Percy Jackson e os Olimpianos RPG BR
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Ficha de Reclamação

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Ficha de Reclamação

Mensagem por Zeus em Ter 08 Out 2013, 19:36

Relembrando a primeira mensagem :



Olá, Campista!



Como já devem saber, este é um fórum de RPG que procura seguir a história da série de livros 'Percy Jackson e os Olimpianos', de Rick Riordan. Não obstante, nós também oferecemos a você a oportunidade de viverem e interpretarem estes heróis semideuses, ou até mesmo outras criaturas mitológicas, criando suas próprias histórias e divertindo-se com elas. Para que possam participar de tais histórias, você deverá preencher uma ficha e postar neste mesmo tópico; a mesma encontra-se logo abaixo.

Para cada afiliação, você ganhará Poderes específicos - para tornar tudo um pouco mais 'real -, bem como ganhará presentes específicos: armas, itens de combate... Clique Aqui e Aqui para ver, respectivamente, estas listas de poderes e presentes de reclamação (lembrando que, assim que forem reclamados, um deus ADM irá atualizar seu rank, sua filiação e seus presentes)

Nem sempre você passará no teste, mas não desanime, tente novamente ou procure por outro deus... No caso de Zeus, Poseidon e Hades, o teste NÃO É VÁLIDO, pois estes Deuses efetuam testes mais severos. Os Três Grandes fazem concurso mensal para a escolha de um novo filho. Para saber a data do próximo concurso, fiquem de olho nos anúncios globais; a qualquer hora, um novo teste será postado.

Porém, caso se interesse por ser filho de Nyx, Melinoe, Athena ou Perséfone, atente para a ficha; ela será a mesma que para qualquer outra afiliação mitológica, mas será avaliada de forma mais rígida por um de nossos deuses.

Lembrando que o único propósito da ficha é a reclamação do personagem. Qualquer item desejado, além da faca inicial, ganha no momento de inscrição do fórum, e dos presentes de reclamação - adquiridos caso a ficha seja efetivada - devem ser conseguidos in game, através de forjas, mercado, missões e/ou DIY.


Dúvidas? Contate um dos deuses ou um dos monitores de nosso Fórum, via MP ou Chatbox! Sintam-se livres para perguntar, e não tenham vergonha!






Ficha de Reclamação!




▬ Por qual Deus você deseja ser reclamado? Caso não queira ser um semideus, qual criatura mitológica deseja ser?

▬ Cite suas principais características físicas e emocionais.

▬ Diga-nos: por quê  quer ser filho de tal Deus - ou ser tal ser mitológico?

▬ Relate a história da sua personagem - não haverá um limite de linhas definidos, deixe a sua criatividade fluir.
OBS: O player não é obrigado a ir ao Acampamento, mas deve narrar a descoberta de que era um semideus e o momento da reclamação- e se não foi indo a Long Island, como foi?





♦ Lembrando que todas fichas receberão uma avaliação condizente, mas a aprovação não é automática, sendo que a resposta pode ser negativa dependendo da qualidade apresentada. Determinados nick's que não seguirem a regra também terão a ficha desconsiderada. [Leiam as regras aqui]


.:.:.:.


▬ Lista de Afiliações divinas disponíveis atualmente no fórum, bem como os seres mitológicos disponíveis para serem interpretados:


.:.:.:.

Centauros
Dríades
Filhos de Afrodite
Filhos de Apolo
Filhos de Ares
Filhos de Athena *
Filhos de Deimos
Filhos de Deméter
Filhos de Dionísio
Filhos de Éolo
Filhos de Eos
Filhos de Hades **
Filhos de Hécate
Filhos de Hefesto
Filhos de Héracles
Filhos de Hermes
Filhos de Héstia
Filhos de Íris
Filhos de Melinoe *
Filhos de Morfeu
Filhos de Nyx *
Filhos de Perséfone *
Filhos de Phobos
Filhos de Poseidon **
Filhos de Quione
Filhos de Selene
Filhos de Thanatos
Filhos de Zeus **
Náiades
Sátiros

* = As fichas destinadas à tais patronos requerem uma avaliação mais rígida;
** = Os Três Grandes fazem concurso mensal para a escolha de um novo filho;
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Re: Ficha de Reclamação

Mensagem por ♦ Eos em Dom 20 Out 2013, 19:28


☀ Atualização ☀
♦ Eos
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Re: Ficha de Reclamação

Mensagem por Katherine Silver em Dom 20 Out 2013, 20:58

▬ Por qual Deus você deseja ser reclamado? Caso não queira ser um semideus, qual criatura mitológica deseja ser?

Gostaria de ser reclamada filha de Nyx

▬ Cite suas principais características físicas e emocionais.

Os meus olhos mudam de cor conforme o estado de espírito, os cabelos caem em cascatas negras em minhas costas. Eu sou corajosa e sarcástica, mas também sei ser gentil quando quero. Posso até ser considerada bonita, mas de noite sou muito mais linda.

▬ Diga-nos: por quê  quer ser filho de tal Deus - ou ser tal ser mitológico?

Me identifico muito com Nyx, e acho ela uma das melhores deusas.

▬ Relate a história da sua personagem - não haverá um limite de linhas definidos, deixe a sua criatividade fluir.

Katherine morava com o pai e a madrasta, que na época ela acreditava ser sua mãe. Ela vivia em Los Angeles do Novo México, na "Casa Assassina", como era chamada na cidade. Aparentemente, todos os ex-moradores da casa morreram brutalmente dentro da mesma.
Grande coisa, ela pensava, os fantasmas vão vir puxar minhas pernas de noite, é claro.
Ela se vestia de modo estranho, e só saia a noite. Como característica de filha de Nyx, ficava mais bonita a noite, e ela percebeu isso, mas não sabia o por que. Ela só tinha um amigo: Tate Longdon. Seu pai, Kit Silver, era rígido e reservado, e sua "mãe", Hannah Walker, era meio... problemática. Bipolar caracteriza melhor. Em um minuto, elas estavam rindo e conversando, e no outro estavam tentando se matar. Digo, literalmente. Quando tinha 5 anos, Kath ganhou seu primeiro arco e flecha do pai. Ela treina todos os dias, e é uma das melhores. Mais tarde, ela descobriu que seu pai é filho do deus Apolo. Tudo ocorria bem na vida dela, (se bem quer dizer ter uma madrasta bipolar, ser estranha e só ter um amigo, bem é apelido.) até um certo acidente.
Ela e Hannah estavam fazendo brigadeiro e cantando, felizes. Kath sabia que de uma hora para outra, elas estariam discutindo e brigando, mas ela só queria curtir o momento. Do nada, Hannah parou de cantar, olhou feio para Kath e disse:
-Por que eu estou fazendo isso? Você deveria fazer isso por mim! Eu não sou sua empregada, nem de ninguém! Por que vocês me tratam como uma empregada? - e sua mão desceu para o rosto da filha de Nyx.
O tapa foi tão forte que Katherine virou o rosto. Em direção ao fogão, ainda bem. Havia uma toalha pegando fogo, e o fogo se espalhando pelo chão. Uma garrafa de Whisky quebrada estava no chão, e o seu conteúdo espalhado.
-Você andou bebendo? Eu achei que você tinha parado de beber! Agora vá pegar o extintor enquanto eu limpo essa coisa!- ela disse.
-Você não pode dizer o que eu tenho que fazer! Eu sou sua mãe!
Kath revirou os olhos e se preparou para sair do local, ela ia pegar o extintor ela mesma, mas Hannah pegou-a com força pelo braço e começou a gritar na cara dela.
Katherine estava cheia. Cheia dessas injustiças idiotas. E daí que a sua mãe era bipolar? Ela merecia um pouco de respeito. Pensando assim, ela deu uma joelhada na barriga da madrasta, que usou as mãos para proteger a área que doía, liberando Kath. A menina saiu correndo da cozinha e fechou a porta.
Ela parou para pensar no que fez. Deixou a mãe para morrer. A mulher que a tinha criado. Ela queria se mover para salvá-la, mas tudo que conseguiu fazer foi ouvir os gritos de Hannah. Ela se perdeu em pensamentos, enquanto observava a noite. Seus olhos, ela conseguiu sentir, estavam variando entre marrom, cinza e verde.
Antes de ela perceber, as chamas estavam consumindo o cômodo onde ela estava também. Então, alguma coisa explodiu, e acertou o olho dela. Kath gritou e cobriu o olho com a mão, saindo do seu transe e correndo para fora de casa. Correndo para o único lugar seguro: a casa de Tate. Quando chegou lá, ele estava no jardim, fumando. Ao ver a semideusa, ele jogou o cigarro no chão e saiu correndo em direção a ela.
-Mas o que ouve com você, garota?
-O fogo... começou na cozinha! Eu falei pra ela pegar o extintor, mas ela não ouviu! Então eu a deixei lá... para morrer! Eu sou um monstro!
-Calma, Kath. Quem? De quem você tá falando?
-Da... da minha mãe!
As lágrimas começaram a descer, e seu olho ardeu. Ela soltou um gritinho de dor.
-E esse seu olho?- disse Tate.
-Eu fiquei em um tipo de transe, e quando vi... -Kath começou a soluçar.
-Shh, eu vou te levar para um hospital.
E assim foi feito. Eles foram a pé até o hospital, que não era muito longe. Lá ela explicou tudo aos médicos. Ela ficou internada por 4 dias, a cicatriz que deveria haver no olho não existia mais a noite. Lá ela ficou, até que um cara com pernas de bode arrombou a porta do seu quarto e disse que a ia levar para um lugar melhor, onde ela devia estar. Ela hesitou, mas foi junto. O garoto-bode também trazia Tate consigo, e mais tarde se apresentou como Loran. Eles passaram meses juntos, e Loran explicou que era um sátiro e sobre os deuses gregos e seus filhos semideuses. Eles enfrentaram os monstros do caminho com as armas que o sátiro havia entregado. Estavam quase chegando no Acampamento Meio-Sangue, e Kath estava ansiosa. O jeito como Loran falava do lugar... parecia até o paraíso! Ele também falou que Kath poderia não ser reclamada e viver a vida inteira no chalé do deus Hermes. Isso a preocupou. Hermes, ela aprendeu, era o deus mensageiro, mas também o deus ladrão. O sátiro contou que os filhos do deus amavam uma pegadinha. Ela poderia viver a vida inteira levando pegadinhas? Ela achava que não.
Uma noite antes de partirem para o Acampamento, Tate revelou ser apaixonado por ela. Katherine ficou sem palavras por um tempo, mas a sua única resposta foi beijá-lo. Ela passou na sua cabeça todos os momentos em que eles passaram juntos, e viu evidências de que ele gostava mesmo dela. Ela também lembrou dos seus próprios ataques de ciúmes. Ela não tinha outras amigas, mas Tate tinha, e isso a deixava furiosa. Ela nunca admitiu que era ciúmes, mas aos poucos ela se sentiu confortável com isso. Na quela noite, eles sorriram e se beijaram até seus lábios doerem, e dormiram abraçados.
No dia seguinte, um pouco antes de começarem a subir a Colina Meio-Sangue, eles foram surpreendidos por um ciclope. Eles haviam deixado suas espadas para trás, e aquilo fora ideia da semideusa, então estavam completamente desprotegidos. Eles tentaram correr mas Kath ficou para trás. O ciclope prestes a matá-la, mas Tate chegou a tempo, empurrando-a e tomando seu lugar. Ela precisou passar uma semana no Acampamento Meio-Sangue para a ficha cair. Tate estava morto, e era por sua culpa.
Katherine Silver
Filhos de Nix
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Re: Ficha de Reclamação

Mensagem por 072-ExStaff em Dom 20 Out 2013, 21:37



Fichas de Reclamação {  }
 
Avaliação & Atualização;



Katherine Silver ▬  Reclamada! Filha de Nyx  Adorei a história. Ficou simples e bem direta, sem enrolações. Só a seguinte parte ficou confusa:
-Você andou bebendo? Eu achei que você tinha parado de beber! Agora vá pegar o extintor enquanto eu limpo essa coisa!- ela disse.
-Você não pode dizer o que eu tenho que fazer! Eu sou sua mãe!
Não deu pra entender bem se foi você ou sua 'mãe' que disse qual frase, mas, no geral, isso não conseguiu depreciar sua Ficha.

Bom, parabéns e bem-vinda ao AMS!
072-ExStaff
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Re: Ficha de Reclamação

Mensagem por Dylan K. Summers em Ter 22 Out 2013, 18:33

Por qual Deus você deseja ser reclamado? Caso não queira ser um semideus, qual criatura mitológica deseja ser?
Héracles

Cite suas principais características físicas e emocionais.
Estatura mediana, olhos azuis, porte atlético e cabelos escuros. Dylan é altruísta, empático e inteligente, embora seja capaz de se martirizar mesmo por aqueles em quem não confia. Possui um rigoroso código de honra e forte senso de justiça.

Diga-nos: por quê  quer ser filho de tal Deus - ou ser tal ser mitológico?
Porque ainda acredito nos heróis à moda antiga. Além disso, admiro bastante o altruísmo e o sacrifício pelo bem alheio.

Relate a história da sua personagem - não haverá um limite de linhas definidos, deixe a sua criatividade fluir.




Pai?
Sou eu, Dylan.

Eu não conheço o senhor. Mas, se tudo que me disseram aqui no acampamento for verdade, o senhor me conhece. Isto é, sabe que cresci no Brooklyn, que fui muito bem criado por Catherine Summers, que possuo uma força incomum e que sempre dei meu sangue pelos outros.
Tenho tantas perguntas...

Qual é o seu nome? Por onde esteve? Por que nunca veio me ver?

Quando a mamãe me contou sobre este lugar, pouco antes de morrer, eu me enchi de esperança. Foi um alívio saber que eu não era o único; que poderia me livrar daquele sentimento de solidão. Achei que finalmente descobriria a verdade sobre o meu passado –por que eu era diferente dos outros garotos, por que vivíamos nos escondendo e por que eu tive que me separar do meu irmão.

Mas até agora não tive respostas. Continuo perdido e ainda me sinto isolado, apesar do pessoal aqui no chalé 11 ser bem caloroso.

Eu vaguei por todo o estado em busca do senhor. De vez em quando dava uns pitacos nos jornais, pois sempre haviam acidentes na estrada, casas pegando fogo, prédios desabando e outras eventualidades que precisassem de uma “mãozinha” super forte. Deve ter sido assim que Quiron me descobriu, apesar de eu ser apenas o "herói misterioso".

Sou muito grato a ele, pois, além de me acolher, me encontrou bem a tempo! Nunca vou me esquecer do dia em que fui achado.

Já estava sem provisões e gastara meus últimos trocados no jantar. Eu me preparava para dormir dentro de um armazém abandonado, distraído com o que faria para sobreviver dali para frente. Então uma mulher-cobra surgiu na escuridão e começou a investir contra mim.

Aquele foi o meu primeiro encontro com uma fera. Fiquei aterrorizado.

Hoje sei que a besta se chama Dracaenae. Seu corpo é como o de um lagarto ou um réptil, mas da cintura para baixo elas têm duas caldas de cobra.

Flexionei as pernas e concentrei toda a minha força no salto que dei. Acertei-a com meu ombro esquerdo e seu corpo voou até bater na parede, que rachou e tremeu. Mas de repente, uma segunda Dracaenae apareceu e girou, chicoteando-me para o lado.

Aterrissei rolando no chão e parei perto de uma caixa. Quando olhei em volta vi a mulher-cobra se preparar para outra investida. Então, ainda de joelhos, peguei a caixa com as duas mãos e ergui acima da cabeça. Lancei o contêiner imediatamente, acertando-a em quanto dava o bote.
Antes que pudesse cantar vitória, a primeira Dracaenae me abraçou por trás, enrolando suas caldas na minha cintura e prendendo meus membros inferiores. Depois disso eu senti a dor aguda da mordida na minha nuca.
Levei os braços para trás e finquei as pontas dos dedos na cabeça da monstra, fazendo pressão com toda força. Mas ela continuou mordendo, apertando cada vez mais forte até tirar minha consciência. Porém, antes de apagar, ouvi vozes humanas, juvenis, vindas de algum lugar, e senti o corpo escamoso da besta se esfarelar, como se fosse areia desde sempre.

Acordei aqui no acampamento, cercado pelos meus salvadores aparentemente preocupados. Me recuperei bem naquela mesma semana; ganhei uma cicatriz em forma de U no pescoço.

Porém, sinto que continuo caminhando em vão. Não consigo me enturmar, principalmente com os do chalé 5.

Tenho medo do senhor não se manifestar e me deixar órfão. Além disso, preciso encontrar meu irmão e trazê-lo para o acampamento. Quando ouço falar nos monstros que estão por aí sinto angustia e medo; preciso protegê-lo, preciso salvá-lo.
Pai, por favor, me dê um sinal, uma direção ou uma resposta!
Eu não tenho tempo para desperdiçar.
Por favor.
Pai...


Dylan K. Summers
Filhos de Herácles
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Re: Ficha de Reclamação

Mensagem por 080-ExStaff em Ter 22 Out 2013, 19:54

Feel The Power Of The Seas
Avaliação


Dylan K. Summers - Reclamado por Héracles!

Gostei muito da sua ficha, você conseguiu colocar detalhes muito bons em seu texto sem enrolar, realmente gostei... Creio que você tenha um bom futuro no Acampamento =)

Parabéns e Bem Vindo!

Onde: Lugar. -Vestindo: Link - Com: Alguém - Humor: Feliz [?].







Atualização
Atualizado por ♦ Zeus

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Re: Ficha de Reclamação

Mensagem por Tony Scipriano em Qua 23 Out 2013, 02:27

▬ Por qual Deus você deseja ser reclamado? Caso não queira ser um semideus, qual criatura mitológica deseja ser?
Gostaria de ser reclamado pelo Glorioso deus Ares.

▬ Cite suas principais características físicas e emocionais.

Possuo 1,70 m de altura, com um corpo moderadamente atlético, cabelos negros em um corte militar, olhos negros e pele bronzeada. Sempre fui diagnosticado com distúrbios emocionais, me irritando facilmente; sarcástico e com leves tendências psicopatas. Como tenho um grande orgulho e autoconfiança, não gosto de trabalhar em equipe e não confio em ninguém.

 ▬ Diga-nos: por quê  quer ser filho de tal Deus - ou ser tal ser mitológico?
Identifico-me com as características de Ares, o grande senhor da guerra, e pretendo honra-lo com o derramamento de sangue de todos os nossos inimigos.

▬ Relate a história da sua personagem - não haverá um limite de linhas definidos, deixe a sua criatividade fluir.

Meu nome é Tony Scipriano, nasci em 12 de Julho de  1997 em pleno campo de batalha, no Iraque. Possuo descendência de italianos, e ainda bebe meus pais morreram em combate durante uma operação secreta do governo americano para destruir armas biológicas Iraquianas. Desde então os oficiais militares do exercito americano me apadrinharam e fui criado na instalação militar Raven Rock Mountain Complex , localizado no interior da montanha Raven Rock , no estado da Pensilvânia.
Com o passar dos anos fui aprendendo a grandiosa arte da guerra co os melhores professores que eu poderia ter. Participando de um projeto de formação militar juvenil, sou o atual campeão de luta Greco-romana, de nossa base e quando não estou treinando juntamente com os demais revejo meus favoritos filmes de guerra e minha serie de televisão favorita  Spartacus, ou atormento os infantis garotos que ficam a jogar aquele estúpido jogo de vídeo game, God of War ( é realmente um jogo idiota, principalmente por  termos que destruir o deus da guerra, aff tolos ingênuos ).
Em mais um daqueles normais dias de outono, estava eu deitado em minha cama no beliche  quando Arnold,um  estúpido garoto que se escondia nas glorias de seu pai que é um aposentado tenente-coronel, entrou fazendo barulho e voltando se a mim com tom de deboche:
- Hora, hora mas que surpresa; se não é o queridinho orfãozinho. Realmente eu não sei como soldados tão condecorados tem paciência com todas as suas burrices.
Uma gigantesca raiva emanou em meu ser, de todas as pessoas do mundo aquele cara era realmente o que eu mais odiava. Com um tom de poucos amigos e de quem realmente não estava nem um pouco afim de conversar, respondi:
- Vai embora Arnold, hoje eu não estou nem um pouco afim de perder meu tempo com um saco de batatas como você!
O garoto que era um ano mais velho do que eu, ficou vermelho como a mais sanguinária das poças de sangue; mas com um olhar psicopata e o que parecia ser um sorriso sarcástico e cheio de malícia, ele agarrou os meus cabelos e gritando para todos os meninos que estavam ali ouvirem, esperneou:
- Você sabe muito bem quem é meu pai seu órfão cretino! Alias cadê aquelas suas bonequinhas? Não vai me dizer que se cansou de brincar de casinha?
Todos começaram a rir incontrolavelmente daquele deboche e meu sangue no momento já estava fervendo como se minhas artérias e veias fossem pequenos canais de lava, que estava prestes a entrar em erupção. Olhei para abaixo de minha cama e lá estava uma velha caixa metálica, aonde eu guardava minha única lembrança de meus pais; pequenos soldadinhos de chumbo  que segundo Willian, que lutará ao lado de meu pai antes do mesmo ir para a morte iminente ao lado de minha mãe, deixou como herança para mim.
Ao levantar meus olhos e encarar Arnold, algo deveria estar estranho em mim pois o garoto começou a ficar branco igual cera, apontando para mim  e gaguejando;
- Vo...vo...você está encapetado! Se...seus olhos est... esta... estão vermelhos iguais...
Antes que o mesmo poderia terminar de falar, o que é que fosse o que ele tentará dizer ( Esse cara só poderia estar de brincadeira com minha cara) , cinco dos novos recrutas adentraram no dormitório. Todos se calaram na presença daqueles soldados, mesmo eles sendo apenas recrutas poderiam castigar qualquer um de nós, míseros integrantes daquele projeto governamental. Estranhamente aqueles cinco recrutas abriram ao mesmo tempo as suas bocas e em um assombroso coro gemeram horrendamente:
- Tony Scipriano, viemos leva-lo para uma eterna viagem ao Tártaro!
Ao escutar aquilo um estranho frio atravessou a minha espinha, pressentia que aquilo não era uma coisa boa e por instinto saquei meu canivete de meu bolso e agarrei a minha caixa metálica com minha única lembrança daminha família. Naquela altura Arnold já não estava mais reconhecível, sua pele parecia como a de um fantasma, e quando o primeiro soldado com um passo a frente atirou, errando o tiro por milímetro de nossas cabeças; como uma maria mole o menino desabou no chão desmaiado.
Sem pensar duas vezes eu pulei da minha cama diretamente para o meio do corredor e com a minha voz mais confiante possível perguntei tentando esconder meu desespero:
- Quem são vocês?
Eu deveria realmente ter feito alguma proeza para ter irritado tanto aqueles meus superiores, pois os mesmos não se deram o trabalho de me responder e puxaram tacos de beisebol enquanto caminhavam em minha direção. Por um instante me controlei para não sustar, aquilo era horrendo, aqueles homens começaram a se transformarem em horrendas criaturas. O que havia dado o tiro que quase arrancará a minha cabeça estava agora totalmente curvo ao chão, seus pés e mãos se transformaram em patas com gigantescos pelos avermelhados , seu corpo possuía características de um leão e cabra e sua arma não mais existia, e sim um enorme rabo de serpente que podia soltar gigantescos espinhos. Os demais pareciam aquelas bestas cruéis do ridículo jogo God of War, chamadas de ciclopes, e aqueles bastões de beisebol incrivelmente pareciam ser muito mais aterrorizantes.
Após alguns segundos parado ali olhando aquelas bestas, meu cérebro resolveu retornar ao estado alerta e por milésimos de segundos consegui me esquivar de ser esmagado por um golpe daquele que parecia ser o mais terrível dos ciclopes. Sem me dar muito em conta, rasquei um corte na parte superior das costas daquele monstro e deixei minha caixa cair, espalhando meus soldadinhos de chumbo por todo o chão. Após um urro de raiva o ciclope se recompôs e junto com os demais monstros me cercaram, aquele com toda a certeza seria o meu fim e escutei sem qualquer esperança um dos monstros falarem:
- Você realmente tem o sangue do seu pai semideus, o que faz aumentar ainda mais nosso desejo de mata-lo.
O monstro olhando para os demais, gesticulo com sua boca salivando:
- Chegou nossa hora meus amigos, se preparem. Iremos em fim nos deliciar com a carne e o sangue desse nojento semideus.
Todos eles gargalharam simultaneamente aumentando ainda mais a tensão que estava no ar. Eu não tinha entendido nem mesmo metade das palavras que aquela criatura urrava, mas uma palavra se sobressaia sobre todas as demais. Ao escutar que aquelas criaturas falaram de meu pai, uma onda de raiva invadiu o meu ser, e misteriosamente meus soldadinhos de chumbo começaram a brilhar em uma estranha porem poderosa luz vermelho-sangue.
Minha cabeça tinha começado a girar, pois não estava entendendo mais nada. Meus pacíficos soldadinhos de chumbo haviam incrivelmente se transformado em soldados de de metal em tamanho real e o mais incrível, ganharam vida. Pelo visto os monstros compartilharam de minha surpresa e quando perceberam já estavam sendo fuzilados completamente por aqueles “inocentes” brinquedos, e após alguns segundos de ensurdecedor barulho restava apenas uma gigantesca nuvem de poeira dourada no ar.
Aos poucos a raiva já estava se dissipando de meu corpo porem minha mente estava a mil por hora, até agora eu não tinha compreendido metade do que havia acontecido. Apenas quando Willian, o mais honrado e respeitável soldado que eu já tinha conhecido; e como se não bastasse tinha sido amigo de meus pais, irromperá se pela porta do dormitório eu acordei de meu transe. Rapidamente eu tentei explicar da melhor maneira e em rápidas palavras o que a pouco tinha acontecido, e ao julgar pela sua cara não estava dando muito certo, ele possivelmente não estava acreditando em nenhuma daquelas palavras, o que não me surpreenderia, até porque quando olhei em meu redor aquela nuvem de pó dourado já havia se desintegrado e meus bonequinhos continuavam ali jogados ao chão.
Após alguns segundos que pareceram mais como horas, Willian me agarrou pelos ombros e com uma voz desesperada gesticulou:
- Tony, rápido temos que sair desse lugar o quanto antes. Pelos deuses, realmente a carta que seu pai deixou para mim não estava errada, ele nitidamente não estava louco como pensei.
Ao ouvir aquelas palavras em choque, uma onda de calor emergiu de minhas entranhas.
- Carta? Que carta? Como você pode esconder uma carta do meu pai de mim...
Gritei enlouquecidamente, porem de nada adiantou; Willian já estava me puxando corredor adentro e pela sua cara nada iria me falar. Ao chegarmos no heliporto da base militar, ele nervosamente me jogou para dentro de um daqueles helicópteros negros com o símbolo do exercito americano, prendeu o cinto e correu para a cabine de piloto.
Em minutos já estávamos sobrevoando a montanha Raven Rock, e com os olhos vermelhos e amedrontados meu amigo piloto disse:
- Preste atenção Tony, seu pai não era uma pessoa normal; alias seu pai não era uma pessoa.
Sem entender muito bem aquelas palavras tentei gesticular:
- Co... como? O que o senhor está dizen...
- Preste atenção Tony e pare de fazer essa cara de espanto, está me dando medo. Seu pai antes de sair com sua mãe para a missão, deixou uma carta com orientações para te proteger quando esse dia chegasse; eu fiz de tudo para te proteger e manter seguro, consegui até mesmo que outros soldados me apoiassem para que você pudesse crescer como um aprendiz militar em uma de nossas bases. Mas esses malditos monstros te encontraram, segui todas as recomendações do seu pai, mas eles conseguiram te encontrar mesmo assim...
Eu pensei que mais cedo naquele dia eu já teria visto e escutado insanidades demais para um dia, porem pela boa de meu mais fiel amigo estava ouvindo revelações inacreditáveis.
- Willian, vo... você está ficando louco?
- Não jovem garoto, não estou louco. Apenas tente entender, aquelas lendas que eu sempre lhe contei sobre monstros e deuses, elas são reais. Seu pai Tony é Ares o deus da guerra.
Minha cabeça girava mais rápido do que as hélices do helicóptero, não era possível aquilo, meu pai tinha morrido com minha mãe a 16 anos atrás, como ele poderia ser um deus? Minha mão estava apertando meu canivete.
- Agora irei cumprir aquela estranha promessa que eu tinha feito para seus pais, irei te levar para o único lugar que poderá ficar realmente a salvo, espero que um dia você possa conseguir mais informações e com certeza sentirei saudades, você é para mim como um filho. Mas agora por favor Tony, não dificulte as coisas, apenas deixe eu tentar te levar em segurança para o acampamento de semideuses.
Era a segunda pessoa ( se é que aquele monstro possa ser chamado de pessoa ) que eu escutava a palavra semideus em um dia, realmente aquilo deveria ser apenas um sonho. Mas minha garganta estava seca e não conseguia parar de pensar em meus pais, então vendo agora a paisagem de Nova Iorque estava desapontando no horizonte, resolvi me calar e esperar; eu realmente não sabia e não acreditava em nada que o amigo do meu pai estava falando, mas resolvi esperar e lembrando aquelas cenas a pouco tempo atrás no dormitório, queria apenas chegar naquele lugar que dizia ser seguro. Definitivamente eu não sabia o que ocorria,mas que minha vida tinha acabado de começar a mudar.
Tony Scipriano
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Re: Ficha de Reclamação

Mensagem por 080-ExStaff em Qua 23 Out 2013, 15:50

Feel The Power Of The Seas
Avaliação


Tony Scipriano - Reclamado por Ares!

Bom Tony, gostei da sua ficha... Você descreve muito bem as coisas e apenas erros mínimos quase imperceptíveis como vírgula e pontuação em geral, mas nada demais nem muito chamativo.

Bem vindo ao Acampamento!

Onde: Lugar. -Vestindo: Link - Com: Alguém - Humor: Feliz [?].
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Re: Ficha de Reclamação

Mensagem por Silena B. Charles em Qua 23 Out 2013, 16:43

▬ Por qual Deus você deseja ser reclamado? Caso não queira ser um semideus, qual criatura mitológica deseja ser?
Eu quero ser filha de Nyx.
▬ Cite suas principais características físicas e emocionais.
Fisicas:
Olhos em contaste mudança de cor, cabelos negros, pele clara.
Emocionais:
Sempre anti-social, não gosto que pessoas fiquem tentando serem minhas amigas, eu que as escolho
▬ Diga-nos: por quê  quer ser filho de tal Deus - ou ser tal ser mitológico?
Meu olhos sempre mudam de cor, adoro a noite e sou muito misteriosa (não gosto de dividir segredos), acho que sou muito parecida com Nyx e seus filhos.
▬ Relate a história da sua personagem - não haverá um limite de linhas definidos, deixe a sua criatividade fluir.


Silena nasceu em Los Angeles, mas em pequena, ela e o pai mudaram-se para Manhattan. O pai de Silena, Thomas, trabalha em astronomia, ou seja estuda as estrelas, Silena achava que era uma garota normal, ela tem olhos que constantemente mudam de cor e cabelos castanhos, é alta. Silena tem os mesmos problemas que os outros meios-sangue, mas tinha uma aura muito mais forte, até mais do que a dos filhos dos 3 grandes, o que atraia os monstros. Foi expulsa várias vezes, como acontece como os outros meios-sangue.
Narrado por Silena:
Era de noite e como sempre eu estava sentada na cama e a olhar lá para fora através da janela. Era a noite mais bela que eu já tinha visto, estava cheia de estrelas brilhantes e belas. Deitei-me e logo adormeci.
Sonho: "Estava numa arena, via-se bonecos de treino. Um homem-cavalo, não , um centauro estava a ensinar muitas outras crianças a lutar, algumas tinham a minha idade, mas outras eram mais novas e havia também alguns mais velhos. Aquilo parecia tão real Então começou a sentir abanões e a ouvir o seu nome a ser chamado". Final do sonho.
Acordei, a suar, com o meu pai a chamar-me e a abanar-me.
- Vamos veste-te, as tuas aulas começam dentro de 30 minutos - Avisou o meu pai.
- Ahhh, estúpida escola! - Bufei eu.
*Aquele sonho foi tão real*
Vesti-me, arrumei a minha mochila e fui tomar o pequeno-almoço. Fui para a escola e encontrei a minha melhor amiga, Emily, fomos para as aulas, tudo super normal. Então a minha professora pediu-me para falar com ela. A aula acabou, e antes da Emily se ir embora entregou-me um anel e disse:
- Se alguma coisa estranha acontecer carrega no diamante verde do anel.
- Está bem. Mas que tipo de coisa estranha? - Disse, mas foi tarde demais, ela já tinha ido embora.
A sala estava vazia , a não ser eu e a minha professora, então ela transformou-se num horrível monstro.
- Alecto, a benevolente! - Eu gritei, espera como é que eu sabia aquilo, estava tão confusa. Lembrei o que disse a Emily, apertei o diamante do anel, que imediatamente se transformou numa espada, com um golpe certeiro na barriga da benevolente, destruindo-a.
Emily explicou-me tudo sobre os deuses, semi-deuses, o acampamento e tudo o resto.
Então fomos para o acampamento meio-sangue.

P.S: Desculpe se estiver ruim, sou novata em RPG
Silena B. Charles
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Re: Ficha de Reclamação

Mensagem por 073-ExStaff em Qua 23 Out 2013, 18:18


Ficha de reclamação

Silena – não reclamada
A ficha foi curta demais. Pouco explorou suas características e personalidade, informando pouco sobre a personagem. A história ficou muito rápida e incoerente, pois derrotou a fúria facilmente. Detalhe mais da próxima vez.
Uma dica: justifique o texto para torná-lo mais agradável.
073-ExStaff
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Re: Ficha de Reclamação

Mensagem por 072-ExStaff em Qua 23 Out 2013, 20:29



Atualização {  }
 


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Re: Ficha de Reclamação

Mensagem por Melanie J. Sapphire em Qui 24 Out 2013, 15:49

+Ficha de reclamação+
▬ Por qual Deus você deseja ser reclamado? Caso não queira ser um semideus, qual criatura mitológica deseja ser?
Apolo
▬ Cite suas principais características físicas e emocionais.
Cabelos e olhos dourados, altura mediana e pele bronzeada.
▬ Diga-nos: por que quer ser filho de tal Deus - ou ser tal ser mitológico?
Sabe, quando você se identifica com alguém?Eu me identifiquei com ele, nada mais.
▬ relate história da sua personagem - não haverá um limite de linhas definidos, deixe a sua criatividade fluir

Era um dia de sábado comum, Piper,a tranqüila e alegre menina descansava depois de mais um pôr-do-sol deslumbrante.
Ela morava no orfanato da Senhora Ema, a louca mulher que criava harpias malucas em seu quintal, Ema tinha o dom de ver através da nevoa porem ela usava o poder para dar abrigo a monstros famintos a procura de deliciosos semideuses como Piper e seu irmão David,sim eles sabiam que eram mestiços ,no orfanato apenas viviam crianças deste típico e Ronald ,um sátiro.
Piper aprontara a semana inteira, no domingo ela derrubara alguns peixes ainda vivos em Chita, a harpia preferida de Ema, logo depois entupira a privada com caranguejos carnívoros. O seu castigo seria entrar no campo de batalha e lutar contra algumas harpias “inofensivas”,bom não era um castigo tão ruim comparado a esfregar o banheiro que estava mais para “Deposito de lavagens de ciclopes”.
A menina estava sonolenta, então fechou os olhos e adormeceu...
Sonhou que ela lutava com um ciclope monstruoso e era um pouco diferente dos outros: um único olho
vermelho e pele da mesma cor ,suas presas eram incrivelmente amareladas e com as pontas sujas de sangue.
Ela lutava com uma espada comum de bronze e cabo de couro mas não surgira nenhum efeito no monstro que rapidamente se reconstituía e gargalhava,ela já estava cansada e todo seu corpo doía e formigava como se estivesse dentro de uma bacia de areia.
Ela tentou mais uma vez ferir o monstro no tórax,mas ele sobrevivera normalmente .
Ate que seu irmão David (O menino era da mesma idade que ela ;13 anos pois eram gêmeos)apareceu ,ele tinha cabelos louros palha , os olhos eram dourados da mesma cor de Piper.O menino lhe jogou um arco e flecha e Piper os agarrou rapidamente acertando uma flecha que aparecera na arma no único olho do monstro que se dissolveu em pó .
A menina acordou,soando frio,na sua mão havia um lindo colar de corrente banhada a ouro e um pingente de uma guita rinha
Ela tocou rapidamente no pingente e ele se transformou em um arco com apenas uma flecha já armada ,ela caminhou ate a janela e atirou uma flecha em uma harpia roubando doces de crianças no parque,o monstro se dissolveu piando de dor, e logo depois apareceu uma nova flecha no arco.
Piper estava muito feliz com sua nova arma ,poderia ajudar com seu ‘castigo’ de .Ela vestiu uma calça jeans surrada e uma blusa amarela com solzinhos sorridentes,correu desesperada, estava atrasada para a luta e se não chegasse na hora seu castigo seria uma morte lenta e dolorosa. Ela corria pelo corredor ate chegar no centro de batalha todos gritavam e berravam e alguns atiravam bolas de papel e tomates,a garota respirou fundo e entrou,ela podia ouvir os gritos:
-Começa,começa,começa...!
Após se aproximar mais um pouco uma jaula de aço era guinchada ate o meio da zona de batalha ela estava coberta com um tecido negro.
-Silencio!-Ema berrou – Hoje teremos uma luta com Piper Sally, ela enfrentara Chita e outras duas amiguinhas, como todos sabem minha harpia favorita!Entre semideusa.
Piper deu mais alguns passos e Ema então ordenou que abrissem a jaula ,obedeceram a sua ordem e liberaram Chita,Ryana,e Mary
Chita tinha penas douradas com um tom preto tenebroso, usava uma roupa de banho vermelha ,suas mãos e rosto eram enrugados e feios ,já as duas eram totalmente iguais uma a outra usavam um vestido desbotado e florido suas penas tinham um tom avermelhado e eram bem menores que Chita.
-Que comece a luta!-Ema anunciou.
A harpia menor avançou para cima de Piper e ela reagiu pensando em uma flecha flamejante e lançou na harpia que rapidamente virou uma mistura de gelatina e pó, a próxima harpia a Ryana a que provavelmente seria a irmã da que Piper acabara de assassinar olhava para ela furiosa.
Ryana desferiu um golpe em Piper ,assim cortando-o seu braço com o bico.O ferimento ardia e sangrava ele teria mais ou menos uns 10 centímetros e se localizava na horizontal do braço ,sua vista escureceu e a ultima coisa que pensou foi matar as harpias e vencer seu castigo,ligeiramente duas flechas dispararam e atingiram as duas que caíram gemendo de dor,Piper deu um sorrisinho e desmaiou.
Ela, acordou numa maca da enfermaria lã estavam David e seu melhor amigo Ronald olhavam aflitos para ela .
-Mana Ema te expulsou porque matou Chita e se você vai eu e Ronald vamos!-Disse David.
Ela respirou profundamente e perguntou:
-Para onde nos vamos?
-Para um acampamento de meio-sangues e criaturas mitológicas.-Ronald respondeu.-Você consegue se levantar?
Piper se levantou ,ao pisar no chão fez uma careta .
-Consigo!
Andamos mais um pouco ate a avenida onde passava inúmeros taxis ,Ronald jogou uma moeda dourada no chão e recitou algumas palavras em grego antigo,então apareceu um taxi cinzento parecia ser feito de fumaça nos bancos da frente aviam três velhinhas sem olhos.
-Para onde?-elas perguntaram juntas.
-Acampamento meio sangue!-Ronald respondeu.
Entramos no taxi de fumaça e partimos .Piper estava confusa com tudo aquilo ,ela se perguntava por que sua mãe abandonou ela e seu irmão no orfanato ....
-Sua mãe e Ema - Ronald disse como se lesse minha mente.-Seu irmão já sabe
Piper estava muito surpresa com aquilo,como poderia ser filha de uma mulher tão rude,nojenta e chata,bom pelo menos Ema era boa em arco e flecha ela tinha varias medalhas na sua suíte .Agora ela tinha entendido por que David tratava tão bem a mulher.
O taxi estacionou e descemos em uma espécie de acampamento de férias só que muito maior ,com sátiros e espíritos da natureza e também uma escalada de lava.
fim
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Re: Ficha de Reclamação

Mensagem por Ramsay Cumberbatch em Qui 24 Out 2013, 18:11

▬ Por qual Deus você deseja ser reclamado? Caso não queira ser um semideus, qual criatura mitológica deseja ser?
Apolo

▬ Cite suas principais características físicas e emocionais.
Físicas:  algumas das características de Apolo, sou um jovem alto - 1.67 – atlético, olhos de cor pretos e moreno.
Emocionais: Gosto de ficar ao ar livre e escrever, sou uma pessoa amigável e confio muito nas pessoas, o que pode ser meu grande defeito,  sempre que faço uma amizade tendo a não desfaze-la , gosto de manter meus amigos por perto e sempre quero ajuda-los, sempre estou disposto a me machucar ou até morrer para salvar meus companheiros, sou otaku, alegre e muito animado.

▬ Diga-nos: por que  quer ser filho de tal Deus - ou ser tal ser mitológico?
Quero ser filho de Apolo pois me identifico muito com ele, gosto de ficar ao ar livre com o Sol na minha cara, isso sempre me agrada, sempre gostei de arco e flecha e de musica. Muitas vezes vou bem nas provas de redação quando elas envolvem poesia ou fazer  uma letra de musica.

▬ Relate a história da sua personagem - não haverá um limite de linhas definidos, deixe a sua criatividade fluir.
OBS: O player não é obrigado a ir ao Acampamento, mas deve narrar a descoberta de que era um semideus e o momento da reclamação- e se não foi indo a Long Island, como foi?



Havia passado do meio dia quando vejo meu amigo Jack (um jovem que falava que tinha a minha idade, mas era com certeza mais velho que eu e usava muletas) bateu na porta de casa e disse:
- Cara vamos logo, agente vai se atrasar!
- Nós atrasar para o que? – Respondi com cara de confuso.
- Para o cinema, você esqueceu?
Tinha me esquecido completamente do cinema que havíamos marcado, estivera tão entretido jogando videogame que até esqueci o cinema. Rapidamente levantei, deixei o controle no sofá e fui me trocar para sair, depois de trocado fui para a porta de casa, escrevi um bilhete para minha mãe e deixei grudado na porta, então eu sai. Do lado de fora entrei Jack me esperando encostado na parede, ele chama o elevador e fala:
- Está trazendo um celular? – perguntou
- Não, minha mãe nunca me deu um, já tenho 14 anos e ainda não tenho um celular, isso é tão chato. - respondi
- Melhor, assim não preciso me preocupar tanto.
- Se preocupar com o que?
- Nada não. – respondeu ele com uma cara de nervoso – Será que conseguiremos chegar no cinema a tempo? – perguntou querendo mudar de assunto
- Cara, o cinema é a dois quarteirões daqui, é claro que da tempo.
- Há, é verdade. – disse ele, começando a suar e tremer.
- Você esta suando e tremendo, está tudo bem? - perguntei
- Sim, estou bem, só estou um pouco nervoso.


Após o cinema, quando estávamos retornando para meu apartamento eu vejo que Jack para no meio da calçada com cara de assustado.
- Eles estão aqui, é melhor corrermos. – disse ele
- Eles quem? – perguntei
- Depois te conto, agora corra.
Corremos até a minha casa, quando chegamos lá vi minha mãe, ela olha com uma cara de assustada para Jack e pergunta:
- O que aconteceu? – pergunta minha mãe
- Posso falar a sós com a senhora? – perguntou Jack
- Sim, James porque não vai no seu quarto e me espera lá?
- Ok. – Respondi
Vou para meu quarto e começo a pensar no que eles estão conversando ‘’o que sera qua fez Jack ficar tão assustado?’’ pergunto para mim mesmo. Cinco minutos depois minha mãe entra correndo no meu quarto, pega uma mochila e diz:
- Rápido, junte as suas coisas.
Encho a mochila até não caber mais nada e vou para a porta da casa, la encontro minha mãe chorando e Jack, e pergunto oque aconteceu:
- Vocês devem ir rápido, antes que algum deles alcancem vocês. – falou minha mãe
- Eles quem? – pergunto
- Obrigado por tudo Srª Meldon, agora vamos James, não temos muito tempo – fala Jack
- Vamos para onde? Quem está atrás da gente? O que esta acontecendo? – pergunto eu com raiva e confuso ao mesmo tempo
- Não tenho tempo para explicar, quando chegarmos lá eu te explico tudo. Até mais Srª Meldon.
Minha mãe olha para mim chorando e fala:
- Vai logo filho.
Me despeço de minha mãe e sigo Jack, enquanto andávamos Jack abre sua mochila e me da uma espécie de faca com cor de bronze e fala para eu andar sempre com ela até chegarmos ao acampamento, ‘’Acampamento, que acampamento?’’ penso. Andando mais um pouco Jack encontra um taxi livre, pede que entrarmos e fala para o motorista nos levar até Long Island, durante a viajem, eu fico pensando em tudo que aconteceu, e com sono eu adormeço.  Ao acordar vejo que o carro esta parando, Jack pergunta ao motorista o que aconteceu e ele responde que os taxis de NY não podem ir tão longe, então descemos do taxi, Jack paga o motorista, e fala:
- Pelo menos não estamos tão longe, me siga. – diz Jack
Depois de cinco minutos correndo sem parar eu olho para Jack e pergunto se já estamos chegando, ele aponta para um grande pinheiro e fala que é ali o nosso destino, continua a correr, para chegar mais rápido ao pinheiro. Ao chegarmos ao pinheiro me deparo com um grande dragão e admirado, fico olhando para ele. Depois de ficar cinco minutos admirando o dragão ouvi meu amigo sátiro, que me trouxera ao Acampamento Meio-Sangue, me chamar e dizer:
- Venha, está vendo aqueles chalés ali? - perguntou ele
- Sim, mas o que eu... - tentei dizer
- Mais tarde explicarei tudo, mas antes você deve se acomodar no seu chalé e rezar para que ainda haja uma cama, procure pelo chalé 11, ele será o com mais meio-sangues, mais tarde faremos um tour pelo acampamento - disse ele
Andando em direção aos chalés começo a olhar os outros ''meio-sangues'' (o que diabos deve ser esse negocio de meio-sangues? - pensei).chegando ao chalé 11, depois de muita procura, abro a porta e me deparo com um bando de crianças e adolescentes em suas camas, ou pegando coisas dos outros ou conversando, andando pelo chalé vejo duas meninas conversando, e pareciam ser novas por aqui também. Chego perto delas e falo:
- Olá, meu nome é James Meldon, vocês sabem se tem alguma cama disponível por aqui?
- Oi, Alice Oliver, bom eu acho que aquela cama está vazia. Pode usar eu acho, somos novas aqui sabe? Ah! E essa é a Simone Ramos. -  Responde Alice - Bem vindo.
- Obrigado – digo


Olho em volta e então pergunto para Alice:

- Por acaso você sabe o que esta acontecendo aqui? Um amigo meu que usa muletas me trouxe para cá sem me explicar nada. - pergunto a ela com cara de confuso.
-Hey vamos nos sentar ali- disse Alice - Agora me diz, você conhece as histórias da Mitologia Grega?
Vou até a cama desocupada, e jogo minha mochila na cama. Volto para perto de Alice e respondo:

- Um pouco, sei mais sobre os deuses e alguns lugares e heróis, também chamados de semideuses ou meio-san...
Faço uma pausa em minha fala e penso: ''meio-sangues, foi isso que me amigo me chamou varias vezes, seria possível?'' penso, logo em seguida digo a mim mesmo ''pare de imaginar coisas'', então volto a dizer:

- Meio-Sangues, até tirei A na prova de historia sobre mitologia grega, mas o que mitologia tem a ver com isso tudo? - pergunto a Alice.
- Bom vou dizer a verdade- Alice uma pausa - Tudo é verdade, as histórias, os heróis, os Deus e muito mais, são tudo reais e se você está aqui é porque você é igual a mim e a Simone e todos os presentes aqui. Você é um Meio-Sangue, como preferir, Seu pai ou mãe é um Deus Grego Olimpiano e bom você é isso, eu sou isso, somos isso, essa é a verdade, tudo em você esta relacionado a ser um Meio-Sangue, imperatividade e tudo mais.
Olho para Alice com uma cara de confuso e sem acreditar pergunto:

- Serio? – pergunto

''Como isso poderia ser verdade?'' penso, Olho para Alice ainda com a cara de confuso, olho em volta, achando tudo estranho agradeço Alice e vou para minha cama, onde fico sentado tentando processar essa informação. Ainda assustado com tudo isso eu penso ‘’ se isso é verdade, o melhor eu treinar para sobreviver e torcer para que eu seja reclamado logo.’’ Agora só me resta seguir a dura vida de um meio-sangue.
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Re: Ficha de Reclamação

Mensagem por 080-ExStaff em Qui 24 Out 2013, 18:35

Feel The Power Of The Seas
Avaliação


Piper Sally - Reclamada por Apolo.

Piper, parabéns :D
Bom,mesmo você tendo passado vou te dar umas dicas de como melhorar, Ok?
Para começar, você pode narrar um pouco melhor o combate, os lugares à sua volta, bom... Quanto mais detalhado for seu texto, melhor será para você =)
Revise seu texto antes de postar e assim você irá garantir que não tenham muitos erros... E isso ajuda muito sua pontuação depois.
De qualquer forma, Bem Vinda filha de Apolo!

James Meldon - Reprovado.

Então, James... Lamento por ter que reprová-lo, mas claro que lhe darei motivos.
Em sua narração vi que você usa muitas falas, mas ficou faltando detalhes com relação a lugar, pessoas, enfim... Tudo conta numa narração, e isso foi o que mais faltou... Poderia contar um pouco mais de história sobre você, de onde veio, o que gostava, sua reação e a reação das pessoas que estão com você...
Essa é uma dica que dou a muitas pessoas, porque é um erro comum de se encontrar... Mas agora que dei essas dicas para você, creio que você consegue passar.
Boa sorte na próxima vez =/

Onde: Lugar. -Vestindo: Link - Com: Alguém - Humor: Feliz [?].







Atualização
Atualizado por ♦ Zeus
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Re: Ficha de Reclamação

Mensagem por Moises Trovisk em Sex 25 Out 2013, 03:43

OI PESSOAL EU VOLTEI, APOSTO QUE SENTIRAM MINHA FALTA. NÃO É MESMO RAFAELLA?
Moises Trovisk
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Acampamento Meio- Sangue

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Re: Ficha de Reclamação

Mensagem por Zeus em Sex 25 Out 2013, 21:36

Moises Trovisk - Banido por flood nas fichas de reclamação.


Corrija um sábio e o fará mais sábio.
Corrija um ignorante e o fará teu inimigo.
Zeus
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Ficha de Reclamação.

Mensagem por Elliot Hatae em Sex 25 Out 2013, 22:33

▬ Por qual Deus você deseja ser reclamado? Caso não queira ser um semideus, qual criatura mitológica deseja ser?
Apolo.

▬ Cite suas principais características físicas e emocionais.
Elliot é um menino de 15 anos, de origem japonesa, de baixa estatura e de cabelos loiros e lisos — os quais ele costuma pintar com as mais diversas cores com frequência —,  com uma franja que cai em seus olhos e torna seus traços delicados ainda mais infantis. Sua personalidade faz jus a sua aparência delicada, já que Elliot é um rapaz extremamente gentil e agradável. Nas raras vezes em que se irrita, Elliot não grita ou é ignorante com as pessoas, mas normalmente chora de raiva. Tem grande paixão por cantar, e tem grande talento para tal, já que possui uma voz suave e melodiosa. Costuma usar a música como válvula de escape para suas emoções, porque não gosta de perturbar ninguém com seus problemas. Apesar de ser quieto e um tanto tímido, ele se transforma em outra pessoa quando está com as pessoas que ama — principalmente com seu irmão mais velho, Ethan —, adora contar histórias e cantar para os seus amigos, fazendo de tudo para deixá-los felizes.

▬ Diga-nos: por quê  quer ser filho de tal Deus - ou ser tal ser mitológico?
Tenho vontade de ser reclamado por Apolo pois admiro muito suas funções, especialmente a de ser o deus do Sol, pois sem o Sol, não existiria vida humana, animal ou vegetal. Além disso, sou um grande amante de música, e seria uma honra ser reclamado pelo deus responsável por essa arte.

▬ Relate a história da sua personagem - não haverá um limite de linhas definidos, deixe a sua criatividade fluir.
OBS: O player não é obrigado a ir ao Acampamento, mas deve narrar a descoberta de que era um semideus e o momento da reclamação- e se não foi indo a Long Island, como foi?


Acordei com uma luz forte no rosto e o despertador tocando escandalosamente próximo ao meu ouvido. Virei meu corpo no colchão de minha cama, ficando de bruços na mesma, pegando o travesseiro e colocando-o sobre a cabeça, numa tentativa inútil de abafar o barulho irritante do despertador. Me dei por vencido e rolei na cama, quase caindo no chão nesse ato, mas apoiei as mãos no assoalho, ficando de pé aos poucos. Estiquei os braços, me espreguiçando e sentindo os ossos de minhas costas estralarem e fitei a janela com cortinas brancas, por onde a luz solar se infiltrava. Não consegui deixar de sorrir, afinal, eu amava o sol. Praticamente me arrastei como pude até o banheiro, no caminho esbarrando na cama do meu irmão mais velho, Ethan, que apenas soltou um murmúrio incoerente e voltou a dormir. Entrei no banheiro, fazendo minha higiene matinal de forma rápida, e logo voltei ao quarto, abrindo meu guarda roupa e buscando alguma roupa para que eu pudesse começar mais um dia de trabalho.

Não é exatamente um trabalho. Eu e meu irmão trabalhamos nos fins de semana na loja de instrumentos musicais dos nossos tios, nossos responsáveis legais, já que nossa mãe havia morrido enquanto me dava a luz. Eu sinto saudades de uma figura materna em minha vida, mesmo jamais tendo conhecido ela. Eu tenho meus tios para cuidarem de mim e de Ethan, o que já era bom, mesmo que eles não fossem exatamente carinhosos.
Terminei de me arrumar, e fui até a cama de Ethan, balançando-o pelos ombros para que o mesmo acordasse. Não me demorei naquilo, e saí do quarto, descendo um lance de escadas rapidamente, até chegar na sala da casa de meus tios. Eles não estavam na sala ou na cozinha, então logo supus que eles já haviam aberto a loja. A loja era no andar debaixo da casa, então eu não tinha muito trabalho em chegar no meu “serviço”. Fechei a porta de casa e desci outro lance de escadas e saindo pelo portão de ferro, entrando na loja de instrumentos musicais.

Bom dia, tio! — Cumprimentei meu tio que já estava no balcão da loja, folheando uma revista que eu não consegui identificar.
Bom dia, Elliot. — Disse polidamente, com uma formalidade que não era típica dele. Estranho. Dei de ombros, indo para trás do balcão junto de meu tio, olhando por cima do ombro dele a revista que ele folheava, tentando saber o que prendia tanto a atenção dele naquela revista.
Pare de bisbilhotar, garoto! Comece seu serviço, logo mais os clientes chegam. — Ele vociferou, afastando a revista para longe do meu olhar. Fiz um bico emburrado, mas acatei sua ordem, indo para próximo da entrada da loja.

Minha única tarefa naquela loja era recepcionar os clientes que apareciam e perguntar-lhes se eles estavam á procura de algum instrumento específico, mostrá-los a seção correta, que do resto o meu tio cuidava. Não era exaustivo, mas eu gostava, eu gastava horas admirando os instrumentos, mesmo que eu não soubesse — nem ao menos havia tentado, na verdade — tocar nenhum. Minha especialidade era cantar, mesmo.
Depois de alguns minutos, Ethan desceu para a loja também, passando a me ajudar com os clientes. O movimento na loja era pouco naquele dia, então tomei a liberdade de sentar atrás do balcão, cantarolando uma música qualquer ainda de olhos fechados. O sino no alto da porta da loja tocou, me tirando dos meus devaneios, e sorri ao ver meu colega de escola, Nicholas, andando em minha direção.

Nicholas sempre costumava passar as tardes de sábado na loja comigo e com Ethan, o que era muito bom, porque passar tantas horas fazendo quase nada era meio entediante. Nicholas era bem divertido, apesar de ser meio estranho no seu jeito de falar e de se vestir, sempre era uma ótima compania.
Oi, Nich. — O cumprimentei animadamente, me levantando da cadeira que antes estava sentado, dando um abraço um tanto desajeitado em meu amigo.
Meninos, eu vou dar uma saída rápida, mas já volto. — Meu tio se pronunciou, parecendo preocupado, saindo da loja apressadamente e largando as chaves do carro no balcão mesmo. Estranho, considerando que ele não saía sem o carro.
Ethan se aproximou de nós, e passamos a conversar os três sobre coisas banais, a contar piadas e a rir escandalosamente como os adolescentes que éramos.
Pessoal, eu preciso falar uma coisa pra vocês, é sobre... — Antes que Nicholas terminasse de falar, ouvi o sino soar novamente, chamando a atenção de nós três. Uma mulher muito bonita entrava na loja, e eu me apressei em sair de trás do balcão e ir até ela.
Posso ajudar? — Disse gentilmente, observando mais de perto a mulher que agora olhava as guitarras penduradas na parede.
Oh! — Ela disse, parecendo espantada com a minha presença. — Claro que pode, jovem. Estou procurando uma flauta transversal. — Ela retrucou com uma voz incrivelmente doce. Me foquei em seu rosto por alguns segundos e pude jurar que vi sua imagem tremular diante de meus olhos. Dei um passo assustado para trás, mas tratei de me recompor. Olhei para Ethan e Nicholas, que me olhavam de um jeito engraçado. — Ahn, me acompanhe, as flautas estão naquela prateleira... — Me dirigi á moça novamente, que me acompanhou enquanto eu caminhava até a prateleira com diversas flautas.

Me levantei na ponta dos pés para alcançar uma das flautas, e mal tive tempo de raciocinar antes da mulher estender uma mão — pálida, com dedos finos e com unhas afiadas como garras — em minha direção, me acertando diretamente no rosto. Calmbaleei pra trás, tentando segurar em uma das prateleiras para não cair, mas só consegui ver a mulher — que ao invés de pernas, agora tinha duas serpentes na parte inferior do corpo — lançando um sorriso perverso para mim antes de sentir o choque da minha cabeça com o chão, perdendo a consciência naquele instante.

. . .

Você acha que ele vai demorar pra acordar? — Ouvi uma voz apreensiva vindo de algum lugar próximo de mim, que reconheci como ser a de Ethan. Tentei abrir os olhos ou falar alguma coisa, mas não consegui, era como se eu estivesse sonhando.
Não sei, ele bateu a cabeça com muita força... — Outra voz respondeu, e senti algo frio tocar minha testa. Apertei os olhos, tentando acordar, mas de nada adiantou.
Nich... Você pode mesmo nos dizer quem é nosso pai? — Ouvi a voz de Ethan novamente. Como assim? Que história era essa de conhecer nosso pai? Estava angustiado por só conseguir ouvir e não falar.
Bem... Sim, mas vocês tem de ficar aqui no acampamento para receber treinamento. Lá fora é perigoso demais para semideuses... — Nich falou num suspiro, e eu começava a ficar apavorado. Que assunto era aquele? Eu estou sonhando?
Finalmente consegui abrir os olhos, e encarei Ethan e Nicholas, que estavam sentados do lado da cama onde eu estava deitado. Eu não estava no meu quarto, e Ethan e Nicholas estavam muito suados e com vários ferimentos sobre a pele. Olhei confuso para ambos, esperando que um dos dois começasse a falar, mas nenhum deles se pronunciou.

D-do que vocês estavam falando? O que tem o meu pai? E que acampamento é esse? E isso de semideuses e e... — Eu nunca estive tão confuso. Eu queria chorar, gritar, se possível desaparecer. Sou muito calmo na maior parte do tempo, mas não entender o que estava se passando estava me deixando desesperado. Olhei minhas mãos, que repousavam sobre meu colo, estavam completamente trêmulas. — Alguém me explica o que está havendo, por favor...
Elliot, se acalma... Você e o Ethan, vocês... são semideuses. Isso quer dizer que você é filho de um deus olimpiano com uma humana... Por isso vocês tem que ficar aqui, no Acampamento Meio-Sangue, senão monstros mitológicos, como aquela mulher que apareceu na loja, vão passar a perseguir vocês, até conseguirem matar vocês. O Acampamento é o único lugar seguro no mundo para semideuses como vocês dois.
Encarei Ethan, como se esperasse que ele desmentisse tudo, dissesse que era só uma brincadeira de muito mal gosto da parte de Nicholas, mas a única coisa que ele fez foi abaixar a cabeça. Mordi meu lábio com força, tentando refrear as lágrimas que escapavam de meus olhos, e me apressei em secá-las com as costas das mão, respirando fundo na tentativa de me acalmar. Não poderia ser tão ruim, poderia?

Então... qual... deus é o nosso pai? — Murmurei, estranhando a recente descoberta de meu pai ser um deus grego. Olhei para Ethan, ele parecia ter aceitado isso melhor que eu. Ou pelo menos era o que parecia, ao olhar sua expressão.
Bem... Quíron me disse algo que... Em breve chegariam dois irmãos no acampamento e... Ambos filhos de Apolo. Tudo indica que são vocês. — Nicholas disse apreensivo, parecendo temer por minha reação, e eu abaixei minha cabeça, refletindo. Acho que eu já ouvira aquele nome, talvez nas aulas de filosofia do colégio. Eu não costumava prestar muita atenção, já que eu tinha dificuldade em me concentrar nas explicações.
Quem... Ele é, exatamente? Quer dizer, o que ele faz? — Perguntei, comprimindo os lábios, um tanto temeroso com a resposta. Nicholas sorriu, acho que era um bom sinal. Ele olhou de mim para Ethan, e se esticou sobre a cadeira, como alguém que soubesse de tudo.
Bem... Apolo é o deus do Sol, um dos gêmeos arqueiros, deus da música, razão, perfeição e equilíbrio.
Permaneci estático. Não sei por quantos minutos, mas fiquei encarando a parede daquele quarto, que parecia ser de enfermaria. Não sabia se gritava de raiva ou chorava de emoção, eu estava confuso demais com tudo aquilo. Tentei me beliscar, pra ter certeza de que não estava sonhando, mas não surtiu nenhum efeito. Iria ter de encarar a realidade.

Eu era um semideus. E filho de Apolo.
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Re: Ficha de Reclamação

Mensagem por Ethan Hatae em Sex 25 Out 2013, 23:35

▬ Por qual Deus você deseja ser reclamado? Caso não queira ser um semideus, qual criatura mitológica deseja ser?
Apolo.
▬ Cite suas principais características físicas e emocionais.
Ethan é um rapaz de 16 anos de origem japonesa, seu biotipo é incomum para os meninos da sua idade, a cintura fina e a estatura alta, o fazem parecer ser um pouco mais velho do que realmente é. Seu cabelo está em constante mudança, apesar de ter nascido loiro, às vezes se aventura, passando uma tinta colorida qualquer nos fios, apenas para mudar um pouco sua rotina monótona. Aparenta ser uma pessoa enfezada, mas ao contrário do que essa primeira impressão demonstra, Ethan é muito extrovertido, está sempre buscando fazer novos amigos, e ser simpático com as pessoas ao seu redor. Ele é apaixonado por desenho, desde que se entende por gente, está acostumado a pegar o papel e o lápis para desenhar de tudo, da mais simples forma, até o seu estilo de desenho favorito, o que mais o inspira a desenhar, seu irmão Elliot. Teve que crescer e amadurecer muito cedo, pelas dificuldades que lhe fora apresentada, aprendeu a se defender e a cuidar de tudo, e por isso, tornou-se uma pessoa desconfiada, extremamente protetora, mandona e ciumenta.
▬ Diga-nos: por quê  quer ser filho de tal Deus - ou ser tal ser mitológico?
Sempre admirei muito as funções que Apolo exerce, principalmente por ser ligado as artes, que é uma coisa de grande influência na minha vida. E a forma espontânea e divertida que ele lida com as coisas, faz com que ele seja meu deus favorito.
▬ Relate a história da sua personagem - não haverá um limite de linhas definidos, deixe a sua criatividade fluir.
OBS: O player não é obrigado a ir ao Acampamento, mas deve narrar a descoberta de que era um semideus e o momento da reclamação- e se não foi indo a Long Island, como foi?


Eu não sabia exatamente onde estava, era um local extremamente quente, meu corpo todo estava com manchas pretas, meu cabelo estava colado em minha pele e completamente molhado. Minhas roupas estavam parcialmente rasgadas, e eu possuía machucados por todo o corpo.
Minhas mãos estavam acorrentadas na parede, e os meus pés presos um ao outro. Eu tentava me mover, tentava escapar das pesadas correntes, mas tudo que eu fazia era em vão, eu não conseguia movimentar um milímetro sequer do local que eu estava. Por mais que eu quisesse gritar, era como se minha voz falhasse, como se eu não tivesse mais voz.
Tudo estava ficando escuro, como se meu corpo estivesse perdendo todas as forças, mas eu tinha certeza de que uma figura sobrenatural se aproximava de mim, eu não conseguia distinguir o que era, mas tinha certeza de que era uma mulher que se aproximava de mim.
Os dígitos gélidos e mórbidos que aquela criatura possuía preencheram a região das minhas bochechas, segurando aquele local com tanta força, que pude sentir uma ferida se abrir. Os olhos vermelhos fitavam os meus, e um sorriso extremamente assustador delineava os lábios arroxeados da criatura, ela se aproximava cada vez mais de mim, roçando os lábios na minha orelha, começando a proferir uma frase.


Então tudo se tornou claro novamente, eu não estava mais amarrado, não havia monstros tentando me matar e nem mesmo sussurrando uma frase ao pé do meu ouvido. Eu estava no meu quarto, deitado no meio dos cobertores, assim como havia me lembrado de estar antes de adormecer.
Olhei para o lado oposto do quarto e não achei o Elliot por lá, provavelmente ele já deveria estar na loja, e eu estaria novamente atrasado para chegar à loja dos meus tios, onde a gente ajudava a receber os clientes. Não era bem um emprego, era mais um favor que fazíamos para os nossos tios.
Levantei-me da cama, ainda um pouco assustado com o pesadelo que me assombrava, não é como se eu não estivesse acostumado a ter pesadelos, mas esses com monstros eram bem raros. Geralmente eu sonhava com a minha mãe, mesmo não me lembrando dela, eu imaginava exatamente como eu queria que ela fosse.
Mas geralmente esses sonhos acabavam com alguma tragédia, ela morria, era levada, se transformava em algo sobrenatural, se matava, me matava, me abandonava, eram quase sempre sonhos ruins.
Eu queria ter tido mais tempo a minha mãe, não queria ter perdido ela com tão pouca idade. E também queria ter conhecido o meu pai, eu nem ao menos sei o nome dele...
Não demorei muito para me arrumar, devido às circunstâncias em que eu me encontrava, não podia enrolar para ficar pronto, ou acabaria levando uma bronca depois. Seria trabalhoso procurar pelos meus tios ou pelo Elliot por toda a casa, e como eu tinha plena certeza de que os três já se encontravam na parte de baixo da casa, onde ficava a loja, eu não hesitei em ir correndo para lá.
A loja já estava funcionando, e alguns clientes estavam lá dentro à procura de instrumentos musicais. Elliot já fazia sua função, tentando dar atenção para todos os clientes que entravam na loja, e por ele estar ocupado, não consegui nem ao menos falar com ele naquele momento, então, fiz o que era mais útil, fui ajudá-lo na recepção das pessoas que entravam ali.
Não muito depois, percebi que o Elliot havia caminhado até o balcão, e que de forma despreocupada cantarolava uma música. Sem que ele percebesse, aproximei-me daquele local, mantendo silêncio para que eu apenas pudesse ouvi-lo cantar. A voz dele era doce e gostosa de ouvir, eu poderia passar horas só o ouvindo cantarolar qualquer música que fosse, ou até mesmo poderia pegar um pedaço de papel qualquer e desenhá-lo exercendo essa função.
O tilintar do sino na porta, fez com que eu virasse o corpo por completo, abrindo um largo sorriso ao ver que Nich – Nosso colega de escola que passava as tardes na loja- havia chegado.
— Nich! – Exclamei, aproximando-me dele em seguida, fazendo um típico ‘toque’ com as mãos, abraçando-o em seguida.
Nich era um amigo e tanto, estava sempre com a gente, mesmo que ele fosse um poço misterioso às vezes, eu gostava dele, e confiava muito nele, sentia que quando ele estava por perto, o ambiente ficava mais seguro de algum modo.
As pessoas pareciam estar estranhas hoje, cheguei a considerar o fato de que todos havíamos tido pesadelos essa manhã. O meu tio se despediu de forma ríspida antes de sair da loja, e parecia estar com bastante pressa, apesar de não ter levado as chaves do carro.
Nós três passamos algum tempo fazendo o que era quase rotineiro quando a loja estava sem movimento, ocupávamos nosso tempo rindo, fazendo palhaçada, conversando coisas banais. Mas para confirmar a minha teoria de que todos tinham acordado com o pé esquerdo essa manhã, Nicholas cortou aquele tom de brincadeira, tornando sua feição séria para então falar:
— Pessoal, eu preciso falar uma coisa com vocês, é sobre... – Antes mesmo que ele pudesse terminar de formular a frase, uma mulher esguia entrou na loja, e Elliot saiu de seu lugar parar atendê-la.
— O que você estava falando? – Estava realmente curioso para saber o que ele tinha que conversar conosco.
— Não dá cara... Não posso falar só para você, eu preciso que os dois estejam aqui.
Antes que eu pronunciasse mais alguma coisa, um estrondo entrou em nosso campo auditivo, e assim como eu, Nich virou completamente o corpo para o local que o Elliot estava. Por mais que pudesse não ser nada perigoso, apenas um violão que havia caído, algo me dizia que eu tinha que ajudar o meu irmão, como se fosse algum tipo de... conexão.
O barulho veio do local onde ficavam as flautas, e o Elliot havia levado a mulher estranha para lá. Meu coração falhou uma batida, e minhas pernas se moveram sozinhas até aquele local, parando pouco antes de se aproximar muito dos dois.
A mulher não estava mais em sua forma normal, a parte inferior do seu corpo eram serpentes, e o Elliot sangrava muito na parte da cabeça, jogado no chão de forma totalmente vulnerável.
Eu não sabia o que estava acontecendo, queria pensar que aquilo era um sonho ruim, ou que era fruto da minha imaginação cansada, mas sabia que era real, e tive mais certeza ainda quando a criatura virou para a minha direção, chegando perto de mim com uma velocidade sobrenatural. Quando os dedos dela se fecharam em minha bochecha, fazendo com que uma ferida se abrisse no local em que ela forçava cada garra, eu tive uma estranha sensação de estar vivendo o que eu havia sonhado.
Mas dessa vez, eu não acordaria, não estaria no meu quarto embrenhado nos cobertores, eu tinha que me defender. Tentei puxar as mãos dela, tentei chutá-la, mas tudo parecia em vão, a força dela era trilhões de vezes maior do que a minha, e nada pontiagudo estava perto de mim para que eu pudesse ter alguma vantagem.
Assim que ela bateu meu corpo contra a estante de instrumentos, senti minha cabeça latejar, e acabei por fechar os olhos, preferindo não encarar as cenas que viriam a seguir.
Um som alto e irritante começou a tocar próximo a nós, assim como a criatura que me segurava, virei meu rosto para encarar Nicholas, que agora tocava uma melodia em uma flauta diferente de todas que eu já havia visto. A mulher me soltou, fazendo meu corpo cair no chão de uma vez só, antes que minha visão de tornasse um pouco turva, vi plantas nascerem do chão e envolverem todo o corpo da mulher, engolindo qualquer resquício de vida que permanecesse nela. As plantas afrouxaram o casulo que haviam formado em volta da mulher, e tudo que pude ver, foram as cinzas que de forma aleatória se espalhavam pelo chão.
— Ethan? Ethan? Você pode me ouvir? – Só percebi a presença de Nicholas do meu lado, quando ele pousou a mão em meu ombro e me sacudiu de forma abrupta.
— Cara... o que acabou de acontecer aqui? – Olhei para ele assustado, mas não obtive qualquer resposta, ele apenas balançou a cabeça negativamente.
— Escuta, cara, nós precisamos tirar vocês daqui, e bem, o Elliot ainda está inconsciente, eu preciso que você o pegue e leve até o carro do seu tio, não me faça perguntas agora, eu não posso lhe explicar até que você entre naquele carro e eu saiba que está seguro.
Assenti, e assim como ele mandou, não fiz nenhuma pergunta. Eu confiava nele e sabia que não me deixaria na mão em um momento de tanta confusão, peguei Elliot no colo, levando até o destino indicado. Quando já estávamos no carro, rasguei um pedaço da camiseta que vestia para estancar um pouco do sangue que escorria de Elliot, eu estava com medo e assustado, não pelo que aconteceu e sim com a possibilidade de perder a pessoa que eu mais amo no mundo.
— Então... Acho que te devo algumas explicações, certo? – Nicholas começou, e pude perceber o tom de nervosismo em sua voz. Antes mesmo que eu me pronunciasse, ele já começara a falar. – Sabe aquela história toda sobre mitologia grega, deuses do olimpo e monstros? Podemos dizer que aquilo tudo é real, e a prova viva de que isso realmente existe são pessoas como eu, você e o Elliot.
— Como assim? Você está me dizendo que eu sou um tipo de monstro? – Eu estava confuso, a pouco havia visto uma metade mulher metade serpente, e agora eu fazia parte da mitologia grega?
— Não, você não é um monstro. Bom, podemos dizer que a sua mãe foi uma mulher de sorte, algum dos grandes e poderosos deuses gregos se apaixonou pela sua mãe, e teve algum tipo de relação mais íntima com ela, se é que me entende... Gerando assim você e o Elliot. Vocês são os chamados semideuses, uma mistura de um deus olimpiano e uma mulher comum.
Era difícil raciocinar e entender tudo que ele havia falado. Em poucas horas, tudo o que eu sabia e havia conhecido haviam virado de ponta cabeça. Não estava em posição de discordar dele ou chamá-lo de louco, após a cena que eu vi na loja do meu tio, tudo que ele me dissesse naquele momento estava se tornando possível.
— Para onde estamos indo?
— Eu estou levando vocês para um acampamento. Vocês estarão protegidos, nenhum monstro poderá atacar você ou ao seu irmão lá dentro, ficarão totalmente seguros.
O resto do percurso até o acampamento foi feito em silêncio, creio que Nicholas estava dando o devido espaço que eu precisava para tentar absorver tudo o que foi praticamente jogado para cima de mim.
— Chegamos! – Nich parou o carro em frente a um acampamento, que eu juraria ser um acampamento comum de verão se não fosse por tudo que eu tinha escutado até agora.
Saí do carro ainda carregando o Elliot em meus braços, e enquanto caminhávamos até uma espécie de dormitório. Assim que entramos ali, coloquei o Elliot na cama, recebendo de Nicholas um pano e uma bacia de água gelada, para que eu pudesse terminar de limpar aquele ferimento, tentando trazer ele de volta.
— Você acha que ele vai demorar pra acordar? — Estava realmente preocupado com o estado de saúde do Elliot, já havia passado muito desde que ele perdera a consciência.
— Não sei, ele bateu a cabeça com muita força... — Ainda havia uma pergunta que não se calava em minha mente, se um deus havia escolhido a minha mãe, certamente eles sabiam quem era o meu pai, certo?
— Nich... Você pode mesmo nos dizer quem é nosso pai? — A pergunta havia sido proferida de forma desajeitada, mas eu não sabia como tocar naquele assunto, e tinha até mesmo um pouco de receio sobre as coisas que estavam por vir.
— Bem... Sim, mas vocês tem de ficar aqui no acampamento para receber treinamento. Lá fora é perigoso demais para semideuses... — Nich suspirou após falar, e antes que eu pudesse lotá-lo de perguntas, Elliot abriu os olhos, indicando que havia recuperado a consciência.
Eu permaneci calado, meu irmão estava de fato muito confuso talvez mais confuso do que eu. Pelo menos eu havia presenciado toda a batalha e visto com meus próprios olhos que monstros, poderes, semideuses podem sim existir, já ele estava inconsciente por muito tempo.
Da mesma forma como explicou para mim no carro, Nicholas falou tudo que Elliot precisava saber, sobre ser um semideus e o motivo de estarmos ali.
— Então... qual... deus é o nosso pai? — A pergunta que me amedrontava fora proferida por Elliot, eu não tinha tido coragem o suficiente para perguntar de forma tão aberta assim como ele, mas o agradecia mentalmente por isso.
— Bem... Quíron me disse algo que... Em breve chegariam dois irmãos no acampamento e... Ambos filhos de Apolo. Tudo indica que são vocês. — A notícia me deixou um pouco desnorteado, apesar de ter plena certeza de que tudo era real, tornava-se mais difícil aceitar agora que toda a verdade tinha sido contada.
Nicholas explicou para nós em seguida quais eram as funções que aquele deus era responsável, e de fato achei interessante à forma na qual eu e o meu irmão nos encaixávamos em algumas dela. Eu desenhava, Elliot cantava. Ambos tinham interesse por instrumentos musicais e boa pontaria. Finalmente as coisas por mais conturbadas que estivesse, começavam a fazer algum sentido.
Eu era um semideus. E filho de Apolo.
Ethan Hatae
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Re: Ficha de Reclamação

Mensagem por Ramsay Cumberbatch em Sab 26 Out 2013, 00:18

▬ Por qual Deus você deseja ser reclamado? Caso não queira ser um semideus, qual criatura mitológica deseja ser?
Apolo

▬ Cite suas principais características físicas e emocionais.
Físicas: algumas das características de Apolo, sou um jovem alto - 1.67 – atlético, olhos de cor pretos e moreno.
Emocionais: Gosto de ficar ao ar livre e escrever, sou uma pessoa amigável e confio muito nas pessoas, o que pode ser meu grande defeito, sempre que faço uma amizade tendo a não desfaze-la , gosto de manter meus amigos por perto e sempre quero ajuda-los, sempre estou disposto a me machucar ou até morrer para salvar meus companheiros, sou otaku, alegre e muito animado.

▬ Diga-nos: por que quer ser filho de tal Deus - ou ser tal ser mitológico?
Quero ser filho de Apolo pois me identifico muito com ele, gosto de ficar ao ar livre com o Sol na minha cara, isso sempre me agrada, sempre gostei de arco e flecha e de musica. Muitas vezes vou bem nas provas de redação quando elas envolvem poesia ou fazer uma letra de musica.

▬ Relate a história da sua personagem - não haverá um limite de linhas definidos, deixe a sua criatividade fluir.

Nasci em NY no ano de 1999, fui nomeado com o nome de meu avô, desde bebe nunca havia visto o meu pai, sempre que perguntava dele para minha mãe ela sempre tentava mudar de assunto.
Desde o começo da minha vida escolar eu era o garoto sem amigos, o sozinho, tudo por causa de meus problemas de déficit de atenção, hiperatividade e dislexia, mas incrivelmente eu sem conseguir ler direito era bom em musica e redação quando envolvia o tema poesia, ninguém nunca soube explicar o porquê disso. Eu só descobri o motivo disso anos mais tarde, quando descobri que tudo relacionado a mitologia grega existe, deuses, monstros, olimpo, sub-mundo e os heróis ou também chamados semideuses, e essa é a historia sobre como descobri que era um:
Havia passado do meio dia quando vejo meu amigo Jack (um jovem que falava que tinha a minha idade, mas era com certeza mais velho que eu e usava muletas) bateu na porta de casa e disse:
- Cara vamos logo, a gente vai se atrasar!
- Nos atrasar para o que? – Respondi com cara de confuso.
- Para o cinema, você esqueceu?
Tinha me esquecido completamente do cinema que havíamos marcado, estivera tão entretido jogando videogame que até esqueci o cinema. Rapidamente levantei, deixei o controle no sofá e fui me trocar para sair, depois de trocado fui para a porta de casa, escrevi um bilhete para minha mãe e deixei grudado na porta, então eu sai. Do lado de fora encontrei Jack me esperando encostado na parede, ele chama o elevador e fala:
- Está trazendo um celular? – perguntou
- Não, minha mãe nunca me deu um, já tenho 14 anos e ainda não tenho um celular, isso é tão chato. - respondi
- Melhor, assim não preciso me preocupar tanto.
- Se preocupar com o que?
- Nada não. – respondeu ele com uma cara de nervoso – Será que conseguiremos chegar no cinema a tempo? – perguntou querendo mudar de assunto
- Cara, o cinema é a dois quarteirões daqui, é claro que da tempo.
Fomos andando em direção ao cinema, eu estava com uma camisa de cor amarelo sol (sempre foi minha cor preferida) e uma calça jeans, íamos ao cinema praticamente toda vez que lançava algum filme novo, dessa vez estávamos indo assistir: Pacific Rim.

Após o cinema, quando estávamos retornando para meu apartamento eu vejo que Jack para no meio da calçada com cara de assustado.
- Eles estão aqui, é melhor corrermos. – disse ele
- Eles quem? – perguntei
- Depois te conto, agora corra.
Corremos até a minha casa, quando chegamos lá vi minha mãe, ela olha com uma cara de assustada:
- O que aconteceu? – pergunta minha mãe
- Posso falar a sós com a senhora? – perguntou Jack
- Sim, James porque não vai no seu quarto e me espera lá?
- Ok. – Respondi
Vou para meu quarto e começo a pensar no que eles estão conversando ‘’o que sera qua fez Jack ficar tão assustado?’’ pergunto para mim mesmo. Em meu quarto pego meu note book e começo a jogar Battlefield 3, cinco minutos depois minha mãe entra correndo no meu quarto, assustada, pega uma mochila e diz:
- Rápido, junte as suas coisas.
Encho a mochila de roupas, tênis, doces, salgados e agua, vou para a porta da casa, lá encontro minha mãe chorando e Jack, assustado perguntoa minha mãe oque aconteceu:
- Vocês devem ir rápido, antes que algum deles alcance vocês. – falou minha mãe
- Vamos para onde? Quem está atrás da gente? O que esta acontecendo? – pergunto eu com raiva e confuso ao mesmo tempo
- Não tenho tempo para explicar, quando chegarmos lá eu te explico tudo. Até mais Srª Meldon.
Minha mãe olha para mim chorando e fala:
- Vai logo filho.
Relutante, mesmo não querendo ir vejo que minha mãe esta assustada e preocupada de verdade, então me despeço de dela e sigo Jack, enquanto andávamos Jack abre sua mochila e me da uma espécie de adaga, assustado pergunto para Jack para que uma adaga, ele nada responde e continua a caminhar, a adaga tinha com cor de bronze e emanava um tipo de luz própria, pego ela e vejo que é leve e fácil de manusear, jack com uma cara de serio fala para eu andar sempre com ela até chegarmos ao acampamento, ‘’Acampamento, que acampamento?’’ penso. Andando mais um pouco Jack encontra um taxi livre, pede que entrarmos e fala para o motorista nos levar até Long Island, durante a viajem, eu fico pensando em tudo que aconteceu, e com sono eu adormeço. Ao acordar vejo que o carro esta parando, Jack apreensivo pergunta ao motorista o que aconteceu e ele responde que os taxis de NY não podem ir tão longe, então descemos do taxi, Jack paga o motorista, e fala:
- Pelo menos não estamos tão longe, me siga. – diz Jack
Depois de cinco minutos correndo sem parar eu olho para Jack e exausto pergunto se já estamos chegando, ele aponta para um grande pinheiro e fala que é ali o nosso destino, para poder descansar, continuo a correr, para chegar mais rápido possível ao pinheiro. Ao chegarmos ao pinheiro me deparo com um grande dragão dourado e admirado, fico olhando para ele. Depois de ficar cinco minutos descansando e admirando o dragão ouvi meu amigo que me trouxera ao Acampamento Meio-Sangue, me chamar e dizer:
- Venha, está vendo aqueles chalés ali? - perguntou ele
- Sim, mas o que eu... - tentei dizer
- Mais tarde explicarei tudo, mas antes você deve se acomodar no seu chalé e rezar para que ainda haja uma cama, procure pelo chalé 11, ele será o com mais meio-sangues, mais tarde faremos um tour pelo acampamento - disse ele
Andando em direção aos chalés começo a olhar os outros ''meio-sangues'' (o que diabos deve ser esse negocio de meio-sangues? - pensei).chegando ao chalé 11, depois de muita procura, abro a porta e me deparo com um bando de crianças e adolescentes em suas camas, ou pegando coisas dos outros ou conversando, andando pelo chalé vejo duas meninas conversando, e pareciam ser novas por aqui também. Me aproximo delas e falo:
- Olá, meu nome é James Meldon, vocês sabem se tem alguma cama disponível por aqui?
- Oi, Alice Oliver, bom eu acho que aquela cama está vazia. Pode usar eu acho, somos novas aqui sabe? Ah! E essa é a Simone Ramos. - Responde Alice - Bem vindo.
- Obrigado – respondo

Olho em volta e então pergunto para Alice:

- Por acaso você sabe o que esta acontecendo aqui? Um amigo meu me trouxe para cá sem me explicar nada. - pergunto a ela com cara de confuso.
-Hey vamos nos sentar ali- disse Alice - Agora me diz, você conhece as histórias da Mitologia Grega?
Vou até a cama desocupada, e jogo minha mochila na cama. Volto para perto de Alice e respondo:

- Um pouco, sei mais sobre os deuses e alguns lugares e heróis, também chamados de semideuses ou meio-san...
Faço uma pausa em minha fala e penso: ''meio-sangues, foi isso que me amigo me chamou varias vezes, seria possível?'' penso, logo em seguida digo a mim mesmo ''pare de imaginar coisas'', então volto a dizer:

- Meio-Sangues, até tirei A na prova de historia sobre mitologia grega. – respondo orgulhoso - Mas o que mitologia tem a ver com isso tudo? - pergunto a Alice.
- Bom vou dizer a verdade- Alice uma pausa - Tudo é verdade, as histórias, os heróis, os Deus e muito mais, são tudo reais e se você está aqui é porque você é igual a mim e a Simone e todos os presentes aqui. Você é um Meio-Sangue, como preferir, Seu pai ou mãe é um Deus Grego Olimpiano e bom você é isso, eu sou isso, somos isso, essa é a verdade, tudo em você esta relacionado a ser um Meio-Sangue, imperatividade e tudo mais.
Olho para Alice com uma cara de confuso e sem acreditar pergunto:

- Serio? – pergunto

''Como isso poderia ser verdade?'' penso, Olho para Alice ainda com a cara de confuso, olho em volta, achando tudo estranho agradeço Alice e vou para minha cama, onde fico sentado tentando processar essa informação. Ainda assustado com tudo isso eu penso ‘’ se isso é verdade, o melhor eu treinar para sobreviver e torcer para que eu seja reclamado logo.’’ Agora só me resta seguir a dura vida de um meio-sangue.
No dia seguinte durante o jantar ao lado da fogueira enquanto me levanto para ir jogar minha comida ao fogo, oferecendo ela a meu pai, vejo que todos ficaram queitos, menos uma mesa que começou a gritar: viva, mais um, eba, etc... Quando vejo que todos ficaram quietos, pergunto a um semideus em pé ao meu lado a que aconteceu, ele aponta o dedo para cima, então vejo um tipo de holograma verde sobre minha cabeça, do nada ouço o centauro Quíron dizer:
- Bem vindo, filho de Apolo.
Nesse momento havia sido reclamado por meu pai, ‘’finalmente sei quem você é pai’’ pensei naquele momento, um do melhores de minha vida.
Ramsay Cumberbatch
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Re: Ficha de Reclamação

Mensagem por May P. Mclean em Sab 26 Out 2013, 00:57

▬ Por qual Deus você deseja ser reclamado? Caso não queira ser um semideus, qual criatura mitológica deseja ser? Afrodite (Diiite *o*)
▬ Cite suas principais características físicas e emocionais.
Bom, a garota é gentil e gosta de "espalhar o amor" por aí, contudo a senhorita Mclean não é só mais um rostinho bonito no acampamento, quando quer a semideusa pode ser tão perigosa quanto qualquer um, May pode provar que o Amor que cura também fere. Os longos cabelos castanhos caiem-lhe ondulados até sua cintura, seus olhos são difíceis de dizer a cor, até porque eles parecem dois caleidoscópios.

▬ Diga-nos: por quê  quer ser filho de tal Deus - ou ser tal ser mitológico?
Bem, a Personagem - assim como a Deusa - tem seus traços de vaidade e beleza, mas também pode ser perigosa quando quer. May seria um exemplo de que as filhas de Afrodite podem muito mais do que filhas de Afrodite são só maquiagem, mas também não esquecendo-se da vaidade.
▬ Relate a história da sua personagem -
Era uma tarde bem quente, e eu como sempre estava penteando meus cabelos lindos e sedosos.
Se eu pudesse eu vivia fazendo aquilo. Meu pai sempre me dizia que eu era igual à mamãe, e eu sempre queria o ouvir falar mais sobre ela, mas ele nunca falava mais do que: “Você é exatamente igual a sua mãe”.
-Bom dia papai!
-Bom dia Filha dormiu bem?
-Sim, como uma princesa! E o Senhor?
-Dormi bem também, obrigado.  Já vai para a aula?
-Sim, assim que eu terminar de tomar meu café.
--------------------JÁ NA ESCOLA---------------------
O meu dia era sempre do mesmo jeito, eu sempre chegava arrasando na escola, todos os garotos me admiravam. Eu nunca namorava nem um menino da escola, eu sempre dizia que não havia nem um que fosse de acordo com o meu gosto. Eu sempre era uma aluna exemplar, sempre tirava as maiores notas. Amo estudar e tem uma coisa que vivo fazendo... Sempre retoco a maquiagem e penteio os meus cabelos.
Eu sempre causava inveja nas outras garotas, mas também já era de se esperar! Eu possuo uma beleza radiante, parece que hipnotizava à todos os garotos . Mas havia apenas um que eu não conseguia deixar ele igual os outros.
Ele era lindo nós dois parecíamos irmãos por termos as mesmas características.
Certo dia eu estava sentada na arquibancada da quadra, observando o jogo... De repente  Alexandre se senta ao meu lado e diz:
-Olá, tudo bem?
Então eu respondi:
-Oi. Estou bem e você querido?
-Estou ótimo! Qual o nome de seus pais?
Parece que ele já sabia que eu não tinha mãe, mas só pra disfarçar ele perguntou. Então olhei para baixo e segui respondendo o seguinte:
-Meu pai se chama Edgar... Dei uma pequena pausa e então continuei: ...Bom segundo meu pai, minha mãe abandonou agente.
Ele olhou para o horizonte e então me falou:
-Eu sinto muito. Segundo meu pai, minha mãe também abandonou agente...
Fiquei meio que assustada com isso, mas segui respondendo:
-Nossa, eu sinto muito também. Eu não sabia que você não tinha mãe também.
-Bom... Olha eu acho que... Nós s-somos meio que irmãos...
Eu arregalei os olhos e perguntei:
-M-mas como assim?
Ele apenas sorriu e foi embora. Fiquei pasma e não entendia absolutamente mais nada. Cheguei a minha casa, deitei na cama e fiquei ali pensando naquelas palavras esperando papai chegar.  
Quando papai chegou em casa fui até ele tirar minhas dúvidas sobre minha mãe...
-Papai... preciso conversar com você!
-Diga Filha. Disse ele não muito interessado
-É que, eu quero saber quem é minha mãe, pra onde ela foi, o nome dela...
Ele se assustou um pouco e disse –Tudo bem filha, está  na hora de você saber toda a verdade... Quando conheci sua mãe, nos apaixonamos. E então tivemos você, mas ela se foi. Ela era uma Deusa, era não! Ainda é, seu nome é Afrodite. Não sinta raiva dela porque ela nos deixou... ela teve que ir! Mas ela te ama muito, e por isso ela quer que vá para o Acampamento Meio Sangue, lá tem os outros filhos dos outros Deuses, você irá se dar bem lá.
Eu fiquei muito assustada e com raiva também, mas já que minha mãe queria que eu fosse pra esse tal lugar que nem sei oque é, eu irei atender o seu pedido.
-Poxa papai, eu não quero lhe deixar. Mas já que eu tenho mesmo que ir pra esse tal lugar... eu irei, sentirei muita saudades de você!
Arrumei minhas coisas pra no dia seguinte agente ir.
Amanheceu e lá estávamos eu e papai, no carro indo para o Acampamento Meio Sangue. Assim que chegamos lá me despedi dele e segui meu caminho. Fui muito bem recebida lá e o lugar era hilário. Mas eu havia gostado.
May P. Mclean
Filhos de Afrodite
Mensagens :
32

Localização :
chalé de Afrodite

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Ficha de Reclamação

Mensagem por Nathalie W. Fray em Sab 26 Out 2013, 03:36

▬ Por qual Deus você deseja ser reclamado? 
Quione

▬ Cite suas principais características físicas e emocionais.
Características físicas: Olhos azuis, cabelo mediano, negro e liso, pele branca e alta (1,78)
Características emocionais: Sou uma garota destemida e focada, não me impressiono fácil e posso ser fria em relação à algumas coisas. Posso ser muito protetora em reação às pessoas as quais conquistam minha amizade, embora não seja uma coisa muito fácil de acontecer. Sou antipática, impaciente, um pouco tímida e sou desconfiada naturalmente. 

▬ Diga-nos: por quê  quer ser filho de tal Deus ?
Sinto que me relaciono com a deusa, posso ser fria como a neve - como já citei acima - e eu realmente gosto do inverno e na neve, eles me inspiram. Sou apaixonada de coração por arco e flecha.  

▬ Relate a história da sua personagem - não haverá um limite de linhas definidos, deixe a sua criatividade fluir. 
É inverno, minha estação favorita, embora não deveria ser, pois foi durante o inverno que meu pai conheceu minha mãe e foi durante o inverno que ela o também. Estou sentada no banco da praça apenas com um vestido branco e um casaco cinza que realçam a cor de meus cabelos, é estranho como não sinto tanto frio no inverno, algumas garotas de minha escola me chamam de mutante e pele de aço, principalmente quando vou apenas com uma blusa de algodão ao colégio durante o inverno, isso é irritante. Se meu pai prestasse atenção em mim, ele perceberia o quanto eu preciso de alguém para desabafar, mas em vez disso, ele fica horas e horas trancado dentro daquele escritório, trabalhando. Ele sempre me falou que eu pareço com minha mãe, embora eu nunca tenha visto ela de fato, mas o jeito como ele fala dela, os olhos se enchendo de uma melancolia amorosa, é como se ela fosse uma joia rara, inalcançável, boa demais para ele, como se não fosse ela quem tivesse deixado ele com um bebê recém-nascido para criar. Fico fitando as pessoas que passam na rua, algumas olhando com incredulidade minha falta de roupas de frio e algumas coisas estranhas, como por exemplo um cara de um olho só no meio da testa, já estou acostumada com isso, meu pai diz que é apenas minha imaginação muito fértil pelo fato de eu ser "especial", não entendo o porquê de ele dizer isso. Só porque sou uma adolescente maluca que vê coisas estranhas sem explicação e consegue sair de casa durante o inverno somente com um vestido? Nunca saberei a resposta. Estou desistindo de esperar por Augustus, um amigo meu que tem problema nos pés e por isso, anda sempre com muletas, era para ele supostamente me encontrar aqui as 15:00, embora já seja 15:12, estou me levantando para ir embora quando ouço alguém gritar meu nome.
- Josy!  Josy! Não vá embora! - grita uma voz masculina que reconheço sendo a voz de Augustus.
- Está muito atrasado, Augustus! Você pode ter problemas para andar, mas não justifica o atraso de QUINZE minutos! - falo obviamente irritada. Por que as pessoas não podem ser pontuais? 

- Tudo bem, me desculpe. Não irá acontecer novamente. Agora, nós temos que conversar sobre um assunto importante. - Me sinto atordoada, tento adiar essa conversa há dias, mas parece que não tenho mais para onde fugir, ele provavelmente irá declarar o seu amor por mim. Só neste ano, a maioria dos garotos de minha classe me pediram em namoro, enquanto apenas os garotos que já tinham namoradas e Augustus não demostraram nenhum sinal de amor por mim, basicamente foi por isso que me tornei amiga dele, e como prova de minha confiança, contei a ele tudo o que eu sentia, minha frustração pelo meu pai ser tão babaca a ponto de ainda gostar de minha mãe, meus problemas com os garotos e seus amores não-correspondidos por mim, como eu sinto que não pertenço a este lugar e o fato de eu me sentir tão excluída da sociedade. Eu não tinha ninguém que eu confiasse o suficiente para me tornar amiga além de Augustus, não me dou bem com essas garotas de hoje em dia, elas só querem saber de garotos e maquiagem e eu, com minha incrível normalidade, odeio os dois. 
- Augustus... - murmuro enquanto fito seus olhos castanhos, que estão cheios de ansiedade. 
- Por favor, Josy, é de suma importância que você não me interrompa enquanto eu estiver contando isso.
- Tudo bem. - respondo cabisbaixa, mais uma amizade arruinada por causa do amor.
- Aposto que você já se perguntou o motivo de sua mãe ter sumido logo quando você nasceu e o motivo de seu pai achar que ela é boa demais para ele, são perguntas normais para qualquer semideus. - Ele disse "Semideus"? - Sim, foi o que você ouviu, você é uma semideusa, Josy. Você é metade humana, metade deusa. Eu desconfio que sua mãe é Quione, a deusa grega da neve, e que é por ela ser sua mãe, que você tem essa beleza surpreendentemente fria, tem resistência ao frio e pode ver coisas estranhas, sim, é tudo real, eles são criaturas mitológicas que vivem entre os mortais, podendo ser pacíficas ou não. Agora, existe um lugar onde existem mais semideuses como você, é o lugar mais seguro para você treinar seus poderes e habilidades, o lugar se chama Acampamento Meio-Sangue, você sabe, sangue mortal e sangue olimpiano correm em suas veias. Agora que você já sabe a verdade, lhe darei um tempo para falar com seu pai e decidir se irá para o Acampamento Meio-Sangue ou não.
- C-certo... - respondo ainda confusa. Meu pai sabia esse tempo todo?! 
Naquela tarde eu volto para casa muito aturdida, com meu cérebro fazendo todo o tipo de pergunta possível. Entro em casa e vou direto ao escritório de meu pai, bato na porta e logo ouço um clique. Entro e então fito meu pai. 

- O que foi, meu bem? - pergunta ele
- Sabe, hoje eu tive uma conversa muito interessante com Augustus. - respondo e vejo seus olhos se arregalarem de surpresa. 
- Filha... - Sinto algo estalar dentro de mim. 
- MINHA MÃE É UMA DEUSA E EU NEM SEQUER TIVE O DIREITO DE SABER? QUE TIPO DE PAI É ESSE? E QUANTO AOS MONSTROS? EU PENSEI QUE ERA UMA DOENTE MENTAL POR TODA A MINHA VIDA, QUEM VOCÊ PENSA QUE É PARA ME TIRAR O DIREITO DE SABER ESSAS COISAS? RESPONDA! - Grito e sinto minhas bochechas ficarem quentes, nunca tinha gritado com meu pai. 

- Eu escondi essa informação para seu próprio bem, querida. Foi uma coisa necessária, eu sei que você me acha um completo idiota por ainda amar sua mãe, mas oh, Deus, ela é perfeita. Você é realmente muito parecida com ela, me desculpe, eu sei que isso vai ser difícil de aceitar, mas tudo o que fiz foi apenas para seu próprio bem. - diz ele, com uma voz suave.
- Eu... eu quero ir para o Acampamento Meio-Sangue, pai. - sinto as lágrimas escorrerem pela minha bochecha e logo as seco com meu dedo, me forço a parar de chorar e subo ao meu quarto para preparar uma mochila com algumas roupas e acessórios meus. Tomo banho e visto uma calça jeans, botas e uma blusa se algodão branca, com um desenho de uma rosa negra de estampa. Algumas horas mais tarde, Augustus aparece na porta de casa, perguntando se eu já tomei uma decisão, eu respondo que sim, que eu irei ao Acampamento. Aviso meu pai que Augustus já está pronto para me levar e ele vem se despedir. 
- Minha garota, irei sentir saudades de você! Prometa-me que me ligará quando puder. - Ele pega minha mão e eu não a tiro. 
- Bom, talvez eu não sinta tanta saudades de você, já que eu quase não o vejo de qualquer forma. E sim, eu ligarei quando puder. - Respondo e vejo que provavelmente minha resposta deve ter machucado ele, mas não me importo. 
- Certo... - ele beija minha testa - Boa sorte, minha filha. E se encontrar sua mãe, fale para ela que eu ainda a amo. 

- Ainda irei pensar nisso. Não tenha tanta certeza. - falo e aceno com uma pequena chama de felicidade crescendo em mim, uma última vez para meu pai, sem saber quando poderei voltar a vê-lo.
E parto em direção ao Acampamento Meio-Sangue, na espera de um futuro incerto.  
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Re: Ficha de Reclamação

Mensagem por Percy Jackson BR em Sab 26 Out 2013, 13:49

Por qual Deus você deseja ser reclamado? Caso não queira ser um semideus, qual criatura mitológica deseja ser?

Gostaria de ser reclamado filho de Nyx

Cite suas principais características físicas e emocionais.

Os meus olhos mudam de cor conforme o estado de espírito, meus cabelos são escuros como a noite, eu sou corajoso e sarcástico, mas também sei ser gentil quando quero. Posso até ser considerado bonito, mas de noite sou muito mais lindo.

 Diga-nos: por quê  quer ser filho de tal Deus - ou ser tal ser mitológico?

Me identifico muito com Nyx, e acho ela uma das melhores deusas.

Relate a história da sua personagem - não haverá um limite de linhas definidos, deixe a sua criatividade fluir.

Percy Jackson é um garoto como tantos outros que não se ajustam aos padrões 
sociais. Em seis anos ele já frequentou seis escolas, e acredita que isso tenha ocorrido 
porque tudo de ruim acontece com ele, principalmente durante as excursões escolares, 
o que então motiva imediatamente sua expulsão da instituição em que se encontra.
O garoto acredita que não pode ser melhor que os outros, nem mesmo tão bom quanto 
eles, pois seus problemas de dislexia – dificuldades para ler, escrever e soletrar –  e de transtorno do déficit de atenção não o permitem. Porém, o único professor com quem ele
 tem mais afinidade na atual escola – a Academia Yancy,um internato particular de Nova 
Iorque, exclusivo para crianças consideradas portadoras de problemas -, o Senhor 
Brunner, mestre de latim, acredita realmente que ele é mais talentoso do que imagina.
Em uma excursão para o Metropolitan Museum of Art, ele descobre inesperadamente 
que tem poderes desconhecidos, revelados subitamente quando sua colega de escola, 
Nancy Bobofit, humilha Grover, seu melhor amigo. De repente, sem saber como, ele 
ingressa em um universo paralelo, no qual seus professores não são mais o que 
parecem ser.
A Senhora Dodds, mestra de álgebra, que sempre o detestou, despe suas vestes
 humanas e se revela um ser monstruoso. O professor de latim, que anda sobre uma 
cadeira de rodas, aparece no cenário do confronto com uma velocidade incalculável e 
atira para o garoto uma caneta que, surpreendentemente, converte-se em uma espada.
É com esta arma que Jackson atinge a falsa professora, transformando-a em pó com 
aroma de enxofre. O problema é que, aturdido, achando que tudo foi fruto de sua 
imaginação, ele sai à procura da Senhora Dodds, e descobre que ela nunca existiu.
 Será que ele está realmente enlouquecendo, criando uma dimensão paralela para fugir 
de sua problemática realidade? Certo dia ele estava viajando com sua mãe quando
 aconteceu uma tempestade e seu amigo Grover apareceu dizendo para a mãe dele a
 levá-lo para o acampamento elescorrendo de carro ele se depararam com o minotauro
Percy tirou sua caneta do bolso e a lançou no minotauro deixando incociente por um
 tempo  porém o minotauro matou a mãe dele depois que chegaram no acampamento e 
ele conhece a Annabeth eeles ficam sabendo que tá ocorrendo uma briga entre Poseidon 
e Zeus pois Zeus pensa que ele (Poseidon) roubou seu raio. eles entram em uma missão 
para buscar o raio de Hades para entregar no Olímpo para Zeus , eles chegam no mundo
 inferior de Hades e descobrem que a mãe de Percy ainda podia estar viva, mais com 
Hades. Mais Perséfone pega o raio das mãos de Hades e solta uma carga de eletricidade
 com aproximadamente 20.000 volts deixando Hades inconciente. Perséfone entrega a 
sua mãe e o raio para Percy e seus amigos, que conseguem escapar do mundo inferior.
 Faltando apenas 10 min. para iniciar a batalha entre Zeus e Poseidon no meio do
 caminho encontra um ciclope para tentar me deter mais Grover e Annabeth cuidaram
 disso por mim chegando no Olímpo  Zeus me disse:
        Entregue-me o raio ladrão de raios.
        Não fui eu que roubei, foi Hades 
        Mais como ele saiu do sub-mundo?
        Foi um mensageiro, não sei muito bem quem é!
        Sábia escolha!
Depois de toda essa batalha Percy Jackson vai para o Acampamento Meio – Sangue pois é o unico lugar seguro para um semi-deus e Grover seu melhor amigo, conta que é filho da deusa Nyx ele fica um pouco surpreso e responde com um pouco deboche e sarcasmo para Grover:
– Nossa não é todo dia que alguém recebe uma notícia dessa? Ou é? Agora descobri porque gosto de dar umas caminhadas noturnas. Mais afinal minha mãe sabia ou não sabia disso tudo?
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Re: Ficha de Reclamação

Mensagem por Horace Altman em Sab 26 Out 2013, 13:52

Por qual Deus você deseja ser reclamado? Caso não queira ser um semideus, qual criatura mitológica deseja ser?
Hécate - Deusa da Magia e das encruzilhadas.

Cite suas principais características físicas e emocionais.
-Alto, magro, cabelos castanhos claros;
-Calculista, cauteloso e frio.

Diga-nos: por quê  quer ser filho de tal Deus - ou ser tal ser mitológico?
-Gosto da magia - Não é boa nem má, depende do uso do portador de tal talento. Passaram-se milênios e a magia continua lá, indiferente aos eventos.

▬ Relate a história da sua personagem - não haverá um limite de linhas definidos, deixe a sua criatividade fluir.

-
Era dia 21 de agosto, meu aniversário. Não gosto de festas, mas minha "família" insistia em fazer, no minimo, uma reunião. Família entre aspas, eu era adotado. É claro que nunca faltou amor por parte deles, sempre fui muito feliz, mas não pude deixar de me sentir deslocado. Aliás, eu me sentia deslocado em qualquer local; escola, orfanato, casa, esportes... Tudo. Talvez seja por minha deficit de atenção. Ou hiperatividade. Mas não me importo, nunca me importei. Cresci sozinho e nunca tive muitos amigos. Hoje em dia eu só tenho um amigo, que é meu irmão adotivo, Pablo. No começo eu estranhei, ele sempre usa um gorro comprido preto sobre seus cabelos castanhos encaracolados, tem um cavanhaque ralo e estranho, e andava de muletas. Mas descobri que ele era um cara legal, no final.

- Coma alguma coisa Horace! - Minha mãe falava animada, tirando-me de meus devaneios - Não se é sempre que se faz 15 anos!
- Claro que não. - Falei baixo, para mim mesmo.
- Hoje é um grande dia! Tenho uma coisa pra te contar e um lugar para visitar - Pablo sorria extasiado enquanto falava.
- Tudo bem então... - Eu disse comendo alguns salgados sobre a mesa - Mas eu digo logo que não pedi por essa "reunião".
Eu falei dando enfase a palavra reunião, de forma debochada, meus pais sabiam que eu não queria uma festa e se negavam a chamar aquilo de festa, diziam que era uma mera reunião.
Era o crepúsculo, a escuridão rapidamente tomava conta do dia, tornado-o escuro.
"Artemis e Apollo" Pensei, sempre fui um aficionado por história, e principalmente por todo tipo de mitologia.

Então ouvi um zumbido. Não conseguia dizer de onde vinha, sequer o que era. Era muito baixo, eu praticamente não podia dizer se aquele zumbido realmente existia; Olhei para os lados. Ninguém parecia notar, menos Pablo. Ele começou a ficar nervoso, olhando para trás o tempo todo e veio em minha direção:
- Temos que sair daqui agora. - Ele disse, nervoso - Não pergunte, apenas venha comigo.
Ele era maior de idade, e portanto podia dirigir.
- O quê?! Do que você está falando? - Eu disse baixo, para que os convidados não se assustassem
- VAMOS. AGORA. - Ele trovejou sob meus ouvidos.
Segui ele meio atordoado, sai da pequena sala em que estávamos e fui para o corredor, então para a cozinha e para a...
A parede da cozinha desmoronou atrás de mim, antes que eu pudesse dobrar e entrar na garagem e lá estava:
Uma galinha gigante?!
Não. Hoje sei que aquilo era apenas a névoa agindo sob meus olhos. Era um grifo, ou hipogrifo. Membros superiores de uma águia e os inferiores de um leão.
Com seus olhos de águia (literalmente) e seus instintos e agilidade de um leão aquela fera me fitou e pôs-se a correr em minha direção; Fora a cena mas aterradora da minha vida.
E do nada, uma muleta voadora atingiu o bico da besta, Pablo havia jogado uma de suas muletas no animal.
"Se ele pode ver, eu não estou enlouquecendo então" - Eu pensei. Notei então os gritos de pablo:
- CORRA! O QUE VOCÊ ESTÁ FAZENDO? VÁ PARA A GARAGEM E LIGUE O CARRO!!
Eu não havia notado, mas estava paralizado desde que o grifo adentrara a minha casa. Usei a descarga de adrenalina em que meu corpo se encontrava e corri em direção a garagem, peguei as chaves e liguei o carro; Um i30, o carro de Pablo, que ele ganhou de presente ao passar no vestibular.
Fiquei sentado ouvindo os gritos de Pablo, da minha antiga familia e do grifo enquanto a feroz batalha se desenvolvia, eu não conseguia ver nada apenas ouvir.
Pablo entrou na garagem trotando com as calças rasgadas, cascos a mostra e as peludas pernas me hipnotizando; Eu estava mais chocado que antes.
Ele entrou no veículo e saímos de casa, dirigindo pela noite. Saímos de casa umas 19:45 e chegamos numa colina em NY as 04:33:
-Bem vindo ao lar - Pablo murmurou, mais para si mesmo que para mim;
Passamos por uma espécie de arco, dois pilares gregos sustentando um terceiro em cima, escrito "ACAMPAMENTO MEIO-SANGUE", ao passar pelo arco uma luz roxa começou a tremeluzir sobre minha cabeça, os campistas mais próximos olharam para mim em tom de aprovação e murmuravam
-Filho de Hécate.
Horace Altman
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Re: Ficha de Reclamação

Mensagem por Percy Jackson BR em Sab 26 Out 2013, 14:05

Por qual Deus você deseja ser reclamado? Caso não queira ser um semideus, qual criatura mitológica deseja ser?

Gostaria de ser reclamado filho de Nyx

Cite suas principais características físicas e emocionais.

Os meus olhos mudam de cor conforme o estado de espírito, meus cabelos são escuros como a noite, eu sou corajoso e sarcástico, mas também sei ser gentil quando quero. Posso até ser considerado bonito, mas de noite sou muito mais lindo.

 Diga-nos: por quê  quer ser filho de tal Deus - ou ser tal ser mitológico?

Me identifico muito com Nyx, e acho ela uma das melhores deusas.

Relate a história da sua personagem - não haverá um limite de linhas definidos, deixe a sua criatividade fluir.

Percy Jackson e o ladrão de raios.


Percy Jackson é um garoto como tantos outros que não se ajustam aos padrões
sociais. Em seis anos ele já frequentou seis escolas, e acredita que isso tenha ocorrido
porque tudo de ruim acontece com ele, principalmente durante as excursões escolares,
o que então motiva imediatamente sua expulsão da instituição em que se encontra.
O garoto acredita que não pode ser melhor que os outros, nem mesmo tão bom quanto
eles, pois seus problemas de dislexia – dificuldades para ler, escrever e soletrar –  e de transtorno do déficit de atenção não o permitem. Porém, o único professor com quem ele
 tem mais afinidade na atual escola – a Academia Yancy,um internato particular de Nova
Iorque, exclusivo para crianças consideradas portadoras de problemas -, o Senhor
Brunner, mestre de latim, acredita realmente que ele é mais talentoso do que imagina.
Em uma excursão para o Metropolitan Museum of Art, ele descobre inesperadamente
que tem poderes desconhecidos, revelados subitamente quando sua colega de escola,
Nancy Bobofit, humilha Grover, seu melhor amigo. De repente, sem saber como, ele
ingressa em um universo paralelo, no qual seus professores não são mais o que
parecem ser.
A Senhora Dodds, mestra de álgebra, que sempre o detestou, despe suas vestes
 humanas e se revela um ser monstruoso. O professor de latim, que anda sobre uma
cadeira de rodas, aparece no cenário do confronto com uma velocidade incalculável e
atira para o garoto uma caneta que, surpreendentemente, converte-se em uma espada.
É com esta arma que Jackson atinge a falsa professora, transformando-a em pó com
aroma de enxofre. O problema é que, aturdido, achando que tudo foi fruto de sua
imaginação, ele sai à procura da Senhora Dodds, e descobre que ela nunca existiu.
 Será que ele está realmente enlouquecendo, criando uma dimensão paralela para fugir
de sua problemática realidade? Certo dia ele estava viajando com sua mãe quando
 aconteceu uma tempestade e seu amigo Grover apareceu dizendo para a mãe dele a
 levá-lo para o acampamento eles correndo de carro ele se depararam com o minotauro
Percy tirou sua caneta do bolso e a lançou no minotauro deixando inscosciente por um
 tempo, porém o minotauro matou a mãe dele, depois que chegaram no acampamento e
ele conhece a Annabeth e eles ficam sabendo que irá iniciar  uma breve briga entre Poseidon 
e Zeus pois Zeus pensa que ele (Poseidon) roubou seu raio. eles entram em uma missão
para buscar o raio que Hades roubou para entregar no Olímpo para Zeus, eles chegam no mundo
 inferior de Hades e descobrem que a mãe de Percy ainda podia estar viva, mais com
Hades. Perséfone pega o raio das mãos de Hades e solta uma carga de eletrica
 com aproximadamente 20.000 volts deixando Hades inconciente. Perséfone entrega a
sua mãe e o raio para Percy e seus amigos, que conseguem escapar do mundo inferior.
 Faltando apenas 10 min. para iniciar a batalha entre Zeus e Poseidon no meio do
 caminho encontra um ciclope para tentar me deter mais Grover e Annabeth cuidaram
 disso por mim chegando no Olímpo Zeus me disse:
 Entregue-me o raio ladrão de raios.
 Não fui eu que roubei, foi Hades
 Mais como ele saiu do sub-mundo?
 Foi um mensageiro, não sei muito bem quem é!
 Sábia escolha!
Saínod do Olímpo Percy Jackson volta para o Acampamento Meio – Sangue pois é o único lugar seguro para um semi-deus e Grover seu melhor amigo, conta que é filho da deusa Nyx ele fica um pouco surpreso e responde com um pouco deboche e sarcasmo para Grover:
– Nossa não é todo dia que alguém recebe uma notícia dessa? Ou é? Agora descobri porque gosto de dar umas caminhadas noturnas. Mais afinal minha mãe sabia ou não sabia disso tudo?
Percy Jackson BR
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Quero ser filho de Ares

Mensagem por Gabe Gustavo em Sab 26 Out 2013, 18:13

▬ Por qual Deus você deseja ser reclamado? Caso não queira ser um semideus, qual criatura mitológica deseja ser?

▬ Cite suas principais características físicas e emocionais.

▬ Diga-nos: por quê  quer ser filho de tal Deus - ou ser tal ser mitológico?

▬ Relate a história da sua personagem - não haverá um limite de linhas definidos, deixe a sua criatividade fluir.
OBS: O player não é obrigado a ir ao Acampamento, mas deve narrar a descoberta de que era um semideus e o momento da reclamação- e se não foi indo a Long Island, como foi?



Eu era apenas mais um garoto chamado de Gabe Jhones comum como todos os outros, mas órfão, minha mãe havia morrido quando eu tinha apenas sete anos, não faz tanto tempo já que hoje tenho 13. Hoje é meu aniversario, aqui no orfanato não é muito animado, mas todos me conhecem, mas que pena que não gostam de mim. No orfanato que eu maro também trabalha o meu professor de ciências Sr. Giwis, ele é um pouco doidinho, mas adivinha, ele não gosta de mim, que bom também não gosto dele. Ele tenta me reprovar todo ano, mas advinha..., ele consegue estou na quinta série e mau sei ler as séries que passei foi colando de meus amigos. E mau posso esperar   para ter dezoito anos e sair dessa espelunca, penso em seguir carreira de lutador já que briguei e ganhei com todos do orfanato. Mas como eu dizia hoje é meu aniversario e só para estragar as coisas estou desorientado em acampamento, e todos perguntam, Como? Vou falar desde o começo.
Eu acordei sedo e fui para a escola, assistir a aula do insuportável Sr. Giwis, ele não me deixava em paz, quando ele resolveu me provocar na frente de toda a classe, como já e de se esperar eu dei um soco no focinho daquela peste disfarçada de professor, e ainda dei de brinde um chute na barriga dele, e ele não gostou muito,e me deu uma expulsão. já era a terceira escola em dois meses.
Na saída da escola quatro garotos com barras de ferro e galhos de arvore, me cercaram e me deram mil motivos para bater neles, mas não sou invencível, e me machuquei muito na briga, estava indo de volta para o orfanato, eu estava muito machucado mas não acho que os outros garotos estavam melhores, um homem de carro me ofereceu carona e eu acabei aceitando.
O homem e eu fomos conversando no caminho quando de repente, ele mudou o percurso e nos jogou com o carro por cima de um barranco muito alto, eu saltei do carro mas ele não teve toda essa agilidade, eu desci o barranco e fui ver se ele estava bem mas ele tinha se transformado em um ciclope, comecei a correr como nunca antes, mas o ciclope era rápido e grande mas quando eu cansei me escorei em uma arvore e senti um tronco afiado em minhas costas, mas antes de eu poder pensar o ciclope apareceu e eu me abaixei, e senti algo pingando em minhas costas eu que bom, não eu não estava morto mas o ciclope estava, o tronco havia atravessado sua barriga que agora pingava um sangue verde e gosmento.
Mas para minha  salvação tinha um acampamento, ali perto quando cheguei na entrada consegui ler a placa aberta no alto, ela dizia: "Acampamento Meio-Sangue". Quando entrei estava desorientado e vi várias alucinações como centauros e ninfas, e logo em seguida desmaiei, quando acordei vi um homem com aparência meia velha bebendo vinho, e um centauro, os dois ogavam cartas. Foi quando pensei um "centauro"?
E o centauro se apresentou como Guíron, e disse que o homem velho era Díonisio deus do vinho, mas podia chamá-lo de Sr. D, fiquei boquiaberto deparado com aquela situação que parecia mais um enredo de filme brasileiro, mas aquilo não me parecia tão estranho.
Foi quando o centauro... quero dizer Guíron, Disse- Gabriel Gustavo Jhones você é filho de Ares o deus da guerra... Você é um semideus-
Aquilo soava como mentira mas isso me deu explicação a tanta coisa, tipo porque minha mãe tinha tanto medo de que eu conhecesse pessoas novas. Lembrar de que minha mãe foi morta me dava raiva e força para que eu derrubasse cinco leões de uma só vez, mas também me dava um vazio estranho e profundo. O que me fez dizer que eu treinaria até o meu melhor estado, e todo aquele situação, tão esquisita só me fez sentido, por causa da morte de minha "MÃE".
Gabe Gustavo
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Re: Ficha de Reclamação

Mensagem por Kyara Dowsett em Sab 26 Out 2013, 19:12

▬ Por qual Deus você deseja ser reclamado? Caso não queira ser um semideus, qual criatura mitológica deseja ser?

Desejo ser fruto de Afrodite, a Deusa do amor e da beleza.

▬ Cite suas principais características físicas e emocionais.

Física: Baixa, com apenas 1,61 de altura. Dona de uma beleza única e escultural. Cabelos lisos e grandes, batendo a altura de sua cintura, com a coloração azul, sendo que já teve várias outras cores em suas madeixas.
Emocionais: Claire, a garota em que em si, pode mudar de humor em segundos. Sempre simpática e muito amigável, amorosa com todos, determinada em tudo que faz, e bastante curiosa. Quando fica estressada, não desejaria a nenhuma pessoa estar por perto da garota de cabelos azuis.

▬ Diga-nos: por quê  quer ser filho de tal Deus - ou ser tal ser mitológico?

Dês de que comecei a estudar sobre a Mitologia Grega, me apaixonei de cara pela Deusa do amor e da Beleza. Não por simplesmente ter o poder da sedução, amor e ter uma beleza incrivelmente bela, mas sim por que tem os poderes incríveis.

▬ Relate a história da sua personagem - não haverá um limite de linhas definidos, deixe a sua criatividade fluir. 

Mais um dia comum e chato. Claire abriu os olhos, e encarou o teto cor rosa bebê, piscou algumas vezes e tirou o cobertor de cima de seu corpo. Sentou-se na cama, calçou seus chinelos e se espreguiçou, indo em seguida para o banheiro.
-- <3 –
- Bom dia, papai – cumprimentou a garota, logo após de descer as escadas de sua casa.

Claire tem a vida perfeita... ou quase perfeita. Sempre se pergunta o por que sua mãe ter deixado á tão nova com seu pai. A garota não tinha qualquer lembrança, foto, ou alguma coisa que lembrasse sua mãe. Ela sentia falta do principal em sua vida, o amor maternal.

- Bom dia filha, como foi sua noite?

Claire parou e pensou. O aniversário da menina faltava poucos dias a chegar, e com certeza iria usar isto para arrancar algumas informações de sua mãe com o seu pai. Dereck, o pai de Claire, sempre dizia a mesma coisa.
“Querida, sua mãe é linda, gentil, e legal... ela tem orgulho de você.”
Apenas isso, e mas nada. Nem o nome, nem nada mesmo.

- Foi boa. Mas então pai, meu aniversário logo chega, e já tenho em mente o que quero de presente.

- Pode falar querida, lhe dou tudo o que quiser.

E realmente, Dereck, o pai da garota daria tudo o que ela quisesse, o possível e o impossível, mas ele não esperava que o pedido da garota fosse aquele.

- Quero que você me diga tudo sobre minha mãe.

A menina soltou as palavras rápido. Seu pai, de inicio, assustou-se, e antes, que estava sentado a mesa, bebericando seu café, levantou-se em depressa, pegou as chaves do carro e a maleta de trabalho.

- Conversaremos sobre isso mais tarde querida. Estou atrasado, boa aula.

Ele disse, e saiu de casa. Claire bufou, e sentou-se na mesa, bebeu um pouco de suco e comeu algo, e logo em seguida foi para a escola.
-- <3 –
Claire entrou em casa, jogando sua mochila por algum canto de sua casa, e trancando a porta. Foi direto para sala, se jogando no sofá, e passando a mão na franja azul que caia sobre seu rosto angelical. Olhou as horas no relógio.
Seis horas.
Sentiu falta da presença do pai em seu lar, mas logo começou a fechar os olhos, e imaginar imagens de como sua mãe é. Ela imaginou de todos os jeitos, loira, ruiva, morena, alta, baixa, de todos os jeitos mesmo. Um sorriso brotava de seus lábios a cada vez em que imaginava-se com sua mãe, ou até mesmo como sua mãe era. A menina, que não prestava atenção em nada, nem ao menos notou seu pai  chegando do serviço com um olhar cansado.
Dereck olhou sua filha jogada no sofá, e deu um sorriso.

“Se parece bastante com a mãe...” Pensou.

A garota abriu os olhos, e percebeu a presença de seu pai, parado na porta, a observando. Ela sentou-se no sofá macio, e olhou para ele com um sorriso.

- Olá querida, por que estava sorrindo?

- Estava imaginando como seria minha mãe.
O pai da garota sentiu uma pontada de arrependimento, e pena por não contar isso sobre sua mãe. O homem colocou sua pasta em algum canto, e afrouxou a gravata em seu pescoço, e logo sentou-se no sofá ao lado do que qual Claire estava sentada.

- Querida, vou lhe contar o que quiser saber sobre sua mãe... é um direito seu.

Os olhos da garota brilharam.

- Pai, qual é o nome dela? Como ela era? Como vocês se conheceram?

O pai sorriu com as tantas perguntas de sua filha, e pensou da melhor maneira para responder-las.

- Afrodite, esse era o nome dela.

Claire arqueou uma sobrancelha.

- Ela era linda. Linda não, maravilhosa. Sua voz era perfeita, seus cabelos, seu rosto, ela era perfeita.

Os olhos da menina brilharam novamente, mesmo não estando a entender.

- A gente se conheceu na praça, em um banco da praça. Eu me apaixonei por ela de cara... e depois, descobrimos que ela ficou grávida, de você no caso.

O homem parou de respirar, juntando os ares no pulmão e soltando em seguida.

- Também descobri que sua mãe era uma Deusa, ou melhor, a Deusa do amor e da beleza, Afrodite. E que a filha que ela esperava, minha e dela, no caso, você, era uma semideusa.

Claire arregalou os olhos, e em seguida, respondeu.

- O senhor ficou louco? Isto é...

Foi interrompida.

- Não, isto não é impossível. Olhe-se no espelho, levante-se e olhe no espelho ali, veja como sua beleza é incrivelmente perfeita. Querida, você já pintou os cabelos diversas vezes, loiros, castanhos, pretos, loiros com rosa, loiros com azul, e agora ele todo de azul, e nunca deixou de ser linda.

A garota levantou-se e foi em frente ao espelho. Notou seus todos detalhes, ela admitia a si mesma, era linda de qualquer forma. Mas aquilo era uma besteira de seu pai, a garota simplesmente não poderia ser filha de uma Deusa.

- Pai, quantas pessoas bonitas existem no mundo? Isso é baboseira sua.

- Querida, existem pessoas bonitas, mas existem as filhas de Afrodite, e você é uma delas.

A menina voltou-se a sentar no sofá de couro, e colocou as mãos sobre os cabelos.

- Antes de sua mãe ir embora... ela me pediu para que leva-se você a um lugar.

Claire dirigiu seu olhar ao pai, e o olhou com um olhar duvidoso.

- Qual?

- O Acampamento Meio-sangue.

- O que é isso?

- Um acampamento, o único lugar seguro para todos os semideuses, no qual, são filhos de Deuses.

A cabeça da moça de madeixas azuis girava, aquilo não podia ser real, mas ela sabia que era. Seu pai não mentiria sobre algo assim.

- E se eu não for?

- Não tem disso, eu sou seu pai, e eu sei o que é melhor para você. Você vai para lá, hoje mesmo, e se der, claro, você pode vir me visitar.

- Como assim?! Eu vou me mudar para lá?

- Sim, você vai. Faça suas malas.

Claire não tinha escolhas. Ele era seu pai. Ela não poderia fugir de casa, ou qualquer outra coisa, não podia, apenas iria obedecer. Ela subiu e foi para seu quarto, arrumou as malas e desceu. Seu pai a esperava com as chaves do carro em mão. Avistou sua filha descendo as escadas e foi para o automóvel. Sua filha logo chegou ao carro e entrou, fazendo com que seu pai ligasse e dirigisse, sem trocar uma palavra com a filha. Chegaram a uma colina, e seu pai estacionou o carro.

- Por que você parou? – Claire perguntou.

- Desça e suba esta colina, estou logo atrás de você com suas malas.

Claire assentiu, tirou o cinto e abriu a porta, saindo do carro e logo subindo aquela colina. Olhou para trás e enxergou seu pai, logo atrás dela carregando seus pertences. Voltou a olhar para frente, e avistou uma placa escrito:

“ACAMPAMENTO MEIO-SANGUE”

Parou em frente a placa, esperando seu pai subir. Ele logo chegou, e foi em direção a sua querida filha.

- Aqui está sua mala – ele a entregou – espero que você se dê bem no acampamento, não esqueça de mim. Eu amo você.

Claire sentiu seus olhos marejarem e embaçarem, e logo sentiu pingos molhados escorrendo por sua face. Ela puxou o pai para um abraço, e apertou-o como se o mundo fosse acabar, e aquele seria o seu ultimo abraço.

- Nunca vou me esquecer de você, pare com isso! Eu vou te visitar, quando eu puder, apesar de não saber se vou poder. E eu também te amo, muito.

O pai e a filha ficaram abraçados por um tempo. Logo o abraço de desfez, e ela limpou as lágrimas que ainda insistiam em cair. Seu pai deu um aceno e se foi, ela virou-se para a placa gigante, e entrou.  

- Aqui vou eu – falou, ainda triste com a idéia de ter que deixar seu pai para trás.
Kyara Dowsett
Filhos de Afrodite
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Re: Ficha de Reclamação

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