Percy Jackson e os Olimpianos RPG BR
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Ficha de Reclamação

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Ficha de Reclamação

Mensagem por Zeus em Ter 08 Out 2013, 19:36

Relembrando a primeira mensagem :



Olá, Campista!



Como já devem saber, este é um fórum de RPG que procura seguir a história da série de livros 'Percy Jackson e os Olimpianos', de Rick Riordan. Não obstante, nós também oferecemos a você a oportunidade de viverem e interpretarem estes heróis semideuses, ou até mesmo outras criaturas mitológicas, criando suas próprias histórias e divertindo-se com elas. Para que possam participar de tais histórias, você deverá preencher uma ficha e postar neste mesmo tópico; a mesma encontra-se logo abaixo.

Para cada afiliação, você ganhará Poderes específicos - para tornar tudo um pouco mais 'real -, bem como ganhará presentes específicos: armas, itens de combate... Clique Aqui e Aqui para ver, respectivamente, estas listas de poderes e presentes de reclamação (lembrando que, assim que forem reclamados, um deus ADM irá atualizar seu rank, sua filiação e seus presentes)

Nem sempre você passará no teste, mas não desanime, tente novamente ou procure por outro deus... No caso de Zeus, Poseidon e Hades, o teste NÃO É VÁLIDO, pois estes Deuses efetuam testes mais severos. Os Três Grandes fazem concurso mensal para a escolha de um novo filho. Para saber a data do próximo concurso, fiquem de olho nos anúncios globais; a qualquer hora, um novo teste será postado.

Porém, caso se interesse por ser filho de Nyx, Melinoe, Athena ou Perséfone, atente para a ficha; ela será a mesma que para qualquer outra afiliação mitológica, mas será avaliada de forma mais rígida por um de nossos deuses.

Lembrando que o único propósito da ficha é a reclamação do personagem. Qualquer item desejado, além da faca inicial, ganha no momento de inscrição do fórum, e dos presentes de reclamação - adquiridos caso a ficha seja efetivada - devem ser conseguidos in game, através de forjas, mercado, missões e/ou DIY.


Dúvidas? Contate um dos deuses ou um dos monitores de nosso Fórum, via MP ou Chatbox! Sintam-se livres para perguntar, e não tenham vergonha!






Ficha de Reclamação!




▬ Por qual Deus você deseja ser reclamado? Caso não queira ser um semideus, qual criatura mitológica deseja ser?

▬ Cite suas principais características físicas e emocionais.

▬ Diga-nos: por quê  quer ser filho de tal Deus - ou ser tal ser mitológico?

▬ Relate a história da sua personagem - não haverá um limite de linhas definidos, deixe a sua criatividade fluir.
OBS: O player não é obrigado a ir ao Acampamento, mas deve narrar a descoberta de que era um semideus e o momento da reclamação- e se não foi indo a Long Island, como foi?





♦ Lembrando que todas fichas receberão uma avaliação condizente, mas a aprovação não é automática, sendo que a resposta pode ser negativa dependendo da qualidade apresentada. Determinados nick's que não seguirem a regra também terão a ficha desconsiderada. [Leiam as regras aqui]


.:.:.:.


▬ Lista de Afiliações divinas disponíveis atualmente no fórum, bem como os seres mitológicos disponíveis para serem interpretados:


.:.:.:.

Centauros
Dríades
Filhos de Afrodite
Filhos de Apolo
Filhos de Ares
Filhos de Athena *
Filhos de Deimos
Filhos de Deméter
Filhos de Dionísio
Filhos de Éolo
Filhos de Eos
Filhos de Hades **
Filhos de Hécate
Filhos de Hefesto
Filhos de Héracles
Filhos de Hermes
Filhos de Héstia
Filhos de Íris
Filhos de Melinoe *
Filhos de Morfeu
Filhos de Nyx *
Filhos de Perséfone *
Filhos de Phobos
Filhos de Poseidon **
Filhos de Quione
Filhos de Selene
Filhos de Thanatos
Filhos de Zeus **
Náiades
Sátiros

* = As fichas destinadas à tais patronos requerem uma avaliação mais rígida;
** = Os Três Grandes fazem concurso mensal para a escolha de um novo filho;
Zeus
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Re: Ficha de Reclamação

Mensagem por Dereck D. em Sex 01 Nov 2013, 21:22

-Por qual deus você deseja ser reclamado?
Phobos
-Características físicas e emocionais:
Físicas: alto com um metro e oitenta, de cabelos loiros e lisos, tenho olhos azuis como o céu, pele clara e musculatura encantadora.
Emocionais: debochado, orgulhoso, corajoso, adora ser admirado e  nunca é influenciado principalmente por emoções.
-Por quê ser filho desse deus?
Eu admiro muito esse deus, e o fato de poder ser filho dele é muito entusiasmante.
-Minha historia:

    Tudo começa quando minha mãe tinha 17 anos, ela era linda tinha olhos negros como as trevas, cabelos da mesma cor, o rosto dela era o mais belo dentre todos os rostos, seu corpo era escultural,todos os homens a desejavam e por sinal meu pai também se encantou por essa beleza.
     Minha mãe conheceu meu pai em uma noite enquanto caminhava pela rua, ela foi abordada por meu pai de uma forma bem agressiva ela hesitou e foi para casa, meu pai não foi atras dela, porem ele não desistiria. Após algum tempo enquanto minha mãe dançava em uma boate ela foi abordada novamente pelo meu pai que dessa vez foi mas suave e encantador, acabou conseguindo um beijo e outros, a partir daquele dia eles começaram a namorar, minha mãe estava muito apaixonada e meu pai parecia ter sentimento reciproco, quase todo dia eles saiam sempre iam a lindos lugares praias,restaurantes,  parques, etc, houve um dia em que eles foram para o motel onde minha mãe pretendia se entregar ao homem da sua vida,  mas foi nesse dia que ela saberia a verdade sobre quem era meu progenitor; Após a relação enquanto minha mãe descansava meu pai se levantou e se arrumou foi quando minha mãe despertou.
-Aonde você vai?-perguntou minha mãe
-Pra bem longe daqui-respondeu meu pai com uma voz severa
-Como assim? Aonde você vai?
-Já disse sua mortal insignificante para bem longe de você-dessa vez ele falou com um certo receio, como quem não quisesse falar aquilo.
-Que negocio é esse de mortal insignificante? Você esta louco?
-Não estou não a louca aqui é você em achar que eu te amava de verdade sua tola eu sou um deus eu sou Phobos o medo!
-O quê você esta falando Brian?-perguntou minha mãe chorando.
-Já disse que meu nome é Phobos o deus do medo e não Brian
        Para provar a sua real identidade meu pai olhou nos olhos de minha mãe, e a fez ver seus piores medos diante dela, ela não aguentou a tortura e acabou por desmaiar, quando recobrou seus sentidos meu pai já havia ido embora e na cabeceira da cama deixou uma carta que dizia: "Ele ira precisar" ao lado havia moedas de cor dourada (dracmas).
         Alguns meses haviam se passados desde do ultimo encontro da minha mãe com meu pai, a barriga continuava crescer e seria impossível esconder a gravidez, como a minha mãe já tinha completado seus 18 anos ela decidiu ir embora do brasil para se mudar para o E.U.A  onde uma vida nova a esperava, porem os primeiros meses no país novo foram bastantes difíceis, até que ela encontrou um circo que a acolheu e foi nesse circo que eu nasci em 1997 na cidade de NY.
          Quinze anos apos meu nascimento eu era a maior atração do circo, desde de pequeno eu sempre fui destemido, sempre quis aprender algo novo e perigoso, desafiar o limite do homem é algo que adoro fazer e não ter medo de nada sempre me auxilio muito na minha vida artística e pessoal, o circo rodava NY com lindas apresentações, eu sempre gostei de ouvir os aplausos do publico, eles me adoravam, porem dentro da trupe não era bem assim a maioria do pessoal não gostava de mim, alguns nem se aproximavam como se quando perto de mim eles sentissem algo ruim como um medo que uma criança tem de escuro era inexplicável, já que eu nunca lhes fiz um mal.
          A descoberta da minha condição de semideus começa quando um homem de rosto engraçado, barbicha de bode e pele morena começa a fazer visitas periódicas aos espetáculos, até ai tudo bem eu já havia visto pessoas voltarem aos shows, mas messo quando o circo mudou de lugar ele continuou a fazer visitas, eu nunca fiquei percebendo muito nos telespectadores, não que eu não seja um bom observador nada disso, mas aquele não tinha a face comum de um telespectador no rosto dele é como ele tivesse me analisando, me esperando parecia que ele queria ter a certeza de que eu era quem ele esperava, até um dia após um espetáculo ele veio falar comigo.
-Olá! Dereck não?
-Sim sou eu.
-Prazer Paul!
-O prazer é meu-disse eu-apertando-lhe a mão.-O que deseja?
-Bom Dereck eu tenho algumas perguntas para lhe fazer.
-Por mim tudo bem.
-Me responda só sim ou não, a não ser que eu te peça outra resposta.
-Tá bem
-Por acaso Dereck você já ouviu falar de mitologia grega.
-Sim-para falar a verdade eu sempre amei mitologia grega, apesar de eu ser disléxico a mitologia sempre me foi fascinante.
-Ok, você por acaso já achou estranho fazer algo que outras pessoas não conseguem fazer ou ocorreu algum,a acontecimento estranho com você que não seria normal em outro ser humano.
-Não-para falar verdade já havia acontecido sim, uma vez quando eu era pequeno o circo foi assaltado por  homens encapuzados,o meu corpo foi tomado por uma áurea vermelha que acabou apavorando os meliantes, que fugiram , minha mãe acabou me convencendo que aquilo era obra da minha mente, porem mais tarde eu descobriria que era tudo real.
-Dereck eu tenho uma ultima pergunta a te fazer, você consegue ler palavras em grego?
       Minhas feições mudaram no mesmo instante como aquele homem podia saber disso eu nunca tinha comentado isso com ninguém nem com a minha mãe.
-Pra que todas essas perguntas?
        Paul sorriu e começou a me contar sobre o acampamento e todo o resto, porem eu achei tudo muito insano e o mandei embora antes que ele pudesse revelar sua verdadeira natureza. Eu decidi não contar sobre o Paul com a minha mãe, porem naquele dia eu quase não dormi fiquei pensando no acampamento e como seria legal ser filho de um deus, os dias que se passaram foram bem tranquilos os espetáculos continuavam a lotar.
          Um dia enquanto andava pela rua em um dia de folga, sozinho já que a minha ficou no circo eu me deparei com um homem gigante e muito feio.
-Quais suas ultimas palavras semideus?
-Outro não! Qual é todo mundo resolveu me sacanear!
-O que você ta dizendo seu verme?
-Que que você me chamou? Cara sai da minha frente antes que eu perca a cabeça com você.
-Depois que eu te matar eu arrancarei sua cabeça
        De repente ele pulou pra cima de mim com extrema ferocidade que eu só tive tempo de rolar, quando me levantei ele possuía em suas mão uma bola de fogo brilhante que ele lançou em mim, eu tentei desviar mas seu fogo queimou minha perna eu parti par cima da fera e a chutei com a perna boa, ele deu um passo a trás mas não recuo totalmente, e partiu em contra-ataque acabou me derrubando no chão e quando ele ia me esmagar  uma voz falou para eu olhar bem no olho da fera, eu vi o seu pior medo a áurea carmesim que antes minha mãe tinha me convencido que era ilusão agora era real e estava mais forte que da ultima vez, o monstro recuo e foi nessa hora que a nevoa saiu e eu pude ver um monstro horrível,com presas horríveis saindo pela boca, após o recuo do monstro eu o desferi um soco na direita mas ele defendeu na esquerda, eu achei estranho, porem agora eu poderia me aproveitar da situação para derrota-lo , eu atingia com a perna boa em um lado e recuava fiz isso umas cinco vezes porem o monstro era muito forte e não parecia sentir muita dor, foi quando apos um ataque eu recuei ele lançou uma bola que acabou me acertando dessa vez na outra perna eu ajoelhei no chão devido a dor, e o monstro teria acabado comigo, porem a minha áurea carmesim era forte de uma forma  que acabou espantando a fera que saiu correndo, foi quando eu vi sair de um beco um homem que vinha em meu encontro era Paul.
-Acredita em mim agora?
-Acho que sim
- Deixe que eu te ajude- falou Paul enquanto me ajudava a levantar.
-O quê era aquilo?
-Era um lestrigão, são monstros gigantes que adoram comer semideuses.
-Você não é um desses não né?
-Eu pareço ser um gigante-na verdade Paul era muito pequeno -eu sou um sátiro, minha missão é lava-lo ate o acampamento.
-Pera ai a ficha só caiu agora você estava lá o tempo o todo?
- Não, no inicio eu estava mas quando sua áurea carmesim começou a aparecer eu me escondi  ela da medo em qualquer um que estiver próxima, pra falar a verdade você é muito forte eu nunca vi ninguém com tampouco conhecimento consegui sobreviver a um monstro tão forte, pelo menos agora eu sei quem é seu pai.
-Quem?
-Phobos o deus do medo.
       Enquanto íamos para casa Paul e eu conversamos sobre o acampamento, Paul me falava sobre quem era meu pai.
       Quando chegamos em casa eu já tinha tomado a minha decisão eu iria pro acampamento, eu comuniquei a minha decisão a minha mãe que contou a historia dela com meu pai, porem isso não mudou a minha decisão, eu preparei minha mala,fiz curativos e antes de eu me despedir minha mãe me deu dracmas que meu pai havia me deixado anos atras, beijou a minha testa e me desejou sorte. E aqui estou eu a caminho do acampamento onde um mundo de descoberta e aventuras me espera.
Dereck D.
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Re: Ficha de Reclamação

Mensagem por Blaine A. Haenz em Sex 01 Nov 2013, 22:10


Por qual Deus você deseja ser reclamado? Caso não queira ser um semideus, qual criatura mitológica deseja ser? Dionísio

Cite suas principais características físicas e emocionais.

Físicos:
Ethan possui o corpo esguio, porém bem definido. Sua altura é 1,81, pesa cerca de 70kg. Seus cabelos são castanho claro e um pouco espetados. Pele branca, um pouco bronzeada.

Emocionais:
Ethan é um garoto bastante esforçado apesar de seu déficit de atenção. Porém com treinos de batalhas e coisas relacionadas à esforço físico, ele é mais esforçado ainda. Gentil, sincero e esforçado são as principais qualidades que definem Ethan, porém perfeccionista, exigente e cabeça-quente são os defeitos que definem esse personagem, isso faz com que ele exija muito de seus parceiros, tanto nas atividades do acampamento, quanto na vida pessoal.


Diga-nos: por quê  quer ser filho de tal Deus - ou ser tal ser mitológico?

Meu personagem fora filho de Apollo, eu gostaria de saber como é a experiência de interpretar um filho de Dionísio. Sem contar que eu achei os poderes bacanas também.

Relate a história da sua personagem - não haverá um limite de linhas definidos, deixe a sua criatividade fluir.

Sempre tive dificuldades com a escola, na verdade, eu não conseguia ler nada, não entendia os livros, não conseguia decifrar o que estava escrito na lousa, nem nada, nem mesmo uma placa na rua. As letras pareciam saltar para fora do lugar e dançar entre si, justamente para que eu não as lesse. Mas esse não era o problema, o que de fato incomodava era que minha mãe, Elena, não aceitava o fato de eu ir mal no rendimento escolar. Ela sempre dizia “um White sempre se destacou pelas suas capacidades cerebrais”, se realmente era assim, então eu não era um White de fato. Sempre cresci acreditando que o Enzo fosse meu pai, parece que ele conheceu minha mãe quando eu ainda era um bebê, então foi ele que cuidou de mim e ajudou minha mãe, porém eu descobri que não era bem assim. Não contei essa descoberta para eles, e ainda continuo chamando-o de pai, pois não é fácil deixar uma mania de lado assim. A princípio eu levava uma vida normal, indo mal na escola, saindo com os amigos e até flertando com algumas garotas. Numa dessas saídas que eu conheci o prazer de desfrutar de um bom vinho, na época eu já tinha 17 anos, por isso ninguém ligava muito pra isso, mas eu fiquei viciado e sempre levava uma garrafa na minha mochila com um pouco de vinho, porém escondia dos supervisores da escola. Isso sempre foi estranho, pois quando eu bebia vinho, eu me sentia mais revigorado, como se eu pudesse fazer tudo. Comecei a frequentar uma academia perto de casa, passava a maior parte do dia lá, quando o sino da escola tocava alertando a hora da saída, eu corria direto para lá e fazia todos os exercícios possíveis. As pessoas que frequentavam o lugar também ficavam espantadas com o tamanho esforço físico que eu fazia sem cansar. Um homem bem encorpado, com o braço que era do tamanho do meu corpo inteiro se aproximou de mim enquanto eu erguia alguns pesos com a perna em uma das máquinas da academia.

— Ei, garoto — chamou o homenzarrão. — Poderia me dar umas dicas? — perguntou finalmente. Eu já imaginava o que o cara pretendia desde quando ele começou a andar na minha direção. Mas como sempre, eu não faço ideia de como eu tenho tanta energia assim.

— Olha cara, eu não sei como eu faço para ter tanta energia assim — começo. — Vai ver é algo genético.

— Não é possível que seja isso — o homem para e coloca a mão sobre o queixo, de forma pensativa. — Você toma algum suplemento alimentar? — Aquilo já estava enchendo o saco, eu só queria fazer alguns exercícios em paz, mas o cara estava atrapalhando a minha serie e eu já estava ficando com raiva.

— Não, não tomo nenhum suplemento. Agora deixa eu fazer minhas series em paz, por favor — meu tom era tranqüilo, mas firme, como quem que encerrar o assunto.

— Ei, ei. Não fale assim comigo rapazinho, já viu com quem esta falando? — aquilo soou como um desafio e eu não pude deixar de aproveitar aquela oportunidade.

— Percebo que estou falando com um cara que tem muito músculo e pouco cérebro e que não sabe quando é a hora de voltar para seu treino quieto.

Todos na academia olharam para nós, espantados. Eu havia falado um pouco alto demais, chamando muita atenção, principalmente do homem que estava falando comigo. Seus punhos já estavam cerrados e seu rosto com uma expressão fechada de raiva. Na hora já saí do aparelho e fiquei encarando. Tudo aconteceu muito rápido, um soco dele veio na direção de meu rosto. Esquivei e agachei aplicando uma rasteira. Sem delongas subi em cima do cara e fiquei dando vários socos na cara dele. Ele era grande e forte, mas era lento. Alguém me agarrou por trás e me imobilizou, colocando meus braços para trás de forma que minhas mãos tocassem a nuca e minhas axilas ficassem expostas. O homem levantou-se, seu rosto estava todo ensangüentado e seu nariz estava fora do lugar, provavelmente fora quebrado. Ele se aproximou e aplicou um soco potente em meu abdômen, perdi o ar por alguns segundos. A sequência de socos não parou e fiquei recebendo vários ataques na barriga, por sorte ele não estava se importando com meu rosto. Antes que eu pudesse perceber, o cara fora nocauteado por um garoto. O menino, que aparentava ser um ano mais novo que eu, acertou a nuca do homem com um halter de cinco quilos. Fiquei atônito por alguns segundos tentando assimilar tudo que aconteceu. Num ato reflexo, desferi uma cabeçada para trás acertando o nariz do homem que me imobilizara. O cara caiu para trás e eu fiquei observando, até o menino segurar meu braço e me levar para longe da academia. Passamos por várias ruas, dobrando em esquinas até chegar a um local aberto. Nós estávamos parados em frente ao Central Park.

— Você está bem? Quantos anos você tem? Já foi proclamado? — o garoto estava afobado e não parou nem para respirar. Fiquei meio perdido com o tanto de perguntas que ele fizera.

— Sim, estou bem. Tenho 17 anos. O que? — respondi.

— Você tem 17 anos e ainda não foi proclamado? Ai meu deus, o que faremos?

— Espera ai. Quem é você e como me conhece? — estranhei.

— Olha, eu sou um sátiro e meu nome é Nick. Estou aqui para levá-lo ao acampamento em segurança.

— Sátiro? Acampamento? Do que você está falando cara? — eu já estava tão confuso que nem sabia mais que eu era.

— Depois eu explico com mais calma, agora vamos até a sua casa, precisamos falar com a sua mãe — sua afobação ainda estava visível e o Nick não parava de se mexer, como se estivesse preocupado com alguma coisa. Ele me agarrou pelo braço novamente e fomos correndo até minha casa. Nick abriu a porta bruscamente e entrou gritando pelo nome de minha mãe. Ela estava na lavanderia e nos cumprimentou como se fossemos amigos desde sempre.

— Nick, Ethan — ela abriu um sorriso. Estava segurando uma cesta de roupa que acabara de tirar da máquina e levara para pendurar no varal. — O que faz aqui? Não era pra estar na academia?

Quando eu ia começar a me explicar, o sátiro se pôs em minha frente — Sra. White, nós precisamos partir o mais rápido possível. Ethan não devia estar aqui, não sei nem como ele sobreviveu tanto tempo sem treinamento.

Minha mãe assentiu, então largou a cesta no chão e desceu as escadas que davam para a garagem correndo, seguida de Nick e eu, que estava logo atrás. Naquele momento eu já não sabia mais o que estava acontecendo. Entramos no carro e partimos. Entramos para a estrada que eu conhecia muito bem. Por ela que nós íamos para a praia em Long Island. Naquele momento em que estava tudo tranqüilo, viajamos por alguns quilômetros em silêncio, porém eu ansiava por explicações, já não entendia mais nada. Por fim, minha mãe começou a contar toda a história.

— Ethan, seu pai não é quem você pensa que é — minha mãe começou. Disso eu já sabia, o que eu queria saber era pra onde estávamos indo e o que estava acontecendo, mas isso não durou muito tempo, ela explicara tudo. — Você é filho de um deus com uma humana, no caso eu. Seu pai... — Ela hesitou por um momento, mas continuou. — Ele era maravilhoso, eu não sei como explicar, mas apenas aconteceu. Conheci Enzo alguns meses depois que você nasceu, desde então ele tem te tratado como o próprio filho.

Aquilo tudo veio como uma bomba de informações para mim, eu não sei se agüentaria tudo aquilo. Tirei uma garrafa que eu escondera embaixo do banco do carona, abri e comecei a beber. Minha mãe fez uma cara feia, mas não reclamou. Provavelmente ela não queria fazer com que eu me sentisse pior do que já estava. Seria muito ruim ser repreendido depois dessa tempestade que se formou em minha mente depois de todas aquelas informações. O carro parou de repente. O primeiro pensamento que viera em minha mente foi o porquê dela ter freado assim, no meio da estrada. Nick já estava saindo do carro. Ele abriu a porta do meu falado e me puxou pra fora do carro.

— Até mais Sra. White. Obrigado por nos trazer até aqui. — disse Nick se agachando na altura da janela do carro para enxergar minha mãe.

— Calma ai, por que vamos ficar aqui no meio da estrada? Como vamos voltar? Pra onde estamos indo — minha mente estava a mil, já não estava mais agüentando tudo aquilo.
Minha mãe acelerou o carro e sumiu no horizonte. Estávamos sozinhos, no meio da estrada. Havia uma cerca que fechava a área que ficava no limite da estrada. Nick tirou suas calças, revelando suas pernas peludas de bode, e pulou para dentro da cerca. Fiz o mesmo (não tirei a calça, apenas pulei a cerca também) e segui-o. Ao longe, ouvi um barulho de chocalho, igual ao que as cobras fazem. Na hora não tinha me importado, mas o som ficou cada vez mais freqüente. Coloquei a mão no ombro de Nick, sinalizando para que ele parasse.

— Tem alguma coisa aqui. — disse enquanto observava ao redor. O som parecia vir de todos os cantos. Eu ficava olhando, já ficando um pouco assustado, temendo receber um ataque surpresa. De repente, uma mulher pulou na gente. Dei uma cambalhota para o lado a fim de evitar o ataque. Quando me recuperei, percebi que a mulher era humana até metade do corpo, da cintura pra baixo era um corpo longo e forte de uma cobra. Sua cauda tinha uma bifurcação, se separando em duas. Ela estava em cima de Nick, provavelmente ele não percebeu que tinha alguém à espreita. Corri até onde eles se encontravam e agarrei a mulher-cobra na região da cintura. A velocidade fez com que fossemos jogados para longe de Nick. Rolamos por um tempo, até que paramos. Encontrava-me deitado no chão, a mulher reptiliana estava em cima de mim, mostrando suas presas e fazendo um barulho rouco semelhante ao de uma cobra. Dei um soco na face dela e rolei para longe, levantei-me e fiquei ao lado de Nick, que já se recuperara.

— O que é essa mulher? — perguntei enquanto ofegava.

— É uma dracaena. Mulheres metade cobra — respondeu Nick.

A dracaena veio em nossa direção numa velocidade descomunal. O menino-bode contornou-a e desapareceu. Não opção melhor senão encará-la. Corri na direção dela também e tentei desferir um soco no abdômen dela, porém ela parou minha mão e me deu uma cabeça que acertou minha testa. Caí de costas com a mão na cabeça, gritando devido à dor causada. Consegui ver que Nick pulou em cima dela, passando seus braços pelo pescoço da dracaena e sufocando-a. Porém isso não durou muito tempo. A dracaena agarrou-o pelos braços e tirou-o das costas, jogando Nick ao chão. Ela se aproximou dele e preparou as garras. Antes que conseguisse realizar o movimento planejado, corri na direção dela e pulei, acertando-a com os dois pés nas costelas. Coloquei as mãos no chão para amortecer a queda. A dracaena caiu e urrou de dor, mas logo se recuperou. Ela mirou em mim e disparou em minha direção. Sua expressão era de ódio e desgosto. Naquele momento eu não sabia mais o que fazer, estava ferrado. Até Nick gritar meu nome. Olhei para ele, o garoto arremessou uma faca para mim. Agarrei-a e corri até a dracaena. A mulher cobra tentou me agarrar, mas eu deslizei de joelhos antes dela me alcançar e passei pelo lado dela, cortando a lateral de sua cauda. Ela gritou em agonia. Antes de ela perceber, já estava pulando em sua direção. Até que a faca adentrou em seu peito, tão fundo que a lâmina da faca não estava mais visível. Soltei a faca, que ficara fincada no peito da dracaena. Nick e eu ficamos observando-a estática e com os olhos arregalados, fitando o céu. Alguns segundo depois ela se desfez, virando poeira, restando apenas a faca.

— Vamos, não queremos que aconteça isso novamente — alertou Nick. Nós corremos para dentro da floresta, eu seguia Nick, que ia desviando dos galhos baixos sem parar de olhar para frente. Passando alguns minutos de corridas, observei um arco que formava uma espécie de entrada. No topo havia palavras em grego, que consegui ler com facilidade: Acampamento Meio-sangue.

Blaine A. Haenz
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Re: Ficha de Reclamação

Mensagem por Christopher K. Irvine em Sab 02 Nov 2013, 10:51

▬ Por qual Deus você deseja ser reclamado? Caso não queira ser um semideus, qual criatura mitológica deseja ser?
Gostaria de ser reclamado por Apolo.

▬ Cite suas principais características físicas e emocionais.
Possuo cabelos loiros e longos, formando uma franja. Pele bronzeada, corpo um pouco atlético, estatura mediana(1,68), olhos azuis esverdeados e quando esbanjo um sorriso não dá para esconder as covinhas. Sou simpático, comunicativo, um pouco caloroso e brincalhão.
▬ Diga-nos: por quê quer ser filho de tal Deus - ou ser tal ser mitológico?Pois, como qualquer outro filho de Apolo tenho uma paixão por música. Sem contar que, se fosse para escolher uma arma para manejá-la, sem dúvidas escolheria um arco, assim como o próprio deus Apolo usa.

▬ Relate a história da sua personagem :
Nasci e vivo até hoje em Long Island, tenho apenas 12 anos e vivo com minha mãe chamada Lizzie, ela tem cabelos loiros encaracolados, olhos azuis, estatura baixa e corpo bem definido. Diferente de qualquer outro garoto, eu não sei quem é meu pai e muito menos vivo com ele, minha mãe trabalha em um banco e só sai do emprego oito horas da noite, por isso mesmo que eu vivo com um amigo chamado Jacke durante o dia. Jacke tem cabelos castanhos encaracolados, olhos castanhos, pele bastante peluda e uma barba. Eu o chamo de homem-bode por parecer um garoto que é metade humano e metade bode, ele é medroso porém legal, ele é meu único amigo. Praticamente todo mês, vou á praia para tomar um som e ficar com a pele bronzeada. As vezes minha mãe tira folgas para ir comigo e com Jacke, mas as vezes sinto que a minha mãe olha pra mim preocupada, e Jacke também. Já fui expulso de duas escolas, a primeira vez foi aos 7 anos, que eu vi um homem de um olho só caminhando todo encapuzado, e então eu o dei um murro no rosto, os inspetores viram e me agarraram, eu disse o que vi porém eles diziam que esse homem possuía uma aparência normal, e que era pai de uma aluna, dai então me aplicaram uma expulsão, e minha mãe com olhares tristes disse que era tudo minha imaginação. A minha segunda expulsão foi aos 10 anos, que eu vi uma inspetora da minha escola com gigantes dentes, e então eu sai gritando, porém todos riram da minha cara, e então o diretor me pegou pelo braço e teve uma conversa com a minha mãe, e eles decidiram me tirar da escola. Agora, estou jogando totó com Jacke na varanda, ele sempre perde por ser meio nervoso e sem coordenação, e eu nunca procuro jogar sério com ele. Depois de mais uma derrota, eu disse :

- Hey Jacke, tenho que me arrumar para ir á escola. Vem comigo hoje?

Ele disse :

- C-claro, é errado... faltar aula.

Eu assenti, e então fomos nos arrumar para mais um dia chato de aula, porém eu estava um pouco animado, pois no segundo tempo teria aula de música. E então, acabamos de nos arrumar e fomos andando para a escola, estudávamos de tarde pelo fato de eu ser preguiçoso e sempre acordar tarde. Ao chegar na escola, vimos naquele relógio antigo que parece ser dos anos 80 e descobrimos que ele e eu estávamos atrasados, dai então fomos correndo para a sala teórica, e se deparamos com aquela professora velha e chata de matemática, sentei-me ao lado de Jacke e assisti a aula. Ela entregou uma folha com 10 exercícios difíceis pra caramba, eu acertei dois, Jacke errou todos e levou uma bronca da professora. A aula acabou e todos saíram, porém aquela velha chata berrou :

- Heeeeeeeeey! Christopher e Jacke permaneçam em sala de aula, quero ter uma conversinha com os dois.

Ficamos esperando todos saírem para ouvir o que ela queria dizer. Porém, dela surgiu asas e ela ficou mais feia ainda, seu pé ficou parecido com o pé de um pássaro, eu e Jacke sem pensarmos duas vezes saímos correndo da escola, ela deixou-nos pois caso contrário todos veriam sua aparência. Em meio do caminho eu perguntei :

- O que está acontecendo, Jacke?

Ele disse :

- A-ahn... depois... v-você vai saber...

Continuamos a corrida, porém eu estava seguindo Jacke e percebi que estávamos correndo até o banco em que minha mãe, Lizzie, trabalhava. Chegamos ao caixa dela exaustos e Jacke disse :

- Ér... moça, está na hora... sinto muito.

Ela assentiu com um olhar triste, e então me deu um beijo na testa, dizendo :

- Boa sorte, Christopher.

Eu não entendi nada, Jacke foi á um ponto de Taxi e chegou aquele carro amarelo que eu acho ridículo, entramos pela porta de trás e Jacke deu o dinheiro ao taxista, eu estava tão confuso que nem me liguei no endereço que ele falou ao taxista, eu esperei chegarmos até tal lugar em silêncio, e depois de alguns minutos paramos á frente de um lugar que tinha um portão gigante aberto, e bem á frente dele um homem cheio de olhos no corpo, só de ver ele desmaiei, e acordei deitado em uma cama, Jacke me disse :

- Bem vindo ao seu lugar, o Acampamento Meio-Sangue.
Christopher K. Irvine
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Horace, o Semideus.

Mensagem por Horace Altman em Sab 02 Nov 2013, 16:49

▬ Por qual Deus você deseja ser reclamado? Caso não queira ser um semideus, qual criatura mitológica deseja ser?

Hécate, deusa da magia, da névoa e das encruzilhadas.

▬ Cite suas principais características físicas e emocionais.

184 cm; 70kg - Olhos azuis, cabelos castanhos claros.
Frio e calculista, não se abala por qualquer motivo, ambicioso.

▬ Diga-nos: por quê quer ser filho de tal Deus - ou ser tal ser mitológico?

Pelo dom de controlar a névoa e a magia, algo de extremo poder.

▬ Relate a história da sua personagem

Eu me sentia como uma vitima da sociedade, sempre culpava os outros por meus erros, nunca admitia nada:
Não tenho pais? Não é culpa minha.
Não tenho herança? Não é culpa minha.
Não terei legado? Não é culpa minha.
Eu estava caminhando no longo jardim do orfanato que eu chamei de casa nos últimos 13 anos. Aliás, eu tenho 13 anos. Vivi minha vida preso naquela prisão, vendo dia após dia meus colegas saindo pela porta, radiantes, emanando uma aura de felicidade, que curiosamente só eu podia ver, com suas novas famílias.
Eu era problemático demais para ser adotado. Em todas as entrevistas com casais que queriam me adotar, algo acontecia, como mais recentemente um pombo branco simplesmente surgiu em cima da mesa e saiu voando. Eles se assustaram e ficaram com medo de estar ficando loucos, acharam que eu fosse "contagioso".
A unica pessoa que nunca fora adotada, fora eu, era um rapaz estranho com alguma deficiência muscular da cintura para baixo, ele andava de muletas e sempre usava um gorro estranho e surrado. Eu não mantinha muito contato com ele, mas eu sentia como se ele me observasse - e as vezes me cheirasse - constantemente.
Estava escurecendo, entrei para a "minha casa", subi a escada em formato de caracol e entrei no meu quarto. Eu era o único que tinha um quarto só para mim; As outras crianças tinham medo de mim. Me joguei sobre a cama, que era um beliche, tentando não pensar em nada. Aquele deveria ser um dia feliz. Tinha que ser, afinal era véspera de meu aniversário de 13 anos. O clima estava estranho. Na televisão previram um sol de 28º, por que então estava começando a chover e um frio se espalhar pelo aposento? Ignorei. Eu não era um climatólogo, afinal.
Fiquei ali sentado por horas, refletindo sobre o mesmo assunto que entrava em minha mente a todo instante: Por que? Por que eu tinha que ser hiperativo e ter dislexia? Eu merecia isso? Nunca fiz nada de errado de propósito. A minha vida se resumia em passar as tardes lendo ou dormindo, enquanto os outros garotos corriam, jogavam ou praticavam algum esporte.
Não me dei conta da hora, já passava das 20:00, eu me atrasaria para o jantar se não me apressa-se. Tomei um rápido banho e me vesti, desci até o piso "térreo" do pequeno prédio. Eram 20:27, haviam poucas pessoas por ali, alguns grupinhos de meninas isolados em um canto e o estranho rapa de muleta em um dos cantos. Aliás, no meu canto, eu percebi. Próximo ao lugar em que eu sempre sentava. Ele parecia apreensivo, no momento eu não sabia o porque, mas ele estava estranho. Digo, mais estranho do que ele naturalmente era.
Sentei-me ao seu lado, eram 20:30, o jantar só começaria a ser servido em 15 minutos.
-Boa noite - Ele falou, embora estivesse focando a visão nas grandes janelas que iluminavam o salão com o luar. - Você deve ser o Horace, ?
-Sou. - Resmunguei em resposta, não gostava de que ele soubesse sobre mim - E você, quem é? - Perguntei rispidamente.
-Pode me chamar de Tez - Ele respondeu - Minha mãe achou que Teseu seria um bom nome para um sátiro... hunf!
-Perdão, sátiro?! -Perguntei boquiaberto observando suas pernas deficientes, como se a qualquer momento ele revelaria seus cascos de bode.
-Ahhnn... não é nada... só uma brincadeira. - Ele falou apressado - Hoje iremos sair daqui. Nós dois. - Respondeu alegre, mudando de assunto.
-Tudo bem, então - Respondi.
"Ele é louco. Por isso nunca foi adotado" pensei. Enquanto saia de perto dele com a desculpa de pegar um copo d'água. O jantar transcorreu normalmente.
Eu voltei para os meus aposentos e voltei aos meus costumeiros devaneios, praticamente meus únicos amigos. Não me dei conta da hora, era uma sexta-feira, afinal. Não precisava acordar cedo no sábado. Quando olhei era 23:50, faltavam 10 minutos para o meu aniversário de 13 anos.
Naquele momento comecei a pensar em todas as festas de aniversário que eu via em séries e filmes de televisão, com pessoas abrindo sua porta em uma festa surpresa e lhe desejando felicidades.
Então minha porta se abriu. Eram 23:59, Tez acabara de entrar ali com uma mochila nas costas e outra nas mãos, agitado.
- Feliz aniversário, cara. - E no momento em que terminou de falar o alarme do meu relógio soou, eram 00:00, meu aniversário. No mesmo instante sobre minha cabeça uma luz roxa tremeluziu.
-Hécate - Teseu murmurou, me entregando a segunda mochila - Eu devia saber... - Ele fala mais para si mesmo que para mim.
-Então, está preparado? Vamos embora desse lugar agora. - E estalou os dedos. Os donos do orfanato entraram no quarto com os olhares vidrados e os rostos inexpressivos, me deram alguns documentos e, de relance, consegui ler "ADOTADO - ACAMPAMENTO MEIO SANGUE - SEMIDEUS" e várias outras coisas assim. Minha cabeça girava, me sentia tonto... O que diabos estava acontecendo ali?!
Então um som agudo invadiu a minha percepção, tirou os meus guardiões legais do transe e agitou Tez.
-Temos que ir, Horace. -Ele falou trancando a janela - Agora.
Eu obedeci, em parte por que eu finalmente sairia daquele inferno que eu conhecia como casa e em parte pelo calafrio que aquele som produzia em mim.
Finalmente, eu consegui distinguir, era um piado ininterrupto e continuo, como se estivesse se aproximando.
Descemos a escadas, ele jogou as muletas para o lado e começou a "trotar", não questionei, apenas tentei correr tão rápido quanto ele.
Saímos dos jardins do orfanato e chegamos a uma rua estreita, viramos a esquerda na esquina e finalmente eu tive uma noção - Estávamos indo para o terminal rodoviário. Nas férias de natal do orfanato fazíamos aquela mesma trajetória, todos os anos, para lá. Então, afinal Tez não era louco, ele realmente estava me tirando daquele lugar.
E o piar da besta que nos seguia tornou a aumentar, Tez notou isso e correu mais rápido, enquanto eu me esforçava para seguir o seu ritmo.
Então sob a luz da lua cheia eu vi três pontos negros voando em nossa direção, deviam estar a uns 400 metros, pareciam águias.
300 metros... 200... 100... 50... então eu notei, não eram águias. Eram... mulheres?! Não. Harpias. Não faço ideia de como eu sabia daquilo, mas eu sentia que eram Harpias, voando velozmente em nossa direção. E com um grande mergulho duas delas conseguiram nos atingir, uma enfiou suas garras na minha mochila, errando meu ombro por poucos centímetros, a outra acertando Tez em cheio, no seu peito, derrubando-o. Ele voltou a se levantar enquanto as Harpias faziam um movimento, virando-se em nossa direção para atacar-nos de novo. Vi de relance algo brilhando, perto de uma cerca: Um pedaço de pau. Segurei como se fosse um varapau, com duas mão sobre o punhal. E de algum modo me sentia confiante, como se eu treinasse com aquele estranho objeto desde o dia em que eu nasci.
Senti o equilíbrio, ele pendia um pouco para a direita e era meio pesado. Mas a descarga de adrenalina era maior, me sentia vivo.
A primeira deu um rasante em direção a Tez, e acertou a mochila em suas costas, rasgando-a em vários pedaços pequenos. Já a segunda veio em minha direção, ergui minha arma, esperando o momento ideal e a atingi com um rápido movimento lateral, meus reflexos eram incríveis. Enquanto eu me espantava com minha própria habilidade, a terceira harpia, a qual eu havia me esquecido momentaneamente, cravou suas garras afiadas em minhas costas, e rasgou a parte de trás da minha camiseta.
Havia raiva em minha mente, e em um instante uma fissura se abriu sobre o chão, com uma luz roxa tremeluzindo, e um grande cão negro saindo de lá. Um cão infernal. Eu sentia como se meu abdómen fosse explodir a qualquer momento, o incomodo apenas aumentava, até que eu não resisti e cai no chão inconsciente. Tendo como ultima vista, o gigantesco cão transformando uma daquela abominações voadoras em um pó dourado.
Acordei sem saber onde estava. Nem o que tinha acontecido - Então um turbilhão de imagens voltou a minha mente, o cão, Tez, Harpias, orfanato. Eu não estava mais na minha pequena cidade. Aliás, quanto tempo eu devia ter ficado inconsciente? Minutos? Horas? Dias? Eu não sabia.
Olhei para os lados, sob um pequeno criado mudo havia um pote com um estranho pudim e um copo com um liquido amarelo. Ambrosia e Néctar. Eu sabia de alguma forma, senti em minha boca o sabor de paçoca - Meu doce preferido.
- Bem vindo de volta, bela adormecida - Disse Teseu, o Sátiro. - E então, como está se sentindo?
- Bem eu acho - Eu falei lentamente examinando-o - UOU! BODE! VOCÊ! PELUDO! CASCOS!
- HAHAHAHAHA, Adoro essa reação, vocês semi-deuses são hilários. Sim, eu sou um sátiro.
- Semideuses? - Percebi, espantado que ele falava de mim
- Sim, filho de Hécate. - Ele falou lentamente, enquanto eu assimilava aquela estranha informação.
Horace Altman
Filhos de Hécate
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Re: Ficha de Reclamação

Mensagem por Dônis em Sab 02 Nov 2013, 23:29


Ficha de Reclamação!



▬ Por qual Deus você deseja ser reclamado? Caso não queira ser um semideus, qual criatura mitológica deseja ser?
Hermes 
▬ Cite suas principais características físicas e emocionais.
Física- alto magro, ágil, cabelos e olhos escuros 
Emocionais-difícil de ficar triste, gosto de dar sustos nas pessoas, sou muito carismático(apesar de não gostar de pessoas arrogantes), gosto de interagir com pessoas que tem dificuldade social(não se socializa), vivo em constante felicidade
▬ Diga-nos: por quê quer ser filho de tal Deus - ou ser tal ser mitológico?
Por ser o Deus que mais me identifico.

▬ Relate a história da sua personagem - não haverá um limite de linhas definidos, deixe a sua criatividade fluir.
 
Já morei em 10 países diferentes, mas nasci em Londres, Inglaterra, minha mãe sempre, de quatro em quatro meses, chegava de madrugada e me mandava organizar minhas coisas, pois íamos mudar de cidade(motivo pelo qual ela me ensinara a sempre guardar todas as minhas coisas em uma só mala). Sempre que perguntava por que mudávamos tanto de cidade, ela falava que não podíamos ser encontrados, ela sempre foi rica (nunca soube de onde saiu o dinheiro) mas sempre morávamos em bairros pobres, estudei em escolas ricas( só tirei notas boas a vida toda, porque sempre achei um meio de roubar as respostas dos professores um semana antes das provas e decora-las antes deles se derem falta delas) nunca aprendi nada que preste, a não ser pelos idiomas que sempre tive facilidade.No ultimo ano nos mudamos para Nova York, perguntei para minha mãe o motivo ela disse que acha que no final do ano iria acontecer uma coisa supostamente inesperada comigo e teríamos que nos separar. Naquele mesmo dia, entrei no quarto dela sem ela notar para ver nos documentos se tinha alguma coisa relevante, no inicio não havia encontrado nada, já estava pensando em desistir, até que encontrei um cofre com leitor de digital, não sabia no que estava pensando, mas soprei com ar quente no lugar onde põe a digital e passei um papel branco e ele se abriu, ao revirar as coisas que tinham dentro achei um caderno com uma lista de objetos, que variavam em diamantes à chaves, nomes preços, fiquei muito intrigado com essa lista então decorei 5 páginas aleatórias e fechei o livro, quando fui guardar percebi que tinha outra abertura lateral com cadeado(achei ridículo pela primeira fechadura ser com leitor de digital, mas abri com muita facilidade, e achei uma adaga dentro, mais ou menos uns 24 cm, tinha um brilho estranho, não reconheci, eu queria leva-la comigo(esconde-la) mas minha mãe iria saber que eu que abri o cofre, ao guarda-la notei que tinha uma caixa grudada por trás da fechadura, uma caixa grande, do tamanho de uma caixa de sapado, quando fui tentar tirar escutei a buzina do carro da minha mãe do lado de fora da casa, quase surtei, mas tomei o controle coloquei tudo nu lugar e fechei o cofre, dei uma ultima olhada no quarta para ver se tinha alguma coisa fora do lugar, então escutei a porta da frente se abrir, corri para meu quarto e fingi estar dormindo. Ao amanhecer já havia decidido esquecer o que eu vira e deixar tudo como era antes, mas de algum modo minha mãe sabia que o cofre dela havia sido aberto, mas por algum motivo só perguntou se eu havia mexido nas coisas dela, claro que neguei tal feito.
Depois de um ano, fiquei realmente amigo de um garoto aleijado seu nome era Diego, pra mim ele era de alguma maneira diferente dos outros garotos aleijados, mas eu achei melhor não falar pra ninguém esse detalhe. No ultimo dia de aula, depois das provas, ele fez um jogo comigo de perguntas e respostas, o jogo tava indo bem até que ele perguntou se minha família tinha algum segredo, então eu me lembrei do caderno da minha  mãe que havia achado no cofre dela, lembrei especificamente das 5 páginas que havia decorado, então dei uma evasiva nele, tenho certeza que ele achou muito estranho porque ele me seguiu até um canto isolado do colégio, então peguei meu notebook e pesquisei todos o nomes e objetos que eu lembrado daquele caderno, depois dos 7 primeiros objetos percebi que estavam todos relacionados nos lugares que nós havíamos morado, fiquei muito surpreso, fui correndo ao meu motorista e mandei ele me levar pra casa o mais rápido possível, estava tão concentrado que nem havia prestado atenção no Diego que também tinha entrado no carro. Ao chegar em casa, escuto muitos barulhos, pergunto ao meu motorista se ele estava escutando, ele disse que não estava escutando nada, então logo que dispensei ele, meu amigo Diego, sugere que eu fique na calçada enquanto ele vai checar se tem alguma coisa acontecendo na minha casa, eu não aceito e entro com tudo em casa, logo ao entrar percebo que os objetos da casa estão a maioria quebrada e longe do se devido local, até que escuto uma conversa muito estranha:-Onde ele está!Diga ou irei transforma-la em pedra! Depois disso meu amigo Diego, me empurrou para o lado e passou correndo, percebi que ele estava correndo sem a ajuda das muletas, então ele parou, e falou:-Escuta., demorei uns segundos pra entender que ele falava das mulheres no andar de cima(minha mãe e outra que eu não conhecia):-Você será com certeza uma ótima espanta pombos no meu jardin. Logo em seguida escuto um grito interrompido, depois um som estranho como se alguma coisa estava se formando em cima do grito, logo em seguida Diego me joga atrás do sofá, e se esconde atrás da escada, então uma mulher com óculos escuros com os cabelos em volta de um pano preto, então assim que ela chega no pé da  escada, Diego saca uma espécie de espada, com um brilho estranho, de sua bengala e decapita a cabeça da mulher, expondo suas serpentes no lugar dos cabelos, não lembro de mais detalhes, mas lembro de acordar em uma cama e Diego se encontrava no pé da cama, ele disse: Que bom que acordou, achei que ia passar o resto da semana ai. Bem – vindo ao seu novo lar o Acampamento Meio-Sangue!
Dônis
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Re: Ficha de Reclamação

Mensagem por Eddard B. Stark em Dom 03 Nov 2013, 19:39

▬ Por qual Deus você deseja ser reclamado? Caso não queira ser um semideus, qual criatura mitológica deseja ser?
Gostaria de ser reclamado por Atena

▬ Cite suas principais características físicas e emocionais.
Mediano (1,60 m), cabelos negros, olhos castanhos claros, forte, gosto de matemática, tenho facilidade com armas de longa distancia(arco), luto esgrima, estudioso, poliglota, curioso, ativo, centrado, calmo e inteligente

▬ Diga-nos: por quê  quer ser filho de tal Deus - ou ser tal ser mitológico?
Eu quero ser reclamado por Atena pois, me identifico com ela e tenho facilidade com táticas de luta, com linguagem, de leitor, etc.

▬ Relate a história da sua personagem - não haverá um limite de linhas definidos, deixe a sua criatividade fluir.

   Lá estava eu no dia do meu aniversario de 13 anos dentro da Academia Lincon em Manhattan, quase não tinha amigos lá, meu único amigo era Fred, um cara da minha sala moreno, de olhos negros, ele tinha um problema nas pernas assim fazendo com que ele andasse de muletas.
   Estava no meio da educação física quando o professor Jason falou:
    -Mais rápido rapazes!
   Eu sempre achei ele estranho, era alto, branco, com cabelos claros, ele nunca tirava seus óculos escuros, ele parecia ter uma aura maligna ao seu redor, as vezes me dava até um pouco de medo.
   Quando a aula acabou eu fui falar com Fred:
    -Sorte tua que não tem que fazer educação física.
  Ele riu  e nos dirigimos para o apartamento do meu pai, no meio do caminho resolvemos pegar um atalho por um beco, de repente, o professor Jason apareceu e começou a nos atacar, tentei me defender, dei uns socos nele e parecia que ele não se afetava, com um soco os óculos dele caíram e me deparei que ele só possuía um olho, nesse momento Fred tirou de seus bolsos uma espada de tamanho mediano e me deu, tive logo uma duvida como uma espada daquele tamanho tinha saído do seu bolso, mas não tive tempo para raciocinar o ciclope voltou a nos atacar, então com um reflexo dei uma espadada nele, então ele se reduziu a pó, depois eu e Fred coremos até chegar no apartamento.
 Quando cheguei lá subi as escadas e abri a porta de casa desesperado com meu amigo logo atras, meu pai Hary me perguntou porque eu estava tão nervosos, eu lhe contei tudo o que tinha acontecido, ele me olhou com espanto e disse para meu amigo:
-Esta na hora dele saber.
-Saber o que??- falei- Vocês estão me escondendo algo??
-Se acalma!- Disse Fred- Sabe aquela historia sobre deuses gregos? Elas são todas verdade
 De inicio não estava acreditando, depois me acostumei da ideia
-Sua mãe é Atena- Disse meu pai- Eu e ela tivemos um romance, quando você nasceu ela me integrou você e disse para manter segredo até um dia que for extremamente necessário.
- E agora o que vamos fazer??- eu disse.
-Vamos levar vocês para um lugar em que você possa ser protegido.
-Nos dois??
-Sim, porque seu amigo é seu protetor
-Protetor??
-Não temos tempo para explicar agora! Temos que ir logo!
  Então, meu pai pegou seu carro e fomos até Long Island, lá paramos diante de uma colina e lá meu pai falou:
-Agora, vocês tem que ir sozinhos.
  Me despedi do meu pai e fomos andando até um grande portão em que estava escrito:
             κατασκήνωση μιγάς
  Não sei porque, mas sabia que estava escrito "Acampamento Meio-sangue", antes de entrarmos meu amigo me falou:
-Pera um pouco, vou me trocar.
-Trocar??
 Quando vi ele tirou suas calças, eu me surpreendi quando vi que em vez de pernas normais ele possuía pernas de bode, então perguntei:
-O que você é??
-Sou um sátiro protetor, depois eu te explico.
Atravessamos o portão e andamos por uma trilha no meio de um longo campo, então avistamos um pinheiro com um pale de carneiro dourada, depois nos dirigimos até uma casa grande e lá um centauro estava nos esperando:
-Foi este filho de Atena que você Fred me falou??
-É- respondeu Fred
-Olá, meu nome é Quiron, qual o seu nome filho de Atena??
-Manoel- Respondi
-Bem vindo ao Acampamento Meio-Sangue! Eu vou te levar ao seu chalé!
E assim minha jornada começou.
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Re: Ficha de Reclamação

Mensagem por 073-ExStaff em Dom 03 Nov 2013, 20:58


Fichas de reclamação

Kelvin Cardoso – não reclamado
Use um corretor para evitar erros básicos, Kelvin. Procure também organizar o post; justificar, centralizar. Melhora o aspecto e torna-o mais agradável.

Dereck D. – não reclamado
Pecou na pontuação e acentuação, Dereck. Explore melhor também a personalidade do personagem e procure usar um corretor e revisar os seus textos. O enredo em si estava bom, basta atentar aos pontos ressaltos.

Ethan R. White – reclamado por Dionísio
Uma boa ficha, Ethan. Só precisa melhorar um pouco a pontuação. Algumas vezes trocou ponto por vírgula, e isso deixa o texto cansativo.

Christopher K. Irvine – não reclamado
Eu fiquei em dúvida, Christopher. Você escreve bem, tem potencial, mas a falta de pausas prejudica o texto. O que pesou na minha escolha, porém, foi quando você fugiu e a harpia simplesmente desistiu. Um monstro não está preocupado com o que os mortais veem.

Horace Altman – reclamado por Hécate.
Por pouco não te reprovei, Horace. Você escreve bem, de fato, mas houve incoerência no final. Você simplesmente invocou um cão infernal? E a arma surgiu de onde? Cuidado.

Mano e Dônis, entrem no link abaixo e atualizem seus nomes.
http://percyjacksonrpgbr.forumeiros.com/t6749-mudanca-de-nome







Atualização
Atualizado por ♦ Zeus
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Re: Ficha de Reclamação

Mensagem por Steven Rx em Seg 04 Nov 2013, 14:43

▬ Por qual Deus você deseja ser reclamado? Caso não queira ser um semideus, qual criatura mitológica deseja ser?

Ares, Deus da Guerra

▬ Cite suas principais características físicas e emocionais.

Frio, tem um espirito assassino, pensa em si mesmo, um homem que abandonou o medo de o amor para ganhar o seu espirito assassino que tem hoje a vontade de matar em seu coração é maior que sua vida, seu desejo de guerra é grande.
um homem alto de 1,88 de altura, tem um corpo bem definido e a cor de sua pele e branca, seus braços são um pouco largo não muito, seu cabelo e curto e de cor preta, seus olhos são castanhos escuros.

▬ Diga-nos: por quê  quer ser filho de tal Deus - ou ser tal ser mitológico?

Não tenho paciência com muita coisa, apenas um erro e o suficiente para matar alguém, minha vontade de matar pessoas que conheço e grande mais não vivo em uma época de guerra pra fazer isso, também sou calmo, acho que me defino bem com Ares, além do mais é o deus que mais admiro entre todos os outros.

▬ Relate a história da sua personagem - não haverá um limite de linhas definidos, deixe a sua criatividade fluir.

Steven um homem que nasceu no Brasil mais saiu dos pais aos 20 anos se mudou para o Afeganistão, na época em que chegou o país estava em uma grande guerra com os rebeldes, quando passava por uma rua uma mulher foi esquartejada há 10m de sua distancia isso deixou o seu sangue fervendo ele não pensava em outra coisa a não ser matar alguém, se se encostando a uma parede ele botou a mão na cabeça e ela começava a dor bem forte, suando frio escutou uma voz dizendo para ele “Mate aqueles que lhe incomoda” a dor de cabeça passava havia uma faca logo ao lado de Steven ele então pegava e se encaminhava até os rebeldes que estava na outra calçada, não foi muito difícil, Steven matou os três que estava ali com sua camisa suja de sangue e seu braço também todo vermelho pelo sangue dos homens eles se sentia bem melhor seu espirito começava a mudar e sua personalidade também.

Alguns anos se passou depois do acontecido no Afeganistão, dessa vez Steven conheceu um homem que ficou muito amigo dele, ele já devia saber sobre o Steven, falando com ele o homem decidiu levar ele em um acampamento mais não contou muitos detalhes a Steven apenas falou que era algo para diversão, foi uma longa viajem até lá, mais no meio do caminho dois ladrões parou o carro onde Steven estava com seu amigo e ameaçou ele um deles falou e ameaçou ele – Vamos Garotão passa tudo que você tem ai ou se preferir te mando pro inferno com um buraco na cabeça. Steven olhava ferozmente para o homem a sua raiva voltava novamente, o desejo de matar aquele que lhe ameaçou foi maior que o sentimento de não fazer nada, como estava ajoelhado ele se levantava em sua mente teve sua honra suja por ter se ajoelhado perante aquele ladrão, - Eu irei manda-lo pro inferno, que os cães de Hades devorem sua alma. Tirando a sua faca de seu bolso Steven cravava ela no pescoço do ladrão e no mesmo instante destruía a garganta dele o ladrão antes de morrer ficava se debatendo de dor no chão, Steven para manda-lo mais rápido ao inferno continuava cortando o pescoço dele até torar sua cabeça ao mesmo tempo em que fazia isso começava a rir da morte dele o seu amigo estava há 5m dele ficava impressionado com tamanha maldade em um único coração, Steven se levantava e olhava para o outro ladrão que largou a arma e correu loucamente pela pista porem um carro o atropelou.

Após um longo tempo Steven chegava ao acampamento, o seu amigo queria tirar a duvida e ver se ele passava pela entrada mais ele acabou passando mesmo, apresentado o acampamento a ele ambos se sentava em um lugar para conversa e lá o seu amigo falava a ele sobre seu instinto assassino e sua vontade de matar, a vontade de causar guerra de ser soberano aos outros no campo de batalha era algo típico de Steven, logo ficou sabendo de que era filho do Deus da Guerra, Ares, mais não soube o motivo da morte de sua mãe quando ele tinha 10 anos que desde dessa idade se vira sozinho, após entra no acampamento Steven passou um bom tempo treinando por lá, ele conseguiu se conter em meio a uma luta e também aprendeu a lutar, passava maior parte do tempo só mais gostava de ficar treinando com os outros pois assim se sentia bem, como não podia corta os outros que estava no acampamento decidiu sair  pela floresta para caça animais, nem mesmo os leões escaparam de sua presas só de cortar os outros ele se sentia revigorado e muito bem, com isso decidiu abandonar o acampamento naquele dia e viver na floresta onde lá ele pode caça e fazer oque bem entender.
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Re: Ficha de Reclamação

Mensagem por Aihe N. Lewis em Seg 04 Nov 2013, 15:44

Por qual Deus você deseja ser reclamado? Caso não queira ser um semideus, qual criatura mitológica deseja ser?
Deusa Eos

Cite suas principais características físicas e emocionais.
Físicas: Cabelos morenos ondulados, pouco tratados ou cuidados, por sempre estar no mar e ao sol. Olhos verdes, pele bronzeada e corpo “em forma”, pela vida que leva: sempre para cima e para baixo de bike ou a pé, e surfando ou treinando jiu jitsu com os irmãos. Altura: 1,70, peso 55kg. Aparenta ser mais velha do que realmente é.
Emocionais: Por ser a únicas menina da família, ter crescido e ainda estar sempre cercada de meninos, não tem firulas nem frescuras, é feminina mas sem “mimimi”. Sente ser diferente e às vezes solitária, pois em alguns momentos ninguém da sua grande família a entende, é nesses momentos em ela vai à praia assistir ao por e nascer do sol, pois isso sempre recarrega suas energias e melhora o seu humor.
Tem alguns poucos amigos, mas estes são fiéis e ela morreria por eles. É calada ao redor de pessoas ainda desconhecidas, mas quando se sente “em casa” é livre para ser quem é: brincalhona, engraçada, mandona e as vezes até agressiva.

Diga-nos: por quê quer ser filho de tal Deus - ou ser tal ser mitológico?
Escolhi essa deusa para ser progenitora de minha personagem, pois ela está entre as “não comuns” que normalmente são pouco escolhidas. Além de “casar” bem com a história que havia imaginado para a minha personagem.

▬ Relate a história da sua personagem - não haverá um limite de linhas definidos, deixe a sua criatividade fluir.

Nascida no verão de 1996, Aih’e (lê-se A-i-HE) desde sempre foi uma criança diferente, meio “bipolar” as vezes, diria Ka’iko. Mas quaisquer crianças que cresçam em Lānaʻi, uma das menores ilhas do arquipélago havaiano, já não se enquadrariam nos padrões normais. A vida lá, por si só, é completamente diferente de qualquer outro lugar do mundo, onde quase todos se conhecem e se ajudam, e o mar pode ser visto de todos os cantos da ilha. As escolas só começam depois das 10:30 para que os alunos não percam as melhores horas de surf, e a vida basicamente se desenrola de acordo com os ciclos naturais, sem pressa, como as marés.
Foi nesse clima quente, do ar e de pessoas, em que Aih’e cresceu. Cercada de amigos, “tias” que adotaram a ela, seus irmãos e seu pai Haku, e amigos de montão. Quase não percebeu a falta que sua mãe lhe fazia. Quase. Haku trabalha menos, agora que os meninos os ajudam na loja de pranchas, mas ainda assim, é uma carga pesada, então basicamente Aih’e nunca dependeu dele para as coisas que queria, sabendo se virar desde um sanduíche para o jantar até garantir a subsistência sua e de seus irmãos por semanas.
Seus irmãos mais velhos, Ka’iko (19) e Kany’e (21) a ensinam tudo o que sabem e, apesar das aparentes brigas que começaram a ser mais constantes ultimamente, ela sabe que eles querem o melhor para ela. Outra coisa que ela sabe também, é que apesar do laço forte que os três têm, eles são só meio-irmãos. Ela é fruto de um segundo amor de seu pai, logo depois da morte de Nicole, a primeira mulher. Essa não é bem uma conversa para se ter na mesa de jantar, mas todos convivem bem com essa informação. Menos Aih’e que entrou naquela fase de buscar suas raízes, quando não está treinando para nenhum campeonato de surf ou estudando para alguma prova. Esse é seu último ano no colegial e tudo está mudando, “dá para sentir no vento”, tia Maoi diria.
E foi em um desses dias, exatamente entre uma prova e um campeonato, que sua história como “meio-sangue” começa:
- Aih’e, você vem ou não vêm, menina??- Ka’iko buzina de sua bicicleta
- O quê foiii? Calma!!- ela aparece na porta, com a bolsa pendurada no braço, com as mãos livres para prender o cabelo – você pegou as pranchas, Kai?
- “Você pegou as pranchas, Kai?” – ele imita com voz debochada- Mas é claro que peguei... a minha! To com cara de burro de carga?
Com um suspiro ela acaba de arrumar o cabelo, e vai em direção a garagem, pegar a prancha e sua bike.
- Então, vamos...
Ela não retrucaria o rapaz, ela sabia que o mal-humor dele era devido ao sono que qualquer ser humano comum teria, ao tentar se re-acostumar com a rotina de acordar às 5:50am. Menos ela. Aquele momento era o seu preferido do dia, do acostamento da estrada onde ela pedalava com Kai, eles viam as ondas, e ela esperava o sol aparecer atrás do mar. Era alí, naquela hora, naquele lugar, vendo aquela cena, que ela se sentia completa, recarregada, e plena. Foi pensando nessas coisas que ela causou o pequeno acidente daquela madrugada: sem prestar atenção em Kai que estava a sua frente e havia parado, a menina continou pedalando batendo de frente, e levando os dois e um estranho turista que passava ao lado deles, pro chão.
- Presta atenção, garota! Tá louca!? Saí, saí de cima!- gritou o turista
- Aih’e, acorda! Péra, cê cortou o braço!!- Kai tinha pensando em brigar com ela, mas com a delicadeza do tal turista, ele deixou o papel de chato da vez.
- Lógico que cortou o braço, acabou com a minha cerveja- Disse o turista, levantando a latinha arruinada, ainda pingando.
- Desculpa, cara! Ai, Kai, me ajuda a levantar, calma, a aqui, segura a bike.- ela estava envergonhada da bagunça que havia causado e das pessoas, poucas mais existentes àquela hora, que já começavam a parar para ver. E nada do sol.
- Mahalo, Seu Jin, a bica tá funcionando?- Perguntou a menina com a mão no braço que sangrava, para o dono da vendinha onde a galera comprava frutas, agua e parafina para se preparar para a manhã de surfe.
- Nick, querida, não está. Ainda não, Keoki ficou de ver isso, mas está todo bagunçado com as coisas da faculdade! – E o velho mantinha o costume de chama-la pelo segundo nome, o mais americano.
- Hmmm... então vai ter que lavar no mar mesmo... né?- falou com um suspiro apertando mais o braço – vai doer...
Enquanto ela descia pelas pedras em direção a praia para chegar ao mar logo e lavar a ferida, Kai descia pela trilha, com o turista que descobriram se chamar Alex, conversando e tentando animar o cara.
- Relaxa, Alex, aqui é o Hawaii... Esírito do Aloha, eu vou te pagar mais cervejas....
- Obrigado. – respondeu o rapaz que descia com uma certa dificuldade, mancando.
-Ih, você ta com a latinha ainda.. Há, lá na praia tem uma lixeira logo na entrada, fica sussa..
- Vou guardar pra depois, nunca se sabe quando acharemos outro lanchinho- Alex respondeu sem prestar atenção ao que estava falando, só observando Aih’e com uma cara de espanto.
No mar, Aih’e também se espantava com o que estava acontecendo, enquanto entrava mais e mais pro fundo, ela não sentiu a dor que esperava sentir. No lugar ela sentiu um alívio. Enquanto o sol crescia e batia sobre ela, ela observava seu machucado se curar, e fechar sozinho, como se uma certa aurea passasse sobre a ferida..
-O quê??- disse sozinha na água
- É você!!- disse Alex pra si mesmo na areia.
- Que, cara, desculpa não entendi...- Kai respondeu enquanto se alongava na praia.
Alex então soltou a bicicleta na areia de qualquer jeito e mancou até Aih’e. Que ainda estava parada na água tentando entender o que havia acontecido.
- Fechou?
- Oi? O que? Fechou o que?
- Oras, menina, você sabe!- Fez menção do braço com as sobrancelhas
- Erm.... – Aih’e empalideceu, mas não havia o que falar, tinha acontecido e estava visível.
Ela só pensava no que falaria para Kai, ao chegar com o braço limpo e curado.
- Então, é hora. Eu sabia que não tinham me mandado aqui para umas férias. Menina, você vai fazer o seguinte: prepare uma mochila, não temos mais tempo agora. Separe as coisas mais importantes.
- O que? Eu nem te conheço, não vou a lugar nenhum com você!
- Você nunca sentiu como se pertencesse a outro lugar? Você nunca quis saber porque se sente tão deslocada
- Como... você... NÃO! Tenho tudo aqui.. Além da escola e...
- Que mané escola menina! E sua família... está completa?- Disse Alex levantando uma das sobrancelhas
- Não.... minha mãe morreu, eu nem lembro dela. Só de estar com ela na Varanda vendo o sol nascer.. e ...
Nesse momento, Kai chegou com a prancha ao ponto onde eles estavam, e nem reparou a falta do machucado de Aih’e:
- Já tá paquerando o gringo, maninha? Abrindo o coração...
- Cala a boca, Kai... eu, eu.. vou pra casa....
- Falou, maninha.. Se cuida ae!
Alex confirmou com a cabeça que aquilo era o melhor a ser feito no momento. Não conversaram no caminho. Na verdade quem falou só foi Alex, ainda mancando e empurrando a bicicleta de Aih’e. Ele contou uma história, que envolviam descobrimentos e possíveis problemas para sua família se ela ficasse. Mais ainda, a oferta de “descobrir suas origens” fez aquela viagem parecer irrecusável, ainda que não fizesse sentido. Alex a aconselhou a escrever um bilhete para o pai, dando suas razões, seria melhor que despedidas demoras, não havia tempo.
- Meldon, você não vai acreditar, estou com ela. Sim, é uma garota. Sim, já estamos prontos para partir. Fale para Matt mandar as passagens! Não, vamos andando daqui pra Long Island... É claro que é avião...- Aih’e só escutava enquanto o cara que até poucas horas atrás era um total desconhecido falava ao telefone. Nada que algumas horas de ônibus e avião não dessem conta de mudar.
Chegando ao aeroporto de Lanai City, seu coração palpitava. “O que raios estou fazendo?”. Foi quando uma moça a segurou pelos ombros, por trás, e a fez parar de caminhar. A situação piorou quando a moça sussurrou com voz sibilante ao ouvido de Aih’e:
- Crrrrrria dos deusessssss, ondddde penssssssssa que vai? Já é tarrrrrrde para você e seu sátiro, queriddddddinha!
Aih’e pensou em se virar para olhar, mas Alex a puxou pela mão correndo com ela para o estacionamento do Aeroporto. O que foi aquilo, o que ela quis dizer com cria dos deuses, e por que ela falava daquele jeito. A garota pensava em todas aquelas perguntas que estava pronta para jogar em cima de Alex, enquanto eles recuperavam o folego, encostados contra a parede. Mas foi só pensar em falar, que a moça apareceu novamente. Andava vagarosamente, na direção dos dois e enquanto andava seu corpo ia mudando. Aih’e pensou estar sonhando, só queria mesmo era sair dalí. Alex batia as mãos nas pernas, como se procurasse algo, enquanto a menina se esgueirava, sem tirar os olhos da criatura.
-Ahá!- Alex gritou, saltando em direção ao monstro com sua adaga em mãos. A luta se desenrolava e Aih’e se movia para longe, vagarosamente, tentando entender que pernas eram aquelas em Alex.
Ao alcançar certa distância, a garota já virava de costas, preparando-se para correr, quando então escuta o som de lâmina ao chão, o grito da criatura que até poucos minutos era só um cara qualquer, e a ameaça do monstro:
- Prepare-se para sua morte, sssssssátiro!!
“Não acredito”- Aih’e ainda tenta ir em direção da sua fuga, mas algo dentro dela a impede de deixar qualquer criatura inocente que fosse morrer... ainda mais em defesa dela! - “Droga!”
Virando-se em direção há lâmina que havia caído a poucos metros de onde estava, não sabia o que fazer e também nem pensou, só sabia que tinha que fazer algo. Ao sentir, porém, os últimos raios solares do dia, não restaram dúvidas nem hesitações. Em um salto cravou a adaga na lateral da garganta do bicho, fazendo-o dissolver-se em uma estranha poeira dourada.
- Você... você...- gaguejou a garota ainda meio tremula
-Cê tá bem, menina?
- Sim... eu acho... eu não sei como...
- Eeeeeeeu tenho um palpite, mas a gente conversa disso em NY...- Alex estava perplexo, mas agia naturalmente arrumando sua calça e pegando novamente as mochilas – Você tem um dom, menina. Na verdade, não tenho muita certeza disso, mas você não é o que pensa que é...
- Oi?
- Sua mãe..Bem, as suas lembranças dela, são reais. E tem mais uma coisa extraordinária sobre ela que também é real: ela não está morta, na verdade ela é imortal.
Aih’e mal tinha se recuperado da breve luta, e as palavras de Alex já soavam como um outro soco no estomago. Acabou nem lembrando de perguntar o que raios é um sátiro...
Após entrarem no avião, tomarem os assentos e aceitarem um refri da aero-moça, Alex então relembrou a garota de todas as aulas de mitologia grega que ela já teve na vida, falando de como humanos e deuses se relacionavam e que os frutos desses relacionamentos eram e são chamados de meio-sangues. Explicou também sobre o lugar aonde iam e o que seria esperado dessa nova vida:
- Sobreviver.
- Ok...
Aih’e preferiu se concentrar na janelinha pelo restante da viagem, era de noite, o ar estava mais frio e sombrio, ela estava mais fria e sombria. E essas novidades não a encorajavam a se sentir melhor...
Ao desembarcarem, horas depois, Alex a segurava pelo braço enquanto procurava alguém no bolo de pessoas que estavam esperando seus amigos e familiares.
-Alí!! Vamos, menina!
-Então é ela- Perguntou o rapaz alto que Aih’e depois descobriu se chamar Matt – É uma garota, hm... bonitinha até.
- Vai demorar aí? Esperar outra dracanae aparecer? – O rapaz mais novo, James, acelerava já pegando as mochilas das costas da menina.
Aih’e dormiu a viagem toda, e nem conseguiu conversar com ninguém. Ao chegarem no local, que parecia um sítio de verão, Aih’e acorda, desce do carro, e arruma os cabelos e olha em frente enquanto arruma a mochila nas costas. Suspirando, e sem perguntar ou falar com ninguém a garota se dirige à praia do lugar sentando na areia e esperando pela chegada do sol e do pedaço que lhe faltava.
Aihe N. Lewis
Filhos de Eos
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Lana'i, Hawaii / Acampamento Meio-Sangue

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Re: Ficha de Reclamação

Mensagem por Timmy D. Keynes em Ter 05 Nov 2013, 00:20

Por qual Deus você deseja ser reclamado?
Dio-Divo-Dionísio ♥

Cite suas principais características físicas e emocionais.
Timothy, ou Timmy como prefere ser chamado, é um belo rapaz com cabelos castanho claro, porém há quem diga que é loiro escuro, fica à seu critério. Carrega no rosto sempre uma expressão de bebê chorão, uma característica muita fofa, mas que acaba se tornando enjoativa. Dono de um belo corpo que arranca suspiros de muita gente, o garoto costuma se mostrar como uma verdadeira incógnita quando chega em qualquer lugar novo, extremamente reservado, tem dificuldades de se enturmar. FASE! Ele só é assim no começo, depois de alguns "ois" e mais outros "tudo bem" ele se torna uma pessoa dada até demais.

Diga-nos: por quê  quer ser filho de tal Deus?
Não é qualquer semideus que se torna deus, olimpiano e patrono das coisas mais divas que se poderia, como festas, vinho e homossexualismo. Dionísio é tudo que a vida tem de melhor.

Relate a história da sua personagem - não haverá um limite de linhas definidos, deixe a sua criatividade fluir.
Bêbada! Eu já devia ter me acostumado, praticamente toda noite era a mesma coisa, eu chegava em casa lá pelas três ou quatro horas da manhã, isso quando não passava a noite fora, e lá estava a minha mãe, mergulhada numa garrafa de vinho barato com em frente à televisão, onde passava sempre algum filme que pela qualidade da imagem eu julgaria que com certeza foi gravado antes de eu nascer. Como de rotina eu levo a aquela mulher que não sei como conseguiu cuidar de uma criança um dia pro quarto mofado com cheiro de urina e tento deixa-la em alguma posição confortável, vou pra sala e me sento no sofá diante do filme com Sarah Jessica Parker, de todo o elenco era a única que eu conhecia, aquilo era Footloose? Não interessa, enfiei a mão no bolso e arranquei algumas notas amassadas, aquele bêbado idiota tinha menos dinheiro do que parecia. Vinte, quarenta, noventa, cento e quarenta dólares foi tudo o que ele tinha, não é muito pra quem anda num carro como o dele. E menos ainda quando me lembro do que fiz, não que já não esteja acostumado, mas eles nunca conseguem ser gentis?
Não estou em condições de escolher cliente agora, o aluguel está atrasado, o proprietário está ameaçando nos tirar daqui em uma semana se não pagarmos, outro desgraçado, me fez "pagar em serviços" nos dois últimos meses, mas ainda assim quer ver a cor do dinheiro. Só me resta sair às ruas e conseguir o que ele quer. Mas agora eu preciso dormir um pouco.

Eu odeio esse despertador, mas são duas horas da tarde, preciso levantar, e não questione meus horários! Um banho frio e saio pra correr pela rua, preciso manter meu material de trabalho bem alinhado. Chego em casa umas duas horas depois e outro banho, preparo o almoço/jantar depende do ponto de vista e já são seis horas, minha mãe está na sala, nem vi quando ela foi pra lá. Sirvo um prato e levo à ela, volto à cozinha, como, visto uma camisa branca de tecido fina bem justa no peito e uma calça jeans preta que deixa meu bumbum sexy. Saio de casa já são sete e meia, pego um ônibus e chego no lugar onde tudo acontece. O estacionamento de um shopping bem movimentado, na lateral existem vagas reservadas à deficientes que nunca estão ocupadas, eu e mais dois amigos ficamos ali esperando as vezes a noite toda até que surja algum carro que não carrega deficiente nenhum e pare naquelas vagas, o homem, geralmente, mulher nos casos mais raros, aponta pra um de nós e assim se fecha o acordo. Foi o que aconteceu naquele momento, um carro prata, não faço idéia qual o modelo, não sou de me apegar à esses detalhes parou e me chamou. Fui, e quem diria? Ele era bonito, que milagre devia ter seus vinte e cinco, não mais que vinte e sete anos. Loiro, olhos claros e um sotaque que eu não consegui identificar, ele sorriu pra mim e começou a dirigir perguntando pra onde as pessoas costumavam me levar, sendo simpático e fofo... não era possível, ele era perfeito. Paramos num parque e ele desceu do carro. CLARO! Ele era um maníaco que ia me matar, me estuprar e enterrar o corpo picadinho! Só que não, ele lindamente tirou uma cesta de piquenique do banco de trás do carro, forrou uma toalha na grama orvalhada e se sentou, acompanhei-o. Ele tirou uma garrafa de vinho que ao contrário do suco de uva alcoolizado que minha mãe costuma tomar parecia bem caro, alguns queijos, uvas... Deuses, era pior do que eu pensei, ele quer um encontro romântico. Mas acho que poderia suportar tal tortura. Curvei-me sobre ele lhe dando um beijo na bochecha, ele me roubou um selinho e serviu o vinho em copos de plastico coloridos, ateh porque taças e toalhas sobre grama não dariam em boa coisa.
Começamos a conversar e ele me contou que era um garoto que vivia distante da mãe, não falou quase nada sobre ela, apenas que era um mulher importante e que ele só a tinha visto uma vez em toda a vida. Vivia com o pai, um genial engenheiro, responsável pela construção de quase todos os maiores prédios da cidade, ele se sentia sozinho, queria alguém pra conversar e ficou sabendo do estacionamento. Fui escolhido porque ele me achou fofo, e então ele me perguntou sobre mim "me prostituo pra não morar na rua". Não ia dizer isso, foi mais fácil beija-lo, ele não me parou, então continuei, até que algo me fez parar, alguém atrás de mim, pude sentir o bafo quente em minha nuca. O rapaz abriu os olhos e do nada uma espada surgiu em sua mão, ela passou rasgando pela lateral do meu corpo e perfurou quem quer que estivesse ali atrás. Quando me virei vi uma criatura meio mulher, meio bode, meio conde dracula, Empousai, foi como ele chamou. O rapaz se levantou e depois de alguns golpes comseguiu abater o monstro que se tornou pó, ele não ficou muito melhor, parecia ferido e outro estava se aproximando, o que eu poderia fazer? Esse agora era meio homem, meio bode. Mas não parecia assustador, ao contrário, ele se ajoelhou ao lado do rapaz junto a mim e disse que ele ia ficar bem, então pra deixar a coisa ainda mais normal o ser come a me fungar, fez então uma expressão de surpresa. Assim eu acidentalmente fui encontrado pelo acampamento.
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Re: Ficha de Reclamação

Mensagem por POSEIDON ERROR 101 em Ter 05 Nov 2013, 09:57



Ficha de Reclamação!




▬ Por qual Deus você deseja ser reclamado? Caso não queira ser um semideus, qual criatura mitológica deseja ser?
Quero ser reclamado como filho de Poseidon.

▬ Cite suas principais características físicas e emocionais.
É um rapaz alto, musculoso, com pele clara, olhos azul e cabelo loiro.Tem uma personalidade extrovertida, muito feliz e alegre.

▬ Diga-nos: por quê  quer ser filho de tal Deus - ou ser tal ser mitológico?
Eu quero ser filho de Poseidon, pois acho ele o deus mais poderosos e forte de todos.

▬ Relate a história da sua personagem - não haverá um limite de linhas definidos, deixe a sua criatividade fluir.

  POSEIDON na sua infância sempre teve uma sensação estranha quando entrava a água.Aos 15 anos ele conheceu um garoto diferente, com pele der cor azulada e logo segui ele, o rapaz chegou em uma praia e mergulhou a água, POSEIDON não pensou duas vezes seguiu ele e gritou:
  -Quem é você, como você pode nadar rápido assim.O rapaz de pele azulada não respondeu, então POSEIDON mergulhou na água e por uma incrível sensação ele começou a nadar a mesa velocidade.Então percebeu que não era uma pessoa normal, o rapaz que ia a sua frente desapareceu e logo reapareceu na frente de POSEIDON e perguntou:
  -Você também é filho de Poseidon o deus dos Mares?E POSEIDON respondeu:
  -Não sei, como posso saber isso?
  Então o rapaz levou ele para uma ilha e de lá, levou para um castelo, entrando em um saguão grande viu um homem sentado em um belíssimo trono.O Homem falou como um trovão:
  -Você também é um dos meus filhos?Venha para ser reclamado rapaz com o meu nome
  POSEIDON com um receio certo que ele era a pessoa certa para indicar a ele o seu futuro.POSEIDON se juntou a ele e foi Reclamado com filho do grandíssimo deus Poseidon!  
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Re: Ficha de Reclamação

Mensagem por Yves Herscharle em Qua 06 Nov 2013, 23:25


retraçant le destin

d'une Vénusienne.

"▬ Por qual Deus você deseja ser reclamado? Caso não queira ser um semideus, qual criatura mitológica deseja ser? Afrodite. ▬ Cite suas principais características físicas e emocionais. Dotado de uma beleza estonteante, Yves é um estereotipo do típico adolescente perfeitinho. Topete, rosto isento de espinhas e uma atenção especial para seus atributos físicos, como a boa estrutura e condicionamento físico. Apesar de narcisista, Yves desenvolveu durante sua infância um distúrbio que evoluiu ao decorrer dos anos e demonstrou a nova descoberta dos médicos: a inesperada bipolaridade e, ocasionalmente, instabilidade emocional. Por ventura, tende a ser mais brincalhão do que um estereotipo de Ares. Cercado de caprichos e mimos, Yves adquiriu uma personalidade bastante imprevisível - suas atitudes compreendem em situações egoístas e arrogantes. ▬ Diga-nos: por quê quer ser filho de tal Deus - ou ser tal ser mitológico? Porquê tenho uma grande influência sobre a deusa Afrodite, uma vez que é a deusa da beleza e, cá entre nós, uma pessoa narcisista como eu adora uma deusa dessas. Entre tudo, também possuo uma fissura especial pela história e as atitudes da deusa, me encanto facilmente com ela e as descrições que definem seu caráter. ▬ Relate a história da sua personagem - não haverá um limite de linhas definidos, deixe a sua criatividade fluir. Tudo deu início numa noite tempestuosa das ruas da França, necessariamente em Saint Tropez. Alvo dos flashes e das fotos que os paparazzis retiravam da nova prole Herscharle, o semi-deus lapidou a sua história, fama e, ao mesmo tempo, sua personalidade imponente. Durante o decorrer dos anos, Yves foi alvo das revistas e do bullying sofrido pela escola por demais alunos do time de beisebol, justamente por seus altos índices de falta de atenção, um Q.I. não tão elevado e a dislexia, o que o carimbou na vida como um típico inválido. Yves cresceu, lapidando sua vida com a presença constante da cinematografia e da moda, tornando-se um grande conhecedor do mundo da moda e da cinematografia, espelhando-se nos grandes nomes e pessoas de alta patente nas áreas. Tornou-se um homem de renome, lançando suas primeiras edições de revistas como a Vogue ou a Cherrybomb com seus onze anos, apesar de sempre corrigidas pelas editoras por estarem com erros ortográficos quase que sempre. Yves cresceu sob os cuidados de diversas babás, uma vez que o pai subia os degraus para desenvolver seu recém-criado multinacional e não podia preocupar-se com ele, abandonando-o nas mãos de outras pessoas. Herschale, incrivelmente, foi escalado para diversas propagandas e ganhou uma boa fama pela França, apesar de que ofuscada pelos boatos que o populacho espalhava. Teve de se mudar para Long Island aos oito anos por alguns problemas com a empresa de seus pais e acabou, por lá, conhecendo um Sátiro, jogador de futebol americano da escola com monoplegia. Durante uma excursão da escola para um zoológico, o sátiro e Yves resolveram juntar-se com uma turma e irem para a ala proibida da seção de insetos. Surpreendentemente, depois de terem se separado (quando unicamente Yves e o sátiro permaneceram no local), uma trupe de Myrmekos emergiram das janelas que continham os diversos animais, incrivelmente provenientes da areia seca e ardilosa das jaulas. Com suas lanças, induziram a dupla a correr aleatoriamente pelo zoológico e por intermédio de sua mãe, Afrodite, que apareceu ilusoriamente ao lado da porta de emergência do local, ambos conseguiram encontrar o pai de Herscharle e, a tempo, entraram no carro. Partiram numa viagem longa para Long Island, e, durante o caminho, o semi-deus indagava: - Pai, isso é normal? O que eram aquelas formigas? Elas eram quase do meu tamanho! Isso é... isso é... ASSUSTADOR! - o filho teve de tomar mais uma vez os seus remédios e sua bombinha asmática, uma vez que o medo consumia sua consciência. Num prazo de aproximadamente dois a três dias de viagem de carro, metrô e avião, o semi-deus chegou quase que seguro em Long Island. Antes de desembarcar, uma dupla de aeromoças interrompiam a passagem do trio, os últimos que não haviam saído do avião. A verdade foi consumida no momento em que o uniforme de ambas foi arrancado a força por sua transformação e quando elas se revelaram ser uma dupla de Dracaenaes, sedentas por sangue semi-deus. Com sorte, o sátiro e a prole de Afrodite conseguiram prender uma das Dracaenaes no banheiro para ganhar tempo, fugindo para fora do avião. Apesar disso, o pai recebeu graves ferimentos e tombou pela escada, caindo desmaiado no chão da pista de pouso. Encarregado do corpo, o sátiro trotou pelo âmbito com total segurança, munido secretamente com um taco de beisebol. O filho de Afrodite, entre tudo, estava desarmado e nas mãos da criatura. Num suspiro, o primeiro passo dado para a liberdade foi dado. Estava tudo bem. Por enquanto... Pegaram um táxi para a colina mais longe de Long Island, onde, surpreendentemente, depois de voltar a consciência, o pai conduziu o taxista e os demais para lá, com a ajuda de sua ex-mulher Afrodite, que guiava-os com seus poderes divinos. Na chegada, o pagamento do taxista foi feito e só Yves e o sátiro conseguiram sair. O pai ficou preso no mesmo momento em que o taxista, revelando ser outra criatura mitológica, desta vez, uma mantícora, trancou as portas e engoliu vivo o Sr.Herscharle. Movido pelo medo e pela instabilidade emocional, o semi-deus correu junto do sátiro para dentro do Acampamento, guiado pelas palavras do novo Protetor. Antes que pudessem chegar, espinhos trespassaram as árvores e conseguiram alcançar o sátiro que, no último suspiro, teve a vida ceifada pelo veneno forte de mantícora que corria em suas veias. Agora num pânico mais que motivado pelos recentes acontecimentos, Yves conseguiu atravessar a barreira do Acampamento no momento em que cruzou o portão, aliviado por estar agora seguro e, ao mesmo tempo, dentro de um novo lar, acolhido por novos irmãos, semi-deuses, os instrutores e as lembranças do passado que o atormentavam noite e dia, o que, de um jeito bom ou não, poderia ser o estopim para um novo herói venusiano."











leveck @ cg

Yves Herscharle
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Re: Ficha de Reclamação

Mensagem por Helena Pleitzücsh em Qui 07 Nov 2013, 19:07

▬ Por qual Deus você deseja ser reclamado? Caso não queira ser um semideus, qual criatura mitológica deseja ser?
Gostaria de ser uma filha de Melinoe.

▬ Cite suas principais características físicas e emocionais.

Físicas – Allison é definitivamente estranha. Olhos grandes e esbugalhados são o que marcam a garota, que tem cabelos loiros e olhos azuis. Definitivamente não é bonita, mas com certeza chama a atenção. Talvez assustadora seja a palavra que a define em todos os sentidos. Quase sempre é vista vestindo branco.
Emocionais – A esquisitice de Allison por fora é ainda mais acentuada por dentro. Ela não chega nem perto de ser diabólica ou vingativa, mas quando quer é... Sanguinária. Ela não se incomoda nem um pouco em ver fantasmas, embora frequentemente se assuste com eles, quando aparecem sem serem chamados. Allison é solitária e não se importa com a solidão, mas preferia que tivesse mais amigos do que espíritos sempre a seu lado. É supersticiosa e tem uma forte tendência em acreditar no destino e na sorte. Estranha e peculiar, Allison está pronta para derrotar todo o mal que assola o mundo e ajudar a humanidade... A seu jeito.

▬ Diga-nos: por quê  quer ser filho de tal Deus - ou ser tal ser mitológico?

Porque gosto de Melinoe Pois eu sempre quis um personagem do tipo “estranha e médium”. Melinoe é isso e ainda é do Mundo Inferior, dá pra ficar melhor?

▬ Relate a história da sua personagem



Mamãe não deve saber o melhor para mim

Antes de começar a minha história de verdade, você tem que prometer duas coisas: NÃO me chame de louca, eu sei muito bem que eu sou uma e não preciso que ninguém fique me lembrando. E segundo, guarde segredo. Só por garantir. Bom, vamos começar então... Do inicio.
Sou órfã de mãe. Vivi sempre com meu pai, um homem que pode ser classificado como bêbado. Aquele bafo de pinga me envolvia toda noite enquanto ele berrava coisas sem sentido algum. “Ela era uma piranha, que foi embora e nunca mais vai voltar!”, ou “Eu fui tonto, muito tonto!”. Obviamente ele falava da minha mãe, cuja nunca vi nenhuma foto, nem mesmo escutei uma palavra nos raros momentos em que meu pai estava sóbrio. Ela era um tabu, e se eu o quebrasse, estava sujeita a bem mais que uma surra, e sim a uma verdadeira agressão. Nosso apartamento que estava mais pra “apertamento” no bairro mais pobre já visto em NY era simplesmente decrépito. Estava caindo aos pedaços.
Meu destino não podia ser aquele. Não podia e não é.
Meu pai sempre espalhara desorganizadamente pela casa objetos como cartas de tarô, búzios e até mesmo uma bola de cristal velha e empoeirada. O motivo daquelas coisas se mantinha um mistério pra mim. Eu nunca o tinha visto usar nada daquilo, e sempre tive medo de que meu pai me pegasse usando alguma daquelas coisas... Até semana retrasada, que foi o dia que mudou meu destino e minha sorte. Sim, isso mesmo, eu vi meu pai lendo cartas de tarô enquanto não tinha ido beber alguma coisa. Era noite, por volta da meia-noite. Eu fiquei escondida e simplesmente olhei pela fresta da porta.
Mas o que vi me deixou de queixo caído. Meu pai chorou. Ele jamais chorara antes, ao menos que eu tenha visto. Ouvi-o murmurar para si mesmo:
-É a hora de ela ir... É isso ou vou perde-la.
O que significava aquilo, eu me perguntei? Ele se referia a mim? Se sim, para onde eu iria? E como assim “perde-la”? Com certeza não era pra mim. Meu pai mal se importava comigo, porque diria aquilo?
Se antes eu estava de queixo caído, agora eu estou a ponto de desmaiar com o que vem a seguir: eu vejo uma alma. Ao lado do meu pai. Não estava certa se era uma alma penada, mas algo dentro de mim me dizia que aquele ser não era deste plano. O espírito disse ao meu pai:
-É melhor mandá-la logo ou talvez apareça algum monstro não tão amigável. Ela não é tão forte, mas está começando a incomodar alguns narizes por aí. O carro está lá fora, melhor andar...
Meu pai se virou para o fantasma, desta vez recuperando drasticamente a cor do rosto, que estava vermelho:
-Eu sei o que devo fazer! Ela é MINHA filha! Eu sei o que é melhor para ela!
O fantasma negou com a cabeça:
-Se não dar nenhuma explicação para a garota e surrá-la até que ela desmaie é criar um filho, acho que posso me reportar para Minha Senhora agora mesmo e...
-Já a estou mandando-a! Ela, tampouco, apareceu uma vez aqui!
-Ela anda muito ocupada, você sabe! Não é só seu povinho mortal que precisa ser guiado, Melinoe é univer...
-Sempre a mesma coisa! Anda ocupada para isso, mas quando foi gerar uma filha não estava nada ocupada, não?
O fantasma bufou. Fez um sinal de “chega”, e apontou para exatamente aonde eu estava atrás da porta:
-Garota, é hora de ir. Vão ter que te explicar tintin por tintin no caminho, espero que Brand lhe explique ao menos o básico quando acordar no carro. E não adianta se debater, é inevitável.
Meu pai continuava fixo na bola de cristal, tentando não me encarar. O que ele estava pensando? O que era aquilo? E quem raios era Melinoe? Para onde eu ia?! Eu não sairia dali nunca! Eu não...
Minhas pálpebras começaram a pesar, calafrios percorreram meu corpo. O que era aquilo? Vi um homem, desta vez de carne osso, me levantar e levar para fora, dentro de um carro. E isso é a última coisa que me lembro na última noite.
-Até que enfim! Estava começando a pensar se você ia acordar até chegar no Acampamento.
Levantei-me de sobressalto. Um homem, de terno preto e óculos escuros, dirigia um carro de chofer. Elegante, com frigobar e um toca discos, mas eu estava assustada demais para apreciar aquilo. O Sol estava começando a nascer. Eu fui sequestrada, meu Deus! E agora? Eu estava em pânico!
-E-eu quero voltar! Me leve de volta, imediatamente!
O homem ergueu uma sobrancelha, sem tirar os olhos do volante:
-Depois de apanhar tanto por lá, comer o pão que o diabo amassou você quer mesmo voltar para lá? Bem – Ele diz antes que eu responda – Mesmo que fizesse tal burrice, eu não poderia lhe levar lá. Sua mãe não permitiria.
Ok, ele conseguiu minha atenção:
-O que quer dizer com minha mãe? Você a conhece?
Ele sorri:
-Não pessoalmente. Se conhecesse, poderia me considerar um defunto. Mas todos já ouvimos falar da sua mãe no Acampamento.  Já ouviu falar de Melinoe?
Então minha mãe se chamava Melinoe?
-Minha mãe era... Famosa? – Digo, ainda insegura. Eu não podia confiar naquele homem, pois ainda era um sequestrador. Aliás, porque estava falando com ele mesmo?
-Seu pai não lhe contou nada mesmo, não? Bom, sabe todas aquelas histórias de mitologia grega? Zeus, o Olimpo, Hércules, Medusa? Bem, se você se lembrar de alguma coisa das que falei saiba que é tudo verdade.
Isso era uma pegadinha de mal gosto? Abro a boca em forma de O. Aquele homem pensa que eu sou o que?
-Olha, meu senhor, não sei do que está falando. Isso é... Loucura!
Desta vez, ele realmente sorri. Com dentes e tudo:
-Todos vocês dizem a mesma coisa. “É loucura!” – Diz imitando uma voz fina de adolescente
-Como assim todos vocês? Para onde vamos?
-Acampamento Meio-Sangue. Lá vão te explicar com mais exatidão. Mais meia hora e estaremos lá.
Bom, vamos raciocinar como ele então... Se minha mãe era um desses bichos esquisitos, ela era o que? Bah, estou começando a viajar. Mas vamos encarnar a brincadeira, afinal, não tenho mesmo nada à fazer.
-Minha mãe é essa tal de Melinoe... E ela era quem? Fazia o que? Que tipo de monstro ela era?
-Ela ficaria meio ofendida com a palavra monstro. Sua mãe, Allison, é Melinoe, a Deusa dos Fantasmas.
Não, pera. Isso é só um sonho. Tem que ser. Ou isso ou esse tio esqueceu de guardar as dorgas:
-Ei, você anda bebendo ou fumando algo indevido?
Ele finalmente se vira do volante e me encara:
-Eu tenho cara de mentiroso, garota? Melinoe se apaixonou pelo seu pai pois ele era, nada mais, nada menos, do que um vidente. Sim, seu pai, vidente. Ela via em seu pai o que não via nos outros, que no caso, era o terceiro olho, a compreensão mística. E então, surgiu você, uma mistura de Deus e mortal. E você não é a única. Então, seu pai começou a beber, com o intuito de ver sua mãe, já que é sabido que bebia auxilia na visão através da Névoa... E acabou nisso que você conhece.
Então agora sou uma super heroína com um pai alcoólatra? Esse sequestrador deve estar começando a ter aquela doença de loucura... Esquizofrenia, acho que é isso. Meu bom Deus! Fico quieta durante o restante do trajeto, com medo do que posso perguntar e receber como resposta.
Finalmente, chegamos. Ele praticamente me empurra carro afora. Bruto! Vou aos tropeços até uma casinha de campo branca, com campos de morango rodeando a casa. Aquele era o tal acampamento? O homem de terno atrás de mim deu um empurrãozinho e abriu a porta para que eu entrasse:
-Sem perguntas até entrar.
Isso não é possível. Ainda apoio a hipótese do sonho:
-Este, minha cara Allison Charrier, é o Acampamento Meio-Sangue.
Helena Pleitzücsh
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Re: Ficha de Reclamação

Mensagem por Genevieve Lovett em Sex 08 Nov 2013, 11:43



❝Melinoe's children is coming on...
Better pack a toothbrush, gonna pull an all-nighter.



Por qual Deus você deseja ser reclamado?
Melinoe, deusa dos espectros.


Cite suas principais características físicas e emocionais.
O caráter metódico de Thiery Bowes-Lyon é diferente de todos os outros, uma vez que, educado por pais adeptos ao budismo, acabou adquirindo características mui harmônicas para um adolescente de sua idade. É doce, lindo, forte, calmo, gracioso, educado, impetuoso, frio, carismático, simplório e calculista.

Desde pequeno demonstrava bastante compreensão de seu atual estado enfermo, aceitando os defeitos físicos como parte de seu destino; embora cauteloso, nunca deixou que as dificuldades voltadas à aceitação social o desestabilizasse, quais baseavam-se desde a piadinhas maldosas por parte dos colegas, até agressões físicas transitadas por leigos da identidade do demônio - Thiery nunca fora verdadeiramente normal, e a religião adotada pela família apenas contribuía para sua não integração na sociedade ríspida. Efêmero, revestiu-se de uma cúpula antissocial, repelindo toda e qualquer contato humano excedendo-se aqueles com quem partilhava uma mesma linhagem sanguínea.

Adotando como hábitos corriqueiros, passou então a interagir com as nuances obscuras que perpassavam diante de seus olhos, habitualmente, - nunca soube o porquê de tal manifestação sobrenatural, mas desde quando repudiou o mundo mortal de sua vivência, desencadeou vislumbres de inúmeras vozes etéreas, captando sussurros audíveis e sibilo assombrosos. Soube então que, a visão do plano físico havia sido suprida para que pudesse deleitar o mundo astral em toda sua plenitude.

Thiery, "o murmurador", agarrou-se com todas as forças este seu lado divino, sendo até então permitido alcançar um potencial maior que qualquer outro filho de Melinoe - a posse plena de sua primazia espiritual.


Diga-nos: por quê  quer ser filho de tal Deus - ou ser tal ser mitológico?
Melinoe é uma deusa bastante incompreendida, misteriosa e de cunho histórico oculto. Meu personagem, por ser diferenciado de todos os outros, necessitava de algo especial para que pudesse abranger toda e qualquer atividade característica de sua jornada de semideus. Melinoe então caiu como uma luva, dando uma base bastante irrequieta e rebuscada para que pudesse trabalhar dentro do contexto de Thiery.


Relate a história da sua personagem - não haverá um limite de linhas definidos, deixe a sua criatividade fluir.
Em meio ao perímetro rural que circunda os limites geográficos de Memphis, a maior cidade do estado de Tennessee, era possível obter acesso a fazenda da família Bowes-Lyons, uma imensidão de grama verde e macia pontuada pelo gado em criação, além da exuberante horta, da lagoa de dimensões arrebatadoras e da casa grande de arquitetura simples.

Um rapaz de aspecto magricela, beleza inócua e personalidade característica de um berço requintado e afetuoso, se encontrava empoleirado em uma das janelas da casa, assumindo um semblante taciturno e infeliz. O que desconheciam era que o rapaz - Thiery, seu nome - portava uma enfermidade que carregava em seu leito desde a nascença; era cego. Entretanto, nunca demonstrou incapacidade alguma quanto ao aprendizado e a boa convivência com a família, a perspicácia advinda de anos de treinamento - conhecia todas as tarifas de terra de seus pais como a palma de sua mão, andejando por todos os lados como qualquer outro ser vivo. Porém, era da cidade, que Thiery sentia falta, uma vez que sem companhia altamente confiável e capaz de lhe guiar pela imensidão incógnita, era proibido de se aventurar sozinho e, só lhe restava nas noites escuras que caiam sobre o lar, subir até o segundo andar e mirar os riscos luminosos quais ainda era capaz de identificar, tentando adivinhar o que seria os respectivos pontos de luz.

A vida dos pais era muito corrida; tinham de cuidar da fazenda e dos afazeres domésticos como a colheita do trigo, a ordenha das vacas, a coleta e alimentação dos animais e a venda dos produtos naturais na cidade. Para todas essas atividades listadas, consideravam que o filho era incapaz de realizar qualquer uma e preferiam não arriscar um estrago maior do que o imaginado. Com o aumento da produção e a necessidade de venda tendo acréscimos alarmantes, a única saída cabível era de contratar uma babá - Thiery apenas detinha seus onze anos de idade, e mesmo que fosse esperto e astuto, havia certos momentos em que a própria criança sentia dificuldade em realizar certos afazeres corriqueiros: como a alimentação e higiene corporal. E assim o fizeram.

Uma nova moradora fora inserida mecanicamente por ali perto e de cara, a contratam. A senhorinha rechonchuda e curvada, de cabelos secos, roupas bizarras e carisma exagerado parecia ter saído do céu - ou do inferno. Na primeira oportunidade que teve, arrastou o pequeno Thiery até o poço d'água e o tentou afogar, porém, sem sucesso, uma vez que tivera os braços congelados pela própria prole da família e, inexplicavelmente, o menor dos Bowes-Lyon escapou ileso.

Quando os pais retornaram de um dia exaustivo, a criança tentou alarmar os parentes sobre o enunciado, porém fora advertido e posto a castigo por contar mentiras e inventar história onde a velhinha idosa era a principal personagem. Entretanto, naquela mesma noite, a velhota retornou - ou o que sobrara dela; uma humanoide de pele impermeável, dura feito rocha e somando pares a mais de braços. "Gegene" - o pai gritou, porém não fora compreendido. Ordenou para que o filho subisse para o quarto e lá o esperasse, trancado no armário. Thiery obedeceu sem pestanejar as ordens do pai, uma vez que para seguidores budistas, o mais velho assumira uma expressão nervosa e furiosa, nunca antes presenciada pelo menor.

Subiu as escadas, deixando para trás os estrondos de escombros e gritos de pavor. Mesmo para um cego comum, detinha uma habilidade única de intuir o que se posicionava à sua frente - talvez fosse pela experiência própria de ter crescido naquele casarão, ou os outros problemas diagnosticados pelos médicos como a hiperatividade seguida do déficit de atenção. Reflexos muitos bons, para ser exato.

Ao chegar no quarto, captou ruídos e murmúrios além da lógica compreendia e, como o entoado por elas, visavam auxiliar o garoto em uma fuga rápida - contavam-lhe que a madrasta havia morrido e revelaram a verdadeira identidade do garoto. Era um semideus. O pai ocultara o coito com uma deidade governante dos espectros e que, tais fantasmas haviam sido enviados a seu favor. Verdade ou não, Thiery não tivera escolha se não tatear os móveis do cômodo à procura de sua mochila. A preencheu com roupas escolhidas por acaso e objetos pessoais que julgou ser necessários - e as vozes também.

Saltou da janela, planando milagrosamente sobre um amontoado de feno disposto ali horas antes de todo o macabro episódio. Antecedendo dos gritos de pavor do seu pai, provindo da sala de estar da sede, o menor dos Bowes-Lyon já se encontrava na rodovia a passos desesperados, tropeçando e caindo pelo asfalto marcado por manchas de pneus e óleo. Sem destino, vagou em companhia dos sussurros pela estrada deserta, atento a tudo e todos acontecimentos ao seu redor.

Os eloquentes o cortejaram até um grupo de semideuses também perdidos, semanas depois. Um sátiro comandava o círculo, prometendo leva-los em segurança até um local de terras gregas intitulado como Acampamento Meio-Sangue, próprio para todo e qualquer um que possuísse ascendência divina em seu sangue. Thiery aprendeu mais sobre sua verdadeira mãe, Melinoe - cujo descobriu, até, que não personificava apenas os etéreos viajantes do outro plano, como também vertentes obscuras tais a de rituais e oferendas - e, não demonstrou sinal de surpresa alguma. Sempre sentira-se atraído a assuntos dessa tipologia, porém os desconsiderava devido a vigia vaga dos pais.

Adquiriu certo conhecimento sobre o mundo mitológico qual fazia parte e recebeu conforto na companhia dos demais meio-sangues, que demonstravam total carisma e coleguismo para com o filho da deusa cactônica. Este, Thiery, fora reclamado pela mãe no mesmo dia; um borrão verde-escuro crepitava sobre a sua cabeça, imponente e sombrio por segundos que se arrastaram, até desaparecer em um estampido inaudível.

Com demasiado esforço, por fim, atravessaram grande parte dos Estados Unidos até pontuar Long Island. Thiery, junto aos demais, conseguiu atravessar as barreiras mágicas do acampamento sã e a salvo e agora visa poder aprofundar mais na sua história e descobrir o porquê de o destino ter-lhe reservado a invalidez mútua da visão - mesmo que, seja grato a tal acontecimento, pois de uma forma ou de outra, sempre quis sentir-se especial.


Armas /~/ Poderes Utilizados

♦ Poderes:
Mediunidade [Nível 1]: Mediunidade é a habilidade de ver e se comunicar com fantasmas. Sim, você pode se comunicar com fantasmas mesmo sem estar no mundo inferior.

Hálito Congelado [Nível 1]: Seu hálito espectral carregará uma habilidade muito útil. Através de sopros poderá congelar objetos e seres. A velocidade e a potência dependem, é claro, do congelado e do congelador.


Genevieve Lovett
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Re: Ficha de Reclamação

Mensagem por 084 - Ex-Staff em Sex 08 Nov 2013, 15:37


Avaliando fichas
vamos ver como vocês foram.



Aprovados:

Thiery: Texto muito bom. Não tenho muita coisa a acrescentar a não ser o fato de que o texto foi bem resumido e eu poderia reprová-lo por isso, mas não o fiz.

Aihe e Allison: As duas tiveram o mesmo defeito: Falas demais. Se não tivessem um enredo de história legal, talvez eu tivesse as reprovado. Tentem descrever mais suas ações, emoções e pensamentos. É um substituto legal para as excessivas falas que colocaram.

Reprovados:

Timmy e Steven: Mesmo motivo: Apressaram demais a história, dando descrições superficiais demais. Caras, não tenham medo de gastar linhas descrevendo uma situação. Obviamente, Steven evidenciou muito esse defeito, mas Timmy também teve esse problema. E outra, melhorem a divisão do texto. É cansativo ler um texto que só é dividido em dois ou três parágrafos com várias linhas. Tentem fazer parágrafos de quatro linhas, separando sentenças e situações diferentes.

Yves: Você praticamente não dividiu o texto, muito menos colocou marcadores fáceis para suas falas! Isso prejudicou muito a minha leitura, além de me fazer confundir várias palavras. É verdade que você tem uma narração razoável, mas precisa trabalhar na estrutura do seu texto. Tente novamente que eu sei que você consegue!

POSEIDON: Primeiro, modifique seu nick. Está em desacordo com as regras do fórum. Segundo, a ficha dos três grandes tem um processo diferente que as fichas comuns. Você pode verificar as regras do teste clicando aqui e postar seu teste para filho de poseidon aqui. Lembrando novamente que a ficha do teste é diferente da ficha de reclamação daqui.

Para mais informações: http://percyjacksonrpgbr.forumeiros.com/t8397-guia-do-jogador-pjbr#197992






Atualização
Atualizado por ♦ Zeus


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Re: Ficha de Reclamação

Mensagem por Gabriel Avila em Sex 08 Nov 2013, 16:58

▬ Por qual Deus você deseja ser reclamado? Caso não queira ser um semideus, qual criatura mitológica deseja ser?
Ares
▬ Cite suas principais características físicas e emocionais.
Físico: Alto, Careca, em Boa Forma, Tatuagem no braço esquerdo e Musculoso
Emocional: Se mostra calmo a todo momento, mesmo se estiver com muita raiva,
▬ Diga-nos: por quê  quer ser filho de tal Deus - ou ser tal ser mitológico?
Pois sempre gostei de uma briga, e acho que uma briga pode resolver qualquer coisa, e também pode te dar respeito.
▬ Relate a história da sua personagem - não haverá um limite de linhas definidos, deixe a sua criatividade fluir.
Minha vida, simplesmente era um tédio, mas também não era tão chata assim. Era até legal, as vezes. Eu só tinha um amigo, o Mike. O nome dele era Mikael, mas gostava de ser chamado de Mike. Ele estava mais ou menos em forma, tinha deficiência nas pernas, mas gostava sempre de andar de calças e touca. Mesmo em verão. Minha vida era normal, mas aí... bum. Veio uma explosão na minha vida. Vou lhes contar mais. Eu estava no sexto tempo, era uma aula normal de Futebol Americano. Aí eu ouvi gritos de pássaros no vestiário. Mas a aula prosseguia normal, como se só eu pudesse ouvir. Mike também parecia preocupado.

- Treinador, que barulho é este la no vestiário? - hesitei.

- Não tem barulho nenhum, ah já sei está querendo fujir do treino não é verdade, volte já para-la. - respondeu dando um cascudo

Ele se virou para beber água, e Mike me lançou um olhar como se estivesse dizendo: CORRE. Nós fomos lá no vestiário para ver o que estava acontecendo. Um pássaro que parecia uma mulher.

- Meu Deus, o que é isso?

- Ah, Avila.(era assim que me chamavam) Você, é um semideus. Não sabemos de quem você é filho. Isso são Harpias. Precisa detê-la. Tome isto. - ele me deu uma lança de 2 metro de comprimento - Honre seu pai ou mãe.

Desferi um golpe contra aquela criatura, mas acredite, era difícil acertar. Ela ficava girando em volta de mim e me dando garradas. Não dava tempo para pensar. Eu mirei um pouco a frente dela e joguei a lança eu só tinha uma chance. Terminou que eu acertei a danada, estava cansado e com arranhões leves.

- Tome isto, é néctar e ambrosia. Vai te curar.

Eu bebi aquilo e instantaneamente me senti muito melhor.

- Venha, vamos para o Acampamento Meio-Sangue, o seu lugar.

Então, pegamos um táxi e chegamos lá.

- Bem-vindo - disse Mike, tirando as calças.

- Eu que isso ta doido, esperai pernas peludas.

- Ah, e eu sou um sátiro, seu protetor oficial.

- Acho que já vi muita coisa estranha por hoje. Vou comer tomara que eles tenham comida o suficiente para mim.



Eu narrador
Eu
Mike
Treinador
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Re: Ficha de Reclamação

Mensagem por Yves Herscharle em Sex 08 Nov 2013, 17:58



Yves got a quick hand
and he's coming for you, yeah, he's coming for you...


▬ Por qual Deus você deseja ser reclamado? Caso não queira ser um semideus, qual criatura mitológica deseja ser?
Afrodite.

▬ Cite suas principais características físicas e emocionais.
Dotado de uma beleza estonteante, Yves é um estereotipo do típico adolescente perfeitinho. Topete, rosto isento de espinhas e uma atenção especial para seus atributos físicos, como a boa estrutura e condicionamento físico. Apesar de narcisista, Yves desenvolveu durante sua infância um distúrbio que evoluiu ao decorrer dos anos e demonstrou a nova descoberta dos médicos: a inesperada bipolaridade e, ocasionalmente, instabilidade emocional. Por ventura, tende a ser mais brincalhão do que um estereotipo de Ares. Cercado de caprichos e mimos, Yves adquiriu uma personalidade bastante imprevisível - suas atitudes compreendem em situações egoístas e arrogantes.

▬ Diga-nos: por quê quer ser filho de tal Deus - ou ser tal ser mitológico?
Porquê tenho uma grande influência sobre a deusa Afrodite, uma vez que é a deusa da beleza e, cá entre nós, uma pessoa narcisista como eu adora uma deusa dessas. Entre tudo, também possuo uma fissura especial pela história e as atitudes da deusa, me encanto facilmente com ela e as descrições que definem seu caráter.

▬ Relate a história da sua personagem - não haverá um limite de linhas definidos, deixe a sua criatividade fluir.

Tudo deu início numa noite tempestuosa das ruas da França, necessariamente em Saint Tropez. Alvo dos flashes e das fotos que os paparazzis retiravam da nova prole Herscharle, o semi-deus lapidou a sua história, fama e, ao mesmo tempo, sua personalidade imponente. Durante o decorrer dos anos, Yves foi alvo das revistas e do bullying sofrido pela escola por demais alunos do time de beisebol, justamente por seus altos índices de falta de atenção, um Q.I. não tão elevado e a dislexia, o que o carimbou na vida como um típico inválido. Yves cresceu, lapidando sua vida com a presença constante da cinematografia e da moda, tornando-se um grande conhecedor do mundo da moda e da cinematografia, espelhando-se nos grandes nomes e pessoas de alta patente nas áreas. Tornou-se um homem de renome, lançando suas primeiras edições de revistas como a Vogue ou a Cherrybomb com seus onze anos, apesar de sempre corrigidas pelas editoras por estarem com erros ortográficos quase que sempre.

Yves cresceu sob os cuidados de diversas babás, uma vez que o pai subia os degraus para desenvolver seu recém-criado multinacional e não podia preocupar-se com ele, abandonando-o nas mãos de outras pessoas. Herschale, incrivelmente, foi escalado para diversas propagandas e ganhou uma boa fama pela França, apesar de que ofuscada pelos boatos que o populacho espalhava. Teve de se mudar para Long Island aos oito anos por alguns problemas com a empresa de seus pais e acabou, por lá, conhecendo um Sátiro, jogador de futebol americano da escola com monoplegia. Durante uma excursão da escola para um zoológico, o sátiro e Yves resolveram juntar-se com uma turma e irem para a ala proibida da seção de insetos. Surpreendentemente, depois de terem se separado (quando unicamente Yves e o sátiro permaneceram no local), uma trupe de Myrmekos emergiram das janelas que continham os diversos animais, incrivelmente provenientes da areia seca e ardilosa das jaulas. Com suas lanças, induziram a dupla a correr aleatoriamente pelo zoológico e por intermédio de sua mãe, Afrodite, que apareceu ilusoriamente ao lado da porta de emergência do local, ambos conseguiram encontrar o pai de Herscharle e, a tempo, entraram no carro.

Partiram numa viagem longa para Long Island, e, durante o caminho, o semi-deus indagava:

- Pai, isso é normal? O que eram aquelas formigas? Elas eram quase do meu tamanho! Isso é... isso é... ASSUSTADOR! - o filho teve de tomar mais uma vez os seus remédios e sua bombinha asmática, uma vez que o medo consumia sua consciência. Num prazo de aproximadamente dois a três dias de viagem de carro, metrô e avião, o semi-deus chegou quase que seguro em Long Island. Antes de desembarcar, uma dupla de aeromoças interrompiam a passagem do trio, os últimos que não haviam saído do avião. A verdade foi consumida no momento em que o uniforme de ambas foi arrancado a força por sua transformação e quando elas se revelaram ser uma dupla de Dracaenaes, sedentas por sangue semi-deus. Com sorte, o sátiro e a prole de Afrodite conseguiram prender uma das Dracaenaes no banheiro para ganhar tempo, fugindo para fora do avião. Apesar disso, o pai recebeu graves ferimentos e tombou pela escada, caindo desmaiado no chão da pista de pouso. Encarregado do corpo, o sátiro trotou pelo âmbito com total segurança, munido secretamente com um taco de beisebol. O filho de Afrodite, entre tudo, estava desarmado e nas mãos da criatura. Num suspiro, o primeiro passo dado para a liberdade foi dado. Estava tudo bem. Por enquanto...

Pegaram um táxi para a colina mais longe de Long Island, onde, surpreendentemente, depois de retomar a consciência, o pai conduziu o taxista e os demais para lá, com a ajuda de sua ex-mulher Afrodite, que guiava-os com seus poderes divinos. Na chegada, o pagamento do taxista foi feito e só Yves e o sátiro conseguiram sair. O pai ficou preso no mesmo momento em que o taxista, revelando ser outra criatura mitológica, desta vez, uma mantícora, trancou as portas e engoliu vivo o Sr.Herscharle. Movido pelo medo e pela instabilidade emocional, o semi-deus correu junto do sátiro para dentro do Acampamento, guiado pelas palavras do novo Protetor. Antes que pudessem chegar, espinhos trespassaram as árvores e conseguiram alcançar o sátiro que, no último suspiro, teve a vida ceifada pelo veneno forte de mantícora que corria em suas veias. Agora num pânico mais que motivado pelos recentes acontecimentos, Yves conseguiu atravessar a barreira do Acampamento no momento em que cruzou o portão, aliviado por estar agora seguro e, ao mesmo tempo, dentro de um novo lar, acolhido por novos irmãos, semi-deuses, os instrutores e as lembranças do passado que o atormentavam noite e dia, o que, de um jeito bom ou não, poderia ser o estopim para um novo herói venusiano.
Yves Herscharle
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Re: Ficha de Reclamação

Mensagem por Hanny Buttercout em Sex 08 Nov 2013, 23:01



▬ Por qual Deus você deseja ser reclamado? Caso não queira ser um semideus, qual criatura mitológica deseja ser? Apolo

▬ Cite suas principais características físicas e emocionais. Físicas:Cabelos na altura do pescoço e ruivo, olhos verdes e pele bronzeada.

▬ Diga-nos: por quê quer ser filho de tal Deus - ou ser tal ser mitológico? Porque sou muito fã de Apolo, tanto por sua personalidade no livro, quanto por ser deus do Sol, da música e do arco e flecha.

▬ Relate a história da sua personagem - não haverá um limite de linhas definidos, deixe a sua criatividade fluir. Nasci em Nice na França e com 3 anos fui viver em Manhattan. Ao completar 8 anos fugi de casa por que minha mãe morreu assassinada, e fui viver com meu tio, perto de Long Island. Ele me maltratava, e eu fugi. Achei essa colina com o tal pinheiro de Thalia. Achei que era algum tipo de abrigo e tentei entrar, mas como não tinha permissão, não pude entrar. Gritei muito:
- Por favor ! Deixem-me entrar! Não tenho ninguém!
até que um sátiro veio e sentiu meu cheiro. Saiu correndo para avisar a Quíron, que deu a permissão. Fiquei no chalé de Hermes. Alguns dias depois, tivemos uma competição de arco e flecha. Me interessei, e no dia, acabei atirando nos alvos de todos os outros. Logo depois disso, apareceu um sol reluzente na minha cabeça, e foi quando Quíron disse:
- Salve a nova meio-sangue, Hanny Bittercout, filha de Apolo!
Meus irmãos vieram me abraçar.
Hanny Buttercout
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Re: Ficha de Reclamação

Mensagem por Vincent Kurnova em Sex 08 Nov 2013, 23:12

▬ Por qual Deus você deseja ser reclamado? Caso não queira ser um semideus, qual criatura mitológica deseja ser?
The Lord Of Flames - Hefesto

▬ Cite suas principais características físicas e emocionais.
Fisicas - Altura Mediana,Cabelos Negros Olhos ligeiramente Vermelhos,Uso um sobretudo com Chamas nas pontas (Referencia -Minato (Naruto).
Emocional - Frio,Calculista,Inteligencia,E Nao tem medo da Morte,Pois na infancia,ja conheceu ela.


Diga-nos: por quê  quer ser filho de tal Deus - ou ser tal ser mitológico?
Me Vejo aproximado do Personagem-Deus Hefesto,Pois gosto do Fogo altas tempraturas,Nunca me senti incomodado com isso,desde de pequeno,mais sempre gostei de Mitologia,da historia de Hefesto das historias e confusoes com.afrodite,emfim Gostaria de ser filho dele,adoraria se aceitassem,

Grato Vincent,


Relate a história da sua personagem - não haverá um limite de linhas definidos, deixe a sua criatividade fluir. 
Vincent©Era feliz com seu pai e sua Mae em sua casa em Long Island,Brincava e tinha um talento ou um "Dom" Como sua mae falava, que nao se queimava- ao contrario podia poduzi-lo , e assim os outros o viam como um monstro, ate que um dia Sua casa entrou em chamas ele e claro sobreviveu,mais sua familia morreu os viInhos o culparam injustamente, era um vazamento de gaz , mais eu fui internado e consegui fugir ate que um cara meio estranho me chamou para um acampamente, eu bobo sem casa , fui junto e encontrei o ACAMPAMENTE MEIO-SANGUE.....
Vincent Kurnova
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Re: Ficha de Reclamação

Mensagem por Leon Kennedy em Sex 08 Nov 2013, 23:19

▬Por qual Deus você deseja ser reclamado? Caso não queira ser um semideus, qual criatura mitológica deseja ser?
Hermes, deus dos ladroes e viajantes.

▬ Cite suas principais características físicas e emocionais
Leon possui uma beleza jovial, um sorriso travesso e um olhar muitas vezes misterioso. Simpático, vive fazendo piadinhas toscas e maliciosas, não perde a oportunidade de zombar alguém se metendo em encrencas constantes por esse motivo, além de ser um tanto competitivo. Não pensa muito antes de agir, apesar de ser bem inteligente em montar bugigangas ou planos que na maioria das vezes servem para furtar pertences dos outros com mais facilidade.

▬ Diga-nos: por quê  quer ser filho de tal Deus - ou ser tal ser mitológico?
porque Hermes é vagabundo que nem eu trollface1

▬ Relate a história da sua personagem - não haverá um limite de linhas definidos, deixe a sua criatividade fluir.
O som do despertador soou pelo quarto. Bocejei enquanto esticava o meu corpo. Desliguei o despertador aborrecido. Era a sétima escola pela qual eu iria estudar. Apenas naquele mês. Minha mãe sempre dizia que no final, tudo daria certo. E é por causa da minha mãe que eu ainda continuo estudando. Ah, eu não me apresentei, certo? Meu nome é Leon Kennedy, tenho 16 anos e sou um semideus filho de Hermes, como descobri isso? É uma longa historia... vou tentar dar uma resumida... um dia eu estava na escola ( Não me diga! )   e fui até a diretoria (até ai normal F*ck that shit)  mais antes que chegasse lá fui perseguido por um carinha com pernas de bode Cereal Guy 2   , quer dizer   por uma estranha criatura peluda, suas pernas cobertas de pelos com cascos, os olhos fixados em mim mostravam determinação, eu não sabia para onde correr, mas passar a rua seria uma boa, talvez os carros parassem o animal, pelo menos era o que eu esperava, pisou rapidamente com o membro inferior destro do asfalto quando viu o primeiro automóvel vindo a sua direção a alta velocidade, vendo que não teria mais nada a fazer, saltou e caindo com o ombro esquerdo direto no cimento, aproveitou o impulso e já rolou para fora da travessia, com dores pelo impacto, teve dificuldade para levantar usando a metade superior esquerda de seu tronco, porém conseguiu. O esforço feito para sair da estrada fora em vão, quando vira a criatura estava atrás de mim. E para meu espanto a criatura falou!

- Não adianta mas correr, para sua segurança, me siga, cuidaremos do ferimento do ombro quando chegarmos.

eu podia não entender o que o mesmo falara, mas quando escutei o fragmento de " Cuidaremos do ferimento do ombro quando chegarmos " não neguei, me virei e segui a  criatura, voltando até o local onde o peludo começara a me seguir. A criatura retirou uma chave de um carro da pelagem de suas pernas e a colocou na fechadura de uma BMW, abriu o mesmo e com um movimento de braço, mandou eu entrar, eu entrou no carro, ainda com dores e dúvidas sobre o mesmo, a criatura acabara de ligar o carro e sair do estacionamento quando eu resolvi perguntar.

- Quem é você?
- É uma longa história, sou um sátiro e o importante é que saiba que sou seu amigo.
- Para onde está me levando?
- Ao acampamento Meio - Sangue.

Decidiu encerrar as perguntas por enquanto, raciocinou, aprendera nas aulas de história sobre os deuses gregos, e ligara tudo em sua mente, meio sangues eram semideuses, ou seja, filhos de deuses, um acampamento meio - sangue seria um local cheio deles? Foi tudo que conseguir pensar. A viagem fora longa, mas a criatura, que se denominava um sátiro parou a base de uma colina, então sai do carro e olhei ao topo da montanha e achei um...  um dragão, ao imediato voltou ao BMW gritando.
- Vamos! Dirija! Rápido!

- O que foi garoto?
- Um dragão!
- Dragão?... Sim, é um dragão, vamos, saia do carro, não tenha medo, ele não te fara mal.

Não entendendo a filosofia do "sátiro" onde dragões poderiam ser pacíficos, sentiu dores novamente no ombro e preferiu seguir as ordens da criatura, mas esperou o peludo assumir a dianteira para o seguir, ele passou pelo lado do ser escamoso e desceu a colina, já do outro lado da mesma,eu parei para admirar a vista, um número não contável a olho nu naquele momento de pessoas espalhadas por um tipo de mini cidade, com campos de plantações e chalés construídos fazendo uma espécie de " U ", desci então, e logo foi a enfermaria, guiado pelo "sátiro" obviamente. Cheguei na enfermaria, me deitei numa cama a comando do "sátiro" que disse em seguida.

- Tudo bem, vão cuidar disso logo logo, após isso, se prepare para uma nova vida Leon Kennedy.

Foi ai que um turbilhão de pensamentos ficou em sua cabeça, como a criatura sabia seu nome, foi quando sentiu a ponta de uma agulha entrando em seu braço, e então perdeu os sentidos, seus olhos se fecharam e eu adormeci.
Acordou depois de um tempo, e o sátiro explicou para a mesma tudo oque ela precisava saber.

-Bem vindo ao Acampamento Meio-Sangue !
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Re: Ficha de Reclamação

Mensagem por Taiyou Amemiya em Sab 09 Nov 2013, 01:14

▬ Por qual Deus você deseja ser reclamado? Caso não queira ser um semideus, qual criatura mitológica deseja ser?
Apolo.

▬ Cite suas principais características físicas e emocionais.
Ele mede 1.60 pesa 50 kg., tem cabelos alaranjados e um formato igual ao Sol,   sua vestimenta é a maioria das vezes uma camisa preta, com uma calça jeans preta, um tênis preto cinza e verde. Muito inteligente, pensativo bobão e não volta atrás com a palavra.

▬ Diga-nos: por quê  quer ser filho de tal Deus - ou ser tal ser mitológico?
Por que ele é deus do sol, não tem nada mais foda que isso. Também, Arco e Flecha é minha arma preferido, e falar o que adoro musica :3

▬ Relate a história da sua personagem - não haverá um limite de linhas definidos, deixe a sua criatividade fluir.
OBS: O player não é obrigado a ir ao Acampamento, mas deve narrar a descoberta de que era um semideus e o momento da reclamação- e se não foi indo a Long Island, como foi?


Desde que nasci, sentia que era diferente, mas não sabia por que, aos 11 anos, conheci meu melhor amigo o Edgar. Ele sempre ia de calça e tênis fechado, não importa a temperatura, ficava imaginando ventiladores na calça dele. Sim, sempre gostei de pensar, pensava em várias coisas, tipo será que a prof era daquele tamanho, ou usava perna-de-pau? aquela menina ali usa o espelho pra pentear o cabelo ou para tirar meleca do nariz? também gostava de pensar o que os outros estão pensando, é sobre comida? filme novo? escola? mal de alguém? quer meu corpo sem roupa? Se o Edgar usa ventilador na calça?  meu cabelo parece o sol?. Enfim, eu pensava várias coisas. Os meninos me zoavam por meu cabelo ser laranja e todo bagunçado, além de ser um pouco mais baixo que os outros. Aos 12 mudei de escola, o que me impressionava é que Edgar mudou junto, e ele nem tinha me dito que ia mudar. Um tempo depois, num dia muito ensolarado, um tipo de homem que eu não conhecia,a desceu dos céus e anunciou a mim: "Seu pai, Apolo, gostaria de falar com você!" Achei estranho e saí correndo, até achar Edgar: "E-e-e-Edgar, encontrei um tipo de anjo que desceu dos céus e disse que meu pai era Apolo e queria falar comigo e tô com medo tão me zoando me ajuda gzuis!" Edgar deu um suspiro e no meio da floresta onde estavamos abaixou as calças pra mim, então antes dele abaixam eu disse: "Se quiser se aliviar virá pra lá." Ele respondeu: "O seu imbecil olha, sou um sártiro, seu protetor." Dou risada e digo: "Você é metade bode? cara na boa, por isso a calça? passava calor não?" Paro de rir um pouco ele dá um tapa em mim e diz: "Sim sou metade bode, sim por isso a calça e passava muito calor, ser seu protetor é difícil agradeça de vez em quando. Agradeço a ele e ele me diz para irmos falar com minha mãe. Chegando lá conversamos um pouquinho e resolveram levar-me para um tal "acampamento meio sangue". Achei o nome meio estranho, e não entendi o por que, não tinha certeza sobre se é bom esse acampamento, se sou mesmo filho de Apolo ou querem se livrar de mim. Então cruzo as pernas no banco de trás, onde eu estava com Edgar, e começo a meditar, fecho os olhos e vejo tudo branco, até que palavras enchem aquele lugar, palavras que me passam confiança e que colocavam uma resposta temporária para essas perguntas, ao chegar, saio do carro e entro, ao ver que minha mãe não consegue entrar, fico meio triste por ela não poder ficar comigo, mas digo que irei voltar. Eu e ele andamos para conhecer o lugar, até que um filho de Ares, diz que iria me ajudar em primeiros treinamentos. Treinei dias e dias, meses e meses, passou 2 ano, eu fiquei muito bom manejando armas, e assim sigo minha vida, respondendo todas as perguntas no meu interior.
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Re: Ficha de Reclamação

Mensagem por brreno em Sab 09 Nov 2013, 17:51

desejo ser um semideus filho de Poseidon, meu nome Jony Leuter
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Re: Ficha de Reclamação

Mensagem por brreno em Sab 09 Nov 2013, 17:55

queria ser reclamado pelo porseidon, quero ser um semi deus
sou forte adoro agua tenhu um ótimo reflexo
sempre gostei dele e de sua coragem
Poseidon, também conhecido como Netuno para os romanos, era o grande rei dos mares, um homem muito forte, com barbas e sempre representado com seu tridente na mão e as vezes com um golfinho. Era filho de Cronos, deus do tempo, e da deusa da fertilidade Réia. Sua casa era no fundo do mar e com seu tridente causava maremotos, tremores, além de fazer brotar água do solo.

Poseidon era casado com Anfitrite. Quando se conheceram Poseidon se apaixonou por ela, mas Anfitrite o recusou e Poseidon a obrigou casar-se com ele, porém, ela para não casar, se escondeu nas profundezas do oceano, só sua mãe sabia onde ela estava. Mas com o tempo Anfitrite mudou de idéia e foi atrás de Poseidon com quem se casou e ficou sendo a rainha do oceano. Com ela teve um filho chamado Tritão que aterrorizava os marinheiros com um barulho espantoso que ele fazia quando soprava o búzio, um instrumento, mas também com ele fazia sons maravilhosos. Entretanto, na sua vida Poseidon teve muitos outros amores e fora de seu casamento teve mais filhos que ficaram muito conhecidos por sua crueldade, os dois que mais conhecidos foram o Ciclope e o gigante Orion. Poseidon disputou com Atena, a deusa da sabedoria, para ser a deidade da cidade hoje conhecida como Atenas, porém Atena ganhou a competição e a cidade ficou conhecida com o seu nome.
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Re: Ficha de Reclamação

Mensagem por 083-ExStaff em Sab 09 Nov 2013, 17:59


Avaliação
Vamos ver como vocês foram.



Aprovados:

Yves: Aprovado por muito pouco. Notei alguns dos erros apontados por Hefesto ainda presentes nesta segunda ficha, mas a narração convenceu-me, no fim. Seja bem-vindo, filho de Afrodite. Lembre-se de aprimorar sua narração, para missões ou posts futuros.

Reprovados:

Gabriel, Vincente e Hanny: Mesmo motivo: Apressaram a história, com descrições pouco significativas, evidenciando a pressa em serem aprovados, sem preocuparem-se com a história de seus personagens, e a boa ou péssima jogabilidade que pode surgir delas. Por favor, tentem outra vez e lembrem-se: Esse é o primeiro passo de vocês no RPG. É muito importante ter carinho com seus personagens, coma  história deles. Quem sabe na próxima?

Leon: Ficha um pouco confusa, e mal formulada em alguns momentos. Senti falta de um enredo que prendesse, e vi muitos erros de digitação que poderiam ter sido impedidos com uma breve revisão. Simplesmente, a sensação que tive foi a de ler uma ficha à jato, e senti falta de preocupação real com o que estava sendo narrado. Tente outra vez, e evite o uso de Memes na ficha. Atrapalha bem mais do que ajuda.

Taiyou: Reprovado, por motivos semelhantes dos outros players. Ficha muito corrida, sem situar o leitor antes de ser concluída. Simplesmente confusa. Lamento, mas você terá de tentar de novo.

bbreno: Ficha desconsiderada por nome irregular. Além disso, querido, as Fichas para os Três Grandes seguem um padrão próprio, e não devem ser postadas aqui. Você não preencheu sequer a ficha comum, inclusive. Post ignorado. E cuidado com o flood, pode gera advertência e punições, chérie.

Para mais informações: http://percyjacksonrpgbr.forumeiros.com/t8397-guia-do-jogador-pjbr#197992









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Re: Ficha de Reclamação

Mensagem por Taiyou Amemiya em Sab 09 Nov 2013, 18:34

▬ Por qual Deus você deseja ser reclamado? Caso não queira ser um semideus, qual criatura mitológica deseja ser?
Apolo.

▬ Cite suas principais características físicas e emocionais.
Ele mede 1.60 pesa 50 kg., tem cabelos alaranjados e um formato igual ao Sol,   sua vestimenta é a maioria das vezes uma camisa preta, com uma calça jeans preta, um tênis preto cinza e verde. Muito inteligente, pensativo bobão e não volta atrás com a palavra.

▬ Diga-nos: por quê  quer ser filho de tal Deus - ou ser tal ser mitológico?
Por que ele é deus do sol, não tem nada mais foda que isso. Também, Arco e Flecha é minha arma preferido, e falar o que adoro musica :3

▬ Relate a história da sua personagem - não haverá um limite de linhas definidos, deixe a sua criatividade fluir.
OBS: O player não é obrigado a ir ao Acampamento, mas deve narrar a descoberta de que era um semideus e o momento da reclamação- e se não foi indo a Long Island, como foi?


Desde que nasci, sentia que era diferente, mas não sabia por que, aos 11 anos, conheci meu melhor amigo o Edgar. Ele sempre ia de calça e tênis fechado, não importa a temperatura, ficava imaginando ventiladores na calça dele. Sim, sempre gostei de pensar, pensava em várias coisas, tipo será que a prof era daquele tamanho, ou usava perna-de-pau? aquela menina ali usa o espelho pra pentear o cabelo ou para tirar meleca do nariz? também gostava de pensar o que os outros estão pensando, é sobre comida? filme novo? escola? mal de alguém? quer meu corpo sem roupa? Se o Edgar usa ventilador na calça?  meu cabelo parece o sol?. Enfim, eu pensava várias coisas. Os meninos me zoavam por meu cabelo ser laranja e todo bagunçado, além de ser um pouco mais baixo que os outros. Aos 12 mudei de escola, o que me impressionava é que Edgar mudou junto, e ele nem tinha me dito que ia mudar. Um tempo depois, num dia muito ensolarado, um tipo de homem que eu não conhecia,a desceu dos céus e anunciou a mim: "Seu pai, Apolo, gostaria de falar com você!" Achei estranho e saí correndo, até achar Edgar: "E-e-e-Edgar, encontrei um tipo de anjo que desceu dos céus e disse que meu pai era Apolo e queria falar comigo e tô com medo tão me zoando me ajuda gzuis!" Estava quase perdendo o ar de falar tudo isso, então Edgar deu um suspiro e no meio da floresta onde estavamos abaixou as calças pra mim, então antes dele abaixam eu disse: "Se quiser se aliviar virá pra lá." Ele fazendo uma cara brava respondeu: "O seu imbecil olha, sou um sártiro, um híbrido meio bode meio humano, seu protetor minha obrigação é te proteger de qualquer coisa. Não sei o que Apollo queria com você, mas ele é seu pai sim, vamos te leva-lo a um acampamento que te dará um treinamento adequado." Dou risada, fico sério começo a rir de novo e digo: "Você é metade bode? cara na boa, por isso a calça? passava calor não?" Ele da um tapa na minha cara, paro de rir e ele diz: "Se liga, não é brincadeira, temos que te levar para sua mãe." Chegando lá conversamos um pouquinho e resolveram levar-me para um tal "acampamento meio sangue". Tinha-mos pegado um avião, para ir da Inglaterra até lá. Chegando no aeroporto, minha mãe pegou um carro e fomos dirigindo até o acampamento. Não entendi o por que, não tinha certeza sobre se é bom esse acampamento, se sou mesmo filho de Apolo ou querem se livrar de mim. Então cruzo as pernas no banco de trás, onde eu estava com Edgar, e começo a meditar, fecho os olhos e vejo tudo branco, até que palavras enchem aquele lugar, palavras que me passam confiança e que colocavam uma resposta temporária para essas perguntas, ao chegar, saio do carro e entro, ao ver que minha mãe não consegue entrar, fico meio triste por ela não poder ficar comigo, mas digo que irei voltar. Eu e ele andamos para conhecer o lugar, até que um filho de Ares, diz que iria me ajudar em primeiros treinamentos. Treinei dias e dias, meses e meses, passou 2 ano, eu fiquei muito bom manejando armas, e assim sigo minha vida.
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Re: Ficha de Reclamação

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