Percy Jackson e os Olimpianos RPG BR
Bem vindo ao maior fórum de RPG de Percy Jackson do Brasil.

Já possui conta? Faça o LOGIN.
Não possui ainda? Registre-se e experimente a vida de meio-sangue.

Ficha de Reclamação

Página 2 de 40 Anterior  1, 2, 3 ... 21 ... 40  Seguinte

Ver o tópico anterior Ver o tópico seguinte Ir em baixo

Ficha de Reclamação

Mensagem por Zeus em Ter 08 Out 2013, 19:36

Relembrando a primeira mensagem :



Olá, Campista!



Como já devem saber, este é um fórum de RPG que procura seguir a história da série de livros 'Percy Jackson e os Olimpianos', de Rick Riordan. Não obstante, nós também oferecemos a você a oportunidade de viverem e interpretarem estes heróis semideuses, ou até mesmo outras criaturas mitológicas, criando suas próprias histórias e divertindo-se com elas. Para que possam participar de tais histórias, você deverá preencher uma ficha e postar neste mesmo tópico; a mesma encontra-se logo abaixo.

Para cada afiliação, você ganhará Poderes específicos - para tornar tudo um pouco mais 'real -, bem como ganhará presentes específicos: armas, itens de combate... Clique Aqui e Aqui para ver, respectivamente, estas listas de poderes e presentes de reclamação (lembrando que, assim que forem reclamados, um deus ADM irá atualizar seu rank, sua filiação e seus presentes)

Nem sempre você passará no teste, mas não desanime, tente novamente ou procure por outro deus... No caso de Zeus, Poseidon e Hades, o teste NÃO É VÁLIDO, pois estes Deuses efetuam testes mais severos. Os Três Grandes fazem concurso mensal para a escolha de um novo filho. Para saber a data do próximo concurso, fiquem de olho nos anúncios globais; a qualquer hora, um novo teste será postado.

Porém, caso se interesse por ser filho de Nyx, Melinoe, Athena ou Perséfone, atente para a ficha; ela será a mesma que para qualquer outra afiliação mitológica, mas será avaliada de forma mais rígida por um de nossos deuses.

Lembrando que o único propósito da ficha é a reclamação do personagem. Qualquer item desejado, além da faca inicial, ganha no momento de inscrição do fórum, e dos presentes de reclamação - adquiridos caso a ficha seja efetivada - devem ser conseguidos in game, através de forjas, mercado, missões e/ou DIY.


Dúvidas? Contate um dos deuses ou um dos monitores de nosso Fórum, via MP ou Chatbox! Sintam-se livres para perguntar, e não tenham vergonha!






Ficha de Reclamação!




▬ Por qual Deus você deseja ser reclamado? Caso não queira ser um semideus, qual criatura mitológica deseja ser?

▬ Cite suas principais características físicas e emocionais.

▬ Diga-nos: por quê  quer ser filho de tal Deus - ou ser tal ser mitológico?

▬ Relate a história da sua personagem - não haverá um limite de linhas definidos, deixe a sua criatividade fluir.
OBS: O player não é obrigado a ir ao Acampamento, mas deve narrar a descoberta de que era um semideus e o momento da reclamação- e se não foi indo a Long Island, como foi?





♦ Lembrando que todas fichas receberão uma avaliação condizente, mas a aprovação não é automática, sendo que a resposta pode ser negativa dependendo da qualidade apresentada. Determinados nick's que não seguirem a regra também terão a ficha desconsiderada. [Leiam as regras aqui]


.:.:.:.


▬ Lista de Afiliações divinas disponíveis atualmente no fórum, bem como os seres mitológicos disponíveis para serem interpretados:


.:.:.:.

Centauros
Dríades
Filhos de Afrodite
Filhos de Apolo
Filhos de Ares
Filhos de Athena *
Filhos de Deimos
Filhos de Deméter
Filhos de Dionísio
Filhos de Éolo
Filhos de Eos
Filhos de Hades **
Filhos de Hécate
Filhos de Hefesto
Filhos de Héracles
Filhos de Hermes
Filhos de Héstia
Filhos de Íris
Filhos de Melinoe *
Filhos de Morfeu
Filhos de Nyx *
Filhos de Perséfone *
Filhos de Phobos
Filhos de Poseidon **
Filhos de Quione
Filhos de Selene
Filhos de Thanatos
Filhos de Zeus **
Náiades
Sátiros

* = As fichas destinadas à tais patronos requerem uma avaliação mais rígida;
** = Os Três Grandes fazem concurso mensal para a escolha de um novo filho;
Zeus
Deuses
Mensagens :
2065

Voltar ao Topo Ir em baixo


Re: Ficha de Reclamação

Mensagem por Hunday LeBlanc em Seg 14 Out 2013, 21:47

▬ Por qual Deus você deseja ser reclamado? Caso não queira ser um semideus, qual criatura mitológica deseja ser?
Dríade

▬ Cite suas principais características físicas e emocionais.
Os cabelos de Hunday são escuros como breu, pelo menos na maior parte das vezes. Como uma ninfa que representa uma ameixeira, o preto é o predominante em sua aparência. Desde suas vestes naturais até seus olhos e cabelos. Em compensação, sua pele é branca e pálida. Embora não seja comum, isso tudo gera um conjunto belo e encantador. Seu rosto é angular, seus olhos, marcantes. Ás vezes, à luz da lua, seus olhos e cabelos podem aparentar ser de um roxo escurecido, como de uma ameixa. Suas roupas geralmente são de fibra de casca de árvore e folhas de amoreira.
A personalidade de Hunday é solta e encantadora. Embora sua bondade e generosidade, há algo de inatingível na ninfa. Como o vento, muda de uma agradável brisa para uma tormenta. Gosta de fazer amigos, mas não tanto de dar risadas: provavelmente por ameixa ser uma planta, muitas vezes, relacionada a seriedade e rispidez. Mesmo assim, Hunday pode dar sorrisos, o que geralmente ela faz. Como dito, quase nunca ri, mas quando o faz, é com alegria e espírito, contagiando todos a sua volta.

▬ Diga-nos: por que quer ser filho de tal Deus - ou ser tal ser mitológico?
Dríades sempre foram, são e provavelmente serão seres fantásticos. A capacidade de adaptação delas, seu controle e amizade sobre uma das forças mais “legais” e poderosas, a Natureza, em minha opinião, claro, e também aquele quê de charme, são definitivamente encantadores.

Relate a história da sua personagem - não haverá um limite de linhas definidos, deixe a sua criatividade fluir.

------------------------------------

Bem, querido leitor. Estou aqui, escrevendo nesse diário velho que achei no bosque, provavelmente destinado ao esquecimento eterno. Estou escrevendo aqui por quê... Bom, que pessoa leria um diário guardado em um buraco secreto no meio da floresta? Bem, isso não importa. Prefiro me referir a alguém que provavelmente nunca lerá isso do que não me referir. Bem, chega disso... É agora que a minha primeira história escrita começa.


A Ameixeira mais aventureira já vista
Muitos campistas já me perguntaram: “Como é ser uma planta?”, e eu sempre lhes respondo a mesma coisa: “Complicado explicar”. A maioria desistia de sua pequena entrevista, mas alguns, mais insistentes, continuavam na sua teimosia: “Como assim, complicado?”. Bem, vou explicar tudo.
Quando uma dríade nasce, não é tão simples assim. Primeiro, sua mãe tem que soltar as sementes para que você exista, para começar. Depois, você tem que ter a sorte de que a mágica semente que sua mãe soltou tenha ido para um lugar aonde haja Sol, água e tudo o mais. Claro, sua mãe ajudará no processo, mas não é tão simples assim.
Depois, precisamos de amor. Parece brega, mas é verdade. Se sua mãe não amar você, estará fadada a morrer como dríade. Mas, se todos esses componentes dão certo, nasce uma gloriosa ninfa. Não vou me estender muito, depois disso, dá para entender já. Vocês sabem... Nem todas as nossas mães são ninfas, as vezes, são simplesmente árvores comuns, que fazem parte de nosso mundo natural, como no caso da minha mãe. Mas, as vezes, o desejo de uma árvore é tão intenso, tão fervoroso, tão mágico, que dali, a natureza faz os espíritos da natureza, ainda mais em um local tão magicamente poderoso como o Acampamento Meio-Sangue. Então, assim que você alcança a sua maturidade, a ninfa dali sai.
Eu inventei de me colocar um sobrenome assim que nasci. Como sempre adorei tudo que era branco, como lírios, nuvens e tudo o mais, coloquei-me o sobrenome de “LeBlanc”, que significava branco em uma língua dos mortais, cuja aprendi um pouco depois de algum tempo no Acampamento.
O bosque do Acampamento Meio-Sangue é maravilhoso, mas quase não há parentes meus lá. Mamãe não gerou tantas filhas... Bem, isso não importa. Eu gosto das minhas vizinhas, gosto dos galanteadores sátiros, e também, os campistas são muito interessantes quando querem. Ou ao menos, engraçados. E os centauros, embora me deem um pouquinho de medo, são seres muito legais e respeitosos. Ao menos a maioria deles. Eu só odeio uma parte do bosque: aquelas intrometidas e mal-educadas das Náiades. Mas, sem elas, não haveria este conto, e eu nem acharia este diário, tampouco isto me faz gostar daquelas vaidosas sem noção. Bem, vou contar tudo.
Minha árvore fica perto de um lago. E, acredite, embora o lago seja belo, morar perto daquelas náiades é a pior coisa que pode lhe acontecer. Elas molhavam minhas raízes até que elas ficassem mais que enrugadas, riscavam meu tronco, roubavam meus frutos e gozavam da minha cara de alguns nomes no mínimo, irritantes. Se a intenção era me aborrecer, com certeza, elas conseguiam:
-Cara de ameixa seca!
-Vara pau!
-Cheiro de velha!
Eu só não saía de perto da minha árvore e ia lá dar uma lição naquelas 3 náiades idiotas por questão de boa convivência.  Mas eu não posso negar que vontade era o que não faltava. Certo dia, um dia ensolarado e feliz, uma das Náiades estava ( como sempre...) tagarelando. Mas daquela vez, o assunto se resumia a pouco mais do que 999 jeitos de pentear o cabelo e o que as Náiades do rio fizeram:
-Se eu fosse você, pegaria uma missão. Afinal, ser uma inútil como “aquelas” ninfas não é uma opção, né, amigue? Sirva ao Acampamento!
Eu nunca tinha ouvido falar daquilo de “missões”. Vamos dizer que não fiquei nada contente com os xingamentos sobre as Dríades, porque, não bastava ME xingar, elas xingaram minhas parentes e amigas também. Há tempos eu não saia do bosque, até tinha me esquecido como era lá fora. Eu era uma ninfa muito jovem, ainda. Com minhas roupas simples de fibra e folhas de amoreira, que iam até os joelhos, fui até a chamada Casa Grande, chegando lá por volta das 11 horas. O pessoal de lá não estava acostumado em ver Ninfas, mas fui bem recebida pelos campistas. Logo entendi: qualquer um poderia ajudar o acampamento nos mais diversos problemas. Poderia, também, ter meu próprio dinheiro e viver como uma mortal. Aprimorar minhas habilidades e, uma coisa valiosa, fazer amizades. Logo, imagino, minha felicidade em finalmente conhecer as florestas vastas do mundo mortal, da minha alegria, de quantos novos conhecimentos saberei! Um mundo novo dá uma porta para mim. E eu estou disposta a abrir esta porta.
E agora, viverei novas histórias. Prometo que vou escrever neste diário novamente quando viver mais aventuras. Porque, agora sim, a diversão começa. As verdadeiras emoções vão se iniciar!

Off: Olhando assim, ficou meio pequena a história. Mas, não tem tanto o que falar sobre ser uma dríade, creio eu... enfim, é isso.
Hunday LeBlanc
Dríades
Mensagens :
41

Voltar ao Topo Ir em baixo

Re: Ficha de Reclamação

Mensagem por Zeus em Ter 15 Out 2013, 10:14






Atualização
Atualizado por ♦ Zeus


Hunday LeBlanc - Reclamada. Adorei a história, sério. E a história não ficou pequena... Lembre-se sempre de que quantidade não é qualidade. Enfim, parabéns!


Corrija um sábio e o fará mais sábio.
Corrija um ignorante e o fará teu inimigo.
Zeus
Deuses
Mensagens :
2065

Voltar ao Topo Ir em baixo

Re: Ficha de Reclamação

Mensagem por Alice Oliver em Ter 15 Out 2013, 14:21

▬ Por qual Deus você deseja ser reclamado? Caso não queira ser um semideus, qual criatura mitológica deseja ser?
Poseidon  


▬ Cite suas principais características físicas e emocionais.
Físico: Cabelos negros liso, longos com franja longa e repicados, olhos verde-mar, pele com bronzeamento saudável, mede 1,65 de altura, porte físico atlético (mesmo não fazendo nenhuma atividade Física), saudável e com curvas.
Emocional:Alice é muito impulsiva e fala sem prensar, muito alegre e sempre esta sorrindo mesmo que não seja uma situação fácil  procura sempre ajudar os amigos de qualquer forma possível, é uma garota amável e talentosa, esta a defender as pessoas mesmo que não as conheça.



▬ Diga-nos: por quê  quer ser filho de tal Deus - ou ser tal ser mitológico?
Porque, eu sempre gostei de mitologia e o Deus que mais gosto é Poseidon, ele é, bom como posso dizer, ele me caracteriza de uma forma que até eu fico emocionada.


▬ Relate a história da sua personagem - não haverá um limite de linhas definidos, deixe a sua criatividade fluir.
Irmã mais nova de Percy, dada a Melissa Jackson, irmã de Sally Jackson, nas suas primeiras semanas de vida, sendo assim separados ao nascer, nunca conheceu o irmão e a mãe, mesmo em reuniões de família Melissa nunca a levava, desde que foi dada a Melissa, Alice passa por situações nada legais, por culpa de coisas estranhas ela não tem nenhum amigo. Igual ao irmão Alice já foi expulsa de muitas escolas sem fazer nada a não ser estourar o encanamento do banheiro, arrastar uma menina para a piscina da escola sem mover um músculo, coisas desse tipo. Está ao auge de seus 13 anos e percebeu que as coisas estranhas acontecem frequente mente, longe disso é atacada pelo "segurança" da escola, um grinfo, e decide contar esse acontecimento a sua "mãe", Melissa, ao ouvir a história da sobrinha, Melissa decide contar a verdade a ela levando-a a casa de Sally. Depois de meia-hora de viagem elas chegam a casa de Sally, Sally abre a porta e ao se deparar com a filha sorri e começa a chorar e a abraça-la, Alice sem entender nada abraça Sally também, e por alguma razão se sentiu diferente de quando abraçava Melissa, Sally ao se recompor pediu para que as duas entrassem, as duas sentaram no sofá e Sally as ofereceu um chá, elas aceitaram e começaram a conversar, nessa converça Alice descobriu que ela era filha do Deus dos mares e que tem um irmão, sua mãe ela descobriu que não era Melissa e sim Sally. Depois de algum tempo Percy chegou em casa e se alegrou ao descobrir que tem uma irmã. Depois de dormir na sua nova casa Alice e Percy foram para o Acampamento Meio-Sangue, Percy a apresentou a muitas pessoas que conhecia e disse que ela poderia ficar com ele no chalé porém ela resolveu seguir as regras e esperar seu pai a reclamar.
Alice Oliver
Indefinido
Mensagens :
194

Voltar ao Topo Ir em baixo

Re: Ficha de Reclamação

Mensagem por ♦ Eos em Ter 15 Out 2013, 15:08

Alice, para Poseidon não é a ficha normal, como falado na apresentação do tópico. O teste está aberto e é mensal, veja as regras aqui:

http://percyjacksonrpgbr.forumeiros.com/t7893-teste-para-filhos-dos-3-grandes-regras

Além disso, evite envolver os personagens oficiais da série. Crie a sua história.
♦ Eos
Administradores
Mensagens :
1421

Voltar ao Topo Ir em baixo

Re: Ficha de Reclamação

Mensagem por Edward Woldklay em Ter 15 Out 2013, 18:19

▬ Por qual Deus você deseja ser reclamado? Caso não queira ser um semideus, qual criatura mitológica deseja ser?
Hermes o deus mensageiro.

▬ Cite suas principais características físicas e emocionais.
Edward sempre costuma ser divertido e esperto, adora fazer amigos e sabe os momentos certos das coisas. Tenta sempre se dar bem com todos, quando arranja uma briga sempre vem de outra pessoa.
O garoto é alto, mede por volta dos 1,80. É magro, porém possui musculo, possui cabelos grandes jogados na testa que quase sempre estão levantados para o lado direito. Possui olhos castanhos cor de árvore e uma pele branca pouco bronzeada, seus cabelos era da cor preto.

▬ Diga-nos: por quê  quer ser filho de tal Deus - ou ser tal ser mitológico?
Gostaria de ser filho de Hermes pois sou ágil e rápido como uma cria do deus deve ser.

▬ Relate a história da sua personagem - não haverá um limite de linhas definidos, deixe a sua criatividade fluir.

Obs: Teve bastantes falas, mas acho que foi essencial , espero que goste e cintasse livre para mostrar meus erros.

Em um belo dia de sol Edward Woldklay andava de volta para seu apartamento na Itália. O garoto  estava vestido com uma blusa totalmente preta, junto com uma calça skin também preta e tênis converse da All stars.  
Edward caminhava solitário pela rua na qual morava, ele sempre se sentia bem a vontade pois a mesma nunca estava com bastantes  pessoas se movimentando pelos lados. Não demora muito até que o menino chega ao prédio, ele sobe de escada até o 5° andar, o último , e abre a porta. Por mais incrível que pareça Edward não ouviu um só ruído, então logo foi procurar por sua mãe que a esta hora deveria estar fazendo o almoço. Ao virar pela parede que dava entrada a cozinha ele se depara com sua mãe no chão ensanguentada e com um bilhete em suas mãos.
O menino não conteve o choro e se agarrou nos braços de sua mãe morta. Ele delicadamente tirou o bilhete de sua mão e o abriu. “Me encontre no champs de Mars as 1:35 P.M.”. Edward se levantou, ele pensava que não seria melhor chamar a policia, limpou o machucado de sua mãe e a colocou de volta na cama da mesma e então deu um beijo na testa dela.
Confuso e apreensivo pelo o que aconteceu com a sua mãe, o garoto buscava uma explicação para isso. Ele fora para Champs de mars e olhou para a grandiosa Torre Eiffel lá de baixo. Quando foi surpreendido por um homem com cabelos jogados para trás – estilo vaca lambeu, como Edward chamava – usando um terno preto e óculos escuros. O senhor colocou a mão no ombro de Edward e falou para  o mesmo segui-lo.
Ambos sentaram-se em uma cafeteria de esquina com uma bela visão ao monumento, o rapaz então começou com uma serie de perguntas, qual é seu nome? De onde você é? Quantos anos você tem? Edward respondeu sem problemas. Por alguma razão ele se sentia obrigado a responder as questões do homem.
O rapaz pediu então um cappuccino e começou a falar que era um amigo da mãe de Edward no qual desconfiou da história. O mesmo continuava falando sobre histórias que sua mãe contava da universidade que fez, até que chegou em um assunto critico. A morte dela.
Woldklay se encolheu, estava ficando nervoso a ponto de suar, como o rapaz saberia da morte? Era algo estranho e Edward ficava mais nervoso a cada ponto da conversa.
-Olhe Edward, você precisa confiar em mim, algo terrível esta acontecendo e é maior do que um simples assassinato. – O homem estava sério, apesar de estar com os óculos de sol, Edward percebeu sua preocupação.
-Como assim? – O tom de Woldklay estava mais preocupado.
-Sua mãe, não foi morta por um ser...como eu possa dizer...humano. – O rapaz tomou mais um gole de cappuccino.
-Não estou entendendo. – Edward estava começando a achar que havia algo naquele cappuccino, mas antes de concluir sua ideia o rapaz tirou algo do bolso de seu terno.
O homem entregara a Edward um pingente, assim como o que sua mãe usava no pescoço porém este era mais prateado e brilhante.
-O que é isso?
-Puxe a parte afiada do pingente para fora quando precisar, isso poderá lhe ajudar em lutas. – O homem acabará seu cappuccino e pediu um tablete de chocolate.
-Espere um pouco... Lutas? – Edward não era um rapaz de brigas, geralmente era amigo de todos da escola.
-Exatamente, os monstros que você enfrentara não serão fracos.
-Monstros? Como assim? – Os olhos do garoto se arregalaram, seu coração começou a bater mais forte, eram tantas surpresas e o mesmo não sabia se sentia medo ou raiva da situação.
-Olhe, está mais do que na hora de você saber. – O homem olhou para um lado e depois para o outro e voltou o foco para Edward. – Você é um Semideus Edward!
O impacto foi mais forte do que imaginara Edward já havia ouvido falar de semideuses, Hércules, Perseu. Mas ele sendo um ? Só podia ser loucura.
- impossível, essa coisa não existe! – Edward queria explodir de raiva, sua mãe estava morta, ele estava órfão e sozinho no mundo e ainda vem um idiota para fazer piada com ele?
-Quer que eu prove? – O rapaz mudou o tom de voz, ele parecia mais desafiador.
Edward assentiu com a cabeça, os dois se levantaram sem pagar a conta, porém ninguém fora atrás deles. Ambos foram para um velho campo de futebol.
O moço parou e tirou os tênis. Edward então vira pés de cascos, como os de cavalo. Até ai tudo bem, ele ainda pensara ser um truque. eEntão o homem tirou as calças. Edward soltou um grito de espanto, as pernas dele eram de bode, totalmente peludas.
-E então meu jovem? Ainda acha que estas coisas não existem? – O homem-bode perguntava.
-O que é você!? – Woldklay mantinha o espanto, não poderia imagina que isso poderia existir.
-Um sátiro! Um espirito da natureza para ser mais exato. – Enquanto falava ele bateu um casco no outro fazendo um barulho um tanto irritante.
Edward estava sem ação, estava prestes a desmaiar pensando que era tudo um sonho, porém o sátiro o deteve.
-Edward, pegue isso – O Bodeman lhe dera uma mochila de acampamento, não soubera de qual lugar havia vindo isso mas aceitou mesmo assim. – No bolso da frente está seus documentos, passaporte e identidade, também há uma passagem para Nova Iorque, você deve ir para lá, estará mais seguro, quando chegar pegue um taxi até este endereço – Ele lhe entregara um papel que guardara no bolso. – irei embora agora, boa sorte.
O sátiro saiu saltando rapidamente pelo campo de futebol deixando Edward totalmente sozinho. Ele esperava que algo acontece-se, acordar de um sonho maluco e voltar ao seu lar. Mas tinha certeza de que o que havia visto era real, ele deveria realmente ir a Nova Iorque.
Ele verificou sua mochila: água, salgadinho, bolacha, um travesseiro pequeno, 2 roupas completas, 300 Euros e 300 dólares, um passaporte, uma passagem já paga para Nova Iorque, um diário, caneta e uma caixa de chicletes. “Ótimo” pensou ele, “Eu sou um semideus e ele me de chicletes e caneta para lutar.” Edward recolheu os itens e passou de novo em seu apartamento.
Ao chegar em antigo lar doce lar, ele não havia encontrado sua mãe no mesmo local em que a deixou, não havia rastros dela em nenhum lugar. Fotografias, roupas, perfumes, shappons. Realmente nada que a lembrasse. O garoto queria chorar novamente, mas não teve tempo, sabia que deveria ir para o Aeroporto. Pegou o primeiro taxi que lhe aparecera e fora para lá.
O aeroporto era um lugar bem agradável, Edward não teve problemas ao embarcar porém a viagem foi muito estressante. Ele se sentou ao lado de uma mulher com um bebe que não parava de chorar desde que o viu. O voo também foi péssimo, muitas turbulência durante ele, ainda mais quando chegou perto dos EUA. Mas conseguiu desembarcar.
Nova Iorque era incrível, nunca estivera na cidade. Sempre achava exagerado quando as pessoas comentavam sobre lá, mas acho que estavam certas, o local era mesmo incrível, altos prédios de 40 andares e ruas bem elaboradas, era um bom lugar para uma pessoa como Edward morar.
Ele chamou um táxi no aeroporto.
-Por favor, leve-me a este endereço. – Edward entregou o endereço ao taxista.
-Então mais um semideus? – O taxista respondeu devolvendo o bilhete.
-Como você... – Ele foi interrompido quando olhou pelo retrovisor ao taxista, o homem tinha somente um olho. – Ah, você não é um sátiro né?
- Não, sou um Ciclope. Somos muito diferentes dos sátiros, bem vamos logo, acho que você não quer se deparar com nenhum monstro hehe – O ciclope acelerou. No meio da estrada ele puxou uma embreagem que Edward nunca vira em carros. Ao fazer isso o carro disparou em velocidade. Woldklay precisou se segurar rapidamente ou então seria jogado para trás.
Não demorou muito a viagem, foram apenas 30 minutos brincando de Correr ou Morrer com um ciclope dirigindo um taxi com um ultra turbo ativado.
-Chegamos. – Edward tirou 100 dólares e entregou para o taxista que resmungou algumas coisas numa língua estrangeira mas pouco familiar e foi embora.
Woldkay virou-se para a colina e viu um grande pinheiro. “Deve ser aqui” pensou Edward.
Ele pegou sua mochila e começou a subir a colina. Faltava poucos passos para poder chegar ao topo mas foi surpreendido por uma... por uma cobra-mulher. A criatura o puxara para baixo agarrando seu pé e jogando-o para baixo da colina.
-Ahg- Edward se revirou no chão e soltou a mochila. – Oque é você?
-Olááá, sou uma Gorgona, e bem, irei destruí-lo – A voz dela soava afiada e ameaçadora.
Edward lembrou-se do que o sátiro havia lhe dado. O pingente! Ele revirou seu bolso da calça e pegou-o, retirou a parte afiada dele. A joia se transformou em uma lamina um tanto grande, na qual se aperfeiçoava otimamente com ele.
O garoto pensava como usaria uma espada mas a gorgona foi para cima dele. Então milhares de coisas aconteceram.Ele desviou do monstro, um grito de uma garota, uma flecha passou voando pela sua direita e ele acertara a serpente na região da cintura com sua espada.
O monstro estava no chão e se desintegrou na frente de Edward. No mesmo instante uma garota chegou atrás  dele.
-Droga, poderia ter sido um tiro melhor – A menina pareceu desapontada, deveria ter uns 3 anos a menos que ele, talvez 12 ou 13 anos.
Edward olhava para ela confuso. A flecha acertará o monstro no ombro, como poderia ter sido um tiro ruim?
-Olá, eu sou do acampamento meio sangue, você provavelmente é um semideus certo?
Edward assentiu.
-Pois bem, venha comigo, acho que já sabemos de quem você é filho. – A garota falou como se já tivesse certeza de quem Edward era.
Os dois seguiram adentro do acampamento. Era a coisa mais bela, esquisita, legal e estranha que Woldklay já vira. Cavalos voadores, vários homens-bodes, mulheres plantas surgiam de vários lados, pessoas com armaduras e espadas iam de um lado para o outro.
A garota o levara a uma Chalé onde ele ficaria por um tempo. Na frente da estrutura estava escrito uma palavra em grego, Hermes. A menina contou a Edward que pessoas que ainda não foram “Reclamadas” pelos seus pais ficavam naquele chalé.
O pessoal de sua nova casa era muito bem amigável, todos o cumprimentaram, ele se sentou em uma beliche na parte de baixo onde um garoto disse que não havia ninguém, deixou suas coisas em cima dela, pensou em deixar seu pingente também, mas preferiu levar com ele.
Um dos garotos bateu na porta avisando que era hora da janta.
Ele foi para onde o pessoal do acampamento janta, junto com as pessoas do seu chalé , ao chegar lá , ele e mais três garotos ficaram sobre uma multidão, eles seriam “reclamados”. Após os outros serem descobrirem de quem eram filho foi a vez de Edward. Ele estava nervoso, estava imaginando como seria isso, fariam uma marca com o nome do deus em seu braço? Ou talvez teria que passar por um ritual, ele nem queria imagina. Até que aconteceu, todos olharam para ele, o símbolo de Hermes pairava em cima dele.
“Filho de Hermes ? Quem diria” ele pensou. Edward parecia estar feliz por ser filho do deus mensageiro, já leu muitas vezes sobre ele, e como ele ajudara semideuses. Podia não ser um grande deus, mas sem ele os outros deuses não se estabeleceriam.
Edward jantou e foi para cama. Antes de dormir pensou em quem matara sua mãe, um sentimento enorme de vingança se revelou dentro dele, iria se vingar de qualquer maneira. Ele fechou os olhos e por um momento se esqueceu disso, só queria dormir e acordar um filho de Hermes.
Edward Woldklay
Filhos de Hermes
Mensagens :
123

Localização :
Já ouviu falar em Acampamento meio sangue?

Voltar ao Topo Ir em baixo

Re: Ficha de Reclamação

Mensagem por Joe Bullock em Ter 15 Out 2013, 23:01

▬ Por qual Deus você deseja ser reclamado? Gostaria de ser reclamado por Lord Hefesto

▬ Cite suas principais características físicas e emocionais. tenho 1,85 de altura, pele parda, cabelo curto e preto, sou Forte mas não muito definido. Gosto de fazer as pessoas rirem e uso muito sarcasmo as vezes, sou um amigo fiel e prestativo para aqueles que conquistarem minha amizade.as vezes fico meio distraído ou atrapalhado...é meu jeito natural de ser.

▬ Diga-nos: por quê  quer ser filho de tal Deus? Queria ser filho de Lord Hefesto por que ele é o olimpiano com quem mais me identifico, ele gosta de fazer as coisas com perfeccionismo, ele é criativo e um deus com varias habilidades que usa para ajudar quem precisa criando armas, escudos, armaduras e etc.

▬ Relate a história da sua personagem - não haverá um limite de linhas definidos, deixe a sua criatividade fluir.

Comecei a correr por aquela rua deserta e minha mente estava começando a compreender as coisas mais claramente, porem quando aquela coisa entrou na minha frente minha vida passou pelos meus olhos como se ali fosse se tornar meu tumulo...
Quando tinha 13 anos e vi minha mãe morrer devido a sua frágil saúde. Isso foi um baque muito grande, pois eu sempre fui muito ligado a ela pelo fato do meu pai ter morrido antes que eu nascesse, então ela era minha única referencia de família. Antes que ela morresse, não queria que eu ficasse com o serviço social, então ela me deixou com meu primo mais velho. O nome dele era Johnny Townley e ele era um cara legal, me tratava mais como um irmão do que como um primo, e isso era algo que eu realmente admirava já que eu tinha certa dificuldade em interagir com os outros. Antigamente me sentia melhor com maquinas do que com pessoas, mas com ele era como se nós fossemos irmãos de verdade.
Ele tinha uma oficina de motos em West Chester e adorava me ensinar a mexer nas motos e em outras coisas que eu poderia consertar como eletrodomésticos, carros e até maquinas grandes. Por alguma razão eu adorava montar coisas e interagir com maquinas, fazia isso muito bem, com 13 anos já fazia reparos e montava motos e maquinas de maneira que só um adulto com muitos anos de carreira conseguiria. Não só isso como também projetava melhorias nas motos e sabia dirigir muito bem (ok, você deve estar pensando “que tipo de adulto deixaria uma criança dirigir?” Bem, o Johnny sabia que eu era uma criança com habilidades bem melhores que a de muitos adultos).
Ele vivia me dizendo que apesar de ser bom, poderia ser ainda melhor... Assim como ele. A humildade não era exatamente o forte dele e eu sempre achei isso muito engraçado porque me motivava a continuar a sempre fazer melhor.
Minha vida foi ótima por esses anos, mas um dia começou... Aquelas visões bizarras de coisas que não deveriam estar ali. Via pessoas e animais na rua se transformarem por uma fração de segundo em monstros e criaturas que reconhecia vagamente como algumas criaturas da mitologia grega.
Até que em uma noite quando eu tinha 17 aconteceu, voltando da loja de autopeças do outro lado do bairro eu vi algo que me deixou muito preocupado. Um dobermann grande e que tinha olhos assustadores dos quais eu não conseguia tirar o olhar.
- O que foi?
Só então lembrei que o Johnny estava levando junto comigo as peças para montar um novo motor.
- Nada demais é só... Aquele cachorro ali – apontei para o dobermann que vinha nos seguindo de longe a alguns quarteirões – por alguma razão ele me da arrepios.
Assim que ele olhou para o cachorro largou imediatamente a sacola com as peças, agarrou meu braço e começou a correr e a reclamar com ele mesmo. Dizia que devia ter percebido antes e que não haveria tempo para fugir. Antes que eu pudesse perguntar algo percebi o motivo de tanta pressa: o cachorro não era um dobermann e seja lá o que aquela fera mortal do tamanho de um rinoceronte e com sede de sangue fosse, eu nunca mais quero outra daquela na minha frente de novo. Seu pelo era negro como a noite, seus dentes eram como se alguém tivesse colocado umas três dúzia de facas uma ao lado da outra e seus olhos eram vermelhos como se todo o sangue do mundo tivesse sido destilado e colocado em orbes de vidro.
Isso era o que meus olhos estavam vendo e eu finalmente via com clareza, como se finalmente tivesse tirado um escudo dos meus olhos. Um escudo que deveria ter permanecido lá.
- O que era aquilo?
Johnny com um olhar preocupado conseguiu me dizer:
- Um cão infernal e ele vai nos alcançar logo.
Não conhecia muito sobre mitologia mais sabia o que era um cão infernal... E infelizmente eles eram muito piores vistos ao vivo. Meu coração batia desesperado enquanto nós corríamos entre ruas e becos para tentar despistar aquela coisa, o que não estava dando certo, pois a cada rua em que virávamos eu podia ouvir o som de algo grande nos seguindo e pior, se aproximando. Em certo ponto da fuga Johnny olhou para trás e pude ver em seus olhos o que ele pensava: “não da pra escapar”. Ele parou e começou a mexer em sua mochila. Disse para ele que se ele não tivesse uma tonelada de bifes ali, aquilo não era hora para averiguar a mochila.
- Você precisa fugir irmãozinho, eu fico aqui para segurar ele.
- Eu não vou... Você me chamou de que?
Ele parou de mexer na mochila por um segundo. Ele disse coisas que eu não entendi na hora, algo como eu ter habilidades que não poderiam ser de mais nenhum outro tipo de semideus, Habilidades que só os irmãos e irmãs dele têm.
Minha cabeça já estava girando. Meu primo era meu irmão, tinham um monstro nos perseguindo e ele estava querendo se sacrificar para me salvar... E o que raios ele quis dizer com “semideus”?
Ele tirou da mochila um pé-de-cabra, que por alguma razão eu sabia que era feito de bronze, mas era como se não fosse um bronze comum. Ele anotou alguma coisa numa folha de papel e me deu, me entregou o pé-de-cabra e disse para me defender com aquilo se aquela coisa me alcançasse, disse também que eu deveria ir até a oficina Pegar a “Blaze” e ir para o endereço que ele anotara no papel. Blaze era uma Harley Davidson que tínhamos na oficina e que ele disse que seria minha na hora certa.
Quando Johnny acabou de dizer isso á fera apareceu das sombras e pulou sobre ele do nada. Ele me empurrou e cai para trás, mas consegui o ver sacar da mochila uma espada e passa-la a centímetros do cão. O animal não parecia ter interesse nele, pois continuava a me olhar com aquela face de ódio. Johnny se colocou entre mim e a fera e me mandou correr.
Eu deveria ter ficado e ajudado ele, mas ao invés disso comecei a correr para a oficina com suas palavras em mente.
“você é bom, mas ainda pode ser muito melhor... assim como eu”.
Eu tinha certeza deque ele conseguiria lidar com aquilo, e um segundo antes de sair da rua onde estávamos eu o ouvi gritar:
- Por Hefesto!
Corri mas rápido do que jamais consegui antes. Se meu irmão queria se sacrificaria para me salvar, então eu também precisaria dar meu melhor para salva-lo. Quando estava a apenas um beco da oficina ouvi aquele rosnado, e das sombras na parede a minha esquerda pulou a mesma fera que estava enfrentando meu irmão e instantaneamente meu coração gelou. Não, aquela fera não podia ter vencido Johnny, ele não podia estar...
A criatura avançou lentamente com os olhos fixos em mim, era quase como se ela quisesse dizer: “não tem mais ninguém para te defender”. Isso realmente liberou minha raiva e me levou a fazer algo que eu não deveria nunca ter feito: Atacar.
Corri na direção daquele monstro com todas as minhas forças e acertei a pata direita dele com o pé-de-cabra, ele tombou para o lado, mas rapidamente deu um rolamento e pulou para cima de mim e (como eu fiz isso nunca vou saber) joguei aquela criatura de algumas centenas de quilos a alguns metros de distancia.
Quando ele caiu à primeira coisa que eu fiz foi me aproximar dele e acertar novamente sua pata para evitar que ele pulasse de novo e isso evitaria que ele se aproximasse das sombras que pareciam teletransportá-lo de um lugar para outro.
Ele se levantou e começou a olhar para o pé-de-cabra como se temesse a ferramenta... ou o material da qual era feita. Assim que a fera tentou pular novamente caiu de costas arfando pela dor, me aproximei dele e acertei suas outras três patas para que ele não se levantasse mais, então o olhei nos olhos com o mesmo olhar que ele me olhara minutos antes.
Levantei o pé-de-cabra o mais alto que pude e a fera pareceu entender minhas intenções. A última coisa que eu disse foi:
- cachorro mal!
Desci meu braço acertando com toda a minha força a cabeça do cão, que se desintegrou e tornou-se pó.
Quando olhei bem, vi que a vermelhidão não vinha só dos olhos do cão e sim de algo em cima de minha cabeça, virei a tempo de ver um martelo flamejante vermelho desaparecer da minha cabeça, mas não podia me preocupar com isso agora.
Rapidamente fui para a oficina para pegar a Blaze assim como meu irmão havia mandado. Subi na moto e a liguei, já havia pilotado varias motos mais por alguma razão aquela era a mais rápida que eu já vira. Em um segundo já estava onde Johnny deveria estar, mas quando me aproximei, não encontrei o Johnny. Comecei a dirigir por perto para ver se o encontrava, mas infelizmente não vi nada.
Estava triste, sentindo como se houvesse abandonado o único vinculo familiar que me restara, e então algo ecoou em minha mente.
“... Habilidades que só os irmãos e irmãs dele têm.”
Se ele tinha uma família em algum lugar, isso queria dizer que eu também tinha e teria para onde ir.
Acelerei a moto e lembrei-me do bilhete que ele me deixou. Abri o papel e nele lia-se:
“Acampamento Meio-Sangue, Colina Meio-Sangue, 3141, Long Island, NY - Boa sorte maninho”.
Joe Bullock
Filhos de Hefesto
Mensagens :
297

Localização :
Acampamento Meio Sangue

Voltar ao Topo Ir em baixo

Re: Ficha de Reclamação

Mensagem por Edward Shadowspell em Qua 16 Out 2013, 19:57

Ficha de Reclamação
▬ Por qual Deus você deseja ser reclamado? Caso não queira ser um semideus, qual criatura mitológica deseja ser?

Gostaria de ser reclamado por Afodite.

▬ Cite suas principais características físicas e emocionais.

Características Físicas:



  • Alto (1,82 m)
  • Corpo magro, bem trabalhado (75 Kg);
  • Pele clara, incrivelmente branca;
  • Olhos claros (variam do azul ao violeta);
  • Cabelos claros (louros, mas, dependendo da luz, ficam prateados).

Características Emocionais:



  • Sociável, se não achar a pessoa fútil demais;
  • Possui um leve complexo de superioridade;
  • Extremamente narcisista;
  • Romântico apaixonado;
  • Criativo;
  • Genioso;
  • Por vezes, imparcial;
  • Aparenta ser muito frio antes de conhecer as pessoas;
  • Competitivo;
  • As vezes pode passar a impressão de ser bipolar.

▬ Diga-nos: por quê  quer ser filho de tal Deus - ou ser tal ser mitológico?

Sempre gostei da deusa e seus poderes são muito bons, além de ser uma deusa que permite que seus filhos sejam personagens interessantes, já que cada filho de Afrodite tem uma maneira própria de ser e, ao mesmo tempo, agirem de forma parecida.

▬ Relate a história da sua personagem - não haverá um limite de linhas definidos, deixe a sua criatividade fluir.

Era mais um dia comum na minha faculdade, eu estava na quadra poliesportiva, como sempre fazia no intervalo entre as aulas. Estava vestindo uma regata azul - que já estava praticamente encharcada de suor - e um shorts largo também azul. Meu tênis estava deixando marcas no chão da quadra enquanto eu corria com a bola para fazer uma cesta. Os outros garotos corriam atrás de mim, alguns deles tentando roubar a bola, enquanto outros aguardavam uma oportunidade para receber a bola de mim. Quando percebo uma brecha, lanço a bola para um de meus colegas de equipe. Ele fica alguns segundos com a bola e depois a lança de volta para mim. Eu a agarro e dou um salto, enterrando a bola na cesta e me pendurando no aro. Fim de jogo, meu time venceu. Era a terceira vez consecutiva, eu estava com sorte naquela semana.

- Ok rapazes. Já chega. O sinal já tocou. Edward, desça dai! Se o aro quebrar, você vai ter que comprar um novo!

- Desculpe, treinador. - Dizendo isso, eu largo o aro e caio em pé, ou melhor, agachado, sem machucar as pernas.

Eu e os outros garotos seguimos para o vestiário, onde o chuveiro nos aguardava. Ah, como eu precisava de um bom banho quente! Depois de tomar uma ducha, eu rapidamente saio do chuveiro, indo me vestir. Os garotos começaram uma guerra de água no chuveiro enquanto eu seguia para o vestiário, e não demora para que ela chegue até lá. Eu começo a rir um pouco da brincadeira e não me preocupo muito, mas no momento em que visto a minha camisa, um dos garotos - sem querer - joga água em mim.

- Noble! Minha camisa nova! - Vocifero. - Que droga! Agora eu não tenho nada pra vestir!

- Desculpa, cara! Eu não te vi ai... Mas, fala sério... Desde quando isso é um problema pra você?

- Haha, engraçadinho... Mas tudo bem, chegando da escola eu boto ela pra lavar. Você tem sorte de o meu próximo período ser livre, senão...

Eu guardei minhas coisas e sai do vestiário com a minha mochila nas costas - agora nuas - e fui até um dos campos da escola. Me deitei sob uma árvore e fiquei parado, sentindo o vento bater em meu peito nu.

- Nossa, nossa, hein! Que saúde! - Assim que ouço a zombaria, abro os olhos e me deparo com um garoto da minha idade, de cabelos pretos e pele bronzeada.

- Hello, sweet heart! - Cumprimento, levantando. - E ai, como cê tá, Jay?

- Normal, você sabe... - Jay me respondeu, com a mesma cara modesta de sempre. 
- E agora, o que deu em você pra sair desfilando desse jeito pela faculdade?

- Duas palavras: Gabe Noble.

Jay começou a rir, me fazendo rir também, já era quase um ritual naquela faculdade, sempre que alguém falava o nome de Gabe, já começava a rir.

- Ok, entendi... Guerra de água, de novo? - Perguntou. Assenti com a cabeça. - Esse cara não tem jeito. Mas, vamos lá, eu quero ir em um café aqui perto, e, bom, você tá me devendo uma grana...

Assenti, revirando os olhos, mas era verdade, já fazia um tempo que eu estava devendo uns trocados pro Jay, então, nós saímos co campus da faculdade com meu conversível e fomos até o café que ele me falou, mas antes, passamos em uma loja pra eu comprar uma camisa nova.

Depois de vestido, seguimos para o café. Quando chegamos, Jay começou a olhar para as mesas, até encontrar uma em um canto onde alguns jovens - a maioria mais novos que eu - estavam conversando.

- Ali, Ed, vamos, quero que você conheça uns amigos... - Fomos até a mesa onde as "crianças" estavam sentadas e elas logo abriram um sorriso quando viram Jay.

- Jay! Finalmente! - Exclamou uma garota, olhando para mim, logo em seguida. -Είναι το αγόρι μιλήσατε?

Confesso que eu não entendi completamente a última parte. Eu sabia que não estavam em inglês, mas entendi algumas palavras e, de alguma forma, eu sabia que significavam "garoto", "você" e "falou".

- Ναι, ναι. Αλλά δεν ξέρει! - Respondeu Jay. Novamente, peguei algumas partes do que ele disse: "sim", "não sabe".

Comecei a me irritar com isso... por que eles não falavam em uma língua que eu entendesse. Assim, eu exclamei, quase gritando:

- Σταμάτα! Συζήτηση για κάτι που καταλαβαίνω! - Inconscientemente, eu havia falado na mesma língua que eles, e percebi que era grego. Eu sabia o que eu havia dito, eu disse "Parem com isso! Falem algo que eu entenda!".

Jay abriu um sorriso e começou a cochichar com os garotos na mesa durante alguns segundos, então, voltou-se para mim.

- Ed, eu quero que você conheça alguns amigos. Essa é Luce, filha de Íris. Aquele é o James, filho de Ares. Essa aqui é a Denice, filha de Deméter. E tem o Bill, filho de Hipnos. - A cada nome, Jay apontava para uma pessoa diferente, mas eu não entendia o porquê dele citar deuses gregos. - Você consegue falar grego e entender o que a gente fala, então, já está comprovado que você é um de nós.

- Um o quê?

- Um semideus, Ed. - Disse Denice.

- Senta ai, cara. Fala um pouco de você pra gente. - Convidou James.

Sentei-me ao lado de Denice e Jay sentou do meu lado. Ele me explicou o que estava acontecendo de uma maneira bem resumida. Me disse que os deuses gregos ainda existem e que não são só um mito. Disse que eles vivem no Empire State e que, as vezes, eles têm filhos com mortais e esses filhos eram "nós". Jay disse que era filho de Apolo, e que cada um tinha uma história, então, comecei a contar a minha.

- Meu pai é inglês. Ele mora na Inglaterra e tem uma grande empresa lá. Eu sempre morei lá, mas decidi fazer uma faculdade aqui nos States. Meu pai me disse que, quando ele era mais jovem, ele havia vindo para cá para uma série de reuniões com muita gente importante (digamos que eu sou rico...) e, durante essa estadia, ele conheceu uma mulher muito bonita. Eles namoraram durante alguns meses, mas ela nunca disse onde ela morava, um dia, ela descobriu que estava grávida do meu pai, mas que teria que ir embora. Ela prometeu voltar quando eu tivesse nascido, mas, ao invés disso, ela me deixou para meu pai. Nisso, minha família já tinha muito dinheiro, então, eu sempre estive acostumado com o luxo, mas as pessoas sempre falam que eu sou muito humilde pra alguém que vive em meio a tantos "mimos".

Eu realmente não sabia falar sobre mim e, bem, eu tenho que dizer, Denice e James estavam me distraindo muito. Todos eram bom ouvintes, excerto Bill, que as vezes cochilava, mas acordava logo em seguida. Mas Denice e James eram muito bonitos... Ela tinha cabelos castanhos e lisos que terminavam na metade de suas costas. Olhos castanho-claros e pele levemente bronzeada. E um perfume muito bom.

Já James era forte e bruto, tinha um rosto duro e um olhar muito penetrante. Seus olhos eram muito escuros e brilhavam, sedentos por algo que envolvesse ação ou brigas. E o sorriso dele era muito bonito. Um sorriso branco, totalmente convencido de si mesmo.

Me esforcei para me concentrar na história, mas não precisei fazer isso por muito tempo, pois, no momento em que me calei, um homem grande e forte entrou e, todos percebemos, ele suspirou fundo e olhou diretamente para nós, dizendo apenas uma palavra em grego: Ημίθεος, que significava "semideus".

- Vamos, Ed, tá na hora da gente ir...

Todos se levantaram e eu os acompanhei, nós corremos para os fundos do café, onde saímos e demos a volta. O som das coisas no café se quebrando eram audíveis e nós não tínhamos muito tempo...

- Ed, tome cuidado. Agora nós devemos ir até o acampamento. Venha!

Começamos a correr pela cidade. Eu não sabia onde ficava aquele acampamento, mas deveria ser perto, já que tínhamos que chegar lá.

- Denice, chame as Moiras!

Denice não perdeu tempo e assoviou bem alto. No segundo seguinte, um taxi velho apareceu na nossa frente. A porta de trás estava aberta e todos entramos. Assim que a porta se fechou, vimos um monstro, literalmente, vindo em nossa direção.

- Colina Meio-Sangue, Long Island! Rápido! - Exclamou Denice. Ela só podia estar brincando. Nunca chegaríamos logo em Long Island, mas, assim que ela disse isso, a motorista começou a correr em uma velocidade que os carros comuns não deveriam alcançar.

Percebi, então, que eram três mulheres cinzentas ao volante, sempre completando a frase uma da outra. Elas nunca olhavam para trás, mas eu não estava certo se queria ver o rosto delas. Depois de alguns minutos, nós chegamos. Aliviados, descemos do táxi e Denice as pagou com uma moeda estranha. Jay me disse que eram dracmas de ouro, a moeda que os deuses e semideuses usavam.

O resto do dia foi muito cansativo. Eu descobri mais sobre o acampamento, entendi como ele funcionava e Jay tentou me ensinar um pouco do que ele chamava de "mitologia moderna", basicamente, ele estava me explicando como os contos mitológicos funcionavam nos dias atuais. No fim do dia, eu estava no pavilhão jantando com os outros, quando eu fui surpreendido por uma aura rosa que me envolveu. Acima de minha cabeça, um símbolo de uma pomba rosa estava flutuando, e eu estava vestido com roupas novas, que eu achava muito bonitas...

Esse foi só o primeiro de muitos dias no acampamento, dias que acabaram ficando normais. Viraram parte da minha rotina de semideus. Graças aos deuses, eu nunca precisei enfrentar nenhum monstro, mas isso não significa que eu tinha que enfrentar outras coisas, como os meus sentimentos por alguns campistas... E também haviam os treinos e tudo mais, todas essas coisas normais que, na verdade, não deveriam existir, não para os mortais...

Edward Shadowspell
Filhos de Afrodite
Mensagens :
4

Localização :
Camp Half Blood

Voltar ao Topo Ir em baixo

Re: Ficha de Reclamação

Mensagem por camila-0 em Qua 16 Out 2013, 20:36

▬ Por qual Deus você deseja ser reclamado? Caso não queira ser um semideus, qual criatura mitológica deseja ser?
Atena

▬ Cite suas principais características físicas e emocionais.
  Físicas: Sou alta,morena clara,tenho cabelo castanho,olhos marroes Emocionais: esperta, não suporta ver injustiças, virtuosa, concentrada,  adora resolver coisas difíceis, como o cubo mágico e aquelas caixinhas mágicas

▬ Diga-nos: por quê  quer ser filho de tal Deus - ou ser tal ser mitológico?
Porque sou muito inteligente e acho que a sabedoria é uma das coisas mais importantes para a vida e também porque amo as corujas e também porque eu sou bastante estratégica.

▬ Relate a história da sua personagem:
Eu me chamo Camila moro com meu pai minha mãe desapareceu quando ainda era pequena  só descobri que era uma semideusa com 11 anos num passeio escolar para o museu da cidade,estavas dentro do ônibus escolar eu estava escutando música e lendo um livro.
Quando estávamos quase chagando no museu o  ônibus estragou e tivemos que sair de dentro dele.
Eu tinha esquecido o meu livro dentro do ônibus e  voltei para pegar quando entrei dentro do ônibus meu professor de educação física estava lá ele era meio baixo,usava um boné e uma calça preta ele falou:
-Temos que sair rápido daqui está vindo alguns monstros para cá eles querem pegar você.
- Você está falando os da mitologia grega? Porque eles querem me pegar
-Sim mas te explico no caminho porque eles querem te pegar.
Ele retirou o boné e a calça e virou meio bode meio homem.
Nós  correndo para fora do ônibus e entramos num carro ele começou a dirigir e falou:
-Eles querem pegar você porque você é uma semi-deusa nós estamos indo para o Acampamento Meio-Sangue lá é o único lugar segura para os semi-deuses.
Eu falei:
-Vocês está falando então que minha mãe é uma deusa?Eu já desconfiava porque sempre que eu perguntava da minha mãe meu pai não respondia.
-Estamos quase chegando no acampamento lá você vai aprender a se defender de monstros e outras coisas.
Quando chegamos lá veio um homem numa cadeira de rodas e falou:
-Prazer sou o diretor do acampamento me chamo Quíron.
-Prazer me chamo Camila.
Depois ele me mostrou o acampamento foi assim que cheguei ao acampamento
camila-0
Indefinido
Mensagens :
1

Voltar ao Topo Ir em baixo

Re: Ficha de Reclamação

Mensagem por Poppy Hearn em Qua 16 Out 2013, 21:51


Ficha de Reclamação
Não confie tanto nas pessoas, quem te estendeu a mão hoje amanhã poderá rejeitá-la.
▬ Por qual Deus você deseja ser reclamado? Caso não queira ser um semideus, qual criatura mitológica deseja ser? Desejo ser prole de Afrodite.

▬ Cite suas principais características físicas e emocionais. Missy possui cabelos castanho-claros e lisos (que ela gosta de enrolar para que fiquem ondulados) e olhos azulados que mudam, de acordo com a luz, para verde. Corpo delineado e seios fartos. Seu humor é muito variável, dependendo bastante da pessoa que esta interagindo com ela, mas por mero costume tenta o manter animado e alegre. Tem uma alma boa e gentil, porém quando se irrita é melhor sair de perto, ou quando ela acorda de mau humor, porque ela se torna outra pessoa, estourada, bruta e sarcástica, ela é bipolar. É tímida, se soltando à medida que conhece melhor as pessoas. Gosta muito de ler (encaixa-se aqui apenas livros de romance, aventura e suspense fictício, ou não. Nada de livros didáticos ou similares).

▬ Diga-nos: por quê  quer ser filho de tal Deus - ou ser tal ser mitológico?
Afrodite é a deusa da beleza, só isso já estava de bom tamanho. Mas muito além, ela é forte e poderosa tendo habilidades exóticas e conseguindo dominar as pessoas com apenas um olhar. Ela realmente faz jus à frase “não julgue um livro pela capa”, enganando o inimigo e tendo a vantagem inicial. Beleza, inteligência, força, poder, paciência, quase tudo que a maioria das mulheres almeja, ela possui e de sobra tornando-a assim uma das deusas mais equilibradas. Resumindo, ela é quase perfeita (pois não acho que ela seja feliz o bastante) e seria uma honra se tornar filha da deusa em questão.

▬ Relate a história da sua personagem - não haverá um limite de linhas definidos, deixe a sua criatividade fluir.
Assim que nasceu, Missy foi abandonada por sua mãe, ficando sobre a tutela apenas do pai. Nos primeiros momentos ele começou a entrar em desespero, tinha total certeza que fez uma besteira e condenou sua vida e da criança em seus braços. E como bebê, sem ter consciência de nada que acontecia, ela sorria para o pai. Sentia-se protegida naqueles braços fortes. E foi isso que deu motivação ao pai para seguir em frente.
“Você é apenas um bebê, não tem culpa de nada e é minha responsabilidade. Honrarei esse compromisso” Era o que ele pensava sempre que olhava para a filha.
Malcon era o nome do pai de Missy. Ele se demetiu de um de seus dois empregos, assim podendo dedicar mais tempo a filha. Ela era um bebê lindo, saudável e forte. É claro que como pai de primeira viagem ele teve que pedir ajuda a outros parentes. A tia, irmã de Malcon, foi quem mais ajudou. Afinal, ela já sabia a historia da criança.

--- ♥ ---


Missy crescia como uma criança normal. Sua infância foi bem parada. Até as coisas piorarem quando ela embarcou no fundamental. As notas caíram drasticamente e ela foi diagnosticada com TDAH, tendo que trocar de escola várias vezes por ser expulsa, seja pelas notas baixas ou por arrumar encrencas. Mesmo assim ela não se deixava abalar, estava sempre sorrindo para todos o que fazia com que sua beleza apenas crescesse. Ela sempre pensou que atraia as pessoas por ser quem é.

- Não confie assim tão fácil nas pessoas Missy – Seu pai sempre a avisava.- Você é uma filha muito bonita, e algumas pessoas são interesseiras, só querem estar perto de você para te usar. Tome cuidado.

Mesmo com as palavras do pai, a garota apreciava aquela atenção que recebia e dos olhares que lhe eram jogados. Era tímida, mas se sentia poderosa ao ser denominada a mais bonita. Ela gostava de mesmo sem fazer qualquer esforço estar arrumada. Enquanto as outras crianças se olhavam no espelho falando o quanto queriam ter outro cabelo, ser mais magra, mais alta, ela olhava no espelho achando tudo muito bom em si, não iria mudar nada.
Porém com o tempo toda aquela atenção e amizades falsas, assim como os olhares invejosos e desejosos começaram a irritá-la. Ela queria poder conversar com alguém, falar o que sentia e o que pensava. Tentou algumas vezes com seu pai, o único em quem ela realmente confiava, no entanto ele sempre mudava o assunto ou dava um conselho inútil. Ela desistiu.
“É meu destino ter uma vida assim? Eu aguento... mais tarde tentarei mudá-lo” Ela pensava para se consolar sempre que a tristeza batia mais forte.

--- ♥ ---


Um dia, saindo de uma festa, já com seus doze anos, a garota se perdeu. Estava escuro e ela havia parado em um beco estranho. Resolveu voltar, mas parecia ficar mais perdida a cada passo e ninguém passava na rua para que ela pudesse pedir informações. A garota ouviu passos e começou a andar mais rápido, assim como os sons que ouvia. Sombras estranhas passavam por cima e ao lado dela, que já começava a entrar em pânico. Parou, fechando os olhos e ficando vulnerável e a sua mão foi puxada impulsionando o corpo a correr. Ela abriu os olhos e a sua frente estava uma garota estranha que mancava. A menina, puxando a outra e correndo, conseguiu levar a semideusa para casa, a qual não ficava longe dali.

- Você... eu te vi... na festa – Missy falava com dificuldade pela corrida intensa. - Quem é.. você?
- Sim. Eu estive tentando andar com você, mas as outras me expulsavam. – A garota fez uma careta mostrando a língua. – Sou Camile. – Sorriu.
- Por quê? – Se podia perceber um tom de esperança na voz de Missy. Vendo a expressão confusa da outra ela repetiu a pergunta de uma forma diferente. – Por que estava me perseguindo. Por quê?
- Porque gosto de você, tenho certeza que seremos belas amigas.

Com aquela frase, a garota não pode evitar o choro, que fez com que seu rosto ficasse vermelho e soluços fortes saíssem de sua garganta. Eram palavras verdadeiras, ela sentia que eram. Palavras que muito tempo ela esperou para ouvir. “Meu destino está mudando?”

Nesse dia a pequena fez sua primeira amiga verdadeira, que veio se tornar a melhor, quem a ajudava a passar de ano, ensinava coisas novas, tornava os dias com pessoas a bajulando suportáveis, para quem ela contava tudo, não havia segredos entre elas... Ou era isso que ela pensava.

--- ♥ ---


Missy não conseguia mais andar e passar despercebida, onde colocava seu pé os olhares se voltavam para ela, por isso ela mantinha Camile sempre perto. Já estavam quase no final do ano o que deixava a garota aliviada. Se livrar daquele ambiente escolar seria uma salvação para ela e, como um dia uma professora sugeriu, ela seguiria a carreira de modelo, desta forma, vivendo entre mais um bando de garotas bonitas como ela, os olhares não seriam mais tão direcionados para si de modo tão forte.

Após uma cansativa prova, as meninas estavam esperando Malcon em frente ao portão principal da escola e Camile parecia seriamente preocupada com alguma coisa.

- O que foi Camile? – Ela perguntou sorrindo e passando a mão pelo cabelo, jogando-o para trás impedindo que o vento forte que passava o jogasse para um lado qualquer. – A prova estava tão difícil assim? – Riu. – Até eu consegui fazer, você vai se sair bem.
- Não é isso. – Camile respondia com receio e olhava para os lados freneticamente.
- O que é então? Você esta mais estranha que o normal. - Primeiro Camile parou olhando para a maior com uma cara emburrada e começou a puxar para longe da escola. - O que você está fazendo Camile? Precisamos esperar o papai, ele ficara preocupado se não estivermos no portão quando ele voltar.
- Tenho certeza que ele vai entender. – Ela puxou um celular do bolso da calça que Missy dizia ser muito feio e fora de moda. – Senhor Malcon? Sim, vou levá-la. É... Estou com um mau pressentimento, todos os meus pêlos estão se eriçando.
- O quê? – Ria a que estava sendo puxada, achando que tudo aquilo era uma brincadeira. – O que você quer dizer com tudo isso? Pêlos se eriçarem? – Gargalhou sendo reprimida por um olhar da menor.

No caminho Camile começou a explicar coisas sobre a deusa Afrodite e o Acampamento Meio-Sangue. Missy ouvia sem entender nada. “Por que ela esta me falando isso?”. Ela queria perguntar, mas sabia que se interrompesse a amiga ela ficaria brava e ganharia um belo sermão, ainda mais por estar achando a pequena séria demais. Quando finalmente ia falar alguma coisa sua boca foi tampada e ela puxada por mãos fortes, tentou resistir, ação falha. Ela foi amarrada e colocada num carro preto, juntamente a Camile. Seu olhar expressava o medo e desespero que sentia naquele momento. Os dois homens riam, risadas maldosas e cheias de malicia. A garota as mãos em uma tentativa de se soltar, a corda atritava contra seu pulso causando dor e o deixando vermelho.

O carro andava em uma velocidade alucinante, as duas amarradas já tinham perdido e noção do tempo que estavam ali dentro. Camile cutucou Missy, seus olhos ainda mostravam determinação e que ela tinha um plano. A maior concordou esperando o que a outra iria fazer e arregalou os olhos quando ela esticou o corpo e dirigiu seus braços para a cabeça do motorista o enforcando como pode forçando seu corpo para trás.

- Solte-o sua pirralha! – Rosnava o homem no banco de passageiro, enquanto o outro tentava com uma mão tirar o braço fino de seu pescoço.

A garota ouviu o pedido e apertou ainda mais o pescoço. O que dirigia não agüentou mais, tirou as mãos do volante e apertou o braço que o enforcava, foi tempo suficiente para o carro perder o controle, sair da estrada e capotar, parando apenas quando bateu em uma árvore.
A semideusa sangrava nos braços e na cabeça, cacos de vidro encaixavam em seu cabelo, tudo girava e uma mão forçava seu corpo para o lado. Era Camile, empurrava a amiga para fora do carro. Elas saíram e começaram a correr, entrando no meio das árvores.

- Rápido! Estamos quase chegando ao acampamento! - Gritava a menor.
- Espera! Do que você ta falando?! Temos que ir para a cidade mais próxima, sei lá, chamar a polícia!

- Isso não é caso para polícia! Temos que dar um jeito de nos desamarrar...

Camile parou de falar quando os arbustos movimentaram, espalharam as folhas e os dois homens apareceram na frente das garotas. Contudo o mais assustador era a forma dos homens, os quais se contorciam e estavam envoltos por uma aura negra. Um deles puxou a corda cumprida que terminava na da mão de Monna. "O que é isso? Virei o que? Escrava? Meu cabelo já está acabado, minha roupa nova toda rasgada e cheia de sangue, estou cansada e com medo. CHEGA!"

Um brilho se fez no fundo dos olhos da garota. Ela colocou as duas mãos na corda e usando muita força a balançou para cima e para baixo com um grunhido o homem soltou a corda.

- Abaixe-se Camile. - A voz da maior saiu séria e raivosa como a outra nunca tinha visto e obedeceu imediatamente.

Missy enrolou um pouco da corda na mão para ficar mais firme e a girou no ar e lançou contra um dos seus agora inimigos, puxou a corda para si lançando novamente neles e girando o corpo fez a corda acertar nos dois seguidas vezes. As criaturas agora eram quem estavam assustadas e tentavam se proteger como podiam, sem muito sucesso. A garota ofegava e tinha um sorriso convencido brincando em seus lábios.

- Corra para o tal acampamento, estou logo atrás de você.

Camile se levantou e correu olhando várias vezes o caminho a suas costas. A morena deu uma última chicotada e seguiu a amiga colina acima. Estava exausta e sentia a perna fraquejar, mas continuou correndo. Viu uma grande árvore e a menor lhe ofereceu os ombros para se apoiar. Elas foram mancando e os olhos da maior brilharam vendo o cenário para o qual elas se dirigiam. Uma grande casa, chalés e pessoas felizes andavam adolescentes de todas as raças e nações. Missy sorriu fraco e desmaiou nos braços da pequena.

Algumas horas depois, ela acordava em uma enfermaria, cheia de faixas.

- Cheia dos ferimentos e ainda continua linda... eu odeio você por isso. - Camile, a ninfa, riu segurando a mão da maior na cama.

- Bem vinda, filha de Afrodite. - Uma mulher com alguns campistas, tão bonitos quanto a maior, sorriam para a que se recuperava, transmitindo uma sensação de acolhimento e esperança. - Aqui você começara sua nova vida.

Poppy Hearn
Morto
Mensagens :
107

Voltar ao Topo Ir em baixo

Re: Ficha de Reclamação

Mensagem por Jolie Crockford Gauth em Qui 17 Out 2013, 01:49



Ficha de Reclamação

Desejo ser filha de Hermes

Características psicológicas:
Jolie era muito calada e séria quando morava com sua mãe, mas apesar de Lily ser séria com a garota, Jolie sempre fazia algumas traquinagens com a mãe e com os funcionários da casa. A garota sempre gostou de brincar e ia muito à pracinha que ficava perto de sua casa, fazendo alguns amiguinhos no local. Jolie gostava muito de ouvir música e sempre estava competindo em esportes na escola, apesar de ser uma negação no estudo. A garota era alegre, esperta e conseguia conquistar as pessoas com seu olhar doce e ingênuo, algo que usava para conseguir o que queria de vez em quando.

Características físicas:
Jolie é alta e tem um corpo atlético apesar de que se acha um pouco magra. É loira e tem um sorriso encantador. Fisicamente ela pode ser considerada uma pessoa atraente para a sua idade. Jolie tem longas pernas e um ótimo equilíbrio e agilidade.

Desejo ser filha de Hermes porque é o meu deus preferido. ‘-‘ Sei que parece doença uma pessoa ter dois campistas do mesmo progenitor divino, mas, pls, sou eu. Seria estranho se eu fosse normal. q Também quero ser filha dele porque voltei a ter excitação em escrever e pensei em uma trama legal e tal. Enfim, é isso.


Lily sabia que iria se arrepender daquilo, mas mesmo assim continuou em frente. Desde que conheceu Hermes, a mulher não conseguiu pensar em outro homem. Ela sempre se lembrava daquele deus e de como ele era amável e perfeito... Talvez ele não fosse tão perfeito assim, afinal de contas, ele a abandonou quando Rafaella veio ao mundo. Lily não conhecia olhar para Rafaella sem chorar e lamentar o abandono de Hermes. A mulher culpava aquela criança por isso e a entregou para a sua mãe cuidar. Pessoas inteligentes não costumam insistir em um erro, mas quando se ama a pessoa fica cega e perde a razão.

Dois anos após Rafaella ter nascido, Hermes voltou a encontrar Lily e a conversar com a mulher. O deus parecia não se importar em nutrir os sentimentos que ela tinha por ele, pois Hermes também estava apaixonado. Os dois se encontravam sempre, e o inevitável ocorreu. Desses encontros surgiram Jolie, um lindo bebê de cachinhos dourados e olhar penetrante. Mais uma vez Hermes teve que abandonar Lily, o que fez com que a mulher pedisse ajuda a sua mãe novamente. Dione, sua mãe, declarou para a filha que não cuidaria de Jolie como fez com Rafaella, mas que isso seria temporário. Quanto Jolie completasse 7 anos, iria morar com sua avó, e Rafaella moraria com uma tia distante. Dione brigou com a filha, mas não discutiu.


Fazia um ano que Jolie morava com sua avó quando a garota foi brincar na floresta que rodeava a fazenda de Dione. Jolie tinha 8 anos e corria em direção ao lago que ficava no centro da floresta. Quando chegou ao lago, a garota tirou suas botas e pulou na água, nadando e se divertindo.  

Dione chegou ao local alguns minutos depois e deu a neta algumas frutas para comer. Sentou-se na margem do lago e ficou observando a garotinha. Quando saiu da água, Jolie sentou-se ao lado de sua avó e ficou observando a água. De repente uma cobra apareceu do nada e subiu nas pernas da semideusa, Dione não se moveu, apenas observou curiosa. Jolie observou com curiosidade, mas em seguida sentiu uma luz estranha surgir sobre sua cabeça, como se fosse uma aura. Ela olhou para cima, assustada, e percebeu que um caduceu cinza brilhava em sua cabeça.

- O que é isso, vovó? – perguntou assustada com a situação.

- É apenas o sinal de que já esta na hora de você começar o seu treinamento, minha querida. Venha, vou te dar alguns presentes... Leve essa cobra também, vocês podem ser amigas.

Observações:
Então, talvez a ficha tenha ficado um pouco confusa ou sem muitos detalhes, mas eu pretendo trabalhar a trama da semideusa em DiYs e tal, por isso não detalhei muito sua história. Espero que tenha gostado.


Thanks Katherine @PE
Jolie Crockford Gauth
Filhos de Hermes
Mensagens :
8

Voltar ao Topo Ir em baixo

Re: Ficha de Reclamação

Mensagem por 083-ExStaff em Qui 17 Out 2013, 02:23




Fichas avaliadas    




— Edward — Aprovado — Olha, fofuxo, foi realmente por um triz. Veja bem, o que validou sua ficha foi principalmente o teor da estória, que tinha certa coerência e fluidez suficientes para a validação. Mas você pecou muito em alguns erros ortográficos que poderiam ser facilmente corrigidos com um uso rápido do Word. Tente ler seu texto antes de postar, por pelo menos duas vezes. Vai por mim, ajuda mesmo. Além disso, tente destacar as falas, suas e de outros personagens, com cores. Facilita na leitura. Fora isso, nada demais a acrescentar, apenas para o fato de que você deve tomar cuidado ao citar um monstro tão forte quanto uma górgona. Mesmo semideuses experientes têm dificuldades com tais criaturas. Tudo bem que recebeu ajuda, e teve sorte. Mas tome cuidado nos futuros posts. Seja bem-vindo, filho de Hermes!

— Victor — Aprovado — Bem, bem, bem. Uma narrativa bem envolvente, apesar de simples. Pequenos testemunhos contra sua aprovação foram uns errinhos básicos de digitação fora de hora, ou o uso de algumas palavras sem acento, mas nada o suficiente para uma reprovação. No fim, acabei me desligando dos erros e prestando atenção à estória, o que realmente foi o que me cativou. Bem-vindo, prole de Hefesto (mais um enteado pra mim ^^).

- Edward Shadowspell - Aprovado - Nossa! Que ficha interessantíssima! E toda fofa e organizada! Além disso, você escreve muito bem, e tem futuro como player! Bem-vindo, filhotinho! Ah, só tome cuidado com os parágrafos curtos demais. Isso acaba tornando a leitura menos envolvente, embora o enredo neste caso, tenha superado o desconforto. No mais, está ótima a ficha! Parabéns.

- camila-0 - Reprovada - Olha, camila-0, os motivos para a reprovação seriam muitos, mas como seu nome de usuário não se enquadra no estabelecido pelas Regras do Fórum, infelizmente eu sequer dei-me ao trabalho de avaliar o seu texto, pois ele é inválido. Sugiro que use a MP enviada a você quando cadastrou-se no site, como um guia. Leia as regras, e solicite uma mudança de nome. Tente de novo, fofa!

- Missy - Aprovada - Bem-vinda, filhota! Confesso que sua ficha me surpreendeu positivamente. Nenhum erro visível de ortografia, coerência ou construção. Foi uma ficha resumida, mas tamanho não é documento. Além disso, fiquei super-feliz com seu apreço pela moda! Simplesmente minha filha! Deixe-me orgulhosa, filha de Afrodite!

- Jolie - Aprovada -  Olá, Jolie. Uma coisa que me deixou meio insegura, foi exatamente o tamanho da ficha, que ficou bem pequeno. Mas ainda assim, a narração atingiu o seu propósito, e seus outros pontos positivos (organização, fluência, ortografia), contribuíram para um resultado positivo. Gostei muito, e estou ansiosa pela (DIY)! Espero ler mais sobre sua personagem! Bem-vinda, filha de Hermes!









Atualização
Atualizado por ♦ Zeus
083-ExStaff
Indefinido
Mensagens :
257

Localização :
Olimpo, Palácio de Poseidon, Submundo... Onde der vontade...

Voltar ao Topo Ir em baixo

Re: Ficha de Reclamação

Mensagem por Ted F. Hunter em Qui 17 Out 2013, 15:03

▬ Por qual Deus você deseja ser reclamado? Caso não queira ser um semideus, qual criatura mitológica deseja ser?
Selene, personificação da lua.
▬ Cite suas principais características físicas e emocionais.
Físicas: Cabelos extremamente negros e sempre desarrumados, olhos cor de ônix muito brilhantes, pele extremamente clara e macia.
Emocionais: Muito amigável com a maioria das pessoas, sempre que conhece uma pessoa se apega a ela, sempre tenta ser oi mais justo possível e estudioso.
▬ Diga-nos: por quê  quer ser filho de tal Deus - ou ser tal ser mitológico?
Pois Selene é a personificação da lua e sempre que eu olho para lua me sinto extremamente feliz e lembro da minha família  amigos e dos lugares onde gosto de ficar.
▬ Relate a história da sua personagem - não haverá um limite de linhas definidos, deixe a sua criatividade fluir.
 Ted morava em Novo México com o pai, nunca conhecerá a sua mãe, pelo menos não tinha nenhuma lembrança dela. Aos cinco anos o pai de Ted morreu em uma explosão na mina de carvão onde o seu pai trabalhava e por isso teve de ir a um orfanato em Nova York, ele nunca teve nenhum amigo no local, pois a maioria das crianças de lá tinham problemas de psicose ou não tinham como se comunicar a parti de nenhum meio.

 Um dia Ted foi adotado, mas não foi por pessoas normais e sim por dois ciclopes que o levou para a floresta onde pretendiam come-lo, pela sorte e pela agilidade de Ted ele conseguiu fugir dos gigantescos monstros. Nessa jornada até chegar ao Acampamento Meio-Sangue, Ted conheceu diversas criaturas e deuses gregos, teve a ajuda de Hermes para se guiar até o acampamento ganhando uma bussola, ajuda de Dionísio que por incrível que pareça.

 Depois de Ted ficar semanas passando por diversos lugares do estado de Nova York, chegou a Long Island, mas infelizmente os ciclopes também, eles quase o engoliram se não fosse pelos semideus que estavam de guarda, depois de ser salvo foi levado há enfermaria onde um dos curandeiros o explicou sobre ser um semideus e sobre os monstros e deuses. Ted foi levado até o chalé de Hermes, onde os semideuses indefinidos ficavam antes de serem reclamados, lá era bem melhor que o orfanato. Logo ele aprendeu o grego como os outros semideuses e gostou muito de usar adaga em seus treinos, também se apaixonou pela praia dos fogos.

 Um dia Ted estava na beira da praia junto com outros semideuses, estavam dando uma pequena festinha de aniversario para uma campista filha de Zeus, Ted contemplava a bela lua cheia no céu negro, via as constelações de Aquários, Escorpião e Zoe Doce-Amarga, até que viu na lua um belo rosto de uma mulher muito bonita, seus olhos eram prateados como seus cabelos, ela sorria para Ted e disse "Ted, meu filho", Ted percebeu que era a deusa Selene por causa de seu rosto que era familiar, ele se virou e viu que todos o contemplavam , ele percebeu que em cima da sua cabeça tinha uma bela lua prateada brilhando e ao seu redor tinha uma camada de pó prateado.

 - Ted. - disse a filha de Zeus - Você é filho da lua, filho de Selene.
Ted F. Hunter
Filhos de Selene
Mensagens :
47

Voltar ao Topo Ir em baixo

Ficha de Reclamação

Mensagem por Juliet E. S. Grimm em Qui 17 Out 2013, 17:14


Juliet E. S. Grimm
FICHA
CSI
BOSTON
DESCOBERTA
POR QUAL DEUS DESEJA SER RECLAMADO E POR QUÊ

Desejo ser reclamada por Athena. De todos os deuses, creio que seja uma das mais complicadas de se jogar - os poderes não são extremamentes destrutivos ou apelões e, o principal: você pode dizer que é inteligente, mas descrever isso de forma coerente não é muito fácil, e tomei isso como um desafio pessoal. Além disso, é a deusa que mais combina com a história imaginada para a personagem.
 

 
CARACTERÍSTICAS


FÍSICAS
Uma mulher alta, chegando aos 1, 75m, de porte atlético e magra. Cabelos loiros e longos, lábios pálidos e finos, numa expressão geralmente concentrada e traços firmes e marcantes, como uma estátua. A única coisa destoante em sua aparência são os olhos, de um tom acinzentado e inquietos como uma nuvem de tempestade, traindo a calmaria exterior ao revelar os furacões presentes em sua mente. A voz é monocórdia, firme e controlada, treinada pelo seu emprego a não trair suas emoções. Membros longos e dedos esguios, com uma agilidade - principalmente manual - acima da média, fruto também do mesmo treinamento, aliados a um dom natural. A tez é branca e sem imperfeições, não denunciando sua idade - próxima aos 30 - mas a expressão fechada e sóbria - até no modo de vestir, mais clássico - compensam isso, fazendo com que ganhe certa aura de respeito e seriedade, por vezes parecendo mais velha do que o é em realidade.

PSICOLÓGICAS
Juliet não é nenhuma adolescente. Adulta, perto dos 30, é séria e solitária. Uma mulher independente, não muito diferente de várias que vivem em uma cidade grande, batalhando para ganhar a vida. Racional, pouco dada à arroubos emotivos, realista - pendendo mais para o pessimismo, algo que considera inerente a qualquer um na sua profissão - e descrente, em termos religiosos. Já viu coisas demais para acreditar que exista qualquer um dando a mínima para o que quer que as pessoas façam na terra, seja algo de cima ou de baixo. A maldade humana, para ela, é uma força em si, e os demônios existentes são apenas os criados pelas próprias pessoas, e alimentados por suas mentes. Controlada e controladora, odeia quando algo sai do planejado, sempre tendo um plano B, e um C e um D, se possível. Fala pouco, mas sabe ser sociável e até simpática, mesmo que seja um evento raro. Pode ser realmente sarcástica quando deseja, mas em geral apenas mantém-se calma - sendo esta a melhor postura para lidar com as pessoas, sem chamar a atenção - mas por vezes gosta de provocar, apenas para analisar as reações. Não é o que se chamaria de gênio nato: seu Q.I. não é muito superior à média, sendo que conquista as coisas por esforço e estudo, e não tanto por dom, apesar de ter facilidade. Nunca apresentou dislexia, mas a TDAH foi diagnosticada, mas em um grau leve. Longe de atrapalhar, fez com que conseguisse aprender a dividir sua atenção por tudo ao seu redor, e ajudou a aprimorar suas habilidades e reflexos de combate, treinados na academia policial. Sua formação primária é em Biomedicina, iniciando a carreira policial dentro dos laboratórios, mas acabou mudando de área, indo para a Psicologia, com especialização em Psicologia Forense, criando perfis criminosos e passando a atuar em investigações de forma mais prática. Era cogitada a atuar em Quântico, mas o suicídio de seu pai, também oficial do alto escalão, provocou uma mudança de planos nos superiores, temendo que a filha não fosse tão estável quanto aparentava, o que fez com que permanecesse no Departamento de Boston - o 3º no qual trabalhou, após Vegas e NY, onde iniciou sua carreira. Também estuda línguas, falando, além do Inglês, Latim, Espanhol e Alemão. Encara quem estiver ao seu redor como um objeto de estudo, ou uma peça no quebra-cabeça da vida. E ela quer todas as respostas.
 

 
HISTORIA

O mundo que nós vemos não é o mundo real: é apenas uma parcela dele. Platão já falava que era apenas um reflexo, as sombras do que existia na realidade. Juliet achava mais: não eram sombras, eram camadas. Alguns tinham percepção suficiente para ver além. Outros, não. Ela fazia parte do primeiro time. CSI, foi treinada a vida inteira na Academia para ver o que estava escondido, os níveis abaixo da superfície, o submundo. Enquanto para pessoas comuns a vida era como nas imagens vendidas na TV, com ruas limpas, crianças felizes, cachorros brincalhões, um emprego rentável, uma esposa cuidadosa e a mesa posta nas refeições, ela era a especialista em desfazer essa ilusão. Sempre sabia que a rua não era tão limpa, descobrindo para onde varriam a poeira, e onde a escuridão se escondia, fazendo do comercial de margarina o filme de terror. E ela caçava justamente isso, os vilões. E ali estava mais um. Trocou olhares com seu parceiro, já no local, antes de se infiltrar entre os curiosos, mostrando sua identificação, e cruzar a linha que demarcava a cena de crime, passando por baixo da faixa divisória enquanto colocava as luvas e se posicionava com a maleta de equipamentos.

- O que temos dessa vez, Vince?

Ele suspirou, resignado, acomodando-se ao seu lado. Encontrar corpos era comum, era o seu trabalho, e já não se surpreendia com coisas estranhas. Mas ainda assim...

- Homem branco, caucasiano, cerca de 35... A causa da morte foi... Bem, não é preciso ser especialista para notar, certo? - Ele indicava o peito do homem, as costelas rompidas, as pontas para fora... e a cavidade vazia. O coração jazia a alguns metros, com várias perfurações.

- Uhhhh... Temos um alien!

A brincadeira poderia parecer leviana, mas não era o caso. Apenas era impossível não fazer essa referência ao ver a cena. Mesmo Vince deu um leve sorriso.

- Exceto que os monstrinhos costumam devorar suas vítimas...

- A menos que não tenham tempo para isso... Mas nesse caso, sempre deixam algo para trás. Vamos descobrir o quê, dessa vez.

O trabalho era o de sempre: digitais, pegadas, fibras, DNA. Qualquer coisa podia ser uma pista. O problema era que tudo ali era um emaranhado. Mesmo a chegada do legista não ajudou muito. O ferimento realmente havia sido feito de fora para dentro - como, ainda era um mistério, e apenas exames mais detalhados poderiam ajudar a esclarecer. A hora da morte havia sido de noite, entre as 12h e a 1h da manhã. Nas mãos da vítima, resíduos de pólvora. Várias cápsulas vazias também foram encontradas no local, bem como as balas, danificadas após se chocarem com o metal do vagão, onde haviam se alojado. Uma barra de ferro e uma pistola, além de uma maleta de couro, com mais munição, papelada jurídica e fotos diversas. E um cartão - além da carteira com seus documentos e dinheiro, que Vince olhava.

- Pelo menos temos o nome da vítima... Lucius Cavendish, advogado.

Cavendish e Turner associados - escritório de advocacia
45 Harvard Way, Boston, MA
Lucius Cavendish
Tel (1-617) 542-4000
Juliet assentiu.

- E não foi um assalto. Dinheiro, cartões... O terno não parece barato, e não acho que o Rolex seja falso...

Sua mente já girava, tentando encaixar as peças no lugar.

- Aqui não é um local movimentado nessas horas... E um pouco de confusão não é algo do outro mundo por essas bandas. Então, ou houve um imprevisto muito grave, que obrigasse o assassino a deixar os espólios - mas nesse caso, porque quem interrompeu não ficou com as coisas, ou não avisou a polícia antes? Isso é estranho...

Vincent completou  raciocínio.

- A menos que fosse pessoal.

Ela fechava sua maleta, provocando um click audível, e se levantando, espanando a roupa. Já tinham tudo o que precisavam, fotos e material. Agora, vinha a pior parte. Análises e - principalmente - interrogatórios.

- Seja o que for, nós vamos descobrir.

♦ ♦ ♦ ♦ ♦

Ela debruçava-se sobre a mesa, analisando o quebra-cabeça disposto. Ali estavam todas as pistas, todos os resultados... E não levavam a lugar nenhum. Um beco sem saída em partes. A vítima não era tão inocente. Foi fácil ligá-lo a uma série de assassinatos ocorridos na cidade. Só não fazia sentido ainda qual era a ligação das vítimas, exceto... O material genético de todos parecia corrompido, como se faltasse parte de seu DNA. Isso foi constatado em Lucius, e em todas as vítimas encontradas, bem como na amostra não identificada, provavelmente da assassina - apesar de que, se não fosse uma moléstia genética e sim uma deterioração do material, até isso poderia ser equivocado. A garota suspeita não foi encontrada, e as descrições pareciam ter sido tiradas de um filme - séria, pouco falante, aura de mistério, um olho só, sem expressão - existia alguém assim? Assassinos geralmente são sociáveis, do tipo "melhor vizinho do mundo", ou completamente invisíveis, como aquelas pessoas que você nunca nota, e a descrição parecia ser a de alguém totalmente oposto. O garoto também não dera em nada - aparentemente, um adolescente fora deixado na noite do assassinato às portas do hospital. Seus exames eram estranhos, e a identificação feita pelos médicos e enfermeiras batia com a de um menino desaparecido - Michael Westwick - mas seu parente não ajudou muito. O cara era um bêbado e pouco se importava com o paradeiro do jovem. As despesas médicas foram pagas de forma anônima, e certamente o tio do garoto não tinha condições pra isso. Depois da alta, ele havia desaparecido. Já do morto, o ferimento realmente havia sido de dentro para fora. Haviam encontrado o coração e, pelas marcas, era como se ele tivesse sido fisgado por um arpéu e puxado para fora - mas como conseguiram isso, sem deixar marcas de entrada? Eram lacunas demais... A parte das exames a intrigava. Se fosse uma anomalia, como não haviam identificado nada antes? Como não havia nada na mídia sobre qualquer coisa estranha? Estava deixando passar algo, mas o quê? Sua cabeça doía de tanto pensar, e massageava as têmporas, considerando seriamente a necessidade de um café, quando a porta do escritório foi aberta.

- Guarde isso, Grimm. Você não está mais no caso.

Era o Tenente Gordo - na verdade, Rodrick Grahan, mas a circunferência de sua barriga era um tanto quanto chamativa. Não foi difícil o apelido pegar, e no fim ele acabou adotando-o de modo oficial. Ao menos isso tinha de bom: era um homem bem-humorado. Juliet abriu a boca para responder, momentaneamente pasma, mas antes que o fizesse o homem que vinha logo atrás do Tenente adiantou-se, estendendo a mão.

- Agente Durhan, Kevin Durhan, FBI. Lamento pelo inconveniente, Oficial, mas assumimos o caso a partir de agora.

Juliet fechou a boca, olhando a mão que lhe era estendida e ignorando-a propositalmente.

- E posso saber o motivo disso, senhor?

Se Durhan ficou sem graça, não demonstrou, recolhendo as coisas da mesa, enquanto respondia.

- Essas anomalias... Já foram vistas em outros casos. Ainda estamos estudando isso, Oficial Grimm, e não tenho autorização para divulgar qualquer informação além. Compreende isso, certo?

Ela crispou os punhos, trincando os dentes para evitar uma resposta mal humorada que iria contra a hierarquia policial. Calou-se, concordando com a cabeça.

- Obrigada pelo auxílio, oficial Grimm... - Durhan se despedia, o tom amistoso, mas Juliet notara certa acidez no fundo, como se ele se vingasse pelo cumprimento não realizado - Mas tenho certeza de que nossos agentes são mais capacitados para lidar com isso.

Ele saiu, sendo seguido de perto por Gordo, que ainda lançou um olhar de compreensão à Juliet. A mulher os olhava se afastando com olhos frios, tempestuosos. Se Durhan se virasse, provavelmente mudaria de idéia ao lhe encarar, deixando a pasta ali. Mas ele não se virou.

♦ ♦ ♦ ♦ ♦

Quantos meses se passaram? Ela não sabia ao certo. O caso Cavendish havia sido o primeiro a apresentar coisas estranhas, mas não o único, e a anormalidade só fazia piorar, como se ela atraísse esse tipo de coisa. Não fossem as pistas, Durhan acharia que estava apaixonada por ele, tamanha a quantidade de encontros que haviam tido desde então, o que não amenizara em nada suas animosidades. E agora os sonhos, pesadelos de escamas, garras e presas, de cheiro de enxofre, sangue e morte. Ela não sabia bem o que eram, ou por quê. Nem todo o seu estudo a ajudava nisso - e era sua área! Falar com algum colega também estava fora de cogitação: não demoraria para que a afastassem, alegando estafa, quando na verdade sussurrariam outra coisa às suas costas, dizendo que estava ficando como o pai. Mas não, ela não terminaria como ele... Nunca!

Começou a fazer sua pesquisa sozinha, decifrando as informação recebidas durante a noite, e surpreendendo-se: mitologia. Seus pesadelos estavam cheios de criaturas mitológicas gregas. A maioria a perseguia, ameaçando-a; algumas, apenas observavam; uma minoria tentava ajudar - e nesse caso a mensagem era sempre a mesma: Venha até nós! Encontre-nos! Fique segura!

Boa parte das vezes acordava suando antes de ser rasgada em pedaços. outras, podia quase sentir aquelas coisas destroçando-a. Uma vez acordou até mesmo com machucados, o corpo dolorido e arranhado, os lençóis manchados de sangue - teria ferido a si mesma enquanto dormia? Era a única explicação.

E então, ficou pior. As visões passaram a ocorrer durante o dia, sem aviso prévio. Chegara até mesmo a despertar suspeitas. Estava nervosa, irritadiça. Seus colegas a olhavam enviesado. E ela sabia o que pensavam. "Louca como o pai"; "Ela não vai aguentar muito"; "É de família..."; "Quando vai imitar seu velho e meter uma bala na cabeça, Grimm?".

A questão que não queria calar, a pergunta que valia um milhão!

Quando, Grimm?

Quando? quAndo? QuandO? qUanDo? QuaNDo? quaNdo? Quando? QUAndO? quANdO? QUANDO?

Acordou gritando mais uma vez. Aquela única palavra, sempre a mesma palavra. Olhou para o lado, o criado mudo. Em cima dele, o abajur, o rádio relógio e o coldre, com seu revólver. Sussurrou consigo mesma.

- Quando...Grimm?

♦ ♦ ♦ ♦ ♦

Ele não escaparia! Depois de alguns dias de calmaria e um clima tenso no departamento, era sua chance de provar que não havia motivo algum para preocupação. Ela e Palmer haviam conseguido as pistas, e acreditavam ter encurralado o suspeito na cobertura de um prédio no subúrbio. Seis andares - não era tanto, mas ainda assim uma queda dali podia causar danos consideráveis. Palmer estava mais atrás, e ficaria dando cobertura enquanto ela alcançava o sujeito - algo que realmente conseguiu.

- Parado! Coloque as mãos para cima e não tente nenhuma gracinha...

Por um momento, ela acreditou realmente que havia dado certo... Até ele correr e se jogar do parapeito. Ela ainda olhou a ação de cima, procurando a forma mais rápida de descer sem seguir pelo mesmo caminho. Havia acabado de encontrar a escada de incêndio quando ouviu o grito de Vince. Não pensou muito. A cena de sua descida foi digna dos seriados policiais, e ao chegar ao solo ainda encontrou seu oponente, mantendo Vincent de refém... Mordendo ele!  O homem levantou o rosto do pescoço de Vince, os olhos vermelhos a encarando. Era loucura aquilo, só podia ser...

- Se atirar em mim, vai acertar seu amiguinho... e o que vai fazer então, semideusa?

Ele apertava o pescoço de Vincent, fazendo o policial gemer de dor. Ele havia sido desarmado e, apesar de fisicamente maior, parecia ter sido dominado com facilidade. Juliet não entendia o que presenciava. A mão tremia, com a arma apontada para a criatura.

- Solte-o!

Ele - fosse o que fosse - ria.

- Ou vai fazer o quê?

Ele torcia o braço de Vincent, fazendo o policial gritar quando o estalo de um osso quebrado ecoou no beco. O dedo de Juliet ansiava pelo gatilho, mas ela não tinha certeza de que sua mira fosse boa o suficiente. Por outro lado se demorasse demais...

- Vince...

Antes que o tiro fosse dado, alguma coisa acertou o suspeito, fazendo-o se livrar do refém e esquivando-se para o lado, saltando em seguida sobre Grimm. Ela finalmente apertou o gatilho. Uma, duas, três vezes, mas a coisa continuou avançando, até que algo trespassou seu peito - a ponta de uma flecha - fazendo-a explodir em uma nuvem de pó dourado.

Juliet não sabia exatamente o que fazer. A alguns metros a frente, contra a luz, o vulto que a salvara. Perto, Vincent, no chão. Ela virou o revólver na direção do recém chegado. Tendo ou não a salvado, ele ainda poderia ser uma ameaça.

- Não se aproxime!

O vulto levantou as mãos, deixando o arco no chão. A voz que a respondeu a surpreendeu, sendo mais jovem do que esperava - um adolescente.

- Eu só vim ajudar... Seu amigo...

Era como se ela se desse conta da situação. Mantendo a arma em uma das mãos, usou a outra para manusear o comunicador.

- Preciso de uma unidade na Castle com a Emerald, policial ferido. Suspeito em fuga pela Berkeley. Repito: policial ferido, suspeito em fuga pela Berkeley.

- Entendido agente. Reforço a caminho.

Ela desligou, aproximando-se de Vince, mas mantendo a arma apontada para o estranho.

- Ele precisa de ajuda, e eu posso fazer isso...

O garoto insistia.

- Você viu o que o atacou, sabe que não é normal. Mas que droga, você também é uma semideusa! Sabe que seu amigo podia estar morto agora! Céus, como sobreviveu tanto tempo sendo tão descuidada? Se não tivesse interferido na minha caçada...

Vincent estava acordado, mas em estado de choque. Ele também havia visto - e sentido - a coisa. Era o mais afetado pelo ocorrido, e ela não ignorava isso. Deixou de lado as questões que as palavras dele levantaram em prol do colega, cuspindo a resposta, áspera.

- Se pode fazer algo, vá em frente... Mas se algo der errado, por menor que seja, você estará morto!

O garoto se aproximou, as mãos para cima em um gesto amistoso. Quando as abaixou, estavam envoltas em luz e, ao tocar os ferimentos de Vince, o sangue estancou.

- Não posso fazer muito, ou vão estranhar, mas isso vai estabilizá-lo...

Ela olhava pasmada tudo aquilo.

- Certo... E qual a hora em que acordo? E o que diabos foi isso tudo?

O menino a olhava, incrédulo.

- Jura que você não sabe? Você é uma semideusa, filha, tipo, de um deus ou deusa grego e uma pessoa comum... Você ouviu, não ouviu? E aquilo era um vykrolaca... Pode chamar de vampiro, se quiser, e não, seu amigo não vai se tornar um deles só com a mordida...

O tom sarcástico estava de volta na sua resposta, agora que o pior parecia ter passado.

- Ok! Então é isso que você espera que eu escreva no meu relatório? Então, chefe, um vampiro quase matou o agente Palmer, mas na última hora um garoto estranho de arco e flecha transformou ele em purpurina. Por sinal, ele é meio deus e olha! Diz que eu também sou! Certo... Falta o quê agora? Devo começar a brilhar?

O menino a olhou como se ela estivesse em chamas, dando um passo assustado para trás.

- Eu... Eu acho que não precisa se preocupar mais... Filha de Athena...

Ela olhou para si mesma, percebendo o que ele falava. Sobre a sua cabeça, o símbolo de uma coruja, girando, como um ícone em uma tela de vídeo game. Ao longe, o som das sirenes da ambulância e dos reforços. Ela abanou o braço esquerdo, como se pudesse com isso apagar a imagem, mas ela já se desfazia, em seguida colocando a mão no bolso e pegando um cartão, que entregou para o garoto.

- Você precisa me explicar tudo isso... Mas por hora, suma daqui, ou vou ter que te prender por porte de armas, por mais estranho que isso seja. Dá o fora...

Ele foi rápido, agarrando o papel e guardando-o.

- Fique com isso também. Coisas comuns não vão afetar os monstros. Vai precisar, não duvide.

Ele estendeu uma bainha de couro com uma faca de lâmina avermelhada - bronze? Ela hesitou um pouco, mas pegou, analisando-a. O cabo de couro simples, e na lâmina três letras gravadas: CHB. Ele não esperou mais -  recuou, recuperando seu arco  e, em seguida, subindo pela mesma escada de incêndio que ela usara momentos antes. Juliet ficou olhando a silhueta desaparecer, enquanto guardava o item e se aproximava de Vincent, amparando-o. Os olhos do policial pareciam voltar a ter foco, mas ele ainda não estava bem. E nem ela estava, depois daquilo. Filha de Athena... Ela se lembrava das pesquisas feitas: deusa das artes manuais, da guerra e da sabedoria. Estranho sequer cogitar que fosse real mas, nesse caso, seu pai saberia de tudo? Era uma resposta fora de seu alcance. Agora, várias coisas tinham sido plantadas em sua mente. Quando ela conseguiria compreender tudo?

- Quando, Grimm?

OBSERVAÇÕES


LEGENDAS


Narração
Fala
"Pensamentos"
NPC's - O negrito ou negrito e itálico são pra diferenciar falas em cenas com mais de um NPC
Voz eletrônica


SOBRE A TRAMA



O por quê da descoberta apenas nessa idade e o motivo de até então nunca ter enfrentado monstros serão desenvolvidos via DIY. Caso tenha dúvidas e necessite de explicação, podem me enviar uma MP, mas não quero tornar a trama pessoal pública neste momento e por isso não consta aqui, mas já está planejado.

As questão das investigações, que envolve ciência (genética, principalmente) não abordada nos livros são hipotéticas e usadas no cenário da personagem. Também farão parte da trama. Como não é algo explicado, senti-me livre para abordar de forma a se encaixar nos meus planos.

O caso Cavendish faz referência a uma  missão realizada por outra personagem minha, então, sem qualquer tipo de plágio ou uso  indevido, apenas para constar.


SOBRE ITENS


A arma é puramente estética pela história da personagem. Não será utilizada em on game - até porque, arma de fogo ou não, é algo comum, que não seria viável - e não tenciono com a ficha adquirir qualquer coisa, apenas explicando por questão de coerência e background da personagem. A faca citada é a inicial de todos os personagens, apenas explicando como ela conseguiu, sem nunca ter colocado os pés no Acampamento - deixando bem claro que ela não vai pra lá.
 

 
.creditⓇ nuno

 
Juliet E. S. Grimm
Filhos de Athena
Mensagens :
3

Voltar ao Topo Ir em baixo

Re: Ficha de Reclamação

Mensagem por Jake Anderson em Qui 17 Out 2013, 17:57

▬ Por qual Deus você deseja ser reclamado? Caso não queira ser um semideus, qual criatura mitológica deseja ser?

Afrodite.

▬ Cite suas principais características físicas e emocionais.

Físicas: Com 1,77 de altura, tem uma pele clara, que geralmente é bronzeada, com músculos bem definidos. Cabelos loiros, geralmente bagunçados com um topete a frente, possui olhos indescritíveis, geralmente relatados com uma alteração sobrenatural de cores.  

Emocionais: Jake é uma pessoa que muda muito. Seu humor sempre dependerá de com quem estiver; Pode ir de irônico e explosivo a calmo e amistoso. Geralmente é tímido quando com muitas pessoas, ou com pessoas que não o conhecem, porém com os amigos é extrovertido e gentil. Pode ser chamado de Bipolar pela sua constante mudança de humores.


▬ Diga-nos: por quê quer ser filho de tal Deus - ou ser tal ser mitológico?

Acredito que eu tenha escolhido Afrodite pelo Amor. O amor é de longe a força mais poderosa do mundo, pode construir ou destruir, e, levando isso em consideração a escolhi, acreditando que esse sentimento possa me ajudar no futuro.

▬ Relate a história da sua personagem - não haverá um limite de linhas definidos, deixe a sua criatividade fluir.

Quem sou eu? Bem... Algumas semanas atrás antes de eu chegar nesse acampamento err... Digamos “maluco”, eu diria que você é de fora. Não existia uma pessoa em minha cidade que não me conhecesse lá... Mais também... Com aquela família... Se eu que eu posso chamar-lhes de família... Enfim, vamos começar bem... Pelo começo.

Eu me chamo Jake Anderson. Atualmente, tenho 16 anos e estou morando em um lugar chamado “Acampamento Meio-Sangue”. Possuo cabelos loiros, tenho 1,77 de altura. Na minha antiga escola eu era considerado o “Rei da Beleza” por algumas daquelas meninas histéricas, mais pra mim nunca foi algo importante.
Agora, o passado... Não é algo em que eu me sinta muito a vontade para falar, mais sempre tem uma hora em que é preciso falar... Comecemos com meus pais. Meu Pai. Sempre fora o meu grande exemplo de vida. Alto, com olhos azuis como o céu, cabelos castanhos, um corpo bem definido, mas também não se esperava nada menos de um militar. Ele dizia ter conhecido minha mãe em minha cidade natal, Plymouth, Minnesota. Ele nunca gostara muito de falar sobre ela... Eu não tinha nada em sua lembrança, nem mesmo uma única foto. Tudo que ele me dizia era que ela era realmente uma “Rainha da Beleza”. Vivia dizendo que eu havia “puxado” toda minha beleza dela, porém eu sempre achei que era só modéstia dele, afinal, não é a toa que uma mulher importante como ela teve tempo para ele. Ela sempre era descrita por ele como uma linda mulher, com cabelos longos e negros, com um belo e formoso corpo e olhos exatamente como os meus. E então, chegávamos a pior parte. Sempre que ele chegava nessa parte à tristeza tomava conta dele; seus olhos baixavam, sua animação antes presente em sua voz ia diminuindo. Ele sempre dizia que ela era uma mulher importante (E como!), que tinha uma grande influência em todo o mundo, e por conta desse seu cargo ela teve de nos deixar pouco tempo após meu nascimento.  Se eu algum dia senti raiva dela? Claro que não! Apesar algumas vezes sentir falta de uma figura feminina pra me apoiar, eu sempre entendi o lugar dela (Mesmo antes de saber toda a verdade); e, mesmo tentando fazer com que eu não percebesse, eu conseguia reparar que meu Pai ainda amava-a. Eu nunca o vira com outra mulher, e aquilo pra mim era mais do que uma prova de seu amor por ela. E, mesmo assim, meu Pai sempre fora alguém muito presente, me dando toda a atenção necessária, bem, até meus oito anos de idade. Ele acabara por ser chamado para uma guerra, pelo que parece eles estava com baixas em soldados, e mesmo sabendo do perigo ele foi. Naquele tempo eu fui morar com meus tios (Não eram bem tios, de acordo com meu Pai era um irmão de meu avô), que moravam ali na mesma cidade que nós. Eram muito ricos, de acordo com eles a família mais rica da cidade (Isso bem na nossa cara e eu nunca havia recebido nenhuma informação sobre eles).

E assim se passou o tempo. Sete longos meses, recebendo poucas cartas de meu Pai, nenhuma ligação nem outro tipo de contato. Apenas cartas. E então um dia eu recebo uma informação. Meu Pai havia sido morto em campo. Aquela fora a gota d’água. A partir daquele dia eu fiquei preso em meu quarto por semanas. Só abrira a porta pra pegar algo pra comer quando eu já não tinha mais escolha.
Duas semanas haviam se passado, eu não havia saído para ir à escola nem um dia sequer. Tudo o que precisava era de comida, o que eu pegava na porta de dias em dias, e o quarto já me dispunha de um banheiro então tudo estava sobcontrole. Minha Tia não desistira de tentar me tirar do quarto, vindo a cada dia, até que algo me chamou atenção. Ela disse que uma caixa havia chegado para mim. Ouvi o barulho da tal caixa sendo deixada ao chão, e ao ter certeza de que não havia ninguém ali, abri a porta e peguei a mesma.  Não era algo muito grande. Portava uma jaqueta militar, sim, a jaqueta militar de meu pai; uma foto minha com meu pai, com poucos chamuscos nas pontas, tirada pouco antes dele partir; O par de dog tag’s de identificação dele, onde estavam escritos seu nome: Kurt Anderson, sua data de Nascimento: 14/07/1975 e outras coisas como nº de identificação, escolaridade, descrição física, etc. Entre a foto e o par de dog tag’s estavam dois envelopes. Ao abrir o maior pegava uma carta oficial, descrevendo a data da morte, e que seu ultimo pedido fora que aquilo fosse entregado a mim. No outro envelope, no menor, havia um pequeno papel escrito com a caligrafia irreconhecível de meu pai:

Quando chegar a hora, você descobrirá.

Depois desse dia eu criei forças. Percebi que meu pai queria que eu seguisse em frente, que eu tinha força pra isso, pois eu era filho dele, e, onde quer que ele esteja eu faria ter orgulho de mim. E assim foi. Passaram-se sete anos. Meus tios me matricularam na melhor escola da cidade, e, apesar de alguns empecilhos – Como minha Dislexia e meu TDAH – eu me esforçava para ter as melhores notas da sala. Isso nunca fora possível, porém eu tinha uma média considerada boa entre 7~9.
Amigos? Não, não, eu não tinha muitos. Quase nenhum, talvez um aqui, outro ali, mais eu não me esforçava pra ter muitas companhias visto que muitas delas eram por interesse.  Geralmente eu ficava em um canto da sala de aula, na minha, sozinho. Pouco realmente me conquistavam.
Minha vida começara a emergir este ano ainda, onde eu começara a estudar música, já até havia feito alguns concertos esse ano, e fora daí que eu ficara mais conhecido na cidade, porém, tudo começava a mudar naquela noite.
Eu mal conseguia dormir. Sempre que caía no sono, o mesmo sonho de sempre. Uma mulher, uma linda mulher, começava a dizer algo, porém as palavras não me alcançavam e então eu acordava suando frio. E então, no ultimo sonho algo estava diferente. Começou comigo em pé de frente a uma escadaria branca, e ao subir podia ver melhor. Existia um templo, daqueles a moda grega, com grandes colunas de mármore branco em a volta, e no centro do templo, a mulher de meus sonhos. Agora eu podia vê-la totalmente. Estava vestida com uma toga grega branca de um pano fino, devia ser Linho, os cabelos escuros caiam sobre os ombros, usava sandálias douradas e vários acessórios como pulseiras e colares de ouro. Ela ia se aproximando, e ao chegar bem perto de mim disse simplesmente:

- Como você cresceu meu garoto. A hora é chegada, brevemente, a verdade lhe será dita. E lembre-se...

A voz dela parou de sair e no mesmo momento eu acordei. Como das outras vezes, estava soando frio. Deitei-me na cama para tentar pegar no sono de novo, mais o despertador tocou um minuto depois. Os sonhos me incomodavam, porém eu somente repetia em minha cabeça “Foram só sonhos.”. E assim foi. Tomei banho, escovei os dentes e me vesti. Vesti minha jaqueta, antes de meu Pai, que agora já servia perfeitamente; Punha a carteira no bolso, onde minha ultima foto com meu Pai estava e colocava o colar com as Dog Tag’s no pescoço. Estava saindo do quarto com minha mochila já em mãos quando percebo de relance um cartão cor-de-rosa em cima da mesinha ao lado da cama. Ao abri-lo, percebo algo estranho. O mesmo expelia um perfume doce, como aqueles fabricados na frança, porém não era enjoativo nem forte, era leve e suave como uma quente brisa de primavera.  Nele estava escrito em letras fortes e escuras:

A maior força do mundo, é o Amor.

Ok, ok, não fazia ideia do que aquilo deveria significar, pelo menos não naquela hora. Então simplesmente enfiei-o em um dos bolsos da jaqueta e desci até a cozinha. No caminho, perguntei a todos os empregados possíveis, mas ninguém sabia de quem nem de onde vira o bilhete.
Ao chegar à cozinha algo realmente me surpreendeu: Meus tios estavam presentes. Tudo bem que eu os via, no mínimo uma vez por dia, porém não no Café da Manhã.  E quando eu toquei no assunto do bilhete, eles ficaram estranhos.

- Bem... Jake – Começara meu tio – Temos algo a lhe contar – Mais com se aquilo fosse uma deixa, comaçara o fim para o novo início.
É, eu realmente nunca havia visto nada como aquilo. Estavam ali, três criaturas humanoides, de longe eu até diria que eram humanos, porém eram muito grandes pra serem humanos.

- Eu sabia que já tinha passado a hora! – Minha Tia Gritou – Leve-o, AGORA!

No momento que ela gritou, os monstros atacaram. Começaram a lançar coisas para os lados, berrando coisas como “ONDE ELE ESTÁ?!” e coisas do tipo. Eu achava que estava tonto, mas depois de ver pessoas daquele tamanho não tinha certeza... Só que, o que eu achava ver eram três gigantes com um só olho no rosto, no centro do rosto.

- Ciclop... Não, isso não é possível.  Essas coisas não existem. É mitologia grega né!? – Ele tentava se acalmar quando fora agarrado pelo tio pela bolsa e arrastado até o carro.

- Onde estamos indo?! – Eu berrava com meu tio.

- Precisamos chegar ao acampamento logo. Eu sabia que já era tarde, você está muito velho, mais não esperava um ataque assim... – Ele dizia revirando o porta luvas.

- Mais... E a Tia Jackie? – Eu dizia vendo a casa, que agora já tinha uma parte desabando.

- Ela... Ela vai ficar bem.  Você é a prioridade. E ela sabia muito bem disso. – Ele dizia tentando manter a calma e me entregando um envelope – Tome, leia isto. Acho que talvez possa entender.

Eu não disse mais nada. Peguei o envelope, abri e comecei a ler. Sem dúvidas era a letra de meu Pai.  Nela dizia coisas que eu não podia acreditar. Falava que a mitologia grega era real. Que minha mãe não era ninguém mais ninguém menos que uma deusa. Mais eu não podia acreditar... Era demais pra mim. Eu não disse nada. Só esperava acordar. Aquilo só podia ser um sonho, não é? Encostei-me ao vidro do carro, sem saber para onde estávamos indo e acabei dormindo.

- Hey... Jake acorda! – Meu tio me chamava balançando meu braço.

- O que... Onde..? Ah, é verdade... Aquela loucura.

Ele simplesmente suspirou e me levou para o tal acampamento. Lá eu descobrira que tudo na carta era verdade (Não que eu duvidasse do meu pai, não, isso nunca, porém era muito pra mim...), e eles me provaram mostrando. Havia coisas inacreditáveis no tal acampamento. Coisas que só existiam... Na mitologia grega. Ali eu percebera que todas aquelas coisas, os sonhos, o bilhete... Fora minha mãe quem fizera aquilo. Minha mãe, ninguém menos ninguém mais que Afrodite, a deusa da beleza e do... Amor.
Jake Anderson
Filhos de Afrodite
Mensagens :
4

Localização :
Acampamento, Chalé 10.

Voltar ao Topo Ir em baixo

Re: Ficha de Reclamação

Mensagem por 083-ExStaff em Qui 17 Out 2013, 18:16




Fichas avaliadas    




— Juliet — Aprovada — Bem, que ficha! Além de envolvente, possui uma trama complexa, que me fez acreditar que estava lendo uma fanfic muito bem elaborada! Adorei o Sr.Gordo, kkk, embora acredite que houvesse espaço para um pequeno caso de amor com o atraente agente Palmer! Enfim, reclamadíssima, aprovadíssima. Acho mesmo que merecia uma arma no Arsenal, por ser uma policial, e ser exatamente esta a premissa da personagem. Seria maravilhoso ler mais sobre Juliet Grimm. Estou ansiosa. Seja bem-vinda, filha de Atena!

- Jake - Aprovado - De fato, filhotinho, o amor é a força mais poderosa do mundo. Pode arrasar nações, e construí-las também. Pode erguer e derrubar heróis. Tenha isso em mente. Ficha muito bem postada, com errinhos de digitação praticamente nulos e nenhum erro de ortografia ou coesão que justificasse descontos. A única dica que eu dou, é para que coloque seus futuros textos em justificado, porque o estilo centralizado me tira um pouco a atenção na hora de ler (falo apenas por mim). E exceto por momentos de diálogo, acho que o texto fica melhor em preto, também. No tudo mais, seja bem-vindo ao Chalé Dez, meu filho...


- Ted - Reprovado - Então, jovenzinho. Eu quase te aprovei. Realmente fiquei tentada, foi difícil tomar esta decisão. Mas a ideia de um casal de ciclopes adotando um semideus, é meio absurda. Ciclopes são seres geralmente dotados de pouca inteligência, com a exceção de algumas espécies que são inteligentes, mas em geral essas não são violentas. Além disso a narração ficou muito corrida, com falta de algumas letras em palavras e alguns errinhos básicos de acentuação, como "conhecerá" ao invés de "conhecera". No mais, acredito que você tenha futuro. Aguardo sua nova tentativa, queridinho!




☀ Atualização ☀
083-ExStaff
Indefinido
Mensagens :
257

Localização :
Olimpo, Palácio de Poseidon, Submundo... Onde der vontade...

Voltar ao Topo Ir em baixo

Re: Ficha de Reclamação

Mensagem por Ted F. Hunter em Qui 17 Out 2013, 20:33



Filho de Selene

▬ Por qual Deus você deseja ser reclamado? Caso não queira ser um semideus, qual criatura mitológica deseja ser?
Selene, personificação da lua.
▬ Cite suas principais características físicas e emocionais.
Físicas: Cabelos extremamente negros e sempre desarrumados, olhos cor de ônix muito brilhantes, pele extremamente clara e macia. Altura: 1,50. Peso: 48.
Emocionais: Muito amigável com a maioria das pessoas, sempre que conhece uma pessoa se apega a ela, sempre tenta ser oi mais justo possível e estudioso. Sempre tenta manter laços com as pessoas que estão ao seu redor, quase nunca tem inimigos.
▬ Diga-nos: por quê  quer ser filho de tal Deus - ou ser tal ser mitológico?
Pois Selene é a personificação da lua e sempre que eu olho para lua me sinto extremamente feliz e lembro da minha família  amigos e dos lugares onde gosto de ficar.
▬ Relate a história da sua personagem - não haverá um limite de linhas definidos, deixe a sua criatividade fluir.
 Ted nasceu em Novo México onde morou com seu pai até o acidente na mina de carvão que tirou a vida do pai, já que nunca conhecera sua mãe que devia estar morta, ele foi parar no Orfanato Dia Feliz em Manhattan, que Ted não achou nada feliz, um lugar onde crianças com distúrbios mentais e casos graves de psicose, ele teve que usar algemas nas mãos a noite como os outros, mas Ted não tinha nenhum problema mental que ele soubesse, o problema era que ele falava e os funcionários não acreditavam.


 Um dia dois homens gigantescos apareceram no orfanato, estavam atrás de um garoto, acabaram escolhendo Ted que logo foi adotado, ele imaginava ir para uma mansão por causa das roupas que pareciam muito chiques, quando eles chegaram a floresta a forma dos homens mudarão, eles ficaram mais altos - extremamente mais altos - e com apenas um olho.


 - Vocês são o que? - questionou Ted, tentou fugir, mas um dos gigantes o segurou.


 - Ciclopes, ande rápido, a Campe espera! - Ted já lera sobre ciclopes da mitologia grega, só conhecia este nome dos livros, poderia ser que estivesse sendo sequestrado por uma agencia de espiões? Ele  não teria resposta.


 Eles o levaram para uma caverna escura, já anoitecerá e estavam no meio da floresta, ninguém o ouviria se ele gritasse. Dentro da caverna tinha uma pessoa encapuzada, ela sussurrava algumas coisas que Ted não conseguia ouvir, quando se aproximaram a pessoa se levantou e o sobre-tudo caiu mostrando uma mulher de seis metros, sua pele era totalmente escamosa e tinha garras gigantescas, ela se aproximou de Ted e disse:

 - Este garoto é um semideus?
 
 - Sim, Campe o que vai fazer com ele? - respondeu o ciclope, a mulher-cobra se virou para ele, agora Ted podia ver seu enormes olhos vermelhos e as presas gigantescas.
 
 - Come-lo é claro, estou no Tártaro a uma semana, estou morrendo de fome! - ela foi para o fundo da caverna e pegou uma espada de ferro negro - Não quero reclamações, se não fosse pelo meu plano não teríamos os semideus.
 
 O ciclope que segurava Ted se distraiu com um mosquito dando tempo para Ted se soltar de suas gigantescas mãos, ele correu o mais rápido que pode, mas a noite não o ajudava em nada, não conseguia ver os ciclopes que já pareciam ter ficado para trás.

♦ ♦ ♦ ♦ ♦
 Ted acabou parando em uma praia, parecia estar muito longe da cidade, pois não avistava nenhum prédio ou casa por lá, se sentou na areia e contemplou a lua cheia daquela noite, era muito bonita, igual as estrelas. Ted ouviu passos e quando se virou viu um corredor, ele tinha cabelos cor de areia, olhos verdes, suas olheiras pareciam de um elfo, ele se aproximou de Ted e disse:

 - O que faz aqui semideus? - Ted não achou que ele fosse um monstro então não correu.
 
 - Por que todos me chamam de semideus?
 
 - Sou Hermes, o deus dos viajantes e você um filho de deus com um mortal. - Hermes tirou uma bussola e um cartão - Leia este cartão se quiser me encontrar, dira onde estou, se quiser ir ao Acampamento Meio-Sangue vá sempre ao leste.

 Ted começou a ler o cartão:
Long Branch, Nova Jérsei, EUA
Tel: (121) 8547 - 2458
Com: Ted Fletck Hunter, Semideus
 - Como sabe meu nome? - perguntou Ted.
 
 - O cartão sabe. - Hermes se levantou - O leste fica para lá, vá de direto e encontrará o Acampamento Meio-Sangue, mande lembranças para meus filhos.


 O deus sumiu em poeira deixando Ted sozinho, ele começou a andar para o leste, pretendia chegar seguro ao acampamento de semideuses, mas não parecia isso iria acontecer. Dois dias depois ele conseguiu chegar a Long Island, era tarde da noite iria dormir na praia novamente, mas não foi facíl fugir do guarda que queria o leva-lo ao orfanato novamente.


 Está noite a lua brilhava como nunca no céu, Ted boiava no mar olhando para a lua estampada no belo céu coberto de estrelas, na sua mente ele ouviu uma voz "Filho, não podia falar com você antes, mas agora posso dizer que você é meu filho, Ted o filho de Selene", uma lua brilhava sobre sua cabeça ele se levantou, era o momento mais feliz de sua vida, não podia explicar o que ele sentia, só que estava determinado chegar ao acampamento. 


 Ted F. Hunter


© cg

Ted F. Hunter
Filhos de Selene
Mensagens :
47

Voltar ao Topo Ir em baixo

Re: Ficha de Reclamação

Mensagem por Lucas A. em Sab 19 Out 2013, 09:46

▬ Por qual Deus você deseja ser reclamado? Caso não queira ser um semideus, qual criatura mitológica deseja ser?
Filho de Thanatos
▬ Cite suas principais características físicas e emocionais.
Lucas é um garoto fascinado em tecnologia,muito animado,porém,as vezes ele é muito sombrio.Tem 11 anos de idade possui 1,39 de altura,pesa aproximadamente 39 Kg.
▬ Diga-nos: por quê  quer ser filho de tal Deus - ou ser tal ser mitológico?
Porque,acho legal sua historia,e também pelo fato dele ter um coração de ferro e entranhas de bronze
▬ Relate a história da sua personagem - não haverá um limite de linhas definidos, deixe a sua criatividade fluir.
Estava a noite acordei no meio dela,estava agoniado por não sentir o mesmo cheiro de minha casa,então fui andando um pouco,mais um pouco,então encontrei uma pessoa,me escondi atrás das arvores,mas sem querer,pisei em um galho seco,torci para que ele não me ouvisse olhei de novo para ele mas, o homem misterioso não estava mais lá. quando olhei para frente,lá estava ele com uma faca na mão,quase chorei de medo, pulei para a esquerda. E ele enfiou a faca na arvore,quando o vi,ele morreu imediatamente fiquei assustado,a SAMU não atendia. Então com a faca dele,cavei um pequeno buraco, e o enfiei com sua faca,aproveitei o silêncio para uma rápida pesquisa no Google, "deuses da morte", cliquei no resultado do Wikipédia.Afinal Wikipédia é Wikipédia.Então fui no filtro de pesquisa "gregos",e encontrei Tânatos.Lendo um pouco mais sobre o artigo cheguei a conclusão que sou filho do deus da morte,e também que matei aquele cara.
Lucas A.
Indefinido
Mensagens :
1

Voltar ao Topo Ir em baixo

Re: Ficha de Reclamação

Mensagem por ♦ Eos em Sab 19 Out 2013, 14:04

Ted - Não reclamado

Sua narrativa não é ruim, mas falta coerência. A questão de colocar Campê, principalmente - veja a descrição no bestiário, não é como se um novato pudesse fugir de um monstro do tipo. Fora outros detalhes - ela diz estar no Tártaro, por exemplo, o que seria impossível - ao menos no presente. Se tivesse dito que ela esteve lá... Não sei se foi falta de atenção ou erro gráfico, mas compromete muito o sentido. Os erros apontados por Afrodite ainda estão presentes também... e eu aconselharia a editar a postagem: o template já tem fundo claro, e essa cor de letra acaba "sumindo" em contraste com o fundo, dificultando a leitura. Boa sorte na próxima tentativa.

Lucas - Não reclamado

Sua história está confusa, incoerente e sem fluxo narrativo. Descreva com calma, detalhando e organizando os fatos de forma linear. Explique de onde surgiu as coisas - os objetos não surgem do nada, você precisa dizer de onde os tirou. Faltou isso no seu texto, além da reclamação em si. Lembre-se que o mundo do jogo é diferente do nosso - ninguém em sã consciência aceitaria o fato de ser semideus tão prontamente e sem auxílio. Além disso, ao usar poderes na narrativa, deve se basear nos existentes no fórum - e apenas no nível 1 - e não sair descrevendo algo totalmente Over Power. Revise isso e escreva com calma.

♦ Eos
Administradores
Mensagens :
1421

Voltar ao Topo Ir em baixo

Re: Ficha de Reclamação

Mensagem por Juan D. Petrova em Sab 19 Out 2013, 18:11

▬ Por qual Deus você deseja ser reclamado? Caso não queira ser um semideus, qual criatura mitológica deseja ser?

▬ Cite suas principais características físicas e emocionais.
Athena

▬ Cite suas principais características físicas e emocionais.
Alto(1,80),Magro(60 Até 200),Sarado,Cabelo Loiro,Pele Branca,Timido,Esquisito,Barulhento,Reclamão

▬ Diga-nos: por quê  quer ser filho de tal Deus - ou ser tal ser mitológico?
Sempre achei ela muito esperta,Com ela sua sabedoria em combates,batalhas e entre outros

▬ Relate a história da sua personagem - não haverá um limite de linhas definidos, deixe a sua criatividade fluir.
Nasci No Brasil,Rio de Janeiro,17 De Novembro de 1997.Morava Com meu Pai Élcio Petrova,Era Do Exercito 2°Major,ganha apenas R$10,500,10.Sempre achei que meu pai tinha um dom no trabalho dele.Meu Pai sempre contava historias no trabalho dele,mais ele também tinha que sair toda hora,e eu era pequeno ainda,era muito reclamão tinha medo da empregada,Sempre tive um pesadelo com ela,ficava me dando medo,dizendo que meu pai nunca mais ia voltar pra casa.Tinha 9 Anos,A empregada tava na casa,era umas 10:50 Da manha,que resolvi liga ao meu pai.Ficava chamando,ninguém atendia o telefone.Um Dia era No ano de 2005,Meu Pai disse que tava internado por causa que ocorreu um acidente de moto mais sem me avisa.Quando descobri que ele tava internado resolvi fala com a empregada,Eu lhe diz
--Empregada,Porque não me disse que ele tava internado
Ela Responde
-Tinha medo de você ficasse triste,ai fiquei todo o tempo guardando este segredo
Até que uma hora,falei para ela
Vamos a praia olha o mar,eu tenho um barco pra passear
Tava indo a praia de Copacabana,Zona Sul do Rio de Janeiro.Tavamos passeando pelo mar,Joguei a empregada no mar e fui embora feliz da vida,Peguei o telefone,liguei ao meu pai.
-Pai Porque Ouvi Uma voz estranha dizendo a um tal de Acampamento do Meio-sangue
Ele diz
Filho ta na hora de partir
Estávamos no meio de uma estrada até que vi um portão escrito Acampamento Meio-Sangue,E diz ao meu pai
-Pai chegamos Vamos entrar neste Acampamento que nunca ouvi falar na vida
Vi que meu pai não podia entrar,tinha uma barreira invisivel,Logo meu pai diz
Filho vai eu n só filho de um deus,Corre eu vo morrer aqui mesmo
Logo Vi um minotauro,Vi meu pai desaparecendo com uma alma,Fiquei pé na vida com isso,Conheci os lugares e comecei a viver lá no acampamento.Vi uns lugares estranho no acampamento,Até um guia me falo o seguinte:
-Este e o seu lugar,Onde sua Mãe Que e a Athena Duarte construiu pra você
Logo Vi e fiquei muito feliz de ser um filho de uma deusa da sabedoria.Muitas pessoas lá são muito esperto,até lembro o que meu pai diz antes de morrer
- Como você cresceu meu garoto. A hora é chegada, brevemente, a verdade lhe será dita. E lembre-se...
Fiquei assustado desta resposta que me diz,Não vi uma árvore e bati e fiquei 1 Semana Sem acordar.Quando acordei,Pensei que lugar era este,até que um garoto falo que era tal de enfermaria,Logo me diz:
-Se deve ser Juan Duarte Petrova,Filho de Athena.
Logo eu diz,com um susto:
-Sou sim,Mais me Chame de Juan,Mais qual e o seu nome
Logo ele diz:
-Sou uma protetora,Sua mãe pediu pra eu ser seu protetor pra ter proteger,Meu nome e Amy Washiton
Logo eu diz:
-Prazer,Amy Washiton
Depois disso vivi aqui no acampamento,longas aventuras de medo e surpreendente
Juan D. Petrova
Indefinido
Mensagens :
2

Localização :
Estados Unidos

Voltar ao Topo Ir em baixo

Re: Ficha de Reclamação

Mensagem por Nymeria em Sab 19 Out 2013, 18:50

▬ Por qual Deus você deseja ser reclamado? Caso não queira ser um semideus, qual criatura mitológica deseja ser? Quero ser uma dríade.

▬ Cite suas principais características físicas e emocionais.
Físicas: Pele morena, cabelos castanhos e olhos castanhos, magra e um pouco alta.
Emocionais: Costuma ser muito amigável, bastante calma e educada. Mas quando alguém a irrita muito, fica realmente brava e um pouco ‘’agressiva’’, assim por dizer.
▬ Diga-nos: por quê  quer ser filho de tal Deus - ou ser tal ser mitológico? Porque sempre achei as dríades muito legais, e quis ser uma.

Outro dia amanhecendo no Acampamento Meio-Sangue... Suspiro enquanto observo o sol subir nas colinas do Acampamento e nos Campos de Morango, fracos raios solares batendo nas árvores e em meu rosto. Encosto a cabeça em minha árvore, uma macieira. Sim, sou uma dríade, uma ninfa das árvores. Minha vida no Acampamento Meio-Sangue realmente é muito boa, os campistas e os sátiros gostam de mim, me tratam super bem. Vivo perto dos Campos de Morango e sempre que tenho a oportunidade ajudo na colheita. Assento-me na grama macia, ainda com a cabeça recostada em minha árvore. Fico assim durante horas, até que o sol ocupa seu lugar no ponto mais alto do céu. É um dia bonito, nem muito quente nem muito frio, o céu com algumas poucas nuvens super brancas e fofas. Eu gosto de dias assim, bem calmos... Alguns campistas já saiam de seus chalés, indo praticar suas atividades diárias. Levanto-me preguiçosamente e vou trabalhar um pouco nos Campos de Morango. Chegando lá encontro sátiros e mais algumas dríades já regando, colhendo e plantando morangos.  Pego uma cesta e começo a colher os morangos, cantarolando. Encho quatro cestas e quando começo a encher a quinta, uma desastrada dríade que estava correndo esbarra em mim com toda a força, fazendo-me derrubar a quinta cesta que estava um pouco a mais da metade no chão, todos os morangos caindo no chão, junto comigo. Levanto-me rapidamente, e olho para a dríade que me derrubara. Ela também caiu. A desajeitada dríade se levanta rapidamente, me observa por um momento e simplesmente corre para fora dos Campos de Morango. Fico sem reação por um momento, depois a raiva começa a fervilhar dentro de mim. Aquela dríade ainda iria me pagar! Memorizo os traços do rosto dela- cabelos de um tom acinzentado, olhos rosa-vivos com um pouco de sardas no rosto. Levanto-me e limpo a terra dos joelhos. Olho para minha cesta de morangos no chão, praticamente cheia. Reviro os olhos, abaixo-me e começo a limpar a bagunça. Assim que termino a limpeza, pego mais uma cesta e a encho, tendo o cuidado de não deixar ninguém me jogar no chão desta vez. Pego uma mangueira e rego as fileiras de morango e após fazer isso despeço-me dos sátiros e dríades que nos Campos trabalhavam, saio de lá e começo a subir uma pequena colina que dava em um atalho para os bosques. Enquanto a subo, vejo a arena. Campistas lutando entre si com espadas, outros treinando com arcos reluzentes e chicotes. Dois semideuses parecem terem entrado em briga, e uma treinadora não muito eficiente tentava controla-los. Balanço a cabeça, me perguntando porque as pessoas desse Acampamento são tão... Descontroladas. Termino de subir a colina e entro no estreito atalho para a floresta. Depois de andar um pouco, vejo em minha frente um mar de árvores. A Floresta do Acampamento Meio-Sangue. Dou um passo para dentro.


Respiro fundo. O ar ali era tão puro... Ando por entre as fileiras e fileiras de árvores, aproveitando o máximo possível. Caminho por mais alguns metros quando ouço um farfalhar de árvores ali perto. Ignoro a princípio, pensando que é apenas uma dríade. Mas o barulho novamente recomeça, desta vez mais alto e mais perto. Aquilo não é uma dríade... Não poderia ser. Dríades são mais discretas e com certeza não fazem um barulho assim tão alto. Abaixo-me e coloco minha mão na bota, puxando lentamente a minha Varinha das Árvores. Aproximo-me do lugar onde veio o farfalhar e não vejo nada. Espero ouvir um som e nada.  Muito estranho... Viro-me e dou de cara com uma menina ruiva, usando um vestido preto até os joelhos e uma bota de salto fino também preta. Tem olhos verdes e usa um laço preto no cabelo. Suspiro, aliviada e a cumprimento

-Olá
-Olá- A menina me responde. Ela parece legal e gentil, mas algo me alerta que não é seguro. Que deveria ficar longe dela.
-O que você faz aqui?- Pergunto.
-Estou perdida- Ela responde- Sou do chalé de Poseidon, mas estou perdida- Estranho... Não me lembro de nenhuma nova filha de Poseidon aqui no Acampamento Meio-Sangue.
- Sério?- Digo, desconfiada- Não me lembro de nenhuma nova filha de Poseidon no Acampamento. E aliás, qual é o seu nome?
-Eu me chamo Melanie- Ela responde, agora parecendo um pouco nervosa. Ela sorri e vejo seus caninos e tornarem longas presas afiadas. Seus cabelos mudam de seu maravilhoso tom ruivo para chamas. Literalmente. Cabelos flamejantes. Sua pele se torna um branco realmente pálido, como mármore e a íris de seus olhos ficam na cor de um vermelho vivo. Suas pernas uma a uma mudam de forma: uma começa a ganhar pelos, revelando uma perna de bode a outra começa a se moldar novamente mas dessa de um tipo de metal... Bronze. Aquela garota tem uma perna de bronze! Penso um pouco e um único nome vem á minha mente: Empousa. Ela começa a rir mais alto, uma risada maléfica e eu bato a mão no botão de minha varinha. Aos poucos minha Varinha das Árvores se transforma em um chicote. A empousa pula para cima de mim antes que eu pudesse squer dar um golpe. Ela ataca com suas garras, arranhando meu rosto perto do canto do olho. Gemo de dor e quando ela está dando um mortal para trás, dou-lhe uma chicotada acertando seu tornozelo, derrubando-a. Antes que ela consiga se por de pé, bato em meu Bracelete de Madeira Reflorestada que rapidamente se transforma em um escudo. A empousa novamente pula para cima de mim, motivada pela fúria e eu desvio o golpe com o escudo. Ela se aproxima mais uma vez, agora mais rápido do que pude perceber. Em um segundo ela já me agarra pela cintura e me atira longe. Bato com tudo numa árvore e farpas penetram meu antebraço direito, fazendo o pinicar e sangrar. Grito de dor e vejo que meu chicote não está mais em minhas mãos. O escudo está danificado e por isso o largo no chão. Minha cintura goteja sangue por causa das unhas da empousa. Ela estava novamente correndo em minha direção. Respiro ofegante. Não sei se vou aguentar, estou muito machucada. Pego um pedaço de madeira bem grande e quando ela se aproxima o uso para acertar a empousa. Ela cai no chão grogue e eu pulo em cima dela, arranhando, batendo, chutando socando. Rolamos batendo uma na outra e quando deslizamos barranco abaixo, ela cai longe, vejo minha oportunidade, pego minha adaga que o Acampamento me dera e a atiro na empousa que se levanta. Acerto em cheio no peito, e ela cai no chão, inerte.Sinto dores muito fortes em todo o meu corpo , principalmente em minha cabeça, minhas pernas fraquejam e desmaio.

Acordo na enfermaria do Acampamento Meio-Sangue, bebendo um líquido com gosto de suco de maçã, no qual imaginei que fosse néctar. Analiso meu corpo e vejo que a maioria das feridas estão se cicatrizando. Sorrio para mim mesma ao pensar na empousa que ousara me desafiar, fecho meus olhos e relaxo.
Nymeria
Dríades
Mensagens :
139

Localização :
Floresta Negra

Voltar ao Topo Ir em baixo

Re: Ficha de Reclamação

Mensagem por Ted F. Hunter em Sab 19 Out 2013, 19:10





Ficha de Reclamação: Filho de Selene



▬ Por qual Deus você deseja ser reclamado? Caso não queira ser um semideus, qual criatura mitológica deseja ser?
Selene, personificação da lua.
▬ Cite suas principais características físicas e emocionais.
Físicas: Cabelos extremamente negros e sempre desarrumados, olhos cor de ônix muito brilhantes, pele extremamente clara e macia. Altura: 1,50. Peso: 48.
Emocionais: Muito amigável com a maioria das pessoas, sempre que conhece uma pessoa se apega a ela, sempre tenta ser oi mais justo possível e estudioso. Sempre tenta manter laços com as pessoas que estão ao seu redor, quase nunca tem inimigos.
▬ Diga-nos: por quê  quer ser filho de tal Deus - ou ser tal ser mitológico?
Pois Selene é a personificação da lua e sempre que eu olho para lua me sinto extremamente feliz e lembro da minha família  amigos e dos lugares onde gosto de ficar.
▬ Relate a história da sua personagem - não haverá um limite de linhas definidos, deixe a sua criatividade fluir.
 Ted nasceu em Novo México onde morou com seu pai até o acidente na mina de carvão que tirou a vida do pai, já que nunca conhecera sua mãe que devia estar morta, ele foi parar no Orfanato Dia Feliz em Manhattan, que Ted não achou nada feliz, um lugar onde crianças com distúrbios mentais e casos graves de psicose, ele teve que usar algemas nas mãos a noite como os outros, mas Ted não tinha nenhum problema mental que ele soubesse, o problema era que ele falava e os funcionários não acreditavam.
 Um dia Ted lia seu livro no seu quarto quando uma mulher apareceu, seus olhos eram verdes esmeralda,  seus cabelos castanhos estavam presos ao coque, usava um belo vestido azul com penas de pavões bordados por toda parte, ela se aproximou de Ted com delicadeza e disse:
 - Ted, meu belo garoto, com estais hoje, trago a te uma mensagem. – Ted não conseguia parar de olhar para os olhos da mulher, eram muito verdes e brilhantes, nunca vira iguais – Você deve chegar ao Acampamento Meio-Sangue, não sou de mandar mensagens a semideuses, mas sua mãe implorou, espero que me agradeça; - antes de Ted poder dizer qualquer coisa a mulher sumiu em uma nuvem de poeira dourada, Ted ouviu gritos vindos do andar inferior e pancadas.
 - Saia morrrtal! – algo subia as escadas fazendo um extremo barulho, Ted espiou pela porta e viu a figura de uma mulher cobra, ela segurava uma lança e usava uma armadura grega de prata, Ted se escondeu para dentro do quarto sem fazer barulho – pelo menos era essa a intenção – ele acabou derrubando um relógio que quebrará ao cair no chão, à mulher cobra avançara em direção a Ted, ele pegou o livro que estará lendo e jogou no monstro, sem efeito.
 Ted achava que estaria morto, mas lembrou da vassoura que estava atrás da porta, tinha um cabo de ferro, isso serviria como uma arma, ele subiu na estante de livros que tinha uma prateleira mais alta vazia e pegou a vassoura por trás da porta, defendeu um dos ataques da mulher-cobra e bateu em uma cabeça com o cabo metálico, ela caiu no chão dando um espaço de tempo para Ted fugir, o andar térreo estava totalmente destruído e Ted com muito medo, virá que já anoitecerá, seus únicos pensamentos eram “Quem era aquela mulher?”,  a mulher-cobra desaparecerá, Ted começou a subir as escadas e foi surpreendido por uma garota muito bonita, seus olhos eram extremamente azuis, seus cabelos loiros eram ainda mais bonitos, ela segurava uma lança coberta por poeira.
 - Cadê a mulher-cobra? – perguntou Ted.
 - De certa forma morta... Teve sorte que eu estava por perto, sou Lisya, filha de Apolo. – disse a garota.
 
  - Você tem alguma coisa a ver com aquela mulher de olhos esmeralda?
 - Eu odeio Hera, ela veio aqui? – Ted fez sim com a cabeça e contou toda historia – Ela está precisando de favores, por isso venho, vou te levar ao acampamento.
 - Não tenho dinheiro.
 - Mas eu tenho um Pégasus. – a menina desceu as escadas e Ted foi atrás, ele viu um cavalo branco com asas, a começo ficou assustado, mas depois viu que era inofensivo, Lisya montou no animal e Ted a imitou – Se segurei, te contarei tudo no caminho.
 Ela explicou que Hera e outros deuses mitológicos existiam e estavam na America do Norte e que o nome da mulher-cobra é na verdade dracaenae. Ted viu lá do alto um conjunto de chalés formando o símbolo Omega e uma arena onde jovens treinavam, já era muito tarde e tudo estava escuro, então não podia se ver muita coisa lá embaixo, pousaram  na beira da praia.
 - Chegamos ao Acampamento Meio-San... – ela não terminou a frase, Ted olhou para sua cabeça e uma bela lua prateada brilhava sobre ela, era lindo – Ted, você filho de Selene, a deusa da lua.

Ass: Ted F. Hunter - Campista Novato

Ted F. Hunter
Filhos de Selene
Mensagens :
47

Voltar ao Topo Ir em baixo

Re: Ficha de Reclamação

Mensagem por Juan D. Petrova em Sab 19 Out 2013, 19:13

@Juan D. Petrova escreveu:▬ Por qual Deus você deseja ser reclamado? Caso não queira ser um semideus, qual criatura mitológica deseja ser?

▬ Cite suas principais características físicas e emocionais.
Athena

▬ Cite suas principais características físicas e emocionais.
Alto(1,80),Magro(60 Até 200),Sarado,Cabelo Loiro,Pele Branca,Timido,Esquisito,Barulhento,Reclamão

▬ Diga-nos: por quê  quer ser filho de tal Deus - ou ser tal ser mitológico?
Sempre achei ela muito esperta,Com ela sua sabedoria em combates,batalhas e entre outros

▬ Relate a história da sua personagem - não haverá um limite de linhas definidos, deixe a sua criatividade fluir.
Nasci No Brasil,Rio de Janeiro,17 De Novembro de 1997.Morava Com meu Pai Élcio Petrova,Era Do Exercito 2°Major,ganha apenas R$10,500,10.Sempre achei que meu pai tinha um dom no trabalho dele.Meu Pai sempre contava historias no trabalho dele,mais ele também tinha que sair toda hora,e eu era pequeno ainda,era muito reclamão tinha medo da empregada,Sempre tive um pesadelo com ela,ficava me dando medo,dizendo que meu pai nunca mais ia voltar pra casa.Tinha 9 Anos,A empregada tava na casa,era umas 10:50 Da manha,que resolvi liga ao meu pai.Ficava chamando,ninguém atendia o telefone.Um Dia era No ano de 2005,Meu  


Pai disse que tava internado por causa que ocorreu um acidente de moto mais sem me avisa.Quando descobri que ele tava internado resolvi fala com a empregada,Eu lhe diz

--Empregada,Porque não me disse que ele tava internado
Ela Responde

-Tinha medo de você ficasse triste,ai fiquei todo o tempo guardando este segredo
Até que uma hora,falei para ela

Vamos a praia olha o mar,eu tenho um barco pra passear
Tava indo a praia de Copacabana,Zona Sul do Rio de Janeiro.Tavamos passeando pelo mar,Joguei a empregada no mar e fui embora feliz da vida,Peguei o telefone,liguei ao meu pai.

-Pai Porque Ouvi Uma voz estranha dizendo a um tal de Acampamento do Meio-sangue
Ele diz

Filho ta na hora de partir
Estávamos no meio de uma estrada até que vi um portão escrito Acampamento Meio-Sangue,E diz ao meu pai

-Pai chegamos Vamos entrar neste Acampamento que nunca ouvi falar na vida
Vi que meu pai não podia entrar,tinha uma barreira invisivel,Logo meu pai diz

Filho vai eu n só filho de um deus,Corre eu vo morrer aqui mesmo
Logo Vi um minotauro,Vi meu pai desaparecendo com uma alma,Fiquei pé na vida com isso,Conheci os lugares e comecei a viver lá no acampamento.Vi uns lugares estranho no acampamento,Até um guia me falo o seguinte:

-Este e o seu lugar,Onde sua Mãe Que e a Athena Duarte construiu pra você
Logo Vi e fiquei muito feliz de ser um filho de uma deusa da sabedoria.Muitas pessoas lá são muito esperto,até lembro o que meu pai diz antes de morrer

- Como você cresceu meu garoto. A hora é chegada, brevemente, a verdade lhe será dita. E lembre-se...
Fiquei assustado desta resposta que me diz,Não vi uma árvore e bati e fiquei 1 Semana Sem acordar.Quando acordei,Pensei que lugar era este,até que um garoto falo que era tal de enfermaria,Logo me diz:

-Se deve ser Juan Duarte Petrova,Filho de Athena.
Logo eu diz,com um susto:

-Sou sim,Mais me Chame de Juan,Mais qual e o seu nome
Logo ele diz:

-Sou uma protetora,Sua mãe pediu pra eu ser seu protetor pra ter proteger,Meu nome e Amy Washiton
Logo eu diz:

-Prazer,Amy Washiton

Depois disso vivi aqui no acampamento,longas aventuras de medo e surpreendente
Juan D. Petrova
Indefinido
Mensagens :
2

Localização :
Estados Unidos

Voltar ao Topo Ir em baixo

Re: Ficha de Reclamação

Mensagem por 079-ExStaff em Sab 19 Out 2013, 19:33

Avaliação


Juan D. Petrova ▬ Ignorado pelo double post.


Alison Tormenta ▬ Reclamada. Apesar de pequenos erros referentes à ortografia e acentuação, sua ficha mostrou o necessário para ser notada como, enfim, uma ninfa das árvores. Apenas ressalto que, da próxima vez, procure colocar cores e detalhar mais os seus sentimentos e daqueles que lhe cercam, a fim de tornar a história mias atraente. No mais, uma boa ficha.

Ted F. Hunter ▬ Reclamado, prole de Selene. Atente-se ao dinamismo do seu texto, Ted. Procure formatar algo que seja de interesse para o leitor assim como foi para ti escrever. Ressalto a importância de revisar o conteúdo dos seus posts, posto que pequenos erros de conjugação verbal e pontuação mostraram-se corriqueiros durante a leitura.







Atualização
Atualizado por ♦ Zeus


079-ExStaff
Indefinido
Mensagens :
202

Voltar ao Topo Ir em baixo

Re: Ficha de Reclamação

Mensagem por Alexander G. Jackson em Dom 20 Out 2013, 14:46

Ficha para filho de Hermes

▬ Por qual Deus você deseja ser reclamado?

      Hermes

▬ Cite suas principais características físicas e emocionais.

      Tenho 13 anos, pele clara, olhos cor de mel, cabelos negros lisos, sou baixinho, misterioso, alegre, amigável, louco, brincalhão, hiperativo, inteligente, gosto de jogos de estratégia, sempre ganho no xadrez, dama e batalha naval e muitas outras coisas.

▬ Diga-nos: Por quê  quer ser filho de tal Deus?

      Eu me identifico totalmente com as características do Deus sendo o mensageiro dos deuses e um dos poucos capaz de entrar no Mundo Inferior e sair de lá rindo ainda por cima e acho o fato de ele ser deus de muitas coisas incrível (Deus Multifuncional).

▬ Relate a história da sua personagem.

      Olá, eu me chamo Alexander Gadreel Jackson, tenho 13 anos, dois meio irmãos (um casal de gêmeos) e um furão de estimação, nasci na Alemanha, mas me mudei para Las Vegas quando tinha 8 anos, minha vida era quase perfeita, eu tinha tudo o que queria mas nunca ficava satisfeito com tudo o que tinha. De acordo com minha mãe, o relacionamento dela com meu pai durou muito pouco, apenas uma noite, depois disso ela tentou matar ele, porém ele era muito mais rápido e fugiu pela janela do motel. Bem, para começo de conversa ela o conheceu numa boate na Alemanha chamada “Wee Stunden”, ela estava bêbada e ele a levou para um motel, eles tiveram relações sexuais e quando ela acordou de manhã sem se lembrar de nada com um homem estranho na sua cama ela simplesmente quebrou a lâmpada do abajur e tentou enfiar os cacos nele, que saiu pela janela sem nenhum arranhão.

      Eu esqueci de dizer que minha mãe era uma assassina profissional e como ela não ficava muito tempo em casa quem tinha que cuidar de mim eram meus irmãos mais velhos (Niccole e Dryan), a maior parte do tempo eles passavam correndo atrás de mim já que eu não parava quieto nem para comer e na outra parte do tempo eu estava dormindo. Quando eu completei 3 anos minha mãe me colocou pra estudar na “Staatliche Schule für Genies”, uma escola de garotos mimados e nerds, eu nunca fiz nada demais além de chegar todo dia em casa com um objeto diferente e valioso.

      Quando eu fiz 8 anos já tinha um quarto em casa só para as coisas que eu “trazia” da escola, porém no dia anterior ao meu aniversário eu acabei pondo fogo na sala do diretor enquanto tentava pegar um troféu de ouro que estava em cima de uma prateleira. Para conseguir chegar à prateleira eu subi pela cortina, só que acabei caindo e derrubando o tecido na lareira que estava acesa naquele momento, peguei o troféu que caiu junto com a cortina e corri para casa, no dia seguinte saiu a notícia que um aluno da Staatliche Schule für Genies colocou fogo na sala do diretor, mas nunca descobriram que tinha sido eu já que minha mãe teve que se mudar para Las Vegas (ouve uma oferta de trabalho melhor) e eu fui com ela.

      Minha estadia em Las Vegas foi até calma, apesar de eu viver na diretoria da minha escola por roubar objetos tanto dos alunos quanto da escola, nunca fui expulso da escola. No meu aniversário de 12 anos descobri que minha mãe tinha sido assassinada por motivo desconhecido, só sabiam que ela tinha todos os órgãos internos queimados e nenhum dano visível externamente. Com a morte de minha mãe eu meio que fui “adotado” pelos meus irmãos que já tinham 21 anos, mas foi aí que as coisas começaram a ficar estranhas, eu tinha visões de seres de um olho só passeando pela rua, mulheres seminuas voando com asas no lugar de braços, serpentes gigantes verdes humanoides e muitas outras coisas no estilo aula de história sobre Grécia.

      Completei 13 anos semana passada e foi quando eu descobri a verdade, na minha festa de aniversário um cara estranho meio humano meio bode bateu na porta do meu apartamento e pediu pra falar comigo, ele me disse que meu pai era um deus grego, que a mitologia grega era realmente verdade, mas eu não conseguia pensar em nada, só ficava pensando quão estranho era um cara meio homem meio bode.

      - Era a sua mãe que mantinha você protegido de todos os monstros mesmo sem saber de nada, todas as pessoas que ela matava eram monstros disfarçados.

      - Como você descobriu que eu era isso aí?

      - Você não percebia, mas eu sempre estava de olho em você. Sou o ajudante da limpeza da sua escola, o garçom do lugar que você sempre almoça e sou o melhor amigo de seu irmão.

      No meio da conversa ele começou a comer uma lata e dizer que sentia cheiro de monstro (até hoje não sei de onde veio aquela lata), uma explosão atrás de mim fez com que os cacos de vidro da janela me cortassem no braço direito e na perna direita.

      Da fumaça causada pela explosão apareceu um homem com um olho só, ele era enorme e segurava um porrete exatamente do meu tamanho, aquele ser estranho começou a correr em minha direção gritando algo como: Não se mexa Alexander, você será meu almoço hoje. O meio bode que se chamava Digger se jogou na frente no gigante tocando uma flautinha estranha e da parede do meu quarto brotou várias plantas trepadeiras que prenderam o monstro de cabeça pra baixo, eu estava deitado no chão sem consegui me mexer de tão assustado.

      - Vamos, se levante! Você tem que ir para o acampamento meio-sangue. – falou o Digger.

      - Co… Como assim? E meus irmãos?

      - O monstro vai nos seguir assim que se soltar, agora que você sabe da verdade eles vão começar a sentir seu cheiro.

      - Eles? Então todos aqueles seres estranhos que eu vejo na rua vão vir atrás de mim?

      Ele não respondeu minha pergunta, apenas me pegou pelo braço e foi me arrastando escada abaixo, no caminho ele falou que quem tinha ligado para ele foi o meu irmão, isso significa que até meu irmão sabia que eu era um semi “sei lá o que” e eu não. O Digger tinha um carro estacionado em frente ao meu prédio, entramos no carro e ele saiu correndo a 200 km/h só parando na costa de uma praia bem bem bem longe.

      Nós saímos do carro e o meio bode me disse que assim que eu passasse pela barreira do acampamento não veria mais aqueles monstros, mas eu fiz a burrada de olhar para praia e acabei vendo uma cena que me traumatizaria pelo resto da minha vida, aquele gigante de um olho só estava segurando dois corpos moles em suas grandes mãos, eram a Niccole e o Dryan, eles estavam mortos. Não pude me conter, corri em direção ao monstro em uma velocidade muito rápida e dei um soco no olho dele antes mesmo que ele pudesse piscar, ele soltou os dois corpos e eu tentei puxa-los, mas era muito pesado.

      O monstro se recuperou do soco, me pegou pela perna e me levantou acima de sua cabeça me olhando com aquele olho vermelho dele, era assustador. A boca dele era enorme e quando ele estava prestes a me engolir uma flecha passou zunindo perto de meu ouvido e acertou o olho dele, logo mais flechas vieram e o monstro explodiu numa chuva dourada, eu caí no chão com lágrimas nos olhos enquanto tentava alcançar os dois corpos imóveis no chão.

      - Alex, venha antes que mais deles apareçam.

      O Digger ficava me chamando, mas eu não queria sair de perto dos meus dois irmãos, eu já não tinha mãe e ficar sem mais ninguém da família era algo que eu nunca teria imaginado. Duas mãos me puxaram para trás, mãos delicadas de uma garota que estava usando uma camisa laranja e tinha um arco nas costas, ela me ajudou a levantar, mas eu me debatia querendo voltar para perto dos meus irmãos.

      - Venha garoto, se você ficar muito tempo aqui fora pode ser que algo pior aconteça.

      A raiva subiu a minha cabeça, o meio bode tinha dito que nada iria acontecer com meus irmãos, que o monstro iria nos seguir assim que se soltasse, eu me virei para o Digger correndo até ele com os punhos cerrados. Antes que eu pudesse fazer qualquer coisa, a garota me segurou e eu desmaiei.

      Eu acordei numa cama macia com alguém derramando um liquido com gosto de cookies de chocolate na minha boca, levantei rápido e acabei derramando aquela bebida no chão, a pessoa saiu do quarto falando algo que não consegui escutar, desci da cama e saí do quarto me deparando com uma paisagem linda de um acampamento estranho.

      - Bom dia Alex, e bem vindo ao Acampamento Meio-Sangue.

      - Meus irmão realmente morreram?

      - Sim, eu sinto muito.

      - Como eu não tenho escolha, vou ficar aqui mesmo.

      Não era que eu não me importava com a morte de meus irmãos, eu apenas decidi superar aquilo como eu superei a morte da minha mãe, mesmo que eu fosse mais apegado a meus irmãos, já que foram eles que cuidaram de mim a vida toda. O Digger me levou para um tour pelo acampamento e foi naquela noite que eu descobri quem meu pai era. Nós estávamos sentados ao redor de uma fogueira quando eu encontrei um adaga no chão e simplesmente atirei a arma na fogueira como se eu já tivesse feito aquilo muitas vezes, assim que a adaga cravou na madeira da fogueira uma outra adaga desceu do céu e parou a centímetros da minha cabeça, flutuando como se fosse um holograma. Na mesma hora o centauro do acampamento (acho que o nome dele era Quíron) gritou:

      - Salve Alexander, filho de Hermes!
Alexander G. Jackson
Filhos de Hermes
Mensagens :
10

Localização :
Camp Hal-Blood

Voltar ao Topo Ir em baixo

Re: Ficha de Reclamação

Mensagem por 093-ExStaff em Dom 20 Out 2013, 18:09




Avaliado


Alexander G. Jackson - Reclamado por Hermes!

Não há muito o que dizer sobre sua ficha, você fez o básico para ser reclamado por Hermes, mas achei um pouco estranho quando aceitou "facilmente" ficar no Acampamento Meio-Sangue após a morte de seus irmãos, porém isso não influenciou em nada o resultado final de sua ficha, apenas sugiro que trabalhe um pouco mais as emoções que seu personagem sente. Enfim. Seja bem-vindo ao Acampamento.

Aguardando atualização

093-ExStaff
Indefinido
Mensagens :
103

Localização :
Olimpo

Voltar ao Topo Ir em baixo

Re: Ficha de Reclamação

Mensagem por Conteúdo patrocinado Hoje à(s) 04:52

Conteúdo patrocinado

Voltar ao Topo Ir em baixo

Página 2 de 40 Anterior  1, 2, 3 ... 21 ... 40  Seguinte

Ver o tópico anterior Ver o tópico seguinte Voltar ao Topo

- Tópicos similares

Permissão deste fórum:
Você não pode responder aos tópicos neste fórum