugar seguro para pessoas como você.
- Como assim, como eu?
- Você é  um semideus, filho de um mortal com uma deusa, e você corre perigo continuando aqui. Você precisa ir agora. James vai te levar em segurança até lá. É o trabalho dele.
- James, você também é um semideus?
- Bem, na verdade... – ele estava tirando as calças e os sapatos, e eu quase tive um infarto – sou um sátiro.
Aonde estariam as pernas de uma pessoa, haviam duas pernas peludas de bode, terminadas com um casco em cada uma delas. Isso explicava o barulho de bode que ele fazia quando ficava nervoso. Mas, eu tinha que ir, pois, se meu pai estava dizendo a verdade, e eu acredito nele, eu estava em perigo.
Então eu peguei uma mochila, coloquei alguma roupas e fui me despedir do meu pai. Foi uma despedida rápida, porem muito triste, pois eu não sabia quando iria ver ele de novo. Então eu e James fomos embora. Conseguimos chegar até o estreito de Long Island sem problemas, mas quando chegamos lá, o ciclope que tinha nos abordado no fim da aula nos encontrou, então começamos a correr por um morro, com um pinheiro no topo. Eu já estava muito cansado, então não sabia se eu conseguiria chegar lá, mas consegui, então quando passamos pelo pinheiro e o ciclope nos seguiu, ele não conseguiu passar do pinheiro, e ele urrou de raiva, dizendo que a gente tinha roubado o jantar dele. Eu estava muito exausto, então só me lembro de ter ouvido uma trompa soando ao longe, então eu caí. James me segurou e eu disse:
- Conseguimos.- então eu desmaiei.
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Re: Ficha de Reclamação

Mensagem por Verdegui Herrera em Dom 13 Out 2013, 11:20


▬ Por qual Deus você deseja ser reclamado? Caso não queira ser um semideus, qual criatura mitológica deseja ser?
Hécate

▬ Cite suas principais características físicas e emocionais.
Físicas: forte, bonito, pálido e olhos verdes
Emocionais: amigável, mas um pouco misterioso e sombrio

▬ Diga-nos: por quê quer ser filho de tal Deus - ou ser tal ser mitológico?
Porque já fiz vários testes de semideus e Hécate foi o resultado mais comum.

▬ Relate a história da sua personagem - não haverá um limite de linhas definidos, deixe a sua criatividade fluir.
OBS: O player não é obrigado a ir ao Acampamento, mas deve narrar a descoberta de que era um semideus e o momento da reclamação- e se não foi indo a Long Island, como foi?

Já era tarde e eu estava sentado na varanda da minha casa ao lado de meu pai, Joseph. Segurava em minhas mãos o presente que ele me dera. Era meu aniversário de 12 anos. Não fazia ideia do que ele tinha escolhido pra mim. Mas, antes que eu começasse a rasgar o papel que envolvia o pacote, o laço avermelhado do presente se abriu sozinho e o pacote levitou. Não me surpreendi. Desde pequeno, coisas estranhas como essa aconteciam comigo e, quando perguntava sobre elas ou sobre minha mãe, meu pai simplesmente não me respondia ou dizia que não queria falar sobre aquilo.

No dia seguinte, acordei e fui direto para a escola, como de costume. Meu amigo Michael me esperava no portão, apoiado em suas muletas de aço. Ele nunca me revelara a razão pela qual teve de usá-las, mas eu não abria saber. O sinal soou. Fomos para a sala aula, e a professora, a Senhora Redfield, apresentou um novo aluno. O que um garoto estava fazendo na nossa escola no meio do ano letivo?

Quando chegou a hora do recreio, eu e Michael fomos sentar em uma das mesas apodrecidas do pátio para comer nossos lanches, mas Michael limitou-se a colher algumas amoras de um arbusto e comê-las. Estávamos quase terminando quando o aluno novo, chamado Lerry ou Berry, aproximou-se de nós, mas apenas abriu a boca para falar quando o sinal soou e todos já tinham saído do pátio.

- Olá, Verdegui Herrera - disse ele para mim.
- Oi - respondi, tímido, como sempre.
- Você tem um cheiro forte...
-O que? - disse Michael, confuso.

De repente, Lerry ou Berry começou a crescer e ficar cada vez mais forte e peludo. Notei que chifres hediondos cresciam em sua cabeça assustadoramente rápido. Lembrei-me da aula da Senhora Redfield: ele estava se transformando em um... Um... Minotauro! Michael começou a despir as calças e eu disse:

- Que isso Michael?

Tentei falar mais alto, mas meu amigo não ouvia. Enquanto isso, Lerry crescia e crescia. O medo tomou minha mente e corri para trás do monstro. Em um simples movimento, o miniaturo foi atirado a vários metros de distância. Nunca me sentirá tão poderoso.

Quando virei minha cabeça para olhar Michael, suas muletas estava em cima da mesa, mas ele estava perfeitamente em pé, e sem calças. Mas o que havia abaixo de sua cintura não eram pernas humanas, e sim pernas de bode. Senti o mundo rodopiar a minha volta, fechei os olhos e caí bruscamente no chão, desmaiado. Sonhei com minha mãe. Ela tinha cabelos negros e olhos que mudavam de cor constantemente. Ela tentava me dizer alguma coisa... Mas eu não conseguia ouvir...

Acordei em uma tenda cor de creme, deitado eu algo que parecia uma cama. Milhares de pessoas se inclinavam sobre mim, olhando fixamente para minha cabeça.

- Ele é mesmo um semideus -disse alguém.
- Filho de Hécate, deusa da magia, olhem o símbolo que flutua na cabeça dele!

Por mais que tentasse não consegui ver o símbolo sobre o qual eles falavam, mas apartar daquele dia eu soube que eu era um semideus.



Verdegui Herrera
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ficha de reclamaçao

Mensagem por Bruno Di Angelo em Dom 13 Out 2013, 20:24

▬ Por qual Deus você deseja ser reclamado? Caso não queira ser um semideus, qual criatura mitológica deseja ser?

Apolo

▬ Cite suas principais características físicas e emocionais.

fisicas:alto para a idade,olhos castanhos,cabelo castanho escuro,e rostinho lindo.
emocionais:calmo,sensato,cauteloso

▬ Diga-nos: por quê  quer ser filho de tal Deus - ou ser tal ser mitológico?

quero ser filho de apolo por admira-lo por ele ser o deus do sol da poesia gosto muito de poesia e amo sol

▬ Relate a história da sua personagem - não haverá um limite de linhas definidos, deixe a sua criatividade fluir.

Acordei meio zonzo como acorde quase todos os dias mas desta vez senti que ia ser um dia muito emocionante acordei fui para a varanda tomar sol como faço todos os dias antes de qualquer coisa sai da varanda fui tomar café da manhã  e depois fui para a escola primeira aula:Historia minha aula menos preferida por que a professora pega no meu pé me mandando ler só por que tenho dislexia e deficit de atenção não conseguindo me consentrar na aula mais de 10 minutos.
quando acabaram os trez primeiros horarios sai para o intervalo com meu amigo lucas que e meio louco por enchiladas e por natureza e do nada ele falou
-hoje você vai ter uma surpresa
-como assim-eu perguntei-como você sabe disso?
-não me pergunte-ele disse-simplesmente sei
saimos da escola no caminho para casa apareceu uma mulher aparentemente normal mas analisando bem tinha em vez de pernas
eram dois corpos de cobra e do nada lucas gritou:
-uma dracenae-ele disse-como isso pode acontecer
-como assim-eu disse-e voce chamou essa mulher de dra o que
-depois te explico agora nao temos tempo
do nada ele tirou as calças e pareceram pernas de bode e eu fiquei muito surpreso
ja pode vir-ele gritou-venha filho de iris
e do nada apareceu um garoto alto e moreno montado em uma carruagem de pégasos lucas me puxou para dentro.
-ja estava na hora garoto-bode-disse o que lucas chamou de filho de iris-ja sabe de quem ele e filho?
-não-respondeu lucas-mas pela mania de tomar sol todas as manhas antes de qualquer coisa e esse bronzeado provavelmente e filho de apolo
-então aquelas historias de deuses gregos eram verdade ?
-sim cara
chegamos em um lugar que os dois chamaram de acampamento-meio sangue chegamos la e eles me apresentaram a um centauro chamado quiron ele me passou um filme que me explicou tudo sobre o mundo de deuses semi-deuses e monstros ja anoite fomos jantar e fomos para uma fogueira multi colorida e do nada apareceu um grande sol em cima da minha cabeça e todos me chamaram de filho de apolo
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Re: Ficha de Reclamação

Mensagem por Brenda Kinsley em Dom 13 Out 2013, 21:32

Ficha de Reclamação!

Por qual Deus você deseja ser reclamado?
Gostaria de ser reclamada por Athena.

Cite suas principais características físicas e emocionais.
Sou teimosa, habilidosa, estrategista, sábia e inteligente. Fisicamente sou de estatura mediana, cabelos pretos e pele clara.

Diga-nos: por quê quer ser filho de tal Deus?
Porque por mais que existisse preconceitos com as mulheres, Atena é a deusa da guerra, uma coisa que era pra ser masculina e também ela é a deusa da sabedoria o que faz dela uma deusa respeitada no conselho olimpiano.

Relate a história da sua personagem.
Ser atacada por um grupo de líderes de torcida vampiras não estava nos planos do meu aniversário. Na verdade descobrir que sou filha de uma deusa também não. Estava em Nova York somente dois dias. Eu sou...era aluna da Academia St. Louis para crianças especiais, com problemas de dislexia e TDAH, em Manhattan. Meu pai me mandara para lá porque em Tacoma, onde nós morávamos, não tinham escolas daquele nível. Na verdade era só uma desculpa para ele ficar longe de mim e se concentrar em seu livro. É que meu pai é George Kinsley, renomado autor de livros sobre a Guerra de Secessão, então a cada três meses ele tenta lançar um novo livro sobre o mesmo assunto e, é claro que eu sou a distração dele. Então, continuando a história, eu estava na minha aula de história aprendendo sobre...a Guerra de Secessão. Eu estava animada porque depois da aula, eu e Henry, meu melhor amigo, íamos numa loja de doces da Estação Central para comemorarmos o meu aniversário. Mas, como é a minha vida, nossos planos não se complementou. Começou quando eu perguntei se eu podia ir no banheiro para o sr. Fishkim, o melhor professor do mundo.
-Pode ir, Kinsley - ele me disse.
Ele é o melhor professor porque ele conhece a obra do meu pai e me deixa sair da sua aula quando o assunto é aquela guerra.
Saí da sala e fui ao banheiro, onde estava Lizzie, a líder de torcida mais mimada de todas. Ela tinha medo de fazer vôlei por causa do medo de quebrar a unha. Cheguei para lavar minha mão e ela me encarou.
-Oi - eu disse por fim.
-Oi. - Respondeu ela alegremente, com um sorriso um tanto maldoso. - Como sua pele é bonita!
-Obrigada, - agradeci, nunca prestando atenção na minha pele - nunca tinha prestado atenção nela.
-Não tem problema, a partir de hoje você não vai mais precisar dela.
Eu não entendi o porquê dela me dizer isso mas ela começou a mudar. Seus olhos adquiriram uma cor avermelhada, sua pele ficou pálida e suas pernas também se transformaram, uma se transformou em bronze e a outra em uma perna de...burro. Se fosse outra ocasião, eu teria um ataque de risos, porém soube que naquele momento eu deveria correr. Ela segurou meu braço mas eu dei um soco, de reflexo, e ela me soltou. Saí correndo do banheiro em direção a saída mas outras líderes de torcida, Karen e Marie, me cercaram.
-O que foi meu bem? - Falou Karen, com uma voz nada humana. - Está com medo de nós?
-O que são vocês? Vampiras?
-Somos empousai, servas de Hécate e adoramos meio-sangues. - Me respondeu Marie, mas não fazia sentido.
-Vamos devorá-la até os ossos.
Karen me atacou, mas eu me abaixei e ela pulou no cesto de lixo. Marie tentou me morder mas, com o reflexo novamente, chutei-a para longe e saí da escola. Segui pela Quinta Avenida até o Central Park onde aquelas demoníacas criaturas me seguiram.
-Não tem para onde fugir, meio-sangue. - Falou Lizzie.
-Você não vai sobreviver para saber sua linhagem olimpiana. - Complementou Marie.
-Eu não sei do que vocês estão falando. Meu pai não é olimpiano, seja lá o que isso quer dizer.
-Então sua mãe é uma deusa. - Afirmou Karen. - Suponho que seja Atena, por suas habilidades na luta.
Eu não sabia do que ela estava falando. Atena? Não era uma deusa grega da sabedoria ou algo assim? Eu estava assustada demais para começar uma conversa com aquelas monstrengas.
-Não se preocupe, você não vai viver tempo suficiente para confirmar minha hipótese.
Elas começaram a se aproximar, porém em um movimento rápido, Marie virou pó. Karen e Lizzie se entreolharam e procuraram o que havia causado aquilo. No mesmo instante, Henry, meu amigo, pulou na minha frente e atacou com sua bengala as outras duas monstras com um movimento rápido, transformando-as em pó.
-Henry!? - Indaguei como se não fosse verdade que ele estivesse ali. Eu sempre achara que Henry era um garoto indefeso, com sua bengala e seu problema na perna.
-Vamos Brenda, temos que ir ao acampamento.
Então pegamos um táxi e fomos para uma estrada entre Nova York e Nova Jérsei.
Ainda estava em estado de choque por causa da minha aventura que, com certeza, acarretaria na minha expulsão. O motorista nos deixou numa área deserta da estrada.
-Onde vamos? - Perguntei a Henry.
-Ao Acampamento Meio-Sangue, único lugar seguro pra você. - Ele me respondeu.
Assim, nós subimos uma colina e entramos num acampamento que mudaria minha.
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Re: Ficha de Reclamação

Mensagem por Joe Bullock em Dom 13 Out 2013, 21:59

▬ Por qual Deus você deseja ser reclamado? Caso não queira ser um semideus, qual criatura mitológica deseja ser? Hefesto

▬ Cite suas principais características físicas e emocionais.tenho 1,85 de altura, pele parda, cabelo curto e preto, sou Forte mas não muito definido. Gosto de fazer as pessoas rirem e uso muito sarcasmo as vezes, sou um amigo fiel e prestativo para aqueles que conquistarem minha amizade.as vezes fico meio distraído ou atrapalhado...é meu jeito natural de ser.

▬ Diga-nos: por quê  quer ser filho de tal Deus - ou ser tal ser mitológico? Queria ser filho de Lord Hefesto por que ele é o olimpiano com quem mais me identifico, ele gosta de fazer as coisas com perfeccionismo, ele é criativo e um deus com varias habilidades que usa para ajudar quem precisa criando armas, escudos, armaduras e etc.

▬ Relate a história da sua personagem - não haverá um limite de linhas definidos, deixe a sua criatividade fluir.

Comecei a correr por aquela rua deserta e minha mente estava começando a compreender as coisas mais claramente, quando virei em um beco e percebi que estava sem saída minha vida passou pelos meus olhos como se ali fosse se tornar meu tumulo...
Quando tinha 13 anos e vi minha mãe morrer devido a sua frágil saúde isso foi um baque muito grande, pois eu sempre fui muito ligado a ela pelo fato do meu pai ter morrido antes que eu nascesse então ela era minha única referencia de uma família de verdade, quando ela se foi ela não queria que eu ficasse com o serviço social então ela me deixou com meu primo mais velho. O nome dele era Johnny Townley e ele era um cara legal, me tratava mais como um irmão do que como um primo, e isso era algo que eu realmente admirava já que eu tinha uma certa dificuldade em interagir com os outros... antigamente me sentia melhor com maquinas do que com pessoas, mas com ele era como se nós fossemos irmãos de verdade. Ele tinha uma oficina de motos em West Chester e adorava me ensinar a mexer nas motos e em outras coisas que eu poderia consertar como eletrodomésticos, carros e até maquinas grandes. Por alguma razão eu adorava montar coisas e interagir com maquinas, fazia isso muito bem, com 13 anos já fazia reparos e montava motos e maquinas de maneira que só um adulto com muitos anos de carreira conseguiria. Não só isso como também projetava melhorias nas motos e sabia dirigir muito bem (ok, você deve estar pensando “que tipo de adulto deixaria uma criança dirigir?” Bem, o Johnny sabia que eu era uma criança com habilidades bem melhores que a de muitos adultos).
- Você é bom garoto, mas eu ainda acho que você pode ficar muito melhor... Assim como eu.
A humildade não era exatamente o forte dele e eu sempre achei isso muito engraçado porque me motivava a continuar a sempre fazer melhor.
Minha vida foi ótima por esses Até que um dia quando tudo começou... Aquelas visões bizarras de coisas que não deveriam estar ali. Via pessoas e animais na rua se transformarem por uma fração de segundo em monstros e criaturas que reconhecia vagamente como algumas criaturas da mitologia grega.
Até que em uma noite quando eu tinha 17 aconteceu, voltando da loja de alto-peças do outro lado do bairro eu vi uma criatura que me deixou bem preocupado.
- Simplesmente ignore... e vai passar.
- O que vai passar?
Só então lembrei que o Johnny estava levando junto comigo com as peças para montar um novo motor.
- Nada demais é só... Aquele cachorro ali – apontei para o dobermann que vinha nos seguindo de longe a alguns quarteirões – por alguma razão ele me da arrepios.
Assim que ele olhou para o cachorro largou imediatamente a sacola com as peças, agarrou meu braço e começou a correr e a reclamar com ele mesmo:
- como eu não vi? Como deixei passar desapercebido assim tão fácil?
- Ei cara calma o que foi? Pra que correr tão rápido assim é só um cacho...
Antes que eu pudesse continuar a frase percebi o motivo de tanta pressa: o cachorro não era um dobermann e seja lá o que aquela fera mortal do tamanho de um SUV e com sede de sangue fosse, eu nunca mais quero outra daquela na minha frente de novo. Seu pelo era negro como a noite, seus dentes eram como se alguém tivesse colocado umas três dúzia de espadas uma ao lado da outra e seus olhos eram vermelhos como se todo o sangue do mundo tivesse sido destilado e colocado em orbes de vidro.
Isso era o que meus olhos estavam vendo e eu finalmente via com clareza, como se finalmente tivesse tirado um escudo dos meus olhos. Um escudo que deveria ter permanecido lá.
- O que era aquilo?
Johnny com um olhar preocupado conseguiu me dizer:
- Um cão infernal. E deve ter mais deles nos seguindo.
- Como você sabe disso e porque consegue ver essas coisas também?
- Por que...  Apenas continue correndo.
Quando chegamos na metade do caminho ouvi aquele som que fez cada célula do meu corpo congelar. Um uivo tão alto e sinistro que não poderia ser de um animal comum e então... Mais dois uivos exatamente iguais porem vindos de lugares diferentes.
- Você só pode estar de brincadeira, tem três dessas coisas?
Ele parou e começou a mexer em sua mochila.
- Acho que agora não é hora pra isso cara, nos precisamos fugir - Disse eu já ofegando e tremendo.
- Não irmãozinho, você precisa fugir eu fico aqui para segurar eles.
- Eu não vou... Você me chamou de que?
Ele parou de mexer na mochila por um segundo.
-Irmão. Eu tinha minhas duvidas no começo mais você tem habilidades que não poderiam ser de mais nenhum outro tipo de semideus.
Minha cabeça já estava girando. Meu primo era meu irmão, tinham Três monstros nos perseguindo e ele estava querendo se sacrificar para me salvar... E o que raios ele quis dizer com “semideus”?
- Encontrei! - Disse ele finalmente
Ele tirou da mochila um pé-de-cabra, que por alguma razão eu sabia que era feito de bronze, mas era como se não fosse um bronze comum. Ele anotou alguma coisa numa folha de papel e me deu.
- Use isso se algum deles te alcançar, você precisa ir até a oficina e pegar a “smoke” ela é o único modo de fugir a salvo.
Eu sabia do que ele estava falando, smoke era uma Harley Davidson que tínhamos na oficina e que por alguma razão soltava muita fumaça, mas ele nunca quis consertar.
- Pegue a moto e vá para esse endereço. Não pare em lugar nenhum e vá o mais rápido possível.
- Mas...
Quando ele acabou de dizer isso às três coisas apareceram do nada: três cães infernais sedentos por sangue. Ele me empurrou e eu cai para trás, mas consegui o ver sacar da mochila uma espada e acertar um dos cães transformando ele em pó imediatamente.
- Fuja daqui agora! Agente se encontra no endereço.
Quando eu estava prestes a levantar e ir ajuda-lo um quarto cão entrou na minha frente e eu percebi que estávamos cercados, mas uma ideia me ocorreu na mesma hora e eu comecei a correr, mas gritando para chamando a atenção dos cães. Se eu pudesse distrair pelo menos um deles, Johnny daria conta dos outros dois como fez com o primeiro, eu tinha certeza.
- Ei sacos de pulgas venham aqui!
Gritava e batia com o pé-de-cabra no chão, isso pareceu irritar as feras, como se elas tivessem algo contra aquela ferramenta... Ou o material do qual ela era feita. Corri ouvindo a voz do meu irmão:
- Por Hefesto!
Não vi o que estava acontecendo depois mas continuei correndo até entrar no beco e então voltei ao momento onde entrei nesse flashback, no mesmo instante que o cão infernal pulou bem na entrada do beco. Apenas um deles me seguiu, o que quer dizer que meu irmão teria que lutar com duas daquelas coisas e sobreviver. O momento “toda-minha-vida-passando-pelos-meus-olhos” me fez perceber uma coisa... Passei por muita coisa pra deixar que um cão infernal qualquer acabasse comigo e com o mais perto de uma família que eu tinha.
O cão me olhava com um olhar de superioridade, como se estivesse prestes a brincar com a presa antes de devora-la e isso realmente liberou minha raiva e me levou a fazer algo que eu não deveria nunca ter feito: Atacar.
Corri na direção daquele monstro com todas as minhas forças e acertei a pata direita dele com o pé-de-cabra, ele tombou para o lado, mas rapidamente deu um rolamento e pulou para cima de mim e (como eu fiz isso nunca vou saber) joguei aquela criatura de algumas centenas de quilos alguns metros de distancia.
Quando ele caiu de costas arfando e primeira coisa que eu fiz foi me aproximar dele, levantar o punho e olhando dentro daqueles olhos vermelhos dizer:
- Cachorro mal.
Desci meu braço acertando com toda a minha força o pé-de-cabra na cabeça do cão, que se desintegrou e tornou-se pó.
Quando olhai bem vi que a vermelhidão não vinha só dos olhos do cão e sim de algo em cima de minha cabeça, virei a tempo de ver um martelo flamejante vermelho desaparecer da minha cabeça, mas não podia me preocupar com isso agora.
Rapidamente voltei para a oficina para pegar a smoke assim como meu irmão havia mandado, se aquela moto era nosso único meio de fuga, eu precisava fazê-la funcionar. Assim que subi na moto e liguei ela começou a soltar aquela fumaça, mas eu não tinha tempo para pensar nisso. Fui onde Johnny deveria estar, mas quando eu cheguei lá não encontrei ninguém, nem cães infernais... Nem Johnny. Quando eu comecei a dirigir por perto para ver se o encontrava, eu vi o cão infernal parado olhando para mim, tinha certeza de que ele iria me atacar mais ao invés disso ele virou a cara e foi embora, foi então que eu percebi que a fumaça da moto estava me encobrindo e me ocultando da visão do cão como algum tipo de névoa. Desesperado e sem ter para onde ir acelerei a moto e lembrei-me do único lugar onde eu achava que poderia ir. Abri o papel e nele lia-se:
Acampamento Meio-Sangue, Colina Meio-Sangue, 3141, Long Island, NY - Boa sorte maninho ass: Johnny Townley”.
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Re: Ficha de Reclamação

Mensagem por 084 - Ex-Staff em Dom 13 Out 2013, 22:21

Edward, Verdegui, Bruno, Brenda e Victor: Reprovados. Vocês tiveram a mesma coleção de erros, sendo que a única diferença entre suas fichas é a frequência com que eles aparecem. Cometeram incoerências que poderiam ser resolvidas com uma simples lida no bestiário, não descreveram o suficiente, usaram muitas falas - sendo que esse recurso é para ser usado em complementação à descrição e a narração em geral -, cometeram vários erros de ortografia e pontuação e não conseguiram me prender como leitor. Recomendo que refaçam a ficha, agora atentando para não cometerem novamente os mesmos erros.

Jeff: Reclamado. Quase não te reclamei, garoto. Você realmente passou por um triz. Recomendo descrever mais as coisas e acrescentar mais os seus sentimentos na história. E fuja do modelo do livro, criando sua própria história. Você consegue, cara. Bem-vindo, filho de Atena.


☀ Atualização ☀
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Re: Ficha de Reclamação

Mensagem por Hélio Miranda em Seg 14 Out 2013, 12:37

▬ Por qual Deus você deseja ser reclamado? Caso não queira ser um semideus, qual criatura mitológica deseja ser?
 
O mensageiro dos Deuses Hermes
 
▬ Cite suas principais características físicas e emocionais.
 
O estilo de Hélio é mais rebelde,seus olhos são de uma cor esbranquiçada que combina com  a cor do seu cabelo que é de um tom grisalho ainda mais para a sua idade que é 15 anos,é bem atlético e seu corpo é bem forte que é resultado de anos de ginástica,sua pele é bem clara e seu rosto é bem bonito
Sua personalidade é bem rebelde,mais é um cara bem divertido e alegre,e que sabe ser romântico com as garotas mesmo não parecendo.

▬ Diga-nos: por quê  quer ser filho de tal Deus - ou ser tal ser mitológico?
 
Hermes é um dos Deuses do Olimpo que mais me chamou atenção,sua personalidade e jeito combinam com o meu personagem e por isso quero ser filho deste Deus.
 
▬ Relate a história da sua personagem - não haverá um limite de linhas definidos, deixe a sua criatividade fluir.

14 de Outubro de 2013
Nasci no dia internacional da mentira, em Nova York, no Brooklyn eu e minha mãe(Mary Miranda), de tempos em tempos nós mudávamos de cidade e até de estado(Não que isso me incomodava, porquê amo viagens) porém nunca fazia amigos de verdade e nunca tinha tempo para arranjar uma namorada e isso era um pouco chato.Não entendia o porquê sempre mudava de cidade e aquele situação estava me deixando desconfortável!O curioso é só mudavamos depois de alguns fatos estranhos como assassinatos em série,explosões de lojas,fugas de animais ferozes do zoológico e certas coisas que realmente não precisava que agente se mudasse ainda mais de casa.Nunca soube quem era de fato meu pai, minha mãe dizia que ele morreu quando tinha 2 meses mais  porém nunca me revelou o nome dele pois ela dizia que saber o seu nome não mudaria nada e o traria de volta. Mais uma vez estávamos mudando de cidade, estávamos indo em direção à Long Island, Nova Iorque.


-Mãe por que sempre mudamos de cidade?Disse Hélio para a mãe

-Filho quando for mais velho ficará sabendo de tudo.

-Mais mãe eu já tenho 15 anos.

-Filho você não está pronto.

-Tudo bem mais não poderá esconder a verdade para sempre

-Mais posso tentar

 A resposta que minha mãe me deu me deixou com muita raiva mais preferi não falar nada pois não gostava de brigar com a minha mãe e então seguimos nossa viagem até chegar perto de uma floresta,quando um monstro metade homem metade touro bateu em nosso carro, nosso carro quando se chocou com a enorme criatura amaçou e quebrou os vidros e fomos parar à 10 metros daquele local. Minha mãe estava inconsciente e com sangue na cabeça, a criatura depois de bater no carro escorregou e bateu a cabeça numa pedra deixando ela caída por algum tempo  estava,eu estava dentro do carro com minha mão quebrada até que olhei para a minha mãe e ela parecia inconsciente,tirei o sinto do carro e tentei sair do carro porém não consegui até que ouvi.

-Filho saia pela janela traseira do carro.Disse uma voz desconhecida que aparentava ser masculina.


 Eu não sabia de onde vinha a voz mais era melhor obedecer,fui a parte traseira do carro e lá percebi que o vidro estava um pouco souto,tentei empurrar o vidro mais não consegui tirar até que empurrei o vidro como os pés e ele saiu.Sai do carro rapidamente e tentei tirar minha mãe do carro também mas, com a mão quebrada não conseguia, Eu olhei para criatura que parecia um minotauro e ele tinha se levantado e estava vindo em minha direção parecia querer me pegar, olhei para o chão, e vi um tênis voador com um bilhete nele nem conseguir ler os calcei rápido e comecei a pular tentando fazer eles funcionarem, quando vi o monstro em minha direção, comecei a correr. Quando vi estava voando mesmo não tendo prática com aquele sapatos. O Monstro ainda estava atrás de mim estava 2 metros acima dele ele pulou e me pegou pelos pés e me lançou no chão,por sorte não foi com muita força pois do contrário eu teria me ferido muito,levantei de novo e minha mão doía muito era a mão esquerda que estava quebrada,novamente o mostro veio em minha direção tentando desferir um forte soco em mim,porém alguém me salvou me empurrando para o lado desviando do golpe do homem touro,percebi que ele era metade bode,minha vontade era de perguntar o que ele erá porém não era hora de perguntas e sim de ações,o homem bode ficou em minha frente e pegou uma espada tentando acertar no minotauro,porém não lê causou efeito e o minotauro o lançou para o lado batendo enel com sua mão,então o monstro veio em minha direção tentando me acertar com seus chifres e logo eu desviei e o minotauro bateu em um árvore deixando o chifre preso então uma adaga apareceu em minha frente e eu enfiei no monstro. Monstro paralisou parecia esta envenenada. Eu olhei para os lados e o homem bode tinha levantado e logo estava acenando para mim e eu desmaiei,acordei 3 dias depois num tipo de enfermaria o meu amigo Sátiro me informou corretamente o que tinha acontecido e também sobre o meu pai,disse que meu pai quando veio pra terra veio em busca de saber como funcionava a vida dos mortais porém um dia ele acabou conhecendo minha mãe e se apaixonaram e tiveram um filho que era eu,depois disse a ela que não podia ficar com ela pois os Deuses não aprovavam e teve que ir em bora e seu nome era Hermes o deus dos viajantes,o mensageiro dos Deuses,me senti alguém importante porém a dor da minha mão ainda quebrada me tirou aquela sensação.

-Mais e minha mãe cadê ela?

-Infelizmente não achamos ela,parece que algo a levou embora.

Por um momento me senti triste,eu não sabia aonde ela estava mais prometi acha-lá viva ou morta,logo depois e ele me falou que o local aonde eu estava era o Acampamento Meio-Sangue o único local seguro o suficiente para alguém como eu viver e acabei me conformando em viver ali até estar pronto para achar minha mãe.
Hélio Miranda
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Re: Ficha de Reclamação

Mensagem por Zayn McCartney Mensen em Seg 14 Out 2013, 19:26



▬ Por qual Deus você deseja ser reclamado? Caso não queira ser um semideus, qual criatura mitológica deseja ser?
    O deus ferreiro Hefesto


▬ Cite suas principais características físicas e emocionais.
Físicas : Ah eu sou bonito para mim . Acho que as garotas também acham isso .. vamos comentar . Minha pele é pálida  e tenho um cabelo assim bonito , não tenho como explicar pois a cada dia está de uma forma isso varia de meu semblante . Meus globos oculares cintilam uma tonalidade caramelada e que dá uma feição diferente em meu rosto que por muitos sabes combina comigo . Meu corpo como mencionado é atlético , isso é resultado de meu desempenho de educação física e tenho uma cicatriz em meu braço uma coisa que não gosto de falar e também vários roxos e machucados pela pele o causa do skate .
Psicológico : Eu ? Sou doidão . Minhas personalidades variam muito com dia , mas eu tenho a mais marcantes que é ser irônico e carismático . Sim ! Uma gororoba de sentimentos está aqui , bem parado em sua frente ! Acredito que sou bipolar as vezes .

▬ Diga-nos: por quê  quer ser filho de tal Deus - ou ser tal ser mitológico?
  Vamos comentar Hefesto é um dos deuses mais cativantes da mitologia . Ele com sua perícia em forja criou vários monstros que se destacou-se na época e que são muito legais , tipo achei os projetos dele mais legal dos que do clube de Ciências . Mas também acho que minhas personalidades se igualam com o deus , ele é criativo e usou isso em seu almejamento , idem . E ele pegou Afrodite se achava que ele era um anão que passava o dia martelando está iludido .

▬ Relate a história da sua personagem - não haverá um limite de linhas definidos, deixe a sua criatividade fluir.

1 Capítulo - Perseguido por Megazord Galinha .
                 - Ar fresco - suspirei . Até que enfim achei um lugar mais tranquilo para repousar minha cabeça sobre o acidente na escola , sério eu não queria incendiar a escola o fogo que apareceu na minha mãe .. ARGH ! Tive que sair fugindo antes que a viatura me prendesse , por sorte consegui a despistar em um beco e agora estou aqui encurralado por paredes . Andei entre a calçada ladrilhada após o barulhinho da sirene da polícia não ser mais resolvida e direcionei meus passos a área florestal de Nova York , sim ! Era lento o caminho , mas logo logo chegará lá . Èeerh .. Nova York pelo menos tem um espaço com árvores , simplesmente não gosto da poluição que a cidade traz . Olhei para o céu vendo silhuetas avícolas rondar as folhagens por enquanto achei normal porque era do costume animal . Sentei-me em uma da pedra e peguei meu caderno e meu estojo os únicos utensílios que consegui levar daquele inútil orfanato - Hm .. que saudades ! - indaguei ao ver um dos meus desenhos com meus melhores amigos de lá , mesmo os instrutores sendo rígido eu adorava meus amigos ele tinham personalidades próprias e me divertiam .. porém eram os únicos . Algo ficou estranho nas árvores o suposto pássaro agora ao passar entre os troncos decepou galhos deixando-os cair , foi por pouco que um dos destroços não me acertava ainda bem que deu uma cambalhota a minha lateral - Ei ! - resmunguei . Agora eu não tinha dúvidas aquilo não era um pássaro , ele não teria força pra quebrar um galho daquela grossura . Peguei meu caderno e minha caneta e corri .
                      - Alguém ajude-me ! - exclamei , mas na área não teria nenhum ambiente . A sombra multiplicava , aglomerado de pássaros estariam me seguindo , um abaixou o voo e deu um tempo suficiente para eu vê-lo , ele não era um pássaro ele tinha seu corpo revestido de metal que assemelhava-se a uma túnica . Seu bico raspou em minha calça abrindo um corte superficial em minha perna - Ai - resmunguei . Ajoelhei pela dor , aquilo queimava parecia que o bico dele era navalha . E quando vi ele era enorme e vi que tive sorte do bico dele não raspar na minha perna mesmo porque teria certeza que iria arranca-la - AAH ! - gritei o quanto desviava das investidas que ele dava com a sua pata tentando-me esmagar . Até parecia aquelas coisas gigantes do Power Ranger's , mas não dava tempo de pensar em desenhos naquele momento . O quanto corria dele , aproveitei uma brecha pegando um galho pesado e lançando contra ele , mas ele comeu . Será que ele tinha estômago de ferro também ? Porque pra engolir um galho não é fácil - Hãn .. ? - uma lança quase me acerto , mas ela não era direcionada pra mim e sim pro bichano que ao seu acertado ficou atordoado - Alguém ai ? Me ajude ? - questionei-me . Das matas saíram um .. um .. uns moços-pôneis . Sim ! Da cintura pra baixo eles tinham pernas animalescas assemelhadas com o bote , eles cantaram músicas idiotas  com uma flauta . E com artefatos ofensivos conseguiu espantar o monstro e por fim acertaram ele . Vi que ele virou pó - Ei você ! - apontou um dos cara-pônei para mim - Venha conosco ! - alertou ele . Pensei que ele ia me levar para um reformatório , mas não .. ele direcionou-se para a área florestal adentro .
       No meio do caminho lembro-me de ter dormido , acordei em uma maca com um homem de centenas de olho pondo uma coroa de flores , o que era esquisito . Fitei pelo lado de fora várias pessoas almejando arco-e-flechas , espadas , lanças , martelos , será que eu estava num sonho ? - Espere ! - disse a ele . Levantei-me dirigindo para fora da cabana e o local era mágico . Inúmeros seres até então fictício , milhares de pessoas divertindo-se nas atividades - Bem vindo acampamento meio-sangue , sou Argos ! - ele apresentou .







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Re: Ficha de Reclamação

Mensagem por 081-ExStaff em Seg 14 Out 2013, 20:36




Fichas avaliadas   




— Hélio — Reprovado — Sua ficha ficou muito curta, mal organizada e com alguns erros de ortografia, tente se esforçar mais, não tenha pressa para postar e revise o texto da próxima vez.
 
— Zayn — Aprovado — Quase te reprovei, Zayn. Sabe escrever, mas deixou detalhes a parte, foi um texto curto, que não me envolveu... Mas acho que irá melhorar no futuro, acredito e confio nisso. Bem-vindo, cria de Hefesto.




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Re: Ficha de Reclamação

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