Percy Jackson e os Olimpianos RPG BR
Bem vindo ao maior fórum de RPG de Percy Jackson do Brasil.

Já possui conta? Faça o LOGIN.
Não possui ainda? Registre-se e experimente a vida de meio-sangue.

Ficha de Reclamação

Página 6 de 40 Anterior  1 ... 5, 6, 7 ... 23 ... 40  Seguinte

Ver o tópico anterior Ver o tópico seguinte Ir em baixo

Ficha de Reclamação

Mensagem por Zeus em Ter 08 Out 2013, 19:36

Relembrando a primeira mensagem :



Olá, Campista!



Como já devem saber, este é um fórum de RPG que procura seguir a história da série de livros 'Percy Jackson e os Olimpianos', de Rick Riordan. Não obstante, nós também oferecemos a você a oportunidade de viverem e interpretarem estes heróis semideuses, ou até mesmo outras criaturas mitológicas, criando suas próprias histórias e divertindo-se com elas. Para que possam participar de tais histórias, você deverá preencher uma ficha e postar neste mesmo tópico; a mesma encontra-se logo abaixo.

Para cada afiliação, você ganhará Poderes específicos - para tornar tudo um pouco mais 'real -, bem como ganhará presentes específicos: armas, itens de combate... Clique Aqui e Aqui para ver, respectivamente, estas listas de poderes e presentes de reclamação (lembrando que, assim que forem reclamados, um deus ADM irá atualizar seu rank, sua filiação e seus presentes)

Nem sempre você passará no teste, mas não desanime, tente novamente ou procure por outro deus... No caso de Zeus, Poseidon e Hades, o teste NÃO É VÁLIDO, pois estes Deuses efetuam testes mais severos. Os Três Grandes fazem concurso mensal para a escolha de um novo filho. Para saber a data do próximo concurso, fiquem de olho nos anúncios globais; a qualquer hora, um novo teste será postado.

Porém, caso se interesse por ser filho de Nyx, Melinoe, Athena ou Perséfone, atente para a ficha; ela será a mesma que para qualquer outra afiliação mitológica, mas será avaliada de forma mais rígida por um de nossos deuses.

Lembrando que o único propósito da ficha é a reclamação do personagem. Qualquer item desejado, além da faca inicial, ganha no momento de inscrição do fórum, e dos presentes de reclamação - adquiridos caso a ficha seja efetivada - devem ser conseguidos in game, através de forjas, mercado, missões e/ou DIY.


Dúvidas? Contate um dos deuses ou um dos monitores de nosso Fórum, via MP ou Chatbox! Sintam-se livres para perguntar, e não tenham vergonha!






Ficha de Reclamação!




▬ Por qual Deus você deseja ser reclamado? Caso não queira ser um semideus, qual criatura mitológica deseja ser?

▬ Cite suas principais características físicas e emocionais.

▬ Diga-nos: por quê  quer ser filho de tal Deus - ou ser tal ser mitológico?

▬ Relate a história da sua personagem - não haverá um limite de linhas definidos, deixe a sua criatividade fluir.
OBS: O player não é obrigado a ir ao Acampamento, mas deve narrar a descoberta de que era um semideus e o momento da reclamação- e se não foi indo a Long Island, como foi?





♦ Lembrando que todas fichas receberão uma avaliação condizente, mas a aprovação não é automática, sendo que a resposta pode ser negativa dependendo da qualidade apresentada. Determinados nick's que não seguirem a regra também terão a ficha desconsiderada. [Leiam as regras aqui]


.:.:.:.


▬ Lista de Afiliações divinas disponíveis atualmente no fórum, bem como os seres mitológicos disponíveis para serem interpretados:


.:.:.:.

Centauros
Dríades
Filhos de Afrodite
Filhos de Apolo
Filhos de Ares
Filhos de Athena *
Filhos de Deimos
Filhos de Deméter
Filhos de Dionísio
Filhos de Éolo
Filhos de Eos
Filhos de Hades **
Filhos de Hécate
Filhos de Hefesto
Filhos de Héracles
Filhos de Hermes
Filhos de Héstia
Filhos de Íris
Filhos de Melinoe *
Filhos de Morfeu
Filhos de Nyx *
Filhos de Perséfone *
Filhos de Phobos
Filhos de Poseidon **
Filhos de Quione
Filhos de Selene
Filhos de Thanatos
Filhos de Zeus **
Náiades
Sátiros

* = As fichas destinadas à tais patronos requerem uma avaliação mais rígida;
** = Os Três Grandes fazem concurso mensal para a escolha de um novo filho;
Zeus
Deuses
Mensagens :
2065

Voltar ao Topo Ir em baixo


Re: Ficha de Reclamação

Mensagem por afrojack em Sab 09 Nov 2013, 19:09

eu desejo ser reclamado por apolo
eu so muito esperto engraçado e forte
a sempre gostei dos poderes de apolo e gosto do sol eo deus que me indentifico
eu descobrir que era um semi deus ano passado estava sentado na estação de trem quando de repente chegou grover e um amigo dele na hora que eles me acharam chegou o dr espinhero conseguimos abater e fui para o acapamento to la ate hj
afrojack
Indefinido
Mensagens :
2

Voltar ao Topo Ir em baixo

Re: Ficha de Reclamação

Mensagem por Vincent Kurnova em Sab 09 Nov 2013, 20:57

[quote="Vincent Kurnova"] ▬ Por qual Deus você deseja ser reclamado? Caso não queira ser um semideus, qual criatura mitológica deseja ser?
The Lord Of Flames - Hefesto

▬ Cite suas principais características físicas e emocionais.
Fisicas - Altura Mediana,Cabelos Negros Olhos ligeiramente Vermelhos,Uso um sobretudo com Chamas nas pontas (Referencia -Minato (Naruto).
Emocional - Frio,Calculista,Inteligencia,E Nao tem medo da Morte,Pois na infancia,ja conheceu ela.


Diga-nos: por quê  quer ser filho de tal Deus - ou ser tal ser mitológico?
Me Vejo aproximado do Personagem-Deus Hefesto,Pois gosto do Fogo altas tempraturas,Nunca me senti incomodado com isso,desde de pequeno,mais sempre gostei de Mitologia,da historia de Hefesto das historias e confusoes com.afrodite,emfim Gostaria de ser filho dele,adoraria se aceitassem,

Grato Vincent,


Relate a história da sua personagem - não haverá um limite de linhas definidos, deixe a sua criatividade fluir. 
Vincent,era um o problemático,sua mãe era ligeiramente muito boa,entregava o café da manhã na cama ,cuidava de mim muito bem eu a amava,e não conseguia entender como seu pai podia deixar uma mulher como aquela sozinha,mais sempre que eu perguntava ela nunca dizia nada ruins dele,ao contrário ela dizia que ele era forte carinhoso e muito engenhos,porém ele tinha um dom ele não se queimada nas chamas,e também podia produzir as chamas,os vizinhos o chamavam de monstro anormal,mais minha mãe não se importava,até que ele a deixou, ela chorou muito de madrugada,eu podia ouvi-la chorar ,isso me deixava muito triste,até que um dia minha casa pegou fogo de madrugada ,e por eu ter herdado o dom do meu pai,os vizinhos puseram a culpa em mim,minha mãe morreu no incêndio e com os vizinhos colocando a culpa em mim me chamando de monstro eu chorei me sentia inúti,mas na verdade n fui eu que provoque o fogo minha mãe tinha preparado omelete e esqueceram o gaza ligado isso fez a casa pegar fogo e antes de morrer minha mãe me disse que ainda serei muito útil,e na verdade eu sou o melhor homem que ela já viu, isso só me fez chorar mais e então fui mandado para o Internato fiquei preso estudando em uma escola pública,até que um dia eu viu um homem que parecia ter um olho só vindo até mim,ninguém percebia o seu olho só até mim parecia invisível fiquei com medo e fugir,ele começou a correr atrás de mim e correndo ao máximo que podia tropeçei ,em uma pedra e ele me alcançou e pensei :- "Ótimo morrerem ou serei Acusado de algum crime."
Ele me cheiro e disse que:- "Semi-deus,Delicioso.
Fiquei perplexo pelo do que ele me chamou e pensei em usar meu dom© foi aí que um cara veio correndo,mais pêra nsó era um cara da cintura pra cima era um homem mais da cintura para baixo era o que? bode? enfim ele pulou no homem e começou a bater com o casco na cabeça dele ,ele bateu tanto até ele virar pó isso me deu um no no estômago, ele disse para eu segui-lo e me levou a um acampamento que tinha o nome de..."Acampamento Meio-Sangue"
Vincent Kurnova
Indefinido
Mensagens :
6

Voltar ao Topo Ir em baixo

Re: Ficha de Reclamação

Mensagem por Gabriel Avila em Sab 09 Nov 2013, 21:48

▬ Por qual Deus você deseja ser reclamado? Caso não queira ser um semideus, qual criatura mitológica deseja ser?
 Ares = Deus da Guerra.
▬ Cite suas principais características físicas e emocionais.
 Físico: Alto, Careca, em Boa Forma, Tatuagem no braço esquerdo com Músculos e veias aparentes.
Emocional: Se mostra calmo a todo momento, mesmo se estiver com muita raiva.
▬ Diga-nos: por quê  quer ser filho de tal Deus - ou ser tal ser mitológico?
 Pois sempre gostei de uma briga, e acho que uma briga pode resolver qualquer coisa, e também pode te dar respeito.
▬ Relate a história da sua personagem - não haverá um limite de linhas definidos, deixe a sua criatividade fluir.
 Desde pequeno Avila (como todos o chamavam, mas seu nome inteiro é Gabriel Avila) vivia brigando, até que conheceu Mike, um garoto, estava mais ou menos em forma, tinha deficiência nas pernas e gostava sempre de andar de calças e touca, Mesmo no verão. Com 9 anos Avila bateu em todos do seu colégio nos professores, diretor e até mesmo em Mike só porque recebeu F em História, depois levaram ele para um reformatório, o que tinha sido indicado por sua mãe,  Mike ou Michael (que era seu nome) cavou um buraco do lado de fora do muro e entrou no reformatório, tirando Avila de la.
Gabriel Avila:
-Mike porque me tirou de la eu te mandei para o hospital ?
-Por que você é o meu melhor e único amigo.
-Mesmo assim, você deveria deixar eu aqui, para eu não machucar mais ninguém.
-Não posso deixar você aqui.
-Está bem já que enciste. Mas porque você não pode me deixar aqui e como conseguiu cavar este buraco se você usa muletas.
 Eles ouvem um barulho e olham, era a noite estavam sozinhos, lua cheia e um pássaro estava vindo em sua direção e quando chega perto parecia uma mulher com asas é garras.
-É por isso esta é uma Harpia, e eu sou um sátiro e não preciso de muletas, as muletas só são parte do meu disfarce, junto com a calça e a toca, mas não temos tempo para conversar, ela esta atras de você, pegue essa lança e este escudo, caso esteja em perigo crítico, seu pai vai ajuda-lo, com certeza ele é ares, pois você resume qualquer coisa a guerra.
Harpia:
-Me de logo esta lança seu bode.
-Desculpe mas sou meio-bode e sou seu protetor.
Mike:
-Protetor, então pare de choramingar e me de logo a lança para me proteger.
 Avila pega a lança de 2 metros e o escudo, ele cutuca a Harpia ela grita e arranha seu escudo partindo o escudo ao meio.
-Caraca imagina se fosse eu! Exclama ele com uma cara de espanto.
 Ele joga a lança que crava no peito da Harpia que acaba caindo no chão.
-AÊ ACERTEI. Grita ele dançando e comemorando.
-Vamos fujir daqui ela ainda não morreu você não tem força o suficiente para mata-la.
-Como não ela esta caid...A Harpia se levanta e arranca a lança de seu peito...CORRE, MIKE CORRE.Grita Avila saindo correndo.
 Os dois saem correndo para a cidade e acham cinco bicicletas no caminho, cada um pega, uma de marcha e começam a subir um subidão, correndo mas era tão inclinado o subidão que a Harpia quase os alcança, até que chegam no topo e vem um descidão, desceram tão rápido que quando chegaram na rua reta e a Harpia não aparecia mais, o freio quebra, chegaram até um monte de feno, e se jogaram, mas não caem no feno, e sim num monte de bosta de cavalo.
-Desse jeito a Harpia não sente nosso cheiro, de onde que alguém procuraria cheiro de bosta. Fala Mike rindo.
-Mas nós vamos demorar 1 mês para tirar esse cheiro merda.
-Melhor, ainda se demora isso tudo pelo menos você ficaria protegido.
-A vá toma banho Mike.
-Calma, estamos indo...Fala Mike sorrindo...só que na sua casa não dá, sua mãe que indicou você para o policial a ir pro reformatório, então bora zua la em casa vamos levar essas flores ai.
 Chegando na casa de Mike, Avila não acredita que aquela casa é dele e não entende porque Mike queria as flores e porque uma mochila só com flores.
Casa de Mike:
http://imageshack.us/scaled/thumb/96/emkh.jpg
-Está é sua casa mesmo.
-Sim e Avila pegue algumas flores e vai toma um banho de pétalas na minha banheira.
 Avila pega metade do que levaram e joga na banheira.
Banheira de Mike com pétalas:
 Avila toma um banho de 40 minutos seu cheiro fica completamente diferente, ele vai até o armário de Mike e veste algumas roupas, vai até a sala Mike vê que esta jogando e comendo o resto das pétalas.
-Mike você não ia tomar banho com o resto das pétalas.
-Ia mas você demorou muito, não tem comida la na geladeira e estava com fome, mas sobrou algumas ainda agora é minha vez não meche em nada ai ta, e pede uma pizza que estou morrendo de fome.
 Os dois vivem la e vão a escola como pessoas normais até os 11 anos. Quando Mike recebe uma carta do acampamento meio-sangue, de que ele deveria levar Avila até la, para viver com seus irmãos e irmãs e se tornar um semi-deus forte. Onde Avila fica sabendo que sua mãe humana morreu fatiada, pela Harpia uma semana depois que ele fugiu do reformatório.

narrador.
eu.
Mike o bot.
Gabriel Avila
Indefinido
Mensagens :
2

Voltar ao Topo Ir em baixo

Re: Ficha de Reclamação

Mensagem por 077-ExStaff em Dom 10 Nov 2013, 02:04


Avaliação
Reprovados


Taiyou Amemiya: sua ficha não mudou quase nada, os mesmos erros que eu pude perceber, ao olhar a primeira. Não poupe palavras e nem deixe de usar sua criatividade, para criar algo bom e interessante de ser lido. Poste novamente e não faça na pressa, isso apenas te prejudica. Boa sorte!

afrojack: antes de tudo, peço que mude seu nome de acordo com as regras do fórum. Para isso clique aqui. Aqui vai umas dicas: estruture bem seu próximo post, antes de postá-lo; se atente aos erros ortográficos (recomenda-se que use o word ao digitar seus post's); não faça sua ficha com pressa, pense em uma trama para sua personagem e faça sua ficha com calma; enfim, quando a mudança de nome for atualizada, reposte sua ficha. Boa sorte!

Vincent Kurnova: à você se aplica as mesmas dicas dadas aos outros player's, logo acima. Infelizmente, terá que postar sua ficha novamente, se atentando aos erros ortográficos etc. Boa sorte!

Gabriel Avila: primeira coisa, estruture bem o seu post. Do jeito que você postou, ninguém terá vontade de lê-lo, se torna algo desinteressante (se baseie nos post's dos player's já reclamados). Para ter certeza, revise seu texto duas vezes ou mais, antes de postá-lo, isso pode te ajudar. Use um corretor ortográfico e/ou word, irá te ajudar a perceber erros que, às vezes, são prejudiciais. Por fim, poste novamente e boa sorte!
077-ExStaff
Indefinido
Mensagens :
61

Voltar ao Topo Ir em baixo

Re: Ficha de Reclamação

Mensagem por Taiyou Amemiya em Dom 10 Nov 2013, 03:37

▬ Por qual Deus você deseja ser reclamado? Caso não queira ser um semideus, qual criatura mitológica deseja ser?
Apolo.

▬ Cite suas principais características físicas e emocionais.
Ele mede 1.60 pesa 50 kg., tem cabelos alaranjados e um formato igual ao Sol,   sua vestimenta é a maioria das vezes uma camisa preta, com uma calça jeans preta, um tênis preto cinza e verde. Muito inteligente, pensativo bobão e não volta atrás com a palavra.

▬ Diga-nos: por quê  quer ser filho de tal Deus - ou ser tal ser mitológico?
Por que ele é deus do sol, não tem nada mais foda que isso. Também, Arco e Flecha é minha arma preferido, e falar o que adoro musica :3

▬ Relate a história da sua personagem - não haverá um limite de linhas definidos, deixe a sua criatividade fluir.
OBS: O player não é obrigado a ir ao Acampamento, mas deve narrar a descoberta de que era um semideus e o momento da reclamação- e se não foi indo a Long Island, como foi?


Nunca conheci meu pai, sempre morei sozinho com minha mãe, eu era diferente dos outros pois eu não sentia calor vindo do sol, além de ter um ouvido mais apurado para músicas. Na escola eu era um dos melhores da turma, mas mesmo assim, eu era péssimo em leitura. Eu tinha um amigo que se chama Jack, ele sempre usa uma touca com uma calça e tênis fechado. Um dia bem ensolarado, estávamos a caminho do refeitório, quando um rugido invadiu tudo, saímos correndo para ver o que era, um monstro enorme vinha pra cima da gente, então virei para Jack e disse:

-Jack, o que está acontecendo aqui?

Desviando de uma mesa vinda contra nós ele diz:

-Cara, você é um semi-deus!

Não pude falar nada, pois outra mesa voou em nossa direção e passou muito perto de minha cabeça, eu gritei e pulei para o lado. Jack estava ao meu lado, mas ele estava diferente, na verdade, ele estava sem calças, e suas pernas pareciam de bode, isso mesmo, pernas de bode. Eu sabia muito sobre mitologia, e se o que Jack tinha falado sobre eu ser Semi-deus fosse verdade ele com certeza era um sártiro, o bicho tinha somente um grande olho no meio da cara então percebi que era um Cíclope. Jack se levantou e acelerou, seus cascos fizeram um barulho legal no chão, ele pulou e chutou o Cíclope,o monstro gritou e caiu no chão. De repente, Jack voltou para meu lado e falou:

-Temos que sair daqui logo.

Ele me puxou pelo braço e me levou até a porta, quando estávamos quase saindo dali, uma mesa vou e acertou o Sátiro em cheio, o impacto foi tanto que ele caiu no chão desmaiado. Agora eu estava desprotegido, e já estava começando a acreditar naquela conversa de Semi-deus. Olhei para o lado e vi o monstro correndo em minha direção, ele pulou e tentou me dar um soco, mas eu pulei e desviei do golpe, rolei pelo chão e me escondi embaixo de uma mesa, o cíclope deu uma risada bem alta e medonha, de repente ouço várias mesas sendo erguidas e atacadas contra a parede o bicho gritou e começou a procura mais rápido, não demoraria muito para ele me achar. Quando vejo ele levanta com tudo a mesa que eu estava, por sorte me agarrei nela, ele olha olha, achando que eu estaria ali, mas ele não vê nada então solto da mesa pulo na cabeça dele e piso em seu olho, saio correndo no caminho onde Jack estava, coloco ele nas minhas costas e corro para minha casa, com o ciclope logo atrás, devastando tudo, senti um frio na barriga, então ouço uma voz:

-Use o sol, ele é seu aliado.

Não sabendo o que fazer, tento usar o sol, fico com minha mão esticada para frente e dela sai um raio que faz o Cíclope pegar fogo por completo e virar cinzas, como não sabia como utilizar direito, aquele raio me jogou para traz fazendo eu voar para 7 m de onde estava. Peguei um pouco de água num barzinho de esquina e joguei no rosto de Jack, ele acordou. Com Jack acordado e o ciclope fora do caminho, fomos para minha casa e conversamos com minha mãe. Eles estavam falando algo sobre um tal acampamento, juntamos minhas coisas, e seguimos viajem até uma estrada de terra, depois chegamos a uma entrada onde dizia: Acampamento Meio-Sangue. Era lá, dei tchau para minha mãe e entrei, lá dentro fui conhecer os lugares, onde conheci um filho de Hefesto que se tornou meu amigo.
Taiyou Amemiya
Indefinido
Mensagens :
7

Voltar ao Topo Ir em baixo

Re: Ficha de Reclamação

Mensagem por Vincent Kurnova em Dom 10 Nov 2013, 03:44

▬ Por qual Deus você deseja ser reclamado? Caso não queira ser um semideus, qual criatura mitológica deseja ser?
The Lord Of Flames - Hefesto

▬ Cite suas principais características físicas e emocionais.
Fisicas - Altura Mediana,Cabelos Negros Olhos ligeiramente Vermelhos,Uso um sobretudo com Chamas nas pontas (Referencia -Minato (Naruto).
Emocional - Frio,Calculista,Inteligencia,E Nao tem medo da Morte,Pois na infancia,ja conheceu ela.


Diga-nos: por quê  quer ser filho de tal Deus - ou ser tal ser mitológico?
Me Vejo aproximado do Personagem-Deus Hefesto,Pois gosto do Fogo altas tempraturas,Nunca me senti incomodado com isso,desde de pequeno,mais sempre gostei de Mitologia,da historia de Hefesto das historias e confusoes com.afrodite,emfim Gostaria de ser filho de Hefesto,adoraria se aceitassem,

Grato Vincent,


Relate a história da sua personagem - não haverá um limite de linhas .
Vincent Eera um garoto bom,amava sua mãe gostava muito dela era o unico parente que ele tinha,e não conseguia intender como seu pai podia deixar uma mulher como aquela sozinha,mais sempre que ele perguntava sobre seu Pai,Maria ou Mamae como ele a chamava nunca dizia nada ruin dele ao contrário,ela sempre dizia que ele era forte engenhoso e tinha ótimo caráter ele ensinava a Maria sobre os Deuses da Mitologia Grega e Romana,e logo apos quando Vincent ja estava crescido Maria o ensinava sobre a Mitologia grega de como Zeus arrancou seus irmaos da barriga de Cronps e Aquiles Mergulhou no Rio Estige segurado pelo calcanhar,isso Fasinava Vincent o fazia querer saber mas isso os fazia ficar horas e horas dialogando sobre a mitolojsk grega...
aos 12 anos Vincent teve o pior desastre da sua vida,sua casa pegou fogo de Madrugada por um descuido de Maria, de ter deixado o fogão a gás ligado,Vincent misteriosamente não sofreu queimaduras mas já sua mãe morreu com queinaduras gravea no caminho do hospital,Os vizinhos puseram a culpa em Vincent pelos seu "Dom" ,e uma noite antes de ser mandado para o interna,quando estava no quarto arrumando a mala,um homem apareceu do nada no quarto,ele disse a Vincent :- "Olá Filho...você cresceu... Vincent caiu pra trás e gaguejou :- F-Filho? Esta Louco?
...
o Home o olhou e ouviram batidas na porta e então o homem disse :- Não temos tempo vocè conpletou 12 Anos esta em perigo precisa ir para o acampamento !!
Vincent ficou perplexo e disse:- Eu não vou a lugar nenhum com você!
o Homem o olhou baixou o olhar Desculpe por deixar v ocê com sua mãe filho mais foi preciso ,eu sou eu pai Hefesto, e tambem desculpe por isso...
O Homem passou a mã no Ar e adormeci as ultimas palavras que ouvi foram Va Para o Acampamento Meio-Sangue
Vincent Kurnova
Indefinido
Mensagens :
6

Voltar ao Topo Ir em baixo

Re: Ficha de Reclamação

Mensagem por Vincent Kurnova em Dom 10 Nov 2013, 18:22

▬ Por qual Deus você deseja ser reclamado? Caso não queira ser um semideus, qual criatura mitológica deseja ser?
The Lord Of Flames - Hefesto

▬ Cite suas principais características físicas e emocionais.
Fisicas - Altura Mediana,Cabelos Negros Olhos ligeiramente Vermelhos,Uso um sobretudo com Chamas nas pontas (Referencia -Minato (Naruto).
Emocional - Frio,Calculista,Inteligencia,E Nao tem medo da Morte,Pois na infancia,ja conheceu ela.


Diga-nos: por quê  quer ser filho de tal Deus - ou ser tal ser mitológico?
Me Vejo aproximado do Personagem-Deus Hefesto,Pois gosto do Fogo altas tempraturas,Nunca me senti incomodado com isso,desde de pequeno,mais sempre gostei de Mitologia,da historia de Hefesto das historias e confusoes com afrodite,emfim Gostaria de ser filho de Hefesto,adoraria se aceitassem,

Grato Vincent,


Relate a história da sua personagem - não haverá um limite de linhas .
Vincent era um garoto bom,amava sua mãe gostava muito dela era o unico parente que ele tinha,e não conseguia entender como seu pai podia deixar uma mulher como aquela sozinha,mais sempre que ele perguntava sobre seu Pai,Maria ou Mamae como ele a chamava nunca dizia nada,que o deixasse com cara de "Homem Mau",ao contrário,ela sempre dizia que ele era forte engenhoso e tinha ótimo caráter ele ensinava a Maria sobre os Deuses da Mitologia Grega e Romana,e logo apos quando Vincent ja estava crescido Maria o ensinava sobre a Mitologia grega de como Zeus arrancou seus irmãos da barriga de Cronps e Aquiles Mergulhou no Rio Estige segurado pelo calcanhar,isso Facinava Vincent o fazia querer saber mas isso os fazia ficar horas e horas dialogando sobre a Mitologia grega...
aos 12 anos Vincent teve o pior desastre da sua vida,sua casa pegou fogo de Madrugada por um descuido de Maria, de ter deixado o fogão a gás ligado,Vincent misteriosamente não sofreu queimaduras mas já sua mãe morreu com queimaduras graves no caminho do hospital,Os vizinhos puseram a culpa em Vincent pelos seu "Dom" ,e uma noite antes de ser mandado para o interna,quando estava no quarto arrumando a mala,um homem apareceu do nada no quarto,ele disse a Vincent :- "Olá Filho...você cresceu... Vincent caiu pra trás e gaguejou :- F-Filho? Esta Louco?
....
o Homem o olhou e ouviram batidas na porta e então o homem disse :- Não temos tempo vocè conpletou 12 Anos esta em perigo precisa ir para o acampamento !!
Vincent ficou perplexo e disse:- Eu não vou a lugar nenhum com você!
o Homem o olhou baixou o olhar Desculpe por deixar v ocê com sua mãe filho mais foi preciso ,eu sou seu pai Hefesto, e tambem desculpe por isso...
O Homem passou a mão no Ar, e minha visão escureceu,consegui ouvir ele falando com um cara dizendo leve-o Para o acampamento Meio-Sangue
Vincent Kurnova
Indefinido
Mensagens :
6

Voltar ao Topo Ir em baixo

Re: Ficha de Reclamação

Mensagem por Cristiano Silva em Dom 10 Nov 2013, 18:30

Ficha de Reclamação!





▬ Por qual Deus você deseja ser reclamado? Caso não queira ser um semideus, qual criatura mitológica deseja ser
Hermes

▬ Cite suas principais características físicas e emocionais.
Cristiano é um garoto que parece ser calma, ai que esta o erro ele é totalmente ao contrário, com medo das pessoas a negarem por ser do seu jeito verdadeiro ela se esconde e acaba por colocar pra fora tudo que sente nos momentos errados quando mais se estressa , acabando por bater, xingar e humilhar pessoas que a achavam estranha. Mas com pessoas íntimas, que são poucas, Cristiano tenta demonstrar sentimentos e ser uma bom parceria, mas não tem como negar que é um tanto arrogante, frio e estranho no seu jeito.Caracteristicas Fisicas: Loiro de cabelos lisos, magro, 1,68 de altura, olhos cor azul e pele branca.

▬ Diga-nos: por quê  quer ser filho de tal Deus - ou ser tal ser mitológico?
Hermes é um tanto interessante, parece ser sério mas um tanto travesso, rei dos ladrões (bora rouba bala de goma), acho que me identifico bem com ele já que gosto de viajar e quando preciso dar recado dou uma vez só, normalmente a pessoa entende só não entende quem é asno.

▬ Relate a história da sua personagem - não haverá um limite de linhas definidos, deixe a sua criatividade fluir.
OBS: O player não é obrigado a ir ao Acampamento, mas deve narrar a descoberta de que era um semideus e o momento da reclamação- e se não foi indo a Long Island, como foi?

Cristiano, nasceu em Manhattan no dia 30 de Outubro de 1997. A mãe na época já era formada em medicina, quando Cristiano tinha 2 anos sua mãe se casou com Tom Holz, um engenheiro.Cristiano nunca tratou Tom como pai, já que sabia que o mesmo não era e nunca se questionou sobre o próprio pai, pois se ele havia deixado ela e a mãe não tinha o porque de procura-lo. O garoto sempre foi sozinho, por ser 'estranho', ter pensamentos um tanto absurdos para um jovem e foi excluído dos outros alunos nas antigas escolas por ter TDAH e dislexia, isso influenciou nos dois anos que Cristiano fumou(dos 13 aos 14) o que também influenciou Cristiano a fumar e tentar se matar foi o casamento da mãe que ia de mau a pior, primeiro os abortos que a mãe tinha, depressões por não conseguir engravidar, a morte dos gêmeos de 25 dias e os problemas que o garoto tinha como: professores malucos estranhos, Madres puritanas demoníacas e tudo do mais bizarro.
A praticamente 1 ano a mãe de Cristiano se separou de Tom, por traição por parte dele, e literalmente pirou, não aguentou mais e se entregou a drogas, logo o esperado por todos ela acabou morta. Cristiano foi morar por um tempo com a avó que não aturou os ataques de raiva e a delinquência do garoto, e como a velha sabia que o pai do garoto era um Deus Grego, a mandou para o Acampamento no quinto dos infernos. Miverna claro odiou a ideia, mas só de pensar que não precisaria aturar mais ninguém conhecido para ficar falando "Coitadinho perdeu a mãe", "Sinto muito pela sua perda" e mais um bando de baboseiras acabou por aceitar e foi para o Acampamento.
Cristiano Silva
Indefinido
Mensagens :
3

Voltar ao Topo Ir em baixo

Re: Ficha de Reclamação

Mensagem por Cristiano Silva em Dom 10 Nov 2013, 19:00

@Cristiano Silva escreveu:Ficha de Reclamação!





▬ Por qual Deus você deseja ser reclamado? Caso não queira ser um semideus, qual criatura mitológica deseja ser
Hermes

▬ Cite suas principais características físicas e emocionais.
Cristiano é um garoto que parece ser calma, ai que esta o erro ele é totalmente ao contrário, com medo das pessoas a negarem por ser do seu jeito verdadeiro ela se esconde e acaba por colocar pra fora tudo que sente nos momentos errados quando mais se estressa , acabando por bater, xingar e humilhar pessoas que a achavam estranha. Mas com pessoas íntimas, que são poucas, Cristiano tenta demonstrar sentimentos e ser uma bom parceria, mas não tem como negar que é um tanto arrogante, frio e estranho no seu jeito.Caracteristicas Fisicas: Loiro de cabelos lisos, magro, 1,68 de altura, olhos cor azul e pele branca.

▬ Diga-nos: por quê  quer ser filho de tal Deus - ou ser tal ser mitológico?
Hermes é um tanto interessante, parece ser sério mas um tanto travesso, rei dos ladrões (bora rouba bala de goma), acho que me identifico bem com ele já que gosto de viajar e quando preciso dar recado dou uma vez só, normalmente a pessoa entende só não entende quem é asno.

▬ Relate a história da sua personagem - não haverá um limite de linhas definidos, deixe a sua criatividade fluir.
OBS: O player não é obrigado a ir ao Acampamento, mas deve narrar a descoberta de que era um semideus e o momento da reclamação- e se não foi indo a Long Island, como foi?

Cristiano, nasceu em Manhattan no dia 30 de Outubro de 1997. A mãe na época já era formada em medicina, quando Cristiano tinha 2 anos sua mãe se casou com Tom Holz, um engenheiro.Cristiano nunca tratou Tom como pai, já que sabia que o mesmo não era e nunca se questionou sobre o próprio pai, pois se ele havia deixado ela e a mãe não tinha o porque de procura-lo. O garoto sempre foi sozinho, por ser 'estranho', ter pensamentos um tanto absurdos para um jovem e foi excluído dos outros alunos nas antigas escolas por ter TDAH e dislexia, isso influenciou nos dois anos que Cristiano fumou(dos 13 aos 14) o que também influenciou Cristiano a fumar e tentar se matar foi o casamento da mãe que ia de mau a pior, primeiro os abortos que a mãe tinha, depressões por não conseguir engravidar, a morte dos gêmeos de 25 dias e os problemas que o garoto tinha como: professores malucos estranhos, Madres puritanas demoníacas e tudo do mais bizarro.
A praticamente 1 ano a mãe de Cristiano se separou de Tom, por traição por parte dele, e literalmente pirou, não aguentou mais e se entregou a drogas, logo o esperado por todos ela acabou morta. Cristiano foi morar por um tempo com a avó que não aturou os ataques de raiva e a delinquência do garoto, e como a velha sabia que o pai do garoto era um Deus Grego, a mandou para o Acampamento no quinto dos infernos. Cristiano claro odiou a ideia, mas só de pensar que não precisaria aturar mais ninguém conhecido para ficar falando "Coitadinho perdeu a mãe", "Sinto muito pela sua perda" e mais um bando de baboseiras acabou por aceitar e foi para o Acampamento.
Cristiano Silva
Indefinido
Mensagens :
3

Voltar ao Topo Ir em baixo

Re: Ficha de Reclamação

Mensagem por Meg Bell em Dom 10 Nov 2013, 20:16



Filha de Apolo!


▬ Por qual Deus você deseja ser reclamado? Caso não queira ser um semideus, qual criatura mitológica deseja ser?
Apolo!

▬ Cite suas principais características físicas e emocionais.
Físicas:
♦Uma garota baixinha, até mesmo pra sua idade, medindo 1 m e 52 cm;
♦Olhos claros, de cor azul bastante claro;
♦ Pele clara;
♦ Nariz fino;
♦ Cabelos castanhos escuros, caindo aos ombros levemente ondulados;

Emocionais:
♦ Meg é uma garotinha bastante meiga, brincalhona e levada;
♦ Amigável e simpática;
♦ Humilde;

▬ Diga-nos: por quê  quer ser filho de tal Deus - ou ser tal ser mitológico?
Para começar acho que esta personagem se identificaria bastante com o Apolo descrito nos livros, visto que lá ele é bastante brincalhão, alegre, sempre de bem com a vida, assim como Meg.
Em segundo lugar pelos poderes e dons dos filhos de Apolo, que se adaptariam com a trama que tenho em minha mente.
E por último pelos players do fórum, os filhos de Apolo que conheço são bastante legais e divertidos, seria ser irmã desse pessoal.


▬ Relate a história da sua personagem
Presente!:

Então Apolo é meu pai- Penso ao ver todos do Chalé 7 me cumprimento e dando as Boas- vindas.
-Venha Meg-Disse uma das garotas também filha de Apolo
- Vou te ajudar a se instalar no nosso chalé. Venha!

Decidi segui-la, apesar de ainda esta atordoada. Estava no acampamento a apenas um dia e já havia sido reclamada. Ao caminhar pelo local fui refletindo sobre o que acontecera a mim no dia anterior, como foi triste ver minha mãe sendo atacada por aquela mulher cobra- Dracaenae- disse a mim mesma, ainda não havia me acostumado com os nomes verdadeiros dos monstros, conseguia me lembra também dos momentos de angústia e medo que passei quando tive que correr daquela dracaenae e depois de ser alcançada por ela desmaiar e só retomar a consciência já no Acampamento meio- sangue, na enfermaria após ser salva por um sátiro.

- Pronto!- disse minha nova meia-irmã- Chegamos e você nem percebeu, ainda esta atordoada né?
- Bastante- disse- Estava pensando no que havia acontecido ontem.
- Você vai se acostumar- disse ela em um tom amoroso- Vamos entrar?

Não respondi de forma verbal, apenas concordei e entrei no Chalé 7. Não reparei muito no mesmo, simplesmente escolhi minha cama, encostada a parede, e deitei-me.
-Vou descansar um pouco- falei forçando um sorriso- Depois nos vemos.
Não esperei a garota sair do Chalé para fechar meus olhos, adormecendo em seguida. A parte ruim de dormir foi sonhar com o que havia me acontecido na noite anterior.
"Eu estava saindo da escola, bastante animada enquanto conversava com minhas amigas- na escola sempre fui uma garota popular apesar de não obter boas notas- me despedi delas e fui andando até minha casa. No caminho cantava alegremente, sem saber o que me esperava em casa.
Foram longos 15 minutos, abri a porta me assustando com o que via.

-Onde essta a garota- dizia uma mulher cobra horrível para minha mãe- Não adianta mentir, ssinto cheiro de ssemi- deuss aqui!
-Mamãe o que isso- disse após me recuperar do susto, parcialmente.
Foi uma loucura o que aconteceu em seguida, só tive tempo de gritar. A mulher cobra havia se lançado sobre mim, porém minha mãe me protegeu.
Sangue jorrava para todos os lado e em menos de 10 segundos minha mãe estava morta.
Não tive muito tempo de pensar, muito menos de chorar pela perda, tinha apenas 12 anos mas sabia que era perigoso continuar ali, então fiz a única coisa que podia fazer no momento. Sai correndo.

A corrida não durou muito, logo fui alcançada e senti as garras daquela mulher-cobra em minha face, causando um arranhão e fazendo com que eu caísse no  chão batendo a cabeça muito forte. Meu rosto sangrava, minha respiração estava acelerada, tudo girava. Consegui escutar o grito da Dracaenae antes de desmaiar.


Acordei pulando de minha cama, no momento em que no sonho estava desmaiando. Olhei para o chalé estava quase vazio, exceto por mim e um garoto sentado em sua cama me encarando.
-Esta na hora do jantar, pode vir comigo se quiser!
-Ah... sim, claro que vou com você- respondi ainda ofegante, enquanto lembrava do sufoco que passei e da morte de minha mãe.

Assim que o respondi fui em direção a saída junto com o rapaz, indo para o jantar, me acostumando com a nova rotina que teria no Acampamento.

FIM!!!
Nota adicional:
Minha mãe enxergava através da névoa, visto que via e compreendia a Dracaenae


humor : normal, sorridente!

local: Nova Iorque/ Acampamento Meio- Sangue

feito por ninha fabbris

.
Meg Bell
Filhos de Apolo
Mensagens :
14

Voltar ao Topo Ir em baixo

Re: Ficha de Reclamação

Mensagem por Bonnie N. Blanchard em Seg 11 Nov 2013, 21:52


Ficha ☠ Reclamação
Won't walk the Earth a specter, Won't hold my tongue from lashing out. This is my writ of honor. Drawn by the blood that I have shed The beasts will soon assemble Conjoining in their putrid flesh Their hearts don't beat desire, They pump violence and poison.FLESH OPENS UP, BLOOD'S RETREATING DEATH'S EMBRACING. - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - -  

▬ Por qual Deus você deseja ser reclamado? Caso não queira ser um semideus, qual criatura mitológica deseja ser?
Éolo

▬ Cite suas principais características físicas e emocionais.
Físico - Tem como aparência angelical, de uma pele bronzeada. Seus cabelos loiros platinados são intensos a luz do Sol, que fica sempre em movimento quando caminha. Os olhos azuis claros que expressam os seus verdadeiros sentimentos. O corpo de estrutura normal, com tamanho adequado para sua idade e um peso ideal.
Defeitos e Qualidades – Como principal defeito, podemos dizer que Bonnie é uma pessoa que não conhece os seus limites. Com seu transtorno de humor, pode vir a ter uma certa confusão de personalidades, ou então aparentar realmente louca, o que costuma a acontecer geralmente quando se vê em momentos de tensão. Sua principal qualidade, acima de tudo, é ser sempre muito otimista e conseguir pensar em soluções para situações diferenciadas, sempre de bom humor, e sempre esperando que o melhor por fim aconteça, procurando realiza-lo.

▬ Diga-nos: por quê  quer ser filho de tal Deus - ou ser tal ser mitológico?
Um deus que é capaz de controlar o vento, é bem curioso para mim. Éolo é bom no que faz e, podendo transportar pessoas para qualquer lugar com um sopro, isso seria exclusivo.

▬ Relate a história da sua personagem - não haverá um limite de linhas definidos, deixe a sua criatividade fluir.
OBS: O player não é obrigado a ir ao Acampamento, mas deve narrar a descoberta de que era um semideus e o momento da reclamação- e se não foi indo a Long Island, como foi?

Era um dia um tanto chuvoso. Eu tentava criar força de vontade para sair da cama, o que não foi fácil, mas no final das contas eu cedi. Levantei cambaleando da cama e segui até a cozinha. Minha mãe já havia saído para trabalhar, isso significava que eu ia ficar sozinha em casa por um curto período de tempo eu seria obrigada a respirar o mesmo ar que o canalha do meu padrasto. Sentei na mesa, rezando para fazer minha refeição em paz, mas como sempre, não adianta pedir uma coisa boa, sempre vem esse ordinário mais conhecido como Jeremy e estraga tudo. Se liga, Jeremy é um cara de vinte e seis anos - bem mais novo que minha mãe, mas como ela ainda está em ótima forma consegue enganar muito bem -, ele se veste como se tivesse dezesseis anos e age de tal maneira. Isso me irrita profundamente, sem contar que, ele vive para dar mole para minhas amigas, esse cara tem mesmo algum problema, e minha mãe não consegue ver. Mal tinha chegado ao meio do meu saboroso café da manhã, e Jeremy já havia começado a falar coisas obscenas para mim. Murmurrei um '' vai se ferrar '' e corri para meu quarto, batendo forte a porta atrás de mim.
Depois do que aconteceu nesta manhã, preferi ficar o máximo possível longe de casa. Combinei com o meu melhor amigo James Evans, que depois da aula nós dois iriamos até uma cafeteria para conversar. Passei o dia inteiro tentando esquecer o meu padrasto, mas era meio difícil isso, já que ele não parava de encher meu celular com mensagens e coisas do tipo. Fiquei muito feliz quando o último sinal tocou, me libertando desse maldito inferno.
Corri até onde James me esperava e seguimos andando até uma cafeteria perto da escola. Sentamos numa mesa mais afastada e falávamos baixo. As pessoas começaram a irem embora e eu e o James resolvemos fazer o mesmo. Pagamos nossa conta e saímos andando sem rumo pelas ruas. A gente trocava algumas palavras, mas a maior parte do tempo ficamos quietos.
James murmurou alguma coisa e depois me deixou sozinha esperando numa calçada. Havíamos nos afastado bastante da rua da escola e isso não era uma coisa boa. Embora eu tenha crescido e vivido em Nova York, eu não conhecia todas as ruas, então nós dois estávamos perdidos. Fiquei esperando impacientemente pela volta de James, e me alegrei assim que ouvi passos se aproximando de onde eu esperava. Quando me virei para fazer uma piadinha sem graça, não fora James que eu vi. Era uma coisa que eu jamais sonhara que existia. Não podia existir... Um grito de horror ficou reprimido em minha garganta. Mas antes que eu pudesse fazer qualquer coisa, já havia sido espancada pela criatura.
Depois de alguns segundos, conseguir voltar a mim. Vamos recapitular, eu estava andando, depois eu tenho que esperar e ainda sou espancada? Ah, sacanagem..
Vi James se aproximando do local em que eu estava com o monstro. Pensei em gritar para ele sair correndo, mas não consegui tirar os olhos daquele objeto que ele segurava em suas mãos.. Uma espada? Mas que droga! Onde ele conseguiu aquilo e para que ele precisava? Minha pergunta foi meio que respondida assim que ele me entregou o objeto. Nós trocamos olhares e depois James olhou para a criatura, que tentava cada vez mais se aproximar da gente. Então ele esperava que eu matasse aquilo? Contive um suspiro, não tinha tempo mais para pensar, em questão de segundos o tiozinho lá já estaria aqui. Sem hesitar, fui indo na direção dele, enquanto ele vinha na minha. Ele novamente tentou meu jogar longe, mas dessa vez eu consegui me defender. Tentei golpeá-lo no peito, mas num movimento que ele fez, acabou pegando em sua barriga. Não sei se eu ficava feliz ou ficava triste por ter acertado ali. Recuei dois passos e esperei para mais um ataque dele.
Dessa vez o impacto havia sido maior, e eu assumo ter cambaleado um pouco para trás. Sem hesitar, eu tentei acertar seu peito novamente, e sorri vitoriosa com o resultado daquele ataque. Coloquei a espada mais fundo e depois de algum tempo, a criatura tinha virado pó. Me voltei para James, ainda tentando entender aquilo. Ele parecia está normalizado com tudo aquilo. Depois de fazer uma ligação para minha mãe e avisar a onde a gente estava, James tentou me explicar tudo. E foi ai que cheguei a conclusão de que, se esse monstro existe, tudo o que eu lera em livros de mitologia também era real.
Minha mãe havia chegado em minutos depois da ligação. Ela estava de carro, então abriu as portas e mandou que nós entrássemos. James contou sobre o que havia acontecido e minha mãe ficou horrorizada. Sem mais nem menos, ela dirigiu até um local deserto com muitas árvores. Percebi que atrás de tantas árvores havia um Acampamento, não conhecia é claro mas tive curiosidade, até que minha mãe e James saiu do carro. Junto a eles, fomos até a entrada do Acampamento e minha mãe que estava com minha mochila de viagem nos braços, me entregou. Disse que havia já guardado tudo pois sabia que era a hora de eu seguir uma nova vida, então ela me contou que essa seria a vontade de meu pai, na verdade não entendia aquilo mas ela me explicou que meu pai era um deus e que se relacionou com ela. Logo então, James havia tirado as calças, não apareciam as pernas humanas dele mas sim, as de bode. Arregalei os olhos é claro, mas de tudo o que aconteceu não tive nem a chance de perguntar.
No final de tudo isso, minha mãe segurou em minhas mãos e fixou seus olhares em meus olhos, disse então que meu pai.. era Éolo, e que esse era o meu destino, o Acampamento Meio-Sangue.



Bonnie N. Blanchard
Indefinido
Mensagens :
1

Localização :
UK/London

Voltar ao Topo Ir em baixo

Re: Ficha de Reclamação

Mensagem por Louis Montréal em Seg 11 Nov 2013, 22:48




▬ Por qual Deus você deseja ser reclamado? Caso não queira ser um semideus, qual criatura mitológica deseja ser?
Ares.

▬ Cite suas principais características físicas e emocionais.
Edric, aparentemente, é como qualquer outro filho de Ares: um corpanzil moldado por músculos e cicatrizes, apesar de não lembrar onde as adquiriu. Os cabelos negros sempre estão desalinhados, sejam por lutas, horas de sono ou por simplesmente tenderem a este estado. De fato não se importa tanto com a aparência. Um detalhe vale ser ressaltado: em seu peito há uma imagem de dragão, e pouco sabe-se sobre sua origem.

Um garoto duro, apesar da pouca idade. Demonstra experiência e não é como os meio-irmãos, que simplesmente explodem a qualquer momento. Muito pelo contrário; seus passos sempre são pensados e goza até de certa sabedoria. Recluso, de fato, mas não por opção; nos tempos atuais sente-se deslocado, como se  não pertencesse àquele lugar.

▬ Diga-nos: por quê  quer ser filho de tal Deus - ou ser tal ser mitológico?
Meu desejo é criar um verdadeiro guerreiro, e nada melhor que um filho de Ares para satisfazer-me. Aliás, pode parecer clichê, mas a trama do personagem se encaixa com o deus em questão – na verdade, é o único deus que encaixa.

▬ Relate a história da sua personagem - não haverá um limite de linhas definidos, deixe a sua criatividade fluir.


Acampamento Meio-Sangue, janeiro de 2012
Todos os olhos estavam postos no garoto, e aquilo começava a incomodá-lo. Revirou-se na cama com desconforto.

— Eu já disse, não lembro de nada. Quantas vezes tenho que repetir? — disse ele.

Com uma olhadela à janela, franziu a testa. A paisagem estava estranhamente diferente, e não era por não conhecer o lugar. Estava literalmente diferente: camas, paredes, pessoas… Não lembrava-se de existir piso de pedra tão polido e liso quanto aquele que via no quarto.

O homem sentado numa cadeira com rodas – perguntava-se se era algum tipo de carroça pequena – dirigiu-lhe um olhar preocupado, talvez desconfiado.

— Como chegou aqui? — o homem fez a décima pergunta.

Edric continuou balançando a cabeça em negação.

— Não sei.

Um garoto alto e esguio, que usava roupas estranhas – assim como tudo ali –, cochichou ao pé do ouvido do homem, e em seguida trocaram olhares discretos. Pareciam não querer compartilhar o assunto.

Edric tentou se levantar, mas ficou tonto e enjoado e afundou no travesseiro.

— Vocês fazem perguntas demais. Onde eu estou, afinal?

Todos saíram do quarto, exceto o homem e o garoto ao seu lado. Silêncio.

— Não vão me responder? — seu tom soou como uma ameaça.

O rapaz malvestido trocou alguns olhares nervosos e apressou-se a sair. Com um suspiro cansado, o homem se aproximou.

— Edric, não é? — Edric assentiu. — Você está em um acampamento para jovens diferentes. Como não se lembra de nada, é sua nova casa.

Casa. A palavra trouxe-lhe pontadas à cabeça, e se contorceu na cama com o semblante rígido de dor. Agarrou-se aos lençóis e forçou as mandíbulas com força.

O homem da cadeira chamou por ajuda e os rapazes, que antes estavam ali, voltaram às pressas. Molharam-lhe a testa com pano úmido e colocaram-lhe plantas com gosto horrível goela abaixo. A sonolência voltou e suas pálpebras pesaram.

— Ele é velho para ser reclamado? — uma voz ecoou ao fundo.

— Ele já foi reclamado.

Edric não saberia dizer se aquilo que escutou era parte das alucinações. De todo modo, a escuridão logo tomou-lhe a consciência.

Considerações:
Sim, sei que o enredo ficou pobre e com lacunas, mas não pude evitá-las sem esbarrar na trama do personagem. Espero que releve a questão.
Louis Montréal
Filhos de Hécate
Mensagens :
41

Localização :
Perdido. Me encontra?

Voltar ao Topo Ir em baixo

Re: Ficha de Reclamação

Mensagem por 079-ExStaff em Ter 12 Nov 2013, 00:47

Avaliação


Taiyou Amemiya ▬ Reprovado. Receio em falar que você não mudou sua ficha em nada desde a última avaliação feita por Apollo. Recomendo que procure usar melhor um corretor ortográfico e, além de tudo, ler a ficha dos aprovados a fim de enriquecer o seu texto com ideias. Sem mais.

Vincent Kurnova ▬ Ignorado pelo double post.

Cristiano Silva ▬ Ignorado pelo double post.

Meg Bell ▬ Reclamada, prole de Apollo. Apesar de ter sido reclamada, Meg, quero que fique atenta ao formato do seu template. Em várias partes dificultou bastante à leitura, por conta do fundo e da cor da fonte escolhida. Pequenos erros de digitação rápida são encontrados, porém nada que venha interferir de verdade em sua ficha. No mais, uma boa ficha.

Bonnie N. Blanchard ▬  Reclamada, prole de Éolo. Uma ótima ficha, Bonnie. Poucos erros de concordância, gramática e acentuação. Além de ter uma vasta dominância sobre o enredo que abordastes, conseguistes discorrer de modo fascinante. Parabéns!

Edric Tarly ▬ Reclamado, prole de Ares. Apresentando um enredo pequeno, receio falar que foi o suficiente para me deixar curioso para saber mais sobre a trama da personagem. Espero que continue me surpreendendo, campista.






Atualização
Atualizado por ♦ Zeus




079-ExStaff
Indefinido
Mensagens :
202

Voltar ao Topo Ir em baixo

Re: Ficha de Reclamação

Mensagem por Cristiano Silva em Ter 12 Nov 2013, 07:48

Ficha de Reclamação!





▬ Por qual Deus você deseja ser reclamado? Caso não queira ser um semideus, qual criatura mitológica deseja ser
Hermes

▬ Cite suas principais características físicas e emocionais.
Cristiano é um garoto que parece ser calma, ai que esta o erro ele é totalmente ao contrário, com medo das pessoas a negarem por ser do seu jeito verdadeiro ela se esconde e acaba por colocar pra fora tudo que sente nos momentos errados quando mais se estressa , acabando por bater, xingar e humilhar pessoas que a achavam estranha. Mas com pessoas íntimas, que são poucas, Cristiano tenta demonstrar sentimentos e ser uma bom parceria, mas não tem como negar que é um tanto arrogante, frio e estranho no seu jeito.Caracteristicas Fisicas: Loiro de cabelos lisos, magro, 1,68 de altura, olhos cor azul e pele branca.

▬ Diga-nos: por quê  quer ser filho de tal Deus - ou ser tal ser mitológico?
Hermes é um tanto interessante, parece ser sério mas um tanto travesso, rei dos ladrões (bora rouba bala de goma), acho que me identifico bem com ele já que gosto de viajar e quando preciso dar recado dou uma vez só, normalmente a pessoa entende só não entende quem é asno.

▬ Relate a história da sua personagem - não haverá um limite de linhas definidos, deixe a sua criatividade fluir.
OBS: O player não é obrigado a ir ao Acampamento, mas deve narrar a descoberta de que era um semideus e o momento da reclamação- e se não foi indo a Long Island, como foi?

Cristiano, nasceu em Manhattan no dia 30 de Outubro de 1997. A mãe na época já era formada em medicina, quando Cristiano tinha 2 anos sua mãe se casou com Tom Holz, um engenheiro.Cristiano nunca tratou Tom como pai, já que sabia que o mesmo não era e nunca se questionou sobre o próprio pai, pois se ele havia deixado ela e a mãe não tinha o porque de procura-lo. O garoto sempre foi sozinho, por ser 'estranho', ter pensamentos um tanto absurdos para um jovem e foi excluído dos outros alunos nas antigas escolas por ter TDAH e dislexia, isso influenciou nos dois anos que Cristiano fumou(dos 13 aos 14) o que também influenciou Cristiano a fumar e tentar se matar foi o casamento da mãe que ia de mau a pior, primeiro os abortos que a mãe tinha, depressões por não conseguir engravidar, a morte dos gêmeos de 25 dias e os problemas que o garoto tinha como: professores malucos estranhos, Madres puritanas demoníacas e tudo do mais bizarro.
A praticamente 1 ano a mãe de Cristiano se separou de Tom, por traição por parte dele, e literalmente pirou, não aguentou mais e se entregou a drogas, logo o esperado por todos ela acabou morta. Cristiano foi morar por um tempo com a avó que não aturou os ataques de raiva e a delinquência do garoto, e como a velha sabia que o pai do garoto era um Deus Grego, a mandou para o Acampamento no quinto dos infernos. Cristiano claro odiou a ideia, mas só de pensar que não precisaria aturar mais ninguém conhecido para ficar falando "Coitadinho perdeu a mãe", "Sinto muito pela sua perda" e mais um bando de baboseiras acabou por aceitar e foi para o Acampamento.
Cristiano Silva
Indefinido
Mensagens :
3

Voltar ao Topo Ir em baixo

Re: Ficha de Reclamação

Mensagem por Zeus em Ter 12 Nov 2013, 11:14






Avaliação e Observação
Atualizado por ♦ Zeus


Cristiano - Não reclamado. Sua ficha esta muito incompleta, cara. Tente incrementar mais detalhes na trama e desenvolva mais sua história para que possa ser reclamado.

Bonnie N. Blanchard - Teve sua ficha avaliada por Herácles, porém não foi atualizada porque plagiou a ficha de reclamação. Link do post plagiado AQUI. Post de Mannuella Judd Connolly. Bonnie esta banida.
Zeus
Deuses
Mensagens :
2065

Voltar ao Topo Ir em baixo

Re: Ficha de Reclamação

Mensagem por Vincent Kurnova em Qua 13 Nov 2013, 13:41

▬ Por qual Deus você deseja ser reclamado? Caso não queira ser um semideus, qual criatura mitológica deseja ser?
The Lord Of Flames - Hefesto

▬ Cite suas principais características físicas e emocionais.
Fisicas - Altura Mediana,Cabelos Negros Olhos ligeiramente Vermelhos,Uso um sobretudo com Chamas nas pontas (Referencia -Minato (Naruto).
Emocional - Frio,Calculista,Inteligencia,E Nao tem medo da Morte,Pois na infancia,ja conheceu ela.


Diga-nos: por quê  quer ser filho de tal Deus - ou ser tal ser mitológico?
Me Vejo aproximado do Personagem-Deus Hefesto,Pois gosto do Fogo altas tempraturas,Nunca me senti incomodado com isso,desde de pequeno,mais sempre gostei de Mitologia,da historia de Hefesto das historias e confusoes com afrodite,emfim Gostaria de ser filho de Hefesto,adoraria se aceitassem,

Grato Vincent,


Relate a história da sua personagem - não haverá um limite de linhas .
Vincent era um garoto bom,amava sua mãe gostava muito dela era o unico parente que ele tinha,e não conseguia entender como seu pai podia deixar uma mulher como aquela sozinha,mais sempre que ele perguntava sobre seu Pai,Maria ou Mamae como ele a chamava nunca dizia nada,que o deixasse com cara de "Homem Mau",ao contrário,ela sempre dizia que ele era forte engenhoso e tinha ótimo caráter ele ensinava a Maria sobre os Deuses da Mitologia Grega e Romana,e logo apos quando Vincent ja estava crescido Maria o ensinava sobre a Mitologia grega de como Zeus arrancou seus irmãos da barriga de Cronps e Aquiles Mergulhou no Rio Estige segurado pelo calcanhar,isso Facinava Vincent o fazia querer saber mas isso os fazia ficar horas e horas dialogando sobre a Mitologia grega...
aos 12 anos Vincent teve o pior desastre da sua vida,sua casa pegou fogo de Madrugada por um descuido de Maria, de ter deixado o fogão a gás ligado,Vincent misteriosamente não sofreu queimaduras mas já sua mãe morreu com queimaduras graves no caminho do hospital,Os vizinhos puseram a culpa em Vincent pelos seu "Dom" ,e uma noite antes de ser mandado para o interna,quando estava no quarto arrumando a mala,um homem apareceu do nada no quarto,ele disse a Vincent :- "Olá Filho...você cresceu... Vincent caiu pra trás e gaguejou :- F-Filho? Esta Louco?
....
o Homem o olhou e ouviram batidas na porta e então o homem disse :- Não temos tempo vocè conpletou 12 Anos esta em perigo precisa ir para o acampamento !!
Vincent ficou perplexo e disse:- Eu não vou a lugar nenhum com você!
o Homem o olhou baixou o olhar Desculpe por deixar v ocê com sua mãe filho mais foi preciso ,eu sou seu pai Hefesto, e tambem desculpe por isso...
O Homem passou a mão no Ar, e minha visão escureceu,consegui ouvir ele falando com um cara dizendo leve-o Para o acampamento Meio-Sangue
Vincent Kurnova
Indefinido
Mensagens :
6

Voltar ao Topo Ir em baixo

Re: Ficha de Reclamação

Mensagem por Katherine O'Connel Champz em Qua 13 Nov 2013, 20:09





▬ Por qual Deus você deseja ser reclamado? Caso não queira ser um semideus, qual criatura mitológica deseja ser?
             Desejo ser reclamada por Èolo , deus dos ventos .

▬ Cite suas principais características físicas e emocionais.
                 Então Katherine é aquelas garotas populares do colégio diante de sua beleza . A garota se destaca com sua pele branca , seus olhos azuis como as águas das famosas praias do Caribe , seu cabelo em sintonia com sua forma é marrom e geralmente está com rabo de cavalo , a garota sempre optou dessa forma pois não gostará das experiências dele solto ( ele é grande ) . Sempre vaidosa passando maquiagem a qualquer ocasião , além do mais esses eventos / passeios pode ser o últimos , então por que não ir bonita ? Katherine tem um semblante meio exagerado como uma hora ela está chorando outra está rindo denominando-a bipolar , varia de acordo com o dia , mas com seus amigos existe exceções aqueles que ela confia sempre são os amados e ela trata os super bem . È média quando o tema é QI , mas sempre tiro notas exemplares seu problema era TDAH então teve problemas em sua infância . Ela não pode ingerir muito açúcar ou então ela fica muito loca e contagiante , nunca a veja assim ou ela poderia até te matar .
                 Outras características predominantes é seu gosto , tem gosto com roupas todas bonitas o que causa inveja com algumas aí .. mas vamos deixar o assunto para outro dia , ela também tem algum tipo de prodígio quando se trata de hipismo sendo uma de suas atividades preferidas .

Diga-nos: por quê  quer ser filho de tal Deus - ou ser tal ser mitológico?
                Então essa resposta é clichê , então vamos com sinceridade . Primeiramente adorei os poderes e também dos controles , eu gosto de ar além do mais eu o respiro u.u' ( tome sociedade Q' ) , segundo diante das participações de Èolo na mitologia/livro sempre foram ótimas e isso cativa em sua trama .

▬Relate a história da sua personagem - não haverá um limite de linhas .

                  ▬ Acorde , filha ! ▬ minha mão abanava o cobertor . Consegue sentir sua camada já abandonando minha pele e o ar gélido matinal estaria invadindo minhas têmporas o que tremeluziu todos os meus fios capilares que continha , realmente a nevada veio transtornando Nova York nunca tivemos tantos ventos e neve ▬ Ok , mãe só mais um segundo ! ▬ bufei irritada . Achará que ela compreendeu tanto que me deixou sozinha em meu quarto pouco iluminado , apenas pelos poucos reflexos do sol , tive uma visão da janela que demonstrava os chões cobertos com o "tapete" branco e as árvores com suas folhas caídas e com a predominação do branco , finalmente levantei apoiando meus braços contra a superfície macia de minha cama .
                            Fiz meu "saneamento básico" o que se trata de minha higiene . Também puis uma regatinha e me olhei no espelho satisfeita de meu visual , minha mãe batia panela com panela anunciando o almoço , ela estava impaciente e odiava que ficavam impaciente comigo , eu podia ser mimada , mas sou sincera . " Tum tum tum " o barulho de meus pés batendo nas escadarias ▬ O que tem hoje ? ▬ questionei-me já lambendo os beiços ▬ Arroz , salada de tomate e frango ! ▬ respondeu ela . Apreciei a visão da refeição quase ao ponto de babar , eu amava a comida de minha mãe e sempre vou amar , o vento zunia entre as rachaduras da parede e as luzes da casa começou a apagar e voltar , hesitei em gritar . Aquilo era estranho .. a cidade já era preparada para essas coisas e além do mais temos gerador de energia , no instante que peguei o prato senti um estrondo vindo de cima e com certeza era do meu quarto ▬ Fique aqui , filha ! ▬ disse minha mãe . Ela quase estava em um ponto de desmaiar estava branca , então o piso acima de nossos corpos começaram a rachar , fomos para o lado desviando dos destroços que caia e uma silhueta estava dentre a fumaça , mas não era humana era um monstro ..
                 Depois disso eu e minha mãe pegamos o carro e saímos correndo ▬  Mãe ele está vindo ! ▬ exclamei . Ela apenas dirigia , mas quando via o retrovisor a cara dela parecia estar falando : " Minha filha está com problemas ? " , achará que era a catarata dela e ela não pudesse ver , então seguimos direcionando para a área florestal aos arredores da urbanização , paramos o carro de frente com um tronco de uma árvore gigantesca , tirei o cinto e no momento senti uma batida na traseira fazendo o automóvel ser lançado aos ares eu debati minha cabeça várias vezes e tentei ficar consciente , minha mãe estava agonizando uma das engrenagens do carro soterrou seu estômago que liberava sangue , acreditava que fincou algo ▬ Vá , salve-se ! ▬ disse ela chorando . Sai do carro já com um aperto em meu pescoço e comecei a chorar , chorar e chorar . Parecia que não teria fim se não fosse o monstro que estava vindo ele soltou algumas flechas que rasparam no meu corpo e naquele segundo senti uma queimação .. veneno ? Meus músculos ficaram paralisados e acabei apenas conseguindo ver , nesse momento um ato heroico foi designado , uma lança acertou a face do monstro que caiu ao chão aos urros . Homens meio-cabra me levaram , apenas consegui ler o letreiro : " Acampamento  Meio-Sangue "
Template By: Déh Medeiros
Ficha *U*
Passar
Nessa coisa Q'l


Katherine O'Connel Champz
Indefinido
Mensagens :
1

Voltar ao Topo Ir em baixo

Re: Ficha de Reclamação

Mensagem por Zeus em Qui 14 Nov 2013, 11:53






Avaliação
Atualizado por ♦ Zeus


Vincent - Não reclamado. Sua ficha esta muito curta e incompleta. Tente desenvolver mais a história da personagem, descreva mais a personalidade dela, isso é essencial para uma boa ficha. Use um corretor ortográfico para construir seus posts e deixe a criatividade fluir.

Katherine - Não reclamada. Eu pensei em te reclamar, Katherine, porém a sua ficha contém muitos erros de ortografia que fizeram com que eu mudasse de ideia. Não fique dando espaço para colocar vírgula, dê espaço após colocá-la. Atente-se a ortografia para que não cometa gritos errantes, como por exemplo "puis". Revise isso e tente novamente.
Zeus
Deuses
Mensagens :
2065

Voltar ao Topo Ir em baixo

Re: Ficha de Reclamação

Mensagem por Lucas Torres em Sex 15 Nov 2013, 02:30

▬ Por qual Deus você deseja ser reclamado? Caso não queira ser um semideus, qual criatura mitológica deseja ser?
Gostaria de ser reclamado por Athenas.

▬ Cite suas principais características físicas e emocionais.
Fisicas - Altura Mediana,Loiro,Olhos Cinzas.
Emocional - Inteligencia,Dramático,Teimoso,Calculista,Sensível.

Diga-nos: por quê  quer ser filho de tal Deus - ou ser tal ser mitológico?
Porque tenho um amor muito grande por Athena,amo sua história, tenho pavor de aranhas,amo ler e estudar e não faço nada sem antes pensar muito.

▬Relate a história da sua personagem - não haverá um limite de linhas.
Torres era um bom garoto,amava seu pai,mas sua mãe não pois nunca havia a conhecido.Ele chorava sempre antes de dormir por este fato.Mas um belo dia ele deu de cara com uma mulher linda seus cabelos eram negros e seus olhos cinzas,ele ficou paralizado e por um bom tempo ela ficou em silêncio.
Ela somente disse vem e ele a seguiu como se ela o tivesse hipnotizado,ele chegou e foi direto conhecer Quiron que por sua vez ficou muito feliz em velo.e assim Torres chegou no Acampamento Meio-Sangue
Lucas Torres
Indefinido
Mensagens :
2

Localização :
The Hunger Games

Voltar ao Topo Ir em baixo

Re: Ficha de Reclamação

Mensagem por Ezequiel W. Cooper em Sex 15 Nov 2013, 12:37

▬ Por qual Deus você deseja ser reclamado? Caso não queira ser um semideus, qual criatura mitológica deseja ser?
  Héstia.

▬ Cite suas principais características físicas e emocionais.

  Sou um jovem magro, mas com um bom físico. Daquele tipo que a pessoa adquiri fazendo longas caminhadas e não tendo preguiça de passar horas praticando esportes com os amigos. Alguém mais ágil e resistente do que efetivamente forte.

  Meus cabelos são curtos e negros e praticamente nunca estão penteados. Meus olhos são de um azul suave, mas dizem que na maior parte do tempo eles possuem um tom cinzento meio estranho. Não tenho preferência por nenhum estilo de roupa, então é comum me ver de calça jeans com camisetas simples e aleatórias.

  Sou uma pessoa tranquila na maior parte do tempo, bem, o mais tranquilo que alguém com TDAH pode ser. Acho melhor dizer que sou daquelas pessoas que observa tudo e só se manifesta se achar que é necessário. Dou grande valor as amizades e aprendi com meu pai que quando as pessoas se unem são capazes de realizar qualquer coisa. Já arrumei muitas confusões na escola, mas a grande maioria foi em defesa de alguém ou de alguma coisa. Eu não entendia por que aquelas crianças tinham que ser maldosas com as outras, não éramos todos iguais? Bom, de qualquer forma evito uma briga a todo custo, mas quando estou dentro... Como diz meu pai: “Se você começou alguma coisa você deve termina-la.”

▬ Diga-nos: por quê  quer ser filho de tal Deus - ou ser tal ser mitológico?

  Bom, eu gostei do “perfil” da deusa e achei que ela ficou muito bem retratada no livro. A personalidade e as atitudes, a maneira como ela se coloca de lado em prol do bem maior é bem legal.

▬ Relate a história da sua personagem - não haverá um limite de linhas definidos, deixe a sua criatividade fluir.  OBS: O player não é obrigado a ir ao Acampamento, mas deve narrar a descoberta de que era um semideus e o momento da reclamação- e se não foi indo a Long Island, como foi?

Queens, NY – EUA

  Oi, eu sou Ezequiel Willis Cooper (Podem me chamar de Zec) tenho 16 anos e essa é a minha história, mas vamos começar pelo meu pai, certo? Bom, meu pai, Frank W. Cooper, cresceu no Quenns e não foi para nenhuma grande universidade, mas se formou em administração e logo conseguiu emprego num escritório de uma grande fábrica de colchões. Nada muito interessante, mas seu trabalho na comunidade era admirado por muitos.

  Não entendam errado, apesar de ter me dado o nome de um anjo/profeta(não sei ao certo) ele não era um homem muito religioso. Ou pelo menos nunca me obrigou a ir a igreja ou essas coisas. O fato é que ele ajudava em todos os projetos da igreja local e naquela coisa de associação do bairro. Arrecadar alimentos, preparar festa para conseguir dinheiro para alguma causa. Meu pai estava sempre lá ajudando no que fosse preciso.

  Acho que foi graças a tudo isso que o meu pai conseguiu que eu tivesse aulas especiais com o Sr. Remo, um cara baixinho e carrancudo que surgiu do nada lá em casa no ano passado. Seja como for ele e meu pai pareciam se conhecer e eu não estava reclamando nada de alguém conseguir me ensinar alguma coisa sem me obrigar a caçar letras que ficavam voando pela sala.

  E assim passou um ano inteiro de notas medianas na escola, aulas particulares em casa todos os dias e eventuais jogos de basquete com os amigos na praça próxima a minha casa. Foi dois dias depois do meu aniversário de 16 anos que as coisas ficaram muito, muito estranhas.

  Já havia escurecido, mas meus amigos e eu estávamos empolgados com o jogo de basquete. Como meu pai tinha reunião da igreja naquela noite fiquei despreocupado quando vi que a partida acabou por volta das 21:30. Como sempre dispensei o pessoal e fiquei para trás para jogar o lixo fora (Você não tem noção de quantos salgadinhos 8 pessoas podem consumir em algumas horas.).

  Com o lixo na lata eu estava pronto para ir embora, mas senti algo estranho. Quando virei para a rua não havia ninguém. Sim, eu sei que dispensei o pessoal, mas para os adultos ainda era cedo, devia ter um pessoal andando por ali ou barulho de carros e essas coisas da cidade, mas o silêncio reinava. Não sou um cara medroso, mas assisti filmes de terror o suficiente para saber que aquilo era um péssimo sinal. Acelerei o passo e segui rumo a minha casa enquanto meus olhos iam de um canto ao outro da rua procurando alguma coisa ruim.

  Sabem qual o ruim de procurar alguma coisa? As vezes você acaba encontrando. Aquela história do homem aranha de que as pessoas nunca olham para cima não funciona com quem tem TDAH, nós olhamos para todos os lados e quando olhei para cima vi algo que me paralisou. Pendurada na grade da quadra como se ali fosse uma grade de gaiola estava uma mulher pássaro, mas nada bonito como nos jogos. Ela era magra e suas penas eram de um azul escuro estranho, como se fosse uma mancha com sujeira. Com um grunhido estridente ela se atirou na minha direção, as garras afiadas reluzindo a luz dos postes.

  - Cuidado! – Apesar de saber que conhecia aquela voz na hora eu não a identifiquei. Tudo que sei é que foi como se um raio tivesse me atingido. Todos os meus sentidos ficaram em alerta e eu me joguei para o lado desviando do mostro por pouco. Me levantei em segundos, mas nem tinha localizado a criatura de novo quando um barulho alto e estridente se fez ouvir. Tapei os ouvidos em reflexo, mas ainda consegui ouvir o grunhido do monstro. Dessa vez não parecia ameaçador e sim...assustado, em pânico talvez.

  - Pode levantar Zec, temos muito o que conversar. – A voz pertencia ao Sr. Remo. Mas não um Sr Remo qualquer, um Sr Remo de cascos! Isso mesmo, CASCOS! Da para acreditar? Aquela foi uma noite sem dormir. Chegando em casa esperamos meu pai em silencio. Quando ele chegou e nos viu na mesa de jantar deu um longo suspiro e fechou a porta devagar. Foi então que ele explicou por que não havia nenhuma foto da minha mãe ou por que eu nunca conheci nenhum parente dela. Ela era uma deusa. Na noite em que se conheceram ela revelou sua identidade e contou que sempre o observou e disse como admirava seu trabalho, sua dedicação, a pessoa que ele era. Honesta como era explicou como seria tudo se eles se envolvessem, mas meu pai a aceitou mesmo assim. Meu pai e o Sr Remo se conheceram tempos depois do meu nascimento e desde então ele me vigia até que finalmente um monstro me encontrasse e minha ida para o tal “Acampamento Meio Sangue” não pudesse ser mais adiada.

  E aqui termina a parte inicial da minha história. Nesse momento estou saindo de um táxi para subir uma colina com uma árvore grande lá no topo. Carrego uma mochila cheia de roupas, alguns quadrinhos e um livro de aventuras. Alguma coisa me dizia que aquele livro ia começar a parecer um tanto sem graça.

  Fui recebido por um centauro, da para acreditar?! Assisti um vídeo de introdução ao acampamentos e admito que a parte de “Poderes estranhos estão surgindo? Não se preocupe!” me lembrou muito os vídeos sobre sexualidade na escola, mas fora isso foi bem instrutivo. Fiz um tour pelo lugar e vi pessoas fazendo com coisas incríveis! Na hora do almoço ele me falaram sobre aquilo de derramar parte da comida na fogueira como oferenda. Quando olhei para a tal fogueira meu coração quase saiu pela boca. Eu não sei como eu sabia, mas eu sabia que aquela garota de vestido simples ao lado da fogueira sorrindo para mim era minha mãe. Num piscar de olhos ela sumiu e um símbolo estranho se fez no topo da minha cabeça. As pessoas olhavam, comentavam e me parabenizavam. Com um sorriso no rosto joguei toda a comida no fogo, estava animado demais para comer. Aquela parecia ser uma vida valia a pena ser vivida.
Ezequiel W. Cooper
Filhos de Héstia
Mensagens :
25

Voltar ao Topo Ir em baixo

Re: Ficha de Reclamação

Mensagem por Elizabeth Armstrong em Sab 16 Nov 2013, 14:46

▬ Por qual Deus você deseja ser reclamado? Caso não queira ser um semideus, qual criatura mitológica deseja ser?
Nyx

▬ Cite suas principais características físicas e emocionais.
Sou uma pessoa reservada, tímida e quieta, e, na maior parte do tempo, sou fria e calculista, as vezes agressiva, mas nada capaz de ofender demais. Fisicamente sou baixa, mais ou menos 1,60 de altura. Meus cabelos são longos e negros como a noite, e meus olhos são ora azuis, ora verdes, mas sempre com um tom prateado como a lua. Sou branquela (até demais), e as vezes minha pele chega num tom tão branco que dá a entender que não me alimento há dias, até porque, também sou magrela. E acho que é só isso mesmo.

▬ Diga-nos: por quê quer ser filho de tal Deus - ou ser tal ser mitológico?
Eu simplismente adoro a noite. É o único momento em que eu consigo me desligar do que ocorre a minha volta. E, também, amo ficar observando a lua, quando o céu não está nublado. Isso me traz calmaria. Pode ser que esteja errada, mas acho que, de certa forma, de identifico com a deusa Nyx.

▬ História:
Meu nome é Elizabeth Armstrong. Eu sei, nome incomum, então prefiro que me chamem de Liz. Tenho 14 anos, e sou uma típica adolescente normal, com a vida monótona e que tem sempre a mesma rotina. Moro com meu pai, Steven, em um apartamento de classe média em Nova York, para onde nos mudamos há cerca de uma semana, e ainda não desempacotei minhas coisas. Ou seja, meu quarto está cheio de caixas.
Não sou o tipo de pessoa certa pra se fazer amizade, pois sou muito reservada e, por isso, seria difícil se divertir comigo. Mas, por incrível que pareça, tenho uma amiga, Layla. Ela é praticamente a única pessoa com quem converso, já que não me socializo muito bem. Ela é, digamos... minha melhor amiga. Nunca sai do meu lado, andamos juntas no intervalo e eu sou obrigada a ouvir ela tagarelar sobre um garoto que ela está interessada, Andrew Thompson, um garoto meio que... alto demais pra estar na oitava série. Tenho que dizer: ele é MUITO irritante. Nunca fica parado num lugar só, e sempre solta um berro quando algum professor novo entra na sala de aula. Enfim... Eu e ele não nos falamos muito, apesar de Layla sempre insistir pra eu apresentá-la a ele. Layla é exatamente o oposto de mim: alegre, sorridente, divertida, e acima de tudo, bonita. Enquanto eu sou quieta, séria e estranha, e até já sofri bullying por isso. Não posso dizer que a culpa é minha, pois sou assim desde sempre. Deve ser pela carência de uma mãe... Ah! sim. Esqueci que mencionar que perdi minha mãe quando ainda era um bebê. Meu pai diz que ela morreu depois de eu ter nascido. Quando era pequena, meu pai me deu um amuleto relicário. Tem a borda prateada, a uma imagem da lua no meio. Ele diz que era da minha mãe. O que faz com que eu apenas sinta mais falta dela.
— Elizabeth? — chamou Layla — Liz!
— Hã? — disse interrompendo meus pensamentos
— Está prestando atenção no que eu disse? — perguntou ela.
— Ah, desculpe — respondi. — O que foi?
Ela revirou os olhos e disse:
— Sabe resolver esse problema?
Abaixei as órbitas para o livro de álgebra em cima da mesa, e me arrependi logo em seguida. Novamente, as letras e números saltaram para fora da página, me fazendo suspirar.
— Ah! Você tem dislexia — disse Layla, parecendo envergonhada. — Desculpe...
— Tudo bem — respondi.
Há quanto tempo a aula havia começado?
Olhei para o relógio de pulso no meu braço e gemi internamente. Apenas cinco minutos de aula que pareciam horas.

Finalmente, o sinal que encerrava a aula tocou. Arrumei rapidamente meus materiais e saí.
Ao chegar em casa, meu pai ainda não havia chegado. Mas eu não o culpo. Ele trabalha numa lojinha de enfeites para festas e está fazendo hora extra para conseguir manter o apartamento.
Como não tinha nada pra fazer, deixei minha bolsa em cima do sofá e saí para dar uma volta.
Estava andando em uma rua deserta, sem casas e carros, apenas um bosque em um lado da rua e um terreno baldio do outro.
Estava quase voltando pra casa, quando ouvi um urro que quase me ensurdeceu. Olhei pra trás, e vi o que eu achei que era um leão, que era pelo menos do tamanho de uma picape, com pelos que pareciam ser de ouro puro. Quando me virei pra sair correndo, um garoto saiu do meio do bosque. Era... Andrew Thompson? Sim, era ele, mas havia algo de diferente. Ele estava sem calças, ou pelo menos, eu acho, porque ele usava pernas de bode no lugar.
Antes que eu perguntasse algo, ele pegou meu pulso e praticamente me arrastou pelo asfalto quente. Me levou para uma colina, que parecia que não acabava nunca.
Quando finalmente chegamos ao topo, vi uma placa escrita em grego, mas que, de alguma forma, consegui entender perfeitamente: Acampamento Meio-Sangue.
Passamos por um pinheiro enorme ali perto, e o ''leão'' diminuiu a velocidade, e eu pude ver que seus pelos eram realmente de ouro puro, presumo que quase indestrutíveis. O que me surpreendeu, é que o leão não passava do pinheiro, o que o fez soltar mais um urro que me fez cair sentada, logo depois da placa que indicava a entrada.
Caí em cima de um machado, que eu não entendi o que estava fazendo ali no meio, mas me deu uma idéia.
Joguei uma pedra na direção da estrada, o que fez o leão olhar para trás. Era minha deixa. Corri para trás de uma árvore não muito grossa e tentei atrair o leão. Quando ele estava numa distância razoável, ergui o machado e dei umas cinco pancadas na árvore, que caiu em cima dele. Pensei que a árvore o esmagaria, mas ele era grande demais. Cheguei perto e vi que estava inconciente, mas ainda respirava.
— Elizabeth! — ouvi a voz de Andrew atrás de mim, e de mais algumas pessoas. Olhei para trás, mas minha visão estava embaçada. Só lembro de Andrew correndo em minha direção para me segurar. Aí eu apaguei.

Acordei com o barulho de carrinhos de hospital. Minha visão estava distorcida, mas parecia que estava em uma enfermaria, com uma cortina a cada lado da cama onde eu estava. Tentei me sentar, mas senti uma dor de cabeça quase que insuportável.
Me virei e vi Andrew com suas pernas de bode, e ao lado dele, um cara de cadeira de rodas.
— Que bom que acordou, Elizabeth. — disse ele — É ótimo conhecer você pessoalmente. Me chamo Quíron.
— Como você sabe meu nome? — perguntei — Onde estou? Cadê meu pai?
— Uma pergunta de cada vez, Elizabeth. — respondeu Andrew
Quíron levantou uma mão, como se pedisse licença para falar, e disse:
— Olha, o que eu vou dizer agora pode parecer loucura... Bem, na verdade vai, mas você precisa acreditar em mim. — confesso que não gosto de suspense, o que me deixou ainda mais assustada — Já ouviu falar em semideuses? Filhos que os deuses têm quando se relacionam com mortais? — assenti — Bem, você é uma deles.
Não demorou muito e eu caí na gargalhada. Tinha certeza absoluta de que aquilo era uma pegadinha. Agora vai dizer o que? Que eu sou filha da deusa Afrodite? Bem, desculpe, mas acho que estou longe disso.
Andrew me olhava como se eu fosse louca por estar rindo.
— Isso é sério, Elizabeth — disse ele, parecendo irritado — Isso não prova nada? — ele apontou para suas pernas de bode, que no começo, achei que era uma calça de fantasia, mas agora, olhando de perto, pareciam mesmo reais, e acompanhadas de um cheiro de ovelha desconfortante.
Tenho que admitir que isso me deixou intrigada, e com dúvidas.
— Está cada vez mais difícil descobrir quem é sua mãe. Você não tem nenhuma característica dos filhos de deuses comuns, exceto os olhos extremamente claros. — disse Quíron — Vamos ter de esperar e ficar te observando nos proximos dias.
Elizabeth Armstrong
Indefinido
Mensagens :
24

Localização :
Acampamento Meio-Sangue

Voltar ao Topo Ir em baixo

Re: Ficha de Reclamação

Mensagem por Arizona Zweibrücken em Sab 16 Nov 2013, 18:21

Ficha de Reclamação
 
partiu


→ Por qual deus você deseja ser reclamada? 

Athena.

→ Cite suas principais características físicas e emocionais.

Aprazível, instruída, jeitosa e versada, Astrid com certeza era uma garota admirável. Desde pequena ela se destacava, principalmente, na escola, por acompanhar tudo sem problema algum. A primeira década de vida da garota foi uma belezura em todos os sentidos, porque, ainda, nada de inconveniente havia acontecido - a não ser a ausência do pai em horas inapropriadas. Assim, mais velha e com um corpo relativamente bonito para a idade, Astrid tornou-se vítima daquelas meninas-malvadas que apenas invejavam sua pele alva, a cabeleira loura e pomposa e sua formosura, coisas herdadas de sua desconhecida mãe. Claro, a menina não dava tanta importância para isso, mas, inevitavelmente, se abalava. Com poucos amigos, Astrid era quase feliz, já que o desfiamento do laço emocional com seu pai era contínuo. De pouco em pouco, os dois iam se afastando por conta do corrido emprego do homem, que tomava-lhe muito tempo. Ainda que fosse próspera, a personalidade de Astrid sofreu alguma mutação pelo que acontecia, e, a partir daí, ela ficou mais reservada, um tanto quanto tímida e fria. Dos poucos amigos que tinha, sobraram menos ainda, simplesmente em virtude de sua nova conduta. Uma constante revolta consigo mesmo a infernizava, tal como a infelicidade.  

→ Por que quer ser filha de Athena?

Porque, sinceramente, a gama de poderes apresentada é interessantíssima, sobretudo pela futura união que farei com o poderio de outro Olimpiano. A falta de filhos de Athena ativos no fórum me incita a ser uma, e, obviamente, a melhor. Tem também o fato da personalidade durona - herdada da deusa - que pretendo aplicar à Astrid, sendo a base do futuro desenvolvimento e vivência dela dentro desse estranho mundo de heróis, monstros e deuses. 

→ Relate a história da sua personagem.

Astrid era oriunda da populosa cidade de Boston, em Massachussets. Duncan, seu pai - um jovem moço de mais ou menos trinta anos, formado em arquitetura e paisagismo -, considerava-se um naturalista e vivia trabalhando em projetos arquitetônicos que contavam, sempre, com a presença da botânica. Quando seu pai estava em casa, Astrid gostava de ficar com ele, mesmo que não tivesse muita interação, já que o homem vivia vendo e revendo seus projetos. A garota não entendia muito do via na papelada, mas achava legal e insistia para ficar junto do pai. 

Sua vida nem sempre fora assim. No começo, quando tinha uns seis anos, Duncan era relativamente presente. Mas, ao passar do tempo, quando alcançou os onze anos, a menina conseguia ver o pai apenas de noite, quando este estava momentaneamente livre do trabalho. Ela não o culpava por ter um maldito trabalho que tomava tanto tempo, e não conseguia compreender o porque de um emprego desses ocupar tanto o homem. Astrid gostava de conquistar o pouco tempo livre que o pai tinha, mas, quando isso era inviável, ela tentava substituí-lo pela babá Nany. Contudo, a cada ano que se passava, Duncan estava menos presente na vida de sua filha. 

Quando algo acontecia na escola - como, por exemplo, as meninas da quinta série que viviam atormentando Astrid - quem tinha de se passar por pai/mãe era Nany. Mas, tudo bem. Chegou uma hora que a menina tinha se acostumado com a ausência do pai, e, por isso, cogitava a ideia de que ele era apenas um parente próximo; sua verdadeira família era a babá. Todavia, mesmo assim, a jovem se abalava algumas vezes tanto pela falta do pai quanto da mãe. 

Quanto mais tempo passava, menos Astrid se importava. Chegou uma vez, que, aos doze anos, ela simplesmente não deu seu parecer em casa, o que, de fato, deixou o pai preocupado. Àquela altura, ela não ligava tanto para isso, já que sofrera pelo mesmo motivo por muito mais tempo. Influenciada por uma trupe de jovens rebeldes, Astrid deixou-se ser levada por eles, e, primeiramente, adotou uma cor escura para a cabeleira. Teve, a partir de uma ideia besta de querer chamar a atenção do pai, incidentes escolares onde a garota simplesmente aparecia envolvida. Fora isso, Astrid forçava-se, também, a tirar notas ruins, outra forma de ganhar tento de seu ocupado progenitor.

Repreendida pelo pai e por Nany, numa noite de quinta-feira, Astrid decidiu fugir de casa. Juntou algumas coisinhas dentro da bolsa de couro e saiu correndo, como se pedisse um pouco mais de atenção dos dois adultos. A garota, seguida pelo pai e por Nany, quebrava qualquer esquina, distanciando cada vez mais de sua casa, seguindo um rumo ignoto. Ao chegar numa área pouco mais deserta, ela parou e apoiou-se numa parede qualquer para recuperar o fôlego.

Ofegante, Astrid lutava para prosseguir na fuga imbecil, mas sua pausa dava tempo de seus perseguidores chegarem mais perto. Porém, quando estes atravessaram a rua, correndo, para apanhar Astrid, alguma coisa estranha surgiu do nada. Na esquina oposta, uma silhueta enegrecida e portadora do que, aparentemente, eram incontáveis braços, rugiu. Duncan e Nany ficaram estáticos e se entreolharam. Pareciam entender o que era aquilo, diferentemente de Astrid, que permanecia encostada na parede, imóvel e boquiaberta. 

O chão tremia a cada passo que aquela coisa dava, aproximando-se da indefesa jovem. Imediatamente, Duncan pôs-se a frente da filha, mas como se fosse uma mosca, a criatura o atingiu com um dos centenas de braços, lançando-o do outro lado da rua, contra a vidraça de uma loja de pesca. Acompanhando o pai com o olhar, Astrid viu uma vara trespassar o tronco do homem, ceifando-lhe a vida. Aquele momento, tudo de ruim chegava à mente da menina. Fora ela a estúpida menina que fugiu de casa para ganhar atenção. Fora ela a estúpida menina a causar morte do próprio pai. Fora ela a estúpida menina... 

Antes que Astrid pudesse concluir a penalidade mental pelo que acontecera, um clarão, provindo do alto de um prédio, iluminou toda aquela quadra, e, acompanhando por uma espécie de vush, fez o monstro sucumbir. Ela permanecia de olhos fechados, encolhida ao lado de uma lata de lixo. A babá estava largada na calçada, recostada num poste de luz, como se tivesse sido atirada para lá. Duncan, como dito, falecera com a vara de pesca no peito.  

Um segundo clarão podia ser visto pela garota, mesmo tendo os olhos cerrados. Por isso, ela os abriu, deliberando litros e mais litros de lágrimas. Um sentimento violento a apedrejava, e a vontade que tinha era de se matar, para, enfim, encontrar o pai e ficar com ele pela eternidade, no céu. Mas algo a impediu de fazer isso. A sua frente, próxima da vala, havia uma bela moça, munida de um majestoso arco e trajada de vestes leves, soltas e branquíssimas. Um sorriso adornava seu jovial rosto, fazendo com que Astrid se sentisse um pouco melhor, a troco de nada. Ao fazer uma avaliação física na donzela, Astrid pôde ver, atrás daquela, outras duas moças - só que menos bonitas do que a primeira. 

O diálogo foi rápido entre as garotas, que facilmente reconfortaram Astrid. Mas, ainda assim, ela tinha acabado de perder o pai. Mediante a ordem da principal moça, de nome Ártemis, as outras duas foram até Duncan e Nany, a fim de socorrê-los. O primeiro não tinha jeito, mas a segunda sim. Amy e Isabella, como foram chamadas, trataram da babá e a deixaram em casa junto do pai morto. Elas ficariam lá auxiliar a mulher e forjar uma morte plausível para o pai de Astrid. Enquanto isso, a moça que ficara com a menina lhe deu uma breve introdução do que realmente ela era, ao passo em que a levava, montada num grande lobo branco, para um novo lugar: o Acampamento Meio-Sangue.



Thanks Tess
Arizona Zweibrücken
Filhos de Athena
Mensagens :
134

Localização :
Acampamento Meio-Sangue

Voltar ao Topo Ir em baixo

Re: Ficha de Reclamação

Mensagem por Tier Schmutziges em Sab 16 Nov 2013, 23:58





SHE WOLF




Por qual deus deseja ser reclamado e por quê?

Gostaria de ser filha de Quione. O único motivo é a forma como a deusa encaixa-se no background da personagem. Nenhuma outra ficaria bom, por mais que tentasse adaptar.




Cite suas principais características físicas e emocionais.


Físicas

Fisicamente possui traços asiáticos, com o rosto arredondado, olhos puxados, castanho escuros, quase negros, cabelos negros e lisos, extremamente longos e completamente emaranhados. O porte é atlético, com o corpo modelado, magro mas com os músculos evidentes, dentro da proporção feminina. Suas mãos e pés possuem unhas longas, mas usualmente quebradas de forma irregular. Veste-se de restos de pele e nada mais.


Psicológicas

Psicológicamente, é indefinida. Pensa e age como um animal, reagindo de forma instintiva, tanto no ataque quanto na defesa. Não fala nem formula o que quer que seja, pois não é capaz. Seria literalmente uma criatura selvagem, baseada na auto-preservação e no pensamento espacial, visando a sobrevivência e a ação, mas não a lógica ou o raciocínio, apesar de possuir uma percepção aguçada, mas lhe falta treinamento formal e conhecimento - poderia se tornar alguém inteligente, mas sempre vai ser do tipo mais prático do que teórico.


História

Ela devia ter morrido. Não uma ou duas, mas várias vezes nos últimos anos. Oportunidades para isso nunca faltaram, desde o seu nascimento. Mas, contrariando todas as expectativas e chances, ela viveu. Talvez Tique houvesse lhe dado uma mão, ou talvez estivesse apenas se divertindo um pouco. Ela não sabia, nem nunca se preocupou. Aliás, "ela" era um eufemismo. Não era realmente como se pudessem se dirigir a ela de qualquer forma. Ela não era humana ou, ao menos, nunca havia sido criada como uma, e seus pensamentos eram tão animalescos quanto seu comportamento.

"Ela" não possuía um nome. Nunca teve uma família que lhe desse um, ou que a ensinasse a pronunciar qualquer coisa. Os rugidos que saíam de sua garganta eram guturais e desarticulados, não mais que uivos e rosnados - assim como o daqueles que a acolheram.

Sem pai, mãe ou qualquer um que se responsabilizasse por ela ou soubesse de suas origens, futuramente nem mesmo ela saberia explicar o que lhe ocorreu. Só sabia de uma coisa: a matilha era sua família.

Criada entre os lobos, aprendeu a agir e se comportar como eles - talvez até a pensar como um, reagindo na base do instinto, lutando quando deveria lutar, abaixando a cabeça quando deveria aceitar a decisão do alfa - seu pai, ou o mais próximo disso que poderia ter. Sua relação com os lobos eram de irmandade, não mais do que isso, mas assim como lutava por eles, nenhum hesitaria em pular sobre a garganta de qualquer um que a ameaçasse.

E ela vivia com eles, aprendia com eles e crescia com eles. Uma família. Ter sido aceita e criada assim era o primeiro milagre. O segundo foi ter se adaptado. As peles rústicas eram restos de caçadas anteriores. Não tendo sido tratadas o couro era fedorento e pútrido, decompondo-se lentamente, mas cumpria seu objetivo enquanto era passível de utilização: a impedia de morrer de frio. Quando os ventos eram inclementes, aconchegava-se entre a matilha, geralmente procurando tocas, cavernas ou grutas para escapar das intempéries.

Ela nunca soube o que era fogo ou carne cozida. Por outro lado, instintivamente descobriu que por vezes apenas força bruta não lhe bastava, estando em desvantagem contra seus irmãos animais: eles a matariam fácil, se desejassem. Claro, tinha alguns truques que eles não possuíam: aprendera a subir nas árvores, ainda que não fosse tão bem quanto em terra, e descobrira que podia comer outras coisas - frutos e raízes - o que lhe ajudava em tempos que a caça rareava e a fome fazia morada nos estômagos da alcatéia; aprendera também a utilizar algumas ferramentas rústicas - não sabia produzir nada e seus dentes e garras eram fracos em comparação com seus irmãos, mas pedras e paus poderiam minimizar as desvantagens, mesmo que não tivessem durabilidade.

Seu corpo era mais fraco,  e não tão ágil quanto o deles, mas executava as mesmas funções. Ela sabia seguir em silêncio e emboscar uma presa, atravessar a neve quase sem produzir ruídos e correr para escapar de um perseguidor ou agarrar o jantar fugidio. Era também resistente, moldado pela natureza cruel que a cercava, dando-lhe atributos acima da média. Era uma sobrevivente, mesmo que fosse pouco mais do que uma besta, andando sobre quatro patas e espreitando em silêncio.

Seu espírito era tão feroz quanto os lobos que a criaram: o olhar selvagem, a alma rústica e endurecida, do tipo que não desiste de uma empreitada, que não abandona a caçada até a presa estar morta. Mesmo alguns se seus irmãos afastavam-se antes seus desafios silenciosos, quando as almas ficavam frente a frente, encarando-se.

Se algum "humano" a visse, certamente não pensariam ser da mesma espécie. Ela era uma selvagem, um monstro. Ela mesma não se lembrava de ter visto nenhum outro animal que não andasse sobre as quatro patas, mas rumores de um vilarejo próximo indicavam que alguém a havia visto. O monstro que caminhava na neve em companhia dos animais, comendo carne crua e uivando com os lobos: wendigo.

Quisera o destino ou o capricho das Moiras que um grupo de pessoas fossem ali justamente para investigar tais boatos; estrangeiros que diziam não ter medo da tal assombração. Eles a caçariam - disseram - e colocariam fim aos problemas. Talvez ganhassem algo com isso, talvez não, mas não é relevante. O fato é que, em suas buscas, eles finalmente a encontraram.

O primeiro a tombar foi um deles, nas garras de um de seus irmãos, um grande lobo cinzento. Os outros dois se afastaram, atônitos, enquanto viam a garganta do colega ser estraçalhada, o jato de sangue tingindo a neve de rubro.

- Scheiße!*

Ela não entendia a língua, um rosnado diferente do de sua matilha, mas não tinha importância. Eles eram invasores, haviam colocado a alcatéia em perigo, haviam ameaçado sua família. O segundo deles levou algo à boca - ela não sabia o quê - mas um som estranho tomou conta de seus ouvidos. Ele falava algo - ela não entendia, não compreendia nada, mas a matilha se acalmava. Os rosnados tornavam-se mais baixos, e sua família a encarava, os olhos animalescos voltando-se dela para os estranhos, para os intrusos. Parecia que o combate acabaria ali. O beta a empurrou com o focinho, indicando para que fosse com eles. A matilha estava abandonando-a? Ela não conseguia compreender. Eles já se afastavam alguns passos quando o primeiro intruso - o que havia rosnado - reagiu de forma inesperada. O ganido alto perfurou o ar, e seu irmão tombava. Dessa vez, fosse qual fosse a conversa, não faria com que a matilha se acalmasse. Os uivos cortaram o ar e os lobos avançaram. Eles não mais pediam que avançasse, protegendo-a dos estranhos, ainda que algo neles fazia com que quisessem se afastar. Apenas a necessidade de defesa fazia com que continuassem o combate, enquanto os filhotes e as fêmeas eram encorajados a fugir.

- Seu...! Eles já estavam calmos! Não iam mais atacar!

As palavras vinham ofegantes, enquanto tentavam investir contra os lobos ao mesmo tempo que procuravam esquivar-se.

- Cale a boca, Grass, a menos que queira se juntar a eles! Você viu o que fizeram... Acha mesmo que nos deixariam partir?

Ela não sabia as palavras, mas sentia a tensão. eles não eram unidos como a sua família, eles não eram mais fortes... Não poderiam ser. Contudo, sua convicção fraquejou quando viu mais um dos seus tombar. Eles tinham aquelas coisas brilhantes e eram fortes, mais fortes que qualquer outro animal. Não eram presas, não eram caça, e sentiu o ganido se formando em sua garganta. Quando o pai saltou sobre o intruso, aquele que matara seu irmão, ela viu o que ia acontecer, previu o caminho da garra brilhante... E o impediu. A garra dele era longa, mais longa que qualquer uma que ela tinha visto, e perfurou sua barriga. A dor a invadiu instantaneamente, mas ela não recuaria, atacando-a também. Suas garras não eram tão fortes, não eram tão afiadas, mas ela as usava freneticamente, equilibridando-se apenas sobre duas patas, algo que lhe era incomum, enquanto o arranhava, provocando um corte profundo no seu atacante, indo do seu olho esquerdo até o canto de seus lábios. Ele gritou, soltando a arma e afastando-se, as mãos sobre a face, enquanto sua matilha uivava o toque de retirada. O outro não era tão ameaçador, e não impediu os lobos, apenas mantendo-se seguro e distante. E ela correu, sem nem ao menos notar a aura azulada e o vento frio que circundavam seu corpo.

Os passos eram trôpegos na neve, o rastro, mais do que de pegadas, de sangue. Ela não conseguiria acompanhá-los, não dessa vez. Apertava o ferimento com uma das mãos, a outra levando a garra dourada. Por um tempo, abraçou-se a um de seus irmãos, deixando que a carregassem, mas eles também estavam cansados, também estavam feridos. Eles deviam ter fugido antes, deviam ter deixado os de duas patas seguir adiante, mas agora era tarde. E os intrusos não desistiriam, ela sabia, ao menos não aquele. Um predador sabia reconhecer outro, e seu olhar lhe dizia que ele também era selvagem. Seu rugido e sua pelagem eram diferentes, mas ele era tão feroz quanto ela. Ele era um caçador, ele era vingativo e ele estava com raiva.

Ela despediu-se de sua família. Foi duro. Sentiu a pelagem de seu pai mais uma vez contra si, a última vez; um pêlo denso, quente e macio, e o focinho gelado a tocar seu pescoço, logo abaixo do queixo. Seus olhos ardiam. Que sentimento era aquele? Era água, água de seus olhos, e era salgado... Ela nunca havia tido isso antes... Seria por que estava ferida? Não sabia, não compreendia, mas o peito - intacto - doía mais do que a barriga perfurada. Ganiu baixo com seus irmãos, e ficou olhando-os se afastar enquanto aconchegava-se no buraco de uma antiga toca. O gelo amenizava a dor, mas ainda sangrava. Talvez, até a noite, já não fizesse mais diferença. Ao menos a matilha ficaria bem.

A noite já se aproximava, ela sentia. Não tinha uma noção de tempo, mas via a claridade diminuir no horizonte. Já não doía mais, o corpo mole e indolente em seu berço de neve. E então o frio - um frio diferente daquele que ela conhecia. Ele estava ali - era isso o que este frio queria dizer - ele a havia encontrado. Tentou se mover, mas o corpo não respondia, e então a voz. Não importava o que disesse, não era bom, e isso era o suficiente para se saber.

- Ora, ora, o que temos aqui? Uma lobinha, hun?

- Günther...

Ele olhava para trás. O outro também estava lá, mas seus olhos eram diferentes - eram olhos piedosos, não olhos de matador como os do outro.

- Ei sei, eu sei... Mas eu também quero me divertir um pouco... O corte ainda arde, sabia?


A última frase era pra ela, que tremia e rosnava. Ela queria fugir, precisava fugir - algo nele a forçava a isso, mas estava acuada. Não tinha outra alternativa a não ser atacar, e foi o que tentou fazer, com a garra brilhante, mas a arma estranha e o corpo cansado não auxiliavam, e ele desviou fácil, revidando. O primeiro chute pegou em seu rosto, fazendo os ossos do seu queixo e nariz estalarem, fazendo-a sentir mais uma vez o gosto de sangue. Ele abaixou-se, segurando seus cabelos e puxando sua cabeça para trás com uma das mãos, forçando-a a olhar para ele enquanto recuperava sua arma, apontando-a para a garganta da garota.

- É melhor não tentar isso de novo, está ouvindo, cadela? Semideusa ou não, na próxima vou cortar sua garganta e te transformar em um casaco de couro.

Ele aproximava a lâmina, cortando de leve sua pele, reforçando o que dizia. Apesar do medo, a raiva ainda dominava, fazendo-a rosnar baixo, os olhos amendoados o encarando.

- Eu gosto desse olhar... Faz de você um brinquedo muito mais interessante, mas se eu fosse você aprenderia a me comportar rapidinho, se não quiser acabar como aqueles ali...


Ele a forçava a olhar sua bagagem, um pequeno acomodado de coisas sobre dois esquis, largado em um canto. Sobre eles, a pele de seus dois irmãos mortos. A água invadiu os olhos dela mais uma vez.

- Pobre pulguenta...

O rosto dele próximo, os olhos claros e gelados, divertindo-se com a sua dor. Reunindo o pouco que restava de suas forças ela encheu uma das mãos de neve, atirando-a contra o rosto dele, tendo o efeito desejado mais uma vez, afrouxando o aperto o suficiente para se afastar. Mais uma vez, a ira dele foi despertada.

O monstro de duas patas se levantou, chutando-a no abdômen. Ela ganiu mais uma vez, encolhendo-se, enquanto o sangue antes estancado voltava a correr mais uma vez.

- Você vai matar ela desse jeito!


- Nah... Ela aguenta!


A voz era áspera. A forma como ele se diria a ela era assim, o som a machucava tanto quanto se ele jogasse areia em seus ferimentos. Ele guardou a garra brilhante, usando ambas as mãos para levantá-la, e ela se deixou conduzir, esgotada, o corpo pendente como uma boneca de pano.

- O que pretende fazer?

Seu caçador riu.

- Ora, você é o sátiro protetor aqui, certo? Eu vou fazer o que você disse... Levá-la ao acampamento. Amarre-a. Não queremos que nosso novo  bichinho de estimação fuja, não é?


O sátiro obedeceu. As palavras de ... davam a entender que ele era quem comandava, como um sátiro veterano, mas não era verdade. O rapaz era o verdadeiro chefe, um chefe cruel e impiedoso, e ele tinha certeza de que seu couro valeria tanto para o garoto quanto o dos dois lobos ali. O rapaz o amedrontava, e ele calou-se mais uma vez, fazendo o trabalho em silêncio, apesar de achar desnecessário: a garota, se sobrevivesse - e ele tentari curá-la, com seus poderes e o pouco de ambrósia e néctar que carregava - não fugiria novamente. O lobo havia sido colocado na coleira. Eles domaram o wendigo, arrancando seu coração ao matar parte de sua família.

O semideus observou o trabalho, aprovando com um ruído de satisfação final, antes de atirá-la como um saco de batatas sobre as peles no trenó. Mais uma vez a dor, mas dessa vez ela não emitiu nenhum som. A saliva dele atingiu-a no rosto, enquanto ele a olhava com desprezo.

- Aprenda o seu lugar!

Ela não reagia mais, a inconsciência tomando conta do seu corpo, a visão já embaçada. Antes que apagasse, ouvu apenas a voz, rosnando novamente, um som que ouviria muito dali por diante, um som que aprenderia a odiar, mas sobre o qual passaria a responder.

- Schmutziges Tier!*



Observações

O personagem Günther é real, futuro filho de Deimos (explicando as reações de medo da personagem), e será uma trama conjunta. Grass é apenas um NPC.

Scheiße = Palavra de baixo calão muito popular.

Schmutziges Tier = Animal imundo.

Wendigo = (também Windigo, Windago, Windiga, Witiko, Wihtikow e outras variações) é um criatura sobrenatural que faz parte da mitologia do povo indígena da América do Norte Ojíbuas. De acordo com a mitologia, o Wendigo é formado a partir de um humano qualquer, que passou muita fome durante um inverno rigoroso, e para se alimentar, comeu seus próprios companheiros. Após perpetuar atos canibais por muito tempo, acaba se tornando este monstro e ganha muitos atributos para caçar e se alimentar mais como, por exemplo, poder imitar a voz humana, escalar árvores, suportar cargas muito pesadas, e além disso tem uma inteligência sobre-humana. O Wendigo também tem a capacidade de hibernar por anos, e para suportar os invernos, estoca suas vítimas em cavernas subterrâneas onde as devora lentamente. De acordo com a mitologia indígena, para destruir um Wendigo é preciso queimá-lo, pois segundo os indígenas, Wendigo tem um corpo sobre-humano também que lhe permite sobreviver a qualquer tipo de ferimento inconstante. [Definição da Wikipédia, porque é mais fácil. É apenas para entender por quê os poucos que a viram relacionaram com isso.



Legendas

Narração
Günther
NPC

Thanks B'doll @ TPO
Tier Schmutziges
Filhos de Despina
Mensagens :
2

Voltar ao Topo Ir em baixo

Re: Ficha de Reclamação

Mensagem por Carmine Honeycutt em Dom 17 Nov 2013, 01:31



Ficha de Reclamação
Isabel Rochev
— Por qual Deus você deseja ser reclamado? Caso não queira ser um semideus, qual criatura mitológica deseja ser?
Héracles

— Cite suas principais características físicas e emocionais.
Apesar da afiliação divina, Isabel é uma garota extremamente delicada, e de aparência frágil. Possui um corpo magro e alongado, e sua pele absurdamente clara é contrastada pelos cabelos e olhos escuros. A flexibilidade e elegância angariada pelos anos de prática de balé clássico concedem uma graciosidade característica a cada um de seus movimentos. A força descomunal herdada por Isabel contradiz sua aparência, e frequentemente assusta aqueles que a presenciam.

Sua personalidade reforça sua delicadeza, por Isabel mostrar-se extremamente polida e calma, tal como paciente, amigável e generosa. Seu comportamento fino passa, para alguns, a imagem de uma garotinha entojada e mimada, o que não condiz com a realidade.

— Diga-nos: por quê  quer ser filho de tal Deus - ou ser tal ser mitológico?
Além do gosto pelas habilidades dos filhos do deus Héracles, busco criar uma interpretação inovadora, centrada em aspectos conflitantes. Como uma filha de Héracles, planejo criar narrações diversificadas, que envolvam uma garota delicada lidando com as habilidades de um brutamontes, enquanto, paralelamente, enfrenta as dificuldades de descobrir-se uma semideusa.

— Relate a história da sua personagem - não haverá um limite de linhas definidos, deixe a sua criatividade fluir.
Natural de Nova York, mais especificamente do Brooklyn, Isabel cresceu num meio um tanto quanto oposto à sua personalidade. Sua mãe, Yulia Rochev, também nascida e criada no bairro por pais russos, dava aulas de Boxe numa academia própria, que era a fonte de renda da família. Criada por mãe solteira, a garota nunca sentira falta de um pai, assim como nunca se interessou em conhecer a identidade de seu progenitor. Mesmo apoiando o negócio, Isabel não tinha nenhum gosto pelo esporte, e sempre recusava os convites da mãe para praticá-lo. Além das dificuldades na escola, teve uma infância quase normal.

O que lhe era estranho, é que vez ou outra Isabel demonstrava lapsos de uma força descomunal, os quais fazia o possível para esconder, mantendo a expressão "Foi um acidente" na ponta da língua. Havia momentos em que pensava quer aquela força era algum tipo de herança genética concedida pela mãe, a fisiculturista nata, mas deixava o pensamento de lado pelo quão tolo ele parecia. Era realmente uma aberração.

No meio desses conflitos secretos que atormentavam a infância de Isabel, a garota descobriu na dança o escape para seus problemas. Uma ex-bailaria de carreira internacional, Fiora Laurent, após a aposentadoria, fixou residência no Brooklyn, seu bairro de origem, e lá abriu uma companhia comunitária de balé clássico.

Nos fins de tarde, horário de pico na academia da mãe, Isabel escapava para o estabelecimento da vizinha Fiora, onde tomou lições de balé dia após dia, e foi tomando amor pela dança. Não demorou muito para que a pequena Isabel se tornasse a melhor da classe, assim como a favorita da docente.

Por outro lado, as aulas de balé foram mantidas em segredo da mãe por quase um ano, uma vez que Isabel temia por sua reação ao receber a notícia. Mas como mentiras têm pernas curtas, certa vez Isabel foi flagrada por sua mãe tentando esconder as sapatilhas de dança no fundo da gaveta, e nada pôde fazer senão revelar seu segredo a ela. A princípio, Yulia não se agradou muito pela ideia, mas, por muita insistência da filha, acabou permitindo.

Uma vez livre do segredo, Isabel empenhou-se ainda mais nas aulas de balé, e chegou à adolescência com a vida dedicada à dança. Nesse meio tempo, ainda buscava uma maneira de controlar seu surtos de super-força, que se tornavam cada vez mais constantes e atraíam ainda mais atenção.

Apesar dos contratempos gerados por sua habilidade grotesca, Isabel atingiu o auge do seu aprendizado quando foi escalada para interpretar o papel principal no musical da companhia, O Lago dos Cisnes. Empolgada com a conquista, ela deu tudo de si nos ensaios e na prática da coreografia, mostrando-se totalmente familiarizada com a personalidade da personagem: Odette, o cisne branco, doce e amável.

No grande dia da apresentação, Isabel brilhou nos primeiros atos, mostrando calma e elegância em demasia para uma primeira performance. O cenário e a iluminação simples deixaram a desejar, mas sua presença no palco completava o espetáculo.

Chegado o grande final do musical, a morte do cisne branco, encenado com a queda da bailarina, Isabel  equilibrou-se uma última vez na ponta dos pés, antes de jogar-se do andaime para o acolchoamento logo atrás. Estava tudo dando certo, mas, por precaução, Isabel tentou amaciar a queda com as mãos, por puro reflexo.

Como resultado, a força descomunal da bailarina fez-se presente, e o palco de madeira cedeu sob suas mãos, reduzindo-se a ruínas. Por um momento Isabel ofegou, e, no momento seguinte, tudo ficou escuro.





Duas horas mais tarde daquele mesmo dia


O céu escuro e sem estrelas parecia um imenso vazio a Isabel, que o olhava pela janela do carro. Ela havia acabado de deixar o hospital, do qual fora liberada após acordar do desmaio. No acidente, a garota apenas bateu a cabeça, sem sofrer nenhuma fratura ou sequelas graves.

Sua mãe dirigia em silêncio, enquanto Isabel choramingava no banco ao seu lado. Só se deu conta que as luzes da cidade estavam ficando para trás quando o veículo parou no acostamento da estrada, à sombra nebulosa de uma colina.

— Onde estamos? — perguntou à mãe após descerem do veículo, secando as lágrimas com a manga do agasalho. A verdade é que Isabel não importava com onde estavam, mas apenas com o que seria de sua carreira como bailarina, ou o quão decepcionada estaria Fiora após aquele vexame.

— Não faça perguntas, minha filha. Venha comigo. — Yulia pegou a filha pelo antebraço e a conduziu colina a cima. Isabel não demonstrou resistência, mas acompanhou a mãe com certo receio.

No topo da colina, um arco com inscrições indistinguíveis pela falta de iluminação se situava de modo anormal no meio das árvores. "Hã?", pensou Isabel, mais teve sua atenção desviada instantaneamente para uma figura posicionada sob o monumento: um homem numa cadeira de rodas.

— Boa noite, minhas caras. Sejam bem-vindas ao Acampamento Meio-Sangue. — saudou o homem, soando tão amigável quanto sua aparência. — É um prazer revê-la, Sra. Rochev.

Isabel lançou um olhar intrigado para mãe, questionando-a mentalmente a respeito da origem de sua relação com aquele homem. Yulia não a olhou nos olhos. Apenas aproximou-se mais do cadeirante, trazendo a filha consigo.

— Cuide bem da minha menina, Quíron. — murmurou a mulher com a voz fraquejando, e envolveu a filha num abraço apertado logo em seguida. — Eu te amo, Isabel, e isso é para o seu bem. Nos veremos de novo em breve.

A garota retribuiu o abraço sem muito entender, então indignou-se quando a mãe a entregou ao homem com uma ligeira relutância. Isabel fez menção a se afastar, mas o tal Quíron a segurou pelo pulso, com firmeza, mas sem violência.

— Você está em casa agora, criança.




Naquela noite, a mais estranha da vida da jovem Isabel, ela descobriu-se uma semideusa: filha de pai deus e mãe mortal. Portas para um novo mundo abriram-se diante dos seus olhos à medida em que lhe eram explicadas todas as perguntas que martelavam em sua cabeça desde a infância: da sua dificuldade de aprendizado até o palco arruinado durante seu espetáculo.

Tanto sua mãe quanto Quíron, que lhe fora apresentado como um centauro — sim, um centauro — responsável pelas atividades no Acampamento, sabiam a respeito do seu progenitor divino: Héracles, o semideus proclamado deus da força.

A partir daquele dia, Isabel embarcou no segundo ato de sua vida, onde não havia mais segredos, apenas novas descobertas a cada instante. Apesar da saudade que tinha das classes de Fiora e da mãe, estava satisfeita em encontrar um lugar ao qual pertencesse, rodeadas de pessoas com ela.



Carmine Honeycutt
Filhos de Herácles
Mensagens :
76

Voltar ao Topo Ir em baixo

Re: Ficha de Reclamação

Mensagem por Leon Kennedy em Dom 17 Nov 2013, 13:16

▬Por qual Deus você deseja ser reclamado? Caso não queira ser um semideus, qual criatura mitológica deseja ser?
Hermes, deus dos ladroes e viajantes.

▬ Cite suas principais características físicas e emocionais
Leon possui uma beleza jovial, um sorriso travesso e um olhar muitas vezes misterioso. Simpático, vive fazendo piadinhas toscas e maliciosas, não perde a oportunidade de zombar alguém se metendo em encrencas constantes por esse motivo, além de ser um tanto competitivo. Não pensa muito antes de agir, apesar de ser bem inteligente em montar bugigangas ou planos que na maioria das vezes servem para furtar pertences dos outros com mais facilidade.

▬ Diga-nos: por quê  quer ser filho de tal Deus - ou ser tal ser mitológico?
porque Hermes é vagabundo que nem eu.

— Relate a história da sua personagem - não haverá um limite de linhas definidos, deixe a sua criatividade fluir.
Nasci exatamente a dezesseis anos atrás. Na cidade de Vancouver. Sou filho da empresaria Jheny Kennedy, dona de uma empresa de veículos. Não somos exatamente unidos, desde que eu nasci, ela tem se empenhado cada vez mais ao trabalho, deixando-me sempre sozinho.
Minha infância fora muito conturbada. Nunca tive amigos, minhas notas, sempre horríveis, nunca passei mais de um ano em uma escola, os garotos sempre mexiam comigo. Tudo fora marcado em minha vida, da pior maneira possível. Sempre tentei ser o melhor possível, não queria decepcionar a minha mãe. Solteira, vivendo apenas pelo trabalho, acho que não seria justo impor tantas dores de cabeça a uma única pessoa. Mas a questão era, eu não conseguia simplesmente ser normal. Todos esses fatos levaram a uma atitude desesperada vinda por parte de minha mãe. Foi a fase mais marcante da minha vida. Ela não aguentava mais todas as minhas atitudes, as expulsões, as suspensões, as brigas, os desentendimentos, não daria mais para aguentar, eu imagino. Ela procurou então por todos os cantos, todas as cidades até encontrar, um internato.
Aos doze anos, fui mandado para viver em um internato ao sul de Chicago, um pouco longe de casa, mas era para o meu próprio bem, segundo a minha mãe. Isso causou uma enorme revolta dentro de mim, não por ter sido mandado para fora de casa, mas sim, por decepcionar a única família que até então eu conhecia. Os anos no internato foram bons, não tive como reclamar, não tinha inimigos, as pessoas não me tratavam como um diferente, era como se ali, eu tivesse construído uma nova família. As aulas eram interativas, consegui aprender muito. Não só intelectualmente mas sim, espiritualmente. Antes pensei que fossem ser os piores anos de minha vida, mas aquele tempo, foi o melhor que eu já tive. Sorrisos e lágrimas vieram, junto com mortes e chegada de novas pessoas ali. Tanto tempo se passara, pareciam dias, mas já eram anos. O tempo não tinha piedade por mim, passava como as águas correntes de um córrego. Mas enfim, depois de três anos ali, algo aconteceu comigo. Algo comum, porém inexplicável.
Me apaixonei. Sim, um sentimento tão devastador, tão mortalmente assassino, porém inevitável. A garota era simplesmente magnifica, seus longos cabelos ruivos e olhos azuis, chamavam a minha atenção, sua pele cor de neve, seu nome era Rebeca, ela parecia congelar os meus batimentos. Os dias que passavam rápido, começavam a voar enquanto eu ficava perto dela, dias passaram a ser horas, meses, semanas. Era inexplicável. Nós simplesmente nos amávamos. Finalmente mais um ano se passou, era meu aniversário de dezesseis anos. Meus amigos me rodeavam ao redor de um enorme bolo, era algo que eu não estava acostumado a presenciar, mas era feliz. Rebeca chegou ao meu lado, estava linda, vestia um vestido vermelho, combinava com a cor de seus cabelos e realçava a sua linda e pálida pele. Sussurrou em meu ouvido, baixinho, para ninguém além de mim, ouvir.

- Estou grávida...

Aquilo me pegou como uma bomba, como uma bala penetrando o coração. Eu sorri, meus olhos se encheram de lágrimas, estava muito feliz para acreditar. Meu sentimento de euforia deu lugar ao algo mais parecido com pânico quando um estrondo seguido de uma explosão cercou o lugar. Tossindo devido a poeira eu levantei sem conseguir ver nada nitidamente. Quando a poeira baixou eu me dei conta do que estava acontecendo. Parecia um sonho, ali havia uma criatura terrível, uma especie de leão com asas, seu rosto era de águia. Eu conhecia aquela criatura de alguns sonhos passados, seria um... Um.. Um grifo. Um grifo estava atacando todos os meus amigos, destruindo meu aniversario, acabando com as minhas lembranças. Isso não poderia estar acontecendo. Paralisado, eu desperto quando ouço o grito de uma voz familiar, era Rebeca. Um sentimento de fúria começou a correr por minhas veias, corri até aquele mostro que a segurava firmemente, cravando suas garras no corpo pálido da garota, transformando-o de um doce branco á um terrível vermelho sangue. A criatura então a atirou no chão, corri até ela. Ajoelhei-me ao seu lado, mas era tarde. Seu corpo já estava sem vida. Um ódio maior começou a jorrar dentro de mim, um grito de fúria saio de minha garganta. Olhei para a criatura e caminhei sem temer até ela. Precisava de algo, mas o que? Continuei a procurar pelo chão, mas fui interrompido quando a criatura me jogou para trás, cravando as suas garras em mim. Tentei me levantar, mas o peso da criatura estava jogado sobre mim. Um barulho de metal quebrou o silêncio tortuoso de meus pensamentos. Um garoto havia acertado a criatura com uma barra de ferro. Levantei zonzo sem reconhece-lo. A criatura se levantara novamente. Peguei a barra de ferro e comecei a bater em sua cabeça, a criatura virou pó. Caí ali de joelhos e comecei a me lamentar por tudo o que havia acontecido. Foi daí que um garoto com andar esquisito se aproximou de mim e disse:

-  Leon, tem de partir. Vá para Long Island. Lá, encontrará o acampamento, aqui não estarás seguro.

Não sabia se acreditava no garoto, mas não tinha escolha. Antes de me arrepender eu saí dali, andando, só com as roupas do corpo. Fui andando de Chicago até Long Island. Uma dura e cansativa jornada, perseguido mais e mais vezes por criaturas cada vez mais repugnantes. Com medo, com frio, com fome. Sem achar uma saída, começando a enlouquecer e me xingar por ter acreditado num estupido garoto, eu finalmente cheguei ao estreito de Long Island. Por ali começo a encontrar uma enorme vista, um acampamento, realmente existia! Não estava louco. Mas sim cansado, muito cansado. Subi todo o estreito pedindo para morrer a cada passo, não aguentava mais andar. Quando cheguei no topo eu caí de joelhos exausto, um homem de cadeira de rodas me esperava na entrada, vendo o meu estado ele me levou para dentro. Apaguei a partir de então. Dormi um sono profundo, por um tempo que eu não saberia se não houvessem me contado, porém quando acordei me disseram, três dias. Eu estava em uma especie de enfermaria, haviam macas e outros garotos e garotas por ali. O homem que eu havia visto antes estava ali, junto com o garoto que me mandara ir até o acampamento. Ele então me explicou toda a verdade, compreendi tudo a partir de então. Minha mãe achava que eu tinha morrido no ataque, perdi minha namorada e meu futuro filho, não havia mais nada a perder se ficasse ali e treinasse para me tornar um poderoso semideus. Hoje, estou aqui, passaram-se meses desde que tudo aconteceu, meus amigos e o centauro Quíron esperam-me na arena. Então depois conto-lhes como foi o treino, adeus.
Leon Kennedy
Indefinido
Mensagens :
4

Voltar ao Topo Ir em baixo

Re: Ficha de Reclamação

Mensagem por Conteúdo patrocinado Hoje à(s) 16:14

Conteúdo patrocinado

Voltar ao Topo Ir em baixo

Página 6 de 40 Anterior  1 ... 5, 6, 7 ... 23 ... 40  Seguinte

Ver o tópico anterior Ver o tópico seguinte Voltar ao Topo

- Tópicos similares

Permissão deste fórum:
Você não pode responder aos tópicos neste fórum