Ficha de Reclamação

Página 2 de 50 Anterior  1, 2, 3 ... 26 ... 50  Seguinte

Ver o tópico anterior Ver o tópico seguinte Ir em baixo

Ficha de Reclamação

Mensagem por 128-ExStaff em Ter 08 Out 2013, 19:36

Relembrando a primeira mensagem :



Olá, Campista!



Como já devem saber, este é um fórum de RPG que procura seguir a história da série de livros 'Percy Jackson e os Olimpianos', de Rick Riordan. Não obstante, nós também oferecemos a você a oportunidade de viverem e interpretarem estes heróis semideuses, ou até mesmo outras criaturas mitológicas, criando suas próprias histórias e divertindo-se com elas. Para que possam participar de tais histórias, você deverá preencher uma ficha e postar neste mesmo tópico; a mesma encontra-se logo abaixo.

Para cada afiliação, você ganhará Poderes específicos - para tornar tudo um pouco mais 'real -, bem como ganhará presentes específicos: armas, itens de combate... Clique Aqui e Aqui para ver, respectivamente, estas listas de poderes e presentes de reclamação (lembrando que, assim que forem reclamados, um deus ADM irá atualizar seu rank, sua filiação e seus presentes)

Nem sempre você passará no teste, mas não desanime, tente novamente ou procure por outro deus... No caso de Zeus, Poseidon e Hades, o teste NÃO É VÁLIDO, pois estes Deuses efetuam testes mais severos. Os Três Grandes fazem concurso mensal para a escolha de um novo filho. Para saber a data do próximo concurso, fiquem de olho nos anúncios globais; a qualquer hora, um novo teste será postado.

Porém, caso se interesse por ser filho de Nyx, Melinoe, Athena ou Perséfone, atente para a ficha; ela será a mesma que para qualquer outra afiliação mitológica, mas será avaliada de forma mais rígida por um de nossos deuses.

Lembrando que o único propósito da ficha é a reclamação do personagem. Qualquer item desejado, além da faca inicial, ganha no momento de inscrição do fórum, e dos presentes de reclamação - adquiridos caso a ficha seja efetivada - devem ser conseguidos in game, através de forjas, mercado, missões e/ou DIY.


Dúvidas? Contate um dos deuses ou um dos monitores de nosso Fórum, via MP ou Chatbox! Sintam-se livres para perguntar, e não tenham vergonha!






Ficha de Reclamação!




▬ Por qual Deus você deseja ser reclamado? Caso não queira ser um semideus, qual criatura mitológica deseja ser?

▬ Cite suas principais características físicas e emocionais.

▬ Diga-nos: por quê  quer ser filho de tal Deus - ou ser tal ser mitológico?

▬ Relate a história da sua personagem - não haverá um limite de linhas definidos, deixe a sua criatividade fluir.
OBS: O player não é obrigado a ir ao Acampamento, mas deve narrar a descoberta de que era um semideus e o momento da reclamação- e se não foi indo a Long Island, como foi?





♦ Lembrando que todas fichas receberão uma avaliação condizente, mas a aprovação não é automática, sendo que a resposta pode ser negativa dependendo da qualidade apresentada. Determinados nick's que não seguirem a regra também terão a ficha desconsiderada. [Leiam as regras aqui]


.:.:.:.


▬ Lista de Afiliações divinas disponíveis atualmente no fórum, bem como os seres mitológicos disponíveis para serem interpretados:


.:.:.:.

Centauros
Dríades
Filhos de Afrodite
Filhos de Apolo
Filhos de Ares
Filhos de Athena *
Filhos de Deimos
Filhos de Deméter
Filhos de Dionísio
Filhos de Éolo
Filhos de Eos
Filhos de Hades **
Filhos de Hécate
Filhos de Hefesto
Filhos de Héracles
Filhos de Hermes
Filhos de Héstia
Filhos de Íris
Filhos de Melinoe *
Filhos de Morfeu
Filhos de Nyx *
Filhos de Perséfone *
Filhos de Phobos
Filhos de Poseidon **
Filhos de Quione
Filhos de Selene
Filhos de Thanatos
Filhos de Zeus **
Náiades
Sátiros

* = As fichas destinadas à tais patronos requerem uma avaliação mais rígida;
** = Os Três Grandes fazem concurso mensal para a escolha de um novo filho;
128-ExStaff
128-ExStaff
IndefinidosPercy Jackson RPG BR

Mensagens :
2022

Voltar ao Topo Ir em baixo


Re: Ficha de Reclamação

Mensagem por Joe Bullock em Dom 13 Out 2013, 21:59

▬ Por qual Deus você deseja ser reclamado? Caso não queira ser um semideus, qual criatura mitológica deseja ser? Hefesto

▬ Cite suas principais características físicas e emocionais.tenho 1,85 de altura, pele parda, cabelo curto e preto, sou Forte mas não muito definido. Gosto de fazer as pessoas rirem e uso muito sarcasmo as vezes, sou um amigo fiel e prestativo para aqueles que conquistarem minha amizade.as vezes fico meio distraído ou atrapalhado...é meu jeito natural de ser.

▬ Diga-nos: por quê  quer ser filho de tal Deus - ou ser tal ser mitológico? Queria ser filho de Lord Hefesto por que ele é o olimpiano com quem mais me identifico, ele gosta de fazer as coisas com perfeccionismo, ele é criativo e um deus com varias habilidades que usa para ajudar quem precisa criando armas, escudos, armaduras e etc.

▬ Relate a história da sua personagem - não haverá um limite de linhas definidos, deixe a sua criatividade fluir.

Comecei a correr por aquela rua deserta e minha mente estava começando a compreender as coisas mais claramente, quando virei em um beco e percebi que estava sem saída minha vida passou pelos meus olhos como se ali fosse se tornar meu tumulo...
Quando tinha 13 anos e vi minha mãe morrer devido a sua frágil saúde isso foi um baque muito grande, pois eu sempre fui muito ligado a ela pelo fato do meu pai ter morrido antes que eu nascesse então ela era minha única referencia de uma família de verdade, quando ela se foi ela não queria que eu ficasse com o serviço social então ela me deixou com meu primo mais velho. O nome dele era Johnny Townley e ele era um cara legal, me tratava mais como um irmão do que como um primo, e isso era algo que eu realmente admirava já que eu tinha uma certa dificuldade em interagir com os outros... antigamente me sentia melhor com maquinas do que com pessoas, mas com ele era como se nós fossemos irmãos de verdade. Ele tinha uma oficina de motos em West Chester e adorava me ensinar a mexer nas motos e em outras coisas que eu poderia consertar como eletrodomésticos, carros e até maquinas grandes. Por alguma razão eu adorava montar coisas e interagir com maquinas, fazia isso muito bem, com 13 anos já fazia reparos e montava motos e maquinas de maneira que só um adulto com muitos anos de carreira conseguiria. Não só isso como também projetava melhorias nas motos e sabia dirigir muito bem (ok, você deve estar pensando “que tipo de adulto deixaria uma criança dirigir?” Bem, o Johnny sabia que eu era uma criança com habilidades bem melhores que a de muitos adultos).
- Você é bom garoto, mas eu ainda acho que você pode ficar muito melhor... Assim como eu.
A humildade não era exatamente o forte dele e eu sempre achei isso muito engraçado porque me motivava a continuar a sempre fazer melhor.
Minha vida foi ótima por esses Até que um dia quando tudo começou... Aquelas visões bizarras de coisas que não deveriam estar ali. Via pessoas e animais na rua se transformarem por uma fração de segundo em monstros e criaturas que reconhecia vagamente como algumas criaturas da mitologia grega.
Até que em uma noite quando eu tinha 17 aconteceu, voltando da loja de alto-peças do outro lado do bairro eu vi uma criatura que me deixou bem preocupado.
- Simplesmente ignore... e vai passar.
- O que vai passar?
Só então lembrei que o Johnny estava levando junto comigo com as peças para montar um novo motor.
- Nada demais é só... Aquele cachorro ali – apontei para o dobermann que vinha nos seguindo de longe a alguns quarteirões – por alguma razão ele me da arrepios.
Assim que ele olhou para o cachorro largou imediatamente a sacola com as peças, agarrou meu braço e começou a correr e a reclamar com ele mesmo:
- como eu não vi? Como deixei passar desapercebido assim tão fácil?
- Ei cara calma o que foi? Pra que correr tão rápido assim é só um cacho...
Antes que eu pudesse continuar a frase percebi o motivo de tanta pressa: o cachorro não era um dobermann e seja lá o que aquela fera mortal do tamanho de um SUV e com sede de sangue fosse, eu nunca mais quero outra daquela na minha frente de novo. Seu pelo era negro como a noite, seus dentes eram como se alguém tivesse colocado umas três dúzia de espadas uma ao lado da outra e seus olhos eram vermelhos como se todo o sangue do mundo tivesse sido destilado e colocado em orbes de vidro.
Isso era o que meus olhos estavam vendo e eu finalmente via com clareza, como se finalmente tivesse tirado um escudo dos meus olhos. Um escudo que deveria ter permanecido lá.
- O que era aquilo?
Johnny com um olhar preocupado conseguiu me dizer:
- Um cão infernal. E deve ter mais deles nos seguindo.
- Como você sabe disso e porque consegue ver essas coisas também?
- Por que...  Apenas continue correndo.
Quando chegamos na metade do caminho ouvi aquele som que fez cada célula do meu corpo congelar. Um uivo tão alto e sinistro que não poderia ser de um animal comum e então... Mais dois uivos exatamente iguais porem vindos de lugares diferentes.
- Você só pode estar de brincadeira, tem três dessas coisas?
Ele parou e começou a mexer em sua mochila.
- Acho que agora não é hora pra isso cara, nos precisamos fugir - Disse eu já ofegando e tremendo.
- Não irmãozinho, você precisa fugir eu fico aqui para segurar eles.
- Eu não vou... Você me chamou de que?
Ele parou de mexer na mochila por um segundo.
-Irmão. Eu tinha minhas duvidas no começo mais você tem habilidades que não poderiam ser de mais nenhum outro tipo de semideus.
Minha cabeça já estava girando. Meu primo era meu irmão, tinham Três monstros nos perseguindo e ele estava querendo se sacrificar para me salvar... E o que raios ele quis dizer com “semideus”?
- Encontrei! - Disse ele finalmente
Ele tirou da mochila um pé-de-cabra, que por alguma razão eu sabia que era feito de bronze, mas era como se não fosse um bronze comum. Ele anotou alguma coisa numa folha de papel e me deu.
- Use isso se algum deles te alcançar, você precisa ir até a oficina e pegar a “smoke” ela é o único modo de fugir a salvo.
Eu sabia do que ele estava falando, smoke era uma Harley Davidson que tínhamos na oficina e que por alguma razão soltava muita fumaça, mas ele nunca quis consertar.
- Pegue a moto e vá para esse endereço. Não pare em lugar nenhum e vá o mais rápido possível.
- Mas...
Quando ele acabou de dizer isso às três coisas apareceram do nada: três cães infernais sedentos por sangue. Ele me empurrou e eu cai para trás, mas consegui o ver sacar da mochila uma espada e acertar um dos cães transformando ele em pó imediatamente.
- Fuja daqui agora! Agente se encontra no endereço.
Quando eu estava prestes a levantar e ir ajuda-lo um quarto cão entrou na minha frente e eu percebi que estávamos cercados, mas uma ideia me ocorreu na mesma hora e eu comecei a correr, mas gritando para chamando a atenção dos cães. Se eu pudesse distrair pelo menos um deles, Johnny daria conta dos outros dois como fez com o primeiro, eu tinha certeza.
- Ei sacos de pulgas venham aqui!
Gritava e batia com o pé-de-cabra no chão, isso pareceu irritar as feras, como se elas tivessem algo contra aquela ferramenta... Ou o material do qual ela era feita. Corri ouvindo a voz do meu irmão:
- Por Hefesto!
Não vi o que estava acontecendo depois mas continuei correndo até entrar no beco e então voltei ao momento onde entrei nesse flashback, no mesmo instante que o cão infernal pulou bem na entrada do beco. Apenas um deles me seguiu, o que quer dizer que meu irmão teria que lutar com duas daquelas coisas e sobreviver. O momento “toda-minha-vida-passando-pelos-meus-olhos” me fez perceber uma coisa... Passei por muita coisa pra deixar que um cão infernal qualquer acabasse comigo e com o mais perto de uma família que eu tinha.
O cão me olhava com um olhar de superioridade, como se estivesse prestes a brincar com a presa antes de devora-la e isso realmente liberou minha raiva e me levou a fazer algo que eu não deveria nunca ter feito: Atacar.
Corri na direção daquele monstro com todas as minhas forças e acertei a pata direita dele com o pé-de-cabra, ele tombou para o lado, mas rapidamente deu um rolamento e pulou para cima de mim e (como eu fiz isso nunca vou saber) joguei aquela criatura de algumas centenas de quilos alguns metros de distancia.
Quando ele caiu de costas arfando e primeira coisa que eu fiz foi me aproximar dele, levantar o punho e olhando dentro daqueles olhos vermelhos dizer:
- Cachorro mal.
Desci meu braço acertando com toda a minha força o pé-de-cabra na cabeça do cão, que se desintegrou e tornou-se pó.
Quando olhai bem vi que a vermelhidão não vinha só dos olhos do cão e sim de algo em cima de minha cabeça, virei a tempo de ver um martelo flamejante vermelho desaparecer da minha cabeça, mas não podia me preocupar com isso agora.
Rapidamente voltei para a oficina para pegar a smoke assim como meu irmão havia mandado, se aquela moto era nosso único meio de fuga, eu precisava fazê-la funcionar. Assim que subi na moto e liguei ela começou a soltar aquela fumaça, mas eu não tinha tempo para pensar nisso. Fui onde Johnny deveria estar, mas quando eu cheguei lá não encontrei ninguém, nem cães infernais... Nem Johnny. Quando eu comecei a dirigir por perto para ver se o encontrava, eu vi o cão infernal parado olhando para mim, tinha certeza de que ele iria me atacar mais ao invés disso ele virou a cara e foi embora, foi então que eu percebi que a fumaça da moto estava me encobrindo e me ocultando da visão do cão como algum tipo de névoa. Desesperado e sem ter para onde ir acelerei a moto e lembrei-me do único lugar onde eu achava que poderia ir. Abri o papel e nele lia-se:
Acampamento Meio-Sangue, Colina Meio-Sangue, 3141, Long Island, NY - Boa sorte maninho ass: Johnny Townley”.
Joe Bullock
Joe Bullock
IndefinidosPercy Jackson RPG BR

Mensagens :
288

Localização :
Acampamento Meio Sangue

Voltar ao Topo Ir em baixo

Re: Ficha de Reclamação

Mensagem por 084 - Ex-Staff em Dom 13 Out 2013, 22:21

Edward, Verdegui, Bruno, Brenda e Victor: Reprovados. Vocês tiveram a mesma coleção de erros, sendo que a única diferença entre suas fichas é a frequência com que eles aparecem. Cometeram incoerências que poderiam ser resolvidas com uma simples lida no bestiário, não descreveram o suficiente, usaram muitas falas - sendo que esse recurso é para ser usado em complementação à descrição e a narração em geral -, cometeram vários erros de ortografia e pontuação e não conseguiram me prender como leitor. Recomendo que refaçam a ficha, agora atentando para não cometerem novamente os mesmos erros.

Jeff: Reclamado. Quase não te reclamei, garoto. Você realmente passou por um triz. Recomendo descrever mais as coisas e acrescentar mais os seus sentimentos na história. E fuja do modelo do livro, criando sua própria história. Você consegue, cara. Bem-vindo, filho de Atena.


☀ Atualização ☀
084 - Ex-Staff
084 - Ex-Staff
IndefinidosPercy Jackson RPG BR

Mensagens :
446

Voltar ao Topo Ir em baixo

Re: Ficha de Reclamação

Mensagem por Hélio Miranda em Seg 14 Out 2013, 12:37

▬ Por qual Deus você deseja ser reclamado? Caso não queira ser um semideus, qual criatura mitológica deseja ser?
 
O mensageiro dos Deuses Hermes
 
▬ Cite suas principais características físicas e emocionais.
 
O estilo de Hélio é mais rebelde,seus olhos são de uma cor esbranquiçada que combina com  a cor do seu cabelo que é de um tom grisalho ainda mais para a sua idade que é 15 anos,é bem atlético e seu corpo é bem forte que é resultado de anos de ginástica,sua pele é bem clara e seu rosto é bem bonito
Sua personalidade é bem rebelde,mais é um cara bem divertido e alegre,e que sabe ser romântico com as garotas mesmo não parecendo.

▬ Diga-nos: por quê  quer ser filho de tal Deus - ou ser tal ser mitológico?
 
Hermes é um dos Deuses do Olimpo que mais me chamou atenção,sua personalidade e jeito combinam com o meu personagem e por isso quero ser filho deste Deus.
 
▬ Relate a história da sua personagem - não haverá um limite de linhas definidos, deixe a sua criatividade fluir.

14 de Outubro de 2013
Nasci no dia internacional da mentira, em Nova York, no Brooklyn eu e minha mãe(Mary Miranda), de tempos em tempos nós mudávamos de cidade e até de estado(Não que isso me incomodava, porquê amo viagens) porém nunca fazia amigos de verdade e nunca tinha tempo para arranjar uma namorada e isso era um pouco chato.Não entendia o porquê sempre mudava de cidade e aquele situação estava me deixando desconfortável!O curioso é só mudavamos depois de alguns fatos estranhos como assassinatos em série,explosões de lojas,fugas de animais ferozes do zoológico e certas coisas que realmente não precisava que agente se mudasse ainda mais de casa.Nunca soube quem era de fato meu pai, minha mãe dizia que ele morreu quando tinha 2 meses mais  porém nunca me revelou o nome dele pois ela dizia que saber o seu nome não mudaria nada e o traria de volta. Mais uma vez estávamos mudando de cidade, estávamos indo em direção à Long Island, Nova Iorque.


-Mãe por que sempre mudamos de cidade?Disse Hélio para a mãe

-Filho quando for mais velho ficará sabendo de tudo.

-Mais mãe eu já tenho 15 anos.

-Filho você não está pronto.

-Tudo bem mais não poderá esconder a verdade para sempre

-Mais posso tentar

 A resposta que minha mãe me deu me deixou com muita raiva mais preferi não falar nada pois não gostava de brigar com a minha mãe e então seguimos nossa viagem até chegar perto de uma floresta,quando um monstro metade homem metade touro bateu em nosso carro, nosso carro quando se chocou com a enorme criatura amaçou e quebrou os vidros e fomos parar à 10 metros daquele local. Minha mãe estava inconsciente e com sangue na cabeça, a criatura depois de bater no carro escorregou e bateu a cabeça numa pedra deixando ela caída por algum tempo  estava,eu estava dentro do carro com minha mão quebrada até que olhei para a minha mãe e ela parecia inconsciente,tirei o sinto do carro e tentei sair do carro porém não consegui até que ouvi.

-Filho saia pela janela traseira do carro.Disse uma voz desconhecida que aparentava ser masculina.


 Eu não sabia de onde vinha a voz mais era melhor obedecer,fui a parte traseira do carro e lá percebi que o vidro estava um pouco souto,tentei empurrar o vidro mais não consegui tirar até que empurrei o vidro como os pés e ele saiu.Sai do carro rapidamente e tentei tirar minha mãe do carro também mas, com a mão quebrada não conseguia, Eu olhei para criatura que parecia um minotauro e ele tinha se levantado e estava vindo em minha direção parecia querer me pegar, olhei para o chão, e vi um tênis voador com um bilhete nele nem conseguir ler os calcei rápido e comecei a pular tentando fazer eles funcionarem, quando vi o monstro em minha direção, comecei a correr. Quando vi estava voando mesmo não tendo prática com aquele sapatos. O Monstro ainda estava atrás de mim estava 2 metros acima dele ele pulou e me pegou pelos pés e me lançou no chão,por sorte não foi com muita força pois do contrário eu teria me ferido muito,levantei de novo e minha mão doía muito era a mão esquerda que estava quebrada,novamente o mostro veio em minha direção tentando desferir um forte soco em mim,porém alguém me salvou me empurrando para o lado desviando do golpe do homem touro,percebi que ele era metade bode,minha vontade era de perguntar o que ele erá porém não era hora de perguntas e sim de ações,o homem bode ficou em minha frente e pegou uma espada tentando acertar no minotauro,porém não lê causou efeito e o minotauro o lançou para o lado batendo enel com sua mão,então o monstro veio em minha direção tentando me acertar com seus chifres e logo eu desviei e o minotauro bateu em um árvore deixando o chifre preso então uma adaga apareceu em minha frente e eu enfiei no monstro. Monstro paralisou parecia esta envenenada. Eu olhei para os lados e o homem bode tinha levantado e logo estava acenando para mim e eu desmaiei,acordei 3 dias depois num tipo de enfermaria o meu amigo Sátiro me informou corretamente o que tinha acontecido e também sobre o meu pai,disse que meu pai quando veio pra terra veio em busca de saber como funcionava a vida dos mortais porém um dia ele acabou conhecendo minha mãe e se apaixonaram e tiveram um filho que era eu,depois disse a ela que não podia ficar com ela pois os Deuses não aprovavam e teve que ir em bora e seu nome era Hermes o deus dos viajantes,o mensageiro dos Deuses,me senti alguém importante porém a dor da minha mão ainda quebrada me tirou aquela sensação.

-Mais e minha mãe cadê ela?

-Infelizmente não achamos ela,parece que algo a levou embora.

Por um momento me senti triste,eu não sabia aonde ela estava mais prometi acha-lá viva ou morta,logo depois e ele me falou que o local aonde eu estava era o Acampamento Meio-Sangue o único local seguro o suficiente para alguém como eu viver e acabei me conformando em viver ali até estar pronto para achar minha mãe.
Hélio Miranda
Hélio Miranda
IndefinidosPercy Jackson RPG BR

Mensagens :
2

Voltar ao Topo Ir em baixo

Re: Ficha de Reclamação

Mensagem por Zayn McCartney Mensen em Seg 14 Out 2013, 19:26



▬ Por qual Deus você deseja ser reclamado? Caso não queira ser um semideus, qual criatura mitológica deseja ser?
    O deus ferreiro Hefesto


▬ Cite suas principais características físicas e emocionais.
Físicas : Ah eu sou bonito para mim . Acho que as garotas também acham isso .. vamos comentar . Minha pele é pálida  e tenho um cabelo assim bonito , não tenho como explicar pois a cada dia está de uma forma isso varia de meu semblante . Meus globos oculares cintilam uma tonalidade caramelada e que dá uma feição diferente em meu rosto que por muitos sabes combina comigo . Meu corpo como mencionado é atlético , isso é resultado de meu desempenho de educação física e tenho uma cicatriz em meu braço uma coisa que não gosto de falar e também vários roxos e machucados pela pele o causa do skate .
Psicológico : Eu ? Sou doidão . Minhas personalidades variam muito com dia , mas eu tenho a mais marcantes que é ser irônico e carismático . Sim ! Uma gororoba de sentimentos está aqui , bem parado em sua frente ! Acredito que sou bipolar as vezes .

▬ Diga-nos: por quê  quer ser filho de tal Deus - ou ser tal ser mitológico?
  Vamos comentar Hefesto é um dos deuses mais cativantes da mitologia . Ele com sua perícia em forja criou vários monstros que se destacou-se na época e que são muito legais , tipo achei os projetos dele mais legal dos que do clube de Ciências . Mas também acho que minhas personalidades se igualam com o deus , ele é criativo e usou isso em seu almejamento , idem . E ele pegou Afrodite se achava que ele era um anão que passava o dia martelando está iludido .

▬ Relate a história da sua personagem - não haverá um limite de linhas definidos, deixe a sua criatividade fluir.

1 Capítulo - Perseguido por Megazord Galinha .
                 - Ar fresco - suspirei . Até que enfim achei um lugar mais tranquilo para repousar minha cabeça sobre o acidente na escola , sério eu não queria incendiar a escola o fogo que apareceu na minha mãe .. ARGH ! Tive que sair fugindo antes que a viatura me prendesse , por sorte consegui a despistar em um beco e agora estou aqui encurralado por paredes . Andei entre a calçada ladrilhada após o barulhinho da sirene da polícia não ser mais resolvida e direcionei meus passos a área florestal de Nova York , sim ! Era lento o caminho , mas logo logo chegará lá . Èeerh .. Nova York pelo menos tem um espaço com árvores , simplesmente não gosto da poluição que a cidade traz . Olhei para o céu vendo silhuetas avícolas rondar as folhagens por enquanto achei normal porque era do costume animal . Sentei-me em uma da pedra e peguei meu caderno e meu estojo os únicos utensílios que consegui levar daquele inútil orfanato - Hm .. que saudades ! - indaguei ao ver um dos meus desenhos com meus melhores amigos de lá , mesmo os instrutores sendo rígido eu adorava meus amigos ele tinham personalidades próprias e me divertiam .. porém eram os únicos . Algo ficou estranho nas árvores o suposto pássaro agora ao passar entre os troncos decepou galhos deixando-os cair , foi por pouco que um dos destroços não me acertava ainda bem que deu uma cambalhota a minha lateral - Ei ! - resmunguei . Agora eu não tinha dúvidas aquilo não era um pássaro , ele não teria força pra quebrar um galho daquela grossura . Peguei meu caderno e minha caneta e corri .
                      - Alguém ajude-me ! - exclamei , mas na área não teria nenhum ambiente . A sombra multiplicava , aglomerado de pássaros estariam me seguindo , um abaixou o voo e deu um tempo suficiente para eu vê-lo , ele não era um pássaro ele tinha seu corpo revestido de metal que assemelhava-se a uma túnica . Seu bico raspou em minha calça abrindo um corte superficial em minha perna - Ai - resmunguei . Ajoelhei pela dor , aquilo queimava parecia que o bico dele era navalha . E quando vi ele era enorme e vi que tive sorte do bico dele não raspar na minha perna mesmo porque teria certeza que iria arranca-la - AAH ! - gritei o quanto desviava das investidas que ele dava com a sua pata tentando-me esmagar . Até parecia aquelas coisas gigantes do Power Ranger's , mas não dava tempo de pensar em desenhos naquele momento . O quanto corria dele , aproveitei uma brecha pegando um galho pesado e lançando contra ele , mas ele comeu . Será que ele tinha estômago de ferro também ? Porque pra engolir um galho não é fácil - Hãn .. ? - uma lança quase me acerto , mas ela não era direcionada pra mim e sim pro bichano que ao seu acertado ficou atordoado - Alguém ai ? Me ajude ? - questionei-me . Das matas saíram um .. um .. uns moços-pôneis . Sim ! Da cintura pra baixo eles tinham pernas animalescas assemelhadas com o bote , eles cantaram músicas idiotas  com uma flauta . E com artefatos ofensivos conseguiu espantar o monstro e por fim acertaram ele . Vi que ele virou pó - Ei você ! - apontou um dos cara-pônei para mim - Venha conosco ! - alertou ele . Pensei que ele ia me levar para um reformatório , mas não .. ele direcionou-se para a área florestal adentro .
       No meio do caminho lembro-me de ter dormido , acordei em uma maca com um homem de centenas de olho pondo uma coroa de flores , o que era esquisito . Fitei pelo lado de fora várias pessoas almejando arco-e-flechas , espadas , lanças , martelos , será que eu estava num sonho ? - Espere ! - disse a ele . Levantei-me dirigindo para fora da cabana e o local era mágico . Inúmeros seres até então fictício , milhares de pessoas divertindo-se nas atividades - Bem vindo acampamento meio-sangue , sou Argos ! - ele apresentou .







Zayn McCartney Mensen
Zayn McCartney Mensen
IndefinidosPercy Jackson RPG BR

Mensagens :
4

Voltar ao Topo Ir em baixo

Re: Ficha de Reclamação

Mensagem por 081-ExStaff em Seg 14 Out 2013, 20:36




Fichas avaliadas   




— Hélio — Reprovado — Sua ficha ficou muito curta, mal organizada e com alguns erros de ortografia, tente se esforçar mais, não tenha pressa para postar e revise o texto da próxima vez.
 
— Zayn — Aprovado — Quase te reprovei, Zayn. Sabe escrever, mas deixou detalhes a parte, foi um texto curto, que não me envolveu... Mas acho que irá melhorar no futuro, acredito e confio nisso. Bem-vindo, cria de Hefesto.




☀ Atualização ☀
081-ExStaff
081-ExStaff
IndefinidosPercy Jackson RPG BR

Mensagens :
63

Localização :
Ilha Éolia.

Voltar ao Topo Ir em baixo

Re: Ficha de Reclamação

Mensagem por Hunday LeBlanc em Seg 14 Out 2013, 21:47

▬ Por qual Deus você deseja ser reclamado? Caso não queira ser um semideus, qual criatura mitológica deseja ser?
Dríade

▬ Cite suas principais características físicas e emocionais.
Os cabelos de Hunday são escuros como breu, pelo menos na maior parte das vezes. Como uma ninfa que representa uma ameixeira, o preto é o predominante em sua aparência. Desde suas vestes naturais até seus olhos e cabelos. Em compensação, sua pele é branca e pálida. Embora não seja comum, isso tudo gera um conjunto belo e encantador. Seu rosto é angular, seus olhos, marcantes. Ás vezes, à luz da lua, seus olhos e cabelos podem aparentar ser de um roxo escurecido, como de uma ameixa. Suas roupas geralmente são de fibra de casca de árvore e folhas de amoreira.
A personalidade de Hunday é solta e encantadora. Embora sua bondade e generosidade, há algo de inatingível na ninfa. Como o vento, muda de uma agradável brisa para uma tormenta. Gosta de fazer amigos, mas não tanto de dar risadas: provavelmente por ameixa ser uma planta, muitas vezes, relacionada a seriedade e rispidez. Mesmo assim, Hunday pode dar sorrisos, o que geralmente ela faz. Como dito, quase nunca ri, mas quando o faz, é com alegria e espírito, contagiando todos a sua volta.

▬ Diga-nos: por que quer ser filho de tal Deus - ou ser tal ser mitológico?
Dríades sempre foram, são e provavelmente serão seres fantásticos. A capacidade de adaptação delas, seu controle e amizade sobre uma das forças mais “legais” e poderosas, a Natureza, em minha opinião, claro, e também aquele quê de charme, são definitivamente encantadores.

Relate a história da sua personagem - não haverá um limite de linhas definidos, deixe a sua criatividade fluir.

------------------------------------

Bem, querido leitor. Estou aqui, escrevendo nesse diário velho que achei no bosque, provavelmente destinado ao esquecimento eterno. Estou escrevendo aqui por quê... Bom, que pessoa leria um diário guardado em um buraco secreto no meio da floresta? Bem, isso não importa. Prefiro me referir a alguém que provavelmente nunca lerá isso do que não me referir. Bem, chega disso... É agora que a minha primeira história escrita começa.


A Ameixeira mais aventureira já vista
Muitos campistas já me perguntaram: “Como é ser uma planta?”, e eu sempre lhes respondo a mesma coisa: “Complicado explicar”. A maioria desistia de sua pequena entrevista, mas alguns, mais insistentes, continuavam na sua teimosia: “Como assim, complicado?”. Bem, vou explicar tudo.
Quando uma dríade nasce, não é tão simples assim. Primeiro, sua mãe tem que soltar as sementes para que você exista, para começar. Depois, você tem que ter a sorte de que a mágica semente que sua mãe soltou tenha ido para um lugar aonde haja Sol, água e tudo o mais. Claro, sua mãe ajudará no processo, mas não é tão simples assim.
Depois, precisamos de amor. Parece brega, mas é verdade. Se sua mãe não amar você, estará fadada a morrer como dríade. Mas, se todos esses componentes dão certo, nasce uma gloriosa ninfa. Não vou me estender muito, depois disso, dá para entender já. Vocês sabem... Nem todas as nossas mães são ninfas, as vezes, são simplesmente árvores comuns, que fazem parte de nosso mundo natural, como no caso da minha mãe. Mas, as vezes, o desejo de uma árvore é tão intenso, tão fervoroso, tão mágico, que dali, a natureza faz os espíritos da natureza, ainda mais em um local tão magicamente poderoso como o Acampamento Meio-Sangue. Então, assim que você alcança a sua maturidade, a ninfa dali sai.
Eu inventei de me colocar um sobrenome assim que nasci. Como sempre adorei tudo que era branco, como lírios, nuvens e tudo o mais, coloquei-me o sobrenome de “LeBlanc”, que significava branco em uma língua dos mortais, cuja aprendi um pouco depois de algum tempo no Acampamento.
O bosque do Acampamento Meio-Sangue é maravilhoso, mas quase não há parentes meus lá. Mamãe não gerou tantas filhas... Bem, isso não importa. Eu gosto das minhas vizinhas, gosto dos galanteadores sátiros, e também, os campistas são muito interessantes quando querem. Ou ao menos, engraçados. E os centauros, embora me deem um pouquinho de medo, são seres muito legais e respeitosos. Ao menos a maioria deles. Eu só odeio uma parte do bosque: aquelas intrometidas e mal-educadas das Náiades. Mas, sem elas, não haveria este conto, e eu nem acharia este diário, tampouco isto me faz gostar daquelas vaidosas sem noção. Bem, vou contar tudo.
Minha árvore fica perto de um lago. E, acredite, embora o lago seja belo, morar perto daquelas náiades é a pior coisa que pode lhe acontecer. Elas molhavam minhas raízes até que elas ficassem mais que enrugadas, riscavam meu tronco, roubavam meus frutos e gozavam da minha cara de alguns nomes no mínimo, irritantes. Se a intenção era me aborrecer, com certeza, elas conseguiam:
-Cara de ameixa seca!
-Vara pau!
-Cheiro de velha!
Eu só não saía de perto da minha árvore e ia lá dar uma lição naquelas 3 náiades idiotas por questão de boa convivência.  Mas eu não posso negar que vontade era o que não faltava. Certo dia, um dia ensolarado e feliz, uma das Náiades estava ( como sempre...) tagarelando. Mas daquela vez, o assunto se resumia a pouco mais do que 999 jeitos de pentear o cabelo e o que as Náiades do rio fizeram:
-Se eu fosse você, pegaria uma missão. Afinal, ser uma inútil como “aquelas” ninfas não é uma opção, né, amigue? Sirva ao Acampamento!
Eu nunca tinha ouvido falar daquilo de “missões”. Vamos dizer que não fiquei nada contente com os xingamentos sobre as Dríades, porque, não bastava ME xingar, elas xingaram minhas parentes e amigas também. Há tempos eu não saia do bosque, até tinha me esquecido como era lá fora. Eu era uma ninfa muito jovem, ainda. Com minhas roupas simples de fibra e folhas de amoreira, que iam até os joelhos, fui até a chamada Casa Grande, chegando lá por volta das 11 horas. O pessoal de lá não estava acostumado em ver Ninfas, mas fui bem recebida pelos campistas. Logo entendi: qualquer um poderia ajudar o acampamento nos mais diversos problemas. Poderia, também, ter meu próprio dinheiro e viver como uma mortal. Aprimorar minhas habilidades e, uma coisa valiosa, fazer amizades. Logo, imagino, minha felicidade em finalmente conhecer as florestas vastas do mundo mortal, da minha alegria, de quantos novos conhecimentos saberei! Um mundo novo dá uma porta para mim. E eu estou disposta a abrir esta porta.
E agora, viverei novas histórias. Prometo que vou escrever neste diário novamente quando viver mais aventuras. Porque, agora sim, a diversão começa. As verdadeiras emoções vão se iniciar!

Off: Olhando assim, ficou meio pequena a história. Mas, não tem tanto o que falar sobre ser uma dríade, creio eu... enfim, é isso.
Hunday LeBlanc
Hunday LeBlanc
IndefinidosPercy Jackson RPG BR

Mensagens :
39

Voltar ao Topo Ir em baixo

Re: Ficha de Reclamação

Mensagem por 128-ExStaff em Ter 15 Out 2013, 10:14






Atualização
Atualizado por ♦ Zeus


Hunday LeBlanc - Reclamada. Adorei a história, sério. E a história não ficou pequena... Lembre-se sempre de que quantidade não é qualidade. Enfim, parabéns!
128-ExStaff
128-ExStaff
IndefinidosPercy Jackson RPG BR

Mensagens :
2022

Voltar ao Topo Ir em baixo

Re: Ficha de Reclamação

Mensagem por Alice Oliver em Ter 15 Out 2013, 14:21

▬ Por qual Deus você deseja ser reclamado? Caso não queira ser um semideus, qual criatura mitológica deseja ser?
Poseidon  


▬ Cite suas principais características físicas e emocionais.
Físico: Cabelos negros liso, longos com franja longa e repicados, olhos verde-mar, pele com bronzeamento saudável, mede 1,65 de altura, porte físico atlético (mesmo não fazendo nenhuma atividade Física), saudável e com curvas.
Emocional:Alice é muito impulsiva e fala sem prensar, muito alegre e sempre esta sorrindo mesmo que não seja uma situação fácil  procura sempre ajudar os amigos de qualquer forma possível, é uma garota amável e talentosa, esta a defender as pessoas mesmo que não as conheça.



▬ Diga-nos: por quê  quer ser filho de tal Deus - ou ser tal ser mitológico?
Porque, eu sempre gostei de mitologia e o Deus que mais gosto é Poseidon, ele é, bom como posso dizer, ele me caracteriza de uma forma que até eu fico emocionada.


▬ Relate a história da sua personagem - não haverá um limite de linhas definidos, deixe a sua criatividade fluir.
Irmã mais nova de Percy, dada a Melissa Jackson, irmã de Sally Jackson, nas suas primeiras semanas de vida, sendo assim separados ao nascer, nunca conheceu o irmão e a mãe, mesmo em reuniões de família Melissa nunca a levava, desde que foi dada a Melissa, Alice passa por situações nada legais, por culpa de coisas estranhas ela não tem nenhum amigo. Igual ao irmão Alice já foi expulsa de muitas escolas sem fazer nada a não ser estourar o encanamento do banheiro, arrastar uma menina para a piscina da escola sem mover um músculo, coisas desse tipo. Está ao auge de seus 13 anos e percebeu que as coisas estranhas acontecem frequente mente, longe disso é atacada pelo "segurança" da escola, um grinfo, e decide contar esse acontecimento a sua "mãe", Melissa, ao ouvir a história da sobrinha, Melissa decide contar a verdade a ela levando-a a casa de Sally. Depois de meia-hora de viagem elas chegam a casa de Sally, Sally abre a porta e ao se deparar com a filha sorri e começa a chorar e a abraça-la, Alice sem entender nada abraça Sally também, e por alguma razão se sentiu diferente de quando abraçava Melissa, Sally ao se recompor pediu para que as duas entrassem, as duas sentaram no sofá e Sally as ofereceu um chá, elas aceitaram e começaram a conversar, nessa converça Alice descobriu que ela era filha do Deus dos mares e que tem um irmão, sua mãe ela descobriu que não era Melissa e sim Sally. Depois de algum tempo Percy chegou em casa e se alegrou ao descobrir que tem uma irmã. Depois de dormir na sua nova casa Alice e Percy foram para o Acampamento Meio-Sangue, Percy a apresentou a muitas pessoas que conhecia e disse que ela poderia ficar com ele no chalé porém ela resolveu seguir as regras e esperar seu pai a reclamar.
Alice Oliver
Alice Oliver
IndefinidosPercy Jackson RPG BR

Mensagens :
146

Voltar ao Topo Ir em baixo

Re: Ficha de Reclamação

Mensagem por 139-ExStaff em Ter 15 Out 2013, 15:08

Alice, para Poseidon não é a ficha normal, como falado na apresentação do tópico. O teste está aberto e é mensal, veja as regras aqui:

http://percyjacksonrpgbr.forumeiros.com/t7893-teste-para-filhos-dos-3-grandes-regras

Além disso, evite envolver os personagens oficiais da série. Crie a sua história.
139-ExStaff
139-ExStaff
IndefinidosPercy Jackson RPG BR

Mensagens :
1422

Voltar ao Topo Ir em baixo

Re: Ficha de Reclamação

Mensagem por Edward Woldklay em Ter 15 Out 2013, 18:19

▬ Por qual Deus você deseja ser reclamado? Caso não queira ser um semideus, qual criatura mitológica deseja ser?
Hermes o deus mensageiro.

▬ Cite suas principais características físicas e emocionais.
Edward sempre costuma ser divertido e esperto, adora fazer amigos e sabe os momentos certos das coisas. Tenta sempre se dar bem com todos, quando arranja uma briga sempre vem de outra pessoa.
O garoto é alto, mede por volta dos 1,80. É magro, porém possui musculo, possui cabelos grandes jogados na testa que quase sempre estão levantados para o lado direito. Possui olhos castanhos cor de árvore e uma pele branca pouco bronzeada, seus cabelos era da cor preto.

▬ Diga-nos: por quê  quer ser filho de tal Deus - ou ser tal ser mitológico?
Gostaria de ser filho de Hermes pois sou ágil e rápido como uma cria do deus deve ser.

▬ Relate a história da sua personagem - não haverá um limite de linhas definidos, deixe a sua criatividade fluir.

Obs: Teve bastantes falas, mas acho que foi essencial , espero que goste e cintasse livre para mostrar meus erros.

Em um belo dia de sol Edward Woldklay andava de volta para seu apartamento na Itália. O garoto  estava vestido com uma blusa totalmente preta, junto com uma calça skin também preta e tênis converse da All stars.  
Edward caminhava solitário pela rua na qual morava, ele sempre se sentia bem a vontade pois a mesma nunca estava com bastantes  pessoas se movimentando pelos lados. Não demora muito até que o menino chega ao prédio, ele sobe de escada até o 5° andar, o último , e abre a porta. Por mais incrível que pareça Edward não ouviu um só ruído, então logo foi procurar por sua mãe que a esta hora deveria estar fazendo o almoço. Ao virar pela parede que dava entrada a cozinha ele se depara com sua mãe no chão ensanguentada e com um bilhete em suas mãos.
O menino não conteve o choro e se agarrou nos braços de sua mãe morta. Ele delicadamente tirou o bilhete de sua mão e o abriu. “Me encontre no champs de Mars as 1:35 P.M.”. Edward se levantou, ele pensava que não seria melhor chamar a policia, limpou o machucado de sua mãe e a colocou de volta na cama da mesma e então deu um beijo na testa dela.
Confuso e apreensivo pelo o que aconteceu com a sua mãe, o garoto buscava uma explicação para isso. Ele fora para Champs de mars e olhou para a grandiosa Torre Eiffel lá de baixo. Quando foi surpreendido por um homem com cabelos jogados para trás – estilo vaca lambeu, como Edward chamava – usando um terno preto e óculos escuros. O senhor colocou a mão no ombro de Edward e falou para  o mesmo segui-lo.
Ambos sentaram-se em uma cafeteria de esquina com uma bela visão ao monumento, o rapaz então começou com uma serie de perguntas, qual é seu nome? De onde você é? Quantos anos você tem? Edward respondeu sem problemas. Por alguma razão ele se sentia obrigado a responder as questões do homem.
O rapaz pediu então um cappuccino e começou a falar que era um amigo da mãe de Edward no qual desconfiou da história. O mesmo continuava falando sobre histórias que sua mãe contava da universidade que fez, até que chegou em um assunto critico. A morte dela.
Woldklay se encolheu, estava ficando nervoso a ponto de suar, como o rapaz saberia da morte? Era algo estranho e Edward ficava mais nervoso a cada ponto da conversa.
-Olhe Edward, você precisa confiar em mim, algo terrível esta acontecendo e é maior do que um simples assassinato. – O homem estava sério, apesar de estar com os óculos de sol, Edward percebeu sua preocupação.
-Como assim? – O tom de Woldklay estava mais preocupado.
-Sua mãe, não foi morta por um ser...como eu possa dizer...humano. – O rapaz tomou mais um gole de cappuccino.
-Não estou entendendo. – Edward estava começando a achar que havia algo naquele cappuccino, mas antes de concluir sua ideia o rapaz tirou algo do bolso de seu terno.
O homem entregara a Edward um pingente, assim como o que sua mãe usava no pescoço porém este era mais prateado e brilhante.
-O que é isso?
-Puxe a parte afiada do pingente para fora quando precisar, isso poderá lhe ajudar em lutas. – O homem acabará seu cappuccino e pediu um tablete de chocolate.
-Espere um pouco... Lutas? – Edward não era um rapaz de brigas, geralmente era amigo de todos da escola.
-Exatamente, os monstros que você enfrentara não serão fracos.
-Monstros? Como assim? – Os olhos do garoto se arregalaram, seu coração começou a bater mais forte, eram tantas surpresas e o mesmo não sabia se sentia medo ou raiva da situação.
-Olhe, está mais do que na hora de você saber. – O homem olhou para um lado e depois para o outro e voltou o foco para Edward. – Você é um Semideus Edward!
O impacto foi mais forte do que imaginara Edward já havia ouvido falar de semideuses, Hércules, Perseu. Mas ele sendo um ? Só podia ser loucura.
- impossível, essa coisa não existe! – Edward queria explodir de raiva, sua mãe estava morta, ele estava órfão e sozinho no mundo e ainda vem um idiota para fazer piada com ele?
-Quer que eu prove? – O rapaz mudou o tom de voz, ele parecia mais desafiador.
Edward assentiu com a cabeça, os dois se levantaram sem pagar a conta, porém ninguém fora atrás deles. Ambos foram para um velho campo de futebol.
O moço parou e tirou os tênis. Edward então vira pés de cascos, como os de cavalo. Até ai tudo bem, ele ainda pensara ser um truque. eEntão o homem tirou as calças. Edward soltou um grito de espanto, as pernas dele eram de bode, totalmente peludas.
-E então meu jovem? Ainda acha que estas coisas não existem? – O homem-bode perguntava.
-O que é você!? – Woldklay mantinha o espanto, não poderia imagina que isso poderia existir.
-Um sátiro! Um espirito da natureza para ser mais exato. – Enquanto falava ele bateu um casco no outro fazendo um barulho um tanto irritante.
Edward estava sem ação, estava prestes a desmaiar pensando que era tudo um sonho, porém o sátiro o deteve.
-Edward, pegue isso – O Bodeman lhe dera uma mochila de acampamento, não soubera de qual lugar havia vindo isso mas aceitou mesmo assim. – No bolso da frente está seus documentos, passaporte e identidade, também há uma passagem para Nova Iorque, você deve ir para lá, estará mais seguro, quando chegar pegue um taxi até este endereço – Ele lhe entregara um papel que guardara no bolso. – irei embora agora, boa sorte.
O sátiro saiu saltando rapidamente pelo campo de futebol deixando Edward totalmente sozinho. Ele esperava que algo acontece-se, acordar de um sonho maluco e voltar ao seu lar. Mas tinha certeza de que o que havia visto era real, ele deveria realmente ir a Nova Iorque.
Ele verificou sua mochila: água, salgadinho, bolacha, um travesseiro pequeno, 2 roupas completas, 300 Euros e 300 dólares, um passaporte, uma passagem já paga para Nova Iorque, um diário, caneta e uma caixa de chicletes. “Ótimo” pensou ele, “Eu sou um semideus e ele me de chicletes e caneta para lutar.” Edward recolheu os itens e passou de novo em seu apartamento.
Ao chegar em antigo lar doce lar, ele não havia encontrado sua mãe no mesmo local em que a deixou, não havia rastros dela em nenhum lugar. Fotografias, roupas, perfumes, shappons. Realmente nada que a lembrasse. O garoto queria chorar novamente, mas não teve tempo, sabia que deveria ir para o Aeroporto. Pegou o primeiro taxi que lhe aparecera e fora para lá.
O aeroporto era um lugar bem agradável, Edward não teve problemas ao embarcar porém a viagem foi muito estressante. Ele se sentou ao lado de uma mulher com um bebe que não parava de chorar desde que o viu. O voo também foi péssimo, muitas turbulência durante ele, ainda mais quando chegou perto dos EUA. Mas conseguiu desembarcar.
Nova Iorque era incrível, nunca estivera na cidade. Sempre achava exagerado quando as pessoas comentavam sobre lá, mas acho que estavam certas, o local era mesmo incrível, altos prédios de 40 andares e ruas bem elaboradas, era um bom lugar para uma pessoa como Edward morar.
Ele chamou um táxi no aeroporto.
-Por favor, leve-me a este endereço. – Edward entregou o endereço ao taxista.
-Então mais um semideus? – O taxista respondeu devolvendo o bilhete.
-Como você... – Ele foi interrompido quando olhou pelo retrovisor ao taxista, o homem tinha somente um olho. – Ah, você não é um sátiro né?
- Não, sou um Ciclope. Somos muito diferentes dos sátiros, bem vamos logo, acho que você não quer se deparar com nenhum monstro hehe – O ciclope acelerou. No meio da estrada ele puxou uma embreagem que Edward nunca vira em carros. Ao fazer isso o carro disparou em velocidade. Woldklay precisou se segurar rapidamente ou então seria jogado para trás.
Não demorou muito a viagem, foram apenas 30 minutos brincando de Correr ou Morrer com um ciclope dirigindo um taxi com um ultra turbo ativado.
-Chegamos. – Edward tirou 100 dólares e entregou para o taxista que resmungou algumas coisas numa língua estrangeira mas pouco familiar e foi embora.
Woldkay virou-se para a colina e viu um grande pinheiro. “Deve ser aqui” pensou Edward.
Ele pegou sua mochila e começou a subir a colina. Faltava poucos passos para poder chegar ao topo mas foi surpreendido por uma... por uma cobra-mulher. A criatura o puxara para baixo agarrando seu pé e jogando-o para baixo da colina.
-Ahg- Edward se revirou no chão e soltou a mochila. – Oque é você?
-Olááá, sou uma Gorgona, e bem, irei destruí-lo – A voz dela soava afiada e ameaçadora.
Edward lembrou-se do que o sátiro havia lhe dado. O pingente! Ele revirou seu bolso da calça e pegou-o, retirou a parte afiada dele. A joia se transformou em uma lamina um tanto grande, na qual se aperfeiçoava otimamente com ele.
O garoto pensava como usaria uma espada mas a gorgona foi para cima dele. Então milhares de coisas aconteceram.Ele desviou do monstro, um grito de uma garota, uma flecha passou voando pela sua direita e ele acertara a serpente na região da cintura com sua espada.
O monstro estava no chão e se desintegrou na frente de Edward. No mesmo instante uma garota chegou atrás  dele.
-Droga, poderia ter sido um tiro melhor – A menina pareceu desapontada, deveria ter uns 3 anos a menos que ele, talvez 12 ou 13 anos.
Edward olhava para ela confuso. A flecha acertará o monstro no ombro, como poderia ter sido um tiro ruim?
-Olá, eu sou do acampamento meio sangue, você provavelmente é um semideus certo?
Edward assentiu.
-Pois bem, venha comigo, acho que já sabemos de quem você é filho. – A garota falou como se já tivesse certeza de quem Edward era.
Os dois seguiram adentro do acampamento. Era a coisa mais bela, esquisita, legal e estranha que Woldklay já vira. Cavalos voadores, vários homens-bodes, mulheres plantas surgiam de vários lados, pessoas com armaduras e espadas iam de um lado para o outro.
A garota o levara a uma Chalé onde ele ficaria por um tempo. Na frente da estrutura estava escrito uma palavra em grego, Hermes. A menina contou a Edward que pessoas que ainda não foram “Reclamadas” pelos seus pais ficavam naquele chalé.
O pessoal de sua nova casa era muito bem amigável, todos o cumprimentaram, ele se sentou em uma beliche na parte de baixo onde um garoto disse que não havia ninguém, deixou suas coisas em cima dela, pensou em deixar seu pingente também, mas preferiu levar com ele.
Um dos garotos bateu na porta avisando que era hora da janta.
Ele foi para onde o pessoal do acampamento janta, junto com as pessoas do seu chalé , ao chegar lá , ele e mais três garotos ficaram sobre uma multidão, eles seriam “reclamados”. Após os outros serem descobrirem de quem eram filho foi a vez de Edward. Ele estava nervoso, estava imaginando como seria isso, fariam uma marca com o nome do deus em seu braço? Ou talvez teria que passar por um ritual, ele nem queria imagina. Até que aconteceu, todos olharam para ele, o símbolo de Hermes pairava em cima dele.
“Filho de Hermes ? Quem diria” ele pensou. Edward parecia estar feliz por ser filho do deus mensageiro, já leu muitas vezes sobre ele, e como ele ajudara semideuses. Podia não ser um grande deus, mas sem ele os outros deuses não se estabeleceriam.
Edward jantou e foi para cama. Antes de dormir pensou em quem matara sua mãe, um sentimento enorme de vingança se revelou dentro dele, iria se vingar de qualquer maneira. Ele fechou os olhos e por um momento se esqueceu disso, só queria dormir e acordar um filho de Hermes.
Edward Woldklay
Edward Woldklay
IndefinidosPercy Jackson RPG BR

Mensagens :
121

Localização :
Já ouviu falar em Acampamento meio sangue?

Voltar ao Topo Ir em baixo

Re: Ficha de Reclamação

Mensagem por Joe Bullock em Ter 15 Out 2013, 23:01

▬ Por qual Deus você deseja ser reclamado? Gostaria de ser reclamado por Lord Hefesto

▬ Cite suas principais características físicas e emocionais. tenho 1,85 de altura, pele parda, cabelo curto e preto, sou Forte mas não muito definido. Gosto de fazer as pessoas rirem e uso muito sarcasmo as vezes, sou um amigo fiel e prestativo para aqueles que conquistarem minha amizade.as vezes fico meio distraído ou atrapalhado...é meu jeito natural de ser.

▬ Diga-nos: por quê  quer ser filho de tal Deus? Queria ser filho de Lord Hefesto por que ele é o olimpiano com quem mais me identifico, ele gosta de fazer as coisas com perfeccionismo, ele é criativo e um deus com varias habilidades que usa para ajudar quem precisa criando armas, escudos, armaduras e etc.

▬ Relate a história da sua personagem - não haverá um limite de linhas definidos, deixe a sua criatividade fluir.

Comecei a correr por aquela rua deserta e minha mente estava começando a compreender as coisas mais claramente, porem quando aquela coisa entrou na minha frente minha vida passou pelos meus olhos como se ali fosse se tornar meu tumulo...
Quando tinha 13 anos e vi minha mãe morrer devido a sua frágil saúde. Isso foi um baque muito grande, pois eu sempre fui muito ligado a ela pelo fato do meu pai ter morrido antes que eu nascesse, então ela era minha única referencia de família. Antes que ela morresse, não queria que eu ficasse com o serviço social, então ela me deixou com meu primo mais velho. O nome dele era Johnny Townley e ele era um cara legal, me tratava mais como um irmão do que como um primo, e isso era algo que eu realmente admirava já que eu tinha certa dificuldade em interagir com os outros. Antigamente me sentia melhor com maquinas do que com pessoas, mas com ele era como se nós fossemos irmãos de verdade.
Ele tinha uma oficina de motos em West Chester e adorava me ensinar a mexer nas motos e em outras coisas que eu poderia consertar como eletrodomésticos, carros e até maquinas grandes. Por alguma razão eu adorava montar coisas e interagir com maquinas, fazia isso muito bem, com 13 anos já fazia reparos e montava motos e maquinas de maneira que só um adulto com muitos anos de carreira conseguiria. Não só isso como também projetava melhorias nas motos e sabia dirigir muito bem (ok, você deve estar pensando “que tipo de adulto deixaria uma criança dirigir?” Bem, o Johnny sabia que eu era uma criança com habilidades bem melhores que a de muitos adultos).
Ele vivia me dizendo que apesar de ser bom, poderia ser ainda melhor... Assim como ele. A humildade não era exatamente o forte dele e eu sempre achei isso muito engraçado porque me motivava a continuar a sempre fazer melhor.
Minha vida foi ótima por esses anos, mas um dia começou... Aquelas visões bizarras de coisas que não deveriam estar ali. Via pessoas e animais na rua se transformarem por uma fração de segundo em monstros e criaturas que reconhecia vagamente como algumas criaturas da mitologia grega.
Até que em uma noite quando eu tinha 17 aconteceu, voltando da loja de autopeças do outro lado do bairro eu vi algo que me deixou muito preocupado. Um dobermann grande e que tinha olhos assustadores dos quais eu não conseguia tirar o olhar.
- O que foi?
Só então lembrei que o Johnny estava levando junto comigo as peças para montar um novo motor.
- Nada demais é só... Aquele cachorro ali – apontei para o dobermann que vinha nos seguindo de longe a alguns quarteirões – por alguma razão ele me da arrepios.
Assim que ele olhou para o cachorro largou imediatamente a sacola com as peças, agarrou meu braço e começou a correr e a reclamar com ele mesmo. Dizia que devia ter percebido antes e que não haveria tempo para fugir. Antes que eu pudesse perguntar algo percebi o motivo de tanta pressa: o cachorro não era um dobermann e seja lá o que aquela fera mortal do tamanho de um rinoceronte e com sede de sangue fosse, eu nunca mais quero outra daquela na minha frente de novo. Seu pelo era negro como a noite, seus dentes eram como se alguém tivesse colocado umas três dúzia de facas uma ao lado da outra e seus olhos eram vermelhos como se todo o sangue do mundo tivesse sido destilado e colocado em orbes de vidro.
Isso era o que meus olhos estavam vendo e eu finalmente via com clareza, como se finalmente tivesse tirado um escudo dos meus olhos. Um escudo que deveria ter permanecido lá.
- O que era aquilo?
Johnny com um olhar preocupado conseguiu me dizer:
- Um cão infernal e ele vai nos alcançar logo.
Não conhecia muito sobre mitologia mais sabia o que era um cão infernal... E infelizmente eles eram muito piores vistos ao vivo. Meu coração batia desesperado enquanto nós corríamos entre ruas e becos para tentar despistar aquela coisa, o que não estava dando certo, pois a cada rua em que virávamos eu podia ouvir o som de algo grande nos seguindo e pior, se aproximando. Em certo ponto da fuga Johnny olhou para trás e pude ver em seus olhos o que ele pensava: “não da pra escapar”. Ele parou e começou a mexer em sua mochila. Disse para ele que se ele não tivesse uma tonelada de bifes ali, aquilo não era hora para averiguar a mochila.
- Você precisa fugir irmãozinho, eu fico aqui para segurar ele.
- Eu não vou... Você me chamou de que?
Ele parou de mexer na mochila por um segundo. Ele disse coisas que eu não entendi na hora, algo como eu ter habilidades que não poderiam ser de mais nenhum outro tipo de semideus, Habilidades que só os irmãos e irmãs dele têm.
Minha cabeça já estava girando. Meu primo era meu irmão, tinham um monstro nos perseguindo e ele estava querendo se sacrificar para me salvar... E o que raios ele quis dizer com “semideus”?
Ele tirou da mochila um pé-de-cabra, que por alguma razão eu sabia que era feito de bronze, mas era como se não fosse um bronze comum. Ele anotou alguma coisa numa folha de papel e me deu, me entregou o pé-de-cabra e disse para me defender com aquilo se aquela coisa me alcançasse, disse também que eu deveria ir até a oficina Pegar a “Blaze” e ir para o endereço que ele anotara no papel. Blaze era uma Harley Davidson que tínhamos na oficina e que ele disse que seria minha na hora certa.
Quando Johnny acabou de dizer isso á fera apareceu das sombras e pulou sobre ele do nada. Ele me empurrou e cai para trás, mas consegui o ver sacar da mochila uma espada e passa-la a centímetros do cão. O animal não parecia ter interesse nele, pois continuava a me olhar com aquela face de ódio. Johnny se colocou entre mim e a fera e me mandou correr.
Eu deveria ter ficado e ajudado ele, mas ao invés disso comecei a correr para a oficina com suas palavras em mente.
“você é bom, mas ainda pode ser muito melhor... assim como eu”.
Eu tinha certeza deque ele conseguiria lidar com aquilo, e um segundo antes de sair da rua onde estávamos eu o ouvi gritar:
- Por Hefesto!
Corri mas rápido do que jamais consegui antes. Se meu irmão queria se sacrificaria para me salvar, então eu também precisaria dar meu melhor para salva-lo. Quando estava a apenas um beco da oficina ouvi aquele rosnado, e das sombras na parede a minha esquerda pulou a mesma fera que estava enfrentando meu irmão e instantaneamente meu coração gelou. Não, aquela fera não podia ter vencido Johnny, ele não podia estar...
A criatura avançou lentamente com os olhos fixos em mim, era quase como se ela quisesse dizer: “não tem mais ninguém para te defender”. Isso realmente liberou minha raiva e me levou a fazer algo que eu não deveria nunca ter feito: Atacar.
Corri na direção daquele monstro com todas as minhas forças e acertei a pata direita dele com o pé-de-cabra, ele tombou para o lado, mas rapidamente deu um rolamento e pulou para cima de mim e (como eu fiz isso nunca vou saber) joguei aquela criatura de algumas centenas de quilos a alguns metros de distancia.
Quando ele caiu à primeira coisa que eu fiz foi me aproximar dele e acertar novamente sua pata para evitar que ele pulasse de novo e isso evitaria que ele se aproximasse das sombras que pareciam teletransportá-lo de um lugar para outro.
Ele se levantou e começou a olhar para o pé-de-cabra como se temesse a ferramenta... ou o material da qual era feita. Assim que a fera tentou pular novamente caiu de costas arfando pela dor, me aproximei dele e acertei suas outras três patas para que ele não se levantasse mais, então o olhei nos olhos com o mesmo olhar que ele me olhara minutos antes.
Levantei o pé-de-cabra o mais alto que pude e a fera pareceu entender minhas intenções. A última coisa que eu disse foi:
- cachorro mal!
Desci meu braço acertando com toda a minha força a cabeça do cão, que se desintegrou e tornou-se pó.
Quando olhei bem, vi que a vermelhidão não vinha só dos olhos do cão e sim de algo em cima de minha cabeça, virei a tempo de ver um martelo flamejante vermelho desaparecer da minha cabeça, mas não podia me preocupar com isso agora.
Rapidamente fui para a oficina para pegar a Blaze assim como meu irmão havia mandado. Subi na moto e a liguei, já havia pilotado varias motos mais por alguma razão aquela era a mais rápida que eu já vira. Em um segundo já estava onde Johnny deveria estar, mas quando me aproximei, não encontrei o Johnny. Comecei a dirigir por perto para ver se o encontrava, mas infelizmente não vi nada.
Estava triste, sentindo como se houvesse abandonado o único vinculo familiar que me restara, e então algo ecoou em minha mente.
“... Habilidades que só os irmãos e irmãs dele têm.”
Se ele tinha uma família em algum lugar, isso queria dizer que eu também tinha e teria para onde ir.
Acelerei a moto e lembrei-me do bilhete que ele me deixou. Abri o papel e nele lia-se:
“Acampamento Meio-Sangue, Colina Meio-Sangue, 3141, Long Island, NY - Boa sorte maninho”.
Joe Bullock
Joe Bullock
IndefinidosPercy Jackson RPG BR

Mensagens :
288

Localização :
Acampamento Meio Sangue

Voltar ao Topo Ir em baixo

Re: Ficha de Reclamação

Mensagem por Robin Moore Dayne em Qua 16 Out 2013, 19:57

Ficha de Reclamação
▬ Por qual Deus você deseja ser reclamado? Caso não queira ser um semideus, qual criatura mitológica deseja ser?

Gostaria de ser reclamado por Afodite.

▬ Cite suas principais características físicas e emocionais.

Características Físicas:



  • Alto (1,82 m)
  • Corpo magro, bem trabalhado (75 Kg);
  • Pele clara, incrivelmente branca;
  • Olhos claros (variam do azul ao violeta);
  • Cabelos claros (louros, mas, dependendo da luz, ficam prateados).

Características Emocionais:



  • Sociável, se não achar a pessoa fútil demais;
  • Possui um leve complexo de superioridade;
  • Extremamente narcisista;
  • Romântico apaixonado;
  • Criativo;
  • Genioso;
  • Por vezes, imparcial;
  • Aparenta ser muito frio antes de conhecer as pessoas;
  • Competitivo;
  • As vezes pode passar a impressão de ser bipolar.

▬ Diga-nos: por quê  quer ser filho de tal Deus - ou ser tal ser mitológico?

Sempre gostei da deusa e seus poderes são muito bons, além de ser uma deusa que permite que seus filhos sejam personagens interessantes, já que cada filho de Afrodite tem uma maneira própria de ser e, ao mesmo tempo, agirem de forma parecida.

▬ Relate a história da sua personagem - não haverá um limite de linhas definidos, deixe a sua criatividade fluir.

Era mais um dia comum na minha faculdade, eu estava na quadra poliesportiva, como sempre fazia no intervalo entre as aulas. Estava vestindo uma regata azul - que já estava praticamente encharcada de suor - e um shorts largo também azul. Meu tênis estava deixando marcas no chão da quadra enquanto eu corria com a bola para fazer uma cesta. Os outros garotos corriam atrás de mim, alguns deles tentando roubar a bola, enquanto outros aguardavam uma oportunidade para receber a bola de mim. Quando percebo uma brecha, lanço a bola para um de meus colegas de equipe. Ele fica alguns segundos com a bola e depois a lança de volta para mim. Eu a agarro e dou um salto, enterrando a bola na cesta e me pendurando no aro. Fim de jogo, meu time venceu. Era a terceira vez consecutiva, eu estava com sorte naquela semana.

- Ok rapazes. Já chega. O sinal já tocou. Edward, desça dai! Se o aro quebrar, você vai ter que comprar um novo!

- Desculpe, treinador. - Dizendo isso, eu largo o aro e caio em pé, ou melhor, agachado, sem machucar as pernas.

Eu e os outros garotos seguimos para o vestiário, onde o chuveiro nos aguardava. Ah, como eu precisava de um bom banho quente! Depois de tomar uma ducha, eu rapidamente saio do chuveiro, indo me vestir. Os garotos começaram uma guerra de água no chuveiro enquanto eu seguia para o vestiário, e não demora para que ela chegue até lá. Eu começo a rir um pouco da brincadeira e não me preocupo muito, mas no momento em que visto a minha camisa, um dos garotos - sem querer - joga água em mim.

- Noble! Minha camisa nova! - Vocifero. - Que droga! Agora eu não tenho nada pra vestir!

- Desculpa, cara! Eu não te vi ai... Mas, fala sério... Desde quando isso é um problema pra você?

- Haha, engraçadinho... Mas tudo bem, chegando da escola eu boto ela pra lavar. Você tem sorte de o meu próximo período ser livre, senão...

Eu guardei minhas coisas e sai do vestiário com a minha mochila nas costas - agora nuas - e fui até um dos campos da escola. Me deitei sob uma árvore e fiquei parado, sentindo o vento bater em meu peito nu.

- Nossa, nossa, hein! Que saúde! - Assim que ouço a zombaria, abro os olhos e me deparo com um garoto da minha idade, de cabelos pretos e pele bronzeada.

- Hello, sweet heart! - Cumprimento, levantando. - E ai, como cê tá, Jay?

- Normal, você sabe... - Jay me respondeu, com a mesma cara modesta de sempre. 
- E agora, o que deu em você pra sair desfilando desse jeito pela faculdade?

- Duas palavras: Gabe Noble.

Jay começou a rir, me fazendo rir também, já era quase um ritual naquela faculdade, sempre que alguém falava o nome de Gabe, já começava a rir.

- Ok, entendi... Guerra de água, de novo? - Perguntou. Assenti com a cabeça. - Esse cara não tem jeito. Mas, vamos lá, eu quero ir em um café aqui perto, e, bom, você tá me devendo uma grana...

Assenti, revirando os olhos, mas era verdade, já fazia um tempo que eu estava devendo uns trocados pro Jay, então, nós saímos co campus da faculdade com meu conversível e fomos até o café que ele me falou, mas antes, passamos em uma loja pra eu comprar uma camisa nova.

Depois de vestido, seguimos para o café. Quando chegamos, Jay começou a olhar para as mesas, até encontrar uma em um canto onde alguns jovens - a maioria mais novos que eu - estavam conversando.

- Ali, Ed, vamos, quero que você conheça uns amigos... - Fomos até a mesa onde as "crianças" estavam sentadas e elas logo abriram um sorriso quando viram Jay.

- Jay! Finalmente! - Exclamou uma garota, olhando para mim, logo em seguida. -Είναι το αγόρι μιλήσατε?

Confesso que eu não entendi completamente a última parte. Eu sabia que não estavam em inglês, mas entendi algumas palavras e, de alguma forma, eu sabia que significavam "garoto", "você" e "falou".

- Ναι, ναι. Αλλά δεν ξέρει! - Respondeu Jay. Novamente, peguei algumas partes do que ele disse: "sim", "não sabe".

Comecei a me irritar com isso... por que eles não falavam em uma língua que eu entendesse. Assim, eu exclamei, quase gritando:

- Σταμάτα! Συζήτηση για κάτι που καταλαβαίνω! - Inconscientemente, eu havia falado na mesma língua que eles, e percebi que era grego. Eu sabia o que eu havia dito, eu disse "Parem com isso! Falem algo que eu entenda!".

Jay abriu um sorriso e começou a cochichar com os garotos na mesa durante alguns segundos, então, voltou-se para mim.

- Ed, eu quero que você conheça alguns amigos. Essa é Luce, filha de Íris. Aquele é o James, filho de Ares. Essa aqui é a Denice, filha de Deméter. E tem o Bill, filho de Hipnos. - A cada nome, Jay apontava para uma pessoa diferente, mas eu não entendia o porquê dele citar deuses gregos. - Você consegue falar grego e entender o que a gente fala, então, já está comprovado que você é um de nós.

- Um o quê?

- Um semideus, Ed. - Disse Denice.

- Senta ai, cara. Fala um pouco de você pra gente. - Convidou James.

Sentei-me ao lado de Denice e Jay sentou do meu lado. Ele me explicou o que estava acontecendo de uma maneira bem resumida. Me disse que os deuses gregos ainda existem e que não são só um mito. Disse que eles vivem no Empire State e que, as vezes, eles têm filhos com mortais e esses filhos eram "nós". Jay disse que era filho de Apolo, e que cada um tinha uma história, então, comecei a contar a minha.

- Meu pai é inglês. Ele mora na Inglaterra e tem uma grande empresa lá. Eu sempre morei lá, mas decidi fazer uma faculdade aqui nos States. Meu pai me disse que, quando ele era mais jovem, ele havia vindo para cá para uma série de reuniões com muita gente importante (digamos que eu sou rico...) e, durante essa estadia, ele conheceu uma mulher muito bonita. Eles namoraram durante alguns meses, mas ela nunca disse onde ela morava, um dia, ela descobriu que estava grávida do meu pai, mas que teria que ir embora. Ela prometeu voltar quando eu tivesse nascido, mas, ao invés disso, ela me deixou para meu pai. Nisso, minha família já tinha muito dinheiro, então, eu sempre estive acostumado com o luxo, mas as pessoas sempre falam que eu sou muito humilde pra alguém que vive em meio a tantos "mimos".

Eu realmente não sabia falar sobre mim e, bem, eu tenho que dizer, Denice e James estavam me distraindo muito. Todos eram bom ouvintes, excerto Bill, que as vezes cochilava, mas acordava logo em seguida. Mas Denice e James eram muito bonitos... Ela tinha cabelos castanhos e lisos que terminavam na metade de suas costas. Olhos castanho-claros e pele levemente bronzeada. E um perfume muito bom.

Já James era forte e bruto, tinha um rosto duro e um olhar muito penetrante. Seus olhos eram muito escuros e brilhavam, sedentos por algo que envolvesse ação ou brigas. E o sorriso dele era muito bonito. Um sorriso branco, totalmente convencido de si mesmo.

Me esforcei para me concentrar na história, mas não precisei fazer isso por muito tempo, pois, no momento em que me calei, um homem grande e forte entrou e, todos percebemos, ele suspirou fundo e olhou diretamente para nós, dizendo apenas uma palavra em grego: Ημίθεος, que significava "semideus".

- Vamos, Ed, tá na hora da gente ir...

Todos se levantaram e eu os acompanhei, nós corremos para os fundos do café, onde saímos e demos a volta. O som das coisas no café se quebrando eram audíveis e nós não tínhamos muito tempo...

- Ed, tome cuidado. Agora nós devemos ir até o acampamento. Venha!

Começamos a correr pela cidade. Eu não sabia onde ficava aquele acampamento, mas deveria ser perto, já que tínhamos que chegar lá.

- Denice, chame as Moiras!

Denice não perdeu tempo e assoviou bem alto. No segundo seguinte, um taxi velho apareceu na nossa frente. A porta de trás estava aberta e todos entramos. Assim que a porta se fechou, vimos um monstro, literalmente, vindo em nossa direção.

- Colina Meio-Sangue, Long Island! Rápido! - Exclamou Denice. Ela só podia estar brincando. Nunca chegaríamos logo em Long Island, mas, assim que ela disse isso, a motorista começou a correr em uma velocidade que os carros comuns não deveriam alcançar.

Percebi, então, que eram três mulheres cinzentas ao volante, sempre completando a frase uma da outra. Elas nunca olhavam para trás, mas eu não estava certo se queria ver o rosto delas. Depois de alguns minutos, nós chegamos. Aliviados, descemos do táxi e Denice as pagou com uma moeda estranha. Jay me disse que eram dracmas de ouro, a moeda que os deuses e semideuses usavam.

O resto do dia foi muito cansativo. Eu descobri mais sobre o acampamento, entendi como ele funcionava e Jay tentou me ensinar um pouco do que ele chamava de "mitologia moderna", basicamente, ele estava me explicando como os contos mitológicos funcionavam nos dias atuais. No fim do dia, eu estava no pavilhão jantando com os outros, quando eu fui surpreendido por uma aura rosa que me envolveu. Acima de minha cabeça, um símbolo de uma pomba rosa estava flutuando, e eu estava vestido com roupas novas, que eu achava muito bonitas...

Esse foi só o primeiro de muitos dias no acampamento, dias que acabaram ficando normais. Viraram parte da minha rotina de semideus. Graças aos deuses, eu nunca precisei enfrentar nenhum monstro, mas isso não significa que eu tinha que enfrentar outras coisas, como os meus sentimentos por alguns campistas... E também haviam os treinos e tudo mais, todas essas coisas normais que, na verdade, não deveriam existir, não para os mortais...

Robin Moore Dayne
Robin Moore Dayne
Filhos de NyxAcampamento Meio-Sangue

Mensagens :
15

Voltar ao Topo Ir em baixo

Re: Ficha de Reclamação

Mensagem por camila-0 em Qua 16 Out 2013, 20:36

▬ Por qual Deus você deseja ser reclamado? Caso não queira ser um semideus, qual criatura mitológica deseja ser?
Atena

▬ Cite suas principais características físicas e emocionais.
  Físicas: Sou alta,morena clara,tenho cabelo castanho,olhos marroes Emocionais: esperta, não suporta ver injustiças, virtuosa, concentrada,  adora resolver coisas difíceis, como o cubo mágico e aquelas caixinhas mágicas

▬ Diga-nos: por quê  quer ser filho de tal Deus - ou ser tal ser mitológico?
Porque sou muito inteligente e acho que a sabedoria é uma das coisas mais importantes para a vida e também porque amo as corujas e também porque eu sou bastante estratégica.

▬ Relate a história da sua personagem:
Eu me chamo Camila moro com meu pai minha mãe desapareceu quando ainda era pequena  só descobri que era uma semideusa com 11 anos num passeio escolar para o museu da cidade,estavas dentro do ônibus escolar eu estava escutando música e lendo um livro.
Quando estávamos quase chagando no museu o  ônibus estragou e tivemos que sair de dentro dele.
Eu tinha esquecido o meu livro dentro do ônibus e  voltei para pegar quando entrei dentro do ônibus meu professor de educação física estava lá ele era meio baixo,usava um boné e uma calça preta ele falou:
-Temos que sair rápido daqui está vindo alguns monstros para cá eles querem pegar você.
- Você está falando os da mitologia grega? Porque eles querem me pegar
-Sim mas te explico no caminho porque eles querem te pegar.
Ele retirou o boné e a calça e virou meio bode meio homem.
Nós  correndo para fora do ônibus e entramos num carro ele começou a dirigir e falou:
-Eles querem pegar você porque você é uma semi-deusa nós estamos indo para o Acampamento Meio-Sangue lá é o único lugar segura para os semi-deuses.
Eu falei:
-Vocês está falando então que minha mãe é uma deusa?Eu já desconfiava porque sempre que eu perguntava da minha mãe meu pai não respondia.
-Estamos quase chegando no acampamento lá você vai aprender a se defender de monstros e outras coisas.
Quando chegamos lá veio um homem numa cadeira de rodas e falou:
-Prazer sou o diretor do acampamento me chamo Quíron.
-Prazer me chamo Camila.
Depois ele me mostrou o acampamento foi assim que cheguei ao acampamento
camila-0
camila-0
IndefinidosPercy Jackson RPG BR

Mensagens :
1

Voltar ao Topo Ir em baixo

Re: Ficha de Reclamação

Mensagem por Abby Dinkley em Qua 16 Out 2013, 21:51


Ficha de Reclamação
Não confie tanto nas pessoas, quem te estendeu a mão hoje amanhã poderá rejeitá-la.
▬ Por qual Deus você deseja ser reclamado? Caso não queira ser um semideus, qual criatura mitológica deseja ser? Desejo ser prole de Afrodite.

▬ Cite suas principais características físicas e emocionais. Missy possui cabelos castanho-claros e lisos (que ela gosta de enrolar para que fiquem ondulados) e olhos azulados que mudam, de acordo com a luz, para verde. Corpo delineado e seios fartos. Seu humor é muito variável, dependendo bastante da pessoa que esta interagindo com ela, mas por mero costume tenta o manter animado e alegre. Tem uma alma boa e gentil, porém quando se irrita é melhor sair de perto, ou quando ela acorda de mau humor, porque ela se torna outra pessoa, estourada, bruta e sarcástica, ela é bipolar. É tímida, se soltando à medida que conhece melhor as pessoas. Gosta muito de ler (encaixa-se aqui apenas livros de romance, aventura e suspense fictício, ou não. Nada de livros didáticos ou similares).

▬ Diga-nos: por quê  quer ser filho de tal Deus - ou ser tal ser mitológico?
Afrodite é a deusa da beleza, só isso já estava de bom tamanho. Mas muito além, ela é forte e poderosa tendo habilidades exóticas e conseguindo dominar as pessoas com apenas um olhar. Ela realmente faz jus à frase “não julgue um livro pela capa”, enganando o inimigo e tendo a vantagem inicial. Beleza, inteligência, força, poder, paciência, quase tudo que a maioria das mulheres almeja, ela possui e de sobra tornando-a assim uma das deusas mais equilibradas. Resumindo, ela é quase perfeita (pois não acho que ela seja feliz o bastante) e seria uma honra se tornar filha da deusa em questão.

▬ Relate a história da sua personagem - não haverá um limite de linhas definidos, deixe a sua criatividade fluir.
Assim que nasceu, Missy foi abandonada por sua mãe, ficando sobre a tutela apenas do pai. Nos primeiros momentos ele começou a entrar em desespero, tinha total certeza que fez uma besteira e condenou sua vida e da criança em seus braços. E como bebê, sem ter consciência de nada que acontecia, ela sorria para o pai. Sentia-se protegida naqueles braços fortes. E foi isso que deu motivação ao pai para seguir em frente.
“Você é apenas um bebê, não tem culpa de nada e é minha responsabilidade. Honrarei esse compromisso” Era o que ele pensava sempre que olhava para a filha.
Malcon era o nome do pai de Missy. Ele se demetiu de um de seus dois empregos, assim podendo dedicar mais tempo a filha. Ela era um bebê lindo, saudável e forte. É claro que como pai de primeira viagem ele teve que pedir ajuda a outros parentes. A tia, irmã de Malcon, foi quem mais ajudou. Afinal, ela já sabia a historia da criança.

--- ♥ ---


Missy crescia como uma criança normal. Sua infância foi bem parada. Até as coisas piorarem quando ela embarcou no fundamental. As notas caíram drasticamente e ela foi diagnosticada com TDAH, tendo que trocar de escola várias vezes por ser expulsa, seja pelas notas baixas ou por arrumar encrencas. Mesmo assim ela não se deixava abalar, estava sempre sorrindo para todos o que fazia com que sua beleza apenas crescesse. Ela sempre pensou que atraia as pessoas por ser quem é.

- Não confie assim tão fácil nas pessoas Missy – Seu pai sempre a avisava.- Você é uma filha muito bonita, e algumas pessoas são interesseiras, só querem estar perto de você para te usar. Tome cuidado.

Mesmo com as palavras do pai, a garota apreciava aquela atenção que recebia e dos olhares que lhe eram jogados. Era tímida, mas se sentia poderosa ao ser denominada a mais bonita. Ela gostava de mesmo sem fazer qualquer esforço estar arrumada. Enquanto as outras crianças se olhavam no espelho falando o quanto queriam ter outro cabelo, ser mais magra, mais alta, ela olhava no espelho achando tudo muito bom em si, não iria mudar nada.
Porém com o tempo toda aquela atenção e amizades falsas, assim como os olhares invejosos e desejosos começaram a irritá-la. Ela queria poder conversar com alguém, falar o que sentia e o que pensava. Tentou algumas vezes com seu pai, o único em quem ela realmente confiava, no entanto ele sempre mudava o assunto ou dava um conselho inútil. Ela desistiu.
“É meu destino ter uma vida assim? Eu aguento... mais tarde tentarei mudá-lo” Ela pensava para se consolar sempre que a tristeza batia mais forte.

--- ♥ ---


Um dia, saindo de uma festa, já com seus doze anos, a garota se perdeu. Estava escuro e ela havia parado em um beco estranho. Resolveu voltar, mas parecia ficar mais perdida a cada passo e ninguém passava na rua para que ela pudesse pedir informações. A garota ouviu passos e começou a andar mais rápido, assim como os sons que ouvia. Sombras estranhas passavam por cima e ao lado dela, que já começava a entrar em pânico. Parou, fechando os olhos e ficando vulnerável e a sua mão foi puxada impulsionando o corpo a correr. Ela abriu os olhos e a sua frente estava uma garota estranha que mancava. A menina, puxando a outra e correndo, conseguiu levar a semideusa para casa, a qual não ficava longe dali.

- Você... eu te vi... na festa – Missy falava com dificuldade pela corrida intensa. - Quem é.. você?
- Sim. Eu estive tentando andar com você, mas as outras me expulsavam. – A garota fez uma careta mostrando a língua. – Sou Camile. – Sorriu.
- Por quê? – Se podia perceber um tom de esperança na voz de Missy. Vendo a expressão confusa da outra ela repetiu a pergunta de uma forma diferente. – Por que estava me perseguindo. Por quê?
- Porque gosto de você, tenho certeza que seremos belas amigas.

Com aquela frase, a garota não pode evitar o choro, que fez com que seu rosto ficasse vermelho e soluços fortes saíssem de sua garganta. Eram palavras verdadeiras, ela sentia que eram. Palavras que muito tempo ela esperou para ouvir. “Meu destino está mudando?”

Nesse dia a pequena fez sua primeira amiga verdadeira, que veio se tornar a melhor, quem a ajudava a passar de ano, ensinava coisas novas, tornava os dias com pessoas a bajulando suportáveis, para quem ela contava tudo, não havia segredos entre elas... Ou era isso que ela pensava.

--- ♥ ---


Missy não conseguia mais andar e passar despercebida, onde colocava seu pé os olhares se voltavam para ela, por isso ela mantinha Camile sempre perto. Já estavam quase no final do ano o que deixava a garota aliviada. Se livrar daquele ambiente escolar seria uma salvação para ela e, como um dia uma professora sugeriu, ela seguiria a carreira de modelo, desta forma, vivendo entre mais um bando de garotas bonitas como ela, os olhares não seriam mais tão direcionados para si de modo tão forte.

Após uma cansativa prova, as meninas estavam esperando Malcon em frente ao portão principal da escola e Camile parecia seriamente preocupada com alguma coisa.

- O que foi Camile? – Ela perguntou sorrindo e passando a mão pelo cabelo, jogando-o para trás impedindo que o vento forte que passava o jogasse para um lado qualquer. – A prova estava tão difícil assim? – Riu. – Até eu consegui fazer, você vai se sair bem.
- Não é isso. – Camile respondia com receio e olhava para os lados freneticamente.
- O que é então? Você esta mais estranha que o normal. - Primeiro Camile parou olhando para a maior com uma cara emburrada e começou a puxar para longe da escola. - O que você está fazendo Camile? Precisamos esperar o papai, ele ficara preocupado se não estivermos no portão quando ele voltar.
- Tenho certeza que ele vai entender. – Ela puxou um celular do bolso da calça que Missy dizia ser muito feio e fora de moda. – Senhor Malcon? Sim, vou levá-la. É... Estou com um mau pressentimento, todos os meus pêlos estão se eriçando.
- O quê? – Ria a que estava sendo puxada, achando que tudo aquilo era uma brincadeira. – O que você quer dizer com tudo isso? Pêlos se eriçarem? – Gargalhou sendo reprimida por um olhar da menor.

No caminho Camile começou a explicar coisas sobre a deusa Afrodite e o Acampamento Meio-Sangue. Missy ouvia sem entender nada. “Por que ela esta me falando isso?”. Ela queria perguntar, mas sabia que se interrompesse a amiga ela ficaria brava e ganharia um belo sermão, ainda mais por estar achando a pequena séria demais. Quando finalmente ia falar alguma coisa sua boca foi tampada e ela puxada por mãos fortes, tentou resistir, ação falha. Ela foi amarrada e colocada num carro preto, juntamente a Camile. Seu olhar expressava o medo e desespero que sentia naquele momento. Os dois homens riam, risadas maldosas e cheias de malicia. A garota as mãos em uma tentativa de se soltar, a corda atritava contra seu pulso causando dor e o deixando vermelho.

O carro andava em uma velocidade alucinante, as duas amarradas já tinham perdido e noção do tempo que estavam ali dentro. Camile cutucou Missy, seus olhos ainda mostravam determinação e que ela tinha um plano. A maior concordou esperando o que a outra iria fazer e arregalou os olhos quando ela esticou o corpo e dirigiu seus braços para a cabeça do motorista o enforcando como pode forçando seu corpo para trás.

- Solte-o sua pirralha! – Rosnava o homem no banco de passageiro, enquanto o outro tentava com uma mão tirar o braço fino de seu pescoço.

A garota ouviu o pedido e apertou ainda mais o pescoço. O que dirigia não agüentou mais, tirou as mãos do volante e apertou o braço que o enforcava, foi tempo suficiente para o carro perder o controle, sair da estrada e capotar, parando apenas quando bateu em uma árvore.
A semideusa sangrava nos braços e na cabeça, cacos de vidro encaixavam em seu cabelo, tudo girava e uma mão forçava seu corpo para o lado. Era Camile, empurrava a amiga para fora do carro. Elas saíram e começaram a correr, entrando no meio das árvores.

- Rápido! Estamos quase chegando ao acampamento! - Gritava a menor.
- Espera! Do que você ta falando?! Temos que ir para a cidade mais próxima, sei lá, chamar a polícia!

- Isso não é caso para polícia! Temos que dar um jeito de nos desamarrar...

Camile parou de falar quando os arbustos movimentaram, espalharam as folhas e os dois homens apareceram na frente das garotas. Contudo o mais assustador era a forma dos homens, os quais se contorciam e estavam envoltos por uma aura negra. Um deles puxou a corda cumprida que terminava na da mão de Monna. "O que é isso? Virei o que? Escrava? Meu cabelo já está acabado, minha roupa nova toda rasgada e cheia de sangue, estou cansada e com medo. CHEGA!"

Um brilho se fez no fundo dos olhos da garota. Ela colocou as duas mãos na corda e usando muita força a balançou para cima e para baixo com um grunhido o homem soltou a corda.

- Abaixe-se Camile. - A voz da maior saiu séria e raivosa como a outra nunca tinha visto e obedeceu imediatamente.

Missy enrolou um pouco da corda na mão para ficar mais firme e a girou no ar e lançou contra um dos seus agora inimigos, puxou a corda para si lançando novamente neles e girando o corpo fez a corda acertar nos dois seguidas vezes. As criaturas agora eram quem estavam assustadas e tentavam se proteger como podiam, sem muito sucesso. A garota ofegava e tinha um sorriso convencido brincando em seus lábios.

- Corra para o tal acampamento, estou logo atrás de você.

Camile se levantou e correu olhando várias vezes o caminho a suas costas. A morena deu uma última chicotada e seguiu a amiga colina acima. Estava exausta e sentia a perna fraquejar, mas continuou correndo. Viu uma grande árvore e a menor lhe ofereceu os ombros para se apoiar. Elas foram mancando e os olhos da maior brilharam vendo o cenário para o qual elas se dirigiam. Uma grande casa, chalés e pessoas felizes andavam adolescentes de todas as raças e nações. Missy sorriu fraco e desmaiou nos braços da pequena.

Algumas horas depois, ela acordava em uma enfermaria, cheia de faixas.

- Cheia dos ferimentos e ainda continua linda... eu odeio você por isso. - Camile, a ninfa, riu segurando a mão da maior na cama.

- Bem vinda, filha de Afrodite. - Uma mulher com alguns campistas, tão bonitos quanto a maior, sorriam para a que se recuperava, transmitindo uma sensação de acolhimento e esperança. - Aqui você começara sua nova vida.

Abby Dinkley
Abby Dinkley
IndefinidosPercy Jackson RPG BR

Mensagens :
103

Voltar ao Topo Ir em baixo

Re: Ficha de Reclamação

Mensagem por Jolie Crockford Gauth em Qui 17 Out 2013, 01:49



Ficha de Reclamação

Desejo ser filha de Hermes

Características psicológicas:
Jolie era muito calada e séria quando morava com sua mãe, mas apesar de Lily ser séria com a garota, Jolie sempre fazia algumas traquinagens com a mãe e com os funcionários da casa. A garota sempre gostou de brincar e ia muito à pracinha que ficava perto de sua casa, fazendo alguns amiguinhos no local. Jolie gostava muito de ouvir música e sempre estava competindo em esportes na escola, apesar de ser uma negação no estudo. A garota era alegre, esperta e conseguia conquistar as pessoas com seu olhar doce e ingênuo, algo que usava para conseguir o que queria de vez em quando.

Características físicas:
Jolie é alta e tem um corpo atlético apesar de que se acha um pouco magra. É loira e tem um sorriso encantador. Fisicamente ela pode ser considerada uma pessoa atraente para a sua idade. Jolie tem longas pernas e um ótimo equilíbrio e agilidade.

Desejo ser filha de Hermes porque é o meu deus preferido. ‘-‘ Sei que parece doença uma pessoa ter dois campistas do mesmo progenitor divino, mas, pls, sou eu. Seria estranho se eu fosse normal. q Também quero ser filha dele porque voltei a ter excitação em escrever e pensei em uma trama legal e tal. Enfim, é isso.


Lily sabia que iria se arrepender daquilo, mas mesmo assim continuou em frente. Desde que conheceu Hermes, a mulher não conseguiu pensar em outro homem. Ela sempre se lembrava daquele deus e de como ele era amável e perfeito... Talvez ele não fosse tão perfeito assim, afinal de contas, ele a abandonou quando Rafaella veio ao mundo. Lily não conhecia olhar para Rafaella sem chorar e lamentar o abandono de Hermes. A mulher culpava aquela criança por isso e a entregou para a sua mãe cuidar. Pessoas inteligentes não costumam insistir em um erro, mas quando se ama a pessoa fica cega e perde a razão.

Dois anos após Rafaella ter nascido, Hermes voltou a encontrar Lily e a conversar com a mulher. O deus parecia não se importar em nutrir os sentimentos que ela tinha por ele, pois Hermes também estava apaixonado. Os dois se encontravam sempre, e o inevitável ocorreu. Desses encontros surgiram Jolie, um lindo bebê de cachinhos dourados e olhar penetrante. Mais uma vez Hermes teve que abandonar Lily, o que fez com que a mulher pedisse ajuda a sua mãe novamente. Dione, sua mãe, declarou para a filha que não cuidaria de Jolie como fez com Rafaella, mas que isso seria temporário. Quanto Jolie completasse 7 anos, iria morar com sua avó, e Rafaella moraria com uma tia distante. Dione brigou com a filha, mas não discutiu.


Fazia um ano que Jolie morava com sua avó quando a garota foi brincar na floresta que rodeava a fazenda de Dione. Jolie tinha 8 anos e corria em direção ao lago que ficava no centro da floresta. Quando chegou ao lago, a garota tirou suas botas e pulou na água, nadando e se divertindo.  

Dione chegou ao local alguns minutos depois e deu a neta algumas frutas para comer. Sentou-se na margem do lago e ficou observando a garotinha. Quando saiu da água, Jolie sentou-se ao lado de sua avó e ficou observando a água. De repente uma cobra apareceu do nada e subiu nas pernas da semideusa, Dione não se moveu, apenas observou curiosa. Jolie observou com curiosidade, mas em seguida sentiu uma luz estranha surgir sobre sua cabeça, como se fosse uma aura. Ela olhou para cima, assustada, e percebeu que um caduceu cinza brilhava em sua cabeça.

- O que é isso, vovó? – perguntou assustada com a situação.

- É apenas o sinal de que já esta na hora de você começar o seu treinamento, minha querida. Venha, vou te dar alguns presentes... Leve essa cobra também, vocês podem ser amigas.

Observações:
Então, talvez a ficha tenha ficado um pouco confusa ou sem muitos detalhes, mas eu pretendo trabalhar a trama da semideusa em DiYs e tal, por isso não detalhei muito sua história. Espero que tenha gostado.


Thanks Katherine @PE
Jolie Crockford Gauth
Jolie Crockford Gauth
IndefinidosPercy Jackson RPG BR

Mensagens :
8

Voltar ao Topo Ir em baixo

Re: Ficha de Reclamação

Mensagem por 083-ExStaff em Qui 17 Out 2013, 02:23




Fichas avaliadas    




— Edward — Aprovado — Olha, fofuxo, foi realmente por um triz. Veja bem, o que validou sua ficha foi principalmente o teor da estória, que tinha certa coerência e fluidez suficientes para a validação. Mas você pecou muito em alguns erros ortográficos que poderiam ser facilmente corrigidos com um uso rápido do Word. Tente ler seu texto antes de postar, por pelo menos duas vezes. Vai por mim, ajuda mesmo. Além disso, tente destacar as falas, suas e de outros personagens, com cores. Facilita na leitura. Fora isso, nada demais a acrescentar, apenas para o fato de que você deve tomar cuidado ao citar um monstro tão forte quanto uma górgona. Mesmo semideuses experientes têm dificuldades com tais criaturas. Tudo bem que recebeu ajuda, e teve sorte. Mas tome cuidado nos futuros posts. Seja bem-vindo, filho de Hermes!

— Victor — Aprovado — Bem, bem, bem. Uma narrativa bem envolvente, apesar de simples. Pequenos testemunhos contra sua aprovação foram uns errinhos básicos de digitação fora de hora, ou o uso de algumas palavras sem acento, mas nada o suficiente para uma reprovação. No fim, acabei me desligando dos erros e prestando atenção à estória, o que realmente foi o que me cativou. Bem-vindo, prole de Hefesto (mais um enteado pra mim ^^).

- Edward Shadowspell - Aprovado - Nossa! Que ficha interessantíssima! E toda fofa e organizada! Além disso, você escreve muito bem, e tem futuro como player! Bem-vindo, filhotinho! Ah, só tome cuidado com os parágrafos curtos demais. Isso acaba tornando a leitura menos envolvente, embora o enredo neste caso, tenha superado o desconforto. No mais, está ótima a ficha! Parabéns.

- camila-0 - Reprovada - Olha, camila-0, os motivos para a reprovação seriam muitos, mas como seu nome de usuário não se enquadra no estabelecido pelas Regras do Fórum, infelizmente eu sequer dei-me ao trabalho de avaliar o seu texto, pois ele é inválido. Sugiro que use a MP enviada a você quando cadastrou-se no site, como um guia. Leia as regras, e solicite uma mudança de nome. Tente de novo, fofa!

- Missy - Aprovada - Bem-vinda, filhota! Confesso que sua ficha me surpreendeu positivamente. Nenhum erro visível de ortografia, coerência ou construção. Foi uma ficha resumida, mas tamanho não é documento. Além disso, fiquei super-feliz com seu apreço pela moda! Simplesmente minha filha! Deixe-me orgulhosa, filha de Afrodite!

- Jolie - Aprovada -  Olá, Jolie. Uma coisa que me deixou meio insegura, foi exatamente o tamanho da ficha, que ficou bem pequeno. Mas ainda assim, a narração atingiu o seu propósito, e seus outros pontos positivos (organização, fluência, ortografia), contribuíram para um resultado positivo. Gostei muito, e estou ansiosa pela (DIY)! Espero ler mais sobre sua personagem! Bem-vinda, filha de Hermes!









Atualização
Atualizado por ♦ Zeus
083-ExStaff
083-ExStaff
IndefinidosPercy Jackson RPG BR

Mensagens :
251

Localização :
Olimpo, Palácio de Poseidon, Submundo... Onde der vontade...

Voltar ao Topo Ir em baixo

Re: Ficha de Reclamação

Mensagem por Ted F. Hunter em Qui 17 Out 2013, 15:03

▬ Por qual Deus você deseja ser reclamado? Caso não queira ser um semideus, qual criatura mitológica deseja ser?
Selene, personificação da lua.
▬ Cite suas principais características físicas e emocionais.
Físicas: Cabelos extremamente negros e sempre desarrumados, olhos cor de ônix muito brilhantes, pele extremamente clara e macia.
Emocionais: Muito amigável com a maioria das pessoas, sempre que conhece uma pessoa se apega a ela, sempre tenta ser oi mais justo possível e estudioso.
▬ Diga-nos: por quê  quer ser filho de tal Deus - ou ser tal ser mitológico?
Pois Selene é a personificação da lua e sempre que eu olho para lua me sinto extremamente feliz e lembro da minha família  amigos e dos lugares onde gosto de ficar.
▬ Relate a história da sua personagem - não haverá um limite de linhas definidos, deixe a sua criatividade fluir.
 Ted morava em Novo México com o pai, nunca conhecerá a sua mãe, pelo menos não tinha nenhuma lembrança dela. Aos cinco anos o pai de Ted morreu em uma explosão na mina de carvão onde o seu pai trabalhava e por isso teve de ir a um orfanato em Nova York, ele nunca teve nenhum amigo no local, pois a maioria das crianças de lá tinham problemas de psicose ou não tinham como se comunicar a parti de nenhum meio.

 Um dia Ted foi adotado, mas não foi por pessoas normais e sim por dois ciclopes que o levou para a floresta onde pretendiam come-lo, pela sorte e pela agilidade de Ted ele conseguiu fugir dos gigantescos monstros. Nessa jornada até chegar ao Acampamento Meio-Sangue, Ted conheceu diversas criaturas e deuses gregos, teve a ajuda de Hermes para se guiar até o acampamento ganhando uma bussola, ajuda de Dionísio que por incrível que pareça.

 Depois de Ted ficar semanas passando por diversos lugares do estado de Nova York, chegou a Long Island, mas infelizmente os ciclopes também, eles quase o engoliram se não fosse pelos semideus que estavam de guarda, depois de ser salvo foi levado há enfermaria onde um dos curandeiros o explicou sobre ser um semideus e sobre os monstros e deuses. Ted foi levado até o chalé de Hermes, onde os semideuses indefinidos ficavam antes de serem reclamados, lá era bem melhor que o orfanato. Logo ele aprendeu o grego como os outros semideuses e gostou muito de usar adaga em seus treinos, também se apaixonou pela praia dos fogos.

 Um dia Ted estava na beira da praia junto com outros semideuses, estavam dando uma pequena festinha de aniversario para uma campista filha de Zeus, Ted contemplava a bela lua cheia no céu negro, via as constelações de Aquários, Escorpião e Zoe Doce-Amarga, até que viu na lua um belo rosto de uma mulher muito bonita, seus olhos eram prateados como seus cabelos, ela sorria para Ted e disse "Ted, meu filho", Ted percebeu que era a deusa Selene por causa de seu rosto que era familiar, ele se virou e viu que todos o contemplavam , ele percebeu que em cima da sua cabeça tinha uma bela lua prateada brilhando e ao seu redor tinha uma camada de pó prateado.

 - Ted. - disse a filha de Zeus - Você é filho da lua, filho de Selene.
Ted F. Hunter
Ted F. Hunter
IndefinidosPercy Jackson RPG BR

Mensagens :
45

Voltar ao Topo Ir em baixo

Ficha de Reclamação

Mensagem por Juliet E. S. Grimm em Qui 17 Out 2013, 17:14


Juliet E. S. Grimm
FICHA
CSI
BOSTON
DESCOBERTA
POR QUAL DEUS DESEJA SER RECLAMADO E POR QUÊ

Desejo ser reclamada por Athena. De todos os deuses, creio que seja uma das mais complicadas de se jogar - os poderes não são extremamentes destrutivos ou apelões e, o principal: você pode dizer que é inteligente, mas descrever isso de forma coerente não é muito fácil, e tomei isso como um desafio pessoal. Além disso, é a deusa que mais combina com a história imaginada para a personagem.
 

 
CARACTERÍSTICAS


FÍSICAS
Uma mulher alta, chegando aos 1, 75m, de porte atlético e magra. Cabelos loiros e longos, lábios pálidos e finos, numa expressão geralmente concentrada e traços firmes e marcantes, como uma estátua. A única coisa destoante em sua aparência são os olhos, de um tom acinzentado e inquietos como uma nuvem de tempestade, traindo a calmaria exterior ao revelar os furacões presentes em sua mente. A voz é monocórdia, firme e controlada, treinada pelo seu emprego a não trair suas emoções. Membros longos e dedos esguios, com uma agilidade - principalmente manual - acima da média, fruto também do mesmo treinamento, aliados a um dom natural. A tez é branca e sem imperfeições, não denunciando sua idade - próxima aos 30 - mas a expressão fechada e sóbria - até no modo de vestir, mais clássico - compensam isso, fazendo com que ganhe certa aura de respeito e seriedade, por vezes parecendo mais velha do que o é em realidade.

PSICOLÓGICAS
Juliet não é nenhuma adolescente. Adulta, perto dos 30, é séria e solitária. Uma mulher independente, não muito diferente de várias que vivem em uma cidade grande, batalhando para ganhar a vida. Racional, pouco dada à arroubos emotivos, realista - pendendo mais para o pessimismo, algo que considera inerente a qualquer um na sua profissão - e descrente, em termos religiosos. Já viu coisas demais para acreditar que exista qualquer um dando a mínima para o que quer que as pessoas façam na terra, seja algo de cima ou de baixo. A maldade humana, para ela, é uma força em si, e os demônios existentes são apenas os criados pelas próprias pessoas, e alimentados por suas mentes. Controlada e controladora, odeia quando algo sai do planejado, sempre tendo um plano B, e um C e um D, se possível. Fala pouco, mas sabe ser sociável e até simpática, mesmo que seja um evento raro. Pode ser realmente sarcástica quando deseja, mas em geral apenas mantém-se calma - sendo esta a melhor postura para lidar com as pessoas, sem chamar a atenção - mas por vezes gosta de provocar, apenas para analisar as reações. Não é o que se chamaria de gênio nato: seu Q.I. não é muito superior à média, sendo que conquista as coisas por esforço e estudo, e não tanto por dom, apesar de ter facilidade. Nunca apresentou dislexia, mas a TDAH foi diagnosticada, mas em um grau leve. Longe de atrapalhar, fez com que conseguisse aprender a dividir sua atenção por tudo ao seu redor, e ajudou a aprimorar suas habilidades e reflexos de combate, treinados na academia policial. Sua formação primária é em Biomedicina, iniciando a carreira policial dentro dos laboratórios, mas acabou mudando de área, indo para a Psicologia, com especialização em Psicologia Forense, criando perfis criminosos e passando a atuar em investigações de forma mais prática. Era cogitada a atuar em Quântico, mas o suicídio de seu pai, também oficial do alto escalão, provocou uma mudança de planos nos superiores, temendo que a filha não fosse tão estável quanto aparentava, o que fez com que permanecesse no Departamento de Boston - o 3º no qual trabalhou, após Vegas e NY, onde iniciou sua carreira. Também estuda línguas, falando, além do Inglês, Latim, Espanhol e Alemão. Encara quem estiver ao seu redor como um objeto de estudo, ou uma peça no quebra-cabeça da vida. E ela quer todas as respostas.
 

 
HISTORIA

O mundo que nós vemos não é o mundo real: é apenas uma parcela dele. Platão já falava que era apenas um reflexo, as sombras do que existia na realidade. Juliet achava mais: não eram sombras, eram camadas. Alguns tinham percepção suficiente para ver além. Outros, não. Ela fazia parte do primeiro time. CSI, foi treinada a vida inteira na Academia para ver o que estava escondido, os níveis abaixo da superfície, o submundo. Enquanto para pessoas comuns a vida era como nas imagens vendidas na TV, com ruas limpas, crianças felizes, cachorros brincalhões, um emprego rentável, uma esposa cuidadosa e a mesa posta nas refeições, ela era a especialista em desfazer essa ilusão. Sempre sabia que a rua não era tão limpa, descobrindo para onde varriam a poeira, e onde a escuridão se escondia, fazendo do comercial de margarina o filme de terror. E ela caçava justamente isso, os vilões. E ali estava mais um. Trocou olhares com seu parceiro, já no local, antes de se infiltrar entre os curiosos, mostrando sua identificação, e cruzar a linha que demarcava a cena de crime, passando por baixo da faixa divisória enquanto colocava as luvas e se posicionava com a maleta de equipamentos.

- O que temos dessa vez, Vince?

Ele suspirou, resignado, acomodando-se ao seu lado. Encontrar corpos era comum, era o seu trabalho, e já não se surpreendia com coisas estranhas. Mas ainda assim...

- Homem branco, caucasiano, cerca de 35... A causa da morte foi... Bem, não é preciso ser especialista para notar, certo? - Ele indicava o peito do homem, as costelas rompidas, as pontas para fora... e a cavidade vazia. O coração jazia a alguns metros, com várias perfurações.

- Uhhhh... Temos um alien!

A brincadeira poderia parecer leviana, mas não era o caso. Apenas era impossível não fazer essa referência ao ver a cena. Mesmo Vince deu um leve sorriso.

- Exceto que os monstrinhos costumam devorar suas vítimas...

- A menos que não tenham tempo para isso... Mas nesse caso, sempre deixam algo para trás. Vamos descobrir o quê, dessa vez.

O trabalho era o de sempre: digitais, pegadas, fibras, DNA. Qualquer coisa podia ser uma pista. O problema era que tudo ali era um emaranhado. Mesmo a chegada do legista não ajudou muito. O ferimento realmente havia sido feito de fora para dentro - como, ainda era um mistério, e apenas exames mais detalhados poderiam ajudar a esclarecer. A hora da morte havia sido de noite, entre as 12h e a 1h da manhã. Nas mãos da vítima, resíduos de pólvora. Várias cápsulas vazias também foram encontradas no local, bem como as balas, danificadas após se chocarem com o metal do vagão, onde haviam se alojado. Uma barra de ferro e uma pistola, além de uma maleta de couro, com mais munição, papelada jurídica e fotos diversas. E um cartão - além da carteira com seus documentos e dinheiro, que Vince olhava.

- Pelo menos temos o nome da vítima... Lucius Cavendish, advogado.

Cavendish e Turner associados - escritório de advocacia
45 Harvard Way, Boston, MA
Lucius Cavendish
Tel (1-617) 542-4000
Juliet assentiu.

- E não foi um assalto. Dinheiro, cartões... O terno não parece barato, e não acho que o Rolex seja falso...

Sua mente já girava, tentando encaixar as peças no lugar.

- Aqui não é um local movimentado nessas horas... E um pouco de confusão não é algo do outro mundo por essas bandas. Então, ou houve um imprevisto muito grave, que obrigasse o assassino a deixar os espólios - mas nesse caso, porque quem interrompeu não ficou com as coisas, ou não avisou a polícia antes? Isso é estranho...

Vincent completou  raciocínio.

- A menos que fosse pessoal.

Ela fechava sua maleta, provocando um click audível, e se levantando, espanando a roupa. Já tinham tudo o que precisavam, fotos e material. Agora, vinha a pior parte. Análises e - principalmente - interrogatórios.

- Seja o que for, nós vamos descobrir.

♦ ♦ ♦ ♦ ♦

Ela debruçava-se sobre a mesa, analisando o quebra-cabeça disposto. Ali estavam todas as pistas, todos os resultados... E não levavam a lugar nenhum. Um beco sem saída em partes. A vítima não era tão inocente. Foi fácil ligá-lo a uma série de assassinatos ocorridos na cidade. Só não fazia sentido ainda qual era a ligação das vítimas, exceto... O material genético de todos parecia corrompido, como se faltasse parte de seu DNA. Isso foi constatado em Lucius, e em todas as vítimas encontradas, bem como na amostra não identificada, provavelmente da assassina - apesar de que, se não fosse uma moléstia genética e sim uma deterioração do material, até isso poderia ser equivocado. A garota suspeita não foi encontrada, e as descrições pareciam ter sido tiradas de um filme - séria, pouco falante, aura de mistério, um olho só, sem expressão - existia alguém assim? Assassinos geralmente são sociáveis, do tipo "melhor vizinho do mundo", ou completamente invisíveis, como aquelas pessoas que você nunca nota, e a descrição parecia ser a de alguém totalmente oposto. O garoto também não dera em nada - aparentemente, um adolescente fora deixado na noite do assassinato às portas do hospital. Seus exames eram estranhos, e a identificação feita pelos médicos e enfermeiras batia com a de um menino desaparecido - Michael Westwick - mas seu parente não ajudou muito. O cara era um bêbado e pouco se importava com o paradeiro do jovem. As despesas médicas foram pagas de forma anônima, e certamente o tio do garoto não tinha condições pra isso. Depois da alta, ele havia desaparecido. Já do morto, o ferimento realmente havia sido de dentro para fora. Haviam encontrado o coração e, pelas marcas, era como se ele tivesse sido fisgado por um arpéu e puxado para fora - mas como conseguiram isso, sem deixar marcas de entrada? Eram lacunas demais... A parte das exames a intrigava. Se fosse uma anomalia, como não haviam identificado nada antes? Como não havia nada na mídia sobre qualquer coisa estranha? Estava deixando passar algo, mas o quê? Sua cabeça doía de tanto pensar, e massageava as têmporas, considerando seriamente a necessidade de um café, quando a porta do escritório foi aberta.

- Guarde isso, Grimm. Você não está mais no caso.

Era o Tenente Gordo - na verdade, Rodrick Grahan, mas a circunferência de sua barriga era um tanto quanto chamativa. Não foi difícil o apelido pegar, e no fim ele acabou adotando-o de modo oficial. Ao menos isso tinha de bom: era um homem bem-humorado. Juliet abriu a boca para responder, momentaneamente pasma, mas antes que o fizesse o homem que vinha logo atrás do Tenente adiantou-se, estendendo a mão.

- Agente Durhan, Kevin Durhan, FBI. Lamento pelo inconveniente, Oficial, mas assumimos o caso a partir de agora.

Juliet fechou a boca, olhando a mão que lhe era estendida e ignorando-a propositalmente.

- E posso saber o motivo disso, senhor?

Se Durhan ficou sem graça, não demonstrou, recolhendo as coisas da mesa, enquanto respondia.

- Essas anomalias... Já foram vistas em outros casos. Ainda estamos estudando isso, Oficial Grimm, e não tenho autorização para divulgar qualquer informação além. Compreende isso, certo?

Ela crispou os punhos, trincando os dentes para evitar uma resposta mal humorada que iria contra a hierarquia policial. Calou-se, concordando com a cabeça.

- Obrigada pelo auxílio, oficial Grimm... - Durhan se despedia, o tom amistoso, mas Juliet notara certa acidez no fundo, como se ele se vingasse pelo cumprimento não realizado - Mas tenho certeza de que nossos agentes são mais capacitados para lidar com isso.

Ele saiu, sendo seguido de perto por Gordo, que ainda lançou um olhar de compreensão à Juliet. A mulher os olhava se afastando com olhos frios, tempestuosos. Se Durhan se virasse, provavelmente mudaria de idéia ao lhe encarar, deixando a pasta ali. Mas ele não se virou.

♦ ♦ ♦ ♦ ♦

Quantos meses se passaram? Ela não sabia ao certo. O caso Cavendish havia sido o primeiro a apresentar coisas estranhas, mas não o único, e a anormalidade só fazia piorar, como se ela atraísse esse tipo de coisa. Não fossem as pistas, Durhan acharia que estava apaixonada por ele, tamanha a quantidade de encontros que haviam tido desde então, o que não amenizara em nada suas animosidades. E agora os sonhos, pesadelos de escamas, garras e presas, de cheiro de enxofre, sangue e morte. Ela não sabia bem o que eram, ou por quê. Nem todo o seu estudo a ajudava nisso - e era sua área! Falar com algum colega também estava fora de cogitação: não demoraria para que a afastassem, alegando estafa, quando na verdade sussurrariam outra coisa às suas costas, dizendo que estava ficando como o pai. Mas não, ela não terminaria como ele... Nunca!

Começou a fazer sua pesquisa sozinha, decifrando as informação recebidas durante a noite, e surpreendendo-se: mitologia. Seus pesadelos estavam cheios de criaturas mitológicas gregas. A maioria a perseguia, ameaçando-a; algumas, apenas observavam; uma minoria tentava ajudar - e nesse caso a mensagem era sempre a mesma: Venha até nós! Encontre-nos! Fique segura!

Boa parte das vezes acordava suando antes de ser rasgada em pedaços. outras, podia quase sentir aquelas coisas destroçando-a. Uma vez acordou até mesmo com machucados, o corpo dolorido e arranhado, os lençóis manchados de sangue - teria ferido a si mesma enquanto dormia? Era a única explicação.

E então, ficou pior. As visões passaram a ocorrer durante o dia, sem aviso prévio. Chegara até mesmo a despertar suspeitas. Estava nervosa, irritadiça. Seus colegas a olhavam enviesado. E ela sabia o que pensavam. "Louca como o pai"; "Ela não vai aguentar muito"; "É de família..."; "Quando vai imitar seu velho e meter uma bala na cabeça, Grimm?".

A questão que não queria calar, a pergunta que valia um milhão!

Quando, Grimm?

Quando? quAndo? QuandO? qUanDo? QuaNDo? quaNdo? Quando? QUAndO? quANdO? QUANDO?

Acordou gritando mais uma vez. Aquela única palavra, sempre a mesma palavra. Olhou para o lado, o criado mudo. Em cima dele, o abajur, o rádio relógio e o coldre, com seu revólver. Sussurrou consigo mesma.

- Quando...Grimm?

♦ ♦ ♦ ♦ ♦

Ele não escaparia! Depois de alguns dias de calmaria e um clima tenso no departamento, era sua chance de provar que não havia motivo algum para preocupação. Ela e Palmer haviam conseguido as pistas, e acreditavam ter encurralado o suspeito na cobertura de um prédio no subúrbio. Seis andares - não era tanto, mas ainda assim uma queda dali podia causar danos consideráveis. Palmer estava mais atrás, e ficaria dando cobertura enquanto ela alcançava o sujeito - algo que realmente conseguiu.

- Parado! Coloque as mãos para cima e não tente nenhuma gracinha...

Por um momento, ela acreditou realmente que havia dado certo... Até ele correr e se jogar do parapeito. Ela ainda olhou a ação de cima, procurando a forma mais rápida de descer sem seguir pelo mesmo caminho. Havia acabado de encontrar a escada de incêndio quando ouviu o grito de Vince. Não pensou muito. A cena de sua descida foi digna dos seriados policiais, e ao chegar ao solo ainda encontrou seu oponente, mantendo Vincent de refém... Mordendo ele!  O homem levantou o rosto do pescoço de Vince, os olhos vermelhos a encarando. Era loucura aquilo, só podia ser...

- Se atirar em mim, vai acertar seu amiguinho... e o que vai fazer então, semideusa?

Ele apertava o pescoço de Vincent, fazendo o policial gemer de dor. Ele havia sido desarmado e, apesar de fisicamente maior, parecia ter sido dominado com facilidade. Juliet não entendia o que presenciava. A mão tremia, com a arma apontada para a criatura.

- Solte-o!

Ele - fosse o que fosse - ria.

- Ou vai fazer o quê?

Ele torcia o braço de Vincent, fazendo o policial gritar quando o estalo de um osso quebrado ecoou no beco. O dedo de Juliet ansiava pelo gatilho, mas ela não tinha certeza de que sua mira fosse boa o suficiente. Por outro lado se demorasse demais...

- Vince...

Antes que o tiro fosse dado, alguma coisa acertou o suspeito, fazendo-o se livrar do refém e esquivando-se para o lado, saltando em seguida sobre Grimm. Ela finalmente apertou o gatilho. Uma, duas, três vezes, mas a coisa continuou avançando, até que algo trespassou seu peito - a ponta de uma flecha - fazendo-a explodir em uma nuvem de pó dourado.

Juliet não sabia exatamente o que fazer. A alguns metros a frente, contra a luz, o vulto que a salvara. Perto, Vincent, no chão. Ela virou o revólver na direção do recém chegado. Tendo ou não a salvado, ele ainda poderia ser uma ameaça.

- Não se aproxime!

O vulto levantou as mãos, deixando o arco no chão. A voz que a respondeu a surpreendeu, sendo mais jovem do que esperava - um adolescente.

- Eu só vim ajudar... Seu amigo...

Era como se ela se desse conta da situação. Mantendo a arma em uma das mãos, usou a outra para manusear o comunicador.

- Preciso de uma unidade na Castle com a Emerald, policial ferido. Suspeito em fuga pela Berkeley. Repito: policial ferido, suspeito em fuga pela Berkeley.

- Entendido agente. Reforço a caminho.

Ela desligou, aproximando-se de Vince, mas mantendo a arma apontada para o estranho.

- Ele precisa de ajuda, e eu posso fazer isso...

O garoto insistia.

- Você viu o que o atacou, sabe que não é normal. Mas que droga, você também é uma semideusa! Sabe que seu amigo podia estar morto agora! Céus, como sobreviveu tanto tempo sendo tão descuidada? Se não tivesse interferido na minha caçada...

Vincent estava acordado, mas em estado de choque. Ele também havia visto - e sentido - a coisa. Era o mais afetado pelo ocorrido, e ela não ignorava isso. Deixou de lado as questões que as palavras dele levantaram em prol do colega, cuspindo a resposta, áspera.

- Se pode fazer algo, vá em frente... Mas se algo der errado, por menor que seja, você estará morto!

O garoto se aproximou, as mãos para cima em um gesto amistoso. Quando as abaixou, estavam envoltas em luz e, ao tocar os ferimentos de Vince, o sangue estancou.

- Não posso fazer muito, ou vão estranhar, mas isso vai estabilizá-lo...

Ela olhava pasmada tudo aquilo.

- Certo... E qual a hora em que acordo? E o que diabos foi isso tudo?

O menino a olhava, incrédulo.

- Jura que você não sabe? Você é uma semideusa, filha, tipo, de um deus ou deusa grego e uma pessoa comum... Você ouviu, não ouviu? E aquilo era um vykrolaca... Pode chamar de vampiro, se quiser, e não, seu amigo não vai se tornar um deles só com a mordida...

O tom sarcástico estava de volta na sua resposta, agora que o pior parecia ter passado.

- Ok! Então é isso que você espera que eu escreva no meu relatório? Então, chefe, um vampiro quase matou o agente Palmer, mas na última hora um garoto estranho de arco e flecha transformou ele em purpurina. Por sinal, ele é meio deus e olha! Diz que eu também sou! Certo... Falta o quê agora? Devo começar a brilhar?

O menino a olhou como se ela estivesse em chamas, dando um passo assustado para trás.

- Eu... Eu acho que não precisa se preocupar mais... Filha de Athena...

Ela olhou para si mesma, percebendo o que ele falava. Sobre a sua cabeça, o símbolo de uma coruja, girando, como um ícone em uma tela de vídeo game. Ao longe, o som das sirenes da ambulância e dos reforços. Ela abanou o braço esquerdo, como se pudesse com isso apagar a imagem, mas ela já se desfazia, em seguida colocando a mão no bolso e pegando um cartão, que entregou para o garoto.

- Você precisa me explicar tudo isso... Mas por hora, suma daqui, ou vou ter que te prender por porte de armas, por mais estranho que isso seja. Dá o fora...

Ele foi rápido, agarrando o papel e guardando-o.

- Fique com isso também. Coisas comuns não vão afetar os monstros. Vai precisar, não duvide.

Ele estendeu uma bainha de couro com uma faca de lâmina avermelhada - bronze? Ela hesitou um pouco, mas pegou, analisando-a. O cabo de couro simples, e na lâmina três letras gravadas: CHB. Ele não esperou mais -  recuou, recuperando seu arco  e, em seguida, subindo pela mesma escada de incêndio que ela usara momentos antes. Juliet ficou olhando a silhueta desaparecer, enquanto guardava o item e se aproximava de Vincent, amparando-o. Os olhos do policial pareciam voltar a ter foco, mas ele ainda não estava bem. E nem ela estava, depois daquilo. Filha de Athena... Ela se lembrava das pesquisas feitas: deusa das artes manuais, da guerra e da sabedoria. Estranho sequer cogitar que fosse real mas, nesse caso, seu pai saberia de tudo? Era uma resposta fora de seu alcance. Agora, várias coisas tinham sido plantadas em sua mente. Quando ela conseguiria compreender tudo?

- Quando, Grimm?

OBSERVAÇÕES


LEGENDAS


Narração
Fala
"Pensamentos"
NPC's - O negrito ou negrito e itálico são pra diferenciar falas em cenas com mais de um NPC
Voz eletrônica


SOBRE A TRAMA



O por quê da descoberta apenas nessa idade e o motivo de até então nunca ter enfrentado monstros serão desenvolvidos via DIY. Caso tenha dúvidas e necessite de explicação, podem me enviar uma MP, mas não quero tornar a trama pessoal pública neste momento e por isso não consta aqui, mas já está planejado.

As questão das investigações, que envolve ciência (genética, principalmente) não abordada nos livros são hipotéticas e usadas no cenário da personagem. Também farão parte da trama. Como não é algo explicado, senti-me livre para abordar de forma a se encaixar nos meus planos.

O caso Cavendish faz referência a uma  missão realizada por outra personagem minha, então, sem qualquer tipo de plágio ou uso  indevido, apenas para constar.


SOBRE ITENS


A arma é puramente estética pela história da personagem. Não será utilizada em on game - até porque, arma de fogo ou não, é algo comum, que não seria viável - e não tenciono com a ficha adquirir qualquer coisa, apenas explicando por questão de coerência e background da personagem. A faca citada é a inicial de todos os personagens, apenas explicando como ela conseguiu, sem nunca ter colocado os pés no Acampamento - deixando bem claro que ela não vai pra lá.
 

 
.creditⓇ nuno

 
Juliet E. S. Grimm
Juliet E. S. Grimm
IndefinidosPercy Jackson RPG BR

Mensagens :
4

Voltar ao Topo Ir em baixo

Re: Ficha de Reclamação

Mensagem por Jake Anderson em Qui 17 Out 2013, 17:57

▬ Por qual Deus você deseja ser reclamado? Caso não queira ser um semideus, qual criatura mitológica deseja ser?

Afrodite.

▬ Cite suas principais características físicas e emocionais.

Físicas: Com 1,77 de altura, tem uma pele clara, que geralmente é bronzeada, com músculos bem definidos. Cabelos loiros, geralmente bagunçados com um topete a frente, possui olhos indescritíveis, geralmente relatados com uma alteração sobrenatural de cores.  

Emocionais: Jake é uma pessoa que muda muito. Seu humor sempre dependerá de com quem estiver; Pode ir de irônico e explosivo a calmo e amistoso. Geralmente é tímido quando com muitas pessoas, ou com pessoas que não o conhecem, porém com os amigos é extrovertido e gentil. Pode ser chamado de Bipolar pela sua constante mudança de humores.


▬ Diga-nos: por quê quer ser filho de tal Deus - ou ser tal ser mitológico?

Acredito que eu tenha escolhido Afrodite pelo Amor. O amor é de longe a força mais poderosa do mundo, pode construir ou destruir, e, levando isso em consideração a escolhi, acreditando que esse sentimento possa me ajudar no futuro.

▬ Relate a história da sua personagem - não haverá um limite de linhas definidos, deixe a sua criatividade fluir.

Quem sou eu? Bem... Algumas semanas atrás antes de eu chegar nesse acampamento err... Digamos “maluco”, eu diria que você é de fora. Não existia uma pessoa em minha cidade que não me conhecesse lá... Mais também... Com aquela família... Se eu que eu posso chamar-lhes de família... Enfim, vamos começar bem... Pelo começo.

Eu me chamo Jake Anderson. Atualmente, tenho 16 anos e estou morando em um lugar chamado “Acampamento Meio-Sangue”. Possuo cabelos loiros, tenho 1,77 de altura. Na minha antiga escola eu era considerado o “Rei da Beleza” por algumas daquelas meninas histéricas, mais pra mim nunca foi algo importante.
Agora, o passado... Não é algo em que eu me sinta muito a vontade para falar, mais sempre tem uma hora em que é preciso falar... Comecemos com meus pais. Meu Pai. Sempre fora o meu grande exemplo de vida. Alto, com olhos azuis como o céu, cabelos castanhos, um corpo bem definido, mas também não se esperava nada menos de um militar. Ele dizia ter conhecido minha mãe em minha cidade natal, Plymouth, Minnesota. Ele nunca gostara muito de falar sobre ela... Eu não tinha nada em sua lembrança, nem mesmo uma única foto. Tudo que ele me dizia era que ela era realmente uma “Rainha da Beleza”. Vivia dizendo que eu havia “puxado” toda minha beleza dela, porém eu sempre achei que era só modéstia dele, afinal, não é a toa que uma mulher importante como ela teve tempo para ele. Ela sempre era descrita por ele como uma linda mulher, com cabelos longos e negros, com um belo e formoso corpo e olhos exatamente como os meus. E então, chegávamos a pior parte. Sempre que ele chegava nessa parte à tristeza tomava conta dele; seus olhos baixavam, sua animação antes presente em sua voz ia diminuindo. Ele sempre dizia que ela era uma mulher importante (E como!), que tinha uma grande influência em todo o mundo, e por conta desse seu cargo ela teve de nos deixar pouco tempo após meu nascimento.  Se eu algum dia senti raiva dela? Claro que não! Apesar algumas vezes sentir falta de uma figura feminina pra me apoiar, eu sempre entendi o lugar dela (Mesmo antes de saber toda a verdade); e, mesmo tentando fazer com que eu não percebesse, eu conseguia reparar que meu Pai ainda amava-a. Eu nunca o vira com outra mulher, e aquilo pra mim era mais do que uma prova de seu amor por ela. E, mesmo assim, meu Pai sempre fora alguém muito presente, me dando toda a atenção necessária, bem, até meus oito anos de idade. Ele acabara por ser chamado para uma guerra, pelo que parece eles estava com baixas em soldados, e mesmo sabendo do perigo ele foi. Naquele tempo eu fui morar com meus tios (Não eram bem tios, de acordo com meu Pai era um irmão de meu avô), que moravam ali na mesma cidade que nós. Eram muito ricos, de acordo com eles a família mais rica da cidade (Isso bem na nossa cara e eu nunca havia recebido nenhuma informação sobre eles).

E assim se passou o tempo. Sete longos meses, recebendo poucas cartas de meu Pai, nenhuma ligação nem outro tipo de contato. Apenas cartas. E então um dia eu recebo uma informação. Meu Pai havia sido morto em campo. Aquela fora a gota d’água. A partir daquele dia eu fiquei preso em meu quarto por semanas. Só abrira a porta pra pegar algo pra comer quando eu já não tinha mais escolha.
Duas semanas haviam se passado, eu não havia saído para ir à escola nem um dia sequer. Tudo o que precisava era de comida, o que eu pegava na porta de dias em dias, e o quarto já me dispunha de um banheiro então tudo estava sobcontrole. Minha Tia não desistira de tentar me tirar do quarto, vindo a cada dia, até que algo me chamou atenção. Ela disse que uma caixa havia chegado para mim. Ouvi o barulho da tal caixa sendo deixada ao chão, e ao ter certeza de que não havia ninguém ali, abri a porta e peguei a mesma.  Não era algo muito grande. Portava uma jaqueta militar, sim, a jaqueta militar de meu pai; uma foto minha com meu pai, com poucos chamuscos nas pontas, tirada pouco antes dele partir; O par de dog tag’s de identificação dele, onde estavam escritos seu nome: Kurt Anderson, sua data de Nascimento: 14/07/1975 e outras coisas como nº de identificação, escolaridade, descrição física, etc. Entre a foto e o par de dog tag’s estavam dois envelopes. Ao abrir o maior pegava uma carta oficial, descrevendo a data da morte, e que seu ultimo pedido fora que aquilo fosse entregado a mim. No outro envelope, no menor, havia um pequeno papel escrito com a caligrafia irreconhecível de meu pai:

Quando chegar a hora, você descobrirá.

Depois desse dia eu criei forças. Percebi que meu pai queria que eu seguisse em frente, que eu tinha força pra isso, pois eu era filho dele, e, onde quer que ele esteja eu faria ter orgulho de mim. E assim foi. Passaram-se sete anos. Meus tios me matricularam na melhor escola da cidade, e, apesar de alguns empecilhos – Como minha Dislexia e meu TDAH – eu me esforçava para ter as melhores notas da sala. Isso nunca fora possível, porém eu tinha uma média considerada boa entre 7~9.
Amigos? Não, não, eu não tinha muitos. Quase nenhum, talvez um aqui, outro ali, mais eu não me esforçava pra ter muitas companhias visto que muitas delas eram por interesse.  Geralmente eu ficava em um canto da sala de aula, na minha, sozinho. Pouco realmente me conquistavam.
Minha vida começara a emergir este ano ainda, onde eu começara a estudar música, já até havia feito alguns concertos esse ano, e fora daí que eu ficara mais conhecido na cidade, porém, tudo começava a mudar naquela noite.
Eu mal conseguia dormir. Sempre que caía no sono, o mesmo sonho de sempre. Uma mulher, uma linda mulher, começava a dizer algo, porém as palavras não me alcançavam e então eu acordava suando frio. E então, no ultimo sonho algo estava diferente. Começou comigo em pé de frente a uma escadaria branca, e ao subir podia ver melhor. Existia um templo, daqueles a moda grega, com grandes colunas de mármore branco em a volta, e no centro do templo, a mulher de meus sonhos. Agora eu podia vê-la totalmente. Estava vestida com uma toga grega branca de um pano fino, devia ser Linho, os cabelos escuros caiam sobre os ombros, usava sandálias douradas e vários acessórios como pulseiras e colares de ouro. Ela ia se aproximando, e ao chegar bem perto de mim disse simplesmente:

- Como você cresceu meu garoto. A hora é chegada, brevemente, a verdade lhe será dita. E lembre-se...

A voz dela parou de sair e no mesmo momento eu acordei. Como das outras vezes, estava soando frio. Deitei-me na cama para tentar pegar no sono de novo, mais o despertador tocou um minuto depois. Os sonhos me incomodavam, porém eu somente repetia em minha cabeça “Foram só sonhos.”. E assim foi. Tomei banho, escovei os dentes e me vesti. Vesti minha jaqueta, antes de meu Pai, que agora já servia perfeitamente; Punha a carteira no bolso, onde minha ultima foto com meu Pai estava e colocava o colar com as Dog Tag’s no pescoço. Estava saindo do quarto com minha mochila já em mãos quando percebo de relance um cartão cor-de-rosa em cima da mesinha ao lado da cama. Ao abri-lo, percebo algo estranho. O mesmo expelia um perfume doce, como aqueles fabricados na frança, porém não era enjoativo nem forte, era leve e suave como uma quente brisa de primavera.  Nele estava escrito em letras fortes e escuras:

A maior força do mundo, é o Amor.

Ok, ok, não fazia ideia do que aquilo deveria significar, pelo menos não naquela hora. Então simplesmente enfiei-o em um dos bolsos da jaqueta e desci até a cozinha. No caminho, perguntei a todos os empregados possíveis, mas ninguém sabia de quem nem de onde vira o bilhete.
Ao chegar à cozinha algo realmente me surpreendeu: Meus tios estavam presentes. Tudo bem que eu os via, no mínimo uma vez por dia, porém não no Café da Manhã.  E quando eu toquei no assunto do bilhete, eles ficaram estranhos.

- Bem... Jake – Começara meu tio – Temos algo a lhe contar – Mais com se aquilo fosse uma deixa, comaçara o fim para o novo início.
É, eu realmente nunca havia visto nada como aquilo. Estavam ali, três criaturas humanoides, de longe eu até diria que eram humanos, porém eram muito grandes pra serem humanos.

- Eu sabia que já tinha passado a hora! – Minha Tia Gritou – Leve-o, AGORA!

No momento que ela gritou, os monstros atacaram. Começaram a lançar coisas para os lados, berrando coisas como “ONDE ELE ESTÁ?!” e coisas do tipo. Eu achava que estava tonto, mas depois de ver pessoas daquele tamanho não tinha certeza... Só que, o que eu achava ver eram três gigantes com um só olho no rosto, no centro do rosto.

- Ciclop... Não, isso não é possível.  Essas coisas não existem. É mitologia grega né!? – Ele tentava se acalmar quando fora agarrado pelo tio pela bolsa e arrastado até o carro.

- Onde estamos indo?! – Eu berrava com meu tio.

- Precisamos chegar ao acampamento logo. Eu sabia que já era tarde, você está muito velho, mais não esperava um ataque assim... – Ele dizia revirando o porta luvas.

- Mais... E a Tia Jackie? – Eu dizia vendo a casa, que agora já tinha uma parte desabando.

- Ela... Ela vai ficar bem.  Você é a prioridade. E ela sabia muito bem disso. – Ele dizia tentando manter a calma e me entregando um envelope – Tome, leia isto. Acho que talvez possa entender.

Eu não disse mais nada. Peguei o envelope, abri e comecei a ler. Sem dúvidas era a letra de meu Pai.  Nela dizia coisas que eu não podia acreditar. Falava que a mitologia grega era real. Que minha mãe não era ninguém mais ninguém menos que uma deusa. Mais eu não podia acreditar... Era demais pra mim. Eu não disse nada. Só esperava acordar. Aquilo só podia ser um sonho, não é? Encostei-me ao vidro do carro, sem saber para onde estávamos indo e acabei dormindo.

- Hey... Jake acorda! – Meu tio me chamava balançando meu braço.

- O que... Onde..? Ah, é verdade... Aquela loucura.

Ele simplesmente suspirou e me levou para o tal acampamento. Lá eu descobrira que tudo na carta era verdade (Não que eu duvidasse do meu pai, não, isso nunca, porém era muito pra mim...), e eles me provaram mostrando. Havia coisas inacreditáveis no tal acampamento. Coisas que só existiam... Na mitologia grega. Ali eu percebera que todas aquelas coisas, os sonhos, o bilhete... Fora minha mãe quem fizera aquilo. Minha mãe, ninguém menos ninguém mais que Afrodite, a deusa da beleza e do... Amor.
Jake Anderson
Jake Anderson
IndefinidosPercy Jackson RPG BR

Mensagens :
3

Localização :
Acampamento, Chalé 10.

Voltar ao Topo Ir em baixo

Re: Ficha de Reclamação

Mensagem por 083-ExStaff em Qui 17 Out 2013, 18:16




Fichas avaliadas    




— Juliet — Aprovada — Bem, que ficha! Além de envolvente, possui uma trama complexa, que me fez acreditar que estava lendo uma fanfic muito bem elaborada! Adorei o Sr.Gordo, kkk, embora acredite que houvesse espaço para um pequeno caso de amor com o atraente agente Palmer! Enfim, reclamadíssima, aprovadíssima. Acho mesmo que merecia uma arma no Arsenal, por ser uma policial, e ser exatamente esta a premissa da personagem. Seria maravilhoso ler mais sobre Juliet Grimm. Estou ansiosa. Seja bem-vinda, filha de Atena!

- Jake - Aprovado - De fato, filhotinho, o amor é a força mais poderosa do mundo. Pode arrasar nações, e construí-las também. Pode erguer e derrubar heróis. Tenha isso em mente. Ficha muito bem postada, com errinhos de digitação praticamente nulos e nenhum erro de ortografia ou coesão que justificasse descontos. A única dica que eu dou, é para que coloque seus futuros textos em justificado, porque o estilo centralizado me tira um pouco a atenção na hora de ler (falo apenas por mim). E exceto por momentos de diálogo, acho que o texto fica melhor em preto, também. No tudo mais, seja bem-vindo ao Chalé Dez, meu filho...


- Ted - Reprovado - Então, jovenzinho. Eu quase te aprovei. Realmente fiquei tentada, foi difícil tomar esta decisão. Mas a ideia de um casal de ciclopes adotando um semideus, é meio absurda. Ciclopes são seres geralmente dotados de pouca inteligência, com a exceção de algumas espécies que são inteligentes, mas em geral essas não são violentas. Além disso a narração ficou muito corrida, com falta de algumas letras em palavras e alguns errinhos básicos de acentuação, como "conhecerá" ao invés de "conhecera". No mais, acredito que você tenha futuro. Aguardo sua nova tentativa, queridinho!




☀ Atualização ☀
083-ExStaff
083-ExStaff
IndefinidosPercy Jackson RPG BR

Mensagens :
251

Localização :
Olimpo, Palácio de Poseidon, Submundo... Onde der vontade...

Voltar ao Topo Ir em baixo

Re: Ficha de Reclamação

Mensagem por Conteúdo patrocinado

Conteúdo patrocinado

Voltar ao Topo Ir em baixo

Página 2 de 50 Anterior  1, 2, 3 ... 26 ... 50  Seguinte

Ver o tópico anterior Ver o tópico seguinte Voltar ao Topo


Permissão deste fórum:
Você não pode responder aos tópicos neste fórum
:: Topsites Zonkos - [Zks] ::