Ficha de Reclamação

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Ficha de Reclamação

Mensagem por 128-ExStaff em Ter 08 Out 2013, 19:36

Relembrando a primeira mensagem :



Olá, Campista!



Como já devem saber, este é um fórum de RPG que procura seguir a história da série de livros 'Percy Jackson e os Olimpianos', de Rick Riordan. Não obstante, nós também oferecemos a você a oportunidade de viverem e interpretarem estes heróis semideuses, ou até mesmo outras criaturas mitológicas, criando suas próprias histórias e divertindo-se com elas. Para que possam participar de tais histórias, você deverá preencher uma ficha e postar neste mesmo tópico; a mesma encontra-se logo abaixo.

Para cada afiliação, você ganhará Poderes específicos - para tornar tudo um pouco mais 'real -, bem como ganhará presentes específicos: armas, itens de combate... Clique Aqui e Aqui para ver, respectivamente, estas listas de poderes e presentes de reclamação (lembrando que, assim que forem reclamados, um deus ADM irá atualizar seu rank, sua filiação e seus presentes)

Nem sempre você passará no teste, mas não desanime, tente novamente ou procure por outro deus... No caso de Zeus, Poseidon e Hades, o teste NÃO É VÁLIDO, pois estes Deuses efetuam testes mais severos. Os Três Grandes fazem concurso mensal para a escolha de um novo filho. Para saber a data do próximo concurso, fiquem de olho nos anúncios globais; a qualquer hora, um novo teste será postado.

Porém, caso se interesse por ser filho de Nyx, Melinoe, Athena ou Perséfone, atente para a ficha; ela será a mesma que para qualquer outra afiliação mitológica, mas será avaliada de forma mais rígida por um de nossos deuses.

Lembrando que o único propósito da ficha é a reclamação do personagem. Qualquer item desejado, além da faca inicial, ganha no momento de inscrição do fórum, e dos presentes de reclamação - adquiridos caso a ficha seja efetivada - devem ser conseguidos in game, através de forjas, mercado, missões e/ou DIY.


Dúvidas? Contate um dos deuses ou um dos monitores de nosso Fórum, via MP ou Chatbox! Sintam-se livres para perguntar, e não tenham vergonha!






Ficha de Reclamação!




▬ Por qual Deus você deseja ser reclamado? Caso não queira ser um semideus, qual criatura mitológica deseja ser?

▬ Cite suas principais características físicas e emocionais.

▬ Diga-nos: por quê  quer ser filho de tal Deus - ou ser tal ser mitológico?

▬ Relate a história da sua personagem - não haverá um limite de linhas definidos, deixe a sua criatividade fluir.
OBS: O player não é obrigado a ir ao Acampamento, mas deve narrar a descoberta de que era um semideus e o momento da reclamação- e se não foi indo a Long Island, como foi?





♦ Lembrando que todas fichas receberão uma avaliação condizente, mas a aprovação não é automática, sendo que a resposta pode ser negativa dependendo da qualidade apresentada. Determinados nick's que não seguirem a regra também terão a ficha desconsiderada. [Leiam as regras aqui]


.:.:.:.


▬ Lista de Afiliações divinas disponíveis atualmente no fórum, bem como os seres mitológicos disponíveis para serem interpretados:


.:.:.:.

Centauros
Dríades
Filhos de Afrodite
Filhos de Apolo
Filhos de Ares
Filhos de Athena *
Filhos de Deimos
Filhos de Deméter
Filhos de Dionísio
Filhos de Éolo
Filhos de Eos
Filhos de Hades **
Filhos de Hécate
Filhos de Hefesto
Filhos de Héracles
Filhos de Hermes
Filhos de Héstia
Filhos de Íris
Filhos de Melinoe *
Filhos de Morfeu
Filhos de Nyx *
Filhos de Perséfone *
Filhos de Phobos
Filhos de Poseidon **
Filhos de Quione
Filhos de Selene
Filhos de Thanatos
Filhos de Zeus **
Náiades
Sátiros

* = As fichas destinadas à tais patronos requerem uma avaliação mais rígida;
** = Os Três Grandes fazem concurso mensal para a escolha de um novo filho;
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Re: Ficha de Reclamação

Mensagem por Jonathan Morgan em Seg 24 Fev 2014, 16:30

Ficha de Reclamação!


▬ Por qual Deus você deseja ser reclamado? Caso não queira ser um semideus, qual criatura mitológica deseja ser?
Deusa Nyx

▬ Cite suas principais características físicas e emocionais.
Eu tenho 1,78 metros, cabelos negros e cacheados, pele morena clara, meus olhos geralmente tem um tom castanho escuro,mas as vezes eles mudam sem eu querer isso, 70 kg, não tenho muitos músculos, gosto de usar roupas num estilo moderno, fashion emo, não sou muito sociável, não gosto o de falar da minha família, pois como dizem o passado esta no passado. Como disse não sou muito sociável, e não gosto de sair de casa quando esta muito claro, eu acho isso estranho, mas por algum motivo meu Pai (Minha Única Família) nunca estranhou e disse que todos são diferentes, uns mais do que outros. Alem de todo isso também sofro um dilema sobre minha opção sexual.

▬ Diga-nos: por que quer ser filho de tal Deus - ou ser tal ser mitológico?
Nyx, para mim representa um poder em conflito, ela representa a beleza da noite, mas também sua escuridão. Ela também é muito ligada à magia, o que eu aprecio muito. Por algum motivo eu sempre apreciei mitologia grega, feitiçaria e a noite, o que me facilitou a escolha de uma divindade grega. Nyx também consegue saber o que os outros estão pensando e sentindo assim como eu, alem de que tem um ditado que diz “A noite é a amante dos solitários” e isso me define, pois a noite sempre foi minha amiga e companheira, eu sempre preferi à sombra da noite a luz do sol, então por isso eu escolhi Nyx, e espero que gostem da historia de Jonnathan Morgan, ele é um ótimo personagem, e algumas partes foram expiradas na historia de Percy Jackson, mas o resto e tudo resultado de pesquisas e imaginação.

▬ Relate a história da sua personagem - não haverá um limite de linhas definidos, deixe a sua criatividade fluir.
OBS: O player não é obrigado a ir ao Acampamento, mas deve narrar à descoberta de que era um semideus e o momento da reclamação-e se não foi indo a Long Island, como foi?

Meu nome é Jonathan Morgan, moro em Washington, tenho 14 anos e eu sou um semideus. Deixem-me começar do inicio. Minha vida se resume em mistérios e segredos desde que eu me conheço por gente, o maior deles é minha mãe, a qual eu nunca conheci e de quem sempre senti falta. Minha família sempre se resumiu ao meu pai John Morgan, um astrólogo, ou como eu chamo “Louco das Estrelas”, ele cuidou de mim desde que nasci. Ele sempre foi um ótimo pai, então quase nunca me importava de não ter mãe, a qual eu sempre quis ter. Quando criança eu perguntei para ele por que eu não tinha mãe, e ele me contou que minha mãe morrera em um acidente, e por isso eu nunca iria conhecê-la. Eu aceitei, pois eu era feliz apenas com meu pai.

Eu sempre fui diferente dos outros jovens,quando criança eu era muito solitário,eu passava quase todo o meu tempo lendo, minha literatura preferida sempre fora as historias da Mitologia Grega, ler sobre isso era como ler sobre mim. Mais tarde em meu aniversario de 10 anos eu comecei a fazer coisas que outras crianças não faziam como descobrir segredos ocultos e às vezes conseguir falar com fantasmas sem mesmo perceber, e de vez em quando eu mudava a cor dos meus olhos e sentia o que as pessoas sentiam ou pensando, isso sempre foi um segredo que guardo comigo as sete chaves, apenas meu pai sabe que eu faço isso, e mesmo assim ainda não conto tudo a ele. Alem disso há um segredo guardado no interior do meu coração, alem de eu ser meio estranho, também tinha um jeito diferente de ver o mundo, o amor para mim não precisava ser necessariamente apenas entre homem e mulher, o amor para mim é livre para todos inclusive para os que não se atraem por mulheres, assim como eu.

Eu nunca fui muito sociável (talvez por causa dos meus dons e diferenças) por isso eu sempre tive apenas um amigo, ou melhor, uma amiga, Samantha, ela sempre estava lá quando eu precisava, e sempre com um ar de compaixão e amizade, ela e eu somos como irmãos, desde sempre, nós conversáramos sobre tudo, ela fora a única pessoa que contei sobre minha sexualidade diferenciada.

Bom ate ai minha vida não é nada de mais, porem ao completar 12 anos, acontecimentos me cercaram de mais mistérios, o mais aterrorizante porem confortante, eram os sonhos que eu comecei a ter... Em que eu estava em uma floresta escura porem linda, em uma espécie de santuário, lá me deparo com uma mulher de capa negra transparente com o que pareciam estrelas em volta, ela tinha cabelos negros, tão negros quanto à noite e usava um vestido azul escuro muito forte, que parecia brilhar levemente com um tom escuro. Eu apenas pude ver seu rosto de relasse, e só me lembro dela ter falado, algo, uma frase: "Da noite você verá, a sombra da lua brilhar, e de nada deveis se assustar, pois filho da noite vos serás”, após essa frase eu sempre acordava me perguntando o que acontecera, bom, eu tive esse sonho umas 10 vezes pelo que me lembro, e sempre era igual. Eu comentei a historia com meu pai, mas sempre que comentava o sonho com ele, meu pai me mandava esquecer, mas era impossível, era como tentar esquecer quem você é. Eu tentei decifrar o verso que a mulher falara, mas não consegui,porem quando estava quase desistindo,lembrei do que Samantha falou uma vez “Tudo esta escrito nas estrelas” bom eu achei a idéia meio louca, mas não custa tentar. Eu então esperei a noite cair e quando as estrelas estavam brilhantes olhei para elas, e acreditem se quiser eu encontrei algo, um nome flutuou do brilho das estrelas ate minha mente: "Nyx”. Assustado eu contei o que aconteceu ao meu pai, então ele começou a chorar, eu perguntei o que acontecera ele me contou toda a verdade sobre mim e minha mãe.

-Quando eu era jovem eu me apaixonei por uma doce mulher chamada Nyx... Ele contou–Eu me apaixonei perdidamente por ela, e como nos éramos felizes. Um dia ela me contou um segredo, algo inesperado, ela contou que era uma deusa grega imortal. Eu fiquei chocado, porem acreditou com sinceridade, talvez o amor possa mesmo vencer qualquer barreira, ate mesmo a imortalidade. Tudo ocorreu bem ate que ela contou que estava grávida, e que precisava ir embora, deixando-me com o bebe (você) e uma pequena carta que dizia: "Querido John, eu precisei partir, algo chama minha atenção no Olimpo, algo que com certeza vai me deixar longe de nosso filho, por favor, cuide bem dele, ele é especial, ele ira correr grande perigo, pois só o sangue que ele carrega é um convite à morte, espero que fique bem, e quando ele tiver idade certa leve-o ao Acampamento Meio-Sangue,você sabe onde é,depois disso ele devera treinar pois muitos monstros e criaturas tentaram matá-lo.Espero que ele esteja seguro no acampamento,e desejo uma boa vida para ele,e para você.Com Todo Amor Nyx.”Aquilo me paralisou imediatamente,aquilo na parecia real,mas algo dentro de mim mandava eu acreditar em cada palavra que meu pai e a carta diziam.Meu pai engoliu as lagrimas e começou a falar:

-Eu posso provar tudo isso.

-Como?Eu disse


Meu pai andou ate sala, lá ele pegou e abriuuma pequena caixa que estava em cima do armário, de lá ele tirou uma carta aberta, ele voltou-se ate mim e me mostrou a carta a qual ele me contara.

-Então essa historia maluca é mesmo verdade. Eu disse

-Infelizmente, sim. Ele disse

-Por que o senhor disse que minha mãe estava morta?Eu perguntei para ele.

-Para proteger você, quanto menos soubesse mais protegido estaria.Ele contou

-E agora que eu sei de tudo, o que vai acontecer comigo?Eu perguntei novamente

-Vou levá-lo até o Acampamento Meio-Sangue, lá você estará se seguro. Ele acabou de falar e começou a subir as escadas para os quartos.

-Faça sua mala, amanhã ao raiar do sol, levarei você ate o acampamento, mas por agora é melhor você ir dormir Boa Noite. Ele terminou de falar e foi para cama.

Bom, agora eu sei toda a verdade, os meus mistérios desapareceram, a vida foi de cinza a um colorido igual ao da deusa Íris. Eu me sentia feliz por saber toda a verdade, mas também tive medo, o mundo seria um globo de surpresas agora, o que mais pode acontecer comigo. Eu fui dormir perturbado, por isso tomei um remédio para me fazer dormir, e então cai num sono profundo.

Ao acordar de manha eu esperei que tudo fosse um pesadelo, mas ao lado da minha cama estava à mochila que arrumara para ir para o acampamento, á abri para poder fazer uma revisão das coisas que precisaria. , lá estavam roupas limpas, um pouco de comida, meu telefone (um Iphone4),uma foto minha com meu pai,alguns livros de mitologia grega novinhos,e mais algumas coisinhas,inclusive meu canivete de proteção pessoal.Eu olhei para minha cabeceira onde estava um bilhete dizendo” Querido Nate(meu pai me chama de Nate,que é uma forma contraída de Jonnathan)eu precisei ir ao trabalho urgente,eu já volto,enquanto isso tome seu café e logo iremos para Long Island,para o acampamento.”.Eu estava de ferias de verão então não iria a aula,apenas peguei um dos livros de mitologia que estavam na mochila para ler já que não tinha nada melhor para fazer,ali achei muitas informações,mas a mais interessante foi o que eu li sobre quando os deuses tem filhos com humanos,eles se chamavam”Semideuses”,e muitos foram grandes heróis como Hercules e Perseu.Ao terminar de ler eu liguei para Samantha,que atendeu rapidamente.
-Eu preciso conversar,você pode vir aqui em casa.Eu disse.

-Ok, chego ai em pouco tempo!Ela desligou o telefone.

Meus nervos ficaram a flor da pele, era a primeira vez em que eu falo com Sam desde que eu soube de tudo?Dois minutos depois da ligação alguém bateu na porta, lembrei do que meu pai falara “Nunca abra a porta para estranhos”, e desde que eu soube dos monstros que iriam querer me matar, eu fiquei com mais medo ainda, mas lembrei que nem tudo tinha mudado, podia ser o carteiro ou alguma encomenda cientifica do meu pai, então abri a porta, lá em pé estava um homem alto e magro com um olhar aterrorizante e roupa verde, preta e amarela, com cabelos ruivos, e aparência de um homem peludo.

-Posso Entrar?Ele disse

-È melhor nao, meu pai esta fora, e eu não tenho permissão de deixar estranhos entrarem. Eu disse

-Mas é claro, onde estão meus modos, eu me chamo Sr. Quimeros, eu e seu pai trabalhamos juntos, ele se esqueceu de eu uns papeis, se importa se eu for pegar?Ele Perguntou.

-Acho que sim disse

Meu pai era atrapalhado, por isso nao duvidei do que o Sr.Quimeros disse.Ele entrou,e logo após alguns segundos olhou pra mim e disse.

-Tem certeza que você esta mesmo sozinho?

-Sim.

-Ótimo, será mais fácil assim!Ele começou a se afastar de mim,e em segundos uma fumaça branca começou a percorrer seu corpo.A fumaça mudava de forma,mas ainda sim vi a sombra dele ir mudando,do nada a fumaça sumiu e eu estava me deparando com uma criatura que parecia um animal com m cabeça de leão, cabeça de cabra, corpo de cabra, garras de leão e cauda de dragão com uma cabeça de serpente peçonhenta na ponta, e com assas de dragão ou morcego não deu para diferenciar,mas era aterrorizante.

-Roarrrrrrrrrrrrrrr!A criatura rugio para mim.

Eu comecei a correr de um lado para o outro desviando da cauda e da cabeça da criatura, ate que ele conseguiu-o me agarrar com a cauda de duas cobras, ele me elevou ate a boca e rugio mais uma fez, eu estava pronto para morrer naquele momento, mas algo do nada derrubou a porta e entrou dizendo algo que parecia em outra língua,mas por algum motivo eu entendi,estava dizendo “Esfera de magia”. De repente uma esfera de luz cinza foi jogada no monstro, que logo após começou a ficar atordoado, então ela retirou um arco e flecha que estava em suas costas e lançou duas flechas nos olhos da quimera, que gemeu de dor, logo depois ela correu com uma flecha na mão e cravou-a na cabeça do monstro, que caio morto, logo depois se esfumaçou e desaparecera no chão.
Ao sumir da fumaça eu consegui reconhecer a voz que falara o verso, era a voz de Samantha, nunca me senti assim, eu me sentia aliviado, mas também sentia medo dela.

-Esta tudo bem com você?Ela Perguntou

-Tudo bem?Eu acabei de ser atacado por um mostro de três cabeças que quase me matou, e você ainda pergunta se esta tudo bem, obviamente que não esta! O que você acha. Eu gritei histericamente. Eu geral mente não era tão emotivo, mas agora parecia que eu era uma bola de emoções irritantes.

-Me Desculpe pela pergunta!Ela falou de um jeito irônico

-Como você conseguiu fazer isso?Eu a interroguei.

-Na verdade eu sou um meio-sangue como você, sou filha da deusa Hecate, a deusa da magia, eu tenho um treinamento muito forte com feitiços e com o arco por isso tenho ótima mira. Não sou uma ótima arqueira, nem ótima com o grimorio de feitiços, mas tenho conhecimento suficiente para me proteger e lutar com monstros. Há alguns anos eu fui mandada por Quiron, a pedido de sua mãe para protegê-lo, ela se preocupa muito com os filhos, então às vezes pede para pede para alguns seres protegerem eles. Ela explicou.

-Então você conhece minha mãe?Eu perguntei

-Não. Ela Falou - Nenhum de nos conhece realmente nossos pais e mães, eles não tem permissão de ver seus filhos, ainda mais a sua mãe que é uma “deusa primordial”.

-Como assim “primordial”?Eu questionei.

-Ela é uma deusa muito antiga que mesmo com o passar dos anos não negou sua tarefa e pelo o que Quiron e seu pai me falaram, aparentemente você é filho de Nyx, a deusa da noite e dos segredos noturnos, uma deusa mais antiga do que os Olimpianos, ela também é uma das governantes do Submundo, o que a torna uma deusa da morte e da vida também, alem disso Nyx tem o segredo que muitos matariam para ter, ela tem o dom de transformar deuses em mortais, por isso muitos monstros acham que seus filhos têm esse poder, por isso você corre perigo. Ela me explicou com ar de alivio.

-Então isso me explica muita coisa. Eu falei com tom meio irônico.

-Depois de tudo isso é melhor nós irmos para Acampamento, o meu feitiço não vai detê-lo por muito tempo, ele pode voltar. Ela disse

-Mas e meu pai, e se o monstro voltar e atacar ele, eu não suportaria que algo machucasse meu pai. Eu falei com lagrimas no canto dos olhos.

-Ele vai ficar seguro, os monstros querem você, não ele. Ela explicou me acalmando.



.
Eu peguei um pedaço de papel que estava em cima da mesa de jantar, e escrevi um bilhete contando o que aconteceu e me despedindo dele, deixei o bilhete em cima da mesa e sai junto de Samantha. Ela agarrou minha mão e me levou para fora onde um táxi velho, enferrujado e esfumaçado se abriu ao nos aproximarmos, era um táxi antigo de New York, nós nos sentamos e ao olharmos para o banco do motorista vimos três mulheres de meia-idade com pelo enrugada e cinza, quase todas sem olhos, alem da irmã da esquerda que tinha apenas um olho, eu então lembrei de que em um dos livros havia três irmãs cinzentas e já que como ate agora a mitologia tem se mostrado real eu pensei no que li nos livros e lembrei que elas na verdade eram as Creias que ajudaram Perseu a encontrar Medusa, e eu não queria o mesmo destino então tentei sair do carro, mas elas aceleraram e do nada eu parecia estar dentro de um míssil de tão rápido que o carro ia.

-O que é esse táxi, com certeza não é normal?Eu perguntei

-É a Carruagem da Danação, um serviço de transporte de semideus, elas são grandes profetizas, mas isso não dava dracmas (o ouro do mundo dos deuses e monstros), então resolveram tirar carteira de motorista e criaram esse serviço, que te leva a qualquer lugar desde que tenha ouro suficiente para pagar a viagem. Ainda bem que eu tenho. Ela Respondeu.

Logo depois elas começaram a falar entre si no que parecia mais uma briga, logo nós chegamos à Nova York de raspão, depois eu me vi em uma ponte, e logo depois vi uma placa dizendo “Bem Vindo ao Estreito de Long Island, abaixo do titulo estava uma pichação em outra língua com outras letras que eu mal conhecia, o táxi diminuiu a velocidade, a tempo da Sam falar algo:

-Leia a pichação. Ela falou

-Mas eu não entendo esta em outra língua!Eu disse. Parei e observei novamente a placa.

Então as letras começaram a se distorcer e virar, então se transformou em uma frase legível “E Acampamento Meio-Sangue”, logo paramos no que parecia ser o começo de uma floresta, saímos do táxi, enquanto ela pagava as moças uma delas começou a dizer “Logo a lua que brilha...” enquanto ela falava as outras completavam a frase “em sua cabeça sombria combina...” e a outra completava a frase” E o sangue azul se alinha”, eu me assustei um pouco, então lembrei da previsão do meu sonho “Da noite você verá, a sombra da lua brilhar” e notei que ambas as previsões tinhas “Lua” e “Sombra”, então comecei mesmo a achar que sou um semideus, comecei mesmo a achar que sou filho da deusa Nyx.

Quando você lê sobre semideuses lembra-se de Perseu,Hercules e Aquiles,ou então em heróis,mas isso não me descrevia, eu não era bom nem em esportes,imagina em uma luta contra monstros.Eu sou tranqüilo e solitário,então o que eu faria quando eu encontrasse outro monstro e não tivesse ninguém ao meu lado.Eu não nunca fui bom com uma espada,eu ate fiz alguns esportes quando era criança e disseram que eu tinha muita habilidade com o bastão e que eu era muito ágil em esquivar de ataques na esgrima,mas era muito ruim e fraco em combate corpo a corpo.

-Vamos, o acampamento é por aqui, mas fique de olho muitas criaturas circulam o acampamento em busca de meio-sangue não treinados e sem defesas para serem seu jantar,e acredite aquela quimera não foi o pior dos monstros que você vai desafiar.Ela falou rindo um pouco no final.

-Belo jeito de encorajamento!Eu falei com tom irônico.

-Encorajar não é bem minha praia. Ela falou e depois riu.

-É essa a trilha?Eu perguntei.

-É. Ela respondeu

Nós seguimos uma trilha ate chegarmos a um grande portão de pedra bem antigo com colunas em estilo grego antigo. Com letras similares as que tínhamos visto na placa de boas vindas, letras em algo escrito em grego antigo, e então vi de novo as letras se contrair e se distorcer e então consegui ler facilmente “Acampamento Meio-Sangue”,então finalmente descobri,chegamos ao lar dos meio-sangues. Ao chegarmos, um homem de cadeira de rodas com uma espada na mão,ele se aproximou de mim e eu perguntei se ali era o acampamento meio-sangue,ele chegou mais perto e disse "Bem Vindo",então na hora eu soube que estava no lugar certo,logo ele me levou para dentro,eu vi vários jovens com arco flechas trinando tiro a direita de um lago e outros subindo uma parede de escalada a esquerda,então vi jovens garotas de pele esverdeada e cabelos castanhos de diferentes tons sentadas em volta de uma arvore,conversando entre si,logo o senhor começou a falar:

- Dríades. Ele disse. Elas adoram contemplar as árvores.

-O Senhor deve ser Quiron, meu pai disse para encontrá-lo, bom como o senhor sabe eu sou um semideus pelo o que eu soube, e acham que minha mãe é a deusa Nyx.Eu disse tentando não olhar a sua cadeira de rodas.

-Bom, ate sabermos por quem você será reclamado, e se for, você ficara no chalé de Hermes, é o numero 11, e espero que não fique muito ansioso, talvez vc nem seja reclamado. A reclamação é como os deuses declaram oficialmente sua paternidade divina. Ele disse explicando minha situação.

Ele me levou ate um lugar com muitas cabanas em volta de uma fogueira, todas diferentes e me deixou na sétima cabana, ele me explicou todo e logo depois me perguntou como cheguei ao acampamento e eu expliquei sobre o táxi da danação e a visão das Creias,ele olhou pra mim e se retirou,olhei em volta e vi varias mesas algumas, mas cheias que os outros, eu sentei à mesa de Hermes,e comi sozinho em um canto da mesa. Apos a refeição vi todos indo a uma grande fornalha e cedendo parte de sua refeição para o fogo que brilhava em um tom celestial, então ao meu lado ouvi um sussurro “são oferendas para os deuses”, era Sam, eu há havia visto na ultima mesa depois da minha cheia de jovens. Depois disso ela me mostrou um pouco do acampamento,nós vimos a Arena,os campos de morangos,o lago,e por ultimo me levou ate os chalés,eu sabia que o meu era o 11,mas ela me levou ate o 28,era um belo chalé Feito de um material escuro e com um enorme parecia feliz com a luz da noite,de todos os chalés esse era de longe que me chamava mais a atenção,era aos meus olhos o mais belo,tão belo que uma lagrima correu pelos meus olhos,logo depois um dos raios de luz da lua que caia na grama se redirigiu a mim e começou a brilhar e como por magia uma imagem surgio acima da minha cabeça,era uma lua cheia com um tom cinza ,e com assas negras de corvo em volta que se esfumaçou como nevoa no ar,eu fiquei em choque,cai de joelhos no chão apenas com um nome na mente”Nyx,nyx,nyx...”eu acho que fora reclamado,foi algo incrível,por um momento foi como ficar sem ar em uma bolha de auto conhecimento,foi como nascer pela segunda vez.Logo depois muitas campistas se juntaram ao meu redor,alguns jovens louros vieram ate mim para ver se estava bem,eu disse que sim,que nunca me senti tão bem,eu fora reclamado por uma deusa,então sou oficialmente filho de Nyx,a deusa da noite,naquele momento todos os meu mistérios se resolveram,e tudo pareceu tão liso e certo como se o meu mundo tivesse ficado para trás,só o que me restara, era o “Mundo dos Meio Sangues”,o meu mundo.
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Re: Ficha de Reclamação

Mensagem por Daniel Flowers em Ter 25 Fev 2014, 20:04

▬ Por qual Deus você deseja ser reclamado? Caso não queira ser um semideus, qual criatura mitológica deseja ser?

Perséfone.

▬ Cite suas principais características físicas e emocionais.

Sou baixo para minha idade. Esguio, magro, olhos castanho terra, lábios rubros e com uma pele profundamente branca (quase pálida) é bonito, mas tenta ser discreto não gosta (nem contribui) para chamar atenção, mas sabe que quase sempre o notam. Muito pacífico bondoso e quase sempre gentil. Mais seu humor pode mudar radicalmente em determinadas situações - como as que envolvem seu passado como sua Mãe, a qual nunca conheceu - se tornando sombrio, indomável e até mesmo, cruel. Apesar de sua aparência Daniel é maduro para sua idade, prefere não se aproximar tanto das pessoas - acredita que pode se ferir e por isso nunca teve amigos (não que as pessoas não tentassem), ele simplesmente se afastava quando estavam perto de nutrir um sentimento de amizade com ele.
▬ Diga-nos: por que quer ser filho de tal Deus - ou ser tal ser mitológico?

Desejo ser filho de Perséfone, por admirar sua história, personalidade e atributos. Apesar de ser raptada e forçada a casar com Hades virou o jogo se tornando a Rainha do Mundo Inferior não só como título, mas também como governante e soberana. Pela sua personalidade, por ser uma Rainha bondosa, perdoando assim os pobres mortais em seus julgamentos no Mundo Inferior, se alguém lhe machuca ela não deixa Pelo seus atributos que incluem ser a Deusa da Primavera muitas vezes é descrita como Deusa da agricultura, ter sido rival de Afrodite por sua incomparável beleza e por ser comparada muitas vezes a símbolos da fertilidade (como o narciso e o romã).


▬ Relate a história da sua personagem - não haverá um limite de linhas definidos, deixe a sua criatividade fluir.
Prazer, meu nome é Daniel Flowers, sim é isso... Flowers. Tem algum problema com este sobrenome? Eu gosto flores e meu pai é floricultor... Vai ver é só coincidência. Ok onde estava mesmo? Ah como já disse esse é meu nome e sobrenome, tenho onze anos. Meu pai se chama Edward... Flowers. Ele como já disse é floricultor e atualmente não moro com ele. Meu pai atualmente vive em São Francisco junto com minha madrasta Jane e meus três irmãos: Lisa de nove anos, Gabriel de 08 e Patty de 05. Eu já fui expulso de umas quinze escolas para “garotos problemáticos” meu pai pode até falar com aquele papo de que é essas escolas são para “garotos especiais” e todo aquele blá-blá-blá só que não acredito! Vocês devem está se perguntando por que não moro com eles, ou o motivo de minhas expulsões, e onde estou agora se tiverem paciência para ouvir eu vou contar minha história. Vou avisando que é uma longa, longa história.
Antes de meus pais se mudarem eu vivia com toda aquela minha família em uma pequena casa do Bronx, Nova York. Eu logo cedo fui diagnosticado com dislexia e TDAH, então veja só o problema... A única renda de minha família era a floricultura de meu pai na ilha de Manhattan e eles ainda tinham três filhos/meus irmãos para criarem e tinha que pagar uma escola para mim, eu não aguentei a pressão e estava mais convencido de fugir. E sem contar que todas as escolas que entrei até agora eu fui expulso a cada seis meses o mesmo problema... Fiquem na minha pele o que vocês fariam se vissem o homem com um olho só na sua frente? Gritaria? Lutaria? Fugiria? É... Eu fiz tudo isso. E olha que eu sou calmo e pacífico imagine só! Já vi muita coisa nessa minha miserável vida incluindo um cavalo com asas voando. Parecia que eu não fazia nada certo, eu não fazia amigos na escola, os garotos e garotas (não contem a ninguém que apanho de garotas) me batiam, será que eu não era legal? Eu não era popular eu sei, mas eu era bonito e quando as meninas gostam dos meninos eles não brigam? Será que era isso? Só uma coisa me consolava. Quando eu ia para Floricultura de meu pai me sentia único eu conseguia fazer tudo dar certo: as flores me incentivam a dar meu melhor, elas quando eu estava por perto cresciam mais rápido e ficavam mais cheirosas chegou um dia meu pai dizer: “Como sua Mãe” e logo calou a boca – sabia que ele não gostava de falar nela. Pensei em perguntar alguma coisa a ele naquele dia, mas decidir que devo perguntar de supetão e naquela altura dos segundos que fiquei parado olhando fixamente para meu pai, parecia que lágrimas brotavam de seus olhos, decidir que em breve perguntaria sobre ela afinal ele só me falou que ela ficou com ele uma primavera e logo se foi e depois eu apareci em uma cesta com um narciso e uma carta de amor com cheiro de romã (Claro que eu nunca li, mas já sei onde ele escondeu a tal carta), ele que me aguarde... Quando fui expulso de minha décima quarta escola ele me colocou em um reformatório que ficava no Queens, onde prometi que tentaria ficar mais de um ano.  Logo fiz um... Colega, não que ele seja meu amigo em todos esses anos de vida escolar. Ele é mais ou menos o mais próximo disso. Seu nome é: David Blackwood. Ele é do tipo caladão, calmo, pacífico, um pouco feio eu admito, mas era gente boa. Tinha uma deficiência nas pernas que o liberava de educação física pelo resto da vida, então usava muletas o tempo todo. Ele gostava muito de folhas assim como eu e isso já era um vínculo bastante agradável. O reformatório era uma desgraça (como todos os outros colégios) brigas, desordem e companhia. Tinha uma garota que gostava de mim e David ele tinha pavor dela, ela me disse um dia que queria falar comigo e eu como não sou bobo nem nada, fui. Encontramo-nos naquela tarde de sexta-feira na sala de música, ela estava estranha, mas linda como sempre com seus cachinhos dourados. Ela disse:
- Que bom que você veio Daniel, eu estava o procurando desde os seus antigos colégios você me deu muito trabalho mais te achei – Quando ela falou isso se transformou em um bicho gigante com o olho só! – Não vai fugir de mim dessa vez! – disse babando.
- Quem é você? – Falei com um pouco de medo, qual é eu tinha só dez anos!
- Eu sou a Mãe Ciclope de Nova York! – falou ainda babando, só que dessa vez com ênfase demais.
- Tipo de Hércules aquele filme da Disney? O Gigante feio do olho só? – Falei ainda assustado
- Tire as mãos dele, sua coisa horrível! – Disse uma garota de cabelos castanhos, linda de aproximadamente treze anos ao entrar na sala, ela portava um chicote com uma das mãos, atrás dela estava David, um garoto muito louro, que parecia muito inteligente, com um escudo e uma lança nas mãos, e a outras uma menina de dezesseis anos de cabelo preto, pálida, com uma lança e um cachorro maior que ela ao seu lado.
- SAIAAAAM DAQUI SEU ENCHIRIDOS! – Gritou de raiva a minha ex-colega, agora Ciclope de reformatório
- Avante Bob – Falou a garota de cabelos pretos ao Cachorro Gigante que prontamente voou de encontro a Ciclope, e mordeu sua perna.
- AAAAIIIIII! – Gritou de dor a Ciclope
A menina inenarravelmente linda chegou perto de mim e disse:
-Você está bem querido?
- Sim falei gaguejando – Percebi que estava tremendo e cair com a bunda no chão.
A minha frente Ciclope se contorcia e o garoto louro foi em direção ao ciclope enfiando a espada em sua outra perna, a Ciclope gritou mais ainda, ele falou a garota linda:
- Diane eu preciso de uma força!
- Estou indo Alan – Virou se para a garota de cabelo preto e David e disse: - Marta e David podem cuidar desse pequenino – No momento que ela disse isso corei, ela percebeu e deu um leve sorriso.
David se aproximou não acreditei no que vi ele não usava muletas e no lugar das calças tinha cascos de bodes, ele disse:
- Vamos lhe explicar no caminho à casa de seus pais. E me ofereceu a mão para levantar que aceitei prontamente.
Quando levantei garota que se chamava Marta me olhava fixamente. O Ciclope-Fêmea gritava de dor atrás de mim e me virei para ver, ela estava amarrada no chicote e quando se levantou eu ouvir uma voz em meus pensamentos:                              “Querido... Flores têm espinhos.” – Pensei em ouvir a voz de Marta falando comigo, e pelo visto não foi ela a voz veio a minha mente. O Ciclope-Fêmea estava se soltando do chicote, Diane e Alan estavam fazendo uma cara de reprovação então corri em direção do Ciclope-Fêmea que me encarava com aprovação e ela soltou sua mão, David e Diane gritaram em uníssono e quando cheguei perto ela tentou me pegar e pulei e dei um chute em seu olho. O Ciclope-Fêmea gritou de dor:
-AAAAAAHHHH!
Ela explodiu e uma fumaça dourada e desapareceu, Marta falou pela primeira vez:
-Bom trabalho garotão, vamos! – todos atenderam prontamente e saíram do lugar me pegando pelos braços. Quando nós chegamos fora do reformatório eu explodi:
- ALGUÉM PODE ME EXPLICAR O QUE É ISSO?!
- Espero até chegarmos à casa de seus pais – Disse David colocando a mão em meu ombro, que me afastei rapidamente. – Por favor, Daniel entenda – disse David parecendo que queria chorar.
- Ok – disse
Nós então seguimos rumo até a casa de meus pais eles estavam de saída pareciam preocupados e “mamãe” quando nos viram disse me abraçando:
- Graças a deus! Estávamos indo lá porque ouve uma confusão no reformatório, há um sequestrador lá já está até na TV.
- Mamãe nós não temos muito tempo, você e o papai podem me explicar o que está acontecendo? – Falei olhando especificamente para papai.
- Eu sabia que isto iria acontecer – disse papai – Entrem rápido – falou abrindo a porta da casa.
- Onde estão meus irmãos? – perguntei
- Com a Tia Anna – falou mamãe
- Você é filho de uma Deusa – Começou papai – Sua Mãe através da carta, no início não acreditei só que começaram acontecer coisas estranhas, desde a sua infância, já contei a Jane juramos guardar segredo. Eu não sei o nome dela ela dizia se chamar Flor, ela me contou que estava grávida e falou que você deveria ir a tal acampamento que não me lembro o nome. – Disse por fim.
- Temos que ir agora ou os monstros vão vim – Adiantou-se David
- Tudo bem – falou papai a David
- Espera, e o que eu quero? – falei, por fim.
Mamãe começou a chorar, Diane chegou perto de mim e disse:
- Daniel nós temos que ir, os Monstros sentem seu cheiro, você provavelmente transmite mais cheiro mais que eu e todo o resto do grupo. Tem ideia de quantos monstros que estavam indo em direção ao reformatório nós matamos?
Eu balancei a cabeça negativamente.
- Quinze – ela disse – E eles podem lhe machucar ou ferir as pessoas que você ama.
Quis chorar mais não chorei, apenas abracei a mamãe e o papai e disse que os amava muito, pedi que dissessem a meus irmãos a mesma coisa e que estarei melhor no acampamento. Meus pais choravam quando sair com o grupo, Enquanto seguia em direção ao acampamento fiquei pensando: foi por isso que nasci para trazer tristeza aos meus pais? Não me importa que Deusa seja minha Mãe ela é Jane Flowers, essa Deusa não me abandonou? Perguntei ofegante a David que corria perto de mim:
- Onde fica este acampamento?
- Long Island - disse ofegando
Chegamos perto de uma colina e paramos e David disse apontando:
- Lá em cima!
Subindo a todo vapor ouvimos barulhos estranhos atrás de nós o garoto Alan disse que eram monstros, e quando apareceu o portão que parecia algo como arquitetura da Grécia Antiga havia escrito algo em grego antigo que eu conseguir ler: Acampamento Meio-Sangue e quando o atravessei foi aí que desmaiei. Acordei no dia seguinte eu estava em uma espécie de enfermaria, David estava ao meu lado olhando fixamente para mim e depois a algo em cima de minha cabeça. Cheguei a ponto de olhar algo brilhante se apagando em cima de minha cabeça.
- Você está bem? – por fim ele perguntou.
- Sim – falei – Onde estou? O que era aquilo, aquela coisa brilhante se apagando em minha cabeça?
- Estamos na Enfermaria Central e o sinal na sua cabeça era de que sua Mãe divina o reclamou, mostro de quem você é filho. Aqueles eram meus amigos Diane, filha de Afrodite, Alan filho de Atena e por Marta, de Hades. Eles estavam em uma missão e pedi a eles que quando terminassem eles podiam ir me ajudar, pois não tava conseguindo te proteger. Se eles não tivessem chegado a tempo...
- Uau! – falei – e aquele cachorro?
- Ah... Ele é um Cão Infernal crias de Hades geralmente se dão muito bem com eles. – Explicou.
- E eu sou filho de quem? = Perguntei
- Deixa antes eu lhe mostrar o Acampamento ok? Depois falamos disso.
- Ah... David? Por que você me protege? – Perguntei
- Por que sou seu Sátiro Protetor – Respondeu
- Ah tá – disse rindo – Agora me ajude a levantar.
- Ok! – disse me dando a mão
- E será que eu posso comer alguma coisa? – perguntei
- Claro acho que vou primeiro lhe mostrar o Pavilhão Refeitório. – disse rindo por fim
Me arrumei e saímos da tal tenda e quando olhei o Acampamento Meio-Sangue, percebi que meu lugar era ali.  Então está foi a minha história, tchau!
Daniel Flowers
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Re: Ficha de Reclamação

Mensagem por Cornélio J. Rodrigues em Ter 25 Fev 2014, 20:30

▬ Por qual Deus você deseja ser reclamado? Caso não queira ser um semideus, qual criatura mitológica deseja ser?
Sátiro
▬ Cite suas principais características físicas e emocionais.
Físicas: Cornélio é um belo homem de 17 anos de idade. Pele clara, olhos azuis e belos cabelos castanhos que moldam o rosto conforme descem até o pescoço, muito forte e másculo, tem uma cavanhaque bem feito em seu rosto o que lê dá um semblante mais velho.
Emocionais: Cornélio é um Sátiro muito determinado e esperto, é muito bom com trabalhos minuciosos por mais incrível que pareça. È um ótimo cozinheiro, além de ser um amigo muito fiel as pessoas que são leais a ele, entretanto a característica que mais se destaca nele é o seu talento para a dança e a sua irritante persistência.

▬ Diga-nos: por quê  quer ser filho de tal Deus - ou ser tal ser mitológico?
Porque Sátiros são fortes e encantadores em todos os aspectos, são fortes e protetores o que são características muito peculiares. Além de seus poderes serem relacionadas a música o que me fascinou bastante.
▬ Relate a história da sua personagem - não haverá um limite de linhas definidos, deixe a sua criatividade fluir.

Satirizando geral

Bem meu nome é Cornélio, Cornélio J. Rodrigues. Moro atualmente no acampamento meio-sangue aonde semi-deuses e outros seres mitológicos levam uma vida comum e sem nenhum inibição fisiológica ou física que eu o meu caso, eu sou um Sátiro ou seja um ser meio homem e meio bode que para um mortal é algo totalmente fora do comum.
Não morei na a minha vida toda no acampamento, até três anos atrás eu morava na Grécia, mais precisamente na cidade de Atenas com meus pais, vivamos na floresta aonde não precisávamos nos esconder de olhares preconceituosos de mortais trouxas. Minha mãe já e meu pai trabalhavam na cidade usando um chapéu especial que disfarçava nossas pernas um tanto incomuns para os olhares das pessoas comuns, já eu recebia aulas com minha tia que era uma ex-professora que viva com a gente. Meus pais e minha tia cresceram no acampamento meio-sangue até que vieram para Grécia, eu sempre pedi para me levarem até lar, entretanto eles me diziam que eu só iria para lá quando ficasse um pouco mais velho.
Até que chegou um dia em que eu estava passeando pela floresta quando percebi marcas de tiro em uma árvore e algumas pegadas no chão, o que correspondia que havia caçadores ali por perto. Eu decidi avisar aos meus pais, entretanto até chegar perto de um riacho observei dois caçadores empunhando longas armas passando ali á alguns metros de onde eu estava, resolvei me distanciar silenciosamente mais meus cascos fizeram um pequeno barulho no cascalho do riacho o que chamou a atenção dos homens que se viraram e me viram. A princípio se assustaram mais em seguida empunharam suas armas, comecei a correr bem rápido antes que pudessem atirar em mim, seguiram em minha direção com suas armas em punho tentando me atingir a todo o custo.
Chegou a um momento em que consegui despistá-los e chegar a minha casa a tempo de avisar meus familiares, eles se assustaram e ficarão preocupados até que resolverão que a única solução era voltarmos ao acampamento, papai e mamãe decidiram ficar para organizar nossa mudança para América enquanto eu e Titia íamos para o refúgio dos meios sangues. E desde aquele dia eu vivo aqui com meus amigos meio-campistas levando uma vida comum.

Cornélio J. Rodrigues
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Re: Ficha de Reclamação

Mensagem por Blake D. Corvin em Qua 26 Fev 2014, 00:04

▬ Por qual Deus você deseja ser reclamado?
Ares, o deus da guerra, Marte!

▬ Cite suas principais características físicas e emocionais.
Características Físicas:
Alto, com 1,92 de altura. Cabelos castanhos ondulados e cheios, até os ombros que, segundo o próprio Nick, são um estilo dos antigos cavalheiros, que deixavam seus cabelos longos e apenas os cortavam por perder alguma batalha. Musculoso, pele branca e rosto amplo, com olhos verdes escuros flamejantes e penetrantes, com braços fortes e membros bem desenvolvidos.
Características Emocionais:
Decidido, teimoso, impaciente e bruto poderia revelar a personalidade verdadeira de Nick, apelidado de Marte pelos empregados da casa por ser fascinado pelo planeta e seu deus desde criança. Apesar do jeito bruto quando se conhece o homem de quase dois metros de altura, Nickolay é um bom homem e trata bem as pessoas que não lhe ofendem, e quando lhe ofendem(o que sempre acontece), ele não desiste até assumirem que ele está certo ou arranja uma verdadeira briga das violentas. Apesar do seu jeito "machão", Nickolay é desimpedido de preconceitos, e inclusive é bi, e não possui problemas com isso, não julga ninguém de primeira, porém a primeira impressão das pessoas sempre permanece em Nick e dificilmente mudam. Ele é emocional, mas esconde sob um véu de ignorância falsa e irritabilidade, afinal o jovem é incrivelmente intelectual e um leitor assíduo de livros. É bem inteligente e costuma analisar o perfil dos outros para avaliá-los e assim poder criar uma ponte de amizade. Sua mãe costumava dizer que ele têm a personalidade de um camaleão, sempre se adaptando às situações.

▬ Diga-nos: por quê quer ser filho de tal Deus?
Possuo uma incrível admiração por Ares. Com o seu jeito bruto e másculo, Ares se tornou, na minha opinião, um dos maiores guerreiros na história da mitologia grega, e possui o meu respeito por misturar a brutalidade das guerras com sua amante, Afrodite, e por gerar o Cupido. Ele provou com esse seu filho e a amante que é possível sim, também, misturar ódio, fúria, com amor, delicadeza e carinho. Ares é incrível como Marte(o planeta de meu signo, áries, o que eu amo) e é incrivelmente belo e forte. Sua história também é impressionante.

▬ Relate a história da sua personagem!
Nickolay Vladimir Del Rey nasceu na cidade de Moscou, Rússia. Criado com toda a riqueza da família, ele foi ensinado desde pequeno a ser um belo príncipe encantado perfeito, apesar de odiar aquilo e apenas ter uma infância normal, afinal nem para a escola ele poderia ir. Seus pais trabalhavam o dia inteiro, Ela, de sobrenome Vladimir, trabalhava como modelo, e Ele, trabalhava como empresário. Com sua entediante vida, ele descobriu os prazeres da vida aos 15 anos, quando conheceu seu misterioso novo vizinho, Caleb, de 18 anos. Sedutor, incrivelmente belo e maldoso, ele convenceu o jovem a ir para uma festa, onde ele descobriu que nada o faria ser mais feliz do que beber todos os dias, dançar e beijar o máximo de pessoas possíveis. Voltou para casa e tudo pareceu ocorrer bem, porém, quando seus pais descobriram, pelas câmeras de segurança ele e Caleb fugindo da casa, ele foi "sentenciado" e ficou com guardas o vigiando o tempo inteiro.

A raiva, o ódio, a fúria crescia dentro dele como fogo se alastrando numa floresta seca e árida, e seu coração estava mais duro do que uma rocha, de ódio por seus pais. Eles o irritavam, e ele deveria fazer algo a respeito. A oportunidade veio aos seus 17 anos, na sua festa de aniversário - a primeira de sua vida - e então, por tradição da família um enorme baile foi realizado, e Caleb, mesmo sendo odiado por seus pais, fora convidado. Na festa, ambos se encontraram escondidos e planejaram fazer algo. Porém, o estranho aconteceu. Caleb não quis, o rejeitou e disse que apenas o levara para a festa por pena, por vê-lo sempre aprisionado e que era louca a ideia de fugir de casa. Enfurecido e fora de si, Nickolay sentiu tanto ódio que desmaiou, e ao acordar, estava numa poça de sangue e o crânio de Caleb, aberto. Pessoas o olhavam assustadas. Era o fim!

Nos anos seguintes ele foi internado em um instituto psiquiátrico, e saiu de lá numa fuga que ele fez com alguns amigos, que ele nunca mais os reviu mas troca mensagens pela internet. Ele fugiu com 20 anos, os cabelos e barbas enormes e magro demais pelas surras que sofria por ser agressivo demais - na maioria das vezes ele nem se lembrava do que fazia, afinal têm dupla personalidade - e então ele fugiu para casa. Na casa vazia, ele pegou tudo o que era seu, pegou cartões de crédito que lhe pertenciam e foi pegar um voo para os Estados Unidos, Nova Iorque. Lá, ele ficou um tempo enorme buscando por apartamento até encontrar um, e lá permaneceu. Quando os cartões estouraram - ou foram cancelados, ou seja, a maioria - ele começou a trabalhar como stripper e garoto de programa para ganhar a vida, de forma suja, mas segundo Nick, "livre, a selvagem liberdade do sexo e das viagens intermináveis pelo oceano". Ele, por fim, achou um bom lugar, num bairro melhor, e lá permaneceu, vindo ser visitado pela noite por um homem alto, moreno como ele e também forte - nessa época Nickolay já era musculoso, com seus 25 anos - e o homem se apresentou como Ares.

Ele o chamou de filho e, depois, caminhou até a porta de seu apartamento, e Nick apenas ficou chocado, mas como Nick era ativo, logo correu por todos os lugares do apartamento o procurando, deu a descrição para o porteiro, mas o mesmo dissera que ele entrou em um carro e sumiu. Nick sentia que era filho de Ares, então apenas começou a pesquisar sem encontrar nada sobre sua espécie. Atualmente, ele continua morando em seu apartamento, em busca de ajuda para entender quem é o do porquê nunca ter conhecido seu verdadeiro pai, que era o deus Ares.
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Re: Ficha de Reclamação

Mensagem por Graham Winterhold em Qua 26 Fev 2014, 18:27


The Wing's Girl
I believe I can fly
▬ Por qual Deus você deseja ser reclamado? Caso não queira ser um semideus, qual criatura mitológica deseja ser?

Éolo

▬ Cite suas principais características físicas e emocionais.

Seus cabelos são amendoados, meio bicolores, com finas mechas louras. Os fios são finos, fazendo com que eles esvoacem mesmo com leves brisas. Não são longos e nem curtos; usa-os normalmente em um corte um pouco abaixo dos ombros. Seus olhos são uma mescla de verde e castanho claro, cintilantes e grandes; são cintilantes, curiosos e um tanto profundos, encaram as pessoas até deixa-las desconfortáveis. Seu rosto tem um formato belo, as bochechas são coradas e o nariz parece o de um bebê. Os lábios são meio carnudos e rubros, como se o sangue quisesse sair. Sua pele é alva, macia e um tanto gélida. Tem estatura mediana, e é magra. Ágil, e, apesar do tamanho e do peso, é bem forte.

Sam é uma típica garota bipolar. Assim como o vento, pode estar calma e amigável em um momento, e no minuto seguinte, pode estar feroz e raivosa, apesar de ser pacífica a maior parte do tempo. É brincalhona, fazendo piadas até mesmo em horas inapropriadas. Curiosa, na maioria das vezes acaba se “ferrando” por conta do seu instinto bisbilhoteiro. Samantha tem memória eidética, e pode lembrar-se de tudo o que lê, vê e ouve. Protetora, acha inadmissível que alguém faça algo maléfico para seus amigos na frente dela, e, caso faça, Sam sabe ser muito vingativa também. É sorridente, feliz a maior parte do tempo; quando está triste, dificilmente deixa transparecer, apenas quando precisa urgentemente de ajuda e seu orgulho não a deixa pedir diretamente. Samantha tem medo de prisões; assim como o vento, gosta de ser livre, sem seguir ordens e ver de mordo surpresa onde a vida leva-a. Tem sonhos, como qualquer pessoa, e um deles é viajar ao redor do mundo em um balão. Tem uma forte paixão por livros, o que se deu do fato de sua mãe ser escritora.

▬ Diga-nos: por quê  quer ser filho de tal Deus - ou ser tal ser mitológico?

Confesso ter uma queda por tal deus desde sempre. Além de sua área de poder estar praticamente em todos os lugares, o ar é essencial para todos nós, o que o torna um dos deuses mais importantes. Não é um dos olimpianos, mas isso não o torna menos poderoso, e admiro-o por isso e pela personalidade forte – e meio sem noção, o que tem tudo a ver com a personagem. Aliás, a personagem! A personalidade de Samantha cabe perfeitamente na dos demais – ou pelo menos a maioria – dos filhos de Éolo, e até mesmo na do próprio senhor do vento.

▬ Relate a história da sua personagem - não haverá um limite de linhas definidos, deixe a sua criatividade fluir.

The Forbidden Love
O ar gélido não se adequava àquela noite, já que era verão. Havia alguns dias que uma brisa de inverno assolava o Cansas, nada que os meteorologistas constatassem como “fim do mundo”, e nem alvo de preocupação, vendo que o calor durante o dia era muito grande; diziam que as correntes eólicas estavam descontroladas, e apenas isso.
Janet fechou as janelas do quarto da recém-nascida. Mantinha o semblante preocupado, como se temesse uma possível indesejada visita; e o principal motivo era o nascimento de sua filha.
– Ah, Samy... – Sussurrou a jovem mulher, cujos cabelos caíam-lhe sobre os ombros em uma cascata dourada, os olhos castanhos cintilavam tanto quanto o da criança no berço que fitava o teto abobadado, sem nem mesmo compreender que estava no mundo. – Queria tanto que seu pai estivesse aqui...
Uma semana antes, o misterioso homem de quem Janet se recusava a falar parou de visitá-la. Desde então, a escritora passara a ser melancólica. A única alegria fora a chegada da filha, a qual batizou de Samantha, uma das personagens de seus livros, a que Janet mais gostava.
– Ele não vai voltar, Jay. – Disse uma voz masculina atrás da mulher. – Mas eu estou aqui.
Ao se virar, as pupilas de Janet se dilataram. O homem com cabelos levemente grisalhos, olhar altivo e penetrante, e barba por fazer, encarava-a com tristeza. Vestia jeans e uma blusa social branca. Ele aproximou-se, tocando o rosto de Janet com as pontas dos dedos, as quais eram gélidas como o inverno.
– Vá embora. – Disse ela, recuando. O nariz estava começando a ficar vermelho. – Vá embora e deixe-nos em paz!
– Minha querida... – O olhar triste do homem endureceu, mostrando agora uma mescla de raiva com terrível ressentimento. – Ele não vai voltar! Nunca mais! É assim com todas. Primeiro ele diz que ama, depois larga. Não vai ser diferente com você! E essa criança... essa criança... Minha filha cuidará dela, e um dia você terá que me implorar de joelhos para que eu a salve.
– Não! – Gritou Janet, virando-se e pegando a filha no colo. Os olhos ardiam, e ela chorava. Apertou-a contra o peito, e, ao virar-se, estavam ambas sozinhas no quarto. A fechadura da janela estava congelada.

Winter’s Revenge
Os bonecos de neve eram os melhores amigos da pequenina. Seus olhos cor de avelã brilhavam ao erguer bolas enormes de neve e fazer um boneco com direito a cachecol e nariz de cenoura. Os olhos eram de botões pretos, e a boca era de barbante vermelho. Samantha adorava o inverno, especialmente quando nevava. Adorava brincar na frente de sua casa com os coleguinhas de escola e vizinhos, mas naquele dia ela estava sozinha. A garotinha tinha seus cinco anos, mas era muito bem ajuizada, sabia que não deveria se afastar muito de casa e nem falar com estranhos.
– Você será o Bob! – Disse para um boneco de neve. Fizera quatro deles sozinha! Não eram grandes, eram até menores que ela, mas Sam estava orgulhosa. – E você será Bob Dois. E você, Bob Três. Ah, e você será Bob Quatro.
Ela jogou-se entre os amigos glaciais, fazendo no chão um anjo. Ela respirava aceleradamente, estava agitada.
– Ah, aqui está você. – Disse uma moça que a perscrutava. Tinha cabelos e olhos, ambos, escuros. Sua vestimenta era como o de uma princesa: vestido branco que cobria até os pés, de manga longa, que não deixava suas mãos brancas a mostra, a menos que ela esticasse os braços. Sua pele era pálida que chegava a doer nos olhos.
– Com licença, mas falava comigo? – Samantha levantou-se com cautela.
– Exatamente com você, pequenina. – Disse a mulher, exibindo um sorriso gélido, sádico, psicótico. – Sabe, pensei que fosse mais velha. Machucar uma criança tão pequena como você quase me dá pena... Quase. – Ela riu, divertindo-se.
– M-me machucar? – Sam recuou calmamente. Estava pronta para gritar para a mãe quando uma rajada de vento gelado a atingiu, derrubando-a com força no chão. Não deu tempo de chorar, a única coisa que viu foi a mulher aproximando-se. Tocou-a no peito, e Samantha não conseguia mais respirar. Sentiu congelar de dentro para fora.
– Samantha! – A voz de Janet gritou, e a criança desmaiou.

•••

A luz forte acima de si quase a cegou ao abrir os olhos. Ou talvez tivesse acostumado com o escuro de seus sonhos que a simples lâmpada de seu quarto era uma luz forte o bastante para surpreendê-la.
– Mamãe? – Sussurrou. Estava com frio, mesmo que estivesse coberta dos pés à cabeça. – Mamãe, o que aconteceu?
– Samy! Ah, graças a Deus! – Ela suspirou com alívio. – Ah, minha pequena, foi só um sonho ruim.
– Eu... Havia uma mulher... – Samantha estava rouca, como geralmente ficava quando estava resfriada. – Ela... Ela tentou... – E tossiu.
– Shh, shh. Foi só um pesadelo, meu amor. – Janet afagou os cabelos da filha. – Durma, amanhã estamos de mudança para Nova York.

The Daughter of the Wind

A voz fina da professora de química já estava dando nos nervos de Sam. Já havia feito todas as provas, porém, a Academy B. não acabava nenhum ano escola no meio da semana. Ainda era quinta-feira, e, mesmo que a pseudo aula fosse só enrolação, ainda tinha que frequentar. Não que fizesse diferença faltar ou não, mas Samantha não gostava de desapontar a mãe, e Janet queria mesmo que sua Samy não faltasse a nenhuma aula, nem mesmo as de pura enrolação. Suspirou, olhando de soslaio para Charlie, seu melhor amigo. Samantha conhecera Charlie Longdon assim que chegara à Nova York, há onze anos. Ambos tinham dezesseis, e estudavam desde pequenos na Academy B., que, mais tarde, Sam descobriu chamar-se verdadeiramente Academy Boobs, por conta do sobrenome do antigo e falecido dono e diretor, Richard Boobs. Mais tarde, foi abreviado para evitar piadinhas maldosas por parte da concorrência e dos alunos. Charlie sorriu para Sam, deixando a mostra seus dentes da frente tortos. Ele tinha uma barbicha ruiva no meio do queixo, a qual se recusava a tirar. Seus cabelos eram ruivos e em um estilo espetado, e seus olhos eram verdes. Ele arrancou um pedaço de folha de papel em branco e rabiscou alguma coisa. Depois, jogou-a para Sam.
Ao pegar, Sam riu discretamente. Era um desenho da professora de química. Claro, um desenho da professora de química modo “Charlie de ser”.
Então, finalmente, o sinal tocou.

Ao abrir o armário para despejar os livros de que tanto queria se livrar, viu um envelope vermelho na porta. Caso ame sua sobriedade, não abra. Sam abriu.

Cara Sam,
Hoje Lisa estará com a casa livre, e poderes ficar leve em paz.
Os pais foram viajar, então estará tudo sob controle.
Pronta para se divertir? Vamos todos ficar leves.
Beijos, Ryan.
Ps: Traga o Charlie.

•••

Ir andando para casa sempre fora o modo predileto de locomoção de Samantha. Gostava da brisa no rosto enquanto andava, e gostava da sensação de liberdade. Já tinha dezesseis anos, mas ainda não tinha carro. Havia tirado sua carteira, mas o último livro de Janet, “Love and War – Ice”, não fizera muito sucesso. Ela estava dando início à outra série, a qual tinha certeza de que venderia muito. Até lá, terá que andar de ônibus, querida, era o que Jay dizia. Sam apenas dava de ombros; nunca fizera questão de carro.

Meia hora depois, Samantha avistou sua casa. O tom avermelhado de suas paredes pela parte de fora, e o jardinzinho que Janet cuidava no espaço que tinha entre o portão da frente e a casa de fato, davam o ar confortável tão merecido à propriedade. Por dentro, o cheiro de chocolate quente e brownies enchiam o peito da garota de quentura.
– Mamãe! Cheguei! – Disse, entrando e já subindo.
– Querida? Fiz brownies! Não vai querer? – Perguntou Janet. Os cabelos dourados estavam presos em um coque, e ela usava um vestido florido por baixo do avental de cozinha.
– Não, mamãe, já comi. Ah, vou à casa de Lisa, tudo bem?
– Mas você acabou de chegar! – Jay suspirou. – Tudo bem, mas não volte muito tarde.

Um banho rápido. Trocou de roupa e calçou seus tênis tão rápido que a meia ficou desajustada, incomodando-a. Amarrou os cabelos em um rabo de cavalo e saiu correndo. Beijo, mãe. Volto depois. Tchau. Apressada, como sempre ficava quando estava animada.

Lisa, Patrick e Charlie eram os únicos amigos de Sam. Lisa e Patrick eram irmãos, e ambos eram mais velhos que Charlie e Samantha. Lisa era namorada de Charlie havia um ano, e os dois pareciam mesmo se amar. Muitas vezes, Patrick e Sam ficavam de “vela” nessas reuniões na casa de Lisa. Não, eles não só se pegavam. Normalmente, essas reuniões serviam para eles brincarem com jogos de tabuleiro, tomarem cerveja e chaparem, apesar de Sam recusar se embebedar e se drogar, e ficar somente na coca-cola, que era igualmente prejudicial à saúde.
Fora de ônibus, pois a casa de Lisa era bem mais longe. Sam encostou a cabeça na janela, olhando para seu próprio reflexo e os prédios e pessoas que pareciam mínimas por trás. Pensou no motivo de terem vindo para Nova York. Janet sempre contava a mesma estória: O local onde moravam no Cansas estava perigoso demais, e por isso eles resolveram se mudar. Sam recordava vagamente; apesar de sua memória eidética, ela tinha apenas cinco anos, e lembrava-se apenas de pesadelos muito, muito ruins.
Desceu no ponto que ficava exatamente de frente para a rua que levava até a casa de Lisa. Ela era uma verde, e ficava bem no fim do quarteirão, do lado direito. Tocou a campainha três vezes, e depois mais duas. Sim, eles tinham um toque para se reconhecerem.
– Samy! – Era a voz de Patrick.

Eles ficavam no porão, que dava para as portas dos fundos.
Aquele era o cantinho do quarteto. Ninguém podia entrar li se não os quatro, a não ser que houvesse uma festa. Eles costumavam chamar-se de “deslocados”. E as festas eram “A festa dos Deslocados”.
– Aqui está. – Disse Lisa, enrolado a maconha nos cigarros e distribuindo. Patrick abria o jogo de tabuleiro e Charlie enchia os copos com cerveja/coca-cola.
Charlie acendeu seu cigarro e tragou-o. O cheiro forte espalhou-se por todo o ambiente, e todos riram. Já eram loucos demais, com drogas eles eram totalmente insanos.
Então, a campainha tocou.
– Ah, deve ser a pizza. – Pigarreou Lisa, e subiu para atender.
– Então, quem começa? – Sam disse, enquanto bebericava sua coca.
– Eu posso come... – A frase de Patrick foi interrompida por um estrondo vindo da sala.
– Lisa! – Charlie gritou, e todos correram para ver o que estava acontecendo.
Sam sentiu um dor forte em seu peito, como se seu coração quisesse sair, e então sentiu a pele gelar, e a temperatura diminuir ao seu redor. Abriu a boca, expirando, e viu que a típica neblina de inverno saía de sua boca. Ela caiu no chão, encolhida, enquanto outro estrondo acontecia.  Perdeu a consciência.

Quando acordou, viu-se de cara com uma escultura de gelo. Eram os olhos de Charlie. Era a barbicha de Charlie. Era Charlie.
– Corra, Samantha! – Disse um homem que nunca vira antes. Ele aparentava seus quarenta e poucos anos, e vestia calças jeans e uma camisa vermelha. – Vai rápido!
– O quê?! Charlie! – Sam mal conseguia levantar-se. – Lisa! Patrick! – Os dois não estavam lá, somente ela e Charlie.
– Corre, Samantha! Agora! – Gritou o homem.
Quem é você?!, quis perguntar a garota, mas ela estava tão assustada e aturdida que mal conseguia pensar direito. Saiu correndo, pegou as chaves da picape de Lisa que estavam sobre uma mesinha e fugiu pelas portas do fundo. Ela estava agitada demais, e queria chorar, mas precisava fugir. Mas que merda era aquela?! Estava com medo. Medo por Charlie, Lisa e Patrick. E medo por si, pois a dor em seu peito só ficava mais intensa, apesar de a temperatura já ter se elevado. Dirigiu o mais rápido que pode sem causar acidentes e nem atropelar ninguém. Para onde ia? Para onde se sentia segura: os braços da mãe. Com as mãos no volante, e as costas pressionadas contra o banco do veículo, Sam começou a chorar. Seus amigos ainda estariam vivos? E quem era aquele cara? E do que estava fugindo?
Sam estacionou em frente à casa.
– Mamãe! Socorro!
– Samy! O que aconteceu?! – Janet saiu da cozinha. Usava as luvas de cozinheiro alaranjadas que ganhara no Natal de Sam.
A garota abraçou-a, enterrando o rosto no ombro da mãe. Estava da mesma altura que ela, mas Samantha sempre seria sua pequena Samy.
– Charlie... – Falava em meio a soluços. – Lisa e Patrick. Eles...
Samantha levou um tempo para contar tudo o que entendera – e parcialmente o que não entendera – para Janet. Falava com dificuldade, já que sua garganta estava se fechando por conta do choro. Seu peito ainda doía, uma pressão forte puxava seu coração que parecia ficar mais gelado dentro de seu corpo.
– Mamãe, havia um homem. – Disse. – Eu... Eu não o conhecia. Mas ele me salvou de seja lá o que for.
O rosto de Jay ficou sombrio. Seus olhos brilharam com a velha melancolia. Janet mordeu seu lábio, tocando no ombro da filha, que estava curvada por conta da dor.
– A picape de Lisa está aí fora?
– Sim.
– Vamos então.

•••

A dor diminuíra consideravelmente. Agora, não passava de um dolorido. Samantha parara de chorar também, mas sua respiração continuava acelerada.
Janet e a filha não conversaram durante um bom tempo. Sam ainda estava abatida, e as imagens de Charlie congelado não saíam de sua cabeça.
– Para onde estamos indo? – Perguntou, enfim, a garota.
Janet demorou para responder. Seu olhar preocupado mostrava que estava escolhendo com cuidado as palavras.
– Vou te levar para um lugar seguro.
– Um lugar seguro? – Perguntou Samantha, confusa. Os olhos estavam vermelhos e profundos.
– Sim, querida. Lá você ficará bem.
– Onde?
– Sem perguntas, Samy. É muito complicado. Quando chegar, você vai entender. – E foi a última coisa que Janet disse.

Samantha encostou a cabeça no vidro da picape, olhando para seu reflexo com a paisagem atrás, como costumava fazer. Se chutasse, diria que estavam seguindo para Long Island. Estava completamente calma, até, é claro, a dor no peito voltar abruptamente. Viu a janela do veículo congelar em ambos os lados, e viu sua mãe empalidecer.
– Segure-se, Samantha. – Disse, pisando com força no acelerador.

Ainda não entendia o que estava acontecendo, e nem o que estava a perseguindo. Só queria deitar e tomar um chocolate quente, ouvindo a voz doce da mãe dizer que era apenas um pesadelo. Mal percebeu quando a picape parou com um solavanco, empurrando-a para a frente.
– Desce, Samy! – Disse a mãe, apressada. – Corre para o topo da colina! – Ela apontou para a colina cujo topo continha um pinheiro alto e esplendoroso. Sob a luz do Sol do fim da tarde, seus galhos brilhavam. – E depois, quando chegar, continue correndo.
Sam saiu da picape correndo. Seu peito doía, mas ainda conseguia correr. Olhou para trás a tempo de ver a mãe chorando, pronta para sair. E ela foi embora. Não, ela não me abandonou. Dizia para si mesma. Ela vai voltar. Preciso obedecê-la. O amor que tinha por Janet era tão grande que ignorou o frio que sentia, que congelava de dentro para fora, e a dor pulsante em seu peito. Era assim todo inverno. Uma dor terrível, que a fazia desmaiar. Passava somente quando a primavera chegava.
Então, uma rajada de vento glacial a derrubou, assim que chegou ao topo.
– Enfim nos encontramos novamente. – Disse uma voz vagamente conhecida. Ao virar-se, Samantha ficou pálida; quase tão pálida quanto a jovem que encarava-a. A mesma mulher de seu suposto pesadelo.

Sam sabia que as pessoas mudavam com o tempo. Até sua mãe, que estava sempre tão jovial, já apresentava rugas e alguns fios brancos. Porém, desde os seus cinco anos, aquela mulher não envelhecera nada. Ainda tinha a mesma expressão sádica, gélida, incapaz de amar. Os cabelos e olhos cor de café queimado ainda eram os mesmos. Não havia nem sequer trocado de roupas.
– Não a matei quando era criança porque meu pai não deixou. Eu estava sob as ordens dele de puni-la, mas agora não. Agora... – Ela inclinou a cabeça levemente para o lado esquerdo, quase como uma pessoa dócil. Quase. – Agora posso terminar meu serviço como bem entender.
– Você... Quem é você?! – Sam recuava aos poucos. Lentamente, de modo que a mulher não notava.
– Me chamo Quione, garota! – Ela urrou, ressentida por não ter sido reconhecida. – A senhora do gelo!
– Você... Você é tipo a Elsa de Frozen? – Brincou, tentando distrair Quione o quanto fosse possível até ter chance de correr sem ser pega. – Quer dizer, só que maléfica.
– Cheg... – Outra rajada de vento, dessa vez bem mais forte, derrubou Quione. Não era dela, muito menos de Samantha.
Atrás da mulher, o mesmo homem que Sam vira na casa de Lisa.
– Deixe-a em paz, bruxa! – Ordenou, e Quione encolheu-se. – Você já a amaldiçoou! Não precisa tirar a vida dela!
– Ela morrerá de qualquer jeito! – Gritou Quione, agora encarando-o. – Não fará diferença matar agora ou depois!
– Mas há uma chance. – O tom de voz do homem agora era calmo. Ele olhou fixamente para o pingente no colar prateado de Quione. – Há uma chance de se salvar. – Sua última frase soou como um sussurro. E o homem transformou-se em vento.
– O quê?! Que estóri... – Antes que pudesse concluir, a garota foi erguida do chão por algo que parecia um furacão invisível. Seus olhos começaram a brilhar, e, ao abrir a boca, flocos de neve saíam dela. Quione recuou, desgostosa.
Minha pequena Samantha. Soou a voz do homem em sua cabeça. A filha de Éolo. Minha filha.
Samantha caiu no chão, grogue. Sua consciência ainda estava no ar a tempo de ver jovens se aproximando pelo outro lado da colina, e Quione dissolver-se em flocos de neve.
Então, sua visão escureceu.

Obs: Caso algo não tenha ficado claro sobre a história - trama - de Sam, será mais tarde explicado em DiY's.

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Re: Ficha de Reclamação

Mensagem por Selena Del'Luna em Qua 26 Fev 2014, 22:08

Por qual Deus você deseja ser reclamado? Caso não queira ser um semideus, qual criatura mitológica deseja ser?   Pela deusa da noite Nyx

▬ Cite suas principais características físicas e emocionais.
Eu tenho 14 anos, 1,6,56 quilos,pele pálida,cabelos negros,olhos castanho escuro(a maior parte do tempo),sou do tipo que prefere ler um bom livro do que ir para balada,não gosto de ficar sem o que fazer,sou inteligente,mas sem ser nenhum gênio,eu também me acho um pouco bonita,tenho a auto-estima no ponte certo,gosto sempre de conhecer pessoas novas e fazer novas amizades.Tenho um senso de humor um pouco sarcástico e as vezes sombrio,e também sou um pouco bipolar,geralmente eu consigo me controlar,mas as vezes é impossível.Eu posso ser muito boa,mas nunca vai me querer como inimiga.

▬ Diga-nos: por quê  quer ser filho de tal Deus - ou ser tal ser mitológico?
Nyx é minha deusa favorita,ela envolve tudo o que gosto.Ela também é a deusa dos segredos,e eu sempre tive uma facilidade incrível para ler as emoções das pessoas,então me identifico muito com essa deusa,além de ela ser cultuada pelas bruxas,as quais referencio com orgulho.

▬ Relate a história da sua personagem - não haverá um limite de linhas definidos, deixe a sua criatividade fluir.
OBS: O player não é obrigado a ir ao Acampamento, mas deve narrar à descoberta de que era um semideus e o momento da reclamação- e se não foi indo a Long Island, como foi?

Meu nome é Selena Del’Luna, tenho 14 anos e eu sou um meio-sangue. Deixe contar como tudo isso aconteceu comigo, tudo isso que mudou minha vida de um dia para outro.

Era um dia como qualquer dia, eu não iria para escola, pois faltavam apenas três dias para ao fim das aulas, e como já tinha recebido o boletim que me mostrou que passei de ano não havia motivo para continuar a ir à escola, bom,eu me levantei,tirei o pijama e me vesti, (eu usei uma blusa azul esverdeada que ia até a coxa, vesti uma calça jeans preta, e botei um cinto acima da blusa) pequei minha bolsa e decidi ir ao shopping já que não tinha nada para fazer. Ao ceder às escadas eu encontrei meu pai, o senhor James Del’Luna tomando café da manha com minha avó Lira Del’Luna, que eu chamo só de vovó.

-Vovó! Eu desci gritando de felicidade.

-Como esta querida?Ela falou feliz também.

-Bem, e a senhora?Eu falei pra ela

-Ótima, eu acordei com uma unha quebrada, mas tudo bem!Ela falou rindo um pouco.

Minha avó tinha 55 anos, mas mesmo assim não deixou de ser vaidosa, ela adorava me pentear e me comprar roupas, ela já foi uma grande modelo e estilista, mas agora esta aposenta e prefere apenas escrever em seu blog de moda. Ela sempre foi uma pessoa muito fashion, que mesmo com o passar dos anos não deixou o tempo prejudicá-la, ela era linda, de um jeito que nem aparentava ter idade de avó.

-Você esta muito arrumada, aonde vai?Disse meu pai ao lado da vovó na mesa.

-Vou à livraria do shopping, vou comprar alguns livros para ler já que estou sem nada pra fazer. Eu disse.

-Traga-me a nova revista do Pai Moderno! Papai gritou enquanto me despedia da vovó e saia pela porta.

-Tudo bem!Eu gritei de volta – Tchau. Eu gritei de novo

-Tchau querida!Ele gritou de volta.

Eu adoro ir ao shopping, pois tem tudo o que gosto, mas a minha loja favorita era a livraria, estar cercada de tantas historias, tantos lugares, tanto pra se saber, tudo dentro de livros, era mágico pra mim. Eu morava em Nova Jersey (Pensilvânia), que era pertinho de Nova York (aonde minha avó mora), então de vez em quando eu vou até os shoppings dela, alem de sempre ter esperança de ver algum famoso caminhando nas ruas de Manhattam. Eu cheguei ao shopping e fui direto a livraria, onde comprei dos livros sobre Historia Grega, e a revista Pai Moderno que o papai pediu. Ao sair do shopping encontrei minhas amigas Miranda e Daphne perto da porta de saída principal.

-Garotas, o que estão fazendo aqui?Eu perguntei





-Daphne queria comprar uma sapatilha e eu queria comprar um par de sapatos novos para a festa de fim das aulas. Elas responderam.

-É mesmo!Eu tinha me esquecido da festa, mas acho que não vou. Eu disse, com tom de que não queria mesmo ir à festa.

-A que pena, a festa seria melhor com você. Elas disseram, tentando parecerem tristes.

-Mas tudo bem, tudo o que faço nessas festas é ficar sentada em um canto escuro lendo ou conversando. Eu disse

-Okay, tchau. Elas se despediram e entraram numa loja.

Miranda, Daphne e eu éramos amigas desde a sexta serie, elas não eram tão confiantes e superficiais quanto são agora, elas eram diferentes, eram garotas normais que iam a biblioteca, assistiam filmes juntas, e vestiam roupas de gente normal,mas depois que fomos para o Ensino Médio elas começaram a mudar,ambas pintaram o cabelo de loiro com mechas rosa,começaram a usar salto alto,vestidos curtos rosa choque,e usar prada ao invés de all stars.Enquanto eu passava pelo estacionamento onde meu pai viria me buscar em 10 minutos um segurança veio falar comigo.

-Bom dia Senhorita. Ele falou olhando para mim.

-Bom dia, o que o senhor deseja?Eu falei

-Parece que a senhora pegou algo que não lhe pertence. Ele falou calmamente

-Não, eu paguei por estes livros, pode ver o recibo. Eu falei nervosa.

-Então não se importa de me acompanhar e mostrar o recibo, não é?Ele falou, ainda calmamente.

-Okay. Falei como se não me importasse.

-Por Aqui, por favor. Ele apontou para a direita.

Era uma sala escura e com paredes cinzentas rachadas e mofadas, lá estavam mais dois seguranças, os dois muito magros e pálidos com roupas cinza e rasgadas.

-Essa é ela?O mais alto disse com uma voz grossa que me assustou.

-Sim, não vê a semelhança com a mãe. O outro falou com voz grossa e misteriosa

-Vamos fazer um teste!O guarda que me trousse falou.

-O que, que teste, do que vocês estão falando?Eu falei apavorada.

De repente a pele dos homens começou a descascar e se transformar em fumaça no ar, o esqueleto começou a aparecer literalmente,quando me dei conta estava olhando para três homens com partes do esqueleto amostra,vestido com trapos pretos.

-O que esta acontecendo, quem a são vocês?Eu falei com tom de pânico.

-Nos somos a sua danação! O esqueleto mais alto falou com uma voz que agora estava rasgada e grossa ao mesmo tempo.

-Como assim danação?Eu disse ainda muito assustada.

-Nós somos soldados de Hades, e ele quer a receita mortal, venha conosco agora ou morra por sua própria conta!O segurança esqueleto do meio falou

-Mas como assim, que receita, do que vocês esta falando?Eu falei andando pra trás com cuidado para eles não perceberem ainda muito assustada.

Assim que pude comecei a correr pelo corredor, logo eles vieram correndo também, logo nós chegamos ao estacionamento, onde vi meu pai me esperando no carro. Ao me aproximar dele, entrei no carro histericamente.

-CORRE PAI!CORRE!Eu gritei para ele.

-Porque querida?Ele respondeu assustado também.

-Esqueletos fantasma estão atrás de mim!Rápido Vai!Eu gritei de novo.

-Okay, então vamos. Ele acelerou e fomos embora, ao olhar para trás eu não havia visto nada alem de um pouco de fumaça fina descendo pela saída de esgoto que havia perto do shopping.

Ao chegar a minha casa contei o ocorrido para o meu pai, que parecia acreditar em tudo fácil de mais.

-Querida a algo sobre nossa família que escondo há anos. Ele se sentou ao meu lado.

-O que é papai, me diga logo!Eu disse ansiosa.

-Há um tempo atrás, antes de você nascer... Ele começou - Quando eu ainda era jovem, eu me apaixonei perdidamente por uma mulher fantástica chamada Nyx, bom, eu me apaixonei perdidamente por ela, e como nos éramos felizes, nós éramos como eternos namorados era tudo perfeito. Um dia ela me contou um segredo, algo inesperado, ela contou que era uma deusa grega imortal, contou que não era apenas uma Nix qualquer, mas sim “Nix” a deusa da noite e dos segredos obscuros, eu fiquei chocado, porem acreditei com sinceridade, talvez o amor possa mesmo vencer qualquer barreira, ate mesmo a imortalidade. Tudo ocorreu bem até que ela contou que estava grávida, e que precisava ir embora, deixando-me com o bebe (você) e uma pequena carta que dizia: "Querido John, eu precisei partir, algo chama minha atenção para assuntos importantes, algo que com certeza vai me deixar longe de nosso filho, por favor, cuide bem dele, ele é especial, ele ira correr grande perigo, pois só o sangue que ele carrega é um convite à morte, espero que fique bem, e quando ele tiver idade certa o leve ao Acampamento Meio-Sangue, você sabe onde é depois disso ele devera treinar, pois muitos monstros e criaturas tentaram matá-lo. Espero que ele esteja seguro no acampamento, e desejo uma boa vida para ele, e para você. Com Todo Amor NYX

Aquilo me paralisou imediatamente, aquilo na parecia real, mas algo dentro de mim me mandava acreditar em cada palavra que meu pai e a carta diziam.

- Então, pelo que dizem as lendas, então eu sou uma... Eu falei gaguejando um pouco.

-Uma Semideusa, sim querida você é. Ele terminou minha frase com lagrimas nos olhos.

-Há um acampamento em Long Island, lá a outros como você, que são diferentes dos outros. Ele disse

-Então se eu for lá eu terei mais respostas sobre minha mãe?Eu perguntei

-Sim querida, vá fazer suas malas, nos viajaremos ainda hoje a tarde, antes do anoitecer, vá fazer sua mala. Ele disse com pressa

-Mas por que tanta pressa?Eu perguntei assustada.

-Há, mais no mundo, do que deuses e suas proles há também monstros e criaturas que podem te matar em poucos segundos ou ate mesmo te transformar em pedra. Ele disse com olhar assustado.

-Esta falando das Gorgonas, eu li sobre elas em um dos meus livros de mitologia. Eu disse

-Eu não disse para ficar longe desses tipos de livro!Ele falou um pouco triste

-Mas porque papai?Eles contem historias fantásticas. Eu disse.

-É que quanto mais você se aproxima desse mundo, mais fora deste você estará. Ele disse.

-Então, o que você esta tentando me dizer e que tudo o que li todos esses anos nos livros de história e mitologia grega é real?Eu perguntei um pouco assustada

-Receio que sim querida. Ele falou com a cabeça baixa.

-Então o que eram aquelas criaturas que me seguiram no estacionamento?Eu falei

-Pelo que você me contou eram Cavaleiros de Hades, ele manda seus servos mortos vivos, para conseguir essência de meio-sangue, isso pelo que sua mãe me contou anos atrás. Ele falou com medo

-Okay, vou arrumar minha mala, só espero que não tenha nenhum pegásso na minha mochila. Eu falei rindo

-Só não deixe ele desarrumar seu quarto. Ele falou rindo e me fazendo cócegas.

Eu meu pai nos entendíamos muito bem com meu pai, ele trabalha muito, mas mesmo assim ele nunca deixa de me dar atenção. Quando não esta em casa ele geralmente me deixava ficar com a vovó, ela e meu pai são minha única família. Eu nunca liguei para o fato de não ter mãe, meu pai disse que ela me amava muito, mas teve que partir pelo bem maior, e não é que ele estava certo, eu só não imaginava que o tal bem maior era o destino da noite, esse até é um bom motivo para abandonar um filho.

Eu subi as escadas e fui direto para o meu quarto, peguei minha maior mochila e á enchi com roupas, livros, algumas fotos (para matar as saudades, pois algo me dizia que eu não veria meu pai tão cedo) e mais algumas coisinhas. Desci as escadas correndo, ao chegar à sala vi meu pai sendo segurado pelos “seguranças esqueleto” do shopping, mas dessa vez eu não tinha como fugir e deixar meu pai, dessa vez eu teria de lutar, mas não sabia como, até... De repente surgio uma voz em minha mente, ela tinha uma voz sincera e lírica, era tranqüilizante ouvi-la.

-”Quando sua verdadeira natureza falar, a sombra prateada da lua negra poderá bilhar”. A voz falou

-Quem esta falando?Eu gritei assustada, mas só o que vira era meu pai sufocando nas mãos esqueléticas dos monstros.

-Vamos logo menina, nos de o que queremos, ou terei de matar o seu pai!Ele disse com sua voz seca e roca.

Naquele momento algo aconteceu, algo meio inexplicável, minhas unhas começaram a crescer até ficarem do tamanho das de uma fera, foi, inacreditável, a sensação foi fantástica, de repente, por algum motivo, as janelas se abriram revelando a lua cheia que brilhava encantadoramente, pode parecer estranho, mas naquele momento pude ouvir a lua. Eu redirecionei me olhar para os esqueletos, e meus olhos se encheram de um tom escuro que irradiou fortemente pelo meu corpo em espiral, não era muito forte, mas deu tempo de confundi-los tempo suficiente para eu poder pegar um vaso de flor e quebrar na cabeça do mostro que segurava meu pai,que conseguiu escapar das garras do monstro,logo apos pulei a janela da sala que dava para o quintal seguida de meu pai,quando os monstros recobraram a visão vieram atrás de mim,ao leve toque com a noite que irradiava o chão, minha pele brilhou levemente,eu me senti como se tivesse bebido 10 Gatorades, me senti uma guerreira,eu peguei a corrente que trancava minha bicicleta,e usei como arma,usando-a contra os esqueletos,mas também desviava de seus ataques com muita precisão,eu mesma não acreditara no que estava fazendo,parecia que havia um outro lado meu que falava mais alto que minha própria voz.Os esqueletos cederam dificilmente aos ataques,mas depois de tantos golpe caíram e se transformaram em fumaça que novamente escorreu para o sistema de esgoto.

-Acho que agora estamos seguros, onde esta sua mala?Ele perguntou cobrindo o machucado no pescoço.

-Deixei perto da janela. Eu falei olhando para as garras que foram diminuindo até chegarem à forma de unhas comuns.

-Então a pegue, nós vamos agora para o acampamento, antes que mais deles apareçam,lá você estará seguro! Ele disse correndo para o carro

Nós viajamos por pelo menos umas duas horas ate chegarmos a Nova York, depois disso mais 2 horas ate o estreito de Long Island,eu dormi durante a viajem,mas acordei a tempo de ver uma placa de transito que dizia “Bem Vindos a Long Island”,e com uma escrita estranha em baixo,parecia estar em outra língua com aqueles símbolos estranhos,porem algo aconteceu as letras se misturaram e se inverteram deixando a frase legível “E Acampamento Meio-Sangue”,o mesmo acontecera a alguns messes atrás quando minha avó e eu fomos visitar um antiquário antigo,símbolos como aqueles estavam em uma estatua grega, e apenas eu conseguia entender as escrituras,eu achei estanho na hora,mas não dei muita importância,agora acho que devia ter dado.Bom,chegamos ate uma grande entrada de uma floresta.

-É aqui, só precisamos seguir essa trilha e logo chegaremos ao acampamento. Ele disse

-Tudo bem, mas vamos logo, eu não preciso de mais monstros na minha vida, Ok?Eu disse rindo.

-Okay. Ele falou mascarando sua tristeza com um riso forçado

Nós caminhamos pela trilha por alguns minutos, até chegarmos a um grande portão de pedra com tochas a volta,a estrutura parecia que tinha milhões de anos,mas mesmo assim era forte e com um estilo greco-romano antigo que hoje em dia só se vê em museus e ruínas.

-É aqui! Ele disse me dando minha mochila

-Então vamos. Eu disse um pouco nervosa.

-Eu não posso passar apenas semideuses podem. Ele falou chorando.

-Então isso é uma despedida. Eu falei triste

-Sim, mas logo poderemos nos ver, e quando a saudade vier basta dar uma ligação que venho te buscar. Ele disse chorando um pouco. -Mas é melhor você ficar aqui por um tempo, ate estar pronto para viver a vida que lhe foi destinada.

-Tudo bem, é melhor eu entrar. Eu disse, tentando não chorar para não pioras as coisas.

Ao entrar passei por um grande pinheiro que parecia tão vivo quanto eu,ao atravessar a passagem de pedra eu vi um senhor de meia idade montado em um cavalo,mas ao olhar mais de perto vi que ele era metade cavalo,ele era um centauro,eu não acreditei em meus olhos ao ver isso,mas depois que havia lutado com três “seguranças esqueleto” falar com um centauro seria a coisa mais normal do meu dia.

-Bem Vinda ao Acampamento Meio-Sangue minha cara!Ele falou para mim

-Eu sou Quiron, diretor de atividades do acampamento, e você como se chama?Ele chegou perto e perguntou.

-Oi, eu me chamo Selena, Selena Del’Luna, mas pode me chamar de Lena.Eu respondi

-Hora, mas que nome bonito, você sabia que esse nome vem do grego antigo?Ele falou

-Não, o que quer dizer?Eu perguntei ingênua.

-Selena em grego quer dizer “Aquela que é relacionada á noite”. Ele me explicou

-Que legal, deve ser por causa da minha mãe. Eu falei como se não tivesse olhando para seus cascos e sua parte cavalo

-Então, quem é sua mãe?Ele olhou fundo em meus olhos e perguntou.

-Pelo que meu pai me contara é uma deusa, chamada Ny... Alguma coisa. Eu falei sem lembrar direito o nome dela.

-Nyx!Ele completou

-Isso. Eu falei

-Bom, até a sua reclamação nós só teremos palpites. Ele falou com um ar desconfiado

-Mas como uma reclamação pode demorar anos, temos alguns métodos para induzir a identificar os pais e mães imortais de novos campistas, cujos pais mortais já têm idéia de quem seja. Ele explicou

-Chego mais perto. Ele pediu

Ele me olhou de baixo pra cima, olhando cada detalhe meu, ate chegar aos meus olhos, que ele olhou com duvida.

-Você não possui nenhuma característica física de nenhum dos Olimpianos, quem sabe Selene, você possui uma pele e cabelos dignos de uma filha da deusa,mas também poderia ser de outra.Bom vamos ver se podemos fazer pelo menos um reconhecimento de suas habilidades.

Ele me levou até uma sala cheia de armas e me pediu que escolhesse a que eu quisesse, havia espadas, lanças escudos e tudo mais, mas eu olhei apenas para uma corrente e prata de uns dois metros oculta a direita,ao mostrar para Quiron,ele coçou a barba e saio sem dizer nada,e o segui então.Depois disso ele me levou até uma área cheia de chalés,eram todos diferentes,todos com características únicas,alguns com toques mais delicados,e outros com toques brutos,em um dos chalés nevava,e no outro cresciam videiras de uvas.Nós caminhamos em frente de cada chalé,até que chegamos a uma área com um chalé lindo com uma lua crescente na frente e um raio lunar que pairava sobre o aposento.Quiron me levou ate onde havia um feixe de luz lunar,e me botou sobre ela,mas nada acontecera,então ele me levou a outro chalé,o mais bonito aposento aos meus olhos,ele era de um material escuro e com um enorme quintal com jovens sentados em roda conversando,eles eram tão bonitos,eles brilhavam literalmente,com um leve tom cinza,a maioria com cabelos escuros e pele pálida,Quiron então pediu para eu ficar no meio do circulo,eu então passei pelos jovens e parei no meio deles,eu fiquei ali parada,não pensei em nada a não ser a voz que me ajudara a salvar meu pai,e agradeci mentalmente.De repente uma fumaça escura com pontinhos brilhantes em volta saio do chão e foi circulando meu corpo até chegar a minha cabeça e formatar a forma de assas de corvo que foi se dissipando ate mostrar a imagem de um céu negro estrelado com uma lua cheia brilhante,nesse momento todos se levantarão e me complementarão,e sensação era de aceitação,a mesma que sentira quando lutara contra os esqueletos.

-Parece que temos uma nova irmã meus irmãos. Um garoto alto com cabelos loiros cinzentos falou.

-Como devemos chamá-la irmã?Perguntou uma menina da minha idade, um pouco mais alta que eu que tinha os cabelo mais castanhos que já vi e pele morena pálida.

-Meu nome é Selena, mas podem me chamar só de Lena. Eu falei muito feliz

-Essa foi uma das reclamações mais rápidas de uma filha de Nyx que já vi. Disse Quiron orgulhoso.

-Então, eu sou mesmo um meio-sangue?Eu perguntei com um pouco de duvida ainda.

-Não apenas um meio-sangue, você é filha de uma deusa muito antiga, Nyx é a uma deusa primordial, ela não é uma deusa da noite, ela é à noite, alem de ser a portadora dos segredos da vida e da morte, alem da imortalidade dos deuses. Ai que falta de educação a minha eu me chamo Darcio, sou um semideus filho de Nyx, como você, também sou o líder do Chalé 28, que parece ser o seu novo lar. O garoto alto e bonito me abraçou

-Bom, é melhor descansar, conversaremos de manhã. Quiron falou e foi embora.
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Re: Ficha de Reclamação

Mensagem por 083-ExStaff em Qui 27 Fev 2014, 01:19

Avaliação


Fichas de Reclamação.

Cammeron.


Não reclamado. Olha Cammeron, você precisa melhorar um pouquinho o desenvolvimento da história. Senti que a pressa em postar logo sua ficha, o fez cometer muitos erros de digitação, e de concordância. Tente sempre reler seus textos antes de enviá-los, pois isso economiza em muito correções posteriores. Lamento, mas deverá tentar outra vez.


Jonathan.


Não reclamado. Então Jonathan, as fichas para filho de Nyx são avaliadas com um rigor um pouco maior. Dessa forma, acabei tendo de reprová-lo. Principalmente, devido à alguns erros ortográficos e de concordância que encontrei em seu texto. Também achei erros de pontuação, como ausência de travessões e de pontos finais. Dessa forma, fica inviável a aprovação. Tente outra vez, e revise seu texto.


Daniel.


Não reclamado. Perséfone é outra das deusas com nível de dificuldade maior. E, apesar do dinamismo e da desenvoltura de sua ficha, você não atingiu a paorvação necessária para ser aceito, Daniel. Primeiro devido ao fato de sua ficha não abranger totalmente a vida dele antes de ser descoberto como semideus, e por ter sido muito corrido o ritmo de acontecimentos. Ficou devendo na fluidez do texto. E o excesso de diálogos também inviabilizou a aprovação. Lamento.


Cornélio.


Não reclamado. Senti falta dos detalhes na sua ficha. Você não descreveu seu dia a dia no Acampamento. Só contou por alto como chegou lá. É preciso um entrosamento maior, uma explicação mais detalhada das origens de seu personagem. Ficou tudo muito breve, muito pincelado. Aprofunde-se mais, e empenhe-se em deixar claros os cenários e sentimentos do personagem. Senti falta disso.


Nickolay.


Reclamado por Ares. Mais um exemplo de que tamanho não é documento. A ficha ficou ótima, e certamente Nickolay será um personagem incrível de se trabalhar e interessante de se conhecer. A idade dele e o fato de morar fora do Acampamento também são um diferencial que me chamou atenção, e acredito que será muito bem explorado pelo que pude perceber de seu estilo de escrita. Parabéns, filho de Marte! Bem vindo ao Fórum.

Samantha.


Reclamada por Éolo. Parabéns, Samantha! Uma ficha muito interessante. Conseguiu me prender, e me fez nem notar que estava lendo até que a terminei. Muito bom. Seja bem vinda ao Acampamento, filha do vento!


Selena.


Não reclamada. Lamento Selena, mas sua ficha é quase que inteiramente constituída de diálogos, e para uma filha de Nyx, a ficha precisa ser mutio bem desenvolvida no quesito enredo e coesão. O que infelizmente, não foi. Infelizmente não pude aprová-la, pois a parte essencial da história, que são os cenários e acontecimentos, foi tangenciada em prol de diálogos. Tente outra vez, e atente para estes erros. Obrigada.









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Re: Ficha de Reclamação

Mensagem por Cornélio J. Rodrigues em Qui 27 Fev 2014, 14:39

▬ Por qual Deus você deseja ser reclamado? Caso não queira ser um semideus, qual criatura mitológica deseja ser?


Sátiro

▬ Cite suas principais características físicas e emocionais.

Físicas: Cornélio é um belo homem de 17 anos de idade. Pele clara, olhos azuis e belos cabelos castanhos que moldam o rosto conforme descem até o pescoço, muito forte e másculo, tem uma cavanhaque bem feito em seu rosto o que lê dá um semblante mais velho.

Emocionais: Cornélio é um Sátiro muito determinado e esperto, é muito bom com trabalhos minuciosos por mais incrível que pareça. È um ótimo cozinheiro, além de ser um amigo muito fiel as pessoas que são leais a ele, entretanto a característica que mais se destaca nele é o seu talento para a dança e a sua irritante persistência.


▬ Diga-nos: por quê  quer ser filho de tal Deus - ou ser tal ser mitológico?


Porque Sátiros são fortes e encantadores em todos os aspectos, são fortes e protetores o que são características muito peculiares. Além de seus poderes serem relacionadas a música o que me fascinou bastante.


▬ Relate a história da sua personagem - não haverá um limite de linhas definidos, deixe a sua criatividade fluir. 

  Bem meu nome é Cornélio eu nunca conheci meus pais. Quer dizer, sou um sátiro órfão que foi criado pelas dríades do bosque do Acampamento Meio-Sangue. Cresci cultuando os deuses e sendo educado por alguns sátiros mais velhos, onde aprendi a tocar flauta e lutar com bastões. Quando cheguei aos 23 anos de idade recebi minha primeira missão, onde fui mandado para uma escola para achar e trazer um meio-sangue para o acampamento, e é isso que estou fazendo agora.


    Eu quando cheguei na escola pude perceber como os humanos eram seres ignorantes e rudes, e também como maltratavam a natureza. Eu estava disfarçado com um boné, calças e tênis. Não resisti quando uma garota lançou uma latinha de Diet Coke no chão. Minha vontade foi de brigar com ela, mas ela já estava longe e então apenas me aproximei, peguei a latinha e comi em um lugar seguro, onde as pessoas não pudessem ver e desconfiar de algo, a final, um lanche é sempre bom.

    Peguei um papel onde estava escrito as informações do semideus, então as li de novo. “Seu nome é Peter McCoy, está na oitava série (de acordo com a escola humana, os alunos da oitava série tem 14 anos). Tem cabelos negros, olhos da mesma cor.” Fiquei lendo as informações do garoto, até avistar alguém que tivesse as mesmas características e então fui atrás. O sinal já havia batido então era hora de ir para a aula. Eu estava “matriculado” na mesma sala que Peter, então poderia vigiá-lo mais de perto. Quando cheguei lá, me apresentei como novo aluno e fui até meu lugar que era no fundo da sala (Também tive que explicar porque andava estranho, então disse que era por uma doença muscular, eu tinha um atestado para não participar das aulas de Educação Física).

    Tudo acorreu bem, até a hora do lanche quando vi o garoto sendo atormentado por uns caras maiores que eles. Eles tinham um cheiro estranho. E eu citei que eles eram muito altos? Como meu dever eu fui até o meio-sangue e intervi na confusão deles. - Ei gente, deixem o garoto em paz. – O menino pareceu ofendido. - Não se meta nas minhas brigas, garoto novo! –Protestou, me fuzilando com os olhos. - É, deixe ele lutar as próprias brigas. – Disse um dos grandalhões. - Isso mesmo, se manda sátiro! – Disse outro. Sátiro. Ao dizer aquilo eu sabia que eles não eram normais, eram monstros. Forcei minha mente e quando vi aqueles que já eram grandes eram maiores ainda e possuiam apenas um olho no meio da testa, todos com apenas um olho castanho no meio da testa. Ciclopes. O garoto parecia que também tinha parecido ver aquilo, pois tinha uma expressão de assustado.

    Um dos três ciclopes se distânciou e foi atrás de uma cadeira, seus dois companheiros fizeram o mesmo. Quando dei por mim mesmo as cadeiras voavam em direção de Peter. - Cuidado! –Gritei e saltei em sua direção, levando-o pro chão. As cadeiras voaram por cima de nós a vários metros, até se chocarem com a parede. A multidão de alunos começaram a correr alvoraçados.- O-Oque está acontecendo? Quem é você? – Dizia o semideus, em pânico. - Não da pra explicar agora, Peter. Eu sou seu protetor e vou te levar ao acampamento em segurança. Eu prometo. – Falei. Ele fez mais perguntas, mas o ignorei. Cadeiras voavam novamente em nossa direção, mas desviamos.

    Eu precisava ir até a sala de aula na minha mochila. Um bastão emprestado por um de meus instrutores estava nela, e parecia que talvez eu teria que lutar. Puxei Peter pelo braço e sai correndo em direção de um dos corredores que levavam até a sala. Os ciclopes vinham logo atrás, nos praguejando. No caminho o garoto voltava a fazer perguntas. - Que acampamento é esse? E por que essas criaturas estão atrás de mim?! – Eu sem prestar muita atenção nele, continuava correndo o puchando, tendo de diminuir um pouco da minha velocidade para que ele pudesse de certa forma me acompanhar. - Você é um meio-sangue. Filho de um deus ou deusa com um mortal comum. É, deuses e criaturas gregas que você aprende com os mitos, na verdade não são mitos, são reais. Eu por exemplo, sou um sátiro. – Ele riu, falando como que ele poderia acreditar naquilo. Ignorei. Finalmente chegamos na sala de aula, fui até minha mochila e peguei meu bastão.

   Os ciclopes nos alcançaram, e fizeram uma entrada um tanto violenta, destruindo a parede da porta de entrada da sala. Estavamos encurralados, com três ciclopes na nossa frente. - Sem escapatória agora! – Falou um deles, rindo. Eu não conseguiria lutar com aqueles sapatos, então os arranquei, revelando meus cascos. Peter exclamou um “Uou!”, mas minha atenção era toda voltada para os monstros. - Não vou deixar que capturem ele! – Exclamei, entrando em posição de combate. Eles riram e um deles avançou correndo em minha direção. Estavamos numa distância de cinco metros, tentei usar minha agilidade para rolar para a esquerda e desviar, do primeiro consegui, mas do segundo não. Não consegui ver o segundo ciclope chegando, então ele me agarrou pelas pernas e me arremessou contra a parede, caí atordoado.

    Minha visão ficou um pouco turva e eu senti uma forte dor por causa da pancada. Meu bastão tinha caido à minha direita, o recuperei e vi o menino sendo levantado por um dos monstros. - Comida! Heheh! – Disse um deles. Um de seus cupinchas então deu um tapa em sua cabeça, fazendo derrubar o garoto no chão. - Pensa que vai ser só almoço seu?! – Exclamou. Eles então começaram uma briga, decidindo com quem o humano ia ficar, então começaram a se socar e a se empurrar.

    Eu comecei a levantar lentamente. Peter estava do outro lado, com a mão sinalizei para que ele saísse da sala, lentamente. Um dos ciclopes começou a perceber, mas quando ia falar alguma coisa, corri até ele e saltei para cima de uma das carteiras e então saltei novamente, batendo com meu bastão de aço fortemente em sua cabeça, fazendo-o ficar atordoado. - Ei! Seu sátiro maldito! – Gritou um. Comecei a correr dos outros dois, e eles me seguiram. Peter então sumiu de vista mas continuei fugindo, correndo por alguns corredores, até ficar encurralado pelas duas criaturas. - É o seu fim! Carne de bode é muito boa, sabia irmão? – Disse um, e seu irmão assentiu. Sabia que eu estava ferrado.

    Quando vi, Peter voltara e estava silenciosamente atrás deles. Então lembrei que Quíron havia me dado uma espada disfarçada de caneta para entregar ao meio-sangue. Ela estava no meu bolso, tirei-a e lancei para o menino. - Clique e mate eles! – Gritei. O semideus agiu corretamente e clicou, perfurando as costas de um ciclope e transformando ele em pó. O outro foi protestar a morte de seu irmão. Olhou furiosamente para Peter que começara a recuar. Comecei a correr e pulei nas costas do monstro. - Olhe pra mim, seu feioso! – Eu gritava enquanto dava socos na cabeça careca do bicho. O ciclope nervoso, conseguiu me agarrar quando eu não pude mais desviar e brandiu: - Eu vou acabar com você! – Nesse momento o garoto viu a brecha e partiu com a espada em direção do ciclope e perfurou sua barriga, fazendo um corte para o lado, o matando.


    Quando cai no chão pelo monstro ter virado pó dourado, elogiei Peter. - Bom trabalho! – E dei meio sorriso. Ele então olhou para mim e respondeu. - Você vai precisar me explicar muita coisa. – Eu assenti e lembrei que ainda havia mais um. Tramei um plano para acabar com ele e juntos fomos até a parede quebrada da sala, onde viamos o ciclope se levantar, por estar atordoado. Nos escondemos atrás da parede e quando ele passou por nós eu gritei: - Já! – E então bati com meu bastão nas pernas do ciclope com toda minha força, fazendo ele escorregar o pé e se ajoelhar. O menino foi rápido e então enfiou a espada nas costas do monstro, matando-o também. Depois disso, fui até meu par de tênis velhos na sala e os calcei novamente. - Temos que ir. Antes que mais monstros venham atrás de você. –

    Expliquei tudo para Peter, ele ainda negava mas consegui convencê-lo no final, ele não tinha negar, depois de conhecer um sátiro como eu e confrontar três ciclopes. Pegamos um táxi e fomos até um estreito de Long Island, entrando em uma zona rural. O taxista nos deixou ali e paguei com uns dólares que o acampamento tinha me cedido para a missão. Continuei andando, depressa, junto com o garoto até o acampamento.

   Após cruzarmos as barreiras de segurança levei ele até a Casa Grande e apresentei o mais novo campista a Quíron e Sr. D, que me dispensaram. Depois de conversar com o garoto, Quíron veio até mim. - Muito bem, sátiro. – Ele falava com uma cara de satisfeito. - Em sua primeira missão conseguiu trazer um meio-sangue são e salvo para cá. O Conselho do Casco Fendido vai parabenizá-lo. – Eu me sentia feliz com isso, eu tinha feito algo muito bom aquele dia.

   Fui até o conselho e como dito por Quíron eles me parabenizaram por ter me saido muito bem na minha primeira missão, onde poucos sátiros conseguem. Na Fogueira, conversei um pouco com Peter, que ficava na mesa do Chalé 11, por ainda ser indefinido. Quando voltei para perto de meus amigos sátiros, observamos o novo meio-sangue que acabava de ser reclamado. O garoto era filho de Phobos.
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Re: Ficha de Reclamação

Mensagem por Selena Del'Luna em Qui 27 Fev 2014, 21:03

Por qual Deus você deseja ser reclamado? Caso não queira ser um semideus, qual criatura mitológica deseja ser?   Pela deusa da lua Selene(Luna)

▬ Cite suas principais características físicas e emocionais.
Eu tenho 14 anos, 1,6,56 quilos,pele pálida,cabelos negros,olhos azul claro,sou do tipo que prefere ler um bom livro do que ir para balada,não gosto de ficar sem o que fazer,sou inteligente,mas sem ser nenhum gênio,eu também me acho um pouco bonita,tenho a auto-estima no ponte certo,gosto sempre de conhecer pessoas novas e fazer novas amizades.Tenho um senso de humor um pouco sarcástico e as vezes sombrio,e também sou um pouco bipolar,geralmente eu consigo me controlar,mas as vezes é impossível.Eu posso ser muito boa,mas nunca vai me querer como inimiga.

▬ Diga-nos: por quê  quer ser filho de tal Deus - ou ser tal ser mitológico?
Eu aceitaria ser filho de qualquer deusa da lua, e Selene é a melhor delas, depois de Ártemis,eu sou fâ da noite,me envolvo com ela,e os Poderes de Selene são ótimos,então eu decidi escolher ela,pois acho que já que Ártemis anda maior parte do tempo viajando,Selene deve dirigir a carruagem da noite.

▬ Relate a história da sua personagem - não haverá um limite de linhas definidos, deixe a sua criatividade fluir.
OBS: O player não é obrigado a ir ao Acampamento, mas deve narrar à descoberta de que era um semideus e o momento da reclamação- e se não foi indo a Long Island, como foi?


Meu nome é Selena Del’Luna, tenho 14 anos e sou um meio-sangue. Deixe contar como tudo isso aconteceu comigo, tudo isso que mudou minha vida de um dia para outro.

Era um dia como qualquer outro, o sol do inverno atravessa as janelas e brilhava com o tom azul escuro do meu quarto, me acordando de um jeito maravilhoso, eu lembrei que não iria para as aulas, pois faltavam apenas três dias para o começo das férias de inverno, e como já tinha recebido o boletim do trimestre (que me mostrou que passei de ano), não havia motivo para continuar a ir à escola, então eu decidi ir para casa, bom,eu me levantei,tirei o pijama e me vesti, (eu usei uma blusa azul esverdeada que ia até a coxa, vesti uma calça jeans preta, e botei um cinto acima da blusa), pequei minha bolsa e então arrumei minhas malas e me preparei para ir para casa. Eu estudo no colégio Meridam High School, um colégio interno muito bom, com o programa de línguas antigas muito bom, o melhor que já vira, mesmo que não seja muito útil. Como é um internato só temos um fim de semana por mês para ver nossos pais, os feriados e as férias de inverno para ir para casa, ao sair eu acordei minha gatinha Lena, peguei meu passe de férias na direção estudantil, levei minhas malar para baixo e pronto, já estava pronta para ir para casa aproveitar a companhia da minha pequena família. Meu pai o senhor James Del’Luna trabalha muito, ele é grande jornalista que viaja o mundo inteiro, e também um astrólogo renomado, que estuda as estrelas e os planetas, e mesmo com todo esse trabalho teve tempo de me criar, e o bom dele estar sempre viajando são as lembranças que ele me traz de suas viagens, por exemplo,quando foi a Roma ele me trousse uma miniatura do colisseu e um mapa de Roma,e quando foi a Grécia cobrir um esquema de corrupção no parlamento, ele me trousse um baú antigo com estatuas, papiros, armas gregas, e outras coisas. Às vezes acho que ele me tirou do meu colégio normal para ele não se sentir preocupado durante suas viagens, mas foi bom,passo meu tempo estudando,lendo e ajudando alguns alunos em historia greco-romana antiga,eu prefiro isso do que ficar em casa sozinha.Esperando meu pai chegar eu fiquei conversando com minha gatinha Lena,fiquei acariciando o belo e sedoso pelo dela  lembrando do dia em que ela chegou em minha vida...Ela é filha da minha finada gatinha Munir,ela estava comigo desde que nasci e estava grávida quando morreu no parto ,mas pelo menos não foi em vão, a gatinha conseguiu nascer,eu adotei e cuidei do jeito que a mãe dela gostaria,isso aconteceu quando eu tinha uns 6 anos.Quando nos tivemos que escolher um nome para o filhote a chamamos de Lena,e a abreviação de Selena,eu sei dar meu nome para uma gata pareceu estranho,mas acredite ela provou merecer esse nome,Lena é perfeita,ela é carinhosa e muito amiga,em noites frias e chuvosas ela dorme comigo me confortando,com ela eu me sinto totalmente segura,e quando fui levada para o colégio interno,eu a levei comigo,a escola aceitou,desde que nada afetasse meus estudos,então estamos juntas até hoje.Ela é minha um única amiga, eu não sou muito sociável, eu não tenho muitos amigos, eu tinha apenas duas, mas elas já mal falam comigo, elas dizem que ficar muito comigo iria acabar com sua popularidade no colegial. Eu não sou o tipo de garota que vai a festas ou vive preocupada com o cabelo, sou o tipo de garota que lê livros debaixo de uma arvore na hora do intervalo e uma das poucas alunas do ensino médio que gostava mesmo de Historia e línguas antigas, principalmente Latim. Além disso, minha leitura é diferente de outras adolescentes da minha idade, eu não lia sobre historias jovens e fictícias, eu lia sobre historia, eu tenho uma fascinação incrível por livros antigos, acho que é mais uma de minhas esquisitices. Mesmo assim eu não me sentia totalmente sozinha, às vezes quando eu me sinto triste ou solitária, eu ouço vozes,não vozes,apenas uma voz,ela conversa comigo,ela me diz palavras de sabedoria, me ajuda a passar por momentos difíceis sempre forte e com esperança.

Ao sair da direção liguei para meu pai vir me buscar:

-Oi Papai, eu já estou pronta, pode vir me buscar?Eu disse para ele, ansiosa para vê-lo.

-Tudo bem querida, eu chego ai em pouco tempo. Ele disse terminando a ligação.

Eu sabia que a viajem iria demorar algumas horas então eu peguei Lena e comecei a ler um livro,até que dois cachorros bem grandes de pelo preto,olhos vermelhos e dentes bem afiados se aproximaram de mim e começaram a rosnar eu achei que fosse por causa da gata,então escondi ela atrás de mim,mas pareciam que elas latiam para mim,eu me assustei então me levantei devagar e com passos divagares comecei a andar com esperança de que eles fossem embora,mas eles começaram a me seguir até me encurralarem em uma rua sem saída,então os dois cães param lado a lado ainda rosnando,de repente uma névoa estranha cobriu seus corpos,eu só pude ver os dois corpos se derretendo e se reunindo de novo,dessa vez eram cachorros bem maiores,com dentes mais afiados e formas diferentes das raças que eu conhecia,eu fiquei paralisada mas tive força suficiente para me mover  levemente ate conseguir fazer eles ficarem no meu lugar e eu no deles,me dando a chance de fugir,eu corri o mais rápido que pude,a rua estava fria e fazia,e parecia que quanto mais eu fugia mais rápido eles ficavam,até que eu escorreguei em um pouco de gelo que estava no chão e cai,eu imaginei que estava perdida, ,até que meu pai chegou rapidamente atropelando as feras,que caíram cambaleando e desapareceu em uma nevoa negra que foi absorvida pelo solo.Eu nunca tinha ficado tão feliz em ver meu pai,ele me colocou no carro buscou minha mala e saímos correndo dali.

-Pai você viu aquele monstro, o que era aquela coisa. Eu falei histérica

-Eu não sei querida, mas com certeza vai voltar e mais forte. Ele falou assustado também.

-Nós vamos para casa, não é?Eu perguntei

-Não querida!Ele falou

-Por quê?Eu perguntei

-Porque você não esta mais segura lá, eles te encontraram!Ele falou com a voz tremula.

Eu olhei para o braço dele que estava com marca de garras.

-O que aconteceu com seu braço!Eu perguntei

-Há algumas semanas, mais dois desses monstros apareceram em casa procurando por você, cães infernais. Ele explicou

-O que!Eu gritei

-Querida eu preciso lhe contar algo,algo que talvez você não saiba,é sobre sua mãe. Ele freou o carro perto do acostamento.

Meu pai nunca falará sobre minha mãe, a única coisa que ele disse é que ela me amava muito, e que teve que ir embora quando eu nasci.

-Há alguns anos atrás,quando fora a Grécia estudar constelações e lendas antigas, eu encontrei uma mulher fantástica chamada Lene, bom, eu me apaixonei perdidamente por ela, e como nós éramos felizes, nós éramos como eternos namorados era tudo perfeito. Um dia ela me contou um segredo, algo inesperado, ela contou que era uma deusa grega imortal, contou que não era apenas Lene, mas sim “Selene” a deusa da lua, eu fiquei chocado, porem acreditei com sinceridade, talvez o amor possa mesmo vencer qualquer barreira, ate mesmo a imortalidade. Tudo ocorreu bem até que ela contou que estava grávida, e que precisava ir embora, deixando-me com o bebe (você) e uma pequena carta que dizia: “Querido John, eu precisei partir, algo chama minha atenção para assuntos importantes, algo que com certeza vai me deixar longe de nosso filho, por favor, cuide bem dele, ele é especial, ele ira correr grande perigo, pois só o sangue que ele carrega é um convite à morte, espero que fique bem, e quando ele tiver idade certa o leve ao Acampamento Meio-Sangue, você sabe onde é depois disso ele devera treinar, pois muitos monstros e criaturas tentaram matá-lo. Espero que ele esteja seguro no acampamento, e desejo uma boa vida para ele, e para você. Com Todo Amor Selene”.

-Então se minha mãe é uma deusa, pelo que dizem as lendas, então eu sou uma... Eu falei gaguejando um pouco.

-Uma Semideusa, sim querida você é. Ele terminou minha frase com lagrimas nos olhos.

-Há um acampamento em Long Island, lá a outros como você, que são diferentes dos outros. Ele disse.

-Então se eu for lá eu terei mais respostas sobre minha mãe?Eu perguntei
-Isso é impossível, isso não existe!Eu exclamei


-Há, mais no mundo, do que pessoas normais há deuses e suas proles, há também monstros e criaturas que podem te matar em poucos segundos ou ate mesmo te transformar em pedra. Ele disse com olhar assustado.

-Esta falando das Gorgonas, eu li sobre elas em um dos meus livros de mitologia. Eu disse

-Eu não disse para ficar longe desses tipos de livro!Ele falou um pouco triste

-Mas porque papai?Eles contem historias fantásticas. Eu disse.

-É que quanto mais você se aproxima desse mundo, mais fora deste você estará. Ele disse.
-Então, o que você esta tentando me dizer e que tudo o que li todos esses anos nos livros de história e mitologia grega é real?Eu perguntei um pouco assustada.

-Receio que sim querida. Ele falou com a cabeça baixa.

-Então vou para esse acampamento, eu preciso de mais respostas sobre tudo isso!Eu exclamei novamente.

Nós seguimos ate a Pensivalnia para eu poder deixar um pouco das minhas malas e levar apenas o necessário. Depois disso fomos para nós viajamos por pelo menos umas duas horas ate chegarmos a Nova York, depois disso mais 2 horas ate o estreito de Long Island,eu dormi durante a viajem,mas acordei a tempo de ver uma placa de transito que dizia “Bem Vindos a Long Island”,e com uma escrita estranha em baixo,parecia estar em outra língua com aqueles símbolos estranhos,porem algo aconteceu as letras se misturaram e se inverteram deixando a frase legível “E Acampamento Meio-Sangue”,o mesmo acontecera a alguns messes atrás quando estava em uma visita ao museu com o colégio minha,símbolos como aqueles estavam em uma estatua grega, e apenas eu consegui entender as escrituras,eu achei estanho na hora,mas não dei muita importância,agora acho que devia ter dado.Bom,chegamos ate uma grande entrada de uma floresta.

-É aqui, só precisamos seguir essa trilha e logo chegaremos ao acampamento. Ele disse

-Tudo bem, mas vou logo, eu não preciso de mais monstros na minha vida, Ok?Eu disse rindo.

-Okay. Ele falou mascarando sua tristeza com um riso forçado

Nós caminhamos pela trilha por alguns minutos, até chegarmos a um grande portão de pedra com tochas à volta, a estrutura parecia que tinha milhões de anos, mas mesmo assim era forte e com um estilo greco-romano antigo que hoje em dia só se vê em museus e ruínas.

-É aqui! Ele disse me dando minha mochila

-Então vamos. Eu disse um pouco nervosa.

-Eu não posso passar apenas semideuses podem. Ele falou chorando.

-Então isso é uma despedida. Eu falei triste

-Sim, mas logo poderemos nos ver, e quando a saudade vier basta dar uma ligação que venho te buscar. Ele disse chorando um pouco. -Mas é melhor você ficar aqui por um tempo, até estar pronto para viver a vida que lhe foi destinada.

- Tudo bem, é melhor eu entrar. Eu disse, tentando não chorar para não pioras as coisas.

Ao entrar passei por um grande pinheiro que parecia tão vivo quanto eu,ao atravessar a passagem de pedra eu vi um senhor de meia idade montado em um cavalo,mas ao olhar mais de perto vi que ele era metade cavalo,ele era um centauro,eu não acreditei em meus olhos ao ver isso,mas depois que havia lutado com três “seguranças esqueleto” falar com um centauro seria a coisa mais normal do meu dia.

-Bem Vinda ao Acampamento Meio-Sangue minha cara!Ele falou para mim

-Eu sou Quiron, diretor de atividades do acampamento, e você como se chama?Ele chegou perto e perguntou.

-Oi, eu me chamo Selena, Selena Del’Luna, mas pode me chamar de Lena.Eu respondi

-Hora, mas que nome bonito, você sabia que esse nome vem do grego antigo?Ele falou

-Não, o que quer dizer?Eu perguntei ingênua.

-Selena em grego quer dizer “Aquela que é relacionada á noite”. Ele me explicou

-Que legal, deve ser por causa da minha mãe. Eu falei como se não tivesse olhando para seus cascos e sua parte cavalo. -Meu pai disse que ela se chama Selene, adicionando um a, Selena.

-Então vamos entrar?Ele me ofereu estendendo a mão.

-Tudo bem. Eu disse entrando no acampamento

Ao entrar eu vi jovens treinando arco e flecha, outros subindo uma parede de escalada, lutando com espadas e lanças. Eu não entedia o que estava fazendo aqui, mas algo me dizia que aqui era meu lugar.

-Pelo o que vejo você atravessou a barreira mágica o que quer dizer que você tem sangue de um deus ou deusa em suas veias, me diga de quem é seu progenitor divino?Ele perguntou.

-Até o que sei é alguma deusa chamada Selene. Eu Respondi.

-Bom, é melhor há hospedarmos, depois falaremos melhor. Ele me levou até uma área  cheia de chalés,eram todos diferentes,todos com características únicas,alguns com toques mais delicados,e outros com toques brutos,em um dos chalés nevava,e no outro cresciam videiras de uvas.Nós caminhamos em frente de cada chalé,até que chegamos a uma área com um chalé com um cadeceu na frente.
-Este é o Chalé 11 de Hermes, e também dos meio-sangues indefinidos, ele será seu lar até você ser Reclamada por algum deus. Quiron falou abrindo a porta do chalé para mim.

O Chalé 11 estava lotado, mal dava para se mexer, eu lembrei então que Hermes é o deus dos viajantes, então nada mais justo do que dar uma moradia provisória aos indefinidos, que nada mais eram que meros passageiros, que ficariam apenas um tempo lá antes de descobrirem seu pai ou mãe divindade.

-O que é Reclamação Sr.Quiron?Eu perguntei ao centauro.

-A reclamação, é quando os seus pais ou mães deuses, aceitam você como filho dando-lhe o direto de usar o seu nome e seu chalé, transformando em um semideus oficialmente. Ele me Respondeu.

-Quanto tempo isso leva?Eu perguntei.

-O tempo necessário, mas quem sabe suas habilidades não falam por si. Ele falou.

-Assim que estiver pronta os seus colegas a apresentarão o acampamento. Ele falou e foi embora

Eu peguei uma cama, deixe minha mala e foi para fora onde um dos meninos do chalé me deu uma camiseta laranja com os dizeres “Acampamento Meio-Sangue” nela, eu a botei e depois segui ate uma grande área de treino, bom, eu nunca foi do tipo esportista, mas aos 10 anos eu fiz ginástica olímpica e esgrima, e eu não era muito boa com uma espada. Alguns meninos loiros treinavam com arcos, em quantos outros garotos bem fortes e com cara de mal estavam lutando com espadas bem grandes. Os meninos do chalé então me mostraram o líder do chalé que pediu que eu viesse treinar, eu disse que não sabia lutar, então ele pegou uma flecha e me tocou, eu desvie rapidamente, eu mesma não acreditara no que lê fizera, mas ele continuou fazendo, eu achei que ele fosse um amigo, então quando eu tive tempo peguei a adaga que estava em uma mesa cheia de armas, e o ataquei então nos começamos a lutar eu não acertei nenhum golpe,mas desvie dos dele tão rápido que nem acreditei,dourou pouco tempo até que ele conseguio me derrubar, mas parra mim eu era uma estranha, como conseguira fazer aquilo.

-Bom, sua defesa é ótima, mas seu ataque precisa melhorar. Ele falou.

-O que, você tentou me matar, e agora ta me dando conselhos! Eu gritei.

-Isso é só um treino, e pelo visto você é muito boa com adagas. Ele disse.

-Eu ainda não sei como eu fiz tudo isso. Eu falei mais calma

-São seus reflexos de semi-deusa, eles servem como diapositivo de sobrevivência. Ele explicou.

-Ok, pode me ensinar a usar as adagas?Eu perguntei a ele.

-Claro, vem. Ele me deu a mão e ficou atrás de mim guiando meus movimentos.

Eu treinei o dia inteiro, à noite fui para o Refeitório, sentei a mesa de Hermes, e vi todos os meio-sangues tocando metade da comida em uma braseira queimando, um dos meninos então me explicando que o braseiro era para fazer oferendas, é tradição do acampamento tocar metade da comida no braseiro e fazer uma prece para um seu pai ou mãe divino.Eu então me levantei e me juntei a fila,quando chegou minha vez eu fiz a oferenda e fiz uma prece para todos os deuses “Se esta me ouvindo mãe,eu preciso que você fala comigo,eu preciso saber quem eu realmente eu sou” após isso eu voltei para meu chalé para descansar,meu primeiro dia no acampamento fora muito cansativo.Em quanto eu passava pelos chalés,reparei no décimo oitavo,na porta desse chalé, havia  uma imagem de uma lua cheia,que brilhou levemente quando passei o que me chamou atenção então cheguei meus perto,do lado do chalé havia jovens sentados em circulo em volta de um feixe de luz lunar que se concentrava no centro do circulo,eles pareciam lindos e radiantes,ate brilhavam levemente em enquanto conversavam entre si,eu me aproximei mais,quando cheguei bem perto eles me cumprimentaram.

-Você é a nova campista não é?Disse um garoto alto de pele pálida e cabelos loiros cinzentos.

-Sim, ainda sou uma indefinida. Eu sentei junto deles.

-Então há pelo menos 10% de chance de você ser nossa irmã. Ele afirmou

-É mesmo. Eu falei

-Todos nós fomos reclamados durante a noite, sobre um raio de luz lunar, por que não tenta usar esse, foi um presente de nossa mãe Selene. Após ele dizer, eu me levantei e fiquei de pé no centro do feixe de luz.

A luz vez minha pele brilhar levemente assim como eles, então de repente minha cabeça minha cabeça começou a brilhar, eu olhei para cima e vi uma lua minguante brilhante em cima da minha cabeça, então descobri, eu fora reclamada pela deusa da Lua Selene.
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Re: Ficha de Reclamação

Mensagem por 090-ExStaff em Sex 28 Fev 2014, 01:27

Ficha de Reclamação 

Cornélio J. Rodrigues – Não reclamado.
• O tema central, o enredo da história em si, é um tanto quanto bom. Porém, os erros de coerência, organização do texto e erros gramaticais acarretaram-lhe a não reclamação. Primeiro, gostaria de comentar sobre a idade de seu personagem, o que acabou por prejudicar a coerência de seu texto... Na descrição física você diz ter 17 anos, mas, na história você diz ter 23 anos, qual idade deveria ser considerada?

Agora, na questão da gramática; houve falta de crases em algumas palavras e a carência de vírgulas em algumas frases. Por exemplo:

Comecei a correr dos outros dois, e eles me seguiram. Peter então sumiu de vista mas continuei fugindo, correndo por alguns corredores, até ficar encurralado pelas duas criaturas
– antes de “mas” você deveria ter posto uma vírgula, pois se trata de uma contrariedade. Outro ponto, ainda em gramática, que gostaria de apontar, é este: Eu comecei a levantar lentamente - levantar o quê? Levantar é um verbo transitivo, ou seja, necessita de um objeto. No caso, seria adequado empregar “me” (eu comecei a me levantar lentamente). Por último, a organização do texto: procure fazer a visualização antes de postar, assim, erros como [*size=10]e [ /size] seriam evitados (eles atrapalharam, sim, na leitura). Boa sorte na próxima e atente-se aos erros que apontei.



Selena Del’Luna  - Não reclamada.
• Selena, parágrafos enormes e corridos acabam desanimando o leitor. “Como assim, Lord Thanatos?” – não houve apenas parágrafos grandes, houve a falta de vírgulas e pontos finais. Essa carência deixa o texto extremamente corrido, e tira a atenção do leitor. A má colocação de palavras após as vírgulas também lhe prejudicou;

“[...]mas foi bom,passo meu tempo  [...]”

 - repare que você não deixou o devido espaçamento entra a vírgula e a palavra sucessora ( isso ocorreu várias vezes durante seu texto). Outro erro foi não ter colocado travessões, deixando a narrativa muito confusa;

“[...]- É mesmo. Eu falei [...]”

– após a fala da personagem, e antes da descrição do narrador, sempre se coloca um travessão; “-É mesmo. – eu falei”, compreende?

Houve muitas palavras escritas de modo equivocado (entende-se: muitas mesmo), mas que poderiam ser evitadas com uma revisão. Você também confundiu, durante o texto, tempos verbais; Passado, presente e futuro. Por exemplo, na primeira linha do texto: “Era um dia como qualquer outro, o sol do inverno atravessa as janelas e brilhava com o tom azul escuro do meu quarto” – (era = passado) (atravessa = presente). Este erro básico poderia ser evitado com uma boa revisão. A extensão do texto foi algo que realmente lhe prejudicou: você poderia ter terminado a narrativa quando chegou ao acampamento, não precisava ter descrito seu dia posterior (tira a vontade do leitor quando há textos longos e com partes desnecessárias). Você também confundiu “a” com “há”, verifique o emprego correto dessas palavras neste link: http://percyjacksonrpgbr.forumeiros.com/t8417-guia-gramatical . Boa sorte na próxima e atente-se aos erros que apontei.



Thanks Nanda from TPO

[/size]
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Re: Ficha de Reclamação

Mensagem por Sakkai em Sex 28 Fev 2014, 08:00



Humans take pleasure from spiting
it can't be helped


Por qual Deus você deseja ser reclamado? Caso não queira ser um semideus, qual criatura mitológica deseja ser? — Gostaria de ser uma ninfa das árvores — uma dríade.

Cite suas principais características físicas e emocionais. — Sakkai é uma árvore de cerejeira, e herdou várias características da mesma, tanto físicas quanto psicológicas. Seus olhos são de um rosa tão chamativo quanto o de suas flores, e seu cabelo não consegue ser distinguido da própria árvore, correndo por todas suas costas. Tem uma estatura média, e seu corpo é bem desenvolvido. Sua pele é de um moreno claro, imperceptível, julgado como branco muitas vezes.

É uma pessoa delicada — quando quer, é claro. Se estiver no meio de adquirir algo, mostra um pouco de frieza, como sua árvore. Pode ser tanto doce quanto ácida, outra coisa que adquiriu de sua árvore. É gentil e procura sempre terminar o que começou, normalmente não ligando se tem ajuda ou não. Levemente calculista, desenvolveu um lado egoísta, não gostando de ter seu espaço invadido. É extremamente animada quando quer, mostrando tantas emoções que é quase impossível de distinguir qual delas é a mais aparente, porém algumas vezes a única coisa que ela emana é frieza.

Diga-nos: por quê  quer ser filho de tal Deus - ou ser tal ser mitológico? — Eu já tive contas em muitos fóruns, principalmente sobre Percy Jackson, e em todos eles, tive milhares de fakes e tramas que se encontravam uma com a outra. Porém, por mais que eu insistisse, nunca consegui fazer uma dríade. Eu certamente precisava de desenvolver um pouco mais minha escrita, já que me focava em somente um tipo de personagem. Já melhorei muito desde antes, e acho que seria um bom desafio sair da linha e criar uma personagem diferente do normal — para mim, pelo menos.

Relate a história da sua personagem - não haverá um limite de linhas definidos, deixe a sua criatividade fluir. — O cultivo da cerejeira é realizado em regiões frias. Era um frio dia de inverno. A sakura é um amuleto de boa sorte e é também um emblema de amor, afeição e representa a primavera. Estavam no começo da primavera. No Japão, a sakura também simboliza as nuvens dado que elas desabrocham em massa, além de serem duradouras metáforas da natureza efêmera da vida. O sol quase não podia ser visto  — várias nuvens insistiam em tampá-lo. A transiência das flores, sua extrema beleza e rápida morte, foi frequentemente associada com a mortalidade. Ao redor de uma árvore no meio do nada, várias flores, algumas estragadas, jaziam espalhadas. Uma sakura pintada na lateral de um bombardeiro simbolizava a intensidade e a efemeralidade da vida. Porém, por mais que as flores pareçam mortas, e a árvore parecia não ter nenhuma esperança, a mesma ainda emanava uma aura intensa — algo ainda estava por vir. A flor da cerejeira já foi considerada uma das flores mais belas, tanto pelo seu formato como pela delicadeza e espessura das suas pétalas. A aura emanada era inocência  — as flores caídas não chão, e as que ainda estavam na árvore eram tão belas e delicadas que deveria ser um pecado se elas morressem.

Não tinham muitas flores restantes na árvore. Estava certamente quase morrendo. As cinco restantes foram forçadas a cair pelo vento forte e gelado, e lentamente voaram em direção ao chão, seu caminho sendo interrompido pelo vento novamente várias vezes. Qualquer mortal normal que observasse iria olhar para a árvore com pena — logo morreria. Mas no segundo que a última pétala rosada caiu no chão, todas as flores caídas começaram a brilhar. A luz começou a ficar forte, até que finalmente engoliu a árvore e suas folhas, a cerejeira desaparecendo momentaneamente somente para reaparecer, agora cheia de vida, um corpo inerte ao seu lado.

Era uma pequena garotinha — seus cabelos se disfarçavam com as flores de cerejeira caídas no chão, e seu corpo era tão delicado que começava a ser maduro. Sua expressão era de pura inocência; a expressão de uma dríade recém-nascida. Não demorou muito para a mesma abrir seus olhos, uma expressão confusa no rosto. Os olhos eram da mesma cor de seu cabelo, talvez um pouco mais escuro.

A garota estendeu a mão para o alto, estranhando um pouco a pele pálida. Piscou um pouco, o sol bloqueando boa parte de sua visão, e encarou a árvore em cima de si; uma pequena cerejeira, a qual ela mostrou uma cara confusa para. Tocou a própria bochecha, como se procurando por algo, e estranhou-se ao sentir a pele lisa e macia de seu próprio rosto. Puro. Era puro demais para ela. Não estava no meio de uma batalha? Tinha certeza que tinha acabado de morrer...

Encolheu-se, finalmente assentando-se com as próprias costas encostadas no tronco da árvore. Franziu suas sobrancelhas, tentando reconhecer onde estava com seu tato. — Onde eu estou? — seu murmúrio foi baixo, revelando uma voz fina e suave.

~

Então...você está me dizendo que seu nome é Satsuki? — a ninfa de cabelos azuis perguntou, um sorriso sarcástico nos lábios. — Sabe, aqui, não são muitas as pessoas com nomes complicados. Nem que seja para 'manter a honra de sua vida passada', eu acho que você deveria mudar seu nome um pouquinho. É estranho. — a mesma riu baixo, dirigindo uma piscadela para a garota. — Você não é uma cerejeira? Porque não Sakura?

Satsuki sentiu suas bochechas queimarem. — Meu nome é Satsuki. Seria um total desrespeito com meu eu do passado mudar meu nome só porque ele é diferente. — resmungou, desviando seu olhar para o lago ao seu lado.

A ninfa deu outra risada. — Você é estranha. Já que quer tanto manter a honra de sua 'eu do passado' devia colocar algo relacionado com o que ela fazia. Tipo...Sakkai! — a azulada mostrou um sorriso, usando seu dedo para desenhar o nome no chão, em um perfeito kanji. Satsuki encarou o nome, tanto junto quanto separado, enquanto a outra esperava sua resposta com uma série de risadas.

Observou mais atentamente o que a mesma tinha escrito. O primeiro kanji — Ya — significava matar, ela tinha certeza. O segundo — Sakai — significava campo. Sua boca se abriu algumas vezes, franzindo as sobrancelhas por alguns segundos, até que finalmente forçou-se a falar algo. — Sa...kkai.

~

Seu nome era Satsuki Takashi. Ela era — ou melhor, foi — uma soldada que lutou para proteger seu país natal, o Japão. Matou muitas pessoas, tanto inocentes quanto pessoas que mereciam morrer. Morreu 'heroicamente' em batalha, e levou muitos consigo. E no segundo seguinte, sentiu-se como se estivesse dormido por muito tempo quando se viu em um lugar totalmente diferente, deitada sobre uma cerejeira. Seu nome não era Satsuki.

Por mais que sempre esquecesse, ela sabia disso.

Seu nome era Sakkai.

Observações:

Olá. Me desculpe se estiver muito ruim ou resumido, eu não consegui achar muitas partes da vida dela que fossem realmente importantes ;v; Desculpa também pelo treco do passado, é algo que eu tive ideia sobre a algum tempo atrás, e é uma das teorias minhas sobre dríades ;v; Também, depois de buscar um pouco sobre as cerejeiras, eu descobri que no Japão eles acreditavam que os guerreiros que morreram em batalha eram reencarnados como cerejeiras, e eu não pude resistir ;v; De qualquer jeito, o fato que ela lutou em sua vida passada não vai interferir no desenvolvimento das habilidades da player. Desculpe de novo ;v;

Muito obrigada por ler e avaliar c: E claro, se não for de incômodo para vocês, mesmo se eu for aceita, tentem destacar o que eu preciso para melhorar ;u; Obrigada c:


   
   
   
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Re: Ficha de Reclamação

Mensagem por Cornélio J. Rodrigues em Sex 28 Fev 2014, 12:43

▬ Por qual Deus você deseja ser reclamado? Caso não queira ser um semideus, qual criatura mitológica deseja ser?
Sátiro.
▬ Cite suas principais características físicas e emocionais.
Físicas: Cornélio é um belo homem de 17 anos de idade. Pele clara, olhos azuis e belos cabelos castanhos que moldam o rosto conforme descem até o pescoço, muito forte e másculo, tem uma cavanhaque bem feito em seu rosto o que lê dá um semblante mais velho
Emocionais: Cornélio é um Sátiro muito determinado e esperto, é muito bom com trabalhos minuciosos por mais incrível que pareça. È um ótimo cozinheiro, além de ser um amigo muito fiel as pessoas que são leais a ele, entretanto a característica que mais se destaca nele é o seu talento para a dança e a sua irritante persistência.
▬ Diga-nos: por que  quer ser filho de tal Deus - ou ser tal ser mitológico?
Porque Sátiros são fortes e encantadores em todos os aspectos, são fortes e protetores o que são características muito peculiares. Além de seus poderes serem relacionadas a música o que me fascinou bastante.
▬ Relate a história da sua personagem - não haverá um limite de linhas definidos, deixe a sua criatividade fluir.

    Eu nunca conheci meus pais. Quer dizer, sou um sátiro órfão que foi criado pelas dríades do bosque do Acampamento Meio-Sangue. Cresci cultuando os deuses e sendo educado por alguns sátiros mais velhos, onde aprendi a tocar flauta e lutar com bastões. Quando cheguei aos 17 anos de idade recebi minha primeira missão, onde fui mandado para uma escola para achar e trazer um meio-sangue para o acampamento, e é isso que estou fazendo agora.
    
    Quando cheguei à escola pude perceber como os humanos eram seres ignorantes e rudes, e também como maltratavam a natureza. Eu estava disfarçado com um boné, calças e tênis. Não resisti quando uma garota lançou uma latinha de Diet Coke no chão. Minha vontade foi de brigar com ela, mas ela já estava longe e então apenas me aproximei, peguei a latinha e comi em um lugar seguro, onde as pessoas não pudessem ver e desconfiar de algo, a final, um lanche é sempre bom.

    Peguei um papel onde estava escrito as informações do semideus, então as li de novo. “Seu nome é Peter McCoy, está na oitava série (de acordo com a escola humana, os alunos da oitava série têm 14 anos). Têm cabelos negros, olhos da mesma cor.” Fiquei lendo as informações do garoto, até avistar alguém que tivesse as mesmas características e então fui atrás. O sinal já havia batido então era hora de ir para a aula. Eu estava “matriculado” na mesma sala que Peter, então poderia vigiá-lo mais de perto. Quando cheguei lá, me apresentei como novo aluno e fui até meu lugar que era no fundo da sala (Também tive que explicar porque andava estranho, então disse que era por uma doença muscular, eu tinha um atestado para não participar das aulas de Educação Física).

    Tudo acorreu bem, até à hora do lanche quando vi o garoto sendo atormentado por uns caras maiores que eles. Eles tinham um cheiro estranho. E eu citei que eles eram muito altos? Como meu dever eu fui até o meio-sangue tentar interviar a confusão deles. 
- Ei gente, deixem o garoto em paz. – O menino pareceu ofendido. - Não se meta nas minhas brigas, garoto novo! –Protestou, me fuzilando com os olhos. – Isso mesmo deixe ele lutar as próprias brigas. – Disse um dos grandalhões. - Isso mesmo, se manda sátiro! – Disse outro. Sátiro. Ao dizer aquilo eu sabia que eles não eram normais, eram monstros. Forcei minha mente e quando vi aqueles que já eram grandes eram maiores ainda e possuíam apenas um olho no meio da testa, todos com apenas um olho castanho no meio da testa. Ciclopes. O garoto parecia que também tinha parecido ver aquilo, pois tinha uma expressão de assustado.

    Um dos três ciclopes se distanciou e foi atrás de uma cadeira, seus dois companheiros fizeram o mesmo. Quando dei por mim mesmo as cadeiras voavam em direção de Peter. 
- Cuidado! –Gritei e saltei em sua direção, levando-o pro chão. As cadeiras voaram por cima de nós a vários metros, até se chocarem com a parede. A multidão de alunos começaram a correr alvoroçados. – O...Oque está acontecendo? Quem é você? – Dizia o semideus, em pânico. - Não da pra explicar agora, Peter. Eu sou seu protetor e vou te levar ao acampamento em segurança. Eu prometo. – Falei. Ele fez mais perguntas, mas o ignorei. Cadeiras voavam novamente em nossa direção, mas desviamos.

    Eu precisava ir até a sala de aula na minha mochila. Um bastão emprestado por um de meus instrutores estava nela, e parecia que talvez eu tivesse que lutar. Puxei Peter pelo braço e sai correndo em direção de um dos corredores que levavam até a sala. Os ciclopes vinham logo atrás, nos praguejando. No caminho o garoto voltava a fazer perguntas. - Que acampamento é esse? E por que essas criaturas estão atrás de mim?! – Eu sem prestar muita atenção nele, continuava correndo o puxando, tendo de diminuir um pouco da minha velocidade para que ele pudesse de certa forma me acompanhar. - Você é um meio-sangue. Filho de um deus ou deusa com um mortal comum. É, deuses e criaturas gregas que você aprende com os mitos, na verdade não são mitos, são reais. Eu por exemplo, sou um sátiro. – Ele riu, falando como que ele poderia acreditar naquilo. Ignorei. Finalmente chegamos na sala de aula, fui até minha mochila e peguei meu bastão.

   Os ciclopes nos alcançaram, e fizeram uma entrada um tanto violenta, destruindo a parede da porta de entrada da sala. Estávamos encurralados, com três ciclopes na nossa frente. - Sem escapatória agora! – Falou um deles, rindo. Eu não conseguiria lutar com aqueles sapatos, então os arranquei, revelando meus cascos. Peter exclamou um “Uou!”, mas minha atenção era toda voltada para os monstros. - Não vou deixar que o capturem! – Exclamei, entrando em posição de combate. Eles riram e um deles avançou correndo em minha direção. Estávamos numa distância de cinco metros, tentei usar minha agilidade para rolar para a esquerda e desviar, do primeiro consegui, mas do segundo não. Não consegui ver o segundo ciclope chegando, então ele me agarrou pelas pernas e me arremessou contra a parede, caí atordoado.

    Minha visão ficou um pouco turva e eu senti uma forte dor por causa da pancada. Meu bastão tinha caído à minha direita, o recuperei e vi o menino sendo levantado por um dos monstros. - Comida! Heheh! – Disse um deles. Um de seus cúmplices então deu um tapa em sua cabeça, fazendo derrubar o garoto no chão. - Pensa que vai ser só almoço seu?! – Exclamou. Eles então começaram uma briga, decidindo com quem o humano ia ficar, então começaram a se socar e a se empurrar.

    Eu comecei a me levantar lentamente. Peter estava do outro lado, com a mão sinalizei para que ele saísse da sala, lentamente. Um dos ciclopes começou a perceber, mas quando ia falar alguma coisa, corri até ele e saltei para cima de uma das carteiras e então saltei novamente, batendo com meu bastão de aço fortemente em sua cabeça, fazendo-o ficar atordoado. - Ei! Seu sátiro maldito! – Gritou um. Comecei a correr dos outros dois, e eles me seguiram. Peter então sumiu de vista, mas continuei fugindo, correndo por alguns corredores, até ficar encurralado pelas duas criaturas. - É o seu fim! Carne de bode é muito boa, sabia irmão? – Disse um, e seu irmão assentiu. Sabia que eu estava ferrado.

    Quando vi, Peter voltara e estava silenciosamente atrás deles. Então lembrei que Quíron havia me dado uma espada disfarçada de caneta para entregar ao meio-sangue. Ela estava no meu bolso, tirei-a e lancei para o menino. - Clique e mate eles! – Gritei. O semideus agiu corretamente e clicou, perfurando as costas de um ciclope e transformando ele em pó. O outro foi protestar a morte de seu irmão. Olhou furiosamente para Peter que começara a recuar. Comecei a correr e pulei nas costas do monstro. - Olhe pra mim, seu feioso! – Eu gritava enquanto dava socos na cabeça careca do bicho. O ciclope nervoso conseguiu me agarrar quando eu não pude mais desviar e brandiu: - Eu vou acabar com você! – Nesse momento o garoto viu a brecha e partiu com a espada em direção do ciclope e perfurou sua barriga, fazendo um corte para o lado, o matando.

    Quando cai no chão pelo monstro ter virado pó dourado, elogiei Peter. - Bom trabalho! – E dei meio sorriso. Ele então olhou para mim e respondeu. - Você vai precisar me explicar muita coisa. – Eu assenti e lembrei que ainda havia mais um. Tramei um plano para acabar com ele e juntos fomos até a parede quebrada da sala, onde viamos o ciclope se levantar, por estar atordoado. Escondemos-nos atrás da parede e quando ele passou por nós eu gritei: - Já! – E então bati com meu bastão nas pernas do ciclope com toda minha força, o fazendo escorregar o pé e se ajoelhar. O menino foi rápido e então enfiou a espada nas costas do monstro, matando-o também. Depois disso, fui até meu par de tênis velhos na sala e os calcei novamente. - Temos que ir. Antes que mais monstros venham atrás de você. –

    Expliquei tudo para Peter, ele ainda negava, mas consegui convencê-lo no final, ele não tinha negar, depois de conhecer um sátiro como eu e confrontar três ciclopes. Pegamos um táxi e fomos até um estreito de Long Island, entrando em uma zona rural. O taxista nos deixou ali e paguei com uns dólares que o acampamento tinha me cedido para a missão. Continuei andando, depressa, junto com o garoto até o acampamento.

   Após cruzarmos as barreiras de segurança o levei até a Casa Grande e apresentei o mais novo campista a Quíron e Sr. D, que me dispensaram. Depois de conversar com o garoto, Quíron veio até mim. - Muito bem, sátiro. – Ele falava com uma cara de satisfeito. - Em sua primeira missão conseguiu trazer um meio-sangue são e salvo para cá. O Conselho do Casco Fendido vai parabenizá-lo. – Eu me sentia feliz com isso, eu tinha feito algo muito bom aquele dia.

   Fui até o conselho e como dito por Quíron eles me parabenizaram por ter me saído muito bem na minha primeira missão, onde poucos sátiros conseguem. Na Fogueira, conversei um pouco com Peter, que ficava na mesa do Chalé 11, por ainda ser indefinido. Quando voltei para perto de meus amigos sátiros, observamos o novo meio-sangue que acabava de ser reclamado. O garoto era filho de Phobos.
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Re: Ficha de Reclamação

Mensagem por Mirko Reus em Sex 28 Fev 2014, 17:03

Ficha
Nada


▬ Por qual Deus você deseja ser reclamado? Caso não queira ser um semideus, qual criatura mitológica deseja ser?

Dionísio

▬ Cite suas principais características físicas e emocionais.

Emocionais

James é um menino muito extrovertido e alegre. Quando planeja alguma coisa vai até o fim, nunca desiste. Quando coloca uma ideia em sua cabeça, acredite, ela não irá sair mais de lá. Mirko às vezes é vaidoso demais e confiante demais. O garoto é agitado e gosta de fazer novos amigos e é muito leal a eles. Esse talvez seja seu maior defeito junto com sua auto-confiança extrema.

Físicas

Possui cabelos castanhos e olhos verdes , o garoto é bonito e possui um corpo bem definido, isso por causa de sua mãe que sempre pedia para que ele cuidasse de sua forma física. Tem um sorriso cativante e gosta de vestir-se de um jeito mais casual e que o deixe a vontade.

▬ Diga-nos: por quê  quer ser filho de tal Deus - ou ser tal ser mitológico?
Acho que Mirko combina com Dionísio, pelo fato de não se importar muito com coisas importantes e ser "irresponsável" em alguns momentos, outro motivo é minha obsessão pelo deus em questão e porque adoro suco de uva-qqqqq .

▬ Relate a história da sua personagem - não haverá um limite de linhas definidos, deixe a sua criatividade fluir.

Mirko nasceu no noroeste da França em uma pequena cidade chamada Saint-Malo. Ele morou em um orfanato a maior parte de sua vida, até que aos sete anos ele foi adotado por uma família alemã que foi morar na França, essa família não era das mais legais com ele, sua vida era semelhante à de Harry Potter com os Dursley. O quarto do garoto era do tamanho de um banheiro comum, ali dentro só cabiam duas coisas: sua cama e uma pequena estante com as poucas roupas dele. Todas as obrigações domésticas eram passadas para Mirko e caso ele não cumprisse todas elas de maneira impecável, era castigado pelo seu pai adotivo.

Como se tudo isso já não fosse ruim o bastante, com oito anos sua família descobriu o talento teatral do garoto. Desde então eles passaram a usar isso para lucrar. Levavam Mirko em vários testes e concursos, na maioria deles o menino passava sem maiores problemas, e cobravam dinheiro para que ele atuasse nas peças de teatro, depois disso ele começou a achar que ter um talento é uma coisa ruim. Felizmente ele conseguiu fugir de casa e voltar para o orfanato, onde foi recebido de braços abertos por todo mundo e como herói por ter suportado tudo aquilo. Com 12 anos foi adotado novamente, mas desta vez por uma família inglesa. Foi morar em Londres e começou a ajudar seus pais adotivos trabalhando em tempo integral como instrutor na academia da família.

Em um desses dias de trabalho Mirko conheceu John, um filho de Ares que estava de passagem pela cidade e decidiu exercitar os músculos um pouco. Por coincidência ele escolheu Mirko como seu instrutor, rapidamente John descobriu que o garoto era um semideus assim como ele. Os dois então pegaram um ônibus e foram para o Acampamento, onde Mirko descobriu ser um semideus.


obs:

Sorry pela ficha fraca e limitada, eu estava com um pouco de preguiça de fazê-la :/


Thanks @Lilah for MDD
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Re: Ficha de Reclamação

Mensagem por 088-ExStaff em Sex 28 Fev 2014, 23:46

Avaliação das Fichas


☤ Fichas de Reclamação ☤


Sakkai - Reclamada como Dríade

Adorei sua forma de narrar, Sakkai, bem rica em detalhes. Acredito que não tenho nada a acrescentar, mas já que pediu que destacasse algo para melhorar, caso necessário, cito um pequeno errinho: Na frase "Não tinham muitas flores restantes na árvore", o verbo "ter" possui significado de haver/existir, então é impessoal, e não vai para o plural. Neste caso, "Não tinha muitas flores restantes na árvore". No mais, meus parabéns.




Cornélio J. Rodrigues - Não reclamado

Admito que fiquei incerto entre aprová-lo ou não, porque sua escrita não trouxe problemas, foi relativamente bem desenvolvido, mas algumas incoerências falaram mais alto. Você narrou que abria o papel com as informações do semideus, e descobriu que ele estuda na oitava série, e logo em seguida fala que está matriculado na mesma sala que ele, embora tivesse acabado de descobrir em que sala ele estava. Depois, durante a batalha, outro fator foi a caneta. Apesar de o fórum apresentar certa fidelidade com a série PJO, algumas coisas não são seguidas à risca, como a entrega da caneta para o novato. E o semideus em questão era filho de Phobos, um deus que não concede aos filhos habilidade inata de manuseio de espadas/lâminas para que Peter derrote o ciclope com apenas um golpe. Pelo que percebi, ele nunca tocou em uma espada em sua vida, mas para derrotar um ciclope com apenas um ataque certeiro, seria necessário certo treino, ou um mínimo de conhecimento ou experiência. Tente corrigir esses detalhes e postar novamente.




Mirko Reus - Não Reclamado

Tudo estava indo bem, mas você resumiu tanto a história do personagem que falhou na coerência e no que é justamente imposto na ficha de reclamação.

"O player não é obrigado a ir ao Acampamento, mas deve narrar a descoberta de que era um semideus e o momento da reclamação- e se não foi indo a Long Island, como foi?"

Você simplesmente falou que encontrou um filho de Ares, ambos descobriram ser semideuses e foram para o acampamento. Mas como foi isso? Como você reagiu quando descobriu? Normalmente é difícil um meio-sangue ter uma vida normal fora do acampamento, e dois semideuses juntos atrairiam a presença de algum monstro. Como exatamente vocês descobriram que você era semideus, e como soube que John era semideus e filho de Ares? Não há problemas em criar algo resumido ou simples, porém alguns detalhes devem ser acrescentados para manter a coerência e o sentido.

☤ Atualizado por ~Eos ☤


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Re: Ficha de Reclamação

Mensagem por Athos Ewers em Sab 01 Mar 2014, 10:17


▬ Por qual Deus você deseja ser reclamado? Caso não queira ser um semideus, qual criatura mitológica deseja ser?


Desejo ser filho de Deimos.

▬ Cite suas principais características físicas e emocionais.

Inicialmente, decifrar a expressão adquirida em meu rosto é consideravelmente complicado, prefiro a presença lunar do que a de muitas pessoas, uma grande capacidade de observar uma pessoa por muito tempo, mesmo que discretamente. Nada comparado aos filhos de Afrodite, mas pode se dizer que sou bonito, os cabelos negros combinam com a coloração pálida que predomina na pele, meu corpo tende a ser resistente e musculoso.

▬ Diga-nos: por quê  quer ser filho de tal Deus - ou ser tal ser mitológico?

Bom, nunca experimentei ser um filho de Deimos em nenhum RPG nesse estilo de interpretação, porém, a maioria das pessoas em que convivo nessa área diz que combino e daria um ótimo semideus, tento inovar, porém sem perder o senso, pretendo adquirir as devidas personalidades do personagem em um texto.


▬ Relate a história da sua personagem - não haverá um limite de linhas definidos, deixe a sua criatividade fluir.


A escola estava calma e tediosa, como nos dias anteriores, avancei em uma corrida para o pátio, deliberando o ar pela boca ao decorrer do caminho, demonstro cansaço.
- Droga, essa escola não muda. - Apenas o céu estava perceptivelmente diferente, os tons azulados eram substituídos por nuvens claras, em um céu tão escuro quanto meus cabelos, adentrei a sala de aula, a professora ensinava algo sobre física, saltitei pela janela com grande ousadia, deixei a aula, e um som não muito agradável foi ouvido, como se milhões de cachorros latissem ao mesmo momento, troquei olhares com a professora, que adquiria uma expressão furiosa, corri da localidade, aproximando-me da margem do grande lago, que banhava a lateral da cidade, não percebi, mas um amigo da escola me acompanhava, manco como sempre.
Tentei pronunciar algumas palavras, mas meus lábios pareciam estar grudados, da água, uma mancha negra atingiu minha barriga, fui lançado para trás com grande força.
- Ou, calma aí, o que eu fiz ? - A mancha negra já era visível, demonstrava suas longas garras esbranquiçadas, como lâminas..Lâminas ? Ao mesmo momento, meu amigo lançou um par de adagas, não entendi, mas parecia que para lutar com o monstro, teria de ser do modo antigo, eu temia estar ficando louco, talvez devesse reivindicar os critérios do psicólogo, não pensei duas vezes, lancei uma das agadas contra o monstro, mas o ataque não pareceu surtir grandes efeitos, a lâmina transpassou a pele negra e áspera do monstro, como se fosse um fantasma.
- Assim complica um pouco. - Rolei pelo asfalto, tentando ignorar as grandes garras que tentavam me decapitar a cada segundo, corri ao lado oposto do monstro, apalpando as vestes surradas do amigo, transportei-o comigo, mas o monstro seguia em uma velocidade superior, não havia escolha, lancei-me a água junto a meu amigo, tentei nadar até a outra margem, porém algo debruçou-se junto a minha perna, fui puxado com grande força para o fundo do lago, iria morrer afogado, era o destino, ouvi algo como :
- Não, é meu dever protege-lo!- Os tênis de marca agora eram substituídos por um par de sapatilhas marrons, não, não eram sapatilhas, eram uma pata, meu amigo nadou até o fundo, demonstrando grandes pelos que, aparentemente cobriam a perna, agarrou minha mão, tentando levantar-me a superfície, porém, a força do monstro era obviamente maior, tentei refletir sobre a vida, até aquele momento, minhas pálpebras já fechavam-se em conjunto, involuntariamente, ao último segundo de vida, tapeei a água com grande força, livrei-me da mão do monstro, e fui conduzido até a superfície.
Cuspi parte da água ao lago, nadei até a margem, ignorando o pulmão recém-torturado, tentei perguntar a origem do monstro, o que estava acontecendo, mas percebi que aquela não era a melhor hora, segui o encalço do amigo, distanciando-me do monstro, um novo som era ouvido, algumas casas e prédios, agora pareciam torres, o fogo chamuscava-as, deduzi que estava ficando louco, pousei meus joelhos ao chão, tomando um pouco de ar, esqueci completamente da adaga que segurava, desviei a atenção a ela, iria realizar o suicídio, como os samurais, o meio-bode chutou a adaga para longe, antes que pudesse ter a mesma ideia.
- Então.. Matamos o monstro ? Afogado, quem sabe..
- Claro que não, preciso lhe mandar para um lugar, venha, ou o monstro vem primeiro ?
Em nenhum momento da vida desejaria ver aquela coisa de novo, segui o amigo, aprovando a atitude, ele me levou até um carro, parecia uma Captiva, tentei descobrir como um adolescente ia dirigir, mas não questionei, acomodei-me a um banco traseiro. Percebi que o carro não era dele, mas continuava de acordo, o garoto me transportou até a estrada, seguindo o caminho de um mapa velho, o carro tombou para a lateral, o monstro brotava de uma das faixas amarelas da estrada, pulei para o gramado, deixando o carro rolar morro abaixo, percebi que meu amigo felizmente teve a mesma ideia.
- Ah cara, isso é serio ? - O amigo pronunciou as palavras com desgosto, com sua faca de cortar pão em uma das mãos, ele disparou até o monstro, golpeando uma de suas garras, e subsequente, quebrando-a, o monstro grunhiu, tentando me cortar em um ataque lateral. Meus reflexos responderam antes de mim, lancei-me para trás, deixando a garra tapear o ar, rolei até encontrar o amigo, que decepava diversas garras eu conjunto.
- Eu não sabia que você era espadachim.
- Não só espadachim, sou um sátiro espadachim júnior.
- Revigorante. - Ataquei uma das garras do monstro, ela decaiu contra o asfalto, fiquei paralisado por segundos, no típico estilo do "como fiz isso ?". Tentei manter-me útil, direcionei a espada ao polegar do monstro, como esperava, ele caiu, parecia que a única área que poderia ser danificada, eram as mãos.
- O que é esse monstro ?
- Nunca vi nada parecido, nem no acampamento.
A ideia do acampamento pareceu confortante, preferia vivem em um acampamento, a viver ao lado de um monstro, decidi que ali não era o lugar para morrer, de alguma forma, todo meu pânico foi drenado, avancei novamente contra o monstro, golpeando o ar diversas vezes, expulsando-o do local, me senti um herói por alguns segundos, até perceber que estava fazendo nada mais que a obrigação.
- Ótimo, ótimo, não o matamos, mas pelo menos conseguimos expulsá-lo, siga-me, meu camarada.
Segui o denominado sátiro, uma seta indicava o estreito de Long Island, lugar que as vezes, parava para visualizar as estrelas, lá as estrelas pareciam brilhar mais, uma colina poderia ser vista, tentei desculpar meu joelho a sofrer tudo aquilo, porém, como de costume, ele não respondeu.
- Bem vindo, ao acampamento meio-sangue.
- Meio-sangue...Então tá.  
O local era realmente bonito, o pátio cantava ao som das espadas, todos os campistas pareciam estar treinando, ou praticando alguma atividade.
- É aqui que irá morar, Athos.  
- Certo.
- Vamos te explicar, você é meio que um semideus, o resultado do amor entre um deus e um humano, ou humana.  
Depois da aparição do monstro, não foi complicado aprovar a ideia, porém, antes de perguntar pelas explicações e coisa do tipo, meu corpo tombou contra o chão, talvez devido ao cansaço, uma lua dobrada para a direita acompanhou meu corpo, pousando a lateral da minha nuca.
- Oh.. Se machucou ? Opa, espere... A lua Deimos, a lua que acompanha Marte. Descobrimos o pai desta criança, parece que ele vai gerar muito pânico nesse acampamento.
- Como é ? Deimos ? O carinha do pânico, meu avô é Ares ? Não compreendo..
- Acompanhe-me novato, sei alguém, que irá lhe explicar perfeitamente. - Não sabia por que a linguagem do amigo estava tão formal, mas resolvi esquecer o assunto, havia coisas mais importantes para resolver, Deimos.. Sou filho de Deimos, isso ultrapassa as normas da realidade, sou filho de um deus.. Devo ter entrado em coma, e isso é um mundo que estou desenvolvendo em minha mente, não é possível.
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Re: Ficha de Reclamação

Mensagem por Cornélio J. Rodrigues em Sab 01 Mar 2014, 11:27

▬ Por qual Deus você deseja ser reclamado? Caso não queira ser um semideus, qual criatura mitológica deseja ser?
Sátiro.
▬ Cite suas principais características físicas e emocionais.
Físicas: Cornélio é um belo homem de 17 anos de idade. Pele clara, olhos azuis e belos cabelos castanhos que moldam o rosto conforme descem até o pescoço, muito forte e másculo, tem uma cavanhaque bem feito em seu rosto o que lê dá um semblante mais velho
Emocionais: Cornélio é um Sátiro muito determinado e esperto, é muito bom com trabalhos minuciosos por mais incrível que pareça. È um ótimo cozinheiro, além de ser um amigo muito fiel as pessoas que são leais a ele, entretanto a característica que mais se destaca nele é o seu talento para a dança e a sua irritante persistência.
▬ Diga-nos: por que  quer ser filho de tal Deus - ou ser tal ser mitológico?
Porque Sátiros são fortes e encantadores em todos os aspectos, são fortes e protetores o que são características muito peculiares. Além de seus poderes serem relacionadas a música o que me fascinou bastante.
▬ Relate a história da sua personagem - não haverá um limite de linhas definidos, deixe a sua criatividade fluir.

    Eu nunca conheci meus pais. Quer dizer, sou um sátiro órfão que foi criado pelas dríades do bosque do Acampamento Meio-Sangue. Cresci cultuando os deuses e sendo educado por alguns sátiros mais velhos, onde aprendi a tocar flauta e lutar com bastões. Quando cheguei aos 17 anos de idade recebi minha primeira missão, onde fui mandado para uma escola para achar e trazer um meio-sangue para o acampamento, e é isso que estou fazendo agora.
    
    Quando cheguei à escola pude perceber como os humanos eram seres ignorantes e rudes, e também como maltratavam a natureza. Eu estava disfarçado com um boné,calças,tênis e uma bolsa em minhas costas. Não resisti quando uma garota lançou uma latinha de Diet Coke no chão. Minha vontade foi de brigar com ela, mas ela já estava longe e então apenas me aproximei, peguei a latinha e comi em um lugar seguro, onde as pessoas não pudessem ver e desconfiar de algo, a final, um lanche é sempre bom.

    Peguei um papel onde estava escrito as informações do semideus, então as li de novo. “Seu nome é Peter McCoy, está no terceiro ano do ensino médio (de acordo com a escola humana, os alunos do terceiro ano têm idade por volta dos 16 a 17). Têm cabelos negros, olhos da mesma cor.” Fiquei lendo as informações do garoto, até avistar alguém que tivesse as mesmas características e então fui atrás. Para entrar na escola eu tinha que realizar uma matrícula e por isso fui diretamente a sala do diretor aonde entreguei alguns documentos falsos que os superiores do acampamento tinha me concedido, depois de me matricular ele falou.
–Prontinho já está matriculado, se quiser você já pode ir assistir as aulas. Disse ele se levantando  –Tudo bem. Indaguei ao se levantar e apertar a mão dele. Pedi informações a alguns garotos que me  indicaram aonde era a sala do terceiro ano e por sorte acabei na mesma sala de Peter, o que me dava uma chance de vigiá-lo mais e perto. Quando cheguei lá, me apresentei como novo aluno e fui até meu lugar que era no fundo da sala (Também tive que explicar porque andava estranho, então disse que era por uma doença muscular, eu tinha um atestado para não participar das aulas de Educação Física).

    Tudo acorreu bem, até à hora do lanche quando vi o garoto sendo atormentado por uns caras maiores que eles. Eles tinham um cheiro estranho. E eu citei que eles eram muito altos? Como meu dever eu fui até o meio-sangue tentar intervir a confusão deles. 
- Ei gente, deixem o garoto em paz. – O menino pareceu ofendido. - Não se meta nas minhas brigas, garoto novo! –Protestou, me fuzilando com os olhos. – Isso mesmo deixe ele lutar as próprias brigas. – Disse um dos grandalhões. - Isso mesmo, se manda sátiro! – Disse outro. Sátiro. Ao dizer aquilo eu sabia que eles não eram normais, eram monstros. Forcei minha mente e quando vi aqueles que já eram grandes eram maiores ainda e possuíam apenas um olho no meio da testa, todos com apenas um olho castanho no meio da testa. Ciclopes. O garoto parecia que também tinha parecido ver aquilo, pois tinha uma expressão de assustado.

    Um dos três ciclopes se distanciou e foi atrás de uma cadeira, seus dois companheiros fizeram o mesmo. Quando dei por mim mesmo as cadeiras voavam em direção de Peter. 
- Cuidado! –Gritei e saltei em sua direção, levando-o pro chão. As cadeiras voaram por cima de nós a vários metros, até se chocarem com a parede. A multidão de alunos começaram a correr alvoroçados. – O...Oque está acontecendo? Quem é você? – Dizia o semideus, em pânico. - Não da pra explicar agora, Peter. Eu sou seu protetor e vou te levar ao acampamento em segurança. Eu prometo. – Falei. Ele fez mais perguntas, mas o ignorei. Cadeiras voavam novamente em nossa direção, mas desviamos.

    Eu precisava ir até a sala de aula na minha mochila. Um bastão emprestado por um de meus instrutores estava nela, e parecia que talvez eu tivesse que lutar. Puxei Peter pelo braço e sai correndo em direção de um dos corredores que levavam até a sala. Os ciclopes vinham logo atrás, nos praguejando. No caminho o garoto voltava a fazer perguntas. - Que acampamento é esse? E por que essas criaturas estão atrás de mim?! – Eu sem prestar muita atenção nele, continuava correndo o puxando, tendo de diminuir um pouco da minha velocidade para que ele pudesse de certa forma me acompanhar. 
- Você é um meio-sangue. Filho de um deus ou deusa com um mortal comum. É, deuses e criaturas gregas que você aprende com os mitos, na verdade não são mitos, são reais. Eu por exemplo, sou um sátiro. – Ele riu, falando como que ele poderia acreditar naquilo. Ignorei. Finalmente chegamos na sala de aula, fui até minha mochila e peguei meu bastão.

   Os ciclopes nos alcançaram, e fizeram uma entrada um tanto violenta, destruindo a parede da porta de entrada da sala. Estávamos encurralados, com três ciclopes na nossa frente. 
- Sem escapatória agora! – Falou um deles, rindo. Eu não conseguiria lutar com aqueles sapatos, então os arranquei, revelando meus cascos. Peter exclamou um “Uou!”, mas minha atenção era toda voltada para os monstros. - Não vou deixar que o capturem! – Exclamei, entrando em posição de combate. Eles riram e um deles avançou correndo em minha direção. Estávamos numa distância de cinco metros, tentei usar minha agilidade para rolar para a esquerda e desviar, do primeiro consegui, mas do segundo não. Não consegui ver o segundo ciclope chegando, então ele me agarrou pelas pernas e me arremessou contra a parede, caí atordoado.

    Minha visão ficou um pouco turva e eu senti uma forte dor por causa da pancada. Meu bastão tinha caído à minha direita, o recuperei e vi o menino sendo levantado por um dos monstros. 
- Comida! Heheh! – Disse um deles. Um de seus cúmplices então deu um tapa em sua cabeça, fazendo derrubar o garoto no chão. - Pensa que vai ser só almoço seu?! – Exclamou. Eles então começaram uma briga, decidindo com quem o humano ia ficar, então começaram a se socar e a se empurrar.

    Eu comecei a me levantar lentamente. Peter estava do outro lado, com a mão sinalizei para que ele saísse da sala, lentamente. Um dos ciclopes começou a perceber, mas quando ia falar alguma coisa, corri até ele e saltei para cima de uma das carteiras e então saltei novamente, batendo com meu bastão de aço fortemente em sua cabeça, fazendo-o ficar atordoado. 
- Ei! Seu sátiro maldito! – Gritou um. Comecei a correr dos outros dois, e eles me seguiram. Peter então sumiu de vista, mas continuei fugindo, correndo por alguns corredores, até ficar encurralado pelas duas criaturas. - É o seu fim! Carne de bode é muito boa, sabia irmão? – Disse um, e seu irmão assentiu. Sabia que eu estava ferrado.

            Quando vi, Peter voltara e estava silenciosamente atrás deles. Percebi que o meu bastão estava caído perto dele, ele o segurou e deu um forte golpe nas pernas de um dos ciclopes ( O golpe foi simples não tendo nada de especial) fazendo o mesmo se desequilibrar e cair.
–Maldito! Gritou o que estava de pé se virando para Peter. Aproveitei que agora a criatura estava de costas para mim, me levantei e dei um chute na cabeça do ciclope desequilibrado para que o mesmo ficasse inconsciente devido a grande força de meus cascos e logo em seguida comecei a correr em direção ao outro e rapidamente dei um chute em suas costas o que fez gritar de dor e desmoronar no chão.
Peguei o bastão da mão de Peter e aproveitando que o mesmo estava caído dei um forte golpe em sua cabeça deixando o monstro inconsciente. Voltei minha atenção ao Semi-Deus e o elogiei. - Bom trabalho! – E dei meio sorriso. Ele então olhou para mim e respondeu. - Você vai precisar me explicar muita coisa. – Eu assenti e lembrei que ainda havia mais um. Tramei um plano para acabar com ele e juntos fomos até a parede quebrada da sala, onde víamos o ciclope se levantar, por estar atordoado.

    Expliquei tudo para Peter, ele ainda negava, mas consegui convencê-lo no final, ele não tinha negar, depois de conhecer um sátiro como eu e confrontar três ciclopes. Pegamos um táxi e fomos até um estreito de Long Island, entrando em uma zona rural. O taxista nos deixou ali e paguei com uns dólares que o acampamento tinha me cedido para a missão. Continuei andando, depressa, junto com o garoto até o acampamento.

   Após cruzarmos as barreiras de segurança o levei até a Casa Grande e apresentei o mais novo campista a Quíron e Sr. D, que me dispensaram. Depois de conversar com o garoto, Quíron veio até mim. 
- Muito bem, sátiro. – Ele falava com uma cara de satisfeito. - Em sua primeira missão conseguiu trazer um meio-sangue são e salvo para cá. O Conselho do Casco Fendido vai parabenizá-lo. – Eu me sentia feliz com isso, eu tinha feito algo muito bom aquele dia.

   Fui até o conselho e como dito por Quíron eles me parabenizaram por ter me saído muito bem na minha primeira missão, onde poucos sátiros conseguem. Na Fogueira, conversei um pouco com Peter, que ficava na mesa do Chalé 11, por ainda ser indefinido. Quando voltei para perto de meus amigos sátiros, observamos o novo meio-sangue que acabava de ser reclamado. O garoto era filho de Phobos.
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Re: Ficha de Reclamação

Mensagem por Luke Scott em Sab 01 Mar 2014, 15:00



Ficha de Inscrição



Por qual Deus você deseja ser reclamado? Caso não queira ser um semideus, qual criatura mitológica deseja ser?
✖ Thanatos

Cite suas principais características físicas e emocionais.
✖ Fisicamente: Cabelos lisos e pretos, geralmente compridos ou mal aparados. Olhos acinzentados e pele branca, quase pálida. O semblante sério em maioria das ocasiões acentua cada uma dessas características.
✖ Emocionalmente: Recluso e de poucas palavras. Prefere ser ignorado.

Diga-nos: por quê  quer ser filho de tal Deus - ou ser tal ser mitológico?
✖ Thanatos é um deus sincero e justo. Apesar da má interpretação, a morte deve ser considerada como um castigo para os maus em seu exílio no Tártaro e um presente para os heróis nos campos Elíseos. O deus nunca trará algo desmerecido a alguém que o encontrar. É exatamente a personalidade de um deus que eu julgo admirável.

Relate a história da sua personagem - não haverá um limite de linhas definidos, deixe a sua criatividade fluir.
✖ Eu sempre fui um garoto tímido. Anti-social seria a palavra certa. Não por opção, é claro! Afinal, que criança iria abrir mão de amigos?
Minha história começa durante a minha infância, a qual passou-se quase que inteiramente na Inglaterra, meu país natal. Embora eu tenha passado boa parte dessa época lá, foi durante a minha viagem para os Estados Unidos que descobri minha real origem, aos 11 anos. Meu avô, patriarca da família, acabou por fundar um negócio neste país, mais precisamente em New York. Um pequeno escritório de advocacia. De qualquer forma, depois que a ideia prosperou, fomos chamados para morar aqui: eu; minha mãe, Melody e minha vó, Amy. Todo o país era uma novidade pra mim. Apesar de aconchegante, o povo inglês se prende aos seus hábitos, algo que praticamente não existe na América. Uma liberdade nova tomou conta de mim, e isso foi o que me custou tanto.
Resolvendo conhecer a cidade, pedi ao meu avô, Rory, que me levasse a um passeio. Caminhamos, comemos, mas algo não estava normal. Eu me sentia observado, como se algo me seguisse desde o começo do percurso pela cidade. Meu avô, por outro lado, parecia tranquilo. Não demorou muito e algo me atacou por trás. Senti algo cravando em minhas costas: garras. Uma harpia se agarrava em mim e batia as asas, tentando levantar voo comigo. As poucas pessoas que prestavam atenção em mim pareciam achar graça. O que diabos estava acontecendo?
Meu avô levantou a bengala e acertou a criatura na cabeça, o necessário para que ela me soltasse e se voltasse contra ele.
— Corra, Luke! Esconda-se! Procure o acampamento!
Acampamento? Do que ele estava falando? Obedeci e corri o mais rápido possível enquanto a harpia ainda estava lutando, porém mais duas saíram de algum lugar e passaram a me perseguir. O suor que descia dos cabelos atrapalhava a minha visão, mas o instinto me obrigava a correr. Passava por vielas e por baixo de árvores na intenção de atrapalhar os monstros, mas não era o bastante! "Por que estão atrás de mim?", eu me perguntava.

Por volta das três horas da madrugada eu estava sentado em frente a uma pequena loja escondida em uma rua escondida, debaixo de seu toldo para escapar da chuva. Tremia tanto por causa do frio quanto por causa do medo. Não sabia se meu avô estava bem, e nem se minha mãe estaria me procurando. E que acampamento eu deveria procurar? Nada fazia sentido pra mim naquele dia. Depois de um longo suspiro, levantei do chão e segurei uma barra de madeira jogada no chão. Não era uma grande arma, mas era o que eu tinha no momento. Tinha que encontrar minha família. Comecei a andar, mas alguns barulhos assustadores da noite me fizeram voltar a correr. O fato de ser novo na cidade dificultou bastante, mas foi seguindo as placas que finalmente cheguei ao endereço em que estava hospedado com minha mãe, um pequeno hotel no subúrbio. As luzes da frente estavam acesas, por isso não hesitei em entrar. Minha mãe estava sentada no saguão, visivelmente preocupada.
— Luke! Onde você se meteu? Cadê o seu avô? — ela me perguntou, engolindo soluços.
— E-eu não sei! Um bicho voador nos atacou, cravou as garras em mim, ele teve que lutar!
Seus olhos já não estavam com medo. Eram os olhos de alguém que, de alguma forma, sabia do que eu estava falando. Ela me segurou pelo braço e levou-me correndo para um dos quartos do hotel, onde minha vó estava sentada na cama assistindo aos noticiários. Elas conversaram em voz baixa por alguns segundos. Vez ou outra uma das duas lançava um olhar pra mim, mesclado com um tanto de pena e preocupação.
— Querido — minha mãe falou em um quase sussurro —, vamos ter que sair daqui.
— Mas... aonde vamos, então? O vovô vem com a gente?
— Não, amor. Estamos indo a Long Island. Seu avô sabe se cuidar.
Minha vó, sem dizer nada, beijou minha testa e apenas olhou enquanto saímos do quarto. Minha mãe chamou um táxi e eu apenas esperei quieto durante todo o percurso. Apesar da curiosidade, tinha medo de saber o que estava acontecendo. Alguns momentos eu queria simplesmente acordar, chegando até a me beliscar discretamente. Não funcionou.

Depois de chegar ao pier e passarmos por um caminho de balsa, estávamos em Long Island. Não era tão diferente de New York City, pelo menos pra mim. Caminhamos em silêncio por um tempo, cerca de quinze minutos, quando ela finalmente falou.
— Luke, você é um meio sangue. Filho de uma humana e um deus. Eu não vou te falar mais nada por enquanto. É perigoso pra você saber muito enquanto não está no acampamento. Apenas me prometa que vai me visitar, sim?
Eu não estava entendendo praticamente nada, mas a julgar pelas lágrimas que se formavam nos olhos da minha mãe, decidi concordar. O que quer que acontecesse, nada iria me separar dela.
— Ótimo. Enfim chegamos, querido.
Eu não notei nada de diferente. Tudo estava cercado por árvores, mal dava pra se enxergar a estrada pela qual chegamos aqui. Foi então que algo alguns metros a frente me pareceu estranho e de certa forma familiar. Apertei os olhos e finalmente o vi: uma espécie de entrada estava ali o tempo inteiro, separando a floresta de algo que me lembrava uma vila.
— Agora vá. Procure por Quíron. Ele vai ajudar você. — então ela beijou minha testa e se afastou. Enquanto ela caminhava de volta por onde viemos, algo segurou meu ombro e me puxou para trás. Antes mesmo de gritar, me virei e bati na criatura com o pedaço de pau que segurava durante todo o trajeto.
— Ai! Acha que chifres dão em árvores, colega?
— Você é um... bode?
— Quase. Me chame de Ernest, o sátiro. — Ele esticou o braço peludo com a mão aberta. Não apertei. — Enfim! Bem vindo ao Acampamento Meio-Sangue! Se você chegou até aqui e consegue ver que eu sou um "bode", isso denuncia que você é um semideus! Emocionante!
Eu o segui para dentro do lugar, ainda pensando em suas palavras. Era a segunda vez que me diziam aquelas palavras estranhas, mas parei de pensar nisso logo em seguida, com aquela visão: o lugar era maravilhoso, mesmo de noite. Me dava a sensação de estar finalmente seguro depois de todos aqueles eventos assustadores.
— Senhor Bode, então onde eu estou? O que é semideus?
— "Ernest", garoto. Respeite a minha barbicha. Você é filho de algum deus com algum humano. Simples. E este acampamento é uma espécie de base secreta para os mesmos da sua raça. Legal, né? Eu acho bem legal.
Demorei para me acostumar. Só alguns dias depois meu pai me reclamou enquanto eu estava dormindo no chalé de Hermes. Só fiquei sabendo que era filho de Thanatos quando me acordaram durante a madrugada, enquanto um símbolo estranho girava sobre a minha cabeça. Vantagem: ganhei um chalé. Desvantagem: monstros por todo o mundo querem me matar.
Essa é a minha história. Claro que muita coisa além aconteceu, mas isso fica pra uma próxima vez. Preciso de água agora, não gosto de falar tanto e minha garganta resseca muito fácil.
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Re: Ficha de Reclamação

Mensagem por Mirko Reus em Dom 02 Mar 2014, 10:47

Ficha
Nada


▬ Por qual Deus você deseja ser reclamado? Caso não queira ser um semideus, qual criatura mitológica deseja ser?

Dionísio

▬ Cite suas principais características físicas e emocionais.

Emocionais

Mirko é um menino muito extrovertido e alegre. Quando planeja alguma coisa vai até o fim, nunca desiste. Quando coloca uma ideia em sua cabeça, acredite, ela não irá sair mais de lá. Ás vezes é vaidoso demais e confiante demais. O garoto é agitado e gosta de fazer novos amigos e é muito leal a eles. Esse talvez seja seu maior defeito junto com sua auto-confiança extrema.

Físicas

Possui cabelos castanhos e olhos verdes , o garoto é bonito e possui um corpo bem definido, isso por causa de sua mãe que sempre pedia para que ele cuidasse de sua forma física. Tem um sorriso cativante e gosta de vestir-se de um jeito mais casual e que o deixe a vontade.

▬ Diga-nos: por quê  quer ser filho de tal Deus - ou ser tal ser mitológico?
Acho que Mirko combina com Dionísio, pelo fato de não se importar muito com coisas importantes e ser "irresponsável" em alguns momentos, outro motivo é minha obsessão pelo deus em questão e porque adoro suco de uva-qqqqq .

▬ Relate a história da sua personagem - não haverá um limite de linhas definidos, deixe a sua criatividade fluir.

Mirko nasceu no noroeste da França em uma pequena cidade chamada Saint-Malo. Ele morou em um orfanato a maior parte de sua vida, até que aos sete anos ele foi adotado por uma família alemã que foi morar na França, essa família não era das mais legais com ele, sua vida era semelhante à de Harry Potter com os Dursley. O quarto do garoto era do tamanho de um banheiro comum, ali dentro só cabiam duas coisas: sua cama e uma pequena estante com as poucas roupas dele. Todas as obrigações domésticas eram passadas para Mirko e caso ele não cumprisse todas elas de maneira impecável, era castigado pelo seu pai adotivo.

Como se tudo isso já não fosse ruim o bastante, com oito anos sua família descobriu o talento teatral do garoto. Desde então eles passaram a usar isso para lucrar. Levavam Mirko em vários testes e concursos, na maioria deles o menino passava sem maiores problemas, e cobravam dinheiro para que ele atuasse nas peças de teatro, depois disso ele começou a achar que ter um talento é uma coisa ruim. Felizmente ele conseguiu fugir de casa e voltar para o orfanato, onde foi recebido de braços abertos por todo mundo e como herói por ter suportado tudo aquilo. Com 12 anos foi adotado novamente, mas desta vez por uma família inglesa. Foi morar em Londres e começou a ajudar seus pais adotivos trabalhando em tempo integral como instrutor na academia da família.


Mudança de narração para primeira pessoa


Era apenas mais um dia comum e monótono para mim. Como de costume eu acordará bem cedo e devorara meu café da manhã ás pressas. Agora eu estava correndo feito um louco por uma das ruas mais movimentadas de Londres, a famosa Fleet Street. Após um tempo, eu finalmente cheguei ao meu destino, a academia dos meus pais adotivos, que futuramente iria pertencer a mim. Eu trabalhava ali como instrutor e bem, hoje era o meu dia de abrir o local. Retirei as chaves que estavam no meu bolso e já estava encaixando-as na fechadura quando notei que algo estava errado. Empurrei sutilmente a porta e vi que ela não estava fechada, apenas encostada. Respirei fundo e adentrei no local a passos lentos e calmos, o medo tomava conta de parte do meu corpo, mas eu não iria deixar isso me vencer. Subi os degraus e ao chegar lá em cima, meu queixo quase caiu. Em uma das máquinas de musculação havia um homem musculoso e com um daqueles coletes de motoqueiros e óculos escuros pretos, ele estava com uma expressão de dor enquanto levantava dois pesos com seus braços.

- Novecentos e noventa e seis. - disse ele.

- Senhor..- murmurei ainda chocado.

- Novecentos e noventa e sete, novecentos e noventa e oito, novecentos e noventa e nove. - prosseguiu ele.

- Senhor! - falei novamente, mas desta vez um pouco mais sério.

- Mil! - berrou ele soltando um suspiro e largando os pesos e fuzilando-me com seu olhar. - Olá, o que você quer moleque?

- Bem, essa academia é minha e dos meus pai, e você acabou de invadi-lâ. - falei enquanto pegava uma barra de ferro.

- Ah claro! Me desculpe, eu estava dando uma passagem pela cidade e decidi cuidar da minha forma física, enfim já vou indo. - disse ele usando uma toalha para secar o rosto e se levantando.

- Espere. - proferi de uma maneira calma. Eu não queria irritar o homem, sabia que ele era mais forte que eu. - Você não pode sair daqui impune, terá que pagar uma multa. - finalizei apertando a barra de ferro que estava na minha mão.

- Certo, certo, quanto você quer? - disse ele tirando um "bolo" de dinheiro do bolso. - Quinhentos? Quatrocentos? Espere um pouco. - continuou ele enquanto seguia na minha direção e parecia farejar-me. - Posso te oferecer outra coisa, você que sabe, quer dinheiro ou uma informação muito importante sobre você? - concluiu ele.

Como assim uma informação importante sobre mim? O que poderia ser tão importante? E como ele sabia aquilo? Por algum motivo fiquei muito curioso, de maneira insegura e tomado pela curiosidade falei:

- E-eu quero a informação.

Sabia que era arriscado e que poderia ser mais uma daquelas "pegadinhas", mesmo assim não consegui mudar de ideia.

- Bom, agora vou colocar você para dormir. - disse ele.

Não tive tempo nem de me preparar, quando vi estava em um campo cheio de vidreiras. Um pouco mais distante vi uma mulher alta, com a pele clara e cabelos pretos que lhe caiam até a cintura.


- Aquela é a sua mãe. – disse uma voz atrás de mim. Ao virar-me deparei-me com o motoqueiro que havia invadido a academia. Quase soltei um grito, mas por fim consegui me segurar. Um turbilhão de perguntas surgia na minha cabeça. Como assim ele estava invadindo meu sonho? Que coisa é essa? Como isso era possível? Aquela mulher era mesmo minha mãe? Voltei meus olhos na direção da mulher, ela continuava ali parada até que um homem apareceu. Ele era baixo, cheio de sardas e trajava uma camisa havaiana roxa com uma calça branca e um chapéu. Parecia bem cômodo e a vontade. O homem e a mulher se abraçaram e logo depois se beijaram, então seguiram de mãos dadas até uma pequena casa de madeira. De repente a cena mudou, eu agora estava de volta à academia e o tal “motoqueiro” assustador segurava meu ombro.

- A - aqueles dois são mesmo meus verdadeiros pais? – falei meio tonto enquanto olhava para o estranho homem.

- Sim. E tem mais uma coisa que você precisa saber: você é um semideus. – murmurou ele.

- S-semideus? O que é isso? – perguntei fuzilando o motoqueiro com um olhar meio confuso.

- É quando uma pessoa é filho de um mortal com um deus, como você. – proferiu ele como se estivesse entediado. – Que tipo de deus? Bem, sei que você deve conhecer os famosos deuses gregos e sim eles realmente existem e você é filho de um deles.

Um turbilhão de perguntas novamente se formou, mas comparado com o anterior esse era muito maior. Ele estava falando a verdade? Como assim eu era filho de um Deus? Como isso era possível? Eu estava ficando louco? Ao ver minha expressão o homem abriu um sorriso e falou:

- Você não notou coisas estranhas na sua vida, como por exemplo, dislexia e monstros a sua volta?

- S-sim, mas achei que fosse só coisa da minha cabeça. – respondi ainda chocado com tudo aquilo.

- Bem não era, enfim agora que você sabe que é um semideus é só uma questão até que esses monstros te encontrem, eu se fosse você iria para o lugar mais seguro para pessoas como tu. O “Acampamento Meio-Sangue”. – disse o homem.

- Acampamento Meio Sangue? O que é isso? – perguntei ainda mais confuso.

- É o lugar onde os semideuses treinam e ficam mais fortes para poder se defender dos monstros que estão por aí a solta. – respondeu ele. – Bom, eu já chamei um táxi que estará aqui daqui a alguns minutos, agora a escolha é sua. – finalizou o mesmo.

Eu não podia viajar assim sem avisar aos meus pais, mas por algum motivo tudo que o homem dizia parecia ser verdade. Pensei por alguns segundo e então decidi arriscar tudo, não tinha nada a perder. Após alguns minutos escutei uma buzina e eu e o tal motoqueiro descemos as escadas rapidamente. Ele me entregou alguns dólares e em seguida subiu em sua moto e partiu. “Mãe e pai, me desculpem” pensei enquanto entrava no carro, entregava o dinheiro para o taxista e dizia:

- Vá até Long Island, por favor.

Ao chegar no local, desci do carro e fui na direção de um grande arco com um grande letreiro em cima que meu cérebro rapidamente traduziu.

- Acampamento Meio Sangue, vamos ver as coisas boas que temos aqui. – falei passando pelo arco.





obs:

Sorry pela ficha fraca e limitada, eu estava com um pouco de preguiça de fazê-la :/


Thanks @Lilah for MDD
Mirko Reus
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Re: Ficha de Reclamação

Mensagem por Pamela Isley em Dom 02 Mar 2014, 21:36



Ficha

▬ Por qual Deus você deseja ser reclamado?
Deméter.


▬ Cite suas principais características físicas e emocionais.
Nem muito magro, nem muito forte; nem muito alto, nem muito baixo; um garoto normal para sua idade. Talvez as características mais marcantes nele sejam a cor meio arruivada do cabelo e o sorriso simpático que mantém mesmo em momentos inoportunos. Na escola se saía bem nas aulas de Educação Física, tendo bom desempenho em corridas ou disputas que exigissem de sua capacidade física. Nada extraordinário, mas suficiente para ficar na frente dos companheiros de turma.
Kyle é um garoto legal e simpático. Sempre pensa primeiro nas pessoas ao seu redor, mantendo-se firme para estender-lhes a mão caso precisem. Por isso tenta esconder seu lado mais fraco, a todo momento sorrindo. Não é de guardar rancor ou ficar com raiva por muito tempo; boa índole, dizem. Quando ele gosta de alguém, gosta mesmo, e faz de tudo pela pessoa.


▬ Diga-nos: por que quer ser filho de tal deusa?
A natureza, caaaara. Tudo está conectado, tudo é uma coisa só. Se já viu o filme “Avatar”, sabe bem do que falo. Todos estamos interligados à Terra; dela viemos, para ela voltaremos. Se tocar uma árvore e abrir sua mente, poderá senti-la, poderá escutar seus batimentos. A natureza é fascinaaante.


▬ Relate a história da sua personagem - não haverá um limite de linhas definidos, deixe a sua criatividade fluir.

A brisa balançava a vasta plantação de trigo em frente à casinha que era feita de madeira e tijolos, já meio desbotada pelo tempo. A tarde caía, e junto a ela, o sol, lá no fim do horizonte. John, sentado em uma cadeira, soltava fumaça pelos lábios cada vez que tragava um pouco do charuto. Kyle sentava-se no assoalho de madeira; toda vez que Brutos – um labrador jovem – voltava com a bolinha na boca, o garoto pegava-a e lançava para que o cachorro corresse atrás dela de novo.
— Pai — arremessou a bolinha na plantação de trigo e se virou na direção do homem sentado na cadeira. — O que era aquilo que brilhou na minha cabeça mais cedo?
Soltando a fumaça com mais vontade, o homem pareceu ficar com o pensamento distante, assim como o olhar vazio que dava à frente.
— Por que insiste nessa história, Kyle?
O garoto jogou os braços para cima.
— Porque ninguém fica com uma coisa brilhante na cabeça — disse como se aquilo fosse óbvio.
John suspirou, como quem faz quando começará uma longa história.
— Até que ponto vai a sua crença, Kyle? — perguntou, mas ergueu a mão para fazê-lo esperar. — Sempre disse a você que existem muitas coisas além do que vemos. Muitas. Algumas fantásticas, mas outras nem tanto. E eu tive o prazer de conhecer uma destas coisas fantásticas — levou o charuto à boca e baixou a mão, permitindo que o garoto falasse.
A pergunta que veio era óbvia:
— O que isso significa?
— Você não é como os outros garotos, Kyle. Você é especial — e, novamente, o olhar do homem ficou vazio. Sussurrou: — Sua mãe era especial.
Dessa vez Kyle se calou. Brutos veio saltitando e abanando o rabo, trazendo a bolinha na boca.
— Vamos para dentro, Kyle — o homem se levantou da cadeira. — Está ficando tarde.
Kyle deu um tapinha no cachorro para que o seguisse e foi para dentro de casa com o pai.

E você, no que acredita?

Observação:
Eu pedi a mudança de nome, de Devyn para Kyle. Portanto, caso meu nome ainda seja Devyn, releve.
Pamela Isley
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Re: Ficha de Reclamação

Mensagem por Kleber j. Delacour em Dom 02 Mar 2014, 22:07

- Por qual Deus você deseja ser reclamado? Caso não queira ser um semideus, qual criatura mitológica deseja ser?
Hermes.

- Cite suas principais características físicas e emocionais.
Físicas: Kleber é um jovem belo homem, sua altura é de 1,60 e pesa exatamente 55 kg. Sua pele é branca e seus cabelos são ruivos, os olhos têm uma intrigante coloração de azul, é um cara bem forte e másculo.

Emocionais: Kleber é um jovem de personalidade curiosa, é um homem gentil, entretanto às vezes é arrogante e metido. Gosta de irritar seus amigos utilizando sua ironia e arrogância, canta e dança muito bem, porém é meio preguiçoso.

- Diga-nos: por que quer ser filho de tal Deus - ou ser tal ser mitológico? 
Primeiramente por que Hermes é um Deus que se mais se encaixaria com a trama de meu personagem além de que o símbolo de Hermes é a serpente que é meu animal favorito.

- Relate a história da sua personagem - não haverá um limite de linhas definidos, deixe a sua criatividade fluir.

Imagine o pior lugar para ser atacado por um monstro, sim, parece besteira, mas imagine. Ok imaginou? Agora esqueça o lugar que você pensou, porque pode ter certeza que não é. Realmente o pior lugar é dentro de um Shopping, lotado de pessoas a sua volta. Eu estava andando tranquilamente pela sessão de calçados para comprar um sapato novo para uma festa de aniversário de uma amiga que eu iria hoje a noite com uma turma de amigos 

-Belo casaco. Disse um homem enorme, musculoso com uma voz tão grossa que fez minha garganta doer só de pensar em falar como ele. 
-Obri...Obrigado. Hã, eu...Eu acho que eu ouvi minha mãe me chamar sabe,e...eu já volto!       

Comecei a andar em passos rápidos, me virei para trás para me certificar de que o homem-gigante não estava me segui... Sim, ele estava me seguindo. Desesperado comecei a correr no meio do Shopping, o homem-gigante agora se parecia mais com homem-maluco. Entrei dentro da área de jogos do Shopping passando por uma piscina de bolinhas. Pensei em me atirar la dentro e me camuflar por de baixo das bolinhas mas seria ridículo e tinha muitas crianças dentro da piscina. 

-AI!

O cara começou a me tacar bolinhas coloridas que eram de plástico, mas com a força dele parecia ser de ferro. Ele começou a correr na minha direção e enquanto ele corria me veio uma idéia maluca. Eu corri para o lado saindo da piscina rumando aquele jogo onde você tem que martelar em uma área e dependendo da sua força tem uns números que ficam aumentando, não sei o nome do brinquedo, mas o martelo era um pouco pesado. Apanhei o martelo e comecei a ameaçar atingir ele com aquela coisa, entretanto ele parecia nem dar bola, continuou vindo em minha direção dando um leve e sádico sorriso pra mim o que me deixou apavorado, ele estava a menos de 1 metro de mim quando levantou as mãos para tentar me estrangular, entretanto rapidamente me abaixei desviando de suas mãos e com um rápido movimento acertei o martelo em seu estômago (Não foi com muita força vide que o martelo era um pouco pesado) deixando ele um tanto atordoado. Aproveitei a oportunidade para fugir e finalmente eu saio da sala de jogos e vou para o corredor do Shopping, agora meu objetivo a procurar a saída daquele lugar, comecei a olhar para todos os lados bastante desesperado até finalmente achar a saída. Corro até ela, sempre olhando para trás para certificar se ele não estava me seguindo até que quando voltei meus olhos para frente bati de cara com um homem. Estava pronto para pedir desculpas pelo inconveniente, entretanto percebi que era o meu perseguidor o meu pesadelo enorme, ele me pega pelo pescoço e me joga contra uma parede.

O impacto havia sido muito forte me deixando um pouco desnorteado, com um pouco de dificuldade eu me levanto do chão e vou mancando até a porta que se abre automaticamente. Tentava correr, porém minha perna não deixava (Estava mancando) e aquele cara era bem mais rápido que eu até que o cansaço me dominou e acabei caindo no chão. Só me lembro daquele homem ter me pegado pela camisa, me levantado para cima me deixando  cara a cara com ele, não sei se eu estava ficando louco ou algo parecido, mas acabei percebendo que ele tinha um olho, um olho enorme no meio do rosto, plantas começaram a crescer sobre os pés dele fazendo ele me soltar, ele tentava se soltar porém as plantas não paravam de crescer e se enroscar no seu corpo, escutei um toque melódico de um instrumento, não sei ao certo o que era, mas eu apostaria em uma flauta, comecei a rastejar para trás enquanto aquele gigante era engolido por plantas. Aquilo começou a se fechar sobre ele e ao invés de ele morrer esmagado ele explodiu em uma nuvem de fumaça dourada. Logo Um menino de aparência de 16/17 anos veio na minha direção, seu rosto estava branco como papel e começou a me dizer.

-Vam...Vamos sair daqui, tem mais deles vindo.

Eu não entendi o que ele quis dizer com '' Eles '' mas não queria ficar para saber. Ele me ajudou a levantar me levando até uma velha caminhonete. Saímos dali, olhei para suas pernas até que percebi que meu salvador não tinha pernas humanas e sim de bodes, entretanto resolvi não tocar no assunto pois já havia passado por tanto coisa hoje e  não queria arranjar briga com um homem-bode. Chegando em um local saímos da caminhonete e fomos até uma floresta chegando até um enorme portal cujo o nome era  '' Acampamento Meio Sangue ''. Quando li Meio '' Sangue '' fiquei meio assustado, mas criei coragem e entrei. La era incrível, crianças mais ou menos da minha idade com arco e flecha, espadas, lanças etc... Mais daqueles homens-bodes, mas o que mais me impressionou, foi um Centauro. Um centauro enorme. O homem-bode que me encontrou no Shopping me levou até ele.

-Olá Quíron, voltamos a tempo, ele foi atacado por um Ciclope mas conseguimos escapar por sorte, mas estamos bem.
-Bom trabalho menino-bode. Pode voltar para a sua área agora.
-Obrigado! Indagou o homem bode ao sair correndo bem rápido comemorando por ter sido liberado por seu superior
-Sátiros tsc,tsc,tsc...

Fiquei perplexo olhando aquilo, um homem-bode e um centauro conversando na minha frente. Se eu contasse ninguém acreditaria.

-O que você é?       Disse eu para o Centauro.

O centauro meio sem graça disse.

-Prazer, meu nome é Quíron, sou o diretor deste acampamento. 
-Porque eu estou aqui?
-Aqui é onde você ficará seguro além de aprender a  batalhar, inclusive, poderá encontrar seu pai ou mãe olimpiano.
-Hã?      
-Kleber seu pai é um Deus.
-Meu pai? Um deus? Meu pai sumiu quando eu nasci, nunca mais vi ele. Minha mãe disse que ele sofreu um acidente de carro. 
-Meu jovem, você não entendeu direito. Seu pai não sofreu um acidente de carro, seu pai é um deus grego.
-Deus grego?
-Sim, seu pai é Hermes.
-Hermes tipo, o deus dos ladrões?
-Exato.
-Mas, onde exatamente eu estou?
-Você esta no Acampamento Meio Sangue, quer saber? Siga-me, vou lhe contar mais sobre este lugar, mais antes vou lê levar a enfermaria, pois parece ferido.
O centauro me levou até a enfermaria aonde alguns jovens cuidaram de minhas feridas e de minhas dores, logo em seguida o mesmo me contou toda a história do acampamento e sobre mim e meu pai. Depois de saber de tudo aquilo, resolvi permanecer ali naquele lugar para ver aonde minha vida ia me levar.
Kleber j. Delacour
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Re: Ficha de Reclamação

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