Ficha de Reclamação

Página 27 de 50 Anterior  1 ... 15 ... 26, 27, 28 ... 38 ... 50  Seguinte

Ver o tópico anterior Ver o tópico seguinte Ir em baixo

Ficha de Reclamação

Mensagem por 128-ExStaff em Ter 08 Out 2013, 19:36

Relembrando a primeira mensagem :



Olá, Campista!



Como já devem saber, este é um fórum de RPG que procura seguir a história da série de livros 'Percy Jackson e os Olimpianos', de Rick Riordan. Não obstante, nós também oferecemos a você a oportunidade de viverem e interpretarem estes heróis semideuses, ou até mesmo outras criaturas mitológicas, criando suas próprias histórias e divertindo-se com elas. Para que possam participar de tais histórias, você deverá preencher uma ficha e postar neste mesmo tópico; a mesma encontra-se logo abaixo.

Para cada afiliação, você ganhará Poderes específicos - para tornar tudo um pouco mais 'real -, bem como ganhará presentes específicos: armas, itens de combate... Clique Aqui e Aqui para ver, respectivamente, estas listas de poderes e presentes de reclamação (lembrando que, assim que forem reclamados, um deus ADM irá atualizar seu rank, sua filiação e seus presentes)

Nem sempre você passará no teste, mas não desanime, tente novamente ou procure por outro deus... No caso de Zeus, Poseidon e Hades, o teste NÃO É VÁLIDO, pois estes Deuses efetuam testes mais severos. Os Três Grandes fazem concurso mensal para a escolha de um novo filho. Para saber a data do próximo concurso, fiquem de olho nos anúncios globais; a qualquer hora, um novo teste será postado.

Porém, caso se interesse por ser filho de Nyx, Melinoe, Athena ou Perséfone, atente para a ficha; ela será a mesma que para qualquer outra afiliação mitológica, mas será avaliada de forma mais rígida por um de nossos deuses.

Lembrando que o único propósito da ficha é a reclamação do personagem. Qualquer item desejado, além da faca inicial, ganha no momento de inscrição do fórum, e dos presentes de reclamação - adquiridos caso a ficha seja efetivada - devem ser conseguidos in game, através de forjas, mercado, missões e/ou DIY.


Dúvidas? Contate um dos deuses ou um dos monitores de nosso Fórum, via MP ou Chatbox! Sintam-se livres para perguntar, e não tenham vergonha!






Ficha de Reclamação!




▬ Por qual Deus você deseja ser reclamado? Caso não queira ser um semideus, qual criatura mitológica deseja ser?

▬ Cite suas principais características físicas e emocionais.

▬ Diga-nos: por quê  quer ser filho de tal Deus - ou ser tal ser mitológico?

▬ Relate a história da sua personagem - não haverá um limite de linhas definidos, deixe a sua criatividade fluir.
OBS: O player não é obrigado a ir ao Acampamento, mas deve narrar a descoberta de que era um semideus e o momento da reclamação- e se não foi indo a Long Island, como foi?





♦ Lembrando que todas fichas receberão uma avaliação condizente, mas a aprovação não é automática, sendo que a resposta pode ser negativa dependendo da qualidade apresentada. Determinados nick's que não seguirem a regra também terão a ficha desconsiderada. [Leiam as regras aqui]


.:.:.:.


▬ Lista de Afiliações divinas disponíveis atualmente no fórum, bem como os seres mitológicos disponíveis para serem interpretados:


.:.:.:.

Centauros
Dríades
Filhos de Afrodite
Filhos de Apolo
Filhos de Ares
Filhos de Athena *
Filhos de Deimos
Filhos de Deméter
Filhos de Dionísio
Filhos de Éolo
Filhos de Eos
Filhos de Hades **
Filhos de Hécate
Filhos de Hefesto
Filhos de Héracles
Filhos de Hermes
Filhos de Héstia
Filhos de Íris
Filhos de Melinoe *
Filhos de Morfeu
Filhos de Nyx *
Filhos de Perséfone *
Filhos de Phobos
Filhos de Poseidon **
Filhos de Quione
Filhos de Selene
Filhos de Thanatos
Filhos de Zeus **
Náiades
Sátiros

* = As fichas destinadas à tais patronos requerem uma avaliação mais rígida;
** = Os Três Grandes fazem concurso mensal para a escolha de um novo filho;
128-ExStaff
128-ExStaff
IndefinidosPercy Jackson RPG BR

Mensagens :
2022

Voltar ao Topo Ir em baixo


Re: Ficha de Reclamação

Mensagem por 084 - Ex-Staff em Seg 03 Mar 2014, 14:53

Kleber j. Delacour: Não reclamado.

Seu maior problema foi em resumo, afinal o que basicamente você disse de sua história foram três linhas antes da ação que o fez descobrir que você era semideus, e em coerência. Como Quíron sabia que você era filho de Hermes, por exemplo? Além disso, mudanças de tempo e pessoa verbal e outros erros me fizeram reprová-lo. Se quiser ajuda com sua ficha, me mande uma MP com suas dúvidas para que eu possa te dar umas dicas.

Eillie Aiden Gardyner: Reclamada como filha de Deméter.

Devo admitir que houve um estranhamento da minha parte por sua ficha, já que ela não é o que normalmente recebemos de fichas de semideuses. Não por ser pequena, devo dizer, mas por começar a história de dentro do acampamento. Você conseguiu preencher os pontos de forma legal e, apesar dos buracos que deixou, não foram tão grandes a ponto de ser um problema que a impedisse de sua reclamação. Parabéns e seja bem vinda.

nico sasse:

Seu nome não está de acordo com as regras, nico, já que as primeiras letras de seu nome e sobrenome não estão maiúsculas. Para trocá-lo, peça a mudança de nome aqui: http://percyjacksonrpgbr.forumeiros.com/t6749-mudanca-de-nome

O teste para filho dos três grandes não é esse, mas outro. Leia as regras desse teste em específico aqui: http://percyjacksonrpgbr.forumeiros.com/t7893-teste-para-filhos-dos-3-grandes-regras

Poste seu teste dentro do tópico do deus o qual você quer ser filho aqui: http://percyjacksonrpgbr.forumeiros.com/f162-testes

E cuidado com o Double-post

Atualizado por ~Deimos
084 - Ex-Staff
084 - Ex-Staff
IndefinidosPercy Jackson RPG BR

Mensagens :
446

Voltar ao Topo Ir em baixo

Re: Ficha de Reclamação

Mensagem por Adam Hinckel em Seg 03 Mar 2014, 18:24

▬ Por qual Deus você deseja ser reclamado? Caso não queira ser um semideus, qual criatura mitológica deseja ser?

Espero ser reclamado como filho de Tânatos.

▬ Cite suas principais características físicas e emocionais.

Físicas: Cabelos totalmente negros, que parecem portar uma coloração azulada quando em contato direto com o sol. Os olhos castanhos, que adquirem uma tonalidade dourada ao depender do clima predominante. A pele pálida colabora perfeitamente com o rosto, que sempre é responsável por um semblante severo e típico de um recém acordado.
Emocionais: Frio e calculista. Na maioria das vezes, não demonstra nenhum afeto por pessoas recém mortas, mesmo que um familiar. Por não ter grande carisma e emoções, não é complicado ignorar o sofrimento de diversas pessoas. Torna-se grande protetor daqueles que denomina amigos verdadeiros...Quase sempre tímido e perdido em assuntos.

▬ Diga-nos: por quê  quer ser filho de tal Deus - ou ser tal ser mitológico?

Pois a morte é um evento natural e acolhedor. Eu realmente admiro Tânatos, sem o deus, todos os seres habitantes do mundo mitológico jamais morreriam e para assumir tal proeza, todos concordariam que é preciso muita além da responsabilidade.

▬ Relate a história da sua personagem - não haverá um limite de linhas definidos, deixe a sua criatividade fluir.  

O ar que envolvia o cinema era álgido e desconfortável, as poucas luzes que iluminavam adotavam um aspecto terrorífico a sala, que colaborava com o tema do filme, as poltronas azulados eram posicionados em locais perfeitos, onde o campo de visão da tela era favorecido.
Era acompanhado pelo amigo manco, que transportava dois sacos de pipoca. Tinham reservado o local mais distante da tela, buscando desviar da saída de ar. Um grupo de jovens que acomodavam-se a poucos metros discutiam sobre os melhores músicos do ano, a única iluminação do local foi apagada, dando início ao filme, felizmente os jovens notaram o processo e resolveram conter as palavras.
Richard, o amigo manco mordiscava diversas pipocas em segundos, deixando-me sem a opção de comer, já que, sempre que minha mão beliscava uma das pipocas, o acompanhante tapeava a região. O filme era destinado a ser um sucesso, foi gasta uma grande quantia para sua produção, porém não demonstrou ser grande coisa, ao momento que o cachorro do protagonista latiu, um grande cão infernal transpassou a tela. Por alguns segundos, pensei ter entrado na sessão 3D por engano, até perceber que aquilo ultrapassava a realidade.
O amigo gritou freneticamente, sua touca chacoalhava-se em conjunto a sua cabeça, pronunciou certas palavras, mas foi difícil entender por estar mastigando aproximadamente 10 pipocas na boca.
- Não pode ser, Adam, chegou a sua hora.
- Hora..De morrer ?
- Não, claro que não, chegou a hora de ir ao acampamento.
Não queria questionar o rapaz, mas a ideia de acampamento não pareceu sábia, diante de um ataque de um cachorro gigante, o último lugar que queria estar era ao ar livre. Não pude expressar minha ideia, o amigo puxou-me pelo braço, conduzindo-me até a saída do cinema. O cão infernal era semelhante ao demonstrado em uma expedição escolar, parecido com um Rottweiler gigante, porém as manchas marrons eram substituídas pela coloração avermelhada.
O nervosismo atrapalhava constantemente a corrida de fuga do cinema, porém, era o máximo possível que poderia ser feito. Paradas ao estacionamento, três bicicletas cinzas eram escoradas ao concreto, era uma questão de vida ou morte. Optamos por surrupiar as bicicletas e pedalamos até a estrada, seja de quem fosse o transporte, sem ele, agora estava correndo risco de morte. Notei que nenhum dos presentes no cinema sentiu medo, apenas um longo semblante de surpresa, não queria saber o motivo, a situação foi estranha.
Achei enfim estar em segurança, até que o cão infernal percorreu o estacionamento e avançou em nossa direção. Perguntei-me frequentemente por que ele nos seguia, e não outras pessoas. Deduzi que não era o melhor tempo para perguntas, locomovi a bicicleta com grande velocidade, no encalço do amigo manco que, mesmo com as pernas danificadas, parecia conduzir a bicicleta muito bem. O monstro saltitou e produziu um certo tremor ao asfalto, que foi o suficiente para tombarmos da bicicleta e ralarmos parte do joelho.O cão felizmente também tinha caído após saltar, dando o tempo da pequena conversa acontecer.
- Cof, cof. - O amigo desvencilhava a calça, fiquei realmente preocupado por um momento, a atitude não era lá muito máscula, mas felizmente, a região estava coberta por diversos pelos, demonstrou um par de patas de bode. Meus lábios ficaram momentaneamente mais pesados.
- Sou um sátiro Adam, meio que a mistura de um bode com um humano, pode me sacanear agora.  
Resolvi não responder, a situação não permitia azarações, corri do local, tendo que reduzir a velocidade frequentemente, pelos passos do amigo serem mais desajeitados e lentos.
- O carro, o carro!   - O sátiro indicou um carro esbranquiçado, que portava o símbolo de um pégaso de um lado e do outro um centauro. Lancei-me ao banco traseiro, percebendo que a idade de Richard não era adequada para o evento, porém diante da situação, resolvi ficar quieto.
O garoto conduziu o carro pela estrada, a região acima do vidro foi atingida pela garra do cão e por sorte, o pneu não sofreu dano. Ao decorrer do caminho, o cão ficava para trás, como se perdesse a determinação para acompanhar o carro. Enquanto viajávamos ao acampamento citado, perguntei-me por que o sátiro não manteve o carro no estacionamento, e sim a alguns metros de distância, a pergunta não era tão importante. Adentramos a uma região plana, um grande lago banhava a esquerda, deixando uma colina como único local de passagem.
- Hahaha, aqui estamos nós, no acampamento meio-sangue.
Mordisquei a lateral dos lábios, seguindo o sátiro para dentro do acampamento, queria explicações o mais rápido possível. Por que e como definiam o que sentia no exato momento. Um chafariz jazia a entrada do local, alguns campistas lutavam entre si ou praticavam outras atividades, ninguém parecia parado. Uma foice de coloração roxa, quase transparente rodeou minha cabeça enquanto o companheiro explicava minha origem e coisas relativas a mitologia, descobri ser filho de um deus, Tânatos o deus da morte. Fiquei indignado por semanas, tentando colaborar com a ideia.
Adam Hinckel
Adam Hinckel
IndefinidosPercy Jackson RPG BR

Mensagens :
7

Voltar ao Topo Ir em baixo

Re: Ficha de Reclamação

Mensagem por Pamela Isley em Seg 03 Mar 2014, 19:46



Ficha

▬ Por qual Deus você deseja ser reclamado?
Deméter.


▬ Cite suas principais características físicas e emocionais.
Nem muito magro, nem muito forte; nem muito alto, nem muito baixo; um garoto normal para sua idade. Talvez as características mais marcantes nele sejam a cor meio arruivada do cabelo e o sorriso simpático que mantém mesmo em momentos inoportunos. Na escola se saía bem nas aulas de Educação Física, tendo bom desempenho em corridas ou disputas que exigissem de sua capacidade física. Nada extraordinário, mas suficiente para ficar na frente dos companheiros de turma.
Kyle é um garoto legal e simpático. Sempre pensa primeiro nas pessoas ao seu redor, mantendo-se firme para estender-lhes a mão caso precisem. Por isso tenta esconder seu lado mais fraco, a todo momento sorrindo. Não é de guardar rancor ou ficar com raiva por muito tempo; boa índole, dizem. Quando ele gosta de alguém, gosta mesmo, e faz de tudo pela pessoa.


▬ Diga-nos: por que quer ser filho de tal deusa?
A natureza, caaaara. Tudo está conectado, tudo é uma coisa só. Se já viu o filme “Avatar”, sabe bem do que falo. Todos estamos interligados à Terra; dela viemos, para ela voltaremos. Se tocar uma árvore e abrir sua mente, poderá senti-la, poderá escutar seus batimentos. A natureza é fascinaaante.


▬ Relate a história da sua personagem - não haverá um limite de linhas definidos, deixe a sua criatividade fluir.

Com Brutos – um labrador jovem – ao seu lado, Kyle andava numa trilha por entre as plantações de trigo. A vegetação, toda ela de cor mostarda, era tão alta que mal podia ver o que vinha adiante. Ele só abria caminho com um pedaço de pau que tinha em mãos.
— Ei, Brutos, será que um dia minha mãe vem nos visitar? — olhou para o cachorro, com uma pontinha de esperança. Recebeu latidos como resposta. — Tudo bem, tudo bem. Eu sei que meu pai é legal, mas bem que eu queria conhecer minha mãe. Como ela deve ser?
Brutos parou. Kyle se virou para ele, sem entender.
— O que foi, garoto?
Brutos farejou o ar e começou a latir para o garoto, saltitando e andando em círculos. Kyle tentou aquietá-lo ou se aproximar, mas o cachorro se afastou, latindo sem parar. Foi então que ele percebeu o porquê: sobre sua cabeça algo brilhava; e brilhava em verde.
Kyle disparou, largando para trás o pedaço de pau e o cachorro, aos berros:
— PAAAI! PAAI! PAAI!

[...]

John, sentado em uma cadeira, soltava fumaça pelos lábios cada vez que tragava um pouco do charuto. Kyle sentava-se no assoalho de madeira; toda vez que Brutos voltava com a bolinha na boca, o garoto pegava-a e lançava para que o cachorro corresse atrás dela de novo.
— Pai — arremessou a bolinha na plantação de trigo e se virou na direção do homem sentado na cadeira. — O que era aquilo que brilhou na minha cabeça mais cedo?
Soltando a fumaça com mais vontade, o homem pareceu ficar com o pensamento distante, assim como o olhar vazio que dava à frente.
— Por que insiste nessa história, Kyle?
O garoto jogou os braços para cima.
— Porque ninguém fica com uma coisa brilhante na cabeça — disse como se aquilo fosse óbvio.
John suspirou, como quem faz quando começará uma longa história.
— Até que ponto vai a sua crença, Kyle? — perguntou, mas ergueu a mão para fazê-lo esperar. — Sempre disse a você que existem muitas coisas além do que vemos. Muitas. Algumas fantásticas, mas outras nem tanto. E eu tive o prazer de conhecer uma destas coisas fantásticas — levou o charuto à boca e baixou a mão, permitindo que o garoto falasse.
A pergunta que veio era óbvia:
— O que isso significa?
— Você não é como os outros garotos, Kyle. Você é especial — e, novamente, o olhar do homem ficou vazio. Sussurrou: — Sua mãe era especial.
Dessa vez Kyle se calou. Brutos veio saltitando e abanando o rabo, trazendo a bolinha na boca.
— Vamos para dentro, Kyle — o homem se levantou da cadeira. — Está ficando tarde.
Kyle deu um tapinha no cachorro para que o seguisse e foi para dentro de casa com o pai.

E você, no que acredita?

Observação:
Eu pedi a mudança de nome, de Devyn para Kyle. Portanto, caso meu nome ainda seja Devyn, releve.
Pamela Isley
avatar
IndefinidosPercy Jackson RPG BR

Mensagens :
17

Voltar ao Topo Ir em baixo

Re: Ficha de Reclamação

Mensagem por Luke Scott em Seg 03 Mar 2014, 22:17


Ficha de reclamação


Por qual Deus você deseja ser reclamado? Caso não queira ser um semideus, qual criatura mitológica deseja ser?
Thanatos.

Cite suas principais características físicas e emocionais.
• Fisicamente: Cabelos lisos e pretos, geralmente compridos ou mal aparados. Olhos acinzentados e pele branca, quase pálida. O semblante sério em maioria das ocasiões acentua cada uma dessas características.
• Emocionalmente: Recluso e de poucas palavras. Prefere ser ignorado.

Relate a história da sua personagem - não haverá um limite de linhas definidos, deixe a sua criatividade fluir.
Eu sempre fui um garoto tímido. Anti-social seria a palavra certa. Não por opção, é claro! Afinal, que criança iria abrir mão de amigos?
Minha história começa durante a minha infância, a qual passou-se quase que inteiramente na Inglaterra, meu país natal. Embora eu tenha passado boa parte dessa época lá, foi durante a minha viagem para os Estados Unidos que descobri minha real origem, aos 11 anos. Meu avô, patriarca da família, acabou por fundar um negócio neste país, mais precisamente em New York. Um pequeno escritório de advocacia. De qualquer forma, depois que a ideia prosperou, fomos chamados para morar aqui: eu; minha mãe, Melody e minha vó, Amy. Todo o país era uma novidade pra mim. Apesar de aconchegante, o povo inglês se prende aos seus hábitos, algo que praticamente não existe na América. Uma liberdade nova tomou conta de mim, e isso foi o que me custou tanto.
Resolvendo conhecer a cidade, pedi ao meu avô, Rory, que me levasse a um passeio. Caminhamos, comemos, mas algo não estava normal. Eu me sentia observado, como se algo me seguisse desde o começo do percurso pela cidade. Meu avô, por outro lado, parecia tranquilo. Não demorou muito e algo me atacou por trás. Senti algo cravando em minhas costas: garras. Uma harpia se agarrava em mim e batia as asas, tentando levantar voo comigo. As poucas pessoas que prestavam atenção em mim pareciam achar graça. O que diabos estava acontecendo?
Meu avô levantou a bengala e acertou a criatura na cabeça, o necessário para que ela me soltasse e se voltasse contra ele.
— Corra, Luke! Esconda-se! Procure o acampamento!
Acampamento? Do que ele estava falando? Obedeci e corri o mais rápido possível enquanto a harpia ainda estava lutando, porém mais duas saíram de algum lugar e passaram a me perseguir. O suor que descia dos cabelos atrapalhava a minha visão, mas o instinto me obrigava a correr. Passava por vielas e por baixo de árvores na intenção de atrapalhar os monstros, mas não era o bastante! "Por que estão atrás de mim?", eu me perguntava.

Por volta das três horas da madrugada eu estava sentado em frente a uma pequena loja escondida em uma rua escondida, debaixo de seu toldo para escapar da chuva. Tremia tanto por causa do frio quanto por causa do medo. Não sabia se meu avô estava bem, e nem se minha mãe estaria me procurando. E que acampamento eu deveria procurar? Nada fazia sentido pra mim naquele dia. Depois de um longo suspiro, levantei do chão e segurei uma barra de madeira jogada no chão. Não era uma grande arma, mas era o que eu tinha no momento. Tinha que encontrar minha família. Comecei a andar, mas alguns barulhos assustadores da noite me fizeram voltar a correr. O fato de ser novo na cidade dificultou bastante, mas foi seguindo as placas que finalmente cheguei ao endereço em que estava hospedado com minha mãe, um pequeno hotel no subúrbio. As luzes da frente estavam acesas, por isso não hesitei em entrar. Minha mãe estava sentada no saguão, visivelmente preocupada.
— Luke! Onde você se meteu? Cadê o seu avô? — ela me perguntou, engolindo soluços.
— E-eu não sei! Um bicho voador nos atacou, cravou as garras em mim, ele teve que lutar!
Seus olhos já não estavam com medo. Eram os olhos de alguém que, de alguma forma, sabia do que eu estava falando. Ela me segurou pelo braço e levou-me correndo para um dos quartos do hotel, onde minha vó estava sentada na cama assistindo aos noticiários. Elas conversaram em voz baixa por alguns segundos. Vez ou outra uma das duas lançava um olhar pra mim, mesclado com um tanto de pena e preocupação.
— Querido — minha mãe falou em um quase sussurro —, vamos ter que sair daqui.
— Mas... aonde vamos, então? O vovô vem com a gente?
— Não, amor. Estamos indo a Long Island. Seu avô sabe se cuidar.
Minha vó, sem dizer nada, beijou minha testa e apenas olhou enquanto saímos do quarto. Minha mãe chamou um táxi e eu apenas esperei quieto durante todo o percurso. Apesar da curiosidade, tinha medo de saber o que estava acontecendo. Alguns momentos eu queria simplesmente acordar, chegando até a me beliscar discretamente. Não funcionou.

Depois de chegar ao pier e passarmos por um caminho de balsa, estávamos em Long Island. Não era tão diferente de New York City, pelo menos pra mim. Caminhamos em silêncio por um tempo, cerca de quinze minutos, quando ela finalmente falou.
— Luke, você é um meio sangue. Filho de uma humana e um deus. Eu não vou te falar mais nada por enquanto. É perigoso pra você saber muito enquanto não está no acampamento. Apenas me prometa que vai me visitar, sim?
Eu não estava entendendo praticamente nada, mas a julgar pelas lágrimas que se formavam nos olhos da minha mãe, decidi concordar. O que quer que acontecesse, nada iria me separar dela.
— Ótimo. Enfim chegamos, querido.
Eu não notei nada de diferente. Tudo estava cercado por árvores, mal dava pra se enxergar a estrada pela qual chegamos aqui. Foi então que algo alguns metros a frente me pareceu estranho e de certa forma familiar. Apertei os olhos e finalmente o vi: uma espécie de entrada estava ali o tempo inteiro, separando a floresta de algo que me lembrava uma vila.
— Agora vá. Procure por Quíron. Ele vai ajudar você. — então ela beijou minha testa e se afastou. Não entendi de início, mas provavelmente ela não poderia entrar comigo por algum motivo.
Ao entrar no local, avistei um grupo de pessoas diferentes de tudo o que eu já havia presenciado. Alguns carregavam facas e espadas, outros voavam e alguns tinham pernas de bode! Uma tontura começou a tomar conta da minha cabeça e então do meu corpo. Por sorte alguém veio me socorrer, falando coisas que eu mal conseguia entender. Esse alguém me levou pra uma espécie de casa imponente com algo que me lembrava muito meus livros de história. Foi então que o mais esquisito dos moradores do lugar apareceu: um homem de cabelos bem cortados e barba, com um rosto amigável porém muito sábio. Seus braços pareciam firmes e ele olhava diretamente para mim, mas eu não conseguia desviar meus olhos de algo em seu corpo que me incomodava: da cintura pra baixo, o homem era um cavalo!
— Muito prazer, semideus. Meu nome é Quíron. Eu sou o superv...
— Você é um centauro? Que lugar é esse? Por que diabos todos me chamam de semideus? Minha mãe veio até aqui comigo mas ela n...
— Calma, rapaz. — Ele falou suavemente — Sim, eu sou um centauro. Você está no acampamento Meio-Sangue, sua casa a partir de agora. Sua mãe, que eu presumo que seja mortal, é incapaz de habitar aqui.
— Mas... Senhor, eu não entendo. Como eu posso ser um semideus? Isso não é mitologia?
O centauro pigarreou. O rapaz que me guiou até ali entendeu o recado e saiu do aposento. Ele parecia um garoto normal, assim como eu.
— Garoto, primeiro diga-me seu nome.
— Luke, senhor. — Falei de imediato.
— Algumas vezes, os deuses gregos, mais reais do que você possa imaginar, vem até o mundo mortal e apaixonam-se. Desse amor com mortais acabam surgindo os semideuses, assim como os das histórias. Este lugar foi criado para abrigar pessoas como você, já que o mundo exterior está coberto por criaturas que conseguem rastrear semideuses pelo cheiro forte que vocês exalam.
Senti uma súbita vontade de experimentar o meu cheiro, mas isso não parecia algo apropriado para o momento. Esperei que o centauro prosseguisse.
— Aqui você poderá treinar com armas de verdade, desenvolver suas habilidades e dentro de algum tempo provavelmente você estará familiarizado com tudo. — Ele não falou nada, mas seu olhar me desafiava a dizer algo.
— Senhor, mas... e como eu sei quem é meu pai? Digo, eu sei que a minha mãe é humana, mas eu nunca vi o meu pai, então...
— Tenha calma quanto a isso. Ele se revelará quando achar melhor, e só então você poderá se mudar para o seu chalé. Por enquanto, como indefinido, você ficará abrigado no chalé de Hermes.
— Sim, senhor. Obrigado.
Ele acenou com a cabeça e continuou me olhando. Decidi que era a hora de me virar e sair do local, para então conhecer o acampamento. Pessoas corriam e pulavam por todo lugar. Alguns mais jovens, outros mais velhos do que eu, mas a maioria na mesma faixa etária. Eu demorei muito para entender que a minha vida havia mudado, e foi durante uma noite de sono que fui acordado pelos filhos de Hermes. Por um momento eu pensei ser uma brincadeira, afinal eu era novato e já havia sido vítima nas mãos deles, mas o olhar de espanto me fez olhar para cima. Um símbolo girava sobre mim, e logo minhas dúvidas se esvaíram, quando um filho de Hermes gritou:
— Ele é um filho de Thanatos!

Obs: apenas o final foi alterado, visto que foi o que prejudicou minha ficha anterior. Obrigado por avisar, Hermes.
Luke Scott
Luke Scott
IndefinidosPercy Jackson RPG BR

Mensagens :
153

Localização :
Por aí

Voltar ao Topo Ir em baixo

Re: Ficha de Reclamação

Mensagem por Klingel Hewprett em Ter 04 Mar 2014, 07:40

Ficha de Reclamação

▬ Por qual Deus você deseja ser reclamado? Caso não queira ser um semideus, qual criatura mitológica deseja ser?
Tânatos (ou Thanatos).

▬ Cite suas principais características físicas e emocionais.
Características físicas — dotado de uma aparência letal e gótica, o filho de Tânatos segue as linhagens sanguíneas do progenitor, obtendo um corpo magro e robusto com uma pele pálida, com os cabelos lisos e negros como a noite. Os seus olhos possuem umas órbitas negras, que refletem sua convivência na escuridão; o abismo da sua morte. Desde o seu nascimento, é vindo de uma tatuagem tribal nas costas como simbolização de um dos ataques de Tânatos a tentar matar um de seus frutos que herdam o poder da tortura, do ceifeiro e da morte, como um símbolo de um corvo preso em um círculo ensaguentado.
Características emocionais — Um indivíduo nada visto a convivência social, como referência ao anti-socialismo. Além dessa categoria, a sua personalidade também vem fria e calculista, como também é mais um adolescente. Por ser filho de Tânatos e sobrinho de Hipnos, também herdou uma ampla inteligência artificial como forma de analisar qualquer coisa que o passa, além de ser um dos mais exímios em estratégia quando se fala em combate e missão.

▬ Diga-nos: por quê  quer ser filho de tal Deus - ou ser tal ser mitológico?
O Deus da Morte responsável como Guardião das Portas da Morte, Tânatos (ou Thanatos no inglês) é um dos Deuses mais poderosos na categoria dos menores, e em questão, sem Tânatos, a maioria dos Deuses não teriam seus respectivos planos à tona. Por exemplo: Sem a morte, Ares não tinha suas guerras. Sem a morte, Atena não teria sua sabedoria complexa. Sem a morte, Hades não teria o Mundo Inferior. Sem a morte, Hermes não teria seus larápios e ligeiros para roubar. Sem a morte, o mundo entraria em caos e se tornaria um mundo pior do que é hoje. A morte faz parte da vida e temos que temê-la. Pra mim, o único ser que derrota Tânatos é o Deus do Renascimento, que infelizmente não existe. Sobre questões desde então, Tânatos pra mim deve ser escolhido como um ''CLARO!'' pra ser meu genitor divino.


§ Capítulo I § Ansiedade de Matar

O vento batia com uma força sobrenatural na cidade do Queens, enquanto os colégios estavam se fechando. Diziam nos jornais públicos que algumas pessoas com uma saúde resplandecente boa e dentre outros estavam sofrendo ataques cardíacos sem exceção alguma, enquanto eu estava me dirigindo para fora da escola em uma escala de duas horas da tarde, que se assemelhava em um aroma de anoitecer, mas nada de chegar a noite. Os outros alunos estavam completamente desesperados, por alguns estarem chorando de uma forma radiante, por um dos seus parentes estarem mortos. O meu caminhar se tornava a própria morte, as plantas murchavam sem maneira alguma, os tons de tristeza dos humanos me fuzilavam com um olhar completamente decepcionado e a grande variedade de ataques aumentava.

Eu acabei por ignorar completamente toda a sociedade moderna e a mídia com os assuntos dos grandes homicídios no Queens, e eu acaba por encontrar uma grande parte de ladrões roubando algumas pessoas com desespero, enquanto eu só observava. Eu comecei a pensar... o que o mundo está se tornando? Mas que realidade infernal é essa que nos convivemos? Desde então eu prossegui até a minha casa, que fica no exterior da cidade e é uma das únicas casas que não possui vizinhança. Eu nunca tive amigos e nem mesmo animais de estimação, somente o Ralf — o meu corvo negro que não o nomeio um animal, e sim um amigo especial —, ele é a pessoa com eu consigo abrir os lábios e falar alguma coisa, sem analisá-lo de uma forma não verbal, mesmo que ele não me entenda. As vezes me sinto conectado com Ralf, e ele tenta me avisar de algo muito importante e perigoso, mas eu ainda não entendo do que ele se trata.

Em alguns dias depois, o meu terrível padastro — Dean Treshley, o cara mais chato do universo. Sabe aquele cara de escritório todo educado e formal que até em casa é assim? Pois é, esse é o tipo de padastro que ele é —, estava lendo o jornal enquanto ajustava o óculos de lente para trás com o haste. Eu vislumbrei e encarei o título escrito no jornal: ''Garoto de dezesseis anos é considerado provocante das mortes'' — O quê? Já não basta o mundo chato e irritante em que eu convivo, eu tenho que ser acusado de uma forma assassina por optar a prisão? Ah, não. Eu vou é fugir e construir minha própria vida, e dessa vez me divertir, sem conviver com os choros e conversas irritantes dos meus pais e ir embora com Ralf.


§ Capítulo II § Me torno um Ceifador de Almas



Eu fugi enquanto pude, enquanto a chuva forte bate no meu corpo e Ralf preso em uma gaiola desvencilham-se da nossa viagem. Eu roubei cinco mil da conta bancária do meu padastro, e imagino o som de fúria que ele vai se tomar, mas não me importo. Estamos procurando por um táxi no centro da cidade e nós encontramos um. O taxista por meio era estranho, ele escondia o seu rosto e sentava de um modo em que não consigo dizer, mas era completamente estranho. Dava pra ver que ele era bem loiro, com cachos dourados e obtinha uma grande barba que cobria uma parte do seu rosto. Eu apenas orientei a localização para ele, e ele parecia ser um exemplo de taxista, puxando caminhos nada vistos antes para pegar mais rápido. Em um momento, ele parou o carro em um lugar com um estranho elevador na frente de uma loja abandonada, enquanto uma ventania puxava o recinto, penetrando-nos com uma friagem. Ele me pediu para entrar no elevador, enquanto fui impedido e mordido no braço por algo realmente forte, enquanto me virava com as dores sentidas um pouco fracas, pela resistência do meu organismo que eu nunca decifrei o que realmente eu era tão resistente, mas então... as coisas pioraram.

Quando eu me virei o taxista era realmente um bestiário de bestas gregas, ele era realmente um leão completamente dourado com a carapaça vindo-se com uma visão aguçada de um metal desconhecido, com conjunto orgânico. A sua pele era tão brilhante como um metal que quando ele se mexia, dava para ver a sua rosnada ser total forçada. Eu pude ver que cai em um tipo de armadilha em que nunca iria entender, vendo-se no meu estado que a única forma de detê-lo era lutando, e minha forma de lutar é totalmente estratégica e calculista, como prever os golpes do meu adversário do modo que ele usufrui do mecanismo anterior.

Desde assim, o leão investiu com bastante velocidade pra mim, calculando que ele bateria a cabeça com força contra mim ou comeria minha perna esquerda, de uma forma violenta. Rapidamente me adiante e me esquivei para o lado, o suficiente para que no mesmo momento ele prosseguisse sua corrida e batesse a cabeça na loja abandonada. Em algum momento em me senti mais forte, como se meus sentidos e atributos estivessem aprimorados. Por conta disso, aproveitei a situação inerte do animal exótico denominado Quimera, impulsionando o pé para trás e batendo contra suas costas, simulando um chute que não causou muito efeito, no que eu esperava. Decidi adentrar a casa abandonada e encontrar algum arsenal forte o suficiente para desabar um metal orgânico, me deparando com várias teias de aranhas como uma velha casa e alguns materiais antigos. Acabei por encontrar no sótão da loja uma foice longa com uma tonalidade negra pela extensão do cabo até o bastão, com uma lâmina altamente afiada e pontiaguda, um pouco curva.

A lâmina de uma forma surpresa e estranha foi encapada por uma aura negra que cheirava a fogo, enquanto me lancei contra a Quimera ali mesmo e bati a lâmina da foice em horizontal na cabeça da criatura, ultrapassando o metal e cravando no seu crânio. E por mais uma surpresa, a minha energia parecia ter sido revigorada após o ato, e o ferimento do meu braço também. Um pequeno vulto saiu da cabeça da Quimera e deu de encontro com a lâmina da foice, expandindo a aura negra que se desfez aos poucos. Sem delongas, aquela arma vai estar comigo a qualquer circunstância.

Até então eu segui para o elevador que a Quimera me apontava, mesmo com o pânico por dentro pela ideia de ter sido atacado por uma Quimera que escolheu esse lugar. E acabei por entrar em um lugar com vários seres fantasmagóricos com expressões faciais diferenciadas, e suas feições completamente esquisitas. Era uma sala de escritório e ele estavam lá, como se estivessem esperando desde o seu nascimento, esperando para sempre. Tinha um homem que se assemelhava uma tartaruga humana como atendente do escritório, e utilizava um terno com óculos. Isso foi perturbante, por lembrar meu padastro, mas só de visual, de aparência ele era branco e careca, e era bem magro, com um chapéu colorido com um pequeno avião de papel em cima que sobrevoava com os ventos, aqueles acessórios superiores de criança ou pessoas infantis.

Eu fui até ele e o homem me interrompeu com uma frase: ''Saia daqui, não é só por que comanda isso aqui que deve brincar com isso, Klingel. Se vier aqui mais uma vez, vou contar pro seu pai.'' As coisas realmente estavam ficando confusas, e eu decidi me retirar do local. Eu peguei o carro do taxista ''Quimera'' e me privilegiando das aulas secretas de monitoramento básico com a minha mãe, eu coloquei a chave e pé no fundo, tentando encontrar algum lugar decente. Meu visionamento se corrompeu quando tinha uma carta em cima do segundo banco da frente do veículo, parando em um posto e deixando abastecer, utilizando do dinheiro que roubei pra pagar. Fui ler a carta e dizia:

A primeira coisa que eu posso fazer se você está lendo isso é lamentar. A essa altura você já descobriu que não é um mortal comum, e acredite, é agora que os seus verdadeiros problemas começam. Eu sei que você está com a cabeça cheia de perguntas mas não se preocupe, as respostas vão aparecer com o tempo. O que eu posso te adiantar é: você é um meio sangue, metade homem metade deus, o seu pai ou mãe é um Deus Grego, e sim os mesmos dos mitos, eles ainda existem e continuam com o hábito de se apaixonar por mortais e ter filhos.

O único lugar seguro no mundo para pessoas como você é o Acampamento Meio-Sangue, onde jovens semideuses aprendem a sobreviver nesse mundo cheio de aventuras e confusões. Temos muitas atividades aqui, desde esportes como vôlei até lutas com monstros nas florestas, mas não se preocupe, é tudo para o seu bem.

É importante desde cedo você aprender a cooperar com os seus companheiros de chalé, os veteranos podem ajudar no seu treinamento e fornecer informações, informações essas que podem ajudá-lo a continuar vivo. Evite arrumar confusão com outros campistas, alguns deles realmente sabem como usar uma arma, principalmente os do chalé de Ares.

No mais, eu só posso lhe desejar boa sorte, se tudo correr bem nos veremos em muitos outros verões como esse.

Quíron, Diretor de Atividades

Tudo, tudo bem. Já era de se esperar da Quimera que é uma criatura mística, um escritório fantasma com um atendente dizendo que eu controlava aquilo, e agora me deparo com uma carta dessas. Realmente, eu acredito agora que sou um semideus, e preciso saber pra onde eu devo ir sendo esse tipo de metade humano e metade deus. Eu terminei de abastecer e procurei informações pela cidade, onde na mala do carro escutei um barulho. Já vinha na minha cabeça uma grande surpresa e me lembrei de que Ralf estava lá, deixando o carro em um estreito da cidade, que acho que estava em Long Island. Eu abri a mala do carro e Ralf não era mais o Ralf, era um homem-bode que amostrava ter uma grande parte de equipamento militar, com tons daqueles tipos de homem de sobrevivência num mundo florestal. Ele saiu do carro e disse que era Ralf, esperando o momento para vir para Long Island. Ele me disse que é um ''Sátiro Protetor Júnior'' e tem o dever de me proteger e me levar imediatamente ao Acampamento Meio-Sangue. E quem diria que meu corvo era um sátiro na realidade, me guiando por si próprio?

Ele começou a dirigir e seguir o estreito em que eu estava, no caminho me dizia que eu era filho da Personificação da Morte, Tânatos. Eu me surpreendi! Quem diria que eu pudesse ser um mini-Tânatos? Até o Acampamento, eu me senti bem e ainda recordo os acontecimentos, mas ainda vem uma coisa em mente: Se essas surpresas me viram sem motivo algum, será que realmente estou seguro?
Klingel Hewprett
Klingel Hewprett
IndefinidosPercy Jackson RPG BR

Mensagens :
3

Localização :
Estreito de Long Island [Acampamento Meio-Sangue]

Voltar ao Topo Ir em baixo

Re: Ficha de Reclamação

Mensagem por Kleber j. Delacour em Ter 04 Mar 2014, 09:43

- Por qual Deus você deseja ser reclamado? Caso não queira ser um semideus, qual criatura mitológica deseja ser?
Hermes.

- Cite suas principais características físicas e emocionais.
Físicas: Kleber é um jovem belo homem, sua altura é de 1,60 e pesa exatamente 55 kg. Sua pele é branca e seus cabelos são ruivos, os olhos têm uma intrigante coloração de azul, é um cara bem forte e másculo.

Emocionais: Kleber é um jovem de personalidade curiosa, é um homem gentil, entretanto às vezes é arrogante e metido. Gosta de irritar seus amigos utilizando sua ironia e arrogância, canta e dança muito bem, porém é meio preguiçoso.

- Diga-nos: por que quer ser filho de tal Deus - ou ser tal ser mitológico? 
Primeiramente por que Hermes é um Deus que se mais se encaixaria com a trama de meu personagem além de que o símbolo de Hermes é a serpente que é meu animal favorito. 

- Relate a história da sua personagem - não haverá um limite de linhas definidos, deixe a sua criatividade fluir.

Meu nome é Kleber tenho 14 anos e moro em São Francisco com minha mãe Larissa Delacour, depois que eu nasci meu pai nos abandonou, ela me disse que um mês depois de ter ido embora ele morreu em um acidente de carro. Eu sempre quis saber mais sobre ela ou pelo menos quem era meu pai, mais sempre que perguntava dele ela ficava estranha e não falava nada, ás vezes até brigava comigo. Em certo dia enquanto limpava o sota da minha casa eu acabei encontrando uma caixa de papelão cujo nome era “Lembranças de família”, primeiramente pensei em deixá-la quieta mais movido pela curiosidade eu abri ela. A caixa estava repleta de artefatos da minha família, sendo eles: Meu primeiro par de sapatos, um anel de formatura, uma peruca tosca dos anos 90 e um álbum de fotos. Peguei o álbum e comecei a folhear o mesmo, vi várias fotos de mim quando era bebê, dos meus avôs e minha mãe com o meu pai, espera aí meu pai? Isso mesmo.  Na foto estava minha mãe e um homem alto de cabelos castanhos abraçados embaixo de um velho carvalho, e na legenda foto dizia “Hermes e Larissa, dois meses de gravidez” eu estava certo era meu pai e o seu nome era Hermes. Eu tinha que falar com minha sobre aquela foto, arranquei a foto e coloquei no meu casaco eparti para o Shopping aonde minha mãe trabalhava. Depois de andar bastante cheguei ao Shopping indo diretamente para uma loja de calçados que era aonde minha mãe trabalhava, mais antes de chegar lá algo aconteceu.

-Belo casaco. Disse um homem enorme, musculoso com uma voz tão grossa que fez minha garganta doer só de pensar em falar como ele. 
-Obri...Obrigado. Hã, eu...Eu acho que eu ouvi minha mãe me chamar sabe,e...eu já volto!       

Comecei a andar em passos rápidos, me virei para trás para me certificar de que o homem-gigante não estava me segui... Sim, ele estava me seguindo. Desesperado comecei a correr no meio do Shopping, o homem-gigante agora se parecia mais com homem-maluco. Entrei dentro da área de jogos do Shopping passando por uma piscina de bolinhas. Pensei em me atirar la dentro e me camuflar por de baixo das bolinhas mas seria ridículo e tinha muitas crianças dentro da piscina. 

-AI!

O cara começou a me tacar bolinhas coloridas que eram de plástico, mas com a força dele parecia ser de ferro. Ele começou a correr na minha direção e enquanto ele corria me veio uma idéia maluca. Eu corri para o lado saindo da piscina rumando aquele jogo onde você tem que martelar em uma área e dependendo da sua força tem uns números que ficam aumentando, não sei o nome do brinquedo, mas o martelo era um pouco pesado. Apanhei o martelo e comecei a ameaçar atingir ele com aquela coisa, entretanto ele parecia nem dar bola, continuou vindo em minha direção dando um leve e sádico sorriso pra mim o que me deixou apavorado, ele estava a menos de 1 metro de mim quando levantou as mãos para tentar me estrangular, entretanto rapidamente me abaixei desviando de suas mãos e com um rápido movimento acertei o martelo em seu estômago (Não foi com muita força vide que o martelo era um pouco pesado) deixando ele um tanto atordoado. Aproveitei a oportunidade para fugir e finalmente eu saio da sala de jogos e vou para o corredor do Shopping, agora meu objetivo a procurar a saída daquele lugar, comecei a olhar para todos os lados bastante desesperado até finalmente achar a saída. Corro até ela, sempre olhando para trás para certificar se ele não estava me seguindo até que quando voltei meus olhos para frente bati de cara com um homem. Estava pronto para pedir desculpas pelo inconveniente, entretanto percebi que era o meu perseguidor o meu pesadelo enorme, ele me pega pelo pescoço e me joga contra uma parede.

O impacto havia sido muito forte me deixando um pouco desnorteado, com um pouco de dificuldade eu me levanto do chão e vou mancando até a porta que se abre automaticamente. Tentava correr, porém minha perna não deixava (Estava mancando) e aquele cara era bem mais rápido que eu até que o cansaço me dominou e acabei caindo no chão.Só me lembro daquele homem ter me pegado pela camisa, me levantado para cima me deixando cara a cara com ele. Não sei se eu estava ficando louco ou algo parecido, mas acabei percebendo que ele tinha um olho, um olho enorme no meio do rosto. Plantas começaram a crescer sobre os pés dele fazendo ele me soltar. Ele tentava se soltar, porém as plantas não paravam de crescer e se enroscar no seu corpo. Escutei um toque melódico de um instrumento, não sei ao certo o que era, mas eu apostaria em uma flauta. Comecei a rastejar para trás enquanto aquele gigante era engolido por plantas. Aquilo começou a se fechar sobre ele e ao invés de ele morrer esmagado ele explodiu em uma nuvem de fumaça dourada. Logo Um menino de aparência de 16/17 anos veio na minha direção, seu rosto estava branco como papel e começou a me dizer.


-Vam...Vamos sair daqui, tem mais deles vindo.

Eu não entendi o que ele quis dizer com '' Eles '' mas não queria ficar para saber. Ele me ajudou a levantar me levando até uma velha caminhonete. Saímos dali, olhei para suas pernas até que percebi que meu salvador não tinha pernas humanas e sim de bodes, entretanto resolvi não tocar no assunto, pois já havia passado por tanto coisa hoje e  não queria arranjar briga com um homem-bode. Chegando a um local saímos da caminhonete e fomos até uma floresta chegando até um enorme portal cujo nome era  '' Acampamento Meio Sangue ''. Quando li Meio '' Sangue '' fiquei meio assustado, mas criei coragem e entrei. La era incrível, crianças mais ou menos da minha idade com arco e flecha, espadas, lanças etc... Mais daqueles homens-bodes, mas o que mais me impressionou, foi um Centauro. Um centauro enorme. O homem-bode que me encontrou no Shopping me levou até ele.

-Olá Quíron, voltamos a tempo, ele foi atacado por um Ciclope mas conseguimos escapar por sorte, mas estamos bem.
-Bom trabalho menino-bode. Pode voltar para a sua área agora.
-Obrigado! Indagou o homem bode ao sair correndo bem rápido comemorando por ter sido liberado por seu superior
-Sátiros tsc,tsc,tsc...

Fiquei perplexo olhando aquilo, um homem-bode e um centauro conversando na minha frente. Se eu contasse ninguém acreditaria.

-Quem é você?       Disse eu para o Centauro.

O centauro meio sem graça disse.

-Prazer, meu nome é Quíron, sou o diretor deste acampamento. 
-Porque eu estou aqui?
-Aqui é um local aonde ficará seguro, além de que neste local poderá aperfeiçoar suas habilidades e se tornar um grande guerreiro.Além de que aqui poderá encontrar seu pai Olimpiano
-Hã?      
-Kleber seu pai é um Deus.
-Meu pai? Um deus? Meu pai sumiu quando eu nasci, nunca mais vi ele. Minha mãe disse que ele sofreu um acidente de carro. 
-Meu jovem, você não entendeu direito. Seu pai não sofreu um acidente de carro, seu pai é um deus grego.
-Deus grego?
-Sim, mais ainda não sabemos ao certo qual por isso teremos que investigar um pouco, você sabe de alguma informação que possa nos ajudar?
-Bem a única coisa que tenho é isso daqui.  Disse a ele entregando a foto.
-Hermes, interessante este pode ser pai mais ainda precisamos de mais provas. Disse o Centauro ao ler a legenda da foto.
-Fala sério isso é muita informação para assimila, mais onde eu estou?
-Meu jovem este é o acampamento meio-sangue, agora me siga vou te levar até a enfermaria porque você parece estar muito machucado.




Quíron me levou até a enfermaria aonde alguns jovens cuidaram de mim e das minhas feridas, logo depois ele me pediu para ficar no chalé de Hermes que era onde os indefinidos ficavam até a famosa reclamação. Descansei até ficar de noite quando alguns adolescentes me acordaram me pedindo para segui-los. Fui levado até uma fogueira aonde todos os outros semi-deuses estavam lá presentes sendo que Quíron se destacavam entre todos eles.




-Senhor Kleber por favor dê um passo a frente. Obedeci ao centauro e fiquei a frente de todos.  -Caros campistas, esse daqui é Kleber J. Delacour filho de Hermes. Indagou o Centauro.

Então Hermes era mesmo meu pai, primeiramente fiquei surpreso mais aquele sentimento foi rapidamente substituído por uma alegria sem explicações. Aquele agora seria meu lar e aquelas pessoas seriam um pouquinho da minha família, então voltei ao chalé passando minhas coisas do quarto dos indefinidos para o quarto dos filhos do Deus dos viajantes.
Kleber j. Delacour
Kleber j. Delacour
IndefinidosPercy Jackson RPG BR

Mensagens :
3

Localização :
Ajudando crianças carentes, to de zoa eu tô é comendo Doritos na minha mansão me esquentando com um casaco de Xinchila :P

Voltar ao Topo Ir em baixo

Re: Ficha de Reclamação

Mensagem por Camrie Goldwasser em Ter 04 Mar 2014, 16:58

Ficha de Reclamação


▬ Por qual Deus você deseja ser reclamado?
Eu gostaria de ser reclamado por Quione, a deusa da neve e do gelo.

▬ Cite suas principais características físicas e emocionais.
Características Físicas: Alto (Por volta de 1,85m - 1,88m), pele branca parecendo neve recém caída, olhos azul-claro como o gelo e cabelo escuro advertindo sobre uma personalidade gélida, meu corpo é definido como os dos antigos atletas gregos

Características Emocionais: Orgulhoso, indiferente, objetivo, irredutível, teimoso, não gosta de admitir seus erros, dificilmente demonstra seus sentimentos, por ser indiferente raramente faz amigos, mas quando os faz é para levar até na pós morte, astuto e um pouco misterioso.


▬ Diga-nos: por quê  quer ser filho de tal Deus?
Eu gostaria de ser filho de Quione por dois motivos:
1° - Eu desde os meus 5/6 anos de idade (data que meu interesse pela mitologia e cultura grega chegou ao ápice), ao procurar sobre os deuses menores, encontrei Quione e Hécate, que chamaram muito minha atenção, uma por ser a senhora da magia e a outra por ser a senhora do gelo. Porém como complementarei no item dois, preferi Quione como A Deusa.
2° - Eu sou um gamer e sempre joguei de mago de gelo, ou qualquer outra classe que fizesse referencia ao gelo, logo, eu meio que tenho o gelo como meu elemento básico e indispensável.


▬ Relate a história da sua personagem - não haverá um limite de linhas definidos, deixe a sua criatividade fluir.
OBS: O player não é obrigado a ir ao Acampamento, mas deve narrar a descoberta de que era um semideus e o momento da reclamação- e se não foi indo a Long Island, como foi?
Estou aqui para lhe contar uma história, na verdade a minha história. Bem antes de começar, tenho que dizer uma coisa, sou um meio-sangue, sim, sim, se você pensou em meio mortal, meio “especial” acertou. Mas se você pensou que eu tenho algum problema na coagulação de sangue ou algo do tipo, bem, esta na hora de você atualizar seu vocabulário e perceber que nem tudo é o que parece.

Você deve estar se perguntando que história é essa de meio-sangue, e coisa e tal, mas eu te explico. Você com certeza já estudou mitologia grega, certo?! Pois bem, lembram-se dos deuses gregos, aqueles seres superpoderosos que foram criados para explicar fatos inexplicáveis, pois bem, meu pai é um deles... Na verdade, minha mãe.

Claro, você deve estar mais confuso do que antes, mas não se preocupe, tudo será esclarecido em um minuto. Minha mãe é Quione, a deusa da neve e do gelo e a “personificação” do inverno (Bem, eu coloquei personificação entre aspas, pois ainda existe muito embate sobre isso e blábláblá), e como eu descobri isso?!! Foi mais ou menos assim:

Último dia de aula, férias de inverno, alguns messes atrás, Canadá. Estava conversando com meus colegas, no portão da escola, sobre as férias quando reparei em um homem na esquina oposta, nos encarando. Ele era um pouco corcunda, tinha uma pele enrugada, era careca e seu nariz parecia com um bico de galo, estava vestido com um sobretudo marrom, do que parecia ser couro e um chapéu também marrom. Eu não achei que isso fosse assim tão importante, então depois de despedir-nos dos outros, eu e minha namorada seguimos para a casa dela (eu sempre a levava em casa depois da escola). Depois de certo tempo percebi que aquele cara que eu havia visto na porta da escola estava nos seguindo. Olha, eu não faço o tipo medroso nem curto fugir de brigas, mas aquele cara realmente me fazia ter calafrios, e bem, eu NUNCA tive calafrios, pelo menos não daquele jeito.

Primeiro achei que era paranoia minha, mas depois de algum tempo percebi que a imagem do cara tremulava e às vezes desaparecia. Minha namorada achou que fosse meu transtorno de déficit de atenção pregando peças em mim, mas... Bem, acho que não era isso. Eu estava há uns dois quarteirões da casa dela quando ouvimos. Paramos e esperamos, depois novamente o som, um rugido gutural como aqueles que os monstros de televisão fazem.

“Grrrrrrrrauuu!”

- Você também ouviu isso? – Falei.

- Escutar, eu escutei, mas não sei o que pode ser. – Respondeu ela.

- Acho melhor não ficarmos aqui para descobrir. – Informei enquanto a puxava pra longe dali.

Tá, não posso dizer a vocês que eu sou uma pessoa completamente normal, na verdade, coisas como essa sempre acontecem comigo, mas além de acontecerem apenas quando estou sozinho, é como visões distorcidas de monstros e criaturas magicas, e não adianta o que eu faça, ninguém acredita em mim. Mas dessa vez, a minha alucinação não estava distorcida, na verdade ela estava voando na nossa direção, com dentes e garras prontas para nos destroçarem.

Agora uma pergunta, se vocês vissem um dragão voando na sua direção pronto pra lhe fazer de lanche, o que você fariam?! Pois bem, eu também. Sem nem mesmo pensar duas vezes eu corri, disparei rua acima enquanto a arrastava comigo e virei à esquerda. Não sei ao certo porque isso estava acontecendo, mas tinha certeza que não era nenhuma brincadeira dos garotos do colégio. Eu nunca tive um pensamento muito rápido, mas pelo menos não era um retardatário, por isso percebi que minha namorada só ia me atrapalhar naquele momento, então fiz uma coisa um pouco rude, porém prudente: Empurrei-a num monte de neve fofa próximo da casa dela e virei para a direita.

Tá, admito que não foi uma coisa muito inteligente de se fazer, levando em conta que eu rolei uma ladeira e depois ainda colidi com a parede de um açougue. Porém ao perceber onde fui parar comecei a ter uma ideia do que eu poderia fazer, arrombei a porta do açougue, puxei meu arco da mochila e depois de encordoa-lo coloquei uma flecha de pena de corvo (alias, eu não sou um assassino não viu... É que nós temos um grupo de arco e flecha no colégio) e me agachei atrás de uma prateleira com peixes empacotados em papel filme.

O monstro entrou no açougue e começou a farejar, então ao observa-lo mais calmamente, percebi que ele não era um simples dragão, na verdade nem dragão ele era, ele tinha um corpo reptiliano mesmo, porém também tinha uma crista de galo, bico e olhinhos pequenos, além de que, sua pele parecia ser feita de couro velho. Bem, eu não sabia nada sobre o bicho, apenas que era ele ou eu, e também percebi que suas asas poderiam mostrar-se uma fraqueza, já que o revestimento era fino e frágil (Eu... meio que, gosto de ficção fantástica).

O monstrengo, mais tarde fiquei sabendo que se tratava de um Cocatrice/Cocatriz, começou a avançar sem rumo pelo açougue, derrubando tudo e pelo que parecia, me procurando. Primeiro eu tinha achado que ele apenas estava com fome, porém percebi que era algo mais. Quando ele estava já perto do fundo do açougue eu me levantei, fiz mira e liberei a flecha em direção a sua asa esquerda.

O obvio numa situação dessas é ou você voltar a se esconder ou sair correndo, mas eu não sou uma pessoa obvia, logo eu simplesmente fiquei parado olhando para ele com uma nova flecha já encordoada. Quando ele se voltou na minha direção eu deixei a outra flecha voar, mirando na asa direita e só depois corri pra fora da loja, disparando pra o bosque ali perto.

Outra vez, eu vou lhes fazer uma pergunta um tanto obvia. Vocês estão enfrentando um mostro que foi feito para voar, e vocês tem duas opções, enfrenta-lo num lugar fechado ou em num aberto, qual vocês escolhem?!! Pois bem, eu disse a vocês, meu raciocínio não é tão rápido assim.
Chegando ao bosque, onde tudo estava infinitamente branco e coberto de neve, eu senti algo, não saberei explicar, mas é como se você bebesse litros e litros de água depois de correr durante séculos num deserto. Então ao chegar ao bosque, todos meus sentimentos bons e ruins simplesmente desapareceram e no lugar eu senti crescer uma resignação mortal, que dizia “Acabe com o Cocatriz, prove-me sua força.”

Eu não tive muito tempo para pensar naquilo, pois em menos de 3 segundos eu ouvi um bater de asas irregular. Ao olha para cima vi o Cocatrice vindo em minha direção, com uma das minhas flechas penduradas na membrana da sua asa esquerda e a outra na sua coxa traseira direita. A resignação cresceu, não, ela explodiu e eu senti o vento se movimentando, a neve ondulando e então larguei a corda.

Estre fragmento é um pouco incerto até para mim, pois tudo aconteceu ao mesmo tempo: A minha flecha se transforma num borrão; A neve ao meu redor sobe como um gêiser semicongelado; A temperatura ultrapassa o ponto de gelo; O monstro explode em pó; Lindos flocos de neve bailam do céu em direção a terra; Minha madrasta e minha namorada adentram no parque; Uma luz estranha brilha em formato de floco de neve na minha testa; Uma voz doce, porém fria sussurra ao meu ouvido “Long Island”; A própria neve se “curva” perante mim; E eu sinto minha temperatura corporal decair.

Bom, creio que eu deva continuar a história explicando o que tudo isto significa, porém se você entende o que significa Meio-Sangue eu simplesmente não preciso falar mais nada. Na verdade, irei apenas complementar: Conversei com minha madrasta, terminei com minha namorada (na verdade foi ela, mas, né...), e depois de arrumar minhas coisas, peguei um avião para o sul e depois de algum tempo fui levado para um acampamento, que enfim me faria se sentir em casa.
Camrie Goldwasser
Camrie Goldwasser
IndefinidosPercy Jackson RPG BR

Mensagens :
22

Localização :
polo sul

Voltar ao Topo Ir em baixo

Re: Ficha de Reclamação

Mensagem por 124-ExStaff em Ter 04 Mar 2014, 19:44

• Adam Hinckel: reclamado como filho de Tânatos. A sua ficha ficou muito boa, mas houveram alguns erros de português que poderiam tê-lo atrapalhado. Você narra bem, e acho que dará um bom jogador no futuro. O único problema mesmo foi a ortografia. Ela está aceitável, mas tente melhorá-la porque pode te atrapalhar na interpretação. Além disso, o final ficou muito curto e repentino, você poderia ter se saído melhor nessa parte. De resto, gostei bastante da sua ficha. Seja bem-vindo ao fórum!

• Devyn Dwayne (Kyle D'Alambert): reclamado como filho de Deméter. O texto ficou bem curto, o que me fez hesitar bastante na hora de aprová-lo ou não, mas no geral a sua ficha ficou bem boa. Só trabalhe mais no tamanho da sua narração da próxima, ok? Seja bem-vindo ao fórum!

• Luke Scott: reclamado como filho de Tânatos. A sua ficha ficou muito boa. Poucos erros de coerência, menos ainda de ortografia e uma boa história fizeram meus olhos grudarem no seu texto, ansiando pelo final (que, aliás, ficou muito melhor do que o do seu outro post). Continue assim e seja bem-vindo ao fórum!

• Klingel Hewprett: reprovado. Em uma escala de 0 a 10, eu daria um 5 para a sua ficha. Muitos erros de ortografia e trechos incoerentes, apesar da boa estrutura que você deu ao seu post. Um exemplo de incoerência foi a parte do Ralf, um corvo, se tornar um sátiro. Isso não é possível, já que nenhum dos dois tem controle sobre a Névoa (e talvez nem assim isso seria possível). Quanto aos erros gramaticais, o seu texto está lotado deles. Tente revisar melhor o seu texto, com calma e paciência, e poste novamente.

• Kleber j. Delacour: reprovado e banido por plágio (1 semana). O post plagiado pode ser visto aqui. Qual a dificuldade em criar a sua própria ficha, cara? Basear-se nos outros é permitido, mas você praticamente reescreveu a história dele (alguns trechos você apenas copiou, sem se preocupar em editar).

• William Kheimonas: reprovado. Pensei muito em aprová-lo, mas no fim os erros de ortografia e a pequena incoerência geral me fizeram mudar de ideia. O modo como você narra é bastante informal, como se estivesse fazendo um discurso para os outros ouvirem, e isso até que é bom — se você tem uma gramática perfeita. Alguns erros de acentuação, mas mais problemas envolvendo as tão temidas vírgulas. Um outro problema foi o final, que ficou muito rápido e repentino, como se você estivesse com pressa em acabar. Não sinta medo, narre com calma. Treine melhor o português e poste outra vez, ok? E evite usar cores muito claras como essa sua e o amarelo, que "cegam" o leitor.


☀ Atualização ☀
124-ExStaff
124-ExStaff
IndefinidosPercy Jackson RPG BR

Mensagens :
294

Localização :
Casa Grande

Voltar ao Topo Ir em baixo

Re: Ficha de Reclamação

Mensagem por Klingel Hewprett em Qua 05 Mar 2014, 01:10

▬ Por qual Deus você deseja ser reclamado? Caso não queira ser um semideus, qual criatura mitológica deseja ser?
Tânatos (ou Thanatos), a Personificação da Morte.

▬ Cite suas principais características físicas e emocionais.
Características físicas — dotado de uma aparência letal e gótica, o filho de Tânatos segue as linhagens sanguíneas do progenitor, obtendo um corpo magro e robusto com uma pele pálida, com os cabelos lisos e negros como a noite. Os seus olhos possuem umas órbitas negras, que refletem sua convivência na escuridão; o abismo da sua morte. Desde o seu nascimento, é vindo de uma tatuagem tribal nas costas como simbolização de um dos ataques de Tânatos a tentar matar um de seus frutos que herdam o poder da tortura, do ceifeiro e da morte, como um símbolo de um corvo preso em um círculo ensaguentado.
Características emocionais — Um indivíduo nada visto a convivência social, como referência ao anti-socialismo. Além dessa categoria, a sua personalidade também vem fria e calculista, como também é mais um adolescente. Por ser filho de Tânatos e sobrinho de Hipnos, também herdou uma ampla inteligência artificial como forma de analisar qualquer coisa que o passa, além de ser um dos mais exímios em estratégia quando se fala em combate e missão.

▬ Diga-nos: por quê  quer ser filho de tal Deus - ou ser tal ser mitológico?
O Deus da Morte responsável como Guardião das Portas da Morte, Tânatos (ou Thanatos no inglês) é um dos Deuses mais poderosos na categoria dos menores, e em questão, sem Tânatos, a maioria dos Deuses não teriam seus respectivos planos à tona. Por exemplo: Sem a morte, Ares não tinha suas guerras. Sem a morte, Atena não teria sua sabedoria complexa. Sem a morte, Hades não teria o Mundo Inferior. Sem a morte, Hermes não teria seus larápios e ligeiros para roubar. Sem a morte, o mundo entraria em caos e se tornaria um mundo pior do que é hoje. A morte faz parte da vida e temos que temê-la. Pra mim, o único ser que derrota Tânatos é o Deus do Renascimento, que infelizmente não existe. Sobre questões desde então, Tânatos pra mim deve ser escolhido como um ''CLARO!'' pra ser meu genitor divino.

▬ Relate a história da sua personagem - não haverá um limite de linhas definidos, deixe a sua criatividade fluir.


Ficha de Reclamação  - Página 27 Confidencial

Dia 25 de Agosto de 1998


O Mundo Inferior novamente foi interrompido por uma transgressão de um dos Deuses Menores que correspondem o mandamento de Hades, o Deus do Submundo. Eles utilizaram de uma das salas confidenciais do Submundo e amplos deuses iniciaram uma grande conversa que gerava discussões e dúvidas sobre o parto da criança. O progenitor do menino era o Deus da Morte, Tânatos, e alguns deuses o impossibilitavam de assassiná-lo com conjunto de sua genitora — Louise Hewprett — e deixando-se os Deuses em conversa com um clone bastante argiloso enquanto Tânatos buscava a casa de Louise e Klingel — o nome dado para a criança —, sendo interceptado por Hades, conhecendo a maioria de seus truques. Novamente uma conversa se estala entre ambos e Hades convence o deus divino e partem em um vulto negro que os levam com o caminhar do vento.

Porém, havia um problema. Pelas circunstâncias de Louis Hewprett ter tido um romance intenso com um deus que se influenciou num fruto, o menino herdaria alguns poderes e habilidades pacíficas do deus Tânatos. O que também geraria sua déficit de atenção e dislexia, simulando um semideus. Tânatos e os outros respectivos deuses não ligaram pra essa situação, deixando de pensar sobre Klingel Hewprett e sua vida que se tornaria estranha em breve.

O garoto acabou por se tornar um exímio estudante, com notas altas e uma mínima convivência com os alunos. O problema que partia o semideus era ser bastante anti-social, e que gostava de analisar as pessoas em segundos; sabendo pelas suas feições se ela era interessante ou não. Louise continuava com seu trabalho numa empresa industrial chamada ''Hewprett'' onde ela era a dona e fornecedora de tudo aquilo, trabalhando com renovações de tecnologia avançada e entre outras coisas. Por essa situação, Klingel era completamente rico e mesmo assim infeliz. Era a prova de que dinheiro não usufrui de felicidade, e sim das coisas que entram em conta bancária que você quer. Ele tinha todos os videogames para se satisfazer do tédio, um computador onde acessava redes e fóruns de psicopatas e assuntos de assassinatos importantes na sociedade alheia dos humanos. Ele sempre estava nesse tipo de assunto, além de ter um iphone para sustentar a inveja de outras pessoas — o que em pura realidade era inútil, por ele ser invisível por todos — e ter acesso a todo recurso tecnológico quando se fala em internet, comunicação direta, aplicativos e outras coisas. Suas roupas eram bem formais e atrativas, mas por dentro o seu estilo era gótico e letal, e quem o vestia sempre foi a sua mãe, Louise.

Ele mantinha tudo isso aos seus dezesseis anos de idade, e suas expectativas era descobrir a realidade evolução da humanidade e saber o motivo pela qual nós morremos, o que definia as suas pesquisas sobre homicídios no computador. Tudo era só em vão na vida do semideus, até as criaturas exóticas no mundo caótico dos semideus começarem a perturbá-lo, assim como a sua descoberta sobre o Acampamento Meio-Sangue.

Louise obviamente sabia que o seu herdeiro era também o herdeiro de Tânatos, e quando o Deus da Morte teve de deixar Louise e voltar para as Portas do Submundo, ele deixou uma caixa negra com várias correntes em volta da caixa. Ela era extremamente pesada e tinha uma placa na frente escrita: ''CONFIDENCIAL'' com um nome em branco que encarado bem a frente, dava para ver as letras se criando como um fogo penetrante e escrevendo o nome ''de TÂNATOS para KLINGEL''

Deixando essa caixa, Louise a escondeu prometendo deixá-la a anos até que Klingel descobrisse a sua verdadeira origem e o seu sangue divino de um metade deus e um metade mortal, onde essa descoberta estava sendo desvendada aos poucos. Em uma semana normal, com o sol ensolarado e a pegada no ônibus escolar para o colégio de Klingel, ele teve relações sociais finalmente com alguém, com uma linda mulher que se caracterizava uma nova aluna no ensino médio, uma grande novidade para o menino. Dentre o ônibus, eles conversaram bastante e se conheceram muito bem, até que a garota o chamou para um canto do colégio. O nome dela era Alicia e era extramente bonita, seios fartos e um sonho de um homem; olhos azuis e brilhantes com um cabelo cacheado e negro que brilhava com a luz do sol refletindo no seu cabelo. Era uma menina de se apaixonar, e nesse canto, ela utilizou de seus modos de sedução e tentou se aproximar de Klingel, na índice de selar um beijo no garoto. Porém, um momento do beijo é interrompido e a ''namorada'' de Klingel se transmuta em um tipo de humana-avícola, com garras bastante afiadas e retráteis e asas gigantes. Ela gritava bem alto na frente do semideus e deixava-o surdo com a impulsão do som, provando de que ele estava prestes a morrer.

Dito um pouco antes, Klingel é totalmente rico, em um tom melhor, o garoto é bilionário. E com esse dinheiro ele fazia aulas de combate corporal, como um dos melhores alunos nas aulas de Boxe, Wrestling e Judô. Por esse exemplo de combate, o garoto enlaçou os pés na Alicia-ave e forçou a derrubá-la pelas costas, fazendo ela bater com força a cabeça na superfície do solo. Aproveitando disso ele se levanta e bate várias vezes o pé na garganta da criatura, enquanto ela dava uns leves gritos de dor e a matava dolorosamente. Ele sempre andava com uma faca de caça no bolso, enquanto puxava e arrastava a faca em um grande corte pelo pescoço da criatura, assassinando silenciosamente, como se fosse profissional nisso, o que talvez seria uma das coisas herdadas do deus menor. Ele fugiu depois do ato e tentou se socorrer, acabando por se deparar com um homem de cadeira de rodas, que lhe informava:

Vá para a casa e abra a caixa.


[...]


Acampamento Meio-Sangue, dia de Reclamação no Refeitório


Klingel tinha abrido a caixa anteriormente, insistindo a sua mãe a cedê-la  e acabou por se encontrar no Acampamento Meio-Sangue, uma longa história. A caixa realmente teria feito sem razões alguma Tânatos ter uma piedade para seu filho ter que provar que é seu herdeiro e é forte o bastante, acabando por se encontrar no lugar onde os semideuses se tornam heróis e vilões. Nesse momento há uma dúzia de milhões de campistas noviços sobre algumas mesas aleatórias no refeitório, enquanto o centauro e Diretor de Atividades, Quíron, me encara com um olhar como se alguém tivesse morrido, enquanto uma foice com um ceifador fantasma aparecem em cima da minha cabeça, simbolizando que eu tinha sido reclamado, sendo revelado por Quíron:

Ave, semideus. — Quíron abaixa a cabeça e olha diretamente para Klingel quando sobe, parecendo-se se lamentar de alguém que acabou de contar sobre uma morte que não é do seu interesse.


''Filho de Thanatos, o Deus da Morte.''
Klingel Hewprett
Klingel Hewprett
IndefinidosPercy Jackson RPG BR

Mensagens :
3

Localização :
Estreito de Long Island [Acampamento Meio-Sangue]

Voltar ao Topo Ir em baixo

Re: Ficha de Reclamação

Mensagem por Lilith Grace em Qua 05 Mar 2014, 03:26

▬ Por qual Deus você deseja ser reclamado? Caso não queira ser um semideus, qual criatura mitológica deseja ser?
Desejo ser filha de Héstia, a deusa dos lares e lareiras
▬ Cite suas principais características físicas e emocionais.
Alta, magra, cabelos e olhos castanho-claros, nunca desso do salto por nada,  estou sempre de vestido ou shortinho, adoro andar de patins e skate(tá, daí eu desso do salto...), sou um garota dura na queda, decidida, gosto de ficar em casa com meu pai e assar doces na lareira.
▬ Diga-nos: por quê  quer ser filho de tal Deus - ou ser tal ser mitológico?
hestia é minha deusa favorita dês de que eu tinha seis anos e li 'o ladrão de raios'

▬ Relate a história da sua personagem - não haverá um limite de linhas definidos, deixe a sua criatividade fluir.

O.k., lá vai minha historia...
Tudo começou quando eu tinha cinco anos e quase botei fogo na escolinha...
Eu estava quietinha, mas uma outra menina veio me provocar e, sem querer, quase botei fogo nela e na escola.
Alguns anos depois, quando eu tinha dez anos, fui atacada por uma Harpia na escola onde eu estudava.
Aos treze anos, comecei á estudar em casa com medo de intrigas no colégio, eu havia sido expulsa onze vezes em sete anos. Então meu pai comprou uma poltrona para mim e eu estudava á frente da lareira, e ele trabalhava em seu mini escritório(que era uma poltrona).
Eu não fazia a mínima ideia do porque, mas ele sempre ficava com cara de cachorrinho que caiu do caminhão da mudança quando olhava para a lareira.
Quando eu tinha quinze anos, no meu aniversário meu pai comprou muitos pacotes de doces e chocolate e fizemos da lareira uma fogueira, pegamos o violão preto de meu pai, e o meu violão com desenhos de chamas, e tocamos, até o sol nascer.
Em meu aniversario de dezesseis anos, porém, não foi divertido.
Á tarde eu estava estudando, meu pai não havia levantado ainda, e eu estava esperando nossa noite especial. Como sempre fazíamos uma coisa diferente, perto da lareira.
Ouvi ruídos vindos do corredor. Resolvi espiar.
Vi por uma greta que ficara aberta na porta do quarto do meu pai, que ele conversava com uma mulher parecida comigo. Tinha cabelos e olhos castanhos e uma expressão amorosa no rosto.
Não consegui ouvir absolutamente nada, mas li parte do que meu pai dizia em seus lábios. Ele pedia á mulher alguma coisa sobre eu ficar e que eu estaria segura. ela balançou a cabeça de modo negativo e falou uma coisa que pude ouvir em alto e bom som:
-Semideuses nunca estão seguros fora do acampamento, Walmir. Você sabe disso.
Semideuses?, pensei, do que ela está falando?
Tentei ouvir mais, mas de repente a mulher irrompeu em chamas e se foi.
Eu estava definitivamente louca.
Corri para o meu quarto, esquecendo que eu estava de salto, eu tropecei e torci o pé.
Gritei.
Meu pai chegou correndo de seu quarto.
-O que aconteceu Lilith?
-Tropecei.
Ele se abaixou e tirou meu sapato.
-Está inchado.-disse ele
Meu pai me ajudou á levantar e me deixou se apoiar nele. Ele me sentou na poltrona e colocou uma cadeira com uma almofada em baixo do meu tornozelo torcido.
-Vou buscar uma bolsa de gelo. Fique aí.
Ele foi para a cozinha e voltou com um pote e um saco de gelo.
Ele colocou o gelo no meu tornozelo e abriu o pote, lá havia uma espécie de comida esquisita que ele me deu na mão e mandou comer.
-Por que?-perguntei-No que vai ajudar?
-Apenas coma-disse ele
Eu não sei se foi impulso ou o que, mas na hora eu coloquei na boca e engoli. Cinco segundos depois meu tornozelo estava melhor.
-Como fez isso?-perguntei
-Eu era muito amigo de um filho de Apolo.-respondeu ele como se fosse a coisa mais óbvia do mundo.
-Um filho-de-quem?-perguntei completamente confusa.
-Filha, está mais que na hora de eu te contar algumas historias...
-Tem haver com a mulher no seu quarto?-perguntei
-Quer dizer sua mãe? Sim, em par...
-Ela é minha mãe?-perguntei, assombrada-Minha mãe pegou fogo?
-Hestia não sofre queimaduras, ela só desaparece e volta pro seu lar..
-A deusa da mitologia grega?-perguntei-Pai, tem certeza que você não está com um parafuso solto?
-Tenho certeza de que não estou com um parafuso solto.-disse ele
-Meu Deus, pai...-eu coloquei a mão na testa dele e chequei a temperatura-Então você está com febre, só pode ser.
-Posso explicar?-perguntou ele
Eu me recostei na poltrona.
-Sou toda ouvidos-respondi
Com isso meu pai me explicou uma longa historia sobre deuses gregos e como eles mudavam junto com a civilização ocidental. E por fim me disse uma coisa que eu não esperava ouvir:
-E eu sou filho de Afrodite...
-Você é filho da deusa do amor e da beleza...-Eu estava prestes a me rachar de rir, quando olhei no fundo de seus olhos multicolores e vi que ele estava falando a verdade.-Uau... Isso é...
Eu respirei fundo, Eu não queria que aquilo tudo fosse verdade, mas dava pra ver nos olhos dele que era a mais pura das verdades e que Ele não iria me abandonar... mesmo com aquele tal de acampamento que minha mãe mencionara.
-Arrume suas coisas-disse ele-partimos assim que pudermos.
Fui para o meu quarto e arrumei minhas coisas.
No caminho para o tal acampamento, nós fomos atacados por uma mulher metade cobra, mas meu pai estava com arco e aljava nas costas e deu um jeito nela sem descer da scooter.
Chegamos á uma praia no estreito de Long Island, no topo de uma colina havia um pinheiro muito grande com um Velocino de Ouro pendendo nos galhos e um dragão guardando a arvore.
Passamos pelo pinheiro e meu pai me disse:
-Bem vinda ao Acampamento Meio-Sangue
Lilith Grace
Lilith Grace
IndefinidosPercy Jackson RPG BR

Mensagens :
2

Localização :
perto de uma fogueira.

Voltar ao Topo Ir em baixo

Re: Ficha de Reclamação

Mensagem por Ian Z. Vonturi em Qua 05 Mar 2014, 16:45





Ficha de Reclamação!




Por qual Deus você deseja ser reclamado? Caso não queira ser um semideus, qual criatura mitológica deseja ser?
Gostaria de ser Reclamado por Deméter a Deusa da Agricultura.

▬ Cite suas principais características físicas e emocionais.
Um jovem de 17 anos, de estatura alta, com ombros largos e braços bem definidos pelo seu trabalho no campo, possui músculos mais definidos pelo mesmo motivo dos braços, seus cabelos são loiros e arrepiados em cima, tem olhos azuis em um tom mais opaco. Sua personalidade é uma pessoa calma, em geral bem tranquila com as pessoas demonstrando paciência e educação ao seu máximo. Mais em batalhas ou em situações mais difíceis ele é bem sério e concentrado.

▬ Diga-nos: por quê  quer ser filho de tal Deus - ou ser tal ser mitológico?
Por ser um grande admirador da Deusa e também por ela ser uma de minhas deusas favoritas. 

▬ Relate a história da sua personagem - não haverá um limite de linhas definidos, deixe a sua criatividade fluir.
Manhã de um Dia qualquer...
O Sol batia na janela do meu quarto, logo eu me incomodava com a claridade que do nada batia em meu rosto então abri meus olhos e vi que o Sol já estava forte no céu. Eu dava um pequeno sorriso, me levantava e arrumava a cama sem pressa alguma, afinal, era Domingo! O melhor dia da semana, onde eu não precisava andar quase um quilometro para ir a escola. Era tão bom! Terminando de arrumar a cama eu ouvia a voz de meu pai vindo do andar de baixo me chamando para o café da manhã, eu descia as escadas que levavam ao andar de baixo correndo e quando chegava via uma mesa cheia de guloseimas, pães e cereais. Eu dava um sorriso, hoje estava ficando mais velho, hoje estava ficando mais responsável e maduro. Eu e meu pai nos sentamos e conversamos sobre tudo, até que eu deixei escapar:
- ... Não é que eu ando tendo sonhos com uma mulher...
Meu pai olhou para mim com um olhar sério, mais sério do que o normal e disse:
- Que mulher?
Eu olhei fixamente para ele e disse:
- Não uma mulher, é mais para uma estatua ou algo assim. Eu não sei explicar. O sonho é estranho... Eu apareço em um enorme campo aberto, como o daqui de casa e... Ela aparece mas não diz nada.
Meu pai engoliu a seco o pedaço de pão que estava comendo e disse:
- Deve ser uma bobeira qualquer. Coma para a gente sair...
Eu então o fiz. Comi tudo o que tinha direito, de tudo um pouco. Em alguns minutos eu e ele terminamos de comer, eu subi para o meu quarto para me arrumar. Desci e ele também, saímos para fora no imenso campo que ficava a frente de minha casa, a nossa fazenda era linda e enorme. Ouvi o barulho do velho motor roncando, a caminhonete do meu Avó estava ligada, eu sorri e subi nela, me sentei e meu Pai acelerou com tudo. Estávamos indo para um camping que sempre íamos nos meus aniversários assim como os da minha falecida irmã, desde a morte dela meu pai se tornou uma pessoa diferente, ficou mais sensível, porém mais sozinho. Ela era a alegria da casa. Eu nunca havia me perdoado por não ter conseguido salva-la... Era uma dor constante no peito que me corroía todos os dias.
Ao chegarmos no camping, eu e meu pai começamos a arrumar a barraca que sempre trazíamos, como sempre um desafio monta-la sem a Ashley, mais a alegria estava rodeando o lugar, e eu não conseguia conter a minha felicidade.
Fizemos tudo! As barracas estavão montadas, a lareira estava a todo o vapor e os marshmallow's estavam no fogo, foi quando eu comecei a ouvir vozes que me atormentavam noite e dia, mas eu não contava ou reclamava, eu não entendia absolutamente nada do que as vozes diziam, mas sabia que elas queriam me mostrar algo. Ouvi barulhos vindo mais de dentro da floresta, que rodeava o camping. Decidi ir lá sozinho, já que meu pai estava roncando alto deitado na barraca. 
- O que será que é? - Eu disse baixinho.
Ao adentrar ainda mais naquela densa floresta, eu via que chegava em um local mais aberto, com uma enorme árvore no meio, era lindo. Fiquei admirado com aquilo, não percebi o perigo que me rodeava intensamente. Sem perceber um enorme monstro chegava silenciosamente por trás de mim, levei um potente soco nas costas que me fizeram bater contra a grande árvore que estava observando. Virei e ainda no chão vi o monstro, ele era enorme devia ter uns três ou quatro metros de altura, era musculoso e usava um capacete negro de ferro que brilhava intensamente por dentro. Eu estremeci diante dele, suei frio, não sabia o que fazer, eu não sabia nem o que era aquilo. Ouvi novamente as vozes em minha cabeça, estavam mais intensas e falando mais, fechei os olhos e vi aquela mulher de meus sonhos, ela ainda não dizia nada. O que estava acontecendo?
Eu me levantei e desviei de um soco do monstro ainda de olhos fechados, abri meus olhos que estavam mais azuis ainda, cerrei os punhos e disse para aquela criatura:
- Vem! Pode vir!
Ela investiu contra mim com tudo, eu desviava usando a agilidade que obtive no trabalho do campo. Ganhei mais força dentro de mim, então suspirei fundo e toquei a mão sobre o chão, pequenas raízes surgiram do chão prendendo os pés da criatura, eu pensei em ataca-la mais não tinha como. Estava impressionado e assutado ao mesmo tempo com o que eu podia fazer. 
Do nada a criatura cai diante de mim, em suas costas a marca de um corte profundo de uma lança bem afiada, vi em minha frente uma linda garota de cabelos loiros e de olhos castanhos. Ela olhou para mim e disse:
- O que faz aqui, não sabe que é perigoso?
Respondi meio sem saber o que estava acontecendo:
- Não! O que era aquilo? Como você fez isso assim? Quem é você... - Tentei falar mais mas ela me cortou com suas palavras:
- Sou Alice, filha de Ares o Deus da Guerra! E vi você enquanto caçava, caso não saiba isso é um monstro asqueroso. 
Eu então via que meu pai chegava por de trás daquele menina com um ar de mistério como sempre, ele olhou para o monstro, olhou para mim e suspirou fundo. Disse:
- Ian... Está na hora de você saber, eu nunca toquei no assunto por que pareceria besteira. Mais você não está seguro mais aqui.
Eu fiquei ainda mais confuso e assustado, não sabia mais o que perguntar, meu Pai prosseguiu tocando em meu ombro:
- Você é um Semi-Deus, você é filho de Deméter! Te explicamos no caminho...
Os dois me pediram para que eu os seguissem e eu o fiz. Chegamos em um lugar estranho, cheio de pessoas que faziam coisas impossíveis. Eram fortes e tinham poderes. Meu Pai disse para mim:
- Agora esse é o seu lar, Ian. Bem vindo ao Acampamento Meio - Sangue! 




Ian Z. Vonturi
Ian Z. Vonturi
IndefinidosPercy Jackson RPG BR

Mensagens :
4

Voltar ao Topo Ir em baixo

Re: Ficha de Reclamação

Mensagem por Krishna C. McCoy em Qua 05 Mar 2014, 18:55


Ficha de reclamação


Por qual Deus você deseja ser reclamado? Caso não queira ser um semideus, qual criatura mitológica deseja ser?
Eos.

Cite suas principais características físicas e emocionais.
• Físicas: Uma bela jovem de cabelos dourados e pele clara. Seus olhos são azuis como o mais límpido céu da manhã. Corpo esguio e consideravelmente alta com seus 1,75 de altura. De beleza sem igual, sabe explorar cada traço delicado com que fora presenteada para chegar longe e conseguir tudo o que deseja.

• Emocionais: Fria e calculista, além de bela e perigosa. Krishna sabe ser simpática nos momentos oportunos e, apesar de guardar uma personalidade sádica e cruel, consegue se aproximar facilmente de todos com seu jeito animado e entusiasta. Egoísta, apenas pensa no melhor para si. Ambiciosa, faz tudo para manter um padrão de vida confortável e luxuoso. Não suporta receber ordens, independente, nunca pede auxílio.

Diga-nos: por quê  quer ser filho de tal Deus - ou ser tal ser mitológico?
Apesar de preferir deuses ligados às sombras, criar uma filha de Eos é necessário para meus objetivos...

Relate a história da sua personagem - não haverá um limite de linhas definidos, deixe a sua criatividade fluir.
Krishna é uma jovem de 18 anos que desde a morte de seu pai - á 10 anos - vive sob a tutoria de Adrian Lutero, um primo muito distante do falecido e que, aparentemente, é seu único parente vivo. A jovem loira vive sob a responsabilidade de Adrian desde seus oito anos e desde esta idade também se envolveu em um mundo obscuro de tráfico, roubos e assassinatos. Até certa idade viveu inocentemente sem se dar conta do que passava ao seu redor, mas quando completou seus dez anos, devido à sua grande facilidade de mexer com números, acabou servindo de 'jovem contadora' para os negócios sujos de menor importância. Seus olhos para o que acontecia ao seu redor passaram a se abrir nesta época, mas foi aos 12 anos que tudo realmente mudou. Quando estava sozinha na casa de seu tio teve pela primeira vez um contato com o mundo de monstros e semideuses da mitologia e, infelizmente, o encontro não foi nada amigável. Krish se deparou com um semideus e sem muitas explicações ele se demonstrou disposto a matá-la. O garoto tinha seus dezesseis anos, carregava uma espada afiada e excêntrica, mas percebendo o perigo a menina não pensou duas vezes em sacar a pistola de 'proteção da família' e atirar. Com um único tiro matou o semideus e recebeu a ajuda de seu tio para encobrir o crime, mas desde então passou a ser chantageada por ele, passando a ser obrigada a cometer mais delitos.

Aos quatorze anos finalmente descobriu ser uma semideusa e cansada de sua vida de crimes pôde contar com uma esperança de libertação. Um sátiro foi ao seu encontro tentando ajudá-la, tornando-se seu único amigo em toda vida e prometendo levá-la com ele para um local seguro, o Acampamento Meio-Sangue, mas eles não tiveram a oportunidade de concluir o objetivo. Em meio a uma batalha feroz o sátiro morreu, sacrificando sua vida para que Krishna pudesse fugir dos monstros que os perseguiam e foi nesta mesma época que a garota foi reclamada e seus presentes de reclamação foram sua salvação para se libertar de mais monstros que passaram a perseguí-la.

Sem saber aonde ficava o acampamento - os aventureiros se perderam em São Francisco - o único caminho para Krishna foi voltar para a caótica Los Angeles e voltar a morar com Adrian, que já sabia vagamente de toda a história e que também já tinha seus próprios planos para a garota. A partir daí a loira precisou aceitar inúmeras condições para continuar viva e segura e uma delas era voltar a manchar suas mãos de sangue, além de organizar um novo torneio: batalhas de morte entre semideuses. Estes torneios aconteciam em clubes decadentes de L.A, mas arrecadavam muito dinheiro e assim ela foi sobrevivendo junto ao seu tio,  que passou a apresentar sérios problemas de saúde. Com isso e ameaças de morte contra o homem, eles tiveram que se mudar para Nova York, o único local onde Adrian tinha 'amigos' capazes de ajudá-lo. Logo ambos se envolveram em mais negócios sujos, inclusive organizando mais batalhas de morte entre semideuses, até que figuras curiosas mostraram interesse na loira e lhe passaram uma primeira missão com a promessa de muito lucro caso fosse bem concluída. Krish teria que se instalar no Acampamento e nele, apenas quando estivesse dentro dele, receberia as informações para o próximo passo... Ela aceitou a missão...

Spoiler:
Foi uma história bem vaga e superficial, mas que pretendo desenvolver melhor em futuras DIYs, espero que entendam. Obrigada!

Krishna C. McCoy
Krishna C. McCoy
IndefinidosPercy Jackson RPG BR

Mensagens :
25

Localização :
AMS - Em missão

Voltar ao Topo Ir em baixo

Re: Ficha de Reclamação

Mensagem por Valentin Guozz em Qua 05 Mar 2014, 19:55

▬ Por qual Deus você deseja ser reclamado? Caso não queira ser um semideus, qual criatura mitológica deseja ser?

Gostaria de ser reclamado por Deméter

▬ Cite suas principais características físicas e emocionais.

Características Físicas:


Altura Mediana (1,71);
Corpo Magro, mas bem trabalhado (71 Kg);
Pele Bronzeada;
Olhos Castanhos;
Cabelos Castanhos;

Características Mentais:

Curioso;
Desatento;
Amigável;
Amante da Botânica;
Criativo;
Perfeccionista;
Bastante Sociável;
Apega-se facilmente a pessoa que acaba de conhecer;



▬ Diga-nos: por quê  quer ser filho de tal Deus - ou ser tal ser mitológico?

Gosto da Deméter porque ela representa a agricultura, uma coisa que eu gosto bastante, sempre gostei de por a mão na terra e quando faço isso, sempre meu humor melhora.

▬ Relate a história da sua personagem - não haverá um limite de linhas definidos, deixe a sua criatividade fluir.

Era mais um dia normal na faculdade, eu estava na aula extraclasse de ciências, estávamos no jardim da faculdade e o nosso dever era cultivar sementes de flores sortidas. Nós tínhamos que colocar nossa mão em um saco para sementes e tirar o nome de uma flor, eu tirei o copo-de-leite uma flor que eu gosto muito, andei até a professora e peguei um saco pequeno de sementes e me dirigi a uma parte do jardim perfeita para plantar. Levantei a calça até o joelho e me ajoelhei sobre a terra.

- Muito bem alunos, vocês já sabem o que e para fazer, então vamos trabalhar!

Comecei a cavar com uma pequena pá que a professora distribuiu para todos nós, junto com a pá veio um pequeno regador laranja. Então uma menina ao meu lado puxou conversa comigo.

- Nossa você e muito bom!

- Obrigado – Olho para a menina e vejo que ela e muito bonita, pele clara olhos azuis e cabelos loiros.

- De nada – Respondeu a menina com um sorriso.

- Você e a aluna nova que todos estão falando. – Abro meu saco de sementes e começo a colocar as sementes com cuidado.

- Sim, sou eu mesma, prazer meu nome e Alice. – A garota se virou para mim com um sorriso no rosto e estendeu o braço para me cumprimentar.

- Meu nome é Valentin. – Cumprimento à garota.
Começo a tapar o buraco com terra, pego o pequeno regador e começo a regar devagar as sementes.

- Muito bem alunos, vejo que todos já acabaram a atividades então estão dispensados
Levanto-me e vou andando até uma pia que ficava no jardim, lavo as minhas mãos e pego a minha mochila que estava em uma mesa perto da pia, então me dirijo até o grande portão de saída da universidade. Lá fora eu encontro Alice e ando até ela.

- Oi novamente – Digo com um sorriso no rosto.

- Oi – Ela responde correspondendo meu sorriso.

- Como forma de boas vindas, eu te convido a ir a uma lanchonete bem pertinho, e por minha conta ok?

- Tudo bem. – Respondeu ela um pouco vermelha.
Fomos andando até a lanchonete, todo o nosso percurso permanecemos em um silencio constrangedor. Chegamos na lanchonete, entramos e eu vi uma mesa e então me dirigi até a mesa com Alice atrás de mim, eu sentei de um lado e a Alice do outro.

- O que vão querer crianças? – Perguntou uma garçonete velha e gorda com o avental sujo de gordura.
- Eu vou querer um milk-shake de morango. – Respondi a garçonete.

- Eu não vou querer nada – Respondeu Alice.
Então a garçonete começou a respirar fundo de uma forma estranha e olhou para mim e para Alice e soltou um berro: ημίθεων! (Semideuses).

Alice então arregala os olhos e pega o meu braço e me puxa em direção à porta. Lá fora nós dois olhamos para a garçonete através dos vidros das janelas e vemos ela se transformando em uma espécie de morcego humanoide enorme.

- Fúria! – Exclamou Alice.

Então Alice assovia bem alto. No segundo seguinte apareceu um táxi velho na nossa frente. A porta de trás se abriu e nos dois entramos e a porta se fechou, olhamos na direção da lanchonete e vimos o monstro quebrando a janela para voar.

- Colina Meio-Sangue, Long Island! – Exclamou Alice. O carro começou a ganhar uma velocidade absurda.

- Moiras, o jeito mais rápido de se chegar a qualquer lugar – Explicou Alice.

Olhei para frente e vi três mulheres de pele cinza ao volante, uma completando a frase da outra, não olhavam para trás.
Finalmente chegamos, descemos do carro e Alice pagou as mulheres com uma moeda estranha.

- Dracmas de ouro, a moeda dos deuses e semideuses – Explicou Alice.

- Mas o que era aquilo na lanchonete? – Pergunto a Alice com o tom de voz um pouco alto.

- Aquilo era uma fúria, elas e outros monstros perseguem semideuses fora do acampamento.

- Semideuses?

- Sim, nós dois somos semideuses, filhos de um deus com um humano.

- Você e filha de qual deus?

- Eu sou filha de Afrodite, a deusa da beleza e do amor.

- Uau!

- Vem vamos entrar e Bem Vindo ao Acampamento Meio-Sangue!
Valentin Guozz
Valentin Guozz
IndefinidosPercy Jackson RPG BR

Mensagens :
1

Localização :
WonderLand

Voltar ao Topo Ir em baixo

Re: Ficha de Reclamação

Mensagem por Camrie Goldwasser em Qui 06 Mar 2014, 00:38

Ficha de Reclamação


▬ Por qual Deus você deseja ser reclamado?


Eu gostaria de ser reclamado por Quione, a deusa da neve e do gelo.

▬ Cite suas principais características físicas e emocionais.


Características Físicas: Alto (Por volta de 1,85m - 1,88m), pele branca parecendo neve recém caída, olhos azul-claro como o gelo e cabelo escuro advertindo sobre uma personalidade gélida, meu corpo é definido como os dos antigos atletas gregos.

Características Emocionais: Orgulhoso, indiferente, objetivo, irredutível, teimoso, não gosta de admitir seus erros, dificilmente demonstra seus sentimentos, por ser indiferente raramente faz amigos, mas quando os faz é para levar até na pós morte, astuto e um pouco misterioso.


▬ Diga-nos: por quê  quer ser filho de tal Deus?


Eu gostaria de ser filho de Quione por dois motivos:

1° - Eu desde os meus 5/6 anos de idade (data que meu interesse pela mitologia e cultura grega chegou ao ápice), ao procurar sobre os deuses menores, encontrei Quione e Hécate, que chamaram muito minha atenção, uma por ser a senhora da magia e a outra por ser a senhora do gelo. Porém como complementarei no item dois, preferi Quione como A Deusa.

2° - Eu sou um gamer e sempre joguei de mago de gelo, ou qualquer outra classe que fizesse referencia ao gelo, logo, eu meio que tenho o gelo como meu elemento básico e indispensável.


▬ Relate a história da sua personagem - não haverá um limite de linhas definidos, deixe a sua criatividade fluir.


Crônicas de um Eterno Inverno
Capitulo I – O dia da revelação

Eu até então era um garoto normal, talvez não como os outros, mas na medida do possível eu era normal. Morava com minha madrasta. Talvez você esteja se perguntando cadê minha mãe e meu pai, mas tenho certeza que você deve imaginar a resposta. Meu pai morrera quando eu tina uns cinco anos de idade e minha mãe, na verdade eu nunca cheguei a conhecê-la de verdade, as poucas coisas que me lembro dela são sensações que remetem a uma mistura insana de compaixão e frio, como se eu fosse acariciado pelo gelo.

Certo, não estou aqui para lhe contar sobre o meu passado, eu quero lhe mostrar as provações do meu incerto presente.

Meses atrás, Edmundson, Canadá.

Era o último dia de aula, eu estava indo pra casa com minha namorada e meu melhor amigo (Nós três moramos na mesma rua), eles estavam tentando me convencer a ir para a festa da escola enquanto eu inutilmente tentava mudar de assunto. Confesso que não sou uma pessoa festeira, mesmo namorando uma das garotas mais populares do colégio, mas eu aceitei ir por dois simples motivos: 1°-Eu iria viajar pra Europa naquelas férias e logo não iria vê-los por um bom tempo; 2°-Eu faço qualquer coisa pra ver meus amigos felizes.

Pois bem, antes de alcançar minha casa eu relutantemente concordei em ir à festa, contudo eu não sabia que isso iria mudar minha vida. Logo ao chegar em casa percebi que minha madrasta não estava em um dos seus melhores dias, ela é uma musicista então a musica dela demonstra seu humor, pois pra ela estar errando a Sinfonia Nº 9 de Beethoven o dia dela deve ter sido um completo desastre. Enquanto estava indo pro meu quarto percebi que mesmo com os esforços dos empregados e dos técnicos a casa estava destruída – Janelas estilhaçadas, moveis quebrados, objetos jogados ao leu, lâmpadas caídas – contudo nem mesmo isso se comparava ao estado do meu quando eu entrei. Minha primeira reação foi ficar lá, estagnado, tentando entender o que estava acontecendo, mas antes mesmo de conseguir digerir tudo o que eu via, minha madrasta assomou-se atrás de mim e começou sua torrente de acusações, como se eu tivesse causado todo aquele caos.

Quando eu finalmente saio do meu estupor o sentimento que me apossa é o mais puro e intenso ódio, contudo mesmo assim continuo em silencio. Depois que ela vai embora, eu coloco minhas coisas na minha área de lazer e desço para comer. Após comer, quando eu estava voltando pro que restou do meu quarto para me arrumar para a festa (Eu falei que era uma festa a fantasia?!) eu encontro um pequeno talo de trigo embaixo de uma das janelas quebradas no corredor. Inicialmente eu fico tentando entender como aquilo foi parar ali, mas logo o nosso mordomo vem me avisar que Liz (Elizabeth, minha namorada) estava lá embaixo me esperando. Após pedir pra deixa-la subir eu coloco o pequeno talo onde o achei e vou para meu quarto me arrumar, quando chego lá Liz já estava me esperando vestida de princesa do fogo.

- Você vai com que roupa? – Pergunta ela vindo me abraçar.

- Eu nem sei, ainda não olhei nada. – Respondo após nos abraçarmos.

Ela entra no meu closet e depois de um tempo sai de lá carregando uma caixa grande em tom azul-escuro.

- O que é que tem nessa caixa? – Pergunta ela já abrindo a caixa. – Por que você não usa isto então?

Quando ela abre a caixa eu percebo imediatamente a fantasia que tinha lá dentro, uma “armadura” de cavaleiro de gelo feita sob medida.

- Quem disse que eu quero ser um cavaleiro de gelo? Como será possível que eu, um cavaleiro de gelo, acompanhe a princesa do fogo – Digo fingindo estar zangado.

Ela abre um enorme sorriso e me abraça.

- Pelo menos você terá uma desculpa se você começar a suar. Você pode dizer que esta derretendo perante o meu poder. – Provocou ela.

Ela começa a se afastar com um sorriso no rosto, entretanto eu seguro seu braço e a puxo de volta.

- Você sabe muito bem que o seu poder sempre é o único capaz de me afetar. – Digo eu me aproximando mais dela.

Ela solta uma risadinha e depois encosta seus lábios quentes e doces nos meus. Após nos beijarmos ela se afasta e sai do quarto, me permitindo me trocar. Depois de me trocar vou em direção a minha estante de armas (Eu não sou um psicopata não viu, é que além de ser um hobbie antigo que adquiri do meu pai eu também faço esgrima) e antes de escolher qual espada eu usaria, um leve sopro de vento vindo da janela chama minha atenção e me faz reparar numa caixa também de tom azul-escuro que estava na minha cama. Eu pego a caixa pensando ser outro presente de Liz, porém quando a abro percebo um bilhete com uma letra desenhada em azul-claro, que me fez lembrar-me dos ventos da pintura “Noite Estrelada” de Van Gogh, onde dizia:


“Chérie, tu ne me connais pas, mais j'ai beaucoup de satisfaction pour vous et vous demander d'accepter ce don comme une marque d'affection.” (Segue tradução)

~~~“Querido, você não me conhece, mas tenho muito apreço por você e peço que aceite este presente como prova de carinho.”~~~


Eu inicialmente não soube como reagir, mas por algum motivo atrelei a espada no meu cinto e guardei o bilhete junto com um broche em formato de floco de neve que meu pai dissera a muito tempo pertencer a minha mãe. Devidamente arrumado eu desci e junto com Liz e Mark, que havia chegado a alguns poucos minutos, fomos para a festa.

Como esperado eu não me diverti na festa – Barulho, Aglomeração e Calor definem muito bem a festa e algumas das coisas que eu detesto – mas o que eu poderia fazer, Liz e Mark estavam adorando e estavam muito felizes por eu estar ali com eles. Depois de ganharmos o titulo de Rei e Rainha, Liz me deixou descansar um pouco e fomos nos juntar a alguns outros colegas numa das mesas que tinha ao lado da pista de dança. A festa deve ter demorado horas e horas, contudo eu nem percebi, pois meus amigos não me deixavam ficar entediado. Quando a festa finalmente acabou e os funcionários da escola começaram a nos expulsar de lá, Liz e eu íamos pra casa de carona com uns colegas (Mark havia ido mais cedo) quando eu achei ter visto uns vultos pretos nos observando. Primeiro achei que era paranoia minha, mas percebi que existia sim uma pequena movimentação nas sombras que se faziam sobre o jardim da escola.

Mesmo depois de Liz insistir muito eu consegui convencê-la a ir sem mim e só então fui investigar os vultos. Antes mesmo de chegar lá eu comecei a sentir uma sensação estranha nos meus músculos, como se eles insistissem em me fazer entrar em uma ação frenética. Quando eu estava perto do jardim meu celular toca e os vultos saem correndo desordenadamente.

- Alo? – Atendo após tentar me acalmar.

- Alo. – Diz uma voz feminina que eu reconheço sendo da minha madrasta. – Will?

- O que você quer? – Rebato irritado.

- Onde você esta? Você esta vindo pra casa? – Pergunta ela com um leve tom de preocupação na voz.

- Pra que você quer saber?! Esta achando que eu quebrei o que agora? Seu piano ou a harpa? – Gritei me preparando pra desligar o telefone.

- Will, eu preciso... – Ela começou a dizer, mas eu desligo o telefone me volto pra procurar os vultos.

Olha, eu não posso dizer que tenho um ódio da minha madrasta, mas eu sou um pouco rancoroso e até eu esquecer o que aconteceu, eu possivelmente tratarei você como meu inimigo (Claro que isso só vale para situações de injustiça ou de humilhação). Então não importando o que minha madrasta queria ela ia esperara até eu voltar pra casa.

Como os vultos tinham fugido quando minha madrasta me ligou, eu demorei alguns minutos para voltar a encontrar a trilha deles, que estranhamente era de vários grãos que afundavam na neve fofa. Quando finalmente os encontrei percebi que estavam no bosque que havia ali perto, todos escondidos nas sombras, porém era possível ouvi-los cochichar e resmungar uns com os outros.

Eu realmente não estava esperando que nada acontecesse, então quando os vultos começaram a se mover e a vir para mais perto eu até me surpreendi. Quando finalmente eles ficaram no raio de iluminação dos postes, eu pude perceber que estava chegando num estado de loucura intensamente alto. Os vultos mostraram ser os karpois – Os karpois são, de acordo com a mitologia grega, os espíritos dos grãos, selvagens, revoltosos e inimigos declarados dos deuses (principalmente de Deméter, Perséfone, entre outros) – que por alguma alucinação minha existiam realmente e estavam na minha frente, grunhindo e se preparando para o que se pareceu ser um ataque.

Não vou dizer a vocês que fiquei com medo ou que fiquei excepcionalmente surpreso, mas irei confessar que titubeei no que fazer. E logo descobri que além de feios – imagine-os como bebês cupidos verdes e todos enrugados, com um nariz um pouco comprido e dentes e garras mortalmente afiados – eles eram uma ameaça a minha sobrevivência, já que nos poucos segundos em que fiquei sem ação eles investiram contra mim como se eu fosse um lanchinho bem apetitoso (Seja lá o que eles comam).

Quando eu por extinto puxei a espada, uma leve camada de neve começa a cair e eu senti um calafrio de excitação no leve contato com a mesma e com a aproximação da batalha. Chame-me de sádico se quiser, mas quando começamos a nos digladiar, eu com minha espada e eles com garras e presas, eu senti que algo primordial tomava conta de mim, um sentimento irrestrito de insanidade e de uma pujança fatal. Eram sete karpois ao todo, dois deles avançaram para me atacar com suas garras, ao quais eu respondi com um corte horizontal DE (Da direita para a esquerda) e depois tentei avançar com um corte transversal BCED (De baixo para cima e da esquerda para a direita). O que eu não tinha percebido era que eles eram bem rápidos e astutos, por isso só consegui acertar um dos que me atacaram, cortando-o transversalmente como se fosse um misto quente com bolor, e fazendo-o explodir em uma nuvem de pó.

Eu estava tão centrado nos karpois que estavam a minha frente que nem percebi que outros dois estavam para me atacar pelas costas, até que ouvi um zumbido agudo e um rápido brilho prateado que cortou a clareira onde eu estava e se cravou numa árvore bem ao meu lado. Eu e os karpois simplesmente paramos no meio dos nossos respectivos movimentos, eu interrompi um corte transversal CBED (De cima para baixo e da esquerda para a direita) e um dos karpois (O que estava me atacando) parou o seu movimento de rotação, e olhamos na direção de onde tenha se originado a flecha.

- Você não deveria deixar sua retaguarda desprotegida irmãozinho – Falou uma voz por entre as árvores.

E foi neste momento que meu mundo realmente virou de cabeça para baixo. E enquanto eu tentava entender como seria plausível aquela colocação, uma garota com mais ou menos a minha idade, olhos azul-claro como os meus, cabelos longos e lisos e pretos e uma pele branquíssima muito parecida com a minha saiu de detrás das arvores, empunhando um arco prateado e vestida com roupas leves e brancas.

- Ir...irmãozinho? – Gaguejei, sem saber direito como pronunciar aquilo.

- Homens! Sempre fazendo as mesmas perguntas idiotas. – Resmungou ela – Irmão? Quem é você? Como você me encontrou? Eu estou sonhando?
Eu começo a me aprofundar num estado de choque mental e simplesmente faço as “mesmas perguntas idiotas”.

- Q...quem é você? Como você sabe quem eu sou? – Perguntei forçando minha voz a sair, tentando sair do meu estado de choque – O que esta acontecendo?

- Ai, ai, você foi um dos mais criativos dos “homens” que encontrei ate agora! – Suspira ela, como se todos os homens fossem idiotas. – Acho que não temos tempo para isso agora, certo?!!

-Hã...É, acho que sim. – Disse sem muita certeza.

Ela balançou a cabeça numa negativa e apontou para os karpois que estavam confusos na minha frente. Eu imediatamente me fiz concentrar na batalha que se tornou incrivelmente interessante naquele momento. Ela aproveitou a confusão que se fez entre os karpois e lançou mais uma de suas flechas prateadas enquanto eu pulei para frente e projetei minha espada num arco vertical BC (De baixo pra cima), contudo os karpois se recuperaram bem rapidamente e os quatro restantes começaram a girar rapidamente e deram evasivas.

Ela devia ter uma pontaria incrivelmente boa, pois ela acertou em cheio um dos karpois e o fez explodir em uma nuvem de pó, enquanto eu por outro lado só consegui me desequilibrar e dar uma brecha para eles atacarem. Um dos karpois avançou na direção dela enquanto os outros dois pulavam na direção do meu rosto. Eu que já estava ficando cheio daqueles monstrinhos verdes lancei um corte horizontal DEED (Da direita pra esquerda e depois da esquerda pra direita, ou seja, foram dois movimentos) e depois um transversal DEBC (Da direita pra esquerda e de baixo pra cima). Só depois de vê-los virar pó que eu me permiti olhar na direção dela, que estava recolhendo suas flechas do chão.

-Você pode me explicar agora que história de irmãos é essa? – Perguntei, ajudando a recolher suas flechas.

- Eu também sou filha de Quione. – Fala ela na maior naturalidade do mundo – Não é obvio.

Assim que ela fala o nome da Deusa o vento sopra mais frio e a chuva fica mais forte.

- Então moça, eu acho que você errou de irmão. – Digo enquanto arranco a última flecha, ficando de costas pra ela– Minha mãe morreu há muito tempo.

- Não, sua mãe não morreu, ela é a Deusa Grega do gelo e da neve. – Rebate ela com indiferença – Acho que você sabe que ela é sua mãe, você só não quer aceitar.

Nós nos aproximamos e ao pegar as flechas da minha mão ela me encarou.

-Você deve aceitar que é filho de Quione. – Diz ela com uma convicção sedutora – Confesse que você nunca se sentiu aceito por completo. Você nunca foi normal. Você não é como os outros. Você é um Semideus!

E nesse momento uma luz de tom azul-claro começa a brilhar sob minha cabeça, formando um floco de neve e provocando mudanças em meu ser: minha temperatura corporal cai rapidamente, o tempo frio e o contato mesmo indireto com a neve me fazem me sentir melhor e eu magicamente começo a emitir pequenas ondas de frio.

- Sim, eu sei! Eu sempre soube. – Eu digo, com uma coragem antes invisível – Já faz um bom tempo que eu sei que não pertenço a esse lugar.

Ela acena a cabeça em concordância, e enquanto me explica algumas coisas, ela me leva pra casa para arrumarmos minhas coisas. Lá chegando encontro minha madrasta dormindo e depois de arrumar-me deixo um recado para ela. Também deixo um recado para Liz, explicando o mínimo possível e me desculpando por ir embora sem me despedir.

Após isso ela me guia numa perigosa travessia pelo resto do Canadá e por uma boa parte dos Estados Unidos. Por causa dos enormes perigos que encontramos pelo caminho, nossa viagem que era para durar apenas um mês, terminou só depois de dois meses no pórtico de um acampamento. Chegando lá, Kira (Apelido, eu suponho, da minha meia-irmã) se despede de mim.

- Eu tenho que ir agora. – Diz ela se afastando.

- Como assim? Você também é uma semideusa, você vai correr perigo lá fora. – Falo com certa indiferença, algo que aprendi naturalmente nos últimos dois meses.

- Eu não devo ter lhe contado, mas eu sirvo como Caçadora de Ártemis. Meu lugar é do lado de cá, eu não sirvo para ficar presa numa jaula obedecendo a ordens de outros animais. Eu sirvo apenas a Ártemis! – Ela diz com certo fervor.

Eu aceno com a cabeça, tentando entender da onde provinha este fervor antes invisível. Despeço-me e entro no lugar que se tornaria minha nova casa.


Observação:
OBS: Eu não sei se pode utilizar outros semideuses na história, mas como representa o momento da minha reclamação, eu acho que pode né?!
Camrie Goldwasser
Camrie Goldwasser
IndefinidosPercy Jackson RPG BR

Mensagens :
22

Localização :
polo sul

Voltar ao Topo Ir em baixo

Re: Ficha de Reclamação

Mensagem por Oscar Sollari em Qui 06 Mar 2014, 19:29



Ficha de Reclamação



▬ Por qual Deus você deseja ser reclamado? Caso não queira ser um semideus, qual criatura mitológica deseja ser?
Héstia.

▬ Cite suas principais características físicas e emocionais.
Corpo esguio, estatura média, cabelos negros e olhos castanho-escuros. O rosto é magro, olhos fundos e próximos, o nariz simples e pequeno, assim como a boca. Tórax um pouco largo, braços e pernas longas, quase que um puro-osso, mas com alguma musculatura pouco formada.
A imaginação já é outra história. Um garoto que se acha um deus – até descobrir que na verdade é metade de um – quando perguntavam sua religião, era isso que se respondia mentalmente “Eu sou meu próprio deus.”, mas o que dizia verdadeiramente era apenas uma negação de inexistência. Alguém com a criatividade limitada e censurada por si próprio – mais pensa do que faz – mas aceita qualquer ideia, crítica ou até mesmo xingamento alheio, que dependendo de seu autor, agradece (ou revida, no caso de xingamentos, o que é comum). Cheio de si, com temperamento extremamente calmo quando não está animado por simplesmente existir, apesar das dificuldades, sempre que tinha algum amigo lhe dava os melhores conselhos, seja em relacionamentos ou simplesmente sobre o que fazer em determinada situação.

▬ Diga-nos: por quê  quer ser filho de tal Deus - ou ser tal ser mitológico?
Primeiramente para voltar à ativa no fórum, não vi melhor e mais simples opção do que Héstia. Não precisarei me esforçar – mesmo se fosse qualquer outro deus, também – em tentar descrever o maior lutador, o mais inteligente ou o mórbido horrendo, apenas um simples filho de Héstia. Simples, normal, prático. Não conheço a deusa de cabo a rabo, sequer dei uma olhada nos primeiros poderes ou presente. Posso até dizer que a escolha foi aleatória – mas seria um insulto, talvez? Espero que isso não custe minha ficha, mas é apenas a verdade, até porque a calmaria em si e o conforto nunca foram lá minhas primeiras escolhas.

▬ Relate a história da sua personagem - não haverá um limite de linhas definidos, deixe a sua criatividade fluir.
Observou passivo a chuva pintar a calçada, gota por gota, também sendo atingido por ela.  A figura magra e concentrada no nada aguardava os pais chegarem de seu trabalho fora de casa, pois, mais uma vez, tinha esquecido as chaves. E, num azar contínuo desde cedo na escola, depravava do fenômeno natural que menos gostava – a chuva.
Sua bicicleta estava ao lado, uma azul de cestinha, velha e enferrujada. Lembrou-se de alguns moleques caçoando do “fato da cestinha”. Sim, garotos de quinze anos caçoando sobre essa bobagem e, de forma alguma, o que aguardava simplesmente rebatia tal estupidez. “Cestinha é pra mulheres! Pegou essa bicicleta da sua tia foi?”.
A chuva era fraca, vacilava, voltava rápida e vacilava outra vez, fazendo crer que cedo ou tarde acabaria. E acabou assim que o carro de seus pais chegou e estes abriram o portão e casa. Seus pais eram adotivos, alias. O garoto cresceu sabendo disso e cresceu não se importando com essa informação – pai é quem cria – e ninguém poderia mudar isso. Também caçoavam disso com ele, mas não se importava pelos fatos citados anteriormente. Ele tinha amigos, ele tinha uma família. Era humilde e às vezes passavam apertado, a mãe trabalhava numa lavanderia e o pai, mecânico, mas a união destes era inigualável.  Quando crescesse, seria igual aos dois, honesto, trabalhador, mesmo indeciso na profissão. Pensava em jornalista, mas ele não queria ajudar as pessoas de forma indireta, apenas dizendo o que está acontecendo, ele queria dominar, queria ajuda-las diretamente, como um médico – mas nem mesmo assim se contentava, pois, em sua mente médicos demoravam demais para atingir a massa – e ele queria algo rápido, completamente influente e benéfico. A indecisão era imensa.
Finalmente almoçou e confortou-se em seu quarto. Chamava este de “A Caverna”, porque sempre estava lá quando não tinha nada para fazer fora dele e também porque a luz ali era precária, não havia exatamente uma janela, e sim um buraco no alto da parede. “A família era pobre e a casa pequena”; sobre este fato foi que Jonhatan sempre se perguntou: Porque um casal pobre, com renda precária e dificuldades adotaria uma criança? Foi com esse pensamento em mente que o garoto travou ao perceber que alguém estava lhe chamando.
Karen, uma amiga de infância, o esperava no portão de casa. Iriam sair aquele dia, andar pelo bairro, jogar tempo fora, coisas que adolescentes fazem. De maneira alguma eram namorados, ambos tinham medo de que a amizade acabasse se algo do tipo ocorresse e também não se importavam com namoro, outro fato completamente relevante é que a amiga de cabelos ruivos gostava de um tipo diferente de... “Fruta” – um fato que, por enquanto, pode ser deixado de lado.
Ambos saíram pelo bairro. Pequeno, suburbano, numa cidade pequena e de interior.  A garota quase mulher era ruiva, um pouco menor que Jonhatan, e vestia preto e calça jeans com um tênis qualquer. Gostava de rock e distinguia-se por tal, sempre vestindo camiseta de alguma banda e andando com celular e fones de ouvido. Celular, alias, algo que Jonhatan não tinha. A pobreza era a desculpa para que os pais não o entregassem um, outro motivo era que o garoto não saia, a cidade era pequena e a comunicação, então, nem tão necessária.  E era outra coisa com que Jonhatan não se importava.
Passando por aquelas ruas, lembrava-se pouco a pouco da infância. Calma, simples. Sua vida toda fora assim. Adotado desde bebê, cresceu naquela cidadezinha. Conheceu sua amiga na creche, assim como o outro que encontrariam logo mais, Paul, que será descrito à frente. Não era o melhor aluno, mas não tinha dificuldades nem o amor pela escola. Era como se ela fosse apenas uma obrigação que logo iria passar e, então, faria o que realmente gostasse – voltando àquela indecisão interminável.
Conversaram sobre a escola, trabalhos e tarefas; sobre a chuva – embora Jonhatan tenha mais reclamado do que discutido – e sobre sol, andaram, correram, riram. Não sabiam eles que aquela seria a última vez. A última conversa, o último abraço, o último riso juntos. Nenhum deles iria falecer – apenas ocorreria uma separação. Pois, naquela manhã, houve uma passeata por algum evento que ocorria na cidade e, por causa dela, o bairro estava vazio.
Pelo simples fato de estar vazio, as coisas já se tornaram diferentes. Os estabelecimentos do bairro, mesmo poucos, estavam fechados. A passeata, entretanto, ocorria uns vários quarteirões dali, mas, mesmo assim, aquela parte da cidade estava vazia. O som ecoava maior do que os anos anteriores – aquilo parecia uma grande festa. Ouvia-se tudo em harmonia e altitude, tambores, instrumentos de sopro e até um coro.
Não mais.
A explosão levou consigo concreto, ferragens e poeira; Não longe de onde ambos estavam, na verdade perto o bastante para fazê-los cair. A fumaça estava em todo lugar, enquanto Karen e Jonhatan já não podiam mais distinguir onde cada coisa estava, nem cada qual.
Não tardou para a fumaça se dissipar e foi com isso que um sentimento terrível se impregnou na alma dos amigos: havia um ser, um vulto, algo flutuando à frente deles, entretanto, a coisa estava de costas. Perceberam isso ao mesmo tempo que perceberam que aquilo era, na verdade, um besouro.
Imenso, de metal. O casco aberto e as asas batendo numa velocidade incrível para um construto de cobre pesadíssimo. Podia-se ver as engrenagens funcionando da posição que eles estavam, coisas brilhavam, faíscas saíam, letras e símbolos. “Motor”, “Propulsor” e outras coisas que, mesmo em uma língua desconhecida para Karen, Jonhatan entendeu – mas um não sabia sobre o outro, o que naquele exato momento não importava para ninguém, já que a criatura começou a se virar para eles.
A coisa avançou e então a ação encontrou-se com o clichê esperado: Karen entrou na frente, o que impossibilitou a criatura – que era do tamanho de um fusca – atingir ambos com seu chifre descomunal. Ele movimentou a cabeça para o lado e arremessou a garota contra um poste que estava próximo.
Com a passeata a mil, ninguém escutaria aquele bicho demoníaco, muito menos o grito de alguém – então Jonhatan não perdeu seu tempo o fazendo. A criatura iria avançar contra ele e apenas ele e iria mata-lo. “O que é isso? Porque comigo? Porque hoje? Porque Karen?” eram as perguntas que se passavam na mente do garoto, ressoando, tilintando.
Então duas figuras saltaram dos lados e Jonhatan e atacaram a criatura. Houve fogos lá, gritos acolá – e a surpresa de um terceiro ser distinguível atrás do garoto.
- Ficará tudo bem, garoto, agora me deixe olhar esses seus olhos. -  Era um garoto com a idade não maior que a dele, com os olhos claros e leves, mas fundos. Surpreso, Jonhatan o encarou e apenas isso conseguiu ver. Tudo foi ficando pesado, e pesado, e pesado... Então tornou-se breu.
- O-onde estou...? – Era Jonhatan acordando.
Estava exausto, o corpo pesava uma tonelada e a fome o atingiu como se fosse um soco. Parecia que tinha dormido por dias. Olhou em volta e tudo que descobriu foi que não tinha ideia de onde estava. Era uma espécie de hospital, mas um hospital meio precário. Havia gente correndo mais à frente, e estava cercado por biombos. Viu olhos familiares quando caçava algo e então percebeu ao seu lado o garoto que havia lhe surpreendido antes.
- Olá campeão. – Disse ele, num tom completamente amigável. – Eu sou Douglas, filho de Hipnos. E você é?
- Meu nome é... Jonhatan Hoffman... Filho de Adam e Aléxia. Onde estou? Onde está Karen? O que foi aquilo...?
- Ah... É claro. Peço desculpas primeiramente por acabar envolvendo sua amiga, não sabíamos que ela estava presente, visto que nosso sátiro só conseguiu rastrear você e, bem, não sabíamos do autômato também. Parecia que algo... Havia algo em sua cidade, uma espécie de tesouro que aquela coisa estava protegendo, mas é irrelevante no momento. Tudo que precisa saber é que: sua amiga está bem e que você é um semideus, está no acampamento meio-sangue, mas ainda não sabemos de quem é filho.
O sentimento que invadiu Jonhatan naquele momento foi o de confusão. Não tinha entendido praticamente nada, mas estava satisfeito com o que tinha; Karen estava a salvo e nada mais importava. Soube que, naquele momento, a calmaria seria a única coisa que o ajudaria a entender.
Ele era um meio-sangue, o filho da bondade, herdeiro da chama sagrada. A luz brilhou sobre sua cabeça naquela noite, enquanto tentava entender os fatos que transcorreram durante o dia. A passeata era a hipnose de Douglas sobre as pessoas, para que o resgate ocorresse com sucesso, por isso, simplesmente do nada, surgira um desfile – e a dormência surgira pelo mesmo. Douglas e outros dois semideuses, mais um sátiro, formaram um grupo de busca para semideuses perdidos pelo país e foi por meio do faro do sátiro que conseguiram encontrar Jonhatan, entretanto, não puderam prever o construto e esse acontecimento ainda é um mistério. Após a derrota do besouro pelos outros semideuses (um filho de Hécate e outro de Athena), eles curaram e hipnotizaram Karen, fazendo-a esquecer daquele dia e pensado que Jonhatan tinha ido para um acampamento de férias – o que não foi totalmente mentira.
O filho de Héstia tinha sido, enfim, eleito.
Ao Avaliador:
Eu acho que a história ficou meio massante e sem graça, então me perdoe se cansar de ler, mas foi o que consegui fazer. ;-;
Mals



Oscar Sollari
avatar
IndefinidosPercy Jackson RPG BR

Mensagens :
25

Voltar ao Topo Ir em baixo

Re: Ficha de Reclamação

Mensagem por Finn M em Sex 07 Mar 2014, 19:23

▬ Por qual Deus você deseja ser reclamado? Caso não queira ser um semideus, qual criatura mitológica deseja ser? Filho de Hermes

▬ Cite suas principais características físicas e emocionais. Eu tenho cabelos loiros e ligeiramente curtos,olhos azuis profundos e muito chamativos e sou meio pálido, mais não muito, sempre fui um garoto levado e chegando as vezes a ser muito irritante. É também sou super animado e vivo enchendo o saco de todo mundo, sou super competitivo e adora lutar, e minha característica mais marcante é a minha super proteção e lealdade.



▬ Diga-nos: por quê quer ser filho de tal Deus - ou ser tal ser mitológico? Hermes é o deus dos ladrões cara quer motivo melhor? F*ck that shit

▬ Relate a história da sua personagem - não haverá um limite de linhas definidos, deixe a sua criatividade fluir. Pode se falar que eu sou um ladrão safado e aproveitador. Pode se dizer que eu sou um furacão caótico em formato de garoto, mais não podem dizer que não tenho motivos pra isso, a minha mãe morreu quanto eu tinha 6 meses, eu fui passado para um orfanato assim que pude sair do hospital e nenhum parente se pronunciou, minha vida não foi nada interessante, eu fui criado junto com outros garotos da minha idade e todos que me conheciam sempre tentavam me transformar numa criança normal, é claro que deu merda, passei 14 longos anos naquele maldito orfanato, nunca fui adotado e muita gente me chamava de "peralta". Isso ja havia me irritado tanto que eu resolvi fugir do orfanato. Eu não tinha muitas ideias do que iria enfrentar, minhas unicas opções foram começar a fazer o que tinha aprendido desde de pequeno. Roubar. As coisas eram furtadas com muita facilidade, passei varios meses vivendo desse jeito. Até que um dia eu fiz uma descoberta, eu descobri que era um semideus! Recebi uma escolta até o acampamento e algum tempo depois fui reclamado  como filho de Hermes. Hoje tenho 15 anos, meu nome é Finn Mertens e quero me tornar um grande semideus.
Finn M
Finn M
IndefinidosPercy Jackson RPG BR

Mensagens :
1

Voltar ao Topo Ir em baixo

Re: Ficha de Reclamação

Mensagem por 084 - Ex-Staff em Sex 07 Mar 2014, 22:02

Klingel Hewprett - Reclamado como filho de Tânatos.

Cara, apesar de você ter revisado seu texto várias vezes por conta das fichas reprovadas, ainda encontrei uma incoerência na história: O fato de você ter ferido um monstro - matado, no caso - com uma simples faca de caça. É dito no livro que armas sem o material de bronze sagrado não ferem monstros, basicamente. Então seria impossível para você fazer isso. Além disso, teve um estranhamento de minha parte sobre a tal caixa. Mas, apesar dessa incoerência e desse estranhamento, resolvi reclamá-lo. Atente-se a isso e as mudanças de tempos e pessoas verbais, que foram bem evidentes no fim de seu texto.

Lilith Grace - Não reclamada.

Achei sua história corrida demais. Além disso, a sua reação foi muito normal e quase não percebi os sentimentos. Cadê a descrição dos cenários e das emoções que sentiu? Cadê o detalhamento de certos fatos? Não se prenda a história do tio Rick para fazer a sua própria. Existem outras situações e outras formas para fazer uma reclamação legal e ainda engatar uma trama interessante com poucas ou muitas linhas. Tente novamente e solte sua criatividade.

Ian Z. Volturi - Não reclamado.

Cara, eu ia te reclamando. Sério. Mas ai, acabei vendo os vários erros na sua narrativa, começando com a leve incoerência de desviar de olhos fechados de um soco - você tem um instinto melhor, mas não quer dizer que possa fazer isso - até os erros de construções de frases tanto na história quanto nas outras perguntas. Além disso, mudanças de tempo verbal e confusões acentuadas nas frases me fizeram não aprová-lo. Desculpe, mas tente novamente.

Krishna C. McCoy - Reclamada como filha de Eos.

Bem... Eu detectei alguns erros com relação a sua narrativa - acentos errados, vírgulas fora do lugar, uma leve incoerência, ou falta de informação, quando você disse que tinha facilidade com números e não explicou direito de onde vinha... -, mas não foram suficientes para que eu a reprovasse. Então peço para que preste atenção às avaliações daqui por diante, para evitar e aprender sobre esses erros.

Valentin Guozz - Não reclamado.

Eu fiquei tentado a não reclamá-lo pela história vaga, rápida e sem nada demais. Mas ai, acabei vendo outro motivo para fazê-lo: As incoerências como, por exemplo, o fato de uma Fúria - serva de Hades que vive no submundo e só persegue mortos na maioria das vezes - perseguir você e sua amiguinha. Então, sugiro que atente-se a esse ponto, revise sua história e a detalhe o suficiente para que ela não seja monótona, como ela foi ali.

William Khemonas - Reclamado como filho de Quione.

Eu quase te reprovei, mas a progressão da sua história o salvou. Devo dizer que você tem muitos erros acentuados de português e até cometeu o mesmo erro do Klingel - de matar criaturas mágicas com armas que não tem bronze sagrado na composição -, mas o fato de que você detalhou cada parte da história e não se apressou, como alguns que avaliei nesse teste o fizeram, me fez reclamá-lo. Porém, devo indicar para que primeiro treine sua escrita nas arenas e nas outras atividades do acampamento antes de se arriscar nas missões.

Jonhatan Hoffman - Reclamado como filho de Héstia.

Gostei de sua história, Jon. Como você disse estar voltando ao fórum, percebi que você teve uma certa prática e, portanto, não me surpreendi com a ficha bem descrita e bem interessante. Seja bem vindo de volta e atente-se as avaliações posteriores, pois, apesar de não encontrar algum erro relevante nesta, poderão ser encontrados nas próximas avaliações.

Finn M - Não reclamado.

A sua história ainda foi mais rápida e menos detalhada que a da Lilith, Finn. Ponha sua criatividade para funcionar e faça uma história com mais ações, tomando como base os companheiros que foram reclamados - tomando como base, não plagiando, viu? Espero ver uma história melhor do que a que você me apresentou nessa avaliação.

Para todos que quiserem dicas sobre como fazer uma boa ficha de reclamação, me mandem mps com suas dúvidas. Eu tentarei responder da forma mais clara possível.



Atualização

084 - Ex-Staff
084 - Ex-Staff
IndefinidosPercy Jackson RPG BR

Mensagens :
446

Voltar ao Topo Ir em baixo

Re: Ficha de Reclamação

Mensagem por Will Hayes em Sab 08 Mar 2014, 12:37

▬ Por qual Deus você deseja ser reclamado? Caso não queira ser um semideus, qual criatura mitológica deseja ser?

Desejo ser filho de Deméter!

▬ Cite suas principais características físicas e emocionais.
Sou um pouco tímido e hippie, acho as flores e a vida algo incrível. Creio que cereais são importantíssimos e que estão sendo deixados de lado. Adoro trigo e soja, assim como as mais diversas flores.
Sou um pouco negro, com os olhos marrons e o cabelo na mesma cor. Baixinho e um pouco gordinho, estou sempre sujo pois adoro ajudar plantando, ou andar descalço por aí. Gosto de tardes ensolaradas, ou uma leve garoa para molhar as plantas e tomar banho de chuva. Geralmente me visto com roupas floridas e com um colar com símbolos hippies. Descalço ou com chinelos.

▬ Diga-nos: por quê  quer ser filho de tal Deus - ou ser tal ser mitológico?
Quero ser filho de Deméter por que gosto de sua história, além de sua forma de ser - mostrada nos livros de Percy Jackson, que me fez rir muito quando dizia sobre trigo e a necessidade de cereais. Além de que quando Perséfone reclamou que não aguentava mais comer cereais, tudo por culpa de sua mãe que a obrigava a fazê-lo -. Além disso, gostei dos poderes e me sinto um pouco ligado a ela. Pelo que vi, existem poucos filhos de Deméter e então me veio essa ideia, mesmo com outros deuses com poderes ainda mais poderosos.

▬ Relate a história da sua personagem - não haverá um limite de linhas definidos, deixe a sua criatividade fluir.
Acordei animado, afinal, esse era o dia que faríamos mais uma excursão ao jardim botânico. Para muitos da minha sala, iama char um tédio. Mas eu sempre amei aquele lugar, ainda mais com tantos reclamando sobre já estarem cansados e que queriam algum lugar legal. Mas poxa, era tão lindo! Me levantei correndo e tomei um bom banho, depois de pronto, fui até o ponto de ônibus. Com o celular recém-ganho, liguei para meu melhor amigo: Robin. Ele podia ser dito estranho por muitos, já que usava muletas e... É, acho que apesar deles disserem: "não temos preconceito algum!" muitos tinham, e aliás, acabamos ficando amigos por sermos tão iguais. Meu jeito hippie impediu que tivesse amizades, do mesmo jeito que ele. Tínhamos isso em comum, ambos adorávamos a natureza, assim como o jardim botânico.

- Oi Robin! - falei, esperando a voz dele responder. Ele nunca se atrasava pra escola e, por isso, era praticamente impossível que não respondesse.

- Ah, oi Will. - ouvi sua voz responder. Mal deixei ele continuar falando e decidi perguntar logo:

- Está no ponto de ônibus já? Por que tô indo pra aí. - Ele soltou um "óbvio que sim, né". Disse um tchau e desliguei, continuando a andar até o ponto de ônibus.

Assim que cheguei lá, tive uma surpresa: meu pai e ele conversavam. Semicerrei os olhos. Bem que eu não vi ele lá em casa, e bom, ele não tinha uma relação muito feliz com Robin. Ele dizia que era uma má influência, mesmo que eu não entendesse direito. Percebi que estavam discutindo e, mesmo que fosse errado, decidi que iria ouvir tudo escondido. Dei a volta e fui subindo devagar a rua, passando por um campinho e me escondendo por entre as árvores.

-... você sabe que está na hora dele ir ao acampamento. Adiamos por muito tempo já. - ouvi a voz de Robin. Meu pai parecia triste, ou estressado, ou os dois ao mesmo tempo.

- Mas... Quase nenhum desses tais monstros vieram atrás dele. Ele está seguro! - meu pai respondeu. Hã? Que monstros? Eles estavam falando do quê? Eita, o que será que aconteceu?

- Ele não está seguro aqui. O acampamento é o melhor lugar, você sabe disso. Todos sabemos, ele precisa ser treinado. Ele deve ser treinado. Quem quer que seja a mãe dele deve se preocupar... - Robin continuou. Minha mãe? Meu pai disse que ela me deixou quando eu era um bebê numa cesta de vime bem em frente a sua porta. Era uma coisa meio de filme, mas me esforcei a acreditar. Papai nunca mentiria para mim.

- T-Tudo be--... - sua voz foi cortada por Robin, que fungou o ar várias vezes e olhou na minha direção.

- O que está fazendo aqui, Will?! - Robin perguntou. Sai do montinho de grama onde estava escondido, confuso. Não entendi como ele me achou e por que fungou o ar como se sentisse meu cheiro. Eu sempre usei perfumes naturais, a camada de ozônio agradecia.

- Você esteve escondido o tempo todo, filho? - papai perguntou. Neguei com a cabeça. Tinha que responder, estava em dúvida sobre esses tais monstros.

- Pai, por que estavam falando sobre monstros e... Um tal acampamento? O que minha mãe tem a ver com isso?

- Todas suas dúvidas vão ser respondidas, filho. - ele apontou para uma longa colina, ao longe. Eu mal podia vê-la pelos prédios que escondiam-na, mas ainda assim, ela estava lá. - Você irá para algo conhecido como acampamento meio-sangue. - continuou ele. Papai olhava pros lados, procurando se alguém viria para atrapalhar a conversa, já que só estávamos eu, ele e Robin conversando sobre isso aí.

- Acampamento?! - fiquei feliz com a ideia. Não liguei muito pro "meio-sangue", não deveria ser nada demais. Acampamentos significavam: flores, árvores, caminhadas, tardes ensolaradas e comida, e, novamente, flores e árvores!

- Não vai ser como você pensa. Senhor Hayes, poderia por favor nos levar até Long Island. - papai fez um aceno positivo e me deu um abraço, senti como se fosse em parte, uma despedida. Depois, ele me deu um beijo na testa. Ele se abaixou um pouco e sussurrou no meu ouvido:

- Boa sorte, meu querido filho. Talvez depois disso não te veja mais, mas, eu espero que você se dê bem com seus novos amigos. - ele deu mais um beijo na minha testa e um abraço. Me senti bem e constrangido ao mesmo tempo, mesmo que fosse algo comum um abraço entre pai e filho, deveria ser estranho olhar isso de longe. Ele por fim deu as chaves a Robin e eu estranhei. Tipo, você quer colocar uma pessoa de treze anos para dirigir. Não que isso fosse o pior: meu pai também, como eu já disse, tem uma leve antipatia por Robin. Ainda estranhando tudo, segui Robin até o carro. Acenei para papai, e tudo estava tão estranho. Tipo, primeiro isso com Robin, depois o acampamento. Ainda sabendo que eu nem tinha pego minha tenda e os materiais pra gente poder acampar. Robin entrou no carro e... Começou a tirar as calças.

- O que você tá fazendo?! - exclamei e percebi algo felpudo aparecendo. Assim que ele tirou por completo, ele mostrou as pernas pe... Não, não eram pernas. Eram duas patas? - Hã?  Ah, eu tô sonhando mesmo. - Tudo escureceu e senti um baque surdo. Sabia apenas que tinha enlouquecido e depois desmaiado.

Acordei numa cama, estava realmente relaxante. Robin estava sentado ao meu lado, no outro, um homem com uma prancheta escrevia algumas coisas.

- Ele só precisava de um bom sono, acho que foi um belo susto. Ele ainda não está acostumado com a Névoa. Ôh, ele acordou. - o moço continuou e destacou a folha, entregando-a a Robin. Ele se levantou e novamente, ali estava aquele monte de pelo em forma de pernas. Quer dizer, eu acho que era pernas.

- Eu tô sonhando. Alguém me belisca?

- Você é um semideus, parente de algum dos deuses. Você está no acampamento meio sangue, um lugar onde você será treinado. O único lugar seguro para pessoas como você.

- Muita informação... E pernas de bode... Ah meu Deus. - me belisquei e soltei um gemido de dor. O moço riu um pouco. Estava esperando que acordasse, mas nada aconteceu. Exceto que um brilho verde tomou um pouco acima da minha testa. Olhei para cima e vi, ali, uma foice com um trigo próximo. Algumas gramas e folhas eram visíveis ao redor. Estava tão confuso, na verdade, tudo estava confuso. Robin se pôs de joelhos (tinha como?) junto do outro moço.

- Will Hayes, filho de Deméter, deusa da agricultura. - ele afirmou numa voz mais grossa, cheia de certeza. Imediatamente, apaguei de novo.

Leia :c:

Não me culpe pela história, ainda não sou muito bom nisso de narrar. :c
Will Hayes
avatar
IndefinidosPercy Jackson RPG BR

Mensagens :
2

Voltar ao Topo Ir em baixo

Re: Ficha de Reclamação

Mensagem por Lola Edward em Sab 08 Mar 2014, 16:16

▬ Por qual Deus você deseja ser reclamado? Caso não queira ser um semideus, qual criatura mitológica deseja ser? Atena

▬ Cite suas principais características físicas e emocionais.
Sou um pouco baixa para a minha idade, mas toda baixinha tem sua vantagem. Morena dos olhos castanhos. Sou meiga, discreta e paciente, tenho não me envolver em brigas, quase nunca irritada apenas se for algo muito grave.

▬ Diga-nos: por quê quer ser filho de tal Deus - ou ser tal ser mitológico? Quero ser filha de Atena pela sua incrível disponibilidade para as coisas,Como Deusa da sabedoria, guerra, civilização, estratégia, artes, justiça e habilidade foi padroeira de várias cidades. Atena me inspira pela sua grande força de vontade.


▬ Relate a história da sua personagem - não haverá um limite de linhas definidos, deixe a sua criatividade fluir.
Sempre fui o tipo de garota discreta, nunca precisei de ninguém pra me virar. Desde de pequena fui criada pelo meu pai, com o sonho de conhecer minha mãe, mas sempre que tocava no assunto meu pia dava um jeito enrolar e com isso cheguei a conclusão de que simplesmente ela me abandonou e estava feliz com outra pessoa.
Em minhas horas vagas costumo ver filmes e ler bastante, é algo que realmente me interessa. Após ver muito filmes de aventura e ação, me apaixonei pela prática de tiro com arco e flecha. Ao completar meus 10 anos, comecei a praticar e demonstrei talento para tal desde a primeira aula. Na escola sou a garota reservada que se dedicava aos estudos.
Após a morte do meu pai descobri uma carta que o próprio escreveu para mim, mas por algum motivo nunca me entregou.
~Flashback on~
*Sento na cama e abro a carta,
começo a lê-la*
" Querida Hanny( era como ele me chamava), sempre tive medo de lhe contar sobre sua verdadeira origem. Nunca menti sobre sua mãe, apenas lhe disse o que me convinha. Sua mãe é uma mulher extraordinária, leal, segura de si mesma e uma mãe que a ama. E sempre amará, e apesar das circunstâncias ela nunca esteve presente da maneira desejada, mas ela sempre olhou para você, e acompanhou sua vida, mesmo de longe. Lembra das várias vezes em que estudei com você no meu escritório sobre os deuses gregos e romanos? Pois então, você sempre gostará muito da Atena, a deusa da Sabedoria. Você dizia que ela era imbatível, e realmente é. Atena, a deusa da Sabedoria é sua mãe. Sei que é uma grande coisa para se entender assim de uma hora para outra. Passei horas pensando em um jeito melhor de lhe dizer isto, mas não há.Você é uma semideusa, assim como nas histórias que lhe contará. Sempre tentei lhe preparar para isso, mas sei que falhei nessa missão. Espero ter cumprido meu papel como pai, e ao mesmo tempo como mãe. Me desculpe por ter escondido seu passado de você, mas foi necessário.”

Fiquei horas procurando algo que me ajudasse depois de ler aquela carta e finalmente achei um mapa que meu pai tinha desenhado que na época não fazia nenhum sentido pra mim, mas agora eu entendi, esse era o mapa pro Acampamento Meio-Sangue.

Lola Edward
Lola Edward
IndefinidosPercy Jackson RPG BR

Mensagens :
1

Localização :
Brasília- DF

Voltar ao Topo Ir em baixo

Re: Ficha de Reclamação

Mensagem por 124-ExStaff em Sab 08 Mar 2014, 18:46

• Will Hayes: reclamado como filho de Deméter. Hesitei muito em reclamá-lo, mas decidi que você mereceu. A sua história ficou boa, sim, mas o modo de narrá-la que incomodou a leitura. Você tem futuro como interpretador, mas melhore a coerência e treine um pouco a ortografia — ela está boa, mas precisa de alguns ajustes. Parabéns!

• Lola Edward: reprovada. A ficha para filhos de Atena é mais rígida, e a sua narração não seria suficiente nem para um deus normal. Não é minha intenção intimidá-la, então por favor não leve essa crítica como uma ofensa. A história ficou muito curta, com erros de coerência e poucos erros de ortografia — o que sugere fortemente que a sua ficha tinha tudo para dar certo se não fosse incoerente. Narre como você foi reclamada de modo mais detalhado, com uma história que envolva uma situação real, como um passeio no parque ou uma ida ao shopping. Você pode ler a história dos outros para ter uma base, e assim ter mais ideias para a sua narração — só lembre-se que plágio é crime e motivo de banimento do fórum. Não tenha preguiça em postar novamente, porque eu sei que você pode fazer muito melhor!



Atualização

124-ExStaff
124-ExStaff
IndefinidosPercy Jackson RPG BR

Mensagens :
294

Localização :
Casa Grande

Voltar ao Topo Ir em baixo

Re: Ficha de Reclamação

Mensagem por Conteúdo patrocinado

Conteúdo patrocinado

Voltar ao Topo Ir em baixo

Página 27 de 50 Anterior  1 ... 15 ... 26, 27, 28 ... 38 ... 50  Seguinte

Ver o tópico anterior Ver o tópico seguinte Voltar ao Topo


Permissão deste fórum:
Você não pode responder aos tópicos neste fórum
:: Topsites Zonkos - [Zks] ::