Ficha de Reclamação

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Ficha de Reclamação

Mensagem por 128-ExStaff em Ter 08 Out 2013, 19:36

Relembrando a primeira mensagem :



Olá, Campista!



Como já devem saber, este é um fórum de RPG que procura seguir a história da série de livros 'Percy Jackson e os Olimpianos', de Rick Riordan. Não obstante, nós também oferecemos a você a oportunidade de viverem e interpretarem estes heróis semideuses, ou até mesmo outras criaturas mitológicas, criando suas próprias histórias e divertindo-se com elas. Para que possam participar de tais histórias, você deverá preencher uma ficha e postar neste mesmo tópico; a mesma encontra-se logo abaixo.

Para cada afiliação, você ganhará Poderes específicos - para tornar tudo um pouco mais 'real -, bem como ganhará presentes específicos: armas, itens de combate... Clique Aqui e Aqui para ver, respectivamente, estas listas de poderes e presentes de reclamação (lembrando que, assim que forem reclamados, um deus ADM irá atualizar seu rank, sua filiação e seus presentes)

Nem sempre você passará no teste, mas não desanime, tente novamente ou procure por outro deus... No caso de Zeus, Poseidon e Hades, o teste NÃO É VÁLIDO, pois estes Deuses efetuam testes mais severos. Os Três Grandes fazem concurso mensal para a escolha de um novo filho. Para saber a data do próximo concurso, fiquem de olho nos anúncios globais; a qualquer hora, um novo teste será postado.

Porém, caso se interesse por ser filho de Nyx, Melinoe, Athena ou Perséfone, atente para a ficha; ela será a mesma que para qualquer outra afiliação mitológica, mas será avaliada de forma mais rígida por um de nossos deuses.

Lembrando que o único propósito da ficha é a reclamação do personagem. Qualquer item desejado, além da faca inicial, ganha no momento de inscrição do fórum, e dos presentes de reclamação - adquiridos caso a ficha seja efetivada - devem ser conseguidos in game, através de forjas, mercado, missões e/ou DIY.


Dúvidas? Contate um dos deuses ou um dos monitores de nosso Fórum, via MP ou Chatbox! Sintam-se livres para perguntar, e não tenham vergonha!






Ficha de Reclamação!




▬ Por qual Deus você deseja ser reclamado? Caso não queira ser um semideus, qual criatura mitológica deseja ser?

▬ Cite suas principais características físicas e emocionais.

▬ Diga-nos: por quê  quer ser filho de tal Deus - ou ser tal ser mitológico?

▬ Relate a história da sua personagem - não haverá um limite de linhas definidos, deixe a sua criatividade fluir.
OBS: O player não é obrigado a ir ao Acampamento, mas deve narrar a descoberta de que era um semideus e o momento da reclamação- e se não foi indo a Long Island, como foi?





♦ Lembrando que todas fichas receberão uma avaliação condizente, mas a aprovação não é automática, sendo que a resposta pode ser negativa dependendo da qualidade apresentada. Determinados nick's que não seguirem a regra também terão a ficha desconsiderada. [Leiam as regras aqui]


.:.:.:.


▬ Lista de Afiliações divinas disponíveis atualmente no fórum, bem como os seres mitológicos disponíveis para serem interpretados:


.:.:.:.

Centauros
Dríades
Filhos de Afrodite
Filhos de Apolo
Filhos de Ares
Filhos de Athena *
Filhos de Deimos
Filhos de Deméter
Filhos de Dionísio
Filhos de Éolo
Filhos de Eos
Filhos de Hades **
Filhos de Hécate
Filhos de Hefesto
Filhos de Héracles
Filhos de Hermes
Filhos de Héstia
Filhos de Íris
Filhos de Melinoe *
Filhos de Morfeu
Filhos de Nyx *
Filhos de Perséfone *
Filhos de Phobos
Filhos de Poseidon **
Filhos de Quione
Filhos de Selene
Filhos de Thanatos
Filhos de Zeus **
Náiades
Sátiros

* = As fichas destinadas à tais patronos requerem uma avaliação mais rígida;
** = Os Três Grandes fazem concurso mensal para a escolha de um novo filho;
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Re: Ficha de Reclamação

Mensagem por Hal Mikkelson em Sex 14 Fev 2014, 01:57


Ficha de Reclamação
▬ Por qual Deus você deseja ser reclamado? Caso não queira ser um semideus, qual criatura mitológica deseja ser? – Hefesto, deus das forjas.

▬ Cite suas principais características físicas e emocionais.
    • Físicas: Hal tem um porte naturalmente atlético e possui cerca de 1,70 de altura. Seus cabelos são curtos e castanhos e seus olhos assumem a mesma tonalidade. Têm pele bronzeada devido à exposição ao sol e aos longos períodos trabalhando em sua oficina própria, onde há um pequeno forno à lenha. Sua musculatura é ligeiramente acima da média, se comparada a dos garotos de sua idade. Seus dedos são ágeis, habilidosos, assim como ele próprio, embora precise praticar bastante para se equiparar a garotos de porte mais leve.

   • Emocionais: Mikkelson é um garoto esperto e de confiança. Possui um espírito de liderança que é natural, mas que precisa ser desenvolvido. Gosta de desafios e não se abate quando há um lhe atrapalhando. Tende a se concentrar bastante quando está fazendo algo, mesmo que isso exija certo esforço, e na maioria das vezes ele pensa antes de agir. É perito em cálculos mentais e é bastante engenhoso e inventivo, com mente e imaginação férteis também.

▬ Diga-nos: por quê  quer ser filho de tal Deus - ou ser tal ser mitológico? – Hefesto é um deus que se encaixa perfeitamente na história de Hal, não apenas porque é um deus inventivo, de imaginação fértil (características mais marcantes de Mikkelson), mas porque o velho ferreiro do olimpo é, também, o deus das forjas, que é a atividade preferida de Hal, na qual ele pode explorar a enorme fonte de criatividade que é sua mente.

▬ Relate a história da sua personagem - não haverá um limite de linhas definidos, deixe a sua criatividade fluir.

Prólogo

Hal nasceu em Escândia, um pequeno país no norte da Europa. O lugar era esquecido do mundo e o clima frio era predominante em tal região. O país, porém, seguia algumas antigas tradições Vikings – os tradicionalistas (a grande maioria) saqueavam ilhas ou capitais de países próximos como fonte de sobrevivência e hobbie, contudo, alguns escandianos tinham o comércio e a pescaria como ganha pão. O meio de transporte também era exótico: utilizavam grandes embarcações movidas à remos e velas na maior parte do tempo, sendo péssimos em montaria.

O garoto nasceu em Hallasholm, capital de Escândia, onde o governante (denominado Oberjarl) residia. Era mestiço, filho de mãe escandiana solteira e um pai estrangeiro – este, sua mãe dizia, já havia falecido. Por ser diferente dos outros garotos da capital (mestiço), Mikkelson tinha sérias tendências a ser alvo de piadas. E diante disso, ele mal saía de perto de casa e do restaurante de Pauline, sua mãe. A viúva casara-se novamente, quando Hal tinha 10 anos, com um renomado guerreiro Viking, Thorn, mas este se afastou das pilhagens quando, em uma batalha, tivera o braço direito decepado. Mas o problema foi resolvido quando Hal projetou-lhe uma prótese de madeira, com um ganho na ponta capaz de agarrar coisas.

O filho de Pauline, Hal Mikkelson, sempre aproveitava o tempo livre para ir à sua pequena barraca de madeira, construída por ele próprio, ao lado de sua casa – ele chamava o lugar de “oficina”. Lá, ele tinha algumas ideias das mais malucas possíveis e as transformava em realidade. Na maioria das vezes, suas invenções eram bem-sucedidas, isso se nenhum pequeno detalhe passasse despercebido.

...

Capítulo único

Era um dia especial para todos os garotos de 15 anos em Hallasholm; era quando o treinamento dos jovens para se tornarem vikings se iniciava. Hal era um dos 28 garotos presentes, os adolescentes que se interessavam pela vida de pilhagens – a grande maioria deles eram rapazes que debochavam de Mikkelson. O treino seria completado em três meses, período no qual treinavam suas habilidades náuticas e de combates; os rapazes seguiriam rigorosos treinos de manejo de armas e atividades físicas, tal como algumas aulas teóricas, e outras tanto práticas, de navegação (como remar, conduzir a embarcação e estudar mapas marítimos).

...

Era o último mês do treinamento, e uma considerável diferença já se via nos rostos e nas habilidades dos rapazes. Hal surpreendeu a muitos, visto que as expectativas não eram boas para ele. O rapaz tornara-se um dos melhores no manejo de machadinha, e também um bom marinheiro, com habilidades náuticas formidáveis – tais habilidades eram “apreciadas” pelos escandianos. Porém, Mikkelson ainda sofria com valentões invejosos que, quando viram sua evolução, começaram a descontar sua raiva em forma de socos.

Num dia qualquer, seu olho esquerdo estava inchado, não abrindo mais do que a metade do normal – consequência de um belo soco desferido por algum dos idiotas. Contudo, ele não se deixou abater. Hal mantinha, na mão direita, um machadinho de fácil manejo e na outra, um escudo redondo e leve. Praticava alguns golpes contra um boneco de palha, este imóvel. Descontava sua raiva no “adversário”, estraçalhando-o. Golpeava e levantava o escudo, simulando ataques invisíveis (o que, de fato, não o ajudava) – foi então, durante o treino, que uma ideia o atingiu. – Não pare, Mikkelson! – a voz retumbante do instrutor corpulento o puxou dos pensamentos.

Quando o expediente teve fim, Hal correu para sua casa, ou melhor, para sua oficina. – Oi, mãe! – cumprimentou rapidamente ao passar pela mulher de compleição magra. No canto da oficina, ele mantinha um estoque de madeira, e pegou um pequeno tronco de pinho.

A partir do tronco, cerrou e formou algumas peças cilíndricas e longas. Lixou os “canos” de madeira a fim de dar-lhes o acabamento preciso, fabricando todos exatamente do mesmo tamanho. Em todas as peças, deixou uma das pontas com furos circulares, perfeitos e iguais; na outra extremidade, porém, ele lixou um pouco a mais, a fim de deixar a ponta um pouco menor.

Em uma única peça, contudo, fez dois furos perpendiculares iguais ao modelo das bases cilíndricas. Encaixou todas as peças, formando um grande “t minúsculo” de braços giratórios. Estabilizou a invenção num suporte de madeira mais maciça, fixando-o ali. Em seguida, colocou as peças imóveis, deixando tudo firme. Assim, criou um adversário inanimado que, quando ele desferisse um golpe num dos braços, ele imediatamente contra-atacava com o outro.

No dia seguinte, ele levou seu instrumento à concentração dos garotos vikings.

- Vejo que mais uma de suas invenções deu certo, Mikkelson. – elogiou o instrutor. – Pode fabricar mais 27 desses?  

Com um enorme sorriso brilhando no rosto, ele acenou várias vezes com a cabeça. – Claro que sim.

...

Meses depois, o notável desenvolvimento de Hal lhe fez um marujo cobiçado pelas embarcações vikings mais experientes. Ele logo se tornou parte de uma delas. Porém, em sua primeira viagem, quando já estavam em alto mar, uma impiedosa e enorme tempestade atingiu a tripulação.

- Capitão, eu acho que não vamos conseguir! – admitiu um dos companheiros de Hal. O capitão, ou skirl na língua escandiana, estava inclinado sobre a cana do leme, lutando contra os fortes ventos que ameaçavam virar a embarcação.

- Continuem lutando, joguem tudo o que não precisamos no mar! Continuem baldeando a água! – ele gritou em plenos pulmões, tentando se sobressair ao som cortante do vento. Uma onda gigante  quebrou-se no convés. Os marujos, inclusive Hal, portavam baldes de metal e jogavam ao mar a água que entrava no convés. O vento carregava o sal do mar, o que fazia os olhos da tripulação marejarem. Um grito de pânico, abafado segundos depois por um “SPLASH”, fez um calafrio percorrer a espinha do garoto. Homem ao mar, ele pensou amargamente. Era o fim da tripulação e da vida de todos. Desejou não ter pensado nisso quando um clarão, seguido de um trovão, assustou a tripulação. Este foi bastante perto, calculou Hal.

Não sabiam pra onde a tempestade os havia carregado, mas certamente era para longe, muito longe. – Terra à vista! – Berrou triunfante um dos marujos próximo de Hal. O peito do garoto se encheu de esperança, no horizonte, distando alguns poucos quilômetros, uma massa disforme se erguia do oceano. A chuva forte, porém, havia ocultado a terra por um bom tempo. Mais uma onda quebrou sobre a embarcação.

Estavam bastante próximos da terra quando um raio rompeu do céu e partiu a nau em duas. Felizmente o som apenas deixara Hal atordoado e surdo por um tempo, mas alguns marujos haviam sinistramente caído em silêncio; outros tantos se afogaram. Mikkelson se agarrou em um dos destroços da embarcação (um pedaço maior de madeira) e, devido à dor excruciante que lhe atravessa a cabeça, desmaiou.

...

A luz do sol lhe despertou, deixando suas pálpebras avermelhadas, mas não ousou abrir os olhos. Será que tinha morrido?

Estava deitado, ensopado, com fortes dores de cabeça e areia estava roçando-lhe a pele. Areia? Estava numa praia. Um burburinho se fez ouvir logo acima dele e abriu os olhos, curioso. Com a voz vacilante e rouca, tentou proferir algumas palavras; - E-eu mo-o-rri?

Teve risadas abafadas como resposta. – Não, cara, você “tá” no Acampamento. – disse uma voz masculina. Ele tinha pernas de bode? Hal tinha visto direito? Achava que o raio lhe deixou com a cabeça maluca. - Alguém vá buscar um curandeiro, rápido! – gritou, fazendo Mikkelson se encolher devido à súbita pontada de dor de cabeça.

- Cadê o re-e-esto da tripulação? E-eles so-o-breviveram? – perguntou com voz embargada.

- Não, cara, meus pêsames. Vimos a tempestade e o navio afundando. Zeus estava uma fera. – Zeus? O deus grego? Em que raios de lugar ele estava? Não aguentou mais tempo, a dor de cabeça havia aumentado e, no mesmo momento, o corpo exigiu descanso, fazendo-o desmaiar mais uma vez.  
Hal Mikkelson
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Re: Ficha de Reclamação

Mensagem por Cerise em Sex 14 Fev 2014, 09:51

     

Flor da Cerejeira

Ficha de Reclamação


Qual criatura mitológica deseja ser e porque? — Desejo ser uma ninfa, desejo ser uma dríade. Dríades é um ótimo grupo, gosto do mito das ninfas e imagino que seja o grupo ideal para começar essa conta. Ok, não posso negar os poderes são demais.

Cite suas principais características físicas e emocionais. — Físico: Cerise mede cerca de 1,61 m de altura, é dona de uma pele clara e levemente bronzeada. Seus cabelos são assim como a folha da árvore que a deu a vida rosa, e essa é a única característica que adquiriu da árvore. Seus olhos são verde claro, mas pode escurecer de acordo com seus pensamentos. Seios medianos e traseiros do mesmo porte, esse é um assunto que Cerise prefere não comentar.

Psicológico: Cerise é animada, não consegue ficar quieta e apesar da idade parece ter a maturidade de uma garota de dez anos de idade. Prefere trabalhar em equipe do que sozinha, e gosta de fazer sempre que pode as coisas do jeito mais divertido. Não se irrita rápido, mas se quer irrita-la é só agredir a natureza e você vai sair com grandes chances de mutilação.

Relate a história da sua personagem. — O majestoso Sol de outono surgia enquanto a cerejeira deixava suas únicas flores caírem. As flores caiam lentamente, até aterrissar na terra. Para qualquer um aquilo era apenas a monótona coisa que sempre acontecia no outono, mas aquilo era mais que uma caída de folhas, era o nascimento de uma dríade. As sakuras que haviam caído no chão foram se juntando com ajuda do vento, e então uma aura rosa começou a tomar conta delas. As flores foram de pouco em pouco aumentando, a aura começou a ficar cada vez mais cegante, e quando finalmente foi possível ver oque havia acontecido, havia apenas uma jovem deitada em posição fetal.

A jovem passou algumas horas desmaiada, sem consciência e apenas respirando, durante isso muitas dríades chegaram ao local, sátiros e até alguns semideuses. Todos já sabiam que se tratava de uma dríade, mas era sempre emocionante ver o nascimento das tais. Cerise fez um movimento, esticando suas pernas e começando a bocejar, seus olhos abriam-se enquanto as pessoas a sua volta não mexiam se quer um músculo. A mais nova dríade, olhou ao seu redor, erguendo sua cabeça e perguntando:

— Onde eu estou? E quem são vocês? — perguntou revelando uma voz doce e fina.

Observações


Bom, a ficha ficou um pouco mal feita pela minha pressa. Apesar da história ter sido meio curta eu acho que ela não precisava de mais, minha vida começou a partir daí, e todo o resto será narrado em DIY's e etc. Desculpa pelos erros ortográficos, meu Word não está querendo abrir...



Fim, e obrigada pela pessoa cujo roubei o

template



Cerise
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Re: Ficha de Reclamação

Mensagem por Fred Tunner em Sab 15 Fev 2014, 10:46

▬ Por qual Deus você deseja ser reclamado? Caso não queira ser um semideus, qual criatura mitológica deseja ser?
Apolo, deus do sol, da música, das profecias e da perfeição.
▬ Cite suas principais características físicas e emocionais.
Estatura mediana, moreno e bronzeado. Sou brincalhão, adoro música e outros tipos de artes, sou galanteador e tenho um ótimo porte físico para minha altura, sempre fiz esportes, embora nunca tenha me empenhado totalmente em algum deles, dizem que sou lindo embora não ache que sou isso tudo.Sou um cara privado quando o assunto é imagem, não gosto de ser o centro das atenções.
▬ Diga-nos: por quê quer ser filho de tal Deus - ou ser tal ser mitológico?
Desde o começo da saga me perguntei quando ele apareceria, desde que criei interesse pela mitologia grega Apolo chamou minha atenção, me inspirei nele na maioria das coisas que faço, quase sempre estou ao ar livre, tento manter meu porte físico para as mulheres, tenho umas brigas com minha irmã embora ela não seja gêmea.
▬ Relate a história da sua personagem.
Minha mãe morreu num acidente de carro quando eu tinha uns 9 anos, e nunca cheguei a conhecer meu pai, minha mãe acreditava que ele estava morto, eu também. Meus avós não poderiam cuidar de mim, meu avô foi internado com depressão há alguns anos e minha avó cuidava da casa sozinha e agora ainda tinha que ir à minha casa pelo menos uma vez na semana para verificar se estava tudo bem por lá. Então, desde o acidente fui obrigado a mora num orfanato, mas fui expulso ao atirar uma tesoura num garoto que andava me provocando e ela fincou-se na parede 3 dedos acima da cabeça dele, no outro me acusaram de sabotar a apresentação de teatro explodindo todas as lâmpadas. Assim que cheguei nesse novo fui posto num dormitório só para mim pois, segundo as freiras de lá, eu estava em fase de adaptação. Nunca fui à escola, minha mãe me ensinava em casa e nos orfanatos tudo que nós tínhamos de aprender nos era ensinado nas salas do próprio orfanato, fui premiado por uma irmã do orfanato novo por ter sido o primeiro novato a superar os veteranos logo no primeiro dia, depois das aulas acadêmicas nós tínhamos o intervalo para almoço no refeitório com a mesma gororoba praticamente todos os dias, com exceção da sexta-feira que era o dia em que os alunos de culinária faziam seus pratos e nós tínhamos um cardápio mais variado, eu me sentei sozinho numa mesa e logo alguns outros alunos vieram para saber como eu havia me saído tão bem na aula e eu falei:
-Eu estudava em casa com a minha mãe, tenho défict de atenção e dislexia, ela não quis me matricular numa escola especial. Então eu estava um pouco adiantado que a maioria das escolas.- Todos me olharam como se eu fosse um ser de outro mundo, me perguntei se alguém ali já tinha estudado em algum lugar fora do orfanato ou algum contato com seus parentes.

Depois do almoço havia a aula de religião, mas quase ninguém prestava atenção nessa aula: por ser muito chata e por estarmos cansados devido ao almoço. Mais à tarde nós tínhamos aula de educação física, eu me destaquei em todas as atividades algumas pela minha mira excepcional como: queimado, basquete e futsal; e em outras pela minha velocidade como a corrida. Os veteranos, é claro, não gostaram nem um pouco disso, já não bastava o novato, dislexo, tê-los derrotado na sala de aula agora nos esportes também. Comecei a ser excluído de todos os lugares, na sala de aula me fizeram sentar no fundo, no refeitório me expulsavam das mesas sendo obrigado a comer numa cadeira no canto, o único momento em que ninguém me dava atenção era a aula de religião. Depois de algum tempo as freiras em mudaram para outro dormitório pois achavam que eu precisava interagir com os outros residentes. Assim passei alguns anos da minha vida.

Em meados de dezembro o orfanato resolveu fazer uma excursão de ônibus até um zoológico em Nova York, a ideia de passar várias horas com pessoas que não gostam de mim sem poder me isolar não me agrada nem um pouco, diferente do orfanato onde tinham corredores e salas onde eu podia ficar comigo mesmo, mas as irmãs disseram que ninguém poderia ficar, então fui obrigado a ir. Elas puseram um filme infantil da Disney: Hércules, como não estava interessado em assisti-lo virei-me para a janela e fiquei observando por onde passávamos. A paisagem até o zoológico não era surpreendente, era basicamente tudo que as pessoas imaginam de Nova York: prédios altos, pessoas com pressa tanto nas calçadas quanto dirigindo, e vários táxis amarelos típicos de filmes estadunidenses. Enfim o ônibus para, imagino termos chegado mas ao olhar pela janela vejo que teremos de atravessar um enorme parque até conseguirmos chegar na entrada. Todos começam a pegar seus pertences, animados, e descer do ônibus rápido, em poucos instantes estou sozinho lá dentro, me abaixo na tentativa de me esconder, ouço passos e então vejo a irmã Clotilde, a irmã que menos gosto, na minha frente.
- O que faz ai pequeno? Estamos todos esperando só você lá em baixo.- Disse ela no tom melancólico de sempre.
- Só estou procurando minha garrafa d'água, ela rolou aqui pra baixo- disse tentando disfarçar – Pode descer, já estou indo.
- Certo mas não demore ou voltarei aqui e te levarei pelos cabelos.- Disse ela com uma voz um tanto ameaçadora.

Desço desanimado e vejo todos embaixo de árvores, desfrutando de suas sombras, eu sabia que o dia estava quente mas não conseguia sentir calor, era como se eu tivesse um sistema de resfriamento igual ao de um carro. Andamos pelo sol quente por bastante tempo até chegarmos ao zoo, irmã Clotilde vai até o guichê e nos diz para esperarmos o guia que vai nos acompanhar. Aproveito esse tempo e olhos para o grupo, conto quantas pessoas haviam vindo,1,2,3,4... 27 contando comigo e com um garoto que eu não recordo tê-lo visto no ônibus nem no orfanato, ele era maior que os outros, de chapéu e com um pouco de barba, aparentava ser 3 anos mais velhos que eu, e todos falavam com ele como se o conhecessem há muito tempo, fora isso e o fato de que ele apareceu repentinamente, nada de diferente. Finalmente o guia chega, ele se apresenta, seu nome é Richard Hutson, alto, musculoso com uma voz grossa e que demonstra segurança, ele nos dá avisos básicos como: não alimentar os animais, e caso queiramos fazer isso deveríamos pedir comida aos guias. Ele nos pede para fazermos duplas, começa aquele alvoroço todos correm para ficar junto dos seus amigos mas, pelas minhas contas, ficaria sozinho, o garoto misterioso fez dupla com um dos valentões, e o irmão dele fez dupla com Rebecca, uma garota baixinha, cabelos pretos e usa óculos, bonita do jeito dela, entrou no orfanato há quase um mês e já conquistou muitas pessoas, as vezes cruzava com ela nos corredores e ela me dirigia sorrisos amigáveis, diferente dos outros, os sorrisos deles pareciam que eram por me acharem engraçado ou por alguma piada sobre mim, ela estava na minha sala e não se importava de ter que sentar próximo de mim. Sim, talvez eu goste dela, só talvez. Adentramos no zoológico, Richard nos mostra um mapa do lugar e diz que seguiremos pelo sentido anti-horário, nesse caso, os primeiros animais que veríamos seriam as aves e por últimos os répteis. Ele nos leva para um globo de vidro, dentro dele estão pequenas aves pretas e brancas que mais parecem pinos de boliche: pinguins. Mais à frente vi uma grande construção quase inteiramente de vidro com exceção dos arcos de cimento que sustentavam o lugar dentro via aves voando, fiquei tão admirado com a beleza da construção e as aves no seu interior que nem percebi que o grupo estava indo em sua direção, corri um pouco para alcançá-los e entrei quando a porta estava quase fechando.

A entrada era dividida em duas partes, a porta principal por onde eu acabara de entrar e uma porta feita de arame para que as aves não fugissem, uma só abria se a outra estivesse fechada, pelo que percebi, já que todos estavam me esperando, passamos para a área principal. Os pássaros eram bem mais bonitos vistos de dentro, pássaros verdes com amarelo, vermelhos com azul, inteiramente azuis... era a maior diversidade de cores que eu via desde uma caixa de lápis de cor. Eles voavam de um lado para o outro Rich entregou para cada dupla um cartão com uma foto de espécie de pássaro, seu nome e algumas características e disse que tínhamos 15 minutos para achar pelo menos dois animais da espécie no cartão e anotar o número da fita presa na pata dele quem encontrasse mais rápido ganharia uma barra de chocolate.
O meu pássaro foi uma Andorinha-de-dorso-acanelado, ela era bonita na foto, pequena, branca com marrom-claro, media aproximadamente 13cm. Todos saíram em disparada vi o garoto misterioso correndo, ele mancava mas se movia rapidamente e com extrema facilidade. Perguntei-me como eu acharia um pássaro tão pequeno naquele lugar, mas vi por outro lado, poderia ser pior, eu poderia ter que procura dois Beija-flores. Ri comigo mesmo enquanto olhava para todos os lados, quando ao longe avisto um pousando num galho alto a uns 15 metros de onde estava e 4 de altura, andei até um lugar mais próximo do galho e foquei minha visão na fita, surpreendentemente consegui enxergar o número: 74523. Anotei-o num caderno que havia trazido na minha mochila, ando mais um pouco mas não consegui encontrar outro pássaro, enquanto isso vi Rebecca correndo com seu parceiro, parece que eles encontraram seus pássaros então o desafio estava encerrado, retorno para o local de concentração do grupo, a porta, e entrego meu cartão, Rich olha para ele, depois para mim e fala:
- Uh, Andorinha-de-dorso-acanelado... que azar garoto, só temos um animal dessa espécie. Se você tivesse vindo antes poderia ter ganhado.- Acho que estava tentando me animar, mas não conseguiu, ele só me fez ficar com raiva dele, por que ele não avisou antes que só havia um animal?! Tento acalmar-me, ele pode ter apenas esquecido, essas coisas acontecem. Ele começa a falar para nós que segundo a irmã Clotilde, não teriamos muito mais tempo no zoo, e que seguiríamos direto para a ala dos répteis. Acho que ela não pode ir embora sem falar com a família. Ria enquanto Rich conduzia o grupo para o lado de fora.

Passamos rapidamente pelos animas e Rich falava mais rápido do que conseguiamos entender. Macacos, leões, zebras. Vimos todos, só vimos, não pudemos apreciar a beleza da maioria. Finalmente chegamos, era um lugar um tanto deprimente, paredes de concreto, poucas janelas no alto das paredes e um letreiro com a palavra RÉPTEIS escrito, as letras pareciam ter escamas. O interior não era muito melhor, era um ambiente
escuro, a pouca iluminação vinha das janelas no alto das paredes e de dentro das jaulas, o lugar era refrigerado pois acho que até os animais que moram ali não aguentariam todo o calor que vem das próprias jaulas. Procurei um lugar afastado, e abaixo de uma das saídas do ar-condicionado, me encostei no que havia atrás de mim, o vidro quente me assustou e demorei um pouco para me acostumar mas continuei encostado, a sensação que estava sentindo era ótima, frio no corpo quase todo e calor nas costas. Só depois de um tempo percebi que Rich estava empolgado falando dos répteis, animais de sangue frio e por isso suas jaulas eram quentes. Ignorei-o, comecei a cantar baixo e batucar com as mãos no vidro a música Chop suey, lembrava da minha mãe me dizendo como minha voz era linda, e parecida com a do meu pai, quando entrava sorrateiramente no meu quarto enquanto ouvia minha playlist no computador bem alto. Sentia um frio no braço direito, um frio que me deu um arrepio até a nuca. Irmã Clotilde começa a fazer a contagem para irmos até o ônibus, ela não segue nenhum padrão, apenas vai chamando aqueles que ela conseguir lembra os nomes. Rebecca Cardoso, e lá está o braço dela levantado, ela conseguia ser tão linda com a maior simplicidade; Heitor Paton, o garoto misterioso levanta o braço, um pouco encabulado, irmã Clotilde o olha com uma cara estranha mas ela somente tentava lembra o nome de outro integrante, até que finalmente ela diz: Gabriel Brasileiro. Levanto o braço direito, que continua frio, e todos me olham assustados, irmã Clotilde arregala os olhos e diz:
- O que pensa que está fazendo rapazinho?- Diz ela mais assustado que assustadora, o que não era normal.
- Bem, a senhora estava fazendo a chamada, ouvi meu nome e levantei o braço.- Respondi erguendo o braço na frente do rosto como se demonstrasse o que estava dizendo, e então percebo o motivo de todos estarem assustados, e assuto-me também ao ver uma serpente de aproximadamente 70cm, verde com manchas marrons, enroscada no meu braço, viro-me para trás tentando ver de onde ela havia saído, havia um pequeno buraco no vidro, ela poderia passar por ele facilmente pois era mais fina que as outras que também tentavam sair.

Quase entro em desespero até ver Richard vindo em minha direção e dizendo:
- Calma garoto, não se mova muito, ela só irá te atacar caso se sinta ameaçada.- Ele se movia como se tivesse minas subterrâneas no piso, a cada passo olhava para a víbora, esta permanecia imóvel.

Quando ele estava quase chegando ela começou a se encolher, e silvar. Se preparava para o bote. Ele se aproximou mais e senti ela afrouxando meu braço, ela pulou ferozmente em Rich, irmã Clotillde deixou escapar um suspiro e todos a olharam por um breve momento, a cobra se enganchou nas pernas de Richard fazendo com que ele quase caísse, ele reluta um pouco mas no final pega-a por trás da cabeça, me perguntava se já tinha feito isso alguma outra vez, e a leva até uma porta nos fundos, num canto escuro quase imperceptível, com uma placa de “acesso restrito”.

Fui levado à administração do zoológico, acompanhado por irmã Clotilde, Rich e Rebecca, me perguntava se sua presença era mesmo necessária. O diretor, um homem gordinho de cabelos encaracolados e óculos quadrados nos recebe, pela placa em sua mesa seu nome é Gale. Rich descreve o acontecido alterando alguns fatos, fazendo com que pareça mais heroico do que realmente havia sido. Descreve-me no canto batendo no vidro, o momento em que levanto meu braço mostrando a cobra nele, ele avançando em minha direção e imobilizando a cobra, dentre outras mentiras.

- Parabéns pela sua bravura Richard, me orgulho de ter funcionários como você trabalhando aqui.- Disse Gale admirado com todas as mentiras que lhe foram contadas.- Irmã Clotilde não é isso?- Dirigindo-se para ela que confirma com a cabeça.- Veja bem, todos os dias antes de o zoológico abrir nossos funcionários fazem uma inspeção meticulosa em todas as jaulas, caso haja algo de errado eles fazem um relatório e encaminham para seus supervisores que interditam o lugar e depois passam os relatórios para mim e não foi registrado nenhum vidro quebrado. Pelo que nosso guia descreveu seu garoto estava batendo no vidro, ele deve tê-lo quebrado e a cobra escapou.- Encostava-se confortavelmente em sua cadeira enquanto esperava que a irmã Clotilde aceitasse essa conversinha.

Antes que ela pudesse responder, Rebecca levantou a mão, pedindo a palavra. Gale apontou para ela cedendo-lhe e olhando-a como se não estivesse acostumado a ser contrariado.

-Na verdade senhor, não acredito que Fred tenha quebrado o vidro, não sei explicar como este se quebrou mas sei que não existem provas de que foi Gabriel.- Rebecca falou um pouco encabulada, e eu estava surpreso por ter alguém me defendendo pelo menos uma vez.

- Então Sherlock Holmes, prove que não foi ele e encerramos o assunto.- Respondeu Gale, irônico e ríspido.

Ela começa a falar com um sotaque britânico e fingindo segurar um cachimbo.

- É elementar meu caro Watson, nosso amigo aqui presente estava somente batucando a música do System of a down, Chop Suey, que se me permite dizer é ótima, uma das melhoras da banda. Mesmo que ele estivesse batucando forte o suficiente, haveria vidro no chão e teríamos ouvido o barulho do vidro, nenhum barulho foi ouvido e o chão estava limpo, além de que as mãos do garoto deveriam estar com alguns cortes e arranhões e como o senho pode ver, estão perfeitas.- Gale olhou embasbacado para Rebecca talvez pensando numa resposta, mas esta já havia dado seu golpe final, derrotado, Gale pede para que Richard nos acompanhe até a saida.

Demoramos um pouco para chegar ao ônibus, no mesmo todos estavam a nossa espera, corro os olhos rapidamente pelos assentos, não consigo achar Heitor, aparentemente ele sumiu do mesmo jeito que apareceu, sem ninguém perceber. Sento-me no lugar em que estava na ida, logo que o ônibus começa a se mover Rebecca senta-se ao meu lado. Viro para ela e digo:

- Você foi impressionante hoje, tanto na sala de Gale quando o deixou sem palavras imitando Sherlock Holmes, quanto reconhecendo a música, que eu estava batucando, com tanta facilidade. Muito obrigado, não sei o que aconteceria se você não estivesse lá- Ela riu enrubescida.

- Aquilo não foi nada, espero não ter te criado problemas. Sim, curto rock, prefiro Metallica mas System também é otima. Quanto a Sherlock, beem... fui criada pelos meus avós numa cidade no interior da Inglaterra, meu avô era um grande fã da série e eu li alguns exemplares.- Olhei-a impressionado e espera não estar com a boca aberta ou babando, a cada palavra, cada informação que dava sobre si mesma ela ficava mais bonita e me despertava uma vontade conhecê-la mais.- Alô? Terra para Gabriel, alguém ai?- Percebia que ainda não havia dito nada a ela.

Eu balbuciava palavras sem sentido buscando algo interessante para dizer mas nada surgia em minha mente, ela parecia conseguir lê-la pois, quando eu já estava começando a sentir meu rosto queimar de vergonha, ela disse:

- E então você quer conversar comigo mais tarde? Tem um lugar onde podemos ir no orfanato sem sermos pegos.- Ela estava confiante, como se já tivesse feito isso antes.

- Hãã... cla-claro porquê não? Não me lembro de ter programado algo para hoje.- Não sei porque mas tentei parecer menos excluído do que realmente sou, nunca tenho nada programado com ninguém, talvez para impressiona-la. Fora que, ser pego fora da cama no horário é punição na certa. Ajoelhar no milho o dia inteiro e todos poderem atirar ovos em você. Mas por algum motivo não estava com medo.

-Certo, senhor Ocupado, me encontre às 21:00 em frente a sala do terceiro ano. Nem um minuto a mais. É nesse horário que as irmãs trocam de turno. Te espero lá.- Ela me deu um beijo na bochecha e foi sentar-se com suas amigas.

Tentei ver o filme, mas acabei cochilando e tive um sonho rápido e estranho: era noite, eu estava numa grande varanda que eu nunca tinha visto, dois homens estavam numa mesa jogando um jogo estranho, um deles tinha cabelo ralo, uma barba desalinhada, e usava um casaco surrado que cheirava a café e estava sentado numa cadeira de rodas motorizada, o outro era pequeno e gorducho. Tinha nariz vermelho, grandes olhos chorosos e cabelo cacheado tão preto que parecia roxo. Os dois olhavam para mim, seus rostos estavam iluminados por uma luz vinda de trás de mim, viro-me e não consigo ver a fonte de luz somente Heitor atrás de mim como se estivesse com medo mas não de mim, de algo acima de mim, olho para cima e vejo, pairando sobre minha cabeça, um C dourado deitado e rodeado de folhas. O homem na cadeira de rodas se preparava para dizer algo.

Acordei com o freio brusco do ônibus, como antes deixei todos descerem, Rebecca passou ao meu lado e falou sem som: nove horas. Balancei a cabeça em concordância, ela sorriu. Desci do ônibus e segui para meu dormitório, peguei minha toalha e outra roupa e fui até o banheiro, este por algum milagre estava vazio. Tranquei a porta e pendurei minha toalha, tomei banho pensando no meu sonho, quem eram aqueles homens? Que lugar era aquele? E o que Heitor tinha haver com isso? Não sabia responder nenhuma dessas perguntas mas tinha a impressão de que logo descobriria. Saía do banheiro e voltava ao meu dormitório, meu companheiro de quarto já estava dormindo o que me ajudaria na hora de sair sorrateiramente. Olho para o relógio, e vejo que já são 20:30, me perguntei como demorei tanto no banho, olhei para a janela que dava para o pátio e vi, do outro lado, Heitor correndo pelo corredor puxando alguém pelo braço: Rebecca.

Fui tomado por uma onda de fúria, não deixaria que ninguém fizesse mal a ela. Abri a janela violentamente e pulei, eles corriam pelo corredor em direção ao final do corredor que eu estava, corri em direção ao cruzamento dos dois corredores, via os dois se aproximando, quando eles estavam quase na minha frente, pulei projetando-me para frente.

Atingi Heitor em cheio e ambos caímos no chão, eu por cima dele, me levantei rápido e me preparei para socar o rosto dele assim que levantei o braço Rebecca gritou:

- PARE!!- Parei no mesmo instante, não era aquilo que eu queria mas essa única palavra pronunciada por ela me fez acreditar que queria.- Foi por causa dele que pedi para que me encontrasse aqui. Temos uma coisa para lhe falar.- Disse ela me convencendo de que eu queria ouvir.

- Espere, como assim “temos”? Vocês nem se conhecem.- Eles se olharam e depois olharam para mim, deduzi que eu estava enganado. Percebi que ainda estava em cima de Heitor, me levantei e estendi a mão para ele que a agarrou, puxei-o e vi que seu pé havia saído, olhava horrorizado para aquilo e dizia apontando para o pé.- Alguém pode me explicar o que está acontecendo?

-Não aqui- Disse Heitor recolhendo seu pé e colocando no lugar, encaixando num tipo de casco de animal- Melhor um lugar mais reservado.- Ele entrou na sala mais próxima, Rebecca teve que me guiar pois ainda tentava entender a cena que acabara de ver.

Havíamos entrado na sala do infantil, haviam cadeiras pequenas e brinquedos no chão. Cada um puxa uma das cadeiras e nos sentamos. Eles pedem para que eu fale da minha infância, não sabia como isso me ajudaria a entender o que tinha visto poucos instantes atrás. Mesmo assim falo de quando minha mãe ainda era viva, o clube de tiro do qual ela fazia parte, e que fora lá que conhecera meu pai, as vezes em que me perdi no supermercado e ela me encontrava chorando e das aulas que tinha em casa com ela. Meus olhos se enchem de lágrimas pelas lembranças felizes que estava recordando.

- Como isso vai ajudar vocês a me fazer entender isso?- Disse apontando para o pé de Heitor que parece ter se sentindo ofendido, pois ele baixou a cabeça.

- Já chegaremos lá.- Disse Rebecca calmamente.- Você, Gabriel, não acha estranho nunca ter conhecido seu pai ou alguém da família dele?- Disse ela como se já tivesse conversado isso com alguém antes.

- Na verdade, não. Já morei em vários orfanatos e na maioria deles as crianças não conheciam seus pais. O meu morreu antes de eu nascer e os pais dele moram na Europa.- Disse relutante ao ser obrigado a falar do meu pai.

- Seu pai não está morto, Gabriel
.
- Como pode dizer isso? Você o conhece?

- Não, mas eu conheço você. Heitor e eu não estaríamos aqui se você não fosse igual a mim.

- Você não sabe nada a meu respeito.- Disse irritado com aquela discussão.

- Não?- Ela me olhou, desafiando-me.- Aposto que foi expulso dos orfanatos onde esteve por coisas que não fez ou que não sabia explicar como havia feito.

- Como...

- Foi diagnosticado com dislexia e talvez déficit de atenção.

- O que isso tem a ver?- Disse constrangido.- Muitas pessoas tem esses problemas.

- Você é um semideus, Gabriel, filho de uma humana com um deus.

- Como assim um deus? Só existe um.

- Eu estou falando de outros deuses, seu desmiolado, deuses gregos.

- Isso é... loucura.

-Ah é? Qual era a coisa que os deuses mais faziam, na antiguidade? Eles se apaixonavam por seres humanos e tinham filhos com eles. Eles continuam iguais, nada mudou.- Lembrava do filme no ônibus, e do que estudara com minha mãe.- Você é um semideus, Gabriel, e eu também.

- Um semideus?- Disse surpreso.- Tipo, como o Hércules?

- Herácles! Hércules é o nome romano dele. Mas sim, que nem ele.- Disse ela um pouco aborrecida.

- Certo, então quem é seu pai?- Disse curioso.

- Ele é produtor de alguns atores em Hollywood, não o vejo há muito tempo.- Disse ela talvez pensando no pai.

- Mas então ele é humano...

- Espera então você acha que só os deuses homens podem ter amantes?

- Então quem é sua mãe?

- Afrodite, deusa da beleza e do amor.- Interveio Heitor, provavelmente ficou cansado de ficar de fora da discussão. Isso explicava o motivo de ela ser tão bonita.

-E meu pai?- Arrisquei esperando que eles soubessem.

- Ninguém sabe.- Disseram eles juntos.

- Minha mãe sabia, apostaria minha vida nisso.- Disse tentando parecer confiante mas Rebecca retrucou.

-Não aposte tanto garoto, os deuses nem sempre revelavam sua identidade. Mas não se preocupe, talvez ele mande um sinal.- Disse ela tentando me animar depois de cortar o meu barato.

- Certo mas vocês ainda não me explicaram porque ele tem pés de cavalo.- Disse desacreditado em tudo que me disseram.

- São pés de bode garoto insolente. Assim como os deuses nós, criaturas, também, existimos, eu sou um sátiro, protetor de semideuses. Eu vim aqui para lhe acompanhar vocês dois até o Acampamento Meio-Sangue.- Respondeu Heitor tentando parecer valente.

- O que é o Acampamento Meio-Sangue?

- É o único lugar seguro para pessoas como nós, Gabriel. E você virá conosco, vá arrumar suas coisas, Rápido.

- Sim senhora.- Respondi após ouvir as ordens dela, mas não era aquilo que queria dizer,. Começava a pensar se aquilo não tinha algo a ver com a suposta mãe dela, mas saí da sala mesmo assim e fui ao de volta ao meu dormitório e peguei minha mala, pois não tinha me dado ao trabalho de desfazê-la, já que sabia que acabaria sendo expulso mais cedo ou mais tarde.

Voltei e os encontrei, Heitor nos disse para seguirmos ele e que nossa carona já estava nos esperando. Corremos até a pista de corrida e lá vimos ao longe um cavalo magnífico, branco com manchas amareladas em seu pelo, preso a uma caixa brilhante e com rodas: uma carruagem. Ao nos aproximarmos mais, notei que o cavalo tinha algo de diferente em seu dorso, asas com 6 metros de envergadura, entrei na carruagem com Rebecca e Heitor foi falar com o cavalo, ele disse: nos leve para o acampamento Delrey. O cavalo relinchou e Heitor entrou, trancando a porta.

O interior da carruagem não era nada surpreendente, tinha iluminação fraca pois o único lugar por onde a luz poderia entrar era a janela na porta, e estava de noite, não sabia exatamente que horas mas era de noite, notei mesmo com a péssima iluminação uma portinha no teto, os bancos eram grandes baús com almofadas em cima. Sentamos neles, eu e Heitor num banco e Rebecca no outro, sentimos a carruagem balançar, o cavalo estava começando a andar e logo depois alçava voo.

Voávamos tranquilamente, considerando que estávamos num carruagem puxada por um cavalo alado, recorria ao fundo de minha mente buscando seu nome, se ele era um mito grego eu saberia, minha mãe me fizera decorar o nome das principais estórias gregas, alegando que sempre caiam perguntas sobre elas nas provas de faculdade. Pégaso, surgiu após Perseu cortar a cabeça da Medusa. Repentinamente a carruagem dá uma guinada para baixo, Heitor abre a porta no teto para ver o que aconteceu e volta branco de medo balbuciando:

- Gri-gri-gri...

- Gri o que criatura?- Perguntou Rebecca impaciente.

-Grifo.- Disse ele quase sem voz. Ouvimos um rugido vindo do lado de fora acho que apenas para confirmar o que ele disse.

Rebecca se levanta, abre o baú onde estava sentada e retira de lá um pequeno bastão que se expande segundos depois e deixa aparente uma pequena lâmina nas pontas, ela me diz para escolher alguma arma, olho o baú e vejo várias armas: espadas, clavas, chicotes... Mas alguns menores dentro de um cinto chamam minha atenção, facas e machadinhos de arremesso. Pego os sem hesitar e Rebecca me pede para que suba com ela e que tomasse cuidado para não cair, claro era exatamente isso que eu queria fazer, pensei ironicamente mas não falei nada, apenas concordei com a cabeça.

Subimos e ficamos em pé no topo da carruagem, tive certa dificuldade pois ela estava muito instável, logo descobri uma maneira de fica em pé, e consegui me concentrar na criatura, ele era belíssimo, com asas grandes e amareladas, teria para tê-lo como bichinho de estimação, se ele não estivesse nos atacando e precisava ser detido. Rebecca era uma garota valente, foi de encontro ao grifo brandindo seu bastão e fazendo assobios no vento cada vez que tentava acertá-lo no grifo, que a cada golpe se distanciava um pouco e tentava investir contra ela. Eu estava longe admirando-a quando ela diz:

- Vai me ajudar ou terei que matá-lo sozinha?- E dizendo isso acertou a lâmina na pata do animal que a empurrou, derrubando-a e jogando seu bastão um pouco longe, e pousou em cima dela.

Escolhi uma faca um pouco pesada e arremessei-a, porém apenas seu punho atingiu o animal, que se virou rapidamente em minha direção. Seus olhos eram vermelhos como rubis e suas presas amareladas como ouro. Arremessei dessa vez um machado que o acertou entre os olhos, um corte se abriu e ele começou a sangrar mas continuava vivo, vi então Rebecca se esticando embaixo do animal tentando pegar seu bastão, mas o grifo também consegue ver e morde o braço dela, ela grita e se contorce de dor. Depois que consegui processar o que acabara de acontecer, sinto puro ódio, do grifo por tê-la ferido e de mim por deixar que ele fizesse isso, sinto um calor no interior do meu corpo, a carruagem dá outra guinada e o bastão de Rebecca rola para próximo de mim, me abaixo um pouco para pegá-lo e estico minha mão, vejo então meu braço brilhando num tom amarelo ofuscante e quando dou por mim meu corpo inteiro brilhava, posiciono-me para arremessá-la quando o grifo ruge para mim, arremesso, por fim, o bastão e então tudo parece acontecer em câmera lenta, vejo o bastão girando e se aproximando lentamente do grifo enquanto este continua a rugir. O bastão entra pela boca dele, no momento em que esta se fechava e saía pelo seu pescoço, ele rugiu de dor e começou a se desintegrar em pó que era levado pelo vento. Heitor põe, relutante a cabeça para fora da carruagem e olha pra a fonte da luz que estava iluminando o céu, eu, e depois para Rebecca e exclama “Ó deuses” quando vê Rebecca caída, corro até ela e a levanto, levando-a para próximo da porta no teto da carruagem onde Heitor me ajuda a levá-la para dentro. Ele abre sua mochila e tira dela um frasco com uma bebida de coloração dourada e faz com que ela beba um pouco.

- Como foi que você fez isso?- Pergunta ele parecendo assustado.

- Não fui eu que fiz isso a ela, foi o grifo.- Disse inconformado.

- Não é disso que estou falando- Disse ele irritado apontando para Rebecca- Estou querendo saber como você matou um grifo sem ter tido nenhum treinamento?

- Nunca disse que não tive treinamento, minha mãe me levou algumas vezes para o clube de tiro e os amigos dela me ensinaram a atirar com várias armas diferentes, eles diziam que tinha uma ótima mira para um dislexo.- Heitor ia retrucar mas foi interrompido pelo balanço da carruagem pousando.

Logo que saí vi uma enorme mansão azul, Heitor me indicou que fosse para lá enquanto ele levava Rebecca para a enfermaria, ele ralmente corria muito rápido. Andava lentamente para a mansão tentando assimilar tudo ao meu redor, vi várias cabanas ao redor de uma área comum com banheiros, uma quadra de vôlei de areia e outra de basquete, cada cabana tão linda quanto a outra. Vi uma grande fogueira e uma arena com alguns bonecos em farrapos. Levo um empurrão, saquei uma das facas no cinto e me virei rápido, vi Heitor com as mãos levantadas e a faca a alguns centímetros do seu pescoço. Ele me diz:

- Calma ai cara, somos amigos. Você é muito devagar, ainda está aqui?- Olhei para a carruagem e vi que não havia me distanciado muito dela.- Vamos lá, sr.D e Quíron nos esperam.- Disse ele correndo até a mansão.

Corro logo atrás dele e o ultrapasso na subida das escadas para a varanda e então vejo os dois homens do meu sonho, seus rostos estão iluminados, olho para trás e vejo Heitor do mesmo jeito que o vi em meu sonho, finalmente olho para cima e vejo brilhando acima da minha cabeça o C deitado rodeado de folhas. O senhor de meia idade sentado na cadeira de rodas diz:

- Meu nome é Quíron, seja bem vindo, filho de Apolo.
Fred Tunner
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Re: Ficha de Reclamação

Mensagem por Luiz Eugênio em Dom 16 Fev 2014, 04:03

▬ Por qual Deus você deseja ser reclamado? Caso não queira ser um semideus, qual criatura mitológica deseja ser?
Poseidon.

▬ Cite suas principais características físicas e emocionais.
Luiz é um menino de cabelo castanho escuro, olhos castanhos, nem gordo, nem tão magro - vamos dizer que no peso ideal.- 1,74 de altura.
Amigo fiel e companheiro, se estressa muito fácil e as vezes pode realizar ações sem pensar. Tem dias que acorda calmo como um anjo e outros, muito irritado, querendo ''destruir'' tudo.

▬ Diga-nos: por quê  quer ser filho de tal Deus - ou ser tal ser mitológico?
Porque acho que sou muito parecido com Poseidon em vários fatores, o admiro muito e tenho uma conexão forte com o mar, sem contar que amo cavalgar.

▬ Relate a história da sua personagem - não haverá um limite de linhas definidos, deixe a sua criatividade fluir.
OBS: O player não é obrigado a ir ao Acampamento, mas deve narrar a descoberta de que era um semideus e o momento da reclamação- e se não foi indo a Long Island, como foi?

Bom, tudo começou quando meus pais se separaram e eu me mudei de cidade, adeus escola antiga, adeus pais casados e adeus passado. Foi horrível, nunca havia me sentido tão triste... então, lá fui eu saindo de uma cidade pequena para outra enorme, tipo, grande mesmo.
Quando entrei na nova escola, me senti um peixe fora d'água e todos comentavam de mim, afinal, eu era o único aluno novo do maldito lugar.
Não me enturmei com ninguém, quero dizer, teve uma pessoa sim... seu nome? Lucas.
Lucas era o tipo do menino que não tinha medo de nada, enfrentava os valentões e defendia os menores. Já na primeira semana de aula, batemos um papo, achei ele super divertido e inclusive contei sobre meus problemas. Comecei a confiar nele.
Certo dia, era aula de História e eu, de fato, sempre odiei essa matéria, até mais que exatas - o que é difícil pra um menino que não sabe a tabuada de 7 completa. - mas naquele dia, eu sabia que iria amar... era aula de Mitologia Grega. Nossa, eu sabia tudo, tudo mesmo.
Conforme a professora Lúcia ia perguntando, eu comecei a me destacar, respondendo cada questão. Todos me apelidaram ''nerd''.
Semanas depois eu comecei a reparar que a professora me olhava de um jeito diferente dos outros alunos... não um jeito diferente do tipo ''gostei de você, é um aluno inteligente e aplicado'' mas um do estilo ''quero te matar''. É, eu sei que é estranho mas vocês vão entender.
Lucas começou a ficar muito mais íntimo e amigo, andando comigo em todas as horas do intervalo. Eu achava até chato de vez em quando.
Numa aula da professora Lúcia, aconteceu algo inesperável, algo que mudara minha vida pra sempre. Lá estava eu, como sempre respondendo as perguntas da professora, mas de forma moderada, já que estava com um pouco de ''medo'' dos olhares dela, quando tocou o sinal.
- Podem sair, menos você Luiz. - disse ela, me encarando.
Senti que Lucas ficou atordoado e fez um sinal de que iria ficar me esperando na frente da sala. Todos saíram e fiquei sozinho com a professora de História.
- O q-q-que houve, professora? - gaguejei.
- Não se faça de burro, querido. Já sei quem você é, e já sei de quem é filho.
- Do que está falando? - perguntei.
Na hora minha cabeça deu um nó. Como assim? Eu achei que ela estava delirando. Antes que eu pudesse pensar qualquer coisa, a minha querida e meiga professora de História, se transformou numa terrível criatura, que era parecida com um morcego. Logo voou pra cima de mim e gritou:
- Você não sai vivo desse sala! E isso não é um filme, portanto, não terá final feliz. Hades quer vingança.
- Hades? Deus do Mundo Inferior? Quem é você? Aliás, o que é você?
Eu não devia ter perguntado aquilo, porque a despertou uma raiva imensa, quando eu achei que ela fosse enfiar as garras no meu peito, Lucas entrou com uma cadeira e tacou nela. A professora - ou sei lá, o bicho que ela se transformou - voou longe.
- Vamos Luiz, não vai demorar muito pra ela voltar, vem logo! - gritou ele, correndo de uma forma que eu nunca tinha visto.
Entramos dentro de um carro e começamos a correr.
- Você dirige? - perguntei a Lucas, assustado.
- Não, mas to me virando.
- Vamos morrer.
- Silêncio.
Ele correu muito com o carro, até que despistamos o bicho. Logo depois de sairmos do carro, fomos andando até uma colina com um pinheiro e atravessamos.
- Enfim, salvos. - disse Lucas, confiante.
- Salvos? O que é Acampamento Meio-Sangue? - perguntei, ainda em choque.
- Você ainda não viu nada, Luiz.
No exato instante que ele me disse isso, reparei que metade do corpo dele era um bode. Desmaiei de tanto susto.
Quando acordei, estava em um lugar cheio de gente ferida e estavam me servindo um alimento muito estranho.
- É Ambrósia. Vai ficar bem... - disse Lucas.
Depois de horas, finalmente meu amigo metade homem e metade bode, me explicou o necessário.
- Era uma Fúria. Mandada por Hades... ele acha que é filho de Poseidon e então, não pode ficar vivo.
- Olha, é muita coisa pra eu entender... em pensar que há 7 horas atrás eu estava tendo uma aula normal de História.
- Olha, agora você não pode viver uma vida normal. Terá que ficar aqui no Acampamento treinando e treinando.
Mais um dia se passou e só uma coisa eu queria saber: Seria eu, filho de Poseidon?


Sei que ficou muito parecido com o filme, mas se ler bem, é diferente. Não levem em consideração isso, é que eu amo demais e estava um pouco cansado quando escrevi. Obrigado!
Luiz Eugênio
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Re: Ficha de Reclamação

Mensagem por Hyakun em Dom 16 Fev 2014, 09:18



Ficha de Reclamação


▬ Por qual Deus você deseja ser reclamado? Caso não queira ser um semideus, qual criatura mitológica deseja ser? Gostaria de ser uma dríade.

▬ Cite suas principais características físicas e emocionais. Acima de todas suas características, Hyakun é leal. Ela não desobedece nenhuma ordem, porém isso só funciona com superiores que ela realmente respeita. Não mostra muitas emoções, e gosta de manter seu próprio espaço, sendo muitas vezes julgada como anti-social. É um pouco fria, mas não hesita em ajudar pessoas que realmente precisem. Claro, se a beneficiar nem que seja um pouco. É séria e examina cada situação com cuidado, normalmente sendo uma boa estrategista.

Sua pele é pálida, por mais que fique no sol por muito tempo. Seu cabelo é preto e se estende por suas costas até as coxas. Seus olhos são roxos, mais fortes do que sua flor, porém o tom é parecido. É dona de uma estatura pequena, coisa que não é orgulhosa sobre. É bem magra, já que não faz suas refeições muito bem e porque treina mais do que o necessário.

▬ Diga-nos: por quê  quer ser filho de tal Deus - ou ser tal ser mitológico? Bem...eu sempre quis ter uma personagem dríade nos fóruns que já joguei, sempre tive um grande interesso nas ninfas da mitologia grega. Acho que a trama que desenvolvi para Hyakun depende no fato dela ser uma ninfa, e o seu próprio nome é baseado em uma flor.

▬ Relate a história da sua personagem - não haverá um limite de linhas definidos, deixe a sua criatividade fluir. O céu escuro estava cheio de estrelas cintilantes, e a lua emanava tanta luz que nem parecia estar noite. A floresta estava em silêncio, assim como o acampamento, e os únicos ruídos que quebravam a atmosfera calma eram os barulhos naturais da floresta: os grilos, sapos e o barulho da cachoeira que não parava de fluir.

Foi tudo tão repentino que provavelmente ninguém reparou sem ser as dríades que estavam ao redor do local atingido. No meio da floresta, uma árvore que estava a muito tempo em crescimento atingiu seu estado final: a árvore de 'Jacaranda', ou Jacaranda mimosifolia, estava presa em um espiral de vento, trazendo várias flores e folhas caídas no chão com ele. O espiral, antes longe da árvore, começava a se aproximar, até que ele finalmente se juntou com a mesma.

Um flash de luz rápido e fraco tomou o lugar do espiral, e dele caiu uma garota, a mesma deitada inerte no chão. Foi questão de segundos até que ela abrisse seus olhos, da mesma cor que as flores arroxeadas da árvore, e olhasse ao redor sem muita força. A garota forçou seu corpo a se levantar, acostumando seus olhos com a luz da lua.

Estendeu a mão, encostando ela na árvore, e sentindo a conexão que tinha com a mesma. Fechou os olhos momentaneamente, acariciando o tronco duro da árvore de flores arroxeadas, e logo os abriu, voltando-se para a árvore ao seu lado, uma macieira. De seu topo ela conseguiu ver uma figura sorrindo para ela. A figura dirigiu-lhe uma piscadela e disse, alto o bastante para que as árvores ao redor também ouvissem: — Bem vinda, pequenina. Você é uma dríade, e essa árvore ao seu lado é sua árvore. Você deve protege-la com sua vida. — sorriu. — Eu sou Milo. Qual é seu nome?

A garota hesitou por alguns segundos, mas logo murmurou baixo, totalmente diferente do tom animado e alto da outra: — Hyakun.

Hyakun
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Feche os olhos.

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Re: Ficha de Reclamação

Mensagem por 083-ExStaff em Dom 16 Fev 2014, 09:40

Avaliação


Klaus.

  Não Reclamado. Dificilmente um semideus sem qualquer conhecimento concreto sobre o sobrenatural seria capaz de invocar Thanatos. Principalmente, sem possuir habilidades mágicas ou mediúnicas. Além disso, sua ficha foi um pouco corrida nas partes relativamente mais importantes, e faltou um pouco de descrição de cenários e personagens, uma vez que você mencionou que encontrou monstros, mas não especificou quais. E isso teria bastante peso em sua ficha. A última incoerência foi mencionar Circe, e ainda alegar que ela ofereceu abrigo ao seu personagem, porque interessou-se por ele. Possível, sim. Provável, não. Circe tem reservas bem fortes com relação aos homens, e só os aceita em seu meio após um grande teste ou provação. Não vi indícios de que isto houvesse ocorrido. Além disso, dificilmente ela se manifestaria livremente para um semideus sem desejar algo em troca. Portanto, por esses e outros motivos (me ative às incoerências, mas encontrei alguns erros ortográficos também), ficha recusada. Aprimore-se, e tente de novo. Você consegue.


Aaron.

  Reclamado por Apolo. Uma ficha padrão. Sem muitas novidades. Mas por vezes, o seguro é adequado. Parabéns, filho de Apolo. Sua narrativa precisará ser amadurecida, mas você tem futuro. Só cuidado com alguns erros de ortografia grotescos, como "amostrando" ao invés de "mostrando. Isso pode te matar numa missão. O.o


John.

  Não Reclamado. Muitos erros ortográficos, ficha um pouco incoerente em alguns pontos e confusa em outros. Posso sugerir que antes de postar sua ficha novamente, leia algumas anteriores que receberão aprovação, assim você pode ter uma ideia básica de como deve ser a postagem. Antes de enviar o texto, também sugiro que leia-o mais de uma vez, para identificar erros que sempre passam despercebidos. Um corretor ortográfico também é uma solução muito boa para este tipo de caso. Até logo, e boa sorte.


Nathan.

  Reclamado por Melinoe. Uma ficha instigante, e que me manteve empolgada do início ao fim. Parabéns, filho de Melinoe. Bem-vindo ao Acampamento Meio-Sangue. Ah,só tome cuidado com o template, pois ocorreu um pequeno erro em seu post que poderia ter prejudicado a leitura. Também sugiro que encontre um avatar, para facilitar sua apresentação aqui no Fórum. Até logo, e parabéns outra vez!


Maximilian.

 Não Reclamado. Sua ficha ficou um pouco corrida em alguns pontos, e senti falta da descrição dos sentimentos de seu personagem, o que acabou tornando toda a narrativa mecânica e sem entusiasmo. Também quero atentá-lo para uma incoerência que me incomodou um pouco. Filhos de Thanatos são ótimos guerreiros, e têm reflexos bons como os de qualquer outro semideus. Mas dificilmente você teria tido sucesso em uma luta como a que ocorreu no fim da ficha. Menor ainda seria sua chance de matar aquela criatura com tanta frieza logo depois de descobrir suas origens, e ainda sem estar familiarizado com combates. Por fim, usar a mesma cor de fonte para todos os outros personagens além do seu, acabou confundindo em alguns pontos se quem estava falando era o sátiro, ou o monstro. Quem sabe na próxima? Boa sorte!


Kurt.

  Não Reclamado. Sua ficha ficou muito boa, realmente. Teve uma boa formatação, e por muito pouco não lhe aprovei. Vou explicar o motivo. Primeiro, acho que sua ficha ficou curta demais. E sim, tamanho é documento quando se trata de deixar clara a origem e os primeiros momentos do contato de um personagem, com o mundo que ele nem desconfiava que existia. Enquanto alguns pecam por exagerar na ação e esquecer os cenários e pensamentos/sentimentos do personagem, você pecou no oposto. Por que nenhum monstro o encontrou? Como ele sobreviveu até chegar no acampamento? Alguma perguntas que pesaram em sua aprovação, apesar do restante da ficha ter sido maravilhoso. Realmente acredito que você só tem a ganhar, tentando de novo.


lili.

  Não Avaliada.Meu bem, seu nome não se encontra de acordo com os padrões do Fórum. Por favor, solicite uma mudança de nome e depois retorne para fazer sua ficha novamente. Obrigada, e até logo!


Peter.

  Não Reclamado. De acordo com as regras do Fórum, o flood não é permitido, Peter. Mas não foi só por isso que sua ficha foi recusada. Quando for fazê-la de novo, passe o texto num corretor ortográfico e releia sua narrativa mais de uma vez, antes de nos enviar. Assim, você vai perceber melhor partes que ficaram corridas, ou com errinhos de concordância. Além disso, exagerar nos diálogos pode comprometer a movimentação da história. Tente focar nos cenários e no interior de seu personagem. Ele está passando pelo momento mais difícil da vida de um semideus, a descoberta. Tenha isso em mente, e o resto virá naturalmente.


Hal.

  Reclamado por Hefesto. Parabéns, semideus. Hefesto ficará orgulhoso. Sua ficha ficou ótima. Seja bem vindo ao Acampamento, e espero ler mais sobre você em breve. Até logo!


Cerise.

  Não Reclamada.Olha Cerise, eu discordo de você. Acho que sua ficha precisaria sim, de mais detalhes. Uma história de personagem requer que a origem dele seja transmitida a quem lê, e um sábio certa vez já disse: A pressa é inimiga da perfeição. Não que sua ficha precise ser perfeita, mas mais do que o nascimento, sua ficha poderia ter demonstrado um pouco do cotidiano das dríades, e alguma interação sua com o cenário do Acampamento, de modo geral. Sua narrativa é ótima, só pecou na ausência de detalhes. Portanto, acredito que tentando de novo, você terá a chance de corrigir essas partes e proporcionar uma origem mais interessante à sua personagem. Até a próxima! Boa sorte.


Fred.

 Reclamado por Apolo.Foi uma boa ficha, querido. Só peço que fique atento à formatação do texto. Um pouquinho de cor nas falas de personagens torna tudo mais envolvente, além de uma releitura antes da postagem, para averiguar se não sobrou nenhum errinho de digitação que sempre nos pregam peças. Além disso eu gostaria de observar que em seu texto encontrei algumas (muitas) vírgulas fora de hora, e ausência de pontuação final, onde seria necessária. As frases ficaram com aparência de esticadas ao máximo, e isso quase o reprovou. Cuidado com este tipo de deslize me missões futuras. Ou sua vida pode ser curta no Acampamento. Bem-vindo, e parabéns, cria de Apolo!


Luís.

  Não avaliado. Como dito no post de Zeus, este teste para Reclamação não de aplica aos Três Grandes, querido. Para ser filho de Zeus, Poseidon ou Hades, você deve postar sua ficha no Teste dos Três Grandes, no tópico adequado. Lhe enviarei o link do mesmo por MP, para que você possa realizar o teste mensal, caso ainda tenha interesse no mesmo. Até logo.


Hyakun.

  Não Reclamada. Sua ficha teve o mesmo problema que a de Cerise. Ambas apenas narraram o nascimento da dríade, mas não é apenas disso que se trata a proposta da ficha. Vocês precisam narrar a história de sua personagem até os tempos atuais dela, quando começa o jogo. E a história, inclui as atividades dela no Acampamento, o dia a dia na floresta. Momentos que podem deixar clara a personalidade da dríade e suas aspirações. Uma ficha de dríade deve receber o mesmo cuidado que uma ficha para semideus. Portanto, deve tentar de novo. Até!




Atualizado por Hécate.



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Re: Ficha de Reclamação

Mensagem por John Dawn Leary em Dom 16 Fev 2014, 12:40

cara eu nunca imaginei que essa ficha teria erros ortográficos já que antes, passei ela pelo word e conferi tudo que tinha erros ortograficos
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Re: Ficha de Reclamação

Mensagem por Fredy Kroos em Dom 16 Fev 2014, 14:48


Ficha de Reclamação



▬ Por qual Deus você deseja ser reclamado? Caso não queira ser um semideus, qual criatura mitológica deseja ser?


Quero ser reclamado por Phobos. Deus da fobia/pânico

▬ Cite suas principais características físicas e emocionais.


Físicas: Fredy Kroos é um garoto não muito alto, forte, tem olhos com um estranho tom de carmesim, tem cabelos castanhos escuros e curtos, assim como também tem uma pele bem clara.


Emocionais: Fredy tem características muito sombrias, sempre sabe qual o mais medo das pessoas e tenta assusta-las mexendo com o mesmo. É calmo, frio e calculista, nunca deixa seus inimigos escaparem impunes, e se isso acontecer e irá caçar o fujão. Poucas vezes se mostra uma pessoa alegre, geralmente fica sempre excluído ou tentando assustar outras pessoas. Tem uma mentalidade muito Psicopata.

▬ Diga-nos: por quê  quer ser filho de tal Deus - ou ser tal ser mitológico?


Acho Phobos um dos deuses mais legais, pois mexe com os sentimentos das pessoas e as deixa com medo, mexe com suas maiores fobias até se acovardarem por completo. Deixa-os em pânico.

▬ Relate a história da sua personagem - não haverá um limite de linhas definidos, deixe a sua criatividade fluir.


Fredy sempre foi um garoto estranho e excluído na escola, sua mãe havia morrido em seu parto e ele acabou sendo criado por seu padrasto, que o odiava por saber que a mãe do garoto tinha tido um filho com o amante, alguém que ele não conhecia. Assim o garoto cresceu com um imenso ódio no coração por ser maltratado por seu padrasto.


Fredy sempre foi o excluído da escola, todos zombavam dele, porém quando extrapolavam os limites ele parecia fazer as pessoas entrarem em pânico em poucos dias, e sempre que isso acontecia às outras crianças se mudavam pouco tempo depois.


Ele também nunca perdia uma briga, pois quando entrava em uma seus inimigos fugiam na primeira chance que tinham, porém antes de ter uma chance eles apanhavam muito por não se concentrarem direito na briga, graças ao medo que sentiam.


Com 15 anos de idade Fredy estava revoltado e já descobrira que as pessoas tinham seus medos aumentados quando chegavam dele, porém ele não sabia o porquê disto, seu padrasto se mantinha afastado da casa onde eles moravam o máximo de tempo possível para não chegar perto dele, então ele decidiu que ter um padrasto tão ausente e não ter um seria quase à mesma coisa.


Assim certa noite, ele levantou da cama e atravessou a casa em direção ao quarto de seu padrasto e procurou a arma dele que deveria estar junto de seu uniforme de policial - esqueci-me de citar este fato, o padrasto de Fredy era policial -, que ficava no guarda-roupa. A arma estava no coldre junto à calça, o garoto pegou o revolver e o destravou como havia visto seu padrasto fazer, e atirou na cabeça padrasto, o tranco da arma o desequilibrou, mas ele acertou o tiro.


Logo o garoto limpou a arma e a colocou de volta na roupa de policial, foi para um quarto e pegou uma mochila, na qual encheu de suprimentos que iria precisar para sobreviver por algum tempo.


Depois de fugir de casa, o garoto esgueirou-se por um beco, o que não foi à coisa mais inteligente a se fazer, lá encontrou dois homens bem autos que o olharam como se ele fosse um pedaço de carne e um deles segurava uma clava de madeira bruta. Fredy tentou correr dali, mas os homens eram bem rápidos, ele percebeu que os seus perseguidores não estavam sentido tanto medo dele quanto as outras pessoas, ele achou que estava tudo perdido.


Ele dobrava a esquina quando viu três garotos parados olhando para ele, um segurava uma espada e um escudo, outro segurava uma lança, a ultima era uma garota com uma corrente enrolada na mão direita, porém uma pequena parte que deveria ter ao menos meio metro pendia por sua mão. Parou de repente, agora sim estava tudo perdido, então sentiu uma dor nauseante na nuca e viu de relance os garotos correndo em sua direção e dos seus seguidores antes de desmaiar.


Acordou com a nuca latejando, estava apertado dentro do que parecia um taxi cinzento, então ouviu alguém dizer.


- Ele está acordando, o que vamos fazer? – disse uma voz feminina

- O nocauteia de novo até chegarmos ao acampamento – falou uma voz mais grossa

- Desisto de tentar te fazer ficar menos violento, cara – comentou uma voz mais suave, porém ainda masculina


Então Fredy sentiu uma mão em seu pescoço, uma dor profunda e apagou novamente. Acordou mais uma vez, seu pescoço doía, olhou em volta, estava em um lugar que parecia um hospital, havia pessoas dormindo em casa hospitalares, a maioria com camisas laranja idênticas, e, sentada ao seu lado estava à garota que ele tinha visto na esquina enquanto fugia.

- Finalmente você acordou, vou chamar o Quíron. Bem-vindo ao acampamento meio-sangue.  – disse a garota levantando-se e saindo do lugar apressadamente

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Re: Ficha de Reclamação

Mensagem por Jamie P. Nayvar em Dom 16 Fev 2014, 17:15

▬ Por qual Deus você deseja ser reclamado? Caso não queira ser um semideus, qual criatura mitológica deseja ser? – Afrodite, deusa do amor.

▬ Cite suas principais características físicas e emocionais.

  • Físicas:

Jamie é naturalmente bela. Alta, porém não muito. Seus olhos tem uma coloração, de verde para azul, boca cheia e rosada, possui cabelos castanhos que medem até sua cintura, e um corpo escultural. Tudo chama uma atenção exagerada para Jamie, aumentando seu ego.

  • Emocionais:

Nayvar tem seu orgulho alto, nunca desistindo de um desafio. Se importa exageradamente com sua aparência, e adora chamar atenção para si, às vezes poderá bancar o cúpido na vida amorosa de seus amigos.

▬ Diga-nos: por quê  quer ser filho de tal Deus - ou ser tal ser mitológico? - Admiro a história da deusa Afrodite, tendo um carinho especial pela deusa, além de ser um tanto parecida com minha personagem.

▬ Relate a história da sua personagem - não haverá um limite de linhas definidos, deixe a sua criatividade fluir.

Sempre perguntei à meu pai sobre minha mãe - tal ausente em minha vida -, ele alegou que ela havia morrido, mas quando descobri a verdade, preferi nunca ter perguntando.

Passei minha infância, e hoje, com a ausência de meu pai, um importante contador, porém, era filha exemplar, mesmo tendo dislexia e deficit de atenção, tinha esperança que ele me desse atenção por isso, mas hoje, toda a reputação que criei com meu pai por anos, foi por água à baixo.

Ele, definitivamente, começou à me dar atenção, oque me deixou irradiando alegria, mas ele parecia tão abalado, falando sempre comigo como se fosse uma despedida, e que nunca mais nos veremos. Era mais um tarde entediante em minha cidade Manhattan, Nova York, quando Sara Miller conseguiu me tirar do sério, estou abalada por isso, não por ter dado um tapa na cara dela, aquilo era merecido, alguém tinha que lhe mostrar que ela não era rainha do mundo. Repassei pela trigésima vez na minha mente o acontecimento.

- Argh!, porque não se joga na frente de um carro, garota? - falei borbulhando de raiva, nossa briga acontecia no refeitório, ao vivo, e em cores para todos verem.
- Sim, senhora. - murmurou, saindo de cena de cabeça baixo. Fiquei pasma assim como todos, Sara Miller nunca admitiria uma derrota. E, foi quando, escutamos o grito.

Sim, a garota havia se jogado na frente de um carro, sem ferimentos graves. E eu sabia, que agora, obviamente meu pai havia sido informado do acontecimento. Havia uma explicação, tão louca que nem eu mesma acreditava. Então, alegaram que eu havia jogado uma "macumba", ou, a humilhei tanto, que a mesma tentou se matar. Estava tão perturbada, que nem mesmo compras iria me acalmar.

E quando estava quase anoitecendo, algo inacreditável aconteceu. Estava sozinha em nosso apartamento, e a porta foi arrombada, cai de susto no chão. Dando lugar à meu professor de Biologia com suas pernas peludas de bode -, eu não acreditava no que via. E uma bela menina ao seu lado, tinha longo cabelos pretos, e perfeitamente lisos, fazia a blusa laranja que usava parecer algo tão elegante de se usar, quanto um vestido, seus olhos como o meu, e uma carranca no rosto, murmurando coisas como "Eu não acredito que aceitei vim com esse sátiro doido."

- Sr.Campbell? - sussurrei, mas parece que meu professor meio-bode me ouviu. Mas que diabos estava acontecendo?

Eles me levaram à um táxi, e fizeram um calmo resumo sobre oque acontecia. Eu estava prestes a ter um ataque cardíaco, e tentar pedi socorro ao motorista, pois estava com dois loucos, mas tudo fazia sentindo quando eu olhava para as pernas peludas do meu professor. Eu e Melie, como ela se chamava, tínhamos muito em comum, descobri que a mesma era uma filha de Afrodite. Para mim, tudo finalmente fazia sentido.
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Re: Ficha de Reclamação

Mensagem por 139-ExStaff em Dom 16 Fev 2014, 19:31

John - Sem flood. Pelas regras flood pode ocasionar banimento, então aqui é um aviso. Caso tenha dúvidas dos erros encontrados e formas de melhorar a ficha, pode entrar em contato com o avaliador ou outro deus. Podemos parecer exigentes,mas sempre estamos dispostos a axiliar!

Fredy - Reclamado como filho de Phobos

Você precisa ter cuidado na digitação, alguns errinhos ortográficos (autos/ altos) mas o que mais prejudicou foi a construção de frases, onde faltou fluidez. Seu texto em alguns trechos foi repetitivo e truncado. Tente usar mais conectivos, evitando frases muito curtas. E verifique seu template, já que ele está desconfigurado.

Jamie - Reclamada como filha de Afrodite

Primeiro: por favor, evite cores tão claras, considerando o fundo do fórum. Isso realmente dificultou a leitura. Na história, foi bem simples, mas foi o suficiente. Apenas tenha cuidado com a digitação (oque junto foi o que mais chamou a atenção, mas não foi o único erro) e com a organização - por vezes, detalhes importantes foram deixados de lado, e isso prejudicou um pouco - algo que numa missão pode ser fatal.
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Re: Ficha de Reclamação

Mensagem por Lesly K. Jackson em Seg 17 Fev 2014, 12:53

Solicitei a mudança de nome, estou refazendo a ficha.
▬ Por qual Deus você deseja ser reclamado? Caso não queira ser um semideus, qual criatura mitológica deseja ser?

Eu quero ser reclamada por Quione, a deusa da neve.

▬ Cite suas principais características físicas e emocionais.

1,78 de altura, magra, cabelos brancos e olhos brancos também.
calada(apesar do TDAH), adoro ler(apesar da dislexia) e sempre estou fazendo alguma coisa.

▬ Diga-nos: por quê  quer ser filho de tal Deus - ou ser tal ser mitológico?

Quione é uma das minhas deusas favoritas dês de sempre(mesmo com a rivalidade que ela tem com os tripulantes do Argo II).
▬ Relate a história da sua personagem - não haverá um limite de linhas definidos, deixe a sua criatividade fluir.

Meu nome é Lesly K. Jackson,e, bem, vou lhes contar minha história...
Eu estava em um colégio interno que o juiz me colocou até resolver o que fazer comigo, já que meu pai havia sido dado como morto depois que partiu para o mar á um ano atrás e não voltou de seu cruzeiro.
Meu poder, incontrolável e irritante sobre a neve estava sendo dominado melhor agora.
Antes era pior, eu já congelara uma fonte, um motor de avião(ou eu pensava que aquela coisa que voava batendo as asas e carregando três pessoas era um avião), um ônibus e os pés de uma garota que eu não gostava.
Agora cada vez que eu estava estressada eu encostava, bebia ou comia alguma coisa no minimo fervendo. Mas eu sentia calor de mais, e não sentia frio.
Outro dia na academia Yancy, estava fazendo -7 graus, e eu estava andando de regata e jeans no jardim. Achei uma flor muito bonita e resolvi leva-la comigo, acho que era uma tulipa. Eu a congelei e criei uma esfera de gelo em volta dela.
Quando eu estava voltando pro meu quarto tentando estudar, com um livro na mão um garoto bateu de frente comigo por acidente. Ele estava com um gorro rastafári, uns dois casacos, muletas e tinha uma barbicha muito espessa.
Reparei que a flor que eu havia congelado havia quebrado no chão em cinco pedaços.
-Desculpe-disse ele se levantando
-Não foi nada-recolhi os pedaços de gelo e os montei
Eles desmontaram despedaçando-se ainda mais.
-Sério,eu...-ele fez uma pausa-Espere, não está com frio?-eu fiz que não com a cabeça e ele continuou-eu...
-Não precisa se desculpar-eu disse mantendo a calma e apertando os pedaços em minha mão. quando as abri a flor estava intacta-viu?
Ele estava olhando admirado para as minhas mãos
-Como fez isso?
dei de ombros
-Eu sempre consegui fazer esse tipo de coisa.
Pensei que ele fosse sair correndo para não ser congelado que nem as outras pessoas, mas ao invés disso, ele se apresentou
-Eu sou o Grover-disse ele
eu apertei a mão dele.
-Eu sou Lesly-respondi
Ele ajuntou o meu livro
-Mitologia grega?-perguntou Grover
-Sim, acho fascinante as histórias greco-romanas, mas sou disléxica, é muito difícil ler.
Ele coçou a barbicha. e depois arregalou os olhos, Eu vi para onde ele estava olhando e me deparei com um gigante com um olho só, seu cabelo era desengrenhado, ele estava montado em um cão gigante com uma harpia no braço. A harpia olhou para mim com um expressão faminta nos olhos.
O gigante desceu do cão e eu pensei que eles fossem atacar, mas ao invés disso o ciclope correu para Grover e lhe deu um abraço.
-Beleza, Grandão-disse Grover, sufocado-também senti saudade, agora me largue.
O ciclope o largou e a harpia veio até mim.
-Ella gosta de livros, e palavras.-disse-Ella pode ler esse livro?
Eu entreguei o livro pra ela, assustada com o que estava acontecendo. Um cão gigante, um ciclope e uma harpia que adora livros.
Eu estava ficando psicótica.
O ciclope olhou pra mim e perguntou:
-quem é você?
-Eu sou Lesly
reparei que o chão estava congelando á partir de meus pés e me concentrei, o circulo de gelo derreteu.
-Grandão, você está com a sua clava aí né?-perguntou Grover ao ciclope
O cara grande e fofo pegou uma clava e mostrou á ele.
-ótimo, porque vamos precisar.
Ele apontou para algum lugar atrás de mim e nos viramos. Três mulheres verdes com caldas de cobra ao invés de pernas estavam vindo em nossa direção.
O ciclope que eu ainda não sabia o nome atacou uma, o cão atacou outra, a harpia se escondeu atrás do ciclope, Grover largou as muletas e pegou uma flauta de bambu do bolso e começou a tocar uma melodia animada que resultou em raízes saindo do meio dos tijolos e se enroscado nas caudas das mulheres-cobras.
A do meio ignorou á tudo e veio até mim, eu fazia aulas de karatê mas não sabia se iria ajudar.
Fiz a primeira coisa que me deu na cabeça: bati o pé com  toda força no chão, e, á partir dali o chão de toda a academia Yancy congelou, apesar da neve.
fiz alguns movimentos com as mãos, aproveitando que todos estavam confusos e escorregando, surgiram três bolas de neve em minhas mãos.
-Há, acha que pode nosssssss deter com bolasssss de neve?-sibilou ela
Eu funguei com o nariz e dei um meio sorriso olhando pra ela.
-Acho.
Eu joguei a bola de neve nela, ela congelou com uma expressão surpresa no rosto.
Eu patinei até ela
-Na verdade tenho certeza.
Eu dei um peteleco na barriga dela, ela se quebrou e virou pó.
Joguei as bolas de neve nas mulheres-cobras que os outros estavam enfrentando, elas congelaram e em seguida em descongelei o chão.
Eles caminharam até mim.
-Eu não sabia que você lutava-falei para o ciclope.
-Lesly, você está olhando para o capitão Tyson, do exercito de ciclopes.
-Como fez aquilo?-perguntou Tyson
-Eu sempre fiz aquilo.
-Como eu pensava.-disse Grover
-O que foi?-perguntei
Ele apontou para cima da minha cabeça e disse:
-Temos que levar você para o acampamento meio-sangue.
Eu olhei para o topo da minha cabeça lá brilhava um floco de neve que parecia um holograma
-Você é filha da deusa grega da neve, Quione.
Lesly K. Jackson
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Re: Ficha de Reclamação

Mensagem por Farkas em Seg 17 Fev 2014, 13:48

▬ Por qual Deus você deseja ser reclamado? Caso não queira ser um semideus, qual criatura mitológica deseja ser?

Ares

▬ Cite suas principais características físicas e emocionais.
Cabelo arrepiado
75 cm de altura
peso: 75 kilo
olhos: Azul meio esverdiado
Emoções:Pensa em Si e nos outros mante seus sentimentos muitas das vezes escondido,gosta de seus amigos,colegas e entre eles, ama sua família tenta ao máximo agradar quem o agrada, respeita as pessoas quando respeitado, se sente bem fazendo as pessoas se sentir bem, e tenta sempre subir na vida.

▬ Diga-nos: por quê quer ser filho de tal Deus - ou ser tal ser mitológico?
Ares um deus muito forte e pensativo, guerreia com determinação e tenho uma certa admiração nele, habilidoso,forte e suas táticas de batalha o leva a Vitoria

▬ Relate a história da sua personagem - não haverá um limite de linhas definidos, deixe a sua criatividade fluir

Farkas Nascido em 1999, batalhador desde tempos passadas desde criança é um grande guerreiro, nasceu no Brasil, São Paulo, após ter descoberto que a mitologia ainda é viva, se tornou um grande guerreiro determinado a batalhar sempre, seu sangue de guerra passivo quando despertado por uma batalha é agitado e se torna um grande guerreiro sem medo do que vem pela frente, sempre treinando para se tornar forte e enfrentar seus inimigos, com o apoio de ares Farkas sempre deseja estar subindo na vida e se tornando alguém forte chegando capas de ser alguém como um dos deuses, iniciando sua carreira como um forte guerreiro farkas levanta a cabeça e vá em frente rumo a Vitoria.


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Re: Ficha de Reclamação

Mensagem por William Henry Parker em Seg 17 Fev 2014, 22:17


  • Por qual Deus você deseja ser reclamado? Caso não queira ser um semideus, qual criatura mitológica deseja ser?
    Hermes
  • Cite suas principais características físicas e emocionais.
    Fisicamente William é regular. É magro, mas não excessivamente, embora seu corpo tenha pouca definição. Tem costas e ombros largos, além de ser agraciado pela genética divina em seus atributos de força e agilidade. Seu peso total é 80 kgs, com um indice de gordura corporal bem baixo. Sua pele é clara, e apesar de ja ter 18 anos, tem pouquissimos pêlos pelo corpo, com a barba praticamente nula. É bastante alto, tendo 1,85 metros. Seus cabelos são castanhho claro, com algumas mexas quase loiras, lhe rendendo um belo birlho na luz do sol. Suas sobrancelhas, um pouco mais escuras, são bem grossas, seu olho é de cor semelhante, são profundos, como se estivessem sempre distântes da realidade, presos em um mundo próprio. Seu rosto é angular, queixo, nariz, bochechas, tudo moldado como se fosse uma escultura antiga.
  • Diga-nos: por quê  quer ser filho de tal Deus - ou ser tal ser mitológico?
    Bom, de inicio é porque eu odeio mainstream, mas também não gosto de ser tão alternativo. Acho Hermes um meio termo interessante. Além disso, a gama de caracteristicas dele rendem um char muito variado, menos previsivel, e eu gosto de ter o máximo de liberdade na interpretação.
  • Relate a história da sua personagem - não haverá um limite de linhas definidos, deixe a sua criatividade fluir.
    Não faz muito tempo que descobri ser diferente. Bom, dependendo do ponto de vista, terei de corrigir minha afirmação. Na verdade, eu sempre fui diferente. As pessoas costumam achar que é facil ser rico, ter dinheiro, e que esse tipo de gente tem tudo. Bem, eu sempre tive dinheiro, mas nunca tive o que quis. Não me lembro do meu pai, e lembrou pouco da minha mãe, esse é o tipo de coisa que realmente me fez falta. Ter um dos dois me esperando na porta da escola, ao invés do choffer. Que fosse um dos dois a ir nas reuniões escolares, e não meus tios se intercalando, para ir lá sem interesse algum. Eu podia ter sido um gênio na escola talvez... Mas onde estavam meus pais para me incentivar? Eu cresci tendo apenas um companheiro de verdade: Meu violão. Talvez um ou outro colega na escola, mas nunca me permiti criar grande afinidade, afinal eu era mudado de escola quase todos os anos. Sou deslexico, tenho transtorno no defict de atenção, então nunca fui o aluno favorito de nenhum professor. Aliás, nunca fui a pessoa favorita de ninguém, exceto do meu mordomo, que por alguma razão sempre me protegeu de tudo. Minha adolescencia passou longe de festas, longe da máscara de diversão que a maioria dos jovens usava. Minha diversão foi ler livros. Filosofia, Ciência Politica, Direito, Literatura Clássica, entre outros, sempre com enfase para as produções gregas, pois por alguma razão parecia que tudo de lá era absolutamente certo, como se por mais ultrapassada que fosse sua sabedoria, ela fosse absoluta.
    Minha vida mudou de verdade numa Sexta Feira chuvosa, quando completei 17 anos. O fim de semana nunca representou nada pra mim além de me afastar do martirio que era ir para a escola. O problema não era ter aula, era só ir a mais uma escola que eu sabia que iria ser uma experiência com duração de um ou dois semestres. Cheguei encharcado em casa e chamei por Howard, meu mordomo, mas ele não apareceu. Subi as escadarias da mansão, rumo ao meu quarto, e me deparei com uma senhora que nunca tinha visto em toda a minha vida. Ela se declarou ser a nova criada, disse que o Senhor Howard havia sido despedido e que eu estaa sobre seus cuidados agora. Ela ordenou que eu fosse com ela até a limosine, pois jantariamos fora com meus tios. Eu não contrariei, apesar de achar estranho. Tomei um banho, me troquei e fui para o carro. Reparei que o choffer também era diferente, mas segui calado. Ele deu partida no carro e avançamos pela estrada, num caminho muito estranho, e não demorou para estarmos na estrada, saindo da cidade. Quando levantei a questão de onde estavamos indo, olhei para a senhora e tive uma surpresa terrivel. Seu rosto estava totalmente transformado, algum tipo de monstro que eu mal consigo descrever, e que não faço idéia do que era. Tentei saltar para a cabine do motorista, mas quando o encarei, vi que ele tinha apenas um olho, no centro da testa. Eu estava cercado por dois monstros. Ele parou o carro e eu consegui saltar pela janela. A velha saiu voando pelo teto solar, tinha agora asas no lugar dos braços, e o corpo era metade humano, metade pássaro. Eu corri em direção a uma fazenda, com os dois me perseguindo. Infelizmente para eles, eu era um eximio praticante de Le Parkour. Minhas habilidades acrobaticas, minha agilidade, era tudo refinado num nivel que ninguem nunca conseguiu me pegar. Consegui despistá-los e me enfiar na mata fechada. Lá, escondido atrás de uma árvore, tive outra surpresa assustadora: Uma cobra começou a falar comigo. Ela disse que todas as cobras da floresta estavam tentando me ajudar, criando ruidos e criando rastros na direção oposta, e mandou que eu a seguisse. Não era nem um pouco tentadora a proposta de seguir uma cobra falante, mas eu não tive outra escolha. Caminhei muito seguindo a rastejadora até uma clareira, algumas horas de distância da estrada. Lá, a terceira surpresa do dia: Meu mordomo estava me esperando, mas estava diferente. Trajava uma armadura de couro e não mais seu típico terno, mas o que vestia seu tronco era o menos impressionante, afinal suas pernas estavam descobertas. À primeira vista, pensei que fosse uma calça feopulda, mas não, eram pelos. Suas pernas eram como as de um cavalo, bode, alguma coisa do gênero. Ele disse que me explicaria tudo assim que estivessemos seguros, e me acompanhou no resto da tragetoria. Eu era filho de um Deus, eu era um Semi-Deus, eu era um futuro herói, e aquela vida que nunca fez sentido para mim seria deixada para trás. Eu finalmente estaria ao lado dos meus semelhantes, eu finalmente teria um proposito muito além daquela vida lamentável de ganhar dinheiro e gastá-lo. Eu pertencia agora ao Acampamento Meio-Sangue.

William Henry Parker
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Re: Ficha de Reclamação

Mensagem por Marcus Sinclair em Seg 17 Fev 2014, 23:17

Ficha de reclamação
~tuts tuts quero ver ~ q



▬ Por qual Deus você deseja ser reclamado?

Melinoe, a deusa dos fantasmas.

▬ Cite suas principais características físicas e emocionais.

Nicholas (ou Nich, como prefere ser chamado), é tão pálido que parece ser translúcido. Fã de atividades físicas, Nicholas é forte e tem o corpo bem definido, chegando a ser desejado com frequência. Tem olhos de cor castanho-escuros, muito diferentes de seu pai, cujos olhos são de cor azul. Possui cabelos lisos, porém cortados de forma rente.
Seu humor é, por vezes, introvertido, mas quando conhece bem uma pessoa, e gosta dela, aprende a ser mais extrovertido. Tem um passado amargo e marcado por dúvidas e mágoas, o que o deixa fechado para novas experiências. Tem uma personalidade totalmente egoísta, optando totalmente por si em primeiro lugar.

▬ Diga-nos: por que quer ser filho de tal Deus?

Na verdade, nem eu sei bem por que escolhi ser filho de Melinoe, eu não me identifico muito com fantasmas. Mas a deusa tem toda uma magia envolta nela, algum tipo de mistério que me envolveu, pensando numa possível trama muito boa. Posso dizer que me senti atraído pela deusa, sendo que não pensei em ninguém melhor para reclamar esta conta.

Por que os poderes são bons –q

▬ Relate a história da sua personagem - não haverá um limite de linhas definidos, deixe a sua criatividade fluir.



O filho dos fantasmas

A mulher fúnebre e bela estava de pé no final do quarto, havia algo nela que lembrava tudo na vida do garoto, mas, mesmo forçando-se a pensar, não descobrira o que era. Levantou-se saindo das cobertas, mostrando a sua nudez. Não sabia por que não se assustara com a mulher que mais parecia um fantasma, ou por que não tivera vergonha da sua própria nudez, mas apenas a encarou nos olhos.
A mulher deslizou até ele com um tipo de aura sombria ao seu redor, tocou em seu braço e tudo começou a escurecer. A única coisa que Nicholas ouviu foi um recado.
— Não deixe o espírito te dominar.



~ Capítulo um ~

A vida de filho de um magnata não era para Nicholas, definitivamente. O garoto, apesar de gostar dos luxos, não aparecia para mídia nenhuma. Seu passatempo preferido era ficar em seu quarto ouvindo Beatles, a única banda que ele ainda se dignava a escutar. Além disso, o garoto era praticante de arco e flecha, de vez em quando usando alvos móveis, como as empregadas de seu pai. Nunca as acertava de verdade, gostava dos “serviços” que elas lhe faziam e não queria mais holofotes em si mesmo, com as especulações e matérias da mídia.
Não gostava de amigos ou coisas parecidas, em seus 16 anos nunca tivera alguém de verdade por ele, nem seu próprio pai. Aliás, nem ligava muito para o velho Hic, homem cujo gene nem parece estar em Nich. Nunca frequentou escola, sempre teve as suas aulas em casa com professores particulares.
Era manhã de inverno, o clima que Nich mais gostava. A estação deixava tudo mais quieto, ele não tinha que aturar seus vizinhos, os senhores felizes. Eles tinham mania de pensar que o filho deles, Theodore, queria “brincar” com Nicholas. Ele não suportava o bobão do seu vizinho.
Era em seus momentos de solidão que Nicholas se encontrava consigo mesmo, pensando em toda a sua vida, em tudo o que havia feito, ou em tudo o que não havia feito. Nada para que se arrependesse.
Tudo em sua vida era monótono, desde o momento que acordava até o momento em que ia dormir. As únicas coisas que ele não achava mortalmente entediantes eram treinar com arco e flecha e sair à noite para “caçar” prostitutas, o que deixava o seu pai furioso. Ele estava determinado a fazer aquilo mais uma vez, sem ter medo de que algo acontecesse, sem ter medo de que seu pai o expulsasse, quem sabe aquilo não seria até uma coisa boa.
Pegou sua mochila com algumas coisas e jogou dentro do carro, já sabia dirigir, apesar de ainda não ter carteira de motorista. Dentro do Camaro de seu pai, saiu a toda velocidade, sem temer lei ou qualquer coisa do tipo. Obviamente, chamava atenção pelo porte de seu carro, até que chegou à um ponto com duas garotas em pé. Uma delas trajava algo que seria apertado demais, bem como muito curto, para ser um vestido. Deveria ser de cor vinho, mas não conseguia distinguir bem naquela escuridão.
Lembrava-se bem do perigo que correra da última vez que saíra sozinho, da perseguição que ocorrera por algo que ele jurava não ser humano, por isso se armara desta vez. Não havia contado aquilo para o seu pai, obviamente, não queria ser taxado de louco mais uma vez.
Sim, mais uma vez.
Fora internado em um manicômio dois anos antes por dizer que via pessoas vagando pela casa durante a noite, e realmente via. Aliás, ainda via até o momento presente, apenas não mais se assustava. Fora a pior época de sua vida, ver todas aquelas pessoas amarradas e dopadas, algumas com surtos de loucura, todas perto dele. Quase enlouqueceu de vez. Após sua saída do local, passara por inúmeras sessões com o psiquiatra, o que, se ele não tivesse dado um basta, ainda continuaria.
A garota debruçou-se sobre o carro, mascando um chiclete vagabundo enquanto enrolava o cabelo. Típico de prostitutas.
— Oi. — Dissera ele com uma voz aveludada. Não pensava em seduzi-la, sabia que era apenas abrir a carteira que ela seria sua. — Entra aí.
— Mas eu nem disse o preço ainda — interveio a garota.
— Não importa, eu posso pagar. — Dissera ele já meio aborrecido. — Entra logo, estou com pressa. — Agora, não dava a mínima de ser rude ou não, apenas queria se divertir, aproveitar o seu tempo.
A garota fez um sinal para a sua “amiga”, como se avisasse de que iria a mais um programa. Entrou no carro e bateu a porta, deixando sua vida para trás. Literalmente.



~ Capítulo dois ~

Os primeiros raios de sol entravam pela janela do flat, chegando ao rosto do garoto e fazendo-o remexer-se devido ao incômodo nos olhos. Sobre os lençóis manchados de sangue, tentava recobrar a consciência e saber o que havia feito, mas apesar de todo esforço, nada viera à sua mente. O corpo da prostituta estava caído ao chão, nu e sob uma poça de sangue. Perto dele havia uma faca manchada com o mesmo material. O garoto não tinha medo de mortos, nem mesmo da morte em si, mas aquilo realmente o assustara. Afinal, tudo indicava que ele era o assassino.
O garoto estava pasmo com sua “provável” atitude, a morte da garota fora um pequeno abalo, mas não pela vida dela, não se importava com isso, mas sim pela vida dele. Sabia que aquilo não passaria por despercebido, sabia que só iria atrapalhar mais a sua vida. Uma morte nos EUA o levaria para a prisão, obviamente. E não seria por pouco tempo.
Não acreditara que ele mesmo havia feito aquilo, estava sujo de sangue e uma de suas armas, a faca, estava manchada com o mesmo material. Sua mochila estava caída a um canto, como se abertas às pressas e jogada para longe de qualquer jeito. Queria apenas entender tudo aquilo.
Vasculhou o local com os olhos, arfando e tentando ordenar seus pensamentos. Talvez conseguisse ocultar o corpo da garota, talvez conseguisse fugir. Talvez.
Remexeu-se sob as cobertas num ímpeto de levantar-se, queria uma saída, apenas um meio que fosse, mas nada ali lhe parecia bom. Olhava para todos os lados com cara de maluco, até que a avistou.
A mulher fúnebre e bela estava de pé no final do quarto, havia algo nela que lembrava tudo na vida do garoto, mas, mesmo forçando-se a pensar, não descobrira o que era. Levantou-se saindo das cobertas, mostrando sua nudez. Não sabia por que não se assustara com a mulher que mais parecia um fantasma, ou por que não tivera vergonha da sua nudez, mas apenas a encarou nos olhos.
A mulher deslizou até ele com um tipo de aura sombria ao seu redor, tocou em seu braço e tudo começou a escurecer, a única coisa que Nicholas ouviu foi um recado.
— Não deixe o espírito te dominar.



~ Capítulo três ~

Confusão. Isso resumia bem o estado de Nicholas, primeiro fora a morte da garota, depois a mulher fantasma, agora, era verdadeiramente um fantasma. O ser translúcido pairava sobre ele, com uma expressão de fúria, tão pura e verdadeira pura, por assim dizer.
Não sabia que tipo de magia a mulher havia feito, mas Nich tinha a impressão de que ela havia retirado um espírito do seu corpo. Como isso era possível?
— Levante-se. — Dizia ela. Sua entonação deixava claro que não era uma ordem, mas sim um estímulo.
— Onde...? — Começou Nicholas, sem entender nada.
— Meu pequeno prodígio. Você cresceu desde a última vez. — Dissera acariciando-lhe o rosto. — Mas não posso mais ficar. Ela chegará em instantes, lhe ajudará a chegar ao seu destino. Estarei com você quando precisar.
Como se estivesse ficando invisível, a mulher foi sumindo aos poucos, ficando cada vez mais translúcida. Até que desapareceu.
Nicholas não processava as informações de forma rápida, nada daquilo fazia sentido para ele, o que ela queria dizer com espírito de possessão?
O fantasma agora chegava cada vez mais perto dele, rindo alto. Gostaria de saber como é possível um fantasma rir. Sempre vira pessoas, é verdade. Mas elas nunca falaram com ele, nem sequer sabia que elas ainda podiam falar... Puxou o lençol para cima de si, tentando se ocultar, num súbito impulso de vergonha.
Ainda bem que fora à tempo.
A garota entrou rapidamente pela porta do flat, obviamente incomodada pela forte luz do local. Portava uma corrente branca em uma das mãos, com cerca de dois metros e meio. Agitava-a rapidamente, fazendo pequenos movimentos.
— Demorei muito? — Disse com um pequeno sorriso. A garota agitou a corrente com mais voracidade, fazendo o espírito se agitar.
Nicholas encarou-a e tornou a olhar para o espírito, que agora estava parado no ar, olhando fixamente para a garota pálida.
— Um espírito de possessão? Novidade. — Bufou a garota em seu melhor tom de ironia. — Vá embora!
Ela gritava para o fantasma com sua melhor entonação de comando, o fantasma nem se mexera.
— Me obrigue, garota. — A voz do ser era áspera e sombria, fazendo da cena comum e parecida com os filmes de terror que Nich costumava assistir. Nada que o impressionasse. — Ela me retirou do seu irmão, mas não deixou que sua magia tomasse conta do seu corpo, garota. Você será o suficiente para me fazer matar este daí. — Grunhiu, apontando para Nicholas.
Ele pensava em mil coisas ao mesmo tempo, sem saber o que priorizar, sem saber o que era verdade ou fantasia. Tinha certeza que desta vez não havia usado drogas alucinógenas. Ao menos não desta vez.
Agitando mais uma vez a sua corrente, a garota correu na direção do espírito de possessão, atingindo-o com um primeiro golpe certeiro. Infelizmente, não havia o que ser acertado naquele corpo. Não havia matéria sólida ali.
Ele riu alto, vendo o fracasso da garota. Outra coisa que não entendera. Se ela havia dito “novidade” sobre o espírito de possessão, como não sabia combatê-lo?
Pegando seu pequeno colar, a garota mirou o espírito que logo se atordoou. Estaria ele vendo ali o seu fim? Provavelmente.
Em um movimento de sucção, Nicholas viu o espírito ser sugado pelo pingente do colar cada vez mais forte, já enviando resquícios de sua névoa para dentro do objeto.
— Ande logo, não tenho todo o tempo do mundo, sabia? — Disse ela para o fantasma com a maior naturalidade, como se ele fosse o seu namorado que demorava muito para se arrumar.
Após alguns segundos tentando escapar, o espírito acabou sendo vencido pelo poder do colar, sendo sugado para dentro dele.
— Finalmente. — Dissera a garota recompondo-se. — Meu nome é Alue, sou filha de Melinoe, a deusa dos fantasmas. — Enquanto se apresentava, foi até Nicholas que ainda estava caído no chão. Ajudou-o a levantar-se e estendeu a mão para que apertasse em um cumprimento.
O garoto tão atordoado que estava, não percebeu que não era mais coberto pelo lençol, estava mais uma vez como veio ao mundo. Esqueceu-se também de apertar a mão da garota, que já ia recuando aos poucos.
— Nossa. — Disse ela olhando para o corpo do garoto. — Se não fosse o meu irmão eu te pegaria fácil. Aliás, pegaria agora se fosse possível.
Movendo a cabeça impacientemente, olhou para ela atordoado.
— O que está acontecendo? — Disse avulso.
— Olha, é melhor irmos. Aqui não vai ser tão fácil de te explicar, quando chegarmos vai se adaptar e entender melhor. Foi assim comigo também.
Ainda sem entender, questionou mais algumas vezes.
— Por que me chamou de irmão? Quem era aquela mulher? E aquele espírito? Quem é você? — Agitado, já se arrumava. Queria saber tudo ao mesmo tempo, receber as informações e simplesmente parar de pensar naquilo tudo. Apesar de querer esquecer, sabia que não conseguiria se ficasse ainda com as dúvidas.
Quase havia se esquecido da garota de programa. Ainda não acreditara que ele havia feito aquilo. Desta vez apenas queria ir para casa, trancar-se em seu quarto e dormir, acordando tempos depois e descobrindo que fora tudo apenas um sonho. Um longo e estranho sonho.
A garota esperou ele arrumar-se, fez com que ele pegasse a bolsa e a sua faca, pondo-a novamente presa em sua calça. Após isso, saiu com ele do local, fechando a porta atrás dele e dando um alô para a cidade que se entendia até onde seus olhos podiam ver.
O que Nicholas via não era somente a cidade. Presos à uma espécie de carruagem grega antiga, os dois cavalos alados estavam batendo os cascos no chão, impacientemente. Mais ao longe, via outro cavalo alado parado com um garoto ao seu lado, acariciando o seu focinho e dando algo para comer.
— Theodore? O que faz aqui? — Perguntou a garota para o garoto distante que agora se aproximava deles, seguido do seu cavalo alado.
— Quíron me mandou. Ele disse que talvez precisassem de mais ajuda. Acho que não confia muito em você, Alue. Talvez tenha sido pela explosão...
— Ah, que merda! Eu já disse que não foi minha culpa! Pare de me encher o saco, sou mais que o suficiente para levar um novato de volta ao camp. — Berrou a garota.
Eram coisas demais para a cabeça de Nicholas, ele sentia que tudo ia se desfazer em areia a qualquer instante. Apenas queria descansar...



~ Capítulo quatro ~

O processo fora tão rápido que ele não tivera tempo nem de pensar. Em dois segundo eles estavam descendo no meio de um enorme acampamento de verão, mais exatamente perto de uma construção grega, com extensas fileiras de mesas ornamentadas e lotadas de adolescentes. Julgara ser o refeitório.
Ao fundo, algumas pessoas se sentavam em uma mesa diferenciada, como se fossem os “chefões” do lugar. Um deles era um homem baixinho com roupas havaianas, tomando um copo de água enquanto relaxava seus pés sobre a mesa. O outro era um homem de meia idade, apesar de grisalho. Tinha uma feição séria no rosto e os encarou com cautela.
Quando todos viram que a carruagem descendo dos céus sendo acompanhada por um garoto montado em seu pégaso, correram para vê-los aterrissar.
— Mas o quê...? — O homem de roupas havaianas comprimia os olhos tentando decifrar algo, até que o outro homem o segurou.
— Sr. D, estes são Alue, filha de Melinoe e Theodore, filho de Perséfone. Presumo que o outro seja um novo meio-sangue, certo?
Okay. Nicholas apenas tentara ignorar temporariamente o fato de uma mulher fantasma ter expulsado um espírito de possessão e sumido magicamente deixando um vazio no seu lugar. Mas não poderia ignorar aqueles fatos. Melinoe? Meio-sangue? Ou era muita coincidência, ou ele estava falando sobre mitologia grega.
Então foi que percebeu.
Eles estavam no meio de um templo inspirado na cultura grega, falavam sobre os gregos e Nicholas podia jurar que ouvira alguém praguejar em grego antigo. E o pior, ele entendera.
O choque do que se passava ali o trouxe para uma possível realidade. Ele deveria estar louco, ou como dissera, poderia ser apenas mais um devaneio de sua mente.
Todos os olhavam com espanto, alguns cochichavam, outros apenas o encaravam. E tudo piorou com o símbolo.
Sobre sua cabeça, girando como louco, havia um pequeno fantasma translúcido. Havia um brilho tênue em volta dele, e por vezes falhava, como um holograma. Nicholas passou a sua mão por ele numa inútil tentativa de fazê-lo sumir. Mas fora interrompido pelas falas dos dois homens.
— Ótimo, mais um. — Dissera o homem de roupas havaianas obviamente incomodado com a situação. Falou baixo para o homem grisalho, que transmitiu de forma audível para todos.
— Ave Nicholas Sattrom Morklöv, filho de Melinoe, a deusa dos fantasmas. — Anunciara.



~ Capítulo cinco ~

Passara o dia inteiro em um chalé com pessoas estranhas que se intitulavam “seus irmãos”. Recebera todo tipo de explicação, mas ainda não acreditava em muita coisa. Não conseguia compreender como aquilo era possível, deuses gregos nos mundos atuais? Não era possível.
Além disso, ficou sabendo dos perigos que corria por ser filho de uma deusa e de um mortal. Puft!
Imaginara seu pai, um velho magnata, transando com uma deusa. Os poucos instantes que tivera com sua mãe, o que todos julgavam ser raros, pudera observar toda a sua beleza e imponência. Como era possível que uma mulher como aquela pudesse se interessar por um homem velho e ranzinza?
Ok, não realmente uma “mulher”, mas quase isso. Sabia que ela era muito mais velha que seu pai, mas que não aparentava (outra coisa que tivera que aprender).
Foi situando-se ao local com calma, tentando esquecer do mundo fora dalí. Tudo ele queria deixar para trás: seu pai, sua vida chata, os holofotes que sempre estiveram sobre ele, a morte da garota...
Naquela mesma noite, após estar devidamente conformado (veja bem, conformado, não que ele viesse a gostar de ideia) com as suas atuais condições, jurara ter visto a garota de programa no seu chalé. Mas deveria ser apenas fruto da sua cabeça.
Hunfs, filho da deusa dos fantasmas. Para ele, aquilo já significava muitas explicações, já era de bom tamanho. Teve novos pesadelos na mesma noite em que pensou ter visto a garota, acordando várias vezes empapado de suor. Não sabia o porquê de não se sentir tão à vontade com o tal acampamento, aquele ali não era o seu lugar. Definitivamente...


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Re: Ficha de Reclamação

Mensagem por Hyakun em Ter 18 Fev 2014, 09:14



Ficha de Reclamação


Por qual Deus você deseja ser reclamado? Caso não queira ser um semideus, qual criatura mitológica deseja ser? — Gostaria de ser uma dríade, uma ninfa das árvores.

Cite suas principais características físicas e emocionais. — Acima de tudo, Hyakun é leal — respeita seus superiores e nunca quebraria uma regra, a não ser  que a beneficie muito, além de beneficiar muitas outras pessoas. É uma dríade fria e gosta de manter seu própria espaço, sendo julgada muitas vezes como anti-social. Por mais que assim, assim que ela cresce acostumada com algo, fará de tudo para proteger essa coisa, não importa se for um humano ou uma muda ao lado de sua árvore. É bem séria, diferente de outras ninfas, mas isso não a impede de brincar com os campistas. A garota examina toda situação com cuidado, sendo detalhista, calma e normalmente uma boa estrategista.

Hyakun tem uma pele pálida, mais pálida do que o normal, e mais pálida do que o esperado para uma ninfa. Seus olhos, mais roxos do que sua própria flor, mudam de tom várias vezes, variando de um roxo escuro para um roxo claro, quase rosa. Seus cabelos, descendo por toda a extensão de suas costas, são negros, mais escuros do que a própria escuridão. É dona de uma estatura pequena e um corpo pouco desenvolvido, além de ser magra — mais magra do que o normal — devido ao fato de não comer bem e passar a maior parte de seu tempo treinando.

Diga-nos: por quê  quer ser filho de tal Deus - ou ser tal ser mitológico? — Eu sempre gostei da história das ninfas, acho uma das mais interessantes. E sempre quis ter uma personagem dríade, seja aqui ou seja em outros fóruns. O nome de minha personagem também me influenciou: ele é baseado no nome de uma flor. Também fui altamente influenciada pelos poderes, que se encaixam como um quebra-cabeça com a trama que tenho planejada para Hyakun.

Relate a história da sua personagem - não haverá um limite de linhas definidos, deixe a sua criatividade fluir. — O céu, escuro tanto por estar de noite quanto por ser nas profundezas da floresta, estava repleto de pontos brancos brilhantes, rodeando uma grande bola que emanava luz. A lua emanava tanta luz que nem parecia o meio da madrugada. A floresta, lar de várias ninfas — tanto náiades quanto dríades — estava tomada em silêncio, o único barulho que conseguia ser ouvido sendo o da cachoeira se chocando com a água que fluía em direção ao oceano, o reino de Poseidon. O acampamento também estava vazio e sem nenhum som. No meio de todas as árvores normais que não foram capaz de se transformarem em ninfas, havia uma que estava em estado de crescimento.

Naquela noite clara, ela parou de crescer. Normalmente, isso indicava que ou ela se transformaria em um dríade ou seria uma árvore normal para sempre, morrendo com o tempo. Mas aquela árvore de flores roxas estava destinada a ter uma protetora — uma ninfa das árvores. Repentinamente, a árvore foi envolta por uma ventania forte que levantou todas as flores e folhas que descansavam no chão. Elas foram levadas com o vento, que rodeava a árvore, até que a área foi tomada por um rápido clarão roxo que se foi na mesma rapidez que veio. No momento que ele acabou, um corpo inerte caiu no chão. Era o corpo de uma ninfa, a mão tocando a árvore, mostrando a conexão que tinha com ela.

A dona do corpo estava inconsciente no momento, mas assim que acordasse, ela viraria uma dríade, que automaticamente era fadada a assegurar a vida da árvore que ela nasceu conectada com.

[...]

Hyakun, quantas vezes eu já te avisei, você não deve levar uma brincadeira com um campista a sério. Ele foi mandado para a enfermaria depois de ser achado, e se alguém descobrir, você está perdida. Não só você, mas eu e todas as ninfas que passaram por perto e não conseguiram te impedir! — exclamou uma dríade, seus olhos da cor rosa encarando Hyakun e atravessando sua alma.

Hyakun suspirou uma vez, retornando a encarada que Katara havia lhe dado. A sua própria, porém, foi mais assustadora e séria do que a da outra, que somente emanava braveza. — Ele me provocou. Merece ficar na enfermaria, nem que seja pelo resto da vida dele. — ela disse friamente, perguntando a si mesma qual era o motivo do comportamento irritado da superior. Era somente um garoto. Ela somente machucou um garoto, qual é o problema? Resolveu perguntar isso a Katara. — De qualquer jeito, ele só é um menino idiota. Qual é o problema se ele quebrou a perna? Nem foi você aquela que quebrou a perna. — resmungou, dando costas a Katara, sem esperar sua resposta.

Realmente, ela estava curiosa para saber o porque de todo aquele chilique por um menino que se morresse, seria substituído por outros vinte, do mesmo pai e provavelmente com as mesmas características e níveis de habilidade. Qual era o problema? A ninfa continuou a andar, penetrando cada vez mais fundo na floresta do acampamento onde nasceu. Não se preocupou com as dríades apontando para ela, e nem com os cochichos. Estava acostumada a isso. Sempre que brincava com um campista, isso acontecia. Era irritante. Muito irritante.

[...]

HYAKUN! Dessa vez você exagerou... — a mesma dríade, Katara, resmungava, enquanto adentrava a floresta em procura a ninfa de cabelos negros. A árvore da garota nasceu no fundo da floresta, onde nenhuma outra árvore que continha uma ninfa como protetora nasceu. Era outro motivo para os cochichos das outras. Sim, Katara entendia que ela não tinha amigos ou pessoas para conversar, mas ela não precisava de machucar campistas para aliviar sua própria dor. Prestes a desistir, ela encontrou uma bela árvore no meio de todas as outras, um círculo de flores roxas rodeando a mesma. — Hyakun, você sabe o que você fez? Um campista está em estado de emergência. Você envenenou ele. Ele pode morrer a qualquer segundo! Não basta machucar ele não? Eu não quero que sejamos culpadas por matar alguém! — ela gritou, irritada com a companheira dríade.

Em cima de sua árvore, a ninfa de olhos roxos bufou. — Ele mereceu. Ele veio com uma faca e quase machucou minha árvore. Estava 'treinando'. — bufou outra vez. — "Ah, desculpe-me, senhorita ninfa! Eu achava que essa parte da floresta era inabitada por dríades!" — imitou a voz fina e animada da prole de Apolo, e deu uma risada que não combinava com ela. — Como se eu fosse ser convencida por uma desculpa esfarrapada como essa. Qualquer semideus que aproximar de minhas folhas com intenção de guerra será punido por mim mesma. E eu tenho certeza que os curandeiros vão achar uma poção. Eu deixei tantas dicas para eles.

Katara arregalou os olhos, surpresa com a outra. — Hyakun...por favor, descanse um pouco. Você deve estar com sono. Eu avisarei os semideuses que adentrarem nossa floresta para não virem para cá, mas por favor, me prometa que você não vai machucar mais ninguém tão seriamente quanto agora. — ela pediu, alto o bastante para que em cima de sua árvore, a ninfa conseguisse ouvir.

Ela revirou os olhos. — Desde que ninguém se aproxime. — resmungou, ouvindo os passos de Katara se distanciarem na floresta.

Quando a dríade teve certeza que a outra estava longe, encolheu-se, abraçando os joelhos e acariciando a árvore que estava assentada em, pegando uma das flores e rolando ela em seus dedos. — Eu realmente não sou eu. — murmurou baixo, jogando a flor para baixo, que foi rodopiando, sendo logo levada pelo vento. Sim ela era assim. Uma simples flor, sendo levada pelo o vento para fazer coisas que não queria. — Que idiotice a minha.


Observações
Isso foi somente algumas partes da vida de Hyakun, somente algumas partes que ajudam a desenvolver um pouco mais o personagem. Não são partes tão importantes, mas consegui enfiar um pouco de informação na maioria delas. O único motivo que escolhi essas foi pelo fato de explicar um pouco mais sobre onde ela vive, o que ela faz e porque ela é do jeito que é, porque não quero ter uma personagem que não tem explicação para suas ações. Todas as características psicólogicas são explicadas, mas você deve olhar bem fundo para encontrá-las. Desculpe-me se alguma parte está incoerente. Mesmo que seja aprovada, gostaria que, se possível, também me mostrem partes que posso melhorar. Obrigada por ler e avaliar.

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Re: Ficha de Reclamação

Mensagem por J. Jefferson em Ter 18 Fev 2014, 18:48

- Por qual Deus você deseja ser reclamado? Caso não queira ser um semideus, qual criatura mitológica deseja ser?
Deus da guerra: Ares

- Cite suas principais características físicas e emocionais.

Características Físicas:


Rapaz alto, físico forte e definido, olhos azuis claros claros, cabelo liso castanho, 1,80 metros, 75 quilos, usa um bracelete relógio no pulso direito, no braço esquerdo usa um bracelete de couro no pulso esquerdo, geralmente usa uma camisa simples e uma calça jeans rasgada no joelho, usa um tênis um tênis preto com detalhes de chamas vermelho.

Características emocionais:

Garoto, que muitas vezes, age por impulso, pra todo lugar que vai, leva seu colar com sigo, única lembrança deixada por sua mãe. Jay Jefferson é um garoto muito calmo quando está com seus amigos, tem opiniões fortes e  perde a cabeça com aqueles que não gosta, e sempre que alguém que alguém que ele gosta está triste, Jay faz de tudo para anima-los, muito fiel aos amigos.
 
- Diga-nos: por quê  quer ser filho de tal Deus ?
Porque Ares é o deus que mais se combina com meu personagem além disso, ele é um dos meus personagens favoritos de PJ.

- Relate a história da sua personagem

Era de noite... O ar fazia meus olhos arderem, esse cenário era estranhamente familiar. Estava deitado olhando para o céu, era uma noite de lua cheia com muitas nuvens, o chão era de areia vermelha, ao meu redor parecia que havia acontecido uma guerra, além de sangue por todo lado, tinha alguns pilares destruídos por todo o campo, alguns garotos caídos no chão, gravemente feridos, e alguns monstros virando pó dourado, a minha esquerda tinha um grupo de 5 jovens lutando contra alguma espécie gigante de leão, ao examina-lo eu percebi que se tratara de uma quimera, uma criatura assustadora, a situação era tensa, meu corpo estava pesado, não estava conseguindo me mover bem, até que um dos garotos se aproximou.

JAY... JAY... LEVANTA -O garoto parecia extremamente assustado

O garoto agarrou meu braço e me levantou, naquele momento... meu corpo não estava tão pesado. olhei preocupado para a quimera achando que a esse momento os garotos já estariam mortos, realmente me impressionaram, eles haviam cercado a fera e pareciam que dominaram a situação, aquela cena me fez sentir alegria. Aquele pequeno momento de animação acabou com um empurrão, o garoto que me levantou me deu um empurrão, quando olho para ele um choque de desespero passa por mim, o garoto que acabara de me levantar estava diante de mim com uma espada alojada em seu peito, um vulto o matou, naquele instante um surto de raiva subiu pela minha cabeça, peguei a espada do garoto que caiu no chão, e em um único movimento ataquei o vulto com um corte cruzado de baixo pra cima (como um gancho, só que, com espada), o vulto deu um salto para traz, que acabou pousando alguns passos atrás de um pilar que havia caído, corri em sua direção peguei um impulso com o pilar e pulei em cima dele e ataquei com um golpe na cabeça, o vulto colocou a espada em cima da cabeça para se defender mas, a gravidade me ajudou e ele acabou caindo, quando olho o rosto dele percebo que um rosto masculino, olhar sério, cabelo cortado em estilo militar, com uma barba grande, algumas cicatrizes em seu rosto, quando coloquei a espada em seu pescoço ele começou a rir, aquele ato me fez sentir ódio, quando me preparei para o degolar duas fúrias surgiram da escuridão e agarrarão meus ombros me levantando em pleno ar, antes que pudesse fazer algo mais criaturas surgiram da escuridão, criaturas reptilianas que viam a toda velocidade em minha direção, uma dessas criaturas deu um salto e preparava para enfiar as garras em meu peito, por um milésimo meu corpo se moveu sozinho, com a espada acertei o pé de uma das fúrias e consegui fazer ela me soltar, a outra perdeu o equilíbrio por alguns instantes e eu aproveitei a chance e acertei a espada novamente no pé da fúria, enquanto a fúria me soltava a criatura reptiliana passou direto, não conseguiu acertar nada e acabou caindo no chão, eu fiz o mesmo, quando cheguei ao chão a outra criatura avançou em minha direção e me acertou um golpe no peito e...

AAAAAAAAAAAAAAAArg  -Acordei logo após o golpe- o...qu-ê?... uff.. o mesmo sonho, merda!

Tive um pesadelo, o mesmo sonho que tive a semana inteira. Me levantei, estava soando frio, fui ao banheiro tomar banho, quando a água caiu em sua cabeça, não conseguia esquecer o sonho que tive: as pessoas mortas, o garoto legal que foi morto em sua frente, e principalmente, não conseguia esquecer aquela criatura reptiliana que vinha em minha direção...

Toc toc - alguém batia na porta de seu quarto

Ai mer... quem é? - perguntei

Jay sai sai logo! Já estamos saindo! Hoje é seu ultimo dia de aula vá se arrumar filho! - falou com uma voz calma

Tá tá - desliguei o chuveiro

Depois de me arrumar desci as escadas e fui tomar café, lá estavam meus pais adotivos, Diane Jefferson uma ex-ginasta olímpica e agora treinadora pessoal (Mãe) e Lucas Jefferson, ex-lutador de MMA (com recorde de 30-2-1) e agora treinador (Pai). Quando cheguei perto da mesa ambos me receberam com um sorriso, ao olhar para os lados vi os empregados, Alice (Faxineira), Carine (Faxineira), Jarb's (Mordomo) e o primo Victor (professor de esgrima), todos sorrindo.

FELIZ ANIVERSÁRIO -todos falaram junto

Um sorriso brotou em meu rosto e de repente aquele pesadelo já não me incomodava mais, hoje era o ultimo dia de aula e meu aniversário de 17 anos, eu estava animado. Depois de conversar sobre como seria meu dia e de comer, Diane me levou para o colégio, o que era costume, mas havia preocupação no rosto dela, como se soubesse que iria acontecer algo ruim. Quando chegamos no colégio ela disse:

Tome cuidado! Por favor! Assim que acabar as aulas seu pai estará aqui na saída te esperando O.K ? - A voz dela tinha muita preocupação.

O.K, não se preocupe -Abri um sorriso- vai dar tudo certo - Tentava soar confiante

Mesmo dizendo aquilo, eu também estava aflito, não sei por que mas, toda a animação de hoje cedo... sumiu. Ao entra na sala só consegui ouvir apitos e ver confete , a sala organizou uma festa para mim... a festa durou até o intervalo, ao chegar no refeitório senti algo estranho... uma presença, graças ao meu déficit de atenção eu consegui olhar todo o refeitório, os "futuros atletas" estavam sentados em uma mesa perto do balcão onde compra o lanche discutindo sobre jogos da NFl ou NBA, os "NERD's" estavam discutindo questões de química, física e matemática, as líderes de torcida estavam sentadas na mesa do lado da dos atletas e discutindo qual deles era mais bonito, os esqueitistas estavam sentados vendo vídeos de manobras de Skate, e as outras mesas estavam com as pessoas "normais", que ouviam música ou discutiam sobre a vida, tudo estava normal mas, algo estava me incomodando. Quando o sinal do intervalo tocou, fui para o banheiro, troquei de roupa e corri para o ginásio (hora de educação física), quando chego lá a quadra estava coberta por névoa, por causa da densidade não, eu, não conseguia ver o ginásio por inteiro, meus olhos demoraram um pouco para se acostumar, o ginásio era como qualquer outro, tinha uma quadra aberta onde podia-se jogar basquete, vôlei e futsal, tinha duas cestas uma no centro de cada extremidade da quadra, aos lados da quadra tinha uma arquibancada em forma de "U", nas laterais direitas do campo tinham dois bancos reservas, onde os reservas de algum time ficava, o teto era coberto por um telhado escuro, perto de onde entrei, a direita para ser mais exato, tinha um banheiro masculino, andando pelo meio da quadra eu, começava a ouvir alguns barulhos estranhos vindo da arquibancada, de inicio pensei que fosse algum aluno tentando me dar uma susto mas, uma criatura saltou dos bancos da arquibancada e voou em minha direção, eu rolei no chão e me esquivei, quando olho para a criatura percebo que era uma fúria, a fúria dá um giro e tenta me acertar novamente, rapidamente dou um salto para a esquerda e a fúria passa direto e acaba batendo na cesta de basquete e cai, quando olho para porta do ginásio vejo Lucas (Pai) segurando uma espada.

Jay pega - Ele lançou a espada para cima

Corri em direção da espada, enquanto eu corria a Fúria voava atrás de mim com suas garras á mostra, parecendo uma águia quando vai pegar um coelho, enquanto corria, sentia uma adrenalina subindo por minhas veias, olhando para frente vejo que o banco (de reservas) estava proximo e que a espada já estava perdendo altitude, em um único salto pulo no banco e pego impulso para um outro salto, em direção á espada, assim que pego a espada giro meu corpo em pleno ar, a fúria estava a 1 metro de mim, e acerto um golpe cruzado do ombro á cintura da fúria, após acertar o golpe a fúria deu um grito de agonia e e começou a cair, quando pouso, coloco todo peso nos meus pés e pernas e dou um salto em direção a fúria, assim que fico acima dela acerto um golpe na cabeça e a elimino, logo em seguida deito no chão.

Nada mau garoto - Disse Lucas com um sorriso no rosto

É... se-serio ! - Estava ofegante - Qu-quando esses mons-tros.. vão parar de aparecer ? - tentava recuperar forças para me levantar

Garoto... só quando você mor - Foi interrompido por um barulho

O céu, que até agora pouco estava claro e sem nuvens de chuva, estava totalmente escuro e parecia que uma tempestade iria se aproximar. Quando saimos do ginásio conseguimos ver o refeitório ao norte, uma área livre a direita, e a esquerda podemos ver uma cerca, do outro lado á uma área verde cheia de árvores e plantas, eu e Lucas corremos par fora do ginásio quando ouvimos o barulho, e na área verde podia-se ver alguns monstros vindo em direção ao colégio.

Jay rápido a Diane está nos esperando no carro lá na entrada - Falou com muito nervosismo.

Começamos a correr mas antes de sairmos do refeitório Karpois interromperam nossa passagem, uns 10 para se exato, por cima dos Karpois tinham 3 grifos, olhando para traz pude ver alguns espíritos da tempestade, por traz dos Karpois surgia um garoto com aproximadamente 1, 80, olhos verdes, cabelos curtos loiros, musculoso e aparentemente tinha 19 anos, eu o conhecia.

Olá Jay á quanto tempo ?? - Falou o garoto com um sorriso diabólico

Gustavo... o que faz aqui? - Perguntei assustado - O que faz com esses monstros?

Ora Jay não é obvio ?! - Perguntou com um tom de sarcasmo- eu me juntei aos monstro para poder te M-A-T-A-R !!!!

Gustavo era um garoto encrenqueiro que havia abandonado a escola, filho de Ares, e sempre que podia tentava acabar comigo.

O qu- Tentei perguntar mas, o Karpoi me interrompeu

Deixem de conversa - O Karpoi parecia confiante - ATAQ- Foi interrompido por um vishh

Uma flecha atravessou a cabeça do Karpoi e ainda acertou um dos espíritos da tempestade , os Karpois se viraram em um reflexo, o grifos voavam em círculo, desorientados, olhando para a direção em que a flecha foi atirada, vejo Diane.

Vocês demoraram tanto que vim ver se ainda estavam vivos - Falou com um sorriso.

Atrás dela estava Victor o professor de esgrima segurando 1 espada e carregando mais 2  no cinturão, ele sacou uma espada e lançou as duas para mim e para Lucas.

Vamos comer alguns grãos hoje - Falou com um enorme sorriso sarcástico

Assim que Lucas pegou a espada, partiu para cima dos espíritos da tempestade, com um golpe vaporizou um deles, restou dois, Diane acertou os dois Grifos, os Karpois se espalharam pelo refeitório, Victor e Diane foram atrás deles, enquanto eu ficava cara a cara com Gustavo o responsável pela minha cicatriz na bochecha, ficamos nos estudando por alguns instantes, logo em seguida partimos um para cima do outro, nossas espadas se encontraram, estávamos testando nossas forças e nisso ele levou vantagem, usando a força, Gustavo forçou a espada e consegui me fazer recuar, por causa do meu deficit de atenção eu não conseguia me focar no Gustavo, enquanto trocava golpes de espada com ele, olhava ao redor vendo se minha família estavam bem, Lucas havia sido dominado pelos espíritos, Diane corria em sua direção para ajuda-lo mas, um Karpoi pulou em suas costas e a derrubou, Victor havia matado um dos Karpois, os outros dois o cercavam e esperavam o melhor momento para atacar, quando Victor viu Diane caída no chão correu em disparada, os Karpois aproveitaram a chance e também o derrubaram, um deles puxou algo que parecia uma faca e enfiou no peito de Victor, que começara a sangrar descontroladamente, Lucas em um ato desesperado fez um giro de 360º graus com a espada levantada e destruiu os dois espíritos, o Karpoi que estava em cima de Diane também havia atacado, Diane estava sangrando mas conseguiu se levantar, sua cabeça e seu ombro direito estavam sangrando, os Kapois haviam se reagrupado e então cercaram Lucas e Diane. Gustavo se aproveitou da minha preocupação e me deu um rasteira, cai imediatamente, ele pisou em meu pulso, o que me fez largar a espada e a chutou, em seguida ele se abaixou e me puxou pela camisa me fazendo levantar, com um sorriso no rosto ele disse:

Pobre Jay, não conheceu a mãe, o pai é um maníaco por guerras que não se importa com os filhos e sua única família esta morrendo diante de seus olhos, e você não pode fazer nada.. Ha.. hahah - Sua voz era grossa e rouca

Meu coração pulsava, ele me acertou um golpe na cabeça com a parte que não corta da espada, me deu um chute no peito e vez cair novamente, minha cabeça sangrava, olhando para o lado vejo os meus pais adotivos morrendo, o Karpois tinham cortado a veia do pescoço de lucas, que não parava de jorrar sangue, Diane já tinha perdido muito sangue, mesmo naquele estado eles conseguiram destruir os Karpois restantes, logo em seguida caíram no chão, mortos... e Gustavo em pé rindo, um ódio subiu por todo meu corpo, energia brotava em meu corpo, me levantei e segurei a espada na mão direita, á apontei em direção de Gustavo, que disse:

Por que você não fica no chão e morre? Você não é nada! - Sua voz era de desprezo

Eu vou te matar - falava com um som frio

Cale a boca verme - Falou - você não é nad- Interrompi

Eu sou filho de Ares o deus da guerra, filho adotivo de Lucas e Diane Jefferson, e juro pelo sangue aqui derramado - Passei a mão esquerda por cima do olho direito, limpando o sangue - que irei mata-lo e irei vingar minha família!

Avancei correndo em direção a ele, que parecia surpreso pelo fato de que conseguia correr, com a espada fingi que iria tentar acertar um golpe em sua barriga mas, desviei a espada e cravei a espado no pé dele, o imobilizando, ele tentou acerta a espada em meu ombro esquerdo com um ataque direto mas, desviei mexendo o meu tórax para esquerda, em seguida acertei um cruzado de esquerda no rosto dele, ele reagiu e tentou acertar meu ombro do lado direito com um ataque violento, me abaixei e acertei um gancho de direita em seu queixo, ele ficou meio tonto mas antes de cair eu me abaixei e tirei a espada de seu pé e acertei um corte em seu pescoço, com um giro pego a espada dele e enfio em seu peito fazendo o Gustavo cair no chão, peguei minha espada e enfiei na cabeça dele.

Depois de enterrar minha família não sabia para onde ir, não queria ir para casa, e então me lembrei de um lugar que Victor tinha falado, o: "Acampamento meio-sangue", então voltei em casa arrumei uma mochila com roupas e parti em busca do acampamento meio-sangue.
J. Jefferson
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Re: Ficha de Reclamação

Mensagem por Jonathan Morgan em Qua 19 Fev 2014, 21:27

   Ficha de Reclamação!


Por qual Deus você deseja ser reclamado? Caso não queira ser um semideus, qual criatura mitológica deseja ser?
Deusa Nyx

▬ Cite suas principais características físicas e emocionais.

Sou bem alto,tenho cabelos negros e cacheados,pele morena clara,olhos azuis escuros,nao sou muito magro,nem muto gordo,nao possou muitos musculos, gosto de usar roupas num estilo moderno,fashion emo,nao sou muito sociavel,nao gost o de falar do meu passado,pois como dizem o passado esta no passado.Como disse nao sou muito sociavel,e nao gosto de sair de casa a luz do dia,eu acho isso estranho mas por algum motivo meu Pai(Minha Unica Familia)nunca estranhou e disse que todos somos diferentes,uns mais do que outros.

Diga-nos: por quê  quer ser filho de tal Deus - ou ser tal ser mitológico?
Nyx,para mim representa um poder em conflito,ela representa a beleza da noite,mas também sua escuridão.Ela também é muito ligada a magia,o que eu aprecio muito.Por algum motivo eu sempre apreciei mitologia grega,feitiçaria e a noite,o que me facilitou a escolha de uma divindade grega.Nyx também consegue saber o que os outros estão pensando e sentindo assim como eu,alem de que tem um ditado que diz"A noite é a amante dos solitários'' e isso me define,pois a noite sempre foi minha amiga e companheira,eu sempre preferi a sombra da noite do que a luz do sol,então por isso eu escolhi Nyx,e espero que gostem da historia de Jonnathan Darkmoon,ele é um ótimo personagem,e algumas partes foram expiradas na historia de Percy Jackson,mas o resto e tudo resultado de pesquisas e imaginação.

Relate a história da sua personagem - não haverá um limite de linhas definidos, deixe a sua criatividade fluir.
OBS: O player não é obrigado a ir ao Acampamento, mas deve narrar a descoberta de que era um semideus e o momento da reclamação- e se não foi indo a Long Island, como foi?


Meu nome é Jonathan Darkmoon, moro em Washington D.C e eu sou um semideus.Deixem eu começar do incio.Minha vida se resume a mistérios e segredos desde que eu me conheço por gente,o maior deles é minha mãe, a qual eu nunca conheci e de que sempre senti falta,.Minha família sempre se resumi-o ao meu pai John Darkmoon,um astrólogo,ou como eu chamo  “Louco das Estrelas”,que cuidou de mim desde que nasci. Ele sempre foi um ótimo pai, mas não substituía uma mãe, a qual eu sempre quis ter. Quando criança eu perguntei para ele sobre por que eu não tinha mãe, e ele me contou que minha mãe morrera em um acidente, e por isso eu nunca iria conhecê-la. Eu aceitei, pois eu era feliz apenas com meu pai. Eu sempre fui diferente dos outros jovens,quando criança eu era muito solitário,eu passava quase todo o meu tempo lendo, minha literatura preferida sempre fora as historias da Mitologia Grega, ler sobre isso era como ler sobre mim, me fazia muito bem, Mais tarde em meu aniversario de 10 anos eu comecei a fazer coisas que outras crianças não faziam como descobrir segredos obscuros, e as vezes eu consigo controlar as sombras.Eu também consigo mudar a cor dos meus olhos de acordo com o que os outros estão sentindo ou pensando,isso sempre foi um segredo que guardo comigo as sete chaves,apenas meu pai sabe que eu faço isso,e mesmo assim ainda não conto tudo a ele. Eu nunca fui muito sociável (talvez por causa dos meus dons) por isso eu sempre tive apenas um amigo, ou melhor, uma amiga, Samantha, ela sempre estava lá quando eu precisava, e sempre com um ar de compaixão e amizade, ela e eu somos como irmãos,desde sempre.Bom ate ai minha vida não é nada de mais,porem ao completar 12 anos,acontecimentos me cercaram de mais mistérios,o mais aterrorizante porem confortante,eram os sonhos que eu comecei a ter... Em que eu estava em uma floresta escura porem linda, em uma espécie de santuário,lá me deparo com uma mulher de capa negra transparente com o que pareciam estrelas em volta,ela tinha cabelos negros,tão negros quanto a noite e usava um vestido azul escuro muito forte,que parecia brilhar levemente com um tom escuro.Eu apenas pude ver seu rosto de relasse,e só me lembro dela ter falado,algo, uma frase:"Da noite você verá,a sombra da lua brilhar",eu tive esse sonho toda noite até hoje.Eu comentei a historia com meu pai,mas sempre que comentava o sonho com ele,meu pai mandava eu esquecer,mas era impossível,era como tentar esquecer quem você é.Eu tentei decifrar o verso que a mulher falara,mas não consegui,porem quando estava quase desistindo,lembrei do que Samantha falou uma vez “Tudo esta escrito nas estrelas” bom eu achei a idéia meio louca,mas não custa tentar. Eu então esperei a noite cair e quando as estrelas estavam brilhantes olhei para elas, e acreditem se quiser eu encontrei algo, um nome flutuou do brilho das estrelas ate minha mente: "Nyx”. Assustado eu contei o que aconteceu ao meu pai, então ele começou a chorar, eu perguntei o que acontecera ele me contou toda a verdade sobre mim e minha mãe.
-Quando eu era jovem eu me  apaixonei por uma doce mulher chamada Nyx...ele contou –Eu me apaixonei  perdidamente por ela,e como nos éramos felizes.Um dia ela me contou um segredo,algo inesperado,ela contou que era uma deusa grega imortal. Eu  fiquei  chocado, porem acreditei com sinceridade,talvez o amor possa mesmo vencer qualquer barreira,ate mesmo o Olimpo. Tudo ocorreu bem ate que ela contou que estava grávida, e que precisava ir embora, deixando-o com o bebe (você) e uma pequena carta que dizia: "Querido John, eu precisei partir, algo chama minha atenção no Olimpo, algo que com certeza vai me deixar longe de nosso filho, por favor, cuide bem dele, ele é especial, ele ira correr grande perigo, pois só o sangue que ele carrega é um convite a morte, espero que fique bem, e quando ele tiver idade certa leve-o ao Acampamento Meio-Sangue,você sabe onde é,depois disso ele devera treinar pois muitos mostros e criaturas tentaram mata-lo.Espero que ele esteja seguro no acampamento,e desejo uma boa vida para ele,e para você.Com Todo Amor Nyx.”Aquilo me paralisou imediatamente,aquilo na parecia real,mas algo dentro de mim mandava eu acreditar em cada palavra que meu pai e a carta diziam.Meu pai engolio as lagrimas e começou a falar:
-Eu posso provar tudo isso.
-Como?Eu disse
-Lembra-se de quando você feio correndo pra casa quando era criança dizendo que alguma coisa o estava o perseguindo?Ele disse com algumas lagrimas ainda nos olhos.
-Sim, eu corri para o quarto e me tranquei ate você vir me tirar dali. Eu disse
-Aquilo era um monstro, um Javali calidônio, mas graças a Samantha ele nao conseguio machucar você.Ele disse com um tom levemente aliviado.
-Como assim,Samantha me salvou de um javilo mistico?Nao estou entendendo ele é um doce,mas nao é nada forte.Disse questionando seriamente.
-Samantha,nao é apenas uma amiga querido,nao,ela também nao é humana,ela é na verdade uma bruxa que foi enviada por sua mae qundo você era criança,no inicio eu nao achei algo bom,mas se era para proteger você,eu faria qualquer coisa.Ele  falou com um tom meio orgulhoso e outro meio tristonho.
-Para tudo ai,você esta dizendo que Samantha,a garota que eu considero como uma irma,a garota que é a mais gentil e carinhosa do mundo,é na verdade uma bruxa!!!Eu disse gritando confuso e horrorizado.
-Meu filho calma,tudo sera explicado na hora certa,mas agora que você sabe tudo,é melhor você ir para o Acampamento Meio-Sangue ,ja que você sabe de tudo agora,os seus olhos comecerao a ver o mundo do jeito que os Olimpianos criaram,e o seu cheiro começera a chamar a atençao de monstros,entao é melhor começar a trinar e usar seu sangue como arma de guerra.Ele dise mais calmo.
-Acho que agora a unica coisa que me resta é acreditar.Tem alguma coisa a mais que precisso saber?Eu peguntei
-Nao,apenas comece a estudar a mitologia grega,pois no seu mundo ela é real.Ele disse.
-Ok,me de um tempo para arrumar minha mala,e digerir tudo o que esta acontecendo comigo,depois nos vamos.
-Tudo bem querido.Ele disse

Bom,agora eu sei toda a verdade,os meus misterios desaparecerao,a vida foi de cinza a um colorido igual ao da deusa Iris.Eu me sintia feliz por saber toda a verdade,mas também tive medo da verdade,o mundo seria um globo de surpresas agora,o que mais pode acontecer comigo.Eu fui dormir perturbado,por isso tomei um remedio para me fazer dormir,e entao cai num sono profundo.
Ao acordar de manha eu esperei que tudo fosse um pesadelo,mas ao lado da minha cama estava uma mochila,ea abri,la estavam roupas limpas,um pouco de comida,meu telefone(um Iphone 4),uma foto minha com meu pai,alguns livros de mitologia grega novinhos,e mais algumas coisinhas,inclusive meu cafinete de proteçao pessoal.Eu olhei para minha cabeceira onde estava um bilhete dizendo” Querido Nate(meu pai me chama de Nate,que é uma forma contraida de Jonnathan)eu precisei trabalhar,a noite nós converssaremos sobre o quen fazer com toda essa historia.”.Eu estava de ferias de verao  entao nao iria a aula,apenas peguei um dos livros de mitologia que estavam na mochila  para ler ja quenao tinha nada melhor para fazer,ali achei muitas informaçaoes,mas a mais intereçante foi o que eu li sobre quando os deuses tem filhos com humanos,eles se chamavam”Semideuses”,e muitos foram grandes herois como Hercules e Perseu.Ao terminar de ler eu liguei para Samantha,que atendeu rapidamente.
-Ele ja le contou tudo nao é?Ela disse com um tom de voz de nervossismo
-Sim,e estou confuso,você pode vir aqui em casa para que possamos converssar.Eu disse.
-Ok,chego ai em pouco tempo!Ela desligou o telefone.
Meus nervos ficaram a flor da pele,era a primeira vez em que eu fala com Sam desde que eu soube de tudo,como seria,sera que ela tentaria me machucar?Dois munutos depois da ligaçao alguem bateu na porta,lembrei do que meu pai falara”Nunca abra a porta para estranhos”,e desde de que eu soube dos mosntros que iriam querer me matar,eu fiquei com mais medo ainda,mas lembrei que nem tudo tinha mudado,podia ser o carteiro ou alguma encomenta cientifica do meu pai,entao abri a porta,la em pe estava um homem alto e magro com um olhar aterrorizante e roupa verde,preta e amarela,com cabelos ruivos, e aparencia de um homem peludo.
-Posso Entrar?Ele disse
-È melhor nao,meu pai esta fora,e eu nap tenho permissao de deixar estranhos entrarem.Eu disse
-Mas é claro,onde estao meus modos,eu me chamo Sr. Quimeros,eu e seu pai trabalhamos juntos,ele se esqueceu de eu uns papeis,se importa se eu for pegar?Ele Pergountou.
-Acho que sim disse

Meu pai era atrapalhado,por isso nao duvidei do que o Sr.Quimeros disse.Ele entrou,e logo após alguns segundos olhou pra mim  e disse.
-Tem certeza que você esta mesmo sozinho?
-Sim.
-Otimo,sera mais facil assim!Ele começou a se afastar de mim,e em segundos uma fumaça branca começoui a percorrer seu corpo.A fumaça mudava de forma,mas ainda sim vi a sombra dele ir mudando,do nada a fumaça sumio e eu estava me deparando com uma criatura que parecia um animal com m cabeça de leão, cabeça de cabra, corpo de cabra, garras de leão e cauda de dragão com uma cabeça de serpente peçonhenta na ponta, e com assas de dragão ou morcego não deu para diferenciar,mas era aterrorizente.
-Roarrrrrrrrrrrrrrr!!!!!!!!A criatura rugio para mim.
Eu comecei a correr de um lado para o outro desviando da cauda e da cabeça da criatura,ate que ele consegui-o me agarrar com a cauda de duas cobras,ele me elecou ate a boca e rugio mais uma fez,eu estava pronto para morrer naquele momento,mas algo do nada derrubou a porta e entrou dizendo algo que parecia em outra língua,mas por algum motivo eu entendi,estava dizendo “lua que brilha no céu noturno,sombras que moram nos pesadelos,levem essa criatura para longe,pois aqui não a temo”.De repente uma esfera de luz cinza cobriu o mostro,depois disso ele desapareceu no ar,a única coisa que sobrou foi uma fumaça branca que logo desaparecera.Ao sumir da fumaça eu consegui reconhecer  a voz que falara o verso,era a voz de Samantha,nuica me senti assim,eu me sentia aliviado,mas também sentia medo dela.
-Esta tudo bem com você?Ela Perguntou
-Tudo bem?Eu acabei de ser atacado por um mostro de três cabeças que quase me matou, e você ainda pergunta se esta tudo bem, obviamente que não esta, o que você acha. Eu gritei histericamente. Eu geral mente não era tão emotivo, mas agora parecia que eu era uma bola de emoções irritantes.
-Me Desculpe pela pergunta!Ela falou de um jeito irônico
-E que historia é essa que vc é uma bruxa?Eu questionei
-Na verdade eu sou um meio-sangue como você, sou filha da deusa Hecate, a deusa da magia, isso me torna maiôs ou menos uma feiticeira em treinamento, mas tenho conhecimento suficiente para me proteger e lutar com monstros. Há alguns anos eu fui mandada por sua mãe para proteger você, ela se preocupa muito com todos os filhos, então pede para alguns seres protegerem eles. Ela explicou.
-Então você conhece minha mãe?Eu perguntei
-Não. Ela Falou - Nenhum de nos conhece realmente nossos pais e mães, eles não tem tanto tempo para seus filhos, ainda mais a sua mãe que é uma “deusa primordial”.
-Como assim “primordial”?Eu questionei.
-Ela é uma deusa muito antiga que mesmo com o passar dos anos não negou sua tarefa e pelo o que Quiron e seu pai me falaram, aparentemente você é filho de Nyx, a deusa da noite e dos segredos noturnos, uma deusa tão antiga quanto a própria noite, ela também já foi a Rainha do Submundo, o que a torna uma deusa da morte e da vida também, ela tem um segredo que muitos matariam para ter, ela tem o dom de transformar deuses em mortais, por isso muitos acham que seus filhos tem esse poder, por isso você corre perigo. Ela me explicou com ar de alivio.
-Então isso me explica muita coisa. Eu falei com tom meio irônico.
-Depois de tudo isso acho melhor nós irmos para Acampamento,o meu feitiço não levou ele para muito longe.Ela agarrou minha mão e me levou para fora onde um táxi velho,enferruchado e esfumaçado se abrio ao nos aproximarmos,era um táxi antigo de New York,nós nos sentamos e ao olharmos para o banco do motorista vimos três mulheres de meia-idade com pelo enrugada e cinza,quase todas sem olhos,alem da irmã da esquerda que tinha apenas um olho,eu então lembrei de que em um dos livros havia três irmão cinzentas e já que como meu pai disse “Agora esse é o seu mundo” adivinhei que eram as Creia,que ajudaram Perseu a encontrar Medusa,e eu não queria o mesmo destino então tentei sair do carro mas elas aceleraram e do nada eu parecia estar dentro de um míssil de tão rápido que o carro ia.
-O que é esse táxi, com certeza não é normal?eu perguntei
-E a Carruagem da Danação, um serviço de transporte de semideus, elas são grandes profetas, mas isso não dava dracmas (o ouro do mundo dos deuses e monstros), então resolveram tirar carteira de motorista e criaram esse serviço,que te leva a qualquer lugar desde que tenha ouro suficiente para pagar a viagem.Ainda bem que eu tenho.Ela Respondeu.

Logo depois elas começaram a falar entre si no que parecia mais uma briga logo nos chegamos em Nova York de raspão,logo eu me vi em uma  ponte,e logo depois vi uma placa dizendo “Bem Vindo ao Estreito de Long Island,logo abaixo do titulo estava uma pichação em outra língua com outras letras que eu mal conhecia,o táxi diminuio,a tempo  da Sam falar algo:
-Leia a pichação. Ela falou
-Mas eu não entendo esta em outra língua!Eu disse. Parei e observei novamente a placa. Então as letras começaram a se distorcer e virar, então se transformou em uma frase legível “E Acampamento Meio-Sangue”, logo paramos no que parecia ser o começo de uma floresta, saímos do táxi, enquanto ela pagava as moças uma delas começou a dizer “Logo a lua que brilha...” enquanto ela falava as outras completavam a frase “em sua cabeça combina” e a outra completava a frase “ E o sangue azul se alinha”,eu me assustei um pouco,então lembrei da previsão do meu sonho “Da noite você verá,a sombra da lua brilhar” e notei que ambas as previsões tinhas “Lua” e “Sombra” ,então comecei mesmo a me achar que sou um semideus,comei mesmo a achar que sou filho da deusa Nyx.Quando você lê sobre semideuses lembra-se de Perseu,Hercules e Aquiles,ou então em heróis,mas eu não era bom nisso,eu era tranqüilo e solitário,então o que eu faria quando eu encontrasse outro mostro e não tivesse ninguém ao meu lado.Eu não nunca fui bom com uma espada,eu ate fiz alguns esportes quando era criança e disseram que eu tinha muita habilidade com o bastão e que eu era muito ágil em esquivar de ataques na esgrima,mas era fraco em combate corpo a corpo.
-Vamos, o acampamento é por aqui, mas fique de olho muitas criaturas circulam o acampamento em busca de meio-sangue não treinados e sem defesas para serem seu jantar,e acredite aquela quimera não foi o pior dos monstros que você vai desafiar.Ela falou rindo um pouco no final.
-Belo jeito de encorajamento!Eu falei com tom irônico.
-Encorajar não é bem minha praia. Ela falou e depois riu.
-É essa a trilha?Eu perguntei.
-É.Ela respondeu

Nós seguimos uma trilha ate chegarmos a um grande portão de pedra bem antigo com colunas em estilo grego antigo.Com letras similares as que vi na placa de boas vindas,letras em algo escrito em grego antigo,e então vi de novo as letras se contrair e se distorcer e então consegui ler facilmente”Acampamento Meio-Sangue”,então finalmente descobri,chegamos ao lar dos meio-sangues.Ao chegarmos ,um homem de cadeira de rodas com uma espada na mão,ele se aproximou de mim e eu perguntei se ali era o acampamento meio-sangue,ele chegou mais perto e disse "Bem Vindo",então na hora eu soube que estava no lugar certo,logo ele me levou para dentro,eu vi vários jovens com arco flechas trinando tiro a direita de um lago e outros subindo uma parede de escalada a esquerda,então vi jovens garotas de pele esverdeada e cabelos castanhos de diferentes tons sentadas em volta de uma
arvore,conversando entre si,logo o senhor começou a falar:
- Dríades. Ele disse. Elas adoram contemplar as ávores.

-O Senhor deve ser Quiron, meu pai disse para encontrá-lo, bom como o senhor sabe eu sou um semideus pelo o que eu soube, e acham que minha mãe é a deusa Nyx.Eu disse tentando não olhar a sua cadeira de rodas.
-Bom, ate sabermos por quem você será reclamado, e se for, você ficara no chalé de Hermes, é o numero 11, e espero que não fique muito ansioso, talvez vc nem seja reclamado. A reclamação é como os deuses declaram oficialmente sua paternidade divina. Ele disse explicando minha situação.

Ele me levou ate um lugar com muitas cabanas em volta de uma fogueira, todas diferentes e me deixou na sétima cabana, ele me explicou todo e logo depois me perguntou como cheguei no acampamento e eu expliquei sobre o táxi da danação e a visão das Creias,ele olhou pra mim e se retirou,olhei em volta e vi varias mesas algumas mas cheias que os outros,eu sentei na mesa de Hermes,comi sozinho em um canto da mesa.Apos a refeição vi todos indo a uma grande fornalha e cedendo parte de sua refeição para o fogo que brilhava em um tom celestial,então ao meu lado ouvi um sussurro”são oferendas para os deuses”,era Sam,eu há havia visto na ultima mesa depois da minha cheia de jovens.Depois disso ela me mostrou um pouco do acampamento,nós vimos a Arena,os campos de morangos,o lago,e por ultimo me levou ate os chalés,eu sabia que o meu era o 11,mas ela me levou ate o 28,era um belo chalé Feito de um material escuro e com um enorme parecia feliz com a luz da noite,de todos os chalés esse era de longe que me chamava mais a atenção,era aos meus olhos o mais belo,tão belo que uma lagrima correu pelos meus olhos,logo depois um dos raios de luz da lua que caia na grama se redirigiu a mim e começou a brilhar  e como por magia uma imagem surgio acima da minha cabeça,era uma lua cheia com um tom cinza ,e com assas negras de corvo em volta que se esfumaçou como nevoa no ar,eu fiquei em choque,cai de joelhos no chão apenas com um nome na mente”Nyx,nyx,nyx...”eu acho que fora reclamado,foi algo incrível,por um momento foi como ficar sem ar em uma bolha de auto conhecimento,foi como nascer pela segunda vez.Logo depois muitas campistas se juntaram ao meu redor,alguns jovens louros vieram ate mim para ver se estava bem,eu disse que sim,que nunca me senti tão bem,eu fora reclamado por uma deusa,então sou oficialmente filho de Nyx,a deusa da noite,naquele momento todos os meu mistérios se resolveram,e tudo pareceu tão liso e certo como se o meu mundo tivesse ficado para trás,só o que me restara, era o “Mundo dos Meio Sangues”,o meu mundo.


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Re: Ficha de Reclamação

Mensagem por Annelissa em Qui 20 Fev 2014, 20:45



Every time she closed her eyes


▬ Por qual Deus você deseja ser reclamado? Caso não queira ser um semideus, qual criatura mitológica deseja ser?

Náiade

▬ Cite suas principais características físicas e emocionais.

Annelissa é uma náiade jovem com cabelos ruivos, tom de pele pouco bronzeado pois prefere locais com sombra , altura mediana com um corpo bem delineado e grandes olhos verdes. Seu estado emocional é calmo, desde que nasceu tem muita curiosidade em relação as coisas , adora fazer amizades e pregar peças em campistas que praticam canoagem apenas por achar divertido.

▬ Diga-nos: por quê  quer ser filho de tal Deus - ou ser tal ser mitológico?

Gostaria de ser uma náiade por ser uma experiência diferente. Dando-me a oportunidade de poder ser mais criativa já que não existe muitas coisas que a torna algo rotulado.

▬ Relate a história da sua personagem -

Em uma tarde ensolarada, Annelissa se encontrava sentada em uma pedra observando os acontecimentos. Se sentia feliz por ter nascido naquele local, se lembrava com exatidão como havia ocorrido.
Era o começo de um novo dia, não havia campistas por perto quando um feixe de luz surgiu entre algumas pedras, revelando uma pequena ninfa que acabará de surgir. Tinha grandes olhos verdes que aparentavam curiosidade e medo. Olhava tudo a sua volta sem tirar o corpo de dentro da água, quando foi percebida por outras náiades, as mesmas a acolheram e deram-na algo para vestir.

Depois de ter relembrado aquele que fora o dia mais importante de sua vida pegou um espelho, ainda possuía aqueles mesmos olhos de curiosidade,porém o medo tinha se tornado alegria.

Se levantou deixando o espelho de lado e mergulhou. A água era límpida, fazendo-a observar cada detalhe daquele local, continuou nadando, indo em direção a campistas que praticavam canoagem, dando um leve sorriso e foi se divertir.




The Killjoy Never Die! @ CG!


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Re: Ficha de Reclamação

Mensagem por 139-ExStaff em Dom 23 Fev 2014, 02:51

Lesly - Não reclamada

Tente desenvolver melhor as descrições, não apenas na história - suas características estão vagas, superficiais - aprofunde-as. Na questão da história, primeiro: evite personagens cannon. O fórum se passa em algum momento após a guerra, mas não tem uma cronologia muito definida, e ninguém sabe que fim o tio Rick vai dar a esses personagens,é melhor evitar - use NPCs comuns. Segundo:não exagere seus poderes.Sendo uma novata, não é algo que você faz quando quer e como quer - nem Percy dominava isso. O aprendizado de habilidades é mais lento, ainda mais para quem não tem quem lhe explique sua origem. Seus golpes nãovão congelar um monstro ao simples toque - pode causar dano,mas congelamento total implica um grande nível de poder. Na grafia, tenha cuidado com o uso de maiúsculas e minúsculas. Além disso, tente desenvolver melhor o "mundo interior" da personagem, seus sentimentos, suas reações, e tambémm o cenário em si. Não foque apenas no diálogo.



Farkas - Não reclamado

Para ser um semideus,é necessário possuir nome e sobrenome. Além disso, é preciso desenvolver mais a história - tanto os fatos quanto mostrar quem seu personagem é:o que ele passou, como reagiu, como encara esse mundo. Isso não é evoluído em um parágrafo.Não precisa ser um livro, não é isso, mas uma base. Além disso, tome cuidado com a pontuação, acentuação e grafia - nomes em letras minúsculas, por exemplo. Uma ficha organizada facilita o entendimento.



Willian - Reclamado como filho de Hermes

Cuidado na digitação, alguns erros poderiam ter sido evitados com uma revisão. Da história, foi rápida, mas cumpriu a função.Só sugiro mudanças na parte estética: pular linhas entre parágrafos e justificar o texto. Facilitaria a leitura, e deixaria menos cansativo, já que blocos narrativos longos cansam a vista. Além disso, pular linhas deixa claro os parágrafos, que servem para indicar as mudanças dentro da escrita.



Nicholas - Reclamado como filho de Melinoe

Ficha muito bem feita, com enredo bem desenvolvido. Apenas um ou outro errinho mas nada incomum ou comprometedor.



Hyakun - Reclamada como Dríade

Aaaaaahhhhh!!!! Uma dríade *-*
Adoro dríades! Uma narrativa envolvente,características bem construídas e diferentes do esperado. Bom, desejo ver sua evolução por aqui! De dicas, eu aconselho a tomar cuidado com algumas construções - por exemplo:" vida da árvore que ela nasceu conectada com.
" - não é uma construção usual,podendo gerar confusões; "a qual ela nasceu conectada" teria o mesmo sentido, e acaba sendo uma construção mais fluida - o mesmo em "que estava assentada em", que poderia ser escrito "na qual estava assentada" ou "onde estava assentada". Outros pequenos detalhes, no uso das preposições, como "em procura a ninfa" quando o ideal seria "à procura da" e o uso irregular de algumas vírgulas.Não foram erros exagerados, e sim deslizes comuns, menores, que geralmente passam desapercebidos. Enfim...Seja em vinda!



J. - Não reclamado

Jay, faltou revisão. Logo no começo, há repetição de palavras, uso excessivo de vírgulas, frases iniciadas com minúsculas... Um texto bem organizado, com cuidados ortográficos, tem a leitura facilitada - até porque, em alguns casos a ortografia influi no sentido, podendo alterar completamente o significado de uma palavra ou a interpretação de uma frase. Cuidado com a mudança de 1ª/3ª pessoa - se você escreve com o ponto de vista do personagem, a concordância deve atentar para isso,por exemplo, nas frases: "quando a água caiu em sua cabeça, não conseguia esquecer o sonho que tive: as pessoas mortas, o garoto legal que foi morto em sua frente"; "alguém batia na porta de seu quarto" - entre outras passagens,demonstram o que quero dizer. De ortografia - soando (confusão de suar - de transpirar - com soar - de tocar). Use o travessão para indicar diálogos. Evite colocar observações entre parentêses, quando for observações off (indicando que o personagem é o pai, a mãe, a namorada) - prefira inserir isso na narrativa, ou então como observação no final da postagem. Além disso, houve o exagero em várias questões - o uso de uma fúria logo no início acabou prejudicando a coerência - no fórum, as coisas são diferentes do que no livro,e fúrias são consideradas monstros muito fortes para um personagem iniciante. Outro ponto é - como o personagem sabe que o monstro é uma fúria? Uma coisa é você, em off, saber, mas em on é diferente - de onde veio o conhecimento do personagem dentro da história? Novamente,a mesma coisa - como você sabia da origem do garoto (Gustavo?) - ele havia lhe revelado, você viu a reclamação? A quantidade exagerada de monstrose outras informações - como o garoto saberia sobre você? Ao descrever o estado de seus pais, é bom não exagerar - a veia do pescoço (na verdade artéria) se cortada faz com que o sangue saia em uma pressão tão grande que não, não teria como ele continuar atacando. E, além disso, como humanos em tão grande desvantagem dariam fim em uma quantia tão absurda de monstros?(Lembrando que no fórum há algumas mecânicas diferentes,como o uso do bronze sagrado - e como humanos conseguiriam isso? - que não mata os monstros em um único golpe). A história seria para narrar sua descoberta nesse mundo, sua adaptação a ele mas você já se coloca como alguém ciente e experiente,fugindo do objetivo. Como o personagem descobriu ser o que é? Como reage a isso? Como aceita? Como aprende sobre tudo? Pense em tudo isso, refaça a história e revise antes de postar.



Gian256 - Não reclamado

Seu nome está inadequado. Isso por si só anularia a ficha, então poste aqui, pedindo a mudança: http://percyjacksonrpgbr.forumeiros.com/t6749p1005-mudanca-de-nome

Da ficha, uma avaliação breve, já que assim ao menos não perde seu trabalho:

Cuidado com espaçamentos entre os pontos e o início da frase seguinte. Dos poderes citados, lembrando que no fórum eles se desenvolvem com o tempo. Na ficha de reclamação, você é nível 1 - não poste como se os dominasse, ainda mais relativo a poderes de nível mais alto - citar um deles, em um momento de tensão extrema, seria aceitável (colocando nas observações o porquê do uso da narrativa e lembrando que citar aqui não significa que você já domina in game). Cuidado com a pontuação; você faz o uso excessivo de vírgulas, o que prejudica a fluidez. Cuidado com a concordância (na fala do pai, por exemplo, como ele está explicando diretamente não seria "deixando-o com o bebê" e sim "deixando-me com o bebê" - e nesse caso, sugiro que incorpore a observação na fala. Tipo. "- Ele parou, me encarando emocionado - Você. E uma pequena carta..."

Outros detalhes, por coerência: Nyx não é Olimpiana - ela é ctônica, ficando no submundo - na verdade, em uma parte ainda mais profunda, no Tártaro. Alguns erros gramaticais um pouco mais graves (de mais, le - no lugar de lhe - entre outros mais graves, de digitação e concordância, que um corretor ajudaria a perceber). Tente organizar melhor a postagem - justificar o texto, pular linhas entre parágrafos. E tome cuidado com repetições - usar pronomes e sinônimos ajuda em alguns pontos. Também tenha cuidado ao descrever os NPCs - uma filha de Hécate tem poderes relacionados à mágia,mas a descrição "feiticeira" serve apenas para as integrantes do grupo de Circe, na Ilha. Enfim, a ficha de Nyx exige uma avaliação muito mais rigorosa, então, ao regularizar seu nome e tentar novamente, utilize o corretor do navegador ou do word, e ainda assim leia novamente - algumas coisas sempre acabam passando, mas no seu caso houve muitos erros de digitação mesmo, além dos pontos abordados.



Annelissa - Não reclamada

Tente incrementar mais um pouco mais. A ficha demonstrou muito pouco da personagem - personalidade, rotina - mesmo a narração, tão curta e simplificada, não permitiu uma base. Descreva mais a relação dela com o acampamento, com suas irmãs, um fato do dia...
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Re: Ficha de Reclamação

Mensagem por Cammeron Summers em Dom 23 Fev 2014, 11:58

▬ Por qual Deus você deseja ser reclamado? Gostaria de ser reclamado por Ares, o deus da guerra.
▬ Cite suas principais características físicas e emocionais. Gênio forte, totalmente impossível de manipular. Seu orgulho sarcasmo e ácido natural tornam-no o tipo de homem que você não desejaria enraivecer. Sua amizade, honra e lealdade estão com aqueles que a devem, seus poucos amigos e sua vida.

▬ Diga-nos: por quê quer ser filho de tal Deus? Acho que me pareço meio com ele, o amor pela guerra, provocar qualquer pessoa.

▬ Relate a história da sua personagem - não haverá um limite de linhas definidos, deixe a sua criatividade fluir. Há dezesseis anos, Sally Summers se mudou para sua antiga casa para morar com seu pai. Ela estava solteira e grávida de seis meses na época, mas ela nunca falou do pai de seu filho. Três meses depois, Sally adoeceu de imprevisíveis complicações resultantes do nascimento de seu filho, Cammeron. Ela viveu até Cammeron completar 10 anos, e morreu enquanto dormia durante uma tempestade. Randall criou Cammeron depois disso. Ele ensinou Cammeron a jogar futebol, a turbinar, desconstruir e reconstruir o motor de seu Pontiac GTO ’67 totalmente restaurado. Quando Cammeron completou 15 anos, Randall lhe comprou um GTO destruído. O velho prometeu a Cammeron que reconstruiriam e restaurariam esse carro assim como Randall e sua falecida esposa restauraram outro décadas atrás. Ainda assim, um ano e nove meses depois, Destino quebrou esta promessa. Randall Summers morreu em sua cama por um ataque cardíaco enquanto nuvens negras rastejavam sem serem ouvidas por repetidos trovões. Quando Cammeron finalmente encontrou o corpo após o treino de futebol, dois Cammeron que passaram pela janela do banheiro de Randall estavam aos lados de seu travesseiro. Uma delas segurava o olho esquerdo do homem, e ambos encaravam Cammeron sem vergonha ou culpa. Por um longo tempo, Cammeron não confiou na memória daquele dia. Ele sabe que chegou a encontrar o rádio relógio de seu avô ainda apitando atrás da cama. Ele sabe que hesitou pelo menos 10 minutos completos ainda antes de abrir a porta do quarto. Ele nunca esqueceria o exato estado do corpo de Randall quando o viu pela primeira vez, e se lembrará dos dois corvos enquanto viver. O que ele não podia admitir de início, porém, era que quando abriu aquela porta e viu aqueles dois corvos, eles olharam para ele e falaram.
— Este é seu avô. — disse a primeira, sua voz brilhante e clara.
— Como o conhecemos. — a segunda adicionou. — E como você deve lembrar-se dele. —
Tudo que Cammeron escolheu se lembrar era que ele gritou e desmaiou. Os corvos sumiram quando acordou, mas seu avô ainda estava morto e ainda lhe faltava um olho.Por semanas após o funeral, Cammeron tentou viver como se nada tivesse acontecido. Ele ia à escola e ao treino de futebol, sem contar a ninguém sobre sua perda. Seu orientador, Sr. Talfee, tentou interessá-lo sobre a universidade. O técnico Wooten berrava para ele tirar sua cabeça de trás do campo se quisesse jogar na noite de sexta. Caça-talentos estariam olhando, Wooten o garantia. E caça-talentos não ofereciam bolsas a bundões que não podiam marcar um touchdown. Cammeron não se importava — ele enterrou sua família inteira, não tinha mais nada. Toda noite, ele se sentava sozinho, bebendo o escasso suprimento de cerveja de Randall, tentando não pensar. Quando as coisas iam mal, ele revirava os álbuns de fotos de sua mãe e se lembrava dos bons tempos. Quando as coisas iam ainda piores, ele se sentava no GTO preto de Randall sentindo o ruído do poderoso motor e ouvindo o rádio. Foi ali que destino o encontrou e deu a ele seu primeiro empurrão direto em direção ao seu futuro. Cammeron estava cochilando atrás do volante quando a luz estalou e a porta da cozinha se abriu. Limpando o sono de seus olhos, ele se sentou e olhou pelo basculante. Randall Summers estava bem ali dentro da cozinha, segurando a porta aberta. O homem estava vestindo o macacão azul que usava para trabalhar todo dia na garagem. Ele cumprimentou Cammeron.
— Vovô? — Murmurou Cammeron. Ele desligou o motor e saiu.
— Entre. — disse Randall. — Preciso lhe mostrar algo. —
A mente de Cammeron disparou em primeira marcha, incapaz de nomear o que era de tão estranho nisso. Ele seguiu seu avô para dentro. No corredor, Randall abriu a fechadura para o sótão e escalou para dentro da escuridão empoeirada. Cammeron o seguiu, estalando a mandíbula durante um longo bocejo.No sótão, Randall se ajoelhou atrás de caixas de decorações natalinas, sacos de roupas velhas e pilhas de brinquedos sem uso, jogando tudo para o lado para puxar um pedaço de compensado que não estava pregado. Debaixo dele, ele retirou uma pequena caixa não maior do que a velha Bíblia da família e voltou à luz para se sentar. Ele colocou a caixa no arenoso chão de compensado e a empurrou para Cammeron.
— Antes de abrir isso. — disse Randall — Quero que saiba que estou orgulhoso por cuidar tão bem. —
— Cuidar do que? — Perguntou confuso.
— De minha estada aqui, filho. Você se lembra do que houve certo? — As palavras acordaram Cammeron de vez, e um calafrio o percorreu.
— Você está morto. — ele tossiu. — Isso significa que eu morri também? Engoli muito monóxido de carbono? —
— O que, no carro? — Randall mexeu sua cabeça. — Você está bem, Cammeron. Agora preste atenção. Há algo que preciso lhe mostrar. Eu ia esperar até você completar 18, mas Destino cuidou de mim primeiro. —
Cammeron tocou a tampa da caixa que Randall lhe dera, mas não a aproximou.
— Isto pertenceu à sua mãe. — Randall lhe disse. — Ela tinha isso quando se mudou para casa. Ela disse que as coisas aí dentro a lembravam de seu pai, e ela costumava vir aqui em cima para olhar para elas quando você estava na escola. —
A cabeça de Cammeron se agitou.
— Por quê? Ela sempre fazia parecer como se algo estivesse errado com meu… Meu pai. —
A noção de ter realmente um pai era tão estranha para Cammeron que mal podia dizer a palavra.
— Pensei que fosse por isso que não havia uma foto dele quando Mamãe voltou. —
Randall retraiu-se.
— Nunca o conheci. —
Um surto de desesperada esperança rompeu dentro de Cammeron como se um pensamento empolgante lhe ocorresse.
— Pode perguntar á mamãe — Perguntou Cammeron. — Onde ela está? Ela está com você? —
Randall mexeu sua cabeça, e a tristeza repuxou sua face numa ácida careta.
— Por que não? — Exigiu Cammeron.
— Não posso encontrá-la! — Trovejou Randall, batendo sua mão no chão com força. A caixa de madeira entre eles pulou. — Não posso encontrar ninguém! Nem Sally! Nem Elizabeth! Nenhum dos meus irmãos ou amigos! Tudo está uma bagunça aqui! —
— Desculpe, Vovô. — disse Cammeron, assustado pela raiva. — Eu não quis… —
Randall mexeu sua cabeça, dispensando a apologia. Ele ficou mais sombrio.
— É minha culpa, filho. Tudo está tão confuso aqui. Ninguém sabe onde eles deveriam estar ou o que eles deveriam fazer. Há um caminho que leva para longe de onde me encontrei quando morri, mas ele não vai a lugar algum. Ele termina em destroços e ruínas, como se algo tivesse brotado do chão. Não sei o que era, mas o caminho está completamente bloqueado. Recuperamos pessoas estranhas e antigas dos destroços às vezes, mas elas sabem tanto quanto nós. Não sabia mais o que fazer. Mas me lembrei desta caixa, então eu voltei. —
— Você pode ficar? —
Randall suspirou e mexeu sua cabeça mais uma vez. Cammeron podia ver através dele agora na luz de 40 watts. Ele queria tocar e puxar seu avô para ele, mas tinha medo que isso quebrasse a já tênue conexão que possibilitava isso.
— Está me custando tudo que tenho tocar coisas e fazer você me ver. — disse Randall. — Posso sentir a estrada quebrada me puxando de volta. —
— Você será capaz de voltar? —
— Eu não sei. Não foi fácil da primeira vez. Se não puder, ao menos queria lhe mostrar isso. — Randall apontou para a caixa, e dessa vez Cammeron a puxou para si. Ele passou uma mão sobre a madeira macia e lascada, imaginando que segredos sua mãe guardava ali dentro. — E eu quis lhe contar… —
A voz de Randall sumiu, e o sótão ficou em silêncio. Cammeron estava sozinho mais uma vez. As pegadas de Randall ainda estavam na poeira, mas o velho havia sumido. Cammeron nunca mais o viu de novo. Cammeron espalhou os itens da caixa pela mesa da cozinha. A primeira coisa que chamou os seus olhos foi um anel que brilhava como metal polido, mas parecia frágil como pedra. E havia algo gravado nele. Cammeron colocou o anel em seu dedo anelar e o virou com seu polegar. A seguir, ele encontrou uma apagada foto de Polaroid com sua mãe ainda jovem, a lado de um homem que só podia ser seu pai. O homem compartilhava a altura de Cammeron, mas vestia uma jaqueta sobre um peito amplo. Seu cabelo era de um loiro rico brilhante. Cammeron usava um cabelo mais curto e também era imberbe, mas seu cabelo era do mesmo tom brilhante da foto. Exceto por seus olhos, que estavam cobertos por um elegante óculos escuro de aviador, o homem podia ser Cammeron daqui a alguns anos. Cammeron olhou em maravilha à alegria que sua mãe aparentava. Ver este sorriso na face de Sally fazia Cammeron ainda mais curioso sobre o motivo de seu pai não ter sido parte de sua vida. Teria o homem morrido? Ele olhou para a foto de novo e viu uma janela no fundo com as palavras — Restaurante do Turms — impressas em letras de bloco ao redor da imagem de um hambúrguer. Um recibo do Restaurante do Turms com uma nota atrás vinha a seguir na caixa de sua mãe. A nota, escrita em pequenas letras de forma, dizia apenas:

“Se precisar de um emprego, Bill está contratando. É um bom lugar.“

Cammeron lembrava se vagamente de Randall mencionar que Sally havia trabalhado como garçonete após o colégio. Também na caixa estava uma mecha de cabelo loiro e brilhante que se enrolava num oito, e dois tickets para o velho filme Império do Sol. Um bastonete era uma teia de aranha onde estava preso. O item mais chamativo da caixa, porém, era uma nota escrita num papel azul quadrado. Na mesma letra do recibo, dizia:

Querida Sally, precisam de mim em casa. Algo aconteceu. Não poderei te ver novamente. Pode ficar com meu anel. Até mais.

PS: Não esqueça de mandar Cammeron para o acampamento. Ele fica localizado em Montauk, costa norte de Long Island, Nova Iorque, nº 3.141, depois dos campos de morango.

Cammeron pensou que compreendia pelo que sua mãe passou. Após o colégio, uma pessoa gentil a ajudou a conseguir um emprego, e ela saiu com ele. O cara então a usou e desapareceu, deixando apenas uma nota simples e um presente de despedida. Pouco depois, Sally percebeu que estava grávida e voltou para morar com seu pai. Era o tipo de coisa que acontecia o tempo todo. Ninguém podia fazer ideia de que havia mais. Cammeron não necessariamente queria achar muito mais, mas ao mesmo tempo, ele estava cansado de ignorar esta peça ausente de sua vida. Ao usar o que sua mãe havia guardado e que seu avô havia desafiado a morte para mostrá-lo, Cammeron podia finalmente achar esta peça ausente. Ele colocou em sua mente naquela noite que faria de tudo para encontrar seu pai ausente. Um relâmpago grifou a vontade de Cammeron nos céus, e os duas corvos num galho testemunhavam a decisão pela janela da cozinha. Ele passou duas semanas substituindo as piores partes de seu motor pelas melhores do carro de Randall, misturando os dois motores num completamente novo. Quando terminou, seguiu rumo a Long Island, 3.141.
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Re: Ficha de Reclamação

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