Ficha de Reclamação

Página 22 de 50 Anterior  1 ... 12 ... 21, 22, 23 ... 36 ... 50  Seguinte

Ver o tópico anterior Ver o tópico seguinte Ir em baixo

Ficha de Reclamação

Mensagem por 128-ExStaff em Ter 08 Out 2013, 19:36

Relembrando a primeira mensagem :



Olá, Campista!



Como já devem saber, este é um fórum de RPG que procura seguir a história da série de livros 'Percy Jackson e os Olimpianos', de Rick Riordan. Não obstante, nós também oferecemos a você a oportunidade de viverem e interpretarem estes heróis semideuses, ou até mesmo outras criaturas mitológicas, criando suas próprias histórias e divertindo-se com elas. Para que possam participar de tais histórias, você deverá preencher uma ficha e postar neste mesmo tópico; a mesma encontra-se logo abaixo.

Para cada afiliação, você ganhará Poderes específicos - para tornar tudo um pouco mais 'real -, bem como ganhará presentes específicos: armas, itens de combate... Clique Aqui e Aqui para ver, respectivamente, estas listas de poderes e presentes de reclamação (lembrando que, assim que forem reclamados, um deus ADM irá atualizar seu rank, sua filiação e seus presentes)

Nem sempre você passará no teste, mas não desanime, tente novamente ou procure por outro deus... No caso de Zeus, Poseidon e Hades, o teste NÃO É VÁLIDO, pois estes Deuses efetuam testes mais severos. Os Três Grandes fazem concurso mensal para a escolha de um novo filho. Para saber a data do próximo concurso, fiquem de olho nos anúncios globais; a qualquer hora, um novo teste será postado.

Porém, caso se interesse por ser filho de Nyx, Melinoe, Athena ou Perséfone, atente para a ficha; ela será a mesma que para qualquer outra afiliação mitológica, mas será avaliada de forma mais rígida por um de nossos deuses.

Lembrando que o único propósito da ficha é a reclamação do personagem. Qualquer item desejado, além da faca inicial, ganha no momento de inscrição do fórum, e dos presentes de reclamação - adquiridos caso a ficha seja efetivada - devem ser conseguidos in game, através de forjas, mercado, missões e/ou DIY.


Dúvidas? Contate um dos deuses ou um dos monitores de nosso Fórum, via MP ou Chatbox! Sintam-se livres para perguntar, e não tenham vergonha!






Ficha de Reclamação!




▬ Por qual Deus você deseja ser reclamado? Caso não queira ser um semideus, qual criatura mitológica deseja ser?

▬ Cite suas principais características físicas e emocionais.

▬ Diga-nos: por quê  quer ser filho de tal Deus - ou ser tal ser mitológico?

▬ Relate a história da sua personagem - não haverá um limite de linhas definidos, deixe a sua criatividade fluir.
OBS: O player não é obrigado a ir ao Acampamento, mas deve narrar a descoberta de que era um semideus e o momento da reclamação- e se não foi indo a Long Island, como foi?





♦ Lembrando que todas fichas receberão uma avaliação condizente, mas a aprovação não é automática, sendo que a resposta pode ser negativa dependendo da qualidade apresentada. Determinados nick's que não seguirem a regra também terão a ficha desconsiderada. [Leiam as regras aqui]


.:.:.:.


▬ Lista de Afiliações divinas disponíveis atualmente no fórum, bem como os seres mitológicos disponíveis para serem interpretados:


.:.:.:.

Centauros
Dríades
Filhos de Afrodite
Filhos de Apolo
Filhos de Ares
Filhos de Athena *
Filhos de Deimos
Filhos de Deméter
Filhos de Dionísio
Filhos de Éolo
Filhos de Eos
Filhos de Hades **
Filhos de Hécate
Filhos de Hefesto
Filhos de Héracles
Filhos de Hermes
Filhos de Héstia
Filhos de Íris
Filhos de Melinoe *
Filhos de Morfeu
Filhos de Nyx *
Filhos de Perséfone *
Filhos de Phobos
Filhos de Poseidon **
Filhos de Quione
Filhos de Selene
Filhos de Thanatos
Filhos de Zeus **
Náiades
Sátiros

* = As fichas destinadas à tais patronos requerem uma avaliação mais rígida;
** = Os Três Grandes fazem concurso mensal para a escolha de um novo filho;
128-ExStaff
128-ExStaff
IndefinidosPercy Jackson RPG BR

Mensagens :
2022

Voltar ao Topo Ir em baixo


Re: Ficha de Reclamação

Mensagem por Cherry_diAngelo em Sab 25 Jan 2014, 23:59

▬ Por qual Deus você deseja ser reclamado? Caso não queira ser um semideus, qual criatura mitológica deseja ser? Tânatos/Thanatos

▬ Cite suas principais características físicas e emocionais.
Físicas: Ela tem cabelos roxos, (Esse foi o resultado de um ato rebelde para chamar a atenção de sua mãe, que vive trabalhando e viajando) seus olhos são normalmente castanho escuro, mas, ela usa lentes de contato cinzas. Sua pele é muito clara, quase da cor de papel e seu corpo é pequeno e delicado.
Emocionais:Ela é tímida e fofa, não gosta de falar e público e, quando fala, é gaguejando e com o rosto todo corado, não gosta de ver as pessoas tristes ou chorando. Mas, quando está irritada, de verdade, ela fica fria e sarcástica, jogando indireta aos ares e dando patadas em qualquer um que ela veja pela frente!

▬ Diga-nos: por quê  quer ser filho de tal Deus - ou ser tal ser mitológico? Gosto desse deus em particular, por que seus filhos são iguais aos de Hades, ambos são deixados de lado pelos outros semideuses que sentem medo deles, Samantha, mesmo sendo quieta, gosta de ver o medo no olhar dos outros, gosta de ser temida pelas pessoas ao seu redor.

▬ Relate a história da sua personagem - não haverá um limite de linhas definidos, deixe a sua criatividade fluir.

" Eu estava passeando pelo bosque perto de casa, o tempo não estava bom, parecia que iria chover a qualquer momento, mas, eu estava pouco me lixando, precisava sair daquela casa cheia de familiares que fingiam se importar comigo quando, na verdade, estavam loucos para sair correndo de medo por causa da minha aura super acolhedora. Mesmo não sabendo o porque eu metia medo em todas as pessoas que tentam ficar perto de mim, eu aproveito essas reações o máximo possível, o olhar de medo deles, os corpos trêmulos, observar essas reações são quase como um passatempo para mim.
Voltei minha atenção para o que acontecia em volta quando ouvi um barulho de galhos se quebrando, como se alguém tivesse pisado em um sem querer, mas, quem estaria aqui a essa hora, ainda mais com a possibilidade de chover? Peguei a faca que sempre carrego junto comigo, depois da noite em que quase fui estuprada por um bando de velhos nojentos e bêbados.
Senti uma presença atrás de mim e, rapidamente, me virei, já preparada para jogar a faca em quem quer que fosse, mas, fui surpreendida por uma visão que me deixou paralisada por alguns minutos: Na minha frente, tinha uma "coisa" metade bode e metade humana, ele estava apoiado em uma árvore, parecia cansado, como se tivesse corrido uma maratona, em seu braço havia um corte enorme, que ia do cotovelo até o pulso. Sem medo, me aproximei da "coisa" e o ajudei a se equilibrar, segurando seu braço que não estava machucado e o levando até uma árvore em que ele pudesse se sentar e apoiar.
Depois de sentado, me sentei ao seu lado e comecei a cuidar de seus ferimentos, começando uma conversa:
--Oi? Qual é seu nome? O que é você? Por que você é metade bode? Do que estava fugindo?- Bom, não é bem uma conversa, mas, para quem está em uma situação assim, é o melhor que posso fazer.
-Calma, uma pergunta de cada vez. Prazer, meu nome é Zack, sou um Sátiro e é por isso que sou metade bode. Estava fugindo de um monstro, mas, acho que já despistei ele.- Peraí, volta a fita. Como assim sátiro, isso é coisa de mitologia, não pode ser real, acho que esse cara fumou todas enquanto estava vindo pra cá.
-Sátiro? Isso não existe. Aliás, como me achou aqui?-Enquanto falava, cortei uma parte de minha blusa e usei como um bandagem, para estancar o sangue de seu ferimento, durante esse tempo, Zack ficou olhando por entre as folhagens, como se procurasse uma ameaça.
-Eu segui seu cheiro, pela sua aura, acho que você não é uma mortal comum. Você pode ser uma semideusa, filha de um mortal com um deus, mas, qual?- Semideusa? Como assim, moço?-Antes de me tachar como louco, você poderia me acompanhar até um lugar? Tenho certeza de que depois de chegar lá, vai acreditar no que estou te falando, mas, depois de chegar, se mesmo assim não acreditar, eu te deixo vir embora, pode ser?- É, até que não era uma proposta ruim, eu poderia viajar um pouco e ainda me divertir às custas desse menino-bode.
-Certo, vamos!
                                                              ~ X ~
Depois de chegar ao Acampamento Meio-Sangue, um acampamento destinado a todos os filhos de deuses, Quiron, é aqueles dos mitos, veio falar comigo e me explicar sobre tudo e, depois disso, decidi ficar até descobrir de quem sou filha. E, nesse ritmo, se passou uma semana até que, em um jantar, eu levantei da mesa de Hermes e fui pegar meu jantar, mas, de repente, a atenção de todos estava em mim e, literalmente, senti meu rosto ficando quente, parecia que eu ia desmaiar, mas, eles não estavam olhando pra mim, mas sim, para alguma coisa acima de minha cabeça, mas, antes que eu pudesse distinguir o que era, o sinal sumiu e, dentro de instantes, pode-se ouvir a voz de Quiron por todo o pavilhão do refeitório:
-Deem boas vindas à Samantha Wabber, filha de Tânatos.- Todos no pavilhão ofegaram e, aqueles que estavam perto de mim, se afastaram alguns passos, até estarem a uma distância segura.
Cherry_diAngelo
Cherry_diAngelo
IndefinidosPercy Jackson RPG BR

Mensagens :
2

Voltar ao Topo Ir em baixo

Re: Pedido de Reclamação

Mensagem por Carly Williams em Dom 26 Jan 2014, 20:26

▬ Por qual Deus você deseja ser reclamado? Caso não queira ser um semideus, qual criatura mitológica deseja ser?
Eu gostaria de ser reclamada como filha de Apolo


▬ Cite suas principais características físicas e emocionais.
físicas: Morena, olhos escuros, altura: 1,62 m  /// emocionais: Divertida, amiga, super tímida, odeio : falsidade, injustiça, frio, ficar dentro de casa.


▬ Diga-nos: por quê  quer ser filho de tal Deus - ou ser tal ser mitológico?
Eu sempre me simpatizei com Apolo e me identifico bastante, pelo jeito, por eu gostar de arco e flecha, gostar de ficar no sol (o que me conforta), e é basicamente esses o motivo de eu querer ser reclamada por Apolo, ele é um Deus que me encanta bastante :)


▬ Relate a história da sua personagem - não haverá um limite de linhas definidos, deixe a sua criatividade fluir.
Eu sempre fui uma criança quieta, não era de fazer muita bagunça na infância, mas depois que eu fui crescendo fui percebendo o quanto a vida era injusta, quando eu fiz 12 anos, tecnicamente, começaram os problemas, já fui expulsa de 2 escolas em 4 meses, e fui diagnosticada com dislexia e TDA e estava cada vez pior, minha mãe não deixava mais eu sair de bicicleta para dar umas voltas, e pedia para eu ligar para ela todo dia quando eu sair da escola para ela saber se está tudo bem, nossa, eu entendo que ela se preocupa, como mãe, mas isso já estava começando a me irritar, poxa, eu fiz 12 anos e ela ainda me trata como criança.

Acabo de acordar e desligo o despertador, é meu primeiro dia de aula em minha terceira escola em apenas 4 meses. Minha mãe bate na porta.
_Filha, está na hora. _Ela grita do outro lado.
_Está bem, mãe, já estou acordada. _Levanto da cama e logo vou me arrumar.
Após acabar de me arrumar, colocar o uniforme, tênis e arrumar a mochila, vou direto para a cozinha onde minha querida e adorável mãe me espera com um café da manhã perfeitamente delicioso, a gente lancha juntas e ao acabar vamos ao estacionamento do prédio, entramos no carro e então vamos em direção à minha nova escola.
Antes de descer do carro dei um beijo em minha mãe, apesar de eu reclamar dela, sempre soube que tudo o que ela fazia era porque ela me amava, e eu tinha conhecimento de que ela fazia tudo por mim e se matava de trabalhar para pagar meus estudos e eu sempre decepcionava, sempre me arrependo após reclamar dela.
_Filha, eu te amo demais, querida, você sabe disso né? _Os olhos dela se encheram de lágrimas.
_Sim, mãe. Eu também te amo. Muito. _Dei um sorriso e coloquei minha mochila nas costas, ela me mandou um beijo pelo retrovisor e eu fui rapidamente para o pátio. percebo minha mãe saindo com o carro.
_Quer ajuda para conhecer a escola? _Disse um garoto que apareceu do meu lado do nada.
_Quer me matar de susto é? _Me arrependi ao dizer isso pois fiquei parecendo mais foi uma metida. Dei uma risada para disfarçar e ele riu junto comigo.
_Me chamo Grover e você?
_Grover? Nossa, gostei, nome legal. Me chamo Carly. _Eu realmente estava bastante feliz, era a primeira vez em meses que eu conseguia arrumar um amigo assim tão fácil. _O que te fez querer me mostrar a escola?
_Sempre ajudo os novatos.
_Humm... entendi. E então?
_Então o que?
_Não vai me apresentar? _Estiquei o braço em direção ao pátio.
_Atá. Sim. Vamos lá. _Ele me mostrou onde fica todos os lugares na escola, depois tocou o alarme, nós fomos para nossas salas que por incrível que pareça, éramos da mesma turma. Grover foi super legal comigo, como nenhum outro amigo foi, ele se sentou junto a mim na aula e no recreio também. Nós conversamos sobre filmes e séries até chegar no assunto: Mitologia. "E mitologia grega? você curte?" "adoro, você também?" "sim".
_Estou super feliz de ter encontrado uma amiga que goste das mesmas coisas que eu.
_Qual Deus grego você gosta?
_Todos. hahaha e você?
_Quando eu era pequena minha mãe me contava histórias, eu gostava muito de Apolo, me identifico bastante.
_E seu pai? Ele não contava histórias para você não? _Grover deu uma risada que parecia mais um balido de bode.
_Ele... Ele morreu. Quando eu tinha 2 anos.
_Sinto muito. Eu não devia ter comentado isto.
_Não. Está tudo bem! _Dei uma risada para disfarçar.

Depois nós voltamos para a aula de português, a professora chamou por meu nome na lista e pediu para que eu fique de pé e leia o texto da página 51 do livro.
Eu me coloquei de pé, parecia tudo perfeito, quando comecei a ler o texto, não consegui decifrar ao menos as 3 primeiras palavras, o máximo que eu consegui fazer foi gaguejar ao tentar pronunciá-las, mas não dava, eu não conseguia ler, as letras pulavam do livro e trocavam de lugar, pensei estar ficando louca mas não era este o problema, mas sim, a minha dislexia, que está apenas ficando pior.
_Desculpe, não consigo. _Me sentei morrendo de vergonha após piadinhas e risadas a cada palavra que eu tentava pronunciar.
_Pode me responder o que você está fazendo na sexta série se você ao menos aprendeu a ler? _Todos deram altas gargalhadas assim que a professora de português disse aquilo.
_Ei, quem você pensa que é para me tratar assim na frente de todos? _Rezei para não ter ficado vermelha.
_Senhorita Williams. Peço que se retire. _Eu já estava pronta para sair quando Grover se levanta e diz:
_Você não pode tirar ela da sala só porque ela não conseguiu ler.
_Você quer ser retirado de sala também? Grover. _A professora rabugenta disse. Olhei de cara feia para ela, não gostei do modo de como ela pronunciou o nome de Grover.
_Se Carly tiver de sair eu vou também.
_Grover você não precisa fazer isto por mim. Estou acostumada em tirar notas ruins e ser expulsa de salas de aula.
_Eu não vou deixar que você vá para a diretoria por bobeira, se você for, eu vou com você. _Grover segurou meu braço.
_Então vamos. _Nós pegamos nossas coisas e saímos da sala em gargalhadas e todos da turma ficaram completamente sem entender.
Ao sair da sala nós saímos correndo para o banheiro para não ter que ir para a direção. (Ele foi para o banheiro masculino e eu o feminino, claro) .
(É. tecnicamente nós estávamos matando aula.) Depois de um tempo tocou o alarme, isso significa que estávamos liberados para ir para casa. nós saímos dos banheiros e fomos andando para o pátio rindo e conversando.
Ao chegar no pátio sentamos em um banco que dá vista para a estrada. Para que eu possa avistar quando minha mãe vier me buscar.
Liguei para minha mãe, ela disse que iria demorar um pouco à chegar pois estava presa no transito. Eu disse que tudo bem, que não tinha problema, pois eu havia arrumado um novo amigo e estávamos nos divertindo bastante.
Enquanto ela não chegava nós continuamos a conversar sobre o que acontecera na aula de português.
_Você é disléxica ? _A princípio eu achei o que Grover disse, um tanto, ofensivo. Mas logo percebi que não foi a intenção e respondi que sim.
_Como você sabe?
_Percebi quando você tentou ler aquele texto. Desculpa, pela pergunta, não é minha intenção deixá-la constrangida.
_Que isso? Não há problema algum. Sabe... Desde uns tempos pra cá, minha dislexia está apenas ficando pior.
_Escute, não fique chateada com o que a professora disse para você naquela hora, Ok? _Eu apenas olhei para baixo e acenei com a cabeça.
Ao ouvir um barulho de buzina eu me levantei.
_Minha mãe chegou. _Apontei para um carro preto que estava no portão da escola. _Poxa vida, nós conversamos tanto que o tempo passou super rápido. Que tal se você fosse lá em casa hoje? Aposto que minha mãe iria adorar te conhecer.
Ele disse que sim, seria legal, fomos então em direção ao carro da minha mãe e perguntei se Grover poderia ficar um pouco lá e a tarde ela levaria ele em casa. Minha mãe no início achou estranho eu ter feito amizade com um menino mas ela logo aceitou a proposta. Nós entramos no carro e fomos pra casa. Conversamos bastante todo o trajeto até o condomínio onde morávamos.
Subi para meu quarto para tirar o uniforme e quando desci, me dei conta com minha mãe e Grover num maior papo. Mas o clima estava meio estranho. E então Grover disse para minha mãe para que ela me conte e que ele tinha certeza que era eu. Minha mãe concordou com a cabeça.
_Oque? Contar o que? _Fiquei curiosa. Mas minha mãe parecia triste.
_Filha... Eu estava aqui conversando com seu amigo Grover e ele me convenceu a falar sobre um assunto muito sério com você.
_Como assim? Vocês estão me assustando...
_Você é uma semi-deusa, filha, o seu pai não morreu, eu menti, ele é um Deus, e saiba filha, não era intenção dele te abandonar, por favor confie em mim, você está em perigo agora, tem monstros atrás de você e você precisa ir com Grover direto ao acampamento antes que alguma coisa de ruim aconteça. _Minha mãe começa a chorar.
_Eu não estou entendendo! _Neste momento Grover arranca as calças e... _Você é um burro?
_Bééee. Um sátiro. _Ele corrigiu. _Metade bode, metade garoto e seu protetor, preciso de proteger até você chegar ao acampamento.
_Mas como assim meu pai é um Deus? E que acampamento é esse que vocês sempre falam ?
_Acampamento meio-sangue, é um acampamento de treinamento para semi-deuses/meio-sangues, assim como você.
_Mas... Eu to confusa.
_Não se preocupe, lá eu te explico, vamos. _Grover puxou minha mão e minha mãe para entrarmos logo no carro.
Minha mãe foi dirigindo com tanta rapidez que ela nunca tivera. Grover me explicou que minha mãe não poderia ir, pois o acampamento era proibido entrar mortais.
Minha mãe parou o carro. _Eu só posso vir até aqui, certo Grover?
_Certo.
Então é hora de se despedir? _Tentei não chorar enquanto olhava para minha mãe.
_Sim. E quero que você saiba que eu sempre te amei filha, e sempre vou te amar, agora vá, vá, corra o máximo que você puder... Que os Deuses estejam com você. _Nos abraçamos chorando e eu e Grover descemos do carro. Minha mãe saiu com tanta velocidade restando apenas a poeira dos pneus. Logo eu e Grover subimos a colina o mais rápido que pudemos. A gente estava quase chegando quando apareceu um minotauro na nossa frente, enorme, com chifres enormes e avançou em minha direção, rapidamente empurrei Grover para a direita e rolei para a esquerda.
_Como você fez isso? _Grover se espantou.
_Apenas reflexo. _E continuamos a subir a colina correndo aos tropeços. *BUM* o minotauro pulou em cima de mim, ele tentou me dar uma chifrada mas eu fui mais rápida e dei um chute em sua cara. Ele era muito forte, eu estava apenas chutando sua cara até que Grover me tacou uma pedra pontuda que eu encravei contudo no minotauro que logo me largou, e eu corri o máximo que pude, junto a Grover, por sorte havia uma árvore na frente, logo arranquei dois galhos e arranquei também o elástico que estava prendendo meu cabelo, amarrando o elástico no pequeno graveto flexível e usando o outro como flecha para atirar no minotauro. Atirei bem no olho dele, mas ele continuou a correr em nossa direção, eu não tinha mais escolha a não ser correr, estávamos chegando no acampamento, faltava poucos metros para o minotauro nos pegar mas quando eu pensei que iria morrer... *BUM* o minotauro bateu de cara em uma parede invisível. Provavelmente alguma cerca que impede que os monstros entrem no acampamento. Grover e eu continuamos correndo, até chegar na casa grande. Deitamos na grama, exaustos.
Depois, Grover me apresentou Quíron, que era meio homem, meio cavalo. Achei aquilo super legal, sinceramente.
Quíron me mostrou todo o acampamento, disse que eu teria de ficar no chalé de Hermes enquanto ainda não sabemos quem era meu pai.

Eu já estava no acampamento a quase 1 semana, ainda não fiz amigos, não me dava bem em nenhum esporte a não ser arco e flecha.
Estou super ansiosa para ser reclamada.
Carly Williams
Carly Williams
IndefinidosPercy Jackson RPG BR

Mensagens :
2

Localização :
No chalé 11 esperando ser reclamada *_*

Voltar ao Topo Ir em baixo

Re: Ficha de Reclamação

Mensagem por Mackenzie B. Hoffman em Seg 27 Jan 2014, 23:28




Kenzie Hoffman

Let it be.

"

▬ Por qual Deus você deseja ser reclamado? Caso não queira ser um semideus, qual criatura mitológica deseja ser?
Apolo
▬ Cite suas principais características físicas e emocionais.
Físico: Loira com cachos leves, olhos que variam entre verde e amendoado, 1,63 de altura, corpo definido
Emocional: Comunicativa, sensível, ri á toa, tagarela (mas não exageradamente), desligada, prioriza os amigos, pode ser manipulada facilmente se o manipulador souber seus “calos”, um pouco egoísta, faz tudo pra concertar as coisas quando se sente de consciência pesada, se exprime por meio de desenhos (Motivo pelo qual guarda a maioria á sete chaves).

▬ Diga-nos: por quê  quer ser filho de tal Deus - ou ser tal ser mitológico?
Pois além de realmente gostar do deus Apolo, foi o que mais se encaixou com a personagem e, assim, complementando-a.
▬ Relate a história da sua personagem - não haverá um limite de linhas definidos, deixe a sua criatividade fluir.
.....................
Por onde começar um resumo da vida de uma comum, ou nem tão comum assim, adolescente?
Desde que me entendo por gente vivo em Tampa, na Flórida, minha certidão de nascimento diz que nasci na Austrália e minha mãe, Cora, é australiana, o mais frustrante é que sempre quis visitar a Austrália e, por mais que minha mãe tenha uma mais que satisfatória condição financeira, ela se recusa a me deixar viajar, diz ela que tem medo que meu avião caia, e isso soa tão ruim quanto “Meu cachorro comeu meu dever”.
Falando nela, minha mãe trabalha como fotógrafa profissional para uma renomada revista de esportes, isso significa que ela quase nunca para em casa por que está viajando pelo mundo tendo suas mil e uma aventuras enquanto eu fico em casa sendo uma boa filha, ou pelo menos eu tento ser. Nunca conheci meu pai, minha mãe diz que sou fruto de “uma noite de aventuras”, simplificando ela deveria estar bêbada demais pra lembrar quem é meu pai. Não é uma boa história para se contar no dia dos pais quando te perguntam por que seu pai não veio, mas é a verdade.
O mais legal na minha cidade é que sou considerada amaldiçoada pelo grupo religioso da escola! Isso deveria soar triste, digo, todos se afastando de mim porque acham que vão contrair malária se encostarem em mim, mas eu adoro.  Fico rindo quando vejo alguém começar a rezar desesperadamente perto de mim, é tudo tão ridículo que não tem nem como eu me preocupar, até porque ainda tenho amigos que não caíram nessa de maldição.
Você deve estar se perguntando por que dizem que fui tocada pelo demônio. Simples, quase todo lugar que vou coisas estranhas acontecem, na maioria das vezes eu me encrenco, mas tudo bem, na maioria das vezes é hilário também. Como na vez que fui ao parque com uns amigos e o carrossel quebrou, começou a girar  rápido demais, eu nunca fui num carrossel tão divertido quanto aquele mas claro que a panelinha de Jesus me acusou de bruxaria e por alguma razão ainda desconhecida até hoje eu fui parar na direção do parque e Julieta (Minha empregada) teve que ir me buscar e assinar alguma coisa sobre eu não voltar mais no parque, algo do tipo.
Mas teve vezes que eu tenho que admitir que me deram medo, como no dia em que minha turma fazia uma excursão e um garoto foi atropelado por um caminhão, quer dizer, todos vimos o garoto ser atropelado, mas o corpo sumiu, como se simplesmente tivesse virado pó com o impacto. Foi nesse dia também que a panelinha de Jesus ligou os pontos e começaram a me acusar de “ser tocada pelo demônio”.
Mas minhas vida começou a virar de cabeça para baixo no dia do meu aniversário de 15 anos.
Como em todo 4 de Abril eu e minha mãe saímos para tomar café da manhã no meu restaurante preferido, fica na orla da praia. Eu amo meu aniversário, mas não por ser meu aniversário ou por que eu ganho presentes, mas sim porque é um dos poucos momentos que minha mãe pode ser inteiramente minha. Tudo bem que não é por muito tempo, mas já vale de algo. Todo ano minha mãe me dá alguma lembrança da melhor viajem dela no ano, hoje ganhei um colar com o pingente de um Sol.
-Hum, o que o Sol significa, mãe? Digo, que lugar poderia ser representado por um Sol? – Ela suspirou pensativa e sorriu de canto, quase como se estivesse cansada, mas isso é impossível, Cora Hoffman sempre está pronta pra uma aventura.
-Você logo entenderá, Kenzie – Resposta vaga, mas não dei importância, tinha que aproveitar meus 15 minutos de fama na vida da minha mãe.
Quando digo 15 minutos eu quis dizer literalmente, alguém da revista ligou para ela perguntando sobre alguma foto de capa, não entendi direito, só sei que foi importante o bastante para ela pagar a conta e sumir. Mas eu já estava acostumada com suas saídas repentinas.
Pensei em chamar alguém para passear na praia, mas resolvi fazer isso sozinha. Sabe, ás vezes eu gosto de ficar sozinha e refletir sobre o sentido da vida, normalmente faço isso no chuveiro, mas hoje estava inspirada. É bom sentir o calor do Sol na pele, me revigora, literalmente, me sinto mais... Completa.
Por fim acabei sentada no píer vazio rabiscando qualquer coisa no meu caderno. Eu não tinha consciência do que estava desenhando, mas quando parei os rabiscos parecia um homem como que se desfazendo em fumaça. Estranho.
Guardei o caderno e segui para casa, talvez fosse ver algum documentário sobre antigas civilizações, pena que eu nunca saberia o que faria.
Estava atravessando a rua quando notei Dylan Horthcane me observando de longe. De certo modo ele pode ser considerado bonito, cabelos curtos e pretos e olhos castanhos negros, músculos bem visíveis, aquela mania desnecessária de andar de regata e me criar devaneios, mas não, não tenho uma queda por ele, devaneio com basicamente todo garoto que seja bonito. Quando percebeu que eu o notara tratou de desviar o olhar e sair andando. Garotos... Têm que entender que meninas não mordem, bem, não se forem tratadas gentilmente.
Seja como for, segui meu caminho, mas sabe aquela sensação na nuca que parece que alguém está olhando fixamente pra você? Pois é. Continuei andando sem me preocupar muito com isso, por mais que eu já estivesse começando a ficar tensa.
Sabe nos filmes de terror quando é óbvio onde o assassino está e a vítima vai mesmo assim pro lugar? Acho que agora entendo, no desespero você vai pra qualquer lugar desde que você esteja andando e viva. Acabei entrando num beco, minha intenção era cortar caminho, mas na metade do beco notei a panelinha de Jesus do outro lado, tentei dar meia volta mas eles já haviam me visto.
Respira, se controla, vai.
-Ei, aberração, indo pro ritual de magia negra? – Acho que deixei de comentar que só havia uma pessoa na panelinha de Jesus que realmente me irritava, Hans McColth.
-Magia negra? Por favor, Hans, já passei dessa fase, já estou fazendo sacrifícios! Você deveria se atualizar – Me virei para sair do beco mas um dos garotos se botou na minha frente – Hans, da pra pedir pro seu namorado sair da minha frente? Tenho que caçar coelhos fofinhos pro sacrifício de hoje.
-Ele não é meu namorado, Hoffman – Hans podia me tirar do sério, mas eu também sabia jogar esse jogo.
-Não? Minha nossa! Já vão se casar? Não acha que está cedo demais? Digo, você tem uma vida toda pela frente e vários bofes também – Mão em punho, dentes cerrados, respiração pesada... Sinto que deveria ter ficado calada – Mas bem, se você o ama, quem sou eu pra ficar entre um romance tão lindo quanto o de vocês? – Qual o meu problema em manter a boca fechada?!
-Você não passa de hoje, Hoffman!
-Certeza que vai querer mexer com a “tocada pelo demônio”? Não sei se é uma boa ideia, você pode contrair malária, lembra? – As pupilas de Hans dilataram, ele estava ofegante, assim como seus fiéis escudeiros.
-Eu tenho que admitir que é muito estranho ver um garoto de Deus usando um casaco de lã com raiva – Sério, boca? Vou ter que te pregar pra você não nos encrencar mais?
As mãos de Hans começaram a fumaçar, de verdade, uma espécie de fumaça preta começou a sair pelas frestas dos dedos em punho. Os olhos agora já estavam todo preto. A fumaça aumentava e logo todo seu corpo soltava uma fumaça espessa e preta. Ta, agora é a hora que eu saio correndo. Virei mas esbarrei no namoradinho que me empurrou pro chão.
-Mas o que diabos você é, Hans?
-Digamos que você não é a única que tem seus truques negros – A voz dele estava mais grossa.
-Olha o racismo, garoto, os negros não têm culpa se você não sabe fazer seus truques direito – CALA A BOCA, MACKENZIE!
-Adeus, Hoffman – Hans, ou seja lá quem ou o que aquilo for, me agarrou pelo colarinho e tive a sensação de voar, até que foi legal, até a parede entrar na minha rota de voo. Cai sobre meu braço e pela dor acho que acabei de quebrar o pulso. Minhas costas ardiam, minha blusa era fina, devo ter machucado feio as costas também. A Coisa se aproximou de novo e, como se soubesse a dor que eu sentia no pulso esquerdo, me pendurou por ele. Senti como se minha mão tivesse sendo amputada. Soco na barriga vale 5 e na costela 10. Assim A Coisa completou 20 pontos, dois na barriga e um na costela. Como que um cara tem o sangue frio de acabar com uma garota desse jeito? Minhas costelas doíam ao ponto de que se eu respirasse tinha a sensação de que meu pulmão explodiria.
-Você tem mãos ou martelos ai? – Falei sem fôlego. Algo bateu na minha têmpora e caí no chão, já estava atordoada demais pra notar o que me atingira. E muito mais agora pra conseguir enxergar quem estava surrando a panelinha nem tão de Jesus assim. Minhas piscadas parecia que duravam minutos e eu perdia cenas do massacre.
Só voltei a mim quando Horthcane me balançava e falava algo que meus ouvidos não codificavam.
-Meu herói – Sério, tenho que aprender urgentemente como ficar calada.
-Vou... Casa... – Foi tudo o que entendi antes de apagar.
...............................
Acordei com a cabeça parecendo que foi atingida pelo iceberg que acabou com o Titanic, e depois de ter provado da força do Coisa não duvidava que tivesse batido a cabeça lá mesmo. De algum modo cheguei ao sofá da minha casa.
-Horthcane! – Lembrei dele e do massacre no beco. Tentei levantar mas tudo o que isso me rendeu foi uma pontada forte de dor nas costelas e quando me joguei no sofá de volta minhas costas ardiam como se tivessem me arrastado no asfalto por um quilometro.
-Calma, você ta bem, sua mãe foi pegar alguma coisa pra dor e já volta, Mack – Dylan falou de algum ponto na sala.
-Kenzie.
-Eu sei seu nome – Ele falou sem entender.
-Quis dizer que é pra me chamar de Kenzie, não de Mack – Jesus, eu tinha uma bomba querendo explodir no lugar das costelas.
-Kenzie... Diferente. Vou chamar sua mãe.
-Não, você fica. Quero saber exatamente que porcaria aconteceu naquele beco.
-Você quer do jeito mais fácil e calmo ou o mais difícil e rápido?
-Rápido.
-Deuses gregos existem e eu sou filho de Ares, nosso protetor deve chegar a qualquer momento pra nos levar para o Acampamento, por isso que estou te observando durante a semana toda, por mais que eu ache que você não tenha notado, você é do tipo desligada. Seja como for, minha mãe me contou a um mês e entrou em contato com o Acampamento pra me levarem, os monstros já estavam muito presentes na minha vida, eu precisava aprender a me defender o mais rápido possível, não que eu já não soubesse, mas é sempre bom melhorar. Daí uma semana atrás eu comecei a ligar os pontos como os garotos religiosos fizeram e depois recebi uma confirmação do Acampamento, você, assim como eu, é uma semideusa, o que significa que seu pai é um deus grego... Literalmente – Dylan acabou dando uma mordida numa maçã que ele pegara na fruteira depois de falar tudo num fôlego só – Ah, e Hans era um monstro... Literalmente também. Que foi?
-Como você consegue fôlego? – Ele riu abertamente.
-Tanta coisa pra perguntar e você pergunta como eu tenho fôlego? – Ele ia responder, ou então tirar sarro com a minha cara, não sei, minha mãe entrou na sala e correu para me abraçar.
-Mãe, não que eu não goste de te abraçar, mas da pra soltar? – Ela estava com as mãos apertando minhas costas.
-Desculpe. Você está bem? – Ela segurava meu rosto entre as mãos agora.
-Bem, to me sentindo como se um rolo compressor tivesse passado por cima de mim, se isso quer dizer que to bem, eu to ótima.
-Desculpa, filha, eu deveria ter contado mais cedo.
-O que?
-O que Dylan acabou de falar.
-O que ele falou? – Acho que eu só não queria que fosse verdade. Mas ela me olhou com aquele olhar de mãe – Ah, qual é, nunca ouvi história mais absurda! Vai me dizer que é verdade?
-Infelizmente é.
-Ta, agora vai me dizer que sabe quem é meu pai? – Era para soar irônico, mas acho que minha mãe levou a sério.
-Sim, você não achou mesmo que eu não soube quem era seu pai, não foi? – Fiquei calada – Mackenzie!
-Mas eu to quieta! – Outro olhar de mãe, odeio olhares de mães.
-Enfim, o fato é, eu sei quem seu pai é, e você vai para o Acampamento.
-Que Acampamento? Ah, por favor mãe, a louca deveria ser eu por achar que o Hans estava fumaçando.
-Mas ele tava – Eu e minha mãe mandamos um típico olhar de “Cala a boca”, acho que surtiu um ótimo efeito, porque o garoto se encolheu todo na cadeira.
-Filha, só aceite a verdade.
-Ah, claro, a verdade que meu pai é um deus grego e que tem um acampamento cheio de filhos de deuses gregos a minha espera pra um dia eu sair por ai matando Hans da vida – Silêncio – Fala sério, gente, essa é a hora que vocês me desmentem e perguntam de onde tirei isso!
E a discussão continuou por boas duas horas de negação da minha parte, risadas da parte de Dylan e argumentos por parte de minha mãe. Isso tudo é tão surreal, deuses gregos, garotos que soltam fumaça... Agora estou com um braço no gesso e Dylan me prometeu uma comida ai que me faria melhorar em segundos, ainda não acredito, pago pra ver, assim como só acredito que meu pai seja um deus só quando o ver, mas parece que já estão arranjando desculpa, Dylan me disse que os deuses são proibidos de ver suas proles com humanos, mas disse que existem filhos de deuses fortes que têm espécies de super poderes que poderiam me provar que o que ele fala é verdade. Como eu disse, pago para ver.
Ah, e lembra do colar com pingente de Sol? Pois é, parece que é porque sou filha de Apolo.


day: April 4th    place: Tampa, Flórida    with: Cora, Dylan and Hans    humor: Normal                    clothing: link  
credits @
Mackenzie B. Hoffman
Mackenzie B. Hoffman
IndefinidosPercy Jackson RPG BR

Mensagens :
3

Localização :
Tampa, Flórida

Voltar ao Topo Ir em baixo

Re: Ficha de Reclamação

Mensagem por Dan V. Ward em Qua 29 Jan 2014, 04:29

▬ Por qual Deus você deseja ser reclamado? Caso não queira ser um semideus, qual criatura mitológica deseja ser?

Íris, Desejo ser filho de Íris.

▬ Cite suas principais características físicas e emocionais.

David nunca se importou nunca pra nada. Sempre foi do tipo “fuck the world”, nunca se importou com regras e com nada. Sempre alegre, não costuma ligar para criticas ou pessoas ou até mesmo conselhos. O garoto só tem só uma coisa com o que realmente liga; Sua consciência.
Sobre características físicas, David nunca esta preso a nenhuma. A única coisa que pode garantir é um belo corpo e olhos claros. Seu cabelo esta sempre com uma cor diferente... Hora vermelho, hora platinado e assim vai.

▬ Diga-nos: por quê  quer ser filho de tal Deus - ou ser tal ser mitológico?
Acho atrativo o fato de ser filho da deusa do Arco-Íris, é interessante e diferente pois permite uma variação. Não preciso ser sempre alegre, tenho 7 cores, 7 versões, 7 Dan para mostrar.

▬ Relate a história da sua personagem - não haverá um limite de linhas definidos, deixe a sua criatividade fluir.


-Tem certeza? Você esta com os ingressos na mão?
-Claro, claro, além do mais o preço estava legal, consegui os dois meet&greets.
-Ok, te encontro as 20:00
Joguei meu corpo na cama e passei a mão pelos olhos os esfregando. Aquilo realmente não era um sonho. Pela primeira vez eu ia ao show da artista que mais gostava: Katy Perry. Eu sempre me inspirei na mesma e sempre tive imensa admiração. Não era como se ela fosse somente mais uma cantora no cenário POP, pra mim era como se fosse uma amiga confidente fiel, mesmo sabendo que ela não sabia ao menos que eu existia, pelo menos até essa noite onde iria poder ficar perto dela por no mínimo 5 minutos. Levando em conta tudo que tive que enfrentar para conseguir isso, eu realmente estava feliz, alias, eu seria apenas “one of the boys”.

Dessa vez eu estava com o cabelo azul, eu sempre mudava de cabelo. Para ter uma noção, a vez que me lembro de ter ficado mais tempo foi por dois meses, mas apesar de gostar eu não fazia isso somente por que gostava, era algo que já estava em mim, eu não sei porque e nunca decidi contar isso para alguém porque não é muito comum se dormir com o cabelo platinado e acordar com ele vermelho... Porque era exatamente isso que acontecia, eu simplesmente acordava com o cabelo de outra cor, mas preferia ficar calado sobre isso.
Eu moro sozinho em um apartamento em NY, vim do Brasil quando completei 17 anos e vim me profissionalizar em dança. Minha família era bem rica, por isso desde novo fazia cursos de inglês e arrumar um lugar para ficar não foi problema. Me sentia feliz por eles apoiarem eu ter escolhido isso e mesmo sabendo que meu pai preferia um filho medico ou advogado eu estava decidido, seria um dançarino de sucesso.
Estava na frente do espelho, uma roupa um pouco simples para mim, mas dessa vez somente vestia uma blusa branca e uma jaqueta vermelha que combinava com uma calça azul e vans verdes... Super urban conceitual. Devia ser 19:45 então eu desci logo procurando por um taxi. Já estava na hora do meu tão esperado show!

Quando cheguei na arena, para minha surpresa estava muito mais lotado do que esperei, eu estava esperando Caio, um garoto que tinha conhecido aqui e também era brasileiro, mas ele veio para tentar ser um astro de Hollywood.
Não fiquei esperando por nem 10 minutos antes que ele aparecesse.
-Então, cheguei.
Seu sorriso era calmo e sereno. Ele me entregou o ingresso e me abraçou depositando um pequeno beijo em meus lábios.
-Vamos?
Eu segurei em sua mão e caminhamos para dentro, Katy Perry nos esperava.

Estava esperando que acabasse logo, afinal depois do show finalmente iria vê-la. A incrível cantora encerrou o show com ROAR e então eu me preparei, estava na hora.

Fiquei aproximadamente umas duas horas na fila. O M&G estava disponível para duas mil pessoas, então imaginem o quanto não demorou, mas finalmente consegui.
Um dos seguranças me cutucou e me guiou até o local, para minha surpresa o camarim era todo reluzente, arco-íris se formavam por todos os lugares e qualquer feixe de luz refletido nas paredes se tornava cores. E ela estava lá, sentada e sorridente com seu cabelo rosa me esperando. Eu caminhei com as pernas um pouco tremulas e me sentei em sua frente.
-Se sentar? Venha aqui, logo.
Sua voz era mais doce do que em suas musicas e eu me levantei com os olhos cheios de lágrimas e a abracei forte. Ficamos conversando por algum segundos e então ela me perguntou sobre minha mãe.
-Nunca a conheci.
Katy fez uma cara que mais parecia alegria do que tristeza por eu nunca ter encontrado minha mãe.
-E esse cabelo azul, meu Deus garoto...
Sim, eu não tinha pintado de azul, mas quem sabe eu pudesse falar disso pela primeira vez com alguém?
-Bem, na verdade eu não o pintei de azul... –Parei um pouco e depois me lembrei que estava na frente dela, DELA. –Eu simplesmente acordo assim de vez em quando... Meu cabelo muda de cor naturalmente.
Ela deu um sorriso e o segurança apareceu falando que o tempo tinha acabado.
-Eu realmente gostei de você, tome me encontre aqui amanha, só nós dois. –Ela me entregou um cartão com um endereço que nunca tinha visto antes. –Te espero lá, KatyCat.
E assim eu voltei para casa, sem nem ao menos conseguir dormir direito... Eu tinha um encontro com Katy Perry.


Aproximadamente três da manha. Esse foi o horário que consegui dormir, mas assim que acordei, tomei logo um banho, engoli um rápido café e peguei o carro indo para onde ela havia pedido.
Quando liguei o GPS e coloquei o endereço ele apontou para uma parte isolada de Long Island. Que diabos Katy Perry estava fazendo lá? Mas bem, não importava realmente, ficava bem perto, 50 km no Maximo.

Fui tão rápido que cheguei com meia hora, e a ausência do asfalto não ajudou.
O lugar era estranho e somente tinha uma colina com um grande pinheiro, mas de lá uma luz forte vinha e por pura curiosidade resolvi subir a colina.
Lá em cima um belo camaro rosa estava ao lado do pinheiro. E encostado nele estava Katy Perry. Ela como sempre sorriu e me abraçou, mas então entrou no carro e segurou minha mão.
-Passe pelo pinheiro. No acampamento diga que é filho de Íris, eles iram te explicar tudo, suas malas já estão no chalé. Como presente te dei roupas novas para se manter o resto do verão.
-Ahn, o que? Como assim, filho de Íris?
-Eu sou a deusa do Arco-íris, só me passo por cantora para poder me comunicar melhor com os mortais e ter um trabalho mais eficiente como mensageira, sou Íris a deusa  do Arco-Íris, conhece a mitologia grega, pois é. Agora vá. Eles vão te explicar tudo, prometo voltar pra te explicar tudo com calma.
Ela acelerou o carro e sumiu pelo céu deixando um lindo arco-íris mesmo sem ter chovido. Eu estava com as pernas tremulas mas voltei meu olhar para o pinheiro que agora tinha um placa escrita “Acampamento Half-Blood” em sua madeira. Eu caminhei por ele e vi um novo mundo abrir em minha frente. Era verdade, era tudo verdade... Deuses gregos. E eu era filho de Katy Perry... Digo, Íris.
Dan V. Ward
avatar
IndefinidosPercy Jackson RPG BR

Mensagens :
3

Voltar ao Topo Ir em baixo

Re: Ficha de Reclamação

Mensagem por Jason S. Hunter em Qua 29 Jan 2014, 18:46

Nasci em 1997 , em Belvedere , uma cidade a oeste de Los Angeles , exatamente 4.34 Milhas . Morava com meus tios Rendy e Karmen , os dois aposentados , em um bairro de classe média . Minha mãe era Atriz . A única coisa que me lembro , são seus lábios dócil , e seus olhos cintilantes azuis . Ainda não consigo entender por que tinha uma memória um pouco que ‘’fértil’’ , mesmo com dois meses de idade . Meus tios contam que ela era uma famosa atriz , chamada Jowey Hunter , tinha cabelos louros , da cor dos lindos girassóis do campo , olhos azuis , como um céu cintilante ... só de falar nela eu ... sinto uma dor enorme , como se alguém tirasse uma parte de mim , uma parte que me fazia viver neste mundo . Meu pai , me abandonará antes mesmo de eu nascer . Isso que meus tios sempre viviam me dizendo , mais ainda hoje lembro que minha mãe falava dos seus cabelos , cor do tom queimado de sol . Eles (Meus tios) sempre me diziam que nunca chegaram a conhecer meu pai , e que minha mãe o conhecerá na Califórnia , em um show que estava havendo por lá . Eles nunca chegaram a se casar , apenas ficaram , uma semana , ou duas , não me lembro direito como meus tios me contaram . Certa tarde , no por do sol , meu pai se fora ... e daí ... nunca mais minha mãe o viu , deixando ela sozinha para cuidar de uma criança .
Sempre fui problemático , sofro com o Transtorno do Déficit de Atenção com hiperatividade ( TDAH ) , só para saberem oque passei , fui expulso de 4 escolas em menos de 3 anos . Mais a academia para pessoas ‘’ inadequadas para a sociedade ‘’ mais conhecida como Escola para pessoas problemáticas de Belvedere City , foi onde tudo começou , onde acho que teria de ter morrido lá .

-Mas Tio Rendy , lá é apenas ... apenas ... para Loucos ! – Disse ao meu tio , quando eles anunciaram que iriam me matricular na Escola para pessoas problemáticas de Belvedere City , quando tinha sido expulso pela 4° vez , da escola de Yanki , por fugir várias vezes da escola para ir tocar Ukulele . Absurdo isso né ? – Por que não posso ficar em casa ?

-Jason , já conversamos sobre isso , eu e sua tia ... Temos de fazer isso para seu próprio bem ...- Tio Rendy tentava me convencer , mais tinha certeza que só queriam se livrar de mim .

-Olhe Jason ...

-Não venham com estas histórias ! – Interrompi minha tia , antes de continuar sua frase . Estava ficando um pouco irritado com esta história de ir na escola de Belvedere City – Sempre vocês falam isso , e acabam conseguindo , mais desta vez não , não vou para essa escola para ‘’loucos ‘’ .

Meus olhos estavam cintilando , não sei se era de raiva , ou de tristeza.

-Gostaria que que minha mãe estivesse aqui . Por que ela ? Meu pai , por que abandonou eu e minha mãe? Ele não nos amávamos ?

-Jason , isto é para o seu bem , sua mãe , falou que iria chegar a hora de você saber as respostas ... um dia iria conhecer o seu pai – Tia Karmen tentava me convencer

- Jason , a horas para tudo ... e sei que o melhor para fazer é ir para Belvedere City – Pelos olhos castanhos do meu tio , sabia que deveria me dirigir para Belvedere City , sabia que ele deveria estar falando a verdade .

Me virei e me dirigi para meu quarto . Sentei na minha cama , peguei uma foto de minha mãe e fiquei a observando . Por que ela ? Está é a questão que não saia de minha cabeça . Se pelo menos , na minha vida , houvesse conhecido meu pai , não estaria naquele sofrimento .

No dia seguinte , um ônibus branco , Nas laterais escritas : Escola de Belvedere City , e com um par de crianças dentro , parou perto da sarjeta da casa dos meus tios . Desci os degraus , e uma mala me esperando .

- Jason , como você estava cansado , ontem , arrumei sua mala – Tia Karmen olhava para mim , como se dizia : Não deve ser tão ruim assim .

- Obrigado Tia .

- Não quer café Jason ? – Perguntou meu tio , sentado a mesa do café.
Balancei com a cabeça , negando .

Quando sai , despedi dos meus tios , e entrei no ônibus . Olhei para o motorista . Era barbudo , vestia jeans e uma jaqueta preta . Um par de estudantes ficaram me encarando . Vergonha , isto que senti na hora . Logo , um homem, alto , magrelo , vestido de jeans e uma blusa branca se aproximou e disse :
- Meu nome e Harry , sou o professor de Latim da escola Belvedere City , prazer ... Senhor Jason , não é ?
Fiquei olhando para ele , e depois para os alunos . Ouvi uns sussurrando , e dando risadinhas . Me senti mais ridículo ainda .

- S... Sim , Jason Hunter senhor ... – Gaguejei , ainda olhando para os alunos , todos ainda me encarando e dando risadinhas .

-Olhe só senhor Jason , seja oque for , não saia de perto de mim – sussurrou o senhor Harry , mandando eu me sentar perto dele .

Seja lá oque for , fiquei um pouco assustado . ‘’Será que são todos loucos ?’’ pensei. O ônibus partiu .

-Olhe Jason , eu sei oque você é , sinto seu cheiro , hoje em dia os semideuses não se disfarçam mais ... pedem para serem mortos , e sei que não vai ser fácil – Harry sussurrava para mim

Não sei oque realmente aquele cara tinha , mais realmente estava me deixando com medo .

-Do que está falando ? – Assustado , resolvi perguntar .

Harry ficou quieto , mais quando estávamos em um deserto – Pelo menos era o que eu julgava , pois só se via areia e a estrada onde estávamos – o ônibus , quebrou . O Motor começou a lançar um cheiro de queimado no ar , e , soltava fumaça .

- Teremos de parar – Disse o motorista , se levantando e saindo do ônibus - Harry , venha me ajudar .

Harry se levantou e disse :
-Venha garoto .

Me levantei e fui atrás de Harry , com a frase na cabeça que ele me dissera ... ‘’ Não fique longe de mim’’ . Alias , não ficaria nem um pouco .
Quando chegamos lá me assustei . O Motorista não era mais o motorista . Agora ele desenvolvera garras nas pontas dos dedos , sua jaqueta e seu jeans, se transformou em parte do seu corpo – Formado por couro – e suas asas , que saiam das costas , com quase 2 metros de largura , completavam a nova figura que estava na minha frente .
-Oh não , uma fúria ... – Disse Harry frangindo a cara .

Harry também não era mais o mesmo . Tirou a calça , os sapatos , formando , um ... bode da cintura para baixo ? Suas pernas eram peludas , e não tinha pés , e sim , um par de cascos ! Tudo estava , estranho ! Harry tirou um bastão das costas e disse :

- Garoto , quero que fique atrás de mim ! – Harry partiu em uma investida para cima daquela coisa que apelidavam de fúria . O motorista se esquivou e deu um ataque de mão cerrada em mim . Acertou em cheio meu rosto . A Minha visão, cada vez mais ficava embaçada. Tudo iria ficando preto. As vozes do professor Harry, falando para mim aguentar firme, ia ficando mais baixa, cada vez mais, até que por fim... as luzes se apagaram

Quando acordei novamente , vi um ventilador em cima de minha cabeça , estava em uma espécie de uma varanda . Estava me sentindo como se tivesse sido atropelado por vários carros de uma só vez . Olhei para o lado e vi um menino ,moreno ,vestindo com blusa laranja e jeans . No centro da blusa estava escrito : Acampamento Meio-Sangue . No outro Canto , havia um adolescente , com cara de surfista , parecia normal , menos os olhos espalhados por todas as partes do corpo.

- Ahn ... Onde estou ? – Juntei as forças para conseguir falar .

- Hun ... Acordou , sou Will , e em falar nisso , você está no acampamento meio sangue !- Seu tom de voz era um pouco grosso , como se já fosse um adulto de mais ou menos 24 anos de idade

-O que aconteceu ? – Perguntei esfregando a cabeças com as mãos

-Harry se sacrificou para chegar seguro aqui . Teve sorte de Gary ter chegado a tempo antes que te farejassem de novo .

-Quem me farejar ? – Cada vez estava mais confuso .

-Calma beba isto , irei te contar tudo .

Will me deu um liquido de tom amarronzado . Olhei , e depois tomei . Tinha um gosto de biscoito com chocolate .

-Venha –Disse Will – Vou te mostrar o lugar .

Me levantei e acompanhei Will . O lugar era incrível . Campistas jogavam vôlei , outros praticavam caiaque , tinha um grupo também tomando sol , praticando natação , e até mesmo treinando com espadas ! Todos com a blusa alaranjada que Will usava.

-Bem vindo ao acampamento Meio-Sangue – Disse Will , apontando para o lugar – O único refugio seguro para meio-sangue na Terra .

-Mais , oque são meio-sangues ? – Perguntei .

-Você é um Semideus , você é filho de um mortal e um Deus Jason ...

-Então você sabe quem é meu pai ? – Perguntei animado !

-Não – Respondeu Will – Mais provavelmente será reclamado hoje a noite , na fogueira .

-Ser reclamado? – Cada vez mais estava surgindo perguntas em minha cabeça .

-Sim , seu pai irá anunciar você! Ai saberemos de que Deus você é filho.

O Fato de saber quem era meu pai, já não estava agradando , estava ficando mais preocupado...

-Venha vou te mostrar o resto do acampamento.


O acampamento era incrível, a noite já havia chegado, e era a grande hora...

A Noite havia chegado, estava mais escura do que o normal. Não havia lua, as nuvens, a cobriam, deixando o ambiente completamente escuro. A Forte brisa soava em meu rosto, fazendo os meus cabelos ''voarem''. Todavia, hoje era o dia em que saberia, quem era meu querido pai. Havia me juntado a Will na grande roda. Eram muitos campistas. Será que podia ter ''meios-irmão''. Quem sabe... Um cavalo apareceu no topo de uma pedra, aliás, aquilo não seria um cavalo. Da cintura para cima, tinha forma, de um... humano normal, e para baixo, era um cavalo. Na mitologia aquilo era um centauro...


-Queridos campistas, temos o prazer, de dar boas vindas aos novos. -Gritava o centauro, sua voz era grossa-Para quem não me conhece, sou Quíron


Cutuquei Will, mais o mesmo nem me deu bola.


-Então, esperamos as reclamações.


Não sabia exatamente oque seria a reclamação, mais logo descobri. Um garoto, baixo e um pouco gordo, tinha um sinal em cima de sua cabeça. Era um... holograma. Tinha o formato de um martelo, e em volta um fogo, Quíron o anunciará filho de Hefesto! Assim se sucedeu... Filhos de Afrodite, Ares, Ártemis, muitos se reclamavam, mais eu, estava sentado, já impaciente. Será que estava no lugar errado? Já cansado de esperar, me levantei, mais Quíron havia falado:


-Espere! Sente-se garoto, esperaremos!


Não quis questionar Quíron, então me sentei. Havia passado um pequeno período de tempo, em que ninguém falará nada. Então, todos estavam, com os olhos, fixados em mim. Olhei para cima, então vi o simbolo. Era um arco, com um ''sol'' atrás do mesmo. Fiquei animado, pois sabia oque significava aquilo. Mitologia grega era minha matéria preferida, então, sabia cada ''simbolo''. Fiquei esperando o sinal sumir, até quando Quíron, finalmente, abriu a boca para falar:


-Oh... Jason S. Hunter, filho de Apolo - Disse, se reverenciando para mim...


Então, assim, sabia, que Apolo, deus do sol, era meu pai...

Jason S. Hunter
Jason S. Hunter
IndefinidosPercy Jackson RPG BR

Mensagens :
34

Localização :
Camp Half Blood

Voltar ao Topo Ir em baixo

Re: Ficha de Reclamação

Mensagem por Klaus Rupperth Lainus em Qui 30 Jan 2014, 08:28

Por qual Deus você deseja ser reclamado?
Thanatos

▬ Cite suas principais características físicas e emocionais.
Alto e elegante(nem muito forte nem fraco). Cabelos Negros e Olhos Azuis. Introvertido e muito focado,tímido e introvertido, ambicioso só faz o que lhe convêm.

▬ Diga-nos: por quê quer ser filho de tal Deus - ou ser tal ser mitológico?
Porque além de achar a morte algo incompreendido e não temê-la, Thanatos é um Deus diferente e interessante.

▬ Relate a história da sua personagem - não haverá um limite de linhas definidos, deixe a sua criatividade fluir.
Klaus Rupperth Lainus é um jovem semi-deus que foi largado quando era bebê num orfanato. Junto com ele foi deixado um bilhete e um livro de capa preta. No bilhete havia escrito os dizeres:
" Quando a noite se tornar eterna o herdeiro das almas se erguirá e descobrirá a luz em meio as trevas mas caberá a este uma escolha e excruciante.
Ps.: O nome deste bebê é Klaus Rupperth Lainus e não deve ser chamado de outro modo. "
O livro nada se consegui descobrir pois ele não se abria porém era possível ver em sua capa desenhos macabros e aterrorizante. Apesar do espanto os funcionários o acolheram e o criaram dando a devida educação.
O garoto cresceu sem saber se tinha pais ou algum parente e muito menos alguma lembrança recorrente desse passado. Aos 7 anos já se percebia a diferença do garoto dos outros pois ele se mantinha afastado, sozinho, não brincava e estava sempre com o livro que fora deixado com ele ao ser abandonado. A essa hora os funcionários não encontram nenhum meio que o livro lhe fizesse mal, apesar de ser macabro e não podiam prender algo que por direito era dele. Ao tentar ensinar o básico para o garoto(ler e escreve) perceberam que ele era disléxico e tinha transtorno do defict de atenção e hiperatividade. O garoto além de ser muito distraído não conseguia ler as palavras. Depois de um longo período ele passou a ler mecanicamente com esforço.
Com o passar dos anos Klaus descobriu o que continha no livro já que esse se abriu para ele e era o único livro que conseguia ler sem dificuldade. O livro era de Necromancia e estava escrito em grego antigo. Com esse conhecimento ele passou a frenquentar cemitérios. Por que? Não porque acreditava em magia mais além de se sentir atraído por cemitérios ele via nesse ato uma forma de descobrir algo de seu passado.
Era uma sexta-feira treze de lua cheia Klaus estava no cemitério em mais de suas aventuras, havia tentado diversas vezes fazer que funcionasse aqueles feitiços escritos no livro mas nada. Tirou da mochila seu "kit" e pois-se a trabalhar no ritual, havia conseguido tudo aquilo com muito esforço pois era muito esperto e não desistiria fácil disto. Após chegar na metade do ritual uma escuridão preencheu o lugar. Um vento tão forte que chegava a assobiar em seus ouvidos, o frio de gelar a espinha, nada se conseguia ver. Até que ao piscar por segundos apareceu a sua frente um ser extra-corpóreo de aura negra e ele disse com uma voz que ecoou em seus ouvidos.
- Garoto o que queres com minha presença?
Com o queixo batendo de frio respondeu:
- Quero saber quem foram meus pais? Quem eu sou?
O ser gargalhou, uma gargalhada fria e sem vida.
- Você nem ao menos sabe o que é garoto?
Klaus tentou falar mais não conseguiu e portanto balançou a cabeça negativamente. Após ver isso o ser tomou outra forma, uma forma corpórea. Era uma homem de cabelos negros e curtos pentiados para trás, com os olhos fundos e totalmente negros.
- Tu és meu filho o filho da morte!
O garoto não entendeu nada.
- Você é o filho de Thanatos!
Ele lembrou de ter lido sobre esse nome no próprio livro que carregava.
- Mas não tenho tempo para explicações!
De seu bolso tirou um pequeno pingente de foice e um anel com uma caveira ao meio. Entregou a garoto que nada entendia.
- Vá para o acampamento meio-sangue , em Long Island,lá você será acolhido e esses objetos o irão ajudar na sua jornada. Mais uma coisa muito cuidado com esse livro garoto eu o entreguei porque sabia que você gostaria.
Sumiu deixando ele sozinho no cemitério. Com a cabeça a mil o garoto voltou para o orfanato pegou seus poucos pertences, roubou um pouco de dinheiro e fugiu. No caminho encontrou alguns monstros mas conseguiu escapar. Em dado momento também encontrou a deusa circe que disse a ele que se o mesmo quisesse poderia encontrar moradia em sua ilha e que tinha se interessado pelo potêncial mágico do garoto.
Como dito por seu pai chegou ao acampamento meio-sangue ainda desnorteada e foi acolhido onde agora permanece.
Klaus Rupperth Lainus
Klaus Rupperth Lainus
IndefinidosPercy Jackson RPG BR

Mensagens :
9

Localização :
Nenhuma ainda

Voltar ao Topo Ir em baixo

Re: Ficha de Reclamação

Mensagem por Klaus Rupperth Lainus em Qui 30 Jan 2014, 08:41

Off: Peço desculpas pelos erros de português estava muito nervoso quando fiz a ficha, espero realmente ser reclamado por Thanatos.
Klaus Rupperth Lainus
Klaus Rupperth Lainus
IndefinidosPercy Jackson RPG BR

Mensagens :
9

Localização :
Nenhuma ainda

Voltar ao Topo Ir em baixo

Re: Ficha de Reclamação

Mensagem por Helena Benson em Qui 30 Jan 2014, 17:56

Ficha de Reclamação!




▬ Por qual Deus você deseja ser reclamado? Caso não queira ser um semideus, qual criatura mitológica deseja ser?
Desejo ser reclamada por Perséfone.

▬ Cite suas principais características físicas e emocionais.
Helena é alta e magra, tem olhos azuis e cabelos negros, com caracóis e longos, tem pele alva. É bastante bonita apesar de não se aperceber disso. Uma das suas principais caracteristicas psicológicas é a sua teimosia e o seu orgulho, mesmo quando está errada insiste que está certa até realmente se aperceber que está errada. Ela é uma pessoa muito timida e com grande dificuldade a abrir-se com os outros. É bastante criativa e adora estar lá fora, apesar de também apreciar passar uma tarde em casa. Adora tirar fotografias de paisagens nos dias de chuva. A sua estação preferida é a Primavera e o Outono deixa-a deprimida.

▬ Diga-nos: por quê  quer ser filho de tal Deus - ou ser tal ser mitológico?
Desejo ser filha de Perséfone pois é a Deusa que mais admiro por ser a única a aceitar o deus dos mortos. Ela é uma deusa delicada e rivalizou a própria Afrodite. Ela era tão importante para os deuses que quando foi raptada por Hades o mundo ficou ás avessas.

▬ Relate a história da sua personagem - não haverá um limite de linhas definidos, deixe a sua criatividade fluir.
OBS: O player não é obrigado a ir ao Acampamento, mas deve narrar a descoberta de que era um semideus e o momento da reclamação- e se não foi indo a Long Island, como foi?

Nasci em Wellington na Nova Zelândia e sempre lá vivi com o meu pai, a minha madrasta e a minha meia-irmã. A minha mãe tinha morrido durante o meu parto e quando fiz sete anos o meu pai, Elijah, decidiu casar-se. No principio não queria aceitar a minha madrasta, Miranda, mas quando ela ficou grávida comecei a ve-la como uma mãe. Ela era carinhosa e devotada comigo, portanto não haviam motivos para não gostar dela. Durante a primária tive alguns problemas em manter-me numa escola, mas não tantos como outros semideuses. Tinha bastantes amigos e até conseguia tirar boas notas, durante alguns momentos a minha vida era perfeita, mas quando fiz doze anos tudo mudou. O meu pai morreu e subitamente Miranda ficou muito distante de mim e de Sury. Vi-me a criar a minha irmã e a ajudá-la a lidar com as mudanças de humor a mãe. As minhas notas desceram, não conseguia manter-me na mesma escola por mais de meio ano e não conseguia ter amigos. Comecei a fechar-me em mim mesma, não chorava e quase nunca demonstrava os meus sentimentos. A minha única escapatória era a leitura e a jardinagem. Percebi que enquanto estava no meu jardim a ler que me sentia como nunca antes me tinha sentido. Em casa. Quando por fim a Miranda superou o suficiente a morte do marido ela deu-me a hipótese de fazer intercâmbio para os Estados Unidos, Nova Iorque onde tinha familia. Assim mudei-me para a cidade que nunca dorme.
- Lena! Vamos! Estamos atrasadas para as aulas! - Gritou Sophie, a sobrinha de Miranda. A ruiva entrou no meu quarto e quase teve um ataque cardíaco ao ver-me na cama ainda a dormir. - HELENA BENSON! Nós estamos mais do que atrasadas para a escola! Vais ter agora História da Arte com aquela professora que te odeia e estás mais de 10 minutos atrasada! - Alertou e saiu do quarto. - EU VOU JÁ PARA A ESCOLA!
Levantei-me preguiçosamente da cama vendo o sol brilhante pela janela. Tomei um duche o mais rápido que consegui e vesti uma t-shirt cinza com flores vermelhas estampadas, uns calções de ganga e calcei os meus All Stars pretos. Peguei na minha mala e corri para um táxi, que rapidamente me levou para a NY High School. O dia correra completamente normal o que era de estranhar, já que em Wellington eu era expulsa da escola todos os anos. Quando me encontrei com Sophie no portão ela tinha mais duas raparigas e um rapaz á sua beira.
- Lena estes são a Cate, a Liv e o Dominic. - A loira, a morena e o rapaz sorriram e acenaram-lhe assim que nomeados. - Hoje estamos a planear lanchar fora.
Concordei e partimos até ao café. Sentei-me ao lado de Cate e conversámos bastante, o que me surpreendeu já que não era boa em amizades rápidas. A rapariga era extremamente bonita e bastante amável, parecia exactamente o tipo de adolescente popular. Liv tinha uma cara sorridente e bochechas rosadas e parecia bastante divertida. Dominic parecia um dos elfos do Senhor dos Anéis e parecia que me iria roubar a carteira a qualquer momento ou a meter creme de barbear na minha mala. Sentia-me enquandrado no meio daqueles adolescentes, apesar de desconhecidos. A conversa corria natural e fluidamente enquanto comiamos e até depois. Quando olhamos á nossa volta estavamos sozinhos no café a não ser as empregadas que pareciam querer comer-nos com o olhar. Subitamente Dominic calou-se e todos o olharam preocupadamente. As empregadas que antes estavam atrás do balcão agora eram agora quatro mulheres da cintura para cima mas para baixo pareciam cobras, as suas linguas reptilinias percorriam os seus lábios. Sentiu um arrepio percorrer-me o corpo. Aquilo certamente não poderia ser verdade.
Sophie retirou uma adaga dourada da bota, Cate pegou no colar que se transformou num chicote e Liv apertou a pulseira que se transformou num cajado e Dominic tinha uma espada.
- Lena manten-te atrás de mim, mas pega isto. - Sophie instruiu estendo-me uma bonita espada.
Peguei nela reticente. Eu tinha um grave problema eu conseguia cortar-me com papel , com facas nem se fala, quanto mais com uma espada. Reparei que tinha a mão a tremer. Expirei e inspirei profundamente para me acalmar, não fosse ter um ataque de ansiedade ou pánico. Os monstros avançaram para os meus mais recentes amigos e vi Cate fazer o chicote estalar no ar para intimidar os inimigos. Liv rodava o cajado na mão como se fosse uma caneta e Dominic testava a espada contra o ar. Quando o primeiro monstro se aproximou foi rodeado por Cate e Liv que o atacavam e se defendiam mutuamente. Sophie e Dominic atacaram o segundo monstro e subitamente vi-me sozinha e rodeada por dois dos monstros. Atrás de mim ouvi o grito de Cate ao ser atingida na cabeça por um monstro que se aproximou por trás. Senti um aperto no peito, o coração a bater mais depressa e a minha respiração a acelerar-se. Quando um dos monstros se aproximou de mim agarrei a espada com ambas as mãos e dirigi um golpe para o pescoço desprotegido dele. Ele gritou e desfez-se em pó dourado. Á minha volta vi os meus amigos rodeados de inimigos. Não sei realmente o que fiz mas senti uma ardencia no peito que se alastrava rapidamente para todos os meus mebros alcançando os meus braços, as minhas mãos e a pontas dos meus dedos. Tremi ao sentir uma corrente de ar frio e de repente raizes começaram a sair do chão e prenderam os monstros, dando a opurtunidade de os meus amigos os matarem.
No final do combate apressamo-nos a sair dali e Sophie curou a cabeça magoada de Cate enquanto Liv e Dominic me explicavam o que acontecera e o que eu realmente era.
- Conheces as histórias da mitologia grega? Os deuses? - Perguntou Liv.
- Sim, gosto bastante da mitologia grega mas o que é que isso tem a ver? - Perguntei impaciente.
- Não são histórias. - Exclamou Dom. - São verdadeiras e os deuses ainda têm filhos com mortais. Semideuses.
- Nós somos semideuses. Eu sou filha de Díonisio, a Cate é filha de Afrodite, o Dom é filho de Hermes e a Sophie é filha de Zeus. - Explicou Liv.
Eu tinha vontade de me desmanchar a rir, mas as caras deles eram tão sérias que estava à espera que dissessem que estavam a brincar.
- É verdade Lena! Não estamos a brincar. Existe um lugar onde todos os semideuses têm segurança. O acampamento meio-sangue onde somos treinados.
"Foi assim que vim aqui parar." Acabei de escrever no meu caderno no chalé de Hermes. "E hoje vou ser reclamada" Pensei enquanto me punha na fila par ir jantar. Quando chegamos ao refeitorio, belamente construido, em mármore branco ao estilo grego como é próprio, sentamonos na mesa e esperamos que as dríades trouxessem a comida. Escolhi duas fatias de pizza e pedi uma coca-cola. Quando chegou a minha vez deitei metade de uma das fatias ao fogo e pedi que fosse reclamada. Senti o cheiro de rosas e perguntei-me o que significava.
Helena Benson
Helena Benson
IndefinidosPercy Jackson RPG BR

Mensagens :
18

Localização :
Presa num elevador

Voltar ao Topo Ir em baixo

Re: Ficha de Reclamação

Mensagem por Ramsay J. Tyrell em Qui 30 Jan 2014, 18:47

▬ Por qual Deus você deseja ser reclamado? Caso não queira ser um semideus, qual criatura mitológica deseja ser?

Deméter.

▬ Cite suas principais características físicas e emocionais.

Físicas: Cabelos pretos, pele clara e olhos verdes. 12 anos de idade, 1,54m.

Emocionais: Alegre, engraçado, um pouco tímido também. Prefere uma conversa à uma batalha. Fiel e leal. Também é inteligente e estrategista.

▬ Diga-nos: por quê  quer ser filho de tal Deus - ou ser tal ser mitológico?

Eu sempre gostei de plantas. Já pensei em ter profissões como jardineiro ou biólogo. Eu também tive sempre essa relação com a natureza, e Deméter é uma das deusas que mais combina comigo, tanto que eu estava indeciso entre ela e Perséfone, mais preferi ela pois Perséfone é mais ligada a Hades e coisas sombrias.

▬ Relate a história da sua personagem - não haverá um limite de linhas definidos, deixe a sua criatividade fluir.


My History



                                            Day 1

Mais um dia comum na minha vida.

Já estou acostumado com a minha rotina, acordo, tomo café, me arrumo, coloco meu fone de ouvido com uma música legal e vou para escola onde encontro Gary e Gina, os meus melhores amigos. Quer por coincidência são irmãos.

[...]


- Eae Gary, beleza? - Vou ao encontro dele no corredor central. Ansioso para a prova de ciências?

- Nem brinca cara, a senhora "Jess" é uma chatice! - Sempre que ele falava "Jess" ele fazia a voz mais irritante possível. Jéssica é a professora nova de ciências, e na verdade os alunos não acham ela irritante só acham ciências difícil. Mais para mim é fácil, talvez seja até minha matéria preferida, principalmente quando fala sobre plantas e animais, resumindo "I (coraçãozinho) Biologia". Eu sou o famoso "mestre das plantas" da minha sala. E como meu amigo tenta ser engraçado ele sempre diz que se eu um dia virasse herói eu deveria me chamar Guns and Roses, e esqueci do fato de que eu amo Rock.

- E a sua irmã, está bem? - Perguntei estranhando o fato de Gina não ter aparecido, e na hora que Gary abriu a boca para falar, outra voz surgiu, uma voz feminina.

- Me procurando? - Me virei para trás e ali estava ela.
Nós nos cumprimentamos e fomos juntos para sala cinco onde a prova nos aguardava.


-Ainda bem que eu não faço parte do time de futebol da escola, se não eu acho que seria expulso. - Dessa vez uma piada nova. É que na nossa escola, se você fizer parte de alguma matéria extra curricular e não passar em alguma matéria obrigatória, você é expulso da tal "MEC".

Nós saímos da escola e fomos para casa.

Chegando lá eu conversei um pouco com meu pai que é a única família que me restou. Na verdade esse foi um dos fatos que me uniu a Gary e Gina, nenhum de nós três tem mãe.

Depois desse "bate-papo" eu fui fazer meus deveres de casa, me divertir um pouco e então deu minha hora de dormir.

                                                   
                                            Day 2

Comecei a rotina exatamente igual ao dia anterior.

Acordei, me arrumei, coloquei a música tomei café e fui para a escola onde recebi um convite inesperado. Depois da aula eu iria tomar sorvete com meus amigos. Eu ligaria para meu par para perguntar se eu poderia ir, mais eu não tinha celular ele dizia que "essas coisas" eram ruins para mim. Então nós íamos passar lá em casa antes de sair.

E assim foi. Meu pai deixou sem nem reclamar, estranhar ou falar que eu tinha tempo determinado ou iria aparecer por lá para "dar um oi".


Tony. Nós não te chamamos aqui em vão. - Disseram os irmãos um completando a frase do outro.

- Ok, então pra que me chamaram? - Eu estava interessado nisso, será que eles me chamaram pra me dar um presente?

- Não, nós não te chamamos para te dar nada!

- Você realmente me conhece.

- Bom, lembra a viagem que eu e meu irmão fizemos ano passado? - Dessa vez era Gina quem dizia.

- É claro que eu lembro, a escola já é ruim, sem vocês então!

- Nós não fomos a Long Island por passeios turísticos ou coisas do tipo, fomos porque descobrimos quem é nossa mãe.

De todas as coisas que eu não esperava, essa era a líder. - Nossa! Vocês não sabem como eu fico feliz por vocês! Vocês realizaram seu sonho! E ela mora lá? E como ela se chama? E como ela é? - Eu estava transbordando de felicidade e de motivação, aquilo me fez sentir que eu iria descobrir logo quem é a minha mãe, minha vez se aproximava.

- Primeiro, ela mora lá sim. Segundo ela se chama Héstia.

- Que nome estranho! Me desculpe, mais é! - Eu interrompi minha amiga, algo que ela odeia. - Espera, a professora de história já disse esse nome. Acho que é uma deusa grega ou sei lá.

- E terceiro, é assim que ela é. Uma deusa grega.

- Gary! Você forçou sua irmã a me pregar uma peça também? - Normalmente esse era o trabalho dele mais ele decidiu convencer a irmã a fazer isso. Deve ter sido alguma chantagem. Além disso ela era melhor atriz do que ele, a cara dela realmente parecia séria. Uma cara tão séria que eu nunca tinha visto antes e que me fez duvidar se era mentira.

- Bom, se eu não sou filho dela como eu faço isso com as mãos?

- Gary não é o lugar certo! - Mais era tarde.

- Isso o que? - Eu me aproximei.

Ele acendeu um fogo com as mãos. Aquilo não Hera possível. Foi ai que eu percebi que era verdade. Héstia é a deusa do fogo.

- Acorde! - Só podia ser um sonho, mais nada aconteceu. - Acorde! Acorde acorde acorde! - E novamente nada.

Então Gary levantou e falou para eu segui-lo.

Quando chegamos ao local eu percebi que era um beco. Na "ponta" dele estava uma charrete. Não, os cavalos na frente dele tinham asas. Ou eram águias gigantes? Estava confuso demais para pensar.


- É o seguinte. - Ela um papel e eu percebi que nele estava um texto. -   Deuses gregos existem e as vezes eles têm filhos com mortais, essas crianças herdam algumas características de seu pai/mãe divino, e junto alguns poderes. Pelo seu interesse em plantas, sua mãe deve ser Deméter ou Perséfone. E nossa espécia se chama semideus ou meio-sangue. O único lugar seguro para nós é o Acampamento Meio-Sangue onde os monstros não podem invadir. Esse acampamento fica em Long Island e é para lá que nós vamos com essa carruagem.

Eu já encarava aquilo como realidade, mais eu precisava me despedir de meu pai. - - E meu pai?

- Nós não temos tempo. E você já se despediu dele hoje a tarde.

Realmente ele estava meio diferente, e o fato de me deixar sair sem estranhar. Tudo se encaixava, e o fato de eu não conhecer minha mãe também. E meu pai já sabia da viagem, ele me abraçou durante um bom tempo e se despediu como se nunca mais fosse me ver.

Então Gary pulou na carroagem, onde me explicou melhor todo esse lance, e disse: Suba "Guns and Roses".


thanks thay vengeance @ cupcake graphics
Ramsay J. Tyrell
Ramsay J. Tyrell
IndefinidosPercy Jackson RPG BR

Mensagens :
13

Localização :
Campos

Voltar ao Topo Ir em baixo

Re: Ficha de Reclamação

Mensagem por Brenda Kinsley em Qui 30 Jan 2014, 23:24

Ficha de Reclamação!





▬ Por qual Deus você deseja ser reclamado? Caso não queira ser um semideus, qual criatura mitológica deseja ser?
Gostaria de ser reclamada por Athena.

▬ Cite suas principais características físicas e emocionais.
Inteligente, estrategista, sábia. Cabelos pretos, pele clara, olhos cinzentos quase negros.

▬ Diga-nos: por quê  quer ser filho de tal Deus - ou ser tal ser mitológico?
Porque Athena é a deusa que eu mais me surpreendo no Olimpo. Além de mim e minha personagem se identificarem com ela.

▬ Relate a história da sua personagem - não haverá um limite de linhas definidos, deixe a sua criatividade fluir.

Meu primeiro dia no acampamento não começou nada bem.
Eu estava começando na minha nova escola, a Academia St. Barbara, no estado de Nova York. Era um internato, o que achei que fosse uma desculpa para meu pai ter me deixado lá. A propósito, meu pai é John Kinsley, historiador da Segunda Guerra Mundial, que estava na Alemanha para completar suas pesquisas. Não queria que eu fosse com ele, para não "atrapalhar meus estudos". Mas eu sabia que era para não atrapalhá-lo com suas pesquisas, já que todos esses anos eu fui o obstáculo na sua vida.
Ele me criou sozinho, porque minha mãe nos deixou, então...
Mas eu sabia que meu pai não me amava. Ele sempre me olhou com olhar de desprezo, como se meu nascimento tivesse acabado com seus sonhos. Lembro até hoje, quando as outras crianças iam com seus pais na sorveteria, no cinema, meu pai ficava trabalhando. Eu o chamava mas ele me dizia que ele ia me recompensar mais tarde, o que nunca aconteceu.
Ele me deixara lá na academia naquela manhã.
-Boa sorte na sua nova escola, - disse ele não muito alegre - e tente não me ligar muito, eu vou ter muito trabalho por lá.
Eu me segurei para não chorar.
-Está bem pai. - disse eu, com a voz trêmula - Boa sorte você também. Te amo.
-Eu... - ele pigarreou - Eu também te amo.
Me perguntei se aquilo seria sincero, mas antes que eu pudesse perguntar a ele, o táxi já estava a caminho do aeroporto.
-Então - murmurei a mim mesma - a hora da tortura começa.
Entrei na escola e fui direto para o ginásio, para a apresentações dos professores. Porém, quando eu estava quase na porta, uma líder de torcida entrou na minha frente. Ela tinha o cabelo moreno, olhos escuros e usava o uniforme dos Piratas do St. Barbara. Ela era bonita, mas algo nela me incomodava, como seu sorriso,que dizia: "eu sou superior a você, e você nunca chegará ao meu nível.".
-Oi queridinha - disse ela - é seu primeiro dia? Qual é seu nome?
-Sim, é meu primeiro dia. Meu nome é Brenda. - Respondi, me perguntando por quê ela queria saber meu nome.
-Brenda Kinsley, eu estava a sua espera.
Ela ficou numa posição de ataque, como se fosse pular em mim. Mas, para minha sorte, um garoto me chamou.
-Ei novata, - ele me chamou - já vai começar. Você vem?
-Claro. Passei correndo pela líder de torcida ninja, e me juntei ao garoto. Ele era mais baixo que eu, mas parecia ser mais velho porque já tinha até barba. Usava muletas para andar. Estava com um jeans, um gorro longo e uma camiseta do Animal Planet.
-Quem era aquela? - perguntei para o garoto.
-Nem queira saber. - Respondeu-me o garoto - Vamos, precisamos sair daqui. Ele agarrou o meu braço e me levou até a outra saída, ignorando o que o diretor da escola falava.
-Espere, - disse eu, soltando meu braço da sua mão - quem é você e o que está acontecendo?
-Meu nome é Josh e acontece que aquela líder de torcida que você conheceu, Britney, é uma empousa.
-Uma o quê?
-É como uma vampira, elas são servas de Hécate e se alimentam de semideuses.
-Hécate, - perguntei eu, incrédula - tipo, a deusa Hécate.
-Sim. -Ele me respondeu calmamente
-E eu sou uma semideusa?
Quando ele foi me responder, Britney, a líder vampira, saiu do ginásio.
-Achei vocês. - Ela falou, sorrindo.
Eu desviei bem na hora que ela pulou no lugar onde eu estava. Então de repente eu entendi o que Josh falava. Britney perdeu a cor do corpo e seus cabelos eram chamas. Ela tinha presas, mas o mais estranho eram suas pernas. Uma era peluda e parecia um casco de burro. A outra tinha formato de uma perna comum, mas era de bronze.
-Meu deus, você é horrível.
Ela rosnou. Preparou-se para atacar novamente, mas Josh tirou suas calças e ele era...metade bode.
-Um sátiro - eu berrei.
Eu estava tão perplexa que não percebi que ele deu uma voadora e ela voou para dentro do ginásio.
-Você...Ela...
-Eu te explico depois agora vamos. Ele me pegou pelo pulso e me levou para fora do colégio.
-Espere aqui, - ele me deixou na calçada, depois foi ao meu da rua - "Stêthi, Ô hárma diabolês".
De algum jeito, eu entendi o que queria dizer: Pare, ó Carruagem da Danação. Um táxi novaiorquino se formou no meio da rua.
-Entre - disse Josh apressado.
-Sem essa, - respondi a ele - eu não vou entrar em um carro chamado Carruagem da Danação.
No colégio, a porta se abriu e Britney saiu toda suja e machucada de lá.
-Voltem aqui seus imbecis - sibilou ela. - Eu vou acabar com vocês com uma morte lenta e dolorosa.
-Mas eu abro uma exceção só desta vez. - E pulei no carro.
-Colina Meio-Sangue, - Josh falou, nervoso, para as motoristas do táxi - depressa!
Ela colocou o pé no acelerador e eu grudei no banco.
-Agora você pode me explicar o que está acontecendo?!
-Claro. Então ele me contou que deuses gregos ainda existiam e eles faziam parte da civilização ocidental. Também me explicou sobre monstros e como eles voltam do Tártaro e sobre eu ser uma semideusa.
-Se você entendeu o que eu disse, provavelmente é filha de Atena. Claro que todos os semideuses tem um talento especial de falar grego antigo, mas para os filhos de Atena é quase natural.
-Hum. E, - tentei baixar o tom de voz, mas não consegui - quem são elas?
-Somos as irmãs cinzentas, bobinha. - As três viraram para trás. E eu fiquei pasma: elas não tinham olhos.
-Vocês não tem olhos?!
-Temos um, - disse a que estava no volante - mas deve estar embaixo do banco.
O táxi guinou para a direita e as irmãs começaram a brigar.
-Pegue o olho Ira - gritou a que estava no meio.
-Estava com Tempestade na última vez - disse a que estava dirigindo.
-Não está mais comigo Vespa. - Disse a que estava na direita.
Elas começaram a se bater entre si. O carro guinou para esquerda e depois para a direita.
-Pare, - disse eu - assim nós vamos...
Não terminei o meu raciocínio. O táxi virou para a esquerda e começou a capotar. Eu e Josh gritávamos enquanto as irmãs ainda brigavam. O carro parou de capotar.
-Chegamos. - Anunciou Tempestade. - São dez dracmas.
Josh as pagou com moedas de ouro e saímos do carro. Subimos a colina e passamos por um dragão. Quando cheguei no topo, fiquei de queixo caído.
O vale era imenso. A esquerda tinha um campo de morangos, e um bosque gigante. A direita uma parede de escalada com o que parecia ser lava descendo pelos lados, um pavilhão grego, um lago. E no centro uma casa azul, para onde seguimos. Um homem montando um cavalo (pelo menos eu pensei que era isso até ver que o homem fazia parte do cavalo) saiu da casa.
-Você é um... é um...
-Centauro - me falou o homem. - Me chame de Quíron.
-Aham!
Eu não conseguia falar. Estava atordoada com o tanto de notícias que chegavam.
-Ela já foi reclamada? - perguntou Quíron.
-Não...Até agora.
Não entendi do que estavam falando até olhar para cima. Uma coruja brilhava acima de mim. Eu não aguentei, era tanta informação que eu desmaiei.
Então esse foi o meu primeiro dia no acampamento.
Brenda Kinsley
Brenda Kinsley
IndefinidosPercy Jackson RPG BR

Mensagens :
9

Voltar ao Topo Ir em baixo

Re: Ficha de Reclamação

Mensagem por Karl Freund em Sex 31 Jan 2014, 12:55

▬ Por qual Deus você deseja ser reclamado? Caso não queira ser um semideus, qual criatura mitológica deseja ser?
Phobos, deus do medo. Filho de Afrodite E Ares
▬ Cite suas principais características físicas e emocionais.
Gótico. Extremamente gótico. Não o gótico depressivo, que só fuma, vai todos os dias ao cemitério para adorar mortos ou coisas do gênero. O gótico comum. Tenho grandes manchas pretas ao redor dos olhos, o que assusta muitos. Peso médio, nem forte, porém nem fraco. Cabelos pretos, pele branca, Não se preocupa com beleza. Sou bem humorado e gosta de jogos.
▬ Diga-nos: por quê  quer ser filho de tal Deus - ou ser tal ser mitológico?
Porque bem, Phobos usa o medo em suas batalhas, o que eu também faço, fora que, eu sou bem "Fã" dele, meu Deus menor favorito.
▬ Relate a história da sua personagem - não haverá um limite de linhas definidos, deixe a sua criatividade fluir.
.
Acordando naquele dia, Desci estava recuperado de sua febre muito alta, de duas semanas atrás. Mal sabia eu o que ainda teria de enfrentar naquele dia, muito pior do que uma simples febre.
-Desci!-Berrava minha mãe-Vai perder o ônibus!
-Ai não...-Resmunagava eu mesmo-De novo não....
Rapidamente,desci as escadas, correndo para não perder o ônibus, nem perguntem o que aconteceu ontem, nem perguntem.
-Oi filho!-Falava minha mãe-Dormiu bem?
Com uma torrada com geléia na boca, só consegui falar palavras praticamente confusas, dificultando o entedimento das mesmas.
Correndo muito rápido, consegui chegar a tempo no ônibus, dando oi a todos.
-Oi, e ai, como vai sua irmã?
Sentei ao lado do meu melhor amigo, Henrique. eu sempre chamava ele de Hen-Rá, as três ínicias e uma rêferencia pelo fato de ele ser engraçado e estar sempre rindo. As vezes, eu desconfio dele, não pelo fato de estar de muleta, mas sim porque ele soltava pelos das pernas, MUITOS pelos. Chegou a hora do recreio. Tínhamos 20 minutos pra lanchar e se divertir. Como todos os dias, o nosso coléguinha irritado João Pedro, sempre arrumava briga, e, eventualmente, sempre perdia (Metade das quais era comigo).
-Hey,Hen-Rá-Perguntei-Sábia, que via cheats, dá pra jogar com o Akuma(Street Fighter) no jogo dos X-M....
Minha fala foi interrompida por um som estrondoso, vindo da parte superior a qual estavamos. Um Escorpião. Parecia que estava em uma espécie de caça, a qual as presas seriam nós. nos escondemos por algum tempo no banheiro, onde tive uma surpresa.
-Cara-Exclamei, assustado-que droga era aquela?
-Um escorpião, D'oh-Disse Hen-Rá, enquanto tirava as calças, mostrando suas pernas de bodes-
-Ah..Você é um bode ou eu fumei maconha?
-Não,não.-Hen-Rá falou - Sátiros, mano, Você não presta atenção nas aulas?
-Presto sim, mas , vamos logo, já terminou seu showzinho?-Tentei enganar minha mente, sobre o que estava acontecendo.-
-Vamos. Pra Long Island
-L-long Island?-Gaguejei, espantado ao ver o local que íriamos-E como vamos despistar aquilo lá fora?
-O escorpião?-Falou Henrique-A gente da um jeito.
Corremos pra fora do banheiro, desviando das pessoas que estavam estéricas. Eu virei minha cabeça pro lado, vendo o escorpião matando tudo a sua frente, foi quando me deparei com um corpo mutilado no chão, era Matheus, o garoto esteriotipado , cujo toda menina quer namorar, etc. Depois de despistar o escorpião, chamamos um táxi, enquanto o táxista dirigia, nós iamos papiando...
-Então..-falei,confuso-Vamos ver se eu entendi, eu sou cria de Phobos, Eh?
-Yup, é sim-Falou, o menino semi bode-E eu preciso te proteger de monstros, tipo aquele. E pra uma primeira lição, sem isso daqui-Falou ele, pegando meu celular e jogando pela janela-Atrái monstros.
-Meu celular-Falei, calmo- Que droga, tinha um save de jogo alí...
-Outra coisa que eu queria comentar com você é,-Falou ele esperando minha reação-Os apelidos..
-Os apelidos....
-Porque você não tem um apelido constrangedor?Ei pera ai, porque você NÃO TEM um apelido?
-Err, é que...
-Chegamos, meninos.-Falou o taxista-Deu 19,90
-Paga você Henrique.
Depois que ele pagou, descemos e começou a chover. O táxi sumiu nas sombras.
-É aqui, colega.
Olhei pra cima, Camp Half quem?-perguntei, com duvidas sobre o título-
-Half Blood, Meio sangue, traduzindo.
-Eu vou ficar aqui então?
-Vai, colega.
Karl Freund
Karl Freund
IndefinidosPercy Jackson RPG BR

Mensagens :
2

Voltar ao Topo Ir em baixo

Re: Ficha de Reclamação

Mensagem por Chelsea H. Drevoir em Sex 31 Jan 2014, 13:02

▬ Por qual Deus você deseja ser reclamado? Caso não queira ser um semideus, qual criatura mitológica deseja ser?
Gostaria de ser reclamado por Hipnos.

▬ Cite suas principais características físicas e emocionais.
Alto (1,87), magro (65 Kg), moreno, cabelos curtos e olhos castanhos. Calmo, inteligente, um pouco distraído. Tem uma imaginação muito fértil e adora ler fantasias.

▬ Diga-nos: por quê  quer ser filho de tal Deus - ou ser tal ser mitológico?
Hipnos, por ser o Deus do Sono, tem poderes no subconsciente de todos os seres. Muitas vezes imaginei ter esse poder, às vezes conseguia até mudar meus próprios sonhos, controlando situações. Muitas pessoas acham que filhos de Hipnos só sabem dormir. Eu acredito que sua habilidade em campos de batalha pode ser surpreendente. Hipnos tem filhos que caracterizam três estágios do sono: Phantasos: sonhos cheios de imaginação. Morpheus: Ilusões e esperanças que muitas vezes escapam para nosso subconsciente. Phobetor: O pesadelo propriamente dito. Um semideus filho de Hipnos teria também o dom de criar ilusões, já que seus irmãos divinos são capazes de tal coisa. Me caracterizo como um filho de Hipnos por sentir que posso reverter situações a meu favor, sem precisar de charme.

▬ Relate a história da sua personagem - não haverá um limite de linhas definidos, deixe a sua criatividade fluir.
OBS: O player não é obrigado a ir ao Acampamento, mas deve narrar a descoberta de que era um semideus e o momento da reclamação- e se não foi indo a Long Island, como foi?

Uma breve história:

Desde pequeno sofri com sonhos estranhos. Quando tinha sete anos, minha mãe, Marya, me levou à uma clínica, mas o médico não suspeitou de nada. Os sonhos foram piorando com o tempo, antes eu sonhava com prisões subterrâneas, gemidos e gritos. Agora eu sonhava com uma pessoa dentro dessa prisão. Era um homem velho, que dormia profundamente. Em uma das vezes que sonhei com ele, ele se levantou sem abrir os olhos e me disse:
- Matias... - disse o homem com uma voz cavernosa - Eles já sentiram sua presença... Sabem que você está vivo... corra, corra e nuca mais volte...
Na manhã seguinte eu completei treze anos. Questionei minha mãe sobre os sonhos, mas ela acariciou meus cabelos curtos e disse:
- Querido, foi só um sonho. - disse ela docemente. Mas minha mãe não conseguia me enganar. Li em sua expressão uma onda de preocupação tomando conta de seu ser. - Vá para o colégio, Peter está te esperando. - Minha mãe, assim como eu era alta e morena. Mas seus cabelos eram cacheados e fartos. Às vezes eu brincava, dizendo que ela parecia uma deusa grega. Na maioria das vezes ela sorria, mas agora eu sabia que alguma coisa estava deixando ela preocupada.
Peguei minha mochila e ela me ofereceu um saco de papel roxo. Ela sabe que eu adoro roxo. Dentro dele com certeza tinha meu lanche preferido: Bolinho de chocolate com cobertura roxa.
Saí do prédio de dez andares de Seattle e me encontrei com meu melhor amigo, Peter. Ele estava mancando como sempre. Quando perguntei pela primeira vez a ele o motivo do problema, ele disfarçou e disse que era um problema que ele tinha desde criança. Pegamos uma atalho até a escola e chegamos aos grandes portões da Academia Prince. Minha mãe nunca quis me deixar em um internato, mas depois de várias consultas na maldita clínica, acharam que eu era um garoto problemático e com dislexia.
- Ora, ora - disse uma voz áspera e cruel - Se não é o filho da Doceira Bruxa.
Todos ao redor riram. Odeio quando o inspetor Harris implica comigo. Normalmente ele era uma boa pessoa, se você não reparar nas costas arqueadas e expressão de vampiro dele. Suas longas mãos se esticaram e agarram meu lanche roxo.
- Agora que o menino completou treze anos - disse ele exibindo o saco para todos - A Bruxa resolveu envenená-lo. Não vamos permitir isso, certo?
Ele ignorou meus chutes e pontapés e atirou longe meu lanche. Cara, como eu odeio inspetores. O sinal tocou e todos se dispersaram. Harris voltou para o prédio com um sorriso maligno. Bom, hoje eu não ia passar a tarde na detenção. As aulas de História sempre foram minhas favoritas. Ganhei nota máxima num trabalho sobre os aspectos políticos e econômicos da Grécia Antiga. O professor Sanders sempre me elogiou. Mas naquele dia, tudo era especial para mim.
Depois da escola, o inspetor Harris me chamou. Pedi para Peter me esperar em casa, sabia que havia me encrencado. Harris estava sentado, em sua costumeira pose de vilão. em sua mão esquerda, um globo de neve dançava em seus dedos finos e pálidos.
- Sente-se Sr. Blake - disse ele casualmente. Me assustei. Nunca ouvi ele falando daquele jeito. - Você sabe... o que é isso?
- Hmm - olhei para o globo - minha... perdição...?
- Hu... - ele riu secamente - Sempre com uma imaginação fértil, não é mesmo? - de repente sua expressão mudou. Seus olhos ficaram vermelhos e seus cabelos caíram. Ele definhou ainda mais e uma capa marrom surgiu em seu corpo. - Isso.. é...  A PRISÃO DE SEU PAI!!!!!!
Eu pulei da cadeira. Meu pai havia sumido quando eu ainda estava no berço da maternidade, minha mãe me dissera. Mas olhei bem para o globo e vi algo que fez meus cabelos ficarem em pé. A caverna de meus sonhos. Um velho homem estava profundamente dormindo. sua barba crescia desmedidamente. Aos seu lado, três velhas senhoras curvadas e enrugadas teciam os fios de sua barba. Eu havia lido sobre isso antes. Eram as Parcas, as videntes que decidiam o futuro de cada ser. Mas então aquele era...
- Seu pai - disse Harris adivinhando meus pensamentos - Ele nunca acordou. Se depender das Parcas e dos seres do reino de onde eu venho, essa vai ser sua condição... para sempre.
Ao dizer isso, um trovão explodiu e nós dois nos abaixamos. Ele fez um sinal para que saíssemos da sala e me conduziu até os portões da Academia. Peter arregalou os ohos quando me viu com o Sr. Harris.
- C-Caronte? - disse ele ficando mais pálido do que já era. Peter e eu tinhas um belo contraste. Ele era um pouco mais baixo do que eu, era branco, cabelos rebeldes e ruivos e olhos negros vívidos. Eu tinha uma pele bronzeada e era levemente musculoso. - O que você está fazendo...
- Precisamos nos apressar - disse ele me entregando o globo. - As Fúrias estarão cercando o prédio em pouco tempo. Meu mestre nunca vai me perdoar por isso, mas eu tenho dívidas a pagar - disse ele levantando os ombros ossudos. Ele assobiou fortemente. Um carro antigo, no estilo dos primeiros que chegaram na Europa, surgiu na rua. Era todo preto e tinha um ar ameaçador.
- Entrem - disse Caronte/Harris - elas vão chegar daqui a pouco.
- Mas... - eu hesitei. Ele não podia enfrentar aqueles bichos sozinho. Eu havia lido bastante sobre mitologia. Sabia que as Fúrias eram criaturas impiedosas e cruéis - Você vai ficar bem?
- Garoto - disse Caronte rindo - Eu estou bem. Apenas entre no carro.
Ele abriu a porta do motorista e eu levei um susto. O condutor não tinha corpo. era uma capa marrom com mangas no estilo mafioso e um chapéu curto com óculos escuros.
- Colina Meio-Sangue - disse Caronte. O chapéu acenou e as mangas conduziram o carro.
Pater começou a tirar seu casaco e suas calças jeans folgadas. No começo eu achei estranho, mas depois quase tive um ataque. Debaixo das calças... pernas de bode surgiram.
- Hey, hey - eu disse assustado - Você é um...
- Sátiro - completou ele - Não temos tempo para apresentações, elas nos acharam.
- COMO É??? -  eu disse nervoso. Ótimo, agora um bando de demônios ia nos perseguir. Acariciei meu colar. Minha mãe havia me dado de presente há muito tempo. Era um colar simples, com um pingente de ampulheta reluzindo em prata.
Depois de algumas horas, uma nuvem negra surgiu atrás de nós. Ela acompanhava o movimento do carro, que seguia em alta velocidade para Long Island. De lá, surgiram formas esqueléticas e horrendas com asas de morcego e dentes afiados. Bem a tempo, paramos na entrada de uma reserva. Eu desci do carro e Peter me acompanhou. Ele estava em um estranho conjunto de roupas de couro e fivelas. Seus cascos eram negros como ébano. As Fúrias chiaram de ódio e avançaram. O carro antigo disparou pelo caminho de volta.
Corremos para dentro da floresta. Depois de alguns minutos, um enorme arco no estilo grego estava diante de mim. As Fúrias estavam se aproximando. Peter tirou uma espada curta das costas e ameaçou os demônios. Elas ignoraram o sátiro e partiram para cima de mim. sem ter o que fazer, estiquei meu pingente em sinal de proteção. Dele, uma enorme onda de areia explodiu e atingiu as Fúrias. A cada uma que se aproximava, uma golfada de areia saía da ampulheta. Depois de todas terem sido derrotadas, eu desmaiei de cansaço.
Acordei em uma cama armada de hospital, em uma tenda. Um menino com aparência sonolenta e distante estava me observando.
- Finalmente - disse ele com um bocejo - Depois de cinco dias, você acordou!
- É...- disse eu confuso - Quem é você?
- Ah - disse ele se espreguiçando - meu nome é Clóvis. Fiquei no lugar de Annabeth, ela teve que cuidar de alguns assuntos...
- Onde está Peter? - eu disse me levantando e ignorando as dores
- Ele provavelmente está conversando com Quíron - disse Clóvis - Matias, enquanto você dormia, seu pai o reclamou.
- Como assim? - eu perguntei ainda mias confuso
- Entendo que seja estranho para você - disse ele. Clóvis me explicou tudo sobre o Acampamento Meio-Sangue, os Deuses e chalés. - Como semideus, você absorve essas informações com facilidade. Assim como você decifrou a inscrição no portal do Acampamento. - Eu me lembrei daquele portal. no início as letras em grego estavam confusas, mas depois eu havia lido: Acampamento Meio-Sangue. - Sua dislexia é sinal de que você nasceu com a mente treinada em grego, não em inglês. Mas como eu havia dito, você foi reclamado... Na verdade, a marca ainda está aí...
Ele apondo para cima e eu senti uma luz roxa brilhar acima de minha cabeça. Um travesseiro roxo flutuava, símbolo de Hipnos, meu pai. Agradeci mentalmente a Caronte por ter me ajudado.
Chelsea H. Drevoir
Chelsea H. Drevoir
Curandeiros de Asclépio

Mensagens :
292

Localização :
Healing Hills

Voltar ao Topo Ir em baixo

Re: Ficha de Reclamação

Mensagem por Evan LaLaurie em Sex 31 Jan 2014, 16:13


▬ Por qual Deus você deseja ser reclamado? Caso não queira ser um semideus, qual criatura mitológica deseja ser? Afrodite

▬ Cite suas principais características físicas e emocionais. Amigavel, justiceiro, educado, mesmo nivel de igualdade com todos, gosto de ser respeitado e assim vou respeitar todos, divertido, engraçado, pervertido, malicioso.

▬ Diga-nos: por quê  quer ser filho de tal Deus - ou ser tal ser mitológico? Porque me identifico com a deusa Afrodite, pessoalmente me identifico, coisas correspondente ás qualidades dela se refletem em mim.

▬ Relate a história da sua personagem - não haverá um limite de linhas definidos, deixe a sua criatividade fluir.

5 Anos Atrás

[/size]Tudo começou assim.5 anos atrás eu estava andando pelas ruas de Londres, caminhava tranquilamente e um pouco alerta pois eu acabara de fugir do meu mordomo, Robert.O dia estava nublado, um dia frio.Acabara de sair de um café carregando um copo térmico de capuccino de amêndoas, o meu favorito.Bem no centro da cidade estava caminhando em uma luxuosa avenida, todas as pessoas estavam muito bem vestidas, sorridentes e com um astral positivo.Vestia eu trajes de frio como todos os outros britânicos da avenida, um longo casaco cru e coturnos.Porém uma única lembrança repercutia em minha mente, aquela de uma mulher de meia idade, aparentava ela bem conservada e algo me dizia que quando era mais jovem deveria ser exuberantemente bela.Ela havia me observado de modo profundo dentro do café, mas me olhava de um modo diferente,não era como se estive me flertando ou apenas observando, era um olhar gélido e malicioso.Via eu através dos óculos escuros e de boa marca, olhos verdes ou azulados e cintilantes, sua língua roçava os lábios de uma forma perigosa.Tentei disfarçar e fingir não me importar com ela, tanto que eu já havia perdido as contas de quantos casos estranhos haviam acontecido, um deles mesmo na semana passada, mas tudo sempre acabava bem, Robert me tirava do local rapidamente quando já não gostava de alguma coisa, e por ordens do meu pai eu não podia discutir e nem reagir, quando Robert achava que não era um bom lugar, ou via algo estranho eu já ia entrando no carro novamente e rumando para outro local...
- Tomara que você não me ache pelo resto da tarde Robert... Afinal, a pé e sem carro bem no centro de Londres, acho um pouco difícil  que você me encontre...
Disse eu em um tom baixo de voz, como se eu estivesse dizendo para mim mesmo, enquanto eu rodava as chaves do próprio carro que Robert usava para me levar para qualquer lugar, era na verdade o meu carro porém eu raramente dirigia pois eu ainda não tinha carteira de motorista as únicas vezes que eu o havia dirigido fora quando o pegava sem permissão e me aventurava pelas ruas de Londres.Sempre era Robert quem o pilotava.Eu me dirigia ao rumo de uma ponte que passava por cima de um imenso lago.Em especial olhava eu muito para as garotas que via e flertava com elas, as mesmas me acompanhavam com o olhar paralisadas no meio da avenida, e lentamente me seguiam, todas as outras pessoas também me olhavam fixamente mas eu não jogava tal charme para elas sendo assim não me seguiam apenas me observavam de forma paralisada, fixa.Sabia eu que elas estavam fazendo tal ato, mas não dava a mínima era como um hobby, ficava fascinado como todos acabavam me seguindo, apenas quem eu escolhia.Chegando á ponte vi que apesar da multidão de garotas que eu flertara antes estarem espalhadas todas atrás de mim me observando, havia aquela mulher, aquela mulher do café... aquela mulher qual a sensação me lembrava o perigo.A olhei bem tentando encarar qual era a dela, porem a mesma disfarçava bem me deixando dúvidas se ela estava ou não me seguindo, sendo que eu não flertara com ela e nem tinha tentado nada com ela.
- Preciso agora me livrar dessa gente e sair daqui... Não posso arrumar confusão, se não eu nunca poderei sair sozinho e livre para onde eu quiser... Preciso provar que posso me virar sozinho...
Dizia para mim mesmo.Ainda segurava o copo térmico cheio de capuccino de amêndoas que agora estava quase na metade.Pensei em atravessar logo aquela ponte de forma rápida e chegar ao parque que está do outro lado da ponte,ai eu pegava um taxi e ia pra outro lugar, um shopping, um boliche, ou ate mesmo no relógio Big Ben.Chegando ao parque já me apressei para despistar todas aquelas garotas a qual eu flertara.Apenas olhei para elas com um ar mais bravo e grosseiro, que as mesmas paravam de mês seguir e saiam desse “transe”.Rapidamente cortava caminho por uma saída do parque e pegava um taxi e dizia:
- Para o Hills, shopping a 15 quadras daqui.
Eu já havia terminado com o capuccino pelo caminho ao shopping e me livrei do copo térmico.Paguei o motorista do taxi e fui logo dar uma volta pelo shopping para descontrair.Após muito andar pelos andares do shopping, me veio na cabeça aquela mulher ela era realmente estranha, eu me sentia em perigo em relação a ela, como das muitas outras vezes em  que eu havia presenciado coisas estranhas... coisas fora do normal.Eu sentia aquela presença de novo, aquela presença horripilante.E como se tudo fosse a maior brincadeira, assim que eu olhei para o outro lado das sacadas do terceiro andar que observavam o segundo andar do shopping, lá estava ela, me observando com um sorriso sarcástico no rosto.
- Que desgraça!... O que será que ela quer, não tenho dúvidas ela está me seguindo.
Após dizer isto eu parto para o lado das sacadas, onde a enigmática mulher se encontrará, e a encarava tentando dizer que eu não estava para brincadeira.Por um lado era muito engraçado pois eu nessa época tinha apenas 12 anos e não aparentava ser algo com que não se deve mexer.Assim que a encarei por alguns segundos segui reto e fui em direção ao banheiro masculino, não sabia ao certo porque fiz isso mas estava meio desorientado, e pelo menos achei que ela por ser mulher não entraria ali.
- Pronto, espero que agora ela me dê paz...
Disse eu entrando no sanitário.Entro no banheiro e vejo que o mesmo está totalmente vazio, vejo a ultima porta, bem no fundo do corredor.Esse corredor do banheiro era cheio de pias com espelhos enormes seguidos de cabines para necessidades tudo isso em ambos os lados(primeiro vinham as pias e espelhos de ambos os lados e depois as cabines de necessidade de ambos os lados também e no final de tudo isso havia uma porta).Aquela porta estava meio entre aberta.Abro esta ultima porta e era uma despensa com vassouras,rodos e produtos de limpeza.Neste exato momento escuto a porta do banheiro se abrir lentamente de forma elegante, mas eu já sentirá que era aquela presença perigosa.Corri com a intenção de fugir, ou trancar a porta porém ela entrou rapidamente e já disse:
- Não tente escapar querido...
Pensei que ela podia já estar ciente de que eu estava querendo me livrar dela
- O que você quer? O que quer comigo? Diga ! Quem é você?!
Comecei em um tom normal de voz, porém no fim da frase eu já estava gritando.Minha expressão era enfurecida e fixa naquela mulher, via apenas a língua roçando os lábios de uma forma reptiliana.
- Vocês todos são tão ingênuos, sempre aparecem sozinhos, fugindo querendo conhecer o mundo lá fora... o mundo que dará um fim em vocês!...
Ela se aproximou, eu já estava andando de costas saindo do começo do banheiro onde era as pias e espelhos, chegando agora na área das cabines.Ela parou ficando mais ou menos 3 metros de mim e disse:
- Seu rosto é mesmo como dizem... Harmonioso... Não gostaria de ter que dar um fim a um jovem tão belo, um jovem afrodisíaco... Hahahaha... Afrod... é sua cabeça realmente será um ótimo troféu, já que em um lugar público como esse não sei se conseguirei sair com o corpo todo... Sem dúvidas uma pena...
Respondi:
- Quem é você?! Não pense que vai conseguir vir me chantageando ou me ameaçando!... O que você está falando?!...
Naquele momento meu corpo que sempre fora escultural se “empinara” de forma a mostrar força e tentar intimidar a mulher, e com os punhos fechados eu estava.Só pensava em entender todas as palavras que ela dissera e em uma forma de contra atacar tudo aquilo.Ela me respondeu:
- Sabe meio-sangue os nomes tem muito poder, ainda mais os desses seres... Hahaha... você realmente me lembra ela, e esse cheiro, que cheiro exuberantemente forte, não é como os dos outros é muito além, de uma forma maior até que os dos 3 grandes... realmente não posso deixar você passar daqui, tenho certeza que será uma ameaça extrema para mim e para muitos outros... Vou acabar com essa futura premonição agora mesmo, antes que você descubra o imenso poder que flui em você e aí sim o meu fim e o de muitos outros estará declarado.
Naquele momento, já pensava em mil coisas sobre como me defender contra essa tal ameaça.Corri para a despensa, estava escrito na ultima porta, apesar da dislexia eu conseguia ler praticamente quase tudo, meu pai sempre contratara vários mestres sobre dislexia para me ensinar a como combater a mesma além dos diversos tratamentos, conseguia ler de forma habilidosa praticamente tudo, desde que não fosse textos de letra em tamanhos diferente com cores berrantes em neon, e vários brilhos, luzes acendendo aleatoriamente... Coisas assim são realmente o terror para qualquer um com dislexia.Enfim abri a porta e vi logo de cara um rodo o peguei e como se o instinto me levasse, rapidamente o bati na pia bem no meio dele, e o mesmo se quebrou, sentia eu que era uma madeira resistente, e com ele partido ao meio eu tinha em mãos dois grandes espetos que estavam realmente afiados, já que ao se partirem surgiram no lugar da rachadura picos pontiagudos pois fora um rodo quebrado em dois.Segurava os espetos em cada mão e planeja usar como arma contra a tal mulher.
- É vai caber dentro da bolsa...
Disse ela abrindo a bolsa e colocando a mesma encima da pia enquanto analisava o tamanho da minha cabeça.
- Se afaste de mim! Agora!
Eu olhava para a porta pensando em golpear, derrubar ou despistar a mesma e fugir do banheiro e do shopping direto pra casa.Porém a mesma me mostrou as chaves do banheiro em suas mãos e disse:
- Procurando por isso?... Relaxe vai ser rápido, como um flash, vai ficar tão lindo, só fico triste por ter que deixar o corpo caso eu não ache uma forma de o tirar daqui... Mas tudo bem, agradeço você, pois sempre que saiu, fez essas graças que a sua mãe sempre fez, como flertar e chamar a atenção de todos, fazendo com que fiquem apaixonados e blá blá blá... Obrigado por chamar bastante atenção isso me ajudou a encontrá-lo e com esse cheiro... que cheiro estrondoso.
Eu já estava arrependido de ter fugido, estava realmente em apuros e me sentindo culpado e assustado de não sair dessa, mas o sentimento de batalha, a vontade de ir acabar com aquela mulher e sair dali eram maiores, eu não sabia, mas sentia que ela não era uma coisa boa então disse:
- Você conhece minha mãe? Pelo menos sabe quem ela é? Por favor me diga primeiro tudo sobre ela!
Eu fiquei realmente em choque quando ouvi a palavra mãe e só em pensar que ela conhecia minha mãe me enlouqueceu, meu pai nunca dissera muito sobre ela, apenas que era estrangeira se conheceram 12 anos atrás e se apaixonaram perdidamente e assim que eu nasci ela ficou conosco por 9 meses e teve de partir para longe, segundo meu pai ela só deixou uma carta, dizendo que sempre estaria bem e estaria nos olhando e protegendo mesmo de longe, e que sempre iria nos amar.Meu pai disse que não sabia para onde ela havia ido e não fazia a mínima de onde ela poderia estar.
- Sabe garoto falar sobre sua mãe não é necessário agora, apenas olhe para mim e logo tudo acabara, e lá embaixo você provavelmente descobrirá noticias sobre ela.
A mulher começou a retirar o turbante que envolvia sua cabeça, enquanto retirava, eu ouvia vários sibilos como se várias cobras estivessem ali presente.Enquanto isso a língua da mulher se alongará facilmente ate a ponta do queixo e de forma fina como a de uma serpente.
- Cobras?...
Cobras essa palavra repercutia em minha cabeça.Eu sempre fui obrigado a estudar mitologia grega, e eu sempre amara mitologia grega, ai que me dei por conta.E disse para mim mesmo:
- Sibilos, aspecto reptiliano, mulher, olhos intrigantes...
Meus conhecimentos queimavam e eu pensava em varias criaturas gregas que se encaixavam, ate que liguei o turbante escondendo algo, e com vários sibilos e os óculos.Eu disse para mim mesmo:
- Medusa!...
Disse ela:
- Hahaha... isso mesmo meu querido, agora olhe para mim.
Acabara ela de tirar o turbante e varias cobras se estendiam serpenteando pelo ar invés de cabelos, naquele mesmo momento desferi um chute rapidamente acertando os peitos da Medusa, ela fora lançada 1 metro para trás e gritou:
- Aaaaargh! Você vai pagar meio-sangue! Vou dar um jeito de levar seu corpo todo depois dessa!
Minha cabeça estava louca todas aquelas aulas de mitologia grega de vários assuntos diariamente, todas as aulas e tratamentos contra dislexia e todos os milhares de encontros realmente horripilantes e sobrenaturais, todas as vezes na minha vida, tudo, tudo girava e tudo sempre acabava bem sempre acontecia algo que me tirava do apuro, sempre Robert ou outra coisa que me confortava como o próprio amor...Quando Robert não estava por perto,alguma força misteriosa me guiava sempre, e me livrava do apuro, as vezes até algum animal, como  uma vez no  Lago Loch Ness na Escócia... Fizemos uma viagem para lá eu e meu pai, Robert fora conosco, e eu fugi novamente pois estava enlouquecendo por nunca poder sair sozinho, me aventurei pelos bosques á caminho do famoso lago até que uma enorme criatura me perseguiu furiosamente eu não consegui ver como era, mas era quadrúpede e do tamanho de uma picape, eu jurava que era um Leão, e assim que cheguei á margem do lago sem fôlego uma revoada de cisnes se voltaram contra a criatura que me perseguia e a sensação de amor em mim fluiu novamente em mim naquela vez e depois a criatura fugiu.Mas nessa hora eu estava sozinho.Meus olhos estudavam o local planejando um ataque para me livrar daquela asquerosa víbora, nesse mesmo instante meu cérebro se fixou apenas em, destruir a Medusa para que eu pudesse sobreviver tudo se organizou repentinamente em minha cabeça.Assim que a mesma partiu para cima de mim sem seus óculos e com garras de bronze que cresceram e se tornaram afiadíssimas que elas escondia por de baixo das luvas negras soltou ela um grito de fúria de forma que estava vindo para me matar.
- Aaaaaaaaaah!
Até que pelas imensas entradas de ar, que eram na verdade longas janelinhas de banheiro que havia dos dois lados do banheiro bem rente ao teto (com 30 cm de altura e eram da largura das duas paredes, acompanhando-as desde o começo até o fim das mesmas) entrou uma revoada de pombos que foram diretamente de encontro com a Medusa atacando-a.Bicavam e atacavam com as garras na face da víbora, eram rápidos, quando ela ia os pegar fugiam por onde entraram nesse momento senti aquela sensação de segurança e conforto, uma sensação de amor percorria por toda minha alma.Ainda estava fixo na Medusa porem a olhava bem acima dos seios pois tinha que ter ela na vista, pois se eu a olhasse nos olhos dela seria o meu fim.Naquele momento eu corri em direção a ela, era o melhor momento que eu tivera para contra atacar, e a mesma gritou com raiva:
- Morra Semi-D... u-u... u-ussssssssss
Eu fui mais rápido.Antes mesmo dela poder terminar a frase como queria eu já havia golpeado ela apenas soltou um longo sibilo no final de sua frase.Assim que parti pra cima dela já tinha certeza que os pombos não conseguiram feri-la porem me salvaram e senti que algo estava por trás disso, algo que me recebia com um amor profundo nesses momentos de perigo isso já acontecera tantas vezes que não podia ser o acaso.Quando fiquei 1 metro dela ela tentou me atacar com as garras porem desviei para baixo e quando subi cravei os dois espetos enormes que eu estava segurando de baixo das costelas delas e de forma cruzada formando um “X” com os dois sabia eu que ela não resistiria a isso, pois certamente era um golpe mortal.E eu gritei:
- Morra!
Eu não sabia ao certo como havia feito isso tudo, foi como se eu ativasse um modo de batalha e tudo acontecesse assim que tirei os espetos dela a mesma em estado de choque e paralisada caiu de costas no chão.Pulei pra cima dela e cravei novamente os espetos nela um por um no pescoço da asquerosa, e a mesma soprou suas ultimas palavras
- Ev...an você me p... filho de Af...
Medusa estava destruída bem de costas no chão do banheiro bem na minha frente.Eu notei que no lugar onde eu havia ferido a mesma não havia sangue, parecia areia negra, parecia que ela era feita dessa matéria ela começou a se desfazer e nesse mesmo tempo surgiu Robert arrombando a porta do banheiro, ele rapidamente tirou uma faca com uns 20 cm de comprimento e começou a serrar o pescoço de Medusa, assim que o separou disse:
- Você está frito! Vai ver só! E me paga! Vamos para casa!
Eu estava assustado, Robert acabou de ver a Medusa morta bem no banheiro de um shopping e apenas arrancou a cabeça dela e colocou na bolsa que a mesma havia deixado encima da pia para por a minha própria cabeça.Eu disse:
- Ro-Robert... Você tem noção do que esta acontecendo? Do que aconteceu? Do que vai acontecer, sei lá !?
Disse ele:
- Chega! Basta! Venha corra Evan vamos! É um assunto sério!
A Medusa desintegrou de vez desaparecendo, virara aquele tipo de areia e desapareceu.Joguei os espetos que antes fora um rodo de volta na despensa e a fechei, sai do banheiro com Robert carregando a bolsa de Medusa contendo a cabeça da mesma lá dentro.Olhei pro chão e vi os óculos da minha perseguidora e as chaves do banheiro e disse:
- Vou pegar isso também...
Peguei os óculos dela e dei um chutinho nas chaves fazendo as mesmas irem parar dentro de uma das varias cabines de necessidade e corri atrás de Robert.Saímos do shopping urgente, fomos para o estacionamento e vi o carro que eu roubara a chave com o vidro do motorista estourado e perguntei:
- Como você consegui...
Robert interrompeu:
- Fiz ligação direta!
Respondi:
- Mas e o vidro?!
Respondeu Robert:
- Entra logo!
Entrei no carro e em questão de minutos chegamos em casa.Minha casa era um famoso casarão de Londres, era situada em um local luxuoso.Os portões do casarão se abriu e Robert entrou acelerando de forma furiosa para dentro, os portões se fecharam.Descemos apressados do carro e fui levado por Robert rapidamente para dentro de minha casa.Ela era bem grande, um casarão de cor branca e vários detalhes e arquiteturas encantadoras de tonalidades escurecidas e muitos detalhes com mármore, além de jardins e vários chafarizes.Robert disse:
- Para a sala central já!
Não retruquei.Corri direto para a sala central.Era uma enorme sala com lareira no centro, sofás, piano, quadros,e diversas e várias outras coisas,era uma das luxuosas salas que havia em minha casa, essa era a  qual sempre usamos para conversar, e para visitas além de outras coisas.Vi meu pai em pé me esperando nessa sala com uma expressão um tanto confusa e desesperada.Meu pai disse em um tom agradável:
- Evan, temos que conversar muito meu filho! Muito mesmo!
Eu disse logo em seguida:
- É lógico que temos que conversar! É mais que óbvio!
Meu pai me deu um abraço forte, eu o abracei de volta consolado.Robert se sentou no sofá e nós nos sentamos também.Meu pai disse:
- Filho temos que ter uma conversa agora, a mais séria que já tivemos e preciso que prometa que prestara atenção em tudo.
Fomos iniciando uma conversa que iria mudar minha vida para sempre, essa conversa certamente fora a mais importante de toda minha vida, foi a conversa que me revelou toda a verdade, que revelou toda a minha identidade para mim mesmo.Eu descobri nessa imensa conversa que a mitologia grega, diferente das outras é real, que todos os monstros os deuses e criaturas, tudo existe e sempre existiu.Descobri que eu era um meio-sangue, e me lembrei que Medusa havia me chamado disto também.Meu pai e Robert que aparentava um conhecimento maior que meu pai nesse caso me contaram tudo, me abrirão o jogo de que toda a mitologia grega existe,o Olimpo e tudo mais.E eu disse:
- Mas o que nós temos a ver com isso? Como as outras pessoas não sabem? Como elas não conseguer ver isso tudo?
Robert disse:
- Só os meios sangues e todos os seres da mitologia grega podem ver, humanos não podem, seu pai não pode Evan.
Eu mesmo sabendo que eu era um meio-sangue, não entendi direito, ainda não tinha caído a ficha era como se eles tivessem me dito que eu uso roupas e pronto, me dizer que eu era um meio-sangue não me chocou, só no dia seguinte eu iria parar para pensar e por na cabeça: Espera ai! O que!? Eu sou um meio-sangue?! Semi-deus?!A conversa continuou,para mim foi mais fácil entender pois eu sempre tive experiências super estranhas, fosse na cidade, em alguma viagem com meu pai, na escola, aonde fosse tudo se ligava, minha vida fez sentido.Após muito conversar já era de noite e fui tomar um banho e logo me deitei,meu pai ficou em meu quarto sentado em uma poltrona lendo a carta que minha mãe deixara as presas quando partiu.A noite passou com todos os guardas que vigiavam minha casa por ordem do meu pai fiscalizando toda a casa e Robert vigiava meu quarto durante toda a noite.Robert na verdade era um semi-deus ele podia ver tudo o que um humano não via, ele não era afetado pela névoa que não permite que os humanos descubram toda a verdade.Na manhã seguinte acordei e incrivelmente acordei bem e dormi bem, no café da manhã tivemos mais conversas e fiquei ciente de tudo, da névoa, dos tipos de criaturas que existiam,de como os deuses interagiam com o mundo,de como encontrar o Olimpo,de como ele podia mudar de lugar e de diversas outras coisas, até mesmo do Mundo Inferior nós falamos, apesar de que eu já conhecia muito sobre mitologia grega pelas diversas e imensas aulas que eu tinha.No fim desta tarde meu pai decidiu me contar sobre minha mãe ele começou a contar toda a história de que em uma viajem para a França, ele conhecera uma mulher que era exuberantemente linda e ambos se apaixonaram, decidiram pegar um luxuoso trem em uma estação em Paris e vieram para Londres onde viveram juntos por um tempo nesta mesma casa onde moro.Eles eram apaixonados, e com o passar do tempo que ficaram juntos eu nasci minha mãe ficou com a gente até 9 meses depois que eu nasci e teve de partir.Meu pai contava os momentos dele com ela como os mais felizes e mais intensos que teve, que o que ele sentia por ela era o que ele sentia por mim e de como a amava.Seus olhos brilhavam com um amor incrível e eu refleti tudo aquilo.Comecei a entender e ele logo me disse para que eu conversasse com Robert para depois juntos eles me contarem uma coisa que eu não havia dado muita importância, ou apenas não havia entendido direito.Robert me contou que era um semi-deus prole de um deus com um humano e me explicou tudo, e isso provava todas muitas vezes que ele fazia coisas incríveis, e a conversa foi avançando.Meu pai voltou e disse:
- Agora Evan você já deve estar pensativo... O modo como ela te chamou... O cheiro ... Porque você pode ver a névoa ... Sobre você também conseguir fazer coisas incríveis... Você é um semi-deus
Meu coração já estava conformado que ele iria falar disto, porém eu precisava de calma para poder absorver tudo aquilo, meu pai nunca me contara pois não queria que eu cometesse erros que poderiam ocasionar minha morte, que eu não fosse ingênuo e fosse exposto, mesmo que com minhas fugas, e roubos dos carros de meu pai acabavam sempre em apuros, porém eu nunca descobria a verdade, até que no dia anterior eu havia descoberto tudo.Ele me disse que o meu cheiro para os monstros era muito profundo, era muito exuberante e que ele de nenhuma forma conseguira controlar, nem mesmo espalhando odores fedorentos por envolta do casarão e de muitas outras formas ficava difícil.Até que depois de muita conversa eu disse:
- Certo... Eu vou para o Acampamento Meio-Sangue vou treinar, batalhar e me tornar um digno semi-deus e vou sim lutar pelo bem deste mundo, vou lutar a favor da justiça e vou fazer o que for justo e digno a todos... Mas quem é minha mãe? Quero dizer que deusa é ela? Tenho muita vontade de vê-la e de conhecê-la
Meu pai me olhou carinhosamente e disse:
- Você já esta com informação de mais eu acho que se você pensar bem consegue descobrir... Assim que chegar no acampamento ela certamente irá o reclamar como filho dela não se preocupe... Deuses são proibidos de ver seus filhos... Porém sempre há como você conseguir a encontrar, mesmo que seja muito difícil e assim deixando essa regra de lado vocês irão se ver...
Ele me olhava sorrindo e contente por ter desabafado isso tudo, porem parecia preocupado de uma forma como se não quisesse viver agora longe de mim.E eu disse:
- Pai tudo vai ficar absolutamente bem, não se preocupe!...
Ao chegar da noite aproveitei o Maximo que pude com meu pai e minha casa e me despedia de tudo pois sabia eu que amanhã eu estava indo para Long Island.Robert e meu pai haviam avisado Quíron sobre isto por uma mensagem de Íris e o mesmo disse que mandaria 2 Sátiros para me receber no aeroporto de Londres para Nova York, e que chegando em Nova York ele mesmo iria me receber e me encaminhar para o acampamento com total segurança.Robert disse voltando após a conversa com Quíron:
- Não se preocupe, Quíron já sabe do ocorrido desde ontem a noite quando você descobriu tudo, pois nós já o havíamos contatado e hoje só confirmamos que você irá para o acampamento, 2 sátiros chegarão pela madrugada e você ira pegar um vôo para Nova York... A propósito seu vôo sai as 3:00 da manhã, vá dormir logo mesmo que seja cedo pois depois você terá de ficar bem alerta, como sabe agora esse mundo não é seguro para você...
Fui dormir e peguei logo no sono minhas malas e tudo mais estavam totalmente prontas assim que deu a hora combinada por meu pai e Robert partimos nós três para o aeroporto de Londres.Eu estava com uma caixa de couro no colo e minhas bagagens estavam no porta-malas.Chegando ao aeroporto descemos e me despedi de meu pai como se eu nunca mais fosse o ver e prometi sempre manter contato, entreguei a ele a caixa que havia a cabeça da Medusa e disse:
- Pai pegue para você é a cabeça dela... Você vai precisar mais do que eu... meu cheiro pode ainda permanecer na casa e com isso você poderá se defender, deixe-a sempre com os óculos escuros, com eles ela não pode petrificar ninguém...
Eu entreguei a cabeça da Medusa a qual eu havia colocado os óculos da mesma de volta em seu rosto, e parti para o avião meu pai já havia pegado um taxi de volta para casa e Robert Iria comigo ate NY, encontramos os Sátiros nos conhecemos e fomos logo pegar o vôo.Eles comentaram:
- Realmente... seu cheiro é muito forte, é muito intenso... entendo porque milhares de monstros e criaturas já vieram atrás de você... por sorte você tinha o Robert que sempre te salvava
Eu pensava como devia tudo para o meu mordomo o Robert.Ele tinha uns 60 anos nessa época e sempre foi como outro pai para mim além de que ele sempre me salvava dos apuros... e a outra coisa que me salvava era aquela força, que eu desconhecia aquilo que me fazia queimar de amor.O vôo foi rápido e logo desembarquei em NY foi tudo muito rápido me despedi calorosamente de Robert e logo fui acompanhado dos Sátiros a encontro de Quíron logo nos apresentamos e ele logo disse:
- Por Zeus! Que cheiro forte! Ainda bem que eu trouxe isto aqui!
Tirou ele do paletó um frasco parecido com um perfume e logo espirrou em mim um borrifada imensa que me cobriu de uma fumaçinha e que pra mim não mudou meu cheiro em nada.Quíron estava em uma cadeira de rodas e parecia muito agradável  mal sabia eu que ele era um centauro até me lembrar de que fora ele que treinara muitos heróis gregos e perguntar para o mesmo se ele era um centauro.Fora do aeroporto Argos nos esperava dentro de um carro eu entrei nos bancos de trás enquanto minha bagagem preenchia o porta malas todo, cada Sátiro sentou de cada lado meu, Argos no motorista e Quíron ocupava o espaço para cadeirantes que se situava aonde era para ser o banco do passageiro.Em algum tempo estávamos já em Long Island e próximos do acampamento.E ouvimos um barulho arrebatador e um mugido.
- Muuuuuuuuuuuuuuuu!
Argos comentou:
- Touro de Colchis!
Argos acelerou rumo a uma alta colina, eu olhava para trás e via um touro imenso correndo em grande velocidade atrás do carro, ele era todo mecânico e fazia todo o chão tremer com seus pisões.Argos acelerava cada vez mais em direção á aquela colina e o touro parecia cada vez mais próximo de nós, ele não pensou duas vezes em descer do carro para atravessar a floresta que cercava a entrada do acampamento, já que havia subido a colina quase deslisando para trás... Foi passando por meio as árvores, caindo algumas ladeiras e o carro ia batendo e o Touro de Colchis cada vez mais perto ate que com uma ultima arrancada o carro saltou para dentro do acampamento onde já éramos envolvidos pela barreira protetora e segundos depois o Touro de Colchis deu de cara se estatelando contra a barreira.Argos disse:
- É o cheiro dele é muito forte, mesmo com o spray senhor Quíron ainda é bem forte...
Quíron disse:
- Sim... mas felizmente já estamos aqui... o problema agora é só o carro todo quebrado... e aquele touro do lado de fora...
Argos disse:
- Tudo bem vamos cuidar dele logo logo, e ele já sabe que contra a barreira não tem nenhuma chance...
Tirei minhas bagagens e tudo mais o que era meu, me desculpei pelo carro, e por todo o trabalho e seguimos rumo á Casa Grande.Eu estava pensando que graças a Zeus eu estava acompanhado deste grupo ou eu estaria realmente morto... Assim que conheci o Senhor D que o jeito me pareceu meio grosseiro e não meu agradou muito, algo pairou sobre minha cabeça era um símbolo da deusa Afrodite e brilhava com uma coloração rosada.Quíron disse:
- Está determinado!
Quíron me olhava sorrindo e o senhor D me olhava fixamente e um tanto curioso.E Quíron disse novamente:
- Parabéns Evan você é filho de Afrodite!
Depois disso tudo caiu a ficha, tudo mesmo as ajudas as presenças de amor e calorosas quando algo que eu desconhecia me ajudava a fugir de um apuro, e tudo mais as pombas e o cisnes que antes já me ajudaram a fugir de outros apuros também, como eu sentia uma comunicação com golfinhos quando ia em shows aquáticos como no Sea World... Os vários quadros da deus que meu pais colecionava... Tudo fez sentido e eu sabia que mesmo longe minha mãe sempre estava presente me salvando dos problemas, me visitando em meus sonhos e de varias outras formas estava sempre comigo.E eu era um filho de Afrodite.Eu já esperava por isso.E depois desta louca viagem foi que eu descobri o meu verdadeiro lugar, e aonde passaria minha nova história, o Acampamento Meio-Sangue

[size=12]Tempo Presente
[/size]

Foi desta forma que descobri como eu era um semi-deus,e todas as varias outras coisas sobre o nosso mundo,e como cheguei ao acampamento.Como eu sou um campista integral, ou seja que fica o ano todo.Eu pratiquei de um velho mau hábito, fugi nesse ultimo mês e fiquei um único mês em casa com meu pai para matar toda a saudade dele e de todos os outros como Robert e amigos, que acham que estou morando em NY agora...Pois eu fiquei 5 anos direto no acampamento, apenas meu pai me visitou algumas vezes e Robert...Agora eu já estou com 17 anos, 5 anos já se passaram desde a minha chegada ao acampamento, já conheço toda a realidade do nosso mundo e estou voltando para o acampamento já que eu fugi por 1 mês para voltar á Inglaterra e passar esse mês com meu pai.Agora estou voltando á minha realidade.E digo eu:
- Por favor me perdoe senhor Quíron, eu fiquei 5 anos aqui só quis matar o que estava me matando.
Digo isso já no topo da colina do acampamento, sentindo a brisa de morangos do acampamento e me sentindo em casa novamente.Pego minhas bagagens e vou descendo para o acampamento, para me instalar e voltar novamente para minha realidade, a realidade de um semi-deus.
Evan LaLaurie
Evan LaLaurie
IndefinidosPercy Jackson RPG BR

Mensagens :
2

Localização :
Around the world

Voltar ao Topo Ir em baixo

Re: Ficha de Reclamação

Mensagem por 083-ExStaff em Dom 02 Fev 2014, 01:36


Avaliações: Fichas de Reclamação.

Vamos ver como meus pequenos filhotinhos se saíram...



Resultados:



Kaleb - Reclamado por Tânatos.


 Gostei muito da sua narrativa, e do modo como o seu personagem interagiu com o pai, parecendo totalmente anestesiado com as descobertas. Além disso, acho que não foi uma trama tão clichê, afinal essa é a realidade de muitos semideuses. Só devo alertar que o dom da profecia não é comum aos filhos de Tânatos, então use essa particularidade de seu personagem apenas para fins narrativos. Nenhum tipo de vantagem proveniente dessa "habilidade particular", será considerada numa missão, ou em um combate entre jogadores. Em DIY você pode usá-la, desde que de maneira a auxiliar a sua trama, nunca para solucionar algo, ou vencer um desafio. Também notei alguns pequenos errinhos de concordância pelo texto, mas como não foi nada gritante (tem coisas muito piores por aqui), decidi nem mencionar. Parabéns, filho de Tânatos. Bem-vindo.




Mel - Reclamada por Hefesto.


 Olha, Mel. Foi por muito pouco. Eu pensei muito antes de decidir aprovar sua ficha, por algumas razões que explicarei a seguir. Primeiro, notei algumas falhas graves de ortografia, como a ausência de acento em pelo menos três palavras, e ausência de ponto final no fim de algumas frases. Ou ponto final onde deveria haver uma interrogação. Além disso, percebi uma certa pressa em terminar a ficha, talvez por não querer estender demais a história. Isso deixou tudo meio corrido. Apesar desses fatos, estou ciente de que você já tentou outras vezes, e que com o auxílio de Eos, já melhorou muito desde sua primeira ficha. Não pense que estou fazendo-lhe um favor, ao aprová-la. Seus diálogos são incríveis, e me fizeram sorrir mais de uma vez. Só capriche mais nas descrições de ação, e procure melhorar um pouco mais. Afinal, em uma missão pra valer, isso pode custar sua vida. Boa sorte, querida. Bem vinda ao Acampamento Meio-Sangue, filha de Hefesto!




Lorenzo - Não reclamado.


 Foi uma ficha interessante, mas pecou em alguns aspectos. Primeiro, tive a sensação de que toda a história do personagem, tornou-se um único parágrafo, com fatos extremamente corridos, e alguns erros de concordância e ortografia que pesaram na hora de tomar uma decisão. Por exemplo, o uso de "mais" no lugar de "mas", o uso repetitivo da letra "e", ou a ausência de vírgulas para alongar as frases, que deram a impressão de que os personagens em questão (Hades, Alessandra), estavam dizendo tudo de uma vez, sem parar. Além disso, os diálogos não foram muito condizentes com a natureza do deus do Submundo. Por fim, a ausência de organização no post também foi um ponto contra, já que apesar de estarem em cores diferentes, teria sido interessante que os diálogos estivessem separados da história, de modo que o texto não ficasse tão enxuto, e corrido. Como Perséfone é uma deusa cujas fichas são avaliadas com mais rigor, infelizmente não pude aprová-lo. Tente de novo.




Cherry - Não Avaliada.


Olá, Cherry! Então fofa, seu nome e seu avatar não estão de acordo com as regras vigentes no Fórum. Por favor, solicite uma mudança no tópico apropriado, e poste sua ficha de novo. Só assim poderei avaliá-la.




Carly - Não Reclamada.


 Apesar de não ter sido de todo ruim, sua história de personagem baseou-se apenas em diálogos. Além disso, e apesar dos mesmos serem bons, senti falta de maior descrição de detalhes, e das situações que a personagem vivenciou. Embora tenha sido um texto ortograficamente correto, pecou nessa questão de focar apenas em diálogos, e de utilizar o "underline", no lugar do bom e velho travessão. Faltou um pouquinho de organização também, com cores menos chamativas para o texto, e o colorido para a fala de cada personagem, evitando de deixar o texto cansativo. Além disso, acredito que você pode melhorar muito mais, e que realmente, ainda não mostrou sua capacidade total. Tente de novo, atentando às minhas dicas. Vai ver como melhora.




Mackenzie - Reclamada por Apolo.


 Reclamadíssima! Meus parabéns, filha de Apolo. Fiquei sinceramente curiosa para ver seu desempenho em futuras missões e narrativas em geral. Os olhos de Hécate estarão sobre você. Sobre a ficha, devo dizer que adorei a narração em primeira pessoa. Realmente, é o tipo de narrativa que melhor nos proporciona a sensação de estarmos de fato, vivenciando o RPG. Creio que você soube fazer isso muito bem, e sem forçar a barra. Não foi uma história feita de qualquer maneira, inclusive. Percebi que você se esforçou para trazer algo interessante, e conseguiu. Sem muito o que dizer além disso, te dou as boas vindas ao Acampamento Meio-Sangue.




Dan - Não reclamado.


 Olha Dan, adorei seu personagem. Ele parece ser um menino bem engraçado, e um tanto maluquinho, como as sete cores do arco-íris sugerem. Mas ainda assim, não pude aprová-lo. Primeiro, devido à algumas repetições que notei no texto, como o uso da mesma palavra mais de três vezes numa única frase. Também foi bem curta, dando uma sensação de pressa e pouca continuidade. O leitor não se sente imerso numa história colocada de maneira imprecisa. Além disso, não é comum que os deuses gregos simplesmente apareçam dessa forma, sem que uma missão precise ser realizada. Eles nem poderiam, inclusive. É pra isso que temos os sátiros e ninfas. No geral, foi uma narrativa descontraída, mas que deixou um pouco a desejar. Quem sabe na póxima?




Jason - Não reclamado.


 Bem Jason, você se esqueceu de responder as primeiras perguntas da ficha. Talvez não pareça algo muito importante para os jogadores, mas para os avaliadores pesa bastante na decisão. Por isso, e também pelos déficts na formatação do texto, e na organização, não pude aprová-lo. Reenvie a ficha completa, e poderemos avaliar novamente seu desempenho.




Klaus - Não reclamado.


 Bem Klaus, temos alguns pontos a observar. Primeiro, eu gostaria de sugerir que você modificasse o seu avatar, já que o atual está maior do que a medida sugerida pelo Fórum, e está atrapalhando na hora de visualizar suas mensagens. Além disso, seu flood após a ficha foi um tanto desnecessário, e a ficha em si, ficou devendo em alguns aspectos. Primeiro, na formatação. O diálogo muito grudado ao texto dá uma sensação de que todo o texto é bem menor do que realmente é, e fica um pouco corrido também. Além dos errinhos que você mesmo citou (é só dar uma olhadinha no corretor do próprio navegador, antes de enviar), tiveram algumas falhas de concordância e pontuação, também. Talvez seja mesmo o nervosismo, meu anjo. Mas tenho certeza de que você se sairá melhor numa próxima vez.




Helena - Não reclamada.


 Fichas para Perséfone, passam por uma avaliação um pouco mais rigorosa. Dessa forma, tive de levantar um pouco meus parâmetros de julgamento. Então, não pude aprová-la. Primeiro, pela questão de organização da ficha, que esteve um pouco abaixo da média. A cor verde que você usou nas perguntas, poderia ter sido usada nos diálogos, para destacar melhor as falas e ressaltá-las. Além disso, a batalha e o salvamento da sua personagem foi um pouco corrido, introduzindo os outros semideuses rápido demais, e sem muita emoção. Por fim, acho que você poderia ter explorado um pouco melhor suas possibilidades, pois pelo que pude notar, talento para tal, você possui. Tente outra vez, e observe os pontos que ressaltei. Garanto que vai ficar bem melhor.




Tony - Reclamado por Deméter.


 Mais uma prole de Deméter. Meus parabéns, foi um bom texto, muito bem formatado e adequado, com uma divisão de tempo coerente e um cuidado com a postagem evidente. Apenas tome cuidado com a revisão de seu texto, pois muitos detalhes nos passam desapercebidos quando estamos escrevendo, e às vezes alguns errinhos de digitação bem chatos ficam contra nós. Nada que uma segunda ou terceira leitura não resolva. Apesar dos pequenos detalhes, a ficha ficou boa o suficiente para ser reclamada. Seja bem vindo, e bom jogo!




Brenda - Não reclamada.


 Olha Brenda, preciso ser sincera. Simplesmente, sua ficha resumiu-se à diálogos. E apenas conversas não podem formar uma história digna de ser a base de um personagem, em RPG. Sei que ficamos afobados para sermos rapidamente reclamados, mas um texto sem análise posterior, e sem alguns cuidados de formatação e ortografia mais atenciosos, não será aprovado. Tente novamente, tentando expandir um pouco o texto em si, que foi quase nulo nessa ficha. Tente descrever como vivia sua personagem, onde, e porque. Cenários, e ambientes de convívio são tão importantes num texto, quanto os personagens. Sei que você consegue. Só é preciso se esforçar. Afinal, através da ficha você também fica sabendo mais ou menos como serão as missões que sua personagem enfrentará. E nelas, a avaliação é bem mais rigorosa.



Karl - Não reclamado.


 Karl, olá! Bem, sua ficha não foi reclamada por alguns motivos básicos. Inclusive, eles já foram abordados em umas fichas acima, de modo que serei mais breve no seu caso. Primeiro, muito mais da metade da história de seu personagem, é constituída de diálogo. Isso já é um fator contra sua aprovação. Segundo, alguns erros de ortografia foram encontrados, como o uso de letras maiúsculas em locais indevidos. Dessa forma, não pude aprová-lo, apesar de crer que você poderia desenvolver uma boa história com seu personagem. Numa próxima tentativa, tente dar atenção aos locais e aos sentimentos do seu personagem. Assim fica menos mecânico, e mais atraente ao leitor. Boa sorte!



Mateus - Não reclamado.


 Bem Mateus, sua ficha estava boa. Apenas não o suficiente. Mas foi por pouco. Suas respostas às perguntas iniciais foram cativantes, e realmente me fizeram rir. De fato, Hipnos é um pouco marginalizado, mas como você, também o considero um deus incrível. O problema, esteve na sua história. Basicamente formada por diálogos, apesar de ser muito interessante, não trouxe empatia a quem leu. Não foi vivenciada pelo personagem o suficiente, para que houvesse identificação entre a narrativa e quem fosse ler seu texto. Cenários e situações que mexeriam profundamente com o psicológico e com as emoções, passaram quase sem aproveitamento, em meio à toda a conversa. Por isso, e só por isso, você foi reprovado. Mas tente de novo, tenho certeza de que será incrível! Ah sim, e antes que eu me esqueça: Procure um avatar virtual. Ele é como seus colegas jogadores o identificarão no jogo, e indispensável para aumentar a experiência do RPG. Se quiser ajuda para escolher um, pode me enviar uma MP (mensagem privada), que o auxilio com isso. Até mais!



Evan - Reclamado por Afrodite.


 Olha Evan, sua ficha estava ótima, impecável. Só tome cuidado com a coerência, pois não é comum que um semideus que sequer saiba de sua origem, sobreviva à Medusa de cara. Aí você diz: "Mas Percy matou o Minotauro!". Sim, ele matou. Mas ele era filho de Poseidon, e protagonista de uma franquia milionária. E o Fórum não segue exatamente estes parâmetros. Monstros fortes, para semideuses fortes. Esse é o lema. Apesar disso, o aprovei, exatamente pelo motivo que eu mesma levantei. Não é comum, mas não é impossível. Só tenha cuidado com isso em missões e em DIY. Sem mais, seja bem vindo querido! As mocinhas e rapazes indefesos esperam pelo seu charme! Haha...


OBS: Me lembrem de não deixar isso aqui acumular de novo! Ufa! kkk...




I've put a spell on you...




☀ Atualização ☀
083-ExStaff
083-ExStaff
IndefinidosPercy Jackson RPG BR

Mensagens :
251

Localização :
Olimpo, Palácio de Poseidon, Submundo... Onde der vontade...

Voltar ao Topo Ir em baixo

Re: Ficha de Reclamação

Mensagem por Brenda Kinsley em Dom 02 Fev 2014, 11:03

Me desculpe falar assim, mas se eu coloco diálogos vocês reclamam e se eu não coloco, vocês também reclamam. Sei que a ficha para Atena tem que ser acima da média, mas essa já é minha décima vez fazendo a ficha e todas as vezes eu dou meu melhor, seguindo as dicas que vocês me dão, mas parece que nada que eu faça é suficiente para vocês. Muito obrigado pelas dicas. Realmente melhorou minha escrita, mas parece que para vocês eu nunca consigo chegar na média da ficha de Atena.
Brenda Kinsley
Brenda Kinsley
IndefinidosPercy Jackson RPG BR

Mensagens :
9

Voltar ao Topo Ir em baixo

Re: Ficha de Reclamação

Mensagem por Francine McAvoy em Dom 02 Fev 2014, 13:21

▬ Por qual Deus você deseja ser reclamado? Caso não queira ser um semideus, qual criatura mitológica deseja ser?
Dionísio.

▬ Cite suas principais características físicas e emocionais.
Adolf é um garoto comunicativo, engraçado, espontâneo, talentoso com as pessoas. Mesmo sozinho, sente-se rodeado de pessoas e por isto é tão pouco envergonhado. É disciplinado, esforçado, sonhador, embora seja muito facilmente decepcionado pelos acontecimentos, sempre algo o mantém de pé. Em momentos críticos rende-se ao silêncio, frieza, age com grosseria, como normalmente é; aliado ao sarcasmo ou uma ironia amigável. Isto deve-se ao egoísmo e complexo de superioridade que desenvolveu desde pequeno, após muitos conflitos emocionais na infância.
Dotado de um corpo alto, não tão musculoso, tem um porte atlético crescente, porém, beirando a magreza. Seus olhos são bem ciliados, castanhos escuros, cabelo cheio, lábios medianos róseos. Pele bronzeada, mas clara.

▬ Diga-nos: por quê  quer ser filho de tal Deus - ou ser tal ser mitológico?
Porque é o único deus que combina com minha personalidade, espontâneo, alegre, bêbado.

▬ Relate a história da sua personagem - não haverá um limite de linhas definidos, deixe a sua criatividade fluir.
OBS: O player não é obrigado a ir ao Acampamento, mas deve narrar a descoberta de que era um semideus e o momento da reclamação- e se não foi indo a Long Island, como foi?

Ia-se mais uma tarde de novembro no norte de Nova Iorque, Estados Unidos da América. Tantas pessoas passavam aos seus olhos, mas o garoto não se importava. Não sentia afeto pela vida alheia, tampouco respeitava a existência de outrem. Eram como insetos, facilmente controlados, de um lado para o outro. Seu olhar com desdém às vezes diferia para um sorriso irônico, ao ver seus adoráveis vizinhos, também alemães. O som que ecoava do andar debaixo era uma balada antiga dos anos 60 fazia seus olhos baterem lentamente. Mas por um motivo, insistia em continuar acordado, em continuar a olhar os arredores pela janela de seu quarto. Não tinha esperanças que fosse acontecer novamente, mas os detalhes ainda estavam tão presos em sua mente que era impossível não ficar apreensivo.

Faz dias desde o acontecido. Foi tão rápido e incomum, que mesmo não tendo certeza do que estava vendo, Adolf confiava e aceitava a ideia. Duas mulheres velhas passeavam com cadelas, cada uma com duas. Seria um passeio comunal, se não a transformação. Em menos de segundos, como um flash, as velhas enrugadas pareceram duas mulheres-morcego segurando cães aterrorizadores. Os cães fuçavam algo, procuravam algo, olhavam de um lado para o outro, guiados pelo olfato amplamente avançado. Eis o momento: um dos cães late, as mulheres olham a mansão até encontrar o olhar do garoto, contendo um grito assustado. Eles sumiram como se as sombras tivessem abrindo uma cratera no chão, os levando para baixo normalmente.

Nicklaus não sabia porquê, mas já esperava o mesmo encontro. De fato, encontrou a sobrenaturalidade novamente. Poucos minutos antes do anoitecer, um garoto trotava pela rua. Sim, ele trotava. Ele era uma espécie de garoto-burro. Da cabeça a cintura, era um asiático branquelo com sorriso maníaco; da cintura aos cascos, tinha um traseiro peludo. Ao se aproximar da mansão, olhou inicialmente para as janelas de baixo, mas logo fitou o garoto nos olhos. Os acontecimentos seguintes ao encontro de olhares foram totalmente estranhos. Um brilho incessante surgiu de um pingente que o sátiro carregava, um solavanco fez o garoto voar até sua cama, barulho ensurdecedor, a porta ruindo. Quando conseguiu enxergar novamente, via seus tios olhando preocupados para a janela, boquiabertos, olhos arregalados.

— O que foi? — gritou.

Eles perceberam o garoto, mas continuaram extremamente nervosos.

— São eles... Eles... - a tia soluçou - Venha cá, Adolf.

Ele não sabia o que fazer, obviamente. Não sabia do que se tratava, o que "eles" eram. Mas seguiu, não tinha o que fazer a não ser obedecer seus tios. Desceu as escadas correndo, deparando-se com o sátiro que vira trotando há pouco. Não conseguiu falar nada, mesmo com tantas perguntas na ponta de sua língua, apenas obedeceu; seguiram um caminho para os fundos da mansão. Mais escadas, incessantes, subindo para um lugar onde nunca imaginou existir naquela mansão. Seu corpo agia no modo automático, enquanto sua mente trabalhava a mil. Cada detalhe despercebido pelos seus olhos, era trabalhado pela mente indagando cada subida de escada, cada gota de realidade naquele sonho louco repentino.

As escadas acabaram, viu-se numa espécie de sacada para uma floresta, um campo aberto. Nada de tão interessante a não ser a vista, além de uma carruagem. Ou uma biga? Era estranho, porque os seres que carregavam o transporte não eram comuns. Eram pégasos, cavalos alados esbranquiçados.

— Eu nunca pude dar uma voltinha. — falou, mas seus tios não aderiram ao humor.

O sátiro e a tia se olharam por alguns segundos.

— Melhor não falar, quanto menos souber, menos perigoso. — alertou o sátiro.

— Ele sou eu? Podem se dirigir a mim, por favor? — falou o menino.

— Mas ele tem que saber! Não podemos esconder dele, uma hora ou outra... Ele vai saber. — insistiu a tia. — Que seja antes dele entrar no Acampamento, para acostumar-se com a ideia.

— Não.. - falou o sátiro, mas fora interrompido.

— Adolf, você não é um humano. Você é metade humano. Você é um semideus, és filho de Dionísio.

— Dio o quê? — interrogou. — Como sabe disso? Eu não tenho mãe e nem pai.

Antes que ela pudesse responder, perdeu a voz. O grito interrompido ecoou no lugar assustadoramente. Era a mesma mulher, a mulher-morcego com um chicote flamejante igual a seus olhos. Não enrolou, olhou diretamente para o garoto.

— É você mesmo, prole de Dionísio.

— Ah, me desculpe, é da produção, estão me ligando e me avisando que tenho um show daqui a alguns minutos. — gritou sorrindo.

Götze e o seu novo amigo correram em direção a carruagem, subindo desesperadamente nos assentos. O garoto-burro tomou as rédeas, enquanto o meio-sangue avistou um porrete no assento ao seu lado, e usou para jogar na demoníaca. Não serviu de nada, mas eles conseguiram fugir numa decolagem rápida e inteligente.

— Qual é o nosso destino, capitão? — falou sorrindo, levando a mão direita a testa, como continência.

— Acampamento Meio-Sangue. — disse o sátiro.
Francine McAvoy
Francine McAvoy
IndefinidosPercy Jackson RPG BR

Mensagens :
6

Localização :
Malibu

Voltar ao Topo Ir em baixo

Re: Ficha de Reclamação

Mensagem por Cristopher Walker em Dom 02 Fev 2014, 13:39

Por qual Deus você deseja ser reclamado? Caso não queira ser um semideus, qual criatura mitológica deseja ser?
Desejo ser reclamado pela Deusa dos laços, Héstia.

Cite suas principais características físicas e emocionais.


Nome: Cristopher Walker
Idade: 16 anos

Características físicas:

Cabelos negros e sedosos caídos sobre o rosto, olhos de cor alaranjada como o fogo, magro, com 1,75 de altura, sem porte atlético, de cor branca e formato do rosto fino que contém algumas sardas.

Características emocionais:

Cris, como gosta de ser chamado, tem uma personalidade justiceira, é calmo e faz amizades com facilidade. Seus laços são sempre fortes, ele os mantém sempre guardados com proteção e nunca os esquece. Mas pra ele injustiça é a pior coisa que existe, e mesmo sendo calmo doce e agradável. Quando se depara com alguma injustiça ele pode chegar a se tornar o contrário, principalmente quando a injustiça é feita contra os seus laços mais fortes.

Ele gosta de aventuras, músicas, livros, séries e adora histórias, gosta de ouvir e de contar e até de escrever. Escreve com pouca frequência, mas nunca diz ou mostra a ninguém suas histórias. Além disso, Cris não é sempre tão disposto, um pouco preguiçoso e caseiro gosta muito de aventuras, mas também adora passar um tempo quietinho no seu canto, não sozinho, prefere sempre uma boa companhia. Sempre direto em suas decisões dá impressões de que será um bom estrategista.

Diga-nos: por quê quer ser filho de tal Deus - ou ser tal ser mitológico?
Desejo ser reclamado por Héstia porque pra mim ela não é só uma Deusa que fica esquecida nas histórias mitológicas, mesmo não participando das guerras e batalhas junto aos Deuses no olimpo, ela é uma Deusa muito venerada, honrada e admirada pelos mortais e até pelos próprios Deuses.

Particularmente eu admiro muito sua inteligência e coragem por sacrificar sua virgindade em troca de proteção nas guerras. As pessoas que ela escolheu proteger são as que precisam de certa felicidade, no caso famílias, casais e pessoas com laços fortes.

Surpreende-me ela ter como representação o elemento fogo que é algo que machuca e causa dor, mas que pra ela protege e aquece os laços. Como uma lareira aquece uma pessoa ou um conjunto de pessoas, formando um laço protegido e aquecido.


Relate a história da sua personagem - não haverá um limite de linhas definidos, deixe a sua criatividade fluir.




Um sonho inesquecível

Abro os olhos e me vejo em uma casa grande em frente a uma lareira em uma bela casa, linda na verdade. Pelo que eu pude observar enquanto não saia da minha cabeça o fato de eu estar em um lugar desconhecido, a casa era bem rústica, com o chão feito de tábuas de madeira marrom escuro e paredes brancas com desenhos de cenas normais do dia-a-dia, como refeições familiares, reuniões de família, crianças brincando e casais juntos. Todas as cenas se passavam em frente a uma lareira, exatamente como eu me encontrava.
Eu estava em frente à mesma lareira, ela era o que me atraia mais, não só a beleza que já era bastante, mas algo mais, algo como uma sensação. Só de olhar e de sentir o calor das chamas daquela lareira me aquecendo eu me sentia além de feliz, protegido, revitalizado e o mais estranho, amado.

Sentado em uma poltrona xadrez e de couro, dentro daquela casa linda e em frente aquela lareira, estava tudo mais do que perfeito. Quando de repente o fogo da lareira se apaga, as paredes com os belos desenhos começam simplesmente a derreter e o chão de madeira apodrece  de modo assustador, percebo que tudo a minha volta começa a se acabar. Abaixo a cabeça e me encolho na poltrona que também estava apodrecendo, tinha esperanças de que tudo voltasse ao normal quando levantasse a cabeça, mas não foi bem isso. Levanto a cabeça e percebo que tudo se destruiu completamente, em volta tudo está cinza e então congelo quando avisto algo a uns 10 metros de mim. Uma sombra de formato quase humano, só que com mais braços e com asas, ela tinha duas esferas brancas em volta dos olhos e me paralisou completamente. Não movia nenhum músculo, estava completamente aterrorizado e só piorou quando ele resolveu se aproximar. Ele planou bem rápido em minha direção, meu medo me prendia naquele lugar, mas exatamente quando ele ergueu um braço com garras enormes pra me atacar tudo escureceu.


Abro os olhos novamente mesmo não me lembrando de tê-los fechados, olho o teto revestido de gesso e alguns móveis, tudo já é familiar pra mim.

- Meu quarto, um sonho. - Falei sozinho lá dentro.

O despertador não parava de “gritar” na estante do lado da minha cama, mesmo irritado pelo barulho levantei calmamente, esfreguei os olhos e desliguei o aparelho. Apesar de irritante eu tinha que agradece-lo, se não fosse por ele eu estaria morto no meu sonho. Olhei para o meu salvador e ele me mostrou as horas. Eram 07h30min da manhã, há algumas horas eu tinha colégio então com muito sono ainda ia sentar na cadeira e provavelmente dormir de novo, mas quando fiz o movimento alguém me chama.

- Cris! - gritou minha madrasta.

- Bom dia mãe. - Respondo alto, mas não gritando.

Meu nome é Cristopher Walker, tenho 16 anos e atualmente moro no Brooklyn, em Nova Iorque nos Estados Unidos. Na verdade nasci e cresci até os 12 anos no Brasil, meu pai e minha madrasta também são brasileiros, ele era dono de uma empresa de viagens e turismo lá, mas ele fechou o negócio e veio pra cá comigo e com ela. Minha madrasta o conheceu lá, ela é uma boa pessoa, é meiga e educada. Eu não me importava muito com isso, só queria que ela realmente amasse meu pai. Eles são muitos felizes então isso deve ter acontecido.

Eu sempre quis saber mais sobre a minha mãe biológica, quando perguntava ao meu pai ele dizia que ela também era uma boa pessoa, mas por um motivo que ele nunca me contava eles tiveram que se separar e ela teve que partir. Ele também dizia algo que me deixava chateado, ele falava que mesmo que a minha vontade de ver ela fosse muito forte, eu não precisava dela, pois nós já éramos muito felizes juntos. De fato eu amo a minha família e sou muito feliz com ela, mas eu nunca me esqueceria da minha mãe, nunca abandonaria esse laço, e assim mantenho sempre essa decisão.

Ainda no quarto minha madrasta que também é uma mãe pra mim sobe até meu quarto.

- Hora do café dorminhoco. - Disse ela sorrindo.

- Ok mãe, já estou descendo. - Devolvo o sorriso.

Todos os sonhos que eu tenho são rapidamente esquecidos na minha mente, mas esse eu não conseguia esquecer. Desci, tomei café e me arrumei pro colégio, fiz tudo pensando nisso, nesse sonho.

Quando meu pai se juntou a nós no café da manha, contei pra ele meu sonho e por algum motivo ele pareceu irritado com isso.
- Foi só um sonho Cris, esqueça isso.

Eu fiz que sim com a cabeça, mas não esqueci, mesmo que eu quisesse não teria como. Quando acabamos de tomar café ele me levou até a escola como todo dia de semana.

 

Um dia inesquecível

High Scholl Of The Death. Não conseguia imaginar o porquê de uma pessoa colocar o nome de uma escola assim, realmente ele não era um dos melhores colégios do Brooklyn. Tinha muitas brigas, correrias e bagunças, mas não chegava a ter mortes. Chegando lá me despeço do meu pai e desço do carro, sigo até a escada e avisto um garoto de roupas e cabelo preto, o cabelo no estilo punk e com um piercing na orelha direita.

- Scott?

Scott Samers é meu amigo desde quando eu cheguei aqui, ele mora perto da minha casa. Meus pais não gostavam muito dele por causa do estilo punk, mas depois eles foram se acostumando até gostarem dele.

- Cris! - Parceiro tudo bem?

- Então é você mesmo feioso. - Digo batendo na cabeça dele.

Ele sorriu.

- E as suas férias?

- Entediantes como sempre. - Eu disse desapontado.


Logo quando ia escutar as emocionantes férias de Scott Samers , escutamos a sirene.

- Até mais, nossas salas são diferentes. - Ele diz.

Aceno pra ele e vou a procura da minha sala.

Minha escola era um prédio grande, bem antigo de dois andares. Era cheio de corredores e tinha centenas de salas. Eu estava cursando o 2º ano do ensino médio e olhando pro papel que meu pai me deu não conseguia enxergar o número da minha sala. Havia algo errado, parecia que a se eu fizesse alguma coisa ao mesmo tempo em que tentasse ler, as letras simplesmente se mexiam e atrapalhavam a minha leitura. Depois de passar por uma dezena de corredores entrei em um com poucos alunos, então abaixei a cabeça e comecei a andar por ele tentando decifrar três números em um pedaço de papel. Quando de repente esbarro em alguém e caio no chão.

- Nossa me descu... - Encerrei a frase quando levantei a cabeça.

Era uma garota que parecia ter a minha idade, ela tinha longos cabelos negros levemente cacheados, um rosto fino, olhos azuis e uma pele bem branquinha. Vestia um jeans preto, uma camiseta branca com diversas caveirinhas em miniatura de estampa e por cima uma jaqueta preta de tecido simples. Passou-me a impressão de ser uma doce pessoa, e me encantou.

- Desculpa, peço por você também já que não conseguiu falar. - Ela disse.

- É que... Tive um problema na garganta. - Respondi tentando faze-la acreditar.

- Você é um péssimo mentiroso, mas parece ser legal. Katniss Vanguard, prazer.

Ela se levantou e estendeu sua mão a mim.

- Cristopher Walker, prazer.

Aperto a mão dela e levanto.

Conversamos um pouco enquanto andávamos pelos corredores da escola e só depois de meia hora percebemos que perdemos o 1º horário de aula, então não podíamos fazer mais nada a não ser conversar mais. Dobramos mais um corredor, e então eu avistei uma pessoa dobrando o mesmo, Katniss estava distraída me falando da sua história e não viu. Puxei ela pelo braço em direção a outro corredor paralelo e observei de longe. Era um homem de cabelos cinza e um rosto jovem, o que eu achei um pouco estranho. Ele usava um belo terno negro e andava sorrindo, mas eu via um sorriso de maldade que até me amedrontava um pouco.


- Vamos levar uma advertência se pegarem agente, já perdemos uma aula.

- Relaxa foi só uma aula senhor certinho. - Ela disse.

Eu sorri e virei a ela.

- Ok, diga isso a eles.

Voltei minha atenção novamente ao homem, tentei me lembrar, mas não deu em nada, nunca tinha visto aquele cara antes.

- Algum problema? - Ela pergunta.

- Não, só não me lembro desse cara aqui.

- Hum, pode ser novato.

- É... Pode ser. - Eu respondo.

No 2º horário fui pra minha sala com ajuda de Katniss e descobri que nossas salas eram vizinhas. Despedi-me dela e entrei na sala, sentei lá no fundo, não conhecia ninguém. Logo a professora chegou e eu assisti a uma aula muito chata de geografia. Depois dos 45 minutos de muita chatice um coordenador comunicou que não haveria aula no próximo horário.

Eu sai da sala, e bem em frente, me encostei na parede que tinha uma grande abertura retangular me permitindo ver a cidade, já que aquele corredor estava no 1º andar.

Senti uma mão em meu ombro, virei e era Katniss.

- Não tem aula na sua sala também? - Perguntou a garota.

- Não, não esta tendo aqui também, às vezes acontece.

Ela se encostou à parede do meu lado e ali ficamos olhando a paisagem e conversando por um tempo. Ela me contou mais sobre sua história, era órfã, morava sozinha e foi criada até os 12 anos por uma empregada que gostava muito dela e faleceu. Sua mãe também faleceu e seu pai não estava presente, e então a empregada que era amiga de sua mãe cuidou dela. Depois de conversarmos bastante eu virei de costas para a parede e por alguns segundos congelei.

Bem na minha frente reconheci aquele terno negro de antes, aquele homem estranho.

- Sou Jorge, um dos coordenadores, precisamos conversar senhor Walker.

Olhei para Katniss e depois pra ele novamente.

- Tudo bem, vamos lá. - Respondi achando muito estranho.

- Eu vou com você. - Katniss diz.

Jorge olha pra gente e da um sorriso desconfiante, mas fica em silencio.

Assenti para Katniss e começamos a nos deslocar. Isso era muito estranho, me parecia que algo ia dar errado.



Caminhamos com ele até uma sala nos fundos do colégio onde eu nuca tinha entrado. Lá dentro reparei que tinha pouca iluminação e muito entulho. Enquanto eu examinava a sala reparei que lá no fundo havia duas pessoas, uma em pé e uma sentada. A sentada estava amarrada com cordas, foi ai que olhei bem e reconheci aquela pessoa. Era o meu amigo Scott.



- Scott! - Chamei bem alto e em seguida voltei minha atenção a Jorge que estava terminando de trancar a porta por onde entramos. 

- Por que me trouxe aqui? Por que meu amigo está amarrado no chão?

Comecei a falar completamente nervoso pelo meu amigo estar naquele estado, algo estranho havia naquele cara que só de pensar me dava medo.

- Seu amigo andou bisbilhotando por aqui. - Disse o homem.

Antes de responder percebi que o outro se aproximava. Ele parecia um hippie, cabelos longos e louros, uma calça folgada e uma camiseta preta com um colete de couro por cima.

Katniss não parecia estar com medo, ela simplesmente os encarava e mantinha os punhos fechados como se fosse brigar.


- Meu amigo não merece isso só por ter bisbilhotado.

O homem vira para Jorge e diz num tom que podemos ouvir.

- Estamos em um dia de sorte, um lanche e dois pratos principais.

Após ouvir isso, vários pensamentos ruins começaram a passar pela minha cabeça e automaticamente eu ia me afastando pra trás. Mas quando eu dei o terceiro passo ouvi uma voz na minha cabeça.

- Não deixei o medo vencer você, mantenha a chama acesa. - Eu escutava repetitivamente.

- Relaxa seu medroso, acho bom você se preparar pra tudo que vai ver de agora em diante.

Katniss me anima junto com a voz.

Achava estranho ela agir daquela maneira, mas segui seus conselhos e vi que realmente tinha que me preparar. Voltei meus olhos aos dois e me deparei com algo que nunca imaginava ver na vida. Os dois homens explodiram, soltando suas peles para todos os lados, seus corpos agora eram cinza, quatro asas cresceram na costa dos dois, o cabelo se foi, mais dois braços nasceram no torso e garras cresceram em seus dedos.

A primeira coisa que eu pensei, foi em acordar de mais um sonho louco. Katniss me puxou e nos afastamos um pouco deles. Scott estava no mesmo estado que eu, apavorado com aquela aparência deles. Mas quando eu pensava que nada mais de estranho ia acontecer, a garota que conheci hoje surgi por trás de mim com uma foice enorme.


- O que? Aonde você achou isso? - Scott disse totalmente confuso junto comigo.

- Não importa, só não morram.

Ela disse se preparando pra batalha. Os dois monstros avançaram planando bem rápido na direção dela, Katniss se jogou no chão passando por debaixo dos dois, se levantando rápido ela tentou golpeá-los por alguns minutos.

Eu fiquei parado olhando tudo aquilo que era impressionante mais ao mesmo tempo preocupante, só escutava o som da foice cortando o vento e não fazia nada por causo do medo que ainda sentia. Mas eu me lembrei daquela voz, lembrei que dois amigos estavam em perigo e despertei uma coragem inigualável naquele momento e manteria as chamas da coragem acesas.

Analisei o chão e peguei um pedaço de madeira, corri até Scott e desamarrei meu amigo. Em seguida quando ia desesperadamente ajudar Katniss, um dos monstros já estava na minha frente. Ele ergueu suas garras e tentou me golpear, eu agachei e sentir o vento passar pelo meu cabelo, mas logo em seguido com o outro braço ele bateu na perna me fazendo cair. Eles levantou suas garras novamente e quando ia atacar vi apenas o vulto de Scott passando por cima de mim e agarrando o monstro o levando ao chão. Ele segurou o máximo de braços que pode bem forte.

- Agora Cris! Rápido, ataca ele. - Scott gritou.

A hora era perfeita, o monstro estava imobilizado. Eu girei um pedaço de madeira pra que a ponta ficasse para baixo e perfurei o olho direito da fera. Scott se afastou e depois de alguns segundos vimos a fera desaparecer e se transformar em pó. Eu virei rapidamente para Katniss, e só deu tempo de ver a lamina degolando a cabeça do outro monstro e instantaneamente ele virar pó também.


- Apesar de quase morrermos, foi bem legal. Mas onde você pegou essa arma enorme?

Perguntei a Katniss.

- Você vai saber de tudo, mas agora nós corremos perigo.

- Por que? O que eu fiz?

- Calma só espera nós chegarmos ao local seguro.

 
Um novo Lar

Já na porta da escola liguei para o meu pai que imediatamente veio nos buscar. Entramos no carro e partimos para o lugar seguro que eu fazia ideia de onde era. Contei a ele sobre o ocorrido e mesmo com a história dos monstros ele não se surpreendeu nenhum pouco, só se desculpou comigo. O que fez parecer que até o meu pai estava envolvido nisso, fingi não ligar, virei para a janela e fiquei admirando a chuva que tinha começado a cair.



- Desculpa Cris, se eu não pensasse na sua segurança primeiro, você estaria bem e ciente de tudo. - Meu pai cortou o silêncio.

- Do que o senhor esta falando? Do que vocês estão falando? Quero que me falem tudo agora.

Estava cansado de não saber de nada e que queria tirar logo essa aflição de mim e saber o que realmente estava acontecendo.

- Tudo bem Cris, o que você viu não nenhuma ilusão, foi tudo real. Você lembra das aulas sobre mitologia? Na verdade nada daquilo é uma ilusão. Os monstros ou seres mitológicos são todos reais. Os Deuses e semideuses as histórias, tudo é verdade.

- Isso é realmente impressionante, mais e o que eu tenho haver com isso?

- Cris a sua mãe não foi só uma boa pessoa como eu sempre disse, os monstros caçam os semideuses. E você é um deles, sua mãe é héstia, uma Deusa grega. Os Deuses e Deusas do olimpo as vezes descem a terra para namorar com mortais e daí nasce os semideuses. Eu namorei com a sua mãe no passado.

- Héstia, Deusa dos laços. A Deusa que sacrificou a virgindade por proteção, não foi? - Perguntei querendo chegar a um ponto.

- Isso mesmo. - Meu pai respondeu.

- Ela perdeu a virgindade com você?


Katniss fez uma cara de interessada e Scott parecia que estava assistindo uma novela mexicana.

Meu pai ficou sem saber o que dizer.

- Relaxa pai, não precisa responder.

Apesar de estar brincando desse jeito, eu estava triste por não ter a visto pelo menos uma vez na vida. Lembrei-me daquela voz, agora fazia sentido, era ela tentando me proteger.


- Só queria saber desde o começo. - Voltei a janela.


Naquele momento de tristeza fui surpreendido por um abraço de Katniss.

- Eu sei exatamente como é Cris, sou uma semideusa, sou filha de Thanatos. Você deve estar triste por nunca tê-la visto. Desculpa por não ter contado também.

- Eu sinto muito cara, não sei como é essa tristeza, mas da pra imaginar. Tudo que você precisar é só me falar, não abandonar meu amigo.
Scott ajudou a me animar.
Percebi que tinha três laços muito importantes naquele carro. Meu pai, meu amigo e uma recente conhecida, mas que pra era como se já tivesse a conhecido antes. Meu pai me protegeu por 16 anos sem nenhum incidente igual ao de hoje, acho que já estava na hora de ele descansar um pouco. Scott sempre foi um ótimo amigo, me acompanhou e ajudou em tudo, e sem falar que ele salvou minha vida hoje. E eu sentia que a Katniss era do mesmo jeito e poderia ser melhor, percebi que temos sentimentos fortes um pelo outro, ela saiu do lugar dela e foi a minha escola pra me proteger. Definitivamente laços que eu nunca vou perder.


- Ei pai, eu entendi que você queria passar esse tempo comigo, me fazendo feliz. Valeu muito apena, não precisa ficar triste.

- Obrigado meu filho.

Chegamos em Long Island no que dizia o GPS, Subimos um morro enorme.

-Como é esse lugar? - Perguntei a Katniss.

- É um acampamento, lá nós aprendemos a nos defender, ficar mais forte, e controlar nossos poderes.

- Entendo, vou poder ver eles de novo não é? - Apontei para meu pai e para Scott.

- Claro vai sim.

E então chegamos a uma parte do morro e meu pai parou.

- É, chegamos. - Ele disse.

- Cris, eu te desejo muita sorte cara, vou vim te visitar seu feioso e vou logo avisando, você vai me ensinar tudo que aprender. - Ele sorriu.

- Coloquei algumas roupas suas no carro antes de sair de casa filho, depois eu trago o resto das coisas. Eu vou sentir saudades.


Peguei a mochila no carro, dei meu toque de mãos com Scott e me posicionei em frente a floresta.

- Eu também vou pai, mas nós vamos voltar a se ver.

Nos despedimos deles e depois que o carro partiu, adentramos a floresta eu e Katniss.

Chegando a um espaço um pouco aberto eu vi uma placa que felizmente consegui ler. Dizia Acampamento Meio Sangue. Em frente a placa eu parei e algo me chamou ao céu, avistei um pássaros completamente de chamas. Era tão bonito, parecia que estava me dando boas vindas. E então escutei a mesma voz novamente.

- Fênix. - Ela dizia.

Aquela ave era uma fênix.

Então agradeci a minha mãe e entrei no acampamento.


Uma nova história ia começar pra mim, novos dias, novos amigos, novas aventuras, um novo lar.
 










 

 

 

 

 

 
Cristopher Walker
Cristopher Walker
IndefinidosPercy Jackson RPG BR

Mensagens :
5

Voltar ao Topo Ir em baixo

Re: Ficha de Reclamação

Mensagem por Chelsea H. Drevoir em Seg 03 Fev 2014, 09:24

▬ Por qual Deus você deseja ser reclamado? Caso não queira ser um semideus, qual criatura mitológica deseja ser?
Gostaria de ser reclamado por Hipnos.

▬ Cite suas principais características físicas e emocionais.
Alto (1,87), magro (65 Kg), moreno, cabelos fartos e olhos castanhos. Calmo, inteligente, um pouco distraído. Tem uma imaginação muito fértil e adora ler fantasias.

▬ Diga-nos: por quê  quer ser filho de tal Deus - ou ser tal ser mitológico?
Hipnos, por ser o Deus do Sono, tem poderes no subconsciente de todos os seres. Muitas vezes imaginei ter esse poder, às vezes conseguia até mudar meus próprios sonhos, controlando situações. Muitas pessoas acham que filhos de Hipnos só sabem dormir. Eu acredito que sua habilidade em campos de batalha pode ser surpreendente. Hipnos tem filhos que caracterizam três estágios do sono: Phantasos: sonhos cheios de imaginação. Morpheus: Ilusões e esperanças que muitas vezes escapam para nosso subconsciente. Phobetor: O pesadelo propriamente dito. Um semideus filho de Hipnos teria também o dom de criar ilusões, já que seus irmãos divinos são capazes de tal coisa. Me caracterizo como um filho de Hipnos por sentir que posso reverter situações a meu favor, sem precisar de charme.

▬ Relate a história da sua personagem - não haverá um limite de linhas definidos, deixe a sua criatividade fluir.
OBS: O player não é obrigado a ir ao Acampamento, mas deve narrar a descoberta de que era um semideus e o momento da reclamação- e se não foi indo a Long Island, como foi?

Uma breve história:

Desde pequeno sofri com sonhos estranhos. Quando tinha sete anos, minha mãe, Marya, me levou à uma clínica, mas o médico não suspeitou de nada. Os sonhos foram piorando com o tempo, antes eu sonhava com prisões subterrâneas, gemidos e gritos. Agora eu sonhava com uma pessoa dentro dessa prisão. Era um homem velho, que dormia profundamente. Em uma das vezes que sonhei com ele, ele se levantou sem abrir os olhos e me disse:
- Matias... - disse o homem com uma voz cavernosa - Eles já sentiram sua presença... Sabem que você está vivo... corra, corra e nunca mais volte...
Na manhã seguinte eu completei treze anos. Questionei minha mãe sobre os sonhos, mas ela acariciou meus cabelos curtos e disse:
- Querido, foi só um sonho. - disse ela docemente. Mas minha mãe não conseguia me enganar. Li em sua expressão uma onda de preocupação tomando conta de seu ser. - Vá para o colégio, Peter está te esperando. - Minha mãe, assim como eu era alta e morena. Mas seus cabelos eram cacheados e fartos. Às vezes eu brincava, dizendo que ela parecia uma deusa grega. Na maioria das vezes ela sorria, mas agora eu sabia que alguma coisa estava deixando ela preocupada.
Peguei minha mochila e ela me ofereceu um saco de papel roxo. Ela sabe que eu adoro roxo. Dentro dele com certeza tinha meu lanche preferido: Bolinho de chocolate com cobertura roxa.
Saí do prédio de dez andares de Seattle e me encontrei com meu melhor amigo, Peter. Ele estava mancando como sempre. Quando perguntei pela primeira vez a ele o motivo do problema, ele disfarçou e disse que era um problema que ele tinha desde criança. Pegamos uma atalho até a escola e chegamos aos grandes portões da Academia Prince. Minha mãe nunca quis me deixar em um internato, mas depois de várias consultas na maldita clínica, acharam que eu era um garoto problemático e com dislexia.
- Ora, ora - disse uma voz áspera e cruel - Se não é o filho da Doceira Bruxa.
Todos ao redor riram. Odeio quando o inspetor Harris implica comigo. Normalmente ele era uma boa pessoa, se você não reparar nas costas arqueadas e expressão de vampiro dele. Suas longas mãos se esticaram e agarram meu lanche roxo.
- Agora que o menino completou treze anos - disse ele exibindo o saco para todos - A Bruxa resolveu envenená-lo. Não vamos permitir isso, certo?
Ele ignorou meus chutes e pontapés e atirou longe meu lanche. Cara, como eu odeio inspetores. O sinal tocou e todos se dispersaram. Harris voltou para o prédio com um sorriso maligno. Bom, hoje eu não ia passar a tarde na detenção. As aulas de História sempre foram minhas favoritas. Ganhei nota máxima num trabalho sobre os aspectos políticos e econômicos da Grécia Antiga. O professor Sanders sempre me elogiou. Mas naquele dia, tudo era especial para mim.
Depois da escola, o inspetor Harris me chamou. Pedi para Peter me esperar em casa, sabia que havia me encrencado. Harris estava sentado, em sua costumeira pose de vilão. em sua mão esquerda, um globo de neve dançava em seus dedos finos e pálidos.
- Sente-se Sr. Blake - disse ele casualmente. Me assustei. Nunca ouvi ele falando daquele jeito. - Você sabe... o que é isso?
- Hmm - olhei para o globo - minha... perdição...?
- Hu... - ele riu secamente - Sempre com uma imaginação fértil, não é mesmo? - de repente sua expressão mudou. Seus olhos ficaram vermelhos e seus cabelos caíram. Ele definhou ainda mais e uma capa marrom surgiu em seu corpo. - Isso.. é...  A PRISÃO DE SEU PAI!!!!!!
Eu pulei da cadeira. Meu pai havia sumido quando eu ainda estava no berço da maternidade, minha mãe me dissera. Mas olhei bem para o globo e vi algo que fez meus cabelos ficarem em pé. A caverna de meus sonhos. Um velho homem estava profundamente dormindo. sua barba crescia desmedidamente. Aos seu lado, três velhas senhoras curvadas e enrugadas teciam os fios de sua barba. Eu havia lido sobre isso antes. Eram as Parcas, as videntes que decidiam o futuro de cada ser. Mas então aquele era...
- Seu pai - disse Harris adivinhando meus pensamentos - Ele nunca acordou. Se depender das Parcas e dos seres do reino de onde eu venho, essa vai ser sua condição... para sempre.
Ao dizer isso, um trovão explodiu e nós dois nos abaixamos. Ele fez um sinal para que saíssemos da sala e me conduziu até os portões da Academia. Peter arregalou os olhos quando me viu com o Sr. Harris.
- C-Caronte? - disse ele ficando mais pálido do que já era. Peter e eu tinhas um belo contraste. Ele era um pouco mais baixo do que eu, era branco, cabelos rebeldes e ruivos e olhos negros vívidos. Eu tinha uma pele bronzeada e era levemente musculoso. - O que você está fazendo...
- Precisamos nos apressar - disse ele me entregando o globo. - As Fúrias estarão cercando o prédio em pouco tempo. Meu mestre nunca vai me perdoar por isso, mas eu tenho dívidas a pagar - disse ele levantando os ombros ossudos.
Era tarde demais. Uma grande nuvem de tempestade começou a se arrastar em nossa direção. De lá saíram criaturas horrendas, magras com asas de morcego e dentes afiados. Caronte assoviou fortemente e uma carruagem negra e antiga apareceu na rua em frente ao internato.
- Entrem - disse Caronte/Harris - elas vão chegar daqui a pouco.
- Mas... - eu hesitei. Ele não podia enfrentar aqueles bichos sozinho. Eu havia lido bastante sobre mitologia. Sabia que as Fúrias eram criaturas impiedosas e cruéis - Você vai ficar bem?
- Garoto - disse Caronte rindo - Eu estou bem. Apenas entre no carro.
Ele abriu a porta da carruagem e eu levei um susto. O condutor não tinha corpo. era uma capa marrom com mangas no estilo mafioso e um chapéu curto com óculos escuros.
- Colina Meio-Sangue - disse Caronte. O chapéu acenou e as mangas conduziram os cavalos..
Pater começou a tirar seu casaco e suas calças jeans folgadas. No começo eu achei estranho, mas depois quase tive um ataque. Debaixo das calças... pernas de bode surgiram.
- Hey, hey - eu disse assustado - Você é um...
- Sátiro - completou ele - Não temos tempo para apresentações, elas nos acharam.
- COMO É??? -  eu disse nervoso. Ótimo, agora um bando de demônios ia nos perseguir. Acariciei meu colar. Minha mãe havia me dado de presente há muito tempo. Era um colar simples, com um pingente de ampulheta reluzindo em prata.
Depois de algumas horas, paramos na entrada de uma reserva. Eu desci do carro e Peter me acompanhou. Ele estava em um estranho conjunto de roupas de couro e fivelas. Seus cascos eram negros como ébano. As Fúrias chiaram de ódio e avançaram. O carro antigo disparou pelo caminho de volta.
Corremos para dentro da floresta. Depois de alguns minutos, um enorme arco no estilo grego estava diante de mim. As Fúrias estavam se aproximando. Peter tirou uma espada curta das costas e ameaçou os demônios. Elas ignoraram o sátiro e partiram para cima de mim. sem ter o que fazer, estiquei meu pingente em sinal de proteção. Dele, uma enorme onda de areia explodiu e atingiu as Fúrias. A cada uma que se aproximava, uma golfada de areia saía da ampulheta.
Uma delas se safou dos ataque e me arranhou. Protestei mas ela continuou me atacando. Quando ela chegou perto o suficiente, fiz algo que superava um colar explosivo: soprei no rosto da Fúria, liberando um pó amarelado. Ela ficou confusa por alguns instantes e depois desmaiou, se dissolvendo em fumaça.
Fiquei assustado, mas Peter me tranquilizou, ela havia desmaiado e voltado ao Mundo Inferior. Depois das Fúrias desaparecerem, ouvi um barulho de cascos. Instantes depois um imponente centauro corria até mim.
- Olá meu jovem – disse ele solenemente – Meu nome é Quíron, Creio que vocês seja Matias, certo? Estávamos esperando você. Quíron me conduziu para um imenso acampamento. À direita, campos de morango exalavam um intenso aroma. Logo à frente, vários chalés se estendiam em uma formação de ferradura.
Quíron e Peter me conduziram para uma grande casa de madeira. Lá dentro, um homem de camisa roxa nos esperava sentado. Acima dele uma cabeça de leopardo rosnou para mim. Me assustei, mas Quíron disse que ele era inofensivo.
- Ah – disse rispidamente o homem de camisa roxa – Então você é o sátiro que conduziu este jovem? Devia ter mandado um melhor...
Peter se encolheu e se retirou. Ele não era de guardar mágoas, mas do jeito que ele foi tratado, até eu me sentiria ofendido. O homem se levando da cadeira e veio em minha direção. Depois estalou os dedos e pediu que eu subisse.
Quando subi as escadas, me deparei com um grande espaço. Mas infelizmente não pude ver muita coisa. Uma densa fumaça verde dominava o ambiente. Uma menina de cabelos ruivos apareceu no meio da fumaça e fui cumprimentá-la. Mas ela não prestou atenção em mim e abriu a boca. De lá, mais fumaça verde saiu. Comecei a ficar assustado.
- Seu pai – disse a menina com uma voz alterada – corre grande perigo. Você deve ficar aqui, para treinar e conhecer suas habilidades, se quiser salvá-lo... As Parcas não tem piedade dos que vivem, mas mesmo Hipnos não é capaz de detê-las... sozinho...
Ela soprou mais fumaça verde, desta vez em meu rosto. Me senti tão tonto que sucumbi e apaguei. Acordei em uma cama armada de hospital, em uma tenda. Um menino com aparência sonolenta e distante estava me observando.
- Finalmente - disse ele com um bocejo - Depois de cinco dias, você acordou!
- É...- disse eu confuso - Quem é você?
- Ah - disse ele se espreguiçando - meu nome é Clóvis. Fiquei no lugar de Annabeth, ela teve que cuidar de alguns assuntos...
- Onde está Peter? - eu disse me levantando e ignorando as dores
- Ele provavelmente está conversando com Quíron - disse Clóvis - Matias, enquanto você dormia, seu pai o reclamou.
- Como assim? - eu perguntei ainda mias confuso
- Entendo que seja estranho para você - disse ele. Clóvis me explicou tudo sobre o Acampamento Meio-Sangue, os Deuses e chalés. - Como semideus, você absorve essas informações com facilidade. Assim como você decifrou a inscrição no portal do Acampamento. - Eu me lembrei daquele portal. no início as letras em grego estavam confusas, mas depois eu havia lido: Acampamento Meio-Sangue. - Sua dislexia é sinal de que você nasceu com a mente treinada em grego, não em inglês. Mas como eu havia dito, você foi reclamado... Na verdade, a marca ainda está aí...
Ele apontou para cima e eu senti uma luz roxa brilhar acima de minha cabeça. Um travesseiro roxo flutuava, símbolo de Hipnos, meu pai. Eu ainda sentia algumas dores, mas me sentia cada vez mais vivo, como se tivessem me ligado em uma tomada. Apalpei meu peito e fechei minha mão no pingente de ampulheta. Finalmente eu sabia sobre meu pai, e principalmente, a eterna dúvida que me assombrava se dissipou, eu sabia quem eu realmente era, um meio-sangue, disposto a fazer tudo para salvar meu pai e as pessoas ao meu redor.
Chelsea H. Drevoir
Chelsea H. Drevoir
Curandeiros de Asclépio

Mensagens :
292

Localização :
Healing Hills

Voltar ao Topo Ir em baixo

Re: Ficha de Reclamação

Mensagem por Bryan Angst Pallas em Seg 03 Fev 2014, 10:51

▬ Por qual Deus você deseja ser reclamado? Caso não queira ser um semideus, qual criatura mitológica deseja ser?

Apolo

▬ Cite suas principais características físicas e emocionais.

Físicas:Cabelos pretos um pouco, olhos de colorações castanhos claro, copo forte e não tão musculoso,altura média (1,73),pele clara.

Emocionais: Gentil, romântico e fiel com os amigos, porém odeia falsidade, em alguns momentos fica com raiva quando alguém o chama de metido.


▬ Diga-nos: por quê  quer ser filho de tal Deus - ou ser tal ser mitológico?

Porque gosto muito de Apolo e acho o fato dele ser o Deus da guerra legal,quando estudei sobre mitologia grega sempre me encantei pelo Apolo.

▬ Relate a história da sua personagem - não haverá um limite de linhas definidos, deixe a sua criatividade fluir.

Assim que nasceu, Bryan foi abandonada por sua mãe, ficando sobre a tutela apenas do seu tio. Nos primeiros momentos ele não entedia o porque de sua mãe te indo embora, tinha total certeza que ela fez uma besteira. Atualmente foi isso que meu tio havia mim dito.
“Você é apenas um bebê, não tem culpa de nada e é minha responsabilidade. Honrarei esse compromisso” Era o que ele pensava sempre que olhava para mim.
Arthur era o nome do meu tio. Ele se despediu do emprego de na oficina, assim podendo dedicar mais tempo a mim. Eu era um bebê lindo, saudável e forte. É claro que como tio de primeira viagem ele teve que pedir ajuda a outros parentes.

------

eu crescia como uma criança normal. minha infância foi bem parada. Até as coisas piorarem quando entrei no fundamental. As minhas notas caíram drasticamente e tive que trocar de escola várias vezes por ser expulsa, seja pelas notas baixas ou por arrumar encrencas. Mesmo assim eu não se deixava abalar, estava sempre sorrindo para todos o que fazia com que minha beleza continuasse a crescer. Ele sempre pensou que atraia as pessoas por ser quem é.

- Não confie assim tão fácil nas pessoas Bryan – Seu tio sempre a avisava. – Você é forte, bonito e saudável, e algumas pessoas são interesseiras, só querem estar perto para te usar. Tome cuidado.

Porém com o tempo toda aquela atenção e amizades falsas, assim como os olhares invejosos e desejosos começaram a mim irritar. Eu queria poder conversar com alguém, falar o que sentia e o que pensava. Tentei algumas vezes com meu tio, o único em quem eu realmente confiava, no entanto ele sempre mudava o assunto ou dava um conselho inútil. Então acabei desistindo.

------

Em um dia de sábado, saindo de uma festa, já com meus 15 anos, eu acabei me perdido. Estava muito escuro e estava em beco estranho. Resolvi voltar, mas cada passo que eu dava mas parecia que estava mas perdido, a cada passo que eu dava e ninguém passava na rua para que eu pudesse pedir informações. Escutei passos e comecei a andar mais rápido, assim como os sons que ouvia. Sombras estranhas passavam por cima e ao meu lado, já estava começado a entrar em pânico. Resolvi para, fechando meus olhos e ficando vulnerável do nada minha mão foi puxada impulsionando o corpo a correr. Abri os olhos e na minha frente estava um garoto estranho que mancava. Ele me puxando e eu correndo, conseguiu levar a semideusa para casa, a qual não ficava longe dali.

- Eu te vi, na festa – Bryan falava curioso. – Quem é... Você?

- Sim, Eu estive tentando andar com você.
– Sou Rick – Sorriu.

– Por que você me salvou? Seja lá do estava me perseguindo. Por quê?

- Porque gosto de você. E quero ser seu amigo.

Com aquela frase, eu não pode evitar algumas lagrimas. Eram palavras verdadeiras, mim senti feliz. Palavras que muito tempo esperei para ouvir de alguém. “Meu destino está mudando?”

Nesse dia fiz um amigo verdadeiro, que veio se tornar o melhor, que mim ajudava nos estudos,todos dias fazendo coisas novas, não havia muitos segredos entre nos... Ou era isso que ele pensava.

------

Terceiro ano. 17 anos. Não conseguia mais andar e passar despercebida, onde colocava meu pé os olhares se voltavam para me, Rick não gostava quando as garotas me olhavam esquecendo dele. Já estava quase no final do ano o que me deixava aliviado. Se livrar daquele ambiente escolar seria minha salvação, como um dia uma professora sugeriu, para que segui-se a carreira de modelo, mas prefiro continuar a trabalhar na oficina com meu tio.

Após termina a prova seguir para fora da escola junto com Rick, ao chega meu tio já se encontrava em frente ao portão principal da escola e Rick parecia seriamente preocupada com alguma coisa.

- O que foi Rick? – Perguntei sorrindo.
– A prova estava tão difícil assim? – Rir. – Até eu consegui fazer, você vai se sair bem.
- Não é isso. – Respondeu Bruna, olhava para os lados freneticamente.
- O que é então? Você esta mais estranha que o normal.
Primeiro Rick parou olhando para a maior com uma cara emburrada e começou a puxar para longe da escola.
- O que você está fazendo Rick? Precisamos esperar o meu tio, ele ficara preocupado se não estivermos no portão quando ele voltar.
- Tenho certeza que ele vai entender. – Ela puxou um celular do bolso da calça.
– Senhor Marcos? Sim, vou levá-la. É... Estou com um mau pressentimento, todos os meus pelos estão se eriçando.
- O que? – Rir estava sendo puxada, achando que tudo aquilo era uma brincadeira. – O que você quer dizer com tudo isso? Pelos se eriçarem? – Gargalhei sendo irônico.

No caminho Rick começou a explicar coisas dobre a deus Apolo e o Acampamento Meio-Sangue. Eu ouvia mas não entendia nada. “Por que ela esta me falando isso?” Queria perguntar, mas sabia que se interrompesse Rick ele ficaria bravo, ainda mais por estar achando sério demais. Quando finalmente ia falar alguma coisa minha boca foi tampada e fui puxado por mãos fortes, tentei resistir, ação falha. Fui amarrado e colocado num carro preto, juntamente com Rick. Seu olhar expressava o medo e desespero que sentia naquele momento. Os dois homens riam, risadas maldosas e cheias de malicia.

O carro andava em uma velocidade alucinante, estava amarrando junto com Rick, já tínhamos perdido e noção do tempo que estávamos ali dentro. Rick me cutuca, seus olhos ainda mostravam determinação e que ela tinha um plano. Concordei esperando o que ela iria fazer e arregalei os olhos quando ela esticou o corpo e dirigiu seus braços para a cabeça do motorista o enforcando como pode forçando seu corpo para trás.

- Solte-o! – Rosnava o homem no banco de passageiro, enquanto o outro tentava com uma mão tirar o braço fino de seu pescoço.

Rick ouviu o pedido e apertou ainda mais o pescoço. O que dirigia não aguentou mais, tirou as mãos do volante fazendo o carro perder o controle, sair da estrada e capotar, parando alguns minutos depois.
Eu estava ferindo, meus braços e minha cabeça sangravam, cacos de vidro por todo lado tudo girava. Rick me ajudava a sair do carro. Então apos sair do carro começamos a correr.

- Rápido! Estamos quase chegando ao acampamento! - Gritava Rick.
- Rick! Do que você ta falando?! Temos que volta para casa, chamar a polícia!
- Isso não é caso para polícia! Temos que dar um jeito de nos desamarrar...

Rick parou de falar quando os arbustos movimentaram, espalharam as folhas e os dois homens apareceram em nossa frente. Contudo o mais assustador era a forma dos homens, os quais se contorciam e estavam envoltos por uma aura negra. Um deles puxou a corda cumprida que terminava na da mão do outro casa. "O que é isso? Virei o que? Estou cansado disso vou para casa. CHEGA!"

Um brilho se fez no fundo dos meus olhos. Coloquei as duas mãos na corda e usando toda força que tinha a balancei para cima e para baixo com um grunhido o homem soltou a corda.
- Abaixe-se Rick, que o bicho vai pegar - A minha voz raivosa fez com que Rick se assustasse e obedeceu imediatamente.

Enrolei um pouco da corda na mão para ficar mais firme e girei no ar e lancei contra um dos meus inimigos, puxei a corda para me lançando novamente neles e girando o corpo fez a corda acertar nos dois seguidas vezes. As criaturas agora eram quem estavam assustadas e tentavam se proteger como podiam, sem muito sucesso.

- Corra para o acampamento, estou logo atrás de você.

Rick se levantou e correu olhando várias vezes o caminho a suas costas. depois comecei a batalha com aquelas criaturas logo segui Rick colina acima. Eu estava exausto e sentia a perna fraquejar, mas continuei correndo. Vir uma grande árvore e a menor me ofereceu os ombros para me apoiar. Eu estava muito machucando quase inconsciente continuamos vendo o cenário para o qual nos se dirigia. Uma grande casa, chalés e pessoas felizes andavam adolescentes de todas as raças e nações. dei um sorriso fraco e acabei desmaiando caindo no chão.

Algumas horas depois, eu acordei em uma enfermaria, cheia de faixas.

- Cheio dos ferimentos e continua lindo... Por isso que te odeio cara - Falou Rick.
- Bem vindo, filho de Apolo. - Uma mulher com algumas campistas, tão lindas quanto as garotas da escola, sorriam para a que se recuperava, transmitindo uma sensação de acolhimento e esperança. - Aqui você começara sua nova vida.
Bryan Angst Pallas
Bryan Angst Pallas
IndefinidosPercy Jackson RPG BR

Mensagens :
5

Voltar ao Topo Ir em baixo

Ficha de Semideusa. Filha de Nix.

Mensagem por SelenaRidle em Seg 03 Fev 2014, 16:48

▬ Por qual Deus você deseja ser reclamado? Caso não queira ser um semideus, qual criatura mitológica deseja ser? Posso ser meio semideusa e meio vampira? :3

▬ Cite suas principais características físicas e emocionais.

▬ Diga-nos: por quê  quer ser filho de tal Deus - ou ser tal ser mitológico? Nyx. Sempre me senti mais.. viva durante a noite. Sou uma verdadeira coruja. A noite fico mais acordada, mais alerta, mais viva. Acho que vocês vão entender pela história da personagem :3


▬ Relate a história da sua personagem - não haverá um limite de linhas definidos, deixe a sua criatividade fluir.
OBS: O player não é obrigado a ir ao Acampamento, mas deve narrar a descoberta de que era um semideus e o momento da reclamação- e se não foi indo a Long Island, como foi?

Ainda eram cinco horas da manhã quando uma garota de olhos misteriosos se debatia inconsciente na cama.

As mãos e os pés de Selena estavam bem presos em correntes, mas não eram apenas correntes. Estavam revestidas de bronze Celestial e queimavam cada vez que a garota tentava se mexer.  Selena foi tomada pelo panico quando percebeu o cheiro inconfundivel de sangue se aproximando. Enquanto se debatia tentando se soltar das correntes assasinas ouvia os gritos agoniantes de seus amigos pedindo socorro. Sarah, Dylan, Rayan estavam sendo torturados, disso ela tinha certeza. Foi ai que o maior medo veio. Silêncio. Desesperada, Selena se debateu e a angustia em seu peito aumentou numa proporção que ate ela propria desconhecia. Com dificuldade conseguiu tirar a venda que alguém colocara em seus olhos. A primeira coisa que viu foi a sua imagem, por todo lado. Uma Sala de espelhos. Ela realmente estava presa em correntes. A chave estava do outro lado da sala, pendurada em cima de um ninho de cobras. Ela sorriu agradencendo por ter uma afinidade desconhecida com aqueles bichos. Ela respirou fundo e o cheiro de sangue a invadiu. Não sabia o que tinha acontecido mas num segundo tinha se soltado das correntes e quebrado todos os espelhos da sala que não possuia se quer uma porta. Não se importava com os cacos,ela pegou a chave sem problemas. Fácil de mais...
Uma das janelas surgira quando quebrara o espelho, cujos cacos agora estavam esparramados em milhões de pedaços.
Ela pulou a janela e caiu num corredor mal iluminado com espirros de sangue nas paredes. Seguiu o cheiro e não de morou para encontrar uma serie de portas, desesperada ela tentou uma a uma. Cada uma delas tinha o corpo de alguém pendurado no teto, com os olhos para fora das órbitas. Ela resistiu ao impulso de devora-los e continuou em busca de seus amigos. Tentou todas as portas do corredor sem saida, e nada. Que tipo de Lugar era esse?! Pensou desesperada. Ela continuou correndo pelo corredor que parecia cada vez maior, quando o tec tec de sua bota fizeram um barulho oco durante uma fração de segundo. Ela parou procurando de onde viera o barulho quando percebeu o paralelepido levemente mais curvado que os outros.
Ela foi até ele, sacando a varinha com um feitiço explosivo, abriu o alção e fora invadida novamente pelos gritos de seus amigos. Sem Pensar duas vezes ela pulou no buraco do piso e caiu em uma espécie de tanque de sangue.
Sua garganta queimou, poderia ficar a vida inteira ali, se deliciando da tentação daquele liquido vermelho e viscoso que tanto adorava. Suas presas apareceram por insitinto e ela sentiu o verde dos seus olhos mudaram para um vermelho vivo que existia apenas em sua íris. Ela estava prestes a mergulhar no paraiso novamente quando os gritos agoniados recomeçaram, a tiraram do transe. Ela subiu para a superfice, tirou o sangue dos olhos e olhou a sua volta. Estava literalmente nadando em sangue, seus amigos acorrentados logo ao lado do sangue, com os olhos vendados. A ultima que coisa que viu antes de desmaiar foi a cabeça de Dylan sendo arrancada.



Ela acordou desesperada se livrando das cobertas em busca de ar
Um pesadelo, foi apenas um pesadelo. Outro pesadelo.
Ela desabou no travesseiro num suspiro pesado e rezou para Atena. Selena se arrastou para fora da cama e seguiu para o banheiro.  Ela abriu o chuveiro deixando a água gelada tomar conta de seu corpo e tentando não se traumatizar com o que sonhou.  Ao contrario de todas as pessoas que conhecia Selena não gostava de banhos quentes. Ela não suportava sair do banheiro tremendo de frio e sentindo-se sufocada pelo vapor da água e ela nunca achava a agua gelada tão gelada assim. A garota simplesmente não sentia o gelo da água. Aliás, ela nunca sentia o gelo de nada contra sua pele. Selena podia andar de biquíni pela neve que caia nas ruas geladas de Londres nos invernos que não sentia se quer um pingo de frio. Como ela sabia que estava frio lá fora? Simplesmente olhava para as outras pessoas. Se muita gente estava de casaco, Selena colocava o seu. Tinha casacos apenas para isso, para colocar quando as pessoas normais colocavam.  Normal. As pessoas simplesmente não fazem ideia do quão esse termo poderia ser relativo.
Selena deixou escapar um suspiro pesado. Ela nunca foi normal, se quer era humana. A garota fechou o chuveiro e saiu, agora fresca, saiu de toalha e num piscar de olhos já estava em seu quarto, colocando a roupa para o ultimo dia de aula do semestre. Vestiu sua calça de couro preferida, uma blusa de banda e um de seus muitos coturnos espalhados pelo quarto. Pegou o casaco, a mochila e o guarda chuva e saiu. Suas tias ainda dormiam tranquilamente, cada qual em seu quarto. Eram três.
Tia Lucinda era a mais nova, Tia Deysi a do meio e Tia Marta a mais velha. Tia Lucinda usava um chapéu com penas e uma bolsa grande e verde. Ela era a mais sentimental das três. Acreditava que deviam e que podiam conviver com os humanos sem problemas e sem usar a “palavra com M.”  Tia Deysi descordava. Por ela, as quatro nunca se misturariam com gente que não é como elas e que Selena deveria estudar na melhor escola de bruxas do mundo e se tornaria a incrível bruxa que a garota estava destinada. A Segunda tia não ligava para os humanos e não era muito fã de discrição.  Terceira era a Tia Marta. A unica preocupação da bruxa era proteger Selena. Não que suas irmãs não quisessem protege-la mais a única que era paranoica com isso. As três tinham praticamente dois séculos de diferença uma da outra.
Selena atravessou a rua e começou a andar em direção ao inferno que chamava de escola.
_Ei, garota emo!_ Selena girou os calcanhares em direção a vós que reconhecera.
_ Oi patricinha_ cumprimentou a amiga enquanto entrava no carro da mesma.
Ela soltou um suspiro pesado ao ver a roupa da amiga
_ Você não podia usar menos rosa?_ Perguntou Selena com um péssimo fingimento de dor de cabeça, fazendo Sarah rir.
_ você não podia sair do luto pra variar? _ Ela perguntou enquanto dirigia no mesmo tom sugestivo. Sarah só usaria preto no dia que Selena usasse rosa o que seria no dia em que porcos voassem.
_ Eu desenhei nosso vestido pra formatura. _ falou Sarah_ Esta em algum lugar na minha mochila, depois podemos...
_ Sarah... _ Selena começou a protestar mas foi interrompida pela amiga.
_ É a nossa formatura! Você vai, e não aceito não como resposta_ Decretou. _ E eu já desenhei os nossos vestidos, quando chegarmos na escola eu mostro. E.. Dylan vai. Sem contar que você ja deu o fora em metade dos garotos do colégio, recebe uns cinco convites por dia.. Lúcia esta se roendo por isso_ ela riu
_ Mas um motivo pra eu não ir. Não vou conseguir encara-lo depois de semana passada.
_ vocês terminaram. Não é nenhum crime você sair com outra pessoa, a fila anda. você esta evitando ele a semana toda, por Deus, vocês são amigos desde a primeira série!
Ela começou a tagarelar, mas Selena não prestou muita atenção. Ficou preocupada de mais e absorta em seus próprios pensamentos. Como explicaria que iria ter que voltar para a clinica depois da aula?
No verão passado, Selena passou dois meses internada em uma clinica psiquiátrica para jovens psicopatas, por que encontram sangue escorrendo do armário da garota e pra piorar o sangue era de uma das alunas que foram assassinadas na mata por um animal. Sara, Dylan e Rayan foram os únicos que acreditaram que Selena não era uma psicopata maníaca, embora todas as pistas apontavam pra ela, e ela realmente fosse a assassina. Mas que culpa tinha de ter que se alimentar?
_ Mesmo assim, ele ficou do meu lado e eu o ignorei.
_ você é impossível! _ exclamou Sarah sem saber o que dizer para convencer a amiga.
As duas chegaram na escola e Selena teve que aturar as piadinhas e os olhares todos voltados para ela. Selena caminhou monótona ate seu armário, pendurado nele havia um bilhete escrito Psicopata com Ketchup. Uma brincadeira nojenta e sem graça. Olhou desanimada para o armário e, sem amassar o papel, jogou o bilhete na lixeira mais próxima. Ela tirou os livros de Astronomia e simbologia do armário e enfio-os na mochila. carregando o fichário de couro de dragão na mão ela e a amiga seguiram para a primeira aula do dia.
Selena nunca tinha tido um dia tão humilhante em toda a sua vida. A maioria dos colegas da escola tinham medo dela. No almoço, Sarah e Dylan se sentaram com a amiga, aturando piadinhas. Ao que parece agora eram a turma de psicopatas da escola.
Selena não fazia o tipo de garota popular. Ela usava roupas de couro escuras, e entre seus pingentes favoritos destacavam caveiras, corujas e estrelas. A morena jamais se importara com o que as pessoas pensavam a respeito dela, mas suas curvas com certeza chamavam atenção dos garotos da escola. já recebera mais de 20 convites para o baile de formatura, mas sempre os recusava, porque sabia que a maioria só a chamava por causa de sua amiga, Sarah. Sarah sim era popular. Ela era líder de torcida, bonita, manipuladora, e romântica. Usava rosa até não poder mais.  As duas eram completamente diferentes. Sarah e Selena eram os tipos de garotas que jamais deveriam se dar bem num mundo real. Elas deveriam simplesmente se odiar, mas não era isso que acontecia. Eram amigas desde que nasceram. Uma sabia tudo sobre a outra. Sarah era a única que sabia do sangrento segredo de Selena. Era a única que sabia que a garota tinha presas e que tinha que usar lentes de contatos, não por causa de sua visão- que era perfeita- mas por causa da cor de seus olhos. Eles tinham uma curiosa característica de mudarem de cor de acordo com o humor da morena.

_  Você deveria dar queixa! _ Reclamou Sarah_ Eu juro pela Esfinge que jogo no tártaro quem fez isso. _ Ela disse sussurrando a ultima parte.
_ É só ignorar, eu nunca.._ Selena ia reclamar mas foi interrompida quando alguém tampou seus olhos. Ela quase entrou em pânico.
_ Adivinha quem é_ disse o dono das mãos que agora tampava sua visão. A vós estava disfarçada numa péssima imitação da própria vós da garota. , mas ninguém consegue disfarçar o cheiro do próprio sangue. Ela reconheceu a pessoa. E sorriu.
_ Dylan! _ exclamou tirando as mãos do amigo que tampavam seus olhos.
_ Como é que você sempre descobre quem é:: perguntou o amigo, indignado.
_ Eu reconheceria seu cheiro em qualquer lugar_ respondeu Selena ao amigo.
Ele revirou os olhos _ As vezes eu esqueço do seu olfato de cachorro_ brincou Dylan. Eles riram e conversaram mais um pouco ate a primeira aula. Ninguém mencionou a palavra com S.

-----Ponto de vista da Selena --------

Hoje foi o pior dia da minha vida. Já se passaram quase um mês desde um incidente e pelo que parece ninguém havia esquecido ainda.
Okey, vou explicar.
Acontece que bom, eu tenho um segredo que não costumo revelar e que tenho que conviver e superar desde que me entendo por gente. Não, não é exatamente uma doença. Eu venho de uma família meio... Incomum. Isso tudo é culpa da minha mãe. Eu não a conhecia, as graças a ela eu havia nascido assim. Nasci com presas, garras, e olhos vermelhos e uma sede insaciável por sangue. Não que ela fosse uma vampira... Eh.. Com eu posso explicar.. Se você conhece a bíblia provavelmente já ouviu falar de uma história onde anjos desciam a terra e se relacionavam com os humanos. Bom, foi mais ou menos isso que aconteceu e que ainda acontece. Mas não são os anjos que descem mais, hoje em dia são os próprios deuses gregos. Sabe, tipo Zeus, poseidon, Hades, Atena, Hera, Apolo e etc. Eles fazem isso o tempo todo e , nada contra é legal te rum pouco de sangue divino - não que eu sinta a diferença- e é legal ver que existem outros como eu, mas também seria legal se os deuses usassem camisinha de vez em quando.
Existe uma espécie de Hierarquia divina que são os primordiais, os titãs, os doze olimpianos e os deuses menores. Não são apenas os olimpianos que descem a terra, todos fazem isso, o tempo todo. Minha mãe é ou era um deles, por causa dela eu nasci assim.  Minhas tias dizem que é por que ela é mãe e criadora dessas coisas. Vampiros, lobisomens, bruxas, Estrelas, cometas e tudo mais.
Bom, eu carrego o legado de duas criaturas. De um lado, vem a sede por sangue, o sangue divino e blablabla... Do outro vem a magia. As minhas tias por parte de pai são bruxas, eu sou bruxa, meu pai também e o resto da minha família paterna,  inteira... Ou o que sobrou dela.
 Pois é, agora junte tudo isso numa pessoa só e depois coloque ela numa escola com pessoas normais, com humanos. Resultado: um caso de assassinato na escola, onde todos culpam a mim. Não que os alunos e professores soubessem da minha vida, mas o assassino colocou a cabeça da garota no meu armário. Ele usou o meu canivete para tortura-la e matá-la. E havia também, perto do corpo um colar com a réplica do pingente idêntico ao meu (detalhe: o meu estava no meu pescoço. Todas as provas apontavam para mim. Mas, sinceramente, se eu fosse mesmo torturar alguém, jamais usaria um canivete, e eu não guardo lanches no armário. Eu sou discreta,  sempre enterro os corpos. EU não saio por ai pendurando os corpos no mastro da bandeira do colégio que a vítima estuda para depois colocar a cabeça da pessoa num armário qualquer. Eu não iria deixar uma gota de sangue. Foi assim que Sarah, Josh e Dylan souberam que não era eu. Ainda tinha sangue no corpo de Elizabeth quando ela fora destroçada e eles sabiam que eu era discreta e sempre enterrava os corpos. Foi assim que eu soube que não era eu em mais uma das minhas crises. Apenas nós quatro sabíamos quem tinha sido.
A morte de Elizabeth foi um aviso de um velho conhecido, dizendo que estava de volta. Salazar. Aquele desgraçado tinha voltado e sabia onde eu estava. E eu sabia também, que ele estaria me vigiando, e sabe com quem eu ando e quem eu amo.

_ Selena pode responder essa pergunta? _ O Sr. Percival ( um dos professores mais gatos do colégio) estava na frente da minha mesa esperando uma resposta cuja a pergunta eu não havia escutado. Alguns alunos davam risadinhas e outros com uma expressão de medo, todos me encaravam como se eu estivesse prestes a tirar uma calibre 360 da mochila e atirar em geral... o que seria uma ideia tentadora.
_ Hm.. Desculpe, pode repetir por favor?  - falo encarando o homem.
_ Eu perguntei quais foram as principais características do Iluminismo no século XVIII
_ A principal característica do iluminismo renascentista vem defesa ao estado Laico, e o uso da ração para compreender questões políticas e sociais, sem intervenção da igreja.
_ Muito bem.. Cite três pensadores iluministas do renascimento
_ Adam Smith, Montesquiel, e o meu preferido, Jonh Loke. _ Sorri. Ele estreitou os olhos e voltou a falar sobre a matéria ganhando a atenção de alguns alunos novamente.
Sinceramente, eu adorava História mas odiava o professor.  Por causa de uma maldição lançada contra minha família no século XV  eu renascia de século em século, desde 1427 e havia visto pessoalmente a maioria das épocas literárias e das guerras que estudávamos em sala de aula. Liza, Sarah, Katharine, Samantha, Elizabeth, Selena...  Cada vida um nome diferente e um amor que deu errado.  Ah e eu nunca vivi mais do que 25 nos. As vezes, eu ainda lembro da vós estridente da bruxa que lançara os versos em minha alma.

" Aquela que tem sangue da escuridão, a maldição da vida sofrerá.
Vivendo para ver a decadência dos homens
Se perderá de seu próprio túmulo e renascerá.  
Na terceira década de cada vida,  o dia de seu nascimento, será o dia de sua morte. "

O verso aparecia em minhas Lápides todas as vezes. Mesmo que não tivesse sido colocado la, era só finca-lo na terra que la estava ele.  tânatos, o deus da morte ( que diga-se de passagem também era meu irmão)  aparecia para ceifar a minha alma e íamos para o exílio no mundo inferior, e  depois de alguns anos vivendo no Castelo do próprio Hades eu reencarnava quando ele achava que eu estava pronta, ou que havia encontrado a família certa. Era sempre assim.

As três e meia da tarde o sinal anunciou o fim da aula me tirando dos meus devaneios. Fim do dia, hora da liberdade. Juntei mininhas coisas na mesa e joguei o estojo e o fichário na mochila, e sai apressada da sala. Josh estava me esperando na porta. Cumprimentei o ruivo e fomos pro carro, combinamos que ele me levaria pra casa depois da escola até meu carro sair do concerto. Na verdade ele praticamente insistiu que eu aceitasse a carona, enfim.
O único problema era a minha... Queda por ele.
_ E então como foi a aula? _ Traduzindo: " Aquele cara deu em cima de você de novo?"
_ Iluminismo é a minha época favorita, sem dúvida. _
_ Era mesmo como esta nos livros? _ ele perguntou curioso. Ah sim, existiam apenas sete pessoas que sabiam sobre essas reencarnações: Tia Lucinda, Tia Deysi,  Tia Marta, Sarah, Josh, Dylan e Salazar.
_ Era sim, a maior parte. _ Sussurrei. Andamos mais alguns metros até o estacionamento. Me despedi de Sarah e Josh sem saber que essa seria a última vez que eu iria vê-los vivos.
Eu e Dylan entramos no carro e um silêncio constrangedor tomou conta do ambiente. A Ultima vez que nos vimos ele me beijou e eu sai correndo. Não que o beijo tenha sido ruim, mas eu sai correndo para não morder ele. Eu nunca havia sentido o cheiro do sangue dele antes, e pela boca, é o caminho mais próximo sem ser por um arranhão. E estava tão perto..
_ Você está bem? _ Ele perguntou me tirando de meus devaneios ( Vulgo momento em que eu estava pensando em sangue. )
_  Estou_ respondi
_ Olha... Eu sei que as coisas estão meio... Bagunçadas mas isso vai melhorar, eu prometo. _ ele fala confiante enquanto encarava a estrada.. PERA, ESTRADA???????
_ D-dylan, onde estamos ando? _ pergunto vendo que estamos muito longe da cidade.
_É uma surpresa... _ Foi pelo tom de nervosismo dele que notei que estávamos correndo mais do que o normal. Não que ele não adorasse receber umas multas por excesso de velocidade de vez em quando mas estávamos a 250 km por hora e quando eu percebi já estávamos em Long Island. _ Hm.. Lembra quando eu disse que íamos acampar? _ ele pergunta meio receoso.
_ Lembro mais eu pensei que fossemos nas férias e...
_ Não nós não vamos acampar, você vai. E, sinto muito Sel, mas não vai completar o ano letivo dessa vez. _ Encaro Dylan pela primeira vez no dia. Seu cabelo loiro como sempre liso e desarrumado, mas diferente das outras pessoas isso deixava ele sexy... Ele usava a camisa da Half Lauren que eu dera de aniversário, seus Jeans surrados e um sinto que combinava com os tênnis de corrida.
_Como assim?  Dylan, de a volta, é sério, temos prova amanhã, isso não tem graça.
_ Selly, não é piada... _ ele freia o carro de repente num acostamento no meio do nada. _ Seu pai... Ele me pediu pra eu te trazer aqui em segurança..
_ Aqui onde Estamos no meio do nada! E eu estou sem qualquer bagagem aqui e.. _ eu ia começar o discurso de protesto quando ele saiu do carro e foi em direção ao porta malas. Sai do carro e me deparei com três malões gigantes.
_ Selly por favor... Eu... Eu não queria que tivesse que ser assim,  mas você esta correndo perigo aqui fora.. Vem _ ele trancou o carro e começou a seguir em direção a uma trilha que não havia percebido antes. Eu o segui receosa. _ Esse acampamento é pra pessoas igual a você... semideuses, estou te trazendo aqui porque..._ Ele se interrompeu quando um grande rugido saiu da floresta. vários pequenos terremotos começam _ CORRE! _ Ele gritou, peguei uma das malas e saímos em disparada trilha a dentro.
Tudo aconteceu muito rápido. Corremos feito loucos fugindo do barulho, Avistei o que devia ser a entrada do acampamento, ao lado um dragão dormia sobre um pinheiro soltando sinais de fumaça. Num segundo Dylan estava do meu lado gritando cuidado e no outro ele fora arremessado para os galhos de uma árvore, eu soltei as malas e corri para ajuda-lo mas algo me atingiu e a ultima coisa que vi foi o dragão cuspindo fogo para a floresta.
Não sei quanto tempo se passou mas já era noite quando consegui abrir os olhos e meus sentidos estavam começando a funcionar de novo
-YEEEE finalmente e.e já estava ficando entediada.
Olho assustada para a garota que acabara dar um berro e foleava uma revista de moda- Quem é você?
-Eu sou a criança mais irritante do Camp inteiro. Só que não, Me ame. - ela ri e vira a pagina da revista.
Olho pra ela confusa e só então me dou conta de onde estou- Que lugar é esse?
-Bem, tenho de explicar uma coisa primeiro.
-Aqui é algum tipo de hospital. ? - falo olhando em volta e vendo as pessoas machucadas e enfermeiras correndo de um lado para o outra

-Ei, ei, calma. Aqui é a enfermaria. - mordi um biscoito e ajeitei a tala no pulso. - Você conhece mitologia grega?

- Mitologia grega? Aquela história de Zeus e deuses olímpicos?

-Isso mesmo. - ela morde o biscoito de novo - Eles são reais. Esse é um acampamento para semideuses, filhos de deuses com mortais.

-Filhos de deuses c.. eu preciso sair desse hospício! - falo tentando me levantar mas dou de cara com a garota novamente.

-Ei, calma. Come um biscoito. - Me virei ignorando ela e tentando pensar.. mas me deparei com ela de novo.
-c-como você fez isso..? - perguntei tentando não surtar

-Já falei, filhos de deuses com mortais. Sou uma semideusa, tenho certos poderes. Mortais não podem entrar no Camp, por causa da barreira mágica. O que significa, que você também é uma semideusa.

- Ta dizendo que meu pai ou minha mãe pode ser tipo um deus grego? E espera que eu acredite nisso?

-Espero sim, meu pai também é.

- é o quê?

-Meu pai é Hades, senhor do Submundo '-' E sua mãe é uma deusa. Qual, eu não tenho certeza, mas você será reclamada cedo ou tarde.

- Reclamada? Mas eu não fiz nada! Quem vai reclamar de mim? - protestei - a culpa não é minha se eu vim parar não sei onde. - falo indignada
-Reclamado significa que você descobre de quem é filho.

- Ah.. - ok agora eu estou me sentindo uma retardada- e.. eu posso voltar pra casa agora...?

-Não, tem monstros atrás de você.

- Ta dizendo que meu pai ou minha mãe pode ser tipo um deus grego? E espera que eu acredite nisso?
-Espero sim, meu pai também é.
- é o quê?
-Meu pai é Hades, senhor do Submundo '-' E sua mãe é uma deusa. Qual, eu não tenho certeza, mas você será reclamada cedo ou tarde.
- Reclamada? Mas eu não fiz nada! Quem vai reclamar de mim? - protestei - a culpa não é minha se eu vim parar não sei onde. - falo indignada
-Reclamado significa que você descobre de quem é filho.
-Ah.. mas eu já sei de quem eu sou filha.. Minha tia me disse que minha mãe se chamava Nix. Viu? Problema resolvido! Eu posso voltar pra casa agora...?
-Não, tem monstros atrás de você. Tem que ficar aqui. Bem vinda a sua segunda casa.
SelenaRidle
SelenaRidle
IndefinidosPercy Jackson RPG BR

Mensagens :
1

Voltar ao Topo Ir em baixo

Re: Ficha de Reclamação

Mensagem por Conteúdo patrocinado

Conteúdo patrocinado

Voltar ao Topo Ir em baixo

Página 22 de 50 Anterior  1 ... 12 ... 21, 22, 23 ... 36 ... 50  Seguinte

Ver o tópico anterior Ver o tópico seguinte Voltar ao Topo


Permissão deste fórum:
Você não pode responder aos tópicos neste fórum
:: Topsites Zonkos - [Zks] ::